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TENSÃO: PRÁTICA REPETIDA, PACIÊNCIA ZERO!

TV CONSUMIDOR | COM CARLOS SANTOS20:28

Transcription

Estamos chegando aqui a casa do celular. Bom dia. Bom dia ainda, né? Prazer. Sou Carlos Santos, repórter da TV Consumidor, gerente. Alguém que possa conversar com a gente, por favor?

Pode vir. >> É ela. >> Não é o gerente de preto. >> Ah, o gerente de preto. Ok. Aí, já estamos aqui dentro da casa do celular. >> Ninguém autoriza as coisas de imagem aqui não, viu? >> Tá? Vamos conversar, por favor. >> Bom dia. >> Calma, calma, calma. Termine seu atendimento que a gente conversa, tá bom? OK. Vamos brigar por imagem agora, não. Vamos resolver primeiro, né? É. >> Tentou resolver já outras vezes. Eh, a senhora que é de Monjolo, né? Isso. >> Isso. >> 2 horas de viagem. Uma senhora de idade, né? Seu esposo ali também, pessoal da roça, como a gente costuma dizer, né? E parece aparentemente aí acontecer um fato que gera muito estranhamento. A senhora procura a casa do celular para realizar uma compra de quê? >> De um celular. >> Um celular. >> E a senhora chegou aqui dizendo que a senhora queria, >> foi? Queria um celular de 128 GB. >> 128 GB. Olha o que aconteceu na tratativa ali na conversa, lhe apresentaram o celular e disseram: "Leve que é bom e tudo mais". É que é bom de memória, que disso e aquilo, né? >> Uhum. >> Quando eu cheguei em casa que eu olhei, não era o que eu queria, né?

Posso falar contigo um minuto? >> Sim. A gente já tá conversando. Deixa eu me apresentar. Eu sou Carlos Santos. >> É porque eu não vou precisar realmente da sua autorização. Deixa, deixa eu lhe explicar. >> Interessante. Interessante. Eu sou Carlos, sou repórter da TV Consumidor, certo? A gente reporta casas de demanda consumista. Não sei se o senhor conhece o nosso trabalho. Conhece. Então acho que não tem nem necessidade do senhor estar pedindo direito de imagem, porque eu tô lhe gravando na pessoa jurídica, a Casa dos Celulares. Hoje o senhor está representando a Casa dos Celulares. Acredito que o senhor vai querer mostrar uma boa imagem da Casa dos Celulares. >> A situação é a seguinte, Carlos, não quero ficar dialogando com você. Vou te passar o caso, traz a solução ou a negativa, >> tá? Eh, a consumidora pode ficar mais pertinho de mim. Ela vem aqui, faz a compra de um telefone. Ela chega bem categórica em dizer: "Eu quero um celular de 128 GB". Convenceram ela e deram um aparelho a ela. Quando ela chega em casa, que vê a nota tudo certinho, ela diz: "Não, eu pedi 128, tá 64". Ela mora em Monjolo, 2 horas daqui. Ela, no outro dia mesmo, já retorna à loja de vocês. Ó, aconteceu isso, tal, não sei o quê. Não, a gente não pode fazer nada. Tem o motorista também, tem o o esposo dela. O esposo dela estava no dia também, escutou. Disseram, ainda soltaram uma piada para ele dizendo que ele não escuta bem. Eu fiz uns testes ali, eu vi que ele escuta bem e mesmo assim acho que não é nem de bom tom dizer que uma pessoa não escuta coisas parecidas. Até resolver o problema. >> Boca fala o que quer. Isso aí é isso aí, eu digo a você que isso é mentira, tá? Isso aí não aconteceu não. >> Eu entendo. Aí a consumidora disse que ele não estava escutando bem, não foi? Que ele está escutando bem. >> Mas enfim. Deu no celular de 64 GB, ele precisava de um celular de 128.

