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Vamos lá então. A gente ia falar isso um pouco à tarde, turma, mas a gente antecipou por alguns motivos aí, que o professor Thiago, né? Mas você está com o doutor Thiago também, tá? Mas vamos falar agora de manhã e começar muito bem a aula de anatomia, tá, pessoal?
Como eu estava falando no mar de vocês aí em BH, né, com ele de BH, eu vou agora, vou fazer aquela nossa revisão, como sempre faço, do que a gente falou na aula passada, a parte muscular, parte vascular, para depois aí, com calma, nós entrarmos na parte de inervações, tá bom? Na parte de inervações de cabeça e pescoço, tá?
E aí, por último, eu quero, para finalizar anatomia para vocês, se ficarem tindo muito bons, não esquecendo nomenclaturas técnicas e nada, mostrar alguns casos nossos, tá? No nosso dia a dia, na época que eu fiz evidência, cirurgias muito bem elaboradas, muito bem diversificadas, planos muito bem expostos. E aí vocês vão visualizar tudo aquilo que eu passei desde a parte óssea, astologia na parte 1, até hoje na parte 3 da inervação motora ou sensitiva, porque nós conversamos, tá? Mostrando alguns tumores também, pegando nervos importantes da cavidade oral. Também vou mostrar um caso que eu fiquei devendo na aula passada, na parte 2, tá? Então, a gente vai dar sequência aí, tudo.
Então, para a gente começar com chave de ouro, né? Eu relembrei uma época minha na residência, eu fiz isso, né, para fazer enxertia, né? Então, isso aqui, ó. Isso foi na minha época de residência, para a gente conversar com chave de ouro. Isso é uma calota craniana, tá bom? A gente está aqui abrindo a calota craniana na parte parietal, né? Para usá-lo de encher. Vou dizer uma coisa para vocês, foi a primeira e única vez que utilizei desse enxerto, tá, pessoal? É um osso muito rígido, difícil de ser modulado em cavidade oral. Mas como residente, você está em hospital ali, precisando, o paciente aberto, a gente pensou em utilizar essa técnica de enxertia de osteotomia daquela outra craniana, tá bom?
Olha o motor, o motor antigo ainda, né? Broca. A gente não tinha naquela época, era SUS, né? Era piezo. Hoje a gente usa piezo, os instrumentos muito mais delicados. Mas é só para mostrar para vocês uma calota craniana aberta. Eu era R2 aqui, né? Minha mão está aqui fazendo osteotomia com broca ainda, toda ela diferenciada que é esférica. Mas conseguimos fazer aquele bons resultados. O que nós dificultamos aqui quando utilizamos da enxertia para um trauma de órbita, espancado de ódio, que ele perdeu o tecido ósseo pelo trauma, né? É a modulação. Quer dizer, modular esse osso dentro da nossa face foi muito difícil. Então, ficou muito bom como esperado, tá? Então, nunca mais eu fiz isso, mas é só para vocês terem a noção cirúrgica da ilha que nós vamos para aí para ver, tá bom?
Bom, então, para começarmos a aula de hoje, então, né? Nós primeiramente, eu sempre gosto de fazer a nossa revisão. Tomar isso é muito importante, tá bom? Então, a revisão da aula passada, que nós falamos de músculos e artérias e veias também, praticamente nós vamos passando ela mais rapidinho, tá bom? Beleza, então vamos lá.
Falando novamente de músculos, músculos da face, como topográfico, a gente sabe que ele é um processo que ajuda no processo da alimentação, preparando para deglutição, né? E digestão do alimento, ou seja, triturando todo esse alimento. Então, quem vai fazer auxiliar isso, além dos dentes, é a musculatura, tá? Todos esses músculos da mastigação, eles originam no crânio, se inserem na mandíbula, tá? E um ponto crucial que nós vamos falar hoje, tá, são esses músculos. Eles são inervados pelo N3, ou seja, primeiro por mandibular do gânglio trigeminal. Ele sai o nervo oftálmico, maxilar e o nervo mandibular, tá?
Então, nervo mandibular. A esses, professor, porque só mandibular? Por que que vocês acham que é só mandibular? Porque eu não maxilar e não optar? Eu já comentei isso numa aula passada, né? Provavelmente a gente deveriam saber. Alguém quer falar ou não? Ou escrevendo no chat? Mas tudo bem, tranquilo. Então, o que acontece é porque este nervo é o N3, é o V3, tanto faz, cada livro faz uma forma, que ele tem característica motora, OK? Então, ele é um dos nervos só que apresentam características motoras. E isso nós vamos falar ali para frente, lá na frente, na alma, tá? OK, tá bom? Então, essa característica que ele tem motora faz com que ele faça o quê? A inervação dos músculos da mastigação, tá? Da mastigação, pessoal, não esquecendo dos músculos.
Aí, de vocês, muito trabalham, que são aqueles que nós falamos, eles fazem elevação, depressão, retração e deslocamento lateral da nossa mandíbula, aonde tem a sua inserção, tá? OK. Tô mostrando aqui de novo, mostrando aqui o nosso primeiro músculo, temporal. Ele aqui aberto no acesso biconal, semelhante àquela filmagem que eu coloquei no começo da aula, tá? Então, aqui é o mesmo, só que isso aqui é mais recente. Essa cirurgia que eu fiz, já mostrei para você na aula passada, mostrando aqui o músculo temporal aberto como referência anatômica da nossa incisão de redução da calota craniana. E aqui, numa peça seca, no Instituto de Ciências Biológicas da USP, né? Eu tenho esse aqui fotografado, muito bem legal, mostrando as inserções, a origem dele, né? E a forma que ele tem, né? A força também. Tem mais a forma em leque que ele tem em todo ele seu contorno anatômico aí, tá? OK. Então, aqui, quando eu mostrei para vocês, eu peguei o enxerto mais ou menos desta região aqui da calota craniana, entre. Tá bom? Beleza.
Então, vamos para você falar, né? A exceção dele é na crista temporal do processo, né? Ele vem até a inserção profunda ali do trigo na reta molar. Já não alterou vocês na crista temporal da mandíbula, certo? Ele tem a sua origem na fossa temporal, né? Que é uma linha, a gente tem uma linha de fossa temporal, tá bom? E a gente vê isso na parte de astrologia, que já foi revisto isso. E aí, próximo músculo que nós falamos muito, e é um músculo muito forte, ele é um dos mais fortes que nós temos na cavidade, na face, é um músculo masseter, tá? Outra foto mostrando. E é importante a gente salientar, eles têm, eles têm dois feixes, tá? Ele tem o feixe superficial e ele tem o feixe profundo, tá? Isso normalmente, às vezes, quando o paciente, o aluno não tem o conhecimento anatômico, acha que o músculo masseter, pela foto de livro, ele é um feixe. Não, ele é dois feixes. Inclusive, você visualizar, e a gente vai visualizar lá no final da aula, quando dos acessos cirúrgicos de traumas de face, que eu vou mostrar para vocês, tá?
Eu vou colocar para vocês os feixes bonitinhos, como a gente disseca isso num paciente para acessar a base da mandíbula numa fratura de corpo, uma fratura de ângulo, inclusive, tá? Tá? Isso a gente visualiza muito bem esse, esse feixe ou essa cinta, né, do músculo masseter. Ou quando a gente vai falar no conjunto desse músculo, a gente coloca, a gente chama de cinta músculo e pele massetérica, né? A origem dele ali, perigosamente, OK, tá bom? A inserção dele era tuberosidade massetérica. A gente sabe aqui na base lateral da mandíbula. Inervação são os nervos. É aquilo que eu sempre falei no começo das aulas de anatomia para vocês, se vocês pegarem as estruturas anatômicas, os seus nomes deferidos, eles vão ser todos muito semelhantes. Nervo massetérico, você já sabe que vai inervar aquilo lá. Da onde vai se originar, aonde ele vai surgir, só tem que entender aonde vem esse nervo, né? Que ramo que surge. Hoje vocês não entendem, mas já passei no início da aula que esse primeiro vem da onde? Vem do ramo mandibular do V3 do gânglio de germinal, tá bom? Beleza. É a mesma coisa, artéria massetérica. Você entendeu isso, torna-se tudo muito igual, tanto para um quanto para outros músculos, tá? E estruturas nossas também. Aí você tem que saber e aonde ele origina. Bem no começo da artéria do ramo maxilar, é importante, que é um dos ramos terminais que nós temos a carótida comum interna, interna, OK, tá bom?
Então, essa é a base de atualização do músculo masseter, que já foi falado bastante para vocês numa aula passada, mas só para vocês virem a relembrar novamente, não esquecer novamente disso, que eu sempre prezo por isso. A repetição é a nossa hora do raciocínio e da nossa lembrança, tá? Então, eu acho isso muito importante. Isso me ensinou muito para entrar na residência, ensinou muito também para entrar na faculdade de medicina, odontologia. Então, a repetição me ajudou bastante a estudar, tá? Então, por isso que eu tenho que fazer um pouquinho na anatomia, que é um pouco mais pesado, teórico, a gente conseguir trabalhar isso bonitinho, tá bom?
E aí, nós temos aí os pterigoideos. E um deles é um medial, tá? Que a gente tem essa tuberosidade aqui, não dá para ver, mas eu quero mostrar músculo. Temos a tuberosidade mandibular na parte interna da mandíbula. Por mandibular é um músculo importantíssimo quando a gente for fazer um avanço importante de mandíbula numa prognatia ou numa fratura importante que você tem um deslocamento muito grande do osso. Vocês vão ver também nos meus casos clínicos no final da aula, tá? Vocês vão ver que a gente mostra um deslocamento de um osso, o corpo do osso, ao invés de estar alinhado quando tem a fratura, eles ficam desta forma, muito desalinhado. E tem muito faz esse trabalho de desalinhar, além do impacto, além do trauma, são os músculos, tá? Os músculos que estacionam medial, que agora você já tem um conhecimento, tanto um deles, numa certa também, tá bom? Beleza.
Aí, mostrando aqui o senador. E esse músculo que a gente conversou bastante, né? Que a gente está na certa aqui bastante, que é o músculo importante dentro de uma técnica anestésica local odontológica, é o músculo constritor superior da faringe, tá? Ele fica bem localizado posterior da pele mandibular. Olha aqui a raça aqui na minha ponta da seta e as fibras não posterior a essa raça aqui, dentro dela, posterior à cavidade oral também, tá bom? Então, às vezes, quando vocês fazem uso da tontura da agulha para fazer a técnica pterigoide, intraoral, vocês podem, dependendo da agulha que vocês forem usar, longa, alguma coisa, causar um trauma ou aplicar um pouquinho do anestésico sobre essas fibras nervosas, fibra musculares, né? E com isso causarem o quê? Que o paciente relata para você, que nós já conversamos, dor de garganta. Então, depois de dois dias, o paciente está relatando uma dor de garganta, isso está me incomodando, tal. Então, é isso pode apresentar. Se você tem o conhecimento anatômico, o conhecimento da sua técnica anestésica, vocês entendem que isso é relacionado ao músculo posterior da faringe, que tem a sua origem na raça pterigoide do mandibular, ali posterior ao músculo que nós estamos vivendo aqui na parte julgar, tá bom? Beleza, pessoal?
E aqui, o pterigoideo lateral, que vai ser próximo aqui, que vai falar bonitinho. E aqui, o nosso músculo que pterigoideo lateral e sem que tem a sua especificidade de uma localização das suas fibras superiores no seu feixe muscular inserido no disco articular. Isso é comprovado cientificamente, trabalho de doutorado, tá? Então, isso é muito importante você estar atento, né? Essa porção, essa parte superior da cabeça aqui da do músculo, né? Vou ter essa inserção no disco articular, na sua porção inferior do disco articular, tá? OK, tá? Ou seja, sua origem é na crista infratemporal, né? Feixe superior, crista infratemporal. E a sua inserção é na fóvea pterigoide. Aqui, ó, olha a fóvea pterigoide. Esse acabou suas minas aqui, ó, esse colapso que nós temos aqui na cabeça da mandíbula, né? Que tem essa, essa inserção na onde vai ver o monstro que pterigoideo lateral e na crista infratemporal, na parte interna daqui da região da porteira da maxila, tá? OK, tá bom?
Então, relembrando novamente vocês, o músculo temporal, morto por uma certa, com seus dois feixes, mais e profundo, o músculo pterigoideo medial, tá? Fazendo as suas funções de abertura, fechamento, protrusão e tudo certo, tá bom? Músculos da mastigação. Agora, vou rapidinho revisar com vocês o músculo da suave, tá? Eles estão inseridos normalmente, alguns deles, né? E aí, aquelas espinhas nasais, aquelas espinhas que eu mostrei na parte interna anterior da mandíbula, né? Nós temos os nomes agora aí, ou seja, gênio grosso e oblíquo grosso, ou seja, tudo que eu colocar espinha geniana, ou seja, é uma espinha que está localizada na parte interna da mandíbula, né? Anteriormente, que dá o nome ao músculo gênio gênio grosso, ou seja, grosso, vai dar sua origem na osso, na língua, tá bom? Tem nas suas fibras longitudinais, tá? E aqui o milo-hioideo, mostrando para vocês, ou assoalho bucal, linhas de músculos transversos, dando assim as condições a de assoalho, o limite do assoalho bucal, tá? Muito bem explicado, provavelmente pelo Dr. Igor, fez para vocês na hora de infecções no módulo passado, né? Ele deve ter aprendido muito, usado muito para vocês esse assoalho bucal, porque são estruturas referências anatômicas, porque se a infecção passar abaixo do seu assoalho bucal, né? Que que vai acontecer? Como assim, um abscesso, uma celulite importante, levando uma gravidade e risco até de óbito do meu paciente, tá bom? Tá?
Então, mostrando mais ou menos novamente os músculos para vocês, tá bom? E aqui, se vocês lembram ou não, alguém sabe esse músculo que vem inserido abaixo da nossa cavidade, no nosso hálito bucal, que tem essa inserção fibrosa, montando dois feixes musculares aqui? Alguém sabe o nome desse músculo? Como a gente tem dois feixes musculares, o nome é bem típico também. Alguém sabe me falar ou não? Muito bem, Marcão. Músculo digástrico. É isso aí. Nós temos aqui o ventre anterior do músculo digástrico e o ventre posterior do músculo digástrico, que é ligado ele aqui com o osso estilo-hioideo. Olha aqui, ó. Olha que inserção no osso hioideo. Ele vem e vai até o processo estiloide, que aqui está seccionado. Então, eles se cruzam com posterior de digástrico e o músculo tireoideo. Isso é importante para frisando, porque quando nós formos falar de inervações, caminho do nervo, a origem do nervo até chegar na nossa face ou dentro da nossa cavidade oral, vão passar por essas estruturas anatômicas. Então, para vocês terem uma noção e uma referência da onde vocês estão.
Então, agora aqui, ó, lá, ó, lá, ó, lá. Acabei de falar. Essa é uma cirurgia que nós fizemos alguns anos atrás, um pós-trauma, fratura complexa da mandíbula, tá? Ele fraturou corpo da mandíbula, simples mandibular, para sífilis e lado direito, o esquerdo quebrou tudo também, tá bom? Então, olha aqui, ó. Olha a estrutura anatômica importante aqui, que eu vou falar bastante, que eu vou mostrar na frente, nervo mentual, né? Tá? E a gente teve que abrir aqui, ó, abrir submentual bilateral. E olha que eu estou mostrando para vocês aqui, ó, em primeira mão, em vivo, né? Tudo bonitinho. Músculo do assoalho, o músculo ventre anterior do digástrico, ele vindo aqui, ó, provavelmente mais profundo aqui, a gente não visualiza, mas mais profundo, vendo o ventre e posterior de gás, mas aqui a gente já está trabalhando o quê? Assoalho bucal, aqui visualizando com a sua inserção bem abaixo, que eu vou mostrar na próxima imagem. Deixa eu ver se na próxima dá para ver.
Olha aqui, olha que imagem bonita, turma, para começar bem quinta-feira de manhã. Então, eu gosto muito dessas fotos, né? Por isso que eu coloquei na última aula de revisão, que eu não coloquei na outra, porque a gente perder bastante tempo aqui, vocês entenderem que nós estamos lidando. Olha aqui, ó. Olha a base da mandíbula. Então, quando vocês forem lá no Pirajussara ou me acompanhar em cirurgia nos hospitais, né? Fomos abrir, eu espero que a gente tenha todo o conhecimento aqui. Então, a gente viu de gás aqui. E olha que o feixe de monstro me mordeu seccionado, provavelmente pelo trauma que ele teve. A placa já colocada aqui, a gente já realizou as fixações e reduções da mandíbula, tá? Então, isso aqui é só mostrei para tirar foto para ficar didático, depois para a gente futura, eu apresentar como aula, como nós estamos tendo aqui. Então, aqui, olha quanta coisa a gente consegue visualizar. Uma parte do músculo milo-hioideo, galera. Olha o músculo ventre anterior do digástrico. Olha aqui o ventre. Olha o gênio, provavelmente pode estar sendo aqui, ó, vocês vendo na foto. Olha o abraço dele, e aqui está seccionado o músculo, tá vendo? Por causa do trauma que ele teve. O músculo milo-hioideo, né? Então, olha aqui as inserções que eles, a gente chama esses músculos que estão abaixo do nível de hioide como músculos supra-hioideos, ou seja, nós temos o osso hioide, são músculos que estão acima do osso hioide. E temos os infra-hioideos, que são os milo-hioideos, pode ou hioideos, que são outros músculos que a gente não vai mexer agora, porque senão a gente vai ficar aqui quase o dia inteiro conversando e falando, dependendo do professor Thiago, a gente vai conversando e vai mostrando, mas eu quero focar bastante nessa imagem para vocês entenderem. Todo mundo entendeu a posição que está? Ou seja, a foto está tirada daqui, ó, de baixo para cima, mostrando parcialmente o músculo, assoalho do local, que é o milo-hioideo, que parte está seccionado, mas aqui apresenta alguns feixes. E parte dele aqui, o gênio-hioideo, e parte daqui, mostrando a musculatura supra-hioidea, que um deles é o músculo do ventre anterior do digástrico, como aí o Marcos especificou muito bem para nós aí, respondendo. Beleza, porém da imagem, curtir ou não? Então, beleza, Marcão, beleza. A gente vai tocando aqui, então.
Aí, mais ou menos para vocês entenderem a parte muscular, tanto de assoalho quanto mastigatório. Olá, mostrando para vocês mais uma vez. Isso a gente vai precisar no final da aula, a inervação desses músculos. Tá? Então, não podemos deixar que todo músculo da mastigação, ele é inervado pelo ramo N3, V3. Cada autor fala uma coisa, que é o ramo mandibular do gânglio trigeminal, tá? Olha, ele emitindo ramos aqui, né? E aí você percebe que ele emitir ramos e cada um, ele vai emitir o ramo à musculatura, na glândula sublingual, nos músculos temporais, né? Na parte craniana, entendeu? Nas menininhas, né? Com licença, é porque não está aparecendo nada para mim. Será se é a configuração? Não sei. Todos estão vendo as imagens? Marcos, a Natácia, eu estou vendo também. Eu vou desligar e ligar de novo. Pode continuar. Totalmente. Qualquer coisa, eu vou passando um pouco mais lentamente para que você não perca um pouquinho dessa aula, mas é uma revisão. Essa parte ainda está um pouco revisão, tá bom? Ok, Thaís. Beleza, então, tá. Vamos lá. Qualquer dúvida, vamos tirando.
Então, mostrando, dando continuidade novamente, é isso de livro, tá? Normalmente, é muito mais difícil a gente conseguir secar isso. Eu tinha até peças receber secadas, mas não pude tirar foto. Não tiramos problemas dentro da minha pós. E aí, a gente pega um pouco de livro, mas para vocês entenderem que cada desse tipo, cada tipo de cimento, tudo bem. Valesca, agora está tudo bem. Agora voltou normal. Era configuração mesmo. O que acontece, Valesca? Vou dizer uma coisa para você. Nesse professor Thiago aqui, né? Eu falo para o pessoal, eu gosto de colocar fotos. E às vezes a gente tira foto, fica muito pesado. E eu tenho umas filmagens também que eu vou até mostrar para vocês, né? Então, às vezes fica muito pesado e a configuração não aceita isso. Então, por isso que às vezes a imagem não aparece, entendeu? Mas só me falar que a gente vai corrigindo aí, tá bom? Então, beleza.
E aí, vocês veem, ó. Tá vendo? É só vocês entenderem sessões da musculatura, tudo bonitinho. O seu nervo vai sair dentro do seu ramo mandibular, do V3 medial. Este é o raminho que vai perfurar a musculatura, vindo para a musculatura massetérica, porque se você perceber na imagem do Netter, que a gente tira do Netter, do livro, que eu adoro muito esse livro como pesquisa, estudo, ele está com corte sagital, né? Sagitalmente seccionado a peça aqui, então você vê que o nervo massetérico penetrando na fossa ali para inervar e sim a musculatura massetérica, que tudo. E aqui, o nervo bucal, mostrando também, né? O bucinador, sendo inervado a parte bucal, né? Mas isso fugindo dos músculos da mastigação, é só comentando. Essa parte estilo-hioideo, que eu falei na aula passada, nas slides passados, processo hioideo, vem no hioideo, e eles passam transverso ao músculo digástrico, anterior e ventre posterior, galera, ó. Isso é muito importante anatomicamente, mas isso da parte de cabeça e pescoço da especialidade, tá? E o estilo-hioideo, a gente não interfere muito, mas é só para vocês entenderem quando a gente conversou lá que está seccionado ali. E aqui, nessa, nessa foto do Netter, a gente consegue visualizar o estilo-hioideo, a musculatura, tá bom? Os músculos. Beleza.
Então, falando disso, vamos rapidinho falar dos músculos da expressão facial, os músculos subcutâneos, né? Músculos esses que nós temos uma face muito fina, muito pouco definida, né? Vocês aqui têm algo muito conhecimento, então não vou ficar perdendo muito tempo aqui, mas vocês têm tanto desses um bom conhecimento anatômico, precisa ter como harmonizador, eu acho, né? Eu espero que isso precise ter, né? Para aplicações das substâncias, tanto é que a gente falou bastante isso na aula, né? Mostrando as rugas, ó. Coisas que eu coloquei, porque muitos de vocês, dentro da nossa especialidade, são harmonizadores. Eu não sou, como eu falei até pouco com o Marcos, né? Eu não sou um harmonizador, mas eu quero, né, no futuro, sim, junto com vocês, aprender um pouco isso e trabalhar aí essa parte de harmonização por meu futuro aí cirúrgico nosso, meu, tá bom? Tá?
Então, isso aqui a gente colocou na aula, que são os complexos frontal, né? É a gálea aponeurótica, ali mostrando bonitinho, né? Aquela inserção entre os dois, entre o occipital e o frontal superficial de músculos que nós temos primeiro, né? Que que ele vai fazer ação dele? Mexer parte de couro cabeludo na região anterior. Esses dois ventres no primeiro ventre, tem alguém que dá mais atenção, é óbvio, dentro da nossa especialidade, é a parte frontal, onde pode ser aplicados as injeções. E mostrando as rugas que podem apresentar aí, que vocês trabalham isso daí muito bem, tá? Frontal. Nosso próximo músculo parcial, ali são os orbiculares dos olhos, entendendo ali. E nós temos uma subdivisão dentro do músculo orbicular dos olhos, que é a região palpebral superior e propriamente dito, a região músculo orbicular, tá? Tal qual eu vou mostrar para vocês aí na frente, nos slides à frente, tá? O músculo orbicular dos olhos na região orbital, tá? Que eu não vou manipular muita parte palpebral, a gente manipula muito pouco, tá? Mas a parte pobre, a gente não manipula muito, a gente disseca um pouquinho a parte subcutânea, a suborbicular, né? Desse músculo, mas em cima disso, a gente a caixa anterior, né? São músculos muito finos, muito superficiais, elípticos, amplo e circunda lógico, igual cavidade auricular da boca, o anel orbitário, todo ele ali com sua inserção, tá bom? Beleza. Ele auxilia lá. Esse é o papel importante, localizado na parte da parede lateral interna da órbita, quanto seu na parte medial da sua obra. E aí, mostrando vulgarmente falando, pés de galinha, onde muitos mulheres, muitos homens se incomodam com isso. E vocês hoje fazem muito bem a técnica de aplicação de harmonização, dentre esses pés de galinha que incomodam muitos pacientes. E hoje cirurgias também, né? Não sei se muitos estão fazendo ou adquirindo a especialização de bucomaxilo para atuar dessa forma, para diminuir essa carga de excesso de pele, o paciente se incomoda muito, né? Então, está tudo aqui localizado na região orbital do motor do lado dos outros, tá bom, galera? Tudo bem até agora? Isso tudo é uma revisão. Aí nós vamos dar sequência.
Músculo prócero. Muito, muitas inserções, eles atuam juntos devido às suas inserções serem muito próximas, semelhantes e localizadas. Então, eles atuam trabalhando tanto no corrugador de reduzir o supercílio, quanto aumentando as rugas na região próximo ali, na região anterior, a gente chama de glabela, da estrutura óssea nessa região que nós temos aqui, tá? Que fica localizado ali o músculo próximo. Então, quando vocês observarem esse tipo de atuação desse músculo, né? Consequentemente, vocês estão vendo dois músculos atuando, tanto o supercílio, que você percebe aqui, julgando, tem da sua diminuição, né? Bonitinho, quanto o músculo prócero também enrugando aqui na região da glabela, só que a estrutura óssea tem, tá bom? Beleza.
Aí, depois nós temos o músculo nasal. Nunca podemos esquecer esse músculo nasal, tá? O músculo nasal é importantíssimo, que também ele tem duas partes secadas. Normalmente, poucos são conhecidos entre os cirurgiões, às vezes, ou até entre os dentistas, né? Que é a fase compressora, que é a parte transversa, e a dilatadora, né? Uma, ela vai dilatar e a outra, ela vai comprimir. Então, dilata e aqui ela comprime, fazendo aqui, ó, fazendo com que essa raiva, essa tensão, você aumente as rugas na região, entendeu? Tá bom? Então, o músculo nasal, músculo superficial, dentro das suas partes, em cima disso, grande músculo também conhecido por nós, orbicular da boca, né? Que faz nossa rima bucal, nosso assovio, nosso bico. Ele vai dar esse contorno, ele vai dar esse, vamos dizer, estreitamento da nossa cavidade oral, fazendo com que ele se forme aí o bico oral, tá? Então, todo ele aqui, você consegue, todo ele aí, você percebe que está trabalhando um músculo orbicular por completo, quando você faz esse estreitamento dele. É um trabalho em conjunto em cima desse motor popular da boca.
Em seguida, nós vamos fazer trabalhar os músculos levantadores, né? E aí, a gente começa na parte paramediana, para a parte lateral, e começando com eles, sendo eles o músculo levantador do lábio superior e da asa do nariz. Vocês têm algo conhecimento deles, para o conhecimento da sua inserção, muito difícil de dissecar esse músculo, tá? Esse músculo é muito complicado de secá-lo, né? Porque por ser fininho e toda vez que você está dissecando ele, num tá dando tudo, você vai romper essa fibra muscular. Às vezes, você não consegue ter essa visão correta desse músculo, tá? Você se perde ali, por ser ele ser bem superficial, tá? Aí, origem dele no processo frontal da maxila, fibras, ele vai levando aqui, né? O processo frontal do osso maxilar. Então, tudo isso que eu já vou falando para vocês de parte óssea, ou você já sabe, tá? O que que eu quero falar de processo frontal da maxila? Quando veio o primeiro, a nomenclatura, para depois vir o outro. Porque o primeiro, porque aonde é o primeiro músculo que ele se insere, que é no frontal, para depois ele dar sequência das suas fibras verticalizadas na maxila. Então, por isso que chama esse processo frontal da maxila, OK?
Então, aí você tem no arco de zigomático, a gente conversou bastante disso, né? No arco de zigomático, nós temos o processo temporal do zigomático, mas também aqui nas têmporas, na minha ponta da seta, você também tem o processo zigomático do osso temporal. Então, você, quando você fala dessa forma, essa nome anatômica, você já como anatomista e conhecedora anatômica na parte óssea, já sabe da onde eu estou lidando, da estrutura óssea importante, porque por uma fratura, de uma discussão de um colega médico, dentista, um bucomaxilo, para você identificar onde está essa fratura no seu paciente, tá? OK, tudo bem? Então, quando eu falar em processo, entendam isso, tá? E aí, ela vai fazer o quê? Ela vai levar parte do lábio superior e ela, a asa do nariz, junto com o músculo nasal também, tá bom? Beleza.
Então, tá. Ele bem identificado o levantamento. Em seguida, do levantador, mais para medial, seguindo ele, nós temos o levantador do lábio superior. Ele aqui, ó, levantador do lábio superior, tá vendo? Ele, mas para medial, pele abaixo do lábio superior. A origem dele no rebordo infraorbitário, que vai fazer o quê? Apenas levantar o lábio superior, tá bom? Né? Que que ele vai se fazer? A expressão, um riso mais intenso, né? Ele vai levantar esse lábio superior com uma risada mais intensa. Tudo bem, tá bom?
