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3 Etapas para Descobrir Por Que Algo de Ruim Aconteceu

Ramon Galimberti19:56

Transcription

As pessoas reconhecem mais você pelo que você está passando ou pelo que você está tentando fazer?

Se eu chegar aí na sua casa agora, conversar com seu marido, conversar com sua esposa, se eu conversar com seus amigos, se eu conversar com seu pai, com sua mãe, essas pessoas vão olhar para mim e vão dizer: "Hum, a Tatiana Correia, ela é uma mulher que tá tentando enriquecer o tempo todo, todo dia, toda hora ela vive tentando enriquecer. É até maluca aquela menina tá sempre num projeto para tentar enriquecer".

Ou será que eles vão dizer: "Ah, Tatiana tá sempre doente, sempre com algum probleminha, tadinha. A gente precisa precisa ajudar ela. Nossa, tá com tá endividada, não tá conseguindo vender. Outro dia ela veio aqui falando que não tá conseguindo vender. Nossa, tadinha."

As pessoas reconhecem mais você pelo que você está passando ou pelo que você está tentando? Seja sincero na sua resposta.

Por que que o seu carro deu defeito no dia que você ganhou mais dinheiro? Por que que o seu filho se machucou, passou mal no dia que você marcou encontro com aquele cara que você ia sair? Por quê? Porque tem pré-queda aí, tem padrão aí. E é nesse lugar que eu quero que a cabeça de vocês esteja na maior parte do tempo.

O que está acontecendo? Por que está acontecendo? Preste atenção. O que está acontecendo? Por que está acontecendo?

E a terceira informação, quem sabe o que que é? Qual que é a terceira pergunta? Lembra de um elemento da pré-queda? Quem é que lembra de um elemento da pré-queda essencial? Tá, a utilidade já tá nesse segundo, na segunda pergunta aqui. No para que e no por quê? Qual que é o terceiro elemento essencial lá na pré-queda?

A pré-queda acontece sempre, o tempo todo. Você vai passar por pré-quedas, é o tempo todo. Por que agora? Descobri uma pré-queda do meu marido. Por que agora? Por que nesse momento? Tomei um golpe. Pera aí, você não tomou um golpe em qualquer momento. Foi num momento específico, porque naquele momento descobri uma traição. Foi a primeira? Não, era a décima. Mas eu só descobri agora. É, por que agora? Momento. Palavra chave é momento.

Por que as coisas estão acontecendo? Tem um motivo. O que aconteceu? Você tá vendo por aconteceu? É por causa da utilidade, OK? Mas por que agora?

Então vamos lá, três perguntas. Um, o que aconteceu é aconteceu ou está acontecendo? Tá bom? Você pode analisar tanto um acontecimento do passado quanto analisar o que está acontecendo agora. Por exemplo, vamos lá. Três coisas. O que aconteceu? Por aconteceu e qual que é a terceira? Por que agora? Aqui a gente vem pr aquele lugar do momento. Aqui a gente vem para lugar do momento.

Você pode não saber a utilidade dos seus problemas, certo? Você vai precisar de um tempo para entender a utilidade de cada problema. Isso é natural. Tem coisa acontecendo aí, você vai demorar um tempo a entender. Mas eu não vou voltar um passo antes. Eu preciso que você bote esse óculos aqui na na sua cara, viu? Eu preciso que você se permita, mesmo sem entender, questionar esse acontecimento não é por acaso. Amor, mas eu não sei o porquê ainda. Tudo bem, você tá aprendendo a interpretar os acontecimentos. Esse é o poder que eu tenho para você hoje. O poder de te de te entregar uma metodologia capaz de entregar, de interpretar qualquer acontecimento. OK? Beleza?

Eu vou desconsiderar o fato de você pensar que isso aqui foi acaso. Temos um combinado? Só para você exercitar, mesmo que você não acredite, coloque no chat, "Não existem acasos". Essa é a nossa premissa aqui básica das nossas construções. Não existem acasos.

