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Como uma empresa de serviços vira um banco (disfarçado)

Finscale17:25

Transcription

Você sabia que o setor de serviços movimentou cerca de R$ 6.9 trilhões deais em 2024 no Brasil, representando isso mais de 59% de toda a economia do país? Isso é mais da metade de todo o PIB do Brasil, passando por empresas que prestam serviços todos os dias, desde consultorias, escritórios de contabilidade, agências digitais, até clínicas, academias.

Mas existe um ponto que quase ninguém comenta. Apesar de todo esse fluxo financeiro gigantesco, quem realmente lucra com esse dinheiro não são as empresas que executam o serviço. Existem mecanismos escondidos no sistema financeiro que capturam de forma sutil grande parte do valor que deveria ficar com quem realmente tá gerando boa parte da economia. E esses mecanismos são os bancos.

Ou seja, enquanto essas empresas fazem o trabalho duro de atender cliente, de construir relacionamento e de manter aquela receita recorrente, são os bancos que estão monetizando grande parte desse fluxo financeiro, sem que a empresa sequer perceba o quanto dinheiro tá vazando.

Mas e se a gente pudesse fazer diferente? E se, em vez de simplesmente movimentar esse dinheiro, as empresas de serviço pudessem assumir o controle desse fluxo financeiro e capturar parte dessas receitas e até criar o seu próprio banco disfarçado?

Então, nesse vídeo, você vai entender porque empresas de serviço tem tudo para se tornarem uma verdadeira infraestrutura financeira, como esse movimento já tá acontecendo hoje. Inclusive, vamos trazer um case real que nós acompanhamos de perto para você ver isso na prática. E, por último, o passo a passo para você começar a aplicar essa lógica do seu próprio negócio.

Primeiramente, pessoal, precisamos entender o tamanho real do setor de serviços no Brasil. Hoje, ele é a principal força que sustenta a economia brasileira.

Para você ter uma ideia de escala, o PIB do Brasil fechou em 2024 com 11. R trilhõesais, segundo dados do IBGE. E, desse total, mais de 59% vieram do setor de serviços, de acordo com dados do Banco Mundial. Isso significa que aproximadamente 6.9 trilhões de reais da economia brasileira passaram por empresas que prestam serviços em 2024. Ou seja, a gente tá falando da maior engrenagem econômica do país.

E essa força não aparece apenas no PIB. Segundo dados mais recentes de empresas do IBGE, a maior parte dessas empresas ativas no Brasil estão concentradas justamente no setor de serviços. Em termos de emprego, o cenário é o mesmo. A maior parcela da população ocupada no país trabalha em atividades ligadas a esses serviços. Ou seja, é o setor que mais emprega, com o maior número de empresas e que responde pela maior fatia da economia nacional.

Mas tem uma camada dessa história que ninguém tá falando, porque por trás dessa potência econômica existe uma dinâmica financeira silenciosa que define quem realmente captura o dinheiro gerado dentro dessas operações.

Pensa aqui comigo. Uma empresa de contabilidade fatura mensalidade. Uma agência digital recebe contratos recorrentes. Uma clínica médica processa pagamentos todos os dias. Uma empresa de tecnologia opera assinaturas. Em todos esses casos, tem um fluxo financeiro contínuo.

Cobrança, processamento, recebimento, antecipação, crédito, capital de giro, gestão de caixa. Em praticamente todas as etapas, tem o intermediário financeiro. O banco que processa o pagamento, a adquirente que cobra a taxa do cartão, a instituição que antecipa esses recebíveis, o banco que concede o capital de giro, a instituição que remunera ou deixa de remunerar o saldo em conta.

Cada uma dessas operações tem um custo financeiro e é dessa forma que o setor de serviços, mesmo movimentando trilhões de reais, entrega uma parte relevante da sua margem pro sistema financeiro.

