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Princípios da Exodontia. Hoje, a gente vai falar de um tema que é basicamente uma prática constante da atividade privada do dentista, e ela tem que ser, para o cirurgião bucomaxilo, uma prática muito corriqueira, e que a gente resolva de uma forma que se torne fácil, tá? Então, isso vocês vão ver que eu vou cobrar isso de vocês. A gente tem agilidade, rapidez desses procedimentos que é um procedimento, pro cirurgião do maxilo, gente, básico, tá? Então, tem que ser um procedimento igual amarrar o sapato, cortar a unha, porque ele vai ser presente na nossa clínica. Eu entendo aí a relação que a gente tem, que a maior parte da galera aí da HOF, tá mais entenda que o cirurgião buco maxilo, vamos se dizer assim, que nem eu brinco, ele, ele tem que saber fazer isso bem, tá? É além de saber fazer isso bem, o que eu quero passar, além da extração, já, já sabendo disso de vocês, que a grande maioria é HOF e não fazem isso, eu tentei colocar algumas coisas para aquilo que eu falei no início, é além só dos princípios da extração. Eu vou falar dos movimentos da mecânica, da física. É uma parte chata, tá? Mas é aqui, mas ao mesmo tempo, eu vou falar também de incisão, vou falar disso tudo aqui. É importante, tá, para vocês também não perder muita, muita atenção aí na nossa aula, tá?
Então, gente, a exodontia, o que que é a exodontia? Mas não tá passando por aqui. Então, o que que é exodontia? A exodontia, ela é um procedimento que incorpora os princípios de cirurgia e muitos princípios de física e mecânica. Quando se aplicam corretamente, traz princípios, um dente pode ter uma probabilidade de ser removido intacto do processo, sem sequelas desfavoráveis. Então, o que que significa isso? Significa que quando você vai fazer a extração, quanto menos trauma você tem, melhora o seu pós-operatório. Quanto menos descolamento você faz, melhora o seu pós-operatório. Quanto menos anestésico você é induz, melhora o seu pós-operatório. Então, a extração, a gente vai aprender algumas técnicas de alguns movimentos para que, para minimizar esses impactos e diminuir o seu pós-operatório, porque é o dispensa, a gente sempre pensa no pós-operatório do paciente, tá? E é isso que vai ter determinar se o cirurgião é bom, se o cirurgião é ruim. Será, não vai determinar seu procedimento foi um procedimento tranquilo ou não. Aí eu concordo, tudo bem, tá?
Então, foi aquilo que eu falei, ah, exodontia, ela é muito prática. Então, você vai ver que os movimentos, por mais que eu vou falar para vocês, a gente vai ter dificuldade de vocês verem. Eu vou tentar mostrar que os movimentos como eu faço, mas se alguém quiser participar também, falar, eu faço diferente, faço assim, porque é muito prático. A gente precisa estar no dia a dia clínico para entender como que você vai ter empunhadura da mão, tempo e empunhadura da outra mão, o posicionamento perante a cadeira. Isso tudo é importante, tá? Então, é importante relembrar que a remoção de dentes não requer grande intensidade de força, mas ao contrário, destreza e força controlada, de tal maneira que o dente não seja puxado do osso, porém delicadamente é levada do processação violar.
Então, foi aquilo que eu falei, a gente para fazer extração de dente, sempre quando a gente usa, por exemplo, uma alavanca com força, a gente não pode colocar força, tá? A partir do momento que você começa a forçar muito essa movimentação, a gente começa a ter um prejuízo. A gente pode ter uma fratura do dente lateral, a gente pode ter uma fratura do dente, a gente pode ter uma fratura de coroa, a gente pode ter uma fratura do dente do lado, a gente pode ter uma fratura do rebordo alveolar. Então, a gente tem que sentir sempre o dente e sempre, como a gente brinca, né, ele vai falando que ele quer sair, que ele quer sair. Se tiver muito preso, com muita resistência, algum problema tem aí, a gente tem que mudar a técnica, tudo bem? Vocês vão entender isso, ou talvez partir para o dono, ou participam maltectomia, por morte autonomia, porque não adianta a gente fazer força. O dente, eu sempre, eu sempre brinco que ele tem que sair de forma passiva, tanto um dente tá dentro do álcool, quanto um dente, por exemplo, incluso. Não adianta você fazer força excessiva, tá? Então, você tem que fazer uma força controlada. Eu vou tentar para vocês como eu faço movimentação e o posicionamento dos braços também, para que a gente consiga fazer uma força controlada, tá?
Aí eu vou puxar isso para dentro da boca maxilo. Quando a gente faz uma força controlada, quando a gente, por exemplo, solta uma maxila numa cirurgia ortognática, que a gente precisa reposicionar essa maxila anteroposterior, a gente também não pode fazer muita força. A gente tem uma força controlada. Então, eu levo isso da extração da Itália, talvez para essa movimentação anteroposterior da maxila. Por quê? O que que tem a ver isso, Dr. Igor? Tem a ver que eu consigo controlar a minha força. Se eu não consigo fazer uma força controlada, se eu não tenho destreza na movimentação do dente, eu vou ter dificuldade, talvez lá na frente, para poder fazer essa movimentação da maxila. Por quê? Porque eu não vou controlar, não vou saber controlar minha força. E se eu não sei controlar minha força, eu vou quebrar essa maxila numa posição errada e eu vou causar um monte de prejuízo. Então, você vai ver que quando você, você faz uma movimentação e uma força não controlada, você aumenta o risco de comorbidade. Isso tem que ficar claro para vocês, tá bom?
Então, lá foi isso que eu falei. Então, muita força pode lesionar os tecidos, os tecidos locais, destruir ossos idênticos vizinhos, tá? Além disso, força excessiva intensifica o desconforto transoperatório e ansiedade. Isso aqui, gente, é uma coisa extremamente importante. O que que é ansiedade do paciente? Ansiedade do paciente, tá? Eu entendo que o paciente que vai para HOF, ele é um paciente que talvez ele vai feliz, né, que vai fazer harmonização. Mas o paciente que vai, por exemplo, que é uma extração, ele é um paciente que já vai com um grau de ansiedade, de preocupação muito grande, mesmo sabendo que anestesia, mesmo de qualquer procedimento, por exemplo, de procedimento aeronáutico, um procedimento restauratório. Então, a ansiedade do paciente que vai para a cirurgia é maior. Então, você vai ver que eu vou abrir um lequezinho aqui, daqui a pouco, e a gente vai discutir um pouquinho disso. Eu quero saber como vocês fazem, se vocês aplicam isso na HOF, se há necessidade ou não. E eu vou explicar o que que eu faço para a gente ter um controle melhor dessa ansiedade dos pacientes em cirurgia, tá? E posso também discutir um pouquinho como funciona essa ansiedade no paciente que vai para âmbito hospitalar, tudo bem? Tá?
Então, ficou claro? Então, muita força pode lesar os tecidos, tecidos locais, destruir ossos. Se eu faço uma alavanca muito forte, faço um ponto de apoio, não tente anterior no dente, é próximo do dente que está cariado, e eu faço muita força, eu posso quebrar a coroa desse dentígio. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Se eu faço uma força muito excessiva, sem ter aquela luxação do dente, e jogo o acidente para vestibular, eu posso fraturar toda minha tábua vestibular, por exemplo, e isso lá na frente, você precisa fazer uma reconstrução. Se eu precisar colocar um implante nesse paciente, vai me dar dor de cabeça. Então, hoje a gente pensa muito na preservação desse osso alveolar, tecido tipo vizinhos, porque, porque a gente pensa numa reabilitação, ou por implante, ou por uma prótese. E se eu tenho um defeito nessa região, a gente vai ter prejuízo lá na frente, tudo bem? Tá?
Então, vamos lá, gente. Quando indicar a extração de dente, tá? Porque a gente vai indicar a extração de dente quando a gente tem cáries severas, tá? É uma necrose pulpar, doenças periodontais graves, fraturas dentais, razões ortodôntico-protético. Então, é um paciente que é um paciente perfil, o paciente Classe 2, com uma, uma diferença anteroposterior superior pequena, que se eu fizer extração dos pré-molares superiores, eu vou retrair toda a bateria e vou jogar em poderia ser razões protéticas. Às vezes, você vai tirar um dentígio porque eu não tinha o antagonista na região inferior e o superior instruiu, e a gente não tem o espaço protético para a gente poder fazer uma prótese. Então, essa seria as razões ortodônticas protéticas. Sabe supranumerários? Quais são os grandes problemas de numerais? O que que a gente tem que tirar? Supranumerários, dificuldade de higienização, é acúmulo de placa, aumento do ligamento periodontal, porque ele fica em contato com o dente vizinho, às vezes. Então, é indicação de tração. Isso aqui é muito, vocês vão ver quando a gente dá aula de, de fratura de mandíbula, que a gente tem vários artigos que falam que removem, não remove o dente quando está envolvido em fraturas, tá? Mesma coisa de dentro associados a lesões patológicas, envolvido com fratura. Tanto a gente tem para remover, que falam que aumenta o risco de infecção, tanto para não remover, que não causa nenhum problema. Mesma coisa de dente do siso. A gente tem vários artigos que que citam aí que não faz diferença nenhuma tirar ou não tirar os dentes associados da lesões patológicas. Se são lesões e o dente tá envolvido na lesão, a gente remove. Agora, por exemplo, se eu tenho um cisto pele aplicado terapia pré-radiação, eu tenho alguns pacientes oncológicos que vão para para quimio radioterapia, e às vezes o próprio urologista pede para a gente fazer. Eles pedem avaliação e às vezes tem alguns casos que a gente tem que fazer a extração dos dentes que estão careados para não ter o risco de hóstianecrose lá no futuro, tá? Tratamento de má oclusão. Foi o que eu falei também, que tá envolvido basicamente o tratamento ortodôntico, tá? E os dentes impactados, que aí é o canincluso, que o Dr. Walter vai falar de vocês, os terceiros molares, tá? Então, essas são as indicações para remoção, a remoção cirúrgica dos dentes, tudo bem? Tá?
A outra, outra coisa, outra coisa importante aqui nas razões ortodônticas. Às vezes, a gente tem um apinhamento nessa região anterior e a gente não tem espaço para colocar esse dente aí. A gente tira, talvez, o central também, que é uma indicação. Tá contra indicação. Então, vamos lá, gente. É aqui eu vou querer a participação de vocês, que eu acho que é uma coisa bem importante. Eu quero bater bastante nessa tecla. Por que que eu falo isso? É, eu vejo, eu vejo muito os colegas dentistas que a gente tem um problema sério que é o imediatismo. Eu já falei isso para vocês na aula de infecção e vou bater na tecla disso de novo. Imediatista, o imediatismo na odontologia, por um lado é bom, mas por outro é muito ruim, que às vezes a gente faz os procedimentos que vão talvez causar um prejuízo para o paciente, tá? Então, quando a gente contra indica, não fazer uma extração, aí eu vou querer a participação do povo aí. Quem que tá aí? Vamos lá, quem que tá acordado aí? Não tá dormindo? Tá todo mundo dormindo? De Assis não veio hoje? Lá ela é? E aí, vamos participar um pouquinho? Vamos acordar aí? Se vocês me ajudem, se não, ela vai ficar chata. Oi, pessoal, fala Adriano. Não estamos dirigindo. Já chegou no consultório. Eita, nós! Só você que tá participando da aula. Ainda tá todo mundo dormindo. O Adriano, vamos lá, cara. Quando é que você suspende, por exemplo, um procedimento de HOF, aí, por exemplo, de uma lipo de papada, ou você não suspende? Que a gente fazer e eu queria fazer hoje. Não, se ele não tiver com estado de saúde inadequado, a gente não faz, não. Porque a gente tem até uma máxima aqui que é um dinheiro ruim de ganhar, depois que ele vai trazer muito problema, entendeu? Então, paciente tem que estar hígido, né, para fazer o procedimento. Até mesmo que esses procedimentos da HOF, procedimentos, eu tô escutando o Adriano. Sim. Então, a gente faz anamnese para saber se o paciente tem alguma alteração de saúde, né? Se ele tiver alguma alteração, a gente pede alguns exames e às vezes o parecer para o especialista, dependendo da alteração de saúde. Mas aí você, por exemplo, Doutora Adriano, o que que você já suspende? O que que você já pega no paciente? O paciente fala, chega para você já no dia, falar, eu quero fazer uma lipo de papada. Sim. O que que, o que que, o que que você vê nesse paciente que você suspenderia a cirurgia deles? Não dá para a gente fazer. Eu vou te pedir para você passar com médico. Porque o que que você vê de alteração? Por exemplo, um paciente que tem, sei lá, manchas vermelhas no corpo, toma alguma medicação? O que que, o que que, qual é o estado? O que que você vê no paciente? O estado geral? O que que você enxerga nele? Aí, que que você pergunta para ele na amnésia? Se ele tiver alguma alteração como diabetes, hipertensão, que esteja descontrolado, não controlado, qualquer tipo de alteração sistêmica que não esteja controlado, eu, eu peço exames, né? Dependendo, eu peço um risco cirúrgico ou parecer do médico. A questão assim, física do paciente, sinceramente, eu avalio mais anamnese. O que às vezes, mesmo ele falando que está controlado, mas eu ligo as anteninhas é a questão da medicação. Às vezes o paciente diz que é saudável, mas toma 10 medicações. Então, nesses casos, dependendo do que ele toma, a gente vai investigar um pouco melhor para ver se pede algum exame ou um parecer. O que a gente tem que entender é que foi aquilo que eu te falei. Eu vejo muitos colegas aí, a gente dava, a gente dava muito curso para o pessoal de especialização, pessoal de atualização, e a gente via muito isso, cara. É que o pessoal da especialização muda um pouquinho o padrão, que é o que eu quero que aconteça. Eu via muita, muita galera fazendo muita loucura, muito pouco. É isso me preocupa um pouquinho, porque, cara, você não é uma conduta errada, você pode matar esse paciente. Mesma coisa de, principalmente quando você começa a ter procedimentos cirúrgicos de grande porte. No meu ponto de vista, ali de papada é um procedimento cirúrgico de grande porte. A região que a gente trabalha é muito próxima de via aérea, muito próxima de artérias e veias calibrosas. Então, a gente tem que ter uma consciência muito grande. Então, o paciente que ele tem um estado geral deficiente, ele pode causar problema. Que foi aquilo que eu falei lá na aula, a gente pode ter uma infecção, a gente pode ter um seroma, a gente pode ter uma perfuração de vasos. Que é importante a gente entender isso, tudo bem? Tá certo, André? Não, beleza. Então, legal que a gente tem essa consciência aí, cara, fico feliz. Beleza? Então, vamos lá. Então, estado geral, isso que a gente tem que avaliar. Às vezes, a gente tem que saber indicar e contra indicar, que é muito mais difícil você fazer uma contra indicação, tá? A contra indicação, cara, leva você a perder dinheiro e talvez a perder paciente. O paciente quando ele chega para mim no consultório e eu falo que ele precisa passar em avaliação, talvez por conta de uma diabetes não compensada, de uma pressão alta não compensada, de um uso de um anticoagulante, tá, que ele não vai fazer a cirurgia. Ah, mas eu me programei tudo para isso. O paciente fica com raiva de você, mas só que depois, quando ele passa no médico e volta para você, é diferente, entendeu? Porque ele, ele sente mais segurança no processo todo. E isso é importante, tá? Então, eu quero que vocês entendam que o estado geral do paciente, tanto, principalmente para o paciente da extração, é importante, tá? Tanto para o paciente da harmonização facial, principalmente quando eu vou fazer os procedimentos mais invasivos. Então, vou fazer, talvez, uma colocação de uma prótese facial e talvez um paciente que vai fazer uma lipo de papada, tá? Mecânica. Então, isso a gente tem que prestar bastante atenção, tá?
Outro ponto importante, quando a gente vai fazer um procedimento, por exemplo, um alívio de papada ou uma prótese facial, a gente precisa ver também o estado local. Não adianta querer fazer um procedimento de lipo de papada no paciente ficar com uma pele coronarite, que tá com infecção na Itália, que tem um problema periodontal agudo. Então, eu tenho que saber também que é importante, talvez, eu, numa extração, num processo de extração, eu observar o estado local. Então, se esse dente não tá com contaminação, se não tá com infecção, se não tá com pele. Vocês lembram que na aula de infecção odontogênica, eu falei da do choque séptico? A gente pode desencadear um choque séptico nesse paciente. É raro acontecer, é raro acontecer. Foi aquilo que eu te falei, mesma coisa quando você faz a junção. Tem muitos colegas que fazem a disjunção no consultório. Quando você solta o pilar perigo de eu posterior, você pode pegar o plexo, ele pode ter um sangramento e às vezes isso vai acontecer uma vez. Você vai matar o paciente de Ludwig, por exemplo. A pele corona, você pode ter um choque séptico. Isso é mato paciente. Então, isso tem que ficar bem claro. Então, quando a gente for pensar no paciente, no paciente HOF, no paciente distração, entenda o estado geral do paciente. Não deixem passar isso, tá? Então, a gente tem que saber contra indicar também. Meu computador está. Beleza?
Então, uma coisa importante. Tudo bem? Oi, Valesca, você tá falando aí dos perigos, né? Intercorrência. Às vezes, uma coisinha boba. Só dá um exemplo aqui que aconteceu comigo como eu paciente na clínica, né? De um simples botox. O paciente estava tomando um remédio de labirintite durante a semana, já estava no final, falou que tinha melhorado, estava tudo bem. É uma paciente antiga, inclusive, uma colega, né? Ela é dentista também, e apliquei o botox como sempre. Ela de quatro em quatro meses, cinco meses, ela fazia o botox comigo. E teve um processo alérgico assim que eu acabei de aplicar o botox. Ela falou assim: "Eu tô com um pouquinho de tonteira, mas é da labirintite." Eu falei: "Quer sentar um pouquinho? Você tomou remédio que horas?" Ela falou assim: "Não, eu tomei de manhã e será a tarde, né?" Ela com labirintite e foi embora. Falou assim: "Não tô bem, vou embora, tô cheio de paciente na clínica, vou embora." Passados duas horas, ela me escreveu. Mas eu estava atendendo e só fui ver o celular, fui pegar meu celular umas quatro horas depois. Ela me mandou a foto, o rosto dela já estava deformado. Ela deu um processo alérgico muito grande, né? E aí eu já liguei para ela. Ela falou que já tinha tomado antialérgico, mandei ela entrar com um alegra, né, um antialérgico, e falei com ela, se continuasse, para ela ir para o pronto-socorro. E fui trabalhar. Falei: "Me dê notícias." Eu achando com antialérgico ia resolver, que é um simples botox. Passados duas horas, liguei para ela de novo. A filha que atendeu ela, estava no CTI. Ela já chegou no pronto-socorro e já foi para o CTI, né? Ela já teve uma falta de ar, alergia foi piorando, o olho dela não abriu, ela não conseguia enxergar e foi cinco dias internada, três dias ela ficou na UTI, né? Não conseguia respirar direito e muito inchada, deformada, né? É um susto. Eu falo que é um exemplo, né, que a gente às vezes fala, é um simples botox, né? Então, o paciente é um paciente saudável, né, que não tinha nada, mas estava com a labirintite já uns 10 dias. Ela tinha problema de labirintite, a vida toda, teve problema. E a gente fez um estudo de caso assim, entre nós, os colegas. Eu trabalho na cirurgia plástica, né? Eu não trabalho com dente, com dentinhos, né? E eu sou biomédica também, já trabalhei há oito anos antes com a HOF, com harmonização facial, e com os médicos, todos os colegas que acha que foi uma reação, na verdade, ao remédio que ela estava tomando. Então, pode ser. E aí, e aí a médica, ela estava tomando e depois ficou tudo bem. Mas assim, botox, ela ficou traumatizada. A gente às vezes, ela fala, falei: "Será se um dia eu vou aplicar botox novo?" Porque eu traumatizei ela. Quase foi. Óbvio, se ela não tivesse uma boa assistência, né? Lógico que eu dei toda assistência também, mas assistência médica lá no hospital, né? Um plano de saúde dela muito bom, ela ficou um excelente hospital com um bom atendimento. Eu não sei, poderia ter acontecido, talvez, não sei, mais grave, se ela não tivesse procurado um médico já rápido, né? Talvez poderia peidar com a parada, né? Então, e o importante, Valesca, nessa história toda, é você saber talvez conversar comigo médico. Por que que eu falo isso? A gente entra num ponto que, por exemplo, você, ela deve ter chegado lá no hospital, ele falou assim: "Ah, foi um dentista que fez." E esse é um problema que a gente tem muito. Às vezes, a classe médica, por mais o mais fraco que seja, ela sempre tenta transferir o problema para o dentista ou arrumar e falar que a culpa é do dentista. Agora, quando você vem, você acaba tendo o respeito dos colegas médicos. E isso é importante. Então, assim, por isso que eu falo que é importante a gente entender e fazer essa avaliação clínica do paciente. Porque se o médico perguntar, mas ele tem algum problema? Não, ele tem. Ele tem uma, uma hipertensão que está controlada, ele faz o uso de AAS, mas que segundo a literatura médica, eu não tô lógica, não tem necessidade de suspender essa medicação mais para fazer uma extração. A diabetes dele está controlada. O cara vai falar: "Pô, mas o dentista sabe disso?" Sabe. Tem que saber. Porque agora, quando você entra na cirurgia bucomaxilo, você tem que entender da clínica do paciente. A gente não vai saber tratar diabetes, a gente não vai saber tratar a hipertensão. Não é essa o intuito do que eu tô querendo dizer da avaliação clínica. O que eu tô querendo dizer é que a gente sabe diagnosticar, a gente sabe entender quando o paciente está descompensado, tá? E a gente sabe encaminhar esse paciente para o endocrinologista, para quem for, para mandar uma carta para a gente e a gente ter o respaldo, tá? Eu não sei se na aula de infecção, vocês lembram, eu contei num caso de uma colega, até enfermeira, ela foi fazer uma lipo de papada com uma colega. Tem as fotos dela que eu preciso mostrar isso para vocês, cara. Ela não falou que ela tomava anticoagulante, ela não falou que era diabética. E a colega foi início igual a você. Ah, é uma paciente antiga, é minha amiga, cara. Deu uma [ __ ] intercorrência, o hematoma, fez uma [ __ ] infecção, teve que abrir uma degola aqui na paciente, vai ficar com uma cicatriz para o resto da vida, talvez por negligência do colega e negligência da paciente. Mas aí a responsabilidade, ela acaba caindo. E quem? No paciente? Ela acaba caindo no profissional. E sempre quando dá merda, foi aquilo que eu falei do abscesso, é mesma coisa. Eu trago para cá. Você vai ver que eu vou falar muito com vocês em intercorrência, porque a gente tem que entender, tratar intercorrência, ou se não sabe tratar, pelo menos encaminhar. E a partir do momento que a gente faz procedimentos como, por exemplo, uma extração de dente, uma lipo de papada, que é muito parecida, o que pode acontecer no final, a gente tem que saber tratar essa intercorrência ou encaminhar. Não vai, não sei o que eu faço, não pode. Tudo bem? Certo, Valesca? E aí, ela no final, ela ficou bem, ficou tudo tranquilo, ficou bem, é traumatizada, né? Aí voltou a trabalhar normal, mas assim, foi um processo lento de muito edema na face, assim, inclusive o líquido que ela deu, nos olhos, as bolsas dos olhos, ela ficou três dias com os olhos fechados, ela não abria nenhuma festa nos olhos, assim, e aquilo foi descendo, né, no pescoço, né? O livro depois com a recuperação, muito corticoide, corticoide, ela tomou sim, depois que ele fazia desintoxicação. Foi um susto para mim, passei três dias sem dormir, né? Às vezes, a gente acha que, né, tá preparado, né? Tem anos de harmonização facial, então falar só um botox, né, gente? E era uma colega. Como labirintite é uma coisa tão comum, várias pessoas têm. Pensar, não tem importância. Explicar. Você vai ver que eu vou falar uma coisa que é muito importante e eu fico até bravo com você que você fala, é só mais um botox, porque não é. É aquilo que eu te falar, é só mais um dente que eu vou fazer a extração, não é. Não é o que para você, talvez, é mais um, para o paciente é o da vida dele. Isso é uma coisa que vocês têm que colocar na cabeça de vocês, entendeu? Porque o mais um seu é o mais importante, talvez da vida dele. É a coisa mais importante que tem para ele naquele momento, mesmo uma coisa. Então, procedimento cirúrgico, não adianta, porque às vezes nos mais simples é que a gente vai ter os maiores problemas, tá? Depois, você vai ver que eu vou contar um caso de um sangramento que a gente teve numa colega, numa colega, tá vendo? E a gente tem que tomar cuidado com o colega, com parente, porque sempre dá problema nisso. Aí, que a gente foi fazer uma extração do siso, ela tinha uma bifurcação da artéria. Na hora que a gente passou a broca, a gente fez a decisão, foi fazer ostectomia em volta do dente, a osteotomia, na ostectomia, ostectomia em volta do dente, pegamos o hominho que era bifurcada, o nome da artéria. Eu não parava de sangrar, não parava de sangrar. E aí, o que que você faz? Aí, a gente não tinha Gelfoam, a gente não tinha nenhuma hemostático, a gente não tinha nada. Vocês vão ver que eu vou falar disso, tá bom? Bom, que bom que ela ficou bem, Valesca. Então, a gente fez avaliação clínica do paciente. O paciente tem condição ou não de de fazer a cirurgia? A gente vai fazer avaliação clínica do dente. A gente tem que ver o dente, tem que ver o que a gente vai fazer, tá? E é importante a gente, a qual pais paciente com a mão, botar o dedo lá, sentir, cara, não tenha vergonha, não tem nojo. Mesma coisa do paciente que vocês vão começar a ter a rotina com a gente do hospital. É importante vocês avaliar esse paciente. Aproveita os pacientes, principalmente os pacientes de SUS. Quando vocês tiverem lá no Municipal do Santo André, lá no Geral de Taboão da Serra, no Pirajussara, aproveitem para apertar esses pacientes. Nos hospitais privados que vocês vão acompanhar, a gente também vai ser mais difícil, talvez, essa palpação nesses pacientes privados. Eles são um pouquinho mais chatos, mas os pacientes de SUS, aproveitem. Eles até gostam, porque se acaba dando uma atenção maior para ele. Então, aproveitem para colocar a mão, apertar a região de região de face, região de ângulo, região de nariz. É importante essa avaliação clínica. Mesma coisa a quem? Então, quando a gente faz avaliação clínica do dente, a gente vai colocar a mão, a gente vai ver se tem suporte, a gente vai ver se o dente está com mobilidade, a gente vê, vai ver o tamanho dessa coroa, o quanto de destruição ela tem. Será que eu vou conseguir entrar com um Forza? Será que não tá? Então, isso é importante a gente entender esse acesso ao dente. Como que eu vou fazer o acesso? Será que o paciente tem abertura de boca suficiente para entrar com força? Será que eu vou ter que entrar com, com uma, com uma alavanca? Então, é importante a gente ver, vê se o dente tem mobilidade. Às vezes, eu consigo tirar esse dente com o próprio, com o próprio tá? E vê a condição da coroa, que é o mais importante, tá bom?
