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Aula 09 - Anatomia Vascular da Face [ Carótida Externa ]

Dr. Alan Ardisson1:03:06

Transcription

E aí, pessoal! Tudo bem? Vamos lá, mais um bate-papo sobre anatomia vascular. Dessa vez, a gente vai falar sobre a carótida externa, a principal responsável pela vascularização da nossa face.

Bom, nosso bate-papo ainda discorreu sobre lá no início, onde tudo começa no arco da aorta. Passamos ali pela carótida comum, falamos de bainha carotídea e chegamos lá na bifurcação carotídea, onde ela se divide em artéria carótida externa e interna. Falamos sobre a interna e agora nós vamos bater um papo sobre a externa. Então, vamos voltar lá na bifurcação e vamos agora tomar um caminho diferente. Agora nós vamos subir em direção à face, certo?

Bom, e aquela dica que eu dei para você, ela se aplica bastante aqui. Se eu tô na bifurcação carotídea, tô vendo uma externa e uma interna, como que eu diferencio rapidamente? Qual é a externa? Pelas ramificações. Se tem ramificações logo na bifurcação, certamente é a interna. Ok? Se não tem ramificações logo na bifurcação, é a carótida interna. Então, a carótida externa, ela já vai apresentar três ramificações para a gente: artéria tireóidea superior, lingual e artéria facial. Essas três artérias são ramificações que nós chamamos de ramificações anteriores da artéria carótida externa. Anteriores, que são ramificações que estão direcionando para o interior, para a face.

Em conjunto com essas três ramificações anteriores, logo após elas, na verdade, nós temos outras três ramificações que são póstero-mediais. Como assim? Três ramificações que vão para trás (posterior) e por dentro. Que são as artérias faríngea ascendente, artéria occipital e artéria auricular posterior. E, por fim, nós temos a artéria maxilar e a artéria temporal superficial. Professor, o quanto nome! Lógico que eu não vou lembrar isso tudo. Vai sim! A gente vai destrinchando parte por parte para você conseguir entender a aplicabilidade clínica e a importância de cada uma dessas artérias, tá certo?

Então, vamos lá. Vamos começando por esses ramos anteriores. Que sejamos anteriores? Foi o que eu falei para vocês: são a artéria tireóidea superior, que essa primeira aqui, e vai vascularizar nossa glândula tireoide; a artéria lingual; e a artéria facial. Essas três artérias são ramificações. Vamos lá: tireóidea superior, lingual e facial, que vem para cá, faz uma voltinha e sobe pela face. E dessas três, a única que a gente não vai se aprofundar muito é a artéria tireóidea superior. A lingual e a facial, nós vamos ver todos os detalhes dela. Beleza? Essa primeira porção da artéria carótida externa, onde nós vamos ter essas três ramificações, mas costumamos chamar de tronco tireolinguofacial. Em algum momento, numa prova, você vai ver escrito sobre o tronco tireolinguofacial da artéria carótida externa. Não viaja, não fica boiando, é esse iníciozinho aí que a gente tem essas três ramificações: tireóidea superior, lingual e facial. Chama-se tronco tireolinguofacial, tá certo? Beleza.

Então, essas três primeiros ramificações anteriores da carótida externa. E essas três ramificações anteriores, como eu falei para você, a tireóidea superior, a lingual e a facial, nós vamos destrinchar cada raminho, porque são muito importantes para a gente. Oi, beleza.

A faríngea ascendente, a occipital e a auricular posterior são esses três ramos póstero-mediais. Mas não vamos entrar com afundo, porque foge um pouco da área de atuação do cirurgião maxilo-facial, o cirurgião-dentista. E o rumo dela é posterior, é para faringe, mas é por uma região bem distante da nossa zona de trabalho. É para o hospital, bem distante das nossas zonas de trabalho. E a auricular posterior, bem distante também da nossa zona de trabalho. Então, as póstero-mediais, a gente também vai passar rápido, a gente não vai adentrar muito, porque é uma outra área de atuação.

Agora, artéria maxilar, que essa aqui é fundamental para a gente. Vamos destrinchar. E artéria temporal superficial, também vamos destrinchar. Toda a vascularização da face, nós vamos passar bem metodicamente. Beleza?

Vamos lá. Só para vocês poderem perguntar, para vocês poderem não precisar ficar anotando. Experimentem! Já tem aí separadinho: anteriores, póstero-medial e os dois ramos terminais. Beleza? Dá um print, salva aí, que você já tem isso tabelado para você, sem precisar ficar outra. Tá bom?

Então, vamos começar. Oi, tá bom? Aquecimento. Vamos partir para a artéria lingual. Logo de cara, mas ela é lingual. Ela é o segundo ramo da carótida externa. Beleza? Tireóidea superior, lingual. Ela faz parte daquele tronco tireolinguofacial.