Percebe que tem gente que não vai conseguir escrever isso porque ela já passou por tanta coisa ou ela viu a filha dela passar por alguma coisa que ela fala: "Não posso, eu não posso escrever isso. Eu não posso escrever isso, Ramon. Porque se eu escrever isso, eu vou assumir a responsabilidade por problemas que eu não queria assumir. Aquilo tem que ter sido acaso. Aquilo tem que ter sido coincidência." Aí nós vamos voltar para esse óculos. Não é para você, isso não é para gerar um peso na sua cabeça, isso é para ser um privilégio.

Se você entender que não existem acasos, coloca na sua cabeça: "Ramon, mas nada é acaso?" Parte da do pressuposto e da premissa que nada é acaso. Vamos partir desse lugar? Vamos por aqui. Pode ser? Mesmo que você não entenda tudo, mesmo que isso te assuste, vamos descer lugar, porque vai ser mais fácil encarar sua dívida, vai ser mais fácil encarar suas doenças, vai ser mais fácil encarar os problemas das pessoas que você ama. Vai ser mais fácil, gente. É sério. Beleza.

O que aconteceu? Primeira pergunta. Essa é a mais fácil de responder, né? Ah, no meu caso aqui, o microfone não funcionou. O que aconteceu? O microfone não funcionou. Ou melhor, o microfone parou de funcionar porque ele estava funcionando. Aqui ainda tem uma diferença. Eu não precisava trazer essa diferença para vocês, mas eu quero que vocês comecem a prestar atenção na sequência do acontecimento. Alguma coisa estava certo antes e essa coisa parou de funcionar. Não é que ela nunca funcionou. Ela funcionou, funcionou, funcionou. Quando eu precisei dela, ela parou. A diferença tá aqui. Tem coisa na sua vida que você pode testar 100 vezes. Se você precisar de uma pré-queda, no momento que você for usar vai dar problema. Não é que nunca funcionou, é que parou quando você precisava dela. Beleza? Entendeu?

Aqui é o acontecimento. No acontecimento, você vai ver, você vai ver o problema, a situação. Você não faz nada com aquilo ainda. Você vê, ah, o microfone parou. Tô vendo. Vocês viram? Eu vi. A equipe viu. OK. Tô pegando o meu exemplo para ficar mais claro, tá? Aí você vai aplicar na sua vida.

Por que que isso aconteceu? Aqui tá a utilidade. Na utilidade a gente tem o quê? Aí eu não vou entrar na utilidade exata desse problema, tá? Eu só quero que você lembre do PPP. Quem disse PPP estava no caminho certo. Existe um PPP aqui nesse momento. Existe um precisa, permite, prefere que esse microfone pare de funcionar. Tá comigo, Ramon? Eu ainda não sei qual é o PPP e qual é a utilidade. Tudo bem, nós estamos nesse lugar. Eu sei que você tá aí ainda, tudo bem, mas você já sabe que existe. Já tô satisfeito com isso.

A terceira pergunta é: porque agora esse microfone poderia ter dado problema em outra live, poderia ter dado problema antes, poderia ter dado problema no teste, porque ele deu problema quando abriu a transmissão. Vocês entendem a diferença? Se esse microfone dá um problema antes de começar a live, alguém ia ver esse problema? Vocês iam saber desse problema? Eu ia saber desse problema? Não, só quem ia saber? a equipe da transmissão. Alguém precisava que outras pessoas vissem esse problema.

Vou puxar pro seu caso agora. A mulher foi traída. A forma como ela descobriu importa. Ela foi traída, foi ela que descobriu, no celular do marido dela. Você quer ver como que muda? A mulher foi traída, como ela descobriu? As amigas filmaram o cara num bar lá da praia com a outra mulher. Olha quanta gente tá sabendo. Nem foi ela que descobriu. A forma como acontece importa. É mais fácil provar que você é uma mulher boa e o seu marido é errado quando você não consegue terminar. É mais fácil provar que você tava sendo boa e o errado é o outro quando só você vê ou quando mais gente tá vendo? Gente, cuidado. Quando você tá indeciso, indeciso em tomar a decisão, quanto mais pessoas verem o problema, vem o problema, mais fácil fica de você sair dali. Tem gente que vai precisar para conseguir decidir que outras pessoas vejam ela falando sobre problema.

