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Bem-vindo ao nosso canal, English Avenue. Hoje, convido você a caminhar comigo para uma história que tocou bilhões de vidas. Uma história que começou há mais de 2.000 anos, mas que ainda vive nos corações de milhões hoje. Esta não é apenas a história de um homem. É a história de amor, sacrifício, esperança e fé. Uma história que começa em silêncio numa pequena cidade sem câmeras, sem reis e sem riquezas. Mas uma história que mudaria o mundo para sempre. Esta é a história completa da vida de Jesus Cristo contada em inglês simples, cheia de emoções, lições e verdades para todos os seres humanos. Então pegue seu chá, sente-se e deixe seu coração se abrir para esta jornada incrível. Parte um, o nascimento de Jesus. muito tempo atrás, antes de Jesus nascer. A história começa não com Jesus, mas mesmo antes do seu nascimento. Naquela época, o mundo esperava por algo. As pessoas estavam cansadas. Havia dor, guerra e medo. A terra de Israel estava sob o domínio do Império Romano. E muitas pessoas acreditavam que um dia um messias, um salvador, viria. alguém que traria paz, justiça e esperança. O povo judeu tinha livros antigos e profecias que diziam: "Uma virgem dará à luz um filho, e ele será chamado Emanuel, que significa Deus está conosco." Na pequena cidade de Nazaré, em uma casa tranquila, vivia uma jovem chamada Maria. Ela provavelmente tinha cerca de 15 a 16 anos, uma moça gentil e fiel, noiva de um homem chamado José, um simples carpinteiro. Eles não eram ricos, nem famosos. Eram apenas pessoas comuns com vidas comuns. Mas algo extraordinário estava prestes a acontecer. Um dia, enquanto Maria estava sozinha, um anjo chamado Gabriel apareceu diante dela. Ela ficou assustada. Imagine você sentado no seu quarto e de repente um anjo brilhante e resplandecente aparece. Mas o anjo sorriu e disse: "Não tenha medo, Maria. Você encontrou graça diante de Deus. Você dará à luz um filho, e você o chamará de Jesus. Ele será grande. Ele será chamado o Filho do Altíssimo. Seu reino não terá fim." Maria ficou chocada. Ela disse: "Mas eu não sou casada. Como isso pode acontecer?" E o anjo disse: "O Espírito Santo virá sobre você. O bebê será santo e será chamado Filho de Deus." Maria ficou em silêncio. Seu coração batia rápido. Mas então ela disse algo lindo. "Eu sou a serva do Senhor. Que aconteça como você diz." E com isso, tudo mudou. Maria foi visitar sua prima Isabel, que também estava grávida de um bebê, João Batista. Quando Maria entrou na casa de Isabel, Isabel sentiu seu bebê pular dentro dela. Ela olhou para Maria e disse: "Você é abençoada, e seu bebê é abençoado." Maria então cantou uma linda canção, louvando a Deus com todo o seu coração. Este momento foi cheio de alegria e irmandade. duas mulheres carregando o futuro em seus ventres. Enquanto isso, José estava confuso. Ele descobriu que Maria estava grávida, mas eles ainda não eram casados. Ele era um homem bom e não queria envergonhá-la. Então, ele decidiu terminar o noivado discretamente. Mas uma noite, um anjo veio a ele em um sonho e disse: "José, não tenha medo. Receba Maria como sua esposa. O bebê dela é de Deus. Chame-o de Jesus porque ele salvará as pessoas de seus pecados." Quando José acordou, ele fez o que o anjo disse. Ele recebeu Maria como sua esposa. Ele acreditou. Ele a apoiou. O tempo passou. A barriga de Maria cresceu. O bebê estava chegando. Um dia, um governante romano ordenou que todos voltassem para suas cidades natais para serem contados em um censo. José era de Belém, a cidade de Davi. Então ele e Maria tiveram que viajar para lá. Foi uma longa jornada, cerca de 145 quilômetros. Maria estava muito grávida. Eles não tinham carro, nem conforto, talvez um burro para montar. As estradas eram empoeiradas. As noites eram frias. Mas eles continuaram. Eles estavam cansados, mas acreditavam no nascimento de Jesus. Quando finalmente chegaram a Belém, a cidade estava cheia de gente. Todos os quartos estavam ocupados. Não havia lugar para eles ficarem. Cada porta que batiam, a resposta era a mesma. Sem quarto. Finalmente, alguém ofereceu um pequeno lugar onde os animais eram mantidos. Um estábulo, não limpo, não quente, não ideal para um bebê. Mas era tudo o que eles tinham. E lá, na noite silenciosa, Maria deu à luz Jesus, não em um palácio, não em conforto, mas em um ambiente humilde. Ela o enrolou em panos e o deitou em uma manjedoura, uma caixa onde os animais comem. E naquele momento simples, o filho de Deus entrou no mundo. Fora da cidade, alguns pastores estavam cuidando de suas ovelhas nos campos. De repente, o céu se iluminou com anjos. Um anjo disse: "Não tenham medo. Trago a vocês boas novas de grande alegria. Hoje em Belém, nasceu um Salvador. Ele é Cristo, o Senhor." Então o céu se encheu de anjos cantando: "Glória a Deus nas alturas. Paz na terra aos homens de boa vontade." Os pastores correram para o estábulo. Eles viram o bebê. Eles ficaram maravilhados. Eles contaram a todos o que tinham visto. E Maria, ela guardava todas essas coisas em seu coração. Longe no oriente, alguns homens sábios, também chamados magos, viram uma estrela brilhante no céu. Eles sabiam que isso significava algo importante. Eles seguiram a estrela através de desertos, montanhas e rios. Eles acreditavam que um grande rei havia nascido. Quando