Artéria lingual, ela vai possuir alguns caminhos que são bem importantes. E já deixei três deles estão inscritos aqui para você. E vamos entender. Primeiramente, ramos dorsais da língua. Ramos dorsais da língua, nada mais justo do que eles irem para o dorso da língua. Eles vão para a parte de cima da língua. Então, eu posso dizer que os ramos dorsais da língua vascularizam a mucosa do dorso da língua. Essa função principal dela. Professor, mas eu vi que a artéria X, Y, Z, além de vascularizar o que você falou, vasculariza mais aquilo, aquilo outro. Sim, mas a gente vai se manter aqui as funções principais de cada artéria. Você conseguir memorizar isso muito bem, você conseguir sintetizar o conhecimento. Então, função principal da artéria dorsal da língua é vascularizar a mucosa do dorso da língua. O senhor chama de artéria dorsal da língua, chama de ramo dorsal da língua. É diferente? Só preciso que você entenda que os ramos dorsais da língua, artéria dorsal da língua, é um ramo da nossa artéria lingual, artéria facial, como se fosse a árvore mesmo, as suas ramificações. Dorsal da língua é um ramo da artéria lingual, que é um ramo da carótida externa, e é um ramo da carótida comum. Você vai seguindo as ramificações até chegar, de fato, lá no coração. Várias ramificações, tá bom?

É do dorso da língua, as flores, o dorso da língua. Artéria profunda da língua. Ela vai ser responsável principalmente por vascularizar os músculos que estão dentro da língua, que nós vamos ver na aula de bucofaringe, tá? Na aula de anatomia, principalmente a cavidade oral, nós vamos falar dos músculos intrínsecos da língua. Algo intrínseco é o que está dentro. Então, ela é a artéria profunda da língua. Então, não vai mais ter televisão que está dentro das línguas, que está dentro da língua são os músculos intrínsecos da língua. Então, já temos uma artéria que vasculariza a mucosa do dorso. Oi. E o martelo aqui, mas vasculariza o que está dentro da língua.

A artéria sublingual, ela vai ser responsável por vascularizar o que está abaixo dali. Ou seja, a glândula sublingual, que é uma glândula salivar, e o assoalho da boca. Recapitulando: uma artéria que vasculariza o dorso da língua, uma artéria que vasculariza o que está dentro da língua, a profunda, e uma artéria que vasculariza o que está abaixo da língua, a sublingual. Fez ainda sim? E mais uma ramificação. Essa aqui é uma imagem diferente, tá mostrando a mesma coisa. Do dorso da língua, vão vir até o dorso. E a sublingual, que vai abaixo da língua, vasculariza o soalho, a glândula sublingual. E a profunda da língua, que vai penetrar na língua, vascularizar o músculo. E o excluído em pendência. Além dessas, eu tenho artéria supra-hióidea, ramos supra-hióideos. Final da mais são do que pequenos ramos da artéria lingual e vão até alguns músculos supra-hióideos. Firmeza? Principalmente o digástrico. A dar-te lingual é isso que eu preciso que você saia. Essas quatro ramificações: só sai da língua, dorso, fundo da língua, para dentro da língua, o músculo intrínseco. Sublingual, glândula sublingual, soalho da boca. E o fim, supra-hióideo, que vai vascularizar alguns músculos supra-hióideos.

A artéria facial é a principal responsável pela vascularização da face. E nós vamos dividir ela em dois segmentos: a porção mais baixa, que nós chamamos de porção cervical da artéria facial, e a porção mais alta, que nós chamamos de porção facial da artéria facial. E não é uma artéria facial que é dividida em duas regiões, uma mais baixa e uma mais alta. Artéria facial tem como seus primeiros ramos que são os ramos cervicais: artéria palatina ascendente. Palatina, ela precisa chegar no palato. Só que o palato é aqui em cima. Então, ela precisa ascender. Ela vai subir até chegar ao palato mole para vascularizar o palato mole. E os ramos tonsilares. Já gente já vai ver o que são tonsilas. Ramos tonsilares são ramos que chegam até a nossa glândula, a glândula submandibular. Professora, você já falou de uma artéria que vasculariza glândula? A sublingual vasculariza a glândula sublingual. Os ramos glandulares da artéria facial vascularizam a nossa glândula submandibular. E para fechar, nós temos aqui a nossa ramificação final, né? Os ramos submentuais ou ramo submentual. Nós vamos subir mental, ele chega por baixo do mento e vasculariza alguns músculos que estão naquela região, o próprio músculo mentual. Bom, então assim, a gente fecha os quatro ramos cervicais da artéria facial. Os quatro ramos estão na parte de baixo da artéria facial, sendo que esses tonsilares são responsáveis por vascularizar com a Sila palatina, que são tonsilas. Solo aerado de tecido linfoide. E que é um, oi gente, é um tecido aqui para defesa. São células de defesa. E eu tenho tonsila aqui, aqui e aqui. Tonsilas faríngea, conhecida popularmente como adenoide. Tonsilas palatina, conhecida popularmente como amígdala. E tonsila lingual, fica bem lá na base da língua. Cuidado que o pessoal às vezes acha que as amígdalas são consideradas de linguagem. Não, amígdala é a tonsila palatina. É aquela que a gente vê, quando abre a boca no espelho, vira e mexe, tá inflamada. Antigamente, tinha-se a cultura de remover com frequência as tonsilas palatinas, tonsilas faríngeas. Hoje, só sabe que já tem uma importância. Ela fica bem na porta de entrada das nossas vias aéreas superiores, combatendo micro-organismos que, porventura, vão entrar no nosso organismo. Escolhi de prontidão na porta de entrada. Como você tem uma faringite, quando você tem uma amigdalite, é sinal de que ela foi efetiva, de que ela bloqueou a entrada de um micro-organismo. Ele parou ali, o que poderia ter seguido para suas vias aéreas superiores, por exemplo. Ah, beleza. Então, sim, elas têm uma importância. Tem momentos que precisam ser removidas, mas não inadvertidamente, não com tanta frequência, ou era feito mais antigamente, né?