Em seguida, aderindo mais e tudo mais, para para a lateral, nós temos o levantador do ângulo da boca, né? Ele está aqui localizado e mostrando aqui. E para vocês entenderem, identificarem, quando nós falamos em elevador da asa do nariz, o lábio superior, nós estamos falando verticalizado, superficial. Quando nós falarmos do levantador do lábio superior, ele tem um feixe um pouco mais profundo, porque a sua inserção é no rebordo infraorbitário. Quando falarmos agora do próximo músculo, para lateral, nós estamos falando do levantador do ângulo da boca, ou seja, ele tem um feixe muscular mais profundo, conforme vocês visualizam aqui na figura da margem do Netter. Tudo bem, pessoal? Então, entenda essa superficialidade, tá? E ele, inclusive, ele é mais profundo que os músculos zigomáticos menor e maior, tá? O ângulo da boca, porque ele vem bem certo ali na fossa canina, que tem uma depressão na piscina, na parte anterior da maxila, que é uma depressãozinha que você percebe isso entre o canino e o lateral, né? Tem uma depressão ali, é uma chamada fossa canina. E aí, o músculo levantador do ângulo da boca, tá? Por isso, ele tem esse feixe profundo aqui para fazer a sua origem ali na fossa. Tudo bem, tá? Então, agora, quando vocês ouvirem falar em fossa canina, a estrutura óssea, vocês já vão saber que ali tem a origem de um músculo. Esse músculo é o levantador do ângulo da boca, um feixe mais profundo, e vai fazer também a mesma função, aquela risada mais profunda, né? Não é para dar risada, hein, galera, mas é que eu faço no momento isso para mais ou menos vocês entenderem, mas que vocês sabem muito bem isso daí.
Dando continuidade aos músculos, nós vamos falar dos zigomáticos maior e menor, né? Que a sua origem ali, dentre na face lateral do osso zigomático, ou muito próximo do outro, né? Aqui dá para ver e o 10, tá? O músculo zigomático menor, o músculo zigomático maior, tá? Um inserindo ao ângulo da boca e o outro tendo a inserção mais sobre o lábio superior, tá? OK, né? Mas o lábio superior, mas aqui no ângulo da boca, tendo esses feixes musculares um pouco mais superficial também, trabalhando suas expressões, a risada, tá? Então, olha o plexo de musculaturas superficiais, poucos em sessões, que nós temos, quer dizer, pouca palavra, né? Onerosa que eles não têm. E a gente tem um complexo muscular muito grande. Em seguida dele, nós temos o músculo risório, né? Músculo que vem certinho no ângulo da boca e ele vai ter a sua inserção, lógico, no ângulo da boca. E aonde que ele vai se inserir? Que músculo é esse aqui? Masseter. OK. Essa é fácil do músculo, então ele vai se inserir a passea no músculo masseter e vai ter a sua inserção dentro do ângulo da boca também, dando a mesma coisa, a expressão de risada. Então, quando nós temos aquela risada falsa, aquela risada com expressão grande, olha o plexo muscular miofacial que nós envolvemos para tudo isso vai fazer, tá? Então, tudo isso trabalhando a parte superficial.
[Música]
Olha aqui, mostrando um pouquinho do depressor. Próximo músculo, ele passado. Então, agora a gente parou de falar os levantadores, elevadores de ângulo, nós vamos falar de depressores, os músculos que estão infra-hioideos, ali, ou seja, no lábio inferior. Aqui, numa peça de secada, CD da USP, mostrando as inserções, aquilo. Este é o músculo depressor do ângulo da boca, e esse é um músculo que a gente vai colocar que é próximo depressor de quem? Do lábio inferior, tá? OK, tá? Então, aqui vem do lábio inferior, depressor do ângulo da boca, tá? Todo ele muito bem trabalhado nessa dissecação, que eu acho essa imagem maravilhosa que a gente tem aí, foto de cadáver dissecado nesse tipo de ciências biológicas da onde está. Então, essa, essa foto minha é muito antiga, né? Mas eu adoro ela. Eu gosto sempre de mostrar essa imagem, porque mostra para o aluno, numa aula de anatomia, e tem a noção tridimensional de localização desse mundo. E para vocês, tomar harmonizadores, muitos são, é importantíssimo entender esses feixes, sentido dos feixes e a profundidade desses feixes musculares, tá bom? E nada mais, nada mais é a sua ação é abaixar o ângulo da boca, ou seja, agora nós vamos parar de dar risada e vamos partir daqui, sofrer. Então, os depressores, a gente entende que são músculos que vão fazer as pressões de sofrimento, tristeza. Então, todos eles vão apresentar um pouquinho disso, tá? O depressor do lábio inferior, né? A mesma coisa, mostrando uma inserção mais profunda. Então, vocês conseguem entender, ó, o feixe do ângulo da boca, ele vem mais superficial, e o feixe do depressor do lábio inferior, ele vive no mais profundo. Olha que legal, olha que lindo. Aí, eu pergunto para vocês aqui, galera, esse feixe muscular que também faz parte da expressão facial, que feixe é esse aqui? Valendo um bombom, né? Como a aula a gente antecipou, não brinquei com os bombons hoje, né? Então, valendo agora um bombom, né? Lógico que eu dou quando a gente tipo, o ano que vem, nos conhecermos pessoalmente, eu vou ter que levar, lógico, duas caixas, três caixas, né? Porque eu estou devendo bastante bombom dos alunos. Mas valendo um bombom, galera, que músculo e inserção desse músculo aqui, que nós estamos vendo na base da mandíbula, parcial, óbvio que depois foi cortado, vocês conseguem saber qual é esse músculo aqui? Platismo. Marcão, muito bem, parabéns. Marcos ganhou um bombom aí. Vou cobrar no módulo passado, três, duas ou três meninas, então fica tranquilo que no ano que vem, quando a gente tiver presencial na cirurgia, né? Eu vou levar os bombons para você, não esqueçam disso, tá? É uma coisa de se divertir junto. É Gabriela, foi rápido. O Marcão está estudando, tá? Então, é isso daí, tá bom? Então, é um músculo platismo. Isso é importantíssimo, tanto para você da harmonização, quanto para nós traumatologistas, que dissecamos esse músculo como o início da nossa cirurgia em fraturas de mandíbula, tá bom, pessoal? Beleza.
Então, ó, a Gabriela, pelo que eu estou percebendo nas figurinhas, ela acha que eu estou devendo bombom para ela. Então, pelo que eu vi também, eu vou levar você, Gabriela, é só está lá no ano que vem, no nosso módulo presencial, eu vou levar, tá bom? Fica tranquilo, beleza, turma? Tudo bem? Então, só para vocês entenderem. Então, eu sempre gosto de mostrar na prática a coisa que vocês veem no livro, tá?
E por último, músculo mental. Um músculo mais profundo, difícil de ser dissecado, que às vezes você rompe as fibras, mas muito fácil quando vocês fazem uma incisão entre oral, acessa por intermédio do fundo do sulco anterior, visualizar esse músculo muito alto. E também, e também quando você faz acesso lá, aquela imagem que eu mostrei aqui, eu não consigo usar visualizar muito, mas dá para ver um pouquinho da inserção, né? Essa inserção que fica na fossa incisiva da mandíbula, que aqui na parte interna, a origem deste músculo mental, tá? Beleza. A gente consegue ver na imagem. Voltar rapidinho, não dá para ver, tá vendo? Ele está dissecado aqui, galera, ele está cortado, está seccionado aqui, ó, tá? Então, eu não consigo visualizar. Você só vem seção na fossa aqui, ó. Então, esse aqui, provavelmente, é um músculo mental, sua origem mais profunda, tá bom? Tá? Então, por isso que eu não coloquei meu slide posterior por causa disso, que aqui está seccionado, tá bom? Beleza. Vamos lá.
Aí, o movimento atual, mais uma vez, dúvida, choro, tristeza, quando a sua expressão. E falando um pouquinho do músculo, você sabe que não é, mas eu gosto sempre de falar, não sendo ele de expressão, tudo direitinho. O músculo bucinador, muito importante, participar aqui na nossa mucosa jugal interna, né? A gente precisa entender, tanto é que a sua origem é nos processos alveolares, tanto da maxila quanto da mandíbula, tá? O bucinador, maxila e mandíbula, né? E ele vai ali finalizar e terminar as com exceção toda no ligamento pterigomandibular. Ligamento que eu falei para vocês, ó, ligamento mandibular. E olha que músculo é isso aqui, ó? Eu acabei de falar no começo da aula, músculo constritor superior da faringe, turma. Então, a gente quando vai fazer a técnica da artéria do mandibular, a gente não visualiza, óbvio, mas vocês têm noção que agora você está lidando aí com mais referência anatômica, a o ligamento pterigomandibular e posteriormente a ele, você tem músculo superior constritor da faringe. A importantíssimo que aqui está coberto, a gente não consegue envergar, criar um plano mais profundo, tá? E o ducto aqui, ó, perculado pelo ducto da parótida, que também acertaram na aula passada, bonitinha, né? O ducto da parótida, que é onde esse músculo é perfurado. E o que que ele tem como ação? A sucção, né? Ó, como você trabalha muito esse músculo bucinador, tá? OK, pessoal? Tá? Então, a sucção, canuda, essas coisas todas, nós trabalhamos muito o bucinador.
E aí, lá, ele, por último, o nosso músculo, grande importância, grande conhecimento anatômico nosso, que é o platisma, né? Que entendam, não são todas as fibras deles que trabalham em cima de expressões faciais, tá? Muitos anatomistas, eles divergem quanto a isso, mas todos têm esse tipo de conhecimento, né? Do da parte da expressão facial, e o músculo do platisma faz parte sim, tá? Ele tem ali a sua origem na face, na porção superior do músculo peitoral e do deltóide. Olha aqui, ó, um peitoral, um músculo do deltóide, para seccionado, né? A origem dele e toda era a sua inserção na base inferior da mandíbula. Ou seja, toda vez que eu for mostrar para vocês agora, eu estou mostrando na imagem de vídeo, eu estou mostrando na imagem de fotos de livros anatômicos, tá? Vocês vão ver agora, depois eu quero mostrar na prática, ali no paciente aberto, tá? Isso lá no final da aula, tá bom? Então, você vê a base da mandíbula, você vê um masseter. Então, entenda que quando nós trabalharmos mais posterior, mais posterior ao ângulo da mandíbula, aqui com o de no mandibular, tudo bonitinho, a gente vai brincar com as veias, a gente brincar com as artérias, não vai estar aqui. Então, com acesso que eu falo, acesso retroparotídeo, retro mandibular, né? A gente não vai dissecar, não vai estar de cara no início da dissecação com músculo platisma, não. Esse acesso, dificilmente a gente vai, não vai encontrar o platisma. Agora, duas acessos de risco, onde ângulo de mandíbula, até lá na frente, até a região mento-paramediana da mandíbula, acabou, a gente vai sempre encontrar o feixe das fibras e inspeções faciais do músculo platisma, tá bom? Então, tridimensionalmente para vocês entenderem aqui, tudo direitinho, tá?
E outra coisa que é importante que eu deixei aqui para vocês entenderem, aí vocês me perguntam, então, diferente dos músculos mastigatórios, já coloquei aqui a inervação desse músculo platisma, que é do ramo cervical do nervo facial. Isso nós vamos falar no decorrer da aula aí, tá bom? Tá? Beleza.
Aí, mais uma aula, mais uma vez mostrando, né? O platisma dentro do Mecan, aqui no conhecimento, mostrando também um pouquinho dele aqui. Não tem um pouquinho, não sou muito chegada de tanto assim para ti, mas ele fica mais na base, mas aqui como vocês estão localizados, tá vendo? E a nossa referência era tudo que aquilo está seccionado, tá? Então, parcialmente dele, quando você vai pela glândula parótida, você pega o plano da glândula parótida, normalmente você não encontra o platisma, você já acessa a glândula parótida, tudo bonitinho, já no começo da dissecação. Quando você faz
A incisão na pele aqui atrás, eu vou mostrar. Divulgue. Sai um feixe, uma face, mas não é fácil de mostrar. Faça que mantém posição que a glândula para ótima. Tá a turma, a glândula parótida se mantém posição aqui. E a glândula parótida, você cai em cima da glândula dos astros glandulares, tá? Parótida, tá?
E aí você sabe que você tá lidando aqui na parte posterior do platina, mais na parte de corpo, na parte de ângulo e na parte anterior da mandíbula, ok? Aí mostrando aqui rapidinho, vou mostrar mais. Depois a gente vai secar isso muito bem. O nervo facial, que são a enervação, parte motora, e faz toda ela função de inervação desses músculos da expressão facial. Tá ok? Tá mostrando aí. Eu não vou dar nome aos meus bois, nada, porque não é esse o mérito agora, é só para mostrar que quem enerva esses músculos é o nosso facial e que grande importância.
Eu queria depois saber de vocês, se alguém de alguma intervenção de harmonização teve alguma intercorrência no nervo facial. Por que que eu falo isso? Porque é um nervo motor. Então, quando é um nervo motor e eu tenho alguma intercorrência do nervo facial, um paciente clinicamente, ele apresenta alguns sintomas, alguns sinais. Alguém de vocês, então, aí na aula, então 15, 16 alunos que estão em aula, já teve alguma intercorrência na harmonização com o nervo facial?
"Eu nunca tive, não, professor."
"Não, mas eu já recebi um paciente que teve com a lipo de papada, falando totalmente só."
"Isso aí, eu indiquei para fazer a eletroestimulação, né, fisioterapia."
"E aí o resultado depois de três meses."
"Você pegou o caso, Valesca?"
"Após três meses de atuação na clínica, tem, né, alguns aparelhos de fisioterapeutas."
"Então, eu indiquei para todo torto e o profissional que fez, não, não prestou no socorro, falou que que era si mesmo que voltava aos poucos, mas não falou, mas não falou para ela, né, que tinha buscado."
"Aí eu não sei se foi do processo inflamatório, porque eu não sei o produto que ela usou, eu não sei se foi, né, tem costume de usar, né, da gaveta, biometiu isso aí com mais conosco, né, seguros, ou se foi uma outra substância mesmo, né, a agulha que foi tão profunda e então será?"
"Pode ter sido, né, da técnica, ele é um plano mais profundo e esse plano mais profundo, ele pega um ramo terminal, o ramo colateral do ramo, quem que a gente trabalha o cervical, ele pega um pouco do colateral do cervical que vem aqui e um pouco do marginal mandibular, entendeu, galera?"
"Então, por isso que pode ser essa lipólise ali que ele deve ter, ele deve ter feito e pelo trauma, como a Valesca explicou muito bem, torta, já tinha três meses, coitado, muito."
"Mas o que resolveu realmente, você acredita que foi a massagem fisioterapeuta fazendo um alongamento do músculo com muita força, é uma massagem facial no local, os estímulos elétricos, várias técnicas que ela usou, não adiantou muito, o que resolveu foi a massagem."
"Tudo, mas quando é um pós-operatório muito prolongado, o estímulo às vezes não tem o mesmo efeito, uma boa massagem."
"Então, o que que vocês entendem? Foi lipo enzimática? Não foi a lipo, eh, de papada? Lipo mesmo, né, de aspiração? Foi lipo enzimática, a intradermoterapia?"
"Me tira uma dúvida, a diferença dele pro enzimática, eles estão comprando mais profundos, como que é?"
"Não, porque a lipo eu não faço, né, lipo de papada, lipo mesmo, aspirar, né? Eu não sei o plano que é usado de aspirar na papada. A gente pega, faz gominha, a pressão com o dedo, né, e faz um gominho, aperta e injeta na gordura no tecido adiposo. Só que às vezes o profissional, ele usa uma agulha, né, de insulina amarela, que ela é um pouco maior, né, ou pode ser um processo inflamatório que a gente em cima causa muito. Eu já não só esse, já colegas já tiveram também, né, uma paralisação temporária pós a intradermoterapia, a lipo enzimática passada, dependendo do ativo, né?"
"Então, olha, olha o quanto de conhecimento era que nós temos que ter conhecimento do que acontecer. Agora, eu falo para vocês, putz, essa profissional é ruim porque deu intercorrência? Não, ela faz. Então, quando você faz cirurgia, intercorrências podem surgir. Mas o que que eu gosto de falar e fazer, tanto cruzadores quanto nós traumatologistas, você teve a intercorrência, saiba resolver, galera. Resolver. A gente tem o estudo anatômico daquela região que você tá lidando, o estudo que você sabe se aconteceu em decorrência da área que você vai atuar, que foi isso muito bem que ela falou direitinho, tá? Então, a massagem, não sei o quê, e provavelmente o que deve ter acontecido com esse medo daquele profissional. O que que a gente programa hoje dentro da neurologia, da neuro, da inervação? A gente chama de, dessa lesão, a gente tem três tipos de lesões importantes: a mais superficial, a porte médio, é mais profunda. Hoje é a secção completa, para que a gente chama de neuropraxia, galera. Então, provavelmente esse colega que veio, que fez, e o paciente que veio para, galera, para Valesca, tá? Provavelmente ele teve uma neuropraxia, ou seja, mexeu só com a bainha do nervo, não houve rompimento, houve uma compressão. E com isso que mexeu na bainha de mielina, sem mexer em axônio, sem concessionar, ele ficou paralisia. Como está mexendo no nervo motor, paralisia parcial. E a Valesca falou, é só fazer um trabalho fisioterapeuta, fazer um trabalho de estimulação, que é o que a gente, eu tenho aula isso de intercorrências, e a gente tem aulas, estudos mostrando sobre isso. Você consegue gerar esse nervo novamente. Você entendeu? Não ser negligente, mas mostrar que isso pode ver acontecer, mas o doutor tá aqui, o paciente daqui, você tá na mesma responsabilidade e eu vou tentar reverter. Você teve uma neuropraxia do ramo colateral do facial ali, tá bom? Não, doutor, tudo bem. Então, acabou. Ele vai querer você, ele vai gostar de você e vai acreditar no seu tratamento, como foi que aconteceu na clínica da Valesca, todo o tratamento de fisioterapia, de eletro, de estimulação, tá bom? Beleza."
"Marcos, quer perguntar alguma coisa?"
"Não, só acrescentar, é porque a lipólise feita por enzima, o problema dela é a reação adversa, né? Tem, tem isso na bula do ácido, décimo, não sei qual que foi usado, mas tem que gera uma parestesia, pode ter a intercorrência da parestesia. E aí, quando a gente for falar nesta região, se for falar nessa região de lipólise, tudo é paralisia, né? Porque parcialmente, parte deste primeiro parcial, ele vem como motor, né? E aí você já teve algum tipo dessa intercorrência?"
"Mas você já fez esse tipo de aplicação?"
"Eu não faço, não."
"Tá bom, beleza, pessoal. Tudo bem? Então, olha que legal essa discussão anatômica dentro de casa de vocês, que é o que eu tento apresentar na minha aula. Como eu não faço harmonização ainda, eu estou esperando vocês me incentivar aí, né? Eu tenho o caso do trauma, mas a gente vai dentro de vocês, conhecimento e tendo aí a parte anatômica importante para vocês resolverem intercorrências dos seus pacientes, tá bom?"
"Rapidinho, então, vamos falar de artérias, tá? Eu já falei isso já na aula passada, Marcos não estava, mas eu vou passar isso muito rápido, porque a gente não pode perder tempo, a gente não vai chegar na inervação, tá? Nós temos os ramos da aorta. A aorta principal, quando sai do coração, e ele tem o arco da aorta, tá? Esse arco da aorta, ele é dividido no tronco braquiocefálico, da parte da direita, ele vem um tronco aqui, ó, tá? Diferente da esquerda. Então, isso todo mundo tem esse conhecimento. Quando da primeira saída de um ramo do arco da aorta, nós temos do tronco braquiocefálico, né, que ele subdivide aí, sim, carótida em carótida comum direita e aí a subclávia direita, tá bom? Mandando os seus ramos, aqui, vertebrais, tá? Então, esta diferença do lado direito, quando o médico, primeiro ramo, em seguida, do lado esquerdo, ele já começa a emitir um outro ramo com a carótida comum esquerda, depois subclávia e me tira os seus ramos, artérias vertebrais, tá? Então, isso aqui, rapidinho, para vocês entenderem."
"Agora, dentro da carótida comum, aqui seccionado, isso é muito lindo, eu falo para vocês, mas isso não tem foto. Eu às vezes eu entro, muitas vezes faz um tempinho, mas eu entrava muito em cirurgia de cabeça e pescoço, de secção, essas coisas maravilhosas, né? Então, puxando, né? Agora, é uma coisa maravilhosa, indestrutível para quem é anatomista, quem gosta muito de anatomia, que eu gosto de estudar, Nossa Senhora, eu fiquei assim, louco por isso, tá bom? Mas rapidinho, mostrando para vocês, né, a carótida aqui da interna, carótida interna, e a carótida externa, tá bom? Tá? O que que eu quero entender e fazer vocês entenderem para mim, tá? Da carótida interna, porque a carótida interna, a gente tem que entender que vai emitir no seu ramo terminal, terminal, lá aqui na órbita, lá quando ela entrar na cavidade, né, ele vai emitir uma artéria chamada artéria oftálmica, bem na parte posterior da órbita. Essa artéria oftálmica da carótida interna, que vai emitir ramos, artéria supratroclear, supraorbital, nasal, pálpebral, emitir esses ramos daquele plexo arterial é da carótida interna. A carótida externa, com o seu ramo do facial, que ele vai emitir artéria angular, que eu vou mostrar na frente, eles vão fazer uma anastomose bem na parede paramediana orbitária. Então, isso é uma coisa muito linda, muito legal de se entender. Ou seja, na parte mediana da órbita, da parte arterial, a anastomose de uma carótida, de um ano terminal da carótida, terminal ali da carótida, de um dos ramos da carótida externa, que é uma artéria da artéria facial, tá bom, pessoal? Então, é só queria passar nessa casa. Ah, aqui mostrando a imagem, não sabe o que está na imagem aqui, tá vendo, ó? Artéria oftálmica entrando pela fissura orbital superior, tá? Entra pela fissura e tal. E aí, nasal, ao raminho nasal, caminho pálpebral, tá? Então, olha o ramo, olha o plexo de anastomose arterial que nós temos aqui, importante, hein? Então, isso muito cuidado das aplicações que hoje vocês também possam estar fazendo na região paramediana, orbitária, maxilar, nasal e frontal, porque aqui é um plexo arterial muito importante, pode causar aí algumas hemorragias importantes, difícil de ser trabalhado, tá? Ok, beleza. Bom, aí mostrando aí a carótida interna, né, procriar, né, tudo orbital. [Música] Então, assim, só para exemplificar para vocês, bonitinhos, tá? As artérias palpebrais que vem posteriormente da carótida interna, olha aqui, ó, dentro da carótida interna, emite seus ramos aqui, ok? Bom, agora vamos falar da carótida externa, rapidinho. Já expliquei. A carótida externa, ela é dividida em vários. Eu vou falar sempre da direita para a esquerda, tanto faz, mas as primeiras serem emitidas superior, depois vem a faringe ascendente, a artéria lingual, né? Porém, já é ascendente superior, a lingual, tá? Depois ela envolve facial. Olha aqui, a facial, ele emitiu ramos, vamos lá, angular inferior e aqui se unindo, tá bom? Então, aquilo que eu fiz exemplificar. Depois vem a occipital, auricular posterior, temporais superficiais, emitindo seus ramos aqui, occipital, parietal, frontal, e o nosso carro-chefe para nosso conhecimento, artéria maxilar, tá? Que aonde muitos das artérias trabalham dentro da cavidade oral. Nossa, YouTube, né? Essa aqui, ó, é a facial transversa, tá? Passa sobre o arco zigomático, que muitos alunos eles falam, qual é o professor? Como assim? Vai mexer no arco? Inclusive no mar? Você precisa cortar tanto o paciente para chegar no acesso lá? Sim, porque porque é altamente vascularizado o arco zigomático. Então, se eu cortar o arco direto aqui, direto, o que que eu vou ocasionar? Vou ocasionar hemorragias, vou ocasionar intercorrências. E aí que difícil acepção. Tá passando que está aqui, tá bom? Aqui mostrando mais uma vez para vocês, tá? Facial transversa, aquela que eu falei para vocês, né? Aí tem a meningea média, aí vai ter os ramos que a gente, a maxilar, eu vou passo a passo dos slides mostrando os seus ramos, tá? Aí você vê aqui a artéria lingual, a artéria superior, né? A bifurcação da carótida interna e externa, tá? A faringe ascendente, olha o hospital que a gente já falou, mandando seu ramo do esternocleidomastóideo, prendeu parte, mas com ideia. Então, quer dizer, você entende, você olhando toda essa imagem aqui, que é bonita, essa rampa arterial, que todos os nomes são usados tanto na artéria quanto na veia, elas estão com referência anatômica da osteologia, da parte óssea. Então, tudo tem a ver. Por isso que a gente vai revisando novamente isso para deixar de vocês direitinho e o conhecimento do nome desses dessas artérias, desses nomenclaturas, que tudo tem relacionado para a parte óssea, tá bom? Olha aqui, ó, artéria submentoniana, que é um ramo terminal da facial, quando ela sobe nesse ângulo, um pouquinho mais anterior ao corpo da mandíbula, da mandíbula, né? Ela tem essa curvatura aqui, mostrando aí, labial inferior, labial inferior, tá? Olha aqui, martelo importantíssima, palatina descendente, que vai emitir ramos importantes na palatina para nós, que eu vou falar lá na frente, palatina maior, palatina menor, toda região palatal, tanto na região anterior quanto na região posterior do palato, ele desce aquilo maxilar, né? Ou seja, desce nesta figura, nessa fissura pterigopalatina, a palatina descendente arterial, tá? Para artéria bucal, vai emitir ramos aqui na mucosa jugal, a parte interna da mucosa jugal, artéria bucal. Então, assim, um resumo de toda a nossa principais artérias que nós podemos ter aqui. Para aqui, a ascendente, palatina ascendente, que é um ramo da artéria facial. Nós temos a palatina descendente. Você prova, isso é matéria de prova de residência, tá? Palatina descendente, a palatina ascendente. Quais são os seus principais ramos? De onde surgem? Então, a palatina descendente, ela surge da maxilar, né? E a palatina ascendente, ela surge da artéria facial. São diferentes, tá? Ok, tá bom? Então, só umas dicas para falar, mostrando aí a tireoide, a ideia superior, lógico, vamos na glândula tireoide, né? Mostrando isso daí muito bem para vocês, tá bom? Tá novamente nos dois gráficos aqui, eu tireoide, buscamos mandando, tá? E a faringe ascendente também aqui, ó, lá posterior, tá? Aqui, tá seccionada, aqui não tá mostrando, mas nessa imagem, você vê aqui, a faringe ascendente vindo aqui por trás, né? É a parte posterior do primeiro permissão de ramos. Aí passado isso, próximo ramo que nós temos, né? Passou o próximo ramo. Quem que é o próximo? Nós temos a faringe ascendente, superior, é a lingual. Então, nós temos aí a lingual, o ramo lingual, que vai emitir lingual, que aquela vai emitir para as artérias sublinguais, artéria profunda da língua, artéria do osso da língua, seja a parte posterior. Então, entenda que o alho bucal, o dorso da língua, parte interna da língua, tá? Eles são muito vascularizados. Olha aqui, ó, olha o plexo nervoso, plexo arterial e venoso que nós temos na sua vida. Então, toda vez que de língua para cirurgias, aplicação de qualquer substância, muito cuidado com a aplicação sem antes não fazer uma boa aspiração da região de você, tá? Porque na hora que você aspirar, você pode pegar sangue aqui no assoalho, tá? Então, isso é muito importante, tá? Essa artéria profunda da língua, né, é a tela que vai ligar toda a porção interna da língua, seus músculos extrínsecos, músculos da porção anterior, média da língua. Então, tudo isso que você vê aí, às vezes na imagem, vocês estão sendo aí, e os ramos surpreenderam os músculos surpreenderam e esta artéria sublingual, que é uma divisão da artéria lingual, ele vai te ramos ali na glândula sublingual e parte dela também da turma de mandibular, não sendo o principal, o principal é a sublingual, tá? Ok, passado dessa dessa artéria, próxima dela é a facial. A facial, que é muito bem vista por nós cirurgiões, mastologistas, porque amplo acesso, amplo acesso a gente tem nessa região da artéria facial, inclusive alunos, eu coloquei na turma de vocês, né, a cirurgia que eu tive na semana passada, um politrauma que chegou, tá ok? Tá? E tanto na turma 1 quanto na turma de vocês, a dois, e ninguém foi no hospital assistir, verificar, fotografar, porque no meu lado que eu fiz o lado esquerdo da fratura, que eu mostrei para vocês, né, não coloquei em aula, mas eu mostrei no grupo de vocês, a turma dois, tempo de moto, a fratura estava bem em cima da artéria facial. Então, ou seja, meu planejamento quando duas acessos que eu vou mostrar no final da aula desse tipo de fratura de de mandíbula, eu tinha que cair na cara do facial e eu caí na cara do facial. Eu disse, quem o facial? A artéria, veia. Liguei as duas, tá? E aí eu dei continuidade à minha cirurgia. Então, foi uma cirurgia muito bacana, muito legal, mas ninguém de vocês apareceu. Mas beleza, tá bom? Beleza. Facial, aí ele vai emitir o ramo submentual, né? Os primeiros ramos ali, junto com o ramo glandular. Olha o outro ramo arterial que ele manda para onde? Para a submandibular, tá? Então, tanto lingual quanto facial, né? Eles têm aí o eles irrigam as duas glândulas que nós estamos fritando, a mandibular, submandibular, é sublingual. E aí em seguida, ele manda o submentual, partindo daí, labial inferior, labial superior, né? E infra. E aí, por último, para o seu terminal, o seu ramo terminal, ele se une, ele se anasta aqui com a artéria oftálmica, que é a supra-aproclear e a supraorbital. Ele se anastomose interna e vão emitir ramos ali para parte meningea anterior, tá bom? Beleza. Então, essa é a nossa facial. E lógico, primeiro aqui que a gente falou, ó, palatina ascendente, ó, olha a palatina ascendente, glandular, suplente, tudo. Então, essas são os primeiros ramos a ser emitidos aqui. E aí, em seguida, terem occipital, não é? Mas ela vai passar ali medialmente, paz, têm occipital, tá? E mandando ramos, lógico, para toda a meningea, couro cabeludo, região do hospital, óbvio, né? Beleza. Tá bom? Aí tem o auricular posterior, também permite ramos para parte de orelha interna, glândula parótida, ela já começou a apresentar as glândulas parótidas também estão sendo irrigadas pela auricular posterior. Ficar grande, ela tá aqui, tá? Orelha interna, células, células masculinas de imagem que a gente já explicou, conduto auditivo interno, orelha interna, aquelas ideias e a glândula. E olha ela aqui, ó, praticamente aqui, mostrando já. Mostrei essa imagem na aula passada, mas mantive para vocês entenderem o quanto superficial nós temos que é a temporal superficial, que é o ramo terminal da carótida externa, tá? Então, essa é um acesso ao arco que nós fizemos. Esse acesso nós fizemos para acessar o arco zigomático. Nós estendemos aqui, né? Aqui a gente toma, depois tivemos corrigindo, ficou legal. A gente tem que mostrar o que que é bom, o que que ficou bom. Nunca é perfeito, mas depois que a gente, quando costurei tudo aqui com o professor Igor, né, a gente superou e corrigiu esse daqui. Mas aqui, ó, mostrando soltando bem a face, do músculo temporal. Olha aqui, o temporal superficial, que coisa mais linda, pessoal. Olha só, vindo aqui, ó, temporal, temporal médio, temporal superficial, subindo aqui. Então, olha a gama que nós temos no couro cabeludo, na parte superficial, aí da orelha, tá? Então, é uma região muito importante, a gente tem que trabalhar com muita tranquilidade, tá? Para não correr nenhum tipo de risco aí de sangramento, tá? Ok, aí terminando aí, artéria maxilar, mais importante que ele vai emitir aí a sequência de ramos. Ele da artéria, a meningea alveolar inferior, já é um segundo ramo que aquele que a gente conhece, que vai para o forame mandibular, depois vai mandar o ramo incisivo, ramo mental, tá? Em seguida, ele vai emitir ramos arteriais, é aquilo que a gente conversou, tem que irriga os músculos mastigatórios. Externa, que é o ramo da maxilar, que vai emitir ramos temporais profundos, anterior, posterior, né? Aqui, ramos do músculo pterigoideo lateral, tá? Ramos do pterigoideo. Então, olha a gama que a gente vê nessa imagem, muito bonita, né? Mostrando todo o passado da artéria maxilar e as suas vascularizações na região de paz, tá? E por último, mandando ali, aí vai mandar alveolar superior. Então, tudo isso vocês vão ver também na inervação, tá? Isso também vocês vão ver na elevação. Artéria palatina descendente e depois a esfenopalatina, que aqui a gente não consegue, mas ela tá entrando aqui, ó, tá seccionada, não dá para ver. A esfenopalatina vai mandar ramos aí para a região nasal, região cervical, tudo lateral, perfeito, turma. Tudo na parte lateral, porque na parte média, quem tá fazendo a vascularização na parte média, quem que é? É o facial e artéria oftálmica da carótida interna, que tá mandando ramos aqui para cima, beleza? Tá mandando ramos aí para cima, tá bom? Tudo bem? Mandando mais uma vez aqui a artéria maxilar, nós temos mais uma vez aqui, ó, como ele passa, como ela faz a incisura, ela abraça a incisura para emitirmos aqui na tuberosidade, mostrando bucinador para vocês, tá? Temporais profunda, anterior, posterior, e ramos pterigoideos, beleza? Tá? E o seu ramo terminal, que é a esfenopalatina, ali no processo pterigopalatino, tá vendo, ó? Na fissura, né? Que aquela fossa que eu mostrei para vocês, a fossa que o palatina, que é muito importante de ter esse conhecimento. Ele emite ramos da alveolar superior posterior para irrigação e emite uma infraorbitária. E por último, palatina, a esfenopalatina, que é a esfeno palatina, mostrando a palatina descendente aqui, dá para falar aqui, palatina, tá? Mostrando seus ramos laterais e aqui a palatina descendente, aquilo que eu falei que queria entrar na fissura, que desce aí a palavra artéria palatina, palatina anterior, a palatina maior, palatina menor, posterior, e vai para o tumor, né? E ali a gente emite um ramo aqui, ó, da palatina descendente, da esfenopalatina, que vai dar os ramos nasais laterais e septais. E o seu ramo terminal vai ser esse nasopalatino aqui, ó, tá? Beleza. Então, o ramo terminal da esfera, do nasopalatino, é na artéria palatina. O ramo terminal da palatina anterior, que cobre todo o palato, tanto posterior, médio, anterior, é da palatina, da artéria palatina descendente, que é ramo da maxilar. Tudo bem, pessoal? Beleza. Tá? Então, não confunda essas coisas. E aqui você vê, ó, a artéria alveolar superior posterior seccionado, tá? Seccionado aqui, o tuber, tudo aqui, tá? E eu sei, beleza, tá bom? Tá? E esse aqui é uma área que é uma área importante para nós traumatologistas, que é um importante fácil para organização, que vende toda contra região do oriente, timóide do maxilar, os frontal da artéria frontal, tudo que liga de forma uma área de grande sangramento nasal anterior, a gente chama de área de Kiesselbach, tá? Só para anatomicamente vocês trabalharem. E aí nós vamos falar de drenagem venosa.