Para ficar mais claro, nos bastidores, o dinheiro do setor de serviços percorre um ciclo previsível. O cliente paga, o banco processa e a empresa recebe com desconto. Se precisar de caixa, a empresa vai lá e antecipa com juros. Se precisar crescer, vai lá e toma um crédito. E o ciclo se repete. Em cada etapa, tem uma captura financeira.

Percebe que tem um gap financeiro nessa operação? As empresas, elas geram fluxo, mas elas não tão capturando plenamente o valor financeiro que elas geram.

Mas, para você entender por que isso acontece, antes de ver como isso pode ser invertido, deixa eu te mostrar exatamente como o dinheiro flui dentro de uma empresa de serviços.

Imagina uma empresa de contabilidade com 5.000 clientes ativos. Cada cliente paga, em média, R$ 1.000 por mês. Ou seja, a gente tá falando de 5 milhões de receita recorrente mensal, que dá 60 milhões por ano.

À primeira vista, isso parece apenas um faturamento de serviço, mas vamos olhar para o que realmente tá acontecendo por baixo dessa operação.

Primeiro ponto: o pagamento. Se 70% desses clientes pagam no cartão, tem uma taxa de MDR. Sabe aquela taxa que você paga pra venda feita pela maquininha do cartão? Pois é, isso é o MDR.

Vamos supor que essa taxa de maquininha seja de 2,5% sobre R 3.5 milhões deais processados no cartão, significa que algo em torno de R$ 87.5.000 por mês indo diretamente para adquirrente. E, olha isso, se a gente olhar pro fluxo anual, essa empresa entrega mais de 1 milhão por ano só em taxa de cartão.

Segundo ponto: o prazo de recebimento. Se a empresa não quiser esperar 30 dias para receber, ela faz o quê? Antecipa. E, óbvio, paga uma taxa adicional pela antecipação.

O terceiro ponto é o capital de giro. Se houver descasamento de caixa, a empresa vai lá e toma crédito. E adivinha? Paga spread o bancário pelo crédito também.

O quarto ponto é o saldo parado em conta. Se essa empresa mantém, por exemplo, R$ 4 milhõesais em média parado lá no caixa, esse dinheiro ele tá financiando o banco. Isso porque o banco usa esse dinheiro, que é o floating, que é o dinheiro parado na conta, para operar, para emprestar, para gerar receita. E a empresa muitas vezes recebe zero ou quase zero de remuneração sobre isso.

O quinto ponto são os dados, né? Porque, pensa comigo, essa empresa ela tem informação detalhada sobre faturamento, fluxo de caixa, sazonalidade e saúde financeira de cada um dos seus clientes. Esses dados eles são ouro para uma análise de crédito, mas quem tradicionalmente usa esses dados para oferecer crédito, antecipação e produtos financeiros? O banco.

Você consegue perceber o que tá acontecendo aqui? E todo mês entra dinheiro, sai dinheiro, tem previsibilidade e tem informação estruturada. E, mesmo assim, quem captura a maior parte da monetização desse fluxo são as instituições financeiras.

Mas tem um ponto aqui que ninguém tá percebendo e ninguém tá falando, mas eu vou te falar. Uma empresa de contabilidade, uma agência, uma clínica, uma empresa de tecnologia, todas elas já possuem elementos básicos que um banco precisa. E é exatamente aqui que começa o ponto da virada.

Pensa comigo: e se as empresas de serviço criassem a sua própria infraestrutura financeira e deixassem de perder dinheiro pros bancos e intermediários?

"Mas, Letícia, eu sou uma empresa de contabilidade, de serviço. O que que significa ter uma infraestrutura financeira própria?"

De uma forma muito simples, pessoal, é criar um sistema integrado dentro da própria operação, que permite capturar receita que antes ficavam com os intermediários. Vou te dar um exemplo.

Uma empresa de contabilidade pode oferecer conta digital para os seus clientes, pode estruturar a operação de antecipação de recebíveis deles, pode oferecer crédito com base nos dados que ela já acompanha mensalmente, pode integrar cobrança, cartão corporativo, pagamento de tributo, folha, capital de giro, tudo isso dentro da própria plataforma.