E ao fecharmos esses quatro ramos cervicais: tonsilares, palatino ascendente, submentual e, por fim, glandular, lembrando que glandulares vão para glândula submandibular. Ramos cervicais, ainda da mesma artéria facial. Os ramos cervicais são labial inferior e labial superior. São duas artérias. São responsáveis por vascularizar seus respectivos lados. Aí o nome vai ajudar bastante a gente, né? Labial inferior vasculariza o lábio inferior. Labial superior vasculariza o lábio superior. É muito comum em lesões de lábio, você ter um sangramento oriundo da labial superior ou inferior, dependendo de onde a gente encontra a lesão. Então, feridas, lesões abertas, feridas corto-contusas, por exemplo, de lábio, com frequência nós temos um sangramento dessa artéria. Professor, tá sangrando. O que que eu falo? E vamos chegar lá.

E além do labial superior e inferior, nós temos a nasal lateral e angular. Nós vamos ver melhor. A nasal lateral é uma artéria bem fininha que sobe aqui, paralelo à entrada da fossa nasal. E a angular, que chega correto, próxima ao ângulo interno do olho. Por isso que a artéria angular. Olha, com ela vai se encontrar a artéria oftálmica, que vem lá da carótida interna. É isso aqui, pessoal, é só para representar que a nossa face é muito vascularizada. Diz que é só um detalhe para mostrar que uma parte da carótida externa, afinal, artéria facial, ramos da carótida externa, está se encontrando com uma parte da carótida interna, afinal, artéria oftálmica, ramos da carótida interna. Quando o pessoal fala que a face é muito vascularizada, é isso que eles querem dizer. Vários ramos que se encontram em vários momentos.

Se você já vão ver uma imagem que ilustra bem isso. Vamos chegar lá. É só para separar para você: artéria facial. Então, ramos cervicais e ramos faciais. Beleza. Quatro ramos faciais, quatro ramos cervicais. Tenta aí. Deixa eu me ajeitar aqui. Dá uma penteada no cabelo para sair legal na sua frente. É for postar, sua cliente me marca lá para poder responder e repostar. Beleza. Tira uma print. Show de bola. Então, vamos lá. Guarda ela com carinho aí, porque é sempre bom você ter isso de maneira acessível.

A vascularização real da face. Assim, apesar de dividirmos bem cada ramo, explicar didaticamente muito bem cada ramo, é assim a vascularização da face. Então, quando a gente fala que a face é muito vascularizada, é por isso. Porque os ramos se encontram de um lado para o outro, de cima com debaixo, de dentro com de fora, e faz um enovelado absurdo de capilares. Então, tem uma troca e tem um encontro de várias artérias. Quando uma artéria se encontra a outra, a gente diz que acontece uma anastomose. Beleza? Então, se você escutar esse tema, anastomose, em anastomose, é um encontro de vasos diferentes. A face, por exemplo, aqui, quando eu mostrei para vocês, estou dizendo que a artéria angular, vamos lá, facial, ela está se anastomosando com a artéria oftálmica. Elas estão se encontrando, se juntam. Beleza?

Um bom chá. Ou até essa imagem aqui, além de ser para ilustrar que a face é extremamente vascularizada, é para dizer que, para vocês, que, por exemplo, fazer uma cirurgia e eu encontro aqui, olha, artéria facial subindo aqui, ela vai poder na bochecha, sobe mais. Bora. Encontra uma cirurgia, uma artéria facial, eu preciso desligar essa técnica, ligar essa artéria, amarrar. Portal suplemento dessa artéria. Nossa, vai, vai, vai necrosar metade da face. Não, porque lembre dessa figura. Eu posso ligar uma artéria da face, se eu tiver um procedimento cirúrgico e ela estiver sangrando, e eu não vou ter nenhum problema ou falta de suprimento sanguíneo para aquela região, porque a face é hipervascularizada. É por isso que sangra muito quando você tem uma ferida em face, tá certo?

O que é uma ilustração de um exame, uma angiotomografia, uma angiorradiografia dentária. Esse exame ele mostra para a gente a boa parte das artérias que a gente vem estudando. Tá? Acho que a gente deu atenção aqui na bifurcação carotídea, carótida interna, carótida externa. Ah, beleza. Eu gostaria que vocês atentassem aqui a nossa artéria facial subindo. Se você colocar aqui no exame de verdade, nós vamos ver exatamente a mesma coisa. Bifurcação carotídea, carótida interna. Na altura da bifurcação, olha como é que é mais larguinha aqui, lembra do seio carotídeo. Aqui na bifurcação, que eu tenho na externa, uma ramificação, duas ramificações, três ramificações. Tronco tireolinguofacial, tireóidea superior, lingual, facial. Acompanhando a facial, eu vendo que ela sobe aqui, ó, e sobe pela face, assim como nós vimos nossa ilustração. Ah, beleza.

Vamos lá. Seguindo. Então, nós vimos os ramos anteriores, os três: tireóidea superior, que nós não confundimos, lingual e facial, que nós aprofundamos. Ramos póstero-medial, mas só passamos por ele, mas nós não vamos abordar de maneira profunda, eles porque fogem da nossa área de atuação. Então, nós vamos agora partir direto. Vamos terminar. Vamos para a artéria temporal superficial e depois para a artéria maxilar.

