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E aí, o “Olá, tudo bem com vocês?” Vamos iniciar mais uma disciplina de psicologia do desenvolvimento na especialização de vocês em psicomotricidade. Meu nome é Gabriela Genérica. Sou professora do CEP há algum tempo, e sou formada em Pedagogia e Educação Física. Sou especialista em psicomotricidade, tanto na área clínica quanto na área institucional. Tenho vínculo direto com a Associação de Psicomotricidade, que fica lá no Rio de Janeiro. Dou aulas nesses cursos aqui já há algum tempo. Sou professora da rede municipal de Educação de São Paulo, na sala de recursos.
Hoje, a gente vai ver um pouquinho a área mais voltada às questões de introdução à psicologia enquanto ciência mesmo; a contribuição que ela dá para o processo, tanto da psicomotricidade quanto os pressupostos e a educação para atuação. Compreender um pouquinho do caminho trilhado pela psicologia para verificar o processo de aprendizagem; algumas teorias que vão interligando nesse processo. E três: olhar amplo, né, para o desenvolvimento humano, pensando nos aspectos, nas dimensões humanas afetiva, cognitiva e motora; inter-relação social e tudo aquilo que perpassa desenvolvimento, crescimento e maturação, tendo esse olhar psicomotor. Entendendo que nada disso vai acontecer de forma desassociada, né? É o pulo do gato: aquilo que acontece na vida humana é tudo interligado; e em cada fase do nosso desenvolvimento, está associada a outra dimensão. Se eu me desenvolvo motoramente, é porque eu tive respaldo cognitivo do meu corpo e também respaldo afetivo; na consegui explorar, me movimentar, executar determinada função, desenvolver e vice-versa. Tudo o que acontece na dimensão afetiva é porque o corpo estava propício para aproveitar a situação, para se expressar, para colocar para fora suas dores, seus sonhos, seus desejos, e também teve condições cognitivas de compreender o processo, né, de vincular pensamento e linguagem para entender aquilo que estava acontecendo. E aí, sim, há ganho de aprendizagem. O carrinho, o processo em si, é fragmentado, que a gente explica porque fica mais fácil, às vezes, de compreender. Mais uma coisa que precisa estar para sempre em mente é que nada, absolutamente nada na vida humana acontece de forma dissociada uma da outra. Mas não dá para desenvolver só o aspecto motor sem sempre passar pelo afetivo, pelo cognitivo, pelas questões culturais e sociais do humano. Não dá para desenvolver só o afetivo sem que esse afetivo tenha um diálogo tônico que vai alterar a minha postura, o meu jeito, a minha fala, meu comportamento e assim por diante.
Afinal de contas, o que é essa psicologia, né? O que que essa ciência que contribui para o nosso fazer? A ciência vai trilhando os caminhos de descoberta e narrando fatos, descrevendo os experimentos. Dentro da psicologia não é diferente; toda a teoria psicológica já descrita, já sistematicamente produzida pelo humano em toda a relação, né, que se dá durante o atendimento terapêutico, durante uma investida, né, de testes para comprovar determinada coisa ou refutá-la, e também se torna um hábito, um sentir. Então, a psicologia enquanto campo de atuação, nada mais é uma área científica também que vai estudar principalmente os mecanismos da lei, o comportamento humano, seja ele expressivo ou verbal; o como se dá cada processo mental; o processo do próprio pensamento, da inteligência, da memória, ou processo mental afetivo; o quanto as alterações afetivas impactam diretamente na inteligência, na memória, na conscientização; e também vai estudar tudo aquilo que é consciente e intencional; que a gente pensa, que a gente organiza, que a gente faz; como tudo aquilo que é inconsciente. Ou seja, aquele que às vezes nos faz agir, nos passamos, nós reagimos e sequer sabemos dar nomes, porque são coisas mais incontroláveis; são coisas que a gente ainda não sabe nomear, não sabe nem que está ali guardadinho, mas que aparecem vez ou outra no nosso dia-a-dia, nas nossas relações, nas nossas interações com o meio, e podem vir a prejudicar, né? Em geral, são daquilo que a gente pode vir a fazer conforme for se desenvolvendo, a ter vivências distintas para conseguir internalizar o processo. Eu, a psicologia enquanto ciência e enquanto campo profissional, ela vai estudar tudo aquilo que diz respeito à mente humana, desde os processos mais cognitivos e intelectuais até as coisas mais inconscientes. E a psicologia tem exatamente trazer para a forma consciente para que a gente aprenda a lidar com a situação, com… E aí… [Música] e o problema… [Música] angústia, o som, o desejo que é inalcançável naquele momento, enfim, com todas as relações. A psicologia tem como campo de estudo esses pressupostos de comportamento, processos mentais, aspectos conscientes e inconscientes da evolução humana. E o nosso comportamento, ele é todo moldado pela herança cultural. Então, esse comportamento que é estudado pela psicologia, ele é acarretado de crenças, valores e tradições, costumes dos grupos sociais, sejam aqueles que a gente vive ou sejam aqueles que são norteadores dos nossos antepassados: nossos pais, nossos avós, nossos bisavós; enfim, são questões aí que vão também impactar profundamente aquilo que a gente age, a resposta ao meio. E a psicologia também vai verificar…Olá, tudo aquilo que influencia o nosso comportamento: a hereditariedade, ou seja, aquilo que vem, né, dos ascendentes para os descendentes, dos filhos dos avós para netos e tudo mais; e a relação com o meio ambiente. E aí, o meio ambiente aqui é tanto o meio natural, de natureza mesmo, como o meio social. Um aqui nesse meio ambiente, você está pegando os dois escopos, né? Aquilo que é natural e aquilo que é do homem, o que é criado pelo homem. E toda essa troca entre hereditariedade e meio ambiente vão influenciar o nosso comportamento. Tudo aquilo que é genético tem um peso, mas tudo aquilo que é condição ambiente, ou seja, tudo aquilo que o ambiente em mim propicia, me oferta, me motiva ou me poda, impacta diretamente no meu comportamento e automaticamente na forma como eu vou me desenvolver, né?
Nossa experiência de mundo ela é extremamente subjetiva. Porque que ela é subjetiva? É porque, por mais que a gente esteja pensando em sala de aula, tá, 30 alunos recebendo a mesma informação, dentro de um mesmo padrão ali, seja ele verbal, visual e cinestésico; seja ele o mais livre para criar, ou seja ele o mais enraizadamente possível na técnica, cada um desses indivíduos, cada um desses alunos ali presentes vão ler essa experiência que está sendo passada de uma forma diferente do outro. Porque onde essa experiência, por mais neutra ela possa parecer, ela vai bater ali na muralha exatamente das crenças, dos valores, das tradições, dos costumes, das diretrizes que eu recebo na minha casa, da minha condição genética, né? E o meu nível de maturação intelectual, assim como também o meu nível de maturação motora para executar, por exemplo. Então, por isso que ela se tornará tão subjetiva. É porque ela é passada de uma forma neutra, como eu disse, é porque ela aparentemente é igual para todos, porém, todavia, entretanto, a forma como cada um recebe e processa: sensações auditivas, de comando visual, do reforço, tudo mais, é diferente, né? E é nessa diferença que vai se concretizar a subjetividade de cada indivíduo; a forma como cada um recebe, processa e executa o dever, o peso que cada um vai dar. Talvez os 30 consigam executar a atividade da mesma forma, hoje, de forma muito parecida; isso não quer dizer que, por exemplo, o peso afetivo que eles darão a essa experiência será o mesmo. E talvez numa proposta de queimada, por exemplo, todos consigam pegar a bola e jogar para o outro lado do campo, acertar o adversário, fazer a troca, independente da regra, livre; porém, alguns desses alunos vão ficar eufóricos, completamente felizes, alegres para participarem naquele jogo por terem conseguido ganhar ou por ter ajudado outro grupo. Em compensação, alguns desses alunos podem ficar frustradíssimos, né? Porque eles não conseguiram atingir o que, na cabeça dele, seria o ideal daquele jogo; ou eles podem ficar imensamente ofendidos, mesmo que eles não consigam dar nome a isso logo. Eu não consigo perceber essa angústia, essa frustração porque lembra que a psicologia também trabalha as coisas consciente e inconscientemente. Essa criança ainda está nesse processo de formação e a tendência dela é, sei lá, vai a… e sempre ficar até mais colaborativo, de não-agressão, porque há muita história e cultura de paz, por exemplo. Então, ao ver um jogar a bola no outro, isso na cabecinha dela é uma forma de agressão, então, inaceitável. Assim, imagina que tudo está sendo formado, liderado, que não necessariamente ela consegue extrapolar o pensamento e liberar a linguagem para se expressar, mas ela fica frustrada. Então, aquela simples brincadeira de queimada para ela é algo que a aflige, só que ela não vai perceber de imediato, e é algo que vai demorar um tempinho aí para ela conseguir verificar, entendeu? Porque ela precisa vivenciar aquela brincadeira. Eu entendo que cada uma dessas experiências é subjetiva porque tem um peso interno muito grande, né? Tem essa normativa interna, as nossas próprias regras, e só vão ficando claras para nós mesmos com o passar do tempo, conforme a gente vai crescendo e maturando a nossa capacidade de raciocínio e de compreensão das nossas sensações e percepções. E tudo isso aqui faz parte desse estudo em psicologia e vai contribuir para a área de educação, para a gente pegar esses campos, essas nuances já estudadas, e passar a olhar para esse processo de aprendizagem, quanto tudo isso daí impacta diretamente na aprendizagem do indivíduo, né? Então, é a psicologia enquanto ciência e enquanto campo de pesquisa na educação, principalmente, é exatamente colaborar para que a gente consiga olhar para esse desenvolvimento, esse crescimento, esse processo de aprendizagem de uma forma mais significativa, né? Não só para a gente compreender como é que ocorre cada mecanismo, a ir, mas o impacto que isso pode gerar na vida de cada criança que passa pela nossa sala durante o ano letivo.