Aí eu eu posso puxar para qualquer área, viu? Tem gente que é mandada embora de duas formas. Uma, o chefe chamou para conversar, ela foi mandado embora. Na segunda, houve um escândalo numa reunião, ela foi humilhada e depois ela foi mandada embora. O acontecimento é o mesmo, foi mandado embora. A forma como aconteceu mudou. Cada um aqui tem um padrão diferente, gente. Tem gente que precisa de plateia para encarar o problema. Ou tem gente que precisa de plateia para justificar a não responsabilidade sobre o problema. Quantas pessoas você envolve nos seus problemas? Quantas pessoas ficam sabendo dos seus problemas?

As pessoas reconhecem mais você pelo que você está passando ou pelo que você está tentando fazer? Se eu chegar aí na sua casa agora, conversar com seu marido, conversar com sua esposa, se eu conversar com seus amigos, se eu conversar com seu pai, com sua mãe, essas pessoas vão olhar para mim e vão dizer: "Hum, a Tatiana Correia, ela é uma mulher que tá tentando enriquecer o tempo todo, todo dia, toda hora ela vive tentando enriquecer. É até maluca aquela menina. Tá sempre num projeto para tentar enriquecer". Ou será que eles vão dizer: "Ah, Tatiana tá sempre doente, sempre com algum probleminha, tadinha. Gente, precisa, precisa ajudar ela. Nossa, tá com tá endividada, não tá conseguindo vender. Outro dia ela veio aqui falando que não tá conseguindo vender. Nossa, tadinha."

As pessoas reconhecem mais você pelo que você está passando ou pelo que você está tentando? Pergunta sincera. Coloca no chat e seja sincero na sua resposta. Imagine que eu estou entrevistando seus filhos, seus amigos. Eles sabem mais sobre seus problemas ou sobre seus sonhos. Bota no chat aí, vai. É isso, galera.

Talvez você seja mais reconhecido pelos seus problemas. A maioria aqui tá sendo reconhecido pelos problemas, mas não acabou ainda, tá? Se você é reconhecido pelo que você tá tentando, fica em paz, porque às vezes você tá tentando as coisas pelo motivo errado. Você deu um passo certo. Ramon, estou tentando. Tentando o quê? Tentando fazer de tudo pra minha carreira crescer. Por quê? Porque eu quero mostrar pro meu pai que eu sou tão grande quanto ele. Motivo e objetivo importa.

Às vezes você tá tentando muita coisa pelo motivo errado. Você tá tentando muita coisa para se provar pro seu pai, para se provar para sua mãe, para se provar paraos seus filhos, para se provar pro seu ex, para se provar para Deus que você é uma mulher incrível. Só falta coronha na sua cabeça. Quando você faz pelo motivo errado, você sempre quebra a cara, porque você vai ativar as teias erradas e usar padrões ruins. Padrão de dependência, padrão de vítima, padrão de narcisista, padrão de vingador.

Então beleza, >> entendeu? Essa parte aqui você vai se perguntar o que aconteceu ou o que está acontecendo, por aconteceu, qual a utilidade o PPP disso e por agora. Por que não foi ontem? Por que agora meu carro furou o pneu? Por que agora? Ah, porque tinha um prego na pista. Esse é o acontecimento. Mas tinha um prego na pista para todos os carros. Porque você furou o pneu, porque você passou nesse prego, porque você passou agora.

