Transcription
ência emocional, ó, há muitos anos é sobre não aceitar de cara, entender que a batalha mesmo não é na força, é na mente, tomar cativo, capturar os pensamentos bons e ruins e fazer com que eles obedeçam a Cristo. É pegar um pensamento, um raciocínio que você está tendo e a perspectiva com que você enxergar ele ou a sua decisão de como ele vai permanecer em você ser a partir da perspectiva de Cristo.
Pegar um exemplo aqui. Estou ansioso por causa disso, disso e disso. A preocupação, o medo. Na verdade, eu aí respondendo, eu não preciso de ficar preocupado com isso, isso, isso, porque eu vou fazer isso, isso. Eu já fiz a minha parte, eu vou entregar para Deus. A forma como isso permanece em você é muito diferente. Faz sentido isso?
Então, eh, eu queria que nesses primeiros minutos aqui, antes mesmo da gente orar, e o Kaká já falou isso aqui uma vez, que antes de falar com Deus, fale com você. Antes de falar com Deus, fale com você. Até porque muitas vezes a gente vai falar com Deus, vai soltando um tanto de coisa que é nossa até chegar na intenção mesmo, na realidade da questão. Então eu queria convidar você a fazer essa ferramenta e não de uma forma positivista ou negativista, mas de uma forma realista. Nós não estamos buscando a positividade e não estamos buscando aceitando a negatividade. Nós estamos buscando a realidade. O que é verdade? Porque no fim a gente vai lidar mesmo com a verdade, com a realidade das coisas. Fez sentido?
Então, eh, enquanto o Rangel está tocando ali uma canção assim, eu queria que você fizesse essa análise sincera dentro de você, porque isso que está florando é você também. Só que o que vai definir se isso vai te influenciar ou permanecer também vem de você. Mas são dois lugares diferentes. Um é a sua consciência crítica. É essa que está com Deus, essa que está intencional, é essa que se preocupa com você. A outra talvez é fruto de algo que está em você, mas que é uma janela, uma ferida, um trauma. Fechou?
Então, quem chegou depois, dá para ver claramente quem está aqui e quem não está. Lembra que eu comecei falando, ó, tem como você estar aqui e não estar? Quem chegou, né, para estar aqui, nós vamos fazer uma ferramenta agora de ataque, atacar você mesmo, atacar os bo... enfim. E aí, como é que funciona? Eh, quando você fechar os seus olhos, vai vir um tanto de coisa. Vai vir, a primeira coisa que vai vir, vai vir a vontade de abrir o olho. Ou de eu costumo pegar na orelha, eu costumo bater assim no pé, pegar o telefone e tal. Vai na força, não abre o olho, fecha o olho e fique. Vai respirando. Os primeiros 2 minutos é tipo banheiro de gelo. Você quer sair de todo jeito, mas se você ficar, fica melhor. Depois o negócio fica melhor.
Então, fechou os olhos. Meus 2 minutos foi assim de respirar fundo e não abrir o olho. E aí é como se fosse você querendo identificar, ler o que está no fundo de uma piscina escrito no azulejo, um desenho. Só que 10 crianças pularam na piscina. Se você quiser, pode já fechar os olhos. 10 crianças já pularam na piscina. Aí você está tentando ler, não tem como você ver a realidade do que está escrito ali. Então espera, espera, as crianças vão saindo e aí vai clareando ali, a água vai parando, você vai conseguir se deparar com a realidade.
E aí vão aflorar esses pensamentos, esses sentimentos, sejam pensamentos bons, sejam pensamentos ruins. Geralmente os pensamentos ruins de medo, de ansiedade, eles afloram mais rápido. Então você vai permitir com que eles apareçam aí. Geralmente os principais, os macros são em torno de três ou quatro coisas no máximo. Algumas pessoas têm uma coisa só, duas, às vezes três, quatro. Então aí te incomodando. Vai um por vez, um pensamento por vez. Pega ele ali e encara ele. Duvida, não aceita de cara. Se é uma ansiedade, se é um medo, não aceita de cara. Não aceita de cara, que é verdade. Duvida. Essa é a primeira parte da ferramenta. Duvida. Duvida do medo, não aceita, não toma como verdade.
Depois, esse primeiro pensamento, a cadeia de pensamento que você escolheu começar, começa a criticar do por que que eu estou pensando isso, de onde está vindo isso. É verdade mesmo? Talvez é uma coisa do passado que você está tomando como verdade e nem é verdade, ou então é algo do futuro que nem vai acontecer. Critica, questiona, é verdade, não é verdade?
E por último, você vai determinar pegando aí, usando a sua consciência, usando instinto, usando o seu sistema de crenças e principalmente a presença de Deus, o espírito, a vontade de Deus, o que Jesus faria. Você vai pegar tudo isso e vai dar uma resposta para isso. Eu, por exemplo, pode manter os olhos fechados, mas eu na minha vida, é um freemind que eu fiz hoje, estou ansioso e preocupado com algo que eu vou fazer que ainda não tem todas as coisas prontas. E aí vem, ah, será que vai dar certo? Será que não vai e tal? Aí a crítica é, eu tenho tempo ainda, eu vou fazer o que está ao meu alcance e eu não vou ficar ansioso e aí indo para o D, porque Deus está me conduzindo, está me orientando e pronto. Por isso DCD. Muito bom.
Então, mantém aí de olhos fechados. Se tiver mais alguma coisa, outra coisa para você fazer, mais outro pensamento, outra questão, aplica essas mesmas coisas. Mais um minuto. Agora permaneça com seus olhos fechados. Eu vou conduzir vocês a uma meditação e vocês vão, a ideia é vocês repetirem comigo em voz alta. Você vai repetir para você, mas é em voz alta, que é uma meditação guiada.
Porque muitas vezes a gente até, talvez você até duvidou, até identificou, mas na hora de determinar, na hora de afirmar, às vezes faltou munição, faltou matéria para responder os pensamentos, responder as preocupações. Então, nessa meditação é um auxílio onde eu passo por várias verdades que o próprio Deus diz a respeito de nós. Amém. Então, é isso aí. Quem chegou também, se puder fechar os olhos e aí você vai repetir:
"Eu me volto para o presente agora. Eu me volto para o presente agora. Eu me volto para o hoje. Quem manda na minha mente sou eu. Sou eu quem decido o que permanece na minha mente. Sou eu quem decido o que permanece na minha alma. Eu não entro em acordo com qualquer pensamento, com qualquer sentimento. Eu não vivo de acordo com a mentira. Eu vivo de acordo com a verdade. Repete isso. Eu vivo de acordo com a verdade. E a verdade é Deus é real. Deus é fiel. Deus é bom. Deus me ama. Deus sabe o que é melhor para mim. E eu reconheço. Sou amado, criado por Deus e grandes são os planos de Deus para minha vida. E eu reconheço as minhas falhas, as minhas feridas que muitas vezes me dominam, as minhas fraquezas, os meus pecados e reconheço a minha dependência de Deus. E nessa noite eu lanço sobre Deus todas as minhas ansiedades. Eu lanço sobre Deus todas as minhas ansiedades, porque ele sabe o que é melhor para mim. Deus sabe o que ele está fazendo e eu faço um compromisso comigo mesmo de preparar o meu coração para ele, de me entregar mais para ele. E não aceito mentiras, não aceito medo, não aceito egoísmo, porque quem manda na minha mente sou eu."
Senhor, nós estamos aqui essa noite, Pai. Nós te agradecemos por mais uma terça-feira. Nós te agradecemos pela obra que o Senhor está fazendo em nós. Nós não temos palavra, Senhor. Nós não temos como dimensionar o que você fez por nós, o que você faz por nós, o que você está fazendo, Senhor. Nós não temos palavras para te agradecer, Deus. Apenas olhar para cima, declarar que você é Deus, que você é bom e nos entregar cada vez mais, Pai. E nos entregar cada vez mais. Por isso, nós aqui te louvamos, te exaltamos, te engrandecemos. Seja louvado, seja engrandecido, seja exaltado, Senhor. Seja exaltado, Deus.
Nós ligamos aqui na terra, Senhor, o que já foi ligado nos céus e abrimos o nosso coração. Fala, fala, mostra-nos, fala-nos, fala ao nosso coração de verdade. As suas palavras me fazem ver, me fazem ver, me fazem crer, se torna para os pés do chão. Me fazem ver, me faz crer. Se eleva o meu coração. A sua voz é tudo que eu preciso ouvir. As palavras me dão direção. A sua voz é tudo que eu preciso ouvir. Me fazem ver, me fazem crer, se torna para os pés um chão. Me fazem ver, me faz crer. Eleva, eleva o meu coração a um lugar mais alto. Sim, eu creio. E sobre sua palavra eu me movo, mesmo que sobre as águas. Creio e sobre sua palavra eu me movo, mesmo que sobre as águas. Sei, o vento pode soprar e os céus escurecer, mas minha fé permanece em ti. Vento e pode soprar, soprar. Ei, ei, e os céus escurecer, mas minha fé, a minha fé ela permanece em ti.