E aí, a psicologia, a neurociência e outros tantos campos já entendem a aprendizagem como um maravilhoso e complexo processo ativado sempre no nosso cérebro a partir dos estímulos que recebemos. Pois é, essa interconexão, né, da minha condição encefálica com o estímulo que eu recebo do meio, e vou ir para o XXI, a se assinar, né, as ligações entre um neurônio e o outro ali, os encaixes perfeitos para formar circuitos da aprendizagem, para que depois a gente consiga como reativar o circuito e utilizar aquilo que eu aprendi numa nova versão, numa nova tarefa, novo momento, cada vez mais e por maior tempo e qualidade de estilo. Esse circuito traçado, ensinado, se ele também se torna mais…entende? A bainha de mielina ali, ela vai se fortalecendo; o próprio axônio, o próprio corpo do neurônio, ele vai se fortalecendo para afirmar esse caminho. A repetição… a repetição não representa que a gente vai jogar a tabuada, por exemplo, né, para decorar, mas a repetição da prática, né, a repetição da possibilidade de vivenciar aquele movimento, aquele ato, aquela atividade vai me dando um fortalecimento dessa rede neural, né? Ou seja, vai fortalecendo esse processo que é complexo para que eu consiga aprender. A cada estímulo que a gente recebe, a cada repetição desse comportamento, a cada…a recompensa que eu recebo…e daí a recompensa não necessariamente é um prêmio, não é? Mas é a recompensa interna, a que a gente está falando de recompensa interna, dessas… a satisfação da necessidade de conseguir, de perceber que eu dei conta, eu fui capaz. Então, a cada recompensa dessa, eu entendo que esse comportamento ele é bom, ele é bacana e legal, e que eu posso mantê-lo. Então, eu reativo esse circuito que está traçado, assinado, e eu vou consolidando essas informações que eu recebi. Esse processo de assimilação e coração ele vai ser enriquecendo e me permitindo estar cada vez mais em equilíbrio para executar determinada tarefa. Todo o processo de aprendizagem ele vai ser efetuado, então, por essa criação de nova memória e automaticamente também pela… e são… e transformação dessa rede neural que já foi estabelecida e que está aguardando ali os conteúdos que eu já vivenciei e vai modificá-los ou…[Música]…me dá força a eles para que eu prossiga e continue a utilizar de acordo com as novas vivências que eu recebo, as novas possibilidades. É nesse processo todo, então, tanto as informações organizadas em formato de conteúdo e mulher, como a própria apropriação de metodologia ou do recurso que eu recebo para que essa formação, esse processo da rede neural se amplie, gerando novas memórias de longo prazo, memórias cristalizadas, consolidadas ali. Para que ocorra a aprendizagem, o que que acontece nesse processo? Então, cada período do nosso desenvolvimento, ele é marcado tanto pelas mudanças físicas externas que a gente vê, quanto pelas mudanças físicas do nosso cérebro através das aquisições bioquímicas e culturais. Bioquímicas, por quê? Porque é um rearranjo químico, né? É a síntese da proteína, é a quebra de moléculas e a liberação do elemento correto que vai propiciar, né, o alimento adequado para que esse neurônio esteja fortalecido aqui, é esse nosso corpo caloso, para aqui o nosso…como fica esse motor, gang, força, potência, né? Biologicamente, anatomicamente falando, é…mas não é só a questão química e elétrica do cérebro que vai propiciar essa mudança; as investidas culturais, as informações que eu recebo, a possibilidade de explorar e expressar no meio, as trocas, aí, as inter-relações, né? Ou seja, as relações para com o…daquela cultura, daquele meio no qual está inserido, também se configuram as possibilidades de alteração física. Porque? Porque toda essa vivência, toda essa relação, toda essa troca com essa base, toda essa possibilidade também vai desencadear um processo físico-químico no meu cérebro, né? Marcando aquele período específico. Então, marcando a primeira infância, bacana; a segunda infância, marcando a adolescência e o início da vida adulta, a vida adulta e a terceira idade. Aí, cada uma dessas fases vai ser marcada por essa reconfiguração, né? Essa…quando a gente nasce, a gente já nasce com praticamente toda a nossa estrutura encefálica pronta. E aí, não é que não… né? Não surge nada do nada, não tem como disso, as fotos, a qualidade para tudo sempre, o cérebro ainda tem as suas nebulosas a serem estudadas; porém, e é isso, a gente nasce com toda a nossa potência já estruturada. Então, esse escopo, nesse primeiro corpo, desse cérebro, ele vai se alterando, se modificando com as vivências, com as reações, com os estímulos, com a alimentação adequada e tudo mais, né? É o próprio neurônio não especializado, se especializa para responder a determinar o estímulo. E assim a gente passa a vida ganhando cada vez mais a potência de reconfiguração ou de fortalecimento dos mecanismos e caminhos do nosso encéfalo para que a gente consiga dar as respostas externas mais adequadas possíveis de acordo com o nosso corpo, a nossa vivência, a nossa condição. O Vigotsky, um dos maiores representantes da nossa psicologia histórico-cultural, já afirmava que o sujeito ele se constitui principalmente através da sua relação com os outros e automaticamente por meio das atividades, das características definitivamente humanas, né? Porque existem características animais que nós carregamos, principalmente nos primeiros anos. A teoria darwinista fala disso. O próprio Vitor da Fonseca, que é um dos renomes da psicomotricidade, faz exatamente essas análises entre a ontogênese e filogênese, a retro gênese, né? E esse engatinhar e se viver no meio aquoso ali durante a gestação, é o princípio do girino, o antropomorfismo, ele vai fazer todas essas análises do quanto a gente sai de festinha nadando, passa a ser um pequeno réptil, depois um mamífero, até chegar nesse processo de homem. Quanto é feito essa comparação, meu bem, não quer dizer que a gente, né, se transforma de sapo a humano, não é isso, mas é a característica do próprio movimento, essa evolução do movimento no corpo, né? Pensando que eles também vão trabalhar ou uma… a teoria do cérebro trino, né? Ou seja, com três em um, onde nós temos a primeira base do nosso cérebro que é reptiliano, ou seja, encontrado em todos os répteis e aves; e depois o…o cérebro mamífero, totalmente presente nos mamíferos juntamente com o cérebro reptiliano; e o nosso neocórtex, essa parte só o humano tem, que é onde se dá todo processamento mais complexo, sistematizado, estruturado, de expressividade, raciocínio e potência para criação. De acordo com nós humanos, somente nós humanos produzimos coisas e não as da natureza: os prédios, os carros e tudo mais. Então, o Vitor da Fonseca também vai fazer essa inferência desse processo evolutivo, e nós só temos características humanas porque convivemos com humanos, já que nós poderíamos ter características de qualquer outra espécie.