Essa é a coragem que eu quero desafiar você a ter. Começa a se questionar, começa a se perguntar. Pera aí, por que que a minha mãe mandou mensagem agora que eu tô mexendo nesse trem todo? Meu direct vai apitando com vocês lá, que não consigo ver as mensagens. Às vezes eu vejo, não dá para responder. Às vezes a equipe vê, mas começa a apitar. Nossa, eu tomei uma decisão, minha mãe mandou mensagem. Por que agora? Nossa, eu pensei em melhorar meu relacionamento, tô dando, tô tendo briga todo dia. É por agora? Não é por acaso, galera. Não tem caso nesse lugar.

Vamos lá, galera. Nós precisamos separar o que você tem, se é uma dúvida, se é uma dificuldade ou se é uma resistência.

O que é a dúvida? Dúvida é: eu não sei, Ramon. Eu não sei que existem padrões. S uma dúvida, Ramon, do que que é dúvida, Ramon? Eu não sei se eu rodo o protocolo de dependência emocional ou de proteção emocional. Você concorda que isso é uma dúvida? Caminho A ou caminho B? Ramon, eu não sei por onde começar. se é pelo plano perfeito ou se é pelo protocolo. Isso é uma dúvida. Eu tenho dois caminhos, eu não sei por qual ir. Isso é uma dúvida.

O que é uma dificuldade? É a pessoa dizer: "Ramon, eu não sei rodar o protocolo de dependência emocional. Eu não sei. Eu tenho dificuldade para rodar. Eu não sei rodar". Você concorda aqui no começo tudo se inicia com a dificuldade? A pessoa vai aprender a dirigir, para quem tem mais de 30 aí, provavelmente aprender a dirigir no carro manual. Hum. Maioria, né? Aí você bota o pé na embreagem, bota o pé do meio, vai no freio. Tem gente que até hoje pisa com o pé esquerdo no freio, que eu sei, só que o pé esquerdo é só pra embreagem. A gente, a Fan riu, ele deve pisar com o pé esquerdo no freio, ó, o pé direito pisa no freio ou no acelerador. No começo você erra o pisão, você deixa o carro morrer, deixa. Porque você tem dúvida de qual pedal pisar? Não, porque você tem dificuldade. Você sabe o que você tem que pisar. Você sabe que o o esquerdo é aquilo, alguém te ensinou que o do meio é o freio, alguém te ensinou que o da direita é acelerador. Mas quando você vai fazer, você tem dificuldade porque o seu corpo ainda não se acostumou, a sua cabeça, o seu músculo não se acostumou a pisar naqueles três ped pedais de forma automática. Você vai passar marcha, deixa morrer. Porque você não sabe não, porque você tem dificuldade. Você não tem dúvida do que fazer, você tem dificuldade quando faz, ok? Então esse é o essa é a segunda o segundo nível e o terceiro nível é a resistência.

E esse aqui é o mais perigoso. O que é a resistência? É a dificuldade que você coloca na dificuldade que você tem para fazer alguma coisa. Por exemplo, a pessoa tinha uma dúvida, ela não sabia se ela começava pelo plano perfeito ou pelo protocolo de dependência emocional. Aí eu disse: "Começo pelo plano perfeito porque o plano define os acontecimentos". Aí ela saiu da dúvida: "Ah, agora eu sei, começo pelo plano perfeito. OK. OK, check, check. Já sei por onde começar, mas Ramon, eu não sei fazer o plano perfeito. Eu tenho dificuldade para fazer. Opa, você tem uma dificuldade. Aí eu falo assim, ó. Você vai abrir o marca-passos, vai ter uma aba lá escrito plano perfeito. Você vai clicar nessa aba e você vai seguir o passo a passo. Você entendeu? Entendi. Ramon. Vai ser difícil. Provavelmente se é a sua primeira vez. É tipo dirigir, você vai precisar rodar para aprender um pouco. Então você vai ter uma certa dificuldade, mas você vai dar conta de fazer, vai. Dificuldade, check, todo mundo tem.

