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Já tá uma dica para vocês aí, presidentes, diretores. Seja o último a falar, porque se você abre a reunião falando seu ponto de vista, provavelmente vai ter muita gente seguindo o seu ponto de vista. Seguindo o seu ponto de vista e discordando tá falando, né? Simples assim, né, Sandrão?
Então, se você é líder, a reunião começa às 8:30. 8:15 você tem que estar na sala preparadíssimo, preparadíssima. 8:15 recepcionando todo mundo. E se alguém eventualmente não chegar no tempo acordado, vale uma conversa.
Olá, eu sou o Sandro Magalde e o José Salib Neto, Salibão. Somos protagonistas do Gestão do Amanhã Podcast, esse momento que nós produzimos, eh, estudamos e entregamos um conteúdo especialmente desenvolvido para você, né, S? A gente pensa assim, pesquisa, analisa, olha qual que é o tema relevante que a gente está trazer para quem nos acompanha, né? Pensa em você na tua empresa, né, com esse mundo que não para de mudar, de uma velocidade insana, quase que difícil de alcançar. Eh, você ter duas pessoas na sua empresa que ficam pensando o tempo todo em como você pode ser protagonista, o que que você pode aprender. Somos nós dois aqui, não tem assim sorte daqueles que nos ouvem, né, Sandrão?
É, eu acho. Eu gosto. Agora, ó, quer ver o conteúdo de hoje? Eu vou fazer umas perguntas, Salibão, pra amiga, pro amigo que tá nos acompanhando. Você já participou daquelas reuniões intermináveis que não acabam nunca, né? Cheque. Cheque. Você já participou daquelas reuniões que acaba a reunião, você não sabe que foi decidido, que que eu faço, que eu não faço, ou então daquelas reuniões que não tem disciplina nenhuma, começa tarde, não tem agenda. Ah, não. Aqui no Brasil a gente sempre começa, não dá um jeitinho, né? Sempre o brasileiro nunca tá no horário, né? É, pois é. Não, e disciplina no conteúdo. Aí fala da série da Netflix, da do Big Brother, do do do futebol. Mas e o negócio? Já participou ou não?
Aliás, eu lembro no meus tempos de venda da HM, Sandrão, que eu ia vender lá os eventos, os patrocínios todos. Cara, eu lembro sentando na na mesa de de diretores. Os primeiros 40 minutos, o cara só falava de futebol, da política. Sandrão, eu falou: "Não é possível um cara com essa responsabilidade gastar um tempo desse para falar de futebol."
Esse é o ponto. Hoje o nosso programa é sobre como liderar reuniões produtivas. As reuniões são dos eh rituais mais relevantes de toda organização. Pode ser uma organização com 1000 pessoas, com 10 pessoas, com 1 milhão. As reuniões são um dos rituais mais importantes e um dos mais negligenciados.
Pois é, negligenciado. E só quem sofreu que eu sofri com reuniões, Sandrão. Só só quem passa. E você provavelmente tá entendendo o que eu tô falando, né, Sandrão? E a boa notícia é que se você tiver uma técnica, você melhora. A gente vai trazer aqui para você 12, 13 dicas concretas de como conduzir reuniões produtivas. Ah, mas é meio tático. Garanto a você que não é tático. Garanto. Garanto a você que é um sifão de tempo, né? É uma perda de tempo brutal, perda de produtividade. Eh, se a gente colocar isso num num esquema concreto, eu tenho feito isso com frequência, lembrei agora recentemente no nosso conselho de líderes, eu tava com uma empreendedora onde ele tava falando sobre como ela vai conduzir a reunião pro conselho. Ó, começamos aqui, depois vamos aqui, cara. Melhora a sua vida.
Belê, mas antes do conteúdo, eu tenho duas mensagens para você, Salibão. Ó, só chegou a data agora. Em abril. É a primeira vez que a gente tá falando disso daqui agora. Em abril nós vamos fazer, é a primeira vez, né, C? Primeira vez o nosso workshop de aceleração de crescimento, inovação de ruptura. É a primeira vez que a gente vai construir todo o nosso conhecimento, tudo que a gente tá estudando, inclusive é o tema do nosso próximo livro, sobre modelos de crescimento práticos, mostrando que tudo aquilo que hoje as empresas são protagonistas, bilionárias, bilionárias, trilionárias hoje daqui quilionárias, não sei como fala, essas empresas tm um sistema de gestão orientado ao crescimento que está disponível ao seu negócio. É um workshop de dois dias inteiros só falando sobre o crescimento. Não é sobre growth marketing, não. É crescimento. Como criar um negócio que cresce de forma escalável, crescimento composto. Você vai ver que tem modelo e ó, e no evento nós vamos mostrar desde a Amazon até a empresa que fatura 2 milhões, 50 milhões, mostrando como é possível desenvolver esse modelo.
Salibon, você vai fazer as masterclass, nós vamos falar lá sobre o Flyville, né? Desvendar o, né, que você vai ouvir cada vez mais essa essa palavra. Foi um termo criado pelo pelo Jean Collins, né, o grande autor do eh feitos para Durar, Feitas para Vencer, eh talvez o guru de gestão que mais vendeu livros, um dos que mais vendeu livros, né, e referência no mundo atual. E e ele fez quando a Amazon em 2001 eh não sabia se ia ser viável. Ele através dessa analogia do Flywheel, que é uma um volante que foi usado na primeira locomotiva criada, que foi coincidentemente na Primeira Revolução Industrial, que ela é pesada e ela começa devagar e com o peso dela ela vai pegando e acelerando. O Jan Colis fez essa analogia pro Jeff Bezos. O Jeffb incorporou. Hoje você, se você entra na Amazon, você ouviu, vai ouvir a palavra flywhe dezenas de vezes por dia, né? E nós vamos desvendar isso.
E nós desvendamos o trabalho autoral do Sandrana meu, autoral, eh, único para ajudar você crescer exponencialmente. Isso para pegar os princípios disso e colocar todo mundo fala em crescimento exponencial, mas ninguém fala como. Sand como faz, nós vamos falar como faz. Ó, vamos ter convidados. Então nós vamos ter o LG da CMED que tá tocando o foguete amarelo para mostrar um flyo adjacente importante da Simed, mostrando como essa empresa tá crescendo escal de forma escalável. Vamos ter o Daniel, que teve uma experiência incrível na Random mostrando como fazer isso, um negócio bruto, percebe? Nós vamos falar de amor, vamos falar de random, vamos falar de coisa que vai ser não é só não é só da área de varejo, né? Existe fly em todas as áreas de industrial, né? Industrial. O arrandível, ó. Anotei aqui 10 e 11 de abril. Inovação. A inovação você vai ver que tá dentro do crescimento. Intrução, porque hoje o o o que dirige as empresas vencedoras é sua capacidade de inovar com recorrência em pouco tempo. E como é que você faz isso? Como é que você cria um motor dois que você cria um sistema de inovação que traz que não é simplesmente tive uma ideia? Não é assim.