E aí, caraca, a característica de aparelho, tá bom? É característica do comportamento, da resposta, da condição. Porque…e aí a gente pega lá o exemplo do Victor, já falam…ou da “Amada, as meninas lobo”, ou do próprio desenho do Mogli, para quem não está familiarizado com os outros nomes. É um exemplo disso também, e é um menino que vive entre animais e tem comportamento de animais; ele não tem um comportamento tipicamente humano porque ele não desenvolveu as habilidades e características humanas, já que ele não teve exemplo. E nós aprendemos principalmente pelo exemplo, né? Eu aprendo a beber água porque eu vejo outro bebendo água, porque…óbvio, às vezes está presente no meu corpo, porém, todavia, entretanto, eu recebo o líquido para me hidratar através do seio materno, através da mamadeira, da xuquinha, da seringa, do que for. Bom, então, beber a água, né, eu pegar o copo, eu aprendi, por exemplo, porque eu vejo os outros fazerem. Uma característica humana. Eu não vou lá passar a língua no riacho igual alguns animais fazem na natureza ou os cães e gatos ali nos potinhos, pratinhos na casa, entende? Não é nesse sentido, né? Esse desenvolvimento de característica humana, pensando nesse desenvolvimento interno, né? Essa maturação, a condição afetiva e cognitiva do ano…e quando a criança lá começa a falar, ela já tem uma série de aquisições de redes neurais; ela tem uma potência ali do circuito já estabelecida que permitiu que ela se manifestasse oralmente. Da mesma forma, conforme o desenvolvimento se dá, conforme as vivências, as potências vão se desencadeando, o passo para a criança ter aprendido a falar ou se expressar. Porque daí tem um outro detalhe: não necessariamente somente a fala, a verbalização, propicia caminhos de aprendizagem. A gente já entendeu que o surdo não fala, porém ele se comunica em libras; não fala, que eu digo, não fala verbalmente, tá bom? Porque ele fala aqui, ó, em libras, e ele ouve através do seu… E aí é uma criança com autismo, uma criança com deficiência intelectual, uma criança surdocega, ela vai se comunicar, no caso da surdocega, através da libras, do tato ou do…né? Que é essa técnica de levar a mão até o queixo, o pescoço da pessoa que fala para compreender o processo de vibração e entender que a pessoa está falando para dar a resposta. E para libertar…Teo…o que é internet, faz na mão, uso do cego, e os observo responder na mão ou verbalmente, se ele consegue falar. Seja…tem as…ali, no caso das crianças com deficiência intelectual, deficiência múltipla, autismo e outras síndromes, a gente pode utilizar da comunicação alternativa, né? Do PECS, do ARASS e outros sistemas que permitem que, através de figuras, imagens e símbolos, signos, a criança estrutura o seu pensamento porque ela adquire a linguagem. Agora eu tô falando aqui da fala que vem do recorte de texto. Ah, mas essa fala não é só fala de Malta, não. Ela é fala expressiva e receptiva, compreende? Não assim. Então, toda vez que a criança atinge o ápice, né, de circuito que a permitam falar e ouvir, e aí, nesse sentido, se expressarem, receber a informação, seja ela de forma verbal e auditiva ou não, essa criança também já tem potência para caminhar para o escrever e para o ler, por quê? Porque ela já está vinculando a linguagem aos signos ou símbolos; letras nada mais são do que signos e símbolos. Nesse contexto, ele vai se desenvolver; não é porque a criança poderá falar com dois anos que ela vai sair escrevendo, não é isso? É que ao trilhar esse caminho, automaticamente ela também já está desenvolvendo as redes, o fantasma, fortalecendo a área de Wernicke, a área de Broca, os circuitos estabelecidos por meio da comunicação alternativa, da libras e tudo mais, para que futuramente esses caminhos, esses percursos trilhados possibilitem o ato de ler e escrever, né? De perceber a linguagem escrita da humanidade. Durante o processo de brincar, durante o processo lúdico, as crianças também vão mobilizando áreas necessárias para a aquisição dos conhecimentos formais, né? É a brincadeira, principalmente a brincadeira de imitação, o faz-de-conta, a atualização da verdadeira…da boneca, o carrinho que vira um robô que sobe a montanha, que desce, que leva a carga, que volta, que resgata…tudo isso me dá conceito, tudo isso me dá a possibilidade de explorar o meio, tudo isso fortalece as minhas redes neurais para que futuramente eu consiga aprender questões mais… por mais conhecimentos, mais dentro de uma instituição chamada escola ou de uma instituição ONG, por exemplo, que faz esse papel de escola por vezes. E as redes neurais, elas são formadas no córtex motor quando a criança realiza brincadeiras com os movimentos repetitivos, desenvolvendo aí a perícia desses movimentos que são utilizados posteriormente para a leitura e para a escrita. Por que que a gente tá falando bastante da questão da leitura? Isso porque pense em como a gente lê e escreve. Esse processo de registro está vinculado diretamente à coordenação motora fina. Dentro da psicomotricidade, apraxia. Porque praxia e não coordenação…coordenação é o ato de ter movimentos coordenados; praxia, o ato de ter movimentos coordenados, porém, todavia, entretanto, também ter o processo cognitivo, o processo intelectual de dosar, por exemplo, a força que eu utilizo para escrita, porque o ideal é que eu gaste menos força e execute da melhor forma possível o movimento. Então, isso é uma práxis. Ia conhecer para além do movimento, é conhecer a própria finalidade do meu corpo com o movimento, a minha reação a…
Minha relação a minha possibilidade de executar aquilo ou não, da melhor forma possível, e tem. Então, essa é a diferença: apraxia é um ato motor e cognitivo; a coordenação motora era um ato de coordenar, nem para os músculos, as estruturas do corpo para realizar um ato motor. Não necessariamente precisa ficar refletindo sobre. Quando eu falo de praxia, eu já tô nesse nível de integrar a coordenação e o processo cognitivo de pensar, não só na técnica e no comando que me foi dado, né, mas de pensar no quanto meu corpo já pode executar aquilo, é possível, o quanto eu preciso ajustar para executar. E aí a gente traz esse processo do escrever, porque é isso: esse registro ele já tá lá na última potência, né? Eu preciso pensar para registrar, eu preciso refletir para registrar; ele já faz parte das funções mentais superiores descritas lá probiótico. Não é só mais a reprodução; o reprodutor é bom copista. O bom copista não necessariamente apreendeu; ele reproduz, coisas diferentes, não pensar nisso nesse processo de escrita; pensar no ato da criança dentro do seu processo de aquisição dos conhecimentos formais; pensar que vocês estão numa formação, né, e psicomotricidade a institucional, onde o grande campo de atuação ou são as instituições é um processo de aprendizagem ou a própria escola. Então, por isso que está mais focado para essas particularidades da instituição escola, tá bom? As brincadeiras com parlendas, com adivinhas antigas, jogos, vão [Música] e a criação de e cruzadinhas, aquele estudou os aqueles mapas mentais, tudo isso auxilia a criança a se apropriar do sistema escrito de registro ou do sistema pictográfico para registro. Brincadeiras infantis também auxiliam muito no processo de atenção; e para que eu aprenda, eu preciso ter atenção, o meu freio inibitório, preparar o meu corpo no momento adequado e me permitir os ajustes posturais necessários para que eu ative meu cerebelo e mande informações para o meu córtex motor, meu córtex sensorial, para que todo meu organismo esteja em atenção àquela informação que eu vou receber, é muito importante. Então a brincadeira, ela vai contribuir exatamente porque ela não tem esse peso formal; ela permite a criança explorar várias possibilidades e internalizando regras, conceitos, conteúdos aos pouquinhos, de forma mais do zadinha, para que futuramente essa criança seja cobrada daquele início e aí começa a compreender o porquê: agora é hora de falar, porque agora é a hora de tentar, Natal conhecido, a postura de estudante. Por que que ela tem que relaxar o pé dela, a respirar e acalmar esse sistema para que a atenção esteja voltada ao processo de aprendizagem? O desenho por si só é um período aí que antecede bastante período de amamentação e que se propaga ao longo dele também, já faz parte desse processo de registro. Como eu disse, não necessariamente a criança vai escrever as letras, mas ela pode escrever seus relatos por meio dos pictogramas, né, as figuras, as imagens; pode registrar as vivências, aquilo que ela aprendeu em mapas mentais; ela pode registrar através de em quadrinhos, desenhos e pequenas histórias sem o elemento da escrita; e ela pode contar, por exemplo, com o apoio de um escriba para mim descrever aquilo que ela registrou por programas e bom. Então esse processo de aquisição do conhecimento formal, ele vai passar principalmente essa relação de: a criança vai estabelecendo com as informações, com as vivências, com as potências que vão sendo ofertadas nos primeiros anos de vida. A apropriação, ela se apoia ainda no desenvolvimento cultural da criança e também vai depender desse processo químico e biológico cerebral. O cérebro, aqui por quaisquer razões que seja, tenha um dano à sua estrutura, na sua reação, na sua resposta neuroclínica, né, ou eletroquímica, ele provavelmente vai ter um prejuízo ao ter de acessar determinados circuitos. E aí nos cabe perceber, obviamente, a gente não vai conseguir perceber essa questão mais eletroquímica, não dá para ver acontecendo agora, mas a gente consegue perceber a resposta externa. Então, se eu percebo que ao dar determinado estímulo, como uma informação, a solicitação para o meu aluno, ele não me dá a resposta esperada, pretendida ali, isso quer dizer que a informação que eu acertei não foi suficiente para chegar até ele com qualidade. Então o que vai acontecer é que eu vou pensar em recursos, em outras opções mais concretas ou mais figurativas ou enfim, e fornecer a esse indivíduo a carga de informações adequada para que ele participe e ative o circuito dele, entrar na mente, né, eletroquímico, neuroquímico, químico, biológico, ainda o cérebro deles e paz, e aprender, passa a ter essa aquisição, apropriação deste conhecimento; aprendizagem era uma modificação biológica entre a comunicação dos neurônios, entre as seis, ela forma essa rede de interligações e podem vir a ser invocadas ou não, retomadas ou não, com relativa facilidade e rapidez durante as vivências duras. Toda essa evocação está sujeita à condição que ela recebeu a informação, o como ela processou a informação e, mais uma vez, a condição anatômica e o funcionamento neuroquímico e eletroquímico do encéfalo dessa criança, do cérebro dela. Nas crianças com paralisia cerebral, com deficiência intelectual, com distúrbios neurológicos, crianças neurotípicas e neuro atípicas, eu