Uma clínica pode estruturar o parcelamento próprio ou soluções financeiras pros pacientes. Uma empresa de tecnologia pode integrar carteira digital e crédito. Aí você pensa numa agência que pode oferecer conta pros creators.

Percebe que o que acontece aqui é basicamente a empresa deixar de ser apenas prestadora de serviço e passar a ser distribuidora natural de serviços financeiros. Isso muda completamente a equação do negócio.

O primeiro benefício, e talvez o principal aqui, sejam as novas fontes de receita, porque a empresa ela pode monetizar essa antecipação, ela pode monetizar esse crédito, ela pode cobrar pelo processamento, pode monetizar serviços financeiros complementares e tudo isso sem precisar se tornar necessariamente uma estrutura gigantesca de um banco convencional.

Isso porque já existem modelos regulatórios e tecnológicos que permitem fazer essa virada de uma forma muito rápida, muito mais barata e simplificada do que criar tudo do zero.

O segundo benefício que você deve ter percebido já é o controle desses dados. Quem controla fluxo financeiro controla comportamento e quem controla comportamento controla risco e oportunidade de crédito.

O terceiro benefício é a retenção. Quantas empresas conseguem reter cliente, que é uma briga dos bancos que não conseguem fazer isso? Quando o cliente passa a usar também a solução financeira da empresa, o custo de troca aumenta muito. Afinal, ela deixa de ser apenas prestadora de serviço e passa a ser uma infraestrutura no cliente.

Agora, eu sei que até aqui a gente falou só de teoria. E falamos de como empresas de serviço movimentam bilhões, mas deixam a camada financeira na mão dos bancos. A gente falou sobre o potencial que essas empresas têm de capturar uma fatia maior do fluxo financeiro que escapa para terceiros.

Mas agora eu quero sair completamente da teoria e te mostrar um projeto real dentre diversos outros que a gente estrutura aqui na Fincale nesse momento. Por questões estratégicas e de segurança, a gente não pode revelar o nome da empresa, mas eu posso abrir a engenharia do que tá sendo construído para eles.

Trata-se basicamente de uma empresa de contabilidade digital com mais de 25.000 clientes ativos. E, antes que você pense que isso só vale para contabilidade, entenda uma coisa: a lógica não é sobre contabilidade, é sobre empresas de serviço que tem base recorrente, que tem dados financeiros organizados e que tem relacionamento já com o seu cliente.

Então, entenda que a empresa é de contabilidade, mas pode servir para qualquer empresa de serviço. Sendo assim, o que você vai ver aqui pode ser aplicado, obviamente, com as devidas adaptações a qualquer empresa de serviço estruturada.

Então, vamos lá.

Primeiro, vamos entender o contexto da empresa. Essa empresa atende mais de 25.000 clientes ativos, majoritariamente micro e pequenas empresas de serviço.

Existe também uma parcela relevante de clientes com faturamento mais robusto, como médicos, consultores, empresas de tecnologia. Mas um dado aqui me chamou muita atenção depois do diagnóstico inicial: o cliente médio fatura cerca de R$ 63.000 por mês, mas quando utilizava o produto financeiro que eles tinham disponível na plataforma, o ticket médio era de aproximadamente R$ 1.000.

Ou seja, a empresa tinha acesso ao cliente, tinha acesso aos dados, mas não participava do fluxo principal do dinheiro. E isso nos leva ao segundo ponto: onde é que tava a dependência bancária?

Antes de qualquer mudança, tinha um produto financeiro disponível no ecossistema deles, que era um link de pagamento. Mas os números mostravam uma coisa muito importante pra gente. O volume transacionado era extremamente instável, tinham momentos de pico, tinham momentos de queda que eram muito significativos.

Além disso, a margem líquida por transação girava em torno de 1%, ou seja, a receita era pouco relevante frente ao esforço operacional. O produto não era estrutural, não estava integrado à rotina do cliente, não era algo recorrente, não criava dependência.