chegaram a Belém, encontraram Jesus com Maria e se curvaram diante dele. Eles deram presentes de ouro, incenso e mirra, símbolos de realeza, adoração e sacrifício. Mas nem todos ficaram felizes. O rei Herodes, o governante naquela época, ouviu falar do nascimento de um novo rei, e ele ficou com medo. Ele não queria perder seu poder. Ele disse secretamente aos homens sábios: "Encontrem o menino e me digam para que eu também possa adorá-lo." Mas ele estava mentindo. Os homens sábios foram avisados em um sonho para não voltarem a Herodes. Então, eles voltaram para casa por outro caminho. Um anjo avisou José em um sonho. Leve o menino e Maria e fuja para o Egito. Herodes quer matar o menino. Então, no meio da noite, José pegou sua pequena família e partiu para o Egito. Eles ficaram lá até Herodes morrer. Parte dois, os anos ocultos de Jesus. Depois de fugir do rei Herodes e passar um tempo no Egito, José, Maria e o pequeno Jesus finalmente retornaram a Nazaré, sua pequena cidade natal. Nazaré era uma vila na Galileia cercada por colinas e árvores. Não era famosa. Não era rica. Mas era pacífica. É aqui que Jesus passaria a maior parte de sua infância. As pessoas lá eram simples. Agricultores, carpinteiros, pastores, mulheres assando pão, crianças brincando na poeira. A vida era lenta. Não havia telefones, nem luzes, nem máquinas, apenas o sol, o vento e a terra. Maria e José trabalhavam duro. Eles não tinham muito dinheiro, mas tinham amor. E Jesus, ele estava crescendo. Não apenas fisicamente. Ele estava crescendo em sua mente, seu coração e seu espírito. Você consegue imaginar Jesus como um menino pequeno, talvez de cinco ou seis anos? Ele acordava cedo com a luz do sol. Maria o ajudava a lavar o rosto. Ela preparava comida simples para ele, talvez pão achatado, azeitonas e leite. José ia para sua oficina. Ele era carpinteiro. Ele trabalhava com madeira, fazendo mesas, cadeiras, ferramentas, portas. Jesus às vezes sentava-se ao lado dele, observando, aprendendo, fazendo perguntas. Ele provavelmente ajudava Maria na cozinha também. Talvez buscando água, ajudando-a a amassar a massa, ouvindo-a cantar suavemente. Ele brincava com outras crianças. Ele corria pelos campos. Ele pode ter caído, se machucado, chorado, rido. Mas havia algo especial nele. As pessoas podiam sentir isso. Ele era gentil. Ele era honesto. Ele não mentia. Ele compartilhava sua comida. Ele cuidava dos animais. Ele respeitava os mais velhos. Todas as noites, sua mãe contava histórias para ele. Histórias de Moisés, Abraão, Davi, grandes homens de Deus. E aos poucos, uma luz dentro dele cresceu. Vamos fazer uma pausa e entender a família de Jesus. Maria, sua mãe, uma mulher forte cheia de fé e amor. José, seu pai terreno, um homem gentil e trabalhador. Jesus também tinha irmãos mais novos. A Bíblia diz que Jesus tinha irmãos e irmãs. Seus nomes incluíam Tiago, Judas, Simão e José. Então Jesus não cresceu sozinho. Ele tinha uma família. Ele tinha tarefas. Ele tinha responsabilidades, mas ele era diferente. Ele era o filho de Deus crescendo entre os humanos. Uma das histórias de infância mais poderosas de Jesus aconteceu quando ele tinha 12 anos. Todos os anos, as famílias judias iam a Jerusalém para a festa da Páscoa, um tempo muito sagrado. Então Maria, José e Jesus viajaram para Jerusalém com muitos outros. Após o fim da festa, eles começaram a voltar para casa. Mas depois de andar um dia inteiro, Maria e José perceberam que Jesus estava faltando. Imagine o pânico deles. Eles pensaram que ele estava com parentes, mas não estava. Eles procuraram em todos os lugares. Por 3 dias, eles procuraram em todas as ruas, em todos os cantos, perguntando às pessoas, chorando, orando. Finalmente, eles o encontraram no templo, o lugar sagrado de Deus. E o que ele estava fazendo? Ele estava sentado com os professores, os estudiosos, os sábios. E ele estava fazendo perguntas, respondendo-as e maravilhando-os com sua compreensão. Um menino de 12 anos ensinando os professores. Maria correu até ele e disse: "Meu filho, por que você fez isso conosco? Estávamos tão preocupados." E Jesus olhou para ela calmamente, amorosamente, e disse: "Por que vocês me procuravam? Não sabiam que eu deveria estar na casa de meu Pai?" Mesmo aos 12 anos, Jesus sabia quem ele era. Mas então ele voltou para casa com eles em silêncio. Ele não se exibiu. Ele esperou. Ele obedeceu. Ele viveu em silêncio. Agora vem um tempo misterioso. A Bíblia não nos diz muito sobre Jesus entre 13 e 30 anos. Então, o que aconteceu durante esses anos? Historiadores e estudiosos acreditam que Jesus provavelmente trabalhou como carpinteiro com José. Ele ajudou as pessoas na vila consertando telhados, construindo mesas, ajudando os mais velhos. Ele lia as escrituras, os livros sagrados. Ele orava sozinho. Ele caminhava nas colinas pensando profundamente sobre a vida. Ele observava as pessoas, como elas viviam, como choravam, como tratavam umas às outras. E lentamente um fogo começou a queimar dentro dele. Ele via como os pobres eram ignorados, como os ricos eram egoístas, como as pessoas esqueciam o amor e seguiam apenas regras. Ele via dor, doença, injustiça. Ele se sentiu chamado a fazer algo. Mas ele esperou por anos, pacientemente, em silêncio. Por quê? Porque ele não estava apenas correndo para ser um pregador ou um herói. Ele estava se