penso em suas divergências durante o processo de aprendizagem. Por que que eu falei das neurotípicas? Porque não necessariamente o que é uma criança é tida como normal, essa é a palavra que ele tende a usar, mas não é normal, neurotípicas, Jardim, desenvolvimento típico dentro de um padrão estabelecido pela ciência. Bom, então essa criança, mesmo não tendo nenhuma condição que o que fuja, né, a esse processo típico, não necessariamente ela vai ter a melhor resposta dentro daquilo que tá sendo afetado. Por que? Não necessariamente o tempo dela é aquele; talvez ela precisa de um pouco mais de tempo, ou dessa oferta foi dada mas no momento diferente, em outro período e em outro processo ou de outra forma. É um preço que eu digo que não necessariamente só as crianças que têm uma deficiência, um transtorno ou alguma condição que fuja do desenvolvimento típico são prejudicadas ao receberem informações padrões; às vezes crianças sem nenhuma deficiência, sem nenhum transtorno, sem nenhuma alteração do processamento sensorial ou neurológica ali também se prejudicam, deixam de se beneficiar ao receberem informações mais quadradinhas, mais fechadinhas, amigos. E aí cabe a nosso olhar para todo esse processo, pensar no como isso pode ser estimulado, desenvolvido, o que que pode ser ofertar. E aí mudar a nossa didática e a nossa técnica, mudar a a nossa forma de ensinagem para que de fato ocorra esse processo de aprender e para que haja todo esse processo de aprendizagem, né, aquisição de conhecimento formal, nós precisamos também pensar nessa Educação de sentidos. E aí o tanto a forma e como eu percebo, é né, como e dar condições mesmo que meu corpo e explore todas as formas possíveis, porque isso também vai alterar a percepção, né, que é o processamento da informação recebida. Eu aquilo que eu recebo visualmente, será que eu tô explorando da melhor forma possível? Será que eu tô tô conseguindo observar o todo na mesma forma mais que estática? Será que eu tô visualizando sua figura sol? Eu consigo perceber se tudo para explorar ele da melhor forma possível e dar as melhores respostas possíveis. Auditivamente, né? Será que eu tô captando a melhor informação ou tem ruídos que atrapalham? Enfim, eh, e os outros sentidos também: tato, olfato, paladar, própria recepção. Eu assim, educar esses sentidos, permitir que esse desenvolvimento perceptivo seja de faca condição base, né, para que o desenvolva a memória, porque eu tenho memória, eu, humano, né, não é o Gabriele humano, isso diz respeito as fotos, vocês, a todos os nossos alunos, é um ou será que eu tenho de fato estabelecido esse padrão que receber a sensação e processar minhas memórias, né? Porque eu que tava dizendo: eu tenho memória olfativa, eu tenho a memória gustativa, eu tenho memórias auditivas, memórias visuais, eu tenho memórias táteis e cinestésicas, eu tenho as memórias, as memórias de própria exceção, por exemplo, ao ser assaltada, meu sentido ativado é o da própria decepção, porque eu percebo que tá chegando algo, né, alguém está até mim, não necessariamente é uma informação auditiva ou é visual, por vezes é a questão do instinto de proteção mesmo, de sobrevivência que se dá essa relação do meu corpo com espaço na na na, eu e me informa que eu estou em risco. Assim como isso acontece na vida dos demais animais: a casa, ela percebe o seu predador; a gazela percebe o leão se aproximando na Savana; entendi? O rato percebe a cobra chegando perto, enfim, essa relação desse instinto de sobrevivência, apesar de sermos evoluídos intelectualmente, de acordo com nós mesmos, e de termos sim perdido boa parte, né, desse domínio dos sentidos de base: tato, olfato, paladar, percepção, nós ainda estamos em, às vezes a gente consegue usar a nossa assim. Durante um assalto, eu tenho essa memória, né, própria executiva de invasão do meu corpo, né, algo e coloque essa memória ficar me registrado, não é à toa que pudesse a gente está caminhando e depois dessa situação e nosso corpo percebe que alguém se aproximando e a gente já entra em alerta e não necessariamente vai ser um novo assalto, às vezes uma pessoa que está acelerando passa para passar por nós, que eu tava precisa, né, chegar mais rápido, chegar à frente, Tomás, as nosso corpo entra em alerta porque ele tem essa memória registrada da última vivência negativa. Ah, ah, ah [Música] e o dores, né, nos alimentos são registrados até mesmo por uma questão também de sobrevivência, nosso encéfalo. Então a gente percebe o cheiro das comidas e automaticamente nosso cérebro faz que diz: isso é risco, isso é risco, risco, risco, e faz a gente é torcer a cara e não comer, não consumir aqui, ó. É, mas também ao passar uma rua aí, eu tava com a cara no celular digitando, respondendo só a coordenadora, o marido ou a mulher, o filho, a mãe, de repente para, que você identifica um cheiro, o kit resgate da memória pode ser um cheiro que te lembra da sopa da sua avó, do bolinho de chuva que você comia na infância enquanto você corria na rua com seus amigos, enfim, você tem essa memória olfativa. Então esse desenvolvimento perceptivo, né, quanto mais qualitativo ele for, melhor para a formação das nossas memórias; e tudo isso perpassa a educação dos sentidos, porque eu preciso aprender a diferenciar aquilo que a imagem, aquilo pensou, aquilo que a espera, aquilo que é gosto, aquilo que é pressão, sensação térmica, aquilo que é euforia no meu corpo de percepção ou próprio meio da sensação de medo, de retração, tudo isso é educação de sentido. A partir do momento que eu educo esse sentido, eles vão se combinarem, interagir, efetivando essas poses e para que meu comportamento seja de fato mais coerente possível, né, com o ambiente no qual eu vivo e que se torna essencial à espécie, no nosso caso espécie humana. Esses sentidos, eles vão se inter-relacionando, eles vão propiciando novas experiências aos órgãos sensoriais internas, né? Então lá no lobo temporal, as questões ativadas através da minha audição; no lobo occipital, as questões ativadas através das imagens que eu recebo do córtex visual, né; o córtex motor aí sendo ativado a cada sensação que eu tenho na pele, a cada movimento que eu realizo para me esquivar, para me proteger pela própria concepção recebida pela informação proprioceptiva recebida ou o panda é uma spandoo para aproveitar o momento por ter me senti se liga durante aquele processo. Essa integração dos sistemas, né, os órgãos de sentido também favorecem a criação de memórias cristalizadas que serão cristalizar, e tudo isso se torna a base do nosso processo de aprendizagem, a esse processo de percepção, esse processo de possibilidade de realizar, né, e as vivências, as experiências ali também favorecem a percepção cerebral, vão fortalecendo as nossas redes para que a gente se desenvolva da melhor para nossos filhos. E pensando nessas bases biológicas tão necessárias para o processo de aprendizagem, é tanta que a logia como a neurociência em outros ramos, para algumas informações intrínsecas para que a gente compreenda dentro da educação como se dá todo esse processo sem necessário, sem necessariamente ter que ir lá estudar a neuroanatomia funcional, a a neuroquímica e farmacologia ou qualquer outra área científica que explique o funcionamento das nossas estruturas cerebrais. Então a psicologia e a neurociência e mesmo as outras áreas mencionadas, elas vão elucidando algumas informações que são pertinentes de fato ao processo de aprendizagem que a gente observa no nosso ramo, na nossa profissão, né? Então a primeira delas é a entender da questão de evolução: sim, nosso cérebro, ele é capaz de aprender sempre, independente da condição, há de se ter ou não uma deficiência, de se ter ou não um transtorno, de ter ou não uma doença mental, ter ou não qualquer dano neurológico que possa prejudicar o circuito inicial. Bom, então por questões de evolução, o nosso cérebro, ele vai escolhendo e se adaptando aos processos, né? Ele vai reformulando regiões neurológicas, as redes neurais aí ou circuitos assinados, os axônios dos neurônios, o a bainha de mielina e todos mais dos alimentos são áreas para que a gente de fato utilize aquilo que de melhor há no nosso encéfalo e assim aprenda. Todo mundo aprende, todo mundo é capaz, para ninguém não necessariamente a gente vá aprender da mesma forma, com a mesma condição, no mesmo tempo e as mesmas ferramentas, mas sim todos nós aprendemos, né? E tem um outro detalhe: não necessariamente vamos aprender as mesmas coisas, até porque as nossas afinidades, a nossa onde lugar, tinha inteligência múltipla AD a cada um na aos princípios de aprendizagem também é diferente. Isso não quer dizer que a gente não aprende, atravessa essa evolução do sistema, processo de adaptação; afinal de contas, quanto melhor nossa capacidade de adaptar-se ao meio, a informação, ao estimula o processo, também melhora a nossa condição de aprender. E aí por meio dessa evolução do sistema, a gente consegue desenvolver essa aprendizagem e é socialmente compartilhada, que pode ou não ser sofisticada e que deve ser eficiente e funcional para nossa vida diária. O sistema nervoso central, ele tem um processo riquíssimo, né, de utilizado seus circuitos da melhor forma possível nesse processo de adaptação, que é o que a gente chama de plasticidade, que essa característica do cérebro que permite que ele responda às mudanças ambientais internas ou externas do organismo, assim como associar essa sua capacidade de resposta à condição fisiológica do nosso organismo, né? Ou seja, a nossa natureza de condução do estímulo ao sistema nervoso central e automaticamente um favorecimento da resposta que pode ver a cerca e tá pegando nessa condição automaticamente e a gente estabelece o processo de estímulo-resposta, porque a gente consegue modificar é aquilo que não ocorreria de sinal para que existe esse mecanismo que está ali A e em ausência ou em fragmento, né, mas que graças à plasticidade a gente conseguiu percorrer um outro processo de adaptação, uma outra rede neural. E aí se modificar, acomodar a informação, né, e estabelecer o processo de resposta. É uma coisa muito importante para a gente pensar. E aí a gente começa a fragmentar aqui algumas questões para a gente entender, lembrando que nos fragmentos para entender, mas todas elas estão acontecendo em conjunto no nosso organismo. E e a gente falou da contribuição da Psicologia, a gente falou do como esse corpo vai aprender e agora a gente vai entender um pouquinho das dimensões desse corpo para que esta aprendizagem ocorra. Primeira coisa sempre é esse desenvolvimento motor, porque porque se eu não desenvolvo meu ato de movimento, é a minha condição de morrer mesmo do movimento esteja única e exclusivamente relacionados, por exemplo, ao meu olho; eu só movimento o olho porque eu tenho um dano neurológico que a limita toda a movimentação do restante do