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Programa 5a7 - Com o Quiropraxista e Professor DANILO MESSA (QUIROPRAXIAMANIA)

tudo +BRASIL2:06:58

Transcription

[música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> Em instantes, vem aí o programa 5 a 7, um programa de variedades para deixar seus finais [música] de tarde mais felizes. Isso.

[música] [música] [música] Olá, muito boa tarde. 5 horas em ponto, 5 a 7 desta sexta-feira, entrando no ar 10 de julho de 2026 e atualizando para quem é para vocês ficarem aqui. Eu vou dizer isso aqui agora, não para vocês correrem pra televisão, tá? Ou melhor, pode até ligar lá a televisão, mas fica com ouvido aqui, ó. Tá? Um a um. Tá no intervalo Espanha e Bélgica. Eu achei que ia ser uma barbada para a Espanha. Barbada não, barbada é forçação de barra. Mas achei que ia ser mais fácil para a Espanha porque a os a geração belga, né, como a turma fala, já tá meio velinha, então achei que ia ser mais fácil para a Espanha. Se bem que a Espanha também não tá uma máquina, né? Já teve um >> Não, não tá >> não. Aquele time de 2010 que eles ganharam a Copa, realmente era uma seleção fora da curva assim, mas tá aí. 1 a um.

Cláudio Spritzer, boa tarde. >> Boa tarde. Pá, >> cestando então. >> Cestou. >> Ah, que coisa boa, né? Quem é que tu acha que vai ganhar a Copa? Tu já tem o teu >> quem eu acho que vai ganhar a França. Quem eu gostaria Inglaterra? Todo mundo tá falando França que vai ganhar. E tu ontem até disse que é Inglaterra e tu já sabe quem eu vou dizer que vai ganhar, que eu fiz a defesa ontem. >> Quem? Argentina. >> Argentina. Porque ficou muito grande depois do que aconteceu. Eu sei que teve o, né? Vargentina, né? Que fala >> Vargentina. >> Vargentina. >> Vargentina. Mas o time ficou muito grande de personalidade, de segurança, personalidade e com sinônimo de dar o sangue, garra e tudo mais. E que isso é típico, né, da da dos argentinos de dar isso é verdade. Os caras são, os irmanos são e eu acho que eles pegaram essa esse mote aí, esse espírito, essa e eu acho que vai ser sempre, eles vão ir suplantando tudo, pá, pá, vai ser uma guerra pá, e eles e talvez com essa ajuda aí, né, do talvez se teve realmente essa ajuda, por que que ela pararia agora, né? É, >> ela continuará. Então, se houve >> a mácula já tá lá, né, do ponto de vista. >> Sim, então se já tá, né, >> se já foi feito. Então, mas eu digo, volto a dizer, o time não tem nada a ver com isso. O time se aproveitou dessa chance que os cartolas deram, né, e foram para cima, cara. >> Eles cumpriram. Não adianta tu dar a chance e os caras dentro do campo não cumprir, né? >> Mas o tem grandes chances ou bom, >> tá? >> Chance de 25%, tá? >> Aham. São quatro equipes, então >> sim, não, claro, >> 25% de gente ter não, calma. Inglaterra e Argentina na semifinal, >> repetindo a Guerra das Malvinas, que perdão, Falland, [risadas] >> quanto tempo faz isso, hein? >> Foi em 1982, 83, mais de 40 anos. >> 7, 27, 53. >> Deixa eu ver aqui, ó. >> 53 52 53. E é um episódio traumático. 82. 1982 foi de 2 de abril até que durou nada, né? Foi de 2 de abril de 82 a 14 de junho de 82 no mesmo ano. Durou 2 meses e 12. >> Foi uma vergonha, né? >> Vergonha. >> E morreram, pô. Morreu a gente, cara. >> Mor, morreu muita gente. >> Foi de brincadeira o negócio, >> não.