Então, vamos lá. A gente agora, a gente vai partir para uma área mais, vamos dizer assim, a gente entra mais teórico, né? Que é a classificações. Deveria ser que funciona mais para concurso, não sei se alguém vai prestar concurso, não, mas são classificações e assim, são classificações simples. Porque para que que eu te falei? Os conceitos de extração, eles são simples, eles são básicos e a gente tem que ter isso no dia a dia, tá? Então, a gente tem duas classificações de vida de acesso. Por que que eu falo isso? Porque o leite, ele tá no alvéolo, ou a gente tira ele pelo alvéolo, ou a gente tira ele por uma outra, por uma outra região que não é avião violar, tá? Então, remover o dente pelo alvéolo original, tá? É a via preferencial, porque é a via que a gente vai ser menos traumático. Então, a gente tem um menor traumatismo, a gente vai lá, luxo dente, tira ele e pronto, acabou, tá? Mas é um processo que nem sempre é possível, tá? Nesse caso, eu não vou usar de muita técnica cirúrgica, tá? Eu posso ir lá com forças, fazer a luxação, o giro e puxar esse dente. Acabou. Outro ponto importante, quanto menos tecido envolvido nesse processo, que no caso é o violão, quanto menos descolamento eu faço, melhor o prognóstico. Por que que melhora o prognóstico? Que melhor, menor vai ser o nosso edema e a gente vai ter menos, menos interferência de estruturas no pós-operatório. No pós-operatório vai ser melhor. Isso é extremamente importante. Paciente vai ficar feliz falando: "Nossa, nem senti que tirou o dente." A via não alveolar, ela é uma via que eu vou criar cirurgicamente. Então, por exemplo, vou fazer uma histerectomia, vou fazer uma psectomia, talvez tentar tirar essa raiz, tá? Então, a gente vai entender essa morfologia do dente, tem a profundidade do osso alveolar. Então, eu vou desgastar esse osso, que isso é horrível, tá? Vai depender do grau de destruição dessa coroa, laceração de raiz, tá? Esse processo, ele é um processo que a gente abrange mais tecidos, dissecção maior, tudo bem? Tá? Provavelmente, pós-operatório pior. Então, prognóstico, quando a gente entra pela via não alveolar, não é muito legal, tá? O prognóstico vai ser pior. Então, quanto mais acesso eu faço, mais de rolamento eu faço, entenda que o prognóstico vai ser pior. Quanto mais afastamento, quanto mais força eu tô no afastamento. Então, isso é uma coisa importante. O afastamento, ele tem que ser de forma passiva, tá? Que é uma coisa que eu vejo muito pessoal errar e não afastamento. Tá?
Outro ponto importante, a gente tem dois tipos de distrações. A gente tem a extração simples, seria um dente só, tá? E as distrações múltiplas. Para que as distrações múltiplas? Seriam, por exemplo, várias raízes aqui, vários dentes também. Então, a gente tira tudo numa paulada só, tudo bem? Tá? Outra coisa que é importante a gente avaliar a radiografia, tá? Então, o que que a gente tem que ver na radiografia? A gente tem que ver estruturas vitais, por exemplo. Então, vamos lá. Hoje, já com a radiografia panorâmica, a gente consegue saber se esse dente está próximo do seio maxilar ou não, próximo da base da base nasal, tá? Se esse dente está próximo do mentoniano, se ele tá próximo da alveolar inferior. O que que isso importa para mim? O que que se importa? Que eu já vou avisar o meu paciente que existe o risco de uma formação de uma fístulação, que existe o risco de eu jogar esse dente para dentro do seu maxilar, por exemplo, de um primeiro molar superior, vamos supor que a raiz, mesmo superior, tá dentro do seio maxilar e ela é lacerada, ela tem uma curvatura. Cara, se essa raiz quebrar na hora que eu tiver fazendo a luxação, que que eu vou fazer? Eu vou entrar com uma, com uma alavanca para tentar tirar? Será que eu não vou jogar essa raiz para dentro do seio? Será que já não seria interessante uma visão meu paciente que isso pode acontecer? Então, essa relação da radiografia, por exemplo, panorâmica, eu consigo levar para o meu paciente que eu tenho um problema que pode acontecer um problema, tanto no transcirúrgico, quanto no não cirúrgico, tá? Então, outra coisa importante. Então, beleza, relação com estruturas vitais. Então, seio maxilar, que é importante, nervo alveolar inferior, base do nariz, mais alguma estrutura. Então, configurações das raízes. Então, molares superiores com contato com seio maxilar, molares inferiores em contato com o canal mandibular e condição do osso circundante. Por exemplo, se eu vou mexer numa raiz que tá para palatina, eu tenho uma quantidade de osso maior. Você sabe que se eu vou fazer a movimentação com forceps, lá teve lateral, excelente, não vai sair para palatina, porque eu tenho um osso, eu tenho uma maior quantidade de osso nessa região. Então, eu sei que ele vai sair para vestibular. Então, isso é importante a gente fazer essa avaliação. Mesma coisa do siso, que vocês vão ver lá na frente. Eu vou fazer ostectomia, osteotomia em volta do dente, porque eu tenho um bem, eu tenho um osso que ele tem uma espessura mais densa e que eu tenho uma maior dificuldade para fazer essa luxação, tá bom?
Tá? Então, por exemplo, esse caso aqui. Esse caso chegou para mim, é para fazer extração desse primeiro molar inferior. Ela chegou com uma pele picada, é que meu ontem à noite eu não achei a pele. Que ela chegou com operadora, eu preciso tirar esse dente aqui. Chegou no hospital, procurar um pouco para tirar esses dentes. Eu falei: "Olha, dona, dona paciente, vamos pedir uma panorâmica primeiro para a gente ver como que tá. E aí, depois a gente agenda para fazer." Eu tenho hábito de pedir um raio-x panorâmico para todos os pacientes, todos, sem exceção, tá? Hoje a gente acha muito cisto, hoje a gente acha muito dente incluso, por conta de panorâmica. Eu vou operar uma paciente agora, uma menina de 15 anos, que eu até quando não sei se eu contei para vocês, ela passava com a ortodontista, fazia aparelho desde os 11, e a orto não tinha nunca pedido um panorâmico para ela. Tá errado, tá errado. Aí agora, com 15 anos, pediu uma panorâmica para ela, ela tem um cisto gigantesco no ângulo de mandíbula. E aí, como que você fala para essa menina? Ela veio comigo por uma dor na articulação. Então, é importante. Então, essa paciente aqui, a dona paciente, ela veio por conta desse dente aqui. Eu falei: "Olha, vamos pedir uma panorâmica, vamos ver." Aí chega panorâmica. Olha o que chega para mim. Isso, isso. Olha o risco disso aqui. Olha isso aqui. E aí, que que você fala para ela? Vamos tirar esse dente. Tudo bem, a gente tem uma lesão periodontal, a gente tem uma lesão periapical, a gente tem uma fratura de fúria aqui nessa região, que tem indicação de extração. Mas e aí? Você fala para essa paciente: "Ó, você tem um cisto, você tem um dente na base da mandíbula, íntimo contato com o nervo." Mesma coisa desse jeito. Olha o nervo passando aqui, ó, no meio do dente. Nunca soube disso. Você entende que às vezes é negligência do cirurgião, tá? Tudo bem, tá? A gente removeu isso aqui e foi solicitado para fazer isso aqui em âmbito hospitalar, tudo bem? Então, a radiografia panorâmica para extração, ela é preponderante, mas às vezes o paciente chega no meu consultório, eu já faço uma pele picada, tudo bem, tá? Com dor, ele não tem nenhuma comorbidade, não tem infecção, precisa ser removido deles, tudo bem? Ok, faça com a pele abdical, sem problema nenhum. Mas entenda que após isso, eu preciso pedir uma panorâmica, tem uma visão geral. A gente, quando vai mudar de especialidade, a gente tem que ter um clique, a gente tem que ser diferente dos outros. E isso é importante. Mesma coisa da avaliação clínica. Vou bater muito isso, Pateta, para vocês. Mesma coisa da avaliação clínica, tá? Vocês têm que entender que o paciente não é um dente, é um paciente. E dá problema. Às vezes, você fazendo tudo certo, dá errado. É o raio X que era picado, raio X panorâmico. Feita essa avaliação radiográfica, estamos com dúvida? Hoje, a gente já sabe que a panorâmica, ela tem uma boa, uma boa, a gente consegue ter uma boa previsibilidade se a gente vai ter lesão do nervo ou não. Não tem necessidade de tomografia. Mas você, na dúvida, não custa nada pedir uma tomografia, tá? Você pode fazer a solicitação da tomografia ou da conibim, ou de uma tomografia normal mesmo, para ver o posicionamento desses dentes e dessas estruturas novas.
Fala, Adriano. Me tira uma dúvida. Qual o caso de um procedimento feito no consultório de um paciente hígido, uma mocinha de 18 anos, 20 anos de idade, você vai fazer um siso dela lá, tá um pouquinho mais complexo. Qual é o caso que você pede? Quais são os exames complementares de um paciente saudável? Quais exames complementares se pede para esse paciente? Para esse paciente, eu não peço nenhum. Hoje, a indicação da Associação Norte-Americana de Anestesiologia é que esse paciente não precisa nem pedir exame de sangue, nada, né? Não, se ele não tem, se ele não tem comorbidade nenhuma, não tem necessidade. Aí eu que eu falo. Pode falar, Adriano. E se essa cirurgia for no hospital, muda esse protocolo? Aí muda, porque eu vou te explicar. Eu vou te explicar como que eu procedo, tá? A nossa formação é odontológica. Quando a gente vai no hospital, foi aquilo que eu falei antes na aula, o cara, mas você é dentista, você não sabe avaliar o paciente. Para não ter esse tipo de problema, o que que eu costumo fazer? Eu costumo pedir todos os exames pré-operatórios. Então, peço hemograma, peço coagulograma, peço função renal, peço função hepática, tá? Peço um raio-x de tórax e peço um eletrocardiograma. Além disso, além disso, eu peço uma avaliação cardiológica pré-operatória para quando eu vou levar esse paciente para o hospital, tudo bem? Tá? Pode falar, Adriano. Independente se eles sejam paciente hígido ou um paciente que tem alguma alteração compensada, você segue esse protocolo administrativo? Independente? Eu sigo, porque, porque eu já tive, eu já levei paciente sem incorridade nenhuma, sem nenhum exame, e o anestesia fala: "Mas você não sabe avaliar o paciente." Tudo bem, mas segundo a O meu Deus, é a norte-americana, ela fala que não precisa levar. Mas só que para a gente não ter esse tipo de problema. Ah, você não tem tentativa, já pedi avaliação, não precisava, mas tem, entendeu? É a mesma coisa um paciente, talvez, que vem para o seu consultório, que você precisa suspender algum anticoagulante. Eu sei como faz, tá? Mas às vezes é importante a gente dividir essa responsabilidade com hematologista dele. Ó, caro Doutor, solicito suspensão do coagulante, tá, tá, para procedimentos de múltiplas extrações dentárias. O colega vai falar: "Ah, [ __ ] legal." Às vezes, a gente manda até artigo. É a mesma coisa de paciente que o hipertensão. Não, a gente pode usar anestésico com vasoconstritor. Não tem contraindicação, entendeu, Adriano? Então, a gente tem que entender e às vezes é importante a gente dividir essa responsabilidade. Por mais que a gente, que talvez imediatismo o barre, a gente fazer isso. E a gente tem que entender quando a gente é aquilo, a gente tem que ter um clique. Eu falo isso para vocês. A gente não é mais clínico, a gente agora é de uma especialidade. Então, muda a cadeia séptica, que foi aquilo que eu falei na hora da infecção. A gente não pode mais fazer cirurgia. Eu vou cobrar isso de vocês aqui. Eu vou falar de novo. A gente não pode mais fazer cirurgia com pano de papel em cima da bancada, tá? Não usar material não estéril, não usar luva não estéril. Não existe isso, gente.
Tudo bem, tá Adriano? Então, o que eu costumo fazer com os pacientes que vão para a cirurgia hospitalar, sem exceção, eu coloquei isso como protocolo. Todos os pacientes, testes de sangue, peça um raio-x de tórax PA e perfil. Essa é uma avaliação cardiológica. Se o cardiologista pedir alguma coisa, ele pede, mas o básico eu faço isso. Entendeu? Para não ter problema, a segurança nunca é demais. Beleza?
Tá, agora você me perguntou do consultório. Por exemplo, no consultório, quando que eu peço exame para algum paciente? Por exemplo, o paciente que tem alguma comorbidade. Igual ontem, eu fiz uma cirurgia no consultório, paciente com anemia. Ah, faço anemia, faz tratamento com Noripurum. Há três anos eu tenho uma variação do meu hemograma. Faria, eu falei: "Então tá bom, então vamos lá, pedir um hemograma para ela e pedir um tempo de sangramento." Tava tudo normal. Tem necessidade de pedir para ela ir no médico? Não. Toquei o bonde. Entendeu? Agora, vamos supor que essa paciente tá com a plaqueta baixa, mesmo fazendo uso de Noripurum. Aí no médico: "Ó, você vai no médico. Você tá com 50 mil de plaqueta, dá para fazer, mas é arriscado." Tudo bem? Beleza? Dúvidas? Mais alguém, gente? Aproveitar que a gente deu uma paradinha. Quem que tá falando? Camila. E aí, cara? Tudo bem? E você? Graças a Deus, melhor agora que vocês estão participando. Agora vocês participam, pô! Não fique falando aqui com essa tela do computador, é horrível. [Música] Mais tarde eu abro, viu? Tá bom.
Olha só, apareceu meu paciente. Ela tava com diabetes descontrolada, é uma paciente hipertensa e precisava de extração de múltiplos dentes. Pois é, então eu não atendi. Na verdade, ninguém, ela tava passando de mão em mão e ninguém quis atender ela. Eu encaminhei ela para o médico. Na verdade, era SUS, então é bem complicado, né? Ela tá na fila para tentar conseguir o atendimento com cardiologista, endocrino, mas realmente a conduta era essa de não atendê-la. Não, vamos lá. Não é que é para você não atender, não é não extrair os dentes. Compensada, diabética, ela pode ter algum problema na sua cadeira. Se ela é uma paciente que é descompensada da hipertensão dela, tava 16, ela pode ter um AVC, ela pode afetar na sua cadeira só da anestesia e dá atenção. Então, assim, você não precisa cá não atendê-la, não é isso que eu quero. Tá? Eu quero que você atenda ela, explique para ela e peça uma avaliação. Tá? Assim que ela tiver compensada, eu não posso tratar diabetes dela, mas você pode. Mas você pode escrever no relatório ao colega endocrinologista: "Paciente fulana apresenta diabetes descompensada no momento da extração. Apresentou um quadro de hipertensão arterial. Você pode aferir a pressão 18 por 15, solicitar avaliação e conduta e estabilização clínica para posterior agendamento para extração em antropomotorial." Ponto. E aí você entrega para ela. Mas essa paciente chegou com dor, tá doendo muito. Tudo bem. Entenda que se você faz algum procedimento de uma paciente dessa, você aumenta o risco de infecção. Porque se ela já chega com dor para você, você entende que o linear de dor dela já tá muito alto. Então, qualquer alteração que você vai ter nessa região, você já tem um pH mais ácido, anestésico vai ter menor vida ativa nessa região. Então, esse paciente possa ter dor, você talvez possa levar a pressão dessa paciente. E aí, isso essa paciente no seu consultório, nem âmbito hospitalar, daria para fazer extração dessa paciente. Então, se você tiver o suporte clínico, se você tiver o suporte clínico, sim. Mas às vezes, por exemplo, você vai levar no hospital. Aonde? No centro cirúrgico. Eu tinha pensado nisso. Tudo bem. Vamos lá, vamos vamos seguir sua linha. Tá conseguindo atendimento médico? Então, mas aí eu, o carro. Vamos lá. Eu entendo isso, mas você entende que isso não é responsabilidade sua? Sim, porque a partir do momento que você assume esse paciente para você, a responsabilidade é sua. E se ele tem um AVC ou se ele tem uma parada cardiorrespiratória, quem que é responsável? Vamos supor que você vai levar esse paciente para o hospital. É o que acontece. Vamos lá, muitos casos a gente fazia isso lá no Hospital Geral de Taboão da Serra. A gente tinha, a gente tinha um contato muito legal com os anestesistas. Então, às vezes, a gente não fazia avaliação pré-operatória. Tá? Mas isso era porque era no SUS, era porque era lá. Então, a gente fazia essa avaliação. O que que o anestesista fazia? O anestesista fazia avaliação e ele fazia uma medicação pré-anestésica para ver se diminuía essa pressão. E a gente faria destro desse paciente. O que que é destro? A gente mede o teor de, o teor de glicemia desse paciente. Se a gente, com uma medicação pré-anestésica, diminuiu a pressão, a gente conduz. Se com a medicação, glicose, a gente diminuiu a glicemia, a gente conduz. Agora, senão, a gente não conduz. A gente suspende. Se o paciente está com pressão alta, por exemplo, no hospital particular, na maioria das vezes, eles suspendem a cirurgia. Mesma coisa de 300, 350, eles não fazem, porque o risco de dar merda, algum problema, é muito grande. Então, às vezes, a gente tem que pensar também no nosso. Eu entendo o governo do paciente. Agora, negligenciar atendimento, não? Então, por exemplo, o paciente chegou com dor para você e tá descompensado. Você sabe que é um paciente diabético, que é um paciente hipertenso. O que que você faz? Uma avaliação, encaminha e vou medicar. Medica. Ó, já entra com antibiótico terapia. Se é um paciente de idade, que a paciente que tem uma diabetes, você não entra com anti-inflamatório, que você vai fazer uma descompensação. Você tem o feedback negativo. Você entra talvez com antibiótico e com analgésico e pede com urgência. Às vezes, numa UBS, eu não sei como que funciona aí, ele consegue atendimento rápido. Entendeu? Tá aqui em São Paulo, consegue. É a questão também é controlar. Você não controla do dia para a noite. Você conseguir controlar uma, ter certeza de do controle de uma pressão arterial é pelo menos um mês. Sim, sim. Mas às vezes ele faz uma medicação prévia para você fazer o processo rápido. Entendeu? Não teria problemas se conseguir controlar do dia para a noite. Não, se você consegue abaixar. Não, se você tivesse tempo para descompensada. Se você tiver o suporte clínico, por exemplo, se ele fizer descompensação em âmbito hospitalar, pode tocar. Entendeu? Ele vai ter o suporte clínico. Depois, não tem problema nenhum. Se é um processo de urgência, entendeu? Tá bom. Obrigada. Eu que agradeço.