Vamos lá. Eu tenho e posso falar? >> Pode sim. Pode, pode. Vamos. >> Eh, vamos lá. Eu tenho oito pessoas aqui. >> OK. >> De prova. De prova. Inclusive quem fez a explicação foi eu, tá? Meu nome é Maelson, eu sou o gerente da loja, represento a empresa, >> tá? Quem fez a explicação, quem foi todo o atendimento sou eu. Então eu falo com muita convicção, muita propriedade, muita verdade e muita transparência, tá? Então assim, eu tenho oito pessoas de prova aqui que foi falado, foi especificado que o aparelho era de 64 GB. Detalhe, não, >> detalhe, detalhe. >> Nunca falar, >> quando ela estava com algumas dúvidas sobre o aparelho, mostramos algumas opções que aprovou para ela. E daí o que é que acontece? Como ela tinha uma entrada, uma entrada baixa, senhora, aprovou esse modelo aqui para senhora. Vou lhe explicar a configuração do aparelho. E daí quando eu peguei o aparelho, que eu explico para ela, eu estava do lado de quatro pessoas aqui, tinha mais o pessoal do salão aqui e todos eles escutaram. E daí o que é que acontece? A gente aqui a gente coloca verdade no atendimento. Tudo que tudo, todo o alicerce que ele é construído de verdade, ninguém derruba. Então assim, se fosse, se tivesse sido, digamos, um equívoco de informação, um erro de comunicação, a loja se responsabilizaria na hora, dizer: "Senhora, tá aqui seu dinheiro da entrada, a gente vai estornar aqui o eh o processo que a gente fez aqui com a senhora, tudo certinho." Porém, foi muito bem explicado, certo? Contra, vamos dizer assim, ela a como eu sei que você está aqui em prol da consumidora, né? Eu sei que a gente está aqui para resolver a questão da situação. Não sei nem onde tu vai postar isso, mano. Mas assim, >> já que o senhor disse que conhecia o trabalho, mas enfim, TV Consumidor. >> TV Consumidor, show de bola. É, tem Instagram lá, tal. >> E daí o que é que acontece? Foi tudo bem, bem explicado. Eh, e tipo assim, o a o meu setor aqui de crediário, a gente faz o o seguinte trabalho. Senhora, aprovou esse celular aqui, tem tanto gig memória, tem isso, tem isso, isso e aquilo. Ele ficou com X de entrada. A senhora se interessou, a senhora quer levar ele? A gente não prossegue com o procedimento ali sem que o cliente diga: "Tá certo, vou querer ele". Uhum. >> Então tem, então, inclusive meu vendedor no dia, ele mostrou outro aparelho a ela, só que não dava. >> Só mostrou esse aqui. >> E só tinha, só mostraram esse o que tinha, pegaram ali. Só. >> Diante da entrada que a senhora teria. Mas calma que eu tô explicando aqui para >> Carlos. >> Carlos, vamos lá Carlos. Muito educado você. Obrigado, viu? >> Nada. Quem dentro da reportagem é o fornecedor, >> não é? >> Se o senhor for educado, eu serei. Se não será, a gente responde a tudo. >> Oi. >> Se o senhor for educado, a gente vai ser educado. Se eu não for, a gente não será. Depende da forma que a gente é recebido. >> Mas sim, pode continuar. >> Mas eh eu peço até desculpa que quando eu vi aquele tumota, eu digo, opa, quando eu vi, no caso é do portal do consumidor, né? Consumidor, consumidor. Sim, mas continue a explicação. >> Vamos lá. E daí quando a gente explica a senhora, inclusive chegou uma uma audiênciazinha do Procon que a senhora foi lá, vamos comparecer a audiência, tudo certinho, vamos levar nossa defesa, tal, tudo bacana. Tá bom? >> Caso não teve ainda audiência não? Chegou ainda? >> Chegou a audiência para a gente, chegou o o a notificação de audiência. Detalhe, lá no Procon nós ir é uma audiência de >> de conciliação. Eu não tinha, eu não tinha ciência da da do fato. >> Mas eu tô entendendo. O senhor vai me explicar, mas deixa eu dizer uma coisa pro senhor. >> Que o Procon pode fazer, a gente também fazer é uma notificação, é uma questão de resolução extrajudicial, né? Para não virar uma demanda judicial, é tentar resolver. Imagine comigo, ela vem, vamos supor que seja por puro desgosto, coisa que não é. Foi informado, ela disse como queria. 