Eh, deixa eu ver aqui, ó. Quantos mortos em cada lado. >> Como é que era o nome do presidente mesmo? Eh, o presidente di Bordaberry, mas não, o o presidente do Esse era do Uruguai, >> não é tudo conhecido. >> Ar da Guerra das Malvinas, a gente chama de Malvinas, né? >> Galeri. >> Exatamente. [limpando a garganta] >> Leopoldo Gautieri. >> Uhum. >> Tá. E aí, eh, mas foi uma lavada do ponto de vista de perdas >> baixas, né? Eh, tu sabe que os os ingleses perderam um contingente interessante também. Interessante eu digo, não bom, né? Eh, aqui, ó, >> que eles não esperavam, que não se >> é foram 650 e não, 649 mortos militares do lado argentino, em combate e do lado inglês, 255. Pô, que é a gente para uma guerra de 2 meses. >> Uma guerra de 2 meses. Eh, feridos foram 1657 do lado argentino, 775 do lado >> eh inglês. Agora, onde tem uma discrepância absurda, tá? Eh, que viraram prisioneiros, foram aprisionados 11.300 argentinos, >> pá, >> contra 115. >> E que que será que acontece com esses caras? ficaram presos durante um tempo, não chegaram a ficar presos em algum, ficaram lá na ilha mesmo, lá na >> É. Ou talvez acontece, né? >> Porque os os ingleses eram com a sua parnaval, né? >> Mas eu pergunto para ti, dentro dessa pergunta, as será que as mortes a maioria foi nas batalhas navais? >> Ah, daí eu >> não sei, né? Mas eu imagino que sim. E aí no do ponto de vista de equipamentos, os argentinos conseguiram derrubar 24 helicópteros ingleses e 10 caças. Não sei se derrubaram, pode ter sido acidente também, falha, mas de qualquer forma os ingleses perderam 24 helicópteros e 10 caças. E aí do lado argentino, cara, 25 helicópteros, 35 caças. Eu não faço ideia de quantas caças a Argentina tinha na época, tá? Os os ingleses derrubaram 35. Dois bombardeiros, quatro aviões de carga, 25 aviões de ataque ligeiro e nove treineiras armadas. Deu prjud. >> Traineiras armadas, cara. >> Deu prejudo. >> É, era um o o Gutieri maluco, né? >> Sim. Foi topar essa. É. >> E e que loucura. E a guerra da Rússia com >> com a Ucrânia. >> Com a Ucrânia também segue o baile. Ucrânia batendo forte também. Que loucura que tá isso, né? Quando a gente ia imaginar que em 2026 a gente já tá Estados a guerra lá agora também fechou, segue fechando o pau. Agora o Trump tá enlouquecido, né, com a com o Irã dando declarações assim que os caras são mentirosos, são ã doentes e que não tem como mais negociar com eles. >> Aham. E e eu não vou te dizer que não seja verdade, cara, porque os caras, pô, no funeral lá seguem gritando não sei o quê. E não tem jeito, cara. Um Israel no meio dessa história, já vi canais, aqueles canais do Davi, ã, Alescani, Davi, são os dois canais que eu assisto, que é o Davi, é o Mescani, que é um brasileiro que mora em Israel há mais de 20 anos, faz parte da das forças seguranças lá, força segurança lá. Israel, >> qual é o nome? Eh, viva Israel é o nome desse canal que é muito bom, o cara que tá dentro de Israel. E tem um outro, bom, enfim, os caras dizendo assim que Israel tá meio puto assim com bem com >> muito, porque >> eh foi a vez mais próxima que se chegou de liquidar com o regime dos aatolas, né? >> Pois é, >> mas sabe que >> ô vai com pô vai com tudo e termina logo esse negócio aí, cara. Fica nesse. >> Sabe que o >> tem coisa, tem gente que não dá para negociar, né? >> Mas sobre as guerras é a gente, eu concordo com o Israel, tá? Uhum. >> E eu também entendo o Trump, na verdade, porque ele tem uma eleição pela frente aí, não dele, mas das midterms. O, mas uma curiosidade da guerra das Facklands ou Malvinas, como queiram. H, meu professor que orientou a minha monografia, o famoso TCC, né, lá na Fabico, trabalho de conclusão de curso, era repórter da Globo na época. >> Quem é ele? >> Canali. Geraldo Canali. >> Pô, Geraldo morreu. >> Não, não. Tá vivo. >> Tá vivo. Largou, né? se aposentou, né, e parou, né? >> Sim. >> Esquerdão e tal. Mas assim, cara, >> era da Band, né? >> Foi da Band, foi da Globo. É. E mas cara, sabe que eu conseguia ter uma relação legal com ele assim, então bem, como é que eu posso te dizer, civilizada, tá? Na época talvez não fosse assim tão liberal econômico quanto >> Mas hoje será que ele é canhotão hoje? >> Acho que sim. Acho que não muda, né? >> Enfim. É, naquela, na idade dele já não muda. >> Não, não, não. >> Mas só, só para exemplificar como a nossa relação era era bacana, era legal. Volta e meia a gente sentava para se reunir para >> para estabelecer ali o o para para tratar da do TCC e a gente ficava batendo papo depois que resolvia a a encrenca ali, eh, ficava de de trova, né? >> E essa história, não lembro se ele contou numa dessas reuniões, num café desse, ou se foi em sala de aula. E e aí o repórter da Globo, que tava fazendo a cobertura da guerra na Argentina, um dos em Buenos Aires, eh por alguma razão precisou ser trocado. Eu não sei se a esposa tava grávida ou alguém da família ficou do por alguma razão trocaram, tá? [suspirando] Só que assim, já era, já tava nos finalmentes a guerra, era só a questão de dias para a rendição argentina. E o, mas tá, disseram, ó, tá indo para a Argentina, tu vai ser o o enviado especial para pra cobertura da Guerra das Malvinas. Tá bom. Aí ele chega na Argentina e não lembro quem era a estilista da Globo na época, Glória Calio, uma dessas aí, tá? Dessas assim figuras nacionais. E aí, eh, antes dele assumir o microfone e começar a cobertura, nos dias antes, ele vai na com a com a tal destista nas melhores lojas de Buenos Aires >> para comprar o figurino dele de todos os dias o Jornal Nacional, quando ele ia entrar ao vivo, mandar boletim. Então ela pegou e montou para ele. Eh, hoje a gente chamaria de look, né? As mulheres, o Luk. Car, ele tinha um terno para cada dia com a >> para transmitir a guerra. >> Para transmitir a guerra. Eh, com a camisa definida para aquele de ó, com este terno, esta camisa e esta gravata. Terça-feira, este terno, esta camisa, esta gravata e tal. Cara, ele disse assim, eu não faço ideia de quanto deu a conta na época da loja, mas assim, a Globo pagou e era ele e era dele, >> foi para ele. >> Claro. >> Então, imagina tu ir na Buenos Aires, os portenhos gostam de se vestir bem e tal. Aí tu imagina uma cidade que se acha mais europeia das das capitais latino-americanas. >> Sim. >> Eh, vai nesta cidade, nesta capital, tu vai na loja mais cara. para comprar os teus ternos, camisas e gravatas. E tu não compra um terno com três, qu 5, seis camisas e duas, três gravatas. Não, tu compra seis ternos ou sete ternos com seis, sete camisas e seis, sete gravatas. É isso que faz aquele conceito de global pro, né, esse lance de poder e de, quer dizer, precisava fazer isso. Não, mas isso cria a mítica e a e a história de ser global global. Exatamente. Daí isso aí diz que ele foi aí no primeiro dia tal, acho que dois dias depois acabou a guerra, [risadas] aí já volta, entendeu? >> Eu tô cheio de roupa. >> É, ficou, né? Ele ainda fez lá o day after, assim, a guerra terminou, mas ainda tinha, né, aquela coisa dos dos prisioneiros serem libertados e voltarem para suas famílias e tal. Então, alguma coisa ele ainda teve que fazer, mas assim, cobertura de guerra mesmo, mesmo, tiro bomba assim, pá, ataque de tal lado, revidor de não sei o que e tal. Agora deve ser, >> mas assim, pelo menos serviu para uma coisa. Eu orgulhosamente digo que foi um correspondente guerra por dois dias. Era uma coisa. >> Eu até tinha pensado no num dos temas que de pauta para nós, eu pensei em conversar, chamar alguém, algum correspondente aí de guerra. Acho acho que é um papo bom, né? >> Pode ser, >> cara. O correspondente [limpando a garganta] de guerra deve ser alguma coisa, né? >> É punk. É punk. Punk, né? >> É punk. É punk. Quem contava algumas histórias, >> Marcelo Re, eu acho que era um cara meio da da RBS que não era meio >> o Rec, acho que fez algumas coberturas de guerra. O outro que fez foi o Osir Marins também fez o Alexandre Garcia foi um >> foi foi o o Os Oires fez a cobertura da guerra do Golf agora eu não lembro se fo não não foi a do Golfo lá em 91 ele fez a guerra a ali em 2002 2003 quando depois dos dos atentados das Torres Gêmeas daí o George Bush, filho, o W Bush, >> ã abre guerra contra lá o Afeganistão e tal. >> E aí o Osir é o enviado especial da empresa ali para fazer a cobertura. >> Mas esse não tinha muito estrutura, né? Porque tem também foi, eu sei porque eu pensei nessa pauta, tipo, ontem Marcos Lozecan que é um gaúcho também, né? >> Também é daqui. >> É, ele fez também cobertura. >> É, eu não deve ter feito. >> Fez, fez que eu eu fui buscar, mas o O, o Osires, por exemplo, foi pela Guaíba. >> Gaúcha. Go. Ah, tá tá tá tá. >> O E dizem as más línguas, não? Aí a pegação de pé com o cara que ele fez a cobertura do >> do hotel. É aí [risadas] tiração de sarro e tal. Não, ele ele me contou histórias na época assim de perder sono, né? Ou seja, de ficar, >> mas nunca foi na linha de frente. Car não vão na linha de frente. É >> hoje cada vez mais raro, né? >> É, >> tu viu uns caras, mas aí são os caras de agência, sabe? Aqu eles pega hoje lá faixa de gasa, >> né? Ou Ucrânia e tal. não é o cara do do dificilmente vai ser o carinha cinegrafista da Fox News, tu entendeu? >> Sim. >> Eh, compra material de agência, muito cinegrafista e tal. É diferente da época lá do da Guerra do Vietnã, o o jornalista aquele nosso aqui, Zé Hamilton Ribeiro, né, >> deu uma perna, lembra? >> Não >> é o cara que fazia buscar a foto dele aqui. >> Pô, esse tem história, então >> tem, tem, tem. Só imagino que até os próprios envolvidos gravam tudo e vendem de vez de repente. >> Não tá vivo, cara. O Zé Hamilton tá com 90 anos, >> perdeu uma perna, né? Uma bomba explodiu ele. Perdeu uma perna, pisou numa mina terrestre. Foi >> barbaridade. >> 1968 tem a foto inclusive da >> ele foi sorteado, né? [ __ ] >> tu vai lembrar dele aqui. Eu vou aqui, ó. >> Zé Hamilton Barbosa. >> Eu vou aqui, ó. Ribeiro, Ribeiro, >> Ribeiro. Ele foi por primo do Julinho. [risadas] Que por através de quem ele foi? Qual a >> Eu não lembro qual era a emissora que ele foi na época. Ah, mandei para ir a >> Flávio, como é o nome? >> O Caras Gomes. >> Caras Gomes, né? >> Foi correspondente guerra >> aqui, ó. Essa aqui é a capa do livro dele. Tô te mandando aí. Eh, Felipão, mandei a foto dele. Aí vocês vão lembrar ele depois, durante muitos anos, foi apresentador ou apresentador e repórter do Globo Rural, ó. Lembrou dele, Splitter? >> Só um pouquinho. Quero tá me perguntando su >> lembrou dele? Tu não via Globo Rural, né? >> Muito cedo, né? [risadas] >> Nosso convidado não chegou. Tá chegando. Revela no ar aí. >> Qual cidade? Só um pouquinho. Tá perdendo em qual cidade é o nosso convidado. Olá, não estou achando o endereço. O Google manda outro lugar. Emigal Porto Alegre. Onde é que ele vem? [risadas] Já você lembra o que aconteceu? >> Aconteceu. Aconteceu em São Paulo, né? Minas. Foi Minas ou São Paulo? >> Minas. Minas. >> Foi Minas >> que tinha uma um Getúlio Vargas e o cara tava, mas eu tô aqui na frente. Esse é o problema da gente ter o nosso nossa base, nosso estúdio na Avenida Getúlio Vargas, tá? Enquanto tu conversa com ele aí, deixa eu lembrar aqui. Ah, e botou a capa do livro, não? Eh, aí o gosto da guerra, José Milton Ribeiro. Isso aí é um outro fotógrafo, um fotógrafo, na verdade, registrou isso aí. Ele deitado depois de ter pisado na mina e ele perdeu uma perna nesse, nessa nesse nessa trajeto. >> Vou sair só para falar com ele. >> Vai lá. 5:17. Estamos no ar para Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Donlaurindo.com.br BR é o site onde você encontra todas as obras de arte produzidas lá pela família Brandelli, pelo Aldemir, pelo Lucas e pelo Moisés. Banca do Holandês, paixão por comer e beber bem, o melhor empó gourmet da cidade, em quatro endereços esperando você. Daqui a pouco eu vou reforçar aqui o convite para que você vá até a banca da Holandesa e participe da nossa promoção. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público. Somos a evolução do Direito. FMP nada mais nada menos que a melhor faculdade de direito do Rio Grande do Sul, uma das melhores do Brasil. E Universidade Feval, referências impulsionam. Tô esperando tu voltar aí. >> É referências, né? Eu tô te esperando para falar referências. Impulsiona >> referências. graduação.br. Tá? E o nosso intervalo quando vier >> nosso nosso convidado tá como referência errada. Ele tava em Novo Hamburgo procurando, >> procurando tá ele vai chegar a tempo aqui? Não, >> não. Combinei com ele pra gente fazer por vídeo, né? >> Ah, tá. >> Vamos fazer por vídeo. >> Beleza, não tem problema. Eh, acontece melhores famílias, né? >> Importante é que ele vai estar conosco. É isso aí. E daqui a pouquinho tem Shmacken, o verdadeiro sabor caseiro. O Instagram é @biscoitos e o WhatsApp 5199714. Eh, quem mais aqui, ó? Eh, tem a foto aí da banca do holandês? Ô, ô, Felipão, >> tem. >> Então, vamos colocar na tela aí. Pessoal já tá mandando aqui, cara. Quem é que mandou essa foto? Foi a Letícia. Letícia Klein Schmecken. >> Não, não, não. Da banca do Holandes lá da nossa da nossa promoçã. >> Ah, é >> promoçã. Aliás, eu fui na banca da Holandesa e pelo horário que a a Letícia mandou aqui a foto, por muito pouco a gente não se pechou lá, porque ela foi na da eh Pedro Ivo, que é a nossa. >> A nossa. >> Tá. Então, ó, chegou aí no grupo do do da firma o o link pro nosso entrevistado, mas diz para ele parar o carro, fazer direitinho, né, pra gente, ele vai entrar em 5 minutos, >> tá? Mas ele vai fazer do carro, não sei se ele vai entrar em algum lugar. Eu pedi, eu disse para ele vai num lugar que tem a internet boa. >> É, e se ele quiser chegar em casa e dá tempo, a gente tem assunto. >> Vai chamar intervalo alguma. >> Posso chamar o intervalo pra gente ajeitar isso aí, tá? >> Tá. >> E fazer o convite aí pra turma participar do programa, né? como sempre pelo 51994 39595 para mensagens de texto. 51994 39595 para você mandar sua mensagem e é claro pela live também. Não esqueça de curtir a live, isso é legal e é importante para nós, tá? Ã, vamos pro break então, >> vamos, vamos, vamos >> só rapidamente. Sim, sim, sim, sim, sim, sim. Vamos, vamos, vamos. >> [risadas] >> Ah, tem >> que que foi? Posso ajudar? >> Não, não. Tem aqui, tem um ouvinte aqui pedindo ajuda, Pix e tal. Não, não é o não é o caminho, não é o canal, tá, Fabula? A gente pode volta e meia gente até às vezes ajuda pessoas aqui, mas não não é assim, tá? Eh, inclusive vou pedir aqui paraa gente aqui. Eh, bom dia. Bom dia ou boa tarde, né, os apresentadores. É a força do hábito aqui, eh, do nosso ouvinte, o o Elmo de Martin. Obrigado. 18º lá no no centro aqui, ó. Agora sim. Boa tarde. Estou aqui fazendo uma bela sopa de feijão, [limpando a garganta] assistindo 5 a 7. Coisa boa. >> Sopa de feijão tu curte, né? >> Curto. >> Pois é, >> eu curto muito feijão. Sopa de todos tudo a ver com feijão. Aqui ó, o Gerson Sonalho. Não estou vendo o jogo da Espanha e Bélgica, prefiro 5 a 7. >> Muito bom. Excelente. O >> golaço, golaço. >> Rosa, boa tarde 5 a7. Boa tarde Brasil. Bom final de semana para todos nós. Valeu. E alda Long, o like 12 mais um. Valeu. Tamamos junto, Helda. Vamos fazer um break que a gente >> vamos o o corretor ortográfico te atrapalha muito mais que eu. O corretor ortográfico >> às vezes. Não sempre. Às vezes é às vezes. >> Cara, como me sacanei isso aqui. >> O meu tá ficando burro, tá? Vou te dizer a verdade, porque às vezes eu escrevo não, por exemplo, ah, não poderei ir, não, não sei o quê. E no, e ele sempre já corrigia para mim. Eu não botava o acento porque na hora que eu desse o espaço, ele já botava lá, escrevia now. >> E o não sem o ti, né? E ele automaticamente corrigia. >> Agora não tá corrigindo mais o automático, cara. >> Isso. Tá bom. Mas o meu ele é sacana. Ele me sacaneia esses dias. E é verdade isso. Vou contar. Mas >> tu vai escrever assim pincel e ele bota pinto, >> não é? Como é que vai teu pai? Como é que vai teu pau? [risadas] Sempre é uma uma parada assim que me coloca em como vai como assim, cara? Em alguém que eu nem tinha intimidade. Tá, como é que vai teu pai? Cara, ficou [limpando a garganta] [risadas] não que pelo menos quando é um cara do humor. >> Sim. É, >> pelo menos o pessoal olha assim, ah, olha aqui, tivendo ontem. >> Ah, queria ver se tu ia gostar. >> Então, aí passa agora imagina um cara todo sério, todo recatado assim: "Olá, muito boa tarde. Como vai o teu pi?" [risadas] Que que é isso? >> Nós estamos chegando em Marte. Ah, >> e nós nós temos exame, o do >> tem um trauma ali. Tu fez esse exame? >> Eu não fiz, eu não fiz esse exame porque eu fiz o o a ressonância, não, o >> a eco. >> A Eco, tá bem >> que a Eco mostra. Eu fiz o PSA e fiz a Eco. A Eco mostra exatamente a próa, sabia? >> Vai nesse nível aí, >> não? Que eu fui fazer uma outra coisa de coluna e a médica acabou vendo. Isso. É uma história comprida, não vou contar agora. Eu tenho tenho eu tenho uma certa fobia de médico. É super resumindo. Eu tava com um problema na coluna muito grande, não sabia que era. E aí teve que vamos fazer uma eco para ver. >> Só que eu disse pra médica assim: "Olha aí e não me diz o que que tu tá vendo. Manda direto pro: "Eu não quero saber. Não me diz agora porque ela tá vendo ali na hora, né? >> Não quero saber. Manda pro médico. Não, mas que eu preciso te dizer uma coisa, cara. Não quero saber, mas eu preciso te dizer que a tua próstata é desse tamanhinho. Não se daí ela queria me dar uma uma boa notícia. [risadas] Eu tá bom. Você >> que eu sempre acho que vão achar, é, >> vão encontrar todas as coisas ruata pequena também. Minha próstata é pequenininha. >> Pronto. Tu fez o o exame tradicional, o med fez o medieval. Eu eu fiz o fiz >> o tecnológico. >> Não, eu já contei essa história no ar, não vou contar de novo, tá? Então, ó, conta de novo que não ouvi nem tem gente que não ouviu. Conta, conta. Temos tempo. Vamos pro intervalo. Temos. Vamos pro play. >> Não, cara, eu contei, eu tava com uma uma dor, mas tem gente >> lá nas nas partes íntimas, tá? E >> bolitas. >> Isso. E é, eu vou dar o nome técnico aqui para não parecer uma explicação grotesca. >> Era um negócio chamado epididmite, tá? Sim. >> O epididmo é o é o caninho que sai do do >> testículo >> do testículo e vai pra próstata, eu acho. Enfim, é isso. E e eu devo ter batido e tal e enchou, inflamou. >> Sim. >> E aquilo tava doendo, tava incomodando. Dis, pô, cara, né? Que aí [limpando a garganta] fui no médico e eu tinha 27 anos. 27 anos, né, cara? com 27 anos, tu vai lá, eu tô com uma dor aqui, tu quer resolver a dor ali, entendeu? >> Uhum. >> Aí o médico disse: "Não, isso aí deve ser isso e tal, não sei o quê. Vamos fazer um exame. Deita ele na máquina." Aí eu tentei na máquina, na máquina. Na maca. Aí o médico pá, bota aquela luva de, né? >> Aí eu já olhei, eu disse: "Cara, não tô gostando. E aí vem coisa, vem coisa aí". >> Aí ele, ah, é aqui que dói. Aí ele foi: "Ah, né? Que era? Não tava doendo. Tava doendo para caramba". Aí ele disse: "Ah, isso aqui é um pedid de MIT, tal, tem que tomar antiinflamatório, não sei mais o quê". Não lembro o que que mais ele receitou, dois, três remédios lá e tal. É só uma questão de de tempo. Aí toma o remédio, vai ficar bom e tal. Se não melhorar, volta. Aí, ah, beleza. Aí eu já tava me levando, dis, não, vamos aproveitar que tá aqui, já vamos fazer um exame de próstata. >> Com 27 anos, alemão. >> Foi sacanagem. >> Com 27 anos, >> cara, eu conheço ele, a gente finíssimo e tal, é nosso ouvinte, inclusive. >> Sim. >> Tá. Eh, mas cara, tem é sadismo puro isso aí, cara. >> Aí, ah, vou disse: "Não, não, doutor, pera aí". Ele disse: "Não, não, não. Vamos aproveitar, aproveitar, aproveitar". [risadas] >> Com 27 anos. >> 27 anos. Com 27 anos. >> Sim. >> Aí depois eu contei, então por que, cara? Eu disse: "Pois é, por quê?" [risadas] >> Tá bom, >> tudo bem, vamos em frente. >> Tudo bem. E tava tudo tranquilo nessa com 27 anos estaria diagnóstico de quem próxima. >> 27 anos estaria, né? com 27 anos, tá com 40 e três. >> Não, nem faz isso aí, mas é meio medieval. Vamos combinar que tu estando 200 2026 a ser algo quando tu tem poderia fazer um escaneamento, a gente já devia estar nisso, né? Ficar fazendo guerra, é que >> gastando dinheiro em guerra. >> Eu não quero falar bobagem aqui. Provavelmente um exame [roncando] >> eh o exame mais moderno, pelo que eu sei hoje, para identificar daqui a pouco por imagem, né? algo que identificar alguma coisa que tá errada. Tu tem e, tu tem ressonância magnética e tu tem um negócio chamado Pet Scan. >> Uhum. >> Qual é o problema? Pelo que eu sei, Pet Scan é caro. É muito caro, tá? Então assim, >> e é um cachorro que faz, >> não é um pet, é um gato. >> É, ele pilota o scanner. É o pet scanner. É o farinha. [risadas] E aí o Então pelo que eu sei, um exame realmente muito caro, muito mais caro do que uma muito mais caro do que o Talvez esse troço consiga, né? Ó, faz um pet sccan da região ali e com o grau de resolução que você tem hoje, de qualidade de imagem, provavelmente o médico, eu nem sei se essa região consegue, mas imagino que sim. >> Mas o, mas aí a questão é custo, né, cara? Então, médico >> pelo SUS vai ser sempre o >> agora >> pá pet scc pelo SUS o cara tem daqui a pouco um câncer de pulmão e o cara o SUS não libera, tu entendeu? Então >> po >> enfimã 5 horas tanto é que é um exame que é feito muitas vezes quando você já tem um diagnóstico, por exemplo, ó, tem um exame de imagem ou de toque, sei lá, eu, tu já tem um diagnóstico de que eh tu tem lá um tumor, tá? Eh, e é, sei lá, eu [limpando a garganta] no rim, no fígado, no onde quer que seja. >> Uhum. >> Os médicos, antes de daqui a pouco te passarem pra próxima etapa do tratamento, que pode ser uma cirurgia, pode ser cirurgia e quimioterapia, cirurgia e radioterapia, enfim, eles fazem o PETSC para ver se já não tem uma metástase, né? Então, ou seja, é lá na frente assim para aí tu não vai fazer um pet scan para para ver se tá >> sendo que tem coisa mais barata, traumatizante, sim, medieval também, mas eh mas é caro, né? A não ser que tu diga: "Não, doutor, eu não quero. Sai com a sua tua mão para lá, tira [limpando a garganta] esse dedo daqui, >> eu vou fazer um pretcã. Costumo Babilônia, eu pago. >> Não tem problema. Eu pago. [risadas] >> Não, mas eu eu não fiz, não é que não seja por não é por causa dessa coisa de de machismo e tudo. >> Ahã. >> Porque eu tive essa eh eh ela me deu com segurança isso. Eu tinha feito PSA e ela me ela fez isso e me e me deu esse resultado e [roncando] todas as outras. Bom, enfim. >> Ó, fiz a pergunta aqui paraa inteligência artificial. Olha aqui, ó. >> Sim. O exame de PETSAN, mais especificamente o PETCT com o PSMA, é altamente eficaz e uma das tecnologias mais avançadas para identificar o câncer de próstata. >> É. E pergunta se a se o a >> quanto custa o Petcan? [risadas] Custa um exame de >> Os olhos da >> PETC. Vamos ver aqui, ó. Inteligência ficial. Olha a legal. O custo particular de um exame PETSC, geralmente realizado como PETCT, no Brasil varia de R$ 3.000 a R$ 6.000, dependendo da região, da clínica e do equipamento utilizado, tá? Então, de 3.000 a R$ 6.000, quando na verdade um problema >> pronto, vamos raiz mesmo que >> é, >> mas sabe, >> esse aqui é quase de graça, >> quase [risadas] de graça. O >> depois tem que pagar o psicólogo, né? O psiquiatra pelo trauma, doutor. Eu não tava pronto. >> O plano de saúde paraa minha idade, por exemplo, cara, o plano de saúde, a prestação, a a parcela, a mensalidade faz mal pra saúde. >> É o quê? Uns 2000, >> cara. Eu e a minha mulher tá dando quase 3000 e quase 4000. 3400 3500. Os caras fazem de Ah, não é Unimed e nem é o quarto nada >> privativo >> nem é eu tinha, mas a gente teve que se [ __ ] cara tu passa a vida inteira pagando, isso é uma loucura, né? Que é para tu não ter nada, todo mundo sabe disso. Aquilo que tu paga para não não ter que usar, né? Que nem seguro de carro, seguro. E os caras fazem de tudo. Quando tu entra, tu começa a entrar numa idade que a princípio daqui a pouco vou ter que usar, os caras fazem de tudo para te expulsar, né? A ideia é essa, porque ele sabe, a partir de agora eu vou começar a dar, teoricamente, né? >> A partir de uma idade tu vai começar a dar preju, [ __ ] Daí tu tá num preço que é uma loucura, cara, que as pessoas, né? A maioria das pessoas não vai conseguir manter um troço assim. Não, esse é um negócio bem, eu já conversei com quem trabalhou dos dois lados do balcão nessa história e é uma matemática, uma engenharia financeira bem, como é que eu posso dizer assim, complicada, porque é uma relação eh é é tem todo um, tu vê, eu, por exemplo, tu vai usar na tua, tu vai usar na tua matemática. Eu desde os >> 20 alguma coisinha eu tenho plano de saúde, >> tá? até tinha por causa de tá trabalhando em algum lugar que tinha, enfim, e sempre tive, sempre tive. Eu nunca usei, foi, fui raramente eu usei, fui em médico, raramente, graças a Deus usei, mas assim, tive apendicite, tive que usar e tive, eu nunca, eu usei raramente, ou seja, imagina o que não acumulou do do meu, né? Até hoje não usei em grandes coisas. Eu usei foi nesse negócio apenit e vi uma outra coisinha de de não usei nunca. Imagina então como eu devo ter vários que nunca usaram e eu provavelmente vou usar daqui a pouco. >> É >> da minha idade vou usar daqui a pouco. [ __ ] cara. E é e os e o aumento, pô, tu tá pagando três 3,5 praticamente. Eu tô pagando. >> Ah, eu conheço uma, não vou dar nomes aqui, mas conheço uma situação de uma pessoa que durante anos disão, eu não vou pagar plano de saúde. >> Uhum. >> Porque aí no Brasil a gente tem muito mais a figura do plano de saúde do que do seguro saúde, que é o sistema americano, >> tá? >> Qual é que seria a diferença pra gente >> lá? Tu paga como se fosse uma pólice de um seguro de carro e que vai te cobrir até um determinado valor e para determinadas doenças. Então, eh, sei lá, tu paga, eh, $500, por exemplo, por mês, tá? >> E aí, ó, e nos Estados Unidos é muito mais caro do que aqui uma internação hospitalar, tratamento, tal. >> Aí tu paga lá o valor e tu tem um seguro, uma pollice, por exemplo, bateu o teu carro, >> eh, o seguro vai cobrir eh até os valores que estão previstos ali, ou seja, ah, o teu carro é a tabela FIP, então pagou a tabela. Ah, mas eu bati num outro carro. Se é um carro popular, ã, e vai custar R$ 3.000 para consertar, beleza. Não, batia numa Ferrari, cara. Conserta Ferrari vai custar R 15 milhão. A tua pollice vai até 300.000, cara. Então, >> e é mais ou menos isso, desse jeito que funciona lá. >> Ã, aqui >> e que que acontece lá? Vamos supor que fugiu da tua alçada lá, do teu plano, do teu seguro. >> Sim. >> E tu não tem dinheiro. O que que acontece [roncando] com essa pessoa? alguns caminhos, alguns tem gente que se se apoia no tal do Obama Care, que é o seria o equivalente deles ao SUS, não é o bicho, tá? Mas é muito mais eh as pessoas conseguem ter bons planos de saúde lá, tá? O que que acontece na maioria das vezes? As pessoas não param de trabalhar. Talvez já tenha contado essa história aqui. Eu trabalhava no supermercado, onde eu era auxiliar de açog, etc. E tinha um senhorzinho que trabalhava na na parte de art frut e a gente fazia part-time job os dois. Era meio >> meio turno, né? né? Não era o dia inteiro, era um turno só, meio período. >> E aí teve um dia, eu acho que era tinha algum feriado, não lembro o que que era. E aí tanto eu quanto ele, o supermercado ampliou o número de funcionários naquele período porque tinha uma demanda muito grande. E aí eu sei que eu tive que almoçar no super e aí ã eu fiquei batendo papo com ele. Eu perguntei para ele, tá? Mas tu não tá retired, né? Ou seja, eh, aposentado. Ele disse: "Não, eu já tô". Eu disse: "Tá, tu trabalha o quê? Para não ficar parado em casa, né? doing nothing off, né? Fazendo nada. Ele disse: "Não, não, ele deu uma risada". Ele disse: "Não, eu trabalho, eu só tô aqui, trabalho essas 4 horas, 5 horas para pagar o meu plano de saúde, >> saúde. >> O resto das coisas, a minha aposentadoria paga. Gasolina, comida, energia, entendeu? >> Ã, remédios. Agora o o plano então se bem que os remédios estão estão por na cobertura do plano lá também na maior parte na maior parte das vezes. Então ele trabalhava >> para pagar o plano de saúde. Tem outras situações, tem muitas fundações que com base em doações de pessoas, tá? Então tu é um cara milionário e tu quer ajudar quem não tem. Então tu financia a banca e ou é um hospital ou é uma entidade não governamental que vai saídas tem saídas, tu entendeu? que são cara do contrário. >> Os Estados Unidos todo mundo ficou doente é sentença de morte, tu morre. Teria cabinado. >> Não tem situações que são meio comp >> a qualidade é um pouco é diferente de repente, né? >> Não, eu já contei essa história, talvez o Diego foi para Diego Casagrande, nosso colega, nosso amigo e tal, >> que está com fazendo vídeos agora, >> tá? Voltou a fazer vídeos, né? Ele >> antes de morar lá, ele viajou em férias paraos Estados Unidos junto com os dois filhos. Isso ele [roncando] contou no ar. Por isso que eu posso contar aqui, não? Ah, >> e o guri dele, que hoje deve estar um homem já, o Edu, o Eduardo, o Dudu, eh, passou mal, barriga, não sei se começou a vomitar, enfim, mal do do estômago. Aí ele tinha saído daqui com o seguro saúde, viagem internacional, internacional, >> não teve dúvida. Pegou, foi pro hospital, disse: "Ó, vocês aceitam?" Sim, aceitamos e tal, não sei que pá. Aí foi atendido, o médico fez um, examinou, apalpou barriga e tal, aquela coisa bem inicial, pedi um exame de sangue para ele. Aí fizeram o exame de sangue, tudo muito rápido, assim, questão de 2 horas, sei lá, eu acho que tava tudo resolvido. Aí o diagnóstico foi que não sei se tinha uma uma infecção, o que que é assim, que deram um plazil na veia e uma coisinha coisa simples. >> Coisa simples. >> Aí veio a aí ele volta, aí tudo atendido, OK. O plano de viagem, o seguro viagem pagou. Ele volta pro Brasil, dois meses depois toca o telefone. Aí é da uma funcionária no Brasil do seguro de saúde perguntando: "Ó, tudo bem" e tal. Aqui é fulana, se identificou, tô entrando em contato para saber se foi tudo certo lá no atendimento e tal. Disse: "Não, deu tudo OK" e tal. Ela disse: "Não, pois é, é que eu tenho que liberar o pagamento pro hospital". Aí ele posso só por curiosidade assim, quanto custou, né? E tinha sido algum cara como sei lá eu, >> 20.000, 30.000, >> todo caro lá saúde, né? >> Caríssima, caríssim, caríssima, caríssima. >> Então não dá para tu ir para lá com sem ter um troço desse. >> É que a relação de dinheiro também é toda outra lá, né? É caro para eles também, mas é >> sabe que eu eu >> Mas se tu pensar num plano aqui que tu paga 13, 400, duas pessoas e não é o completão, mais não é não tem o hospital que o melhor lá, o >> Sim. Tô, tô sem o Wins. >> Sim, >> né? Porque, pô, foi começou a ficar louco. >> Mas o, tu sabe que a >> Mas tem tudo, né? Na verdade, todos médicos, >> é, eu conheço uma história de uma pessoa que ficou durante anos assim, ah, eu não vou pagar plano de saúde, fez poupança, quando chegou às vezes ela usar, não foi, foi toda a economia. >> Não, não dá certo. Se tiver que te internar, ser internado, não dá certo, cara. >> Então, eh, é uma um negócio meio complicado assim. É, não é fácil. é uma relação, eh, por exemplo, não vou dizer o hospital aqui e nem o plano de saúde, só vou dizer que foi um a história que eu ouvi, tá? Porque tem uma uma situação que é a seguinte, o o plano de saúde com hospital briga para não tá me cobrando isso, isso, isso, que eu não vou pagar, entendeu? O plano disso pro hospital e às vezes o hospital marcha