Uh, meu coração está disposto a te ouvir. Meu coração, meu, meu coração. Ele está disposto a te ouvir e obedecer. Meu, o meu coração. Está disposto a te ouvir e obedecer. Seja aonde for. Seja onde for, seja onde for, eis-me aqui. Cante comigo assim: "Seja onde for, seja onde for, eu irei. Seja o que for, vou fazer. Seja onde for, eu irei. Seja o que for, vou fazer." Sabe por quê? Porque não somos daqueles que agora retrocedem. Não, não, não, não, não somos daqueles que agora retrocedem. Não, não, não, não, não, não somos daqueles. Você consegue cantar assim para Deus, assim, ó. Meu coração está disposto a te ouvir, coração. Te ouvir. Coração. Em sua presença, aqui neste lugar, aqui neste lugar sagrado, só que em sua presença, Senhor. Eu só quero estar aos seus pés, aqui neste lugar sagrado. Só quero a ti, só quero a ti, nada mais. E nada mais e nada além de ti. Só quero a ti e nada mais e nada mais e nada.
Você pode cantar comigo assim: "Eu só quero a ti, eu e nada mais." Fala isso para ele. Fala isso para o seu Deus, para o seu Senhor. Eu só quero. Fala isso para aquele que te sustenta dia e noite, quando você acorda, quando você dorme, aquele que te amou antes de você amá-lo, oh. Eu só quero a ti, e nada mais e nada além e nada além. Só quero a ti nada mais e nada mais e nada além. Eu não quero bênçãos, não. Não me deves nada, meu Senhor. Mais que tudo que vai desfazer, eu só quero. Fala assim: "Eu não quero bênção, eu não quero bênçãos. Eu quero o abençoador. Eu não quero bênçãos. Não, não, não, não me deves nada, meu Senhor. Mais que tudo, mais que tudo que podes fazer por mim, eu só quero a ti." Oh, cante comigo assim. Só quero. Abre sua boca e fala e nada mais. Oh, só quero a ti e nada mais. É e nada mais. E nada, e nada. Só quero a ti. Nada mais e nada mais e nada mais. E nada além. Jesus, Jesus, só quero a ti. Tu és tudo para mim. De novo te adoro, meu Senhor. Só quero, só quero, só quero, só quero a ti. Você me completa, você me preenche, você me sustenta, você me dá o destino certo. Você salvou a minha alma. Você preenche o meu coração, Jesus. Oh, e nada mais. E nada mais, nada além. Você é suficientemente capaz de preencher todos os lugares no meu coração. Cada parte da minha vida. Você, somente você. Adoro o amor. Oh. Só quero a ti e nada mais. Estando tudo, Senhor. Deus meu, rei meu, sustenta-me, sustenta-me com a sua presença. Sustenta-me, guarda-me, leva-me, Senhor. Eu quero mais do seu amor, o seu amor, sua alegria, sua força, sua vida em mim. Me sustenta, me sustenta, me sustenta. Meu amor é bem maior. O seu amor é bem maior que tudo que eu consigo ver. Eu consigo compreender o seu amor. É bem maior. É bem maior.
Deus, em nome de Jesus, Pai, nós oramos para que o Senhor possa ampliar, como o apóstolo Paulo disse, Pai, a largura, a profundidade, as dimensões do seu amor. Que possamos a cada dia experimentar dimensões diferentes do seu amor. O infinito amor. Oh, não. Ai, tão profundo, tão alto, tão incrível. Obrigado, Senhor, por essa congregação de irmãos que se reúnem para se fortalecer, Pai, na caminhada do deserto, na caminhada do seu amor. Deus, ajuda-nos, Pai, até o fim. Aleluia.
E o frio o quê? Não, ele está sentindo, mas ele não abandona o estilo. É diferente. Ele não cede. Ele e o Sergão não abandonam o estilo. É, é, é a turma lá, a turma da bermuda é não, não abandona. Boa noite, pessoal.
Eh, a Carla está chegando aí, ela está trazendo uma caneta para mim, bicho. Essa caneta. Deixa eu ver se tem alguma aqui. O quê? É, mas não vigiou. Está vendo pessoal? Para honra e glória de Jesus Cristo, nós acabamos de pagar a primeira prestação do sítio. Uma salva de palmas para o Senhor. Graças a Deus. A primeira de muitas em nome de Jesus. Aleluia.
Pessoal, o seguinte, eh, vamos lá. Ah, o Paulo já pegou minha aguinha aqui. Obrigado, Paulo. Eh, para o pessoal que está vindo a primeira vez, quem já está acompanhando aqui as aulas, hoje nós vamos ter uma aula muito interessante, mas eu preciso muito da caneta. Tem uma caneta aqui. Eu vou fazer uma experiência. Deixa eu ver se ela está escrevendo. Começar a marcar, né? Não, não está funcionando nada. Zero. Tem uma caneta aqui. Não tem uma caneta. Não tem não. Parece não. Mas vai chegar a caneta. A Carla está chegando com a caneta e eu vou adiantando aqui a matéria.
Pessoal, olha só que interessante. Vamos lá. Eh, de fazer aqui. É, pode ser. É possível que ela dá para começar aqui. Eh, nós estamos numa sequência muito legal. Nós estamos dando sobre as estações, sobre essas fases da espiritualidade de uma pessoa, de um indivíduo. Nós temos aqui como uma doutrina da nossa comunidade, entendeu? Eu estava conversando com a Carla esses dias e a gente estava falando um pouco sobre o processo pedagógico aqui da nossa igreja, as palavras, qual é a função de cada palavra. Por exemplo, nesse domingo agora, a gente teve um momento tão gostoso, né? A gente, a gente desfrutou de um, de uma palavra de um artista, uma pessoa que trouxe para a gente uma mensagem tão, tão gostosa de escutar. E assim é o corpo de Cristo, ele vai se completando, cada um trazendo um aroma, uma expressão.
Eu, eu costumo falar, eu estava explicando para a Carla uma coisa interessante, que essas aulas que eu estou dando para vocês aqui, elas são como arroz e feijão. São coisas elementares da fé que todo mundo deveria saber. Para você colocar uma salada, um bife, normalmente você vai querer o quê? Um bife de porco, de frango ou de ou de ou de boi ou tem também um frango com quiabo, mas o arroz e feijão provavelmente todo mundo vai colocar no prato. Então é muito interessante a gente entender que tem algumas coisas são elementares na fé que se não tiver esse arroz e feijão, as outras coisas elas não se sustentam por si só. A teologia ela tem que ter uma base. Você tem que ter aquilo que te dá a base, a sustentação e depois você pode trabalhar uma diferenciação de prato em cima daquilo. Lógico, eu estou dando um exemplo da nossa cultura mineira. Existe outros países que o que dá base ali na alimentação são outras, outros elementos.
Mas essa teologia das estações, ela traz para a gente um pouco do arroz e feijão para sustentar uma caminhada longa. Nós temos combatido aqui uma dieta, uma dieta fast food, uma dieta eh sou salvo e vou morar no céu. Uma dieta que ela é, ela é boa, talvez ela é agradável, mas ela é fundamentada em apenas em prazer, em conseguir resultados rápidos e me sentir bem. Mas ela não te sustenta numa caminhada no deserto. Quem está entendendo? Compreende isso? Essa metáfora?
Nós estamos desenhando o caminho do deserto. As estações é um caminho, é uma rota, é um, é um, é um, é como se fosse um, um caminho que você não vai fazer ele rápido. Existe uma, um conceito, você pode sozinho, você vai mais rápido, junto, nós vamos mais longe. A ideia que é o cam, a ideia, a proposta do evangelho é uma proposta de junto e longe e não rápido e sozinho. Não é uma proposta do individualismo que você vai chegar em resultados rápidos, como um coach que vai te prometer coisas rápidas e você vai ser rápido, preciso e vai alcançar resultados rápidos. Isso não é interessante para a gente. Não é interessante e não é saudável e não tem a ver com o que Jesus propôs para nós. A caminhada do evangelho, ela é junto e longe. Não tem outra forma de transicionar. Você não consegue fazer sozinho e você não consegue fazer rápido. Ponto. Você só consegue fazer junto e só a longo prazo. E não existe nem médio. É o médio. Ele é, ele tem o seu lugar na caminhada, mas é longo prazo. Não existe cálculos rápidos, não existe nenhum tipo de visão precoce. Quem tem os pés sobre a Lua tem que transicionar nas fases da Lua. A vereda do justo é como a luz da aurora, que não é igual essa lâmpada que você acende e apaga. Ela vai brilhando, brilhando, brilhando, brilhando, brilhando até ser dia perfeito. Essa é a vereda do justo. Não existe nada rápido.
