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Família, complicada situação, né? Uma mulher com problemas de esquizofrenia, que não pode tomar medicação por conta da gravidez, já em vias de ganhar a criança, se já não ganhou, não sabemos. Desaparecida desde segunda-feira, uma relação conturbada com o pai da criança. É dramático, né? É misterioso esse sumiço. É dramático para a família e até para a gente que está acompanhando.
Vamos fazer essa live chegar no maior número de pessoas possível, tá? Eu, meu pedido que eu faço a todos vocês: compartilhem em todos os locais. Ah, mas eu sou do Rio Grande do Sul. Manda no seu grupo de WhatsApp a live e pede para as pessoas do seu grupo de WhatsApp mandarem para outras pessoas e essas pessoas mandarem. Com toda a certeza, no quinto compartilhamento, está em Fortaleza, tá bom?
Por muitos pedidos, nós vamos entrar num caso bem complicado, bem misterioso e que está gerando muita, muita agonia, muita preocupação tanto da família quanto da sociedade. Uma mulher grávida, a Alessandra de Lima, ela está para ganhar neném a qualquer momento. Ela desapareceu na segunda-feira. A preocupação maior é pelo seu estado de saúde e pelo seu estado frágil, vulnerabilidade, porque ela está nos últimos momentos de gravidez, tá? Do oitavo para o nono mês, ela pode ter a criança a qualquer momento, se é que ela já não teve.
Nós estamos com a Antônia, a mãe da Alessandra, que vai nos falar sobre esse caso tão complicado e tão complexo. Eh, boa tarde, Antônia. Eu sei que a tarde não está muito boa, mas é uma forma de conversar.
>> Boa tarde, Antônia. Eh, nós estamos aqui com o Brasil inteiro te acompanhando. Eu queria entender o que aconteceu, Antônia.
>> Não, assim, né? Eu, Alessandra é a minha primeira filha, né? Ela tem 25 anos, né? E é uma jovem, né? Que como muitos tem muitos sonhos também, né? Teve muitos sonhos, né? E ela, ela, ela engravidou do primeiro filho, né? E assim, dei o maior apoio para ela, porque a mãe serve para isso, né? Para apoiar tanto nos momentos difíceis como nos momentos bons, né? E aí ela voltou para a minha casa, né? E aí um tempo atrás ela adquiriu uma doença, né? Ela tem depressão, tem ansiedade. É uma pessoa, digamos assim, durante a gestação, ela teve que interromper toda a medicação por causa da gravidez, né? Ela não podia tomar porque a medicação dela era muito pesada. Quando ela estava tomando a medicação, ela estava até bem. Passou um tempo no interior com a minha irmã, minha irmã cuidou muito bem dela, a minha irmã fez o papel de mãe, né, por ela, né? E aí eu sempre tinha notícia, todo dia eu conversava com ela. Aí teve um momento que ela disse: "Mãe, tô bem, vou, eu posso voltar?" "Tô bem, eu quero estudar, porque no interior não tem os recursos como tem aqui na capital, né?" E ela queria, queria, queria estudar, queria fazer um curso. Ela já trabalhou como babá, ela era uma menina que gostava muito de criança e gosta. Não tiver aqui assim, quando ela engravidou, eu disse: "Ela vai ser uma boa mãe, porque ela gosta muito de criança, né?" E quando a pessoa gosta muito de criança, a gente já sabe que já tem aquela vontade, né? E e ela assim, no início, ela está aceitando muito bem a gravidez. Eh, assim, planejando coisas para ir morar só com o filho, para para trabalhar, voltar a trabalhar. Eu estava dando o maior apoio, né? Só que sem a medicação, a gente sabe que as pessoas, né, o desmame foi muito assim, muito rápido, não foi assim uma coisa planejada, né?
>> Foi muito bruto o desmame, né?
>> Isso, exatamente. Foi de uma vez, né? Ela teve que fazer uma escolha. A gente teve que fazer uma escolha: ou ela tomava a medicação e depois a criança ia ficar dependente e o desmame da criança ia ser muito mais difícil do que o dela, né? Porque ela já é adulta. E aí ela disse: "Não, mãe, não vou tomar minha medicação mais não, porque a enfermeira do posto disse, a médica do posto disse que eu não posso tomar mais por causa do bebê e eu vou obedecer." Até no início eu fiquei relutante. Eu disse: "Tu tem certeza?" Ela disse: "Mãe, eu não posso tomar porque..." Tudo bem, né? Aí eu fiquei assim meio receosa. Fui com ela ao ultrassom. O médico disse: "A mesma coisa, é realmente ela não pode tomar a medicação." E aí a gente foi continuando, né? A gente foi continuando e aí, eh, devido à falta de medicação, ela foi, foi tipo assim, se transformando em outra pessoa, né? Quando ela estava tomando a medicação, ela era um amor de pessoa, ela estava bem, sabe assim, diferente, totalmente diferente do que agora, né? Infelizmente, eu, a gente teve que optar e a escolha foi dela também, né? Que ela tinha, quem estava gerando o bebê era ela, né? E ela teve essa escolha, né? De fazer isso.