"Pode falar."
"A palatina ascendente não estava ali, não? Por mais que ela venha no superior, ela..."
"A palatina ascendente, por mais que ela venha inferior, ela não estava apresentada ali, não?"
"Entendeu? Mas a palatina ascendente, entenda que a palatina ascendente não é ramo do facial, sim. A gente trabalhando nessa região aqui, ó, artéria maxilar, aqui em cima, entendeu? A palatina, a gente pode até ver ela subir, ela tá ascendendo na região palada, mas ela estava seccionada ali, que você falou, você entendeu? Beleza. A sua pergunta é importante. Você viu a palatina ascendente ali? Vou te mostrar depois do slide, mas é um ramo do facial, ela não, não vamos bater na maxilar, tá? Vou ver se ela tá, ela tá seccionada aqui. Fala, tá seccionada. Tá vendo aqui, ó? Não dá para ver aqui, não dá para ver. Você conseguiu visualizar? Não, aqui. Entendeu? Então, ela tá seccionada aqui nessa imagem, não dá para ver. Não estava procurando ela. Procura que ela tá mais aqui embaixo, tá vendo? Ela pode até ser essas aqui, ó, tá vendo? Ela vem a palatina ascendente é o aqui, o ramo do facial, da artéria facial, entendeu? A gente tá explicando essa região aqui, ó, da maxilar e esse músculo aqui, aonde a palatina ascendente, ó, ela secciona, tá vendo o músculo quando ela passa."
[Música]
"É uma bagunça de artérias. É que eu já falei um pouquinho já lá na Marcos, na outra aula, tá? Eu dei mais ênfase na outra aula, porque hoje é só um reforço. A gente não chegou. Já são 10:30, tá? Então, aqui mostrando as veias para vocês também, a mesma coisa. Todas as nomenclaturas, todo o plexo arterial que chega na nossa veia, na nossa cavidade, na face, tá? Ele automaticamente, ele vai..."
[Música]
"Ele vai drenar isso a partir das veias, a partir de onde começa nas meníngeas, lá em cima, nas meníngeas, alveolar inferior, as veias musculares, tá? Que aqui ele tá muito bem, não tinha uma imagem muito boa, mas muscular, a mesma coisa, uma série boa, ideia temporal, todas elas vão descendo as veias. As veias bucais, a gente vê, se eu tenho que abrir o call, veia bucal, tá vendo, ó? O plexo pterigoideo, veia hospital. Então, todas essas veias musculares, elas vão treinar esse sangue depois de ter feito toda a vascularização, tá? Todas essas musculaturas, musculaturas da parte de vezes e zigomático, facial, veia facial transversa, né? Zigomático temporal. Então, quer dizer, todas essas veias, a gente tem relacionado a estrutura óssea, são todas veias de drenagem. Da mais importante que nós temos que, né, as veias meníngeas, elas vêm do depósito, depois descendo aqui para a região infra facial, tá? Então, esta normalmente é a sequência dela. Aí vem a veia bucal, alveolar superior posterior, tá? Aí infratemporal, mesma coisa, palatinas menores e maiores, a veia esfenopalatina. Então, vamos para cá, vai ver esfenopalatina aqui, tá seccionada, eu não consigo visualizar esse esfenopalatina, tá? A veia retromandibular, que é um ramo dele junto com a maxilar, tá? E auricular. Em todas elas, parcial, ela entra no conjunto na parte comum que a gente tem a facial, que desce aqui junto com a veia retromandibular, né? Essa junção desta veia, a gente chama de veia facial comum, para depois vir chegar nesta região da carótida, da veia jugular interna, tá bom? Que aí vai fazer a drenagem toda a parte cardíaca e muscular e pulmonar, tá? Então, são algumas ênfases que eu, eu dou muita ênfase importância nesse tipo de veias, são complexo pterigoideo, por causa de infecções. Eu acho que você teve uma aula com o professor Igor, e ele falou bastante sobre isso, sobre o plexo pterigoideo, sobre infecções da região maxilar, dos dentes da maxila, que é risco grande do paciente da óbito, né? As veias parciais, infras, né? As veias faciais, a comum, e a veia retromandibular, que a gente manipula muito, tá? Facial transversa, né? A temporal superficial, que aquilo que vocês viram lá atrás, né? A temporal superficial, naquela imagem da artéria temporal superficial, dá para ver a veia também, né? Então, todas elas terminando numa veia parcial. Aí aquilo que a gente já explicou, a veia, um ramo anterior da retromandibular, nós temos a facial comum, e a junção da comum mais a lingual comum, vai vai virar o quê? O tronco tireo-lingual facial, dando os nomezinhos da parte principal, que aí não entra mais no nosso método, tá? Da parte de drenagem nossa. Aí, aí mostrando uma especificação. Olha que bonitinha aqui, ó. Essa foi uma cirurgia recente, uma cirurgia no começo do ano que eu fiz, ó, uma fratura condiliana, subcondiliana, uma fratura nesta região, que aí essa veia, ela passa próxima da base da mandíbula, do ramo ascendente da mandíbula, da base, levando ela aqui para a junção dela, junto com a facial, a veia facial comum. Então, eu estava aqui, ó, nesta região, ou seja, estava vendo a veia retromandibular, tá? Então, essa aqui, ó, é uma veia retromandibular, turma. Vocês entenderam a localização na face no paciente, tá? Então, você está vendo a orelhinha do paciente aqui, a incisão posterior, ou seja, uma incisão retroparotídea. Então, você vê alguns vasos aqui, ó, tá? Você vê alguns vasos e aí a veia retromandibular aqui, tá bom? Olha que coisa mais linda. Aqui também, ó. Aqui nós temos aqui, ó, que que vocês acham que esse daqui é? Facial. Muito bem. Boa, tá? Então, oi, esse daí é a artéria facial. E aí, eu queria que eu falei para vocês, porque sequei na cirurgia passada, e isso tem uma cirurgia que eu fiz o ano passado, tá? Então, eu fiz essa cirurgia, foi ano passado, mostrando aqui. Esta é a veia, tá, Marcão? Essa é a veia e esta aqui, a artéria mais profunda. Olha que coisa. A imagem ficou boa. Eu adoro essa foto, cara. Eu adoro essa foto, tá? Essa foi tirada de um residente, tá? De um estagiário com vocês, que fotografaram. E aí eu tinha só a veia em vista, não tinha visto a artéria. Aí eu comecei a divulcionar, de funcionar umas pedrinhas aqui, ó, tá vendo? Mas a gente vai falar no final da aula. Aí eu comecei a divulcionar, de funcionar, cair na boca da artéria. Isso é uma foto, eu filmei, mas ficou muito pesada a filmagem, ela ficava pulsando, pulsando, mas ela fala assim, pulsando a artéria, meu, muito, muito, muito legal, tá? Beleza. Como é que você consegue hemostasia e perfeita? Aí, como é que você consegue? A gente vai ter uma experiência cirúrgica. Eu vou dizer para você, quando nós acessamos a fratura, antes de fazer essa fixação, ela estava sangrando um pouco. Por que sangrando? Ramos, ramos. Começou a identificar ele lá. Aí eu pensei, e cauterizei essa velhinha, aí parou o sangramento. Mas essa foto, como a gente já estava no fim da cirurgia, ou seja, já tinha fixações, já tinha feito a redução, já tinha feito a redução da fratura infectada, a gente já estava no final. Hoje, no começo, ela tem um pouquinho de sangramento, porque todo e qualquer artéria e veia, ela tem suas colaterais, Marcos, tá? Isso é importante, porque quando você vai ligar essa artéria, essa veia, eu tenho uma filmagem muito legal, mas eu não coloquei na aula, eu vejo depois, eu coloco para vocês valorizarem, tá? É vocês têm que esperar. Então, ela precisa emitir ramos, porque para manter vascularização nessa parte muscular, né? Então, por isso que é muito bonito. No início, sangrou bastante, depois aí ficou a foto ficou bonita, beleza? Beleza, tá bom? Entendeu a foto? É porque a foto tá bonita, porque isso a gente seca bem, a gente vai para a foto, tem que ficar bem, né, cara? Não pode ficar com muito sangramento, porque senão você não visualiza isso. E aí ele tirou esse aluno, esse aluno que estava na cirurgia, como a doutora Sandra, ele tirou foto com iPhone. O iPhone você consegue aproximar a imagem sem perder qualidade. Então, meu, ela ficou muito linda, ficou muito legal, tá bom? Pessoal, então, vamos lá. Chega de fotinho agora. Bom, galera, então, agora com uma aula de hoje, o sistema nervoso periférico, tá? O sistema nervoso que é muito importante a gente estudar, mas é tudo uma continuidade. A gente falou de artéria, a gente falou de veia, agora a gente vai falar de inervação, muito próximo àquelas nomenclaturas que nós já vimos falados, tá bom?
Então, quando a gente fala de nervos cranianos, a gente tá falando de nervos, sistema nervoso periférico, ou seja, ele tá fora da nossa porção central, nesse mesmo. Então, a gente tem os nervos cranianos, que são 12 pares, só aqui, olha, 12 pares dentro desse sistema nervoso, tá? Periférico. E aí nós temos aí em cima desses mais 31 pares, que são cervicais, torácicos, lombares e sacrais e coccígeos, que é um só, que no final. Mas não é nossa ênfase de aula agora. Açaí, vocês são os 12 pares cranianos, tá ok, turma? Agora, valendo mais um chocolate, turma. Valendo um chocolate. Alguém sabe me dizer? Vamos, não precisamos falar todos. Eu quero saber, primeiramente, quem acha qual nervo craniano que é o número um e o número dois? Qual que é esse mesmo periférico? O nome dele? Vamos ver se vocês lembram lá na fase da faculdade. Quem sabe me falar ou escrever, sei lá? Vamos lá. Quem que é o nervo 1? Quem quer o nervo 2? Eu acho que o dois é oftal. O dois é oftalmo. Não, quase, quase. Não. Os cinco aí sabe que é o trigêmeo. O sete é o facial. Esse é a baba do boi. Tá? Mas eu quero saber de vocês, um, dois, o três. Alguém sabe ficar algum? Vamos lá. Sem pegar na internet aí no doutor Google, hein, galera? Eu não tô vendo vocês na câmera, não tô vendo vocês na câmera. Aí eu não quero nem colando no doutor Google, tá? Mas alguém sabe falar, além do Marcão? O dois, óptico. Muito bem. Um, alguém sabe quem é o três? O quatro? O 12? Sei lá. O 10. O 10 é bem conhecido, bem importante, inclusive foi até investigado por mim também, né? Eu tive alguns princípios de design e eu fui verificar, investigar se eu tinha alguma alteração vascular do nervo 10 craniano, que ninguém sabe, tá bom? Vamos lá, então. Vamos lá. O nervo 1 é o olfatório. Nervo 2 é o óptico. O nível 3 é o trigêmeo. [Música] Segundo o nervo. Olha quanta coisa, ó, galera, para vocês entenderem, ó. Glossofaríngeo. Ou seja, provavelmente ele vem na região posterior para enervar e pode enervar gosto, língua. Olha aqui, hipoglosso. Enerva a região mais língua. Então, provavelmente a gente vai falar desses nervos, ramos desses nervos, que vão fazer o quê? Provavelmente enervar a língua. Então, você entendeu? A nomenclatura, tudo, a gente tá dentro desse papo aí. Vai mostrando mais ou menos dentro de onde as suas origens dentro do sistema nervoso periférico, aqui no tronco encefálico, tá? Não fica perdendo tempo. E aí vamos falar de cada um, mas falo mais rapidamente destes, tá? Para que vocês, a gente perca mais tempo no nutriente, tá bom? Esse é o nervo, galera. É o primeiro nervo do par craniano é o abducente. Ele vai emitir 90% sensitivo, mandando ali impulsos, o quê? Nada mais que os abducentes, todas essas fibras, ele vai mandar. Agora, a minha pergunta que eu falei lá na aula de osteologia, qual é o nome dessa estrutura anatômica que está na minha seta? É a minha seta aqui? Aqui não, porque aqui tem um abducente, né? Mas nessa seta aqui, que eu falei que tem esse que é esse osso aqui, que eu falei repetindo uma aula passada, que eu repeti, que é chamado que aonde entra esses impulsos nervosos aqui, ó, esses impulsos olfatórios que penetram por aqui? Alguém sabe me falar como chama essa estrutura óssea aqui? Ou não? Valendo mais um bombom, que já perdeu ou chutar o osso? Que osso que é esse aqui, ó? Esse osso é um roxinho aqui, lilás, é um osso só. Aqui, quem sabe? Alguém tá por aí? Tá vivo? Que seja essa estrutura anatômica onde os burros, essas fibras do abducente? [Música] Mas posterior aqui, ó, é a lâmina lateral do etmoide, tá? Bem posterior. Esse é o ângulo externo, a extremidade onde tem toda a inserção do músculo pterigoideo. Beleza. Não é beleza. Parabéns, Marcão, você tentou. Mas alguém quer ficar? Eu falei lá na aula de osteologia, repetitiva, sempre passa uma revisão antes de começar a aula. Ninguém. Então, tá bom. Vou falar, né? Que ninguém sabe. Lámina crivosa, etmoide, turma, tá? Lámina crivosa, etmoide, piriforme, perigosa. Hoje teve fome no rosto e etmoide, turma, tá? Aí ele emite esses que esses furos aqui, que mexe esses furos, emitindo assim os pares fibras para o olfato e odores, normalmente você sente na parte nasal, tá bom? E você adora. Ao nervo óptico, importantíssimo nervo também sensitivo. Ele é automaticamente voltado apenas para visão. Eu vou dar um exemplo. Eu não tenho, mas acontecia uma vez só na minha vida profissional, eu quase morri, que não entrava nem ar lá dentro. Olha aqui, ó. Marcos falando naquele uniforme grosso, a crista e a lâmina crivosa e o bugo fica localizado aqui, ó. Bate ali, entendeu? Essa imagem também muito legal para vocês entenderem do olfatório, quando vem ali o abducente, ali, tá? E o que eu quero mostrar no trauma, que eu acho que já devo falar para vocês, a turma 2, é o hematoma retrobulbar. Que que é isso, professor? É quando você tem um software, um trauma direto na órbita, ou seja, uma pancada, uma cotovelada, um soco no MMA, vem direto na órbita. Este acúmulo de sangue que vem atrás da órbita pode aumentar, tá? E fazer a compressão do nervo óptico, que é sensitivo, e o paciente gradativamente perder a visão, da turma. Então, e é aí que eu falo para vocês, ah, mas professor, então se você treinar, depois ele não volta a ver? Não, não volta. O diagnóstico preciso do politrauma, quando este paciente chega, tá? Quando o paciente chega, é você do trauma de órbita, é você visualizar isso, porque porque a perda da visão, um hematoma por um acúmulo de sangue posterior aqui, que é onde entra o nervo óptico, o segundo par craniano, é irreversível. Mesmo que você treine, o paciente não enxerga mais. Você rompe as fibras axônios, tá? E bainha de mielina. Você não consegue mais fazer o paciente voltar a enxergar, né? E eu tive um caso desse no Pirajussara, logo no meu começo de pós-graduação, e eu tinha feito a residência. Meu, eu fiquei assim, o paciente quando chegou, ele tinha uma exoftalmia. Eu vou mostrando aqui na imagem, na câmera, para galera, vocês não entenderem. Vocês não falam, tá? Dá um grito aí, tal, mas exoftalmia. Eu devo ter falado já. O olho, globo ocular para fora. [Música] E esse globo ocular do cara, eu fui umas duas, três vezes olhar para ele. Quando da terceira vez que eu fui olhar para ele, que o globo estava muito para fora, igual aquele ator da Rede Globo lá, que ele comediante, ele faz, tá fazendo até uma novela. Aí meu filho até brincou que ele tem o olho, fala com o olho dele para fora, né? E ele tem a hemorragia subconjuntival. Então, essa parte branca dos olhos fica muito vermelha também por esse sangramento, tá? E o paciente começa a relatar para você o que? Doutor, eu estava enxergando, mas agora já não estou enxergando bem. Eu estou, você põe o dedo assim, ele começa a acompanhar. Ele começa, não estou enxergando duplo. Ah, já estamos. Agora já estou enxergando tudo. Meu, você tá? Isso foi aconteceu comigo, foi comigo, tem uns 10 anos atrás, uns 9 anos atrás, mas eu fiquei assim, ó. Eu tive que botar no sentido de urgência, drenar esse sangue. Meu paciente, e graças a Deus, até hoje, eu agradeço a Deus que esse paciente não perdeu a visão. Ele voltou a visão depois de novo, tá? Porque eu peguei a reversibilidade no começo. Se deixar acontecer, passar 24, 48 horas do trauma, aí ele fica irreversível. Tudo bem? Esse é só um exemplo, uma coisa, mas é que eu não tenho imagem, porque estava sozinho no plantão, tudo, né? E foi tudo muito rápido, né? Então, eu não tirei foto, não tirei nada. Mas graças a Deus, o paciente voltou no meu ambulatório depois, tudo."
E ele não ficou certo, tá enxergando? Ficou e voltou a enxergar. Tá bom, beleza. É uma dica aí. Nós temos os três nervos muito próximos um do outro, mesmo bobo, e sai muito próximo, que é o óculo, o troclear, né, troclear e o abducente. Estão todo mundo próximos aqui, né? E nesses tipos de nervo, como os três, eles vão trabalhar o quê? A parte orbital motora. Então, quem faz sensitivo, turma? Quem faz o sensitivo é o óptico, é o dois. Quem faz a motora é o três, o quatro e o seis. Tudo bem? Vocês entenderam, turma? Tá, para vocês entenderem. Então, quem vai trabalhar, responsável para mobilidade da musculatura orbital, que é o reto superior, o oblíquo lateral, oblíquo medial, reto inferior, reto medial, dá oblíquo aqui, ó, para lateral, o reto medial. Então, todos estes, quem vai trabalhar são os nervos óculos. Tá no mundo de adição, né? Lateroversão. Então, tudo isso é importante porque são totalmente inervados pelo óculos rotor e o troclear. Né? O troclear, ele vai trabalhar o foco de luz na hora. Então, sabe quando vocês entram no ambiente, você tá no ambiente escuro, você acende a luz e você faz aquele flash, você diminui o foco de luz? Quem tá trabalhando para melhorar o foco de luz para você enxergar e não ter disposição de imagem é o troclear. Beleza? Tudo bem? E o abducente, junto com o promotor, eles vão trabalhar musculatura de movimento desses olhos. O troclear também mexe, mas ele tem mais essa parte motora de foco da luz. Tá? O estrabismo. Quis colocar para vocês o estrabismo, que aquele paciente que fica, fica com um olho assim, ó, um dedo. Estrabismo. Quem tem estrabismo ou alguém da família, provavelmente, né? Ele deva ter uma lesão dos nervos óculos e o abdução, que trabalham dentro desse tipo de musculatura de lateroversão dos seus olhos. Beleza? Só uma dúvida. É, teoricamente, quando a gente, quando tem uma intercorrência, né, com ácido hialurônico, é uma embolia, é uma manobra, né, que chama uma retrobar, né? É uma inclusão de, tem um acúmulo de ácido hialurônico na região posterior à órbita, né? Foram meio engolir, mais ou menos. Teoricamente, com uma manobra que chama o bar, seria essa essa bobar que você faz a esse travamento do edema aí dentro da ela toma, mas dentro da sua substância retobar. Sim. E por onde que a gente faz? Você já chegou a fazer mais alguma coisa ou alguém dos alunos? Não. É porque, na realidade, a reta o bar, teoricamente, ela funcionaria, ela teria um sucesso caso a eloiedade penetrar-se no na através da permeabilidade vascular na onde ocorreu a embolia.
[Música]
Só se a gente vai aprender ou não essas essas técnicas, né? Então, aprender vocês vão, mas como que vocês vão aprender isso? Acompanhando nos hospitalar, como acontece o Pirajussara de segunda-feira conosco, com a Dra. Sandra, Professor Walter, comigo, durante a cirurgia em hospitais particulares, né? Então, eu tive casos, essa drenagem que eu tive há 10 anos atrás, um aluno estava lá comigo e ele viu drenando esse hematoma, via transcontutival, que aquele sangue que ficou atrás da bunda, entendeu? Então, assim, aprender esse tipo de técnica de harmonização, não sei se vai ter dentro do curso da buco-maxilo agora, um hematoma, uma drenagem, alguma coisa do retobar. Sim, mas como vocês vão treinar isso? Não é, não paciente eletivo, é muito trauma. Vocês entenderam? É num pronto-socorro que vocês tinham, tá lá fazendo um plantão de 12 horas, passando o dia lá. O quanto ou se vocês, por exemplo, você Marcos em Minas Gerais, Belo Horizonte, né? Você tá acompanhando uma equipe, você fala que você é um estudante, acompanhar uma equipe. Então, aí pode ser quando você tiver nessa equipe, nesse plantão com a equipe, né, acontecer isso, não é você conseguir visualizar e atuar. Mas dentro da harmonização, eu não sei. Eu acho que isso não vai ser feito, só se for com a outra equipe lá dos harmon, dentro da nossa especialidade, não só dentro de pronto-socorro hospitalar. Beleza? Foi isso que perguntou? Não. Beleza, beleza. Da harmonização, agora do hematoma que eu te falei, sim, você estando nos acompanhando em hospital, nós estamos juntos, nós vamos fazer. Tá chegando o caso, óbvio, com certeza, a gente faz. Beleza. Então, aí falando do que o sétimo par craniano, facial, né? Falando dele, que a origem dele na parte petrosa do osso temporal, né? Dentro da parte petrosa, lá dentro, tá através do meato. Agora, tudo eu vou falando estrutura anatômica, você já tem que ter uma noção de onde nós estamos, tá? Eu tenho a foto, tenho tudo, mas às vezes, né, não é muito bem evidenciada, aí tá. Então, ela vai parte petrosa no temporal, petrotimpânica, né, tática. Então, é sempre nessa parte petrosa do temporal, né, através do meato interno. Aqui próximo, então, provavelmente está nascendo aqui, ó, entendeu? Tá. É o nervo misto, mas boa parte dele é fibra motora, né? São fibras motoras. Fornecem, já falou as pessoas, facial, couro cabeludo, o supra-hióideo, como super-heróis, parte do platisma, tá bom? E possivelmente parte dessa fibra, porque normalmente, se você perguntar ao mesmo facial, é todo ele motor? Não. Ele não é todo ele motor. Ele é 80, 70% motor. Os outros 20 a 30% eles são sensitivos. E são sensitivos a partir de onde? A partir de gustação lingual nos dois terços anteriores. Aí eu faço a pergunta para vocês, que eu vou falar lá na frente. Alguém lembra o nervo que é sensitivo gustatório, que faz esses dois terços anteriores da língua e do palato? Que é o ramo do nervo facial? Qual é o nome dele? Desse nervo? Alguém sabe me informar? Vamos lá, turma. Isso é importante, hein? Entender que o negócio é misto. Boa parte motora e um terço dele é sensitivo. E vai mandar sensibilidade publicatória um dos terços da língua. Fala lá no finalzinho da aula, mesmo qualquer primeiro. Gabriela, cadê a Gabi? Rafael, rapidinho. Tá todo mundo sumiu. Entendeu? Então, assim, é importante. É o nervo corda do tímpano, tá bom? Tá. O dinheiro, ele faz parte dessa região, dessa fibra nervosa sensitiva gustatória da língua, que eu vou fazer parte dela, que ela vai se interligar depois ao nervo lingual, tá? E aí ela vai mandar fica secretoras também, né? Para glândulas lacrimais, todas as regiões, tá bom? O trajeto dele, mostrando mais ou menos uma imagem, se aproximada, né? Uma imagem mais aproximada, tanto do da parte do tronco do meato acústico interno, quanto da onde surge aí o sim, o nervo facial, sétimo par craniano, condutivo interno, né? Que é o gânglio ginecolado, tá bom? Tá. Então, aqui ele nasce no tronco encefálico, passa pela fossa canina. Olha aqui a parte petrosa do osso temporal, vem para o manda os seus limites, os seus ramos, meato acústico interno. Quem que esse ramo aqui, ó? Um dos ramos que eu vou falar para vocês lá na frente, que é um deles, o primeiro dos ramos, é ou segundo deles é o corda do tímpano, porque quando tinha, porque não passa pelo meato acústico interno. Quando ele passa pela parte petrosa dos temporal, ele passa pelo meato acústico interno. Então, dali, quando ele passa, ele emite o ramo que é chamado nervo corda do tímpano, que vai se ligar posteriormente ao nervo lingual, que é o neuro da onde? Do nervo mandibular do trigêmeo, galera. E aí ele vai emitir ramos que gustatórios dos dois terços anteriores da linha, tá bom? Beleza. Então, essa imagem tá mostrando isso para vocês entenderem, porque chama mesmo corda dentro da parte timpânica do meato acústico interno. Aí passa pelo canal facial, canal facial, né? O osso temporal para você assistir o processo e o forame estilo, onde ela vai emergir. Olha a parte petrosa do osso temporal para emitir ramos das fibras estilo e oi, deu estilo, mas perdeu e o estilo é meu de gasto, vence poleiro de gasto e o estilo herdeiro. Ele me disseram em seguida, ele vai passar por dentro da parótida, né, emitindo as suas fibras motoras, tanto tempo facial quanto do tronco cervico facial. Beleza? Aqui mostrando bonitinho para vocês entenderem a nervo. Olha o primeiro ramo, quando ele vem pelo gânglio, o primeiro ramo é o ramo petroso maior, tá? É um nervo petroso maior. E dentro desse petroso maior, é limite, primeiro ramo, passando pelo gânglio, o nervo do músculo estapedio. Você não precisa você ficar sabendo que é um músculo lá dentro, acústico interno, dentro do conduto auditivo interno. E o principal para nós entendermos que eu tô aqui na aula, né, o nervo corda do tímpano, que é o terceiro, é uma mentira. Então, ele vende esse gânglio, emitir petroso maior, depois o ramo do medo do músculo estapedio, e por último, mesmo corda do tímpano, antes de ele se esterilizar, tá? Então, tudo isso ele vai trabalhar dentro da parte petrosa do osso temporal, tá? Da onde ele se surge, dentro desse gânglio aqui, ó, no conjunto ativo interno, tá? Tudo bem? Entenderam? E aí ele vai se unir à língua, vai emitir fibras no doce, nos dois terços da língua e também emitir fibra secretora motora das glândulas submandibular e sublingual, tá? Aqui mostrando agora passando para face, quando eles exteriorizam, ele passa no forame dentro da parótida, né, e manda o tronco ali, tem problema e serve para o parcial, são os membros temporais, automáticos, marginal mandibular e cervical, tá? Aqui mostrando para vocês o plexo parcial motor. Agora, motor. O sensitivo, um sensitivo ficou aqui atrás, né? Por sensitivo, ele emitiu ramos na parte petrosa. Quando eles exteriorizam aqui, ele se torna-se motor. Ok, turma? Tudo bem? Tá? E aí me dissemos que você já conhece, né? Os ramos temporais, precisamos hidromáticos, ramos bucais, e os ramos marginal mandibular e vamos ser picado. Beleza? Tudo bem? Então, isso você já sabe. Olha quem tá aqui na prática. Essa foto também tem dois meses, por uma, essa três meses, desculpa. Tem três meses que vocês estão na terceira mês do curso. Este quem tirou foto foi a turma 1, que foi comigo na cirurgia, tá? Uma fratura de cônjuge. Vocês conseguem identificar a orelha, conduto que tipo interno, um pouquinho abaixo, descendo aqui a base da mandíbula, certo? Olha aqui a base da mandíbula e nervos que são esses que vocês estão vendo aqui, ó? Alguém pode chutar? Agora tá fácil. Que você tem aqui, ó? Todos os nomes aqui, os ramos deles. Se eu tô na mandíbula, base da mandíbula, perto do conduto auditivo interno, tal, quem que você acha que são esses dois nervinhos aqui? Parciais? E olha aqui, ó. Então, agora a gente vai começar a identificar numa paciente, numa cirurgia aberta de trauma. Tá aqui, ó. Olha os astros da glândula parótida. Olha como ele penetra nos astros aqui, ó, no interior da intraparotídeo. Olha que coisa mais linda, pessoal. Alguém tá vendo isso? Por favor, pronuncie. Eu acho que isso é importantíssimo. Valesca tá vendo ou não? Perfeito. Fiz isso para vocês, hein? A turma 1, vocês estão na 2. A turma 1 que viu essa, duas alunas que viram isso. Tá aí, eu disse, sequei com a Kelly bonitinho. E aí botei na foto como ele tá fazendo anatomia. Falei, ah, deixa eu falar com o pessoal da turma 2 também. Tá? Alguém sabe o que falar? Então, quais são esses dois raminhos aqui do facial que eu tô aqui? Ou não? Quando ninguém tá mais escrevendo nada no chat, né? Todos sumiram. Eu sei que ela é chata, mas eu tô tentando botar um pouco de prática para vocês se distrair um pouquinho. Entendeu?