meu corpo; ainda assim, ao movimento e a com base nesse movimento que eu tento, pode ser do olho, pode ser um dedo só, seu nariz, pode ser a língua para fora, pode ser uma trilha de orelha. Aí sim, o movimento para o corpo a permitindo através de G1 como é que eu vou observar e verificar quais são os estímulos que eu posso ou não dar aquele indivíduo para que ele aprenda, né, para que ele passe por esse processo de aprendizagem no geral. E aí pensando no desenvolvimento neurotípico, tá, que são as explicações da maior parte dos teus olhos para que a gente vai vir e o desenvolvimento motor, ele é essa contínua alteração do comportamento ao longo de cada ciclo da nossa vida, realizada pela interação entre a necessidade de tarefa, a biologia do indivíduo e a condição do ambiente. O processo de aprendizado, ele é sempre interno e vai produzindo alteração consistente tanto no comportamento individual quanto na interação com a experiência, com a informação e com o processo de Educação, de treinamento de sistemas biológicos. Quando a gente tem o envolvimento de ambos, né, do desenvolvimento motor do aprendizado, nós temos o aprendizado motor, que corresponde a esse aspecto de movimento mais coeso, mas a mais harmônico, e vai desempenhando um papel principal nas ações para que a gente signifique as alterações relativas a toda a vivência que a gente recebe ou e a partir de um ato motor, eu também altero a minha condição cognitiva e afetiva. E aí tenho condições de comentar, condições de agregar nas minhas memórias e automaticamente aprender, teve o resto motor, ou seja, um questões mais cognitivas, mais internalizadas das minhas experiências passadas e no geral, um desenvolvimento humano e sempre vai precisar da perspectiva anatômica, obviamente, né, a partir da integridade dos meus sistemas e da inter-relação de sistema por meio da qualidade e é ofertada não só interna mas também de ambiente externo. Todo esse desenvolvimento, ele precisa ser funcional, ou seja, ele fica ter função na vida humana e ele passe sempre da interação, não tem jeito; e essa interação, ela se dá pela integridade do sistema e a oferta do ambiente; e esse desenvolvimento, ele tem duas partes, né? A intrapessoal, que a minha condição de me adaptar, de aprender, de compreender internamente e a faz extrapessoal ou inter-relacional, que é quando aquela minha aprendizagem e adaptação no processo interno respalda na é visível, é possível dentro do meu ciclo de familiares, amigos, colegas, trabalho, igreja, conhecidos, desconhecidos, no transporte público, no mercado, de samba, rock, no palco, enfim, nos ambientes sociais ainda, tá bom? Então o desenvolvimento humano, ele é marcado por tudo isso: por características anatômicas, funcionais, pela integridade dos meus sistemas, pela interação das vivências e pela qualidade do ambiente em o terno me propiciam para que eu me adapto internamente e responda externamente da melhor forma possível. E e o desenvolvimento humano, ele sempre vai partir das dimensões da minha cognição, que tudo aquilo que tem um processo complexo de raciocínio, de compreensão, é o que me permite emitir meus pensamentos, me permite comunicar e permite receber a informação e permite refletir; os aspectos afetivos, a tudo aquilo que eu sinto, né? Afeto não é só positivo; afeto tudo aquilo que me afeta, é tudo aquilo que alteram o diálogo tônico, né, que me coloca em reação, é o que me coloque em aconchego e me faz relaxar, tem uma festa nesse sentido daquilo que me afeta; e também é o modo subjetivo como eu sinto e vejo, percebo o mundo. O meu desenvolvimento motor é tudo aquilo aqui é ligado ao crescimento orgânico, né, muscular, ósseo, maturacional, químico; são as possibilidades de me movimentar, de executar, de a receber o artes respirando e de dar um duplo Twist carpado, tudo isso que passa movimento humano mesmo e automaticamente a dimensão social que vai pegar tudo aquilo que é natural e socialmente construído pelo homem, ou seja, o social aqui, essa dimensão social, ela pega tudo aquilo que é natural mesmo, fauna, flora, né, a relação com os elementos da natureza em questão de alimentação, de cuidados, mas também tudo aquilo que é histórica e culturalmente construída pelo homem: a religião, as explicações, os conceitos, os contextos, a política, a a civilização, como pode, né, a sociedade estrutural, então prédios, casas, objetos, o uso, transporte, tudo é construído mesmo, é um esocial; ele vai poder passar tudo que é natural e que é historicamente construído pelo homem, essa relação que também está dentro da observação quando se diz respeito ao desenvolvimento humano. E aí, oi, e aí nós temos algumas questões base para que esse desenvolvimento nas suas amplas dimensões ocorra. O primeiro dele é a emoção; a emoção, ela tem essa função adaptativa para que a gente sobreviva, altamente; ela faz parte do sistema nervoso central através do sistema límbico, que está partidinha do cérebro onde se originam as reações eletroquímicas que nós chamamos de emoções, tão amor, o ódio, a raiva, o desejo, atualizam reações químicas, né? Não só sensações, são reações químicas mesmo do organismo, e isso vai participando dos processos de aprendizagem do ser humano e tem um impacto muito grande. E nós aprendemos sim em ambientes controlados, aconchegantes e carinhosos, podemos também aprendemos também durante os processos de raiva, durante os processos de caos; e o oposto também é verdadeiro: nós deixamos de aprender em ambientes extremamente acolhedores e aconchegantes porque a gente não vê necessidade de se adaptar, já que está tudo bem, tudo bom, tudo lindo e maravilhoso; e deixamos de aprender em ambientes de cauê, de caos, estresse e a raiva, né, desespero, porque esse processo também libera a química do cortisol no organismo, que é completamente nocivo à nossa aprendizagem. Fazenda a gente aprende em ambos, com emoções positivas e negativas, e também deixa de aprender em ambos os casos. Então tudo precisa de muita o ar se move, tudo precisa de muito equilíbrio para que ocorra da melhor forma possível. Nós só aprendemos com a formação de novas memórias e através da nova memória é o arquivo, novo circuito neurológico, nova rede neural, e assim módulo através da sensação, da percepção e da emoção gerada e o nível e grau de importância daquela memória para o meu processo tudo. Então toda ação de ensino deve-se considerar a emoção muro de vidro durante o processo de aprendizagem, e já ela positiva ou negativa, atenção obviamente, né, a um processo específico.
Da nossa concentração num determinado estímulo, que seja externo ou interno nosso, a cor é a base do processo de aprendizagem e tem atenção aquilo que está sendo apresentado, vivenciado, explorado. Nós não aprendemos até porque nós não queremos memória, né? A atenção sim é educada, né? Nós temos a educação; nós temos as atenções primordiais de sobrevivência. Então, atenção olfativa: launcher ruim da comida, mesmo que eu não saiba dar nome ainda, aquilo meu próprio corpo ele rejeita a tensão através da própria concepção que vai me manter ativa em estado de alerta, né, em busca da minha sobrevivência. Mas atenção para a aprendizagem nesse sentido estruturado, sistematicamente, culturalmente organizado pelo homem, ela é educada; o, a concentração. Nós aprendemos a ter ao longo da vida, de acordo com as nossas vivências e as, o óleo de longa duração, as nossas memórias cristalizadas, elas dependem desse processo de atenção e retomada ao processo; ou seja, da atenção que eu tive e depois de um determinado período, né, conseguir retomar esse processo e despender ali nova atenção a ele, novo foco, nova concentração naquele processo para que o cristalize essa memória e gere aprendizagem a longo prazo e a memória.
Ensina o Islã esquerdo, ele vai trazer a fala de um grande autor, e a memória: tudo aquilo que a gente lembra, mas também aquilo que a gente esquece, porque obviamente memória é tudo aquilo que a gente vai lembrar, velho, buscar, mas pensando nas questões inconscientes, tem muitas coisas ali que nós esquecemos, mas estão ali marcando a nossa vida, estão ali estruturando o que somos e o que viremos a ser, né, ecologicamente falando, aí, então sim, nós somos batendo que a gente leva, mas também tudo aquilo que a gente esquece. Ou seja, eu tava processo inconsciente, porém, todavia, entretanto, não deixou de existir, né? Em algum momento explode; em algum momento pode ser resgatado; em algum momento pode vir a fazer parte do meu consciente. Sem a repetição e memorização, a gente não traça um período processo de aprendizagem, porque essa informação recebida lá se perde através do tempo e da falta de motivação. O período, a qualidade, a quantidade de repetição do processo da vivência também vai impactar a emoção, e a emoção impacta diretamente na construção da memória. O quanto mais emoção eu tenho, maior. E aí, gente, mais uma vez essa emoção, ela pode ser negativa ou positiva, e ela pode sim lesar o processo de criação da memória ou contribuir para. Então, quanto mais emoção eu tenho, maior a chance de cristalizar uma memória, porque depois eu resgato através de um cheiro, um som, um gosto, uma imagem, uma sensação tátil ou térmica na pele. E aí, e o cérebro, ele só passa por toda e essa experiência de vida, né, das emoções, das sensações, da construção de memória, do resgate dessa memória, porque ele é mole, não social, ele é lateral anatômico, a gente já nasce com ele, né, gente; modo, ele que nem massinha, mas ele é social no sentido de que é através dessas habilidades sociais, dessa relação, dessa inter-relação com o meio, com os outros, com os objetos que nós aprendemos a falar, por exemplo, a identificar conselhos, anúncio, comunicar através de pecs, de pictogramas, de figuras, de imagens, de objetos concretos acontecer. Então, ele é social nesse sentido, porque ele vai-se modelando e remodelando de acordo com a nossa interação, e esse é um campo, lembra lá no início, e é totalmente ligado, não exclusivamente, mas totalmente ligado à psicologia, porque a psicologia vai olhar exatamente para esse comportamento, essa relação, essa disposição de troca para o processo de aprendizagem e depois vai fazer tranças informações para a área da Educação, não só para a primeira, mas também como contribuição para a área educacional para que a gente tenha um novo olhar para esse processo de aprendizagem do indivíduo humano, e a neurociência também contribuir com a educação e com a psicologia, trazendo os períodos de convergência do nosso sistema nervoso central, é que a gente inteira e essa estrutura, né, cérebro, cerebelo, medula espinhal, os neurônios, axônios, as químicas e tudo mais tem um impacto gigantesco também durante o processo de aprendizagem; tem impacto também sobre o processo de a aquisição de comportamentos adequados ou inadequados, socialmente falando.