128 foi passado em 64. >> E eu disse que trabalhava com vendas que esse celular para mim 128 já é pouco. Imagine esse de 64. >> De 64. O esposo dela também escutou a questão do 128. Mas enfim. >> Posso falar rapidão? >> Tem, tem o que que a consumidora quer hoje? >> Não, senhor, só te explicar rapidão. Eh, quando a gente explica a situação para ela do aparelho em si, eu tenho pessoas que estavam de prova aqui. Bacana. Não falaram não do aparelho não para mim não. Não falaram nada. Disseram não disseram. Disseram só de que era memória, isso e aquilo. Mas nunca falaram que era 64 GB. Porque se tivesse falado, eu não tinha querido na Eal. Quando a senhora descobre quando chega em casa no outro dia, o que me gera, o que me gera estranhamento. Eu ia, né, >> car. Por que tu tá fazendo essa reportagem? Porque imagina aí com a defesa do consumidor, ele também ele resguarda pessoas como ela, idoso, uma pessoa, né, querendo ou não, o consumidor em si já é insuficiente. Mas quando a gente vai para uma pessoa idosa, leiga e tudo mais, ó, olha a família dele, >> enfim. Aí eu não vou, a gente não vai debater isso. A gente vai debater se é leigo ou não na justiça. Aqui a gente não tá. Tudo que eu falar aqui é puramente. Eu acho que uma pessoa que procura no outro dia, eu acho que seria de bom tom a Casa do Celular dizer: "Não, vamos fazer o seguinte, vamos evitar esse estresse, esse transtorno. Tá aqui R$ 300 de volta, cancela", porque seria no outro dia, não tinha nem dado 7 dias. Eu tenho certeza que que esses contratos que vocês fazem, porque até para audiência saber, isso que vocês fazem aqui é um financiamento. >> Dentro. É, o pessoal sempre tem essa dúvida. Eles financiam um celular, é igual um carro. >> E eles bloqueiam o seu celular se você não pagar. >> Já deve estar bloqueado. Então assim, o pessoal tem muita dúvida disso. Então não compre celular pensando que aí você está comprando como se fosse um crédito, né, um carnet. Outras empresas. Isso é financiamento. Vocês travam. Isso é só para caráter de informação, porque eu recebi muita denúncia no meu Instagram das práticas que vocês estão fazendo. Eu tô falando só caráter de informação. Essa questão do financiamento explicado, ele leva se quiser, porque a gente não bota faca no pescoço de ninguém para levar, não. É, eu não duvido disso. O que a consumidora queria era só desfazer um negócio. Ela chegou no outro dia. >> A consumidora chegou com as características. Eu quero um celular, fazer minhas fotinhas, minhas vendinhas. 128. Se chega no outro dia e ela vem outras vezes, até o motorista que traz eles aqui já veio também outra vez, então são várias vezes eles tentando fazer o cancelamento. Carlos, que que hoje eu posso fazer? >> Veio, veio uma vez no outro dia, outro dia, se eu não me engano, ela veio, inclusive foi até uma zoadazinha aqui na >> no outro dia que eu vim só foi no outro dia. Comprei num dia, no outro dia veio. Mas a senhora veio outra vez para a gente, para a gente resumir a situação. Eh, o que é que a gente vai fazer nesse caso aqui? A gente vai esperar chegar o dia da audiência e lá a gente vai resolver. >> Vocês querem seguir a a demanda via Procon? >> É. >> Aí que que vocês vão resolver lá no Procon? Provavelmente vocês não vão querer resolver, né? >> Mas tá no, tá com jurídico já a situação. >> Então é isso que eu tô dizendo. Hoje a gente está aqui para fazer a mesma coisa. >> Tem condição de senhor entrar em contato com o senhor jurídico? Porque assim, imagine comigo, foi feito aqui, ó. Ó, olha o que primeiro, artigo 35, segundo o 66. Fazer afirmação falsa-engana. Omitir informação relevante sobre a natureza, caracteres, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço, garantia de produto, pena, detenção, de 3 meses a 1 ano. Então, o que a lei está me mostrando aqui é que o que vocês estão praticando é crime. >> E eu tenho várias denúncias das Casas do Celular. Vocês estão fazendo isso, pelo menos das denúncias que eu estou recebendo, que as fontes são sigilosas porque eu sou jornalista, não preciso divulgá-las. Mas imagine comigo, se a gente der um puro Google, vocês estão fazendo muito isso, pegando esse celular, colocando na mão de consumidores e dizendo é 128, coisa parecida, entregando 64. Vamos prezar pela Vamos. >> Mas Carlos, isso aí que tu tá alegando isso, cara. >> Não, eu estou dizendo que eles tenham recebido denúncias >> nessa característica. Quando a consumidora chegou dessa loja, >> da Casa do Celular em si, mas aí, calma, eu estou eu tô seguindo uma linha de raciocínio. >> Quando a