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Vamos trazer atualizações da reportagem a seguir. Lembre dela comigo agora.
>> Eh, >> é, agora é estranho, mas tudo bem. Pode sentar.
>> É, a gente tá te gravando hoje, não, a senhora sua pessoa física, tá gravando a jurídica, que no caso Armazém para tá bom.
>> Vamos lá. É, vamos lá. Nesse caso dele aqui, ele comprou pelo site, foi >> certo?
>> Ele comprou pelo site. Eh, o tempo do site são dias.
>> 7 dias.
>> Uhum. Tá certo. Nesses s dias a gente fez todos os pronto. Todos os testes >> não apresentou defeito aqui.
>> Não, não apresentou.
>> A gente faz todos os testes que você imaginar. A gente faz aqui em loja, tá certo? É uma empresa muito responsável com relação a isso.
>> Não duvido disso.
>> Beleza. O que aconteceu? O celular não apresentou problema porque a gente só troca se realmente aparecia apresentar o problema. Ele leva levou para casa, >> levou. Aí ele retornou com três dias após >> aí quando ele voltou eu falei para ele, fiz o teste na frente dele aqui realmente não acreditou nenhum defeito. Foi que eu sugeri para ele, você pode trazer o seu carregador pra gente fazer a troca do carregador, porque aqui eu a gente deixou até em extensão em tomadas e não precisa de feito e eu aguardei ele voltar a retornar com o carregador pra gente poder fazer a troca. E até hoje ele não voltou.
>> Voltou no dia que ela estava de fé de folga. Fizemos os mesmos testes novamente e não apresentou problema. Aí o que ele cogitou? Eu quero um laudo onde vocês estão se negando a fazer a troca do produto. Só que como é que eu vou dar um laudo que a gente tá se negando a fazer a troca do produto se o produto, a gente fez o teste, não tava com problema? Já no caso e no caso ele veio no último dia. Aí no último dia eu entreguei a ele que ele vão >> Não, mas ele poderia vir nas 48 horas do segundo tempo, não tem problema. A lei é 7. tem, mas já tem entregado a ele.
>> Hum.
>> Ele veu no último dia, >> mas ele reclamou já do do defeito, mas pode concluir a su >> não, ele veio no último dia, a gente recolheu o aparelho, eu fiz todos os testes, os testes, >> liguei para ele, ele retorno na loja, levou o aparelho, >> tô tranquilo. Eu falei para ele, mostrei para ele que aqui não apresentou nenhum defeito.
>> Uhum.
>> Ele retornou, eu falei para ele que ele poderia trazer o carregador, eu fiz o teste, que a gente poderia trocar. Até então ele voltou no dia que eu estava de folga, alegante que tava com o mesmo defeito. Mas pra gente aqui ele não tava fez, é só uma dúvida que a gente tem. Eh, eu não eu não sou técnico, >> certo?
>> OK. Não sei se as senhoras têm algum curso técnico na na situação, mesmo que não >> OK. Mesmo, mesmo assim eu acredito que existe um setor responsável para isso.
>> Foi foi ligado para esse setor. Só só só um minutinho. Estado a fazer esses result.
>> Entendo. Não, não, não entendo a política interna de vocês, mas eu acredito que se o consumidor tá vindo reinteiradas vezes,
>> eh, foram em médias cinco, seis com ela e hoje é a sétima vez.
>> Cinco vezes não foi não.
>> Ele veio no dia que deixou. Aí o consumidor disse que foi cinco vezes e aí não foi vim dentro dos s dias.
>> Sete. Calma
>> não. Só um minutinho. Agora a senhora fez uma pergunta. Agora deixa ela explicar.
>> Mas não foi cinco porque no dia que trouxe
>> não, mas independentemente do dia que que trouxe, é isso que eu tô querendo dizer. Se a lei tá dizendo que é 7 dias, eu tenho 7 dias. Ele pode vir no primeiro, no segundo, no terceiro, no quarto, no quinto, no sexto, no séto. O que gera também estranhamento é é vocês realizarem testes de uma coisa que, primeiro não é um setor responsável, não tô dizendo que a senhora não poderia realizar um teste. Eu compreendo que a senhora pode, já que é uma política de vocês, já que vocês estão dizendo que vocês fazem isso. Não acho algo eh normal ser feito. Se eu tenho um problema, eu pego esse problema, eu acho que a normalidade é essa. vão encaminhar para um setor responsável realmente para um técnico. Foi ligado.