E aí, a neurociência e a Neurologia na área médica ali que vai trazer para gente as explicações voltadas à questão da neuroplasticidade; neuroplasticidade geral, e vai nos informar independente da lesão, e o cérebro ainda tem capacidade de aprender, e que independente da lesão, essa lesão também se torna passageira, porque ela vai ser reformulada, ela assim, né, não alisa o caminho, circuito, a estrutura vai ser remodelado, né, ela vai ser ali a modificada a ponto de voltar a funcionar, a ter funcionalidade para dar o melhor feedback neuromotor, ou seja, de resposta externa para o indivíduo durante seu processo de aprendizagem. E para que a gente aprenda, além da emoção, da memória, do comportamento, da tensão, da relação do ambiente, da nossa condição interna e externa, nós, enquanto professores, temos de nos preocupar com conhecimento prévio dos indivíduos que chegam até nós; não dá para partir do universo de Nárnia e do absolutismo e do nada, né? Crianças chegam, convivência, chegam com experiências, e esse conhecimento prévio também tem ligação direta com as sensações, emoções, processo de atenção, reconfiguração cerebral [Música], cadeias, sinapses, estrutura da rede neural ali, então tem um grande peso no processo de aprendizagem. Precisamos lembrar que num geral humano sempre parte daquilo que é concreto para, a partir desse conceito concreto, compreender que isso aqui é uma garrafa e dentro disso aqui tem água e essa água que hidrata meu corpo para que ele permaneça vivo, é a o nosso lobo frontal. Oi, e essa série de pensamentos para distrato é que eu falei lá que essa parte, o neocórtex, essa capacidade humana de representatividade, de planificação, de planejamento e execução da informação, ele demora mais a se desenvolver. Como diria o próprio Piaget, por exemplo, nós evoluímos de um sistema sensório-motor, ou seja, na minha sensação e para execução motora; depois disso, né, eu vou passando por outras etapas até chegar no processo de abstração, de não necessariamente precisar ver a garrafa e a água para entender que eu preciso beber água ou para falar, para dar informações dessa garrafa que é uma garrafa de polipropileno, te amo, tipo de plástico, né, e a retirado a de bases naturais e modificados pelo homem. Entende antes, mas da garrafa para ter todos os conhecimentos sobre a garrafa ou que ela é feita de vidro em cima, eu já tenho essa abstração da informação, as isso demora muito, né, demora nesses anos para que a gente tenha; enquanto isso, nós precisamos da base concreta da aprendizagem: pegar, mexer, tocar, sentir, para e a gente é do que sentido. Através da educação desse sentidos a gente a cristalize algumas memórias sensoriais e as resgate conforme a necessidade nas vivências futuras através do processo de atenção e nós estamos aplicando, né, ali na vivência. E aí modificamos aquela memória para evoluir para um nível de abstração, por exemplo, aí eu passo a ter a memória sensorial concreta e também a conseguir fazer esse vínculo de abstração entre eles. As práticas são muito importantes nesse momento, porque é a prática que permite passar por isso, né, de sentir, perceber e abstrair; e histórias, né, momentos de troca de com bom dia, explicação também são importantes para esse processo. Porque também vamos gerar memórias; Jake, histórias são bons, e então propagam esse armazenar, ou são visuais e também então pagam EA má 0 no meu cérebro, dando uma condição de sequência e organização da minha compreensão conceitual daquilo que está sendo informado, ofertado. E aí, e em cada fase do nosso desenvolvimento, nós temos particularidade e temos autores que vão falar sobre isso também, origem. O galego vai falar aí o desenvolvimento motor e o que a gente vai falar de desenvolvimento, né, para criança do zero a mais ou menos de 12 anos para frente, porque até 12 anos é onde considero aqui se estruturam as principais bases desse desenvolvimento sensório-motor; ou seja, passa da questão motora para as questões objetivas de compreensão e a extração futura. O galo vai olhar para a necessidade desse movimento externo, dessa minha condição de relação daquilo que eu respondo para o meio, mas também da minha estrutura lá de córtex motor para atingirem córtex pré-frontal e o córtex frontal, então o galo vai falar desse movimento só observando desde a vida intra-uterina até mais ou menos quatro meses, que é a fase exclusivamente do movimento reflexo. E aí a transição desse movimento extremamente reflexo dos quatro a um ano para essa decodificação da informação recebida, que é o único procissão das primeiras bases neurais para serem ativadas, a parte de cima. Um ano até mais ou menos dois, enquanto eu estou no movimento rudimentar do meu corpo, em movimento mais grosseiro, né, esse movimento onde eu vou aprendendo, por exemplo, questões do meu freio inibitório, onde eu inimigo alguns movimentos porque ainda não tem o controle, mas eu vou lá e tento de novo porque eu preciso desenvolver esse pré-controle. Então, como por exemplo a sustentação do meu pescoço, para depois de uma sustentação do meu tronco, louco. Aí eu sei, eu já ganhei também uma sustentação pélvica, aí de repente eu percebo que eu consigo ir para o lado o outro, conseguir um pouquinho, tem um começa a ver a rastejar, ainda tinha, né, por isso a transição lá da evolução humana. Aqui o próprio Victor Estação seca também traz: olha só o bebê, ele saiu da posição, né, de girinos, de anfíbios, do meio líquido, a e agora ele passa por essa fase mais reptiliano lido, engatinhado, se arrastado, essa coisa mas a cobra liga o movimento, e aí ele vai chegar nos quatro apoios do mamífero para começar a sustentar da força do esse tronco para esse braço, a perna para e subindo, passar por um processo dos primatas e também andam em 10 apoio, verdade utilizada as normas, vários momentos eles estão em dois apoios até chegar a nossa condição de pedir, né, de liberar os membros superiores para movimentos em cima da cabeça, nas laterais, abaixo, do lado de dentro, de álcool em cima da água e tudo mais que são de dentro das nossas teorias de evolução, a nossa capacidade diferenciador dos primatas, por exemplo. Então, galera, ele vai estudando todo esse processo, né, então passando lá dessa fase motora chegando até o movimento especializado, que aonde eu dou função a tudo aquilo que eu aprendi motor a mente no meu corpo, a relação da condição do meu corpo com o meio. O Vitor da Fonseca também vai ser vai fazer essa análise durante a a sua descrição da filogênese, ontogênese e retrogênese humana e também do próprio livro que ele traça de desenvolvimento psicomotor humano. Outro grande autor que contribui tanto para a psicomotricidade como purificação física trocar a psicologia para a educação é o legumes que vai falar exatamente do desenvolvimento humano a 0 aos 6 anos e inicia exatamente passar perspectiva do desenvolvimento motor, porque é sempre através do ato motor que o ser humano evolui; é através do movimento do espermatozóide a e do movimento do óvulo, e o encaixe ocorre a fecundação e se inicia a vida; é através do movimento desse pequeno embriãozinho, pequeno feto, o que o corpo vai se estruturando até chegar lá 40 semanas prontos a nascer; é através do movimento do corpo materno que esse corpo é expelido, que o bebê sai; é através do movimento pulmonar que o bebê vai respirar e vai ter condições de se desenvolver; é através do movimento do coração e ele vai ter condição de estruturação do seu corpo; através do movimento fígado do fim do cérebro que vai ter integração de sistemas para que tenhamos um organismo vivo, funcional e coeso e harmônico dentro das suas necessidades e do meio no qual ele vir a; através do movimento de exploração e de percepção que o indivíduo vai aprendendo, né, peso e medida, a temperatura, utilização, função de cada objeto. Então, o movimento da base para toda a nossa aprendizagem, mais uma vez, não necessariamente o movimento de todo o corpo; às vezes, por questões neurológicas, o movimento que o indivíduo possui é um uma pálpebra, é uma mexida, detalhes, é uma língua para fora, é uma orelha, é um dele, mas e com esse movimento ele consegue interagir com a sociedade e dar uma resposta, pode ser um sorriso ou choro também; tudo isso é movimento e tudo isso caracteriza a base do nosso desenvolvimento.