Então, mas aí nós vamos juntar, né, Cebom? Inovação com crescimento composto numa única estrutura, tá? Animal. A gente vai ter um bloco que a gente vai integrar estratégia, crescimento, inovação. 10 e 11 de abril. Mas ó, corre lá na primeira vez queem tá divulgando. As vagas são limitadas, só são 50 participantes, 52, 53 e vai derreter. Só na comunidade a gente já vai ter aí, vai sair de largada mais da metade aqui em São Paulo dois dias inteiros. Link tá na descrição. Beleza, fechou?
Segunda mensagem, manda suas sugestões de conteúdo. Se você ainda não tá seguindo o canal, segue o canal. É uma forma de você receber as nossas notificações de conteúdos e também apontar pro algoritmo que nosso conteúdo é valioso para que mais e mais pessoas sejam impactados com a nossa mensagem. Vamos para as reuniões, bom.
Nossa, vamos pra reunião. Sandro. Olha, geralmente eu eu fico muito feliz de discutir os temas, mas esse aqui me traz me enrola o estômago que eu já sofri em reunião, eu não sei se vocês já passaram por isso, mas olha o que eu já sofri em reunião, olha, acho que eu já paguei todos os meus pecados, nossa todos nós, eu acho, todos nós, né? Preparados, nós não fomos preparados para isso. Po, as pessoas acham que gestão é só estratégia, é só marketing, né? Eh, crescimento policial e sabe que se você não tiver o momento para comunicar as ideias e se organizar, nada acontece. Nada acontece, nada acontece. Por isso que eu digo, é um dos rituais mais utilizados nas organizações que menor toma atenção.
A dúvida é que as empresas fazem ou de mais ou de menos, né? Sim, não, não há dúvida. Dá bem bem lembrado. Ou de mais, não para de fazer reunião. Foi o que eu ou de menos quando a empresa fica, ela fica anestesiada. Exatamente. Concordo hiperc, sabe? Caminhando pro buraco já. É, ninguém e não faz reunião. É.
E aí a gente dividiu, inclusive dou o nosso pensamento aqui em três blocos. Iniciativas para você aplicar antes da reunião de preparação, que são essas são muito negligenciadas. Pessoal monta a reunião, todo mundo chega lá, tá? Não, pô, você pode fazer iniciativas antes da reunião, iniciativas você pode fazer durante a reunião, iniciativas você pode fazer depois da reunião. Seguramente desses 12, 13 dicas que a gente vai dar aqui, você vai ter um compêndio de ações práticas que podem lhe auxiliar e todas elas vão estar reunidas no guia de estudo que você vai poder ter acesso aqui, ó, na descrição. A gente vai deixar o link na descrição. Depois do do da gravação, se você quiser, você baixa esse link da descrição, vai ter um guia de estudo. Você vai clicar no link, colocar seu e-mail, receber na caixa postal um guia de estudo para organizar todos os colocar os patinhos na fila aqui. Belê?
Vamos para antes da reunião. Sal aqui eu acho que tem um ponto fundamental e para mim isso é um dos principais ensinamentos, né? Por exemplo, nessa conversa que eu tava tendo com essa empreendedora, claramente existem informações que vão ser discutidas na reunião que não precisam ser apresentadas apenas na reunião. Sim, eu posso pegar um substrato importante de de informações que são meramente informativas e preparar a reunião como antecedência, compartilhando a todos um material prévio para que todos se preparem adequadamente para a reunião com disciplina. Isso faz com que eu tenha que preparar a reunião.
Aliás, eh, me lembra do das reuniões da Amazon, né, de de inovação. Hoje, né, na Amazon qualquer colaborador pode apresentar uma ideia, né, só que ela tem que ter um playbook, né, ela tem que ser sim, daquele jeito, né? A ideia pode ser qualquer coisa, mas a maneira de apresentar ela tem que ser com disciplina. Todos, todos. Cada um tem eh os colabor, os diretores tem um tempo para digir, não tem PowerPoint, aliás, imagina uma reunião sem PowerPoint, né?
Pois é, cara. E assim, você sabe que eu fiz um P sobre isso, tem pessoas, eu trabalhei na Amazon, não é assim? Mais uma vez eu enfatizo, se você pegar eh, é só pesquisar Jeff Bezos, reuniões sem PowerPoint. Até hoje ele vende a tese. O Andy Jess, CEO da Amazon, numa da dos relatórios para investidores, ele cita esse modelo como um artefato ou um símbolo de como a Amazon preza produtividade. Quando você, Então, vamos lá, primeira referência, prepare as reuniões com antecedência. Qual é o objetivo da reunião? Qual que é o tempo que vocês vai usar na reunião? Então, qual que é o tema? Qual que é o objetivo? Quem tem que tá envolvido? Porque quem tem que tá envolvido não coloca gente que não tem que tá envolvido só para política. Ah, não, tenho que chamar aquele. Não, não, não. Coloca lá quem realmente é relevante, quem você tem, quem quem tá quem você vai participar da reunião só para ser informado, você informa depois, não toma o tempo dessa pessoa, vai ser ruim para todo mundo, né? E define claramente essa tese, desenvolve, entende? Ó, esse eu posso oferecer, compartilhar um material prévio para as pessoas se prepararem, só que esse material não pode ser muito extenso, não pode ser um, de novo 100 páginas, não. Faz um sumário executivo para todos estarem preparados. Então, você vai fazer o quê? Com que você vai colocar todo mundo já na mesma página antes de teu negócio começar, se, né? Eu tô preparando a galera. O que que você vai ver? Qual que é o objetivo?
Só que tem uma coisa, né? Demanda esforço. Pois é. É muito mais fácil você chamar uma reunião e começar a falar qualquer coisa do que você fizer. Isso vai te obrigar e aos seus líderes, você vai se obrigar e obrigar seus líderes a pensar a reunião.
Esse assunto é tão importante, Sandrão, que o Peter Drker, ele tinha boa. Ele tinha isso dentro do seu, né, do seu repertório, né, Sandrão? Ele falava assim que as pessoas passam tempo demais de reuniões, né? Se você vê o Elon Musk falando de reuniões também, é quase que unanimidade, né? É, é uma unanimidade, né? Então, se esses caras estão falando, otimiza que que saber fazer ruim é importante, porque é importante, né? otimiza. E aí, ó, a preparação, é legal essa tese, que a preparação é uma forma concreta de de você respeitar o tempo de todo mundo. A preparação é a forma concreta de você respeitar o tempo de todo mundo.