>> Foi feito isso depois de várias vezes. Eh, segunda, não.
>> No primeiro deixa de explicar calma deixa já explicou. Não, mas eu já entendi. Eu tô aqui.
>> Olha, deixa explicar. Vai explicar só um minuto. Mas eu te escutei. Eu vou escutar. Não, não. Você
>> não, eu vou explicar o que o consumidor me disse.
>> Fale, fale o senhor. Fale o senhor. Fale. Porque a gente já escutou elas e eu não consegui l escutar e ela também não tá deixando eu falar. E pode dizer como fez.
>> Vim dentro de s dias
>> trocava aparelho, disse: "Olha, problema no carregamento, tem que reiniciar o telefone para ele carregar".
>> Ela deixou aqui até o falou que eu vim com ela outro dia, no dia que ela falou que tava de folga, ela disse: "Ó, vou deixar ele descarregando, depois você vem, a gente carrega e ver se tá tudo certo". Fui, voltei de novo. Segunda vez que eu voltei, cheguei aqui, disse, ol, ele não deu o defeito, tem nada errado. Co tá certo, vou levar, pode ser uma atualização, alguma coisa. Voltei o defeito de novo. Ol, ele tá com o mesmo defeito. Ah, mas já passou dos s dias. Fo falou para mim, fui embora de novo, voltei de novo, só que dessa vez voltei com vídeo mostrando o defeito. Ela disse: "Não, a gente pode trocar o carregador".
>> Porque estavam alegando inicialmente que o senhor não tava conseguindo fazer o encaixe ali.
>> Pelo que eu entendi, você deu a entendi que eu não estava entendendo como funcionava o carregador. Você disse: "Ah, você colocou desse lado, colocou desse qualquer coisa, se mudar o ângulo a fica melhor." Certo. Certo. Passar muita gente.
>> Sim. Mas são coisas que eu tenho que perguntar. Deixa eu lhe dizer uma cois. É,
>> pronto. Ele explicou, ele explicou o lado dele. Agora consegui, né? vocês conseguiram deixar ele falar aí. Agora, qual é o o outro ponto?
>> Dentro dos sete dias, ele vem sim ou não?
>> Sim.
>> Ele vem
>> sim.
>> Quando detecta o problema.
>> Sim. Não detectou. Não detectou o problema.
>> O tô falando, tô falando do consumidor. Ele detecta um problema. Ele detecta, só um instante. Ele detecta já der a oportunidade a gente,
>> mas eu te escutei no começo todo. Ó, vamos fazer o seg. Parece o que tá dando aparecer, como você tá gravando, é o que tá dando aparecer é que tá só fazendo insinuações. Tem
>> autorização para gravar? E não pode ter autorização de gravar.
>> A senhora tava indo tão bem até agora. Não vamos partir para esse lado. Vamos continuar procurando a resolução. Não, não vai continuar gravando. Pera aí. Não toque nele não. Por favor, não toque nele não. Eu só preciso de uma coisa.
>> E outra coisa. Só só explicar uma coisa. Não toque, ó, sua fala tá sendo agressiva. É como se não é porque tá querendo ganhar boc.