De dentro dessas perspectivas do movimento, nós temos algumas questões, ba nem pelos movimentos de equilíbrio e locomoção e de manipulação, porque é através do nosso equilíbrio principal primário para infância que a gente consegue iniciar a nossa deambulação, né, nossa movimentação do ervilha; a partir do momento que eu consigo me locomover, eu também consigo movimentar, manipular objetos e situações diferentes para fazer especial de habilidade. Não é que o bebê não manicure objetos antes de aprender a andar, até porque você coloca a bolinha do lado e mexe o corpinho do lado, remédio, ele morre pelo próprio pé, a própria mão, o nariz, a orelha, né, chupeta, mamadeira, e da assim, não é linear; aí eu preciso aqui para acaba como ver e manipular; não, eles vão acontecendo concomitantemente entre si; é como eu disse, Larissa, eles são fragmentados na sua explicação para melhor compreensão; as eles também assim vão a ocorrência de forma cíclica e acíclica em muitos momentos da vida humana para que haja aprendizagem e de fundamentação pros próximos movimentos e necessidades do organismo. E é só um exemplo de alguns marcos do nosso desenvolvimento; lembra que eu falei todo o marco é pensado dentro do desenvolvimento neurológico, ou seja, daquilo que a gente vulgarmente se chama de normal: andar sozinha, tirar roupa, combinar duas ou três palavras, distanciar-se, levar alimentos, vestir com auxílio e conhecer duas cores, este sozinha, pular alternadamente; tudo isso tem marco de dar, né, e é a partir desse marco, dessa fase da curva de causar desvio padrão que a gente vai observar se a criança está tendo um bom desenvolvimento ou se está aquém daquilo que é esperado para sua faixa de água, e a partir de aí tomar um certo cuidado e observar com olhos mais atentos para que não prejudicam o desenvolvimento desses indivíduos, e é através de movimento agent.jar a cognição, nenhuma realização mental corporal advém apenas de uma única área sem a interferência, colaboração das outras tantas e seus substratos; já diria Alexander Romanovich Luria, um dos pais da Psicologia moderna e da psicomotricidade; já que ao Núbia que vai contribuir em boa parte para descrição do cérebro trino, né, cérebro reptiliano, cérebro mamífero, neocórtex, e as mensagens competitivas que a gente vai desenvolvendo ao longo da vida e são observadas para melhoria do nosso comportamento, da nossa relação interpessoal, da nossa qualidade de vida interna e para aproveitar da melhor forma possível também o nosso desenvolvimento motor e em potes integração e ovos na. Então, quando impulso nós temos um e as informações que entram, bom, então é sempre precisa de duas ou mais fontes de informação até para que eu consiga fazer um processo de comparação nessas informações e aprenda; e comportamentos exploratórios, planejados e sistematizados, as informações seguem; eu preciso explorar, eu preciso receber informações, e essa chegada de informações tem que ser planejada e sistematizar, tudo bem? Nós aprendemos de forma livre, tempo, meio da exploração; eu vou lá, exploro, mexo, mas também corremos o risco; corremos risco, por exemplo, a criança e explorar uma chave de fenda na tomada, o chá pode até vir a óbito na sala, brincadeira não muito feliz. Então, sim, podemos explorar de forma mais aberta e aprender também, mas boa parte da nossa aprendizagem ela é toda já disse, se matar, até porque ela ocorre pela imitação; esse em ponte na entrada de informações, ela vem por meio dar a instalação da observação do outro, a integração dos nossos sistemas em as comparações que a gente vai fazendo ao longo da vida através daquilo que a gente já aprendeu, daquilo que a gente ainda recebe e automaticamente o nome ovos, as nossas respostas sem ensaio e erro, mas também as nossas respostas de ensaio e eu que foram base da nossa exploração, a nossa comunicação e gol sempre que aquele processo que eu faço ali internamente de tentar entender cada um dos elementos, cada uma das informações, o processo que eu estou vivenciando am para depois conseguir dar uma resposta adaptativa coerente com o processo que eu estou vivenciando também. Tudo isso, todas as funções cognitivas, funções mentais superiores, contar condição de realizar as operações mentais, tão identificação, classificação, diferenciação, raciocínio, Jagger, hipotético lógico, comparação com notificação, raciocínio de transição, ou se, Logístico de observar a a logística do processo de uma vivência, de uma atividade, de uma alteração, transformação mental, tanto de circuitos como das respostas, decodificação e codificação das informações, análise e a síntese, as relações, todo e assim gerar progresso do. É, eu sei, e o Piaget, como eu disse lá quando a gente tá vendo jogar lá, ele vai fazer um grande estudo e uma grande contribuição tanto para psicologia como para educação, oi, e a sua própria teoria depois se torna a base também de tudo para esse olhar da ciência psicomotora, porque ele vai trazer essas informações do período de desenvolvimento, a filogenético do ser humano e vai passar pelas fases a sensório-motora, a pré-operatória, a operatória concreta e a operatória formal; nós vamos ver mais com mais informações, né, com a caroço um pouco maior de informações a teoria do próprio Piaget, Vygotsky, do valor em contribuição no desenvolvimento psicomotor na aula de desenvolvimento psicomotor, tá bom? Não se preocupe, por isso que eu dei essa aceleradinha aqui porque vai vir bem explicadinho para vocês compreenderem melhor, e o que é só para a gente entender a contribuição dos teóricos dentro da Psicologia para o nosso campo de estudo psicomotor, tá bom? Outro grande e bastante atual teórico contribui para esse nosso olhar ciclomotor é o gagner, através da sua teoria das inteligências múltiplas, já que a inteligência múltipla ela vai pegar não só esses aspectos cognitivos, né, que é um dos grandes o impacto do Piaget, apesar de ter ali, né, esse olhar para as questões motoras, ele sempre quer observar o que esse ato motor impacta diretamente no processo cognitivo, né, na estruturação cognitiva de aprendizagem da criança; o Galo se preocupa com a percepção cognitiva, mas o enfoque dele é o desenvolvimento motor do indivíduo. Rosa Neto e outros Santos vão ter chorar para o motor enquanto ato motor mesmo considerando as as questões, né, da relação afetiva e cognitiva do humano; o Garner, ele vai fazer um casadão dessas informações, entender que essas inteligências múltiplas ela perpassam as conquistas motoras e cognitivas do humano, elas integram o sistema motor e cognitivo, né, e vai nos descrever que não adianta querer que o indivíduo aprenda de uma única forma, que seu comportamento seja alterado, agregado ou resultado de uma única maneira, já que existem várias possibilidades para que se corpo apresente o melhor destino, tão, e 83 o galinha tem, né, com essa teoria das inteligências múltiplas para explicar as questões das competências e habilidades que perpassam os sócio motores afetivos e cognitivos do humano, porque que ele desenvolve essa teoria, porque ele percebe que coeficiente de inteligência que era que determinava a inteligência de um indivíduo ou não não era mais suficiente para descrever a capacidade, qualidade e funcionamento do indivíduo ano; sendo assim, ele descreve as suas bases de competências dentro da inteligência, amor, uma delas a lógica: então a capacidade do indivíduo utilizado seu ato motor e cognitivo para responder questões de lógica, sejam elas matemática ou a de raciocínio lógico para dar uma resposta, mas intelectual na produção de texto, por exemplo, 1 a superfície, enigmas, problemas matemáticos, identificação de padrão, logística, sistematização de ações; tudo isso perpassa a inteligência lógica; automaticamente depende de uma coisa, cognição adequada e de um processo motor efetivo para a execução de cada uma das tarefas; e a musical, que depende do ato motor principalmente, mas também dessa efetivação das redes neurais, prativar compreensão e a frustração, por exemplo, dos símbolos, dos signos na das partituras para sax toxilabor, ou se utilize da sonoridade, da sociedade, dos ambientes, dos objetos para construir possibilidades de comunicação através da música, barulho ou mesmo do silêncio; e a interpessoal, que a nossa capacidade de se relacionar com os outros, estabelecer processos de empatia, convivência, cooperativismo, companheirismo, construções coletivas, estimulando aí projetos voluntariados, né, ações de qualidade de vida em prol do outro e tudo mais; obviamente preciso constantemente de atos motores para executar a minha inteligência interpessoal e também de uma cognição adequada até mesmo para ler as situações e a partir dessa leitura, dessa observação, ofertar o que de melhor eu tenho para contribuir naquele e-mail, daquela situação, para com aquelas pessoas; e a inteligência intrapessoal, que a minha habilidade de gerenciar da melhor forma possível as minhas emoções, dos meus pensamentos, as minhas sensações, as minhas publicações, nos meus desejos, as minhas projeções; automaticamente também a minha condição motora de relação com a sociedade, com os objetos para cujo essa é uma inteligência importantíssima para nossa vida adulta e também na infância, né, porque é lá na infância que eu começo a perceber as minhas emoções, pensamentos, ações e criações, e a partir daí analisar aquilo que eu posso desenvolver como habilidade socioemocional para interagir e resolver da melhor forma possível todas as propostas sociais e missão apresentar pessoas com essa inteligência intrapessoal são óptimos. E aí, né, nos discursos, nos debates, nos processos de auto-expressão e de favorecimento, essa construção cognitiva; e a inteligência espaço visual que tem ligação intrínseca com o nosso sentido de propriocepção, ou seja, da percepção que estabeleça o meio das informações do que eu recebo, do como eu assim ter preto e das respostas que eu dou para, por exemplo, a dirigir um carro, mas eu preciso ter condição motora, mas também uma boa compreensão cognitiva das regras do trânsito, dos espaços nos quais eu vou andar com esse carro, onde eu consigo entrar, não tá estacionar, a sair; tudo humanos indivíduos com esta inteligência também são ótimos artistas, produtores de vídeos, infográficos, arquitetos, a projetistas, né?
Artesão porque porque tudo isso depende do espaço, da condição de material, e da e são visual nas a tradução s-line sente aí da minha percepção visual e a linguística capacidade do domínio, né, das línguas, tanto escrita como falada, do pictograma e da linguagem corporal e visual do caos da libras. A é uma inteligência essencialmente necessária para que a gente aprende a ler e escrever, por exemplo.
E aí. Aqui aqui ela foi. Passa a vida de todos, não necessariamente ela vai ser exacerbada na vida de todos. Tem pessoas que têm ela em maior quantidade e qualidade, tem pessoas que a têm no nível necessário para dar conta do dia a dia. E essa inteligência linguística, apesar da gente voltar muito mais nessa questão da escrita, do registro, da leitura, da interpretação, ela também que ele passa o movimento do motor, o ato motor porque porque para me expressar, bom, né? Por exemplo, em Libras eu preciso dar coordenação óculo-manual, eu preciso dessa representatividade de compreensão do meu ponto de articulação do espaço que eu tô utilizando, da expressão da relação do meu corpo e vincula não só a língua e a linguagem, mas também as questões espaço de Juárez, né? Eu tô aqui no espaço e utilizando dele para manifestação desse processo linguístico. Bem como elas são inter-relacionados, cada uma vai ter um grau de importância e [Música] a vizinha na dependendo do indivíduo. Mas ela está presente em todos, em maior ou menor grau.