Dentro dessa história de respeitar o tempo todo mundo, eh, você não pode normatizar ou normalizar, não sei, né, a cultura de atraso. Então, se você é líder, a reunião começa às 8:30, 8:15 você tem que estar na sala preparadíssimo, preparadíssima. 8:15 recepcionando todo mundo. E se alguém eventualmente não chegar no tempo acordado, vale uma acabou a reunião, uma conversa, que que aconteceu? Um combinado não foi esse, entendeu? E se isso acontecer sistematicamente, acordo coletivo, combinado. Pessoal, a reunião vai, me comprometo o seguinte com vocês. A reunião vai durar 1 hora, ela começa às 8, acaba às 9. Eu me comprometo em acabar às 9, mas tem que começar às 8. Tá combinado? de novo, liderança, gestão de combinados, tá combinado? E não havendo o respeito a essa norma, ação corretiva, sem sistema de consequência você não muda comportamento. Agora, se eu achar que tá tudo bem, Salibão, sempre vai demorar 15, 20, aí chegam lá e aí fica aí o cara chega atrasado, tem que voltar tudo o inferno, né?
Sandrão você sabe que a HM ela foi, Opa, esse é um tema. Ela foi eh ela provou que é possível sim você começar no horário em São Paulo, pelo menos enquanto eu tava lá, né? Em São Não. Sim, sim. Enquanto eu tava lá em São Paulo, com o trânsito de São Paulo, quando eu tava com quando eu tava lá e tava com o Hari e a Marina, né? E eu lembro que o RAR tem uma cultura germânica, né? E de disciplina assim ao extremo. E a gente colocou que nós iríamos começar nosso evento. Nosso evento às 9 horas da manhã. com gente ou sem gente? Não importa. Não importa. A gente já começou o evento com 10 pessoas. Não importa. Felip. Ah, porque teve uma batida na marginal. Mas sempre tem. Sempre tem. Ah, porque trânsito, não sei quê. Sempre tem. E o respeito às 10 pessoas que chegaram, né? Não é. Aí sabe o que aconteceu, Sandr? A gente educou o público quando chegava no hora, tava lotado no nosso auditório. Então é uma questão de disciplinar as ações.
Isso. E nós hoje, por exemplo, os nossos eventos a gente não atrasa n, aliás, você sabe que de tempo é uma das minhas, como eu sempre trabalhei com vendas, né? Eh, putz, cara, pontualidade para mim é um é um é um valor. Pontualidade para mim é um valor, porque você aponta o respeito, agenda do outro, né, que destrilizou o tempo. Ah, mas se o outro atrasar, o problema é dele. Você fala assim: "Ah, mas a outra pessoa tá atrasando." Isso diz muito mais respeito à outra do que você. Você não pode atrasar. Ah, mas sempre atrasa, né? Eh, não tem um tema fundamental aqui que eu até escrevi aqui, Salibom, começar e terminar no horário estabelecido é um padrão de profissionalismo e disciplina organizacional. Sim, né?
Com certeza, Andrão. Ó lá, então isso daqui antes da reunião, isso é a parte básica da história, né? Básica, agora nós chegamos na reunião, Salibom. Chegamos lá na reunião. Aí na reunião a gente vai falar sobre produtividade, né?
Aliás, deixa eu te falar uma coisa. Sabe que eu lembrei agora? Uma vez eu estive, foi, eu levei junto com o pessoal da GO New, nós fomos num grupo lá para pro Vale, né, para São Francisco, e a gente foi visitar o o Google e fomos recebidos por um brasileiro que tá lá há muito tempo e ele disse que há um padrão no Google, as reuniões não podem durar mais do que 50 minutos. Uhum. E ele falou, e eu fiquei assustadíssimo no começo porque eu não tinha o hábito. É o seguinte, se você tá apresentando, você passou minuto 50, os caras simplesmente levantam e vão embora. Ele falou: "Sandro, eu fiquei assustadíssimo porque o cara levanta por quê? Eu tenho que criar o hábito". Então as pessoas simplesmente levantavam embora. Depois da segunda que você toma desse jeito, você vai fazer em 50 minutos negócio. Se você não tem essa cultura da disciplina, ela tem que ser, ela tem que ser dura, tem que causar dor, porque sem dor você não, você não, você não consegue botar disciplina n.
É um traço da cultura, né, se você for começar a ser leniente e eh ter uma fridão nesses valores, você não estabelece uma cultura de comprometimento, de disciplina, né? Não, a gente mesmo que entre nós aqui, não, 3 horas é 3 horas, não, 2:30 é 2:30, né? Não, e outra coisa assim não, prazo com a gente é um tema. Trabalha jun 22 anos. Não é porque a gente tá é próximo que a gente chega atrasado, liga. Nunca. Nós dois nunca demos uma desculpa. Nunca. Assim. E marcou, marcou. A gente escreve o livro, né? Estamos escrevendo 12º juntos. Eh, mando o conteúdo pro Salibão, que é eu que escrevo, né? O Salibão verão. Eu vou responder até amanhã. Sim. Às 12 horas. Não é 12:30, cara. Quando o Sandra 12:30 manda, né? A gente tem as ideias juntos, coordena e tal, volta, escreva, volta para mim, eu não falo assim, vou responder amanhã. A a Luciana sabe, minha esposa sabe, eh, chega o Sandrão, cara, passa horas lá escrevendo, chega a mensagem, eu falo pra Luciana: "Chegou uma mensagem do meu chefe, eu tenho que parar tudo agora". Não, juro por Deus, eu paro tudo. Você já me viu falando eu retorno mãe? Nunca viu não. E quando compromete é não. E na hora assim ele manda o capítulo, eu paro tudo que eu tô fazendo. Por quê? Prioridade, como diz o Peter J, prioridades. Pridade. Escolha. Prioridade só tem uma, né? O que que é prioridade do que que é importante? Importante é um monte de coisa. Prioridade é uma, né? Sim, concordo.
Vamos pra reunião, Salibão. A primeira que a gente colocou aqui assim, eh, você e aí é sempre um desafio, né, Salibão, ter esse espaço entre falar e ouvir, né? Ah, muito difícil difícil. Eu já nós já participamos de algumas reuniões que duro, né? O ser humano, tem gente que apa, é, é homem, é mulher e aí entra o ego e tem gente que fala mais alto, né? Eu acho que eu acho que as as organizações elas passam pouco tempo treinando as pessoas para fazer reuniões produtivas, né, Sand? Eu nunca nunca ninguém me me ensinou a fazer reunião, né? Só aprendi no no braço.