>> Não, pera aí, pera aí. Eu tô, eu tô sendo respeitoso com a senhora. A senhora tava até, eu não fui respeitoso com a senhoraão
>> da voz. Eu sou
>> Não é porque olha que interessante. A senhora querer me taxar, a senhora me querer me taxar. Não está gravando e vai na íntegra. Não, pera aí, pera aí. Não, ela não vai fazer isso não. Pera aí, só um minutinho. Vem aqui, vem aqui, vem aqui comigo. Vem aqui. Eu não vou, eu não vou aceitar isso não. Ela não vai me tachar como arrogante, ignorante, não. Eu vou deixar ela respirar um pouquinho. Vou deixar ela respirar um pouquinho, porque eu já conheço. Fica aqui ao meu lado. Eh, o Léo vai ficar de lá para cá, entendeu? Pera aí. Eu já conheço essa técnica e comigo não vai funcionar. E vai começar a elevar os ânimos. Eu já eu eu já tenho um costume de falar alta. Vai dizer que eu estou gritando. Vamos lá. Seguinte, eh, primeiro, primeiro que tu tem que resolver. Eu preciso da tua autorização para gravar, certo? Preciso da autorização.
>> Segundo ponto, eh, traz o Procom. Vamos resolver com o Procom agora. Eh, eu só vou responder as suas perguntas tudo com o Procó. OK. Por que o Procó?
>> E não, outra coisa, outra coisa. A senhora tá tocando muito. Eu tô vendo que a senhora tá nervosa. Só um pouquinho.
>> Não, eu só quero que você entenda isso. É, eu sei que você é repórter, tá fazendo seu trabalho bem certinho, tudo certo. Não tenho nada com com relação a isso. Mas vamos fazer as coisas mais certa ainda. Traz o
>> A gente aqui não não tá certo. Por quê? Porque o Procon seria certo e não a gente.
>> Não, o Procon também. Mas traga o Procom. Vamos resolver essas coisas. Depois daqui a justiça ou a escolha do consumidor, se o senhor também quiser, se você sentisse à vontade, como eu disse a você, sente à vontade de ir nas pequenas causas, a gente indica demais, porque eu gosto quando o Procon vem a loja, porque essas essas dúvidas a tira,
>> mas o problema não é nem nem a questão de dúvida. A senhora, imagine comigo. Eu trabal, eu
>> imagino. Mas deixa eu fazer. Você falou, você gravou a loja todinha sem permissão. Eu não sei qual permissão.
>> Eu sou funcionário. Eu sou funcionário. Você tá me gravando sem minha autorização que eu posso também fazer um do jeito que você veio me indagou, eu também posso ir até a justiça. Porque é que você tá gravando? Sem eu permitir, eu não sou judía, eu sou C, eu sou, eu sou CP,
>> eu sou CP. Você tá só, você não nos permitiu, você não nos permitiu conversar, você só foi gravando todos nada surgiu direito. Deixa eu dizer a você
>> agora você pode gravar, você pode ficar aqui de plantão, você pode ficar aqui de plantão. Tem outras outros consumidores que você pode ir pra cabana. Você monta uma cabana aqui, mas eu só converso com você.
>> Olha que coisa ridícula que a senhora tá fazendo. Monte uma cabana dentro da loja. Repórter está mais ridículo do que eu.
>> A senhora que tá fazendo uma coisa ridícula com consumidor. Fala como repórter. Eu acredito que a senhora mandou eu montar uma cabana. Nem repórter você é.
>> Não sou não.
>> Você nem reporter é. Se for
>> eu vou dar um like lá para você dizer. Não é repó. Você não é rep? Não sou. Não sou. Tá mais feliz porque eu não sou.
>> Ah tá. Eu quero que resolva. Eu quero, eu quero que resolva o problema do consumidor. Ele precisa as primeiras pequenas causas e o
>> não, hoje o Armazém Paraíba tá mandando o consumidor deles e a senhora representa as casas Bahia. Desculpa Casa Bahia Cas Bahia. Beleza. Vocêou e você brincou comigo. Há uma fala que eu fiz e armazé e Casas Bahia
>> já tá trocando os
>> Não. A audiência sabe que a gente faz muuit das vezes faz tanta reportagem. Enfim. Eh, hoje Armazém Paraíba. Primeira reportagem. Primeira
>> se souando Paraíba. Beleza. Se for para resolver casa, eu sou cela. Eu sou quem? Sou quem? Eu preciso montar a cabana. Não sou repórter, sou da Paraíba. Mais você foi foi nosso cliente. Você é nosso cliente. Enfim, eh, eu já disse, a gente já fez os testes de o celular não tá com problema, mas mesmo assim faz um favor para mim,
>> traz o Procon. A gente conversa entre a gente e o Proc que é na que é a empresa que a gente conhece, que tem autonomia. Eu não conheço esse cidadão. Ele entrou sem dar, sem se identificar. A senhora pode vou me identificar. Vou me identificar. Toma. Não, toma carteira aqui, ó. Minha carteira de imprensa. Eu sou assim. Toma aqui. Primeiro nem o nome dele se apresentou. Ele sabia o meu. Não sei o seu. Eu não sei nem o seu. Aqui ó, minha carteira. Aqui minha carteira aqui minha carteira.