Aí, por sua vez, mas aí entre eles, né? Aí tá entre eles. Por sua vez, o hospital às vezes pega e aí vem e dá uma rochada no no plano.

Sim. No que que acontece? Tem umas medicações que são muito caras e o plano de saúde tem que bancar. E aí eu lembro, essa situação me foi contada para um médico. Ele disse assim, ó, isso aqui é uma medicação caríssima, tá? E aí, por exemplo, se tu precisar usar, o plano vai bancar. E aí dentro da ampola tem 10 doses. Tu vai usar uma, talvez duas, sobram oito ali. Aí o Felipão aqui também vai precisar da mesma medicação pro tratamento. Ele também tem plano de saúde. Tu, o plano de saúde já pagou o teu ampolinha lá que custa, sei lá, eu, R$ 50.000, tá?

Uhum. E eu usei dois, tem ainda oito naquele frasco. Aí o Felipão vai precisar, usa do frasco, mas o hospital vai lá e cobra do plano de saúde uma ampola 0 km. Você entendeu?

Então, eh, sabe, um e dá um jeito de de de de atarrachar aqui, o outro dá um jeito de arrochar lá. É complicada essa essa relação entre os hospitais e os e os e os planos de saúde. Então, obviamente aqui não falei nem o nome do médico, nem a medicação, nem o plano e nem o hospital, tá?

Tá bom. Mas enfim, 5:40. Só saber se o nosso amigo já está conosco. Ah, tá. Então vou fazer um break, acho que primeiro. Pode ser.

Vamos. Claro. Tá. Segura aí, Danilo. 5:40.

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Quiropraxia. Então tá bom. Breve pausa e já voltamos.

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Eu não, que eu dessa vez eu não esqueci de ti, mas como tu tava com bolacha na boca, aí eu eu não queria te sacanear como eu te sacanei uma outra vez, que tu tava assim, ó, com três amantegados schmec dentro da boca. [risadas] E eu disse: "Referências impulsion, né? Antes de, aliás, quem vai falar conosco agora?

Quer fazer as honras da cara? Claro, quero sim. Então, por favor. Professor da Fevale. Ah, é verdade. Bem lembrado. Bem Danilo. Vamos ver se Danilo agora se a gente se encontra agora. [risadas] Tá aí.

Aí. Opa, Danilo, tudo joia? Tudo firme? Tá, tá nos ouvindo bem? Tudo bem. Ah, tudo bem. Ouvindo bem. [suspirando]

Danilo, Messa ou messa? Messa. Ah, essa é uma boa pergunta. Na verdade é messa, né? Mas pouca gente sabe disso porque é um sobrenome espanhol.

Espanhol, né? Achei que era espanhol. Exatamente. Danilo Messa da Silva. E tem tem tradução? Mesa. Desculpa, qual é a tradução? Não tem alguma tradução? O teu sobrenome? Não. Sim. Messa quer dizer ferreiro. É, mas isso porque eu eu fui atrás, na verdade, nem tá em na tem uma lista de sobrenomes espanhóis, né? E o Messa é um sobrenome que veio da Itália e ele representava a palavra ferreiro. E aí depois, na verdade, o meu nome ele até tá escrito errado, na verdade era para ser mesa com um S, né? E aí o espanhol fala, ele coloca um uma pressão ali no S e aí provavelmente quando veio aqui pro Brasil colocaram dois SS, mas é só a mesa.

Tá certo. Ah, sim. O Danilo, então ele é professor, é na Fevale, né? Tu é professor na Fevale?