Ô, sabe o que eu lembrei aqui? Aquele insite que você teve daquela fala do Besos que ele fala que quando ele vai numa reunião, ele é o último, o que ele é a pessoa e ele é o cara mais Sim. Ele é o último a falar sempre. Ele é o cara mais graduado, ele é o último a falar. Primeiro ele ouve todo mundo, porque se ele fala vai todo mundo concordar com ele, né? Exatamente.
Isso aí, já tá uma dica para vocês aí, presidentes, diretores, seja o último a falar, porque se você abre a reunião falando seu ponto de vista, provavelmente vai ter muita gente seguindo o seu ponto de vista. Seguindo o seu ponto de vista e discordando tá falando, né? Simples assim, né, Sandr?
E aqui tem uma dica, né, Salibão, é assim, eh, de repente, antes de falar, faz uma pausa, né? Sim. Aqui eu aqui eu tô aprendendo toda hora isso, sabe? Sa que aqui eu erro isso toda hora assim. Sempre eu tô aprendendo, cara. Porque tem que ter disciplina, tem que ser policial sobre isso, sabe? Conduta em reunião, quando fala, como fala, quando fala, tem que saber ser conciso, né? O que eu já peguei de gente que repete e reuniões que não terminam nunca de 6 horas com 30 pessoas na sala, como é que é possível isso? Ninguém aguenta isso, né? E olha, gente de alto nível teoricamente, né? É, é, é que assim, né? A questão dos egos é um detrator da produtividade, né, Salimão? Então, Asquinho, ó, ouvir, falar, equilibrar, seu objetivo, né? Seu objetivo, vamos escrever isso. Ser objetivo.
Agora, outra coisa é assim, eh, a gente sempre tem falado muito isso, esse Salibão e a gente é um exemplo disso, inclusive, né? Eh, a discordância não é sinal de desrespeito quando ela não é pessoal. Sim. Posso ter uma visão? Sali bom ter outra. A gente juntos vai chegar na melhor decisão. Numa reunião, por vezes, as decisões, as os comportamentos são encarados muitas vezes como conflitos pessoais, né? Embates. Ficou melhor. Embate pessoal. Sim. Ver quem é quem é mais forte, né? Quem é mais forte? Quem mais? E se você falou alguma coisa, tá contra mim, tá me expondo perto do mundo, né? A gente tem que tratar isso com muito carinho, né, Salom? Ah, com certeza. O o presidente da Intel, né, o Eddie Grove. Andy Grove. Ele estimulava eh conflitos produtivos. Conflitos produtivos. É só estimulava assim se todo mundo tava concordando com é que alguma coisa tava errada, né? Conflitos produtivos. Seja duro no duro no tema e suave com as pessoas, né? O duro que as pessoas confundem, falam mais alto, eh, tem um tom de intimidação, eu sou maior e aí que começa o problema, né? E hoje você ter espaço para o confronto é fundamental, porque ninguém tem certeza de nada, né, Sandrão?
Sabe o que eu lemb Antigamente você tinha certeza das coisas, né? Hoje você não tem, né? Exatamente. Sabe o que eu lembrei, Salibão, antes o senhor sabia tudo, né? Lembra do o Jack Walts? O cara sabia tudo, quer dizer, ninguém dá um passo, o cara que sabe tudo. Não é possível que ele não sabe alguma coisa, né? Hoje o que menos sabe é o senhor, porque ele não tá na linha de frente, né? Não tá. Sal é muita complexidade.
Nós, eu Salibão, fizemos em momentos diferentes um um intervenção para uma organização muito querida, de gente muito querida e aonde isso foi falado abertamente para toda a liderança, né? Um dos desafios deles é que a cultura do acolhimento é tão forte que ninguém contradiz ninguém. Sim, porque há percepção dessa, se essa contradição for eh da pessoa se ficar sentindo. Então, você vê que esse negócio de conflito eles têm os dois opostos, né, Salibon? Eu não posso ser tão enfático e ter minha posição individual acima do todo, mas eu também não posso promover conversas, promover desconforto num ambiente de um ambiente de segurança, né, Salibon? Porque senão a organização sempre vai fazer a mesma coisa. Quando o Bernardinho fala, né, tem um um vídeo dele no Algoritmo da Vitória, ele fala que o que preocupa muito ele é é harmonia em excesso. Harmonia em excesso. Ele falou assim, harmonia e excesso é ruim para qualquer organização. Ele gera desconforto, né? A gente já viu, lembra naquela empresa de tecnologia lá em Minas Gerais, tal? Cara, era todo mundo tentando ser agradável com o outro, né? E o mercado mudando, cara, né? Sims. Exige o mundo de hoje exige conversas duras, duras, duras e são duras porque é trabalho, não é conversa de família, né, Cadrão? Não é reunião familiar, né?
É a citação que você sempre tem com J Collins, com eh the fact ou como diz o o Jack Wout, é cendor, né? Cendor é aquela Kendor, é transparência radical. Transparência radical. Candura. Transparência radical. Lide com o problema como ele é. É. Eh, sem enrolação, né? Sem enrolação. Então, é duro, né? Porque as pessoas não querem mais. Que legal que você tá falando, a gente vai construindo juntos aqui, né? A reunião deveria ser constituída como um espaço disso, né? Né? Quando você dá sua visão, eu dou a minha, a gente vai chegar aqui, vai tomar uma decisão, que depende se essa decisão que vai ser tomada não é exatamente aquilo que você considerava o mais adequado, mas você também tá, estamos junto, né? A reunião deveria ser constituída soba, se você não fizer isso proativamente, ela não vai acontecer com essas características. O que a gente quer trazer para você é que proativamente você pode construir um modelo para ter reuniões produtivas. Proativamente é algo que você pode constituir e esse é um atributo importante. Da mesma forma que controlar tensão é importante, né, Salibão, porque um ambiente muito tensionado não gera conversas produtivas, né?
Inclusive, acho que sempre bom numas reuniões importantes devia ter alguém que seja o coach da reunião, né, Sandrão? né? Um guardião da não necessariamente precisa ser o CEO, né? Porque pior, né? Não deve ser não deveria ser, né? Mas deve ser um um coach, né? De de até que até que a empresa entre no automático e consiga fazer reuniões objetivas, práticas, né? Com verdade com com disciplina, né?