Artéria temporal superficial, e ela está presente na região temporal, mas de maneira superficial, como o nome indica. O que que eu tô falando isso? Porque ela, apesar de estar na região temporal, ela não vasculariza, por exemplo, o músculo temporal. Outra artéria vai fazer esse papel. Então, é só superficial mesmo. É aquela artéria que quando você vê um atleta, um jogador de futebol, que tem a presença da cabeça mais raspada, você vai ver ela bem marcada. E ela é bem superficial. Beleza? Que eu vou ter a artéria transversa da face. Esses são ramos da artéria temporal superficial. Artéria transversa da face, artéria frontal e parietal. De novo, transversa da face, frontal e parietal. Professor, então a temporal superficial tem só esses três ramos? Facial, transversa, frontal e parietal? E vai vascularizar só da pele da região temporal? Quase isso. Só um raminho aqui que a gente chama de zigomático-orbital. E a me esquecendo de marcar ele. Então, são quatro ramos: facial, transversa, a frontal, a parietal e zigomático-orbital. Guerra sozinho aqui. Ah, beleza. Esses quatro ramos formam a nossa artéria. Olha como que ela não tá marcada aqui. Tá? Esses quatro ramos formam a nossa artéria temporal superficial.

Tô falando de hemostasia. Hemostasia, hemo é sangue, stase é parar, conter. Quando eu falo que vou fazer uma hemostasia, eu tô falando de conter o sangramento. Anatomia falando. Vamos lá. Passei. A gente tem uma fratura de mandíbula. Vou fazer um acesso submandibular. Vou passar pela pele, próximo plano anatômico, vai ser o platisma. Abaixo do platisma, eu caio direto na camada superficial da fáscia cervical profunda. Nossa, viajei. Vamos ter um bate-papo sobre acessos cirúrgicos. A gente vai falar de acesso cirúrgico. Mas não é esse o tema. Agora, o que eu preciso que vocês saibam é que em algum momento do meu acesso, provavelmente eu vou encontrar algumas artérias. No caso desse acesso submandibular, artéria que eu vou encontrar? Provavelmente vou encontrar a artéria e a veia facial. A artéria e a veia facial. E elas podem ser ligadas? Como assim? Posso amarrar ela e cortar? Aquela não-ficção grana no meu campo? É só falar, é fácil. Tentar e trabalhando. E se romper, e ela aí sim, eu vou lá e aprisiono e amarrar. Não é melhor eu já aprisionar ela, amarrar e cortar logo? Porque quando eu faço um rompimento dessa artéria, ela empolga e ela vai lá dentro e fica sangrando lá dentro. Então, é mais fácil já de cara pegar, amarrar, cortar para ela não ficar no meio do meu caminho, no meio do meu acesso. Se eu esperar acontecer uma lesão, ela se romper, ela vai empolgar lá para dentro, vai ficar sangrando lá dentro, vai ser muito mais difícil de eu conseguir fazer hemostasia. É a profissão. Mais como que é feito isso? Vou mostrar para você. Já estão no acesso cirúrgico que a gente vai fazer. Chama-se ao Pai, ou acesso pré-auricular com extensão temporal. Ah, tá. Que que isso tem a ver com a aula de vascularização? Esse acesso, ele é para articulação temporomandibular. Esse paciente manque, eu preciso mais deles. Articulação dele. Se essa fosse só aqui assim, ó, marcado em vermelho, e concordam que eu ia ter muito pouca amplitude? Não ia conseguir rebater muito pouco. Eu não ia conseguir puxar lá isso aqui para cá para abrir, ver toda a articulação. Eu ia ficar trabalhando no espacinho pequenininho. Então, faça uma incisão relaxante para poder rebater, para eu poder abrir. A pergunta é: eu faço essa incisão relaxante assim? E o que que eu faço? Ela correndo aqui para cima assim, ó. É um esse desenho para cima é o que eu quero fugir. E as artérias mais calibrosas. Eu quero fugir da artéria temporal superficial quando ela tá muito calibrosa. Ainda eu quero passar com meu acesso. Uma de artéria tá mais fininha e não vai ter um sangramento tão exponencial. Então, a gente faz essa extensão temporal subindo para fugir dos ramos mais calibrosos da artéria temporal superficial. Ah, beleza. Professor, mais rompeu. O que que essa tal ligadura da artéria? É você ir lá clampear ela com uma pinça hemostática, cabeça própria para você aprender rolar e amarrar. Esse lado aqui ele não fique sangrando no seu campo operatório. Ah, e quando que a gente usa isso, professor? Vocês caso aqui, por exemplo, era um acesso gel K. A artéria estava sangrando, estava me atrapalhando. Então, não aprisionei artéria, eu fiz ali a ligadura. Ela, a beleza. Pronto. Artéria estava sangrando, estava me atrapalhando. Lamento no campo. E aí agora ela está ligada. Agora ela não sangra mais no meu campo operatório. Mesa. Isso que eu queria mostrar para vocês que a gente não tem problema com perda da vascularização na face. É muito difícil você ter um comprometimento vascular na face. Tá? Quando você faz uma ligadura em uma artéria ou de outra artéria, você acaba tendo suprimento sanguíneo vindo de outras direções. Estica a face é hipervascularizada. Tô falando por fim. Já anatomia vascular da até a artéria maxilar. E o que que a artéria maxilar fica por fim? Era mais importante. A mais importante artéria tem a sua importância, mas a maxilar é que mais cai em prova, impulsionar assim, perguntas no geral, prova de residência. Por que que a maxilar que mais cai? É só vasculariza. Vou ver aqui. Que que ela mais vasculariza? Dura-máter? Era uma, duas. Lá, professor. E falou que artéria maxilar é um ramo da carótida externa. E a carótida externa vasculariza um grande parte a face. Exatamente. Artéria maxilar vai vascularizar a face, mas tem um raminho logo e vai lá para dentro do crânio. A gente já vai ver a dura-máter. Estruturas profundas da face. Me falado. É uma parte da cavidade nasal. Mandíbula. Olha só. Mandíbula é uma aula inteira. Nós maxila, outra aula inteira. Nós dente, área de atuação infinita do cirurgião-dentista. Músculos da mastigação, outra aula. Nos ATM, outra aula. Nossa, só nessa brincadeira, artéria maxilar vasculariza algumas quatro aulas nossa. E ela vai vascularizar aproximadamente 80, 90% da nossa área de atuação. Então, artéria maxilar é extremamente importante para odontologia. Se ela vai vascularizar quase tudo que a gente trabalha. Ah, beleza. Então, vamos entender como que funciona essa fera aí. Nossa, professor, já tá saindo fumaça da minha cabeça. Antes você começar a me explicar. Fica tranquilo. Pausa o vídeo. Sério. Uma água, tomo ar e volta com a mente limpa. É a minha missão com você é fazer você entender isso aqui a ponto de você saber fazer esse desenho da professor do vidro em verdade. Neide, você ter a mente limpa, tranquila e descansada. Ah, tá certo. Eu quero que você saiba. Oi, boa tarde. Todos os melhores aí. E dizer o que cada ramo desse vai vascularizar. O que é isso, professor? Eu vou conseguir fazer isso. Só depende de você. Eu tenho certeza que você que vai entrar tranquilo na sua cabeça. Agora, se isso vai em cima do dia na sua cabeça, é contigo. Ah, beleza. Então, concentra. Desliga