[Música]
Ninguém quer chupar. Acabei de falar em slides passado. Então, eu falo mesmo, né? É o ramo marginal mandibular e vamos ser vulcão, turma. Tá? E aí você vê como ele se difunde aqui, ó. Provavelmente também deve ser um raminho do marginal mandibular, honramento cervical. E esse é o marginal mandibular da base da mandíbula, tá aqui, ó. Tá vendo? Começa a barbinha dele. Tá? Ele não fez, mas olha aqui a orelha. Você tem essa esse ponto de referência, baixo da auréola, aqui você tem a glândula. Tá aqui, ó. Tô quase não estou dentro. Eu não faço como ela. E terceiro, ele vai no meio da parótida. Tá? Eu afasto a parótida daqui. Entendeu? Aqui eu tô afastando a parótida. Tá? Então, eu tô afastando, mas ainda se dá para ver alguns hábitos.
[Música]
Aqui de novo, mostrando numa outra imagem, uma outra foto. Olha o raminho aqui, ó. Passa um raminho cervical aqui, outro aqui, e o marginal mandibular. Esse é assim, bactéria de uma matéria. Essa aqui é uma parte que está sendo afastada aqui pelo colega. Entendeu? E eu mostrando aqui os nervos, ó, passear para vocês. Tá? Aí o senhor me pergunte, mas professor, tudo isso que você fez, isso pode dar uma paralisia no meu paciente? Sim, pode. Deu mais uma semana, depois 15 dias que ele voltou no meu ambulatório, voltou ao normal. Tá? Porque eu fiz a massagem, como a Valesca falou, que eu lembrei, você falou Valesca, eu fiz a massagem, entrei com medicação, né, o Etna, e eu orientei a fisioterapia lá no laboratório, como que ele ia fazer com calor, tal, tal. E 15 dias depois que ele voltou para ver como que tá o pós-operatório, ele falou que já estava voltando toda a parte motora nessa região e não teve nenhum tipo de sequela. Tá bom? Beleza, Valesca.
[Música]
Então, tá bom. Vamos lá. Aí tem o vestíbulo coclear, que é o oitavo par craniano. Tá? Ele, lógico, que diz que ele tem a sua inovação e toda a parte sensitiva da cóclea dentro do conduto interno. E ele mexe com o quê? Com equilíbrio corporal, né? E também com a audição. Mas o mais importante dentro dele é o equilíbrio corporal. E tá localizado ali, ó, próximo do ciclo que chamado labirinto, por isso do equilíbrio ali. Tá? Essa parte sensitiva. Então, toda vez que você tem essa problemas crônicos de tonturas, vertigens, sempre se investiga esse tipo de inervação nesta região, como que está. Tá? Porém, o risco aí. E o grosso faríngeo, lá, Paulo misto. Olha lá, galera. Então, nós temos a parte gustatória. Na parte gustatória, quem faz isso? Quem faz isso? Nervo corda do tímpano, beleza, do facial. Ok. E agora, um nervo misto que parte dele gustatória do terço posterior, tá? Posterior. Quem vai fazer o grosso faríngeo, turma? Tá? Então, o corda do tímpano não faz o anterior. Vamos lá. Mostrar. Olá. O corda do tímpano faz a sensibilidade gustatória do terço anterior da língua, como misto, nervo facial, que é. E o posterior, terço posterior, quem vai fazer? Vai ser o grosso. Já diz o nome, faríngeo. Ele surge dali na parte posterior e emite ramos motor para quê? Para parte posterior dos músculos constritor superior, médio, constritor inferior da faringe. Quem vai emitir ramos nervosos ali motores para que para deglutição? Ó, ó. Quando eu faço essa deglutição, a musculatura da faringe, os constritores faríngeo, superior, médio, inferior. Quem são enervados motoramente para fazer esse movimento? O grosso. Essa só é que eu queria passar para vocês deste nervo do nono par craniano. Tá? Um terço posterior de sensibilidade gustativa é feito pelo grosso ou faríngeo. Dois terços anteriores pela parte sensitiva do nervo facial. É um pouco confuso, turma, mas se vocês pegarem essa repetição, eu sempre vou falando, vai ficando fácil para você, tá bom? Simpático. Bem importante, mas não para nós, mas só para deixar de de importância que é trabalho parassimpático involuntário do miocárdio, do batimento cardíaco, do funcionamento dos pulmões, da parte digestória, tá bom? E um povo que ele mexe na reprodução, por quê? Porque ele tá inervando que os músculos, os músculos, tá, de produção. Quem são os constritores faríngeos, superior, médio e inferior? Tá bom? Beleza. O nervo acessório, fibra motoras, eles vão fazer o quê? Fazer a parte motora do esterno, que foi deu o músculo trapézio e o plexo também mantido fibras motoras. Então, tem tanto acessório quanto nervo vago, ele é o signo motora para fazer nosso trabalho aí, tá bom? Beleza. E eu, aí o nervo Hipoglosso, o nervo do décimo segundo par craniano, nervo motor. Nervo hipoglosso, ou seja, parte dentro da parte interna da glândula do órgão língua. Então, o que que ele vai inervar? Tudo a parte motora dos nervos. Todos aqueles nervos que você viu, grosso estilo, grosso, né? Geni, todos os músculos estritos, transversos, retilíneo superior e inferior de língua, interno. Todos eles vão ser inervados pelo hipoglosso, tá? O 12º par craniano, ou seja, fazendo a motricidade, ou seja, a motricidade da língua, ou seja, involuntário. Então, tem momentos que você não consegue segurar a parte voluntária da língua, tá? E aí, por último, nós vamos falar do trigêmeo. O gânglio trigeminal. Olha que coisa linda essa foto, tá? Eu adoro essa foto para mostrar para vocês a origem aparente do encéfalo. Essa é uma peça de secada de receber da USP, na área de anatomia da medicina, tá? É uma área, uma peça rara, é uma foto rara que até tranquilo que tirei, mas eu peguei de um colega, tá? Que tá mostrando aqui. E aí eu mostro depois com as setinhas as origens aparentes do encéfalo do negro. Tem gente que para mim, o que importa é esse daqui, mas aqui no outro curso eu falei deles, então eu mostrei aqui nesse espaço, tá bom? Mas o que a gente entende aqui, ó, olha a origem aparente, ó. Olha o tronco encefálico aqui, que coisa mais linda, a ponte aqui, mostrando onde surge o nervo trigêmeo, ou seja, aparentemente, beleza, tá? E aí, ó, mostrando aqui também dentro do crânio, numa face, né? E o gânglio trigeminal, aonde ele fica depositado dentro do crânio, e tem o nome chamado Gasser, né? É o nome de um nome, um cara que descobriu esse gânglio. E antes de emitir os ramos, e a gente vai especificar agora daqui para frente, tá bom? Então, essa é a origem aparente no crânio. Esse é a origem aparente no encéfalo. Beleza? Não confunda nada disso daí. Uma coisa dentro do encéfalo, que estamos nervoso central aqui, e outra coisa é onde aparente no crânio, que é o gânglio que aparece Gasser aqui, antes de emitir os seus ramos, tá bom? E aí mostrando aqui os canais, aonde eles normalmente entram, né? A parte oftálmica, na parte oftálmica, na fissura orbital superior, na parte mandibular, oval, né? E na parte maxilar, ou forame redondo, aqui, ó, forame redondo. E a textura orbital superior, a inferior, a gente entra outra coisa aí. A superior entra até o nervo oftálmico, que é o ramo do trigêmeo, e fica aqui emergindo. Ele é responsável pela maior parte sensitiva dos dentes, dos ossos e dos tecidos moles da cavidade bucal. Mas professor, sim, e a parte motora também? Só que esse nervo é misto, como facial também. Agora você já sabe, é um nervo misto. E boa parte dele, 75%, ele é sensitiva. Ele pagador, tatô, pressão, temperatura, tanto aquelas coisas que você percebe que você anestesia localmente seu paciente. Eles motor aqui é menor. E aí você já sabe qual que é a raiz, o que que ele vai inervar motoramente falando, o que que ele vai inervar o misto, que a única coisa que ele vai fazer motora, o nervo mandibular. Tudo bem? Tá bom? Beleza. Então, mostrando aí um desenho mais ou menos para vocês entenderem, né? Eu gosto muito desse gráfico que vocês entenderem que aqui, ó, parte toda sua raiz sensitiva dentro do gânglio trigeminal, ela vai emitir três ramos. Três são sensitivos também. No mesmo manipular, bucal, então tem o seu nervoso, mas boa parte maxilar e parte deste 25%, nós temos o que a raiz motora dessa região, tá bom? Beleza. Vai mostrando as fibras sensitivas dentro, comparando o terço da face, o que que ela pode dar como sensibilidade dessas fibras extras na face, conjuntiva, na parte ocular, porque porque os dentes, tanto na maxila quanto na mandíbula, a dura-máter craniana permite ramos, o nervo facial, mas junto com quem? O nervo, o nervo lingual, turma, que faz parte do nervo trigêmeo da mandíbula. Beleza? Tá bom? Tá. Então, não tá errado, isso aqui tá certo. Mas é que vem junto, tanto corda do tímpano, no quanto nervo lingual, eles correm juntos. Só que um vendo facial e o outro vidro trigêmeo ou mandibular. A mucosa bucal, mucosa nasal, né? Como parte dos receptores, músculos mastigatórios, óbvio, né? Nós temos músculos mastigatórios sensitivos e boa parte dele no motor. Ele tem essa própria percepção, que aquela coisa quando você morde forte, você sente um pouquinho da mastigação, tá? Ok. E as fibras motoras. Tá aqui falando mais uma vez para vocês, os músculos mastigatórios. O ventre anterior, ele é só o ventre anterior. Ele tem músculo mastigatório que fibra motora. O milo-hióideo também é ricardo pelo pelo trigêmeo mandibular, né? Que é o nervo milo-hióideo, que é um ramo do mandibular, que é um motor. Vocês entenderam? É só três que faz isso, que aquele gráfico que eu passei para vocês, os pterigóideos, masseter e o temporal, né? Todos eles com o mesmo nome, mesmo tempo. Então, tudo isso para vocês entenderem que é tudo sempre muito igual. É o primeiro tronco, é o V1, eles falam da divisão do trigêmeo. Ele vai emitir ramos sensitivos. A gente já sabe. Vem pela parede lateral do que ser cavernoso até a porção média da fissura orbital superior, que aqui está seccionado. Mas aqui, ó, fissura orbital inferior. Mas ela vai ter a superior, emitir o ramos lacrimal, que vem lateralmente, o frontal, que ele vem medialmente, vem no meio, e o naso-nasociliar. Ou seja, você já vai saber da onde que é na parede medial, permite da órbita ali, tá? Os seios etmoidais. Beleza. Seu ramo frontal, que é o ramo central, ele vai inervar o quê? Boa parte da sua fissura ali, região que supra troclear, supra orbital, né? Então, aquele ramo sensitivo que vocês falaram aqui, ó, que a gente mostrou aqui, ó, da onde que vem? É um ramo do frontal, do nervo oftálmico, do gânglio trigeminal. Olha que coisa louca, quanta coisa. Professor, é isso aí. Tá? Então, aqui o nervo oftálmico tem o ramo frontal, do ramo frontal, limite um terminal que é o supra troclear e o supra orbitário. Beleza? Tudo sensitivos, conforme a gente falou lá na frente. Beleza? Tudo bem? Tá? Então, a gente vai indo e voltando para vocês entenderem a localização de onde vocês estão. E aí parte cutânea do couro cabeludo superior, conjuntiva, seio frontal, tudo nessa região superior, onde ele emite esses ramos lá para cima, que é o ramo frontal. Aí nós temos um ramo lacrimal, é o ramo que vai para lateral. E quem que tem lá? Quem que tá lá? Lacrimal, turma? A gente tem o turco, que é na medial, mas a glândula lacrimal é o top de linha. Vamos lá. Lacrimal é onde ele vai fazer sua inervação sensitiva, tá bom? A conjuntiva, pele da pálpebra superior, mais para lateral. Então, limites para mim, faz o principal que eu quero que vocês entendam que esse nervo, que é o ramo lacrimal, ele vai inervar a glândula lacrimal e vai levar as conjuntivas, pele e pálpebra superior da parede lateral da órbita. E por último, no ramo oftálmico, nós temos o ramo nasociliar, que vai para parte mediana, parte medial da órbita. Consequentemente, que que ele vai emitir ramos da posterior? Porque aqui não é a lâmina cribriforme, a crista etmoidal. Então, aqui nós temos o forame etmoidal anterior, posterior, e ele vai emitir ramos ali, tanto com etmoidal quanto com os nasais também, beleza? Tudo bem, turma? Alguma dúvida? Tá? E o ramo terminal que é o infratroclear, lá embaixo da própria, ele vai se encontrar com o inventário depois, mas é um ramo terminal. Mas os mais importantes, os ramos nasais são sensitivos, que você tem a sensibilidade que vem lá do ramo nasociliar da oftálmica, e os etmoidais anteriores e posteriores, que vem do nasociliar da divisão oftálmica do trigêmeo. Beleza? Agora, falando do maxilar, é o V2, né? Artéria maxilar, ele vem como porção da pele da porção média da face, não. Ele emite irrigação na porção média da face, pálpebra inferior, pálpebra inferior, face lateral do nariz, lábio superior, o que, né? Você já sabe o porquê que formam isso, né? Não vou nem falar, não. Na frente eu falo, mas um buquê. Então, ele vai inervar tudo isso e pede. Então, porque infraorbital e mucosa nasal, faríngeo, sei o maxilar, fala tu mole, então, insira para time. Então, isso é tranquilo, fácil de vocês agora entenderem essa inervação. Bom, primeiro ramo da maxilar que nós temos é um ramo que adentra dentro da fossa média do crânio, que é o ramo do nervo meníngeo, tá? Só que isso para nós não interessa, tá? É um ramo que vai para dentro da fossa média do crânio e vai fazer parte dela essa inervação. Mas entenda que o nervo meníngeo é um ramo maxilar do trigêmeo, tá? Mas o que para nós mais importa e mais importa é dentro da fossa pterigopalatina, os nervos do canal infraorbital e por último, terço terminal, quando emite os ramos nessa região. Então, agora a gente vai daqui para frente, tanto no maxilar quanto mandibular, nós vamos falar ponta a ponta, tanto de cada nervo, tanto de cada negro, falando de cada um, quanto até chegar no final da turma, todo o caminho dele, que vai ser bonitinho e vai ser feito aí para vocês, tá? Ok, tudo bem? Então, primeiramente, a gente vai falar do nervo que, que ele tem que falar aqui, o nervoso, tá? O nível da fossa palatina, ele emite os erumáticos e o zigomático facial, que ele vem na face aqui por fora, emitindo para vocês aí o zigomático facial, inervando o quê? No caso, julgar o bochecha e outros zigomático temporal, que sobe aqui para região de têmpora, né? Vai irrigar essa pele, juntar-se ao nervo lacrimal e inervar glândula lacrimal também. Ela aqui, ó. Olha o zigomático temporal também faz isso, ó. Ele neva junto com o nervo lacrimal, junto com o nervo lacrimal, junto com o nervo lacrimal, o zigomático temporal também se junta a esta inervação também, tá bom? Um nível outro é divisão maxilar, beleza. E dois dentro da fossa pterigopalatina, olha aqui a penetração dentro da fossa pterigopalatina, ele vai emitir ramos nasais superior posterior, nasal superior posterior, palatino maior, palatino maior e aqui não está seccionado, mas dá para ver, mas o OK, tá bom? Então, limite esse ramo aqui, maxilar, ele vende dentro do plexo pterigopalatino, ele emite e ramos nasais superior posterior dentro das coanas e das conchas nasais, dando a parte de sensibilidade. Desce como palatino, nervo palatino, dentro desse livro palatina, ele vai emitir, tá bom? E aí, ó, dentro deste nervo do nervo naso-posterior superior, olha aqui, ó, mostrando para vocês. Tensão, quem não é fala, nós temos o nasal posterior lateral, superior, inferior e inferior maior, tá? Então, olha aqui, ó. Então, tudo isso daí mexe e inerva cornetos médios e superiores da cavidade nasal, vindo da onde? Da maxila, vem do dos nervos que pterigopalatinos.
[Música]
Beleza, tá passando. Qual processo de esfenóide e a região palada. E aí queria emitindo esses ramos nas asas, tá? Nasal superior, laterais e o inferior, aqui mais posterior, só para vocês identificar onde vocês estão. Depois o nervo palatino, dentro do nervo palatina, dentro da cavidade.
[Música]
Aqui você não tá vendo os palatinos desceram no canal incisivo ou no canal palatino anterior, aqui onde vai emitir o nervo naso-colatino e aí o posterior dentro do canal palatino, fazendo toda essa inervação para tal, tá? E aí ela vai fazer o quê? Anastomose junto com colatino para que faça toda essa elevação da região anterior, tá bom? Então, essa essa inervação palatina aí, próximo nervo dentro do trigêmeo, né? Dentro do nosso ramo aqui, ó. Faltou o quê? O alveolar superior posterior. Agora, falta por último nervo alveolar posterior superior. Olha aqui, ó. Emitir o ramo lá atrás, antes de emergir para dentro do canal, ali, ele emite um ramo posterior, que aquela coisa, aquele penetra na fossa pterigotemporal. Olha aqui a fossa, entra temporal, passando posterior à maxila, que é o tuber da maxila, por anos e furaminas. Então, ele vai fazer a penetração junto essa região e inervando o quê? Mucosa vestibular, eles que vão fazer esse mesmo que são do nervos pterigopalatinos do gânglio que vem, tá? E agora, esse é o nervo aqui da língua, raízes, mucosa vestibular de segundo molar e terceiro molar, mais visto do vestibular superior. Os outros raízes daquelas coisas que já sabem, eu não vou ficar repetindo para ele ficar aquela coisa muito massante, tá bom? E aí, dentro da próstata, tá resolvido. A gente já finalizou, já falando todos os zigomáticos, todos. Vamos para os ramos, quando ele entra no canal infraorbital, beleza, turma? Então, tô mostrando o caminho dentro do nervo, entrou dentro do nervo citado, né? Ele já vai emitir. E aí, após sair do forame, ele vai emitir aqueles ramos de pele, pálpebral inferior, nasal, labial superior, né? Então, é aquele buquê que a gente tinha conversado e vendo onde vem da maxilar do nervo involuntário do trigêmeo, certo? Aí houve o laço superior médio, ele vai ao nível variável, porque variável, porque normalmente, às vezes, por anastomose, ele não aparece. Ele só consiste em ficar o nervo anterior junto com o posterior. O médio, às vezes, ele não percebe. Então, 70, 80% dos pacientes apresenta esse mesmo, mas alguns não apresenta. E isso é trabalho de doutorado, né, de cirurgião dentista que foi feito, tá bom? Por isso que eu sempre gosto de colocar como mesmo variável, não é todas as pacientes que tem esse medo aí, tá? Ele vai fazer mesmo, ok? Parte da cavidade sem maxilar, pré-molares, a raiz mexe o vestibular do primeiro molar, você não anestesia para sempre, tá sentindo dor no canal, tá mucosa vestibular dessas regiões, pré-molares, tá bom? E o anterior vai suprir a cavidade nasal na região do meato inferior, certo? Nasal, sem maxilar também, e vai inervar os dentes anteriores nessa porção vestibular do lado superior e mucosa. Então, como vocês viram aqui na imagem, essa imagem aqui, ó, aqui dá para você, aqui tá seccionado, porque depois a imagem para vocês entenderem o anterior, o médico, ó, o anterior e o médico, tá vendo? O médio e o anterior vindo suprir aqui a cavidade nasal. Aí mostrando mais uma vez, ó, o nervo alveolar superior médio, como ele vem abraçando toda mucosa nasal, por causa sinusal maxilar e o anterior, tá? E o anterior vindo também aqui, irrigando dentes anteriores, mucosa, periodonto, mucosa vestibular, faculdades que usar, periodonto, entendeu? Tá? Então, esse é o desenho do nosso superior médio e posterior, ok? E o anterior, beleza? Tudo bem? Antes de exteriorizar para o nervo jugular, tá bom? Então, agora a gente dentro do canal infraorbital, nós temos o nervo superior médio anterior, ali, né? E agora vamos emitir os ramos da paz. Olha que eu tinha aqui, olha aqui a emissão. Olha a imersão aqui, ó. Essa cirurgia até um tempinho, acho que até mostrei na aula passada. Tem uma outra que eu fiz agora nesta semana, segunda-feira, tá? Então, essa aqui é o nervo infraorbital, está emitindo ramos superior, nasal, labial superior. Então, tá aqui, ó, os ramos aqui, quantos fibras que nós temos aí, bonitinho, tá? Deixa eu ver. Ah, a outra imagem tá no final da aula, tá, turma? Que aquela que eu fiz agora, essa semana, na ortodinada, tá? Tem um também o nervo bonitinho que a gente secou só para tirar uma foto, tá? Beleza, então, tá aqui, o nervo bonitinho, mostrado quando eles exteriorizam, quando ele sai no canal, e aí manda os ramos, já sabe. E por último, nosso nervo mandibular, esse é o nervo mandibular, agora misto, tá? Dentro do misto do gênero, nós temos o ramo, a divisão mandibular, que é o maior ramo do trigêmeo. Neste ramo, nós temos aí a miscigenação, o misto de inervação sensitiva e dessa parte motora, quando a gente falar em motora, nós estamos falando em porção muscular, tá bom? Agora, direitinho que vocês entenderem, então, a gente divide mais ou menos para vocês entenderem, uma divisão anterior, uma divisão mais posterior. A parte mais anterior fica temporal profunda anterior e posterior, nervo, uma série de lateral, medial, nervo bucal sensitivo, tá? Isso é importante vocês entenderem, não é e não faz parte da mastigação, é nervo sensitivo, tá? Então, tudo bonitinho. E o divisão posterior, que é o nervo aurículo-temporal, nervo lingual, nervo alveolar inferior, que é onde termina o nervo milo-hióideo, que é o ramo do alveolar inferior, antes de ele entrar no canal mandibular, ele emite o volume dele, o terminal, vai para mucosa jugal, vestibular e o incisivo, vai para parte medial, posse, tá? Na divisão anterior, nós temos aqui a imagem mostrando assim, as artérias posteriores deles, temporais profundos, ó, temporal profundo posterior, temporal profunda anterior, tá certo? Tá? Então, aqui o nervo aurículo-temporal, mas não tem nada a ver com o que a gente tá lidando, mas ele emite esse ramo, tá? E o nervo massetérico, que está seccionado aqui, ó, o pterigóideo também seccionado o músculo, tá? Então, aqui não dá para ver muito o nervo masseter, tá vendo? Ele tá penetrando, como ele tá com corte aqui, para mediano, mesmo, mas você aperta aqui, o que perigoso.
[Música]
Tá vendo? Esse é o músculo que lateral. Então, já emite o ramo de pterigóideo aqui, o nervo bucal profundo anterior e o nervo bucal.
[Música]
Tá bucinador. Então, esse nervo, sem sentido, o resto desses nervos que nós estamos lidando com a divisão anterior do nervo mandibular, eles são, eles são motores. Olha aqui, mais uma vez, mostrando temporal profundo anterior, temporal profundo posterior. Eu não preciso falar de Minerva, né? São as fibras do músculo. Todos eles. E aí eu tentei aproximar para não perder um pouco da visão, o nervo massetérico, dentro do músculo, aqui tá seccionado, mas olha como emite rama aqui, ó. Esse hospital foi Deus, tá vendo? Ele emite o ramo aqui, né? Lá no início da divisão anterior da mandibular, já manda emitir. Tá bom? Beleza? Então, tá aqui, emitindo os ramos, masseter, para vocês visualizarem um pouco melhor. E os pterigóideos mediais, laterais, estão esses minúsculos aqui, ó, vocês estão vendo as setas, que são esses dois também. A gente já falou anteriormente, que a divisão anterior do nervo mandibular, sendo eles motores, tá? E olha aqui, ó, como você percebe aqui, você posteriormente tem o tensor do véu palatino, músculo aqui, ele também vai inervar um pouquinho disso, tanto timpânico quanto do véu palatino, emite alguns caminhos também ali, motores para esses tipos de músculos. O músculo tensor do véu palatino tem um músculo bucal, que já é um ramo também anterior, mais emitido junto com o temporal posterior. O ramo do nervo bucal vai emitir pele, mucosa, bochecha e gengivas pré-molares. Então, toda a parte de mucosa bucal, ele vai vestibularizando na anteriormente, nervosa sensibilidade na parte sensitiva, tá bom? E falando, terminando na parte posterior do nervo mandibular, tá? Nós temos aí os restos do medo aurículo-temporal, né? O nervo aurículo-temporal, que aquele porção que eu falei posterior, que vai passar perto da perto timpânica, na cavidade conduto auditivo interno, e mandando fibras para face do músculo temporal, que é o aurículo-temporal, tá? O músculo igual, aqui é o nervo sublingual, gânglio submandibular, que está localizado na glândula submandibular e aqui o nervo lingual. E olha aqui, ó, que você for ver o nervo lingual na minha seca, tá aqui. Aí ele termina com sublingual, emitindo ramo terminal no músculo do interior de gástrico, músculo na glândula sublingual, tá? Pode emitir o ramos aqui e lá em cima. Olha quem tá vindo aqui, ó. Quem tá vindo aqui? O nervo corda do tímpano, saindo da fissura, não facial, o ramo facial gustativo, vai emitir esses ramos anteriores da língua. Beleza? Tá bom? Tá? O nervoso.
[Música]
Tá.