>> Sabia dos riscos de ficar sem medicação, né?
>> Sabia dos riscos. Ela dizia assim: "Mãe, eu vou, eu vou". No início, eh, do desmame, ela até tipo assim, eh, ficou assim, muito inquieta. Eu disse: "Ela só toma pelo menos a da depressão". Ela disse: "Não, mãe, não vou tomar nada. Não vou tomar nada porque assim, os cuidados com o bebê, né? E assim, Deus é tão bom, por incrível que pareça, tudo, tudo, tudo, tipo assim, o bebê é perfeito, está nos quilos certos, está as ondas cerebrais, a gente fez todo a parte do cuidado da obstetrícia, né? Ela estava fazendo para Natal e de repente aconteceu tudo isso, né?
E a Alessandra, eu vou falar um pouquinho, tá? Nós conversamos. Eu conversei com a avó da Alessandra, eu conversei com a dona Antônia, a mãe. E a Alessandra é uma menina de 26 anos, ela tem uma vida normal como qualquer outra mulher. Engravidou do namorado, separou. Infelizmente, o namorado não queria que ela levasse à frente a gravidez. Ela optou por separar dele e continuar e ser mãe. Só que a Alessandra, ela tem um problema de saúde, que ela é obrigada a tomar medicamentos, tá, para equilíbrio mental. E esses medicamentos, eles não podem ser utilizados na gravidez porque atingem a criança. E ela sabia disso e ela optou. Ela sabia que seria prejudicada. Mas ela escolheu, como qualquer mãe faz, né? Entre a saúde dela e a saúde da criança. Ela optou pela saúde da criança, mesmo sabendo dos riscos para ela por conta de ficar sem medicação.
Senhora, pode falar pra gente como é que foi a segunda-feira da senhora e dela até quanto a senhora sabe, por favor?
>> Bom, assim, do trajeto do meu trabalho ou da minha casa pro meu trabalho, eu tenho que pegar três ônibus todo dia para ir, três para voltar. Quando meu esposo está em casa, ele vai me deixar no terminal da Paragaba, que é aqui de Fortaleza. E e aí ele vai me deixar, né? Aí a gente deixa o nosso menorzinho, nosso menino de eu tenho uma adolescente de 13 anos, deixa no colégio, vai me deixar. E ela ficou em casa deitada, dormindo, né? Porque ela não conseguia dormir. E ali eu consegui dormir de manhã por causa do além do bebê estar mexendo muito e ela e a a ela estava sem a medicação de dormir, né?
>> Uhum.
>> E aí isso afetou muito, né? Porque ela não conseguiu dormir, ela passava a noite inteira eh andando pela casa, assistindo televisão, assistindo vídeo, né? E a gente não conseguia dormir direito por causa disso, né?
>> Uhum.
>> E aí nesse dia específico, né, ela estava muito calma, muito tranquila, né? E aí meu esposo foi me deixar num terminal e quando ele voltou, ele pegou e disse, né, que ela disse que queria dar uma voltinha. Aí ela pegou, disse assim para ele, né? Não, não vou, não vou dar uma voltinha agora não, porque porque está o sol está muito quente. Aí eu até achei estranho, ele disse isso, né? O sol estava muito quente cedo. E aí ela pegou, quando foi 11:30, ela foi disse que ia almoçar lá na avó dela por parte de pai, né? Que, né? Na mesma rua da minha mãe também. Foi lá, almoçou. A tia dela mandou uma mensagem para mim dizendo que ela estava realmente lá. A minha preocupação é ficava todo o tempo todo se comunicando, né?
>> Para saber onde é que ela estava, se ela tinha voltado para casa, se ela estava na avó. Muitas vezes, quando ela demorava, eu pedia pro meu esposo passar em frente à casa da avó da avó dela para poder saber se ela realmente estava lá, né?
>> Sim.
>> E nesse dia específico foi no domingo ou na segunda-feira, né? Segunda-feira ela almoçou lá e voltou para casa. E aí se deitou. Meu esposo trabalha à noite, né? E aí ele pegou e disse que ela estava muito calma, muito tranquila, né? Assim, uma pessoa assim como se ela tivesse medicada, mas ela não estava tomando mais a medicação. E aí disse assim, quando foi mais ou menos umas 4 horas, quatro e pouco, ela disse: "Ei, João Carlos, eu vou dar uma voltinha". Tá certo? Ela nunca avisava quando ia sair, ela saía e pronto. Só que a gente ficava no pé dela, né? E aí foi a última vez que ele viu ela na segunda-feira, era mais ou menos umas 4 e pouco da tarde e e a gente não teve mais notícia. Eu disse: "Não, a Sandra vai voltar". Aí ele pegou, ligou para mim dizendo que ela tinha ido dar uma voltinha. Eu peguei e disse: "Não, é de costume, ela vai dar uma voltinha, na volta dela, depois ela volta". Isso foi na segunda-feira.