Então, mas como não existe nada rápido, as pessoas que resistem ao processo, nossa, que coisa linda, hein? As pessoas que resistem ao processo são pessoas que querem respostas rápidas e ideias rápidas para resolver. Olha, agora chegou uma assim uma abundância de caneta. Chegou daqui, chegou de lá. Olha só como é que Deus prospera. Está vendo que benção. Aí posso conseguir fazer até colorida agora. Obrigado, Carla. Obrigado, Israel. Foi top. Então o quê? Não, não, eu prefiro ficar na prosperidade que deixa, que deixa aqui, porque eu vou fazer um teste. De repente uma está melhor do que a outra. O quê? Está da Carla aqui do lado de cá. Deixa eu ver aqui. Beleza. Está pronto.
Então, eh, só que eu penso que a maioria das pessoas não conseguem imaginar a caminhada longa porque elas não conhecem o caminho. Conhecer o caminho é fundamental para você dimensionar o desgaste que você vai ter para percorrer esse caminho. O cálculo que você vai fazer. Poucas pessoas têm a experiência de emergir numa jornada chamada discipulado, porque elas não conhecem o caminho e por não conhecer o caminho não consegue calcular o desgaste, não consegue calcular os processos. Ou tem muito medo e cria-se um, um mito do caminho, ou tem um desconhecimento total e aceita um fast food e pensa que é rápido e prazeroso, ou entra também numa jornada mística sem sustentação. Por isso que eu tenho ensinado sobre o Jesus homem.
É muito importante a gente entender que um Jesus, um dia um homem nasceu de uma mulher, esse homem ele é o filho de Deus, ele também é Deus. Eu estava conversando com o Vini hoje, estava fazendo uma pastoral, o Vini ele gosta de estudar física por ser engenheiro. E ele falou uma coisa muito louca, né? Eu fiquei viajando, que ele falou, eu parei na hora, falei assim: "Como é que é mesmo o negócio que você falou agora, hein?" Ele, olha o que ele falou, Carla. Ele falou assim que para você sair daqui dessa galáxia e ir na próxima galáxia para, para entender essa viagem. São 2 milhões de de anos luz, sendo que a luz ela, ela, a velocidade é 300.000 km por segundo. 300.000 km por segundo. Não, por segundo. 300.000 km. Para você, para a gente andar 2000 km de carro é uma coisa louca. Quantos mil? 300.000. 300.000 km por segundo, não é por hora não. Para você sair dessa galáxia e ir na, só para ter uma noção, por segundo, 300.000 km. O raio do sol para chegar aqui é 8 minutos para a gente calcular a distância. Olha a distância que o Sol está da Terra para chegar até aqui, 8 minutos, não sei quantos segundos, não sei quantos milhões de de quilômetros. Para chegar na outra galáxia é 200 o quê? 2 milhões de anos em velocidade da luz para chegar lá. É surreal.
Para a gente começar a imaginar Deus, você começar a entender um pouco sobre a dimensão do Deus, criador do céu e da terra, criador do universo, criador das galáxias. É uma coisa inimaginável. O Davi, ele, ele, ele, ele chama Deus de assombroso. Chega a ser assombroso, chega a ser assim miraculoso, uma coisa assim absurda. E este Deus te criou a sua imagem e semelhança. Então, este Deus se fez homem. Ele se fez homem. Ele nasceu, cresceu. A Bíblia fala em graça, estatura perante Deus e perante os homens. E na sua idade madura, com 30 anos, sendo aprovado por Deus, pelo Pai, ele começa a convidar pessoas, seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus, com todo essa, essa, essa, esse universo de galáxias dentro de nós, de possibilidades. Ele fala assim: "Negue-se a si mesmo, tome sua cruz". Porque eu vou te levar para dentro de uma jornada que vai levar você a entender coisas sobre você que você nunca imaginou e que eu posso te ensinar. Isso é muito doido. Existencialmente falando, isso cura qualquer crise de existência, qualquer crise existencial, qualquer paranoia que nós temos sobre o que eu estou fazendo aqui, o que que tem a ver com a minha vida? Não acaba. Isso. Isso é eliminado quando você é tocado ou você acessa o lugar aonde existe respostas, onde existe uma dinâmica.
Agora, esse convite para dentro dessa jornada é um convite para dentro de um lugar que lá em Deuteronômios 8 diz assim: "Eu vou", repete comigo. Eu vou. Vê se você deixa Deus fazer isso com você. Repete comigo. Deuteronômios 8. "Eu vou te levar para o deserto para te humilhar, para te provar, porque eu quero saber quando eu te humilhar, o que está dentro do seu coração. Vou te dar de comer." Fala, gente, de uma comida e de um estilo de vida que você não conhece e nem seus pais conhecem. Para você entender que não é só de pão, como pensam seus pais, que o homem vive, mas da palavra que sai da minha boca, que fala para você coisas sobre você que eu jamais imaginei, isso me sustenta. Legal. Tristeza não.
Então, quando ele te chama para dentro de uma jornada, nessa jornada ele fala, ela tem como objetivo desconstruir, derrubar, humilhar, sacudir, provocar para quê? Para pular para fora, para tratar, para remover, para mexer, para questionar, para duvidar. O que não tem a ver comigo para eu te colocar no lugar, para faltar o que você está acostumado, para eu substituir por aquilo que realmente é verdadeiro, para você começar a ter um tipo de vida compatível ao que a minha palavra ou a que a minha vontade possa levar você a viver.
Gente, essa jornada ela não é rápida, ela não é precoce e ela não é feita de uma forma útil. Ela é profunda, ela é longa, ela é comunitária e ela é feita de uma forma verdadeira. E uma vez feita, ela é definitiva e ela é eterna. É a coisa mais importante da vida de um indivíduo, qualquer que for esse indivíduo, é andar com o seu criador, é se encontrar com aquele que o criou.
Isso não é uma mensagem proselitista, religiosa. Isso é uma mensagem que vai de encontro. De fato, há uma imersão na verdade. Quando Jesus ele disse, conhecereis a verdade que, que tem a ver em conhecer a realidade e essa verdade vai te libertar da mentira, ele está nessa frase denunciando que nós já estamos na mentira. E nós estamos na mentira por não conhecer a verdade. E por que não queremos conhecer a verdade? Talvez porque não queremos enfrentar a realidade. Porque na mentira tem verdades, mas na verdade não tem mentira. Existe uma cultura que nós sustentamos, uma cultura que nós vivemos, que muitas vezes ela é cômoda, ela, ela, ela, ela ajuda a gente a se esconder.
A escola das estações vai falar sobre estações. Na escola das estações vai falar sobre essa rota dentro do deserto. Quando eu falo sobre essa aula, eu consigo ver, sabe? Tipo, naquele filme do Senhor dos Anéis, eu consigo ver aquela trilha nas montanhas, eu consigo enxergar o caminho da virtude, o caminho do reino e os lugares misteriosos do reino de Deus que são capazes. A Carla, a Carla descreveu de uma forma sensacional, por ser uma professora, ela deu o nome das estações de salas temáticas. Lá no, lá no sítio agora no Águas Cantantes está acontecendo uma colônia de férias com o Marcelo e ontem à noite ele, ele, ele faz um jogo de RPG, é GDA, né, que ele fala, né? É muito doido. Aí eu fiquei vendo as crianças, eu estava parado lá assim ontem à noite assim, né? Né, né, Ivan? Eu, eu vi a batalha da noite, Ivan, eu fiquei parado lá olhando assim, as crianças, tinha 70 crianças, elas estavam dentro de um outro mundo. Ele construiu, ele estava vestido de mago e tinha, tinha um monte, gente. Ele construiu uma, um mundo paralelo ali, levou as crianças para dentro daquele mundo, está entendendo? Um mundo que tinha um monte de coisa de espadas. É, é tipo Nárnia. Você vai para um mundo imaginário, um outro lugar em que está acontecendo um jogo, onde que eu tenho que cumprir tarefas, que tem personagens.