[Música]
Que aí ele vai fazer a elevação cápsula da TM, como ele passa tudo próximo da articulação aqui, tá funcionando na parótida, da cápsula da TM, meato acústico externo, a parte do pavilhão auditivo, ramos sensitivos. Agora, nós já falamos do motores. O nervo lingual, né? Que é um livro que você já sabe como que é. Ele vem inferior, né? Ele inerva dois terços anteriores da língua, positivo, tá? Um pouco da glândula sublingual, porque aqui, ó, vamos terminar. Acabei de mostrar para vocês aqui, ó. Vamos terminar. Glândula sublingual, se o ramo terminal do nervo lingual, ele termina tipo igual, por isso que ele inerva boa parte da sua área de língua e também da glândula sublingual, como vocês vêm aqui na imagem. Comunicantes, eu coloquei bem grande aqui, ó, que é responsável pela sensibilidade que está aqui dos dois terços anteriores da língua e também da glândula submandibular e sublingual, que é um ramo terminal do lingual. Ou grosso faríngeo, que tem seu ramo ali também, tá? Porque ele vai inervar parte gustativa, o terço posterior. Então, tem ramos comunicantes nesse mundo. E o hipoglosso, que vai fazer a sua ramificação na língua. Tudo bem, turma? Tranquilo? Beleza? Então, essa parte motora, sensitiva, que é motor, essa bagunça toda, motor, todo bagunçado, mas eu meio que resumi aqui para vocês entenderem tudo em cima do ramo de nervo lingual, que é o do ramo de molar, ele vem o quê? Corda do tímpano, mas o lingual, eles estão os dois terços aqui, ó, gustativa da língua. Grosso faríngeo, que também é um ramo comunicante próximo daí, porque tá na globo, a língua, né? Ele vai ele vai fazer o quê? Acessibilidade administrativa do terço posterior da língua. E por último, comunicante ali na região grosso, região de língua, ele vai fazer a parte motora de toda a língua, tanto nos músculos extrínsecos quanto dos músculos extrínsecos também. Beleza? Tá bom? Aí, dando uma ampliada, né? O nervo corda do tímpano, o nervo lingual. Aí aqui o nervo sublingual, inervando a glândula sublingual, emitindo ramos gustativos, já junto com a corda do tímpano, nos seus dois terços anteriores e posterior. Vem depois o glossofaríngeo e hipoglosso, motoramente, que eu falei para vocês que parcialmente dele emite também gânglios, que é o gânglio submandibular da glândula submandibular, que aquilo que eu falei aqui para vocês, permite e inerva o gânglio submandibular, tá? Então, tá aqui meu neto, no desenho, a glândula submandibular, abraçando música, nervo, essa parte sensível e motora para cá, para a glândula, tá? Ao meu lado inferior, todo mundo já conhece o ramo da divisão, é o maior destes da mandíbula, penetra pelo forame mandibular, ele vai inervar todos os dentes inferiores, pré-molares, mas você também sente um pouco disso, tá? É um nervo misto. E olha aqui, ó. Então, fiquei devendo isso para um aluno, é o nervo misto, porque dentro dessa divisão dele, tem o músculo milo-hióideo. Músculo faz parte da sua bucal, ele é motor. Então, parte desse essa fibra, quando emergida, ele se torna sinistro, mas boa parte dele é sensitivo. Então, vocês estão vendo a localização do nervo alveolar inferior, tridimensionalmente, na passível, no desenho. Olha aqui no paciente. Este foi o tumor que a gente fez no coração. Foi um caso que eu até conversei com um aluno no módulo passado, só não me lembro quem foi, tá? Eu ia falar que depois eu colocar, mas não sei se foi lá verso, foi um outro aluno aí, que [Música] Mas acho que ele não tá aqui, que eu falei para ele que ia colocar no módulo seguinte, quando eu vou falar do nervo, né, que eu ia falar do nervo alveolar inferior, e foi o nervo foi seccionado. Este é um tumor, a ameloblastoma, tá? Que foi um achado radiográfico. O paciente já estava muito tempo, paciente jovem, tá? Ele foi de uma tão agressividade, esse ameloblastoma, foi origem dele, provavelmente, é por uma impactação de dente do siso que não tirou, e aí surgiu e formou o ameloblastoma e o cisto dentígero, provavelmente originou o amelo, tá bom, turma? Ele ficou tão expansivo que era ali, eu tive que seccionar toda a parede vestibular do osso mandibular, lingual aqui, ó, que vocês estão vendo na minha seta, é a cavidade oral, para comunicada, mas isso está dentro do nosso planejamento, entendeu? E a gente reconstruir e dentro de todo o nosso.
O planejamento tinha de imagem o alveolar inferior. Ele estava, sim, seccionado. Olha aqui, ó! Quem falou que nunca viu alveolar inferior em face, ao vivo, vocês estão vendo agora com o professor.
Oi, pode falar. Se você... Bom dia, né? Meu... Bom dia, meu querido. Ele estava seccionado? Não, ele não estava seccionado. Ele seccionou após a remoção do nosso tumor, que é essa imagem aqui, ó. Sim.
Perguntar uma coisa: qual seria a sua, por exemplo, o diagnóstico diferencial entre o cisto dentígero e a evolução para ameloblastoma? Porque você poderia ter conseguido... Você seria mais cauteloso? Talvez sim, talvez não. Seccionasse, né? Não fizesse, não faria toda essa recepção. Mas não, como você faz essa... Esse diagnóstico diferencial ali, entendeu? Essa conduta para você falar: "Não, ameloblastoma, eu tenho que remover tudo"? Sabe qual é o diagnóstico que a gente faz? Imagem radiológica odontológica.
Então, aquele paciente que nunca fez o exame de imagem na vida, esse é perigoso. Porque às vezes o siso tá lá, ele tá expansivo, é indolor e nunca fez uma panorâmica. Então, o diagnóstico diferencial de você pegar um cisto dentígero para não evoluir para ameloblastoma, da minha opinião, é imagem. É visitar o dentista. É estar sendo acompanhado por um profissional. E esse paciente que tá aqui, esse moleque, ele não fazia. Ele não ia ao dentista.
Como que ele começou a ter problema? Ele envia procurar o dentista porque dentro da boca, aqui, ó, nessa cavidade oral, aqui por dentro, dessa comunicação, começou a ficar um rebote expansivo, sabe? Por ele na boca. Aqui começou a ficar aumentado e ele começou a sentir dor. Entendi. Então, ele é expansível, excêntrico, né? De dentro para fora. Chegar.
Então, por exemplo, o paciente jovem, ele chegou. Você é a única imagem que ele tem. Você solicitou. Você percebeu que ele tem um cisto. É pronto. Numa dessas, você solicita tomografia. Você não percebe que eu quero dizer? Um cisto volumoso, considerado uma potência, sinais de expansão da tábua óssea. Assim, aquela situação assim, ele pode ter evolução com ameloblastoma ou não. E aí é melhor já ir ser mais radical ou fazer alguma conduta?
Então, você tem dois caminhos a ser feito. Ou você faz uma biópsia incisional, vem da característica desse cisto, se ele vem a ser um tumor benigno, que é o amelo, ou se ele vem a ser um odonto... um cisto dentígero, tá? Que vem acontecer. Esse é o primeiro ponto. Você quer ser mais conservador? Caminhar para um hospital, porque isso é feito em hospital, tá? Agora, você falou: "Ah, não é tão expansível, não tá tão grande, dá para fazer no consultório com anestesia local". Então, você faz a recepção do siso e, provavelmente, normalmente é um dente incluso, dentro, impactado, que acomete isso, tá? A partir daquela expansão do cisto que fica em volta até o dentígero sobre a coroa do dente, ele vai se expandindo até se tornar um tumor, tá? Ele pode ser um tumor odontogênico, o que era o cisto, que hoje é um cisto, não é mais tumor, operado. Ou pode se tornar um ameloblastoma, como esse aqui que você tá vendo na imagem. Na dúvida, então, eu posso fazer... Não patológico e depois reter? Caso for, perfeito. Sim. Tá grande, já evoluído, aí você já vai para um hospitalar.
E o toda a lesão, galera e turma, a gente vai falar isso mais para frente. Vocês estão no modo muito no começo, tá? É que eu sou exagerado, mas é que eu gosto de mostrar. Que eu prometi que eu ia mostrar para vocês isso. Um nervo alveolar inferior em mãos. E vocês estão vendo não em mãos, mas estão vendo aqui um nervo alveolar inferior, tá? Coisa que vocês nunca mais vão ver, só se vocês forem ver outra aula minha. Tudo, né? Mas o que acontece dentro dessas lesões, sendo era cisto, sendo ela tumor, sendo ela grande, expansiva ou pouco expansiva, no exame de imagem, o X da questão de todo profissional cirúrgico é a biópsia. Perfeito. É biópsia. É ali que você vai identificar se você vai ser mais agressivo, se você vai ser mais conservador, se você vai fazer ambulatorial ou se você vai fazer cirúrgico.
Você pode até perceber aqui, ó, na minha seta, tá vendo o tumor aqui, ó? Você tá vendo que ele tá murchinho, preto, escuro? Você não percebe isso na imagem. Sabe por quê? Porque eu e a doutora Sandra já tínhamos feito uma biópsia. Esse jornal já vimos uma comunicação aqui, ó, nessa região, para identificar se isto era um querato ou era um amelo. E aí veio na biópsia: ameloblastoma. E aí decidimos a fazer a cirurgia por extraoral, ser mais agressivo, tirar, fazer a mandibulectomia regional toda ela. E nesta mandíbula também é regional, porque tem células satélites aqui que eu não posso deixar. Houve a secção do alveolar inferior, que tá bem fininho, entendeu? É o que você tá vendo aqui, ó. Foi na hora que eu removi. Quando nós resolvemos o tumor, veio junto, praticamente. Tá vendo assim, ó? Vê desse jeito. Entendeu? Maravilha. Muito obrigado, viu?
Lesões... É muito legal a discussão. Eu gosto muito, bastante falar, porque é muito difícil às vezes uma visão clínica ou às vezes uma visão radiográfica ser o diagnóstico. Mas às vezes, na dúvida, a biópsia é a chave de tudo, tá bom? Então, tá aí. Vamos ver lá para vocês verem bonitinho. Tá? Fala que eu nunca mostrei nada para vocês. E o nervo milo-hioideo, né? Que é o ramo de mandibular, né? Ele, antes do alveolar inferior penetrar, ele vai emitir esse ramo, que é um nervo milo-hioideo, fazendo aí, sim, toda a inervação motora. Lá, lá, a parte motora de quem que é? Do músculo. E do nervo milo-hioideo, tá? Por isso que aqui, ó, quando eu falei para vocês, ó, o alveolar inferior é o nervo misto. Então, a partir de agora, quando alguém falar alguma coisa, senão está errada, o nervo alveolar inferior é misto. Porque no início do seu trajeto, o início do seu trajeto, ele emite o ramo 108. E esse músculo é motor. E ele emite nervoso são motora e do músculo anterior do digástrico. Aqui, na minha ponta, dá certo nesses dois músculos. Emitida como músculo da mastigação. Beleza?
Olha aqui, ó. Esse também, ó, para vocês verem. A imagem tá um pouco queimada, turma. Mas foi melhor que eu consegui fazer para vocês. Do mentual. Esse também foi um tumor. Foi um cisto. Palestra. Não foi nem tumor. Esse foi um cisto dentro da boca, ó. Tá vendo? Por fora. E aí eu fui fazer o tumor aqui na região de canino lateral. Mas, doutor, que você tá fazendo pré-molar? Não, é que assim, o residente que ela conosco, ele descolou um pouquinho mais do necessário e lacerou o tecido. E aí, quando ele nasceu, começou a apresentar essas fibras no mentual, essa saída do forame. Ah, gostei. Espera um pouquinho. Aí eu peguei aquela aqui, ó, e comecei a divulgar. Na volta, eu comecei a divulgar, né? Peguei a Kelly, que funcionei, demoncionei e soltei toda da musculatura aqui interna da bochecha. Senão, as fibras do músculo mental. Olha aqui. Olha aqui uma forminha, ó. Olha uma colateral do meio, galera, para vocês verem como é linda a nossa inervação. Então, aqui, ó, vocês estão vendo na prática tudo aquilo que nós estamos mostrando na teoria. Uma colateral do nervo mental e o floramento ao reino principal, mandando emitir nos seus planos, ó, para vestibular, mucosa. Se afastou tudo bem? Beleza. Agora, importante vocês entenderem esse músculo mental. Não há anestesia mesmo, tá? Quem vai anestesiar nervo... Dente. Desculpa. Na anestesia mesmo. Desculpa. Ele não eleva dentes. Quem vai nevar o dente são o ramo terminal, que é o ramo incisivo, e vai emitir junto com o alveolar inferior seu terminal a inervação dos dentes. Ele vai penetrar aqui. Mas esse desenho ficou um pouquinho enfermo. Muito legal, mas eu achei interessante. Coloquei porque eu que fiz. Negócio assim, dentro da parte esponjosa ou medular do osso mandibular. Tá certo? Beleza, turma. Então, é isso que eu queria falar para vocês de inervação. Vocês acham que já sabiam um pouquinho disso, mas algumas dicas que eu dei para vocês que tem nervo misto, tem nervo sensitivo, tem que dar o paladar de gosto da língua, tem que não dá. Agora, você já entenderam quem é que dá? Tem que junta para dar? Tem que faz a parte motora da língua? Dá aquele beijinho na sua esposa, aquele beijinho na sua namorada, namorada, né? Quem trabalha essa língua é muito grosso. Então, se você tá com hipoglosso bom, o seu beijinho vai ser maravilhoso de mim, tá bom? Turma, beleza. Vamos lá.
Turma, agora, agora mostrar agora só coisa pesada, hein? Para a gente terminar nossa aula de hoje, tá? E mostrar um filminho rapidinho de uma fratura, tá? E de processo bonitinho que foi bem sequinho e tudo bonitinho. Então, vamos lá. Primeiramente, eu queria mostrar para vocês, ó, essa cirurgia foi ortognática. Que estava fazendo uma maxila. Que está fazendo ali fora. Um já com a placa com guia instalado, bloqueado, impactando a maxila e trazendo ela dois milímetros à frente, tá? Então, mostrando aqui, essa ortognática foi segunda-feira, tá? Dia 19, até por dizer que a Natasha já colocou para vocês. Eu tenho mais uma outra, mas ainda estou aguardando autorização do material, mas já está marcado, tá? Qualquer coisa, eu mando no grupo. Se não houver a cirurgia, mas é de Nova. Tem uma outra ortognática. Quem quiser acompanhar, estamos à disposição. Hospital Sepaco, lá no dia 19, segunda-feira, 7 horas da manhã, tá? Então, essa foi segunda-feira agora. E eu aqui mostrando o nervo alveolar inferior para vocês. Aqui, aquela mesma imagem inferioridade. Desculpa o involuntário que seus ramos na pele quando se prioriza do canal infectado, tá bom?
Aqui, ó, mostrando um pouquinho da ordem para ciliar. Ó, aqui, quem que me perguntou? O Marcos. Marcos, esse aqui, ó. Essa infraciliar ou quase transcontival é uma das técnicas de incisão que a gente faz para drenar aquele hematoma retrobulbar, aquele aquela intercorrência que tá tendo numa fratura de órbita, tá? Marcos, então aqui, eu tô mostrando para você uma das incisões. Não é, eu fiz naquela no meu caso, mas é mais ou menos um pouco parecido. Não precisa fazer tão grande, entendeu? Beleza, Marcão? Então, essa é uma das incisões. Vocês vão lá na frente, vão aprender, tá? Vamos ver. A gente vai falar um pouquinho disso daí. Aí, ó, mostrando um pouco da musculatura. Olha como é fininha. Músculo orbicular dos olhos. Olha a músculo bipolar aqui, bonitinho, né? Olha a parte, né, subtratar sal, que eles falam, que fica aderida no periósteo da margem. Aqui, a incisão. Olha, quando você desloca, você desloca e tira essas essa esse periósteo pré-tarsal que é inserido no músculo veicular dos olhos, entendeu? Tá beleza. E aqui a exposição do osso do rebordo orbitário. Aqui o globo ocular tá ali em cima. E aqui tá aonde fica o olho abaixo. Aqui mostrando, tá a fratura, tá aqui. E a musculatura que eu queria mostrar para vocês, orbicular, bonitinha e bem descrita para vocês entenderem como é bem fininha. O cuidado que vocês têm que ter para quando vocês forem aplicar as substâncias, tudo tomar cuidado para não ir muito mais do que o necessário, mais profundo do que o necessário, tá? Mais uma vez, ela ficou melhorzinha, tá vendo? A colateral do mentual, num dos ramos terminais inferior, aqui, essa mucosa posterior, tá vendo? E o resto dos nervos sendo esterilizado. E o tumor aqui, o cisto que eu tirei, estava para cá, na região anterior, mas eu fiz isso aqui para mostrar em foto bonitinho para vocês, tá bom? Outra visão do mental. Olha lá, galera. Outra visão do mentual, né? Outra visão do mentual, tá? De dentro de fora para dentro, tá? E mostrando aí após a fixação, ou seja, de uma fratura aqui, mostrando a fixação do nervo mensal aqui localizado, beleza? Tá bom.
Olha aqui, ó. Agora, as incisões mandibulares. Entendeu? Olha as incisões mandibulares, bonitinha aqui, tudo, ó. Tá vendo as incisões mandibulares? Mostrando para vocês, ó, os planos musculares. Olha a fáscia do músculo, que bonitinho aqui, antes de você penetrar no músculo, né? O platisma, né? Olha aqui, ó, um pouco mais profundo do plano. Então, eu sempre gosto de mostrar para vocês entenderem plano a plano, o acesso que a gente faz, a correria que a gente faz, tudo bonitinho para a gente conseguir. E agora, num plano mais profundo. Olha aqui, ó, já dissecado bem ao músculo pterigoide. A série térico. A glândula aqui em cima. Tem uma queimada na imagem, mas afastando a glândula parótida aqui, ó, a gente chega aqui, ó. Quem sabe aqui, ó, de quem é essa veia? Alguém sabe me dizer? [Música] Nervo? Esse aqui é uma veia. É a veia. Tá. Olha aqui, de novo, o tumor. Olha esse outro tumor que a gente fez. Tá mandibulectomia total. Aqui, exposição do meio bucal, mas tirando todo o tumor. Olha a característica dos como que fica. Aí, uma placa de construção. SUS, infelizmente, né? A gente só tem esse tipo de placa de construção, entendeu? Tá? Então, tá aí localizada a placa de reconstrução. O nervo aqui localizado, bonitinho, tá? E esse aqui é o nosso veia artéria facial, galera, tá? Olha aqui, ó, dentro do plano. Olha com o plano é mais profundo. Olha o plano profundo, a musculatura que desinserida, né? Toda a pele solta. E aí, dissecado bonitinho o nervo, artéria e aveia facial. Olha a outra imagem aqui, ó. Esse recente também, ó. O acesso a uma fratura subcondiliana, que vocês vão ver na filmagem agora, tá? Olha o músculo aqui, ó. O músculo a cinta que eles falam, né? Aquela cinta pitéria de uma cestérica, entendeu, né? Que você já tá aqui no ângulo da mandíbula, no ramo ascendente da mandíbula. Mas olha quem tá aqui apresentando a sua cara. Olha outra vez apresentando. Olha que linda. Olha que coisa mais bonita, ó. Um pouco dos ácidos. Parece fibras musculares especiais, mas você percebe que aqui você já não tem mais o platisma. Aqui você não tem platina. Aqui você tem a face. Aqui tem uma faixa da glândula e a glândula por baixo aqui, entendeu, tá? Então, vocês perceberem que a gente não tem aqui muita coisa. Platismo não é mais para anterior. Entra aqui mostrando. Olha isso aqui foi um acesso na minha residência, hein? Esse politrauma também fraturou e tudo em qualquer lugar dessa mandíbula. Mas olha o nervo, ó. Olha o que eu queria mostrar para você era o nervo aqui facial vindo, turma. Olha aqui a veia. Olha a veia que aqui. Olha, olha que imagem bonita que a gente deu nó. Mas a boquinha ficou aqui, ó. Quem que vocês acham que esse aqui, ó, com essa boquinha aberta aqui? Aveia facial. Quem que vocês acham que aqui? Artéria facial, turma. Olha o linfonodo submandibular, uma referência anatômica para nós. Ó, olha a artériazinha aqui, ó. Isso aqui gosta que o sangue tem uma beleza. Olha o nervo aqui passando marginal mandibular, turma. E esse aqui? Marginal. E esse aqui? Para mim, tá? E aqui a gente tá no meio da parótida, ou seja, intraparotídea, vindo por aqui, entendeu, tá bom?
Aqui, agora, aperta essa fratura aqui. Depois aberta, né? Para que ela faturou aqui para tudo aqui. Olha aqui, turma. Tá vendo como não é bem sequinha, não? Isso aqui sangra por uma, tá? Mesmo você ligando aos vasos, isso aqui sangra. Então, vem na musculatura aqui. As fraturas aqui, depois reduzido. A diferença que fica, né? Let's go. Você faz parafuso para ligar os pontos, faz a fixação com a placa de reconstrução. Também fraturado, tá lá em cima. Mostrando aqui o clone, a gente colocando duas placas bonitinha, tá? Aqui os Aços da glândula parótida, da musculatura interna, sintética, descoladinho. Olha o linfonodo aqui também, ó. Provavelmente artéria, tá aqui, ligada. Ela estava uma ligada aqui. Olha as veias, os nervos passando faciais. Então, olha quanta coisa a gente consegue identificar dentro de um plano muscular de um acesso de um trauma que a gente tem que estudar, a gente tem que saber conhecer. Olha aqui, ó, fratura por minuta posterior também de mandíbula, passando, ó. Olha o nervo marginal mandibular. Olha o nervo cervical vindo aqui, ó. Que coisa linda. Na imagem, eu achei que tivesse queimado, não, mas pegou muito bem. Aí eu coloquei para vocês verem bonito, tá? Então, agora vocês estão vendo esses mesmos parciais, lógico, dentro do acesso limitado, todos, né? Não tá vendo os hipomáticos, mas vendo aí os acessos que a gente normalmente faz dentro do pode entrar. Olha aqui, ó, aquele aquele assoalho bucal que eu falei para vocês. [Música] Isso é aquela intubação. Ela vem por baixo. Você corta um pouquinho do pescoço dele, né? Faz uma ponturazinha e penetra com o tubo aqui, depois anestesiado, tá? Mas isso é uma outra aula aí para você, tá bom? Isso tirando aqui, ó, um artefato de de tiro de arma de fogo, tá, turma? Beleza. Mas para mostrar para vocês, olha quanta coisa você tem aqui, ó. E aqui, ó, sangrando. A gente identificou no plano algumas arteirinhas, algumas veias. Provavelmente deve ter reunião do facial. Então, a gente tem que segurar até com sangue, tá vendo? Então, para mostrar para vocês que a cirurgia é bonita, mas dá um pouco de trabalho. Mas tudo isso, olha que coisa mais linda, você tem que ter conhecimento anatômico. Olha a face do músculo do platisma. Olha que coisa mais linda. Então, aqui você tirando aqui essa fibra muscular, se abaixar nisso aqui, você já tá na musculatura quase do masseter superficial, superficial, superficial, de uma certa. Olha que coisa mais linda aqui, ó. Bem afastadinha, né? Campo sequinho, bem obliterado. Esse é um plano superficial, subcutâneo, platisma, tá? A pele, gordura, tá? E a gente já chega na parte superficial, provavelmente aqui da face, é numa certa. Beleza, tá bom? Vocês verem como o batismo é muito bem, bem superficial, mas é uma referência anatômica muito legal para nós, lá, tá vendo? Mais uma vez mostrando a literatura do plano profundo desse músculo platisma, tirando a face desse músculo aqui, ó, e ficou um pouquinho aqui, mas olha que coisa mais linda, branquinha, tudo muito bem descoladinho. E agora mostrando a fratura, né? Ó, artéria vindo aqui. Olha, nervo tá sendo nem pretendida aqui mesmo, tá? Esse deve ser o marginal mandibular, tá bom? Então, aí para mostrar uns casinhos para você. Olha aqui, ó, esse foi um tumorzinho que a gente tirou, né? Uma mucocele interrupal, lava inferior, e apresentando aqui, ó, glândulas salivares menores. Ó, que coisa bonitinho, tá? São essas que obliteradas, formas não consegue, né? Então, mostrando aqui para vocês um pouquinho dessa estrutura Ana W inferior. Olha a fáscia do músculo temporal, turma. Olha que coisa maravilhosa, perto do arco diplomático, bem sequinho, é o músculo aqui, tá? Então, isso também queria mostrar para vocês. Ao vivo, em vivo cirúrgico, é uma essa é uma incisão pré-auricular, tá? Não tão grande como a outra que eu passei. E aí, depois, o acesso ao cóndilo. Essa é a cabeça da mandíbula, é semelhante articulador temporal, né? E o disco, todo ele localizado anteriormente aqui, né? E a membrana, essa parte articular. Todos nós temos aí, beleza? Então, agora vou mostrar rapidinho para vocês para finalizar nossa aula de hoje. Essa tipo de fratura foi para os Estados Unidos, mas eu gosto bastante porque mostra passo a passo para vocês. E ele vai falando aí um pouquinho. Qualquer coisa que eles quiserem, a gente vai traduzindo, tirando algumas dúvidas, tá bom? Então, vamos lá. Segue aí a nossa fratura diagnóstica e conduta. Olá, intubação nasotraqueal, tá, pessoal? Para trabalhar na nossa oclusão, mas isso não precisa entrar em detalhes, tá? Fazendo a desinfecção da pele, toda a hipertensão, demarcando ela, decando o local da incisão, fazendo a recuperação. Olá, fazendo a injeção por planos direitinho, sempre apoiado a agulha em osso, tá? Não aprofundando muito. E lá o campo sequinho, hein? Às vezes, não é bem assim, não, tá? Mais hora. Olha a parte subcutânea, a exposição das glândulas, os ácidos ali, mostrando um vasinhos. Desculpa, só a música, tá, pessoal? Até meio antiga, tá? Olha lá, pegando parte da placa do platisma, lá de secando, porque ele fez uma incisão um pouquinho mais anterior, tá, turma? Olha lá. Agora, lá pegando a face do músculo, saindo do platisma. Olá, músculos a músculo ao pterigoide, macetari. Olá, fazendo a incisão agora no supermercado. Olá, ó, o músculo pterigoide, galera. Olha que bonitinho. Olha o músculo que perigoide lá, que vocês têm, acabei de falar na hora para vocês, ó. Ele fazendo a divulgação, a incisão nessa parte de subir pelo para fazer o acesso lá em cima, lá lá na fóvia, tá? Onde vai inserir o músculo, tirando um pouco desse masseter que tá atrapalhando. [Música] Isso eles fazem realmente, a gente não faz isso, tá, turma? Ele tá fazendo uma perfuração para passar um fio de aço para baixar a mandíbula e chegar e reduzir a fratura de cômodo, tá? Falar agora, ele vai abaixar mandíbula para fazer redução, reduzida fratura, que bonitinho. E agora, de reduzir, vamos fazer a fixação. A placa tem três tudo, né? Não é comum de nós usarmos, mas ao permitir. [Música] Colocando os dois parafusos nas extremidades, apertando o aperto final no parafuso e finalizando os outros dois. Cálculozão, agora, ó, lá, passivo, bonitinho, lá, perfeito. Feito isso, agora substituir. Eles põem dreno lá, né? A gente não tem costume de colocar dreno, tá? Mas isso é um dreno ortovac para eliminar qualquer tipo de hematoma que fica localizado aí. E aí começa a estruturar. [Música] A fáscia do platisma, agora junto, futurando platisma. Olha que bonitinha, que coisa linda. Então, tudo que vocês que a gente falou na teoria para você está aí, ó, mostrando na prática. Uma sutura, uma abertura, o músculo, a sutura em pele, totalmente cirurgia finalizada, beleza? Todo mundo viu? Alguma dúvida? Então, acho que era isso que eu queria mostrar para vocês aí, a turma. Eu queria passar um pouquinho da prática que a gente tem, mas junto com essa prática, mostrar os planos anatômicos, mostrar nervos, artérias. Eles acho que não dá para ver todos, mas para você ter, para você ter um entendimento que há uma alteração anatômica sempre no corpo humano, nunca é igual de livro. Então, vocês viram isso muito nas minhas aulas, nessas três módulos, tá? Então, o que que eu quero que vocês concluam? Sendo harmonizadores, sendo traumatologista, sendo que vocês quiserem, dentistas, médicos, vocês a todo momento eu preciso ter um conhecimento da estrutura anatômica que vocês estão lidando. Errou, não tem o conhecimento, vocês não provavelmente não vão ter o resultado esperado pelo seu paciente, seu e do seu paciente. E pode acometer intercorrências que levariam aí a grandes problemas depois profissionais para você, se você não conseguir saber resolver. E o que que está acontecendo a causa de tudo, como foi uma conversa que nós tivemos no começo da aula com a aluna Valesca, que ela cometeu e conseguiu reverter a partir de uma intercorrência de um colega, tá bom? Tá? Então, anatomia é tudo. Estou à disposição para tirar as dúvidas para vocês, né? A gente vai estar aí o ano que vem presencial, mas tem mais módulo teórico, a gente tá junto. Se vocês quiserem mais alguma aula aí, o que é que fale mais alguma anatomia, a gente tá à disposição para tirar as dúvidas todas de vocês, tá bom? Espero que vocês tenham aprendido um pouquinho aí. É um local que eu sempre falo para vocês que adoro descansar. Vai que sábado, tá bom? Litoral norte de São Paulo, uma casinha, tá por aqui, mais ou menos, ó, tá perto, tá aqui, ó, mas não dá para ver, tá cortado a imagem, tá? Eu faço para sempre nesse cantinho aqui, tá bom? Pessoal, então, eu tenho um bom dia para vocês, uma boa tarde. Espero que vocês tenham gostado e tudo. Anatomia, a gente termina por aqui, tá bom? Mas não precise, não precisar que oportunidade de discutir, a gente vai sempre estar discutindo e estudando. Eu com você junto, tá? A gente nunca sabe tudo, a gente está sempre aprendendo com vocês, tá bom? Eu que agradeço, Gabriela. Obrigado vocês por tudo. Muito obrigada pela pessoa. Foi maravilhoso. Eu agradeço. Espero que vocês tenham gostado. Bom almoço para vocês e até a tarde aí, tá bom? Ou então, boa tarde, gente. Boa tarde a todos. Dando continuidade, então, a gente encerra a disciplina de histologia e vamos, né, já chegando ao final, temos alguns pontos a serem tratados, né, dessa questão. Até eu vou trazer para vocês hoje toda esta parte que pauta da histologia dentária e, né, discutir um pouco sobre essa questão da um pouco da odontogênese. Então, primeiro, a gente já conversou na última aula, né, um pouco a respeito do esmalte, né? Então, vou trazer só para a gente recordar um pouco que no final da última aula, o esmalte ele tem uma composição, composição, né, em relação ao peso, em grande sua grande proporção é de mineral, temos aí 97% de mineral, sendo constituído por 2% de água e 1% apenas do de material orgânico. E aí, né, a gente também já viu isso, né? Vou trazer mais alguns pontos que são importantes para vocês que durante a formação, né, durante o processo da coronogênese, que a gente também vai ver hoje no final da aula, a deposição, né, do esmalte, ele se dá aí basicamente é caracterizado por algumas estruturas, né, sendo elas estrias incrementais de Retzius, estrias transversais, bandas de Hunter, esmalte nodoso, de mal de esmalte, pera aí que passa aqui, eu estou com topos de esmalte, né? Então, as