>> Uhum.
>> E aí, eh, nessa voltinha dela, ela não voltou mais. Ela não voltou mais até hoje. Segunda.
>> E deixa eu, deixa eu entender um pouco, dona Antônia. Na segunda-feira, na segunda-feira, quando ela sai, ela avisa pro seu esposo. O seu esposo é padrasto dela. Seu esposo criou ela como filha, então tenha cuidado com ela.
>> Ela sai de casa como ela sempre faz, né? "Vou sair e depois volto". Foi assim, né? Eu não chamo nada que tenha chamado atenção do seu marido.
>> Nada assim. Ela, ela, ela passou a tarde inteira assim quieta, procurando alguma coisa, um documento, alguma coisa assim. Aí ele pegou e mas ele pegou e disse assim: "O que que tu tá procurando aí?" Alançada não nada. "Tô jogando os papéis fora, os papéis que que eu não uso mais, né?"
>> Uhum.
>> Mas só, só que assim, só que quando eu seguinte assim: "Não, a Alessandra, Alessandra não voltou para casa". Aí fiquei assim, sabe? Comecei a a minha angústia, né?
>> Uhum.
>> Geralmente quando ela quando ela fazia isso, ela voltava no mesmo dia. No outro dia eu dizia que estava na casa de uma amiga, uma coisa assim. E só que ela sempre voltava, sempre dava notícia, sempre dizia alguma coisa. Dessa vez ela não disse. Mas assim, eu já pensei em 1000 hipóteses, 1000, né? Mas assim, aí quando eu fiz o BO, a Polícia Civil está à frente do caso, né? Estamos resolvendo. Eu já fui em todos os hospitais que você possa imaginar aqui de Fortaleza. Já fui.
>> A senhora mora em que local de Fortaleza? Qual bairro?
>> Eu moro no Pirambu.
>> Aonde? Não entendi.
>> Pirambu.
>> Ah, sim, sei, sei. Sei onde é. Sei onde é.
>> No campus do Pirambu. Bem próximo ao campus do Pirambu.
>> Uhum. Ah, a senhora tentou ver as câmeras de segurança da proximidade, se tinha alguma câmera, se tinha alguém.
>> Não, olha. Pronto. Onde eu moro não tem câmeras, né? É muito discreto. Onde eu moro não tem câmeras, né? Eh, aí eu tive essa possibilidade dela na casa de alguém. Tentei entrar em contato com a pessoa pelo Instagram, a pessoa não respondeu, talvez nem use mais, né? Ela tinha uma amiga, muito amiga dela, que morava próximo ao nosso bairro, que justamente foi a Polícia Civil, foi lá, ela não mora mais lá. Muita gente que ela conhecia também não mora mais nesse nesse local, né? Eu sei que que assim, próximo onde eu moro não tem câmeras, não tem.
>> Uhum.
>> Não tem essa esse sistema de vigilância, né?
>> Uhum.
>> E ela anda muito rápido, muito rápido, né? Ela anda muito rápido pro local que ela foi ou se ela se se foi atraída para algum canto, para alguma coisa assim, não sei. Mas ela anda muito rápido. Ela saiu e tipo assim, como se procuramos em todo canto, todo canto que você possa imaginar a gente procurou. Inclusive ontem eu tive que ir no IML porque disseram que tinha tinha uma mulher com as características dela e não era.
>> Nossa, a senhora teve que passar por isso.
>> Pois é. Tive que reconhecer dois corpos que parece que parecia assim que que não não tinha nada a ver. Uma era até mais branquinha que nem ela, mas era mais idosa, mais velha, era uma pessoa assim muito mais velha do que ela, né? Então não tinha nada a ver com isso, né? Aí eu fui muito bem acolhida lá, né? Eles têm todo um aparato, toda uma psicóloga para dar um suporte, né? No caso do emocional. Eu fui muito bem atendida lá.
>> Dona Antônia, deixa eu só entender. Quando a senhora começou a procurar a sua filha, a senhora foi em maternidade, né? Porque sua filha está para ganhar neném. Ela pode, ela já pode, inclusive, já ter ganhado neném nesses dias desaparecida, né?
>> Justamente isso. Isso mesmo. Eu comecei pelas maternidades, né?
>> Uhum.
>> Eu comecei pelas maternidades porque eu deduzi assim, ela domingo ela disse assim: "Ai, estou sentindo uma dor no pé da barriga, né?" Aí eu disse assim: "Ela bem pertinho de ter neném, mas ela não sabe distinguir essa dor porque é o primeiro bebê dela."