preparando profundamente para uma missão tão grande, tão ousada, que mudaria toda a história. Durante esse tempo, acredita-se que José morreu. Não sabemos exatamente quando, mas quando Jesus começou seu ministério, José não era mais mencionado na Bíblia. Isso significa que Jesus, agora o filho mais velho, se tornou o homem da casa. Ele teve que cuidar de Maria e de seus irmãos mais novos. Ele trabalhou duro, não por dinheiro, mas por amor. Essa dor, a perda de um pai moldou seu coração. Ele aprendeu a sentir a dor dos outros. Isso é algo muito profundo. Jesus era filho de Deus, mas também viveu como nós. Ele era totalmente humano. Ele sentiu fome, sede, tristeza, alegria, amor, dor. Ele sorriu, chorou, sangrou. Mas ele também era totalmente divino. O filho de Deus carregando uma luz que o mundo nunca tinha visto. Esses anos silenciosos não foram vazios. Foram anos de preparação, crescimento, sacrifício e amor profundo. Ele estava se tornando pronto para começar sua missão. Jesus esperou em silêncio por quase 30 anos. Ele trabalhou, orou, ajudou as pessoas e carregou o peso da responsabilidade. Ele observou o mundo ao seu redor, a injustiça, a pobreza, a solidão nos corações das pessoas. E agora algo profundo dentro dele disse: "É hora." Ele sabia que sua missão havia começado. Mas antes que ele pudesse sair e falar com o mundo, algo importante tinha que acontecer. João Batista. Na área desértica perto do rio Jordão, havia um homem chamado João. Ele usava roupas feitas de pelo de camelo, e comia gafanhotos e mel silvestre. Sua vida era dura e selvagem, mas seu coração estava cheio de fogo. João era primo de Jesus, mas mais do que isso, ele era um profeta, um mensageiro enviado por Deus. Ele ficava à beira do rio gritando alto para as pessoas. Arrependam-se. Mudem seus caminhos. O reino de Deus está perto. As pessoas vinham de vilas e cidades andando quilômetros para vê-lo. Elas ouviam suas palavras. Elas choravam. Elas confessavam seus erros. E João as batizava no rio, lavando-as com água para mostrar um novo começo. Mas João sempre dizia: "Eu não sou aquele que vocês esperam. Alguém maior do que eu está vindo. Eu nem sou digno de desamarrar suas sandálias." Ele estava preparando o mundo para Jesus. Um dia, enquanto João estava batizando, um homem caminhou silenciosamente em direção ao rio. Era Jesus. João olhou para ele e algo dentro dele tremeu. Ele sabia quem era. Ele disse: "Você quer que eu te batize? Você deveria ser quem me batiza." Mas Jesus respondeu calmamente: "Deixe ser assim agora. É a coisa certa a fazer." Então João colocou lentamente as mãos sobre Jesus e o mergulhou na água. E então algo incrível aconteceu. Quando Jesus saiu do rio, os céus se abriram. O Espírito Santo desceu como uma pomba e pousou sobre ele. E uma voz do céu disse: "Este é o meu Filho amado, em quem me agrado." Todos sentiram. Este não era um homem comum. Este era o filho de Deus e sua jornada agora havia realmente começado. Após o batismo, o Espírito Santo levou Jesus ao deserto. Não para falar, não para pregar, mas para ficar sozinho, para se preparar, para enfrentar sua batalha interior. Ele foi sem comida por 40 dias. Imagine isso. Sem pão, sem fruta, sem água, apenas o sol ardente durante o dia, ventos frios à noite, o som de animais e o silêncio da terra. Ele orava, chorava, ouvia a Deus, mas não estava sozinho. Quando Jesus estava em seu ponto mais fraco, faminto, cansado, sozinho, o diabo veio testá-lo. Ele sussurrou em seu ouvido: "Se você é o filho de Deus, transforme estas pedras em pão." Jesus estava morrendo de fome, mas disse: "O homem não vive só de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus." O diabo o levou ao ponto mais alto do templo e disse: "Pule. Se você é o filho de Deus, anjos o pegarão." Jesus respondeu: "Não teste o Senhor seu Deus." Então o diabo lhe mostrou todos os reinos do mundo e disse: "Ajoelhe-se diante de mim e eu lhe darei tudo." Mas Jesus, com fogo no coração, respondeu: "Afaste-se de mim, Satanás. Só adorarei a Deus." E o diabo foi embora. E de repente anjos vieram e cuidaram dele. Agora Jesus retornou do deserto mais forte do que nunca. Seus olhos estavam cheios de verdade. Seu coração estava cheio de amor. Suas palavras estavam prontas para abalar o mundo. Ele caminhou de cidade em cidade, de vila em vila. E onde quer que fosse, ele dizia: "Arrependam-se. O reino dos céus está perto." Ele não era como os outros professores. Ele não falava com regras e medo. Ele falava com autoridade e bondade. Ele curava os doentes. Ele tocava pessoas que eram chamadas impuras. Ele falava com mulheres, crianças, mendigos e párias, pessoas que outros rejeitavam. Ele perdoava pecadores. Ele contava histórias que tocavam o coração. Ele olhava nos olhos das pessoas e mudava suas vidas. Um dia, à beira do Mar da Galileia, Jesus viu dois pescadores, Pedro e André. Eles estavam lançando suas redes na água. Jesus disse apenas uma frase. Venham, sigam-me, e eu os farei pescadores de homens. E sem dizer uma palavra, eles largaram suas redes e o seguiram. Então ele viu Tiago e João, os filhos de Zebedeu. Ele os chamou também. Assim ele começou a construir uma nova família, seus discípulos. Estes não eram homens ricos, nem famosos, apenas pessoas normais com corações abertos. Mas com Jesus, eles mudariam o mundo. Jesus começou a