estrias incrementais são correspondentes ao repouso, principalmente durante a formação desse esmalte. Nós temos ali, né, a presença dos ameloblastos, né, são essas células que estão presentes ali, sendo que a gente vê ela aí, né, mudando a sua conformação, né, que eles dizemos que há uma mudança de direção de acordo aí com a formação dos primos. Bom, temos as estrias. Temos também as estrias transversais, que trata-se de linhas transversais, né, que a gente vê ao longo aí dos eixos do esmalte. Há também a presença de bandas de Hunter, aonde nós temos [Música] aonde temos bandas claras constituídas por bandas claras e bandas escuras observadas ao microscópio, né, mas precisamente justamente a gente diversas claras escuras por conta da da luz refletida do microscópio que passa por essas zonas, então a gente vê essas essas diferenças, sendo as bandas claras chamadas de parazonas, escuras de as zonas, né, são formadas pelo desvio de raio de luz devido ao fato da presença de bastões de esmalte e sendo nas parazonas os bastões a gente vê eles cortados, né, de modo e organizados de mortes longitudinalmente, enquanto nas diazononas a gente observa isso esses bastões de modo transversal. O esmalte nodoso, né? Nós temos ali a presença de alguns primas, né, alguns vértices de custos entrelaçando e ter cruzando com esses primas de modo irregular, desde ali da junção. E nos topos de esmalte, né? A gente temos a presença é uma região muito mineralizada que tem parte ali desde a junção ela dentária até a formação desses estudos, né, de grama. Bom, que a gente vê na histologia de esmalte basicamente é isso. Então, ele bate como no via dito, ele é constituído de mineral, né, pouco material orgânico. Então, na histologia, nós observamos a presença dessa estrutura, né, numa estrutura mais menos mais densa, né, por ter uma pouca composição de material orgânico, né, por conta da composição mais mineralizada, tá, que a gente tem um esmalte aqui, a presença, né, dos tufos de esmalte, como havia dito, as lamelas, né, então percorrendo aqui todo esses vasos, a gente vê essas lamelas, né, cortando o esmalte aqui, tá? Dentina é que essa região, né, aonde a gente tem o limite esmalte-dentina. Então, tem pouca coisa na histologia propriamente dito para observar, observarmos em relação ao esmalte, até por conta da sua composição. E aí, a gente tem, né, presentão de esmaltes, dentina, condonar, a dentina radicular e o cimento aqui, tá? Então, essa é a estrutura que vocês já certamente conhecem bem a estrutura aí do, né, toda a característica dentária. Bom, olhando com mais detalhes, como eu falei, a gente vê nessas regiões de claras, regiões escuras, né, que o limite de esmalte na dentina que te beija mais claro, regiões mais escuras, essas estrias claramente observadas, né, que a gente vê essas estrias, tem características, né, essas estrias de restos e ela mela de esmalte, né, que a gente observa aqui, ó, por exemplo, pontada que claramente tá certa, mas temos aqui, aqui também, que são as lamelas, tá? Então, são poucas [Música] que observamos, é somente essas estruturas bem mais características, as estrias, né, aqui no objetivo de maior aumento e tiver as estrias de restos, bem, né, bem marcado aqui, ó, libid aqui o limite amelo e aqui ela mela cortando, né, praticamente de modo transversal, aí todo o esmalte, obviamente, aqui, ó, a dentina coronária e a presença de esmalte que a gente vê as estrias, né, que a região mais clara, que região mais clara, mais escura, perdemos as estrias aqui, as presenças das lamelas, estrias, né, bem mais sutil aqui, até porque isso é somente uma foto, não é uma análise histológica. Os topos de esmalte, bem característico, que a gente vê esses estudos, que é observado no microscópio, parece um acúmulo de cabelo, né? Aqui, primas de esmalte, como eu falei, região mais clara, né, dá para ver bem apontado aqui nas regiões mais claras, mais escuras, aqui o fuso do esmalte, né, que vai passar aqui estrutura da dentina invadindo aí o esmalte. Desculpem aí, aparece uma coisa agora, visitar, resolver, fazer reforma aqui no apartamento do lado, então tá bem complicado. Basicamente, né, sobre o esmalte, a histologia, né, de esmalte é isso que a gente observa, presença desse estudos, a presença do [Música] do fuso, das lamelas, das estrias, tá? Então, basicamente, quando a gente olha, né, a histologia do esmalte, é isso que nós observamos, tá? Então, na região é bastante com pouca e quase nenhuma presença celular e também com bastante matriz, né, mineralizada, bastante matriz aí. Bom, dando continuidade, vamos falar. Esses nós vimos na semana, na última aula, e agora falando um pouco aí do complexo do dentinho, um pouco, né? Bom, e aí, né, vamos analisar bem claramente esses esse complexo na região da histologia. Trouxe alguns pontos que são importantes, né, para a gente ter claro como funciona a histologia dessa dessa região do tecido. Bom, na dentina, né, o tecido mineralizado, né, de natureza bem conjuntiva, uma região bem avascularizada, né, ou seja, não tem vaso, acelular, né, então geralmente é uma característica de tecidos mineralizados, né, porque tem uma matriz bem mineralizada, a gente não tem ali a presença de células, né, então é bem característica que nós termos ausência de células ou como mente presença de um, né, pouquíssimas as células aqui no caso, totalmente acelular, totalmente avascular, né, que constitui a maior parte do elemento dental, dando a sua forma, é a responsável, né, pela cor amarelada dos dentes nessa região. Tem a constituída por uma estrutura tubular que garante uma certa resiliência, elasticidade, absorve, né, as forças mastigatórias, impedindo aí que o esmalte, né, ocorra uma uma fratura, um rompimento aí do esmalte, né? Essa região, né, por mais que não há presença de células, né, ela é produzida por células chamados odontoblastos, né, então células que dão origem toda alguma tudo que é blasto é origem, né, da origem é algo, né, que esses odontoblastos a gente vai ver depois, está presente claramente ali em grande quantidade na polpa, tá bom? Já em relação a ponto completamente diferente da estrutura da dentina, ao tecido rico, né, o tecido conjuntivo bem vascularizado, bem com muitas células, bem com muita celularidade, pouco mineralizado, né, dependendo aí da situação da histologia normal, esse tecido a gente não vê como por ser um tecido conjuntivo frouxo, a gente vê uma matriz extracelular com presença de colágeno, com presença de fibras diversas, né, fibras reticulares, fibras, é pouca, mas temos a presença de fibras elásticas dessa região. Então, porque se tratar de tecido conjuntivo, a gente tem uma região bem vascularizada e, como disse, bem celular, temos uma grande quantidade de células, uma região bem celular, aonde nós temos a presença aí de alguns tipos de células como os outros [Música] células indiferenciadas, de células mesenquimais, que vão sofrer passando pelo processo de diferenciação conforme a necessidade do tecido, presenças de fibroblastos, células endoteliais, né, são células que revestem os vasos, uma vez por se tratar de uma região bem vascularizada, então a gente tem a presença dessas células endoteliais, presenças de algumas células nervosas como neurônios, células da glia, né, obviamente, hemácias, vascularizada e células, né, móveis, né, que são aquelas células que são constituídas e fazem parte do sistema imunológico, que vão, né, como linfócitos, enfim, dependendo da situação, temos a presença de linfócitos, que é natural, até porque é uma região está, né, trata-se de um tecido que está em contato, é meio que indiretamente, né, e diretamente também com ambiente externo, então ele tem toda essa proteção, tá? Ela, a dentina, aliás, tanta polpa quanto a dentina estão formadas, né, no processo de diferenciação, processo da odontogênese, por células em que mais, né, a partir da papila dentária, tá bom? Vamos já dentina, a gente tem a presença é uma matriz que ter sofre um processo de diferenciação. Então, no primeiro momento, nós vivemos um tecido, uma matriz com células presentes de odontoblastos e também com rico em fibras, principalmente como fibras colágenas, tipo e posteriormente essa dentina, né, ela vai sofrer no processo de mineralização. Esse tecido é muito similar com processo, embora seja diferente, porque o mineral ali, a presença do é outro, né, mas muito similar aí processo de ossificação, tá bom? A composição dessa dentina, da quantidade dentina em relação ao peso, tem aí constituir um pouco diferente aí do esmalte. Já ela é construída com uma quantidade menor, né, de mineral, 180% de 18 de material orgânica, 12% de água. E o material orgânico na dentina, basicamente, nós vamos encontrar é o colágeno, rico em matéria em fibras colágenas e tanto do tipo 1, principalmente colágeno do tipo 3, tá bom? Aí nós temos, né, em relação à dentina, temos três processos é importante a gente observar que ocorre durante a aprovação da dentina, principalmente. Então, a gente temos aí a presença de todos os dentários, que são túbulos que percorrem toda a dentina de forma sinuosa, são formados, né, por conta do processo de mineralização. E temos ali, né, nesses prolongamentos, a presença são reforma prolongamentos, temos uma grande quantidade desses prolongamentos, desses túbulos, né, numerosos, mais na região interna da dentina. E são, né, preenchidos por pelo fluido, né, chamado de fluido dentinário. Durante o processo de diferenciação, né, durante o processo ali da odontogênese, que que nós vemos principalmente questão no meu celular? Então, primeiro são regiões que são formadas por células da época. Também essas células depois sofrem processo de diferenciação para ela odontoblastos. E por fim, né, quando você já tem todo um tecido mais mais organizado, tecido mais maduro, a gente tem a presença essas produções odontoblastos. Então, vão se diferenciando em um odontoblasto, né? O processo de mineralização se dá a partir das vesículas da matriz. A gente vê a presença de corpos arredondados, ovais, cotidiados de membrana lipídicas, com tamanho ali variado. Então, a gente vê a presença de membranas lipídicas, essa região dependendo ainda da quantidade varia e tem regiões que tem mais, outras menos, até porque é um processo que tá acontecendo ainda. E toda essa esse processo de minério mineralização das matri da matriz extracelular, evidentemente, são originados, são produzidos pelos pelas células odontológicas, nessas vesículas, né? Então, os odontoblatos, odontoblatos produzem essas vesículas. E quando analisar essas vesículas, a gente vê uma grande quantidade de hidróxipatita presente ali, né? Depois, né, a mineralização vai acontecendo durante toda a matriz orgânica, ocorrer no processo de substituição dessas matriz orgânicas por esse por esse hidróxido Abatida. E aí vai concorrendo então o processo de calcificação, que se entende das tende para as fibrilas, para os espaços interlaris, e ocorre então todo o processo de mineralização da dentina, tá bom? Então, nós temos por conta de todo esse processo, tipo de dentina primária, que é aquela dentina, né, que é formada até o fechamento do ápice, né, fechamento do ápice radicular, comprei de dentina do manto e o circo popular. A dentina do manto, formada pelos odontoblastos, né, então só mineralização depende da produção dessas vesículas da matriz. É tem uma porcentagem de material mineral comparado entre Francisco relacionado nessa região. Nessa dentina do manto, a gente tem uma menor porcentagem de material mineral. A camada externa da dentina e a camada mais externa que já fica mais externa esse tecido, a forma é formada juntamente com esmalte, junto à amela dentária. Argentina se compare a maior parte da espessura total da dentina e compreende a dentina pele tubular, a dentina pele tubular de estupros de túbulos de identitários, sendo bem mineralizado também, região bastante mineralizada em relação à região interpupilar, a desculpa, intertubular. Não aparece, né, nos preparos histológicos por conta do processo de descalcificação. Então, essa religião na histologia, todo durante o processo de produção desse tecido para uma análise histológica, a gente só vê com a gente chama de impressão, impregnação negativa, porque todo esse processo para preparação das lâminas histológicas, ela ocorre o processo de descalcificação, então isso se perde durante esse processo, tá? É formada por todavia toda vida e pode, né, ter o que ter obliteração dos túbulos durante o estímulos da formação de cárie, abrasão. E aí nós temos a formação, enfim, né, intertubular, que ocupa a maior parte da dentina, preenchendo os espaços, né, desses entre esses túbulos, tá? Temos também é Argentina interlobular, né, que são áreas mais hipomineralizadas, né, então a gente tem pouca quantidade de realização, mais quantidade aí de tecido orgânico, de matriz orgânica. E são resultados, né, da fusão ele adequada dos glóbulos aí de mineralização. As linhas incrementais são, né, como forma a partir da dentina, né? Então, segue ciclos de longas fases de melhorização, fica entre linhas perpendiculares aos túbulos que demarcam nisso e o térmicada cada fase, né? Cada fase da formação da dentina, quando existe a situação dessas linhas indicas, então que algo possivelmente [Música] distúrbios, né? Principalmente os estudos relacionados ao metabolismo e também durante o processo aí de nascimento, né, durante o processo de formação aí do renascimento da produção do dente. Bom, a camada granulomatosa de Tomes ocorre durante a formação da dentina reticular. Os prolongamentos ramificam, a gente vê as células odontoblásticas com prolongamento citoplasmáticos ocupando toda essa região, né, dando ao formato aí da dentina uma característica mais granulosa, né? Então, esses que que seria esses prolongamentos [Música] não mineralizada que permanece no dente totalmente formado que separa a dentina mineralizada da camada do tobástica adjacente à dentina secundária, né? Muito similar à dentina primária, depositar em todas as paredes de forma fisiológica durante a vida de indivíduo. E a dentina reacional, que é uma estrutura mais irregular e depositada Na tentativa dos odontoblastos de formar uma barreira quanto estímulos nocivos, né, produzindo essa barreira nessa estrutura mais regular, justamente para evitar que a causa de dano a dentina. E a dentina reparativa, né, que é formada por células indiferenciadas, então encontra bastante até por conta da cada tipo de dentinas que encontramos, nós temos esse quantidade, essa celular qualidade aumentada. E aí a gente tem essas células de diferenciadas que ainda não sofreram processo de diferenciação, que lá da polpa, principalmente, né, que vai dando origem aos tecidos. Para vocês já na polpa, né, juntamente com a dentina, ela forma complexo estrutural e funcional que dá a vitalidade elemento dentário. E é formado por diversas camadas periféricas celulares, né? Então, são divididas comumente em camadas odontoblásticas, região subodontoblásticas e a região central da polpa. A camada [Música] então, nós temos a polpa, né? Sempre dividida nessas camadas. As camadas odontoblásticas, né, a camada mais externa da região de polpa, se localiza abaixo da pré-dentina e é formada por odontoblastos dispostos.
Um ao lado do outro, a gente vê a presença, claro, dessas células. Nessas células grandes, inclusive com bastante núcleo cromático, vou mostrar para vocês. A gente vai analisar bastante bem essas células, unidas por junções comunicantes, e aquelas junções intercelulares que auxiliam a comunicação de uma célula com a outra, né? E elas possuem, nessas células, esses prolongamentos citoplasmáticos. E também, além de facilitar a comunicação de toda, né, uma célula com a outra da matriz e também a produção aí de um material mineralizado, eles também invadem, né, esses prolongamentos citoplasmáticos acabam invadindo aí toda o interior da dentina.
Então, essa região do odontoblasto temos essas características. Ela é bem rica em relação à presença aí dos odontoblastos. Bom, a região subodontoblástica, né, uma região que se divide em duas sub-regiões, sendo uma pobre em células e outra rica em células. Então, a gente vai ver, né, uma região bem celular e uma região bem acelular. É uma característica do próprio tecido. E a zona pobre em células, né, que é uma região... Ai, desculpa. E aí nós temos essa região pobre em células, que é uma região, obviamente, que temos uma quantidade menor de células. É atravessada pelos prolongamentos de células, células que estão na região rica. Então, a gente vê essas células com os prolongamentos invadindo essa região. Tá? Mas em relação ao número de celularidade, ela é muito menor. Ela é muito pobre. Presença de vasos sanguíneos, uma região vascularizada, vasos linfáticos, linfáticos e fibras nervosas amielínicas. Então, a gente vê toda essa região, né, com a presença de fibras mais do que a quantidade de células. Já a região rica em células da região subodontoblástica é constituída por células indiferenciadas que emitem seus prolongamentos para a zona acelular. Então, nessa região, a gente vê as células bem diferenciadas como características citoplasmáticas, prolongamento citoplasmáticos chegando até essa região mais pobre.
Bom, a região central da polpa é um tecido que nós encontramos ali o tecido conjuntivo frouxo. Devido ele ter uma característica, né, singular, porque esse tecido, por conta da dentina, esse tecido ele tem uma organização, uma localização um pouco diferente de um tecido conjuntivo frouxo presente em outros tecidos, mas isso por conta da presença aí, por conta de toda a estrutura da dentina. As células são mais abundantes, né? Então, nós temos a presença de fibroblastos fusiformes, que aquele aspecto bem característico do fibroblasto, que também, né, com núcleo bem achatado, são células bem achatadas com poucos, né, prolongamentos em relação, por exemplo, a outros tecidos. Existem alguns tecidos que a gente encontra prolongamento citoplasmático. Nesse caso aqui, a gente encontra esses prolongamentos, né, justamente para facilitar e auxiliar da produção e a manutenção da matriz extracelular. Também são encontrados células indiferenciadas aqui nessa região central da polpa. A gente também encontra os fibrocitos, né? Então, fibroblastos são células mais jovens. Desculpa, são células mais jovens. Já os fibrocitos não são células mais velhas. Então, a gente vai encontrar nessa região da polpa toda aí, né? A gente encontra fibroblastos mais jovens, fibroblastos de meia-vida e fibroblastos, vamos dizer assim, mais velhos que já estão caminhando aí para uma morte. A gente encontra várias fases de fibroblastos presentes nessa região. E também são encontradas a presença de células diferenciadas. Células, existem células do sistema imunológico. Temos a presença de linfócitos perdidos. Então, na histologia, a gente pode, quando estamos analisando a histologia, observamos que tem a presença ali de um linfócito ou outro, né? De repente, um macrófago, mais claro, né? A gente vai ver isso com muito mais intensidade quando, caso ocorra um processo inflamatório, né? Então, é uma região onde a gente tem essa capacidade de observar essa célula, a presença dessas células.
Tá bom. Então, aqui a gente tem na histologia, né? Então, aqui é histologia, inclusive, ela marca, é facilmente com a coloração HE. Diferente do esmalte, que não tem essa marcação. A gente tem a dentina coronária, que toda essa região, e a região da dentina radicular, né? Então, a gente tem aqui essa dentina coronária, que já a presença da polpa dentária. A gente já consegue até ver, por exemplo, né, mesmo que no objetivo de maior aumento, a diferença do tecido, né, tanto da dentina quanto da polpa em relação à polpa. Então, a gente observa aqui, olha só, né? Região de polpa dentária, gente, na coronária e a dentina aqui do lado. A dentina radicular e a gente já observa a presença, por exemplo, né, de vasos, a presença aqui de uma série de células, né? Isso daí que são fibras nervosas. A gente consegue observar bem isso, tá bom?
Então, analisando, observando aqui, o que que a gente tem? Que a gente não objetiva de maior aumento, né? Que aqui fica um pouco prejudicado para a gente ver, embora a gente consiga ver aí, né, um pouco. Tá voltando tudo. A gente consegue observar, né, a predentina. Com pouca dificuldade, no objetivo de maior aumento, fica mais claro para nós, né? Então, o que que nós temos aqui, além da dentina coronária, né? E a região da polpa dentária. Aqui, entre a dentina coronária e a polpa dentária, a gente tem um tecido, uma região chamada de predentina. Essa região que tá aqui, que não é uma dentina formada ainda, ela está em processo de formação. Logo abaixo, logo na ponta, já, né, nessa região logo adjacente à predentina, a gente consegue observar claramente, né, a presença aqui das camadas de odontoblastos. Tá? Então, essas células que estão aqui são os odontoblastos, né, que dão suporte e origem da dentina coronária, né? Então, a gente vê essa camada, né, espessa que eles formando, como se fosse um paredão. A presença de fibroblastos aqui. A gente apresenta uma matriz, né, bem diferente da matriz da dentina. Na polpa, a gente já viu uma matriz, mas com característica de matriz orgânica. A presença é bem vascularizada, então a presença de vasos, né? Temos aqui, ó. Isso aqui é um linfócito, como eu falei. Tá vendo? A gente tem a presença aqui também. É que eu não posso também. Essas telas mais, essas telas menores e mais arredondadas, né, são os linfócitos. Estamos de te encontrar presença disso um outro, claro. Que se fosse uma região, né, que tivesse um processo inflamatório acontecendo e uma reação inflamatória, a gente teria a presença de muito mais linfócitos, células do sistema imunológico, ao ponto de sobrepor as células odontoblásticas. A presença, né, claramente de fibras amielínicas. Então, a gente vê aqui, ó, a presença de fibras, de fibras e uma matriz, né, bem característica de matriz de tecido conjuntivo frouxo, tá? Então, dá para observar com um olhar mais atento aqui, né, a presença de fibras de colágeno. Essa região, como eu falei para vocês lá na primeira aula, colágeno, a gente identifica quando uma estrutura fica meio embaçada, olhada no microscópio. Essa é uma presença aí dos acúmulos, né, de fibroblastos. Aqui novamente, ó, para a gente ver a célula, observar melhor a célula odontoblástica. Então, olha só, que a gente vê são células com núcleo bem característicos, né, que a gente chama de metaplasia cromática. E aqui a gente observa, né, a presença desses prolongamentos, né, na dentina, principalmente na predentina, mas também vimos aí na dentina coronária, presença desses prolongamentos, né, do odontoblasto, prolongamentos adentrando aqui a dentina, né? Principalmente a gente observa maior quantidade, né, na região da predentina, uma vez que eles estão logo ali adjacentes, muito próximos, né? Até porque eles são eles que dão origem a essa estrutura, essa matriz, esse tecido. Então, a gente vê a presença desses prolongamentos na região da predentina, do dentina coronária. Tá aqui a predentina. Olha só, isso aqui é o fibroblasto, bem como falei, células bem características, bem achatadas, bem tiveram prolongamento desse desse aqui, do citoplasma desse desse fibroblasto que vai dar para ver aqui. A gente tem fibroblastos, tá bom?
Já na região da dentina radicular, e se a gente estava ali, né, mais ou menos dessa analisando nessa região, né, coronária, na dentina radicular, a gente vai encontrar também, né, a região de predentina, a camada odontoblástica. Muda muita coisa. A gente vê a camada aqui, dá para ver, né, as estrias aqui também, nas estrias odontoblastos e na polpa dentária radicular, né? A gente observa a presença de uma matriz em relação. Olha só, a gente vê aqui, né, a região da da polpa próxima à dentina coronária, a gente vê uma quantidade. Só a gente observar esse campo de células maiores, é uma grande circularidade diferente. Já na região da polpa dentária radicular, a gente tem a presença de células, mas uma celularidade menor. Tem a camada de odontoblastos aqui, assim do formato. Temos a presença grande de tecido conjuntivo, escopo de matriz extracelular conjuntiva e a presença maciça aqui, ó, de fibroblastos, uma grande quantidade de fibroblastos aí. E é uma região, apesar do campo, né, a gente ter pego aqui apenas a presença de um vaso, aqui é uma região bem vascularizada, que a gente quando analisa o campo inteiro, a gente observa a presença de bastante vaso sanguíneo, né? Essa região e também de fibras nervosas. A gente não consegue aqui nesse campo, não tem nenhuma pílula. A gente analisar aí, a gente observa, então, né, a dentina coronária, dentina radicular, para que estaria aqui, e o esmalte. Bom, e aí a gente nessa junção, o que que a gente tem, né? Então, fazer uma análise da histologia, né? Desse tecido, mais numa coloração, né, onde a gente busca uma estruturas mais densas, né, na histologia. E aí que a gente observa, então, dá para ver claramente, né, a presença, então, aqui do dentário. A gente vê, olha, estudos aqui, ó, na dentina coronária. Então, esses são os túbulos que a gente observa a presença, né, da dentina interlobular. Essas regiões, essas marcações que a gente vê na dentina coronária, que a presença do esmalte e a junção, que essa região, né, que a gente vê aqui mais claramente, e a dentina coronária. Tá aqui, nós observamos, né, o limite do da aqui, ó. Então, a camada, né, granulosa de Tomes, né, como a gente havia falado para vocês, o limite, né, do semento da dentina. Dá para ver bem a camada aqui, ó, bem essas estruturas que nós observamos aqui, né, o limite do semento e esmalte, né, bem essa região que a gente encontra, que a gente vê, limite, o limite da semento, né? E como em relação ao esmalte. Já numa lâmina de maior aumento, com um pouco mais de detalhes, nós temos a presença da dentina radicular, a camada de Tomes, camada granulosa, como eu falei. A gente tem essa característica, não é por conta dos prolongamentos citoplasmáticos. A gente olhando na microscopia, nós observamos como se tivesse uma região que parecem grânulos, né, como se fossem manchas granulosas, mesmo que dá essa característica, por conta dos prolongamentos citoplasmático. A região acelular, né? Então, a gente tem uma região claramente com pouca, aqui, ó, bem, aliás, é quando a gente observa isso, é porque essa célula, elas estão caminhando para morte, né? Ou elas, mas a característica que a gente tem do semento acelular, que não tem, não tem aí nenhum tipo de célula, né? Quando encontra, ah, mas encontrei uma célula aqui, encontrei uma estrutura com características celular aqui, pode acontecer, mas ela tá caminhando para morte. Possivelmente ela não deveria estar aí. Então, se ela tá, é porque ela tá, como a gente diz, nessa região, possivelmente indo desenvolver no processo de morte celular. Aqui é o limite do semento da dentina e o túmulo de claramente os túbulos dentários passando aqui. Tá? Então, dá para ver bem essas características que são bem, bem pontuais, né, bem característico, dá para a gente identificar bem, dá para ter uma característica bem, uma análise bem detalhada, uma vez que também característica.
Bom, em relação à junção dentogengival, né? A gente tem aí a estrutura, uma estrutura de revestimento. Tá? Então, vamos ver quem é essa estrutura, como que é caracterizada essas estruturas. Bom, essas primeiras que a gente vai ter a gengiva, né, que o periodonto de revestimento. Essa gengiva tem uma porção, a porção relacionada à mucosa bucal, né, que se localiza ao redor do colo dos dentes, estendendo, né, desde o ápice até o sulco, lá terminando na junção. Assim como de nós vimos, né, toda aquela região da mucosa palatina, né, toda a estrutura da mucosa bucal. Ela também tem essa característica marcante. Então, a gente observa, por exemplo, nessa região, um tecido queratinizado. Tá? Então, a gente vai ver aqueles tecidos similar aos tecidos que nós vimos na aula passada da mucosa gengival. Dessa região, ela é queratinizada. Então, a gente tem tecido conjuntivo, região de tecido queratinizado. Ela pode ser dividida em três zonas: Zona marginal livre, que circunda toda a região do dente, ele é o sulco gengival. A zona inserida, que está aderida ao dente por um epitélio juncional singular e se encontra firmemente inserida no osso alveolar e nos subjacentes. E a zona interdentária, né, que ocupa espaço entre os dentes adjacentes, né, fazendo com que nós temos aí, né, um contato na região apical, uma região de contato entre eles. Frequentemente, a gengiva é livre, né, e separada pela gengiva inserida pelo sulco gengival livre. Então, durante o desenvolvimento, né, durante o desenvolvimento dentário, que a gente observa isso. Então, o tecido epitelial bucal, o epitélio, né, reduzido do esmalte, bem, bem pouco desenvolvido, né? A gente tem o epitélio aqui da formação do esmalte, né? O esmalte ainda é pouco diferenciado. A gente vai vendo esse epitélio, né, do reduzido de esmalte do desenvolvimento, produção aí, né, do indivíduo, da produção do dente do indivíduo. A gente tem a fusão desse epitélio junto com o epitélio bucal. Até quando ocorre essa fusão, então, que acontece? A gente tem a liberação, né, do esmalte para a região externa. Tá? Então, que a gente vai observar essa estrutura que ficou aqui.