Isso. Sou professor do curso de quiropraxia da Fevale. Quiropraxia. Exatamente. E a gente acabou se perdendo porque tem Getúlio Vado. Tu tá em Novo Hamburgo? Eu tô em Novamburgo. Na verdade não me falaram que era em Porto Alegre e aí eu achei que era aqui em Novamburgo o estudo. Fica tranquilo. Não é a primeira vez que isso acontece, tá, Danilo? Teve uma ocasião em que [roncando] o Fui eu também. [risadas] Aí foi culpa nossa. O como é que foi? Foi o barquista. Era um hipnólogo. Ele era um hipnólogo. Marquei, fui fui atrás de um hipnólogo, só que não sei porque ele apareceu como se fosse Porto Alegre. Eu procurei e aí acho que foi o Google que me passou vários é reduz erro e combinei tudo com ele, né? Chegou na hora ele, mas eu tô aqui na frente da Getúlio, tem um terreno baldio nesse nesse lugar. A gente acabou descobrindo que ele tava em Minas Gerais. [risadas]

Que loucura. É, mas tá legal. Eu acho que poderia começar, explicando exatamente, conceituando o o que que é a quiropraxia.

A quiropraxia é uma profissão que tem mais de 100 anos. Ela começou nos Estados Unidos em 1895 e com o passar do tempo se tornou um curso universitário, uma profissão de nível universitário lá na década de 30, onde a maioria dos estados americanos já tinham regulamentado a quiropraxia. Então, é um curso de nível superior, precisa de 4200 horas de formação no Brasil, um curso de 5 anos, 4 anos e meio, algumas faculdades, mas é um curso de 4200 horas, que nem um as outras graduações, nutrição, fisioterapia, enfermagem. É uma graduação de nível superior. Só que essa graduação levou muito tempo para vir pro Brasil. Ela existe já há muito tempo nos outros países e ela veio e a FEVAL foi a primeira faculdade de toda a América Latina a ter um curso de quiropraxia. Hoje tem no Chile, tem outras faculdades do Brasil que também tem o curso de quiropraxia, tem também o curso no México, tem vários vários países já da América Latina, mas o primeiro foi a FEVAL e o curso começou oficialmente em 2000. Teve uma formação dos professores entre 98 e 2000. E a Fevale teve uma parceria com uma faculdade americana que foi a primeira faculdade de quiroprexia do mundo, que é a Palmer, nos Estados Unidos. Então, quando eles fizeram esse convênio, lá no final dos anos 90, vieram os professores americanos e fizeram cursos de formação de profissionais da área da saúde para que se tornassem quiropraxistas e se tornassem os professores na FEVALe. Então, o curso já existe há bastante tempo na FEVAL, né? E e a e aí as coisas mudaram. Depois a aquele convênio ele deixou de ser necessário, né? Eh, antes vinham professores, periodicamente durante a graduação, eu até me graduei na FEVAL, eu peguei aquela fase entre 2000 e 2005, me formei na segunda turma do curso. A primeira turma se formou na no final de 2004 e com o tempo outros cursos de quiropraxia surgiram no Brasil, mas de da região sul aqui só tem na Fevale e tem em Chapecó o curso de quiropraxia.

Sim. Tu tu sabe eh a a palavra quiropraxia? Que o que que ela significa?

Sim. Quiro quer dizer mão. Eia ou prática é prática. Prática com as mãos. A quiropraxia se caracteriza então por recursos de tratamento manual, manipulação articular, que é o que o pessoal popularmente vê, mas a gente utiliza também mobilizações, trações, técnicas miofaciais. Então, a gente utiliza tudo que é tipo de recurso manual para tratar lesões músculoesqueléticas. Então, lesões na coluna, principalmente, né, herneia de disco, senormefacetária, escoliose, espondilolestés, as instabilidades e também lesões das extremidades, do joelho, do quadril, do tornozelo. A gente utiliza as técnicas manipulativas, que é o que é mais popular, é o que as pessoas mais costumam ver, mas a gente utiliza uma gama muito grande, um arsenal muito grande de recursos de tratamento manual e a gente também faz toda uma avaliação clínica do paciente. a gente faz toda uma uma namnese, uma inspeção, testes de mobilidade, testes de função, testes ortopédicos para conseguir definir qual o tipo de condição que o paciente tem. A gente faz essa definição, essa avaliação e depois propõe o tratamento. O tratamento ele pode acontecer uma, duas, três vezes por semana por um período prédeterminado de duas a seis semanas e o paciente é reavaliado. A gente também tem competência para avaliar exames de imagem. A gente tem no curso, na graduação, várias disciplinas de diagnóstico por imagem. Então a gente olha ressonância, raio X, tomografia, a gente inclusive pode pedir esses exames para conseguir ter uma noção mais clara da condição que o paciente apresenta.

Eh, só tem a ver com essa parte muito mecânica, né, do do corpo. Envolve muito o esqueleto, imagino eu, esqueleto, o que movimenta o esqueleto, que é a musculação, e o que passa por ali, meio que são os nervos, é a inervação, imagino. Agora aquele momento que o Danilo te diz: "Não, não é nada disso, [risadas] não é isso aí mesmo, tá tudo certo. Tipo, tu tá tentando tem uma base biomecânica bem grande, trata se chama músculo esquelético.

É, é isso aí mesmo. A gente movimenta essas articulações, né? Movimenta os músculos, tem técnicas que trabalham também com os ligamentos, né? Então o objetivo é recuperar a lesão músculoesquelética, acelerar a recuperação, promover a cicatriz, a cicatrização dos tecidos. Mas aí, claro, depende do tipo de recurso que a gente vai empregar. O que é popular dentro daquilo que o pessoal comenta muito, né, até na divulgação da daqui da do programa, é sobre a os estalos, aqueles as técnicas manipulativas, né, que é o mais popular dentro da quiropraxia. É claro que a quiroprexia não se resume a isso, né? A quiroprexia ela não é uma técnica, ela é uma profissão, né? né? Então, dentro daquilo para você tem vários recursos de tratamento, mas a gente utiliza muito as manipulações também, mas tem muitas contraindicações das manipulações. Por exemplo, uma pessoa com osteoporose, com fragilidades com uma artrose avançada, a gente não pode manipular ou pelo menos vai ter que modificar essa manipulação, porque para esse paciente vai ser muito perigoso, né? Então, às vezes as pessoas associam muito a quiroprexia, a uma técnica técnica de manipular os ossos, né? E na verdade dentro da quiroprexia tem sim as manipulações, mas é que nem dizer que dentro da medicina tem remédio, então médico só trabalha com remédio, não é verdade, né? O remédio, o remédio é um dos recursos que o médico usa, por exemplo.

Então, sim, a gente faz as manipulações e aí as manipulações elas têm por objetivo da mobilidade para as articulações. A gente identifica as articulações que têm restrição de movimento, que estão dolorosas, e a gente manipula essas articulações com objetivo de aumentar a mobilidade e aliviar a dor do paciente.

Antes de passar para ti alemão, só porque eu eu ia eu queria ir para isso aqui que eu coloquei no card, inclusive eu botei quiropraxiam mania.

Isso pelo menos para mim, eu não sei se porque eu me interessei, o algoritmo me manda enxergar quiropraxiam tudo. Só aparece para mim os vídeos dos caras instalando, todo mundo crocante.

Não tem, tem, tu já viu? Tem com cachorro? Não, o cachorro não vi. É cachorro. O Danilo talvez já tenha visto. E e e o Quiroprata, né? Eh, tem um dos vídeos que é com hotweiler, cara. E aí eu imagina aquele hotweiler deve pesar uns 180 kg, né? Exagerando só um pouco. E aí o o cachorro tá só olhando para ele de canto assim, ele pescoução do cachorro aqui. Daqui a pouco eu faço aí o cachorro toma um susto e mas eu não sei se dá uma sensação de alívio. Ele começa a lamber o cara. [risadas] É muito bonito.

Então a pergunta dentro disso, como eu tenho tem realmente a internet tá pululando esses vídeos, eu te pergunto, eu vejo as pessoas fazendo isso na rua e eu tem muito curioso aí se metendo a a fazer isso. Imagino que seja um perigo para quem não tem, né, a a técnica correta, quer dizer, toda todo a formação que é necessária, pô, pode piorar, né, esse problema,

Não é verdade? com a a manipulação é um procedimento que se ele não é adequadamente empregado é muito perigoso, tá? É muito perigoso. Tem o risco de lesionar os vasos sanguíneos. O paciente pode até ter um AVC ou até morrer, né, se for manipulado. Só que o que que acontece? A gente tem que fazer uma avaliação muito bem feita do paciente para saber se ele pode ser ou não submetido às manipulações. E as manipulações elas têm uma forma correta de fazer. Então, dependendo da manipulação, ela pode acabar sendo muito agressiva e lesionar o paciente. O que que acontece no Brasil? Infelizmente, a quiroprexia é uma profissão que não tá regulamentada, né? Então, qualquer pessoa pode fazer um curso de manipulação e daqui a pouco tá fazendo essas manipulações. E outra coisa que acontece é que é muito satisfatório ver os vídeos, né? Porque na verdade de fato dá uma sensação muito boa depois da manipulação, quando é adequadamente empregado, o paciente se sente muito bem. se sente relaxado, aumenta a amplitude, até o cachorro gosta, né?

Então [risadas] é muito bom a manipulação, é muito satisfatório, é é muito legal, é os alunos ficam viciados nos ajustes, nas manipulações, os pacientes também, né? Então é uma quiropraxia mania mesmo, as pessoas gostam e quando a gente faz esses vídeos divulgando a prática ou a profissão, eles realmente viralizam. O o pessoal gosta de ver esses vídeos de de manipulação, mas eu sempre digo assim, se se o paciente vai procurar um profissional, que procure um profissional adequadamente habilitado para para exercer aquiliroprexia para para não ter risco, né?

Pois é. Deixa só pegar a Carona nessa nessa tua resposta, Danilo, porque obviamente reforçando o que tu disse, né? Eh, procurar um profissional habilitado, qualificado, o que que se não acontecer isso, que tipo de zica pode acontecer, né? OK? Que que de errado pode acontecer se não procurar um profissional com formação, com a técnica, né, que saiba o que tá fazendo?

Bom, os riscos para começar, o mais comum é fratura, né? Então, por exemplo, no paciente que tenha fragilidades ósseas, uma das fraturas mais comuns é a fratura de costela. Então, uma emprego muito grande de força para fazer executar a manipulação, manipulação forçada, né? Eh, e depois tem as contraindicações. Aí tem um monte de contraindicação que é o tumor. O paciente tem um tumor na coluna e não sabe que tem, porque é muito comum dor lombar, dor na coluna, na cervical, por causa do músculo, da articulação. Mas às vezes o paciente tem dor na coluna porque ele tem metástase, ele tem um câncer na próstata que deu metástase pra coluna e agora ele tá sentindo dor na coluna, mas ele não sabe nem que tem câncer de próstata e aí faz a manipulação e tem o risco de fraturar a vértebra porque ela fica fragilizada. O tumor ele se implanta dentro da vértebra, ele fragiliza a vértebra e aí na manipulação a gente pode ter o colapso dessa vértebra, né? Isso isso pode acontecer. Ou por exemplo, uma infecção, uma infecção que entra na corrente sanguínea, gera septicemia e vai parar lá na lá na coluna, lá lá no disco intervertebral. Isso faz o que a gente chama de dissit. É uma dor, é uma dor insidiosa, ela vai piorando, vai piorando e aí aquela estrutura fica super fragilizada. Então, uma manipulação seria catastrófico para esse paciente. Então, o principal risco é o paciente não ser adequadamente avaliado. Tem que fazer uma história clínica e tentar descobrir qual é a natureza da causa da dor desse paciente para minibizar esses esses riscos. E aí também quando a gente fala assim, né, todo tratamento de saúde tem risco. Não existe tratamento que funciona que não tenha risco. O que que o que que a gente faz? a gente faz toda uma avaliação para minimizar o risco. Quando a gente vai fazer uma cirurgia, quando a gente vai fazer um peeling, né, com com procedimento estético, isso aí também tem risco, sempre tem risco. Então, se faz toda uma avaliação para minimizar os riscos e utilizar o procedimento mais adequado pro paciente para ser da forma mais segura possível.

Que que é aquele o o estalo, a crocância? O que que tá instalando?

Eh, é o osso. A crocância ela é que nem instalar o dedo. E nem instalar o dedo é a mesma coisa. tu tem a separação abrupta do espaço articular. Essa separação abrupta, ela gera uma pressão negativa dentro da articulação. E aí tem um gás que tá misturado com um líquido. Esse líquido é o líquido sinovial que tá dentro da articulação. E aí esse gás ele se separa desse líquido e forma bolhas. E essas a formação dessas bolhas dá esse barulhinho, esse creque, essa cavitação, que é o nome do estalido. E a gente vai perceber que nem instalar o dedo, a gente instala e aí depois não consegue instalar de novo, né? Por que que não consegue instalar de novo logo depois que instala? Porque aquele aquelas bolhas elas se formam. Então eu preciso que aquele gás se misture de novo com aquele líquido e que aumente de novo ali a adesão entre as superfícies articulares para conseguir provocar uma nova captação. Às vezes a separação ela se mantém por muito tempo, muitas semanas, né? Aí aí o paciente ele fica com aumento da mobilidade. Então esse é o principal benefício da manipulação. Ele ela aumenta a mobilidade das articulações. Então a coluna ela tem vários segmentos vertebrais, várias articulações que por vícios posturais ou de atividades, a gente acaba não movimentando adequadamente todas essas articulações. Então a gente localiza qual articulação que tem restrição e faz a manipulação. Nem sempre cavita. Tem tem casos que o paciente tem tanta rigidez que a gente não consegue manualmente separar. E a gente tem que usar um aparelho que ele faz uma percussão e ele gera uma mobilidade na articulação, uma pistola que fica batendo na articulação para promover a quebra da aderência do do espaço articular. A gente tem também macas, né? Eu sou especializado numa maca de tração que ela separa a coluna. Assim, aí é uma a gente chama de terapia descompressiva. É a técnica de flexão de extração eu faço na cervical, na coluna cervical e na coluna lombar, principalmente para casos de estenose ou lesões discais mais mais fortes assim, mais pesadas, severas.

Elas acontecem muito, acho que com o passar dos anos, né? A pessoa na velice vai juntando cada vez mais as pecinhas. Tem muita pecinha, né? Coluna tem muita pecinha. É muita chance de estragar o troço, né?

É, eu sempre digo que na minha opinião, Deus terceirizou a a coluna não tá pronta, não pode ser tanta peça, mas acontece isso com a com o avanço da idade, a tendência a a ficar mais junto me parece óbvia, né?