ensinar nas sinagogas e nas montanhas. Multidões o seguiam por toda parte. Alguns vinham para serem curados. Alguns vinham para ouvir suas palavras. Alguns vinham com dúvida. Mas todos foram tocados por algo poderoso. Ele não falava de forma chata. Ele usava parábolas, histórias curtas e simples como um pastor procurando uma ovelha perdida, um agricultor plantando sementes em diferentes solos, um pai acolhendo de volta seu filho perdido. Cada história era cheia de significado profundo, mas fácil de entender. As pessoas riam, choravam e cochichavam umas com as outras. Ninguém jamais falou como este homem antes. Ele não estava apenas curando corpos. Ele estava curando corações. Ele disse às pessoas para amarem seus inimigos, perdoarem aqueles que as machucavam, darem aos pobres, orarem em segredo, pararem de julgar os outros. Ele deu ao mundo uma nova maneira de viver, um caminho de paz, bondade e verdade. Mas nem todos ficaram felizes. Os líderes religiosos, os fariseus e os mestres da lei começaram a sentir ciúmes e raiva. Eles não gostavam de como Jesus era amado pelo povo. Eles não gostavam de como ele falava com poder. Eles não gostavam de como ele quebrava tradições para mostrar misericórdia. Eles começaram a observá-lo, a segui-lo, a planejar maneiras de pará-lo. Mas Jesus não tinha medo. Ele apenas havia começado. Parte três. Milagres, montanhas, multidões e a tempestade de ciúmes. O sol nascia sobre as colinas da Galileia. O ar estava fresco, mas algo novo estava acontecendo. Todos os dias, mais e mais pessoas deixavam seus trabalhos, suas casas, até mesmo suas camas de doentes apenas para vê-lo. Jesus, ele não carregava dinheiro. Ele não morava em um palácio. Ele não viajava com cavalos ou servos. No entanto, milhares o seguiam. Eles o seguiam não apenas pelo que ele dizia, mas pelo que ele fazia. Os primeiros milagres. Um dia Jesus estava em um casamento em uma pequena cidade chamada Caná. A música estava tocando. Os convidados estavam dançando. Mas de repente algo deu errado. O vinho acabou. Naquela época, era uma grande vergonha. A família se sentiria insultada. As pessoas ririam deles. A festa pararia. Maria, a mãe de Jesus, veio até ele. Ela simplesmente disse: "Eles não têm mais vinho." Jesus respondeu: "Minha hora ainda não chegou." Mas Maria confiou nele. Ela olhou para os servos e disse: "Façam o que ele lhes disser." Jesus pediu aos servos que enchessem grandes jarros de pedra com água. Eles obedeceram. Então ele disse a eles para servirem um pouco e darem ao mestre do banquete. E quando o mestre provou, seus olhos se arregalaram. Não era apenas vinho. Era o melhor vinho que ele já havia provado. As pessoas sorriram. A música voltou. O casamento foi salvo. Este foi o primeiro milagre de Jesus. E foi silencioso, privado, um presente de amor. A notícia começou a se espalhar. Este homem cura. Um dia, um homem cheio de lepra veio a Jesus. Seu corpo estava coberto de feridas. Sua pele estava se desfazendo. As pessoas fugiam dele. Ninguém o tocava há anos. Ele caiu aos pés de Jesus e disse: "Se você quiser, pode me purificar." Jesus não recuou. Ele não falou de longe. Ele estendeu a mão e tocou o homem. "Eu quero", disse ele. "Seja limpo." Instantaneamente, o homem foi curado. Sua pele ficou nova novamente. Outra vez, Jesus estava ensinando dentro de uma casa. Estava tão lotado que ninguém conseguia entrar. Alguns amigos vieram carregando um homem que não conseguia andar, mas eles não conseguiam entrar. Então, eles subiram ao telhado, fizeram um buraco e baixaram o homem bem na frente de Jesus. Todos observavam, esperando pela cura. Mas Jesus olhou para o homem e disse: "Seus pecados são perdoados." Os mestres da lei ficaram com raiva. Quem ele pensa que é? Só Deus pode perdoar pecados. Jesus disse: "O que é mais fácil? Dizer que seus pecados são perdoados ou levantar e andar? Mas para mostrar a vocês que eu tenho o poder?" Ele se virou para o homem. Levante-se, pegue sua maca, vá para casa. E o homem se levantou, andou, carregou sua maca e saiu, sorrindo com lágrimas. As pessoas ficaram sem palavras, algumas maravilhadas, outras assustadas, algumas começaram a odiar. Uma manhã, Jesus subiu uma colina. Milhares o seguiram e se sentaram em silêncio. Ele olhou para eles, os pobres, os quebrados, os famintos, os que choravam, e começou a falar lentamente, gentilmente. Bem-aventurados os pobres de espírito, pois o reino dos céus lhes pertence. Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Ele estava ensinando um novo modo de vida cheio de amor, humildade e paz. Ele disse: "Amai vossos inimigos. Orai por aqueles que vos ofendem. Não vos mostreis quando orardes ou derdes. Não vos preocupeis com o amanhã. Confiai em Deus." Suas palavras eram suaves, mas cortavam fundo. Não eram regras. Eram vida. Uma noite, Jesus e seus discípulos estavam atravessando o lago em um barco. Ele estava cansado, então adormeceu. De repente, uma tempestade veio. O vento gritava. Ondas batiam no barco. Água o encheu. Os discípulos entraram em pânico. Mestre, vamos morrer. Jesus se levantou. O vento era selvagem. As ondas eram altas. Ele olhou para a tempestade e disse: "Acalme-se, emudeça." E imediatamente o vento parou. As ondas se acalmaram. "Silêncio." Os discípulos se olharam e sussurraram: "Quem é este homem? Até o vento e o mar lhe obedecem." Outro