consumidora chegou pra gente, porque a gente precisa o quê? Obviamente os consumidores reportam a gente a denúncia e a gente vai gravar a entrevista. Ela chegou com essa denúncia e o pior que não é só a denúncia dela, ela é um caso à parte que está disse: "Não, eu vou lá e eu quero reportar os fatos". Então assim, eu tenho aqui indícios que realmente e ela deve sim ter chegado, até porque o esposo dela eh diz e ele escutou, pediram 128, vocês entregaram 124. Eu já eu já entendi todas as coisas. >> É só fazer o cancelamento. Olha só, é Carlos, né? >> Isso. >> Carlos, não foi dito que era de 128, foi dito que era de 64. Aí fica a palavra dela de maneira alguma. >> Como é que eu sou? Não, porque é o seguinte, a senhora já foi no Procon, tudo certinho, a senhora já fez toda sua enquanto resolver melhor ainda. Entenda só, só um minutinho, car. Então, >> eu não tô usando celular, não é isso? >> A senhora foi no, a senhora fez a a denúncia lá, chegou uma notificação de audiência para a gente que vai acontecer agora no começo de janeiro, tá bom? O pessoal do jurídico da Casa de Celular já estão todos sabendo da situação. A gente vai esperar, Carlos. A gente vai esperar, independente que você estiver fazendo aqui a a consolidação, né, do >> eu tô reportando os fatos. É, vai mostrar se resolveu ou não ou se realmente o pessoal vai julgar aí. Eu sei que está sendo algo corriqueiro, algo corriqueiro. >> O caso dela tem endossado algumas situações. É isso que me gera estranhamento. >> Sei mal. Até para UPA fui inclusive um motorista ali que levou depois desse dia que eu tive aqui, né, que eu me estressei, falei algumas coisas e tudo. >> Falei que ia quebrar a loja porque eu fiquei estressada, né? Esse já foi outro dia que a senhora veio aqui depois. >> No dia depois. Sim, sim. >> Aí no outro dia passei mal, tive na UPA porque eu tenho pressão alta. Aí >> tô, eu tenho pressão alta, né? Tô tomando remédio controlado de pressão e >> ela tem total assim, ela não tem direito de sair quebrando, lógico, mas que dá vontade de uma pessoa. >> Imagine comigo você juntar um dinheirinho e tudo mais, uma pessoa que tem um dinheiro suado, chegar numa empresa dessa, empurrar um celular aí, né? Canta aí. Vamos, vamos fazer o da senhora agora, viu? Só um minutinho, tá? >> Sim. Aí, mas >> a pergunta que eu faço é: vocês vão querer >> seguir no Procon, provavelmente para quê? Para dar solução ou não? Uma solução consumidora. >> Deixa eu te falar, Carlos. Sei que tu tá fazendo teu trabalho, eu tô fazendo o meu. A situação já está com jurídico, vai ser resolvido com Procon. Tá OK. Tem mais algo que senhor queria dizer? >> Não, nada. Tudo de bom para você. Bom trabalho. Deus abençoe a senhora. Em janeiro a gente se encontra lá na audiência. Tudo certo. >> A senhora vai fazer o seguinte. Eh, o que as Casas do Celular está fazendo é algo assim absurdo. Eu não conversei nada disso com a consumidora. Não conversei com a consumidora nada disso. Nada disso. Vou fazer algo aqui que eu nunca fiz. Isso é um absurdo o que a Casa do Celular está fazendo. Eu acredito na na palavra da consumidora porque eu tenho recebido algumas situações da casa da Casa do Celular. Se em janeiro que eu já sei que eles não vão resolver. Parece que eu tô vendo que eles não vão resolver. >> É claro. Eles compram até o Procon, se for possível. >> Eu vou assumir a parcela do seu celular até a gente resolver essa sua situação, tá bom? A gente vai resolver. A senhora vai vender, fazer alguma coisa, a gente vai entrar na justiça, vai fazer, a gente vai dar um jeito. Vou conversar com a senhora, a gente vai dar um jeito agora. Casa do Celular. Me desculpe, mas eu, Carlos Santos, não indico essa loja. >> Tá mais travado. >> Não indico. Não indico porque o que eles estão fazendo é um puro de um absurdo. Puro de absurdo. Você chega numa loja, pode filmar, vai tudo na íntegra, não tem problema nenhum, não. Vai, vai, vai do jeito que está aqui. Agora eu acho que é uma vergonha para a Casa do Celular. Não, não está, não está, >> não está. Porque se vocês vão resolver no Procon, porque não vão resolver agora nada. >> Tá com Procon. OK, siga lá com Procon. Isso é uma vergonha. A gente vai e vamos esperar. Eu quero só ver se realmente vai resolver. >> É, quero