A gengiva livre, né, região de gengiva, ela tem uma cor rosácea, bem rosa, a superfície opaca e consistência firme. É firme. Ela compreende ao tecido gengival das partes vestibulares, linguais, palatinas, entre aproximar os dentes, de toda a região gengival localizada acima do epitélio juncional. O epitélio aqui, o epitélio que cobre a gengiva, a gengiva livre pode ser, né, esse epitélio pode ser classificado da vertente externa, epitélio do sulco, epitélio juncional. O epitélio da vertente externa era a região que está mais voltado para cima da cavidade oral. Tá? O epitélio do sulco fica voltado para o dente, assim, um contato direto. Epitélio juncional está em contato direto aí com o dente. Bom, já o epitélio da vertente externa é formado por tecido epitelial estratificado paraqueratinizado. Tá? Então, a gente vê a presença de epitélio, lembrando disso, estratificado, várias extratos, pavimentoso, porque as células que é uma característica achatada, e paraqueratinizado, porque temos regiões que são queratinizadas e outras regiões que não são queratinizadas. Existem projeções papilares de tecido conjuntivo. Temos tecido epitelial, vamos ter ali a presença do tecido conjuntivo e algumas projeções de papilas. Tá? Já o epitélio do sulco gengival, pavimentoso, não queratinizado. Então, essa região, né, do sulco gengival, a gente não vê a presença de queratina. E o epitélio juncional, ele é mais espesso, né? Então, o epitélio bem mais espesso em relação aos outros epitélios, tendo aí de 15 a 20 camadas celulares. Então, estratificado, né, bem estratificado. Ele vai se tornando delgado conforme, né, vai se aproximando da junção celular. Então, essa região, a do sulco gengival, ela tem uma produção, é um tecido que tem uma alta taxa metabólica, né? Porque eu tenho uma renovação, a nível celular, uma renovação celular muito grande aí. Então, as células ali, a gente vê uma constante produção de células. E com isso, é normal, é característica de analisar a histologia desse tecido, encontrarmos, por exemplo, a presença de células mitóticas, né? A presença de regiões de figuras mitóticas nessa região, como mecanismo para eliminação de toxinas e também, eventualmente, agentes agressores que acaba se acumulando ali. Eu tenho essa alta taxa metabólica, tá bom?
E aí nós temos, diferente dos epitélios que nós analisamos, né? Já vimos até relação mucosa bucal e os epitélios que nós encontramos em outros tecidos. O epitélio tem cara uma característica. Tal epitélio desse tecido, né? Principalmente essa região juncional, a gente tem a presença de dois estratos, né? Então, a gente vai encontrar ali. Primeiro, é bem característico dessa região, tá? A gente tem a região dos estratos basais, né? Que fica, obviamente, são as células basais. Nós vimos que fica acima da lâmina própria, né? E essa região dos estratos que nós analisamos, que geralmente as células que estão ali, elas seguem o mesmo padrão. A gente não vê uma diferença. Claro que quando a gente analisa as células da região basal, células basais são células jovens que estão dando origem a outras células do tecido, né? Tão dando origem a outras células que vão, elas surgem a partir da região basal, elas vão subindo, elas vão desenvolvendo. Nossa renovação. Então, a gente observa um padrão de células similar nessa, nesse tecido. Não, esse tecido, a gente vê uma diferença, né? A gente observa que as células da junção, lá na região basal, nós temos células de camadas cúbicas, células, células cúbicas de camada única. Então, a gente vê uma única camada de células e essas células têm uma característica cúbica. Conforme essas células vão, né, subindo, vamos supondo paralelamente, a gente vê uma célula que vai mudando um pouco esse formato, que é uma região que a gente vai chamar de supra-basal. Tá? Elas começam a ter uma característica um pouco diferente das células basais e elas ficam dispostas, né, paralelamente à superfície dentária. Então, ela fica uma do lado da outra, formando essa superfície. Tá? Então, é uma característica que é diferente, porque nos outros tecidos elas não perdem esse padrão, nem a sua organização. Já nessa região, a gente observa isso, tá?
Na região inserida, né? A gente tem uma textura, uma textura consistente com todas, uma coloração fosca. Essas superfícies apresentam pontilhado que confere aspecto de casca, né, de laranja. Então, aquela casca fica meio pontilhado assim, casca de laranja, na morfologia da casca da laranja, muito similar a isso, né? Devido à firme aderência, né, ao osso alveolar subjacente e ao semento, né? Por pelas fibras colágenas, né? Que além de dar aderência, sustentação da gengiva, elas dão um suporte para essas gengiva livre, né? Então, por conta dessas fibras e a disposição de como elas estão, a gente observa essa, esse aspecto, né, pontilhamento nessa região da gengiva inserida. E aí elas podem ser divididas de acordo com a sua disposição, né? Essas fibras, as fibras colágenas. Então, a gente vai encontrar fibras circulares, ou também chamada de circunferênciais, e fibras dentro, a gente vai ao velo gengivais e interpapilar. A gente vai encontrar esse nome. Elas te dão justamente por conta aí, característica e do formato que essas fibras colágenas estão ali. Tá? Dá para a gente observar isso na histologia, né? Porque o formato, a disposição dessas fibras, uma histologia de HE, principalmente as fibras circulares e interpapilares, mas é muito mais comumente a gente observar isso com mais riqueza de detalhes quando a gente faz marcação específicas para identificação de fibras colágenas. Tá bom?
A papila interdental corresponde à porção da gengiva, né, que se estende entre os dentes de forma de cunha, preenchendo os espaços criados pelas regiões reduzidas cervicais das coroas adjacentes. Entre a superfície de vestibulares e bucal da papila está mais côncava. Nada de bom. Na área de côncavo, o epitélio gengival é delgado e não queratinizado. Então, nessa região, a gente tem, né, o epitélio totalmente menor, né, menos espesso do que os outros epitélios, principalmente das da gengiva inserida. A morfologia e aí a gente encontra uma morfologia diferente dos dentes anteriores. Anteriores, sendo que anteriormente ela tem uma forma de pirâmide e posteriormente ela tem uma forma plana. Tá? Então, essas regiões, né, de...
Essas regiões que estão entre as superfícies bucal da papila, né, vestibular e bucal, essa região que ela é mais côncava, a gente observa, né, esse... a gente observa que existe uma diferença entre os dentes posteriores e anteriores. Então, aí muita coisa para a gente ver aqui, né? Então, a gente, primeira, a gente tem o periodonto de proteção. Então, essa região, né, que tá polpa, né, o esmalte aqui, região do esmalte, radicular, a polpa que dá para ver de ameloblastos de matriz. E aí nós temos a região de periodonto de proteção. A gente tem o epitélio vertente externa da gengiva livre, né, o sulco gengival, que essa região que tá aqui, ó. Tá? Esse sulco gengival, né? Toda essa esse sulco, esse formato que nós temos aqui, né? Aqui, como eu falei, ó, a região de crista óssea, alveolar. Então, a gente tem uma crista presente aqui na região de crista alveolar e na região de sulco gengival, nós temos a região, né, de epitélio gengiva livre e epitélio juncional. Então, tá aqui mais próximo, né, em contato com o dente. E aqui essa região, essa região de sulco gengival sem um contato direto com o dente. Então, e aí a gente observa a presença do tecido epitelial, camada espessa de epitélio e a presença de tecido conjuntivo. E a gente observa que também, ó, perceba que esse tecido epitelial, conforme eu vou nessa, principalmente na região do sulco gengival, nós temos esse epitélio, né, chegando à região juncional, a gente observa uma diminuição na camada de células. Nessas células vão ficando mais, o epitélio vai ficando mais delgado conforme vai se aproximando do epitélio juncional. Então, a gente tem aqui, ó, epitélio de proteção, né? Para você ter sido o conjunto, para vocês, tecido conjuntivo, é rico em fibras colágenas, responsável pela instrução do periodonto de proteção. Temos, podemos observar claramente aqui a diferença. Olha a camada de epitélio da gengiva da região externa para a região juncional. A inserção. Então, aqui a gente tem a inserção contínua do período, inserção como conjuntiva, do epitelio, periodonto de proteção. Então, nessa região aqui, a gente já tem, né, um texto, uma única camada de tecido epitelial, presença de tecido conjuntivo. Enquanto na intenção, inserção epitelial, a gente tem, né, mais camada de tecido, mais a presença de camada de tecido conjuntivo.
Bom, que que nós vamos encontrar, né, nessa nessa região? Então, aqui nós temos, ó, um cimento. Aqui a gente está na região de junção, de claramente essa região que nós estamos, tá, de inserção epitelial. Então, nós temos aqui, ó, a presença, tá aqui a dentina, né, que o semento. E olhando aqui para a gengiva, e que nós vamos observar tecido, presença de tecido conjuntivo, como eu falei para vocês. Olha só, olha a camada de células basais, tem uma característica. Depois elas vão ter possuindo outra característica, que é uma região sem queratina. Então, nós não temos a presença de queratina nessa região. Tecido conjuntivo, né, rico em fibras colágenas. Então, olha só, essa seta preta aponta, né, mas pensa que a presença de fibras colágenas, né, de modo organizado, né, formando esse gestão de conjunto, conjuntiva gengival, né? Então, a gente vê como eu falei, a gente identifica a disposição das fibras colágenas aí, é um pouco nessa coloração de HE, é um pouco mais difícil, teria que ser uma coloração específica para identificação de fibras colágenas. Tá bom?
O semento. Qualquer dúvida, a gente, se estiverem, tiver precisar fazer alguma pergunta, alguma dúvida, vocês, vocês me avisam, tá? A câmera aqui para Poltergeist. Bom, no caso do semento, né? Nós temos aí o semental, tecido conjuntivo mineralizado, né? Que vai recobrir toda a estrutura radicular, né? Tendo como principal função a inserção de fibras. Vamos ver se fechar. Tá? Depois eu reabrir ela. Tô com problema na minha câmera. A gente, então, vou deixar, tá? Ela pouco fechada aqui para ver se ela volta. Câmera dando problema. Você mente é um tecido conjuntivo mineralizado, tá? Que recobre aí a identidade, tem como principal função a exceção das fibras do ligamento periodontal na raiz do dente. Aí nós temos, eu até destaquei isso, né? Porque muitos acreditam que, por mais que ela seja considerada como parte do dente, né, na histologia, o semento não é uma estrutura, não é considerado uma estrutura dentária, tá? Pois ele se, por conta do processo de desenvolvimento que ele se desenvolve a partir do folículo dentário, é uma estrutura que não faz parte, né, aí do do cerne dentário, né? Uma vez que ele é depositado sobre a dentina radicular, ele sofre um processo de mineralização e acaba se aderindo de modo. Então, por conta desse processo, ele não é considerado essa estrutura dentária. Tem características um pouco diferente aí.
Bom, o semento, né? Ele se assemelha, ele é muito parecido, né, da constituição do tecido ósseo. Até tanta característica, tanta organização, ele é muito similar à estrutura óssea. Inclusive, as células, né, as células que estão presentes nesse tecido são muito similar aos osteoblastos, osteócitos, né? Que são células lá do encontrado no tecido ósseo, tá? Então, a gente vê essa característica de tecido, desses tecidos bem diferentes, bem diferenciados, tá? Aliás, de similares, porém, no cara, cresce com sua característica. É uma região totalmente avascular. E toda essa vascularização depende da do ligamento periodontal, né? Então, é uma estrutura periodontal, tecido, pelo dentro periodontal, que faz toda a nutrição vascular desse dessa estrutura do semento. Não sofre remodelação, tem uma certa resistência em sofrer absorção e neoformação quando comparado ao tecido ósseo. Algumas características que diferem no tecido ósseo. A constituído por uma porção orgânica, uma porção inorgânica e uma porção celular, tá? Então, nessa região, a gente vai ter quase que uma quantidade similar tanto de sua porção orgânica como inorgânica e principalmente a questão de células, tá? E as células presentes nesse tecido, assim, como eu falei, é muito similar às células do osso, do osso. Nessa região, nós vamos ter a presença de células muito similar tanto na característica celular à região, as células osteoblásticas, osteoblastos e osteócitos.
Bom, então aqui tá a região do semento, só para a gente se localizar, localizar onde nós vamos analisar. E os mais frequentes, né, dos tipos mais frequentes, semento, semento acelular com fibras extrínsecas e semento acelular de fibras mistas extrínsecas e intrínsecas, tá? Então, a gente tem aqui semento acelular, nessa região. Então, a gente tem a presença de baixo nível de celularidade, uma região mais de matéria orgânica, de matriz mineralizada, poucas células aqui, bastante presença de fibras, muita quantidade de fibras colágenas radiculares. E semento celular, que essa região que tá aqui destacado de azul, né? A gente vai encontrar aqui já uma presença de quantidade de fibras maiores, tá? E fibras mistas, tanto extrínsecas quanto intrínsecas. A diferença é que as fibras intrínsecas que a gente vai encontrar aqui no semento extrínsecas são fibras de tecido adjacente que vão, né, irradiando, vão penetrando para essa região aí desses semento celular, tá bom?
Aqui, né? Então, o semento acelular de fibras extrínsecas, tá? Então, a gente observa bem, ó. Não temos, né? Olha só, a diferença fica clara, né? Para quem tem aí uma faculdade de analisar o HE, a gente vê claramente quando tem uma região de celulares que tem bastante celularidade, tem um tecido, né, uma matriz mais heterogênea, né? Então, a presença de vasos, tratando de tecido conjuntivo, tudo isso aqui é vaso, aqui vaso, aqui vaso, aqui. Aqui nós temos, né, desde de vaso sanguíneo, de até de veias, até mesmo a vasos menores aqui. A região de semento celular. Então, observe, né? Aqui nós temos uma estrutura bem característica de região celular, né? Então, bastante presença de célula, uma matriz bem heterogênea, presença de vasos, enfim. Aqui é a mesma coisa que na polpa, a gente tem, né, a presença de vaso. E aqui é uma região celular, né? A gente não vê bem uma matriz, bem, bastante rica em matriz mineralizada, temos a presença de fibras, dá para ver as fibras passando aqui, ó, bem sutilmente, a gente consegue ver a presença tanto de modo longitudinal como de modo transversal. A gente vê a presença dessas fibras, é rica, né, nessa região, tá bom?
Aqui nós temos, então, é só para entender onde nós estamos. Então, aqui nós temos a dentina, as linhas incrementais do semento. Aqui nós temos uma região que separa, né, tanto a região do semento, a estrutura do semento, quando a ligação periodontal, a gente vai ter o que a gente chama de sementoide, que é essa estrutura, né, que basicamente separa, como se fossem aí, similar, né? Agora com algumas características, principalmente moleculares diferentes, mas é similar à membrana basal, né? Então, tem que ser mentoide aqui e a presença das células, né? Então, presença de fibroblastos bem achatado para beber o núcleo dele e o sementoblastos, né? Aqui, ó, são células grandes, né? São bem, se tudo é o núcleo da célula, que eu tô circulando aqui, núcleo da célula, que outra imagina, né? Esse é o núcleo. Lembra que o núcleo acompanha o tamanho, o formato da célula, tá? O tamanho do citoplasma, que é a mesma coisa. Sementoblastos aqui, tá? Desculpa, aqui semento, são sementócitos. Tá? Aqui, ó, aqui tem metade, não sementócitos. Desculpa, observem que ele é bem maior, né? São células que estão dando origem ao tecido, que é o tecido periodontal. Bom, aqui nós temos, então, né, a características como ficam dispostos os sementoblastos, né? Eles ficam dispostos aqui, muito próximo a essa região de sementalidade, né? Um do lado ali do outro, não que nós encontramos eles aqui, ó. Eles podem migrar, obviamente, mas mais uma característica muito presente, né, formando esses tecidos, formando essa camada, né? A gente encontra nessa região, tá vendo? Aqui é uma região acelular, né? Então, lá de fibras mistas. Então, a gente vê a fibra aqui, a que tá dentina nessa região, né? Semental do semento, região do semental, mas a gente pode encontrar aqui a presença de uns sementócitos, né? Ai, que que eles estão fazendo aqui? Olha, vocês estão aí porque eles também estão produzindo essa matriz, são auxiliando a produção dessa matriz, né? Só que você já são células mais envelhecidas, né? Que assim como os fibrocitos, então suas células estão já com sua taxa metabólica menor e possivelmente já estão, né, na velhice, caminhando aí para a morte. Mas elas estão produzindo, elas estão auxiliando a produção dessa dessa matriz, assim como a função, né, característica do sementoblasto, da presença dos fibroblastos, que a presença. E aqui dá para ver bem, né? Então, essa região, né, que a gente tá analisando, é bem essa região que está destacada aqui, tá bom?
Olha só, aqui a mesma coisa. Então, a região de dentina, os sementócitos aqui, ó. A gente encontrar um, porque já tem, né? São células mais envelhecidas aqui, né? A gente tem a presença claramente de sementoblastos formando esse paredão, produzindo essa matriz do semento, na presença de fibras, dá para ver bem de fibras. Sementoide aqui, ó, a estrutura, dá para ver aqui. Vamos ver semento celular misto, tá? Porque aqui mesmo a gente lembra que tem fibras diferentes, né? Muito nessas exposição novamente. Olha só. Então, o que que a gente tem aqui, né? Primeiro, presença de fibras colágenas. Então, nessa lâmina, a gente consegue ver, ó, que são as presença de fibras colágenas para o tecido, bastante em fibras colágenas. Sementoide, tá? Como eu falei, ó, e os sementoblastos, bem maiores, são células grandes, né? A gente consegue ver presença aqui das ramificações dessas. Embora elas não tenha muito prolongamentos, né, como os odontoblastos, elas têm aí, né, também a gente observa que elas podem ter pequenos prolongamentos. E aqui a gente encontra, olha só, às vezes a gente pode encontrar uma característica de que a gente chama de acúmulo celular, né, de como celular epitelial. Esses acúmulos celulares, né, geralmente é porque as células elas estão... obviamente morrendo, né? Não é muito comum a gente encontrar isso, né? Mas obviamente estamos falando de um organismo vivo, de um tecido, então isso pode acontecer. E a gente observa, né, esse acúmulo de células, são os que a gente chama de restos epiteliais de Malassez, que são células que já morreram. Então, passando aí pelo processo. Embora nesse estágio aqui, observando, são células que não têm característica de morte ainda, né? Mas possivelmente obviamente elas vão iniciar um processo de morte ou são células que resistem de um processo de diferenciação, tá? Ou seja, de desenvolvimento. Então, a gente pode encontrar e às vezes pessoas olham, né, quando vai analisar a lâmina, isso é muito importante a gente identificar, porque às vezes quem, né, não identifica ou não consegue ter esse olhar, acaba às vezes ou confundindo com um processo tipo de um granuloma ou como de células inflamatórias, principalmente falando no objetivo de melhoramento. Aquelas estão, né, em pouca quantidade, mas a gente pode encontrar isso em esses acúmulos, esses restos epiteliais em grande quantidade de celular. Ok, dá certamente para auxiliar aí numa confusão, né, no diagnóstico ou numa análise errônea, tá? Então, que a gente tem bem as características dessas células, né? A gente observa, não é um granuloma, não sendo células inflamatórias, enfim, né? Não tem nenhuma outra cara, nenhuma característica patológica, apenas mesmo células resquícios de um processo de desenvolvimento do tecido e possivelmente células que ou já estão morrendo, né? Que a gente tem essa daqui, já deve estar iniciando o processo de apoptose, né? Mas o restante ainda não. Mas certamente elas entram em apoptose e com o tempo a gente não vai observar, não observa mais essa estrutura localizada, tá bom?
Isso aqui. Aqui tá. Olha aqui é uma outra coloração, tá diferente do HE. E aqui é uma coloração para marcar, né, a matriz celular. E possivelmente a mesma marcação, né, de que é uma marcação de prata, que é uma marcação, ela marcação que auxilia os detalhes, principalmente da estrutura de matriz mineralizada e das células, né? A gente tem aqui claramente, dá para ver a identidade, semento, região de camada granulosa, como nós vimos, as lacunas, os sementócitos, né? E aí a gente tem, né, aqui bem marcando, bem, mas bem bonita essa foto, a gente tem sementócitos, esses prolongamentos que eu como eu falei hoje para você, que você tem uma característica dessas células, né? Assim como nós temos também nos odontoblastos. Então, a gente observa as células aqui, ó, esses prolongamentos citoplasmáticos que os prolongamentos das células formando esses canalículos, né? Que a gente encontra na presente no semento celular, nessa região do semento celular, a gente observa que tem a presença desses canalículos, que são esses alongamentos citoplasmáticos, tá? Então, essa marcação, essa foto achei bem interessante trazer para vocês para a gente ver analisar toda a estrutura, né, identificar o formato desse desses prolongamentos e desses canalículos. Observem que esses prolongamentos, né, que a gente tá para demer melhor, muito similar da sua alongamentos osteócitos lá no osso, né? Vale a pena lembrar que eles, esse prolongamentos não seguem aí, né, uma estrutura única, né? Eles são, eles são ramificados. Então, eles não têm ali, não são prolongamentos paralelos que às vezes podemos encontrar em neurônios, né? Alguns tipos de células neuronais, a gente encontra prolongamentos, né, dos axônios, às vezes dispostos numa mesma posição, dependendo da região do tecido. Aqui não, né? A gente observa que esses prolongamentos são bem heterogêneos, não tem aí um prolongamento mais linear.
Vamos começar a falar do odontogênese. Eu não sei se a Natasha primeiro, eu não sei se vocês alguém tem alguma dúvida? Deixa tentar abrir essa câmera de novo. Alguém tem alguma dúvida? Se tiver, podem colocar aqui no chat, tá? Quiserem esclarecer ou, né, enfim, fazer qualquer comentário, fiquem à vontade, tá? Ela tá se você está por aí, porque eu já tô acabando, só falta esse conteúdo de odontogênico para encerrar. É o pessoal que manda assim, é ver se eles querem que vocês querem, pessoal que siga, que é para intervalinho, que que vocês preferem? Pode continuar? Pode continuar? Pode? Ah, então tá bom. Pode seguir, doutor, por favor. Tá bom. Precisaria pegar uma água, mas qualquer coisa, dou uma parada. Eu achei que era uma opção. Não, não é só se eles quiserem. Para mim, eu só preciso pegar uma água, porque eu sou começar por si, vai ficar difícil.
Mas por enquanto tá tranquilo, a gente pode continuar, sempre problema nenhum. Vamos parte então. Alguém tiver alguma dúvida, a gente em relação a toda parte de histologia, a gente já encerrou, tá? Então, conforme tem aí no plano de vocês, já discutimos toda a parte da histologia básica de mucosa de dente, então não tem mais o que a gente discutir em relação à parte histológica propriamente dita, né?
E aí nós temos até pedido da professora Sandra, trazer um pouco sobre essa questão da odontogênese, né? Bom, odontogênese, ela é bem, né, para uns complicado, porque o processo é um, trata-se de um processo de produção da embriologia. Não vou buscar e não vou trazer para vocês todo o processo de embriologia básica que vocês já saibam, vou focar apenas no processo da odontogênese mesmo, tá? Então, ela é mais tranquilo, uma vez que nós temos, vamos focar apenas no processo, né, de produção, né, de formação aí de todo esse, esse da estrutura do dente, toda formação, todo o desenvolvimento dessas estruturas que vimos até então, né?
Bom, então, quando a gente fala de odontogênese, nós estamos falando de processos. Primeira coisa, quando a gente fala de embriologia, é lembrar que em processo de formação, seja ele qual for, de um organismo vivo, vale a pena a gente lembrar que nós temos, quem tem que entender que as células que dão origem a todo o tecido, tratam-se de células-tronco. Essas células originárias são células que vão, né, lembrando que o processo de fecundação, duas células que se juntam, que se une, a partir dessa união, elas vão sofrendo diferenciações constantes para a produção, né, do indivíduo como todo. Não vai ser diferente aqui, né? Nós temos a presença dessas células, mas não são células tronco já, né? A gente chama de células tronco pluripotentes. Aquelas células tronco mãe, elas já são células que já têm o processo de diferenciação, ela já iniciaram este processo, né? Porque elas vão formar um tecido específico. Então, são células mesenquimais que são células já diferenciadas. Então, são células tronco, são células mães que já são diferenciadas. Não são aquelas células tronco que, por exemplo, embrionária, né? Todo mundo fala, todo mundo existem inúmeras hoje terapias embrionárias, né? Para vários tipos de tratamento de doenças e por aí. E assim, nesse caso, não, não são essas células tronco, são células tronco já que sofreram um processo de diferenciação para produzir um tecido específico. Mas elas também são células-tronco, né? Porque elas têm, vão ter essa capacidade de diferenciação, de divisão, de produção de células ou tecidos ou estruturas específicos, por exemplo, para essa região da, seja da região de mucosa, de mucosa, quando a região da região de dente, né? Ela vai ter já essa, esse olhar voltado para isso. Então, essas células que vão se diferenciar em estruturas, por exemplo, da boca, tá bom?
Então, nesse processo, nós, como todo o processo de embriológico, nós temos fases, né? Então, primeiro, nós temos a fase de botão, que é uma fase aonde temos uma proliferação celular. E também vai falar bastante desse termo, né? Proliferação, quantidade excessiva de divisões celulares, né? Então, nós temos uma proliferação inicial e logo após, né, essa diferenciação, a gente começa a ter, né, atividades mitóticas diferenciadas, né? O que que seria isso, né? A primeira atividade mitótica são divisões, né, mitóticas, mitose que vão, começam a sofrer alguns pontos de diferenciações, porque a gente já não observa em todas as células, em algumas outras regiões, tá? E aí, o que que acontece com isso, né? Com esse resultado de diferenciações de divisões celulares que não são lineares, que vão acontecendo em uma região ou outra, a gente tem como resultado a formação de um arco. Então, a gente tem nessa região de fase a formação de um arco que vão dando origem a pequenas esferas, né? Cerca de 10, né? Geralmente 10, pode ter um pouco mais ou menos, mas geralmente em torno de 10, que mergulha no ectomesênquima, que é o mesênquima, é uma camada de células que está mais para região externa. Então, são células tronco mesenquimais, né? Aquela região que mal que fica mais na região externa, tá? Então, a gente observa que nessas células, né, próxima nesse, nessa época, ou começa a ocorrer a formação dessas pequenas esferas que acabam invaginando, entrando, né, mergulhando aí, certo? Como exemplo, tá? Nessa estrutura é possível a gente ter a observar diferentes células cuboides que estão mais na periferia e células poligonais na estrutura delas que estão mais na região do centro, tá? Nessa região dessas pérolas quando ela já estão aderidas a esse ecto, tá bom? Então, basicamente é isso que a gente começa a observar.
Então, nós temos aqui, né, a fase de botão, acabei de falar para vocês. Agora o germe dentário, a fase de capuz e o germe dentário na fase de campo, campânula, campânula.
Bom, na fase de botão, também conhecida como em alguns autores tratam como fase de broto, o que que nós vamos observar? Então, o que que eu falei para vocês, ó? Aqui o ectomesênquima, né? Então, essas células aqui são células tronco, todas elas que estão aqui, né? E essas células, como eu falei, se elas dizem que mais essas células tronco já diferenciadas, a gente tem essa estrutura, né, de ectomesênquima. E aí nós temos um epitélio primitivo. Por que que era primitivo? Porque ele tem uma característica de pele de revestimento, mas ainda não é o epitélio, né? A gente não vê características epiteliais ali, né? Então, por isso que ele é primitivo, até porque é um processo que está ocorrendo, né? Tá se desenvolvendo. A lâmina dentária e o botão epitelial. Então, olha só, acho que a gente tem aqui, né? A gente começa a não ver, tá vendo? Porque que tem pontos de células que estão em divisão e não essas células. Possivelmente que aqui não dá para ver, né? Porque estamos no objetivo de menor aumento, mas essas células aqui, possivelmente, então pouca divisão celular, já encerrar o processo mitótico. Que essas não, mas vocês estão continuam. E essas que vão formar o que a gente chama, né? O que fala de chamamos de células, né? Então, essas esferas, elas começam, essas elas começam a se dividir, né? Continuam, na verdade, é essa, essas param, essas continuam na sua divisão. Dá para ver, ó, essa daqui, ó, tá vendo que eu tô circundando aqui, ó? É uma célula em mitose, em divisão, tá? Então, a gente observa que que ela tá, essas células ainda continuam a sua divisão, já iniciada lá atrás. Essas que estão no revestimento aqui, formando primitiva, pararam de dividir. E aí elas continuam com essa divisão, vai aumentando o número de células, né? Quantidade, a celularidade vai aumentando. Então, elas vão invaginando, elas vão entrando, essas pérolas vão entrando ali na estrutura do mesênquima, tá? Então, quando a gente começa a observar essas estruturas, a gente tá ali, né? O germe dentário tá ali na fase de botão, ou também conhecido como já volto para essa conceituar, depois eu volto para essa, para essa figura logo em seguida.