>> Não sei. Não me interessa mais ver porque se você fez essa badna baderna. Não, senhora me resp. Eu tô, eu tô tentando me controlar aqui desde o começo. A senhora mandou fazer, a senhora mandou montar cabana. A senhora já me chamou de célando da Paraíba. A senhora não vai não vai te não converso com a senhora mais. A gente vai ter teatro não. Senhora, me respeite.
>> Me respeite. Não. A senhora que vai me bater. Tá me peitando. Tá me Vocês viram ela me peitando. Me bate então. Eu tô aqui. B não. A senhora que a senhora que faz o que a senhora quiser.
>> Merece que a mulher toca você
>> não merece. Que coisa ridícula. Eu nunca imaginei ser tratado dessa forma, ser tão humilhado. Você quer? Não. A senhora tá me dando, ela tá me dando em bope. A senhora tá me dando em bope. Vou ter like porquea de vocês.
>> Diga mais. Diga mais. Pode diga mais. Use seu deboche. Eu nunca imaginei. Eu nunca imaginei ser tão humilhado dentro de uma repartição como as outras. Eu faço o que eu quiser. Eu faço aqui. Eu gesticulo. Não tô tocando. Diferente da senhora. A senhora tocou em mim.
>> Toquei.
>> Ah, tocou. Ainda bem que primeira reportagem dentro do Armazém Paraíba. Primeira reportagem. Nunca imaginei ser tratado com tanta humilhação dentro da Eu peço, eu peço
>> a toda a nossa audiência, eu nunca pedi,
>> não tenho, não tenho, não tenho, realmente não tenho.
>> Enfim, eu já dei. Eu peço a toda audiência da TV Consumidor, certo? primeira reportagem da gente, que essa reportagem chegue aos superiores e tome uma providência dessa dessa gerente. Nunca foi tão humilhado por uma gerente. Eu já vi gerente de todas as formas, inerte, que não faz nada, mas ser humilhado dessa forma. Se não conhece, vai procurar saber nem da lei. Eu escutei ela no começo, a gente escutou, não deixou o consumidor falar. Quando eu ia falar me interrompia, gente. Consumidor, Carlos, o consumidor tem direito não. Pronto, tem. O senhor não tem direito não, tá bom? Mas ele tem direito, sabe a quê? A um laudo. Quem lhe deu um laudo aqui?
>> Ninguém.
>> Ninguém deu laudo. É muito fácil eu chegar para alguém e dizer assim, ó, tem defeito não, vai embora. Isso é inadmissível. Pronto. Eu sou sou Celso Russomã da Paraíba, não sou repórter, vou montar uma cabana. Eu vou voltar aqui na no Armazém Paraíba. Eu vou voltar aqui com nariz de palhaço, porque é isso que tô fazendo aqui. Vamos fazer o seguinte. Ela mandou o senhor procurar o Procom.
>> Ele procura quem ele quiser. A senhora fique na sua. A senhora já passou vergonha demais. Já passou vergonha demais. E já, e já que a senhora tá dizendo que eu não tenho audiência, já tá dizendo que eu não tenho audiência, quando a senhora esse tipo de profissionalismo,
>> isso é o que a senhora pediu. Quem dita o tom de uma reportagem é meu tom de voz e estou aqui tentando desde o começo de um diálogo tranquilo com a senhora. Imagina eu
>> dessa categoria que você ótimo. E eu tenho assim, ó.