do mundo externo aí. Sai do Instagram, para de fofocar a vida dos outros e foca na artéria maxilar. Vamos lá. Como que a gente vai aprender isso aqui? Primeiro de tudo, eu vou separar ela para você em três partes, que é como a literatura separa. Uma parte, duas, faz. Segunda parte, terceira parte. E essa divisão não é mérito o meu. Ah, isso aí é mérito da literatura. A literatura que divide em três partes. E cada parte tem seu nome. A primeira parte, nós chamamos de parte mandibular da artéria maxilar. Como que a gente vai ver isso aqui? Presta atenção. Coloquei esse desenho aqui. Tá? Esse desenho ele tá tudo em espanhol. Não anota nada que tá nele. Que eu vou usar ele só de ilustração para a gente, tá certo? Esses nomes que estão aqui, ignore. Está em espanhol. Eu vou simplesmente utilizar como um apoio, um suporte para a gente entender de maneira bem fácil essa artéria. Fechado? Não se preocupe. Até o final de cada porção, tem o nome direitinho e a função. Bom, então, largo o lápis e se concentra só em ouvir o que eu vou te falar. No final, você pausa e anota, ou você tira print. Tá combinado? Filme da serra. Olha só. Primeira porção é porção mandibular. Concentrou. Por que que é a porção mandibular? E ela tá aqui, ó. Deixa eu dividir rapidinho essa artéria maxilar em uma porção, segunda porção, terceira porção. Um, dois, três. A primeira porção. Consegue ver que ela tá na altura e no côndilo mandibular? E ela tá atrás do côndilo mandibular. É por isso que quando nós fazemos uma intervenção na ATM, seja uma cirurgia por vídeo, uma cirurgia aberta, estamos muito cuidado, porque a gente sabe que atrás do côndilo, nós temos uma artéria bem calibrosa, que é a artéria maxilar. E o sangramento dela é difícil de conter. Se chegar ali, ligar artéria maxilar, igual eu fiz na temporal superficial, que tá ali, fácil acesso. Até maxilar, acho que profunda, é difícil você chegar nela para fazer uma ligadura. Então, sangramento dela é bem difícil de você conter, por conta da dificuldade do acesso. Primeira porção, porção mandibular, que está atrás do côndilo mandibular. Que que nós temos nessa primeira porção? Primeiro de tudo, eu tenho duas artérias que estão indo para cima e para trás. Para cima e para trás. O que eu tenho para cima? Deixa eu apagar aqui. E eu tenho, para cima e para trás. E, para cima e para trás, eu vou ter a entrada do conduto auditivo e a ATM. Oi, beleza. Bom, então vamos lá. Duas artérias estão indo para cima e para trás. Uma vai para o conduto auditivo e a outra vai para a ATM. Esses nomes aqui, beleza? Já vou mostrar. Show de bola. Além dessas duas que vão para cima e para trás, para a membrana do tímpano e para a ATM, eu tenho mais o quê? Eu tenho mais duas que estão subindo e penetrando no crânio. Tô entrando no crânio para vascularizar as meninges. A primeira porção: duas artérias que vão para cima e para trás, para a membrana do tímpano e ATM. Duas artérias que sobem e penetram no crânio, novas regularizar as meninges. E o show. Beleza. E eu tenho uma única ramificação que desce, que vai para baixo, que é alveolar inferior. Vamos lá. Primeira porção: duas artérias que vão para cima e para trás, auricular profunda e timpânica. Atimpanico é para membrana do tímpano. Auricular profunda vai vascularizar a ATM. Ah, beleza. Duas artérias que sobem e penetram no crânio: uma meníngea média e uma meníngea acessória. E vão vascularizar a dura-máter. Ninja média, já ouvi esse nome. E é aquela mesma meníngea média? É aquela artéria que sobe, penetra no crânio pelo forame espinhoso e vai subindo, coladinha no cérebro. Lembrou? Pois é, é aqui e ela nasce aqui, que ela se origina, que ela começa na artéria maxilar. Duas artérias que sobem e vão para posterior: auricular profundo, timpânica, a membrana do tímpano e a ATM. Duas artérias que sobem, penetram no crânio para vascularizar a dura-máter: meníngea média e meninge acessória. E o martelo que desce? Alveolar inferior, para vascularizar dente, mandíbula, músculo milo-hióideo e mento. Oi, professor, a porção alveolar inferior é uma fácil? É que estou indo me expliquei o meu lábio inferior? Bom, vamos lá que eu vou te explicar. Olha aqui. Vamos aproximar que vamos ver o seguinte. Primeira porção da artéria lá, que é a porção mandibular. É o ramo que está descendo. Essa aqui, alveolar inferior. Presta atenção comigo. Ela desce. É o único que desce na primeira porção. O que penetra na mandíbula? Lembra do canal mandibular? Bom, então lembra que eu digo para você lá na aula de mandíbula: penetra o feixe vasculonervoso alveolar inferior. Que que é isso? Olha o nervo alveolar inferior penetrando aqui. Olha a artéria alveolar inferior penetrando junto. E tem uma veia também. Essa aqui é uma ilustração de artéria e veia alveolar inferior também. Eletro LG para trazer de volta isso aí. Tá chegando lá. Vamos aqui. Artéria alveolar inferior penetrou na mandíbula e ela vem vascularizando o osso da mandíbula. Enquanto ela está passando por dentro da mãe, você já sabe que ela estava atualizando o osso. A mesa, além do osso, ela vem passando por dentro do canal mandibular e vem vascularizando os dentes também. Então, essa técnica responsável por vascularizar o osso mandíbula, os dentes, tudo bem da serra. E ela vem chegando, vem chegando aqui, e ela vai até os dentes incisivos, vai até a frente. Ah, beleza. De novo, artéria alveolar inferior penetra no canal mandibular e vem, vem, vem, vascularizando a mandíbula, os dentes, todos os dentes daquele lado, todos os dentes inferiores daquele lado. E na altura do forame mentual, ela emite um ramo. E esse ramo é artéria mentual. Só não tem já uma artéria que era lá da face, o casamento ao também está confundindo minha cabeça. Não, artéria facial. Olha lá, com a cortadinho aqui, ó. Ela tem um ramo submentual. É contra um até esse é o ramo mentual. Artéria mentual é ramo da alveolar inferior. Ah, beleza. Ela chega até essa região para vascularizar o meu. Ah, beleza. Olha só, pessoal. Não se perde. Inferior penetra na mandíbula, vasculariza o osso, vasculariza os dentes. E emite um rabinho chamado mentual, que vasculariza o mento. E antes da alveolar inferior penetrar na mandíbula, ela tem um ramo chamado artéria milo-hióidea, que ela vai descendo até o músculo milo-hióideo para vascularizar ele. Essa artéria é melhor ainda. A quem tá com a aula de mandíbula desfiada aí, lembra? Sulco milo-hióideo. Essa é a artéria que te apoia no sulco milo-hióideo da mandíbula. Quem está começando a pegar baixos outras peças nas outras aulas para poder trazer, para poder sintetizar o conhecimento. E o beleza. Entendemos a primeira porção. Duas que sobem e vão na posterior, as duas que sobem, penetram no crânio, e uma vai para baixo, que é alveolar inferior, vasculariza os dentes, o osso da mandíbula, o mento e aquele raminho antes dela penetrar, vasculariza o músculo milo-hióideo.