Nós temos que entender que o reino de Deus, o reino de Deus é um lugar. Nós temos que entender que o reino de Deus, ele é um lugar e nesse lugar existem salas temáticas. Pensa nisso, gente. Você acha que Deus, o criador do universo, que fez borboleta roxa, vermelha, azul, que fez melancia, banana, maçã, já te acaba. Você acha que esse Deus não é um Deus de cores, de pedagogia, de ensino, um Deus que tem prazer em nos ensinar coisas coloridas e diferentes? Ele é extremamente pedagógico. E você acha que no mundo espiritual dele é um mundo espiritual apenas de eu aceito Jesus? Eu, eu falo que se eu e esse evangelho fosse verdadeiro, esse do proselitismo, tinha que ter um buraco na igreja assim, ó. A pessoa vindo, já tinha que subir, já tinha que ir embora de uma vez. Já era, meu irmão, já saí desse mundo. Para quê? Porque eu aceito Jesus, volto para casa e fico esperando Jesus voltar como se interage mais com nada. Já estou salvo, salvo para agora estou garantindo minha salvação. Bati meu, meu é mesmo quando eu ia fazer todo o processo para tirar um passaporte e não viajar nunca. Não é verdade isso? Não existe essa ideia de você aceitar Jesus para garantir salvação. A verdade é que existe uma porta que você tem que entrar no lugar que não vai ser depois que você morrer. É agora. Está acontecendo. Agora o reino de Deus chegou. Jesus disse, tem como interagir com toda a magia, toda a ideia, toda a estrutura dos anjos. Está todo mundo trabalhando aí, meu irmão. O pau está quebrando, você que não está vendo. Está acontecendo uma dinâmica absurda.
Agora quando Jacó põe, eu toda pregação minha parece que em algum momento eu falo sobre Jacó, porque é sensacional. Jacó está aqui, não está vendo nada. Ele dorme, põe a cabeça no altar. Estou vendo escada subindo, descendo, anjos por todo quanto é lado. Jesus falou comigo do nada está no mesmo lugar. E ele fala assim: "Deus estava aqui e eu não sabia". Liguei o telefone, modo avião, coloquei, liguei no mesmo lugar, tirei o modo avião, pum, conectei a internet, comecei a conectar. É assim que funciona. A questão é se você está conectado ou não. A questão se você está participando ou não.
E outra coisa, a questão é se você está, pega essa metáfora, fazer uma tiração com a Carla aqui, por mais cartesiana que ela seja, estou zoando, cara. Pega essa metáfora. Ezequiel 47. A escola das estações, ela foi profetizada pelo profeta Ezequiel. Ezequiel 47, ele fala uma coisa que você precisa prestar atenção. Ele fala sobre o templo e ele fala que ele deu duas voltas ou três voltas em volta do templo e ele percebeu que o templo é como se tivesse, se você tivesse aqui nesse lugar aqui, você desse duas ou três voltas e tem uma porta, vamos supor que onde o sol nasce aqui, o sol nasce lá e se põe ali, né? Então se eu apontar minha mão, é esquerda ou direita? É direita. Para onde o sol nasce e morre. Eu acho que é assim aí. Então, por exemplo, então aqui é norte, sul, leste, né? Não, não, não. Ah, norte da minha frente. Norte, leste, oeste, norte, sul. Então, é como se tivesse uma porta virada para lá, está, para o leste. A porta está virada para o leste do templo. E a Bíblia fala que debaixo dessa porta está saindo um rio. Só que Ezequiel pega uma vara de medir, ele mede ali 1000 m, 1 km, e a água bate no seu tornozelo, na fonte, aonde a água está saindo. Depois ele pega uma fita de novo e mexe mais 1 km. A água está batendo na sua cintura. O que que está acontecendo? Ele está, à medida que ele está andando, igual aquela piscina, né, que você vai andando, ela vai, o leito do rio está, está se tornando mais profundo. Está entendendo isso?
A Bíblia fala que ele mede mais 1000, mais 1000 m, 1 km, a água bate dos seus ombros. O que que o profeta está dizendo? À medida que você vai caminhando dentro do caminho do reino, no fluxo do rio, você vai mergulhando. Só que água que está no tornozelo, gente, alguém já afogou com água no tornozelo? É possível, é possível, mas é mais difícil. Mas é uma água com baixa resistência, mas que molha seu pé. Então, nós estamos falando da resistência da água, da força da água. Água que batendo agora você está num riozinho, água está batendo na cintura, você já tem que fazer tipo, você já tem que, né? Você já tem que meio que, né? Não, lógico que o Lucas não precisa. O Lucas fica normal, não dá nada. Mas eu que já sou assim pernas mais fracas, eu já tenho que meio que fazer uma base, senão aquela água começa já me movimentar.
Então, qual é o outro segredo? À medida que você entra, a resistência, a sua resistência, ela vai quebrando a sua capacidade de de autonomia, ela vai diminuindo à medida que você vai aprofundando. Essa é a ideia. A ideia do reino é menos autonomia sua, mais autonomia da força da água. Por que que as pessoas não gostam de ir para lugares profundos que elas não querem perder a sua autonomia? Qual é o pecado original? Come dessa árvore. Porque do dia que delas você comer, os seus olhos vão se abrir. Você vai ser igual a Deus. Você vai ser Deus da sua própria vida. Você vai ter autonomia total. À medida que você vai entrando no reino, qual que é o antídoto do reino? Mais força do espírito, menos autonomia.
Quando a água, Ezequiel pega uma, uma fita, mede mais 1000 m, 1 km, e a água bate nos seus lombos. E eu vou falar sobre águas nos lombos hoje. Eu vou falar da pró, vou deixar um gostinho para a próxima semana que vem. Água nos lombos, que é o quê? É uma estação, é uma sala temática, é um lugar aonde a sua autonomia e a sua capacidade de resistir, ela está chegando ao fim. Você está com o pé aqui firmando, mas a água está, você já está sendo deslocado. Hora o pé sai do chão, hora põe o pé do chão, você já não está mais conseguindo se segurar. Você está quase sendo levado pela força do rio. Essa é a terceira estação.
A primeira estação, água nos pés, mas é a estação linda, porque a é a estação que você põe o pé na água. Ela tem a sua magia, ela tem, você molha o pé, ela, ela, ela é muito poderosa. Você está, você estava com o pé fora da água, você está com o pé na água agora, cara. Você está molhando. Você começou a se molhar, você se conectou a um lugar que, que não tem um negócio que tem um campo de uma coisa que apenas nessa, nessa questão de eletricidade se põe o pé na água, liga uma luz. É um lugar, imagina, é um lugar energizado a água. Você botou o pé na, pum, você ligou, você acendeu. Pé na água acendeu um pouco mais profundo.
Uma vez eu peguei uma viagem que, viagem é umas viagem muito louca. Uma vez eu peguei uma viagem que é o seguinte, eu vi um negócio que é muito interessante, que quando a, tem um tipo de lâmpada, eu vi uma coisa, uma coisa assim que eu vi no algum, algum recorte científico, alguma coisa assim, que a lâmpada encostava, por exemplo, essa lâmpada aqui, ó, ela encostava na água, ela brilhava, ela sentia, só que ela sentia numa cor, numa cor branca. Então, todos nós, qualquer pessoa, qualquer lâmpada que a cor inicial é a mesma, pum, acendia. Aquela cor, todo mundo, a mesma cor, todas essas lâmpadas assim iguais aqui, ó. Tum. Não dava para ver mais nada. Ela apenas acende. Mas quando ela, ela, ela é colocada para debaixo da água, ela muda a tonalidade dela. Ela já começa a ganhar uma característica, ela já começa a ganhar um tom. À medida que você vai descendo, aquela cor vai ficando cada vez mais evidente. À medida que ela vai mergulhando, a cor vai, vai se firmando numa nova cor. Quem entendeu isso?
Porque à medida que você vai aprofundando no reino de Deus, a sua vocação, o seu chamado, o seu nome, a sua cor, ela vai se tornando mais evidente. Quem está entendendo isso, gente? Cada um de vocês carrega uma característica, uma cor. À medida que você vai aprofundando na jornada, isso vai ficando mais.
Nítido, vai ficando mais evidente. Ao ponto de uma certa profundidade, nós conseguimos ver claramente a cor daquela lâmpada. Quem entendeu isso?
Então, para isso, para isso, eu a gente, eu, eu, eu utilizo esse método ainda que a Carla vai destruir daqui uns dias aí também. Eu utilizo esse método de mostrar para vocês aqui a porta do templo, o rio está fluindo, OK? E aqui eu coloco intensidade e tempo. Na métrica de intensidade e tempo, à medida que eu vou aprofundando, água no tornozelo, água na cintura, água nos lombos. À medida que eu vou caminhando para dentro do rio, a água vai subindo. Quem entendeu isso? Compreenderam isso?
Primeira estação, primeira sala, segunda sala, terceira sala. Essa aqui é a primeira sala que nós estudamos aqui, que é a sala que fala sobre ativação, chamada de Páscoa PSA, que é a sala da entrada do pé na água da ativação. A segunda sala estudamos semana passada, a gente falou sobre pães asmos. É a sala do rompimento e do início da jornada no sentido de se desprender e começar. E é uma sala que tem que ser removido tudo de mim que não é de Deus. É uma sala de remover o fermento velho, de remover o fermento dos fariseus.