Bom, então vamos lá, gente. O planejamento. Isso aqui é extremamente importante. A gente entra no planejamento, basicamente, das extrações. Por que que eu falo isso? Porque a gente tem que entrar nesse processo sempre pensando no pior. Porque, cara, você vai perder tempo. Você vai perder tempo. Vamos supor que você vai fazer uma extração de um primeiro molar superior e você põe na mesa cirúrgica somente um forte. Aí você entra com esse forte, forte quebra a coroa. Aí você não tá com alavanca. Você fala: "[ __ ]! Não tem alavanca." Aí vai ter que ir lá buscar. Aí você vem com alavanca, não consegue tirar. Alavanca. Aí você fala: "[ __ ]! Preciso da broca." Aí você vai lá pegar broca. Então, assim, já no seu planejamento. Então, eu vou fazer um molar superior que ele também plantado, dentro tratado canal. Que que eu faço? Eu tenho que prever esse tempo. E para prever o tempo, eu preciso, eu preciso deixar tudo programado para eu não perder tempo. Porque se eu tiver que pegar as coisas, eu vou perder tempo. E isso é importante, cara. Às vezes, a gente tem um pouquinho de preguiça. Ah, vou resolver só com uma alavanca, vou resolver. Não, monta mesa, gente. De novo, eu falo para vocês, a gente tem que mudar o clique. Tá? A gente não é mais cirurgião. A gente é especialista em cirurgia bucomaxilofacial. Então, a gente tem que ter mesa. Tem que estar impecável. Eu vou mostrar uma mesa aqui para vocês que eu gosto, que eu monto para todos os casos. Basicamente, mesmo extração simples. Ai, mas vai tirar um pré-vô. Eu monto assim. Coloco o campo, uso o luva. Mistério. Isso é importante, tá? Então, o planejamento, a gente tem que prever o tempo. Então, prever o tempo é isso, a gente deixar todos os materiais à mostra, fácil acesso. Tá? Mesma coisa é importante a gente deixar materiais de hemostasia junto também. Porque se eu tenho um sangramento, que que eu vou fazer? Vou sair correndo e largar o paciente lá? O importante é ter uma bomba vácuo. Paciente que vai mudar para cirurgia, que vai começar a fazer só cirurgia, eu preciso de uma bomba vácuo. Importante, tá? Então, é preciso ter o recurso necessário para fazer, principalmente extração de dente do siso. Tá? Extração simples, às vezes, ela pode complicar como uma cirurgia de um primeiro molar superior, que às vezes você fala: "É fácil de fazer", mas ela pode se tornar uma dor de cabeça para você. Tá? Que vocês vão ver depois, a gente intercorrências. Tá? Outra coisa importante, possíveis cenários a serem enfrentados durante o procedimento. Então, "[ __ ]", o primeiro molar superior tá próximo do seio. Se quebrar raiz, meu, eu vou empurrar essa raiz para dentro, sem maxilar. Então, vou ter que encaminhar esse paciente. Que eu tô indo? Que que eu vou fazer? Isso é importante a gente já saber. E é importante você já falar isso previamente para o paciente, não fazer o processo e depois avisar o paciente. Eu tenho um dente que tá próximo do canal, do canal mandibular. Parestesia. Existe o risco de tudo, de infecção, de violência. Tem que falar. É importante, tá? Se tiver alguma ideia como acontecer, como resolver, tá? Informar previamente o paciente com qualidade. Então, perca tempo nessa avaliação inicial. Eu sei que a gente, a nossa vida de dentista é corrida. Às vezes, a gente tem que fazer avaliação, já atendeu o paciente, faz uma avaliação entre o paciente e o outro. Tá? Mas quando a gente entra para especialidade, gente, a mesma coisa de roça. A gente não quer quantidade, a gente quer qualidade. E isso acontece na cirurgia. A cirurgia não dá para a gente entender em quantidade. A gente tem que atender em qualidade. Mesma coisa na roça, você tem que atender com qualidade. Não adianta você fazer procedimento rápido. Eu sei que até alguns procedimentos que são rápidos, mas não adianta. Principalmente o paciente está off. O paciente, ele quer o quê? Atenção. É importante. Então, não adianta se atender esse paciente rápido. Isso é importante. Às vezes, o menos é mais. Tá? Evitar trauma e perda desnecessária de tempo. Então, se ficar indo buscar meu, tá lá com forte, não tá, não tá mexendo nada, o dente vai para alavanca ou vice-versa. Vai com alavanca, vai com forte, não resolveu. Já parte para outra. Não fica 20, 30 minutos na mesma posição. Muda o foco. Mas só que entenda que você tem o planejamento. Ó, primeiro, eu vou entrar com alavanca. Não. Primeiro, eu vou fazer sem desmotomia. Segundo, eu vou entrar com alavanca. Terceiro, eu vou entrar com funk. Não resolveu. É corta. Se você tá com tudo ali já montado, você não vai perder tempo pegando as coisas. Então, protocolo. Porque quando você mantém protocolo, o processo foi mais rápido. E isso é interessante a gente ter para extração. Tá? Quando a gente faz isso, a gente previne complicações. Outro ponto importante que eu falei do protocolo, que se vocês vão entender bastante quando a gente começar o módulo de cirurgia ortognática, que é bem legal, por sinal, que é uma área que eu adoro. Vocês vão ver que tudo protocolado, tudo, tudo protocolado. Porque a gente não perde tempo. Porque como são cirurgias grandes, de quatro, cinco horas, três horas e meia, se você não pode perder tempo. Então, quando você já fica organizado nessa parte da extração dentária, tá, você já começa a se organizar para essas cirurgias maiores. Mesma coisa de uma remoção de um cisto, de uma recepção de mandíbula. Tudo bem? Mesma coisa que eu falo, por exemplo, na roça, e vocês têm um protocolo. Mesma coisa dali de papada, mesma coisa dos implantes faciais. Então, essas técnicas cirúrgicas primordiais. Mas que que a extração tem a ver? Tem tudo a ver, gente. Que a partir daqui, você começa a entender o processo. E eu quero que vocês entendam o processo e tenho esse clique, essa mudança de conceito. Tá? Então, quando a gente entra com a parte do protocolo, a gente previne complicações. Se a gente previne complicações, o nosso pós-operatório é melhor. Tudo bem? Tá bom, gente? Tá dando para acompanhar aí? Tá tudo bem? Não tem ninguém dormindo, tá? Assim, quem que é a Camila? Só a Camila e o Adriano. A Valesca participou um pouquinho. Estamos aqui, professor. Mas ela tava com cara de sono. Ó, já aumentou o nome participantes aqui, ó. Então, tá bom. Agora, eu quero a participação de vocês. Então, vamos lá. A gente fez o planejamento. Uma coisa que é importante que a gente não pode perder tempo também, que a gente tem essa previsibilidade dentro do planejamento. O que que a gente não quer perder tempo? E uma das coisas que a gente perde tempo é na dor. Se o paciente reclama, você perde tempo. Então, a gente tem que fazer uma, uma infiltração efetiva para a gente não ter que voltar passo. Outra coisa, quando a gente trabalha com protocolo, a gente não volta passo, que isso é importante. Então, por exemplo, no protocolo da extração de dente, você tira o dente primeiro, anestesia. Você faz anestesia. Então, anestesia, ela tem que ser efetiva já na primeira colocação. Tudo bem? Tá? Mesma coisa da ansiedade. Como que vocês controlam a ansiedade do paciente? Então, isso é importante a gente saber, tá? Então, nós vamos ficar um pouquinho nesse slide aqui para a gente discutir. Então, vamos lá. Quem tem experiência aí com ansiolíticos? Aqui, vocês usam na roça? Não usam? Como que funciona vocês aí? Só para eu entender. Eu não tenho experiência, mas gostaria de saber mais sobre. Professor, por que que você, como que você faz, por exemplo, uma extração de dente no paciente muito ansioso? Como que você faz exame do paciente muito ansioso? Quando você precisa fazer algum procedimento, ou talvez até uma harmonização aí com o paciente, tem um grau de ansiedade um pouquinho maior, a gente vai levando na conversa, né? Quando a gente sente que o paciente é muito ansioso na consulta, a gente já vai explicando direitinho como é que funciona para tentar ganhar, pelo menos, a confiança dele. Mas tem horas que a gente vê que realmente naquele caso era necessário uma medicação. Que ele suou muito, teve muito desgaste desnecessário. Mas olha, eu vou falar uma coisa para você. Eu particularmente, do torigo, eu tenho, tem algumas medicações. Tá? Me dá zolam, que deixam o paciente mais calmo. Eu particularmente, eu não gosto, tá? É aquilo que eu falo sempre, quando você já teve problema e você fica com pé atrás. Então, hoje, eu sou muito igual a isana. Eu sou muito de conversar muito, de explicar muito, de brincar muito, de tentar tirar essa atenção. Porque assim, o procedimento basicamente de harmonização ou de extração, ele é, ele é um pouco mais denso para o paciente. Mas eu acho que a gente tem que entender que se a gente faz uma boa analgesia prévia e a gente tem uma, uma conversa boa com esse paciente, a gente consegue tocar. Mas a gente pode usar, por exemplo, midazolam, um comprimido um dia anterior, entendeu? Ou meio comprimido no dia anterior e meio comprimido de manhã. É que basicamente acontece qualquer coisa com esse paciente no seu consultório por conta de uso de um ansiolítico, você não tem o que fazer, né? Entendeu? Tá? Eu tenho muitos colegas que usam, mas eu particularmente, Igor, eu não gosto. Não gosto mesmo, tá? Então, hoje, o que que eu costumo fazer? Eu costumo fazer medicação prévia, mas de ordem que eu consigo ter um controle e que eu não tiro a consciência do paciente. Então, por exemplo, os meus pacientes que vão para cirurgias dentro do siso, eu costumo já entrar com antibiótico prévio, eu já costumo fazer um anti-inflamatório prévio e o Dipirona ou Tylenol prévio também. Porque eu consigo diminuir o grau de ansiedade desse paciente e eu consigo diminuir a quantidade e a efetividade do meu anestésico. É melhor. Então, para todos os meus pacientes, eu costumo fazer isso já como protocolo. Então, o paciente já no dia anterior, ele começa a tomar um anti-inflamatório, já começa a tomar um antibiótico e no dia, ele toma um corticoide e o analgésico. Já que eu vou ter um controle muito melhor. E na maioria das vezes, os anti-inflamatórios, eles dão uma relaxadinha no paciente, tá? Porque qual que é o grande medo do paciente? Ele tem dor. Entendeu? Tá? Mas existe os ansiolíticos como midazolam, que nem você me perguntou. Entendeu? Como que vocês fazem aí os procedimentos de vocês? Eu também, eu tenho medo dos ansiolíticos. Já utilizei midazolam, já utilizei o Rivotril, mas eu também sou muito cauteloso com essa questão dos ansiolíticos. Porque nunca aconteceu comigo, mas já aconteceu com colegas de paciente rebaixar e ele fica sufoco no consultório. Então, eu também sou da conversa. Tento conversar para tentar acalmar meu paciente. Quer fazer o que? Eu acho que você pode fazer. Como a gente usa esporadicamente, é você chamar anestesista. Vai te cobrar lá um valor, se repasse por paciente e ponto. Você fica com segurança. Que aquilo que eu te falo, se o paciente rebaixa e o paciente está na sua cadeira, você não tem condição nenhuma de tratar esse paciente. Aí você vai chamar, você vai chamar o SAMU. 15 minutos, já era. Paciente morreu. É óbito. E assim, uma vez que isso acontece, por mais que a classe odontológica fala que tem segurança, se você conversar com os anestesistas, a medida que você começa a ir para o âmbito hospitalar, o pessoal fala: "Igor, se rebaixa, não tem o que fazer. Às vezes, eles têm dificuldade para fazer qualquer procedimento no hospital." Então, isso é importante, tá? Adriano, eu penso igual a você. Eu sou muito da conversa. Eu converso bastante, explico bastante para poder tentar ganhar confiança. Que nem ela falou, tentar ganhar confiança desse paciente. E assim, o paciente confiando em você, cara, você faz o que você quer com ele. E isso é extremamente importante. Nós fugiu o nome agora, com o gás. Como é o nome que ele fugiu agora o nome do Riso, né? Então, eu já, eu já, a gente tinha uma especialização antigamente que a gente fazia alguns procedimentos tipo de junção óxido nitroso. É aquilo que eu te falo também, Adriano. A gente está entrando, a gente entra nessa área também, mas é aquilo que eu te falo, nos Estados Unidos, isso é muito, muito corriqueiro, é muito legal, tá? Mas a gente tem que entender que nos Estados Unidos, a gente tem um suporte clínico muito grande. Então, a gente tem clínicas com suporte clínico. O meu medo disso foi aquilo que eu falei para você, e a gente tem um rebaixamento desse paciente. E às vezes, cada paciente responde de uma forma diferente. E a gente não tem o suporte para poder resolver isso. Então, esse é unicamente, estritamente o meu medo. Eu hoje, particularmente, quando eu preciso de algum procedimento que requer algum tipo de sedação, eu prefiro chamar uma anestesista. Ele vem no consultório, ou eu levo esse paciente para o hospital. Ai, algumas, o custo fica muito alto. Tudo bem. Mas se você vai fazer uma redação no seu consultório também com óxido nitroso, o custo vai ser alto. Talvez, se você faz o midazolam, o custo diminua. Mas e se esse paciente tem um problema? Será que esse custo não vai ser mais alto? Entendeu? E o paciente que ele tem um certo grau de ansiedade, ele tem que entender que ele vai precisar de cuidados melhores. Você explica isso para ele? Falar: "Você tem um grau de ansiedade muito grande." Você entendeu, Adriano? Então, Doutor Igor, eu faço isso, tá? Basicamente, acho que a Camila perguntou primeiro, mas qual a dose desse ansiolítico para acontecer esse risco? Porque assim, é, talvez um Alprazolam de 0,25 já seja o suficiente para diminuir um pouco a ansiedade desse paciente. Nós não estamos falando de dar 2 miligramas de Alprazolam. Na verdade, midazol não gosto. Às vezes, o paciente não lembra de nada do que aconteceu. Eu acho isso meio arriscado. Mas o Alprazolam, nós não estamos falando de dois miligramas, mas uma coisa, um ansiolítico numa dose bem mais baixa. É isso é capaz de causar esse rebaixamento que vocês estão falando? Então, eu fui aquilo que eu te falei, eu, como não tenho experiência, é aquilo que eu falo, eu sempre discuto os casos com os colegas anestesistas e passo para eles. Eles falam: "Cada paciente responde de uma forma diferente." É a mesma coisa que você falar: "E o que que você faz se você é anestesia o paciente? Paciente teve uma convulsão na sua cadeira?" O risco de acontecer isso é muito baixo, mas pode acontecer. O midazolam, quando você começa a acrescentar a medicação, tenha a linha que que é muito a favor disso e tem ali que é muito contra. Eu particularmente, não é que eu sou contra, é que eu não tenho experiência, eu não preciso usar. E os casos que eu preciso usar, eu prefiro chamar um anestesista. Mas eu entendo que se você usa uma dose baixa, por exemplo, do Alprazolam, eu não vejo problema. Mas o que que você pode fazer também? Você pode fazer, talvez nesses casos, fazer um teste. Não falar para ele tomar só no dia da cirurgia. Você pede para ele tomar dois, três dias antes. Ele toma uma quantidade pequena para chegar no dia mais tranquilo. É uma ideia também, Camila. Tá? Não tem problema nenhum, tá? O que eu tenho medo é isso, a gente fazer uma dose muito alta, tá? Esse paciente no período de estresse, talvez ter algum problema que não tá relacionado nem com o ansiolítico. E às vezes falar que o dentista medicou esse paciente de forma errada. Entendeu? Então, Professor, uma coisa que eu preciso fazer também, quando o paciente, a gente já nota que é muito ansioso, provavelmente ele já faz uso de medicação controlada, né? E aí a gente pergunta se ele tem um SOS, né? E aí, de repente, pede para ele tomar antes da cirurgia, uma hora antes, o SOS que já deu uma segurada também. Sim, pode fazer. O que não pode é só suspender a medicação que ele toma junto contigo. Você tem que ficar claro para vocês também, tá? Que é importante ele, ele tá, ele tá medicado. Então, lá no dia anterior, não tomei, não é legal. Aqui, a minha, a minha política aqui com os pacientes também é essa. Hoje em dia, é muito mais comum paciente que já faz uso de algum medicamento, né? Não sei aí no consultório de vocês, mas aqui é impressionante. Qualquer faixa etária, é muito, muito comum mesmo. Assim, usar pelo menos uma coisinha assim para dormir, eles falam, né? E aí eu oriento a usar, né, previamente ao procedimento, principalmente o procedimento cirúrgico. Só que a gente também investiu recentemente aqui na clínica no na sedação óxido nitroso. E assim, nos cursos que eu fiz, né, eu tinha um pouquinho de receio também, né, das coisas que a gente escutava e tudo mais. E eu fui aprofundar o estudo. E ele não é metabolizado pelo organismo, né? Então, assim, ele traz uma segurança grande para a gente. Claro que aqui a gente fica monitorando, né, a PA e aximetria também. E assim, o que a gente observa que a PA do paciente até baixa, sabe? Bem legal. A gente tem gostado bastante trabalhar com a sedação, viu, professor? E teve até uma paciente, inclusive, que eu fiz a lipo nela, e ela falou para mim: "Doutora, se não fosse isso, pode ter certeza que eu não teria feito." E ela ficou muito bem. Assim, é uma paciente extremamente ansiosa, complicadíssima, e foi tudo certo. Ela tem a pressão alta e durante o procedimento, a gente ficou monitorando e só a pressão dela manteve assim, super baixo. Foi bem legal, sabe? A gente tá tendo relatos bons. E de custo, professor, o investimento maior é com equipamento mesmo. Depois o gás em si, dependendo da cidade, que vocês estão ou que consegue, assim, não fica tão caro, não, viu? E a gente consegue, inclusive, embutir isso facilmente no preço do procedimento. Então, é um relato nosso aqui, né, na clínica. Tem, tem dado certo. E o risco, assim, bastante baixo. Lógico que lá nos Estados Unidos, eles usam a medicação junto, né? Então, aí tem que tomar um pouquinho de cuidado. Eles têm o hábito de dar um midazolam e de sedar. Aí você realmente deprime muito o paciente. Mas não vejo essa necessidade assim, aqui, pelo menos por enquanto, não. Mas você entende, por exemplo, feito um paciente que já faz uso contínuo dessa medicação, pode, mesmo com o gás, você ter também uma depressão. Então, tem que controlar bem, tem que saber bem o que tá fazendo. É isso que eu falo. Com certeza. À medida que a gente vai passando o tempo, a gente vai criando confiança e a gente vai estudando. É legal que a gente não pode desmerecer o procedimento. Foi aquilo que eu te falei, eu acho que tudo que vem para agregar é interessante. Mas o meu medo é se tem alguma intercorrência. Como tem, e o que eu falo, que a intercorrência sempre chega pra gente. Vocês vão ver que agora, vocês viram ser sendo maxilos, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa, a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? 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O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. 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A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? 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É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? 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Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? 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Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. 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Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? 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A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? 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Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. 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O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. 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A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? 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É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? 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Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? 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Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. 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Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? 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A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? 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Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. 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O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito no chat aqui. Esse é o grande problema que às vezes a gente tem intercorrência num paciente. Só a gente leva isso para todos, né? E às vezes, um, um mal feito, deixa a nossa história toda. Esse é meu medo, entendeu? Por isso que eu falo sempre, eu sempre vou falar para vocês, em basicamente intercorrências, porque eu acho das intercorrências que a gente cresce bastante. E eu já peguei tudo que imagina. Vocês vão ver, à medida que vocês vão começar a se especializar, os problemas vão vir para vocês. É a mesma coisa a lipo de papada. Eu não sei, não sei logo logo a gente não vai ter que fazer esse procedimento em âmbito hospitalar, tá? Mesma coisa das próteses faciais, porque tá sendo, ele é um procedimento bem invasivo. Então, a gente tem que, às vezes, também mudar o conceito e entender que a segurança do paciente está em primeiro lugar. Tudo bem? O meu medo é só isso, a gente paciente rebaixar e a gente não tem o que fazer, tá? Por mais que a gente tenha experiência, e cada paciente responde de uma forma diferente à medicação. Igual a Fer falou, a todos os meus pacientes toma alguma coisa para dormir. Então, esse paciente é um paciente em potencial para ter um grau de depressão maior, se a gente associar um outro ansiolítico. Então, isso a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem? Tá legal. Tudo bem. Bem perfeito. É aí a gente volta na história da anamnese, né, professor? De fazer isso bem direitinho e tomar as decisões baseados naquilo que a gente conhece, né? E conhece do paciente, né? Que ele já toma medicação. A minha orientação é que ele faça uso da própria medicação. Às vezes, a gente pede até para dobrar, sabe? Se for um paciente que usa muito pouquinho, né, aquela coisa, e é muito ansioso, eu falo para conversar, de repente, até com o médico, né? Mas de repente, você pode dobrar a dose no dia do procedimento. E é isso aí. A gente não entra com óxido nitroso, não faz nada. E é boa e velha conversa, né? Procedimento mais tranquilo, ambiente com musiquinha, enfim, tudo que seja fazem aí. Agora, tipo, a gente não usa nada. Aí a gente sugere a sedução e a gente vai vendo também, né, professor? Porque tem paciente que quando você começa a sedar, ele já sente um leve desconforto ali, e a gente aqui, tá tudo bem. Agora, tem paciente que fica ótimo, né, com a sedação bem baixa, inclusive. Então, hoje em dia, hoje em dia, o que a gente vê, igual, por exemplo, a gente, eu trato muito para paciente com síndrome da apneia. A gente faz os avanços maxilares, que a gente tem que ter que tomar cuidado também no consultório é pegar esses pacientes com apneia por conta dessa depressão, tá? Por conta desse relaxamento muscular e a gente ter uma obstrução da via aérea posterior. Então, tem que tomar cuidado também. Então, é importante saber se esse paciente é apneico também. E eles são, eles têm a tendência de compensar mais rápido que os outros, tá? Essa é a minha preocupação. O que eu só peço para você, Fernanda, talvez ter no consultório lá, não sei se você tem um angu, tá? Para casa, isso aconteça, poder fazer a ventilação mecânica nesse paciente. Talvez um guedel, manter isso no consultório, tá? Talvez, às vezes, se tomar, Deus que não use, mas é importante ter lá. Não sei se você tem, tem isso lá no consultório. Não, eu acho que vem com o kit, né? Então, na verdade, é a orientação assim, até dos cursos, né, que eu fiz, se o paciente de repente, sedar, a gente tem como usar só o oxigênio, entendeu? Então, a gente tira completamente o óxido nitroso e libera o oxigênio. E aí tem, né, todo um protocolo também de tudo mais. Mas assim, ó, a minha maior intenção também de ter entrado na buco é porque a minha intenção aqui na clínica é montar uma sala cirúrgica toda preparada, assim, só cirúrgica mesmo, assim, preparado com alguns equipamentos e tudo mais. E ter esse preparo mesmo, né? A gente sabe que tem alguns colegas que que chamam anestesiologista para ir no consultório e tudo mais. Então, tem que ter os equipamentos. Então, eu tenho muitos interesses assim de aprofundar um pouco mais, sabe? De saber o que ter aqui na clínica, o que como usar, né? Porque tava bem, não adianta nada a gente ter equipamento e não sabe usar. Então, a ideia da buco também é essa, sabe? Aí eu consegui montar essa sala cirúrgica bem direitinho e consegui prestar todo socorro para o paciente, né? Tá legal. A Gabi colocou um negócio aqui, ó: "Meu ex-marido é gasto e já vi ele correr para emergência hospitalizar, abusando o paciente por conta de uma dose baixa." É isso que eu falo. A gente, cadê a Gabi? Você tá aí, Gabi? Eu não acompanho muito
Ele é dividido em conta ativa, tá articulação e o cabo. A ponta tira o que vai em contato com a coroa. Articulação onde vai ter a movimentação e o cabo onde você vai segurar. Tudo bem? Tá? O extrator a gente tem também, é bom para ativa a arte e o cabo. Bom, isso aqui é.
Então vamos lá, gente. Os princípios mecânicos a gente tem basicamente quatro princípios ou três princípios, vai. Que é o princípio de alavanca, que é o princípio de cunha, que é o princípio de roda e o de eixo. Basicamente, o roda e eixo, eles vão, eles vão estar no mesmo movimento. Tudo bem? Tá? Que eu vou tentar explicar isso para vocês, que eu acho que às vezes vocês sabem melhor que eu fazer isso aqui, né? Mas tudo bem.
Então vamos lá. O movimento de alavanca. Então o movimento de alavanca, basicamente, ele está relacionado com a física, né? Então, num pequeno espaço com uma haste maior, você faz o movimento pequeno e desencadeia o movimento grande de lá na ponta. Vocês entenderam? Então, por exemplo, eu consigo, num braço curto, eu consigo tracionar por uma força menor, um deslocamento grande. Tudo bem? Por isso que eu falo para vocês que quando a gente for usar elas, alavancas, que eu vou, eu vou explicar para vocês os movimentos, aí tem que tomar muito cuidado para a gente não quebrar a região que tem o ponto de apoio, tá? Por conta de fazer muita força. Por isso que eu falo, a força, ela tem que ser centrada e tem que ser moderada. A partir do momento que a gente cria, que a gente tem muita resistência, a gente tem que parar, tem que mudar o foco, tá? E às vezes é importante a gente fazer movimentos repetitivos, tá?
Movimento de cunha. Movimento de cunha, como que funciona? O movimento de cunha, você vai ocupar o espaço do outro objeto. Então, com uma movimentação de empurra entre o espaço e o objeto, entre o espaço e o objeto. Qual o professor Luciano aí, ó? Entre. E aí, Luciano, tudo bem? Não tá entrando o áudio do Professor Luciano. Bom, vou dar uma sequência aqui, na hora que ele entrar, ele me chama aqui. Qualquer coisa, se ele quiser falar alguma coisa, tá? Então, o movimento de cunha, gente, é esse. Então, você entra entre o objeto a ser removido, tá? Com o, com o apoio, basicamente, e faz uma força contrária. Então, você empurra para poder sair. Isso acontece às vezes quando você vai fazer, por exemplo, uma extração de um pré-molar, que você já entra com os, com os forces de uma tal forma que você empurra do ligamento normal, que às vezes até o dente ele sai de forma expulsiva. E isso é um movimento de cunha que a gente faz, tá bom?
O roda e eixo, que eu falei para vocês, que basicamente era o que eles vinham em conjunto, que é basicamente o movimento que eu uso para todos os dentes, tá? Eu sempre entro com esse movimento, principalmente em forma de alavanca. Até mesmo os dentes erupcionados, eu faço esse movimento de roda e eixo, tá? Que é o movimento, como que é o movimento de roda e eixo? Você apoia, ele gira, gira a mão e tira. Tudo bem? Tá? Deu para entender? Então, você gira, empurra ele para fora do alvéolo. Na maioria das vezes, os terceiros molares, eu só faço assim, principalmente superiores, com alavanca, tá? Eu faço o movimento girando e jogo ele para vestibular. Muito raramente quebra raiz ou muito raramente quebra o YouTube, tá? Que é uma coisa que a gente tem que tomar cuidado. Tudo bem?
Então, as luxações com extratores foi aquilo que eu falei. A movimentação, você sempre acha o ponto de apoio. É extremamente importante você achar o ponto de apoio. Se você não achar o ponto de apoio, por exemplo, se você não conseguir locar esse extrator, esse extrator entre um dente e o outro, você não vai conseguir luxar. Não adianta. Então, para você aprender a usar os extratores, você precisa achar o ponto de apoio. Não adianta você colocar o distrator entre, entre o ligamento periodontal e o dente, que não vai resolver. Você precisa formar uma cunha mesmo. Você precisa formar um buraquinho para você fazer essa movimentação. Tudo bem?
Os fórceps. Então, os fórceps, o que que eles vão fazer? Aí, o que eu falo, eu sempre entro, isso como protocolo. Eu nunca já entro com forcep direto. Eu sempre entro com os, sempre entro com o átomo, sempre entro com alavanca, luxo um pouquinho esse dente. Se eu vejo que ele tá com muita resistência, porque, por exemplo, num dente, não dente permanente que você vai tirar, por exemplo, por uma, uma condição ortodôntica, você vai fazer o apoio, você vai lixar o dente do lado. Então, a partir do momento que você tá luxando esse dente, você vê que tem resistência, você para. Se não, você vai achar o dente do lado. Mas eu sempre entro para sentir o dente, para alavanca. Eu acho que a alavanca, você consegue sentir essa movimentação melhor. Tudo bem? Tá? Aí, o que que eu faço? Venho com força. E qual a função do Force? Expansão do osso alveolar. Então, você vai fazer a movimentação látero-lateral ou palatino, vestibular ou vestibular, igual. Tá? Porque você não vai conseguir tirar ele anteroposterior ou menos medial-medial distal, porque tem o dente, tá? Então, você vai fazer sempre látero-lateral. Tá?
Outra coisa importante dos forces. Cada um, cada dente tem uma morfologia e cada force tem uma indicação de dente. Então, você tem lá o 17 do lado direito, 17 do lado, 17 inferior, o 18 do lado direito, do lado esquerdo. Você tem 151 para esses dias. Então, você tem que ter todos esses esforços para você fazer a extração. E isso é importante você usar o forte certo para o dente certo, para você não perder tempo, tá?
O movimento do força, que foi aquilo que eu te falei, que eu vou citar já já. Então, pressão apical. Você vai fazer uma pressão como se fosse de cunha. Então, você vai empurrar esse forte no ligamento periodontal, jogando esse dente para baixo. Dependendo do dente, se ele é um dente de um paciente muito jovem, na hora que você faz essa movimentação, cara, várias vezes o dente já pula. Tá? Você vai fazer a pressão vestibular. Você vai fazer a pressão lingual, palatina. Então, você vai fazer látero-lateral ou vestíbulo-lingual, vestíbulo-palatina. Você vai fazer uma pressão rotacional, girar ele para o lado e tirar ele para fora, porque a raiz dele às vezes ela é convexa, ela é côncavo, é convexa, ela é convexa. Você faz esse movimento, ele já expulsa. Tudo bem? Tá, gente? Tudo bem isso para vocês? Foi muito rápido? Basicamente é conceito básico para vocês, né? Tranquilo? Professor? Certo? Então, tá bom. Então, tá bom. Então, vamos lá. Vamos dar uma aceleradinha aqui, que a gente tá bem atrasado aqui. Então, vamos lá. Técnica primeira, técnica segunda e técnica terceira. Então, a técnica primeiro, isso é mais conceitual, tá, gente? Ela consiste na remoção do elemento dentário com auxílio de força. Você vai entrou, fez assim, desmotomia, já entra com força que tira. Na maioria das vezes, os dentes de pacientes jovens, ortodônticos, é basicamente isso. Eu, particularmente, eu gosto de usar a técnica terceira, que eu vou falar para vocês.