A corporal-cinestésica que tem ligação direta com o ato motor, com o equilíbrio, com a promoção de movimentos do corpo, seja no esporte, na dança, na construção, na expressão, no teatro, no contexto artístico, com todo. Mais também é o cara que percebe a ação nesse seu corpo, desse ato motor, por exemplo, para se colocar, para se expor durante o debate político. Ele usa desse corpo para falar, com esse corpo e passar segurança, por exemplo, a uma população durante um debate, porém intenso. Apesar dela ser mais visível na dança, no esporte, nessa área, na luta, né, ela está presente na relação cognitiva em outros momentos de atuação, do quanto o nosso corpo se expressa e se expõe para melhor uso do nosso comportamento, da nossa condição cognitiva e intelectual para desenvolvimento.
E aí, e é completamente natural que os nossos alunos apresentem diferenças de rendimento nas atividades, nos projetos, nessa medida, né? Nós precisamos também pontuar em algumas observações para que, a partir delas, a gente trace caminho, né, condicionais para o desenvolvimento dessas inteligências e dos talentos ali adormecidos no corpo e na cognição, são na nessa integração psicomotora. Em alguns momentos, as atividades personalizadas elas vão ajudar os estudantes a ultrapassar algumas barreiras e até mesmo a estimular aquilo que já tá sendo vivenciado e o uso das metodologias inovadoras. Tais metodologias ativas, como o próprio design thinking, a gamificação, o estudo do meio, a aprendizagem baseada em projetos e análises, também favorece ou aparecer a maturação e contexto geral de uso das inteligências múltiplas de cada um.
Oi, aqui é uma tá bellona a ver passando questões do desenvolvimento motor, da fase cognitiva de aprendizagem da escrita lá pelo Piaget, e com acréscimo de uma percepção das questões de psique, né, condições afetivas e de comportamento, e vão ser descritas pelo Ericsson, discípulo do Freud, para que a gente compreenda a estruturação da nossa condição consciente e inconsciente de percepção, aquilo tá contente. Então, Edson e vai descrevendo as fases do desenvolvimento humano, do caráter psicológico mesmo, e contribui grandemente para a área de educação baseadas na teoria do Proerd. Mandar um texto para vocês que descreve cada uma delas, o nosso período de aula que é curtinho, então vocês vão ter essa informação para conseguir explorar da melhor forma possível. E aí depois conseguem voltar aqui um pouquinho nessa tabela para compreender essa relação e, por exemplo, enquanto indivíduo tá lá na sua primeira fase motora, né, e desenvolvimento rudimentar, seja na inibição dos reflexos ou no estágio pré-controle descrito pelo Galo do 0 aos 2 anos, ele também passa pela fase sensório-motora, onde ele vai utilizar dos estímulos sensoriais e motores para educar o seu sentidos: eu apto, tato, paladar, audição, a própria concepção e dar base intelectual o grite viva dessas experiências de meio através do movimento para um dos são da aprendizagem, ao realizar o movimento e internalizar de forma cognitiva.
Eu também estruturo a minha psique dando informações psicológicas psicoafetivas do meio, gerando processos de de acordo com o Ericsson e baseado na teoria da psicanálise de Freud. Estabeleço aqui nos processos de confiança e desconfiança nas relações para com o outro, porque através das trocas estabelecidas do cuidador, seja a mãe, o pai, a vó, a professora, irmã mais velha, a papá pessoas e do cuidado nesse caso é o bebê, pela sua busca de relação nessas nessas o melhor de segurança nessa relação; ou seja, e eu choro porque eu tenho um ato motor e desconforto, e eu processo esse desconforto aqui e através da resposta que me dão, o aconchego ou do abandono, eu estabeleço a minha confiança ou desconfiança no cuidado. É automaticamente, é com base nessa confiança e desconfiança estabelecida eu passo para uma próxima fase de desenvolvimento que eu terei autonomia ou e eu passo processo de negativa onde eu tenho vergonha e muitas dúvidas do conseguir do meu corpo, né, porque através desse ato motor e das informações cognitivas sensoriais que me estão sendo fornecidas eu descubro se eu tenho condições de realizar o ou se eu sou incapaz de. Eu passo pela principal característica da minha busca ou ausência de autonomia de acordo com o Edson.
Então vejam bem, tão fácil são descritas por autores que observam pontualmente cada uma das dimensões humanas: o Galo, a rua, observe motor; o Piá Jéssica está expositivas; o Edson, as questões psicoafetivas; mas as três estão acontecendo no mesmo período, zero aos dois anos, e estão acontecendo dentro de uma dimensão social, afinal de contas nós somos intensamente dependentes um dos outros, principalmente nessa fase inicial de desenvolvimento. O bebê com 10 meses, com os primeiros dias de nascido, se abandonados em contato social, ele morre, ele não tem condição como o passarinho que é jogado done passa a voar; ou e o bebê ótima opção os morrer mesmo porque o corpo dele não dá condição para que ele produza prospectos básicos de sobrevivência. Então nós temos essa dependência inter-relacional, dependência social para que os aspectos, as dimensões motoras, cognitivas e psicossociais vivas se desenvolva, se desenvolveu ao longo da nossa vida. Aqui vai fazendo as outras comparações, né, através do a fácil de movimento especializado, passando pelo pré-operatório para operatório concreto e formal, e atividades e inferioridade, a identidade, a confusão de papéis, assim como posteriormente processos de intimidade, isolamento, aqui já aumentando produtividade, estagnação, são aqui já aumentando idade, e a integridade ou a desesperança na terceira idade.
E aí o teórico, né, de base motora e cognitiva, eles param a sua teoria entre 11 e 14 anos. Porque entende-se que o daquilo que é base do desenvolvimento motor e cognitivo nós humanos desenvolvemos entre o 0 e 12 a 14 anos. Passado disso, tudo que a gente vier a ganhar são ossificações da estrutura base, modificações das informações ali iniciais recebidas, se concretizada s’ e já as questões psicoafetivas elas não estrague não aos 14, ela se não se concretizam e se modificam ao passar da vida, né? Então com 20, com 30, com 35, 40, 50, 60 e 70, 90 anos nós ainda temos alterações das fases do desenvolvimento psicoafetivo. Largura guerra ele traz para a gente que é sempre preciso aprender a ler cada uma dessas fases de desenvolvimento como se a criança fosse uma grande borboleta passando por metamorfoses. Só assim a gente consegue perceber, reconhecer e conhecer a história natural do homem e efetivamente agir sobre e para com ela para que haja um bom desenvolvimento da criança, do adolescente, do adulto e o estresse.
Wagner B toda essa lindeza do processo de aprendizagem pelas questões mencionadas lá anteriormente da reação bioquímica e libera o tal do cortisol e é o hormônio do stress e é completamente ofensivo a nossa prática cognitiva e afetiva porque ele geralmente geram dano aí ó, as tarefas muito difíceis também desmotivam a criança, o adolescente e automaticamente geram na ausência do prazer, da motivação e um cérebro frustrado e não atende. Então tem sempre que partir de processos, sejam eles para comportamento ou aprendizagem cognitiva, foi mal de processo, são fáceis para criança e a partir daí aumentar o nível de complexidade e dificuldade para que a criança, o adolescente, o jovem, o adulto se sinta capaz de. O segundo objetivo da educação é formar mentes que possam ser críticas, que possam verificar e não aceitar tudo o que quiser oferecido. O grande perigo de hoje são os né, mas opiniões coletivas, tendências formadas e pensamentos absolutistas. Temos que ser capazes de e de forma individual para criticar, distinguir entre aquilo que é certo e o que não está.
Jardim de Luciana Piaget durante a sua escrita da sua teoria de observação do desenvolvimento humano com base na teoria filogenética, a comissão tem sua origem na motivação. Se não temos motivação, ela não brota espontaneamente, como se existisse criança com vontade de crianças em vontade, esse impulso de agir na direção de água também culturalmente modulado, historicamente apreendido pelo sujeito e é direcionado durante o nosso processo de aprendizagem de estudo, seja para o comportamento e sua modulação ou para os prospectos objetivos e intelectuais da criança, do jovem e do adulto. E por fim, a recompensa ela é importante, seja a recompensa da parabenização ou da automotivação, né? O que a gente tem que tomar muito cuidado é que as gerações atuais estão sempre em buscas da recompensa externo imediata, ou seja, a gente tá sempre mas porque elas têm pequenas corrupções, né? Passa isso que te dou aquilo, aprenda isso que você ganha aquilo, e a criança vai mistificando esse processo de aprendizagem, recompense. E isso também pode vir a ser, além de doloroso, nocivo ao processo de desenvolvimento, comportamento de aprendizagem da criança. A motivação é importante para que haja ali uma a recompensa interna, né, de percepção do quanto eu consegui evoluir e aprender, mas ela deve ser modulada com cuidado. E é isso meu povo, para que a gente tem um bom desenvolvimento psicomotor de acordo com todos os estudos teóricos, linhas de pesquisa da psicologia e da neurociência, da própria psicomotricidade, nós temos de ter a paciência de observação, né, um olhar crítico, um olhar em prol da liberdade de movimento e aprendizagem, sempre com base no diálogo, na disponibilidade, na contextualização, na exploração, na curiosidade, na prática, na consciência, na segurança de experimentação, né, na identidade, na autonomia, na reflexão, né, o daquilo que é ofertado para que haja alegria, motivação e a recompensa interna de percepção daquilo que eu está sendo capaz.
Espero ter contribuído a e com vocês processo de compreensão da psicologia do desenvolvimento, do quanto os estudos psicológicos contribuem para que a gente olha e preço e desenvolvimento de forma mais qualitativa e proponha bons momentos para os nossos jovens, para as nossas crianças, para os nossos adultos, para os nossos idosos. Aqui dentro de um processo de retrogénese, eles também o pão na utilizamos da melhor forma possível os mecanismos ainda disponíveis no forno, tanto motores quando afetivos e comportamentais e intelectuais. Até uma próxima. Fico à disposição de todos vocês.