É. E e é uma é uma série de fatores que gera as degenerações, mas as degenerações elas são elas são inerentes ao envelhecimento. Todo mundo que viver bastante vai ter artrise. Isso é uma coisa inevitável. Só que alguns vão ter muita artrose e outros vão ter menos, né? Então, coisas que vão interferir nessa artose são os hábitos de vida, treinar, fazer exercício físico, ter uma vida ativa, não fumar, não ser obeso. E também tem a genética. Tem pessoas que tm a genética paraa artrose. E aí a pessoa desenvolve artose em articulações que não necessariamente são sobrecarregadas. Por exemplo, as falanges dos dedos. a pessoa tem hipertrofia dessas articulações. Isso não tá relacionado com o uso exagerado, sobrecarga, mas sim com a com a genética, né? Infelizmente a gente chama de osteoartrite erosiva, né? E aí a gente usa as técnicas, elas compensam um pouco, elas dão mobilidade, elas geram aumento da qualidade de vida, mas a pessoa tem que sistematicamente ficar movimentando ali a articulação para por causa da da rigidez que vai desenvolvendo pela artrose.

Aquele dedo engancho, aquela aquela história que o dedo fica grudado assim, tem alguma coisa?

É, tem vários. Mas assim, o pode ter o dedo ã uma espessamento da dos tendões por sobrecarga, porque quem faz muito trabalho manual, aí é uma tipo de uma tendinite, só que aí o tendão ele passa por dentro de um de uma estrutura e aí ele aí o tendão espessado tem que fazer força para conseguir soltar ele. A gente chama de dedo em gatilho, né? Mas tem outras coisas. Por exemplo, tem um tal de dup, que é uma contratura do tendão que dá na mão, um espessamento, né? Aí são lesões assim que tem que tem que fazer cirurgia, dependendo do caso.

É, eu tive esse dedo e gatilho, curou sozinho.

É, então foi uma tendinopatia o teu caso. Não, deixa eu te perguntar, por exemplo, né, joelho é uma coisa que dá uma uma a cartilagem, quer dizer, tu tem nas articulações, tu tem que ter alguma coisa que não permita que fique o osso com osso, obviamente, né? A natureza te dá ali o como é que chama? a pecinha ali que parece uma nosa, o minisco, tu tem o minisco, tu tem a cartilagem. Com o tempo isso vai e e tu não tem uma uma reposição ainda para isso artificial, não?

Essa é a parte triste das artroses, né? As artroses, no geral elas são irreversíveis, elas só pioram, né? O que tu pode fazer é tentar frear esse processo degenerativo ou evitar ele que aconteça numa grande magnitude. Então, por isso que depende dos hábitos de vida. Sim. Mas a artrose ela vai acontecer. É que nem o rosto nunca vai. Eu até faço uma brincadeira com os alunos que a o pessoal me olha e não me dá a como é que se diz? Tu não me olha e vê uma pessoa de 18 anos, né? Tu me vê e vê uma pessoa com mais idade. Que eu brinco que eu tenho 30. Brincadeira. Não tenho 30 nada, mas o que que acontece? Eu já tenho um aspecto de envelhecimento que é proporcional à minha idade. Tenho 44 anos e quando eu tiver 64 eu vou ter mais características de envelhecimento. E as articulações é a mesma coisa. Quando eu tenho 18 anos, a articulação tá perfeita. E quando eu tiver 65 anos, ela vai ter um, ela vai ser uma articulação de uma pessoa de 65. O que não pode acontecer é chegar com 40 e ter uma de 65. Aí é problema, porque essa articulação ela vai ter muito mais artose que o normal e aí ela vai ser ela vai ser uma articulação muito fragilizada, ela vai ter muito mais chance de lesionar, de de de provocar dor no paciente.

Sim, Danilo, deixa eu aproveitar aqui perguntas da nossa audiência, tá? A Virgínia mandou aqui o seguinte: "Se existe evidência de que a quiropraxia possa atuar de forma preventiva ou se os benefícios dela estão relacionados principalmente ao tratamento de sintomas que já foram instalados, ou seja, já tem dor, já tem uma situação de má postura, enfim, eh, ou se ela pode ser, como é que se diz? preventiva profilática me foge aqui a

Isso, isso preventiva é

Bom assim, ó, existem vários recursos dentro da quiropraxia. Então, dizer que a quiropraxia tem evidência vai depender da intervenção que a gente tá falando, tá? Então, tem intervenções e intervenções. Então, vamos pensar, provavelmente tá falando das manipulações, né? Então, as manipulações elas podem equilibrar a mobilidade das articulações. Isso é uma premissa, mas isso não tem não tem uma prova concreta em que isso de fato acontece, tá? Então, muita gente faz as manipulações. Eu tenho muitos pacientes que vêm aqui no consultório com o objetivo de fazer um tratamento preventivo, como se fosse eh reduzir a chance de ter uma lesão. Do ponto de vista ã de teoria faz sentido, tá? Mas se a gente for analisar friamente o que tem de evidência, a gente vai achar evidência, tá? o que tem de evidência mesmo para prevenir uma artrose, uma degeneração das lesões, o que tem de evidência concreta e não foge disso. Exercício físico equilibrado, não treinar horas a fio de forma competitiva, que não tem nada de saudável nisso. É o treino recreacional, uma horinha, duas horas no máximo por dia. Ã, não fumar, não beber, dormir às 7 horas, 8 horas por dia, né? Eh, é isso. Não, não foge muito disso. Uma boa alimentação, uma alimentação adequada.

Bebê, o que que o bebê atrapalha aí no

O bebê, bebida alcoólica, bebida alcoólica, ela tem radical livre. A bebida alcoólica, ela não existe uma dose segura de bebida alcoólica. Inclusive, no futuro vão condenar a bebida alcoólica que nem condena hoje o cigarro, né? Na verdade, a bebida alcoólica, ela não tem nada de bom. Não existe evidência que exista qualquer tipo de benefício com uso de bíbida alcoólica. A recomendação hoje é que não se beba, que não, porque nunca vai fazer bem e aquela dose que tu tomar, ela nunca vai ser segura. Infelizmente. É claro que as pessoas têm o bem-estar social de bebê, né? Se sente solto, se sente melhor e tal ou o gosto, né? Mas é por isso, mas do ponto de vista de saúde não existe, biologicamente não existe nada de saudável na bebida alcoólica. Quanto mais bebê, pior paraa saúde. Mas, por exemplo, o distanciamento, o eh distensionamento, o a a o estress também é um é um motivo. A rigidez que o stress gera também tem eh consequências, né, na na na no nosso esqueleto, na nossa musculação, na, né, a eu não tô defendendo a bebida aqui, mas tô dizendo que, né, o relaxamento, vamos levar para esse lado, esquece a bebida, o relaxar, técnicas de relaxamento, elas elas são bem-vindas, né, para para casos assim de a tensão e o estress, elas estão envolvidas, né, Isso. Então, as manipulações, por exemplo, elas geram redução de tensão, de estress, de rigidez. Então, às vezes, a pessoa ela tá com a tensão, uma tensão muscular. Então, as manipulações, se for manipulações que forem usadas, elas vão reduzir esse estress muscular, essa tensão muscular. E nesse aspecto vai ser bem positivo. Existe muita gente que faz muito exercício físico ou é atleta, é competidor e vem aqui pro consultório para fazer a as intervenções com objetivo de gerar essa redução dessa tensão, dessa tensão muscular, dessa rigidez. Existe muita gente também é muito tensa, né? Muito preocupação, estress, isso gera também tensão muscular. A gente tem uma coisa primitiva que é a gente libera adrenalina para lutar ou para correr, né? Eu sempre brinco ou o como é que é? Ou foge ou luta, né? Ou luta ou fuga. Então a gente libera adrenalina para correr bem rápido, para fazer uma luta. E hoje a gente se estressa e não luta. A gente se estressa e só discute e tenta resolver as coisas de forma intelectualizada, mas o teu corpo ele libera adrenalina. E aí tu faz uma tensão nos músculos que vão proteger de numa luta ou para uma fera morder teu pescoço. Aí tu vai elevar o o ombro para proteger o pescoço para uma fera não morder, né? Então isso vai gerar tensão muscular porque vai tensionar toda a musculatura e não descarrega aquele stress. Então, é por isso que é importante treinar, fazer um exercício que tu possa gastar aquela energia que às vezes no estress a gente acaba formando.

Hum. Boa. Ah, e e chega também até vocês, até ti, situações em que a quiropraxia já não é mais uma opção, por exemplo, vai ter que ser um procedimento cirúrgico, por exemplo. Olha aqui, Pois é, eu queria entender essa janela. on, onde é que daqui a pouco tá tarde demais paraa quiropraxia, até para as pessoas entenderem quais são os sinais anteriores em que dá para entrar com o tratamento eh antes de ter que partir para uma situação extrema que, sei lá, eu talvez seja uma cirurgia, provavelmente. Enfim, palavra tá contigo, Danilo.

É toda a vida, toda a vida isso acontece muito, né? Então a gente tem que ter competência para conseguir saber qual é o nosso limite. Então uma artrose de quadril severa, uma artroside de joelho severa que atrapalha que a pessoa caminhe deram que dá uma dor incapacitante, a pessoa ela já fez o tratamento por mais de seis semanas, o tratamento não surtiu o efeito. Ou então uma lesão compressiva de um de uma raiz nervosa que gera perda de força pra perna, uma perda de força significativa, a pessoa ela vai ter que fazer cirurgia. Então assim, tá muito certo fazer cirurgia quem precisa fazer cirurgia. Então quando tem artros severa, uma limitação severa, uma dor severa, necessariamente tem que operar. Não, não tem escapatória. O que tá errado é a pessoa às vezes tem uma lesão simples que poderia se resolver, né, com tratamento conservador, que é a maioria dos casos, né, e aí a pessoa faz tratamento conservador e vai dar tudo certo. Não tem necessidade de fazer cirurgia. A cirurgia é uma situação de última instância, tá? Então, dependendo da cirurgia, inclusive nem tem muito estudo, né, das cirurgias ortopédicas. Algumas são cirurgias ah consagradas, maravilhosas, funcionam muito bem, mas tem muitas cirurgias que são meio que experimentais, né? Então, dependendo da lesão que a pessoa tem, eh, não faz sentido começar pela cirurgia. A pessoa ela tem que começar pelo tratamento conservador, tá? Então, deixar a cirurgia pro último momento, porque a cirurgia ela vai ser uma coisa totalmente radical e irreversível. Por exemplo, uma arpsoplastia de quadril, de joelho, tu vai substituir a articulação por uma estrutura metálica, que ela não é a mesma coisa que a estrutura nativa, né? Então, ah, vai vai melhorar, é óbvio que vai, mas vai ficar diferente, não vai ficar a mesma coisa. Então, se eu tenho uma lesão, uma artrose inicial, porque se fosse o caso, eu ia virar um ciborg, né? Todas as articulações por estruturas eh metálicas e e isso, na verdade, vai me vai me travar, vai me deixar com várias limitações. Então, a gente espera ter um progresso da artrose a ponto da situação ficar insustentável e aí se opta pelas cirurgias, mas tem características clínicas claras que trazem paraa necessidade cirúrgica. inclusive da coluna

Para na coluna é bem eficiente, né? A a quiropia isso pr pra hér. Então, por exemplo, eu vou eu vou mostrar uma imagem. Eu tenho aqui algumas macas, ó. São macas de flexão, de extração. São macas que fazem uma descompressão da da coluna, né? Então, ela traciona, ela estimula a reabsorção do disco para reduzir o tamanho da lesão cal. Então, é um recurso excelente para tratamento. Não é só isso que eu utilizo, né? Tem outros recursos também que eu utilizo para para alívio da da lesão de disco e funciona super bem. Mas tem casos que não funciona super bem porque o paciente tem uma lesão severa, uma lesão de disco tal que comprime o nervo de tal intensidade, com tal nível de magnitude que só uma cirurgia descompressível para esse paciente. Mas a boa notícia é que isso é só no máximo 80% dos casos. Em 80% dos casos de herne, de disco, a gente faz o tratamento conservador e o paciente fica bem. Às vezes demora um pouco mais, às vezes é às vezes é mais rápido. Depende de de qual situação que o paciente se encontra, também depende da idade do paciente, do que que ele pode ser submetido, né? Às vezes, por exemplo, pessoas com mais idade, idosos, eles desenvolvem determinadas artroses sem na coluna, que é uma luta tratar. E aí o problema é que eles têm várias outras complicações de saúde que contraindica a cirurgia e aí eles ficam totalmente dependentes do tratamento conservador que gera um resultado que não é o ideal, mas é o que dá para fazer, né? Então, depende da situação. O ideal é não esperar chegar nesse ponto. Mas aí falando no no tratamento preventivo, é daqui a pouco vir no consultório de quiropraxia uma vez por ano, uma vez a cada seis meses, dependendo da situação, para fazer tipo uma revisão da mobilidade das articulações, dar uma tracionada e todas as outras recomendações tradicionais, que é fazer exercício físico, que é ter bons hábitos de vida, dormir adequadamente. Uma coisa que acontece, muitas pessoas às vezes elas valorizam, que é o sono, né? O sono é um negócio que tem que ser muito respeitado, porque é a hora que teu corpo cicatriza. Se tu dorme pouco, o teu corpo ele nunca consegue se recuperar e aí começa a desenvolver fragilidade tecidual. A gente começa a ter uma série de problemas por não dormir bem, né? Às vezes a pessoa tem, sei lá, uma apneia do sono, tem insônia, tem ansiedade. E a gente tem que fazer uma avaliação bem abrangente do paciente para ver o que que pesa mais na saúde da pessoa, para ver qual é o foco do problema. Às vezes a pessoa ela tem dor na coluna porque ela dorme pouco e ela dorme pouco porque ela tem ansiedade, porque tem uma depressão. Então, além de fazer o tratamento muscular, músculo esquelético, vai ter que fazer o tratamento de psicoterapia para conseguir levar a vida numa boa.

É, e também o como tu dorme, né, a tua posição na cama, né, a posição correta para dormir também também. Isso aí, pô, deve ter uma influência gigante na na coluna, né?