Enquanto isso, o saldo dos clientes ficava nos bancos tradicionais, o crédito era tomado fora da plataforma e o floating era capturado por terceiros. A empresa conhecia o fluxo de caixa dos clientes, mas não capturava nenhuma das camadas financeiras mais relevantes.

Então, foi exatamente aqui que foi a virada.

A partir do diagnóstico feito pelo nosso time de estratégias, nós identificamos as oportunidades que eles deveriam explorar. O primeiro insite foi simples, mas ele foi transformador. Não era sobre melhorar o produto financeiro, era sobre construir uma infraestrutura financeira integrada ao serviço principal.

Então, a estratégia, ela deixou de ser apenas "ah, vende aí um meio de pagamento", passou a ser "controla o fluxo do dinheiro do seu cliente".

Com isso, o novo pilar definido para este caso foi especificamente a conta PJ integrada, mas não como um produto, mais uma conta digital, e sim como uma infraestrutura, porque isso permitiu destravar, em primeiro lugar, a oportunidade mais relevante de todas, que é a captura do dinheiro que dorme nas contas, do saldo que ficava parado nas contas dos clientes.

Ou seja, a empresa já movimentava bilhões na sua operação, mas todo esse volume passava pelo sistema sem gerar qualquer ganho sobre o rendimento desse dinheiro enquanto ele permanecia parado. Ou seja, tinha um fluxo financeiro enorme de bilhões de reais acontecendo, mas o valor do rendimento desse saldo não ficava com a própria empresa e sim com bancos terceiros.

O segundo insite foram os pagamentos de impostos dentro da plataforma, trazendo uso recorrente e obrigatório, porque isso elimina aquela dor de cabeça de conciliação externa e do risco de atraso.

Basicamente, o cliente centraliza toda gestão fiscal e pagamento de guias obrigatórias no mesmo ambiente, transformando uma obrigação burocrática em um ponto de recorrência e de retenção dentro da plataforma. É um botão recorrente que automaticamente faz todo o pagamento e conciliação.

O terceiro ponto foi a reserva automática para tributos, garantindo assim uma previsibilidade financeira. Ao invés de um susto no fim do mês, o sistema já aparta a reserva em tempo real, os valores devidos de cada transação.

Então, essa mecânica, ela blindaria o fluxo de caixa da empresa contra desvios de finalidade e garantia 100% de previsibilidade para pagamento de tributo, oferecendo assim uma tranquilidade pro empresário.

O quarto insite bem relevante foi o crédito vinculado ao faturamento. A concessão de crédito passa a ser totalmente orientada por dados, baseada em histórico de faturamento real da plataforma. Isso permite oferecer crédito de forma instantânea e sob medida.

E aí, claro, com taxas muito mais competitivas do que o mercado tradicional, porque o risco é mitigado pela visibilidade total do fluxo de caixa do cliente.

E, por fim, a otimização da cadeia de pagamentos, elevando a margem transacional em 80%. Então, ao integrar diretamente com o sistema de pagamentos, a empresa eliminaria intermediários e reduziria drasticamente os custos operacionais por transação.

Esse ganho de eficiência se traduz diretamente em uma elevação exponencial da lucratividade, permitindo que a empresa retenha uma parte muito maior do valor que já transaciona.

O pagamento de impostos, inclusive, foi definido como prioridade estratégica. Isso porque imposto não é opcional, é mensal e é uma dor real e cria uma recorrência natural. A lógica mudou ali completamente. Em vez de disputar mercado com adquirentes, com taxas menores, a empresa ela passou a disputar a principalidade financeira do cliente.

Então, veio uma pergunta decisiva: "Será que a conta fecha? Porque são muitos investimentos. Será que vale a pena?"

E aí a gente entrou no campo de viabilidade econômica desse projeto. Toda a estrutura foi modelada em um business plan validado, porque o nosso objetivo não é só trazer ideias pro projeto, é ver se ele para de pé.