Agora, qual é o problema da maioria? É colocar a dificuldade, colocar uma dificuldade sobre aquilo que já é uma dificuldade. Por exemplo, agora eu sei como rodar. Eu já sei que eu tenho que começar pelo plano perfeito, sabe? Sei. Dúvida, check. Eu sei que vai ser difícil, sabe? Cheque. Vai ter um desafio inicial, mas Ramon, eu não consigo fazer. Mas pera aí, você tentou? Não é que eu nunca fiz. Isso não é dificuldade, viu, gente? Isso é resistência. Você tentou? Tentei. Foi até o final? Não, é que eu parei no meio que eu não entendi. Você assistiu de novo? Não. Então você parou. Isso não é dificuldade, gente. Isso é resistência. Se você nem tentou, você não tem uma dificuldade, você tá criando outros argumentos. Ah, não tenho tempo. Será que você não tem tempo ou você não prioriza?

E aqui eu não estou falando da aliança divergente, eu estou falando sobre um padrão de vida que vocês têm. Cuidado com a resistência, porque a resistência cria um negócio chamado birra. Você sai daqui, ó, e você vem paraa birra. Você sabe o que fazer para ser uma mulher melhor pro seu marido? Não. E se eu te disser que para ser uma mulher melhor pro seu marido, você tem que desafiar ele e ser mais doce? Você entendeu? Entendi. Não tenho mais dúvida. Eu entendi. Tem que ser um pouco mais doce, não é? Para eu brigar com ele pelas coisas que eu não combinei e sim lembrar ele dos combinados que a gente ainda não fez e precisa fazer. Entendeu? Entendi. É fácil fazer isso? Não é fácil. Primeiro porque você não sabia fazer e agora você tá aprendendo. Aí você vai pra camada dois. Você vai ter uma dificuldade para fazer. É, Ramon, vou ter uma dificuldade, eu vou ter que estudar alguma coisa, eu vou ter que respirar fundo quando ele falar uns negócios. Aí a pessoa vira e diz: "Mas eu não consigo fazer isso porque o meu marido não merece. Tá bom. Em que momento que eu disse que ele precisa merecer para você fazer resistência? Não, mas ele não é bom. Larga ele. Não, mas eu não quero. Quer, criatura? Não, eu quero que ele seja bom. Mania de esperar que as coisas aconteçam para que você mude.

Gente, de novo, é sobre você esse negócio aqui. Você está criando os acontecimentos da sua vida. Vocês estão criando os acontecimentos da vida de vocês. Os acontecimentos da vida de vocês. O marido que você tem não é o marido que você quer, o marido que combina com os padrões que você carrega. O emprego que você tem não é emprego que você quer, o emprego que combina com os padrões que você carrega é sobre você. No dia que você deixar de combinar com isso, daí isso vai mudar. Não tem como uma mulher delicada não combina com homem banana porque ela não vai conseguir fazer o dinheiro que ele quer que ela faça. Ele precisa de uma guerreira. Um cara que não combina com 2.000, ele não vai aceitar emprego que pague 2.000 porque ele não combina com aquilo. Ah, ele já não combina. Tem gente que aqui ainda combina. Uma pessoa que precisa daquele problema, daquela dívida, não vai abrir mão dela, porque ele ainda combina com os padrões que ele tem para punir ou para prender alguém. É sobre você, galera.

Então, tome muito cuidado com esse lugar aqui, ó, da resistência, que ela cria uma birra. Parece que é sobre seu marido, não é. É sobre o fato de você ter atraído, escolhido e mantido ele na sua vida. É sobre você. Não é sobre seu chefe, é sobre o fato de você só conseguir aquele tipo de emprego, porque você atraiu, você aceitou e você mantém. É sobre você. É sobre você. Esse é o nosso processo aqui. E quando você vem com a birra, e aqui não é uma torção de faca em nenhum de vocês, beleza? É uma torção de faca no problema. Tem coisas que você ainda tem birra, é por isso que você não faz. Não é pela dificuldade de fazer, é pela dificuldade que você coloca para fazer. OK?