O que que é o fermento dos fariseus? É o fermento de você consegue, você vai dar certo, você pode ir sozinho, vai ser rápido, vai ser poderoso, vai ser próspero. É, é o fermento que leva você a acreditar que na dinâmica do reino de Deus, Deus é um Deus de indivíduos, de coisas rápidas, de coisas poderosas, de coisas imediatas. É um fermento, é uma ideia sobre Deus que não se corresponde com o caráter de Deus. É incompatível. Por isso que é frustrante. Por isso que muitas pessoas que embarcam no fermento dos fariseus, Jesus falou: "Toma cuidado com fermento dos fariseus, porque ele vai produzir em você uma expectativa que não se sustenta e você vai se frustrar com Deus escutando um evangelho de fariseus". Quem entendeu isso?
E muitas vezes nós frustramos com Deus, não com aquela versão. Eh, eh, eh, eu estava conversando com com Vini, com Mateus hoje e eu falei uma coisa que eu escutei de um pastor falando essa semana, falou uma coisa assim: "Eu sou ateu". Se o seu Deus é o Deus hoje da religião de mercado, do evangelho da prosperidade, do evangelho coach, do evangelho do preconceito, eu sou ateu. Eu não acredito nesse Deus. Desse Deus eu sou ateu. Eu não acredito nesse Deus. Não mesmo, mas não, mas não mesmo.
Um Deus que não que não que não nos ensina a passar pelo processo, que não que não te coloca dentro de uma escola e de um lugar em que ele vai ele vai te preparar para aquilo que ele preparou para você. Um Deus precoce, um Deus de mediatismo, um Deus de prazer, um Deus de respostas rápidas, um Deus fast food. Esse não é o Deus que criou o céu e a terra. Não é, gente. Nada que foi criado se sustenta assim. Não tem nenhum pé de banana que joga lá e pum, no outro dia está colhendo banana. Não existe isso. Não existe nenhum peixe que da noite para o dia ele ele é peixe.
O caráter de Deus. Romanos 1 fala o seguinte: Claramente conseguimos observar os atributos invisíveis de Deus através das coisas que ele criou. Repete comigo: Claramente eu consigo observar atributos invisíveis de Deus através das coisas que ele criou. Quando eu observo a criação, imediatamente eu consigo ver na criação os atributos invisíveis de Deus.
Quando você olha para um pé de alface, irmão, pé de banana, de uma jabuticaba, uma jabuticaba. E uma coisa interessante, jabuticaba, que o Brasil é o único país que tem jabuticaba, mas jabuticaba. Para você comer uma jabuticaba de um de um de um pé de jabuticaba, é 13 anos. Você planta o pé de jabuticaba. Você vai chupar a primeira jabuticaba depois de 13 anos. Gente, o símbolo da igreja que que se acha perto de Jabuto. O símbolo da espiritualidade tinha que ser um pé de jabuticaba, significando que o que Deus plantou em você hoje, você não vai comer amanhã. Existe a festa da colheita, existe a festa, a estação da colheita. E quem chega lá colhe, quem não chega não colhe.
Sabe o que que eu quero falar para vocês? Pode parecer desanimador, mas é extremamente empolgante. Por quê? Porque é verdade. Primeiro. Segundo, porque vai te levar a uma jornada que nem seus pais, nem você nunca imaginou. E terceiro, porque existe um lugar que ele quer te levar. É real este lugar. O que é triste é comprar uma proposta que parece ser verdadeira, mas é falsa. Eu tenho muita insegurança em comprar de sites que são duvidosos, porque pode parecer bom, pode parecer barato, mas normalmente chegam coisas ruins e quando chegam. Então a gente tem que parar de ser iludido. A gente tem que começar a viver realmente nas coisas mais importantes.
E nessa estação que é a estação de primícias, na estação de Pães Asmos, nessa sala temática, nós temos um tema muito importante que é o quê? A remoção daquilo que está em nós, mas não foi Deus que colocou dentro de nós. Presta, presta atenção, gente. Pães asmos é uma festa de um grande romance entre você e Deus. É aquele momento em que você está se desintoxicando de coisas que não têm a ver com o novo relacionamento que você iniciou.
Eu sempre falo no casamento, cara, duas pessoas querem viver juntas, duas pessoas querem se unir, elas precisam entender que vai ser necessário se esvaziar de tradições, de culturas para compor uma nova identidade familiar e uma nova e uma nova família. Se um dos dois quiserem predominar, um mata o outro, um sufoca o outro. Nós temos que entender que para produzir uma nova cultura é necessário que os dois se quebrem. Jesus se quebrou por nós. Nós queremos nos quebrar por ele. Ele se quebrou para nos propor. A questão é que a gente quer que ele entre no nosso projeto e a gente não quer misturar. A gente não quer entrar no projeto dele.
A pedra de pães asmos é uma sala de desconstrução. Jeremias ele fala: "É necessário quebrar, arrancar, destruir para depois plantar". E depois colher. Então, não existe processo espiritual eficaz se não começa quebrando. Todo processo espiritual começa quebrando, toda arrumação de casa começa desarrumando. Qual boa faxineira ou pessoas que vai limpar uma casa, a sua, você vai limpar sua casa, que chega primeiro e faz assim: "Não, primeiro bagunça a casa toda". É cadeira em cima da mesa, é tapete enrolado na janela. É ou não é? Não é assim. Quem chega fala, tipo: "Que casa bagunçada". Não está bagunçado, está arrumando. A gente quer ir para Jesus e quer que ele arrume sem desarrumar. Não, você quer que eu realmente mexa? Eu vou desarrumar. Eu vou remover poeiras que você não está vendo. Eu vou remover coisas que não pertencem a um novo cenário que eu vou construir. Eu sou um arquiteto de interiores e eu vou mudar a estrutura da sua casa para se parecer comigo e menos com você, porque agora sou eu que vou morar aí dentro. Estão entendendo isso?
Agora a festa de primícias, que é a próxima festa, que é a que nós estamos estudando hoje. Ótimo. Agora está ótimo. É a festa que a casa foi arrumada, já foi removido o que tinha que ser removido e agora ele vem e começa a mobiliar. Repete comigo: Depois que ele tirou o que estava em mim, que não era dele, agora ele vai colocar em mim tudo que ele já preparou para mim. Agora ele começa a construir dentro de você aquilo que ele quer que você se torne.
A festa de primícias tem uma coisa muito importante. A melhor metáfora é da pizza. Eu não estou fazendo merchandising da pizza não, viu, gente? Porque realmente é do pão, é da massa. Por quê? Repete comigo: Se a primícia da massa não for boa, o pão não será ponto. Se a primícia da massa não for boa, não tem como você ter uma massa de qualidade se você não tem a primícia dessa massa. Se a farinha não for boa, se o óleo não for bom, se o se o o o chocolate do bolo de chocolate não for bom, se o fermento não for bom, essa essa essa massa não será boa. É impossível. É possível você ter boas primícias e não ter uma boa massa? É possível. É possível. Essa semana a Carla está usando a melhor farinha, está usando o melhor óleo, tudo do melhor e estragou tudo. Por quê? Porque usou ingredientes bons com processo errado. Agora é possível você ter uma massa boa com primícias ruins? Aí nem com processo certo você tem a massa boa.
Agora, a festa de primícias, ela leva a gente a estudar quais são as principais primícias que você precisa para preparar uma massa para Deus assar na sua vida, quais são as principais primícias da massa? Nessa nessa festa, Deus ele faz um checkout, por exemplo, na festa da Páscoa, olha que interessante. Parece, gente, isso aqui é bíblico e é desse em Levítico 23. É assim que está em Levítico 23, tá?
Na festa da Páscoa é uma festa muito interessante, por quê? Não é uma festa que Deus exige, gente, pega essa visão, desliga, dá um tapa na pessoa do lado, desliga o culto automático agora aí se você está em slow motion, se você está viajando agora, vem para cá agora. Pega, pega, se você pegar essa dica aqui agora, é uma dica que pode mexer com toda a estrutura do seu do seu pensamento teológico. Eu só não posso esquecer o que eu ia falar agora. Na Páscoa, presta atenção nisso aqui. Na Páscoa, repete comigo, o pão desceu do céu. Carla, na Páscoa, o pão sem o pão de fermentação natural, com com a melhor farinha, ele desceu do céu, ele caiu na sua mão. Não fez absolutamente nada. Você só tem que comer. Nessa estação aqui, ó, na primeira estação, é a estação que a única coisa que você faz é comer e já está pronto. Ele é o pão que desceu do céu. Pronto. Ele mata sua fome, ele mata sua sede, ele te cura e te transforma. Pronto. Essa é uma festa. Por que que as pessoas gostam dessa festa? Porque eu só tenho que comer. O meu trabalho é comer.
