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S8V2 Características gerais

Prof. Mateus Medeiros11:11

Transcription

Olá turma, nesse vídeo falaremos de algumas características gerais dos vírus.

O primeiro livro falar um pouquinho, né, sobre o posicionamento da entrada e da saída da água. Bom, então aqui nós temos, né, quatro opções, né, de entrada e saída, certo? Então a gente tem que sempre tentar colocar a entrada oposto da saída, certa? Nesse caso aqui seria a posição mais recomendada, porque aí a água, ela passa por toda a extensão do viveiro e sai aqui, certo?

Esse caso aqui também é possível, se a gente tivesse uma barreira, certo? Que aí a água percorreria toda essa essa sessão e sairia por aqui. Porque se eu colocar água aqui e ela sair por aqui, a água provavelmente vai fazer esse percurso e toda essa parte do viveiro aqui não vai receber uma água de qualidade. O certo é, lógico, que a gente tem que usar a geografia, topografia a nosso favor, né? Se um rio tá passando aqui, né, e tu não tem espaço para sair água aqui, depois tu constrói um canal. Mas o ideal é que aí o posicionamento de entrada e saída sejam opostos.

Outra coisa bem importante da gente pensar é o posicionamento em relação ao vento. Fé, nesse caso aqui, qual que seria melhor? Seria melhor, né, desse jeito aqui, certo? Porque, porque, né, água que o vento empurra por cima, ela não tem força para oxigenar todo, né, esse viveiro. Já nesse caso aqui, sim, certo? A água vai e consegue voltar mexendo, né, o meu, o mundo toda a coluna d'água.

Outra coisa que nesse caso aqui pode ser prejudicial é que como tu tem uma, né, uma distância muito grande, se tu tem muito vento, é possível que esse lado aqui crie muitas ondas, certo? É o quanto maior essa área, maior a vai ser as ondas, certo? Então é importante a gente posicionar de uma maneira transversal a ao vento predominante, é lógico, né? E locais onde o vento ele é, ele tem uma parte participação significativa, a gente pode dividir os viveiros em três tipos. Então viveiros superficiais, onde a gente constrói todo o talude. Viveiros escavados, onde a gente escava, né, o local da bacia hidráulica. E viveiros semi escavados, onde parte, né, é escavada e parte a gente consegue estalos, certo?

Isso vai depender muito das condições do seu local. É importante, né, a gente aproveitar o máximo da área possível, né, pensando que aquele ali é uma propriedade exclusivamente para produção, né, aquícola. Mais cada projeto ele vai ter suas características, certo? É muito difícil a gente replicar exatamente um projeto, né, pensando nessa maximização da área. A gente pode ver aqui, né, nesse, nesse, nesse projeto. Então aqui tem, né, tem um corpo da água, então essa área toda aqui, ela é uma área de preservação, tá certo? E aqui, bom, nesse caso aí, tu tem viveiros de tamanhos diferentes, certo? Mas tu maximiza a área disponível, em tá certo?

Então aí considerar, é, né, a operação de manejo de despesca, inclinação dos taludes, canal de abastecimento e de drenagem, certo? As áreas de preservação, tão tudo isso na hora que tu for planejar, tem que considerar, certo? Onde tu vai captar água, o tipo de solo. Ah, e outra coisa bem importante, né, para não evitar gastos excessivos, é aproveitar o que já tá pronto, né? Se tu já tem uma mar uma casa, um galpão, mas estrada, certo? Vai ser muito custoso se tu tiver que remover essas estruturas. Às vezes é inevitável, mas se a gente puder manter já essas estruturas, rede elétrica, a gente reduz bastante o custo, tá certo?

Então existem restrições ambientais, né, no código florestal, distâncias em relação aos corpos de água, certo? E isso não é pode alterar e tanto aonde que a gente vai captar e a forma dos viveiros. E é importante sempre que sejam, é locais onde a gente consegue acessar, né, tanto as estradas quanto os taludes. Então não adianta a gente querer economizar e fazer um talude muito pequeno se eu não consigo chegar lá na área da despesca, na área, né, até para alimentar.

Lembrando, né, que os peixes, eles se acostumam com o manejo, tão importante alimentar, né, no mesmo horário, no mesmo local, porque os peixes, eles, eles se acostumam com esse, com essa rotina. E fala um pouquinho, né, de tamanho. Então não existe tamanho correto, certo? Eles podem ser dos mais variados. Antigamente se existiam viveiros enormes, né, viveiros aí de 50 hectares, tanto em viveiros realmente muito grande, mas hoje em dia, né, pela por esse aumento de densidade e a facilidade de manejo, e os tanques, né, eles reduziram mais. Eles não tem o tamanho ali só, né, tanque de recreio, 20.000 de engorda, entre, né, mil metros quadrados e um hectare, mas isso varia bastante, certo?

O que é importante, se a gente tem viveiros iguais de igual tamanho, e o planejamento fica muito mais fácil, certo? Então tu sabe que quantas, quantos alevinos tu precisa comprar, a quantidade de ração que vai colocar por viveiro. É lógico que cada, cada viveiro tem a sua particularidade, mas melhor, tu pode usar a mesma rede. Se tu tem um viveiro muito grande e outro pequeno, né, fica, fica mais complicado tuas aos mesmos equipamentos, número de pessoas, certa, para trabalhar.

Os formatos, né? Então normalmente a gente utiliza retangular, ele é o mais utilizado, mas tu pode ter o formato que tu quiser, certo? Muitas vezes eles são irregulares para tentar aproveitar o máximo do terreno, tá certo? Mas retangulares, eles auxiliam, é, né, no manejo, facilita o manejo. No entanto, quando eles são muito estreitos, né, como a gente pode ver nessa fotinho aqui, a gente vê que a gente tem muito mais área de talude, tá certo? Então ele muito estreito também não é ideal e não é o a relação aqui, segundo essa literatura, diz que não é o comprimento, no máximo três vezes a largura, né? Então se aqui for 10 metros essa distância aqui, o ideal que não seja superior a 30, tá certo? É porque quanto mais próximo de um desenho quadrado, né, menor vai ser o perímetro e menor a movimentação de terra, tá certo?

Eu tô aqui só uma resolução, então para quem trabalha com carcinicultura, então tem uma resolução do CONAMA aí de 2002, que os sistemas, né, carcinicultura, eles devem ter bacias de sedimentação, tá certo? Ou trabalhar com sistemas de recirculação, tá certo? Então são duas opções aí. Tem um quem trabalha com viveiros de camarão tem que se preocupar com isso, certo?

É bom, agora só voltar, né, só para complementar isso que a gente já viu, que a quantidade de água que um sistema de viveiros precisa, né, a gente vai considerar, né, as entradas, né, pode considerar de chuva ou não, mas a quantidade de água que a gente vai ter que bombear ou trazer e considerar também as perdas por evaporação e infiltração e efluente. Então isso aqui a gente já viu, né, naquele na semana que a gente tratou de quantidade de água. Então vai ser o volume do viveiro, mais o volume de renovação, mais evaporação e filtração e se quiser, né, a gente tem aí um ganho com as chuvas.

Oi, e o solo também a gente viu a pouco tempo, né? Privilegiar a solos com maior concentração de argila em menor concentração de areia, certo? Porque esses solos, eles têm uma menor perda por infiltração, com a menor quantidade de matéria orgânica que tem 15%, né, até 10 seria o máximo, porque senão vai consumir muito oxigênio. Evitar solos ácidos, certo? E solos contaminados por esse aí a gente já, já deu uma olhada nisso, certo?

Gente, então referências e bom estudo a todos.