A segunda porção. Lembra que aqui está em espanhol? Nada disso. Depois eu vou mostrar o nome direitinho. Segunda porção chama-se porção pterigóidea. A porção pterigóidea, ela é mais fácil. É porque ela tem uma sete. Ela mais vasculariza os músculos da mastigação. É mais termocal. Simples assim. Com cinto assim. Ela vasculariza os músculos da mastigação, mais a artéria bucal. Aqui está faltando um raminho. Eu vou desenhar na mão aqui para vocês. Cheio de desenhar de vir aqui, ó. Uma menina aqui no meio. O sol. E eu vou ter duas artérias temporais profundas, uma posterior e uma anterior. Essas artérias temporais, elas vascularizam o músculo temporal. Por isso que eu falei, não é a temporal superficial. Temporal superficial vasculariza só pele dessa região. Quem vasculariza o músculo temporal? Quem vasculariza os músculos da mastigação é a segunda porção da artéria maxilar. Dá um beleza. Músculos temporais. E essa primeira aqui chama-se artéria pterigóidea medial. E essa pequenininha aqui, artéria pterigóidea lateral. Bom, vasculariza os respectivos músculos pterigóideo medial e lateral. Bactéria masseterica, a artéria sete. E aí fechou os músculos da mastigação. De novo: temporal profunda, posterior e anterior, vasculariza o músculo temporal. Pterigóideo medial e lateral, músculos pterigóideos. Masseterica, a artéria sete. E a artéria bucal, vasculariza o músculo bucinador. Só a segunda porção. É uma sete. Temporal profundo, anterior e posterior, músculo temporal. Pterigóideo medial e lateral, músculos pterigóideos. Masseterica, a artéria sete. E artéria bucal, músculo bucinador. A segunda porção é suave. Beleza.