É, é que nem escovar os dentes, né? Tem que não pode ter escova ruim para escovar os dentes, então tem que ter um colchão bom, porque a gente passa 1/3 da vida no colchão, né? Então às vezes as pessoas elas ficam com colchões assim, uma qualidade muito ruim. Então sempre digo assim, o principal sintoma de colchão ruim é tu acordar de manhã com rigidez, com dor, ou então a a cama te te expulsa, sabe? Eu chego, durmo até umas 6 horas, aí chega uma hora que eu não consigo mais ficar na cama, tem que mudar de posição, tem que sair da cama. Isso é sinal de colchão ruim, né? Então o colchão ele tem que ser trocado periodicamente. Outra coisa que acontece é que o suor do corpo ele passa pra espuma do colchão e aí a espuma ela perde complacência. Então aí tem que trocar o colchão, não tem escapatória. Por isso que a gente tem que virar o colchão, né, para ele secar. Isso se for um colchão de de espuma. O colchão de mola tem que trocar a parte de cima daquela espuminha. As molas elas duram muito, muito tempo. Elas podem durar décadas até aquela aquelas molas. Mas também depende do peso da pessoa. Se a pessoa é mais pesada, a mola ela cede mais, né? Então depende. Tem que tem que ver.

Por curiosidade mesmo, sou aqui porque eu adoro instalar os dedos. Faz mal ficar instalando os dedos? Eu não ten nenum problema. [risadas] Posso.

Essa pergunta é muito boa. Pode instalar à vontade teus dedos. Não vai dar nada. Nunca vai acontecer nada. Tu pode instalar tudo que tu quiser. Tu não pode forçar demais, fazer uma manipulação forçada. E aí tu pode romper ou lesionar parcialmente o ligamento do dedo. Então a manipulação tem que ser uma coisa prazerosa, tem que ser um movimento de tensão, mas sem agressão, sabe? Então tu pode manipular, pode manipular.

Todos os dias que não vai engrossar a articulação. Por isso que eu fico imaginando se o cara, e, eh, ele for periodicamente no teu consultório, dar aquela crocância, pô, eu imagino que seja uma coisa legal.

Brocância. É, tu tá toda hora dando, tá liberando, eh, tu tá impedindo que aquilo vá se, né, eh, se empedrando, mal dizendo.

Isso. E aí tem um exemplo que eu dou assim. É bom ou não é bom estalar os dedos? Não dá uma sensação boa estalar o dedo.

Maravilhoso. É maravilhoso. E também tem o lance do alinhamento, né, que eu vejo muito pessoal fazendo, tu, tu alinhar o corpo, né?

Tá. É, aí isso aí é uma coisa meio, é uma coisa que é meio complexa discutir comigo, porque eu sou totalmente contra essa visão aí do.

Então é perfeito. Então vamos discutir.

Vamos lá. [risadas]

Assim, ó, a ideia do alinhamento é mito. As manipulações não colocam os ossos no lugar. Começa por aí. A manipulação, ela não muda a posição da vértebra e não existe uma posição certa para, para, pra vértebra. Na verdade, a vértebra, ela tá sempre alinhada. Ela, ela pode estar um pouquinho pro lado, mas é normal. É que nem a tua roda do carro. Eu não sei qual é a marca do, do pneu do teu carro, sei lá. Eh, Goodia. Não tá escrito Goodias assim na hora. Ela tá de cabeça para baixo, então eu vou estacionar o meu carro para ficar certinho. Não, o tá no lugar, a roda, ela tá no lugar e ela gira. Então, as vértebras, elas têm um grau de mobilidade e é que nem meu cotovelo, ele tá dobrado, ele tá estendido, ele tá no lugar. Ele pode estar flexionado, estendido, mas ele tá, ele é que nem um trilho, um trem no trilho, ele tá em cima do trilho, ele tá alinhado. Ele pode ir um pouco pra frente, pra trás, mas é um movimento fisiológico normal. Então, as vértebras, elas têm um grau de mobilidade fisiológica e elas podem estar um pouco para um lado, um pouco pro outro, mas isso depende da postura que a pessoa tá, como que a pessoa se comporta. Então, a manipulação, ela separa a cápsula, mas depois ela se adapta. Então, não tem como eu pegar a cápsula, empurrar a articulação e aí agora ela fica lá. Na verdade, ela vai ficar deslocada. Então, a manipulação, ela separa a cápsula, ela se adapta, que nem o dedo. Eu estalei o dedo, ó, o meu dedo tá aqui, ele não tá deslocado, não tá fora do lugar. E eu manipulei e botei ele no lugar. Mas aí isso é uma coisa muito antiga, essa crença de que os ossos saem fora do lugar. Mas eu, eu sempre combato essa, isso, porque primeiro que é crença, tá? Isso é uma coisa sacramentada. Isso não tá em discussão se existe a vértebra fora do lugar ou não. Ela, ela não tá, ela não nunca vai estar fora do lugar. Para ela tá fora do lugar, tem que romper os ligamentos, tem que quebrar a vértebra, um acidente de carro, uma queda acima de 13 m de altura. Aí tu desloca, mas aí tu tem uma ruptura ligamentar, tu tem uma fratura e aí tu vai ter que fazer uma cirurgia, tu vai ter que alinhar aquela articulação e prender ela com pinos para ela não se deslocar mais, porque não tem mais o ligamento. Que nem o joelho, tu rompe o cruzado, já ouviram falar de ruptura de cruzado? Os jogadores têm, né? O Neymar teve, ele rompeu o cruzado e o joelho ficou frouxo. Então, tu tem que botar um, um enxerto para substituir o cruzado e não deslocar mais. Mas quem vai permitir que o joelho fique alinhado é os ligamentos, é o tendão, é o formato da articulação. Então, se tudo isso tá íntegro, é, o joelho não sai fora do lugar, nem a, nem as vértebras, elas, elas não saem.

E aí o problema de imaginar que os ossos saem fora do lugar é que gera o que a gente chama de nocebo. Nocebo é o contrário de placebo. Placebo é o fazer de conta que tu tá te sentindo melhor, que tu tá melhor e a pessoa acredita e ela fica bem. E o nocebo é o contrário. Eu trazer um discurso que tu não tá bem, que tu tá lesionado e a pessoa acredita.

Então aqui de dizer, tu tem um problema.

Sim, tem uma coisa, né? A, a, as pessoas às vezes, tu pode ter uma perna um pouco maior que a outra. Os teus ossos não são exatamente, né, do tamanho igual.

Perfeito. É isso. Essa é uma definição corretíssima. O ser humano, ele tem pequenas imperfeições. A gente não foi cortado que nem quando faz um azulejo, tu corta o azulejo 90º no tamanho certinho. E o corpo, ele é uma estrutura biológica que ela tem pequenas assimetrias, pequenas, como é que se diz? Imperfeições. Se eu pensar do ponto de vista de simetria, então os nossos dedos, se a gente olhar o tamanho, a gente vai ver que milimetricamente não é igual. A gente tem pequenas assimetrias. Eu tenho aqui, para quem tá me olhando, eu sempre faço a comparação, as minhas orelhas são diferentes, né? Então o olho, até o olho, se pegar o teu, para quem usa óculos, o óculos, ele fica levemente torto. E aí se tu deixar o, o óculos perfeito, 100% alinhado, ele fica torto no rosto, porque a altura das orelhas, dos olhos, ela não é 100% assimétrica. Então, é normal, é super normal que uma perna seja anatomicamente, a gente chama alguns milímetros, mas é alguns milímetros, não é uma coisa de centímetros, né? Com 10 cm. Aí de fato, a pessoa, ela teve uma patologia, por exemplo, paralisia infantil, ela teve uma fratura ou uma doença óssea que alterou o comprimento da perna.

E às vezes também tem dores que a gente pode sentir que teoricamente tu acha que não é da, ligado a, por exemplo, dor de cabeça, né? Às vezes tu tem uma dor de cabeça que pode ter, pode haver com uma compressão na tua, na coluna cervical. Enfim, que talvez a quiropraxia também se enquadra aí, né?

Com certeza. Então, tem tipos de dores de cabeça que podem estar relacionados com a coluna cervical. Sim. A gente chama de cefaleia cervicogênica, que é uma dor de cabeça oriunda da coluna cervical. Nesses casos, o tratamento quiroprático funciona super, super bem. O tratamento é muito efetivo, mas a gente tem que identificar isso, porque às vezes a dor de cabeça, ela tem uma outra natureza, né? Por exemplo, eu tenho um problema de visão e eu não tô usando um óculos e aí eu vou ler e aquilo me dá dor de cabeça. Eu posso ter um problema vascular e aí eu tenho dor de cabeça, eu posso ter ansiedade e isso também, ou um problema da, da luminosidade, ou um problema com barulho, uma perda auditiva, isso também pode gerar dor de cabeça. Então, tem que ser muito bem avaliado, mas é muito comum a dor de cabeça de origem cervical. É, é muito comum mesmo assim. Aí geralmente acompanha, além da dor de cervical, uma dor na base do crânio, uma dor cervical alta.

Aí nesses casos, quando a gente faz a intervenção, o paciente tem um alívio de dor marcante.

E pro pessoal que quer ser quiropraxista, como é que tá isso? Como é que tá? Como é que tá esse mercado aí? Realmente é uma tema, tá, tá rolando uma mania? Quiropraxia. Quiropraxilania. É, como é que tá esse mercado?

A gente tem o, a formação, né, na FEVAL, né, e é um curso que tem poucas faculdades do Brasil. Na verdade, a FEVAL é a meca da quiropraxia porque foi o primeiro curso. Então, muitos profissionais, a maioria dos profissionais da região, eles se formaram na FEVAL. Então, é uma, um mercado que tem muita procura e ele é um mercado totalmente inovador, porque a gente utiliza recursos que a maioria dos profissionais não, até desconhece, né? Então, só tem esse problema de divulgar. A gente tem que divulgar muito a profissão. Aqui na região, em Novo Hamburgo, a quiropraxia é muito conhecida. Na, aqui na região Novo Hamburgo, Porto Alegre, melhorou bastante também o conhecimento das pessoas a respeito, né? Então, tem muito mercado, é muito comum as lesões musculoesqueléticas. Na verdade, o que tem de mais comum é a lesão musculoesquelética. A maioria das pessoas procura tratamento de saúde por lesões musculoesqueléticas, né? Então, tem muito mercado. A gente que tem que ser antenado aquilo que que é mais promissor, né? Então, é uma profissão promissora, é uma profissão que tem lugares que não tem nenhum quiropraxista. Tem cidades do Brasil, regiões até do Rio Grande do Sul que não tem nenhum quiropraxista. A pessoa tem que se deslocar quilômetros para achar um profissional. Até a gente diz assim, a região Sul e Sudeste tem 75% dos profissionais da área da saúde, o que dizer dos quiropraxistas, né? Então, a gente tem muito ex-aluno que foi pro Nordeste, pro Norte e região Centro-Oeste, eles estão muito, muito, muito bem. São profissionais, mas é mais fácil se destacar no mercado em áreas que não têm concorrência quase que nenhuma.

Legal. Eu vou, antes da gente encerrar a entrevista, a gente tá se encaminhando pro final, só título de curiosidade, enquanto eu ouvi vocês, eu consegui achar aqui o vídeo, eh, da, não foi o tema da nossa conversa, mas só para mostrar como o campo é, é amplo, o vídeo da quiropraxia feita em cães, em pets, né? Vou botar na tela. O, o Danilo fica conosco aí rapidamente, só pra gente, dá um dispara aí, Felipão, e aí a gente, eh, parece, eu acho bacana, deixa eu dar o microfone aberto, a reação do, do, dos bichos, cara. Olha só. [risadas] Ele se assusta assim. Essa aí é maravilhosa. Olha o olho dele, ó. Cleque. [risadas] Que que houve, né? E, e assim. Essa aí ele acho que manteve a boca. É porque olha o tamanho daquele animal, né? Essa aí é muito legal também. Cachorrão tá, tá relaxado, a língua para fora e tal. Agora vem cle, ó. Opa. Ah, que que houve? [risadas]

E é uma reação, tem várias, tem várias. É uma reação genuína, né? O animal não tem como simular uma reação. É uma reação totalmente genuína da sensação da.

Da manipulação.

Para trabalhar com manipulação em animais, tem que ser veterinário e fazer um curso de formação a nível de pós-graduação em quiropraxia para animais.

Sim. Sim. Mas o minha intenção era justamente essa, mostrar a reação deles, né? E realmente não tem como combinar com o cachorro. Ó, finge aí que que algo aconteceu. Finge que tu tá melhor, finge que, né? Não tem o bicho, é, é espontâneo, é verdadeiro, né? Então.

É a sensibilidade manual aí é tudo, né? É muito, né? Dentro da tua prática.

É, tem que ter muito treino. A gente tem 1000 horas de estágio, mais disciplinas práticas, então o aluno pratica exaustivamente os procedimentos.

Muito bom, meu caro Danilo. Obrigado pela entrevista, obrigado pela, pelos esclarecimentos e na próxima, se quiser vir ao estúdio, tá? Tá, a gente sabe que a culpa foi um pequeno ruído de comunicação, não foi falha tua de maneira alguma, mas faço o convite para em outra oportunidade estar com a gente aqui no estúdio, eh, mais uma vez.

E alguma coisa que a gente não tenha te perguntado que tu acha importante salientar? O que eu acho é importante assim, procurar quem procura quiropraxia, procurar um, um quiropraxista habilitado, sempre olhar qual é a formação desse profissional e se tem vontade de conhecer o curso, vem na Fevale conhecer, liga para nós. É o 35800 3580013, se não me engano. Ã, liga para a Fevale para agendar, para conhecer o curso, para conhecer a profissão. E a gente tá sempre disponível. E também muito obrigado pela participação. Gostei muito de participar do programa de vocês. Vocês são muito, muito divertidos. Gostei muito mesmo.

Que pena que eu, que pena que se fosse no passado, eu morava aí perto. Eu morava aí no Menino Deus, teria ido a pé aí no estúdio de lado.

Pois é. Mas fica é a boa desculpa pra gente bater um papo novamente aqui no futuro próximo aí aqui no estúdio.

Isso aí. Obrigado. Obrigadão e bom final de semana aí.

Para vocês também.

Valeu, valeu, valeu. Muito legal o papo, né? Já fez alguma sessão de quiropraxia?

Nunca fiz.

Eu fiz uma vez, gostei, mas aí, cara, dia a dia, correria, não me organizei para fazer daquilo uma rotina.

Mas tu tava com algum problema específico ou não?

Eu tenho hérnia de disco, né?

Qual? Onde que?

Aqui embaixo?

Eu também.

Também, mesma coisa. E ela irradia, né? Quando eu não, ela não incomoda sempre, ela incomoda às vezes.