A técnica segunda consiste na remoção do elemento dental ou raízes com o auxílio de elevadores, tá? Essa é a técnica segundo. E a técnica terceira, ela consiste basicamente em remover elementos dentais ou focos articulares com auxílio de retalhos e recepção da tábua óssea alveolar. Mito. Falei besteira. Eu não gosto de usar esses acessos. Esses acessos a terceira técnica, eles têm que ser usados principalmente quando tem necessidade. Eu, basicamente, uso o protocolo que eu falei para vocês, é da dor de extrator, dois trator e depois a técnica terceira, quando a gente abre retalho, que eu vou explicar isso para vocês também.
Técnica fechada e técnica aberta. Então, vamos lá. Técnica fechada é quando você faz a extração sem abrir retalho. A técnica aberta é quando você faz a extração abrindo o retalho, tá? Então, vamos lá. Sequência. A técnica fechada, como que funciona? Sem desmotomia, foi aquilo que eu falei. Luxação com elevador. Então, você entra com a, com alavanca, movimenta para lá e para cá, tá? Adapta o forceps. Então, você põe este Force bem locado entre a região cervical e a região da raiz. É importante você descer o máximo possível esse Force, por quê? Porque se ele tiver mal adaptado, gente, na hora que você for fazer a luxação, jogar para o lado e para o outro, se for escapar, ainda mais se o forte ficou correto do dente, e você pode quebrar o dente superior, você pode quebrar o dente do lado, tá? Então, essa área, essa hora, na hora que você vai fazer a adaptação, é extremamente importante você locar, tá?
Outro ponto importante que eu falo para vocês, que eu gosto sempre de estar colado, ó, no braço ao corpo. Então, eu gosto de fazer essa, eu não gosto de fazer assim, vocês estão entendendo aqui, de ficar com o cotovelo alto, tá? Dois pontos importantes aí nessa história. Se você fica com o cotovelo alto, você começa a ter dor no ombro, cotovelo. Se você faz, por exemplo, umas 15 extrações por dia, no final do dia você vai estar acabado. Então, não vale a pena. Então, quando você mantém essa movimentação e você faz a luxação só do punho rotacional, tá vendo que você só mexe isso aqui, você não mexe o cotovelo, você não mexe o ombro, o seu cansaço físico no final vai ser muito menor. Tudo bem? Então, eu gosto de fazer essa movimentação aqui, ó. Eu gosto de ir com o corpo. Foi aquilo que eu falei para vocês, quando a gente faz a luxação, por exemplo, que a gente faz uma osteotomia, já levando isso lá para cirurgia ortognática, quando a gente faz a movimentação dessa maxila, ântero-posterior, a gente usa um instrumental que a gente joga essa maxila para frente, para trás. Se eu fico com a mão muito solta, o risco de lesionar os tecidos adjacentes é muito maior. Então, hoje eu levo isso da extração da Itália para minha cirurgia de ortognática. Então, eu tô falando para vocês conceitos básicos de uma simples extração que eu levo uma cirurgia complexa numa movimentação de maxilas, tá? E a luxação do fórceps, aí entra a luxação do forte látero-lateral, né, vestíbulo-lingual ou vestíbulo-palatino, tá? Eu giro ele no longo eixo, empurra ele para baixo e puxo ele para cima ou vice-versa. Empurra ele para baixo, látero-lateral, né, vestíbulo-lingual, giro e puxo. Movimento de tração, remoção do elemento do elemento dentário, tá?
Então, umas figurinhas para a gente ver. Então, por exemplo, eu vou, eu vou pegar uma alavanca aqui para vocês verem. Eu deixei separadinho aqui. Então, por exemplo, essa aqui é a Meia Cana, que todos conhecem, né? Então, o movimento basicamente é giro. Sentiu resistência, para. Continua diminuindo o giro. Então, criou a resistência, para que criou a resistência, para que o resistência, para que o resistência, para. Não pode ter pressa aqui nessa hora. Você tem que sentir o dente. O dente dá o sinal para você que ele quer sair. Então, faz a movimentação, giro no longo eixo. Fez o giro no longo eixo, ó, aqui você faz a movimentação, empurrando ele para fora, tal, tá vendo? Procure o dedo aqui para falar para vocês. Então, esse é importante, tá? Aqui a gente fazendo assim, desmotomia, e aqui depois a gente entrando com alavanca para tirar, por exemplo, um pré-molar, tá bom? Tá? Aí, fizemos a movimentação com o extrator, tá? Entramos com Force, que só, tá vendo que a gente loca esse Force na região cervical, não na região da coroa? Então, quanto mais baixo eu conseguir colocar esse dente, melhor vai ser. Uma coisa importante, a angulação que a gente tem aqui, vendo angulação? Ó, olha o risco de eu lesionar esse, esse canino. Então, eu tenho que jogar ele mais paralelo ao longo eixo, por exemplo, do pré-molar, para eu não lesionar esse canino. Fazemos o movimento látero-lateral, que foi o que eu falei, vestíbulo-lingual ou vestíbulo-palatino, tá? Ó, movimentamos para lá, movimentamos para cá. Fazemos o giro que eu te falei, ao longo do eixo. Então, vamos lá. Deixa eu pegar um Forza aqui para vocês. Então, por exemplo, isso aqui, esse aqui é de inferior. Seguramos assim, látero-lateral, vestíbulo-lingual, a gente faz o giro no longo eixo e puxa. Basicamente é isso, tá? Não tem muito segredo, gente. Isso aqui é movimento básico que todos fazem lindamente, devem fazer melhor do que eu, tá bom? Tá? Então, lá de novo, tá vendo que a gente apoiou esse, esse bem na região cervical, que é para a gente poder ter pego esse link, não escapar, tá bom? Movimento atero-lateral, ou a gente jogando essa raiz, ó, ela mexendo ela, luxando esse dente aqui, e ele saindo mais fácil. E aí você fazendo giro e tirando ele de novo, por exemplo, pré-molar, ou a movimentação do giro, como eu tenho, como eu tenho essa raiz, ó, que ela tem esse aspecto, na hora que eu faço giro, o alvéolo ele tende a empurrar esse dente para fora, então ele fica fácil para ser removido. Então, o movimento lateral de novo, giro para ficar bem claro para vocês, de novo a remoção, por exemplo, do pré-molar, tá?
Então, vamos lá. A luxação com forceps. Então, foi aquilo que eu falei, ó. O mordente deve estar paralelo ao longo do eixo do dente. Então, isso é importante. Foi aquilo que eu falei, se ele tá um pouquinho inclinado, na hora que você faz a movimentação vestíbulo-lingual, lateral, que seja, você realmente fratura o dente do lado, tanto na ponta quanto na parte articulada, que ele vai pegar no dente, e às vezes você não tá olhando. Então, você faz essa movimentação de tomar cuidado, tá? O força que deve aprender a estrutura dentária sadia e sempre aplicada sobre o cimento. Então, quanto mais inferior, mais baixo da região cervical, você conseguir colocar, melhor, ou é, tá bom? Então, a movimentação com forte, eu quero deixar isso bem claro para vocês, tá? Repetição de slide aqui para vocês entenderem bem, tá?
Então, vamos lá. Cuidado pós remoção do dente, tá? Então, isso é quando a gente está pensando na técnica, tá? Fechada, tudo bem? Tá? Então, por exemplo, debridar o alvéolo é importante. A gente ter um hover sangrante, isso é importante, tá? Curetagem apical, principalmente nos dentes que eu tenho alguma lesão, principalmente resto radiculares. Então, é importante a gente fazer essa coletagem, tá? Manobra de compressão. Assim, eu coloquei isso aqui para a gente discutir mesmo, tá? Antigamente, que se falava muito na toquei aqui, desculpa, desculpa, gente, eu toquei o alarme aqui do consultório. Essa manobra de compressão, a gente fazia isso muito corriqueiramente. Eu, particularmente, hoje não gosto, principalmente da pressão látero-lateral, que a gente pressiona vestíbulo-lingual. Várias vezes eu uso isso só quando a gente tem alguma intercorrência, algum problema. Mas a gente sabe que quando a gente faz essa pressão lateral, a gente diminui a espessura, tá? E a gente tem uma, uma horta eólise maior dessa região do alvéolo. Então, a gente perde em suporte, tá? Ao longo do tempo, a gente tem problema. Tudo bem? Principalmente para as reconstruções. É importante a gente ter algum tecido necrótico, a gente remover. Por exemplo, o paciente com perigo, o paciente com pele coronalista, a gente tem algum, alguma área necrótica, a gente tem que remover, porque tecido não sadio, ele não cicatriza de forma correta, tá? Remoção de espículas ósseas, tá? A remoção de espículas ósseas, eu gosto de sempre ser muito conservador, principalmente quando a gente faz dente unitário e principalmente quando a gente faz a remoção fechada, porque quanto mais osso a gente tira, mais o osso absorve. Então, isso a gente tem que tomar cuidado também, tá? Às vezes, eu prefiro, se não há mais pico muito proeminente, principalmente quando a gente tira um dente do siso, eu gosto de não pode operatório, entrar com uma massagem digital mesmo na região para ter o mínimo, o mínimo de osso possível que a gente possa perder, tá? E o que é extremamente importante é a compreensão com base. Todos os meus pacientes, eles saem com uma, com uma gazizinha mordida. Eu deixo pelo menos uns 20, 30 minutos até chegar em casa, ele remove, para quê? Para fazer a formação do tampão de coágulo, que é importante essa manutenção para total cicatrização desse alvéolo. Tudo bem? Tá? A gente sabe que o tempo de coagulação, ele dura aí de 3 a 4 minutos, então não teria necessidade de deixar muito tempo, mas como o paciente fica agitado, às vezes fica movimentando e fica falando, então eu prefiro que ele fica mordendo essa casa que eu tenho uma estabilidade maior desse alvéolo, tá? Então, tá. Então, a sutura de bordas. Então, a gente tem a manutenção do coágulo, ancorar estrutura sempre em gengiva sadia, tá? O que que a gente pode usar? Cedo ou algodão, a gente pode usar fios absorvíveis e buscar o máximo possível de cotação do board. Quando a gente faz essa pressão de digital mesmo, a gente tenta diminuir esse tamanho do alvéolo para a gente poder superar melhor, mas hoje a gente já sabe que isso não é legal fazer, tá bom?
Técnica aberta. Então, isso foi a técnica fechada, que eu falei, que é uma extração simples, por exemplo, de um pré-molar ou de uma raiz, a gente vai fazer daquela daquele jeito. A técnica aberta, ela é o método de eleição quando se é possível a remoção de elementos dentários ou focos articulares pela técnica fechada. Então, você não, você não conseguiu tirar pela técnica anterior, você vai pela técnica aberta, tá? É condiciona o profissional a um planejamento criterioso da abordagem a ser realizada, sob pena de comprometer os fenômenos de cicatrização e reparação tecidual, tanto mucoso, um pouco gengival, quanto ósseo. Então, por exemplo, quando você entra com a técnica aberta, a gente vai abrir mão dos nossos retalhos, tudo bem? Então, vão ser já, a gente já vai ter um pós-operatório pior. Tudo bem, gente? Tudo bem até aqui? Ninguém me parou nada, falou nada aqui. É bem conceitual para vocês, né? Que todos, todos sabem disso, né? Vocês têm experiência com retalhos? Tem? Não? Professor? Quem que falou? Você não é bom, você só faz rock, né? A Valesca. Valesca é uma figura, mas igual, por exemplo, você não faz as próteses faciais? Aí, não, professor. Na verdade, eu formei há pouco, né? Então, é prótese, eu sempre, assim, eu fui para complementar o meu curso, né, de biomédica. Então, agora que eu quero ir assim para a área da cirurgia para ter mais experiência e não tem essa experiência, sabe? Bom, então, vamos lá. Vou falar um pouquinho de retalho para vocês. Então, características de um Retalho. Então, demarcar por incisão cirúrgica, é importante a gente, a gente saber o que que a gente vai fazer, tá? É possui sangramento sanguíneo próprio, tá? Permitir acesso a todos os tecidos que é importante, tá? Pode falar. Desculpa. Fica tranquila. Ele precisa ser recolocado na sua posição original depois. Não adianta nada fazer um Retalho e não conseguir estruturar depois, tá? E ele deve ser mantido as custas de sutura, tudo bem, tá? Então, como que a gente faz a incisão, tá? Ele sempre entra de forma perpendicular ao tecido. A gente faz a inclinação 45 graus e faz a incisão firme, tudo bem, tá? Então, essa é o posicionamento da nossa lâmina e a gente tira ele em 90 graus. Entramos de novo no 90 graus e fazendo o retalho, tudo bem? Certo, gente? Tá bom. Isso aqui são os dois terroristas que são meus filhos. Aí, eles estavam calmos, tinham brincado o dia inteiro. Olha a cara de cansado dos dois. É molecada, dá trabalho bastante, gente. Vocês querem dar uma paradinha, fazer o xixi ou tocamos? Mas toca. Professor, lindo seus filhos. Sou pai, né? [Risadas] Bom, então, tá. Planejamento dos retalhos. Vamos tocando. Então, gente, se vocês quiserem parar, apesar que vocês estão tudo tranquilo aí, você já sabe tudo, vai dando uma, um polia no banheiro, vai escutando no celular. Então, é importante que a base, ela tem que ser sempre maior que o ápice. Por que isso? Tá? Porque a gente precisa ter o suplemento sanguíneo. Suplemento sanguíneo, ele vem sempre pela, pela base. Se eu faço uma base curta, eu vou diminuir o suplemento sanguíneo, o risco de escanear isso é muito grande, tá? Outro ponto importante, o tamanho. Eu tenho que abranger toda a lesão. Não adianta querer fazer um Retalho pequeno, sendo que eu não vou pegar toda a lesão, tá? Acesso adequado para inserção de todo instrumental. Então, eu preciso ter um espaço para eu poder colocar todos os instrumentos que eu preciso. Normalmente, vou ter que entrar com broca, vou ter que entrar com descolador, vou ter que entrar com menesota, tá? Se era ser mantido afastado no campo operatório, tá? Espessura Total. Então, eu tenho que incisar essa região até o osso. Não adianta eu ensinar essa região superficialmente e descolar, por exemplo, a mucosa. No descolar periósteo, porque meu, você não descola periósteo, meu pós-operatório vai ser extremamente, extremamente ruim, tá? Outra coisa importante, a incisão deve ser sempre sadia, tanto o tecido gengival, quanto o tecido ósseo, tá? Importante respeitar a estruturas nobres. Então, por exemplo, vou fazer um Retalho na região do mentoniano, vou fazer, entendeu? Vou fazer um retalho na região da papila. Não vou fazer, porque é perigoso eu perder, tá? E planejar as incisões relaxantes de forma criteriosa, mesma coisa da sutura depois, tá? Então, vamos lá. Base maior que o ápice. Retalho possui lados paralelas e divergentes para o ápice. Amplitude possibilitando visibilidade ao campo operatório e menor trauma tecidual no afastamento. Então, foi aquilo que eu falei, extremamente importante você fazer o descolamento do periósteo. Então, quando você apoia o instrumental, ele tem que bater no osso e você tirar o periótipo dessa região, tudo bem, tá? Então, quanto menor o trauma nos tecidos moles, melhor a reparação tecidual. Então, quanto menos você traumatismo, quanto menos você fica empurrando esse tecido para fazer outros falamento, melhor vai ser a reparação tecidual. Quanto menos você machuca o periósteo, melhor vai ser a cicatrização, tá? Então, vamos lá. Obter visualidade, visibilidade cirúrgica, mover os tecidos de uma região para outra, tá? Complicações que podem acontecer nos retalhos. Necrose da essência de laceração. De laceração, ela, ela acontece principalmente quando a gente faz um descolamento de forma errada, tudo bem, tá? Então, por exemplo, ali foi aquilo que eu falei, a base tem que ser maior que o ápice, tá vendo? Porque aonde vem a nutrição, tudo bem? Eu tenho que ter total acesso à lesão. Tô legendado a fazer uma, uma incisão em cima da onde eu vou ter que fazer o acesso, não vai ser legal, tá? Outro ponto importante, tá vendo? Ela não pode ser paralela, tá vendo? Eu não posso sair em cima da papila. Eu tenho que sair um pouquinho mais para cá para deixar essa papila preservada, senão eu vou ter retração de papila. Hoje em dia, espero doutristas, a grande preocupação que se tem é a preservação de papila, tá? Então, vamos lá. Retalhos. Posição do retalho. Esse aqui é o que eu mais gosto, em envelope. Esse aqui, cara, a gente tem que saber muito usar, porque, porque se a gente precisar fazer um acesso muito grande, ele vai me atrapalhar. Então, se eu quero, é melhor talvez eu fazer um triangular ou um trapezoidal. Eu vou ter uma visualização melhor, eu vou ter um afastamento melhor desse retalho, tá? E eu não vou dilacerar esse tecido, porque quando dilacero aqui para suturar, é ruim, tudo bem, tá? E o semilonar, que é o que, na maioria das vezes, eu faço. Eu uso muito semilonar. O envelope, eu uso muito para fazer extração do siso. Eu não gosto de usar o trapézio e tal, né? O triangular, precisas inferiores, principalmente, eu gosto de fazer um envelope, tá? E o semilonar, eu acabo usando muito para fazer bichectomia, basicamente. Então, olha lá. O Retalho é do terceiro molar, que vai ser basicamente o foco para vocês, depois que a gente vai bater bastante na tecla do sisos, tá? E a gente vai ensinar isso bastante para vocês, mas já tô dando uma palinha aqui para vocês. Então, eu gosto muito dessa incisão aqui, envelope, porque eu consigo superar melhor. Se estruturais aqui, quando você faz esse Retalho, não é muito legal. Prognóstico do paciente fica ruim. Mas só que com envelope, você tem que saber trabalhar com ele, porque se você afasta muito, você de Lacerda, tá? Então, princípios do retalho, vamos lá. Ó, aqui, tá vendo que eu falei para vocês, uma base, ela tá menor do que o ápice. Então, isso dificulta a vascularização depois. Então, o risco da gente ter uma decência, uma necrose, é grande. Outro ponto, ó, tá vendo? Eu fiz, eu fiz o acesso muito próximo aqui da onde eu vou, da onde eu vou trabalhar. Então, não é legal, não é legal, tá? Então, é importante incisão. Entre você não pode ficar passando a lâmina assim, né? Passou, cortou. Protocolo uma vez só. Não é para ficar cortando várias vezes. Amplitude suficiente. Passo a passo é Brastemp. Fez um passo, não volta atrás. Isso você ganha tempo, você ganha agilidade e você ganha prognóstico pós operatório, tá? Sempre apoiar o tecido sadio, base maior que o ápice e maximizar o suplemento. Que a nossa grande preocupação nessa história toda é a gente não causar uma necrose nesse Retalho. Então, a gente tem que ter um suprimento sanguíneo satisfatório, tá?
Técnica aberta deverá sempre ser a primeira opção nos casos em que o exame clínico radiográfico indicar a presença de algum fator que possa comprometer o sucesso do procedimento, bem como a reparação dos tecidos. Então, a técnica aberta sem o Retalho é muito melhor o prognóstico do que a aberta, tá? Então, ela sempre deve ser de primeira eleição. Mas, por exemplo, um dente incluso, você não vai conseguir fazer isso, tá? Indicações: necessidade de aplicação de força excessiva, aplicação de formas que se mostra ineficiente, alta densidade óssea, coroas clínicas baixas, a pressão, alterações radiculares, proximidade com seio ou tuberosidade da maxila, técnica cirúrgica uniradicular. Então, visualização e acessos adequados, descolamentos efetivo, remoção óssea, se necessário, remoção do elemento ou fragmento, apaixonamento das margens ósseas, irrigação, aspiração e sutura. Então, o descolamento é importante a gente entrar entre a gengiva e o osso, tá? A gente precisa descolar o periósteo, que é extremamente importante, tá? Se a gente machuca o periósteo, prognóstico final vai ser ruim. Remoção óssea, ostectomia ou osteotomia para a gente, por exemplo, tirar raiz, tá? Aí, a gente vem com a cunha ou vem com fortes para fazer a remoção do nosso dente. Então, a gente faz a cunha, introduz entre o nosso ponto de apoio. Por que que a gente faz ostectomia? Para a gente poder criar o ponto de apoio. A gente cria um ponto de apoio e faz o movimento de cunha, giro do longo eixo, e a gente tira essa raiz. O grande problema aqui, por exemplo, no superior, é a gente jogar essa raiz para dentro do seio maxilar. Então, a gente tem que tomar cuidado. Ostectomia com a remoção, a gente pode fazer uma remoção total, fazer a ostectomia até a região da base e empurrar esse dente para cima, quando a gente tem o medo desse dente cair para dentro do seio, tá? Aí, o que eu falo, quanto menos remoção do tecido ósseo a gente fizer, melhor vai ser o pós-operatório e melhor vai ser a nossa reação cicatricial. A plenamente ósseo, isso acontece basicamente quando a gente faz as extrações múltiplas, tá? Quando a gente faz muita extração, principalmente aquele caso que eu coloquei de várias raízes, a gente às vezes fica com espículas ósseas. Hoje a gente sabe que talvez com os pacientes que a gente tira, por exemplo, esse bloco de dente anterior para poder fazer uma protocola, a gente tem que fazer esse aparamento ósseo, tá? Que é o que a gente chama de regularização óssea. A gente pode fazer tanto com a violotto, que é o caso desse, desse instrumental que tá aqui, a gente pode usar brocas, tá? Com irrigação abundante, que eu já vou citar aqui também, tá? A gente não ter deficiência disso tudo e não ter a formação de espícula, e se incomoda o paciente, tanto para reabilitação protética com prótese total, prótese removível, quanto para reconstrução das próteses, protocolos com implante, tudo bem? Então, a sutura dos retalhos, então a gente sempre começa a futuras do retalho pela região onde a gente tem a incisão inicial, tá? Que é da ponta do retalho, tá? Porque, porque se a gente fica com deiscência nessa região aqui, a gente vai ter uma reabsorção e uma recessão gengival. Então, a gente sempre começa por esse ponto inicial da sutura, tudo bem? Aí, depois a gente fecha a região onde a gente teve o acesso, a gente não deixar essa região com exposição óssea, tudo bem?
Técnica cirúrgica dos multi radiculares. Então, a técnica não apresenta-se diferença significativas quanto aos dentes ou focos unirradiculares. A principal alteração na técnica que podemos promover a separação das raízes, transformando o dente em vários elementos unirradiculares. Visualização e acesso adequado, descolamento efetivo, remoção óssea, se necessária, seccionamento do dente, remoção dos fragmentos, a plenamente das margens ósseas, e irrigação e futuro, tá? Então, basicamente, essa técnica é o que a gente usa e tá usando bastante hoje, porque, porque ela faz com que a gente preserve estrutura óssea, tá? Às vezes, um molar superior, a gente não consegue tirar sem romper toda a parede vestibular do dente. E hoje, por conta das, das reabilitações por implantes, a gente precisa preservar esse osso, né? Então, às vezes, é melhor a gente fazer a secção, a odontosecção do dente. Então, seccionar esse dente em três, porque a gente fica tentando fazer um apoio na região vestibular e desgastar todo esse osso, tá? Que na maioria das vezes essas raízes são divergentes e a gente não consegue tirar sem romper a cortical vestibular, tá? Então, a gente sempre faz a odontosecção a partir da furta, e a gente vai fazer na secção, o inferior, mesma coisa, você tenta localizar a região de furto, tá? Pelo deslocamento, pelo descolamento, deslocamento pelo descolamento, tá? E faço a luxação dos dentes, ou com alavanca, ou com o próprio force de raiz, aí depende o que tiver mais. Se você tiver apreensão, prefiro às vezes até o force, tá? Por exemplo, superior, a gente cortando a coroa e deixando a coroa para a gente tirar a raiz palatina, que é importante, tá? Aí, a gente entra aqui entre as raízes, médio vestibular, disto vestibular, e tira uma raiz de cada vez. O grande problema do superior é a gente, e a gente empurrar essa raiz para dentro do seio maxilar. A gente tem que tomar muito cuidado com isso, tá? Às vezes acontece de fraturar, por exemplo, primeiro molar ou terceiro molar, a gente tem que tomar muito cuidado para não empurrar essa raiz para dentro. Aí, ó, ostectomia, tá? Que é o plenamente dessa região para que não forme espícula óssea. Irrigação abundante é extremamente importante após o procedimento, você irrigar essa região para tirar, principalmente quando você faz ou não secção, eliminar resto de dentina, resto de esmalte, que pode causar um quadro de infecção no período operatório. Então, extremamente lavar. O que eu sempre falo, a gente trabalha em hospital, lavar é sempre bom. Sempre quando a gente faz um osteotomia, uma sagital, a gente faz uma rescisão em boca, a gente lava, a gente tá lavando abundantemente essa região, tá? E aqui não precisa ser diferente, não precisa ser diferente. Preferência lavar com soro fisiológico, tá, gente? Tá? Lavar, aspira, deixa formar o coágulo, tá? Outro ponto importante, remoção dos fragmentos ou ápice. Então, são as raízes. Então, a gente vai usar elevadores apicais, limas endodônticas, que é importante. Às vezes, você entra com uma lima de calibre um pouquinho maior, você entra no canal, trava ela e puxa. Várias vezes, tirei resto de raiz assim, várias vezes. Brocas. Problemas das brocas e dos elevadores em cunha. O que que é isso? Você empurrar essa raiz para dentro do seio maxilar, tá bom? Então, ó, tá vendo? Às vezes, você tem aqueles, tem umas alavancas em forma de unha de gato. Hoje em dia, a gente tem alguns, alguns extratores que eles têm um aspecto de até ter colocado aqui, lembrei agora, que ele tem até o aspecto de parafuso, que você parafusa ele na raiz e puxa para fazer aquelas extrações não traumáticas, né? Principalmente em dentes anteriores, que você precisa manter e preservar o perímetro ósseo por conta da colocação de implante, tá? Que hoje em dia a gente sempre pensa nisso.