ver. >> Eu não sabia dessa situação de audiência de Procon, mas vamos fazer o seguinte, vamos esperar essa tal audiência de Procon. Eu quero ver se realmente a Casa do Celular vai resolver. Não resolvendo, a gente vai, eu faço um chamamento. Se não resolver, eu faço um chamamento. Essa qual é o dia de de audiência? Eles disseram dia de audiência, >> acho que é dia 22. >> 22 de janeiro. >> É isso. Negócio. >> Dia 22 de janeiro. Eu vou segurar essa reportagem até o dia 22 de janeiro para essa reportagem ir ao ar com o resultado, tá? OK assim? Tem como a gente esperar porque a gente não vai conseguir fazer nada hoje. >> Já vimos que querem seguir com Procon porque sabe que lá vai dar uma negativa e manda pra justiça, >> infelizmente. Então a gente vai fazer de esse fato. Se for, se for preciso, eu pago um celular para a senhora. A gente assume parcela. Agora lesada não vai. Eu me disponho a fazer isso. Depois do dia 22, senhora vai para essa audiência. E eu e eu acho que eles vão resolver porque depois da nossa vinda aqui a gente já pegou muitas demandas de Procon e não resolveu. Mas enfim, >> vamos fazer dessa forma. A gente vai finalizar o nosso nosso trabalho, >> tá certo? >> Senhora vai voltar para casa. É, não está conseguindo usar o celular porque eles fazem um tal de financiamento que trava o celular, tá certo? E >> nem vou usar que eu não quero, né? >> Não quer nem está aqui. Eu até >> intacto. Intacto. Qual é a piada, irmão? Qual é a piada? Qual é a piadinha, irmão? Coisa ridícula, sua. Vai para trabalhar. Ó, vamos fazer dessa forma, tá certo? Vamos esperar o dia 22. Vou segurar a reportagem. >> Uhum. E se essa reportagem for dizendo que não resolveu, eu faço um chamamento de todas as pessoas que foram enganadas por essa loja, se foi enganado ou não, porque eu tenho recebido denúncias no meu Instagram de que eles têm feito isso. Diz que um celular de 128 entrega um de 64. Vamos fazer o seguinte, se não resolver, a gente entra com ação pública de vários consumidores com o mesmo problema, tá certo? Vamos. Tem mais alguma coisa que a senhora queira dizer? >> E ele ainda disse que tem testemunho da loja. É claro que vão ser a favor dele, né? Só pode ser. Porque quando ele falou comigo, ele estava sozinho naquele balcão ali. >> Ele não estava com ninguém, não. Estava sozinho. >> Ok. >> E só que é claro que os vendedores, é claro, que vão ser a favor deles, com medo de perder o trabalho, né? >> Isso. É, exatamente. A gente vai dar um jeito na sua situação. Lesada, a senhora não vai ficar. Se o Procon não resolver, eu eu nem vou dizer para a gente ir para a justiça, tá certo? Só se a gente fizer um chamamento público para processar em coletivo. Enquanto isso, eu vou dar um jeito da gente resolver a situação do seu celular, pagando a parcela, comprando o seu celular, a gente vai dar um jeito, tá certo? Vamos sinalizar essa reportagem. Não tenho uma boa imagem temporariamente da Casa do Celular. Finalizo dessa forma, vou segurar essa reportagem esperando que eles resolvam. Eu quero ver. Eu tomara que resolva no dia. Ele não disse que vai falar, vai resolver no Procon. Quero só ver se realmente vai resolver. Se não resolver no Procon, a gente resolve de outras formas. Tá bom? Tá bom assim para a senhora temporariamente. Senhora já não vai pagar, né? Porque >> para falar a verdade, a senhora já conseguiu até outro celular. >> Já comprei outro celular porque esse aqui não está usando, né? Não está usando. É isso. Toda audiência da TV Consumidor, se essa reportagem não for com resultado positivo para a consumidora, eu vou estar trazendo para vocês um desfecho positivo. Nem que seja comprando esse celular aí, nem que seja jogando forte, sei lá o que que eu vou fazer com o celular. >> Não sei o que que eu vou fazer, mas a gente vai resolver de um jeito ou de outro. Aqui resolve ou resolve. É isso. Muito descontente com a Casa do Celular. Eu finalizo de forma muito triste aqui dentro da Casa do Celular. É isso. Carlos Santos de Campina Grande, Casa do Celular, Campina Grande para toda audiência da TV. >> Pedro, qualquer coisa manda as horas. Estamos aqui na sua terra. Carlos Santos, aquele abraço, viu? Jun. Abraço. >> Ah, junto. >> Obrigadão. Qualquer coisa manda as ordens.