Ô Salibão, isso que tá que tá é uma excelente ideia. Olha, essa história da E já sofri muito com a vida inteira, Sandrão. Ou reuniões infindáveis dentro da HSM que não tinham com muita gente não dá para você ter uma reunião com 30 pessoas. Outra história vai acontecer. Não vai acontecer. Agora fala o departamento de vendas, tá? Financeiro, adoro. Não sei o qua, cara. Cara, não existe, né? Para começar já começa quem tem que tá nessa reunião, né, Sandrão? Eh, me lembra da da sala do Galó, lembra? Da Henner? Sim. na na porta da sala dele tava assim: "Pense bem se você precisa dessa reunião." Exatamente. Na sala de reunião. Exatamente. Exatamente. Exatamente.
Ô CB, olha que interessante essa questão, né? A gente falou assim de gerar desconforto, mas uma tensão excessiva também não é o caminho. Então cabe muito ao líder criar esse ambiente onde eu gero desconforto, mas eu distensiono, né? Pois é, porque no alusão ao esporte, um atleta muito tensionado, ele não vai dar o seu melhor, né? Você até fala sobre isso com o Zin Bold, né? Sim. Um atleta muito tensionado, ele não vai dar o seu melhor, né? Não, exatamente, né? O o sem bolt, ele foi treinado para correr relaxado, né? Tanto é que se você pegar as imagens das corridas dele no final, ele tá sempre sorrindo e ele não tá zombando do adversário, ele tá correndo relaxado. Já tem estudos comprovados que se você corre relaxado, com menos intensidade do que você correr tenso, você gera mais velocidade. Você gera mais velocidade, né, Sandrão? Então, bela metáfora, né? É bela metáfora, né? Quer dizer, ele tem a a inquiet ele tem a tensão no momento certo. É, é, é nós no mercado empresarial, né, Salibão, é a tensão no momento certo, que não me deixa relaxar, mas não rompe a corda. Então, como eu construo esse ambiente usando a reunião? Justamente para isso, para distensionar, mas dar senso de urgência, né? Distensionar e dar senso de urgência.
E tem um elemento que a gente já falou aqui que vale reiterar, o ego bloqueia a colaboração. Então é necessário, a sua ideia é boa de ter alguém que ajuda, pelo menos enquanto não se estabelece essa cultura, para que a agenda a a agenda, a reunião não seja dominada por alguém que tenha uma condição diferente que pode de repente assumir a agenda dele ser a agenda da reunião, né?
Calibão, duas dicas práticas. Agora você falou uma coisa que vale a pena reiterar para os nossos amigos. Só tem que participar da reunião quem tem que tá lá. Sim, porque se você coloca muita gente, muita gente vai ficar que nem planta e não vai se posicionar. É absolutamente desnecessário. Não, só quem tem a Mas se eu preparar a reunião, eu vou definir claramente quem tem que estar na reunião. Sim, né? Dica número um, quem são as pessoas têm que estar na reunião? Dica número dois, ah, não vou botar a pessoa lá para ouvir, não. É disso. Não, não, temos que chamar ele não. Não temos que chamar, não temos que chamar ela, ele não. Dica número dois, Salibão, reunião não pode ser muito longa, cara. Ah, sim. Tem, claro. Você tem lá uma reunião de conselho que vai levar um dia. Aliás, essas reuniões, essas reuniões de conselho também são duras, né? S. Eventualmente você tem a necessidade, mas você vai ter uma pausa estratégica, ela vai ser mais extensa, mas fraciona a reunião? Eu já participei de reuniões de 5 6 horas e eu particularmente acho muito pouco produtiva. Sandrão, eu vou te falar, depende. Depende do quê? Se você pegar 5, 6 horas e fracionar a reunião, é a isso. Uma hora nós vamos falar disso, todo mundo preparado discutir isso. Depois a gente vai falar preparada essa Libão, aonde ela resvala nesse lógica quando ela não é bem preparada, entendeu cara? Então é 6 horas que agora vão quando você preparar uma hora vai ser isso, depois vai ser isso, depois aquilo, de modo a construir uma narrativa, dá para rolar. Mesmo assim é desafiante.
Nós vivemos na economia do tempo, né? Você esse negócio aqui tocando toda hora, o celular, a atenção, né? Meu, é difícil nossa atenção não fica presa, cara. O tom da importa economia da atenção, né? Quanto que uma pessoa consegue, Sandrão, tem estudos disso, né? Dizendo quanto é que ela consegue ter a atenção total naquele tema durante aquele tempo todo. Você pode até falar: "Não, vai ser, não tem jeito." Tudo bem, não tem jeito, mas as pessoas vão prestar menos atenção. Simples assim. É, é quando, né, Salibão, quando às vezes tem essa história do do do conhecimento e tal, menos é mais. Exato. Você se lembra do do Norman? Obrigado pela informação que você não me deu. Pois é. O Norman Mailer não é, que é que é um brasileiro que a gente trouxe na HSM e ele constituiu um livro que é exatamente esse. Obrigado pela informa. Não sei se sobre é o Norman. Esqueci, pô. E ele tinha uma visão tão apropriada que era justamente essa, como eu eu passar uma mensagem complexa em pouco tempo. É muito mais desafiante. É muito mais desafiante do que você estender. Só que a absorção da mensagem é muito grande.
Então assim, prepare a reunião e durante a reunião siga aquilo que foi combinado. Não avance nos limites. O final da reunião tem que ser o que nós, quais decisões nós tomamos aqui, quais decisões nós tomamos aqui, né? E o que vai ser realizado com isso de uma forma clara e inequívoca, atribuindo responsabilidades e fazendo acontecer.
E a comunicação no final da reunião, né? O que exatamente nós decidimos aqui? O que nós decidimos e repete o que nós decidimos, porque às vezes as interpretações elas podem ir para tudo quanto é lado, né, Sandrão? Você entende um jeito, Salibon tem uma dica prática agora. Grava a reunião, tem o cloud, mas você pode gravar no celular hoje com as ferramentas inteligente. Grava a reunião e usa e abusa da IA para sumarizar a reunião. Pois é o para gerar podcast da reunião. Já fiz isso, Al. LM, o notebook LM. Gera podcast da reunião, gera infográfico da reunião, gera KIS da reunião, né? Tem um projeto específico do conselho inclusive onde a gente fez até um quiz para ver depois daquela reunião técnica. Todos entenderam aquilo foi combinado. Faz um quiz, percebe? Usa e abusa desses recursos, tá? E aí que que vai acontecer? Você vai precisar fazer menos reuniões. As reuniões vão ficar mais produtivas, vão demandar menos tempo, um esforço concentrado e o resultado vai ser muito melhor.