Técnica cirúrgica da janela aberta. Visualização e acesso adequados, descolamento efetivo, remoção óssea da janela, aplicação de elevadores, remoção do fragmento, a plenamente das margens ósseas, se necessários, irrigação e aspiração sempre, e sutura sempre também, tá? Aí, esse acesso, por exemplo, a gente tem um dente que caiu a raiz, que fraturou a raiz, a gente faz um acesso na região periapical e empurra, tá? A gente tem que tomar cuidado aonde a gente vai fazer o acesso, porque, por exemplo, se é próximo do seio maxilar, a gente vai fazer uma perfuração e pode causar uma fístula. Então, tem que tomar um pouquinho de cuidado com esse acesso, tá? Se a gente conseguir ter uma dimensão da onde tá isso, fica mais fácil também a remoção dele, tá?
Critério para permanência de raiz. E aí, quando a gente deixa essa raiz, se não é muito grande, tá? Se a gente tem uma inserção muito profunda do osso, tá? Se a gente vê que tá livre de infecção, se a gente não tem um [Música] sistema, tá? Se a gente vai fazer um trabalho muito grande para removê-la, tá? A gente tem que pensar o custo-benefício disso, tá? Jogar essa raiz para dentro do seio maxilar, que é o que mais acontece, e conversar com o paciente e explicar para ele. Falar, olha, cara, quebrou a raiz, é uma raiz dilacerada, o risco da gente tirar ela é muito grande, gente. Manter aí, o osso vai reabsorver. O importante é o paciente sempre saber que ficou, porque amanhã depois ele vai no outro colega e outro colega é pior. Ficou uma raiz aqui. Puto, doutor Igor deixou uma raiz lá. No, não, doutor Igor já me falou que deixou essa raiz e ele deixou essa raiz aí porque existiria o risco dessa raiz ir para o seio maxilar. Então, é importante. Então, o paciente já quebra as pernas do outro colega lá, se ele for falar mal de você, é que só não tinha as múltiplas. Então, vamos lá. Então, sempre inicia pela maxila, tá? A gente costuma iniciar dos posteriores para os anteriores, por conta da visibilidade. Apesar que agora, com essa onda aí da máscara, os pacientes falar, já pode remover tudo. Às vezes, quando dá para remover tudo, já remove tudo de uma vez, se o paciente tem uma condição de saúde boa, já resolve tudo para não ficar perdendo tempo. Mas às vezes, eu tenho paciente, tem algum grau de comprometimento, e às vezes a gente pede avaliação, a gente faz por partes mesmo, faz primeiro uma parte posterior e depois a parte, a parte anterior, tá? Isso é extremamente importante. A gente fazer algoplastia, que é a regularização dos tecidos, que foi que eu falei lá nas exodontias múltiplas no início, tá? Válido sempre irrigação, tá? Para não deixar resto de osso, para não deixar resto de dente, para não deixar resto de tecido. É importante você fazer uma boa aspiração, uma boa iluminação, tá? Se necessário, uma plastia gengival. Às vezes, você cortar as papilas para poder, Papá, não ficar aquelas papilas soltas, tá? Estrutura com o máximo de computação. Então, se você puder, às vezes até dar alguns pontos simples num ponto contínuo que você fez ou não, ou alguns pontos em um, para você manter esse, esse tecido e não abrir, é importante, porque se a gente tem exposição óssea, a gente tem maior desconforto do paciente. Se a gente não tem exposição óssea, o prognóstico final é melhor, tá? Então, vamos lá. Gente, vou só falar as diferenças aqui de osteotomia. Osteotomia é quando a gente corta osso, tá? Então, aqui a gente tem dois tipos de osteotomia, que é o nossoteotomia sagital, que a gente costuma fazer para cirurgia ortognática, para o reposicionamento anteroposterior da mandíbula, tá? Isso tudo, se tudo correr bem, se todos tiverem afinco, vocês vão estar fazendo isso no final do curso, tá? A ideia é essa, que todos façam, tá? Essa aqui é a osteotomia levorum. Osteotomia, quando a gente corta osso, tudo bem, tá? Alguém já viu alguma dessas osteotomias? Não. Ostectomia. Então, o que que é ostectomia? É a dificuldade de visualização de acesso da área onde será colocado o fórceps ou elevador. Então, você vai fazer um apoio para você entrar com essa região. Então, a osteotomia é o corte total do osso. Ostectomia é quando você faz um acesso para você poder apoiar um, um extrator ou um fórceps. Então, basicamente, é ostectomia, você vai criar um ponto de apoio para você poder tirar o dente, tá? Pode ser que eu precise fazer após fraturas radiculares, após exodontia seriadas, dentes com lesão periapical que não foram removidas via alveolar. Então, eu faço essas ostectomia para quê? Para criar um ponto de apoio, tudo bem? É dentes com hipercementose ou dilacerado. Então, eu preciso criar um espaço para esse dente poder sair de forma mais passiva, tá? Às vezes, ela não vai ser só suficiente, a gente precisa fazer é o dom de secção, tudo bem, tá? Todo dente, por exemplo, já vou um pouquinho lá na frente, por exemplo, um dente, um terceiro molar inferior, tá? Que tá sendo incluso. Todos os dentes, eu faço ostectomia, eu faço uma luxação prévia, faça uma luxação, faça ostectomia e veja se o dente sente. Se ele não sentir, odontosecção. Mas eu sempre faço a ostectomia. Sempre uso o calibre da broca, por exemplo. Então, eu costumo usar ou as cria, raras vezes, mas eu costumo usar 702 longa, tá? Eu faço sempre um acesso vestibular entre o dente e o osso e um acesso lingual, lingual não, desculpa, distal do dente, porque ele sempre sai para fora e para trás. Então, os materiais cirúrgicos costuma usar, por exemplo, para você fazer o veloclastia, a pinça-guaiva, a caneta de alta rotação, que é extremamente importante, os as limas de osso para você fazer a plastinha e o cinzas e martelo, que hoje em dia a gente usa mais para cirurgia urinário, muito raramente a gente usa isso aqui para extração dentária. Hoje em dia é quase zero, a gente usa mais a caneta de alta rotação, tá? Ostectomia, o processo de reparo das lojas cirúrgicas preparadas com broca sobre alta rotação com resfriamento são semelhantes àquelas realizadas com essesia. Muito a ostectomia com cinza e martelo, mas isso é muito traumatizante. Paciente que você fica batendo aquele cinza e martelo na cabeça dele, ele fica escutando aqui nos três, quatro dias, tá? A ostectomia realizada com emprego de micromotor com velocidade máxima e refrigeração provocou menores danos a reparação tecidual, reparação conjuntiva e óssea. Então, hoje, se você não tem queima, por isso que eu falo que a irrigação é extremamente importante. Se você vai usar a sua alta rotação sem irrigação, não use, porque você quem mais se ouve, o prognóstico para o paciente é pior, tá? Então, é importante a gente ter extrema irrigação. E aí, professor, uso soro ou uso a água do tamborzinho? Eu já usei os dois. Usei a água e já usei soro. Não dá muita diferença, pelo menos nos meus casos, tá? Se você fosse pensar pela cadeia asséptica, vocês vão até brigar comigo, a gente não poderia usar a água do motorzinho, tá? A gente deveria usar soro fisiológico, mas às vezes, por conta dessa rotina da gente.
Querer ser rápido, eu não uso soro. Eu uso a água e eu não tenho problema, tá? Mas o ideal seria usar o soro, tá? Odontosecção. Aí a gente já entra. Então, deixa só, deixa eu só, deixa eu só fazer um adendo para vocês aqui. Só que a gente voltar um pouquinho. Vamos lá. Assim, ostectomia, luxação com alavanca, luxação com força, ostectomia e odontosecção. Então, essa é a sequência do protocolo que eu sempre sigo. Tudo bem? Antes de eu fazer a odontosecção, eu sempre vou luxar esse dente. Lutar com esse dente luxado, porque é muito mais fácil eu luxar esse dente antes de eu fazer ou não depois do que eu fizer aumento secção. Então, sempre antes. Eu acho um ponto de apoio dentro para quê? Porque as raízes saem mais fácil depois. Porque quando você faz a luxação, você expande o osso alveolar, então fica mais fácil para você tirar essas raízes. Nunca esqueçam disso. Nunca faça uma odontosecção sem ter feito a luxação, tá bom? Tá. Então, a gente vai fazer raízes divergentes, dilaceradas, tá? Principalmente dentes multirradiculares. Por exemplo, molar superior, primeiro molar superior. Cara, hoje são raras vezes os dentes que eu não faço questão, porque a partir do momento que você começa a fazer odontosecção, a extração fica muito tranquila. Principalmente desses primeiros maiores molares inferiores também serão uma quebra a parede vestibular. Então, eu tô preferindo já fazer, mas sigo toda a sequência: alavanca, força, tá? Sem o maxilar pneumatizado, penetrante. Então, por exemplo, para você não correr o risco de quebrar essa raiz e jogar essa raiz para dentro do seio, tá? Dentes mal posicionados na arcada. Então, às vezes, você não consegue fazer o apoio do fórceps, você não consegue, você não consegue fazer alavanca, você tem que seccionar e tirando de pedaço em pedaço, tá? Dentes com ponto de contato proximal que às vezes pode ser que machuque e os dentes vizinhos. Que às vezes é interessante você fazer a odontosecção para você não lesionar o germe dentário. Então, você tira ele de forma passiva. Foi aquilo que eu falei isso na aula. Tiramos os dentes sempre de forma passiva, tá? A odontosecção do molar superior. Então, aqui ele corta a coroa. Eu, particularmente, eu eu corto já na região da furca, mas eu mantenho a coroa. Eu não tiro a coroa. Então, eu corto a coroa por inteiro. Aí eu deixo os pedaços da coroa que fica mais fácil para eu apoiar. Então, eu tiro esse, tiro esse e o palatino, como ele é muito expulso, ele sempre vem, tá? Por exemplo, odontosecção dos molares inferiores. Foi aquilo que eu falei para você. Eu venho sempre da região de furca para cima, porque eu sei onde eu tô cortando. Aí esse dente provavelmente já vai estar luxado. Eu jogo uma alavanquinha aqui na região do pré-molar e uma alavanquinha aqui. Na maioria das vezes, eu faço uma luxação na região mesial também, na regional, na região da onde a gente fez suturas. Tá? Suturas em ponto simples. Então, é importante a gente sempre optar essa região, tem as bordas e manter, não manter tecido exposto, tá? Então, a técnica de sutura. A gente sempre vai pegar agulha na região três quartos da agulha. A gente nunca pega na metade, nunca pega na ponta e nunca pega no final. A gente sempre mede a agulha na metade. A gente vai pegar na região três quartos dessa metade. Então, a gente vai pegar do meio para o final, tá? O movimento, você vê que ela tem uma ondulação, tá? Que ela é semi-circular. Então, você tem que fazer esse movimento com a mão, tá? Sempre pegando tecido. Então, você empurrando essa agulha para baixo, tá? Usamos agulha traumática ou atraumática para regeneração de dente? Sempre traumática, porque é traumática, ela faz a perfuração melhor e ela passa. Tudo bem, tá? Isso aqui tudo você sabe. Então, a gente aí a gente fez, passamos no vestibular, passamos no lingual, a gente dá o ponto. Então, como que é o ponto? Giramos três para cá, apoiamos e damos o nó. Giramos dois para cá, giramos, giramos dois para cá, puxamos e damos o nó. Viramos um e damos o nó. Tudo bem? A sequência, tá? Apoiando sempre digital. Pontos simples, tá? Que é o ponto simples que a gente tá acostumado a fazer. O ponto em U é importante também para a gente implante. Às vezes, quando a gente faz aquelas suturas contínuas, eu costumo dar um ponto de alguns pontos em U para manter esse o tecido coaptado por conta dessas grandes reconstruções também que a gente faz. Hoje em dia, a gente tá usando muito conteúdo para manter estável ou talvez a membrana ou talvez o enxerto. Então, tá voltando bastante esse ponto em U e o ponto em X, que é o que eu uso basicamente para todas as nossas suturas de extrações dentárias, porque eu consigo ter uma maior área preservada, tá? E uma maior área preservada, eu consigo uma manutenção menor do coágulo. Quando eu mantenho esse coágulo em posição, o meu prognóstico é melhor, tá? Aí a gente tem as suturas contínuas, que são as simples, as festonadas e a cachoeira horizontal, tá? Que é como se fosse vários U. A gente tem os fios de sutura, que a gente tem orgânica, que é animal, que são absorvíveis, né? Que é o catgut, por exemplo. O seda não é absorvível. A gente tem o vegetal, que é o algodão, e a gente tem essa sintética, que é um nylon que não é absorvível. O Vicryl e o Monocryl são pontos absorvíveis, tá? Então, por exemplo, o catgut, tá? Ele é feito do intestino de bovinos, tá? Ele tem uma maior resistência, absorção, tá? Mas ele causa uma reação inflamatória, tá? Ele leva um tempo para ser absorvido, tá? E nessa reabsorção dele, a gente tem uma reação inflamatória. Então, ele também é, tem algumas indicações. Por exemplo, você vai fazer uma sutura em tritonal, pode ser usado, não tem problema nenhum. O custo dele não é baixo, tá? Ele demora aí de 60 a 70 dias para ter toda reabsorção, então ele incomoda um pouquinho o paciente, tá? O cromado, ele leva um pouquinho mais de tempo para ter essa reabsorção, então ele dura mais. Eles usam mais para fechamento de barriga de cirurgia geral, tá? O catgut, tá? É o Monocryl, que é um fio que eu gosto bastante, tá? Que eu uso bastante esse fio. Ele tem um custo um pouco alto, ele é um pouco caro, mas eu gosto bastante dele, tá? Ele demora 90 dias aí em média para ser absorvido, mas assim, já com 15, 20 dias eu começo a já removendo, porque você já tem toda essa essa formação de tecido. Algo já não é difícil para abrir. E qual que é a vantagem dele? Que ele acumula muito pouco alimento, então é fácil de higienizar. A reação inflamatória dele não é muito grande, mas ele ainda tem uma reação inflamatória, tá? Mas é menor que, por exemplo, do Vitril. O Love you, que é melhor que do Vitril, tá? Então, esse aqui acumula mais alimento e ele tem uma reação inflamatória um pouquinho pior, tá? E ele absorve mais rápido. Então, o que a gente costuma usar no consultório é a seda e o nylon. A seda, ele tem uma reação inflamatória, mas você tira ele com 7 dias, tá? Vamos lá. Então, características do material. Material inerte, plasticidade, resistência à força de tensão e tração, manter a força tensa até que a cicatriz adquira a sua própria resistência, baixo o custo. Então, a gente tem que pensar nisso. Essa é a vantagem, por exemplo, da seda. A gente tem que ter um fio que mantém a tensão, que não perca tensão ao longo do tempo e que não cause uma inflamação igual, por exemplo, Vicryl no consultório. O custo dele é muito alto, não vale a pena usar o Monocryl. Perdão. Então, por isso que a gente usa basicamente o nylon e a seda, tá? O algodão multifilamentar, não absorvível, menor custo, resistência e reação ao corpo estranho. Então, ele é um bom fio para a gente usar. O nylon também é um bom fio para a gente usar, só que o problema é que ele incomoda um pouquinho. Ele incomoda um pouquinho os pacientes porque ele pinica, por exemplo, na língua. Então, às vezes, a gente precisa tirar ele rápido, com quatro, cinco dias o paciente já começa, já começa a encher o saco. A vantagem dele é que ele não acumula alimento, diferente do algodão da seda, que acumula um pouquinho de alimento. Então, a gente tem que pensar bem. Eu fico muito na dúvida entre os dois, entre o nylon e o e o seda, tá? Eu uso basicamente os dois, tá? Mas na cirurgias ortognáticas, eu acabo usando o Monocryl. Aqui foi o Vicryl que eu falei para você. Antigamente, eu usava o Vicryl, mas ele acumula muito alimento, tá? E ele perde a resistência muito rápida. Então, ainda houve o Monocryl, ainda um pouquinho melhor, tá? Regeneração do alvéolo. É isso também é muito, é muito complicado hoje para os pacientes que têm que fazer extrações seriadas, né? A gente faz algumas reconstruções aqui como membranas e biomateriais e a gente tem resultados bons. Mas o que a gente tá vendo hoje é que assim, a gente pode preservar o alvéolo, tá? Usando técnicas mais básicas, como por exemplo, a odontosecção. A gente preservar toda essa vestibular, essa lingual, a gente manter um tampão de coágulo importante, tá? E a gente fazer a reabilitação mais rápido possível. Então, hoje, com dois meses, se você faz uma extração, com dois meses você mantém o alvéolo, tá? Então, às vezes, não tem a necessidade de você fazer essa regeneração do alvéolo com biomaterial, talvez uma membrana para você preservar de cair alimento nessa região e dificultar, dificultar cair alimento nessa região e perder o coágulo. Eu acho mais importante do que talvez você colocar algum material nessa região. Importante, talvez é você manter só o tampão de coágulo, tá? Talvez com uma membrana seria legal. A gente. E aí, tudo bem? Vocês estão aí ainda ou já foram almoçar? Sim, estamos aqui. O Marcos Brigagão, de onde que é você, Marcos? Legal. Eu tive que entrar aqui mais tarde porque eu estava em cirurgia, não deu para acompanhar. Não, até que liguei o computador, mas não deu para acompanhar. Não. Tá bom, tá bom. Bom, então vamos lá, cara. Vamos para para hemostasia, tá? Medidas para controle de sangramento é hemostasia, tá? Então, o que que a gente tem aí? Compressão, pensamento ligado, dura, eletrocoagulação, esponja de fibrina, cera para osso e vasoconstritores. O que que a vantagem disso aqui? Que eu tô querendo dizer com isso aqui? Para você fazer planejamento da sua cirurgia, é importante a gente ter isso no consultório. Não adianta você querer começar a fazer um procedimento odontológico e não ter algum desses aqui, tá? Principalmente, eu já vou que é extremamente importante, tá? Que se você tem um sangramento de alguma matéria, principalmente quando você vai fazer um terceiro molar, mas você não consegue segurar, você não consegue controlar o sangramento, tá bom? Então, eletrocoagulação. O que que é isso aqui? Na maioria das vezes, a gente faz em âmbito hospitalar, que é o que queima. A eletrocoagulação não deixa de ser a queima do vaso sanguíneo que tá que tá sangrando, tá? E aquilo que eu falo, quanto mais sangramento você tem, mais feio fica o campo cirúrgico, mais tempo demora a sua cirurgia, tá? E isso também foi o que a gente falou lá no começo dos pacientes que têm alguma alteração, por exemplo, de pressão alta. Os pacientes que têm uma alteração da pressão alta, ele sangra um pouco mais. Então, essa cirurgia se torna mais difícil. Tudo bem, tá? Então, eletrocoagulação nada mais é do que a queima. O pensamento é ligar essa região. É a gente fazer com a Kelly uma pressão, tá? E obstruir, colapsar esse vaso sanguíneo, ele parar de sangrar. Na maioria das vezes, a gente faz o pensamento ou a gente amarra ou a gente coagula, faz a eletrocoagulação. A ligadura é quando a gente dá um nó com fio de nylon, o fio de nylon com fio de algodão e a gente mantém esse esse vaso para dentro. Na maioria das vezes, é feito fora. Dentro da boca é muito difícil a gente fazer esse tipo de ligadura, tá? Na maioria das vezes, a gente faz, por exemplo, uma cauterização, eletrocoagulação ou usa a esponja de fibrina. Mais eu falei da hemostasia mais por conta disso. Então, a gente faz a extração, a gente tem um sangramento, ou às vezes, igual por exemplo, nesse caso aqui, a gente a gente vê que a gente pode ter uma perfuração do seio maxilar e é o caso, não uma fístula. A gente põe essa membrana de fibrina para tentar diminuir o risco da gente ter um uma uma comunicação buco-sinusal. Os vasoconstritores. A gente pode usar adrenalina, desmopressina, o ácido epsilon-aminocaproico e o ácido tranexâmico. Hoje em dia, a gente usa muito o tranexâmico, o Transamin, principalmente para a gente diminuir o sangramento transoperatório, tá? Às vezes, um paciente que tem uma uma um sangramento pós-cirurgia, a gente pode entrar com o Transamin, manda esse paciente para o hospital e orienta o colega a fazer um Transamin para ver se diminuiu o sangramento. A gente teve um caso com, até cheguei a falar para vocês, numa paciente que chegou para gente pós-lipo de papada com sangramento importante, com aumento de volume, e a gente entrou com Transamin já no pós-operatório, a faixa compressiva e a gente conseguiu resolver esse caso, tá? Isso mesmo, você pode fazer. Você pode fazer ele no local também, mas endovenoso é melhor. Você pode fazer ele localmente, mas aí eu prefiro usar, por exemplo, o gel foam ou Surgicel, depende se tiver na hora. O importante é você sempre ter isso aí. Você compra para vencer e nunca precisar usar, mas é importante ter no consultório, tá? E cuidados com a ferida cirúrgica. Então, posso tudo isso que a gente fez, tá? Escovação, higiene bucal e bochechos. Eu, particularmente, na primeira semana, eu não gosto muito de bochecho, nem com Periogard, nem com Listerine, nada. Eu prefiro basicamente a escovação mesmo, tá? De leve, tá? E manter essa essa higiene, limpa essa boca limpa, basicamente isso, tá? A remoção da sutura, ela se vai de 7 a 10 dias. Eu, hoje em dia, como eu faço uma cirurgia bem menos traumática, eu tô conseguindo tirar esses pontos aí com cinco dias, seis dias, tá? Que é importante. Acidentes e complicações. Então, disso tudo, a gente tem aí dor pós-operatória, que o paciente vai mais encher o saco, tá? Alveolite, osteomielite, fratura do dente, lesão de tecido mole, comunicação buco-sinusal, jogue da mais dor de cabeça, penetração no seio maxilar, né? Que não deixa de ser a comunicação ou você jogar essa raiz para dentro do seio, tá? Penetração em dentes vizinhos. Eu já vi, eu já vi gente tirar o terceiro molar e ele, pois, passa o retrofaríngeo ou ir para região sublingual. Já vi cada coisa que dá uma dor de cabeça lascada. O dente, o paciente aspirar o dente, tá? Fratura de mandíbula, que acontece bastante, tá? Luxação, tem problema de pular, pode acontecer, mas isso aí todo mundo sabe colocar na posição. E lesão do nervo alveolar inferior, que é importante vocês entenderem, gente, que quando a gente vai fazer, a gente parte para parte cirúrgica. É tanto [Música] a parte da harmonização facial, a gente sempre explicar que existe o risco de intercorrência. Igual a Camila, foi a Camila que me falou do caso de uma paciente, foi fazer um botox e teve uma reação alérgica. Você tem que explicar. [ __ ] Igor, mas eu tenho que explicar para todos os pacientes. Tem, tem que explicar. Você tem que falar que existe dois pós-operatórios, você tem que falar que vai ficar roxo, você tem que falar que às vezes não vai movimentar o olho, às vezes não vai movimentar a testa, às vezes vai movimentar, depois vai parar. Porque sempre o pior para o paciente quando ele volta, e é melhor ele ficar feliz com você. Isso a gente tem que levar para parte cirúrgica, tá? E gente, entendam que não adianta omitir, não adianta, porque ele vai em outro. E aí, se tem alguma intercorrência, mas ele não me falou isso, mas ele não fez isso, e você se ferra, entendeu? Tá bom? Vamos lá. A gente tá acabando já, tá? Só vou falar um pouquinho de acidentes e complicações. [Música] Então, vamos lá. Mas é que eu dou um tiras são os procedimentos cirúrgicos mais realizados na graduações de odontologia, tá? E também na clínica diária, também, tá? Embora seja preconizadas técnicas seguras e simples, esse tipo de procedimento não deixa de ser invasivo, sendo passiva de acidentes e complicações que dificultam o sucesso do tratamento e até mesmo colocam a saúde do paciente em risco. Então, assim, isso é extremamente importante, gente, porque a gente tem que mudar o clique para o paciente cirúrgico. Muda o clique. Às vezes, o procedimento é muito simples, mas entenda que é cirúrgico, tá? Então, os principais acidentes que eu vou citar aqui para vocês, dentro daqueles lá, são laceração, injúria de tecido mole, o sangramento, que a gente já falou um pouquinho da hemostasia, quebra de agulha e talvez quebra de broca, que acontece, fratura do tuber, que acontece muito, comunicação, fraturas mandibulares, tá? Então, a laceração, elas correspondem aos danos cortantes ou perfurantes da estrutura epitelial, possuindo assim grande extensão e profundidade. Então, por exemplo, o que que é laceração? Você vai fazer um descolamento e o seu instrumental escapa para região da língua. Você vai colocar, apoiar, por exemplo, o fórceps, e ele escapa, e você dilacera toda a tábua vestibular e toda a gengiva vestibular, tá? Outra coisa que que aconteceu nesse caso aí do meio, fomos tirar um, foi, foi removido um terceiro molar do palato. Que que aconteceu? Isquemia. Por que que o colega fez o vaso constritor nessa região? Infiltrou muito essa