dia, uma multidão enorme havia seguido Jesus para uma encosta. Eles o ouviram o dia todo, e agora estavam com fome. Não havia mercado por perto, nem dinheiro, nada para comer. Um menino apareceu com apenas cinco pães e dois peixes. Jesus pegou a comida, olhou para o céu e deu graças. Então ele começou a partir o pão e o peixe e os deu aos seus discípulos para compartilhar. E enquanto eles davam, a comida não acabava. Ela se multiplicava. Mais de 5.000 homens, mais mulheres e crianças, comeram e ficaram satisfeitos. E ainda assim, havia 12 cestos de sobras. Jesus ouviu que um homem chamado Lázaro, um de seus amigos próximos, havia morrido. Quando ele chegou à vila, Lázaro já estava morto há 4 dias. Suas irmãs, Maria e Marta, estavam chorando. Marta disse: "Senhor, se você tivesse estado aqui, meu irmão não teria morrido." Jesus olhou para ela com amor profundo e disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim viverá, mesmo que morra." Ele caminhou até o túmulo. Era uma caverna com uma pedra na frente. Ele disse: "Tirem a pedra." As pessoas ficaram chocadas, mas Senhor, ele está morto há dias. Ainda assim, eles moveram a pedra. Jesus levantou os olhos e orou. Então ele gritou: "Lázaro, venha para fora." E para fora do túmulo veio Lázaro, vivo, ainda enrolado em panos funerários. As pessoas ofegaram. Alguns acreditaram, outros correram para contar aos líderes. Os líderes religiosos agora observavam Jesus de perto. Eles viram seus milagres. Eles viram as multidões crescendo. Eles ouviram suas palavras poderosas. E eles ficaram com medo. Medo de perder seu poder. Medo de mudança. Eles começaram a sussurrar: "Este homem é perigoso. Ele está se voltando contra nós. Temos que pará-lo." Eles começaram a planejar em segredo, procurando espiões, buscando fraquezas. Mas Jesus continuou se movendo, curando, amando, ensinando. Ele sabia o que estava por vir, mas nunca parou. O sol estava gentil naquela manhã. O vento estava suave sobre as colinas, mas algo no ar havia mudado. Jesus estava caminhando em direção a algo. Algo que só ele entendia completamente. Ele começou a se mover em direção a Jerusalém, a grande cidade, passo a passo. Ele sabia o que o esperava lá. Mas ainda assim, ele caminhou. Seus discípulos ainda não entendiam tudo. Eles pensavam que talvez ele se tornasse rei. Talvez ele salvasse seu povo dos soldados romanos. Talvez tudo finalmente fosse perfeito. Mas Jesus sabia que seu reino não era deste mundo. Onde quer que Jesus fosse, multidões o seguiam. Milhares caminhavam por dias apenas para ver seu rosto ou ouvir sua voz. As pessoas tocavam a borda de suas roupas. Mães levantavam seus bebês para sua bênção. Crianças corriam para ele e seguravam suas mãos. Mas quanto mais famoso ele se tornava, mais sozinho ele estava. Ele sabia que muitos o seguiam por milagres, por pão, por cura, mas poucos realmente entendiam seu coração. À noite, ele frequentemente subia a montanha sozinho para orar. Ele falava com seu pai no céu por horas, às vezes a noite toda. Seu coração estava cheio de amor, mas também de tristeza porque ele via o que os outros não podiam ver. Um dia, Jesus entrou em uma cidade chamada Jericó. As pessoas enchiam as ruas tentando vê-lo. Havia um homem chamado Zaqueu. Ele era rico. Ele era um coletor de impostos. As pessoas o odiavam porque ele frequentemente pegava dinheiro extra e o guardava. Mas Zaqueu queria ver Jesus. O problema, ele era muito baixo. Então ele correu à frente da multidão e subiu em uma figueira para ter uma visão melhor. Quando Jesus passou, ele parou debaixo da árvore, olhou para cima e disse: "Zaqueu, desça. Tenho que ficar em sua casa hoje." As pessoas ficaram chocadas. Ele vai comer com um pecador. Mas Zaqueu foi tocado. Ele desceu alegremente e disse: "Senhor, darei metade dos meus bens aos pobres, e se eu tiver enganado alguém, devolverei quatro vezes mais." Jesus sorriu e disse: "Hoje, a salvação veio a esta casa." Em uma pequena vila, Jesus visitou uma casa para jantar. Enquanto todos comiam, uma mulher entrou silenciosamente. Ela carregava um frasco de perfume muito caro, talvez tudo o que ela possuía. Ela não falou. Ela foi direto para Jesus. Com lágrimas nos olhos, ela caiu aos seus pés. Suas lágrimas tocaram seus pés. Ela os enxugou com seus cabelos. Então ela derramou o perfume em seus pés e os beijou repetidamente. As pessoas ao redor ficaram chocadas. Por que ele está deixando ela tocá-lo? Ela é uma mulher pecadora. Mas Jesus disse: "Ela mostrou grande amor. Seus muitos pecados são perdoados. Onde quer que minha história seja contada, seu amor será lembrado." Jesus tinha muitos seguidores, mas ele escolheu 12 homens para serem seus companheiros mais próximos. Eles não eram ricos, não eram educados, apenas pescadores, coletores de impostos e homens comuns. Seus nomes eram Pedro, Tiago, João, André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, Tadeu e Judas Iscariotes. Ele viveu com eles, caminhou com eles, comeu com eles. Ele riu com eles, chorou com eles, ensinou-lhes tudo sobre Deus, sobre o amor, sobre a vida. Eles eram sua família. Mas ele sabia que um deles logo o trairia. As pessoas às vezes tentavam afastar as crianças de Jesus. Mas ele disse: "Deixem que as criancinhas venham a mim. Não as impeçam. O reino dos céus pertence a elas." Ele as levantou em seus braços. Ele as