Terceira e última porção. E sim, a mais complicada. Mas essa é agora para encerrar. Terceira porção chama-se porção pterigopalatina. E o que ela já está dentro daquela fossa pterigopalatina que a gente vai fazer. E nessa aqui não dá para ver quem sobe, quem desce direito, e é mais embolado. Então, nós vamos aqui, ó, rodando nesse sentido aqui, a falar primeiro dessa artéria. Pois é, essa beleza. Lembrem-se de não anotar esses nomes. Logo depois eu vou dar os nomes direitinho para você. É a primeira artéria, você já conhece. Chama-se artéria alveolar superior posterior. Aquela artéria que penetra ali perto do túber da maxila. Alveolar ou bela dentário superior, arco de cima, exterior. Entra lá atrás. Alveolar superior posterior. Oi, gente, já vai falar bem sobre ela. A artéria infra-orbitária. Você já conhece também. A infra-orbitária, ela vem pelo soalho da órbita, penetra no canal infra-orbitário, no forame infra-orbitário, para baixo, vascularizar a região anterior da nossa face. Que eu acho que está escrito aqui, ramo terminal. Isso é espanhol. Nós chamamos de artéria esfenopalatina. Deixa um aí. Você tiver anotando, eu vou destrinchar ela já com você, porque ela tem uma peculiaridade importante. Em breve, Diana também. Não esquece esse nome, tá? Essa é a artéria do canal pterigóideo. On, tanto artéria do canal pterigóideo quanto artéria faríngea. Essas duas aqui, ó, elas vão juntas vascularizar a faringe. E aí mata dois em uma. Artéria do canal pterigóideo e artéria faríngea vão vascularizar a faringe. E por fim, a palatina descendente. Também já vou explicar. Não pega os nomes aí. Alveolar superior posterior e vai vascularizar a maxila, alguns dentes superiores, principalmente os posteriores. Ah, beleza. E mucosa gengival e da região posterior da maxila. Pessoa, não estou visualizando esse legal. Na aula de inervação, você vai visualizar esse bem separadinho. Alveolar superior posterior vasculariza principalmente a região posterior da maxila e os dentes posteriores. O infraorbital passa no assoalho da órbita e vasculariza a região anterior da face. E palatina descendente, já vou falar. Artéria do canal pterigóideo e artéria faríngea, um beijo, vão em conjunto para faringe. E isso é uma palatina. Já vou mostrar para você lá. O que eu tenho aqui? Primeiro de tudo, eu tenho artéria esfenopalatina. Lembra? E essa região aqui? O que são as placas pterigóideas do esfenóide? Lembra? O que as artérias se chama esfenopalatina? Porque ela vem aqui de próximo ao esfenóide e vem cruzando a cavidade nasal até chegar ao paladar. Esfeno-palatina. E qual é a responsabilidade dela? O inicialmente é esse trajeto. Ela vai vascularizar a cavidade nasal. Sozinha? Não. Eu tenho outros dois caminhos aqui, ó, que vascularizam também a cavidade nasal. Vou deixar você pensando em quem são esses dois raminhos. E, você como é que eu vou saber quem são esses dois? Minha, você sabe. Você sabe que está guardado lá. Um, mas você sabe se você raciocinar, você vai lembrar quem são. E quando você pensa, vamos falando aqui do restante. Eu espero palatina vasculariza a cavidade nasal com esses dois caminhos aqui. E vamos dar continuidade. Eu acho que o palatino, ela vem descendo, descendo, descendo e chega em um determinado ponto aqui, que é o forame incisivo. E ela passa a se chamar artéria nasopalatina. Naso-palatino. Bom, então, recapitulando: esfenopalatina vem cruzando toda a cavidade nasal e vasculariza a cavidade nasal. Quando ela chega no forame incisivo, ela troca de nome. Ela deixa de ser esfenopalatina para ser nasopalatina. Oi. E ela vai vascularizar como nasopalatina? A região anterior do palato duro. Em toda essa região anterior do palato duro é a nasopalatina que vasculariza. Ah, tá. Mas e o resto do palato? O resto do palato aqui, ó. Essa que é a palatina descendente. Ela desce para chegar no palato. Diferente daquela outra lá no início que era palatina descendente, que subia. Essa é a palatina descendente. Ela desce para alcançar o palato duro. Quando ela chega aqui, ela se divide. Olha lá. É só trocar aqui, ó. Palatina descendente está descendo, descendo, chega aqui, ela se divide. E me lembra que eu tenho o forame palatino maior e um forame palatino menor? Pois é. E palatina artéria palatina maior. Oi. E a artéria palatina menor. Vou tirar meu desenho. Eu de ver melhor a ilustração. Palatina descendente se divide em duas: palatina menor, que vai vascularizar o palato mole, e palatina maior, que vai vascularizar a região posterior do palato duro. E se for perguntado para você em alguma prova, quem são as artérias que vascularizam o palato duro? Quem são? Nasopalatina, a região anterior. Palatina maior, a região posterior. Se você que tem de legal isso. E quando eu falar com você de nervo, para você entender anestesia, vai ficar muito mais fácil. Bom, então, se você não conseguiu pegar esse aqui, volta e assiste de novo essa explicação até você pegar isso. Isso vai te facilitar para caramba. E o trajeto do nervo praticamente o mesmo. Ah, beleza. Não deixa de fixar isso aqui que eu acabei de falar para você.