região. Assim, estava com desconforto, provavelmente não fez um bloqueio do posterior e o paciente ficou com desconforto. Você ficou anestesiando essa região, e é isso que ele pode ter feito. Um retalho de forma errada, num futuro direito, base ficou mais curta, diminuiu vascularização, associado à infiltração com o vaso constritor. Então, é difícil a gente falar sempre quando tem algum problema. São sucessivos erros e quando a gente sai do protocolo, que a gente erra. Por isso que é importante a gente criar protocolos, tá? Que foi o que eu tentei criar para vocês hoje, tá bom? Aí esse paciente vai te dar uma dor de cabeça só. Evolução, vai ficar no tecido feio, entendeu? E que não tem o que fazer. Ou você decorticaliza isso e espera, que foi o que a gente fez, tá? Eu nem mexi nessa região, só lavei com soro fisiológico e clorexidina e deixei cicatrizar por segunda intenção, tá? Não teve o quadro de infecção e fiz acompanhamento quase que diário. Paciente passava no consultório quase todo dia. Ah, lá a evolução, tá? Eu não tenho a foto final, mas ficou basicamente desse jeito. Não ficou com defeito, ficou bonitinho depois, tá? Sangramento. Então, foi aquilo que a gente falou um pouquinho. Democracia, hemorragias estão entre os acidentes e complicações mais comuns. Era definida como extravasamento abundante e anormal de sangue, tá? Que ela pode ocorrer na intervenção ou após a intervenção, tá? Igual, por exemplo, a gente pode ter também alterações anatômicas. Então, por exemplo, a gente vai fazer um siso no curso que a gente dava um retrasado ano passado, a gente fez ostectomia só na região vestibular. Na hora que a gente passou a broca, começou a sangrar e não parava de sangrar. Artéria, tinha uma bifurcação bem nessa região, a gente não viu uma panorâmica, passou batido e cara, e não parava de sangrar, não parava de sangrar. Aí tivemos que fazer, tivemos que fazer o a hemostasia. Entramos com gel foam e fizemos uma sutura em bloco, parou de sangrar, tá? É a etiologia da hemorragia, geralmente ela é por causa de variações anatômicas, foi o que aconteceu, tá? Posicionamento do dente em relação ao canal mandibular e quadro de discrasia sanguínea. Então, pode acontecer, igual por exemplo, a menina que a gente teve um problema de coagulação, chegou para gente, ela tinha uma discrasia sanguínea e ela não relatou na anamnese. Era uma colega, ela era enfermeira e ela não relatou. E aí foi feita, teve um sangramento. E aí vamos descobrir que ela tinha um problema de trazer. Tá? Como evitar? Então, boa anamnese, observar as coagulopatias, tá? O uso de um anticoagulante. Hoje a gente sabe que alguns anticoagulantes, eles não, não interferem no tempo de protrombina, tá? E no INR desses pacientes, então não tem a necessidade de suspender. Mas tem outros anticoagulantes que que a gente tem que suspender, tipo heparina, tá? Importante a gente conhecer a anatomia local, tá? Apesar que a gente, a gente sabe que a gente tem variação anatômica, tá? Usar uma boa técnica cirúrgica, tá? Ter todos os instrumentais na hora, ter o gel foam, tal, algum hemostático local para a gente poder usar, se precisa usar. Isso é aquilo que você tem no consultório para você nunca querer usar, tá? A gente vê também que pacientes com uso de contraceptivos orais demonstraram-se que tais medicamentos provocam intenso atraso no processo de reparo por ocasionar um retardo na fase de formação do coágulo. Então, isso é importante. Tanto que os pacientes que são fumantes e usam contraceptivos, aumenta o risco de TVP, tá? Então, isso é importante a gente saber também. Cirurgias grandes. Tudo bem, acabando já, gente. Então, nos hemostáticos, que foi o que eu falei para vocês, né? Das esponjas de coágulo, que é importante saber, tá? Importante entender o pós-operatório também, tá? Quebra de agulha. Às vezes, pode acontecer se você faz o movimento muito brusco com essa agulha, o paciente força com a língua, quebra, e isso dá um transtorno lascado para gente, que incomoda o paciente, dói, e para tirar isso é extremamente difícil, tá? Do mesmo jeito da broca. Aqui o colega foi fazer, ó, e quebrou a agulha, tá? E assim, quebrou a agulha, gente. Avisa o paciente. Falou, tivemos uma intercorrência, quebrou a agulha. A gente vai acompanhar. Tem que avisar, principalmente paciente for fazer algum exame de ressonância, tá? As quebras no conector são as mais documentadas e anestesia, cujas agulhas são introduzidas por completo. Então, é importante você sempre ver a agulha, nunca, nunca introduzir totalmente até o conector, tá? E ela quebra por conta da pressão mesmo que você faz, tá? A mesma coisa da broca. Às vezes, pode ser, às vezes cria, ela é doidinha para quebrar também, e às vezes você não consegue achar. E é importante você falar do paciente que teve quebra de broca, e depois quando ele fizer uma panorâmica, a gente vai ter, tá? A fratura da tuberosidade da maxila também é um procedimento que acontece. Se você faz algum movimento de alavanca errada, se você joga só para trás, ele vem totalmente o tubo, entendeu? Por isso que é importante você, a gente entender o movimento de alavanca. Então, você faz o movimento de roda e gira e tira para fora, tá? Criou resistência, gente, volta, luxar o dente, tá? O dente ele tem que sair de forma passiva. Se você tá fazendo com força, alguma coisa vai quebrar. Ou vai quebrar raiz, ou vai quebrar o tuber, ou vai quebrar o dente, o dente anterior, ou vai fraturar a mandíbula, né? Tá? Que às vezes a gente tem que estruturar, rodar, retalho, extremamente complicado. Então, a comunicação que ficou no paciente desdentado, foi fazer um dente e comunicou. Fratura de mandíbula também, se a gente faz muita força, aquilo que eu falo, o dente tem que sair de forma passiva. Se ele tá preso, para. Vamos para o protocolo. Tentou luxar com force, tentou luxar com alavanca, tentou luxar com force, não deu. Fez a ostectomia, fez a luxação, não vê. Corta o dente, a odontosecção. Não faça força nessa região que você vai quebrar mandíbula. E quebra ela. Foi tentar tirar, quebrou, quebrou o dente. Então, casos da fratura, que foi aquilo que eu falei para vocês, idade, gênero e grau de impactação, tá? Volume do elemento dental no corpo da mandíbula, angulação e presença de cistos envolvendo a coroa dental, tá? Que às vezes você diminui o suporte ósseo, tá? Planejamento incorreto, técnica inadequada, tá? Como excesso de ostectomia, você corta muito osso, ou corta menos osso, ou corta menos dente, tá? Manuseio inadequado dos tecidos envolvidos, tá? E o mais importante, gente, que é o que mais acontece, falta de execução da técnica, executa técnica errada, colocando força excessiva. Então, essa aqui foram os casos de raio-x panorâmico, tá? Próximo do nervo, tá? Que existe o risco de fratura. Aqui a gente já tem que falar isso para o paciente. Então, a gente tem, por exemplo, aqui, ó, um limite pequeno. Então, [ __ ] vai dar merda isso aqui se a gente fizer uma força grande. É, às vezes pode ser que a gente faça isso aqui no consultório, ele quer ver depois na mastigação, pode acontecer. Então, isso aqui o paciente tem que ficar ciente. Você vai tirar e vai acontecer isso aqui. Que que a gente faz aqui, gente? Bota o implante. Não avisa isso para o paciente. Difícil também, né? Aqui também é uma quantidade pequena de osso. Então, isso é importante a gente chamar, tá? Então, principais complicações: hemorragia pós-operatória, infecção e parestesia do nervo alveolar inferior, tá? Então, a hemorragia pós-operatória, extravasamento do sangue, foi aquele que eu dia falou. Pode ser pré, trans e pós-operatória, tá? Alveolite, que é uma inflamação que a gente já falou lá na aula de infecção, né? Que ela não é uma infecção, mas ela pode se tornar uma infecção, tá? As causas que a gente já discutiu isso bem. E as infecções, que aí foi aquela aula que a gente teve. Se a gente quebra a cadeia, é sério. Tipo, se a gente não faz uma boa irrigação, a gente pode ter uma contaminação dessa região, que é um problema também, tá? Aí entra tudo aquilo que a gente falou: baixa da imunidade, a gente fez uma boa anamnese, falta de higiene, quebra da cadeia asséptica, entendeu? E a parestesia, que pode ser uma lesão tanto do nervo lingual por conta de descolamento de incisão de afastamento, como do nervo alveolar inferior por lesão mesmo na hora de fazer a instalação. Então, é importante te falar isso para o paciente, tá? Que ele pode sair com metade da língua dormente, com metade do lábio dormente. A movimentação é normal, mas a dormência pode ser que se, pode ser que fique permanente ou pode ser que fique temporária, certo, gente? E aí, cansativo, né, gente? Entendeu? Deu uma acelerada aqui no final para não ficar muito pesado para vocês, que eu sei que está tudo cansado. A gente tocou direto. Aí eu vou abrir um pouquinho aí os 10 minutinhos para a gente perguntar alguma coisa, se vocês quiserem perguntar. Eu sei que o pessoal estava mais participativo no começo. E aí, tem alguém aí? Eu tô aqui. Quem que tá falando? Camila. A Camila, eu gosto desse povo que participa. Não, professor, foi tudo ótimo. Que que ficou aí? Que que vocês querem perguntar? Quer discutir alguma coisa? Sei que vocês estão cansados, estão com fome, que a gente tocou direto. Nada, não foi bem tranquilo. Tá bom. De boa, professor. Ninguém quer perguntar mais nada? Tranquilo. [Música] Tudo beleza. Bom, então é isso, gente. Agradeço a presença de vocês. Vamos participar mais dos outros. Dormiram menos ou dormiram mais e participaram menos? É importante que a gente tá começando aí, tá começando aí o curso de vocês e tô aqui para ajudar no que for possível. E se quiser me chamar no telefone, manda lá no grupo, se tiver alguma dúvida, alguma coisa, se quiserem alguma coisa também, fico à disposição de vocês. Essa é uma parte da cirurgia que a gente gosta muito de fazer, né? Os caninos inclusos são são desafios, né? São desafiantes essas patologias aí para nós. Te fazermos cirurgia. Eu costumo falar para vocês que muitas vezes, dá uma cirurgia incluso, ele é mais difícil do que executar uma fratura de côndilo, por exemplo, subcondilina, onde a gente faz uma abordagem extra. Mas existe protocolo para tudo, né? Nos procedimentos e também a gente tem protocolo para esse tipo de cirurgia. Ela é uma cirurgia que ela é extremamente delicada e tem que ser muito bem planejado. Qual que é difícil? É considerado do dente impactado aquele que não consegue romper dentro do tempo esperado até a sua posição na face. Então, aquele dente que a gente tem incluso, ele não funciona por algum motivo, por uma uma deficiência anatômica radicular, uma impacção dentária, ou então por conta de uma patologia, um cisto, alguma coisa. A gente considera que é um problema para o paciente. Impactado aquele que não consegue romper dentro do tempo esperado ou até a sua posição na arcada, tá bom? As causas mais frequentes que a gente visualiza, né, são esses aí. Complemento inadequado. A gente também pode ter como causa uma deficiência das forças eruptivas. Não tem força para erupcionar por algum motivo. A gente costuma pegar muito nas crianças aí, aquela fibrose acentuada de mucosa, né? Principalmente na pré-maxila, né? Isso gera também uma dificuldade de erupção. Muitas vezes, a gente parte em procedimento para a gente poder fazer com antecedente em massa. E também a qualidade óssea, né, desses pacientes, né? Então, a gente consegue entender que quando o paciente tem um osso muito duro, isso tá relacionado principalmente pelos pacientes da raça negra. A gente tem dificuldade de erupção. Então, pronto, dente não nasceu. O que fazer? Os acidentes e complicações. A gente pode causar isso quando a gente tem um dente impactado. É desvio dos dentes da anatomia na casa. Acho que o pior deles é essa reabsorção radicular. Quando ele impacta na raiz ou na coroa, gerando uma uma lesão no dente próximo, automaticamente você não tem uma erupção da Itália. A gente vai ter falta de elementos dentários na marcada, pessoal. Então, isso gera uma má oclusão, mas a gente vai ter que fazer um tratamento complementar. Esse tratamento complementar, ele pode ser de várias maneiras, geralmente ortodôntico, cirúrgico com reabilitação. Manifestações neurológicas, a gente pode ter, né? Por exemplo, se a gente tem incidente na região de um nervo, onde a gente tem uma uma compressão, esse paciente pode ser acometido por essa lesão e ele pode desenvolver desde dor ou até parestesias. Enfim, dependendo do grau de lesão, a gente pode ter essas manifestações neurológicas. Manifestações tumorais, né? Tem caso, isso a gente vê principalmente no nosso serviço público. Um caso, por exemplo, um cisto de retenção na região de terceiro molar, isso evoluiu com ameloblastoma. Houve uma diferenciação celular e esse paciente, ou seja, ele foi submetido a uma mandibulectomia total por conta da impacção dentária e virou uma lesão tumoral. E a gente tem uma sequela desse paciente. Beleza? Manifestações infecciosas. Para a gente tem contaminação da região por falta de higiene e até outras manifestações locais. Pessoal, vocês estão me escutando? Os alunos, queria que vocês falassem, porque senão fica muito, é muito chato da aula. Já assim, dessa maneira, eu não consigo nem pedir para vocês abrirem as câmeras, mas eu preciso que vocês interajam comigo, porque aquilo que eu falei, a gente tá nessa fase moderna, que dá essas aulas virtuais, né? E é incrível, parece que a gente estava falando no computador sozinho. Vamos lá, alguma dúvida aqui? Nenhuma. Nenhuma, professora. Tá bom. Primeiro lugar, a gente tem os terceiros molares inferiores que mais impactam e a gente vê isso na nossa clínica, né? Depois, a gente também vê os terceiros molares superiores. Eu tive a oportunidade ontem mesmo de avaliar um caso de impacção dentária com raiz dentro do canal mandibular. A gente tá falando isso do terceiro molar inferior, né? E automaticamente no terceiro molar do direito, já causando uma reação dentária do segundo elemento superior. Pré-molares inferiores, eu não coloquei aqui, mas poderia ter colocado na sequência. Vem os caninos inferiores, tá bom? Também a gente tem bastante impacção. Recentemente, faz umas duas semanas, a gente acabou de fazer uma cirurgia num paciente autista. Sandra fez essa cirurgia, onde ela removeu por indicação ortodôntica os dois caninos desse menino, que deveria ter uns 13 anos, tá bom? Eles não tinham chance de erupcionar porque eles estavam voltados para a base da mandíbula. Então, tinha indicação total. Aí gera essa controvérsia quando a gente deve remover. Vamos lá. Uma grande controvérsia etiológica, análise radiográfica, indicação para efetuar a extração, né? Hoje, quando a gente vai falar em avaliação de dente impactado, pessoal, a gente lança mão de algum exame complementar de imagem mais completa que a tomografia, né? A gente pode usar tomografia cone beam, e lá a gente, e aquela que a gente faz nas clínicas de radiologia odontológica, ou também, se vocês quiserem baratear e que vem com a mesma informação, a gente pode solicitar via convênio médico uma tomografia da região desejada para avaliação sem contraste. A vantagem é que o paciente não paga, né, se ele tiver convênio médico. Mas enfim, uma tomografia de mim, ela te dá muita orientação. A gente poder estruturar nossa estratégia de tratamento. Ele que vai fazer essa avaliação, tá? Ele que vai indicar, olha, não, não vai tirar, vamos, vamos pular um botão nesse dente, vamos tentar tracionar, né? Vamos fazer essa tentativa. Pudessem a primeira opção. Mas a gente tem que tomar muito cuidado que existe alguns colegas que também não tem tanta experiência com impacção de canino, né? Então, eles indicam esse procedimento e o paciente, de repente, tem uma raiz dentária, esse canino no formato de um guarda-chuva. Como é que esse dente vai funcionar? E eu já cheguei a pegar muitos casos de pacientes que foram submetidos por outros colegas lá a tentativa de tração. Isso vai reabsorvendo todo esse em volta porque cada vez o profissional que chega muito osso para fazer com que esse dente deslize, né? E então, a gente também não é só dor ortodontista, cirurgião que já tem um pouquinho mais experiência, ele pode falar, olha, é favorável, não é favorável. Que muitas vezes esse ortodontista não tem essa experiência. Eles às vezes nem pega os exames mais importantes, ou seja, uma radiografia panorâmica, ele já faz o planejamento. Então, como vai ficar muito superficial? Tudo aquilo que a gente faz muito superficial na cirurgia, coloca a gente em situação desfavorável. Então, quando a gente vai fazer qualquer tipo de procedimento cirúrgico, a gente tem que ter aí uma retaguarda dizendo um exame clínico, anamnese, no exame clínico bem afiado, tá? Bem afiado e também os exames complementares, sejam eles de imagem ou bioquímicas, enfim, para a gente poder estruturar estratégia. É muito desagradável quando, por exemplo, você vai submeter um paciente assim de algum paninho, por exemplo, e você posso respaldo na panorâmica. E aí você vai fazer a abordagem para você. Aquele dente ele estava na região palatina e ele não estava na região palatina, mas ele estava na região transalveolar. E aí fica uma coisa complexa, mas ele tá mais para vestibular. Então, é assim, é inadmissível hoje a gente executar qualquer cirurgia de dentes inclusos, tá? Impactados ou não, sem uma tomografia. Cabe ao cirurgião avaliar o risco para a realização de tal procedimento. Olha, esse é um procedimento, ele teoricamente, ele é tranquilo, né? Então, a gente faz muito em ambulatório, dependendo da idade, né, pessoal? Hoje, vocês estão assistindo, se vocês estão começando, se for se tornar todos os especialistas, assim espero, se Deus quiser, e vão poder indicar. Ele vai, de repente, você pega uma criança, ele tem 12 anos, já tem uma fobia tremenda. Em vez de você, é uma cirurgia de impulso agressivo, e você vai fazer isso na cadeira odontológica, muitas vezes você pode lançar e fazer esse procedimento no centro cirúrgico com uma anestesia geral, né? Muito mais confortável, muito mais confortável com o paciente, principalmente paciente jovem ou adulto. Até muitos pacientes adultos, eles têm muito medo, né? Enfim, a gente pode lançar mão de onde executar. E agora, se eu pego o dente, como eu peguei faz um pouco tempo, Igor, até que deu aula para você, estava comigo, a gente tomou um pau para poder localizar um dente supernumerário, não fala, entendeu? Se eu tivesse feito esse procedimento no ambulatório, no consultório, ia ser capaz, próprio bem planejada, não pode demorar mais. Não é assim, na minha mão, é com muita humildade, porque basta um dente desse para derrubar um cirurgião que costuma fazer muita cirurgias complexas, vários graus para te destruir, né? Para mostrar qual que é a tua posição, né? Por mais que a gente tem a experiência, profissionais de sucesso, enfim, a gente acaba caindo nesses nesses problemas. Então, a gente tem que mensurar o grau de dificuldade, saber qual o melhor ambiente para poder realizar esse procedimento, tá bom? Alguém aqui já já fez algum procedimento cirúrgico em ambiente hospitalar? Alguns alunos? Vamos lá, uma pergunta aí para vocês. Quantas pessoas tem na sala? Na China? Alguém já fez aí esse procedimento? Qualquer procedimento cirúrgico geral? Bom, se não fez, vamos fazer com frequência, né? Vocês vão ter respaldo que existe aquele lance. Recentemente, a gente, eu gosto de contar história sobre, mas são as experiências que vão deixando a gente um pouco mais afiada, né? Mas recentemente, tinha uma banda, uma profissional da Rock, super sucesso em São Paulo e também em Minas Gerais, né? E ela, um Instagram bombando, top. Ela foi fazer um procedimento que era uma lipo de papada e ela, assim, ela teve um resultado, uma complicação, ela não estava esperando em ambiente ambulatorial. Ou seja, ela ficou extremamente, assim, aterrorizada, né? Porque perde seu controle. Então, talvez se ela tivesse planejado, quer ser um caso mais difícil, uma uma lipoaspiração mento-cervical mais complexa, tivesse levado esse paciente para o hospital, talvez ela estaria mais tranquila. Ela estaria com respaldo dela mesmo, como e também da medicina, né? Então, é que hoje os nossos dentistas, né? Não sei se a maioria concorda, talvez a maioria discorde. Depois que você começa a vivenciar a clínica de cirurgia facial, é incrível que praticamente 90% dos procedimentos que a gente realiza, desde os mais simples até os mais complexos, sempre que vai ser em ambiente. A escolha, ambiente hospitalar, né? Uma licença geral da inocência cirúrgico. Mas nós dentistas, nós somos muitos, muito práticos, né? Então, a gente acha que dá para fazer tudo isso no consultório, né? Então, isso é complicado, é desconfortável e a gente pode ter problema. A gente pode ter muito. Mas é mais ou menos impactado e o paciente começou com hemorragia importantíssima. Tiver na aula, ele estava comigo. Tem mais importantíssimo. Eu falei, nossa, então teve alguns erros, né? Qual foi o meu erro? Talvez vocês aprendam um pouquinho, porque a gente aprende muito com os erros. Primeiro, subestimei o procedimento, achei muito simples, né? Segundo, eu não pedi exames pré-operatórios para ver se ela tinha algum problema. Eu já tive problema, por exemplo, com síndrome de Voh, cirurgia peniana, né? Que não foi diagnosticado e que na anamnese, o paciente não comunicou. Então, essa paciente foi fazer uma cirurgia de gente precisa, teoricamente simples, e fazer a primeira, o primeiro corte no dente que ele estava impactado no segundo molar. Começou a comer hemorragia importantíssima. Mas assim, a experiência, a gente tem um pouco de experiência depois de um certo tempo, e não foi rápido isso, a gente controlou. Mas a minha cabeça já fez um trajeto de levar essa menina para o hospital, né? Por que que ela teve esse problema? Porque eu escolhi um ambiente errado, eu fiz um exame complementar insuficiente, fiz uma paleta e depois eu descobri que ela tinha uma locomove, artéria dela, ela tinha artéria alveolar inferior, que é uma artéria calibrosa. Quem foi para cirurgia comigo, tanto no trauma como no município de ortognética, vai ver ao vivo essa matéria. E ela tinha uma ramificação que subia pro Reborn da mesmo calibre. Então, se