>> E é a sua. A quer dizer que a senhora é jornalista. Pode passar, senhora. E eu tô mais da senhora. Quer dizer também aí que a senhora é jornalista também. A senhora é repórter. Pronto, chama o a gente resolve.
>> Não, eu não vou chamar não. Quem escolhe aí?
>> Vai vai chamar advogado. Eu espero que assim. Tá bom. Vamos aguardar o advogado. Quer café? Vocês querem um cafezinho?
>> Pare de estar tentando fazer essas palhaçadas. Vem para cá. Não preciso não. Vamos sair. Eu não vou, não vou continuar sendo humilhado aqui não. Não vou continuar sendo humilhado aqui, não. Não, não. Vamos, vamos embora. Não admita ser humilhado dessa forma, não. Até a polícia chegou. Polícia já aqui. A senhora teve a capacidade de ligar pra polícia que ó a capacidade da do armazém par polícia. Ó, ó, ó, ó, ó a situação lá lá na frente. Isso é uma desmoralização. Eu vou sair daqui. Eu eu vou me embora daqui. Eu não admito não. Essa reportagem vai ser publicada e eu quero ver o que é que vai acontecer, viu? Vamos lá. Vamos finalizar o nosso serviço. Isso é inadmissível. Ligar pra polícia, pra repórter. Segunda vez que ele bota o dedo na minha cara.
>> Que mentira. Que mentira. Tá tudo gravado. Tá tudo gravado. Vamos sinalizar lá fora.
>> Vai pra delegacia. Vá, senhora. Vá. Tá certo. Vamos, vamos finalizar. Fica aqui.
>> Gente, [risadas] calma. Falar com ela.
>> Calma, meu senhor. Calma. Ó, ó o que a Polícia Militar faz. Ó o que a polícia militar faz. Eu vamos embora. Vamos embora. Eu não eu não tenho que dar satisfação nenhuma pra polícia. A senhora não ligou pra polícia? Que mentira que eu não botei dentro na sua cara. Coisa feia. Coisa feia. Aqui, ó. Cheio de polícia aqui, ó. Polícia, polícia, polícia, polícia, polícia. Deixa-me. Tá gravado, tá gravado, tá gravado. Sargento Ferreira é sargento. É soldado.
>> Ele me
>> Olha a humilhação que eu estou passando. Primeira reportagem no Armazém Paraíba. Sou tratar dessa forma. Você é o quê?
>> Bom dia.
>> Certo. Bom dia. Você é o quê?
>> Bom dia.
>> Você é o qu?
>> Calma. O senhor tem que não. O senhor tem que se identificar para mim. Qu não, eu sou, eu sou
>> problema que teve com a sua pessoa com ela.
>> Eu não tenho problema nenhum com ela. Ela dis,
>> deixa eu explicar o meu trabalho. Só um minutinho. Só um minutinho. O senhor poderia ter chegado se apresentado para mim.
>> Diga. Eu se apresentar para você por quê?
>> Claro. O senhor funcionário público.
>> Eu também sou. Qual o problema?
>> Não, o senhor que é. O senhor vai me peitar. Olha que coisa feia. Coisa feia. Ó o que a Polícia Militar tá fazendo aqui. Não, não. Calma. O senhor precisa se apresentar para mim filmando por quê?
>> Porque eu sou funcionário público. Vou gravar porque o senhor é funcionário público. O senhor é funcionário público. Todos sou funcionário públ você. Calma.
>> Tô aqui com consumidor do Armazém Paraíba. Nós somos um canal de defesa. O senhor vai ficar me cheirando mesmo. Tem um tempo. Ó, o senhor tá com a mão na licença. Vamos manter a cordialidade. Sai de perto de mim. Vamos conversar direitinho. Não, o senhor tá muito cheio. O senhor tá, o senhor me peitou. O senhor tá meitando [risadas] de novo. Não, calma. Você teve algum problema? Porque senó o que ele tá fazendo. O que ele tá fazendo. Olha, olha o que tá acontecendo. Abuso de autoridade. Abuso de autoridade. Tô preso por quê? Abuso de autoridade. Solte. É melhor o senhor mandar É melhor mandar ele sair de perto de mim. É melhor mandar sair de perto de mim. Fala aí.