>> Uhum.
>> Mas aí quando ela disse, eu disse, está bem pertinho de ganhar neném. Então assim, na ultrassom ela já está com mais de 8 meses, já está, já está para ganhar.
>> Justamente, se por acaso, vamos supor, são só hipóteses. Eu posso falar das minhas hipóteses.
>> Pode, lógico, por favor, fica, fica à vontade. Aqui é a sua casa, o que a senhora quiser falar, esteja à vontade.
>> Pronto, eu pensei assim que talvez uma pessoa pudesse ter atraído ela, né? Porque o que acontece muito na internet, né? Infelizmente.
>> Pronto. A pessoa que, que eu, eu já vi muita, por incrível que pareça, né? O algoritmo do TikTok, que estava vendo muita coisa esse final de semana, me mostrou muita coisa sobre isso, né? Sobre as mulheres que mentem, que dizem que estão grávidas, aí vão atrás de outros recursos, né? Inclusive uma mulher grávida. Aí eu fiquei pensando, né? Será que alguém atraiu ela numa promessa de alguma coisa? Porque a minha filha, ela é mentalmente estável. Ela não é uma pessoa normal que nem eu, que nem você, que a gente conversa, que é muito inteligente, muito. Ela fala inglês fluente, sendo que ela nunca estudou em uma escola de inglês, mas ela fala o inglês fluente, fluentemente, sempre foi assim. Ela sempre gostou das coisas de fora, sempre gostou de de aprender outras línguas, né? Enfim. E aí ela é uma pessoa muito inteligente, só que a pessoa mentalmente estável, ela vai ser suscetível a ideias. Sim, infelizmente.
>> Dona, deixa eu só confirmar, a sua filha, ela sofre de esquizofrenia, por isso que ela ela precisa da medicação.
>> Eh, para quem não sabe, a esquizofrenia quando não tratada, ela traz uma outra realidade atípica, fora da fora do que se tem como comum. Ela cria uma outra vida dentro da sua cabeça e transforma situações hipotéticas em reais. Mas quando tratada, quando medicada, é uma pessoa normal como outra qualquer. Inclusive, temos aí vários relatos de gênios, verdadeiros gênios, que eram, que tinham esquizofrenia e que se trataram. Isso dá a esquizofrenia às vezes dá capacidade até de uma inteligência fora da média, que eu acredito que seja a situação da sua filha, tá, dona Antônia? Mas pode continuar.
>> Pois é. Aí assim, ela tinha uma inteligência diferente, né? Como você disse, né? Aí eu fui, quando ela quando ela adoeceu, eu fui estudar muito sobre o caso, né? Eu no início eu fiquei relutante em imaginar que a minha filha tinha aquilo. Aí a minha mãe pegou e disse: "Leva essa menina para fazer um tratamento porque ela está doente, ela tem que cuidar da mente dela." A gente na adolescência dela, eu sempre quis levar ela pro psicólogo, porque assim, porque eu sentia que ela era muito só, só que ela só se abria com as amigas, algumas amigas, né? E e assim, e o que algumas das hipóteses é que uma pessoa, vamos supor, tem enganado, ela tem dito, ela veio morar comigo que eu cuido de ti. Porque a esquizofrenia, ela também, vamos supor, eu sou mãe dela, eu faço tudo por ela, ela estava na minha casa, sob o meu teto, ela comia bem, ela dormia bem, tinha um quarto com uma TV só para ela. Eu já estava transformando o quarto dela. Todo transformando o quarto para poder ela viver com o bebê. A gente tem planos, entendeu? Então assim, eh, o que acontece? A minha hipótese é que chegou uma pessoa deve ter conversado, ela conversava muito no celular. Eu dei um celular para ela justamente para poder ela não se sentir muito só. E aí nessa história de dar celular para ela, eu fiquei uma vez o meu esposo disse que passou em frente a ela e ela pegou e escondeu o celular. Pode ser que ela esteja conversando com a pessoa, a pessoa disse, prometeu alguma coisa para ela, pode ser, talvez ela desabafou dos sonhos dela também. Pode ser assim: "Não, Alessandra, eu te dou uma viagem para tal canto. Não, Alessandra, eu posso te levar para tal canto, vou realizar o teu sonho." Entendeu? Então, assim, isso aí para a pessoa que tem esquizofrenia, para a pessoa que tem o problema que a Alessandra tem, é um prato cheio. A minha preocupação da Alessandra está por aí. Porque assim, eu sinto no meu coração, eu, Antônia, eu sinto no meu coração que a minha filha, ela tem alguém prendendo ela, tem alguém eh obrigando, porque ela não é de ficar em casa, ela, ela é tipo assim.