Sangrou pra [ __ ] né? Então, aonde foi? Eu voltei para casa e falei: [ __ ] errei. A sorte era uma amiga. A sorte que controlou, né? E depois, se ela quisesse fazer, eu ia levar para o centro cirúrgico. Mas eu confesso que ela não se manifestou mais em fazer esse procedimento, tá? Ela desistiu, que ela ficou com [ __ ] no meio, né? Então, a minha escolha foi errada, o ambiente foi errado e fiz um exame suficiente. É isso que não pode acontecer, tá bom? Porque se a pessoa não tem tanta experiência para controlar algorragia, importantíssima, inevitavelmente o paciente vai ter uma perda sanguínea importante, ele vai ter muitas vezes ter se até transfundida, tá legal? Beleza, time? Vamos passar aí. Classificação. Vamos à classificação clássica do Dr. Mazola, né? Falecido recentemente, uma referência lá na USP. De anunciar algum aluno, tem algum aluno dele aqui que fez faculdade na USP de Bauru? Bom, se tiver, vai entender que esse cara publicou alguns livros, ele fez algumas classificações que facilitaram o mundo. Então, a gente pode classificar aqui: número de elementos retidos, se é unilateral, bilateral. Está claro na cabecinha de vocês, né? Pois esse é o que se dispõe no arco dental: pré-alveolar, reto-alveolar, trans-alveolar, alveolar ou vertical. Eu digo que é, acho que é mais complexa aqui para mim é a retro-alveolar, né? Então, é trans-alveolar que ela vem, ela passa no meio, né? Isso é complicado porque eu já tive que fazer acesso bilateral, tanto tempo vestibular, né? Mas eu tava unido no exame correto. Eu vou bater muito e você um pouco repetitivo para ver se ele entrar na cabeça de vocês. Apesar que eu acho que todo mundo é top, é de sucesso, entendeu? Tem experiência, mas não custa a gente passar nossa pequena experiência, tá legal? Ausência de dente, desdentados. E olha só, a gente tem um aluno, posso até falar o nome dele, que é Luigi. Ele, esse cara começou assim, foi muito legal porque ele começou como protético, é um protético assim de excelência aqui em São Paulo. Aí ele fez Odontologia. Olha que legal! Ele fez Odontologia. Ótimo. Depois ele foi fazer uma especialização em tecnologia e agora ele finalizou a especialização de bucomaxilo numa outra escola que a gente dá aula também. E olha só que interessante, ele tava a semana, faz umas três semanas, ele me liga meio desesperado porque ele tava embarcando no dia seguinte para Europa. Ele é de sucesso, aí viaja para [ __ ] dá curso. E que que aconteceu? Ele foi tirar um dente incluso de uma senhorinha de 68 anos. Detalhada, ela não tinha dente cada superior e ela não tinha dente na cara inferior, legal. Ele resolveu tirar esse dente porque ele ia fazer uma protocolo e ele achou o dente, não tava incomodando. Pois muito bem, ele levou essa senhora para sentir. Hoje começou a fazer uma infecção para poder remover isso com tranquilidade, né? Ela tava trans-alveolar esse dente, tá legal? Que que aconteceu? Uma fratura da mandíbula, né? Essa paciente foi operada, né? Ele dá uma deu uma retaguarda muito boa de segurança. Isso é importante a gente sempre abraçar os nossos pacientes, fortalecendo as nossas pontas do nosso polo, né? Mesmo quando a gente executa alguma alguma iatrogenia não esperada, né? Algum erro nosso, se a gente tem esse paciente na nossa mão, né? Ele se sente muito confiante, ele vai te dar oportunidade de você poder resolver, né? Ele não pode resolver porque ele estava em viagem, mas eu conversei com a paciente e levei ela para o centro cirúrgico, né? E acabei fazendo uma cirurgia onde ela fez um acesso ao submandibular, próximo de corpo e ângulo. Vamos imaginar onde é que é o terceiro molar inferior. E lá a gente expôs e fez a fixação. Foi uma cirurgia difícil, porque foi difícil pela abordagem. A gente está muito acostumado a fazer isso muitos anos, né? Coisa que vocês também fazem, vão fazer mais ainda. Doutor Tiago, um banho na anatomia, enfim, mas um grau de dificuldade porque ela tem uma reabsorção óssea ali, mais a remoção óssea que ele fez ficou muito fragilizado. Isso me dificulta muito fazer a fixação, né? A minha escolha era botar uma placa mais pesada de reconstrução e não consegui colocar essa placa. Eu e a Sandra tivemos grandes dificuldades. Então, talvez, talvez ele não tivesse realizado essa cirurgia, né? Fazer o protocolo mesmo assim, né? Eu seria minha opção, né? Mas paciente muito idosa, com uma mandíbula muito trófica, aconteceu o que aconteceu, tá? Vamos seguir. Proximidade com arco dental, próximos vestibular. Graças a Deus, a maioria deles chega até uma comunicação, né? Quando você remove o acidente, a gente tem uma comunicação buco-nasal. Vocês têm que estar preparado para isso, né? Então, essas são as nossas classificações. Alguma, alguma dúvida aí, meu time? Pela classificação, sim ou não? Sim ou não? Pessoal, tô vendo que tem uma mensagemzinha no chat. O que que é? Em que eu não tô abrindo aqui. Alguém pode ler para mim? Nati, você consegue ler? É só era só sobre o microfone, acho que já desligou. Obrigada, Doutora Gabi. E não, acho que você perguntou, fez a pergunta e falou: "Não, se tiver algum erro de microfone de imagem, eu não vou abrir o chat, não". Tá? Esse computador que eu tô aqui, ele é meio complexo. Que eu prefiro que vocês abram o microfone a hora que vocês quiserem. Qualquer aluno está autorizado a se manifestar, me interromper a hora que quiser para tirar alguma coisa, legal? Alguém aqui já fez esse tipo de cirurgia de nervo crânio? Nós temos hoje com 10 alunos, né? São 28, 24, né? Ô, doutor, nós estamos com 8 agora, viu? 10 é eu e você junto. Legal. E nós somos o total, condição. Então, nós estamos indo. Nós estamos com oito alunos. Eu queria agradecer um terço a consideração para vocês, mesmo, tá? Com muito amor e carinho. Mas enfim, alguém de vocês, desses oito aí, já realizou a cirurgia? Não, nunca realizei. Eu também não. Bom, porque é melhor, melhor aluno é aquele que vence em alguns vícios cirúrgicos. A gente passa o nosso protocolo. Como vocês vão ter cirurgia oral menor desse módulo, vamos esperar que apareça esses pacientes e quem tiver vontade de se desafiar. Apesar que não é um desafio, não é uma aventura, isso é um procedimento planejado por nós, profissionais aqui, os professores com vocês, e também são profissionais. Vai ser muito legal executar essa cirurgia com vocês. Sempre dessa experiência. Bom, classificação: número de dentes retidos, bilateral. Aqui a imagem não ajuda muito, mas a gente tem os dois caninos aí de cada lado. Classificação, né? Quanto à posição: pré-alveolar, localizado por vestibular. Classificação três passos, dois lados, né? Tanto para o vestibular como por igual. Se ele tiver baixo assim, né, porque é próximo da arcada dentária, fica mais fácil. Mas difícil é quando ele tá muito alto. Tá muito alto, mas enfim, eu considero os dentes mais complexos, ou vertical, verticalizada. E aí é muito fácil, né, pessoal? Principalmente se ele tivesse subindo coisas, né? A gente sente culpado. Mas isso não exime a nossa responsabilidade de pedir uma tomografia para ter certeza. Muitas vezes essa coroa ela pode estar aí na cara do gol, a semana e dando risada para gente, mas ela tem uma raiz totalmente desfavorável. Como é que você não tinha muitas vezes até com fraturado em forma de guarda-chuva? A ausência de dente marcada aí com dentes, né? Perfeito. Olha só, muito cuidado com essas, esse abaulamento, né, da região do que muitas vezes realmente não tá é da parte óssea mesmo. Esse abaulamento excedente não tá nessa região aí. Perfeito. Muito obrigado. Por isso que eu falo para vocês, a tomografia, ela é mandatória, tá? Planejamento, estratégia cirúrgica para dente incluso. Sim. Ausência de dente superior perto da força nacional. E a gente, pois isso, muitas vezes pegam esses pacientes que fazem uso de prótese total, já um certo tempo. E por incrível que pareça, aquele ar dentro da prótese total, ele estimula a reabsorção dentária ou dor, né? Uma infecção naquela região. Como a gente viu que uma das causas, né, das complicações, como infecção, paciente começa a fazer titular, né? E aí vai ver que tem, mas os dentadura, o que que é isso? Não, você vai pedir o exame de imagem, você vê que realmente influencia ou distante, né? Particularmente próximo da arcada dentária de raiz evidente ou de acordo. A gente toma muito cuidado, né, para não causar uma lesão nesses dentes próximos. Faz uma cabaninha assim, a gente vê essa curvatura do palato, né? Os dentes ficam como se fosse os dentes. Quanto mais alto, mais difícil, né? Muito também muito próximo da cavidade nasal, né? A gente tem que tomar cuidado com essas estratégias cirúrgicas, tá? Mas se tiver intercorrência, vocês vão estar preparado para isso. Perfeito. Número, essa série uma arzola. A gente entra nesse quarto número: unilateral, bilateral, posição vestibular, coroa íntima, próximo dos incisivos, raiz. É a mesma coisa, né, pessoal? É a mesma coisa. Eu ainda falo para vocês que eu prefiro muitas vezes a classificação do Major, lá que ela é muito mais simplificada. E toda essa classificação tem que ser levada para o nosso prontuário, né? Creio que todo mundo aqui preenche um pouco. Chegar na anamnese, exame clínico, tudo muito bem avaliar, tá? Mas não deixa de ser uma utilizada. Então, mandíbula, posição vestibular, vertical. Horizontal, a mesma coisa. Mas depois são paranormal a borda do corpo da mandíbula. Acontece, tá? Acontece. Recentemente, a gente fez, né? Não é rotina. Veículos diagnóstico apurado para preposição. Não coloquei aqui, mas tem que ter uma anamnese, né? Para todos os pacientes que vão ser submetidos a qualquer tipo de cirurgia, a gente faz uma anamnese completa para evitar problemas operatórios, de pós-operatórios. Principalmente, por exemplo, a gente pega uma paciente que faz uso de reposição de cálcio, necrose nessa região, muitas vezes passa desapercebido essas informações, né? A gente não colhe essas informações. Fez a cirurgia ortognática no início da cirurgia, Trindade que começa pela mundial, início da cirurgia da mandíbula, o paciente já começa com sangramento, não grande, mas que não coagula. Vão embora. Vamos seguir, vamos seguir, vamos seguir. Vamos para maxila. Vamos seguir aqui. Não para. E aí depois a gente vai conversar com a mãe de paciente, o pai. O pai pergunta se a mãe tinha informado que a gente entrou na grande. Na minha cabeça, viu? Vão me lembrar. O paciente foi transferido, eu sempre cirúrgico, após cirurgia, imediatamente para UTI para fazer reposição sanguínea, de plasma, ser acompanhado pelo Correia. E isso foi de morte. Então, fechou o diagnóstico. Fizemos um exemplo. Bom, pediu os exames de imagem, tá? Aí espera que cálculo exato, panorâmica, radiografia fácil. Cara, na boa, assim, vocês podem essas quatro radiografias iniciais. Acho que a panorâmica vai meio que vem por conta da documentação ortodôntica. Agora, aí, né? Deixaria tomografia. Tá mais aqui tem informação onde a gente vai pedir os cortes pertinentes. A gente sabe que são três cortes que a gente pede. Acho que a gente já conversou sobre isso. Primeiro é um corte sagital, quando a gente secciona a cabeça no meio, né? Uma maneira sagital, coronal, né? Que também secciona, vendo os cortes frontais, do sagital laterais e o axial, né? Que você divide superior ou inferior. Eu acho que os mais importantes aí são os sagitais, né? A gente consegue ver. E o coronal, né? Me dá bastante informação. Mas hoje ele vai fazer o exame, vem a gente faz a solicitação. Solicito documentação tomográfica para a localização de caninas, ou enfim, como vocês preferirem. Se for no cone B, por gentileza, cortes coronais, axiais e sagitais, né? E vocês também podem lançar mão e pedir a reconstrução 3D, tá? Para esses pacientes. Beleza. Cai muito bem as reconstruções 3D, tá? Nos dá uma noção de abaulamentos, está bem próximo da cortical. Isso vai ficar muito mais fácil. Muitas vezes, a gente já pode incidente, ele tá perigoso para vestibular. Você vem com descolador de emoticon, qualquer descolador em cirurgia, esses levanta aquela casquinha, já vê aquela aquele esmalte bonitão, né? Mostrando que eu tô aqui. Facilita muito, deixa muito rápido. Se for fazer a instalação, for colar um botão, então fica muito mais fácil. Tudo que a gente puder diminuir de mobilidade para nossos pacientes, a gente acaba tendo como resultado pós-operatório muito mais tranquilo, né, pessoal? Clínicos permanecer elemento tecido, a bola aumento de parede vestibular de reborn ocular. É isso que a gente vai ver. O tempo desse paciente, se tem uma infecção, a gente pode associar uma fístula ou não, né? Pode ter um processo difícil. Se eu vou lá e vou tirar um dente incluso ou não, eu sei que antes de executar essa cirurgia, com certeza eu vou fazer uma festividade. Isso é isso é seguro porque a gente tem que considerar que a boca da gente é uma cavidade é contaminada, muito contaminada. Então, lógico, hoje mesmo eu recebi uma ligação de um colega que falou que fez um protocolo e ele, o paciente, um edema importantíssimo com dor, né? Estranho. Ele trocou o antibiótico. Infelizmente, ele trocou pelo antibiótico errado, né? Perdeu um do mesmo, um pouquinho mais forte, mas enfim, falou que deu uma melhorada. Três vezes depois o paciente voltou para o processo. Aí ele vai me falar que que ele fez. Uma estação, ele fez a estação ciliada, já colocou os implantes. Só que assim, existia um processo infeccioso num dos dentes lá. O corretor achou que aquilo era o suficiente, né? E o paciente acabou. Então, ele estava operando uma área que já é contaminada, mas estava com uma potencial de contaminação já presente, tinha uma infecção na região. E ele lançou mão e quis correr o risco de colocar implantes nessa região, mesmo com essa infecção. Aí a pessoa cai no erro, né? A gente não pode fazer isso, né? Eu costumo falar para vocês que qualquer procedimento cirúrgico que vocês vão executar na boca, principalmente antibiótico correto, antibiótico, porque uma vez a gente não sabe que tipo de bicho que tá ali. Fácil, muita assepsia criteriosa nesses pacientes, tanto intraoral como extraoral. Não subestimem o procedimento. Nunca ter um paciente amigo da gente até o momento que ele achou, achou que ele estava bem. A partir do momento que ele já começa a ter dúvida do nosso procedimento, ele vai procurar um outro profissional, né? Aí não é legal, né? Não é legal. Isso já aconteceu com todo mundo, então não é legal. Então, a gente se reserva no direito de se respaldar em todos os aspectos. Isso é meio histórica, né? A gente antes de executar um ato, pensa nas consequências. Não é uma filosofia grega, né? Em todas as consequências. Eu lembro que muitas vezes, nossa, eu fazia um script do que eu ia fazer e as possíveis complicações em cada momento da cirurgia, né? Não ser pego de surpresa. Mesmo assim, é com muito, muito critério, e não tenho vergonha de falar também, é com muito medo, né? Tinha muito medo. Então, a gente se previne muito mais ainda. Tá caindo incluso aí. A radiografia que vocês fazem no consultório hoje tem a terra radiografia digital. Técnica de Clark totalmente em desuso, pessoal. Saindo, se usa mais mesmo, mas tá aí, né? A gente usava muito isso. Eu me formei em final de 94, nós usava tomografia, não era uma realidade, ela estava chegando, estava chegando naquele momento. Hoje a gente pode pedir a técnica foi muito utilizada, mas enfim, a gente distalizar, não, né? Para saber que posição que estava, enfim, mas hoje a gente não precisa perder esse tempo nem fazer isso no consultório, né? Aquilo que eu falei para você, vocês podem pedir essa tomografia. Não tem empregador de odontológica, é escolha de cada um, mas a gente também pode pedir também uma tomografia médica, né? Nós somos, nós temos autorização de pedir qualquer tipo de exame pertinente ao nosso procedimento cirúrgico. Ah, vai fazer uma lipoaspiração de papada, um procedimento estético, mas você pode pedir um hemograma completo, qualquer outro exame, você pode pedir, tá legal? Perfeito. Alguma dúvida aí, time? Vocês estão aí ou eu tô sozinha? Se manifesta aí, meus queridos alunos. Muito feliz, muito feliz. É um saco a gente falar, olha no computador. Vocês não sabem a ginástica que é. É muito mais legal quando a gente interage pessoalmente, que a gente vai ter essa oportunidade de trocar muita experiência, tá? Vocês têm muita experiência em outras coisas, a gente tem algumas outras. Vamos juntar tudo e ficar melhor. Técnica de Clark, a Mc cristaliza, né? Quem quiser se inteirar, pode pesquisar, tá? Mas é a gente mudava o feixe do canhão da do aparelho de raio X. Bom, era um saque, significa repartir. Às vezes não dava para ver, tinha que repetir. [ __ ] você vai pedir com a tomografia, né, meu filho? Você vai perder tempo, mas é só para informação, né? Se alguém for prestar concurso, às vezes pode cair essa pergunta aí. Vocês estão aí. A técnica da digitalização do canhão, a localização de 25 anos. Perfeito. A gente vê, mas não é legal, né? Porque a radiografia legal me dá uma noção de profundidade, aonde que tá esse acidente, tá? Aí a panorâmica nos dá uma ciência que tem ajuda, sim, muitas vezes, porque a gente consegue ver o formato da raiz, né? Mas nada como uma toma. Uma radiografia de perfil aí, pessoal. Você já tirei alguns dentes como esse. Essencial que vocês estão vendo aí. Imagina se ele tivesse ao contrário, esse dente, cara, ia ser tracionado, né? A gente tem que ter uma estratégia porque a gente aqui remove uma certa quantidade de osso sem comprometer os dentes adjacentes, né? Porque é muito fácil a gente expor toda essa coroa, já botar uma alavanca e a raiz, pessoal, aí fica lá, vai buscar, às vezes não dá para buscar, melhor deixar precisando. Você vai estar causando mais a lesão no paciente. Ou essa, essa técnica radiografia inferior, a gente vê um belo de um dente aí na vestibular da pimenta, né? Ai, mas qual a abordagem? Eu acho aí, pessoal, que abordagem que a gente tem que usar para tirar esse esse canino na mandíbula? Alguém consegue imaginar? Fácil de suco, como se fosse uma incisão. Não sei se vocês fazem essas próteses, esse tipo de incisão, né? Que você já devem ter visto aí, que são craque nessa parte da estética. Ou eu uso fácil? O que que vocês acham? Bom, acho que hoje ninguém tá afim de se arriscar, então eu vou falar para vocês que a gente faz uma incisão que eu uso muito essa incisão para fazer mentoplastia, né? Mentoplastia, pela cirurgia dominante, onde a gente faz osteotomia base. Eu prefiro, eu prefiro ir naquela região do que descolagem com papila relaxante. É uma uma abordagem de muito mais segura, onde eu consigo fazer dois planos, né? Então, imagine eu fazendo uma incisão na mucosa, mucosa, deixa um milímetro, um milímetro e meio. Depois eu desço no músculo, né? Tem que tomar muito cuidado com essa abordagem. No momento, não é feita de uma vez só, ela tem, tem dois momentos, tá? Da mucosa e bisturi vai estar internada de um jeito, né? A gente faz um tipo de integração. Só que a gente não mantém esse tipo de inclinação. Quando você vai acessar a estrutura óssea, mais ou menos 45 graus, a gente vem riscando, cortando o músculo. Ah, mas que altura? Alto? Não, não. A gente tem que deixar um pouco de músculo aí, um feixe de pelo menos de 4 a 5 mm para poder fazer a reconstrução muscular do meio. Esse é um paciente que acaba tendo uma ptose, né, pessoal? De lá de cima, já aquele lado caído pela frente, assim, por quê? Ah, porque eu fiz uma incisão para tirar um canino para fazer uma prótese de mérito. Mas na minha cabeça não tava desenhado que eu tinha que fazer a reconstrução muscular e o paciente acaba perdendo aquela função muscular daquela região do lado. O lado fica caído, né? Ele inverte para frente com uma coisa e tal, muito estranha. Então, a gente tem que tomar muito cuidado. Eu tenho maior prazer de mostrar para vocês como eu executo e como eu reconstruo essa parte. Esse tipo de cirurgia de abordagem do canino ou da mentoplastia, que eu sei que vocês já devem, alguém faz mentoplastia aqui? Põe aquelas próteses de silicone cirúrgico? Não, ninguém faz isso aqui. Então, vocês fizeram treinamento para isso? Foi com Marcos Pita e com José Fernandes? O outro não conhece, mas então, pessoalmente experiente em cirurgia também. Eu tenho certeza. Ele e o Alejandro ficou pelo menos comigo, acho que com quase três anos no Hospital Geral do Pirajussara. Estaria com ele, é um amigão do meu coração. Ele vai dar aula para vocês. É o Alejandro. Ele fez um estágio comigo lá no hospital geral e ficou lá ativamente dentro do plantão, se eu não me engano, foi quase três anos. Ele queria até essa formação, né? Mas abordagem sempre que a mesma. Então, eu tenho certeza que vocês foram treinados para fazer essa incisão em dois momentos: da mucosa, a gente tá grávida, depois quando vai cortar o músculo, 45 graus, para que vocês possam ter sido suficiente para poder fazer a reconstrução, tá bom? Mandar aí, ó. Aí a tomografia, ainda, né, pessoal? Que corte que é esse aí? Alguém sabe que corte é esse? É um corte axial, tá? Então, a gente só fatia desse jeito, legal? Quando vocês estiverem fazendo estágio no Hospital Pirajussara, vocês vão perder um tempinho, uma meia horinha, pelo menos lá na tomografia para os nossos radiologistas lá, os nossos técnicos são muito experientes. Eles mostrarem a diferença, quais são os cortes axiais, coronais, sagitais. Quando é que a gente vai ter reconstrução 3D, como é que faz isso? Para que isso agregue mais um arsenal de vocês, né? Mais uma ferramenta na caixa de vocês, né? Quanto mais ferramentas a gente tiver, melhor é para o nosso paciente. A gente vai ter mais recurso, uma opção de tratamento, tá? Do criminoso tradicionalmente, transposição, reposicionamento, de transplante autógeno. Tira, galera, na boa. A minha experiência, eu falo em entre 1 e item 4, tá legal? Não faz de transposição ou reposicionamento. Vício nos Estados Unidos, na informação. Falo com vocês com humildade e sem querer, porque quando sair do Brasil e foram algumas vezes, era mais para me capacitar. Na paciência, eu tive a oportunidade de ver um reposicionamento que ela chegou com força lá. Era um molar totalmente vestibularizado. Era um doutor famosíssimo, aliás, tem aquele livro de oral menor. Os mais antigos devem saber, devem lembrar desse livro. Ele foi lá com força. Que a gente estava em Charlotte, na Carolina do Norte, ele reposicionou e fez uma fixação com resina. Então, ou a gente traciona isso com a gente extrai, tá? Isso é discutido com os nossos. E quando vem uma informação, por exemplo, fazer um tracionamento, mas tem uma raiz muito desfavorável. Do time, a gente acende a luz vermelha para, pera aí, a gente troca a nossa experiência com ortodontista. Olha, esse dente a gente vai tracionar, mas tem muita chance de não vir. Paciente raça negra, eu sou muito puro, raízes favorável. Isso pode tirar uma restrição que é catastrófica, porque quando chega com muita atração e o dente não vem, vai perdendo ou se envolve. Então, aí compromete a estética. Isso tem que partir em mão de fazer uma reconstrução óssea. Hoje tá muito moderno, a gente faz isso. Mexer PRF, tem essas coisas aí, a gente mistura tudo. Antigamente usava até um fios, mas enfim, não precisa, né? Se a gente faz um diagnóstico precoce e faz um planejamento, a gente não precisa se colocar nessas posições. Não teve essa sacada e a gente tem responsabilidade. A gente sabe que tratamento no corpo humano não é matemático, não é matemática. Mas hoje muita coisa, tanto Macio como na organização, a gente tem hoje tudo baseado em evidências, né? Odontologia baseada em evidências. Isso em cima dessas evidências que a gente gera um protocolo. Raramente a gente sai. Então, hoje você vai para o hospital Pirajussara, o hospital acreditado ou na um, ou na dois, ou na trade, dele Joint Pub canadia, não sei o quê, várias apresentações. Porque foi se criar rádio. Até quem quem escreveu foi a Sandra, o manual de conduta. Esse manual de conduta não foi da minha cabeça, né? Perguntou na minha técnica. Diferentemente agora que a gente vai, vai tentar publicar um protocolo para paraginástica, diagnóstico, planejamento, enfim, mas existe já um estudo. Então, vou lá e passa o meu manual. O meu time tem que seguir aquele manual, não pode sair daqui porque ele foi baseado em evidências, tá? Então, a gente não pode ser aqueles caras que são uma HIV, porque aí a gente sai de um procedimento planejado e a gente acaba entrando no movimento. E quem gosta de se aventurar aqui em alguma coisa e risco, não. As consequências pode ser que você tenha ex de você vai se arrepender. Usado e como pode ser, você causa uma catástrofe. Não tem evidência nenhuma. Você botou o paciente em risco, você assumiu todo esse texto, legal? Pessoal, então tradicionalmente é que isso não tinha, tá? Timão, é muito simples, né? Tá aí, ó, essa sequência, né? Para tracionamento, a gente anestesia. Hoje eu vou mostrar umas fotinhos, aí até botei no finalzinho, meio tipo completo, eu fiz aí, enfim, então é minha rotina mais fazer isso, tá? Aí se chegar, será sempre muito bem-vindo. É uma cirurgia prazerosa, desafiante, porque ela é difícil. E a gente que faz cirurgia grande, a gente sabe quando basta um dente para derrubar um mega cirurgião super famoso, de sucesso, experiente, né? Então, a gente gosta disso, né? Mas faz com segurança. Anestesia, a gente vai lá, os homens incidentes. Lembra que a gente vai fazer a incisão e a incisão ela vai morrer por uma maneira susular como palatina, devoção. Quando a gente libera isso, não se desmonta, né? Pois a gente já faz um prédio escolarmente, descolamento com descolamento e o descolamento na região de mandíbula e maxila, time, sempre é um descolamento superinterostal, né? Literalmente vocês acabam com exceção do vento, né? Dois planos, mas geralmente as outras acessos a gente riscar o osso, né? Se eu vou fazer uma oportunidade de mandíbula, eu vou fazer uma abordagem na região retomandibular para ter acesso, né? Onde eu vou fazer os cortes da cirurgia. Posso falar com vocês com propriedade, poderia arriscar o osso ali em cima da crista externa, coisa que eu não faço um momento para não ter aquela complicação da lactose ou falta de tecido suturar uma cicatrização de primeira intenção, que é quando a gente vai com uma cicatrização de segurança, você