Na segunda estação muda uma chave. Essa é a chave que a maioria dos cristãos não querem mudar. Que é agora que a sua fome foi saciada, eu quero que você faça parte do meu corpo, porque eu quero alimentar outros através de você. Presta atenção. Presta atenção. Na primeira estação você come. Na segunda estação ele começa um processo de transformar você no alimento para outros.
Por isso que nessa estação para para haver compatibilidade do corpo, se você pega um corpo, se você pega um órgão de um corpo, de uma pessoa e faz um transplante para uma outra pessoa, o transplante de órgãos é uma coisa muito, porque tem que ser, tem que ter compatibilidade um corpo com o outro, se não houver pode haver um um processo de rejeição daquele corpo e a a pessoa morrer, não é não é verdade? Então o que que é difícil? Saber que tipo de sangue, saber que tipo de tem que haver com. Então o corpo de Jesus ele tem uma uma funcionalidade. O seu corpo não é compatível ao corpo de Jesus, mas eu posso te alimentar. Eu posso te dar uma parte do meu alimento e te alimentar. Mas para você fazer parte do meu corpo, eu tenho que tirar de você aquilo que pode ser tóxico para mim. Quem entendeu isso? Por isso que eu tenho que remover o fermento de você. E depois que eu removo o fermento, eu removo tudo aquilo que toda toxina. Agora, eu tenho que mudar a primícia da massa, eu tenho que mudar os ingredientes e começar a transformar você num órgão compatível ao meu corpo para que você possa também participar da dinâmica de dar, de comer para outras pessoas.
Então, é interessante a gente entender que inicialmente ele mata sua fome, mas imediatamente depois que ele matou sua fome, ele te chama. Você pode negar a si mesmo, tomar sua cruz, vir após mim, porque eu farei de você um pescador de homem, eu farei de você parte do meu corpo, eu farei de você uma pessoa que alimentará outras pessoas. Então, é essa a dinâmica. Você só quer comer o pão ou você está disposto a dar de comer também? Quem entendeu isso?
A sua espiritualidade, a sua vida cristã, ela se resume em você comer, matou sua fome, matou sua sede e pronto. Ou você tem predisposição em fazer parte do corpo de Cristo, como ele disse, se você não comer da minha carne, não beber do meu sangue, você não tem parte comigo. Que palavra dura, Senhor. Sabe por que ele falou isso? Porque quando o sacerdote fazia um sacrifício de um cordeiro, o sacerdote tinha que comer da carne do cordeiro para ele se tornar parte do sacrifício, para ele sentir o que o cordeiro também estava sentindo, para ele poder se tornar um com aquele sacrifício. Jesus estava falando, vocês precisam se tornar um comigo. Aí o mundo vai ver que eu estou no meio de vocês. Caso contrário. O mundo pode até perceber que eu beneficiei vocês, mas o mundo pode, ó, você comeu do pão, mas eu não vejo ele em você. Eu vejo que ele matou sua fome, mas eu não vejo você se parecendo com ele. Quem entendeu isso? Não é possível isso. Tem muitas pessoas que dão testemunho que eu estava com fome e ele me alimentou. Pronto, esse é um ponto. Mas tem pessoas que falam assim: "Eu consigo ver ele em você." Porque essa pessoa, ela não só comeu como ela está se tornando parte do corpo dele e parecida com ele. Quem entendeu isso?
Então, na primeira estação, na primeira estação você come do pão. Na segunda estação aqui começa-se um um processo muito interessante que eu vou fazer um desenho mais para baixo que mais para cima. O primeiro desenho que eu vou fazer é o desenho. Eh, eu gosto muito da estrela de Davi. A estrela de Davi, ela ela ela é um símbolo muito interessante. Por quê? Porque a estrela de Davi, ela é ela é ela ela é uma palavra em hebraico, vamos colocar assim, porque o o o D de Davi, o Dalet, que é uma uma palavra em uma um uma uma consoante em hebraico, o Dalet, ele era uma casinha. O, em Fenício, o Dalet, ele era uma casinha assim, está vendo? Uma casinha. E o hebraico foi se modernizando do fenício para o hebraico e foi se modernizando até o ponto que na época de Davi o D, o Dalet ele é apenas um triângulo. O Dalet ele era apenas um triângulo. Aqui, ó, uma casinha, está vendo? Ele é uma é uma letra que vai modernizando, gente. Estão entendendo? Então, na época de Davi, o Dalet era o símbolo de casa. Só que existe a casa com a base na terra e existe a casa com a base no céu. Entendeu isso? Então, a estrela de Davi é a casa da terra com a casa do céu. Dalet, Dalet. Quem entendeu isso? Qual é o símbolo disso aqui? Tabernáculo. O tabernáculo. O que que significa tabernacular? Tabernacular significa a casa do céu com a casa na terra. É trazer o céu para terra, que é o objetivo das estações.
Então, o primeiro elemento, o primeiro elemento de primícias é o óleo, é o sopro, é o espírito. Na primeira na primeira festa você recebe o sangue. Na segunda festa você recebe o óleo. Quem entendeu isso? Você quer ver uma coisa interessante? Quando Deus criou Adão, Deus pega Adão da terra da Adama, faz a a estrutura física de Adão. A Bíblia fala que Adão estava lá apenas um corpo e Deus sopra nas suas narinas. A palavra espírito de Deus é Ruach HaKodesh. Ruach é de sopro. Ruach. Ruach é o sopro de Deus. Soprou nas suas narinas. O Ruach HaKodesh é o sopro do espírito, é o sopro de Deus. Olha que interessante. Ele sopra sobre nós o seu espírito. Uau! Quando Deus sopra o espírito dele sobre Adão, a Bíblia fala que ele passa a se tornar o quê? Uma alma vivente. Ele acorda, o seu espírito, ele acorda. E é muito interessante que a primeira coisa que Deus faz é o o o sopro. A segunda coisa que Deus vai fazer agora é dar para Adão uma função na dinâmica do seu reino. Tanto para o homem quanto para a mulher, Deus ele vai soprar. E quando ele sopra, ele te acende. Mas a segunda coisa que Deus vai fazer, ele vai tentar fazer com que você se encontre dentro da dinâmica do reino. Qual é a forma que você pode servir o reino? De que forma você pode participar da dinâmica do reino?
Na festa da primícia, nós temos quatro principais ingredientes: o óleo, a farinha, a flor da farinha e o fermento. São esses quatro elementos que estão lá no livro de Levítico 23. Estão entendendo isso? Então, o primeiro elemento, o óleo. O segundo elemento é a farinha. E eu gosto muito de usar Eu gosto muito de usar. Opa! 5 a 0 para o P. Você não é porque não estava apertado, né? Agora apertei. Eh, então vamos lá. Eu vou usar esses símbolos porque depois eu vou misturar eles. Vocês vão gostar.
Então, o primeiro aqui, ó, vou colocar aqui estrela de Davi, simbolizando o sacerdócio, tá? Está escrito em hebraico. Eh, a o primeiro aqui é o sacerdócio, que é a sua espiritualidade. O primeiro elemento que você tem que desenvolver é a sua espiritualidade, a sua intimidade com Deus, sua relação com o espírito. Isso é extremamente importante. Numa jornada, não tem como você aprofundar dentro de uma dinâmica espiritual sendo uma pessoa carnal. Então, o seu sacerdócio, sua espiritualidade, é fundamental que você aprenda a ouvir a voz de Deus, que você aprenda a ter intimidade com Deus. Mas o segundo símbolo que eu uso, eu vou usar os símbolos da cultura judaica, que é muito interessante, porque todos eles são bíblicos e têm um um simbolismo muito importante. Eu eu uso muito a menorá. Menorá e nós temos uma aqui, tem uma menorá aqui. A menorá ela é muito é o candelabro, certo? E na menorá eu falo muito sobre, eu vou usar essa palavra ministérios, vou colocar serviço, tá? Como é que é? Vocação. Boa, Igor. Vocação.
Por quê? Na festa das primícias é muito importante. Um um dos elementos que é mais forte na festa de primícias é quando Deus começa a falar assim: "Adão, vem cá. Agora que te soprei a vida, eu quero que você comece a olhar para o jardim e eu quero que você que você eu criei os animais, mas eu falo que se Deus fosse o dono da Fiat, ele ia pegar para Adão e falar assim, ó, um monte de plaquinha, falar assim, ó. Está vendo aqui, ó? Fotinha do bicho e o nominho dele. Prega na bunda dele. Você vai identificar o bicho, vai olhar, achou, cosp, pum, e prega na bunda. Pegou? Qual é a capacidade criativa do homem? Quase zero. O que ele tem que fazer é só achar, tipo quebra-cabeça, identificar e colar. Não, Deus falou assim, ó, eu fiz o animal agora. Como eu te criei à minha imagem e semelhança, eu quero que você dê nome aos animais. Então Deus ele compartilha com o homem o quê? Uma capacidade criativa também. Porque se eu fui criado à imagem do criador, qual é uma característica minha? Ser criativo.