>> Sai de perto de mim. Ó, acabei. Compartilha essa live urgente. Estou em Campina Grande e o policial querendo bater em mim. Isso é invisível. Eu vou na corregedoria. Eu não admito que o policial me trata assim.
>> Não, ele veio para cima de mim. Eu eu eu preciso do do tenente aqui. Eu não admito, senhor.
>> Eu não admito.
>> Eu tô respirando. Mas o senhor viu que desde o começo
>> pelo amor de Deus.
>> Não, não tô em voz. E outra, ele pegou e veio para cima de mim. Você ouv o senhor não vai prevaricar não, né? O senhor não vai prevaricar não, né?
>> Então pronto. Eu tô qu eu eu posso eu posso conversar com quem? Só um minutinho falando aí que a gente vai falar inadmissível. É inadmissível o policial me peitar. O senhor viu?
>> É isso. Nosso exército do bem. Isso da TV Consumidor. Já estou aqui com o resultado dessa reportagem. É para isso que a gente tá aqui, para lutar por direitos, cidadania, justiça. E os resultados têm vindo. Isso. Alguns dizem assim, mas Carlos, teve o embate, teve a discussão, teve a treta, né, como vocês costumam a dizer. Mas quem escolhe isso não sou eu, é o outro lado. Quem dita o tom da reportagem é sempre o outro lado. Pense comigo, não resolveu na reportagem, não queriam nos escutar, mas após a publicação da reportagem, no mesmo dia, a empresa foi na residência do consumidor e fez sabe o quê? Vamos descobrir agora. Assista comigo aqui o resultado com o consumidor.
>> Bom dia, Carlos Santos. passar aqui para agradecer, né, pela sua ajuda da TV Consumidor, que na data da postagem da entrevista o Armazé Paraíba, ele entrou em contato, vieram atrás aqui, trocaram o aparelho por um novo, vieram com outro aparelho, troquei, tá tudo certinho, que eu preciso do aparelho, né? Inclusive estô usando ele para gravar agora. E é realmente necessitava dele para tudo, como eu expliquei, é essencial para mim, né? E queria agradecer. Se não fosse pelo senhor, eu não sei como é que que estaria se desenrolando hoje, né? Não sei se eu ainda estaria atrás de Procom ou coisas do tipo. Eu realmente preciso do aparelho. Então queria passar aqui para agradecer mesmo esse ótimo trabalho que o senhor vem fazendo aí. Acompanh vou continuar acompanhando, incentivando também. Gostei bastante. E é isso aí. Muito obrigado. Obrigado TV Consumidor e Carlos Sé pelo excelente trabalho. Muito obrigado, meu irmão.
>> E isso é o que nos motiva, motiva a fazer esse trabalho todo dia, porque o seu problema é o nosso problema. A partir do momento que o teu caso chega na TV Consumidor, já lá no início, lá no WhatsApp de casos, quando já tem alguém falando com você, já tá sim sendo o nosso problema, porque nós iremos te orientar, nós iremos passar todas as instruções necessárias para a resolução do teu caso. Então, gratidão ao consumidor por confiar no nosso trabalho. Sabemos a dificuldade de alguns procões e da demora da justiça e a gente conseguiu mais uma resolução num curto prazo de tempo. E também quero parabenizar o Armazém Paraíba por resolver eh esta demanda consumirista do cliente de vocês. Parabéns, seguimos avançando. Está aqui eh mais um caso resolvido. Qual caso você se lembra aí? e que você tá dizendo assim, ó, não teve resolução, cadê a atualização? Comenta aqui que a nossa equipe vai est de olho nos comentários pra gente trazer atualização já na próxima semana. Então comenta aí e diz qual é o caso que você quer que a gente traga atualização. Tamo junto. Repórter Carlos Santos paraa nossa audiência da TV Consumidor.
>> [música]