Vamos voltar ali. Quem são essas artérias aqui que estão fazendo conjunto com as esfenopalatinas que você ficou pensando até agora? Olha como é outro raciocínio e não a decoreba. Quem concorda que a artéria esfenopalatina está passando no septo nasal? Olá, beleza. Quem são os ossos que formam o septo nasal? Etmoide e vômer. E o etmoide lá voltada para dentro da cavidade orbitária. Não tem dois forames etmoidais, anterior e posterior, que a gente viu na aula de carótida interna? Lembra? Aqui eles penetram, não para vir pelo teto da cavidade nasal? Pois é, o etmoidal posterior e o etmoidal anterior. E a artéria etmoidal anterior e posterior se juntam com as esfenopalatinas e vascularizam a cavidade nasal. Então, se perguntarem quais são as artérias que vascularizam a cavidade nasal? As principais são esfenopalatina, etmoidal anterior e etmoidal posterior. Beleza? Essas artérias, elas se são tão significativas que elas vão formando um enovelado, um emaranhado de capilares, de pequenas arteríolas. Oi. E a gente chama esse emaranhado que se forma na cavidade nasal de plexo de Kiesselbach. Oi. Ou, é assim que pronuncia. Tem um outro oeste ali no meio, com vermelho sobre vermelho aqui, ó. O fluxo de Kiesselbach. E que é um complexo de Kiesselbach? Em alguma questão, complexo de Kiesselbach é um complexo arterial, um plexo, um enovelado, tá? Complexo arterial que fica na cavidade nasal. Ele é formado principalmente pela artéria esfenopalatina e etmoidal anterior e etmoidal posterior. Por isso que qualquer trauma no nariz sangra para caramba, que tem um complexo arterial ali dentro. Beleza.

E quem será que vai? Vamos ver. Artéria maxilar. Primeira parte, porção mandibular. Em duas artérias que sobem e vão para trás, para membrana do tímpano e ATM. Em duas artérias que sobem e penetram no crânio, avascularizar a dura-máter. E uma artéria que desce para vascularizar o osso mandibular, os dentes, sem alveolar inferior. Segunda porção, porção pterigóidea. Responsável por mais vascularizar principalmente os músculos da mastigação, mais a artéria bucal. Então, duas temporais profundas, uma artéria do músculo pterigóideo lateral, artéria pterigóidea medial, uma artéria masseterica e a artéria bucal, vai para o músculo. E tem que ser a porção, porção pterigóidea. Uma artéria alveolar superior posterior, que vai vascularizar a maxila, região posterior da maxila, acompanhado dos dentes posteriores. A artéria frontal e vai pelo soalho orbital até a face. É uma artéria esfenopalatina, percorre pela cavidade nasal até chegar ao paladar para nós finalizar a região anterior. Quando troca de nome para nasopalatina. Duas artérias em conjunto: uma artéria do canal pterigóideo e a artéria faríngea, vão vascularizar a faringe. E por fim, a palatina descendente, que se divide em palatina maior e menor para vascularizar o palato mole, a palatina menor, e o restante do palato duro com a palatina maior. E não é tão difícil. Se resumir em um minuto, um quadrinho para vocês. Não cheguei a pegar. 60 segundos. Resumindo esse quadrinho. Bom, vamos lá. Vamos ficar quieto. Se você decorar, pode jogar. Vale. Preciso que você entenda para você poder lembrar. E eu tenho certeza que se você treinar. E aqui, voltei. Tira print. E é seu. E tenta preencher. Imprime, bota no pente, mata no olho, série B. E treina. Faz hoje, faz amanhã de novo, faz depois de amanhã. Até cinco dias para encher esse quadrinho, você vai ficar na sua cabeça. Oi, fixo aí para isso não se esquecer. Faz esse exercício. Confirme, imprima, faz qualquer coisa que eu sei mais preencher ele pelo menos umas cinco vezes, você vai conseguir fixar isso tranquilo na sua cabeça. Oi, beleza.

Bom, pessoal, essa foi a nossa aula de artéria carótida externa. Vamos de todas vascularização da face. Abordamos bem artéria maxilar e a ponto de destrinchar todos os ramos e a função de cada ramo, de conseguir deixar isso claro para você. Leva essa informação, mantém lá na sua cabeça e treina. Que o que você não vê ao longo do seu dia, você esquece. E se você fixar, com certeza, você vai ficar legal na sua cabeça. Beleza, pessoal? Obrigado por mais um bate-papo e até a próxima aula.