abençoou. Ele disse a todos para se tornarem como elas. Simples, confiantes, puros. Jesus frequentemente contava parábolas, histórias curtas com significados profundos. Eram fáceis de entender, mas cheias de verdade. Um dia ele contou a história do bom samaritano. Um homem foi espancado por ladrões e deixado na estrada. Um sacerdote e um homem religioso passaram. Eles não ajudaram. Mas um samaritano, alguém de um grupo que os judeus não gostavam, parou. Ele ajudou o homem, limpou suas feridas, o levou em segurança e pagou por seus cuidados. Jesus disse: "Vá e faça o mesmo." Outro dia, ele falou sobre o filho pródigo. Um jovem pegou o dinheiro de seu pai e fugiu. Ele desperdiçou tudo e ficou pobre e faminto. Ele voltou para casa envergonhado. Mas o pai correu para ele, o abraçou, o beijou e celebrou. Jesus disse: "Deus é como esse pai, sempre pronto para acolher seus filhos perdidos." Quando Jesus se aproximou de Jerusalém, ele olhou para a cidade, linda, movimentada, cheia de gente. E ele começou a chorar. Jerusalém, Jerusalém, quantas vezes quis reunir teus filhos como uma galinha reúne seus pintinhos debaixo de suas asas, mas vocês não quiseram. Ele viu o que os outros não viam. A dor, a cegueira, o perigo que se aproximava. Seu coração se partiu, não por si mesmo, mas pelo povo. Perto de Jerusalém, Jesus viu uma figueira cheia de folhas, mas quando ele verificou, não havia frutos. Ele disse: "Que ninguém jamais coma frutos de você novamente." No dia seguinte, a árvore estava seca. Era uma mensagem. Parecer bom por fora não é suficiente. Um coração sem frutos é vazio. Então ele entrou no templo, a casa de Deus. Ele viu pessoas comprando e vendendo, enganando os outros. Jesus ficou com raiva. Ele virou as mesas e disse: "Minha casa será chamada casa de oração, mas vocês a fizeram um covil de ladrões." As pessoas ficaram chocadas. Alguns aplaudiram. Outros começaram a odiá-lo ainda mais. Entre os doze, um coração estava mudando. Judas Iscariotes. Ele começou a se sentir desapontado. Talvez ele quisesse dinheiro. Talvez ele quisesse que Jesus se tornasse um rei poderoso, não um servo sofredor. Ele se encontrou secretamente com os líderes religiosos. Eles lhe ofereceram 30 moedas de prata para trair Jesus. E ele concordou, mas ninguém sabia. Ele sorriu. Ele caminhou com os outros. Ele ouviu as palavras de Jesus. Mas seu coração estava longe. Jesus passou os últimos dias ensinando no templo. Ele falou sobre perdão, sobre humildade, sobre estar pronto para Deus. Ele disse: "O maior entre vocês deve ser seu servo. Ama o Senhor teu Deus de todo o teu coração, alma e mente. Ama o teu próximo como a ti mesmo." Todas as noites ele saía da cidade para uma colina tranquila chamada Monte das Oliveiras. Ele se sentava com seus discípulos sob as estrelas. Ele orava. Ele os advertia. Em breve o Filho do Homem será entregue. Vocês todos fugirão. Mas não tenham medo. Eu venci o mundo. Suas palavras eram cheias de amor, cheias de dor, cheias de paz. Ele sabia o que estava por vir, mas escolheu o amor. Ele escolheu ficar. A cidade de Jerusalém estava movimentada. Lâmpadas estavam acesas. Pessoas estavam andando. Sons de risadas vinham de casas. Mas em um pequeno quarto longe do barulho, algo sagrado estava acontecendo. Jesus havia pedido a dois de seus discípulos para encontrarem um lugar. Vão, disse ele. Vocês encontrarão um homem carregando um jarro de água. Sigam-no. Ele lhes mostrará um quarto. Preparem uma refeição lá. Eles fizeram exatamente isso. E quando a noite chegou, Jesus entrou naquele quarto silencioso com seus 12 amigos mais próximos. O quarto era simples. Uma mesa baixa, pão, vinho, o cheiro de cordeiro cozido, o som de sandálias roçando o chão. Jesus olhou para os rostos de seus discípulos, olhos que ele amava, pés ao lado dos quais ele havia caminhado, mãos que ele havia segurado. Ele sabia que seria a última ceia deles juntos. Ele se levantou silenciosamente, tirou sua túnica externa, amarrou uma toalha em sua cintura. Então lentamente ele foi a cada um deles e começou a lavar seus pés. Não apenas Pedro, não apenas João, mas todos, até Judas. O quarto estava em silêncio. Pedro disse: "Senhor, você não pode lavar meus pés." Jesus respondeu gentilmente. Se eu não te lavar, você não tem parte comigo. Pedro, cheio de emoção, disse: "Então lave todo o meu corpo." Jesus sorriu. Vocês já estão limpos, mas não todos vocês. Ele sabia que Judas já havia tomado sua decisão, mas ainda assim o lavou. Ainda assim o amou. Depois de lavar seus pés, Jesus voltou para a mesa. Ele pegou o pão em suas mãos, levantou-o. Ele olhou para eles lentamente, um por um, então partiu o pão. Tomem e comam. Isto é o meu corpo dado por vocês. Então ele levantou o cálice. Bebam dele todos vocês. Este é o meu sangue, a nova aliança derramada para o perdão dos pecados. Suas mãos tremiam enquanto o pegavam. Seus olhos não entendiam completamente, mas seus corações podiam sentir. Algo profundo estava acontecendo. Então sua voz ficou suave. Um de vocês me trairá esta noite. O silêncio caiu como chuva pesada. Um por um eles se olharam, confusos, assustados. Sou eu, Senhor? Sou eu? Jesus disse: "É aquele que mergulha seu pão comigo." Naquele momento, Judas mergulhou seu pão. Jesus olhou para ele, não com raiva, mas com dor e amor. Ele disse baixinho: "O que você vai fazer, faça-o rapidamente." Judas se levantou, seu rosto estava frio, suas mãos apertadas, seu coração escuro, e ele saiu. Após a refeição, Jesus e os outros saíram do quarto. A noite estava fresca, as estrelas estavam acesas. Eles caminharam em direção a um lugar tranquilo, o Jardim do Getsêmani. Ao longo do caminho, Jesus falou muitas palavras finais, palavras cheias de amor, cheias de esperança, cheias de despedida. Ele disse: "Não se turbe o vosso coração. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Vou preparar um lugar para vocês. Eu sou a videira. Vocês são os ramos. Permaneçam conectados a mim. Amem uns aos outros como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: dar a sua vida por seus amigos. Ele sabia que seu tempo estava próximo, mas sua voz estava calma. Seu coração ainda estava cheio de paz. Eles chegaram ao jardim. Ele disse a seus discípulos: "Sentem-se aqui enquanto eu vou orar." Então ele levou Pedro, Tiago e João com ele. Seu rosto havia mudado. Ele estava profundamente aflito. Ele disse: "Minha alma está sobrecarregada de tristeza. Fiquem aqui. Vigiem comigo." Ele caminhou um pouco mais. Então ele caiu no chão. E ele orou: "Pai, se possível, afasta de mim este cálice, mas não seja a minha vontade, mas a tua." Suas mãos agarraram o chão. Sua testa tocou a terra. Suas lágrimas caíram como chuva. Ele estava em tanta dor que seu suor se tornou como gotas de sangue. Ele voltou para seus discípulos. Eles estavam dormindo. Ele gentilmente os acordou. Vocês não puderam ficar acordados comigo por 1 hora? Novamente. Ele foi orar novamente. Ele voltou novamente. Eles estavam dormindo. Ele não gritou. Ele não os deixou. Ele entendeu sua fraqueza. Ele orou sozinho, mas nunca com raiva. Sempre com amor. Enquanto as estrelas se moviam pelo céu, um som veio da distância. Passos, tochas, espadas. Jesus ficou calmo. Judas os liderava. Ele caminhou para frente, sorrindo. Ele beijou Jesus na bochecha e disse: "Saudações, Rabi." Jesus olhou em seus olhos. "Judas, você trai o Filho do Homem com um beijo?" Os soldados avançaram. Pedro sacou uma espada. Ele cortou a orelha de um homem, mas Jesus disse: "Guarde sua espada." Ele tocou a orelha do homem e o curou. Mesmo na traição, Jesus curou. Mesmo no momento mais sombrio, ele mostrou bondade. Eles amarraram as mãos de Jesus, o levaram embora. Seus discípulos correram, medo em seus corações. Apenas Pedro e João o seguiram de longe. A mesma multidão que um dia gritou hosana agora estava cheia de pessoas que vieram com cordas e mentiras. Mas Jesus não lutou. Ele caminhou lentamente, pacificamente. Ele não estava apenas caminhando para a dor. Ele estava caminhando para o amor. Ele sabia que este não era o fim, mas um começo. Pedro seguiu. Seu coração estava confuso. Ele esperou do lado de fora da casa onde Jesus foi levado. Uma serva o viu. "Você não é um de seus seguidores?" Pedro disse rapidamente. "Não, eu não o conheço." Outra disse: "Eu te vi com ele." "Juro que não conheço o homem." Três vezes, Pedro negou. E então um galo cantou. Pedro lembrou-se das palavras de Jesus. "Antes que o galo cante, você me negará três vezes." Pedro correu para fora e chorou amargamente. Seu coração estava partido, mas não para sempre. Enquanto outros dormiam, Jesus estava sendo interrogado, espancado, ridicularizado, cuspido, mas ele não disse nada. Não porque ele era fraco, mas porque ele estava cheio de força e amor. Naquela noite, o mundo ficou mais frio, mas seu coração ainda estava quente. Esperando pelo amanhecer. Esperando pela cruz. Parte quatro. A cruz, o grito e o amor sem fim. O sol ainda não havia nascido. O céu ainda estava escuro. Mas dentro do tribunal do sumo sacerdote, Jesus já estava de pé, mãos atadas, rosto inchado, sangue nas bochechas. Os líderes religiosos o interrogaram, não porque queriam saber a verdade, mas porque queriam um motivo para matá-lo. Eles o levaram a Pilatos, o governador romano. Pilatos olhou para ele, silencioso, calmo, ferido. Ele perguntou: "Você é o rei dos judeus?" Jesus respondeu: "Você diz que eu sou." A multidão do lado de fora estava crescendo, vozes furiosas, gritos. As pessoas estavam acordando cedo, não para trabalhar ou orar, mas para gritar. "Crucifique-o! Matem-no! Queremos Barrabás!" Pilatos perguntou por quê? Que crime ele cometeu? Mas a multidão não se importava com a verdade. Eles só se importavam com o ódio. Pilatos lavou as mãos. Sou inocente do sangue deste homem. E Jesus foi entregue. Os soldados o levaram. Eles riram. Eles zombaram. Eles colocaram uma túnica púrpura nele. Eles fizeram uma coroa de espinhos, afiada, cruel, e a empurraram em sua cabeça. Sangue escorreu por sua testa. Eles o bateram com varas, cuspiram nele, se ajoelharam diante dele, fingindo que ele era um rei. Então eles tiraram a túnica, lhe deram suas próprias roupas e o fizeram carregar uma pesada cruz de madeira. Suas costas já estavam sangrando dos chicotes. Mas ainda assim ele caminhou. Passo a passo, dor a dor, ele caiu de novo e de novo. Um homem chamado Simão, de Cirene, foi puxado da multidão para ajudá-lo a carregar a cruz. Mulheres choravam enquanto ele passava. Ele olhou para elas, não com raiva, mas com amor. Não chorem por mim, disse ele. Chorem por vocês mesmas e por seus filhos. A colina era chamada Gólgota, o lugar da caveira. Lá eles o deitaram na madeira. Um