Ser criativo, o homem, a sua capacidade criativa, você pode, que nem eu, eu gosto do do Adriano Suassuna quando ele fala que você pode, você pode dar para o macaco 3.000 anos para ele fazer uma vitamina de de de banana que ele não consegue fazer, um milkshake de banana, um açaí de banana, não consegue. O máximo vai fazer cascar banana e comer. E olha quando cascar banana. Porque embora ele possa ser dotado de algum tipo de inteligência ou cachorro, mas eles não têm a centelha criativa. O Adriano Suassuna fala uma coisa, ele falou assim, ele pega aquele negocinho, aquele, ele falou assim que tem uma coisa que é extremamente engenhosa, que são dois pedacinhos de pau, um aramezinho enrolado que que um encaixa no outro e faz assim e segura a roupa no varal. O macaco pode passar 50.000 anos que ele nunca vai conseguir fazer um negócio, porque nele não existe a centelha criativa de Deus. Quem entendeu isso? O único ser que tem nele a centelha criativa é o ser humano. Deus propôs dar nome aos animais. Foi, começou a dar leão. E o leão parece com o leão. É, na verdade, elefante. Acho que ele é elefante de de tromba, formiga, girafa, gente, é cachorro. Os animais parecem com os nomes dele, é extremamente conectado. Isso mostra uma capacidade extremamente criativa.
Nós no mundo moderno, principalmente, nós fomos condicionados nós a viver uma vida mais mecanizada, mais robotizada, mais repetitiva. Há muitos anos eu escuto que faculdade não não não ensina mais ninguém a pensar, só a repetir matérias, né? Existe uma grande revolução hoje de educação que está se pensando como levar de volta crianças e pessoas a serem criativos, a valorizar as suas vocações, a voltar a se encontrar com as suas essências na festa de primícias. Na festa de primícias, uma coisa que é fundamental é você desenvolver a sua a sua vocação.
Só que é um lugar, é uma sala temática que toda a dinâmica dessa sala, quer ver uma coisa interessante? Eu não vou avançar muito, né? Eu vou, eu vou sempre parar num lugar porque eu não posso. Nós temos um personagem bíblico que ele é extremamente interessante. Ele é extremamente interessante e ele é cômico e ao mesmo tempo muito poderoso chamado Elias. Elias quando ele estava na primeira estação, a estação de botar o pé na água e foi ativo, ele ele foi reconhecido como um grande profeta. Só que ele é um profeta imaturo. Ele era um profeta raivoso, um profeta vingativo, mas era um profeta que ouvia a voz de Deus. Ele sabia o que Deus queria que ele fizesse, mas ele não sabia como Deus queria que ele fizesse.
Gente, é muito comum você se conectar a Deus e você começa a ter insights sobre o que Deus quer que você faça. Não necessariamente você saber o que Deus quer que você faça. Significa que você sabe fazer da forma que Deus faz. São duas coisas completamente diferentes. Uma coisa é você começar. Poxa, cara, estou começando a ter um insight. Outra coisa é como, por exemplo, você tem dúvida, e eu falo muito sobre isso aqui, você tem dúvida que Deus, a Bíblia fala aqui em Êxodo 3 que o clamor do povo no Egito subiu até Deus, que o clamor daquele povo subiu até Deus por causa da injustiça, por causa do modelo tirânico, o modelo covarde, o modelo opressor dos soldados egípcios, de todo o governo do Egito sobre o povo de Israel. Havia uma santa indignação do povo de Israel para com um modelo de governo que oprimia e o clamor daquele povo subiu até o coração de Deus. Quem foi o cara que Deus levantou? Moisés. Quando Moisés viu um egípcio maltratando um povo de Israel, um um homem de Israel, o que aconteceu em Moisés? Por que que ele não conseguiu? Ele ficou louco. Eu vou matar esse cara. Ele teve uma indignação imensa. A a questão é, Moisés já estava ativo, Moisés já estava acordado, Moisés já sabia o que Deus queria fazer? Sim, mas ele foi lá e matou o cara. Ele sabia o que Deus queria fazer? Sim, mas ele fez como Deus faz? Não. Quem está entendendo?
Elias. Elias tinha convicção plena que o rei Acabe e a sua esposa Jezabel tinham corrompido o povo de Israel, corrompeu os profetas, corrompeu todo mundo. Elias sabia que estava errado, sabia? Elias sabia que tinha que vencer o profeta, que tinha que vencer Acabe e Jezabel, porque Acabe representava um governo, um tipo de governo manipulado por uma estrutura religiosa que era fundamentado em Baal, um Deus que chamado, Sabe o que significa, gente? É tão sutil. Sabe o que significa a palavra Baal? O noivo Baal, ele veio para substituir Deus na relação de intimidade com Israel, que era noiva. E Jezabel era um modelo de religião. Jezabel era um modelo de religião. Que que que Jezabel fazia? Jezabel ia até os profetas. Ela cessava a voz profética daquela época. Ela ouvia o que Deus estava falando para os profetas. Olha que interessante, ela absorvia a mensagem e matava o profeta. Então, ela eliminava a fonte e manipulava a profecia. E ela assumia a a a autoria da profecia. Gente, isso é muito comum hoje, manipular o que Deus está falando ao meu favor para movimentar o que eu quero movimentar. Jezabel, ela tinha uma capacidade de manipular a voz de Deus. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? Quem aqui já existe muito isso hoje? Um tipo de religião que até sabe, acessa o que Deus está falando, tem prazer, mas não para executar, não para viver, mas para para manipular o que Deus está falando em prol daquilo que eu quero fazer. E que que ela fazia? Ela matava a fonte, ela matava os profetas. E tinha matado milhares de profetas. E tinha e tinha 5.000 ou 7.000. 5.000. 7.000. 5.000. É. Tinha um bocado de profeta escondido num lugar, numa caverna fugindo de Jezabel. Mas tinha um profeta chamado Elias. Esse cara era tipo assim, entre os profetas era um profeta famoso, um profeta popular, um profeta boca dura, um profeta que falava o que tinha que falar. E esse profeta, ele tinha muita vontade de eliminar Jezabel.
Só que Deus fala com ele assim: "Ei, Elias, você está vendo o que eu quero fazer, mas você não sabe como eu quero fazer. Sai daí e vai para pães, vai para uma sala temática chamada pães asmos. Vai para a primeira, para a segunda estação. Eu preciso que você vá para um lugar que eu preciso remover de você aquilo que você acha que você sabe fazer, mas você não sabe fazer." Deus leva Elias para um lugar chamado Querite. Um deserto, gente. Um deserto que não tinha o que ele fazer. Eu fico imaginando Elias bolado, doido, para matar Jezabel, querendo trucidar e Deus, o que que eu estou fazendo no deserto? O povo está com fome, está acontecendo um monte de coisa. Que que eu estou fazendo aqui? Deus, Deus fala para ele: "Eu estou te dando água para beber". E brotava a água da terra. Vinha um corvo trazendo comida para ele. Eu estou provendo, eu estou te mostrando que eu posso fazer coisas diferente como você pensa que as coisas devem ser feitas. Ô, gente, Deus te leva para um lugar para mudar a sua cosmovisão, mudar a sua cultura, mudar. Você pensa que Deus vai fazer assim? Ele vai fazer de uma outra forma. Ele quer mexer com as suas tradições. Ele quer mostrar como ele faz e o que ele está fazendo. Elias ficou muito tempo naquele deserto escutando a voz de Deus.
E depois que acabou, agora pega, agora presta atenção nisso aqui. Quando acabou esse tempo, quando acabou esse tempo, Deus manda eles agora, Elias, acabou o tempo de Querite. Sai dessa estação e vai para a próxima estação. Aí Deus fala para assim: "Mas qual que é a próxima estação? Agora eu vou pegar Jezabel e vou matar ela." Não, agora você vai para primícias. Por quê? Mas aonde que é primícias? É na casa de uma viúva chamada Sarepta. Uma viúva lá em Sarepta. Você vai para a casa de uma mulher, mas Deus, que que eu vou fazer na casa de uma viúva? Eu vou te ensinar como eu faço as coisas. Agora que eu removi a forma de você fazer, agora eu vou te ensinar como eu faço. Vai para a casa da viúva. Agora presta atenção.