Nós temos um processo que vai, vai ocorrendo, tá? Logo em seguida da fase de broto, né? Na fase de botão, nós vamos chegar na, evoluir essa estrutura, vai evoluir para fase de capuz. Essa fase de 14, então, o que que acontece? Essa esfera, né, que nós acabamos de observar, essa esfera epitelial, ela continua com a sua proliferação, ou seja, continua com seu processo de divisão celular, só que agora ela vai de forma, de forma mais uniforme. Isso vai acontecendo nas bordas, né? Mas a gente observa essa divisão celular ocorrendo nas bordas, nas células que estão nas bordas dessa esfera, do que nas células que estão no centro. A gente observa esse aumento, essa proliferação acontecendo dessa forma. E aí, o que acontece? Por conta dessa, dessa estrutura, por conta desse crescimento que ocorre nas bordas, a estrutura, ela vai formando como se fosse, né, quando a gente olha ali uma fase de um boneco capuz, né? Em inglês, inclusive, é uma fase de cap, que é forma de capuz. E aí você, o boné. E aí você tem ali essa estrutura, né? Como se feche, né? Olhando assim, não sei quem é. Tem gente que fala, não vejo isso, mas quem analisou isso a primeira vez enxergou isso e por isso ficou o nome dessa estrutura, tá? Ele tem ali, né? Ele também pode ser chamado por alguns autores, tá, de órgão material de esmalte, tá? Por conta da constituição, né, dos três estratos celulares, tá? E aí temos o epitélio interno, epitélio externo e o retículo estrelado. Por ele ter essa estrutura, né, uma região mais epitelial externa, essa região mais e meio epitélio, é melhor estrutura central que está lá no centro e região externa, né? Porque a gente tem as células externas que não estão, que estão, e a parte mais interna diminui esse processo de divisão. Então, eles deram esse, essa característica aí, né, de extrato celulares, tá? No centro da parte mais profunda, né, na região de centro, né, mais ali no meio das células, a gente vai ter um processo, né, uma estrutura de côncava, apresenta ali uma concavidade sobre onde a gente vai observar a presença de células e que também dizem que mais, né, uma concentração próxima a essa estrutura de células, entram mais que vai formar a papila dentária. O ectomesênquima também se condensa e vai envolvendo todo o órgão de esmalte, né? Então, vai produzir, que vai envolvendo a estrutura que vai formar o esmalte e a papila dentária e forma um saco ou folículo dentário, tá? Então, acho que a gente tem aqui, olha só, é para a gente entender melhor, isso aqui melhor vendo do que falando. Tava aqui, já é uma estrutura que já evoluiu para isso, tudo de capuz. E aí nós temos as seguintes situações. O que que nós temos aqui? Então, a gente tem aqui a lâmina dentária, de lâmina dentária, como eu falei para vocês, ó, essa estrutura mais externa, tá? Que isso daqui é nada mais do que esse, esse botão, tá? Um pouco mais numa fase um pouco mais avançada. Então, a gente tem essa estrutura externa, esse epitélio de estrutura externa aqui, olha só, tá? E aí nós vamos ter que é o que a gente, que eu falei, né? Que que essa estrutura não tem divisão celular, a gente contra poucos, poucos de divisão celular. O que vai estar dividindo nesse momento aqui é mais nessa região interna, tá? A gente tem aqui bem no meio, região de retículo estrelado, né? E aqui a formação de, né, já uma papila dentária. Observe que a gente tem um acúmulo dessas células aqui, né? Parece que inclusive dispostas, né, no mesmo sentido. Essa estrutura aqui são células mesenquimais que vão dar origem, né, a que vão dar origem aí a papila dentária, tá? E aí nós temos, né, epitélio interno do esmalte, que está mais para cá, e epitélio mais externo do esmalte, tá? Então, essa fase, eles devem esse nome porque, tá vendo, se eu virar o objetivo, ele forma como se fosse um chapéu, usa um boné, né? Então, tá aqui, ó, de forma essa estrutura aqui, tá? Então, essa é a fase do capuz.
Logo em seguida, depois que essa região, essa estrutura, ela vai se desenvolvendo, vai se dividindo, dividindo, a gente vai ter a formação do germe dentário na fase de campânula, tá? E aí a gente vai ver essa fase aqui, ó, a fase de campânula. Então, a gente tem nessa fase, que é a fase de capuz mais avançada. São fases, tá, gente? Então, parece que quando eu escuto isso um pouco lá na graduação com os alunos, eles têm que falar, mas que estrutura é essa? Em qual momento que eu tô? Não são fases, né? Então, é broto, capuz e campanola. Então, o que a gente vai fazer? Isso vai evoluindo, tá? Isso vai se desenvolvendo e, obviamente, por conta de uma diferenciação celular, não só a taxa, tem tudo acontece de modo concomitante. Então, a gente vai ter essa taxa, o índice de taxa de proliferação aumentada, células vão se dividindo constantemente e o índice de taxa metabólica também aumentado, tá bom? Então, a taxa de proliferação das células epiteliais nessa fase da campânula, ela reduz, né? Então, conforme a fase, a fase sai da fase de capuz, chega na fase de campânula, a gente vai ver que as células epiteliais, a proliferação daquelas células, elas começam então diminuir, tiver pouco, pouco focos. E com isso, o órgão de esmalte vai crescendo menos. É nessa fase o órgão do esmalte atinge uma concavidade máxima, que essa estrutura aqui, ó. Falei que essa estrutura de contabilidade e assemelha-se a um, se é uma denominação, por isso que leva aí o nome de campana, tá? Essa fase caracteriza pela morfo e isto diferenciação, tá? Então, o que acontece aí, né? Eu tenho, óbvio, as células que parou, o que dá um stop na divisão celular são as células, são as células da, células epiteliais, tá? Por essa, elas obviamente, elas continuam se dividindo aí, o tempo todo, porém, tem uma diminuição dessas células de divisão das células epiteliais. E eu começo a sofrer uma morfo diferenciação e uma isto diferenciação. O que que é isso? Eu começo a observar que a morfologia das minhas células começam a mudar, tá? E também uma mudança na matriz extracelular, o que leva o termo que a gente chama de isto diferenciação. Então, começa a observar que o meu tecido começa a sofrer pequenas modificações, tanto a nível celular, mesmo modificações do tamanho, no comportamento, na disposição, no núcleo das células, como também no tecido, né? A gente começa a observar que o tecido, tecido conjuntivo, a matriz tecidual começa a sofrer aí algumas modificações, tá? E aí essas modificações observadas, aumento do volume, a gente começa a observar o aumento do volume do retículo estrelado, né? A gente começa a ter a presença de uma matriz rica em propriano, né? Estrutura de matriz extracelular, o aparecimento do extrato intermediário. Então, a gente vê duas camadas de células pavimentosas localizadas entre epitélio interno do esmalte e o retículo estrelado. As células externas, né, que tornam-se pavimentosas, elas geralmente têm a mesma estrutura. Essas células grandes, geralmente células cúbicas, já começa a observar que são células que começam sofrer essa diferenciação, tá? Então, são células que são, se tornam pavimentosas, né? Relacionado a epitélio interno, que estão alongadas. O aparecimento de uma alça cervical. A gente começa a ver a evidência já, né, de um folículo dentário, mesmo que primitivo, mas já começa a ver o aparecimento dele. O desprendimento do germe dentário em relação ao epitélio primitivo, a devida dentária, o desenvolvimento de um osso alveolar, né? Um processo todo o processo alveolar também acontecendo ali e uma formação de cristal alveolar, mesmo que primitivo, tá? Já começa a observar. Olha só, toda essa estrutura, mesmo que primitiva, a gente já começa a observar essa, a produção. Observem aqui, ó, a gente tem aqui um tecido bem pouco diferenciado, né? Sem estrutura, sem, sem matriz. Aqui nós já começa a ver a presença de vasos, né? Olha só, a ossificação acontecendo aqui, né, do alveolar aqui, ó, é a formação aqui do da concavidade e já começa a ver a estrutura, né, de tecido bem diferenciado, tá? Vou mostrar aqui que está melhor. Então, olhando no objetivo de manualmente, tá? Então, essa daqui, a gente tem, é o rato, tá? Histologia de toda a região superior do rato, encéfalo está para localizar onde vocês estavam, idade bucal e ali, né? E aqui o germe já, germe dentário. A gente vai pegar essa região. É um animal que estava em desenvolvimento, tanto que a gente tem aí um olho bem primitivo, encéfalo também, enfim, a língua já bem produzida, mas ainda assim bem primitiva, uma mandíbula em formação ainda. Então, peguei essa estrutura que, que a gente vai analisar aqui. Olha só, então, o que que nós temos? Bucal primitivo, tá? Que vai dar toda a estrutura desse epitélio bucal lá na frente, né? Ainda tem uma fina camada. A gente tem aqui a lâmina dentária remanescente, tá? Está aqui em vermelho, tá? Um epitélio externo do órgão de esmalte. E observe a diferença, né? Que a gente tem um tipo de pele que nós já temos outro, né? Aqui nós temos o retículo estrelado, lembra que eu falei na região central, a gente já começa a observar essa diferenciação, né? A região de retículo estrelado, a papila dentária, formação de uma região côncava aqui, a formando, né, a papila dentária, o folículo dentário, né? Formando aqui, ó, já viu o folículo dentário, pontos aqui de, tá vendo esses raios aqui são os folículos dentário e o extrato intermediário que tem formado. E aqui não dá para ver, acho que cortei a imagem, mas tinha clipe alveolar aqui, tá? Também está no formato. Então, perceba a diferença, principalmente dessa imagem aqui, ó, a gente vê claramente todo o processo acontecendo, acontecendo e principalmente o processo de diferenciação. Tá aqui totalmente células, mesmo que mais, é que a gente já tem a presença principalmente aqui de uma papila dentária sendo informada, forma de capuz. E aqui a gente já tem a fase da campânula, aonde a gente já tem, né, a presença dentária, região de retículo estrelado, folículo dentário, aqui, desculpa, os folículos dentários, aqui a região da lâmina dentária. Ou seja, já começa, ainda aqui para o modo primitivo, a gente já começa a ver que há diferenciação, essa, essa divisão celular e esse processo de isto diferenciação já está bem desenhado. Bom, aqui também nós temos lá, deixa eu verificar o objetivo de manualmente, o que nós temos pegando essa região da alça cervical, que é a papila dentária, né? Tudo primitivo, de modo primitivo ainda. Então, a gente tem, olha só, o epitélio, né? Todo o epitélio, né, bem diferenciado já, embora que também seja algo meio primitivo, a papila dentária, as células todas dispostas aqui, já com seus prolongamentos. É bem interessante a gente observar, né? A folículo dentária aqui também, ó. Então, aqui a região mais do epitélio interno, nessa região interna, a gente vê, olha a diferença das células da região epitelial mais externa, tal, a gente começa a ter essas, essas, esse processo bem mais nessa região, nessa fase da campânula, uma estrutura bem mais já organizada, embora ainda seja bem primitiva, tá bom?
A fase de coroa, vamos evoluindo, vai acontecendo, chamado também de fase coronelis, é a fase avançada da campânula, né? Corresponde à deposição de dentina, esmalte e a formação da coroa do futuro dente, que ainda não está formado. Essa fase de formação progride a partir dos locais correspondentes aos vértices das cúspides. A polpa também inicia sua caracterização por mudança das células da papila dentária e a organização dos funcional odontoblastos. Então, observe aqui, nessa fase, a gente já vê a presença de odontoblastos, tá? E células da papila dentária, tá? Então, a gente tem aí uma célula sofrendo para o processo de diferenciação, uma célula principalmente, mesmo que mal sofreu o processo de diferenciação, produzindo essa papila dentária e esse odontoblasto também já, já começa a observar, mesmo que ainda, né, como eu coloquei aqui, a organização funcional, eu já tenho eles ali, mas ainda eles não estão desenvolvendo totalmente a sua função, estão se organizando para isso, tá? E a gente observa, né, que está lá dentro, a deposição da dentina, né, lá pelos ortoblastos e a deposição de esmalte pelo ameloblastos, que ocorre, né, de forma centrífuga. Então, a gente tem que usar ameloblastos, ameloblastos são células precursoras, odontoblastos. Então, a gente já vê todo esse processo acontecendo, a presença de ameloblastos ali para reposição de esmalte. Em contrapartida, a gente já vê a presença primitiva, já, né, desenvolvendo, já se diferenciando aí para que futuramente consiga desenvolver. Tá aqui é uma região anterior da maxila de um gato, tá? De coloração de H e E, então dá para ver que não é o lado superior, ainda bem primitivo ainda, né? O germe do dente, tá para a gente se localizar, para localizar, né, lábio superior, aí a gente tem aqui, olha só, né? Então, o aqui região muscular, tecido aqui de, aqui região. Bom, aí nós, que que nós temos aqui? Olha só, né? Então, nós temos o processo alveolar acontecendo aqui, já está numa fase bem avançada, já temos uma polpa dentária, já mesmo que primitiva, olha só, né? Mas já está sendo formada, já está quase, eu consigo ver essa estrutura, né? Quando a gente vê, consegue ver a estrutura, a gente já diz que a estrutura já está formada, embora primitiva, né? Porque se a gente for analisar detalhe, a gente observa, por exemplo, que as células ainda não estão totalmente diferenciadas, tecido, a matriz, tecido, ainda não está totalmente produzida, né? O ligamento periodontal, pele dental, dentina radicular e aqui a gente tem, olha só, o germe do dente permanente, permanente, a gente na fase da coronogênese, tá? Então, a gente tem a coroa, a coroa gênese acontecendo aqui, ó, a dentina coronária, o dente tecido e o espaço ocupado, né, pelo que será posteriormente ocupado pelo esmalte, tá? Então, a gente observa, olha, pelo menos nessa região pontilhada, né, o germe, né, do dente na fase da coronogênese, ainda não está produzida, mas a gente já vê tudo muito primitivo, tá? É não é difícil achar esses, essa estrutura de embriologia no detalhe, né? É bem difícil a gente fazer essas lâminas, né? Justamente, óbvio que a gente consegue fazer isso em animais, mesmo assim é muito difícil a gente conseguir, né, encontrar lâminas com riqueza de detalhes para tratar esses processos, tá bom?
A fase de raiz ou Gênese, né, que é a base final da coronogênese, já tem, terminando o processo da formação da coroa da coronogênese, a gente evolui, né, o indivíduo para rizogênese, quando os eventos de iniciação alcançam a região da alça cervical, os epitélio interno e externo do álbum de esmalte proliferam. Ou seja, agora ele se, um outro processo de proliferação. A embriologia, ela é um jogo de encaixe, é sempre quando eu falo pro embriologia, apesar das biologia, é um jogo de encaixe, né? Começa com cachorro, uma coisa começa, então a trabalhar para encaixar a outra, né? Embora as coisas aconteçam de modo, né, concomitante, eu tenho ali durante esse processo, etapas dessas fases que vão, porque o que que acontece durante todo o processo embriogênico, embriogênese, embriologia, seja lá do tecido, ó, eu tenho uma taxa metabólica, tenho ali uma produção, gasto energético muito grande, uma produção de energia muito grande. Então, eu tenho nesse, em algumas situações, como aqui, eu tenho fases que assim, olha, inicia uma fase, quando termina aquela fase, inicia-se outra. Não significa que eu tenho um processo, né, que olha só, vai começar uma quando terminar outra. Não, todo, todas as fases estão caminhando de modo junto, de modo concomitante. A diferença é que, por exemplo, quando eu saio da fase da campânula e ligo para a fase de raiz, terminei a fase da campânula, né? Já está lá tudo pronto, tudo preparado já para produzir o que precisa ser produzido naquele tecido, embora mesmo que de modo primitivo, já está tudo lá organizado para isso. Então, eu vou mudar agora a minha atenção e meu gasto energético por uma fase e intensificar essa, essa fase, no caso seria a exogênese. Então, a embriologia acontece mais ou menos dessa forma. Não é que, né, você assim, imagina o tempo de gestação que o indivíduo teria, né? É uma fase acompanha a outra, né? Claro que eu preciso ter, né, um gasto como há um gasto energético muito grande, eu preciso ter pontos de prioridades, né? Mas não significa que começou, está tudo parado, né? Os alunos pensam isso, está tudo parado, só vai começar aquela fase quando acaba a outra. Não, as coisas estão acontecendo ali. Aqui, por exemplo, no caso da rizogênese, no final da fase lá na cronogênese, quando ela está acontecendo, a sala já pronunciaram o processo de diferenciação. Quando eu for analisar isso, já começa a ver as células migrando para o local onde, de modo para o local onde elas precisam estar organizadas. Eu já vejo pontos mitóticos ali. Tá claro que quando a fase termina, o foco se volta agora para isogênese. Tá? Então, quando os eventos lá terminaram, né, da coronogênese, a gente observa uma proliferação aumentada, principalmente na região de células internas que vão proliferando em direção à estrutura apical da raiz, tá? O epitélio resultante que vai, vai resultar essa diferenciação, essa proliferação, ela é chamada de bainha epitelial de Hertwig, tá? Essa bainha, ela dá início, né, a formação da dentina reticular, devido à presença dessa bainha, né, de tecido epitelial, essa, essa bainha específica epitelial estimula a diferenciação e a divisão dos odontoblastos a partir das células da papila dentária, que elas estão presentes até aquelas células de papila dentária que estão ali, tem a formação dessa bainha de Hertwig e aí essa bainha estimula essas células da papila dentária a se diferenciarem, tá? As dimensões que vai acontecer são determinadas por uma dobra perpendicular à extremidade da bainha que vai formando um colarinho, o diafragma, que aí, né, esse colarinho nada mais é do que a gente chama de diafragma epitelial. Essa fase também é caracterizada pelo movimento do dente em direção à cavidade bucal, tá? Ou a sustentação do dente com semente. Vamos ver aqui, né? Deixa eu ver. Ah, não, eu não peguei até aqui. Então, tá aqui, né? Olha só, então eu tenho aqui, é toda região de dentina, tá? Que está aqui, ó, de ameloblastos e de extrato intermediário, tá bom? Peguei essa região. Olha só, como já começa a ter toda uma estrutura, já, ainda que primitiva, mas já formada, né? A região de raiz formada, a região de gênese já formada. Acho que eu não peguei a foto, essa origem do ponto de inserção de raiz, o máximo que eu achei essa foto aqui, tá? Que não dá para ver muita coisa, tá bom? A origem do periodonto de inserção já se deu por conta, né? Porque a raiz já está formada. A bainha que eu falei para vocês, não sei se vocês vão conseguir ver essa estrutura que eu tenho aqui, tá? E aí ela estimula de ameloblastos, estava bem sutil aqui, ó, tá? Que posteriormente ela dá, essa bainha ela dá continuidade formada para a dentina. Bom, então na junção, o que que eu tenho aqui, ó? É a presença da papila dentária, pré-odontoblastos, pré-dentina, pré-ameloblastos, né? E o espaço intermediário, tá? Aqui tem um espaço, esse espaço intermediário, presença de células aqui, ainda já tenho aqui, né? A presença, posso até observar os prolongamentos plasmáticos dele, a presença de núcleos, né? Mas eu não tenho ainda, dá para claramente observar que que não é um odontoblasto. Lembra, os odontoblastos, eles são bem cúbicos, são bem arredondados, são células grandes, arredondadas. Aqui eu tenho quase que uma célula, né, colunar, bem com núcleo, bem monocromático, né? Não tenho ainda o núcleo totalmente formado, né? Embora ele já tenha, obviamente, o núcleo aí, ele vai sofrer essa diferenciação. Então, ainda é um pré-odontoblasto, ele vai se diferenciar e formar esses odontoblastos aqui. A mesma coisa, tá? Ameloblastos e vamos formar os ameloblastos, diferenciar ameloblastos da ameloblasto posteriormente. Bom, aqui, ó, maior aumento, né? Então, que a gente tem o germe do dente permanente, na fase de coronogênese. Então, a gente tem tudo já, né? Praticamente formado, embora ainda, né, de modo bem, bem primitivo. Então, aqui a alça cervical já formada, a papila dentária também formada, células odontoplásticas aqui presentes, a camada de odontoblastos. Olha só como a gente viu totalmente presente o esmalte, né? Presença, embora isso tudo está formado, eu tenho a presença dessa estrutura, né? Que é o folículo dentário, que circunda toda a estrutura. Isso age, auxilia no processo, primeiro na proteção dessa estrutura que está sendo, e segundo, que também auxilia, né, todas as células a sofrerem essa diferenciação, tá? Então, esse folículo dentário, ele dá como se fosse um suporte, uma estrutura, né, uma sustentação, uma estrutura, além de proteção para toda, para todo o tecido que está sendo formado aí dentro, tá? A pré-dentina, né, dentina que já, né, bem ainda sutil, mas já formada, o epitélio do órgão do epitélio mais externo aqui, né, nessa região do órgão do esmalte, retículo estrelado, ainda bem primitivo. A gente tem, olha só, então blastos aqui, já alguns odontoblastos, mas nessa região aqui mais próxima da dentina, eu já tenho os odontoblastos diferenciados, tá? E perceba o seguinte, eles já estão formando aquelas camadas que a gente, né, olha só, por mais que ainda eles não estão totalmente diferenciados, eu observo altamente aqui que está mais fácil de ver, eles formando aquelas camadas, né, de odontoblastos que ficam ali produzindo e sustentando a dentina, tá? Que já mostrei aqui, achei, peguei a foto. A fase da isogênese, tá? Então, a gente tem aqui, ó, na entrada dentina radicular, achei que não tinha colocado a foto, mas coloquei até aqui. Então, tá coroa, toda a coroa gênese já formada, pré-formada, né? Porque ainda vai sofrer diferenciação e tudo mais, vai lá, formação da rizogênese. Então, o que que a gente tem aqui, ó? Dentina radicular, presença de odontoblastos. Percebo que tem uma característica e depois, embora é uma região bem vascularizada, a gente depois, quando isso já está formado, quando isso já está maturado, a gente não vê essa pré-grande presença de vasos. Então, em vasos tão grandes como a gente vê durante esse processo. Isso só denota, isso corrobora que nesse estágio que eu tenho aqui, ó, tem uma produção, uma taxa metabólica aumentada, disse, tá? Por conta de tanta, até porque os vasos que vão nutrir essas células aqui, né? Então, eu tenho claramente a presença, né, de uma vascularização muito grande nessa região. Olha só, tem muitos vasos que estão vendo de branco aqui, certo? Isso daqui, ó, mas todas essas estruturas são vasos sanguíneos, tá? Aqui a presença da bainha que ele, particular de Hertwig, essa bainha aqui, ó, que vai ser informada, bem sutil, né? Aqui também tem a bainha também da, vou formando essa bainha ao diafragmatitelial, ó, odontoblastos já, né, se organizando nas camadas, como eles ficam bem organizados, na bem dispostos, a presença de muitas células, uma quantidade grande, todo esses pontos aqui são células, então uma grande quantidade e uma celularidade muito grande, são essas células que estão sofrendo diferenciação, né? A matriz óssea que já alma, né, alveolar sendo formado, então ainda muito primitiva, porque ainda consigo ver aqui a presença de células cartilaginosas sofrendo processo de ossificação aqui, né, uma matriz, né, pouco, deixa ver se dá para aumentar isso, uma matriz aqui, ó, bastante orgânica, inorgânica, né, bem mineralizada, mas observam que eu tenho que não dá para ver, né, porque não me chama de menormente, mas ainda tem, olha só, aqui, ó, nessa estrutura, ainda principalmente nessa região, eu tenho a presença de células, né? Isso depois não vai ter mais célula, você vai subir, isso vai aumentar, né? Então, depois disso, a gente vai ter, né, mais uma estrutura mineralizada, tá? Aqui vamos ver que nós temos aqui, tá? A dentina, aqui a parte, né, da bainha que eu falei para vocês, ó, então essa bainha que é formada, que essa estrutura bem sutil, né, a gente quase não vê aqui, ó, tá? Essa estrutura mais escurecida aqui, ela vai formando como se fosse uma proteção, é muito similar essa estrutura dessa bainha que a gente vê nas plantas, né? Não precisa pegar rádio, não sei se todos mundo já observou em algum momento, pegar a raiz de planta leguminosa, enfim, tem uma capinha como se fosse uma capinha na raiz que serve para, né, para planta lá, enfim, ficar raízes e furar o solo, é como se fosse essa bainha, tá? Como se fosse um capuzinho assim, temos. E ela é bem sutil, né? Então, essa bainha, aqui, ó, protegendo o tecido epitelial que temos o diafragma epitelial, ela vai, isso daqui vai aumentando, né? Então, essa estrutura, ela vai aumentando o nível de células aqui, vão se diferenciando e a proliferação também vai aumentando. O osso da sua alveolar, né, como eu falei para vocês, a gente vê aqui também bem primitivo, porque ativo no sentido quando eu digo primitivo é porque ainda não está tudo pronto, tá? Mas eu vejo aqui, ó, tecido cartilaginoso, ainda presença de condrócitos, né, que também alguns condrócitos, então não é um osso, está ocorrendo o processo de justificação. A mesma coisa aqui, ó, só tem uns odontoblastos, ameloblastos aqui, eu não tô blastos aqui, é meloblastos, ainda bem primitivo, embora expostos, né, numa estrutura como eles são se apresenta, tá? Aqui, ó, então já, embora já tenha a região de esmalte, dentina coronária, papila dentária, polpa dentária, né, gritar óssea, ainda eu tenho todo o processo, toda a celularidade ainda primitiva, ainda sofrendo diferenciação, tá bom?
Alguma dúvida? Tudo bem? Tem alguém aí comigo? Tiver alguma dúvida, alguma crítica de odontogênese, gente, basicamente é isso, né? Que a gente tem para discutir, né? Porque toda a estrutura, né, de formação do dente se dá basicamente nessas fases, nessas quatro fases que nós vimos, né? Então, desde a fase de botão, desde a fase de de botão, né? Então, fase de botão, fase de capuz, fase de campo, ali de campanânula e fase de raiz, né? Que essas estruturas, os detalhes, né, basicamente seria muito molecular, né? Então, que eu acho que nem o foco de vocês, né? Que é onde a gente vai ver o porquê que essas células diferenciam, qual o tempo que elas vão se diferenciar, como elas migram, como elas saem de uma região e vão para outra. Isso tudo é a nível molecular. Essa é uma estrutura, são informações extracelulares e moléculas de sinalização que vão dizer, olha, aqui você precisa fazer isso, aquilo, você precisa diferenciar isso agora, forma coroa, agora forma raiz, é diferencia odontoblastos em tecido epitelial, ou seja, são todos estruturas a nível molecular. O que, né? Eu acho que nem, nem trouxe isso para vocês, porque então não é o foco aqui, tá? Mas basicamente, quando a gente fala de odontogênese, né? Então, a gente tem tanto que ela é dividida em dois momentos. A odontogênese, odontogênese 1, é que eu fiz de modo geral, mas tem o odontogênese 1, que a gente vai até a fase do, aqui vai até a fase da campânula, e a odontogênese 2, que é a formação, né, rizogênese e, por fim, a formação de toda estrutura dentária, tá? Então, basicamente, o que eu tinha para trazer, olhando, né, vendo o plano de vocês de conteúdo, era isso, tá bom? Se tiver alguma dúvida, eu sei que a parte de embriologia é um pouco mais complicada e é mesmo, né? Trata-se de muitos, muitos detalhes, né? Então, é a bainha daqui ou da célula de lá, eu de apaga o entedial, né? É a quantidade de vaso, só um detalhe grande, né? Esses vasos, porque no processo de ideologia, seja lá o tecido que for, a gente vê um grande, um grande processo de angiogênese, é um aumento de vaso muito grande, pois esses vasos acabam, né, sofrer um processo de contrário da angiogênese, né? Eles acabam desaparecendo e tendo ficando somente os vasos que ali são necessários, tá? Mas são detalhes, né? São bastante detalhes, principalmente quando a gente fala de de embriologia histológica, né? Então, são para vocês alguns pontos que acredito que sejam importantes aí para a área de vocês e não ficar e trazendo essa parte mais molecular, tá bom? Alguém tem alguma dúvida, alguma crítica, sugestões? Fique à vontade. Não, que eu tinha para falar, deixa até confirmar que o conteúdo de vocês, mas era isso, era falar de toda a histologia, desde a básica, histologia dentária e discutir odontogênese, tá bom?
Na taça, você está por aí? Alguém que tem alguma dúvida? Se não, eu vou pedir para encerrar, tá bom?
Certeza, então tá bom. Então, agradeço, gente, todos vocês, tá? Agradeço a presença, a presença de vocês. Desculpa aqui, é minha câmera, não, eu abro ela, fecha, voltou. Então, agradeço muito a atenção e a presença de vocês aí. Foi um prazer muito grande, né, trabalhar aqui a convite da professora Sandra, trabalhar aí com especialização, um pouco maxilo, né? Dou aula, já dei aula na Odonto, ainda dou aula da Odonto, tem mais de 10 anos, tanto histologia, de bioquímica, de genética. Minha área é mais molecular, né? Trabalhei a vida inteira com patologia molecular, mas sempre trabalhei com os dentistas e gosto muito. É um prazer muito grande, assim, porque a galera que realmente tem demonstra bastante interesse, principalmente nessa área aí, né, de patologia, né? Acho que talvez a gente vai se encontrar aí na esquina de patologia, tá? Vamos reter que rever alguns pontos que nós vimos aqui. Então, peço para vocês, né, revisem isso, né? Primeiro, o pessoal que vem da especialização, às vezes histologia, cidade, geralmente no primeiro ano do curso da Odonto, né? E aí passa, né? Vai trabalhar, passa todo tempo que tem que passar aí e escape, esquecendo da histologia, o que é natural, né? Então, revisem um pouco esses pontos, porque a gente vai trabalhar a disciplina, vocês vão trabalhar, seja comigo ou com professor, não sabemos, mas a disciplina de inflamação, ela requer todo um olhar, tá? Inflamação, não de patologia, ela requer todo um olhar para disciplina, para os conteúdos histológicos, tá? Sempre falo para os alunos, a gente não souberem, não entender o que é normal, certamente a gente não vai entender o que é o anormal, né? Então, a gente na patologia, a gente olha muito a lâmina, a gente analisa, analisa e avalia muito lâmina, as lâminas. Então, e tudo isso que a gente viu aqui, que é normal, agora a gente vai, vocês vão ver posteriormente isso acontecendo de modo, né, bagunçado, né? Aqui, por mais difícil que seja, tá tudo organizado, fica muito mais difícil quando fica tudo bagunçado, tá bom? Então, agradeço muito vocês e sucesso aí na carreira e na vida de vocês, tá bom? Eu vou só pedir para chamar na taça, não sei se ela está na sala, tá? Mas qualquer pessoa ou é na taça. Obrigado, eu terminei o conteúdo, tá bom? Eu já perguntei. Obrigada, doutor. Muito obrigada. Alguma dúvida? Qualquer dúvida que eles posteriormente tenham, entrar em contato com você, você pode me repassar, tá bom? Só me enviar que eu te mando, tá bom? Muito obrigada. Valeu, viu? Até. Obrigada, pessoal. Tchau, tchau. Obrigada.