soldado segurou seu braço direito. Outro segurou seu esquerdo. Um terceiro pegou um prego. E com um forte golpe de martelo, começou. Através da carne, através do osso, através da madeira, uma mão, depois a outra, depois seus pés, e eles levantaram a cruz. O céu olhou em silêncio. A terra prendeu a respiração. As pessoas ficaram ao redor observando. Alguns riam, alguns choravam, alguns apenas olhavam fixamente. Ele não estava sozinho. Dois criminosos também estavam pendurados. Um à sua esquerda, outro à sua direita. Um gritou: "Se você é o filho de Deus, salve a si mesmo e a nós." O outro disse: "Nós merecemos isso. Mas ele não fez nada de errado. Jesus, lembra-te de mim quando vieres ao teu reino." Jesus virou a cabeça mesmo na dor. Sua voz era suave. Hoje você estará comigo no paraíso. Abaixo da cruz estava sua mãe Maria. Seus olhos cheios de lágrimas, seu coração partido, seu bebê sangrando, morrendo. Ao lado dela estava João, o discípulo que Jesus amava. Jesus olhou para eles. Mesmo na dor, ele pensou neles. Ele disse: "Mulher, eis o teu filho." E para João: "Eis a tua mãe." O céu começou a mudar. Nuvens escuras cobriram o sol. Era meio-dia e de repente uma escuridão caiu sobre a terra. Três horas de silêncio, três horas de dor, 3 horas de céu observando. Então Jesus falou. Sua voz estava fraca, mas suas palavras eram fortes. Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem. Ele não gritou maldições. Ele não pediu vingança. Ele pediu misericórdia para aqueles que o machucaram. A multidão ficou em silêncio. Seu corpo tremia. Seus lábios secos. Ele sussurrou: "Tenho sede." Um soldado pegou uma esponja, mergulhou-a em vinho azedo, levantou-a até sua boca. Jesus provou. Então ele olhou para cima. Seu momento final havia chegado. Seu peito se ergueu. Seus olhos olharam para o céu. Ele gritou: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" A dor em seu corpo não era nada comparada ao silêncio do Pai. Mas mesmo assim, ele não desistiu. Ele respirou fundo pela última vez e então disse as palavras que mudaram o mundo para sempre. "Está consumado." Ele baixou a cabeça e sussurrou: "Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito." E ele morreu. A terra tremeu, rochas se quebraram, túmulos se abriram, o céu chorou. A cortina no templo, grossa, alta, forte, rasgou-se em duas partes. De cima a baixo, o caminho para Deus estava agora aberto. Um soldado romano que estava perto sussurrou: "Certamente este homem era o filho de Deus." Seu corpo foi retirado gentilmente, envolto em linho, colocado em um túmulo, uma pedra rolada em frente. Silêncio. Mas este não é o fim. Depois que Jesus morreu na cruz, seu corpo foi colocado em um túmulo. Uma grande pedra foi rolada em frente ao túmulo para fechá-lo. Soldados ficaram do lado de fora para guardá-lo, para que ninguém pudesse entrar ou levar seu corpo. As pessoas estavam de coração partido. Seus seguidores pensaram que estava acabado. O homem que eles amavam se foi. Mas então algo inacreditável aconteceu. 3 dias depois, bem cedo pela manhã, algumas mulheres vieram ao túmulo, mas a pedra estava rolada para o lado. O túmulo estava vazio. No início, elas ficaram chocadas, confusas. Onde estava Jesus? Então um anjo apareceu e disse: "Não tenham medo. Jesus não está aqui. Ele ressuscitou." Jesus voltou à vida. Sim, verdadeiramente. Ele derrotou a morte. Depois disso, ele apareceu a seus seguidores. Não apenas uma vez, mas muitas vezes. Ele lhes mostrou suas mãos. Ele falou com eles. Ele comeu com eles. Ele lhes deu esperança novamente. Ele estava vivo, exatamente como havia prometido. Não foi o fim. Foi um novo começo. Jesus provou que o amor é mais forte que a morte. Que a verdade e a luz sempre vencerão. E agora, meus queridos amigos, antes de terminarmos esta jornada poderosa, vamos reservar um momento para lembrar o que Jesus realmente nos ensinou. Ele não apenas viveu. Ele amou profundamente. Ele não apenas falou. Ele curou, perdoou e elevou os outros. Ele não usou uma coroa de ouro. Ele usou uma coroa de espinhos e ainda assim escolheu perdoar. Ele não construiu um palácio. Ele construiu corações. O que podemos aprender com sua vida? Ame a todos, até aqueles que te machucam. Seja gentil e honesto, mesmo quando o mundo é injusto. Ajude os outros, mesmo que você não receba nada em troca. Fale a verdade, mesmo quando for difícil. Perdoe mesmo quando eles não pedem desculpas. Acredite em si mesmo. Você está aqui por um motivo. Nunca desista, mesmo quando dói. Jesus nos mostrou que a verdadeira força não está em lutar, mas em perdoar. O verdadeiro poder não está em ter tudo, mas em dar tudo. E o verdadeiro sucesso não é fama ou dinheiro. É em quantas vidas você toca. Então, se hoje você se sente quebrado, perdido ou cansado, lembre-se que Jesus também foi traído, machucado e sozinho, mas ele ainda escolheu o amor e esse amor mudou o mundo. Agora, meus amigos, se esta história tocou seu coração, se você aprendeu algo novo hoje, se você acredita que o amor, a bondade e a verdade ainda importam, então por favor, inscreva-se em nosso canal para mais histórias lindas como esta para aprender inglês através de poderosas lições de vida. Vamos crescer juntos, aprender juntos e tornar este mundo um pouco melhor. Uma história de cada vez. Obrigado por assistir. Que o amor e a paz estejam sempre com você.