Eu tive uma crise muito forte, depois eu nunca mais tive, mas foi muito forte, muito forte. Não, tem um amigo, duas infiltrações, tudo.

Pois é, eu tenho um amigo que ele tem hérnia de disco, ele não operou e uma vez ele travou de tal forma que chamaram ambulância, ele não conseguia levantar, os caras levaram ele na cadeira, ele tava trabalhando, aí ele não conseguiu sair, ficou travado porque aí os caras chamaram ambulância, os o enfermeiro, paramédico, motorista, sei lá eu, quem é, levou, levaram ele na cadeirinha, ele é pequeninho, né? Então ficou mais fácil. E aí levaram ele pra ambulância e lá fizeram os primeiros socos, levaram pro hospital.

Vai tendo que distensionar, distensionar, distensionar. Mas eu fui, fiz, gostei e acabei não retomando depois. É que a minha hérnia de disco, ela, ela, ela não incomoda sempre, ela incomoda às vezes.

Sim. Tu incomoda mais ela que ela te incomoda.

É, mas eu deveria fazer, né? A verdade é essa.

Sabe que eu, ao longo da vida, eu dava o que eu chamava sempre de descadeirada, que era essa coisa que, ah, e aí ficava uns 10 dias assim com dificuldade para levantar, depois que levantava ficava tudo bem, sentar. Então, não teve nada a ver com a idade. Eu tive isso, a primeira vez que eu tive, eu ia jogar um tênis e foi exatamente isso que teu amigo. Eu fui no que eu era 7 da manhã, a gente foi jogar muito cedo, muito frio, inverno. Niqu niqu eu piquei aqui, minha bai.

Aí.

Não voltou. [risadas]

É.

Foi a primeira que eu tive e enfim. Até que eu tive uma bravíssima em 2018 e aí foi feito.

Pois é. Atualizando o placar, terminou 2 a 1. Espanha venceu a Bélgica e com isso, na semifinal, a primeira delas tá definida, França e Espanha. E a, e a segunda semifinal será definida amanhã. Os dois jogos, Argentina e Suíça. E.

Austrália.

Não.

Ah, quem ganhou do Brasil? Noruega.

Noruega. Quer dizer, Noruega. Falei Austrália e, e queria dizer Noruega.

Tá. Então tá definido. Vamos fazer um break, né? Tem dois pra gente fazer.

A Copa do Mundo termina semana que vem.

É, agora já é semifinal, né, cara?

Que loucura, cara.

Quer dizer, os jogos do meio de semana vão ser semifinal, final de semana que vem, sábado tem terceiro lugar e no domingo a, a final, a grande final.

Eh, 6:34. Na volta vamos falar sobre a ponte Anita Garibaldi em Laguna. Agora já se sabe, nós falamos de manhã, eu, Glauco e o nosso convidado hoje pela manhã é o Rinaldo Penteado. Eh, demos uma notícia de que tá interditada, né? E pelo visto é uma interdição de 10 dias. Só que a nota da CCR, que é a concessionária que administra aquela rodovia, era muito vaga. Não dizia assim: "Ó, identificamos um problema, será feito um reparo emergencial, trânsito desviado." Mas qual é o problema, né? O que que é? Agora já se sabe. Na volta depois do intervalo a gente fala. 6:34. Banca do Holandês, o melhor empório gourmet da cidade em quatro endereços esperando você. 107 anos de história, mais de 3.000 rótulos de vinhos, espumantes de 17 países, mais de 215 opções de queijos e, é claro, o melhor bacalhau do mundo. E aí é o seguinte, é o bacalhau em posta, o bacalhau em filé, medalhão, bacalhau já em lascas. Se já quiser ele pronto, meu amigo, é só pegar lá o as natas. Eu fiz sábado passado, aliás. Tá, bota no forno lá em casa, são 50 minutos, tá no meu forno. Mas tem gente, o Júlio disse que em meia hora fica pronto. O Júlio deve botar no turbo o forno dele lá.

Ansioso, né?

É.

Ansioso.

É. Ou ele, daqui a pouco, pode ser que tem dois, dois tamanhos, né? Tem o de 1,5 kg e tenho o de 1 kg.

Hum.

Bacalhau as natas. Pronto. Então, de repente, ele compra o menorzinho e aí fica pronto mais rápido. Realmente.

Essa hora é sempre.

Mas o grande lá em casa, 50 minutos, tá? E cara, um espetáculo com arroz assim. Hum.

E se você quiser preparar do zero, ah, eu gosto a Gomes de Sra. Então tá, então compra o bacalhau lá, mas com a certeza de que é o melhor bacalhau do mundo.

FMP evoluiu ao longo de mais de 40 anos e construiu uma trajetória marcada por rigor acadêmico, reconhecimento e presença no meio jurídico, uma instituição conectada ao exercício real do direito e que forma com método, consistência e atuação conjunta com profissionais do campo jurídico. É assim que a ambição vira prestígio, guiados pela tradição e movidos pela inovação. Visite o site fmp.edu.br. Conheça as possibilidades de formação jurídica da FMP. Somos a Evolução do Direito. O intervalo, é claro, embalado, nutrido, né? É nutrido, né? Neen, né?

Eh, o verdadeiro sabor caseiro, receita da vovó, biscoitos amanteigados sem conservantes e forno a lenha. Não precisa de mais alguma coisa?

Nutrição e prazer.

É verdade.

Dei o slogan já pro Schmck. Então tá bom.

Transição e prazer.

Nesse WhatsApp você tira suas dúvidas e obviamente também descobre onde encontrar na sua cidade, na sua região, caso ainda não tenha encontrado, tá? 6:37. Vai virar o relógio agora, a gente já volta. E aí, notícias sobre a ponte em Santa Catarina. Já voltamos.

Sua rotina [música] mudou e o jeito de estudar também. Conheça a graduação semipresencial FEVALE. A flexibilidade [música] que você precisa para estudar online com as aulas práticas e [música] a convivência que só os nossos campos oferecem. É o melhor dos dois mundos para impulsionar a sua carreira. As matrículas estão abertas. A hora de investir no seu protagonismo é agora.

[música]