Quando Elias chega na casa da viúva, o cenário é que já havia já um ou dois anos que não chovia. Todo mundo estava com fome. As viúvas estavam vivendo em miséria total. Fome em Israel. Não havia chuva, não havia plantação, não havia colheita. Quem está entendendo? E Elias chega na casa daquela viúva e ele não conhecia sua vocação. Elias tinha intimidade com Deus, mas ele não conhecia sua vocação. E Deus fala para Elias: "Pede à viúva um pão para você comer." Ele bate. "Pensa nessa cena. Elias, o profeta de Deus, que foi chamado para mudar Israel agora na porta da casa de uma mulher pobre, na favela, sem comida nenhuma, ele bate a porta, sai a mulher, a senhora é a viúva tal, tal, tal?" "Sou eu mesmo. Eu sou profeta de Deus, o Deus altíssimo. Eu sou um homem que vai mudar Israel. Não está chovendo porque eu falei que não ia chover. E Deus mandou vir aqui na sua casa. E sabe o que ele me pediu? Para você me dar um pão para eu comer." Exatamente isso. Ele falou exatamente isso.
Ela falou, eu fico imaginando aquela mulher pobre. Ela falou assim: "Deus, não sei não. Deus não te falou também que eu só tenho um pão? Eu e meu filho. Tem um pouquinho de farinha ali. Realmente, eu vou fazer um pão, eu e meu filho vamos comer e vamos morrer depois. Deus não te contou que na minha casa não tem comida não? Esse Deus de Israel poderoso não te falou que eu sou uma viúva pobre, você vai comer o único pão que eu tenho, não."
E Elias, no temperamento dele extremamente nervoso, ele deve ter olhado para ela e falado assim: "Minha filha, deixa eu falar uma coisa. Eu nem queria estar nessa casa de coração. Eu também estou extremamente chateado. Eu não queria estar na sua casa. Eu nem sabia que você existia. Eu estou quase em depressão. Estou muito chateado, porque eu estou querendo matar uma mulher chamada Jezabel, que é esposa do rei de Israel. E não sei por que Deus mandou na sua casa. Deixa eu te falar qual é essa coisa. Vai morrer. Você vai morrer. Pega esse pão. Deus falou, eu te garanto. Pelo menos um corvo ele manda. Lá no deserto eu aprendi: fome, a gente não morre não. Vai mandar um corvo, me dá esse pão, pelo amor de Deus. Vamos cumprir essa etapa."
A mulher foi, cara ridículo, grosso, fez o pão, pegou. E eu fico imaginando, vem cá, Igor. Eu fico imaginando, eu fico imaginando essas coisas. Eu fico imaginando a viúva entregando o pão para Elias. Olha para a cara dele assim, ó. Puxa o pão. "Você vai pegar mesmo o pão? Que cara de pau. Só tenho esse pão e eu vou morrer." Pega o pão. Eu fico olhando para a cara dele e falando assim: "Eu estou acreditando que esse cara vai pegar esse pão. Vocês estão conseguindo enxergar isso aí?" E eu fico imaginando ele comendo pão na frente dela. E ela olhou para ele assim, tipo assim, nossa, mas ele é muito cara de pau. Em nome de Deus, esse cara comeu pão. Eu fico imaginando depois da segunda dentada que ele deu, acho que ela pegou a porta na cara dele.
Profeta de merda que entrou para dentro de casa, passou um minuto, ela grita: "Meu Deus! Ah, aleluia! Aleluia!" Já começa a louvar Deus na casa dela e começa a louvar, louvar, louvar, louvar e pular e pular de alegria. Aí Elias bate de novo, ela abre: "Oi, profeta." Ele falou assim: "Que aconteceu?" A Bíblia não fala que Elias sabia o que ia acontecer. Tão surpreso quanto a mulher, ficou o profeta. Ela falou assim: "Vem aqui para você ver". Ele entra para dentro da casa e todos os vasos dela estão lotados de farinha e de óleo. Elias olha para aquilo e fala: "Você está me zoando? Não tinha essa farinha aí não". Ela falou: "Não foi quando você comeu". Pum! Não, ela falou: "Sim." Ele falou: "Não." Ela falou: "Sim." Sim.
Para a gente finalizar a aula de hoje para entrar na aula de semana que vem. O que aconteceu com Elias pela primeira vez? Ele não só comeu, mas ele deu de comer. Elias descobriu algo sobre ele que ele não sabia. Naquela mesma casa, ele ressuscitou o filho daquela mulher. Elias começou a experimentar coisas que ele não sabia sobre ele. Elias começou a descobrir sua vocação, seu ministério, um poder que fluía dele que ele não sabia. Ele começou a descobrir que ele não venceria a batalha na base da espada, da violência, mas através do poder de Deus. Quem entendeu isso?
Na festa de primícias você tem a farinha. [Música] Se o sacerdócio é o óleo, [Música] a vocação é a farinha. Essas primícias elas têm que ser muito boas. Eu não vou conseguir finalizar essa porque tinha mais dois, tem mais dois elementos que eu vou deixar para semana que vem para a gente não prolongar muito nosso tempo. Mas se você não passar por essas fases de uma forma muito honesta e se a primícia da sua massa não for boa, e se de fato você não vivenciar isso de uma forma verdadeira, você nunca vai conseguir unir esses elementos. Semana que vem eu essa aula eu vou dar em duas etapas, porque eu vou falar sobre os pratinhos semana que vem, como equilibrar os pratinhos. Eu vou dar alguns testemunhos sobre como eu passei por esse processo e eu vou falar sobre os dois últimos elementos que fronta, a flor da farinha e o fermento e como eles se desenvolvem. Mas até aqui vocês entenderam, nessa sala temática, Deus ele vai te dar todas as primícias da massa, porque depois da próxima estação ele já não quer mais as primícias da massa, ele quer a massa. Entende isso?
Vamos ficar de pé. [Música] Amém. Não sei quem está assistindo a gente aí até agora. Eh, pessoal, ô, Igor, eh, como é que, eh, hoje a gente até meia-noite, gente, até meia-noite hoje. Hoje vira para o seu vizinho, fala assim: "Hoje até meia-noite." Fala para o seu vizinho: "Até meia-noite." A gente vai pagar o nosso aluguel aqui. A gente não tem o valor ainda todo. Então, se você ainda tem aquela oferta, aquele dízimo, por favor, mande para a conta da igreja que a gente conseguir. A gente não tem o valor total ainda até meia-noite, normalmente a gente normalmente a gente paga o aluguel 11:55, a gente paga o aluguel porque se passar de meia-noite a gente paga uma multa de R$ 2.000 amanhã. É assim que funciona, infelizmente. Então até meia-noite, se você tiver seu dízimo, sua oferta, manda, porque agora é a hora que a gente precisa cumprir também essa etapa importante para a gente.
Feche seus olhos. Quem entendeu essa aula de hoje? Estão entendendo progressivamente? Semana que semana que vem nós vamos fazer um fechamento muito interessante. Então não falte semana que vem. Deus, obrigado porque Tu és um Deus de jornadas, Tu és um Deus de processos, Tu és um Deus de comunidade. Nós não queremos ir rápido e sozinhos. Nós queremos ir longe e juntos, Pai. Juntos nós vamos mais longe. Com você, Jesus, nós podemos ir até o fim da nossa jornada. Pai, em nome de Jesus, eu quero abençoar cada um aqui. Que todos os que estão aqui assistindo essas aulas possam encarnar, possam ser encorajados, empoderados pelo Teu espírito e não ter medo de enfrentar a jornada, não ter medo de mergulhar profundo no seu rio, Pai. Não ter medo das águas profundas, não ter medo de perder, Pai, a sua capacidade de ter controle, que as suas águas possam aumentar e cada vez mais nos desestabilizar e sermos estabilizados no seu rio. Que a nossa resistência ela possa ser vencida pelo seu amor, pelo Teu espírito, pela sua força, pela sua verdade que nos liberta de uma falsa segurança. Quando nós nos colocamos como Deus nossas próprias vidas, queremos pegar uma cruz, morrer a cada dia e Te seguir, conhecermos a verdade sobre nós e sermos libertos das mentiras. Pai, ensina-nos, Pai, a andar em novidade de vida cada dia, sermos criativos, sermos a sua imagem e semelhança. Pai, ainda que a casa seja bagunçada, bagunce a minha casa, mas que ela seja arrumada e seja parecida com você. Que a minha casa seja bagunçada, coloca a cadeira em cima da mesa, tira a poeira debaixo do sofá, Deus. Remova coisas que não pertencem a você, mas venha e faça a sua vontade, faça uma morada dentro de nós. Pai, eu quero ser, eu quero ser a sua casa, eu quero ser a sua morada, Pai, em nome de Jesus, ensina-nos a ser parecidos com Jesus. Nós não queremos só comer o pão, Deus. Nós não queremos só comer o pão, nós queremos também dar de comer. Nós queremos ver do nosso interior fluindo um rio de água viva. Deus, queremos ser parte de tudo que você tem feito e tudo que você vai fazer, Deus. Que o Senhor abençoe cada um de vocês com coragem, com ousadia para mergulhar profundo no rio de Deus, em nome de Jesus. Amém. Yeah.