E aí tem as dicas do terceiro e último bloco depois da reunião, né? Depois da reunião, o básico, as decisões tm que virar ação, né? Ah, com certeza. Se ficar só na conversa, como já dizia o Rancharã, né? Inovação sem execução é alucinação, né? É alucinação. E aí você você não tem followup nas coisas, né? Você sabe que eu participei de reuniões muitas aqui, né? E e nos Estados Unidos também, Sandrão, é impressionante. Estados Unidos não é à toa que os Estados Unidos é o Estados Unidos diferente, né, Sandrão? Assim, o eles trabalham, Sandrão, eles trabalham, não tem enrolação, não tem cafezinho, não tem conversa, não tem política, não tem futebol. Nada. Mal tem almoço, sem dúvida. Mal tem almoço. Que que você tem lá? É um sanduichinho, um finger food e acabou. Mas assim, é das 9, às vezes você tem reuniões de conselho, que é o dia inteiro, mas a 9 começa, 5 acaba, não tem 5:30, 5:15 e não tem 9:30, entendeu? Eh, é impressionante o objetivo deles, né? que [ __ ] às vezes eu, quantas vezes a gente vai pra reunião para falar e o cara falando de futebol, de política.
É, e o e de novo acho que outro ouro aqui para mim, você entender, construir esse ritual em cima de três etapas, a preparação, a reunião e depois é ouro puro. Por quê? Depois da reunião, quais são as ações que vão ser geradas? E mais, eu tenho que monitorar essas ações. Talibão, pessoal tá fazendo essa iniciativa, não tá? E aí sempre fiz isso. Na próxima reunião deveria começar como que que nós combinamos? Vamos dar o status do que a gente combinou, do que foi realizado e amostra. E claro para todo mundo. Uma vez acordado, mesmo que você discorde, tá acordado. Tá acordado e você tem que implementar e acabou. E não, e não que eu já vi muita gente jogando contra, né, Sandra? Isso que é perigoso, né? Sabotando. Gente, sabotando, né? Por isso que eu falo, por isso que eu gosto desse ritual. Perfeito. Por que que eu gosto desse ritual? Acabou a reunião, o que que foi decidido? O que cada um faz? Começa outra reunião, como abre lá o que nós decidimos, que tinha que cada um fazer, dando um uma prestação de contas do que rolou. Você gera uma transparência amra justamente para separar o joio do trigo, cara, para funcionar. Você não, o ativo mais importante das pessoas hoje inegavelmente é o tempo, né, Salemão, não é grana. A gente não pode desperdiçar o nosso tempo e o tempo das pessoas não fazer sentido.
A gente vive num mundo de uma velocidade jamais vista, né? Se você não souber administrar isso nas nos encontros que você tem, às vezes são encontros eh durante o dia, vários deles, né? Então, a conversa assim e aqui na cultura latino-americana a gente tem essa questão pessoal, cara, a gente tem que saber hoje dividir, porque o tempo hoje ele é ele não perdoa, ele não perdoa. Não tem mais conversa de de futebol, política. Até quer conversar sobre isso? Arruma um, fórum, arruma um fórum para discutir esse tipo de coisa, mas não, né? Ambiente de trabalho é trabalho e pumba. Você não tá lá para passar férias nem nada, entendeu? é o o a forma como você conduz a reunião é um dos símbolos mais importantes da cultura do seu negócio. Concordo, sim. Porque ela emite sinal para tudo. Então vamos imaginar aquela reunião semanal, um staff meeting, um to a reunião, o meeting mais importante, que é a reunião do presidente do CEO, é um dos momentos mais importantes pro CEO. Ali você constrói ou destrói valores. Ali você é é um é um termômetro da sua cultura atual e da desejada. Se não for tratado sobre essa perspectiva, não rola. Então, por exemplo, a gente pode falar numa reunião dos aprendizados e também dos acertos. Sim. E a reunião é um momento ideal para você evidenciar os acertos, as pessoas que acertaram e eh deixando claro para todos o que é tolerável e o que não é tolerado. Usa reunião para isso, né? Usa a reunião estrategicamente, a reunião como ferramenta de gestão.
Salibão, isso ainda é mais importante no mundo onde muitas reuniões são virtuais. Sim. Se você já no presencial já é arriscado, se você no digital que tem um número de distração, é, e quanto maior fica a empresa, mais variáveis. Salibão, eu tô aqui falando com você no no Zoom, tá acontecendo meu cachorro aqui, filho e tal. Sim. No virtual, se você não construir esse gabarito e essa estrutura, perder a atenção das pessoas é um um tiro, não é, Salem? Um tiro, cara.
Ô salibão, eu, você, por exemplo, quando eu fazia aquelas incursões para falar com os professores, você fazia num mês, dois meses, dezenas de reuniões, dezenas com os com os gurus não tinha conversinha, não, era um bap, entendeu? Mas aí tem um, eu lembro que eu andava em eh você sabe que eu fui 30 anos seguido para Harvard. 30 anos? Não, as pessoas não têm ideia. Eu acho que eu fui o a pessoa não de Harvard, que mais me encontrou com os professores. Você imaginar que cada visita minha eu visitava pelo menos quatro professores, Sandrão. Então, multiplica 30 anos 4. Eu tive, eu eu tive reuniões com mais de 120 professores de Harvard. Você conhece alguém que teve? Não, não. Agora veja aí que tem um ensinamento nessas teses aqui que eu conheço porque eu sempre vivenciei isso com você. Para cada reunião dessa, como você se preparava? Total. Não sabia que não tinha. Às vezes o cara, meu, já aconteceu coisa assim do cara eh achar que o Salibe conhecia mais da obra dele do que ele. Sim, sim. Eu eu estudava tudo sobre a sobre o conteúdo dele e sobre a vida dele também. Sobre a vida dele. Porque naquele momento poderia vir alguma coisa, eh, pô, por que que você não traz teu filho que tá estudando não sei o quê, que tem a ver com o Brasil, entendeu? O cara pegava o cara, mas era
Um mundo que não tinha internet. Imagina hoje com a internet, você ia, você fazia um trabalho investigativo mesmo, conversando com outro, secretária para entender a lógica, né?
É, entendia, entendia quem são os amigos em volta, os relacionamentos, né, de quem eu pegava, via eh antes de encontrar, eu pegava os livros e via para quem ele dedicava.
Uh, que insight fenomenal, sabe? O livro, vi os agradecimentos aí no meio da reunião, bumba, soltavam. Por quê? Porque quando você tem uma reunião com alguém muito importante, muito ocupado, seja umas, você tem que fazer o que os americanos chamam de rapport.
Rapport.
Rápido, rápido.
Rapport, rapport é aquela conexão pessoal.
Tem que ter rápido. É isso que eu tô falando, senão você perde o cara.
É, mas é gozado porque essa palavra não existe a conexão, talvez. Não, acho que rapport, né?
É, eu acho que é mais que empatia, conexão.