pega totalmente o controle. Cicatrização é um segundo, um terceiro maior que você não consegue botar, né? Ou então entrar uma severo, né? Como a gente teve recentemente, uma menina sendo mordida na pré-maxila por um pitbull avulso, funcionou a pré-maxila dela. A gente não tinha tecido, teve que girar e muitos daqueles tecidos daquela parte de cicatrização, ela segura intenção. Quando não, a gente não se no momento, lança mão de enxerto. Tira enxerto de onde? Da pele e joga fora, entendeu? Começam a ficar cirurgias mais elaboradas. Mas enfim, descolamentos. Então, todos os dias, a maioria dos descolamentos são interessados. A gente vê o periódico, aquela lâmina é fininha, é muito legal falar, nossa, tem um lugar certo. Quando você não faz essa incisão numa profundidade decente, ou seja, riscando, você faz ela insuficiente, você começa de vamos pensar na região posterior da mandíbula, a gente começa a dar passiva, será muito alto, a gente começa a divulgar músculo, né? Então, a gente tem um senador aqui, a gente também tem uma certa, a gente começa a aí com nossos problemas que é totalmente grosseiro. E sendo que ele é muito simples, envelope, né? A gente faz uma incisão correta e a gente levanta aquele perióstico. Então, eu vou colocar um descolamento superior da região onde do forame e mentoniano para trás e da maxila praticamente inteira. São descolamentos muito bem. A gente viu a nossa toma e a gente viu que a gente tem que tirar o acento. A gente vai fazer osteotomia, né? Ou ostectomia. A palavra mais correta é corrigindo isso aqui, é ostectomia. A gente remove o osso que eu acho também é só quando a gente corta os técnicos depois para vocês, tá? Ostectomia, a gente vai remover o osso nessa região para expor o elemento mental. Ah, legal. Expulso. [ __ ] ele tá numa posição vertical. Que legal! Faça uma live em volta desse dente. Faça uma leve luxação, né? Faça uma leve luxação para começar já estimular essa movimentação. Irrigou abundantemente, né? E voltando lá, time, descolamento. Quando a gente faz descolamento, a gente não tem que ter um descolador onde só se usa para fazer o descolamento mesmo, não para colocar outra coisa, manipular outros materiais. Se fosse alguma coisa, porque tem que estar muito afiado aquilo, né? A gente tem um descolamento eficiente. O osso sangra também, né? A gente tem uma aderência, né, do perióstico de glicose, enfim. Então, a gente vem fazendo esses rolamentos. Você tem posicionada e o osso é que a gente já vem descolando sem machucar os tecidos moles, perfeito. E fazendo uma hemostasia. Olha que legal. Quando eu me formei, eu fui fazer um curso de implante, 1995, já faz um certo tempo. E eu já fiz a cirurgia, mas não tinha muita experiência. Lembra que na época, como o professor Davi Ser Song, alguém já ouviu falar desse professor chamado Davi Ser Song? Sim ou não? Bom, o Davi Ser Song não era um cirurgião do maxilo, que ele foi um visionário, mas eu não tinha no Brasil. Foi um dos, se não foi o primeiro. Jogo, ele foi um dos dois ou três primeiros aqui no Brasil, tanto é que ele criou o sistema e era muito famoso. Eu lembro que eu estava nessa aula dele, numa aula de que a gente depois mostrava os nossos casos operados e tinha um rapazinho lá que quando eu falei descolamento, ele usou uma casa, né? E eu falei: "[ __ ] mas que quer dizer?" Eles não importa. E do Davi elogiar, chegou e falou: "Cara, pessoal, nossa, esse menino já tem uma noção de cirurgia, porque ele usou Magali, vocês devem usar uma gás, gente, descolador e a parte óssea que vocês fazem um descolamento mais gentil, vocês não machucou com o tecido mole, porque a assinatura do cirurgião é a cicatrização de tecido mole, né? Vamos guardar isso na cabeça. Complicação do ácido e também do adesivo, né? Hoje a gente tem esses adesivos onde pode misturar saliva, sangue, né? Tem esses mais poderosos aí da TV, que é um roxinho que parece um pirulito. A gente usa, tá? Porque muitas vezes é uma paciente saliva de muito, apesar que você tem aspirador, mas tem muito sangue ainda. Mesmo você pode fazer esse líquido, acaba atrapalhando o processo de adesão, né? E é um [ __ ] num saco, porque você vai lá, põe essa [ __ ], aí coloca lá o botão, põe a resina, laça em infiltração, ela sai. O botão quantas vezes isso não aconteceu comigo? É um saco. Você chega até vontade de desistir. Ou então o paciente chega a falar depois da cirurgia, ele dois dias, a gente liga: "Doutor, estava solta a radiografia". Entendeu? Então, a gente tem que escolher muito bem. Colagem do botão. Antigamente, tem alguns ortodontistas, acho que mais antigos, para me falar, eles pedem pra gente furar coroa lá. É fácil isso? Não. Quando a gente tem adesivos aí super potentes, né? Então, boa exposição, a gente consegue colar o botão, lasca com fio de aço, né? Ajuste o fio, testa a resistência, puxa mesmo para ver se não sai. E faz a sutura. Alguém tem alguma dúvida sobre esse time? Não, tudo tranquilo. Nós estamos em 11, né? Nati, estamos em 11 alunos. Pessoal, entrou de manhã ou é uma uma represália minha pessoa? De manhã tivemos um pouquinho mais, mas não todos, mas tá bom. Depois, se eles precisarem, eu mostro essa aula para cada um. Não vou gravar, não vou botar no grupo, não gosto muito. Enfim, mas eu vou ter o maior prazer de sentar com cada um da tarde e a gente conversa no primeiro oportunidade, tá legal? Olha lá, para o vestibular desse botão concorrente, né? Faz o teste dessa coisa aí, né? Antes de colar, né? A gente faz o teste. Esse tamanho tá adequado? Aí faz o ataque ácido, põe o adesivo, tudo direitinho lá. Vai direitinho, faz aplicação o adesivo, né? Testa isso, puxa mesmo, sacode a cabeça do paciente. Tá firme? Mesmo que bom. Deixa estruturar de fio suficiente. Aí no caso é uma corrente, mas 95% deixa o suficiente, né? Vocês botarem um fio de aço lá curto, né? Relaciona direitinho, aí você pode estacionar com alguém, se você mesmo faz, pedir digital, puxa isso aí bonitinho. Isso tudo tá bom, tá aí, ó. Aqui já é um caso que é muito mais fácil, né? Tava muito superficial esse dente, né? Tava bem superficial. Ou um botãozinho ali, ó, lindo. A gente tem estrutura elétrica. Pode passar um pouquinho de volta, se não pode deixar vivo. Tem uma gazizinha ali para fazer minha hemostasia, né? Dá um tempo de coagulação adequada que a gente vê isso no nosso corpo. É assim, glória a Deus. Por vestibular também, como aquele outro caso. Glória a Deus que a gente precisa ficar buscando, né? E dá muito trabalho, né? Cabeça. Por isso que executar no centro cirúrgico, eu consigo subliminar e fazer uma hiper extensão da região de cabeça, expondo bem o dente, tá bom? Aqui é uma gaiver, né? Esse caso não, galera, na boa. O cara, meu outro cara aqui é uma gaita. Ele conseguiu laçar esse dente aí. É muito difícil de fazer isso, tá bom? Eu não acho hoje que existe essa necessidade. Espera só um pouquinho, filho. Papai tá em aula. Como urgência, você já me ligou duas vezes, cara. Alguma urgência? Tô te esperando, meu filho. Rápido. 28 11 21 ou 2021. 28 11 21 ou 2021. Tá bom? Beijinho, te amo. Tchau. Desculpa, mas é que tá morando comigo, enfim, tem 12 anos, mas vamos lá. É só melhorar uma coisa aqui que tá me atrapalhando. Pera aí, por favor. O que? Ele, paciência, meus amigos. Tá aí o caminho é esse laço, né? Então, Deus me livre. Legal. Prognóstico quanto ao tracionamento, tá aí, ó. Canino prévio, target verticalmente, vai ver canino reto. Só que assim, peguei na literatura para vocês, né? Muitas vezes, tá com todo esse esquema aí, o dente não desce mesmo por conta. Não é só isso, não é só posicionamento. A gente tá fazendo esse essa avaliação desse prognóstico aí baseado em posicionamento, mas a gente tá aqui pulando algumas coisas, né? A gente tá falando anatomia de raiz, a gente tá falando também a qualidade do osso paciente. Então, tudo isso aí, tá? A gente se baseia muito nessas informações da qualidade óssea desse paciente, da possível qualidade técnica. Agora, para extração é mais simples. Então, não precisa perder aquele tempo para expor, colar o botão. Vai lá, faz, põe todo dente, faz ataque ácido, põe o adesivo, põe o botão. Certo? Esse botão não tem nada disso. A gente vai lá e vai na anestesia. Precisam mesmo descolamento. Hoje vai ser, vão sair com essa informação. Descolamento, eu gosto muito do Monte número 9, tá legal? Afiado, ele é como se fosse uma colherzinha na outra parte, como se fosse uma garrafa, né? Luxação do elemento dentário nele, muitas vezes antes de executar a concepção. Porque que acontece? Se eu vou lá e faça uma reflexão, muitas vezes e não faça luxação, tá tão fina que ela fixação que você acaba fraturando o dente de uma maneira mais profunda, exigindo que você faça um acesso, uma remoção, ostectomia maior. Então, essa é uma manhãzinha. Eu vou lá, exponho o dente, faço a minha broquinha em volta, não é? Comece a estudar uma aliviada como meu com a minha alavanca trade de leve, tá legal? E aí depois eu começo a aplicar a minha estratégia de alguma infecção que geralmente é uma Sonete, coroa e raiz, né? A gente vai lá, corta, se precisar cortar por um em dois pedacinhos, né? No corte axial, vamos imaginar, a gente corta para fazer a mesma coisa com a raiz também. Essas raízes, esse formato desfavoráveis dentário. Tratamento da loja cirúrgica, muito cuidado. Tomografia vai te dar essa informação se você pode curar isso ou não, né? Antigamente, próximo do solo nasal, essa curetagem tua, não pensa que não pode acontecer de você romper essa lâmina entre o alvéolo e isso. Tem hoje pessoas, uma coisa meio imaginário, né? É muito forte a parede de carne. A gente teve até recentemente de cuidado. E a tomografia te dá essa informação fisiológica. As exposições são essas aí para o vestibular, tá? O acesso pode ser em forma de trapézio circular, né? Sempre convergindo para oclusal, né? Porque se eu fizer o contrário, eu tô diminuindo o fluxo sanguíneo. Ou essa outra incisão aqui, que particularmente prefiro, né? Que vem fácil, vai depender da posição dele, né? Meu amor, paciência, ele tá muito alto. Eu posso usar esse tesão do lado direito no fundo, você tá mais baixo, fazer uma relaxante na tomografia, né? Aí a gente já estrutura o que que a gente vai fazer de corte, né? Vai ser esportes, vai ser sobre botar em 32. A nossa sorte é que geralmente a gente pode, tem dois, né? Ficar mais fácil, né? A gente sai. É difícil você ter que você tem que segmentar mais essa dor de ficção, né? Pode ser que aconteça no terceiro molar incluso no interior, onde não tem espaço, é muito apressica, pouca pequenininha e às vezes a gente corta, mas não tem nenhum problema em dois pedaços. Eu tenho quatro que vocês vão ver, tá bom? Você já tem que se preparar. Três pedaços, tem que fazer sobre sexual em três partes. Exponho danado aí é muito simples, né? Muito aquilo que eu falei para vocês, é muitas vezes você vê se a Paula mente, você já viu isso na tomografia e você não precisa nem passar o motor. A gente é uma lâmina tão fininha de hoje que você vem com descolador, né? Como eu falei do Monte nove, e não for suficiente, você executa a vida de todo mundo. Aí eu tô vendo que aumentou o número de alunos, estava em 8, já tá em 12. Bom, tá aí, ó. Opa, aí, então a gente está imaginando essa coroa. Tá imaginando não, a gente tá vendo com essa coroa, tá para baixo. Aí a gente fez mudança de secção, removeu essa parte da incisão, né, da coroa. Depois a gente vai para nossa com a nossa alavanca meia cana. Eu gosto de usar muito mecânica e faz a luxação. Beleza, removi já é uma parte. Fica aquela loja, vem luxando a raiz, a raiz vai levantando. Acho que quem já fez essa cirurgia sabe exatamente o que funciona dessa maneira. Lavou bem, tranquilo, pessoal. Se quiser botar algum tipo de enxerto, fique à vontade. Pai Nosso, pode botar uma membrana ou a gente opera muito nas suas, a gente sabe que não precisa por nada, né? Forma, né? A não ser que tenha alguma estratégia depois de reconstrução, alguma coisa, mas a gente tem recurso tão maior, ou ter uma membrana, né? Então, só deixar, tenho preenchido com sangue, é o suficiente e faz a sutura. Eu costumo falar que você escolhe, você quer para o vestibular, você quer puxar o ponto para colatina, como você achar melhor. É que a gente está vendo dos dois jeitos, por conta entre os incisivos centrais, tá puxado para vestibular. O Jorge, o Central, lateral com propalatina. É só para vocês anotarem que fio que eu uso aí, tá bom? Vocês estão vendo um filme de ser daí, mas hoje em dia a gente usa cônea mucosa, um filme absorvível chamado monocril de quatro a cinco zeros, um pouco mais resistente. Eu acho que vocês podem usar o quatro zeros, tá? Todo tipo de estrutura, mas enfim, qualquer vantagem de usar, time. Ah, mas eu vou usar, mas ele demora.
Muito inevitavelmente, na minha experiência, vocês vão ter que sentar esse paciente na cadeira. Vocês vão ter que remover. E deu uma cólica, caiu de 12, já foi para Norte. Beleza, vamos embora. Eu vou acompanhando o gráfico aqui do IBOPE. Beleza, é isso.
Então, a gente vê que a gente pode usar o núcleo. Ele é um filme mais caro, mas pessoal, para quem faz cirurgia de boca, principalmente na incorplastia, usa-se um vitril para o roxinho lá para reconstruir a mucosa. Mas a mucosa, não a parte muscular, mas a mucosa. Precisam ter um saco de ar, mas não me dá trabalho tirar. Eu sei que não dá, mas é melhor não tirar, né? Paciente é mais confortável. Tem que vir tirar os pontos. Vou precisar tirar os pontos que dói, né? Um pouquinho sensível. Não precisa tirar como no peito. 400. Depois eu mostro para vocês, tá bom? Aí, ó, o acesso, faz as perfurações. Ah, tá. Vamos dar broca. Pô, se tiver no centro cirúrgico e sua liberado pelo convênio, muitas vezes eu posso usar broca. Como eu posso usar o peso de sangue que é um ultrassom que você faz a remoção de osso, de osso também, né? Mas não dá para cortar dente, cara, porque o dente é muito duro, é muito mais duro que o osso. Para que a gente pareça cortar uma raiz ou cortar uma coroa, infelizmente, vai ter que namorar. Então, eu não preciso disso. É realmente, você não precisa de ultrassom, mas tem gente que prefere, né? Por exemplo, onde não tem que remover dente e quer manter a mucosa preservada. Chegou no Brasil isso ainda 2005. Geralmente vai ser pelo grau de impacção nele, né? Você vai fazer um corte ou vai fazer transporte. Mas é para vocês poderem visualizar, tá bom? Tomografia. Da tomografia, você localiza onde você tem que fazer ostectomia, remove o osso, remover os. Tem que chegar a coroa. Legal. Ah, dá para luxar? Pois isso é favorável. Vai, vai de uma maneira assim, planeja alguma concepção precisa, você faz o modo infecção muito baixa já para para raiz. Depois te dá trabalho para continuar. Precisa fazer mais uma homossexuação, tem que remover dente. Então, por isso que é importante o estudo da tomografia para vocês ficarem afiados aí. Uma cirurgia no planejamento que dá tudo certo para vocês, tá legal? Olha que legal ali, ó, removendo de alta. Se eu levo para você cirúrgico, eu uso um motor elétrico, né? Agora tem vontade de desvantagem. O motor elétrico não tem alguns, tem irrigação, outros não. Mas se você for fazer isso no consultório, o paciente até uma certa idade e ele ele aguenta passar pela cirurgia. Exposição é tudo para cirurgia, tá, pessoal? A gente tem que antes de executar o ato assim de remoção, né, do elemento central, a gente tem que enxergar inteiro, né? Porque muitas vezes a gente se precipita em começar a querer tirar dente antes de estar de bem disposto. Aí começa a encher o saco que vai quebrando os dentes. Tá aí, ó, uma exodontia. Galera, não precisa de mais nada, não. Time só fechar isso aí. Lava bastante direitinho. Quatro, né? Porque vai ter uma cobertura suficiente para estruturadinho. Medicar esses pacientes, né? O que que a gente medica, né? A gente entra com antibiótico sempre em cirurgia de boca. Qualquer cirurgia do outro, anti-inflamatório da estrutura para vocês terão e o analgésico, né? E deixar um analgésico um Opti mais forte porque tem uns pacientes são mais sensíveis. Então, a gente faz duas receitas separadas. A gente faz a receita do antibiótico, do anti-inflamatório, de analgésico simples e deixa um tylexão. Enfim, eu particular de 30 mg, né? Porque amanhã assim, chega à noite, suficiente. Ele vai te ligar, mas ele já tá me indicado uma medicação. Tá lá a receita feita. Às vezes, ele associa os três. É um antibiótico, anti-inflamatório. Bom, complicações, cara, são hematomas. São raros. Contaminação de experiência de acrílico, né? Perfurações do nariz. Sangra pelo nariz, mas também não é uma coisa do outro mundo, mas não é a rotina isso acontecer. Que a gente tem noção, porque se eu vou fazer uma cirurgia de tirar um supernumerário, se eu vou tirar um canino incluso, não fala que eu vejo que ele tá deitado no assoalho. Galera, não vou fazer isso no consultório, né? Se tiver lá alguma intercorrência de rompimento. A semana passada, a gente vai tirar um siso superior e a gente combinou direito, entendeu? Faz a estrutura. Tá no ambiente controlado. Esse material tá OK. O paciente não está sentindo dor. Se sangrar ali, você tem a chance de baixar pressão. Essas manhãzinhas que a especialização vai trazer para aqui. Eu botei algumas dicas, né? Dicas cirúrgicas importantes. Dia da região, checagem na colagem, força mesmo, fica com medo de tracionar o fio de aço para ver colado, tá bom? Ela tá falando aqui, ó, confia mais a técnica na radiografia, na tomografia. Lógico que sim. A gente não vai no escuro, né? Leite do paciente, fazer uma infecção, hemostasia. Paciente se escolher o exame, né? Básico, viu que ele não tem nenhuma alteração de pólogama, vai, vai, vai fazer umastasia por si só, né? Que a gente tem o tempo, confira a resistência do. É isso aí, pessoal. Olha aquela incisão que eu falei para vocês em dois planos, né? É isso. Todo mundo consegue visualizar esses exames em dois planos? Olha só como ficou a mucosa e como a gente cortou o músculo. Vocês estão vendo nesse corte sagital? Vocês estão vendo um corte coronal de frente, né? Vocês estão vivendo de lado, que é o estado e tal. A gente tem que deixar esse tecido. Por que que a gente? A gente depois a gente primeiro faz a incisão com bisturi reto 90 graus, depois a gente angula para o osso em 45. Esse eu não angular, a gente vai sair na pele. Você vai fazer uma um ferimento. Corta com o uso de dentro para fora. Você sai no suco lábio mental, tá bom? E aí, meu, tem que fazer uma sutura lá com ela na pele. [ __ ] até sei explicar para o paciente isso. Errou a ambulância da incisão, né? Pelo amor de Deus, sempre bonitinha, tá legal? Como sobre o tecido para fechar a parte muscular. Vocês estão vendo um feche bem aqui embaixo e a mucosa. É assim que a gente faz o conceito remoção, ostectomia, né? Para exposição da coroa e remover Os Danados. Simples assim, tá bom? Tem isso para numerar é a mesma técnica, só que você não vai colar botão direito, mas você vai extrair. Sempre que tiver impactando a região que tá vendo algum tipo de problemas, movimentação metálica, absorção de dente, infecção local, mais neurológicos, a gente vai remover. E é tranquilo, porque se tá com atômico, então os dentes, elementos dentários podem ser aproveitados com sucesso autódicos. Eu poderia colocar isso aí. Ele fazia muito transplante dentário. A gente se torna melhor. Pode tirar mesmo o paciente. A gente tem que estudar uma reabilitação, implante de alguma maneira. O fator de crescimento. Isso aí pode ser favorável, desfavorável. Em vez de virar e colar dentro, faz uma predisposição para você ter um cisto e pode ajudar e para ter sido mole. Esse ferro a quantidade de tecido mole e entidades nobres, né? Então, nunca perdeu bisturi da parte óssea do descolador, muito menos. Eu vou fazer uma cirurgia ortográfica. Eu sei que meu descoladora está colado no osso. Um tempo que eu vim para lateral, não tem para que eu vim para ter sido mole. Poxa, eu vim pela lateral maxilar superior catastrófica. Já tive intercorrência com essa. Graças a Deus, em vez de 15 anos, naquele dia eu era muito novo na Cirurgia. Entendeu? A gente fica muito estressado. Um sangramento de alta intensidade, né? A alta intensidade. Então, não tem porque. Então, eu costumo falar para quem quer fazer cirurgias maiores ósseas é nunca sair do osso, né? O nosso descolador, o nosso Destruir, o nosso descolador, nosso aspirador, nosso aposentadoria sempre voltado por isso, né? E aí vocês nunca vão estar em situação deles favorável, tá bom? Aí a gente tem muito supra no melhor, né? O terceiro pré-molar geralmente ele vai, né? Inferior também. Exposição, cara, a técnica é sempre as mesmas técnicas é sempre a mesma. A gente expõe e vai removendo, tá bom? Escolha a tua prova, vai removendo. Eu não tenho medo de acertar a raiz aqui, porque eu fiz o meu planejamento com tomografia. Seja exatamente onde é que eu tenho que ir, né? Então, quando a gente já sente o esmalte que a qualidade é diferente de ter sido Aldo o osso, né? A gente já sente aquele alívio, mas não é um machado de uma aventura. A gente sabe que tá ali, né? Porque a gente chegou para tomografia, né, pessoal? A gente teve essa noção, né? Não pode estar em outro lugar. É o mar. É mais uma questão de tempo de você fazer ostectomia, remover. Se você vê o esmalte ou a raiz dele, muitas vezes, né, com tranquilidade, não precisa ficar desesperado. Tá inferiores aqui, a gente toma cuidado que a gente tem um canal mandibular. A gente toma muito cuidado. A esposa certamente pequenininho, bem pequenininha. Faço exposição e remover. Vamos parar um pouquinho aqui, só para eu fazer algumas perguntas para vocês. Aí a gente tá com uma hora e gente de aula já. Enfim, ok. Alguém tem alguma dúvida, galera? Foi ótimo. Vamos lá. Deixa eu ver se eu vejo a carinha de vocês aí. Alguém tem alguma dúvida ou não? Tá tudo certo? Todo mundo entendendo nada? Estou me fazendo entender, hein? Vamos lá. Sim, é por tudo entendido. Último caso aqui, ó, infiltração. Eu falei para vocês que é bilateral, né? Aqui, ó, infiltração pelo palato. Tá meio desfocado, mas a gente vê que a gente faz um hemostasia, né? Para a gente tem um sangramento melhor. Cheques com anestésico, com anestésicológico, que é a divulgação possíveis nota, né? Depois de ter realizado em decisão e vem descolando até explorando um aspirador de alta potência de bom tom, né? Porque essa região sangra muito, fala muito, sangra muito e até se aspirador daí de alta potência de facilitar muito no processo. Quando você vai colar o botão, né? Olá, que eu falei para vocês, o descolamento Brasil é bonitinha, vai fazer negóciostasia muito legal. Espanhol já acelerando menos um acaso, tá bom? Protege os tecidos. Olhos, né? Aqui é um caso de um relacionamento. Estou fazendo, vou fazer no meu adesivo, né? Pode ser nem muito e nem pouco, né? A gente tem que ter o espaço. A cirurgia, a gente tem que ter o princípio que a gente tem que enxergar as coisas que a gente está fazendo. É uma vez outra que você não enxerga, por exemplo, se a gente vai fazer uma cirurgia de uma cirurgia abdoméstica, não enxergo a região posterior da maxila. Em alguns casos, eu não enxergo mesmo, na maioria não enxergo, né? Porque a gente faz uma incisão. Alguém já entrou em cima de automática aqui? Então, se entrou, já viu como é que esse afastamento polimerizado direitinho, tá bom? Laço ele com fio aí o ortodontista é zero, né? Atestado isso aí que a gente puxa e começa a reconstrução, tá bom? Da nossa incisão, a gente vem estruturando aqui devagarinho, reposicionando aqui. No caso, tinha ido disjuntor para trabalhar minha vida, mas como esse dente estava próximo da região alveolar, né, dos alvéolos militares e dos dentes, eram dois trabalhos, um para três, vamos colocar outros para remover depois para colar. Tá estrutura feita com tranquilidade, tá? Deixa eu posso deixar os pontos? Pode deixar os pontos para onde você quiser. Eu deixo para para palatina, que acho mais fácil para tirar, né? Machuca um pouquinho porque a língua vai ficar batendo lá, né? Apesar de usar hoje em dia. E aqui vocês estão vendo nylon, né? É isso. Hoje que eu tinha para falar de canina, mas eu vou abrir as câmeras aí. Tá aí meu Instagram. O Instagram fechado tem algumas coisas particulares, mas também.