Inscreva-se em graduacao.br. [música] Sabe aquele cheirinho de biscoito saindo do forno que lembra a casa da avó e os bons momentos em família? [música] Assim são os biscoitos da. Receitas caseiras assadas em forno além e sem conservantes. Perfeitos para o café, o chimarrão ou aquele momento especial do dia. E [música] você, empresário de mercado ou supermercado, ofereça aos seus clientes um sabor que conquista e faz lembrar as receitas da vovó Schmacken, [música] o verdadeiro sabor caseiro. Pedidos pelo WhatsApp 5199714. [música] A FMP [música] evoluiu ao longo de mais de 40 anos e construiu uma trajetória marcada por rigor acadêmico, reconhecimento e presença no meio jurídico. [música] Uma instituição conectada ao exercício real do direito e que forma com método, consistência e atuação [música] conjunta com profissionais do campo jurídico. É assim que a ambição vira prestígio. Guiados pela [música] tradição e movidos pela inovação. Visite o site www.fmp.edu.br [música] pedu.br e conheça as possibilidades de formação jurídica da FMP, onde o direito converge. Banca do Holandês, o melhor Empório Gourmet de Porto Alegre com 107 anos de história. São mais de 3.000 rótulos de vinhos e espumantes [música] de 17 países, mais de 215 opções de queijos e o melhor bacalhau do mundo, além de azeites, vinagres, pastas, nozes, frutas secas e muito mais para você se deliciar. Lojas no Mercado Público Central, na Pedro Ivo 93, na Plínio 1689 e agora já inaugurada mais nova loja na esquina mais desejada da capital. Nilo Pessanha com João Valing. Banca do holandês. Se apaixone por comer e [música] beber bem. Na Dom Laurindo, o tempo e [música] a terra se unem para criar vinhos que expressam essência do Vale dos Vinhedos. Desde 1887, a família Brandelli dedica-se ao cultivo das uvas e à produção de vinhos que refletem a tradição [música] e a autenticidade de cinco gerações. Uma identidade única, expressada através da leveza, em harmonia com a complexidade [música] dos tintos e do frescor e singularidade dos brancos. Dom Laurindo, tradição e excelência em cada safra. >> Seja um parceiro [música] da Rádio Mais Brasil. Se você é empresário, executivo de marketing, dirigente [música] de entidade profissional ou empresarial, coloque a Rádio Mais Brasil em suas opções de mídia. Temos um público fiel e diferenciado, [música] com poder de decisão e de compra e fortemente engajado. Para fazer [música] parte do time dos que defendem a liberdade, basta enviar um e-mail para contato@radiombrasiloficial.com.br. [música] BR. Estamos juntos por um novo Brasil. >> A Rádio Mais Brasil é um espaço de defesa das liberdades. Siga [música] nosso canal no YouTube digitando @radiombrasiloficial. Entre lá [música] e se inscreva no canal. Se você ainda não baixou seu aplicativo na Google Play ou na Apple Store, vá lá e busque por Rádio Mais Brasil. O nosso logotipo [música] é azul com o nome da rádio. Estamos juntos pelo nosso Brasil. [música] Continue assistindo [música] o programa 5 a 7. >> Estamos de volta. 6:41 >> biscoitos caseiros real para o mundo. Cara, eu ainda fui fazer um pit stop ali. Eu não peguei dessa vez porque. >> Não peguei. >> Tinha algo mais urgente para. >> Ah, [suspirando] cara. Aí, [risadas] o que que tu botou embaixo do braço aí para para dar esse efeito? [risadas] Ficou bom, né? >> Ficou bom. >> Vai fazer de novo agora. >> Não, achei que tu ia caído lá, entendeu? Ó, vai. [risadas] É que agora já rompeu. Antes tava. >> É. >> Bom, né? Excláudio Spritzer, 11 anos, quinta série. [risadas] Tá. >> Ai, cara. Estamos de volta para Dom Laurindo. Tradição e excelência em cada safra. Donlaurindo.com.br. Dia bom para abrir uma bela garrafa de Dom Laurindo e curtir a noite, o final de semana que tá chegando. Banca do Holandês. Paixão por comer e beber bem. O melhor empório gourmet da cidade. Passei hoje lá na, na Banca do Holandês, na nossa ali da Pedro com a Pedro Chaves. >> Comprei presunto, comprei queijo. Tem um queijo mussarela conaproli, uruguaio. [limpando a garganta] Com todo respeito aos nossos nacionais aqui, mas não se, não é a mesma coisa, não derrete do mesmo jeito, tá? Então, fica a dica. Eu que é uma que mussarela é um troço, é um queijo basicão do dia a dia, né? >> Uhum. Queijo mussarela, queijo lanche, prato, enfim. Mas cara, é diferente. O leite lá deve ser mais gordo. Não, não sei. >> Pelo menos desses que a gente encontra no supermercado. Lá na Banca do Holandês tem esse queijo e tem um do Paraná que é muito bom. Só me foge agora o. >> A grama. A grama do vizinho é sempre mais verde. >> Pois é, mas são duas queijarias, os dois tipos de queijo mussarela. O do Uruguai é um pouquinho melhor inclusive, mas essa do Paraná, as nossas aqui estão, pelo menos os que eu conheço, tá? Estão devendo nesse queijo do dia a dia. A gente tem boas queijarias, tem lá a Queijaria Alvorada Missioneira. A gente entrevistou aqui a queijaria lá de Uruguaiana, fugiu o nome agora. Aliás, tem na Banca do Holandesa inclusive o queijo deles. Mas esse esse queijo do dia a dia assim, aí comprei presunto, comprei mussarela, comprei [roncando] um salame. E era espanhol ou italiano, picante assim, picante. Picante. >> Resiste até domingo isso aí, né, na tua casa? >> Amanhã [roncando] tu já matou. É que eu eu compro pouquinho porque para comprar sempre, né? O cara é do lado, né? Não sei fazer. >> Comprei peito de peru, que lá em casa é campeão de audiência. E que que mais eu levei hoje para casa? Os pães. Comprei uma focaccia na Banca do Holandês. Ã, e agora vai ser isso. Estoura lá uma, abre uma garrafa de Dom Laurindo e vai ser o. >> Feito o programa. >> Tá feito. Carreta. >> Vai aguentar assistir um, uma série, alguma coisa assim? Não, quando chegar. Ã, eu tenho lá várias coisas na lista para assistir. >> Uhum. >> Só que eu voltei a assistir filme. >> Eu também. >> Uma parada na série. Eu também. Porque a série te prende muito, cara. E o filme tu resolve na nova. Vamos resolver isso aqui agora. Duas horas meia. Eu quebro em dois, né? Porque chega ali 11 da noite, eu tô com olho aberto, outro fechado. Mas aí em dois dias eu mato o filme. Isso é um filme mais longo. >> Um filme muito bom. >> E assisti esses dias Interestelar, que eu não tinha assistido. >> Que que tu achou? >> Gostei. >> Foi até o final. É muito louco, né? >> Eu, eu tô com. >> Tem que assistir mais de uma vez. Eu assisti umas três vezes e tem, e eu assisti a primeira. >> É. >> Para ficar com as dúvidas. Aí agora eu já achei um guia aqui. Como entender. >> É, tem vários vídeos explicando. Mas Interestelar virou um clássico, cara. É clássico ele. Esse virou um clássico. >> É daqueles filmes que. >> Sabe, entrou na. >> E, e o elenco, >> pô, pesadaço, né? Anne Hathaway, Matthew McConaughey, o Michael, Michael Caine. >> Michael Caine, que é o pai, né? O. >> O pai da. É o cientista, né? É, tem uma pontinha lá, faz o Matt Damon. >> Faz. >> A menininha rouba a cena, ela guria e depois adulta, né? Filha do do Matthew McConaughey. >> É, é, nem lembro. É para mim interessante. >> Umas 2:40 eu acho. >> E trata de temas bem que eu gosto muito, né? É, é o Christopher Nolan, o diretor, eu acho, né? >> Não sei, não sei. >> Tenho certeza que é ele, cara, que é também doidão e eu gosto. >> Multiverso e tudo mais. A teoria das cordas. Se eu tô contando, não tô estragando nada. >> Não. Não tá. Deixa eu ver aqui, ó. Interestelar. >> Eh, qual é o. É Cristo. >> Tempo. Passagem de tempo que eu falo tanto. >> Sim. Ah, mas tudo isso para dizer que um filme com queijos, vinhos. Sim. Aí é programaço, né? >> FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público, nada mais nada menos que a melhor faculdade de direito do Rio Grande do Sul, uma das melhores do Brasil e Universidade FEVALE. Referências impulsionam. >> Referências. O, aliás, eh, foi pioneira no curso de quiropraxia, né? >> Sim, foi que é uma grande referência no Brasil. >> Exatamente. Para com esse teu copo aí, tia. >> [suspirando][risadas] >> Vai, marca uma consulta com quiroprata e para de ficar esmagando esse copo na axila aí. Então. >> Olha, uma grana com isso pra rua. >> É, eu sou quiroprata de. >> Quiroprata. >> Por favor, Felipão, tem a foto da ponte. >> Pois então, vamos ver essa história aí da ponte agora. Isso aí foi o grande gargalo da duplicação da BR101, porque vários trechos já estavam liberados, mas a tal da Ponte de Laguna ainda não. >> Até que em 2015 finalmente foi inaugurada aquilo. >> Tá? >> E esse sistema construtivo se chama, eh, ponte estaiada, né? Então, a, a, aquilo que não tem pilastre embaixo, ou seja, esse vão maior tá sendo mantido, né? Tensionamento. >> Pelo tensionamento daqueles cabos de aço. >> Ontem à noite ou hoje pela manhã, a CCR, que é a concessionária que faz a manutenção lá da 101 no trecho catarinense ou nesse trecho, pelo menos, disse: "Ó, fizemos uma inspeção e é necessária uma interrupção no tráfego para, eh, reparos de urgência." Só que não dizia o que era. Agora já se sabe, tá? E qual é o problema da ponte? O que que aconteceu? Desses cabos aí, não teve rompimento total deles, tá? Porque aquilo ali, na verdade, é o seguinte, são vários, é como se fosse uma espia, espia de freio de bicicleta, sabe? >> Sim. >> Tu corta a espia, tu vê que são vários cabinhos. >> Sim. Aquilo se divide, a, a tensão se divide naqueles vários e, e cada uma delas é são. >> Exato. São vários. Então, eh, são vários cabos ali que a gente tá vendo. E dentro de cada cabo daqueles, na verdade, são vários, como se fosse uma corda, como se fosse uma espia, como se fosse um cabo de, de eletricidade que não é único, né, que são aqueles mais flexíveis. E aí o que aconteceu? >> Feixes. Isso. >> Ã, não chegou a ter rompimento total, tá? Mas em pelo menos dois deles, deixa eu até localizar aqui a, o texto, tá? Isso aí tem um, tem um nome, cordoalha, tá? >> Uhum. >> Ã, e foi identificada então uma anomalia nos cabos de aço que integram uma das 90 cordoalhas da estrutura. >> Você maresia, será? >> Talvez. Numa entrevista coletiva hoje pela manhã, o diretor da CCR Via Costeira, Fernando De Marque, detalhou o problema encontrado na ponte. Segundo ele, não houve rompimento completo da tal da cordoalha, mas alguns desses cabos de aço localizados dentro de uma delas apresentaram sinais de rompimento. Então, é o seguinte, ela tava avisando, olha, vai estourar, tá? >> É importante essa fiscalização, né? Correr super periodicamente. Isso é aquecimento global. >> É, bota tudo na conta do aquecimento global, tá? A concessionária afirmou que não há risco estrutural, ou seja, a questão de fundações, concreto e tal, isso aí tá em dia. Eh, a interdição, segundo a empresa, permite que os técnicos avaliem a origem do problema. Ou seja, vamos ter resposta aí se é uma questão de maresia, o material que foi utilizado foi subdimensionado, se o tempo, né, agiu mais rápido do que se imaginava para que eles realizem o reparo e inspecionem os demais cabos da estrutura. A inauguração foi em 2015, são 11 anos. >> 11, 12, né? 11 anos de ponte aí. E aí, o que que tá acontecendo? Até procurei aqui uma imagem hoje, mas já tem deu um engarrafamento monstruoso. O que que acontece? Tu tá vindo pela 101 duplicada, um movimento tremendo. Aí tu tem que sair da, da duplicação, passa por baixo da estrada e vai pra ponte velha, que é aquela ponte que eles chamam de barracuda, né? Então, já deu um engarrafamento para quem tá indo, deu engarrafamento para quem tá vindo. Eu vindo é Porto Alegre, né? Aham. >> E isso aí vai levar pelo menos 10 dias, tá? Mas eu acho que vai ser muito mais do que isso. >> Para matar saudade daqueles engarrafamentos que tinham, que era uma loucura. O cara ficava uns 4 horas, 5 horas, sei lá como eu fiquei naqueles engarrafamentos ali. >> Porque a gente se manda para lá, né? Vamos para Santa. >> É. >> Vamos pra Santa. Então, eu gosto demais de Florianópolis. Eu gosto demais de Florianópolis. Um dia, quem sabe, talvez se puder, hã, não me mudar para lá, mas ter uma estrutura que me permita ficar lá mais tempo, assim, sei lá, um mês por ano, ficar em Floripa, dois meses por ano, né? Eu gosto muito de Garopaba, se é muito para lá. >> Não, eu gosto de Floripa, é uma capital que me agrada muito. Tenho memórias de infância, memórias afetivas também. Escuta, vamos fazer o último break aí para não explodir o horário. >> Bora lá. >> Já voltamos. 6:51. 5 a 7 nesta sexta-feira. Sua rotina mudou e [música] o jeito de estudar também. Conheça a graduação semipresencial FEVALE, a flexibilidade que você precisa para estudar online com as aulas [música] práticas e a convivência que só os nossos campos oferecem. É o melhor dos dois mundos para impulsionar a sua carreira. As matrículas estão abertas. [música] A hora de investir no seu protagonismo é agora. Inscreva-se em graduacao.br. Sabe aquele cheirinho de biscoito saindo do forno que lembra a casa da avó e os bons [música] momentos em família? Assim são os biscoitos Dashen. Receitas caseiras assadas em forno além e sem conservantes. [música] Perfeitos para o café, o chimarrão ou aquele momento especial do dia. E você, [música] empresário de mercado ou supermercado, ofereça aos seus clientes um sabor que conquista e faz lembrar as [música] receitas da vovó Schmacken, o verdadeiro sabor caseiro. Pedidos pelo WhatsApp 5199714. A FMP evoluiu [música] ao longo de mais de 40 anos e construiu uma trajetória marcada por rigor acadêmico, reconhecimento e presença no meio jurídico. [música] Uma instituição conectada ao exercício real do direito e que forma com método, consistência e atuação [música] conjunta com profissionais do campo jurídico. É assim que a ambição vira prestígio. Guiados [música] pela tradição e movidos pela inovação. Visite o site www.fmp.edu.br [música] e conheça as possibilidades de formação jurídica da FMP, onde o direito [música] converte. Banca do Holandês, o melhor Empório Gourmet de Porto Alegre com 107 anos de história. São mais de 3.000 rótulos de vinhos e espumantes de 17 países, mais de 215 opções de queijos e o melhor bacalhau do mundo, além de azeites, vinagres, pastas, nozes, frutas secas e muito mais para você se deliciar. lojas no mercado público central, na Pedro Ivo 933, na Plínio 1689 e agora já inaugurada mais nova loja na esquina mais desejada da capital, Nilo Pessanha com João Valing. Banca do holandês, [música] se apaixone por comer e beber bem. Na Dom Laurindo, o tempo [música] e a terra se unem para criar vinhos que expressam essência do Vale dos Vinhedos. Desde 1887, a família Brandelli dedica-se [música] ao cultivo das uvas e à produção de vinhos que refletem a tradição e a autenticidade de cinco gerações. Uma identidade única, [música] expressada através da leveza, em harmonia com a complexidade dos tintos e do frescor e singularidade dos brancos. [música] Dom Laurindo, tradição e excelência em cada safra. >> Seja um parceiro da Rádio Mais Brasil. Se você é empresário, [música] executivo de marketing, dirigente de entidade profissional ou empresarial, coloque [música] a Rádio Mais Brasil em suas opções de mídia. Temos um público fiel e diferenciado, [música] com poder de decisão e de compra e fortemente engajado. Para fazer parte do time dos que defendem a liberdade, [música] basta enviar um e-mail para contato@radiombrasiloficial.com.br. [música] Estamos juntos por um novo Brasil. A Rádio Mais Brasil [música] é um espaço de defesa das liberdades. Siga nosso canal no YouTube digitando @radiombrasiloficial. [música] Entre lá e se inscreva no canal. Se você ainda não baixou seu aplicativo na Google Play ou na Apple Store, [música] vá lá e busque por Rádio Mais Brasil. O nosso logotipo é azul com o nome da rádio. Estamos juntos [música] pelo nosso Brasil. >> [música] >> Continue [música] assistindo o programa 5 a 7. Cara, o espírito ser é o derruba apresentadora. É um troço impressionante. [risadas] Fica perguntando só. Olha aqui, ó. A Virgínia mandou aqui pra gente, a ponte de Laguna foi a primeira ponte estaiada em curva da América do Sul e são as cordoalhas que apresentaram o problema. Ela é toda monitorada por dentro. Eh, se entra dentro, né, da estrutura de baixo ali, né, da pista, tu consegue enxergar, tu consegue monitorar isso. Interessante, né? Ah, cara, engenharia é um negócio maravilhoso. Eu não, eu cheguei a cogitar engenharia mecânica no vestibular, né? Meu irmão fez. Sim. >> Meu irmão é engenheiro mecânico. Meu pai é químico industrial de formação, depois seguiu carreira acadêmica, eh, mas sempre muito próximo da indústria. E, mas a segunda opção do vestibular dele foi engenharia mecânica. Então, o meu pai fez e acabou não fazendo, preferiu a química. Eu cogitei engenharia mecânica, segui pro jornalismo. Meu irmão foi lá e fez engenharia mecânica. Então. >> Sabe o que é uma coisa que eu gosto muito? Agora eu tenho coisas que eu não gostava e com o passar do tempo comecei a gostar. Por exemplo, cozinhar eu não cozinhava, não gostava e eu adoro cozinhar agora. E eu comecei a estudar motores que eu não sacava nada de motores. >> Eu começando a a querer arrumar coisas em casa, que eu não era desse tipo de ficar as coisas. >> É, eu, eu não essa parte eu sei fazer, cara, mas eu não. >> Tem certas coisas que eu não. >> Eu acho sacais assim de ter. >> É, mas eu tô começando a gostar dessa coisa de como é como são feitas. Eu não tinha essa curiosidade de pegar coisa, destruir e ver como é que é. E eu gosto muito disso. É, >> por exemplo, tem que arrumar lá um um equipamento qualquer, tá? Tá. >> Eu não tenho paciência, cara. Eu até sei o que que tem que fazer. Uma terapia legal até. >> Eu sei o que que tem que fazer, o que que daqui a pouco, qual é a peça que estragou, como é que troca e tal. Só que às vezes abrir aquele troço já me irrita. Eu tenho vontade de quebrar aquele negócio, jogar na parede e arrebentar. >> Melhor não. Então, melhor. >> 20 pedaços, entendeu? Não tem paciência. Tem paciência. Hã, eu e sei lá, cara, acho que a minha mão é um dedo meio grandão assim. >> Aí eu mexia com parafusinho pequeno, >> coisas que precisa de. >> Precisãozinha. Com certeza você relou joeiro para mim, tu tá louco, cara. >> Sim. Sintonia fina ali. É. >> Ah, esquece, esquece. >> E, mas eu sei, cara. Sei lá, se tiver que trocar um chuveiro, eu troco. Trocar um disjuntor eu troco. Uma tomada. >> É legal entender a lógica daquelas coisas. Gostar de fazer ou não gosto? Não, não curto. >> Eh, que que eu já fiz, cara, nesses troços? Hidráulica, eu não me meto. Hidráulica, eu não sei. >> E eletricidade é muito choque. Tu vai na eletricidade? >> Sim. Trocar um disjuntor, se quiser mexer numa tomada, um trocar um interruptor. Mas eu não curto, cara. Tanto é que a última vez que eu precisei mexer em alguma coisa lá em casa, eu contratei a chamei a Michele, a nossa ouvinte aqui. >> E ela foi lá e resolveu, cara. Então é que eram várias, muitas coisas assim, tinha uma delas que eu não, eu não ia conseguir fazer. No fim a própria Michele não fez, mas não por culpa dela. Meu apartamento não tinha uma caixa de passagem para instalar uma luminária. E aí eu disse: "Ah, já que eu quero instalar esse troço aqui e eu não, isso aqui eu não me animo a fazer, aí Michele, como é que tá tua agenda?" Ela foi lá, aí no fim aquilo ali ela não conseguiu fazer, mas eu já tinha mais três, quatro coisas para ela fazer. Uma delas era trocar uma luminária dessas de corredor, sabe? >> Uhum. Ah, que fica embaixo assim perto do rodapé. >> Sim. [roncando] Ah, >> que é chatinho também. Tu tem que ficar no E a outra era fazer uma extensão. E outra eu não lembro o que que era, cara. Mas a Michele. >> Mas tu faria se tu quisesse. >> Essas outras duas coisas eu faria. Mas aí eu disse: "Ah, já que ela vai ter que vir aqui para para ver a história da luminária, >> aí eu já deixa com especialista". >> Não te anima, limão. Olha lá. >> Então tá. Espirito, esse. >> Esse foi em cheio, né? >> Felipão, bom final de semana. >> Bom, Felipão. >> Agradecer [roncando] os nossos parceiros, Dom Laurindo, tradição e excelência em cada safra. Donlaurindo.com.br o site para receber na sua casa, onde você quiser, no trabalho, né, no seu sítio, na Casa da Serra. Tanto faz os melhores vinhos espumantes da Serra do Rio Grande do Sul, do Vale dos Vinhos. Aliás, nessa semana tem a 11ª edição do Rali dos Inhedos, tá? Tem mais informações lá no site da Prefeitura de Bento Gonçalves. Só carro antigo, só carro chamar de velho não dá, né? Ã, mas só carro antigo passeando. Não é um rally de velocidade, é um rally de tempo e na verdade é uma viagem no tempo também, tá? Banca do Holandês, paixão por comer e beber bem, melhor gourmet da cidade em quatro endereços. Mercado público, Pedro Ivo e com Pedro Chaves Barcelos. Cl Brasil Milano e também Nanilo Pessanha com João Vale, o estacionamento fica no subsolo. FMP, Fundação Escola Superior do Ministério Público. Somos a evolução do direito e é claro, Universidade FEVALE. Referências impulsionam. >> Referências. >> Tchau gente, bom fim. Ah. >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]