Junta, junta um monte de coisa, né?
Empatia com conexão. Mas o que eu quero dizer, Salibão, é que esse rapport tem que ser muito rápido, porque senão esse cara perde atenção, ele não vai olhar.
Tinha 30 minutos para para não só mostrar o que que eu era, por...
Me conectar.
Eu tinha que me, eu tinha, imagina para um cara, um professor de Harvard famoso, que dá quantas palestras ele dava para trazer pro Brasil, que na verdade é uma viagem dura, né? Já toma quase uma semana de voos. E chega aqui ainda tem que explicar pro cara que ainda tem retenção do de 25% do imposto dele que ele vai poder usar lá. Eu tinha que fazer esses 5 minutos.
Não visto, né?
Não, visto. Ainda tem mais essa. E ele tinha que assinar uma carta dizendo que era responsável pelas atitudes morais dele no Brasil.
Não.
Agora imagina eu explicando pro Jackout isso.
Exatamente. Exatamente. Agora eu quero out.
Agora tinha tudo, mas assim, o playbook era isso que ia falar. Agora tem outro insight. Você se preparava para caramba, construiu a reunião para esse rapport rapidamente. Você ia construir em 30 minutos o rapim.
Não é que você tinha.
Porque senão esse cara não precisava, né? Só que você saía depois sempre, seja uma negativa ou uma positiva, com uma atividade que você tinha que fazer a posterior.
Ah, sim.
Que você disciplinava, que você executava com disciplina, correto?
Com certeza. Você não deixa, não deixa a reunião e você não pode deixar aquele encontro morrer.
Mesmo quando ele não queria vir ao Brasil. Falei: "Não vou vir ao Brasil, não vou."
Porque eu sabia assim, quando ele falava: "Não vou ao Brasil." Eu falei assim: "É no ano que você, no ano que vem que você não vem, mas no outro ano eu acho que você vem."
Você fazia follow-up.
É, né? É no outro ano que você vem, porque não é porque o cara disse não alguma hora. É que nem o Peter, o Peter Drucker tinha uma coleção, uma coleção de cartões do Peter Drucker, sete negativas. Ele tinha o único palestrante educado que que declinava era ele. Qualquer qualquer convite que ele não podia, ele tinha um cartão. Peter Drucker, gentilmente, declina a sua o seu convite, pá, pá, devido não sei o quê. Eu dei um sete desse, entendeu? Então, quando a pessoa não quer, ela não quer naquele momento. Agora, se ela pegar "não quer" e você demora assim um ano, pô, você lembra daquela reunião, cara? E morreu.
Morreu.
Você tem que fazer um follow-up na hora, porque uma coisa é o cara não querer vir, a outra coisa é você ter começado um relacionamento com ele aquela hora que talvez naquele momento ele não possa vir, mas no outro ele possa. Tanto é que talvez eu acho que as pessoas não têm noção do que que eu fiz. Eu trouxe todos os pensadores da gestão pro Brasil com todas as complexidades que exigem Brasil. Complexidade financeira, complexidade de segurança. Cedrão, você não tem ideia assim. Então, eh eh essas comunicações e não tinha não tinha conversinha, não era...
Não, não tem. É isso que eu ia falar, curioso. Eu ia falar isso. Não tinha folga, não tinha gordurinha. Eu tinha que pegar a cabeça e o coração dele em 30 minutos.
30 minutos. A cabeça e o coração. Se fosse só a cabeça, eu seria um cara sem graça. Se fosse só coração, o cara tá me enrolando.
Show me the money.
Exato. Então tinha que fazer as duas, você tá entendendo? Ele falou: "Porra, é um negócio legal."
Falei: "Bom, tudo que a gente falou tá aí, hein? Preparação para a reunião, seja público interno ou externo, conduzir a reunião com racionalidade, disciplina, sabendo quais são os seus objetivos claros, qual que é o conteúdo que você vai levar e tal, e no final fazer um follow-up de execução. É fácil, né? Com essas três coisas você consegue dar ter um ganho de produtividade brutal."
Pois é, isso é...
E combinar com todo mundo esse jogo, né?
Isso se chama relacionamento, né? Não, relacionamento não significa você tá com uma pessoa, isso é simpática. Relacionamento é uma coisa que você constrói, né, ao longo de uma vida inteira, entendeu, Sandrão?
Você falou uma palavra ótima que é conexão, né? Eu falo, você falou por um cliente, que nesse caso não era um cliente, era um cliente importante, mais importante, mas por cliente. Mas eu te falo também, pensa na nossa gestão de reuniões interna para público interno. A gente toma pouco tempo para conectar as pessoas. Você concorda?
Sim, sim. Concorda? A gente leva pouco tempo para conectar as pessoas com que a gente busca, conectar as pessoas com o negócio. Então, vai, vai, vai arborizando. A pessoa nem sabe porque tá ali e acaba falando: "O que que eu vim fazer aqui?" Você tem que fazer eh para uma equipe, né, para para ela funcionar, Sandrão, não adianta você só aparecer com as coisas racionais. Você tem que botar a turma fora do escritório para conversar, para viajar,
Criar rituais,
né, paraidade, gerar intimidade,
se conhecer pessoalmente, né? Porque no final nós estamos pessoas, né, Sandrão?
Sim, sim, sim, sim.
Então isso é é fundamental. Então tem maneiras e maneiras de ser produtivo, né? Então não é à toa que tanto que o Peter quando fala de reunião, ele fala de uma maneira assim, cara, é impressionante que se perde tempo com Elon Musk que fala a mesma coisa, né? Eh, o Drucker ensinou até, eu acho que foi o único do guru que ensinou como ter, como se fazer reuniões, né, Sandrão?
Ah, a...
Não adianta nada você ter todo um conhecimento e chega na hora não saber passar isso pra empresa, entendeu, Sandrão? Por causa de uma maneira que você não sabe se organizar, né, Salibã? Ó, até escrevi isso. A forma como um líder prepara, conduz e encerra as reuniões revela com clareza o tipo de organização que tá sendo construída. Aliás, pensa nisso. Vamos de novo. A forma como você prepara, conduz e encerra as reuniões e acompanha a reunião, eh, diz muito respeito, com clareza, que tipo de organização você tá construindo. Ah, não, aqui é tudo informal e tudo. Então, você tá construindo uma empresa informal, com pouco rigor, pouco disciplinada estrategicamente, com sistema de execução parco. Uma empresa que muitas vezes tá relacionada, tá lastreada por relacionamentos pontuais e pouca disciplina para fazer acontecer, né? Eh, não, para nós tá claro, ao estudar essas organizações protagonistas da nova era aí aqui no Brasil e fora que esse o rigor na execução desse ritual é um dos dos pontos de destaque.