É provável que você não consiga. É por isso que nós criamos aliança divergente, porque talvez sozinha você não consegue. É por isso que nós criamos essa estrutura. É por isso que dentro do marca-passo a passo para executar aquele protocolo. É justamente por isso que as pessoas entram aqui na aliança. É porque elas têm medo de não conseguir fazer sozinha. Se ter o medo de não conseguir fazer sozinha o medo real, você acha que você deveria ficar do lado de fora sozinho ou tá aqui dentro? Percebe? É, é muito louco isso. Na minha cabeça fica muito claro e eu quero que vocês vão tendo clareza.

Não conseguir fazer sozinha é uma condição, ok? É uma condição. Eu não consigo fazer sozinha. É uma condição. Eu acho que não consigo fazer sozinha. Tem gente que usa a condição para justificar. É por isso que eu não vou entrar. Tem gente que usa a condição como motivo para mudar e diz: "É justamente porque eu estou sozinha que eu preciso da aliança". E de novo, não é sobre a aliança, o efeito paralelo do padrão. Do mesmo jeito que você decide sobre uma condição, você decide sobre outras. Você tá fazendo a mesma coisa no seu casamento. Eu não sei se eu nem sei se é casada. Aqui eu tô pegando exemplo geral, tá? Talvez seja, talvez não seja, mas o padrão se repete. Eu não sei se eu vou conseguir aumento de salário. O meu patrão não é bom. Eu não sei se eu vou conseguir ter um casamento bom. Meu marido não me ajuda. Eu não sei se eu vou conseguir mudar de casa. Minha mãe adoeceu. É a mesma coisa.

Essa condição é a justificativa para você aceitar a vida que você tem ou o motivo para você mudar pr pela vida que você quer? Você escolhe. Pô, a sua condição. Todo mundo aqui tem uma condição, viu? Todo mundo tem uma condição. A pergunta que vai te diferenciar é: você usa a sua condição, seu problema, o seu desafio como a justificativa para aceitar a vida que você tem ou como um motivo para mudar sua condição te faz aceitar ou a sua condição é um é uma justificativa para aceitar ou motivo para mudar?

Gente, vai ser difícil dar desculpa aqui, viu? É sério, se você quiser dar desculpas, não entre na aliança Divergente. Você vai passar perrengue no seu grupo, mas você vai passar muito perrengue porque seus aliados vão te perguntar: "E que que você tá tentando?" Não, mas é que você não conhece o meu marido. Nem preciso. Você tá falando que ele é ruim, inclusive nem quero. Que que você tá tentando? Não, mas é que você não sabe o tamanho da minha dívida. Ah, aquele moço falou que ninguém tem um problema maior do que pode suportar e nem menor a ponto de ser ignorado. Então, esse problema é o que você precisa, permite, prefere. Que que você tá tentando? Não, mas é que você não conhece o meu chefe. Talvez eu nem queira conhecer. Que que você tá tentando?

Mas eu faço questão de estar aqui com vocês, porque eu sei que o seu tempo é precioso. Eu acredito em você. Eu acredito que você pode mudar essa realidade. Eu acredito que você só está aí porque você precisa, permite e prefere. Pelos padrões que você carrega, sejam aqueles que você já viu e tem que quebrar e aqueles que você ainda vai ver e vai conseguir alcançar. É só um questão de tempo.

Agora, se eu aceitar sua justificativa, eu vou ser conivente com a sua derrota. Se eu aceitar você dizer: "Ah, eu acho que eu não vou entrar porque eu tô com medo de ficar sozinho. Acho que eu não vou conseguir." Cara, eu vou te provocar porque tudo bem. Eu poderia só dizer: "Tá bom, já tá decidido, segue aí, pô". Mas se vocês estão aqui, eu sei que vocês querem fazer viver diferente. E o meu trabalho como seu mentor é te provocar até o ponto de você encarar. Encarar não é comigo, é com você.