Então, dentro de uma projeção de 3 anos que a gente fez, a receita brutal total tá estimada em R.5 milhõesais, enquanto a receita líquida total 15.5 milhões.

Então, para você entender melhor de onde viria essa receita, basicamente a distribuição seria o float, que vem do saldo que dorme nas contas em aproximadamente R.8 milhõesais; da receita de crédito em aproximadamente 5.2 milhõesais; em serviços bancários e transacionais, aproximadamente R 2.3 milhõesais.

Tudo isso com um investimento inicial extremamente controlado antes de investir pesado. De acordo com a nossa análise, a operação deve atingir o break even no 13º mês, ou seja, um ano e um mês, e deve alcançar o payback no 26º mês, em até 2 anos.

Lembrando que projetos como esse são sempre focados no longo prazo e, mesmo assim, eles conseguiram um retorno muito rápido na operação.

Então, de uma forma muito direta, pessoal, isso aqui não é uma aposta, é uma unidade econômica projetada com retorno superior ao custo de capital considerado no cenário.

Então, não é uma aposta que a gente tá fazendo num projeto aleatório. A gente estudou a empresa e ela não tá virando uma fintec, ela tá criando um novo motor de crescimento.

Agora, é importante deixar muito claro: esse tipo de movimento não é simplesmente "ah, eu vou lá, contrato um parceiro de base e ativo a conta digital".

Não, construir uma infraestrutura financeira exige estrutura, governança, modelagem econômica detalhada, clareza sobre risco de crédito e estratégia de principalidade.

Então, não basta ter uma ideia; tem que entender o que faz sentido, o que para de pé, qual é o cronograma de investimentos para eu não ser um voo de galinha.

O maior erro aqui, gente, seria tentar fazer isso sozinho, sem diagnóstico, com hipótese da cabeça, sem modelagem, planejamento financeiro. Ia ser triste no primeiro ano.

A gente já viu centenas de projetos assim falharem, não porque a tese é ruim, mas porque a execução não foi estruturada, não foi planejada. Quando existe engenharia estratégica por trás, o risco ele é totalmente gerenciado, mas sem isso, o risco é exponencial.

E esse talvez seja o maior aprendizado do case.

Agora, se você chegou até aqui, você deve estar se perguntando: "Mas será que isso faz sentido pra minha empresa, mesmo não sendo uma contabilidade ou de qualquer outro segmento?"

Porque entender a tese é uma coisa; saber se o modelo específico, o seu volume, o seu ticket, a sua recorrência, o seu fluxo de caixa, saber se ele sustenta uma infraestrutura própria é uma coisa completamente diferente. E é exatamente aqui que a maioria das empresas erra: elas se empolgam com o conceito ou até mesmo descartam a ideia rápido demais, sem se aprofundar nas oportunidades.

Isso porque nem toda empresa deveria estruturar uma plataforma financeira, mas toda empresa deveria pelo menos diagnosticar se existe fluxo de dinheiro não capturado dentro do próprio negócio. Imagina, você acorda e descobre que tem uma margem que você não tá olhando aqui na sua operação. Pois é.

E é por isso que a gente criou uma ferramenta gratuita de diagnóstico de oportunidade financeira. Essa plataforma, ela vai ajudar você a entender de uma forma muito simples e objetiva se tem espaço real para criar uma nova camada de receita no seu negócio, quais são as alavancas que fazem ou não sentido pro seu modelo e se a conta fecha antes de qualquer investimento inicial.

Isso é premissa para você, empresário. É o mesmo ponto de partida que a gente usou antes de estruturar qualquer projeto, inclusive é o que utilizamos para estruturar o projeto do case que eu apresentei para você aqui nesse vídeo.

Se você quiser acessar, o link tá na descrição e no comentário fixado. A ferramenta é gratuita e serve justamente para te dar clareza antes de tomar qualquer decisão.

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Eu te vejo no próximo vídeo e até logo.