É, você pega Amazon, né? Quanto tempo o Jeff Bezos dedica a estruturar a maneira como as pessoas apresentam, a maneira como a a reunião é conduzida, né?
Quantos anos, Tibão?
Tipo, essa questão, né? Acho que nunca ninguém imaginou. Coloca o líder para falar no último lugar, né?
Assim, 99% das reuniões que eu conheço, o líder fala em primeiro lugar.
E que acontece com os outros executivos? Vão peitar o cara.
Não.
Exatamente.
E aí? Aí...
Não é, vamos fazer aqui, você vai ter que escrever numa laudo que você vai falar. Ninguém pensou nisso, entendeu? Mas isso mostra o rigor da organização. Muito bom, né?
Ah, muito bom. E um tema importante e que não é discutido. Se discute muito.
Organizações, experiência, comunicação, estratégia, estratégia, como fazer reunião, pouco falado, comunicação, inteligência artificial, mas ninguém fala na reunião, como você se organizar, como as pessoas têm que fazer isso, inclusive reuniões até online hoje também. A gente tem que saber online, virtuais, tudo, né? Quanto tempo fala o quê, né? Então...
E aliás, tem uma lógica da reunião online que eu tinha escrito aqui, que eu acabei eh esquecendo, assim, tem uma tese boa para a reunião online, aí sim o tempo é fundamental. Então, reunião online é melhor você fazer mais frequência com menos tempo, porque se tomar muito tempo da reunião online, aí você perde audiência, não recupera. É muita distração, muita distração. O que a gente quer trazer para você é a reunião como ferramenta do sistema de gestão e não uma forma da gente se reunir para falar alguma coisa. E aí cada vez mais tempo comprimido, né? A gente precisa ter essa muito bom.
Aliás, falando em sistema de gestão, mais uma vez eu enfatizo você perder o começo, né? Dias 10 e 11 de abril, nosso workshop de aceleração do crescimento e inovação de ruptura. Imperdível para justamente criar um sistema de gestão pro crescimento exponencial do seu negócio. Tá tudo ligado.
Cultura, rituais, tudo isso a gente vai abordar nesse evento. Dois dias imperdíveis. O tá aqui na no QR code, na descrição do conteúdo para você se inscrever. Mas, ó, acabou o programa, você tá a fim de participar, já manda mensagem porque vagas limitadas e esse evento eu tenho certeza que vai vai lotar rápido, porque é um tema muito relevante. Belê? E o livro Salibão.
Ah, David.
David Allen, né? É um é um pensador americano que já vem eh trabalhando com a questão de produtividade pessoal já há muitos anos, né? Produtividade mesmo, né? Não é autoajuda, né? No fundo é assim, autoajuda no sentido de ajudar a pessoa a se organizar, né?
Estamos junto, estamos junto.
Mas não no sentido do abração da árvore.
É, não. Exatamente. Sai não, Sandrão, é abraçando a reunião.
Coach.
É, é produtividade. É como você ser mais produtivo.
Mais produtivo, né? O Peter J falava tanto disso, né?
Sim, sim, sim, sim.
E a arte de fazer as coisas acontecerem.
Arte de fazer acontecer. Português: arte de fazer acontecer.
É the art of making things happen. Em português é arte de fazer acontecer.
David, excelente.
Acho que todo mundo tem que ler porque todos nós temos que ser produtivos.
São 10 lições sobre produtividade. É um livro clássico, né? É um livro clássico. Vendeu mais 3 milhões de cópias e tal, né? Interessantíssimo. Tem uma edição nova, né?
É show. Antes da gente finalizar, gostou? Dá o like aí. Ainda não tá seguindo a gente? Segue, nos siga no YouTube, no Spotify. Vamos aumentar esse movimento. Gostou do conteúdo? Dá um coraçãozinho aí, ajuda, ajuda a gente a te ajudar. Quer sugerir algum conteúdo? Quer fazer um comentário? Faça os comentários. Nós lemos todos os comentários. Eu leio pessoalmente os comentários, respondo quando quando for conveniente. Tem alguma sugestão? Manda bala que a gente só estamos aqui por sua causa. Nosso único, a única razão de estar aqui é criar um conteúdo relevante para você, né, Celibon? Essa é a nossa missão.
E Alena, o número de empresas que tá usando o nosso conteúdo para fazer grupos de estudo, né, ou começar a semana ou acabar a semana ou no meio da semana, é impressionante, né? E olha, vocês podem ter certeza, o que esses dois caras estudam e gastam de tempo para entender. Eh, é interessante, Sandrão, porque eh eu tava fazendo um estudo, né, do que que pode ter acontecido com os gurus, né?
Sim, nós vamos fazer um podcast sobre isso.
E aquele aquele mundo dos gurus era previsível, era linear, o guru sempre tinha a fórmula e dava certo, né? Não dá mais, né? Hoje quem quem os as pessoas que tão que são protagonistas, modesta parte nós somos são os sensemakers. Sensemakers,
os sensemakers, né? Os fazedores de sentido. Porque com o número de variáveis que tá acontecendo no mundo hoje, com a inteligência artificial mudando a cada poucos dias,
de informação,
cara, se você não tiver alguém para fazer sentido disso, eu acho que eu acho que modéstia parte isso é impagável, né, Sandrão?
É. E vamos fazer um conteúdo sobre isso, Al. Vamos fazer o podcast já. Vamos, vamos, vamos organizar sobre essa ideia, não? Que eh você tinha sugerido, né, a a degeneração, a depreciação dos gurus e o sensemaker, o curador de conteúdo da gente juntar tudo, né? Fechou.
Exatamente.
Tá combinado, hein? Nós vamos fazer um depreciação mais um sentido,
uma degeneração, eu diria, né? Uma...
Por que que não existe mais gurus no mundo hoje?
Se você pensar lá nos anos 80, 90, 2000, era Peter Drucker para ralar. E cada marketing tinha finanças tinha RH tinha Warren Buffett que tem lá o o Ranjan com quase 90 anos é tá o pendurando lá e tem nós. E cada disciplina tinha seu guru. Se você pega o David Allen, RH, você pega, cara, você tinha os os autores seminais, né? Hoje você não tem mais isso. Vamos fazer um podcast.
Por isso que nós estamos aqui para ajudar você, né, Sandrão?
Conte conosco aí na sua jornada. Sensemakers. Se alguém te chamar de sensemaker, você gosta ou você prefere pensador?
Bom, aproveitando essa coisa para mim.
Os dois, né? É um sensemaker com pensador.
Qualquer samba me diverte.
Valeu, até a próxima.
Até a próxima.