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[Música] [Aplausos]
Eu quero trazer esse tema aqui hoje para vocês, principalmente quando estamos passando em fase de jornada. Eu me deparo muito aqui com histórias, com lindas histórias, e muitas mulheres estando no lugar do seu sofrimento emocional e passando por uma dor emocional, né?
E quando eu trago alguns conhecimentos como sair desse lugar de sofrimento, né, de dor, porque na verdade eu quero até trazer uma explicação aqui que é muito importante: a diferença entre a dor e o sofrimento. E é algo que eu já trouxe aqui. Eu acredito que tem várias aqui acompanhando pela primeira vez ou nunca se deparou, né, com esse conhecimento aqui comigo.
Antes de falar sobre a limpeza emocional, quando nós nos deparamos com uma experiência conflitante, né, de alto impacto emocional, e essa experiência a gente não consegue processar, essa experiência, eh, o que que acontece? Uma dor surge, né, um estresse surge, um incômodo surge. Aqui entra uma grande diferença. Você pode permanecer naquela dor. Sabe quando você discute com alguém no trabalho, ou com alguém, algum amigo, alguém da família, e ali você passa pela experiência? Você tem duas opções: você resolver aquilo naquele momento, ou você levar tudo aquilo que você sentiu para a sua casa, além daquele lugar, além daquele espaço.
Isso acontece com as pessoas. Passa por experiências conflitantes, não consegue processar e vão para casa. Leva essa experiência para casa. Ou seja, na casa, né, talvez está passando também por essa experiência dentro de casa. E o que que acontece? Continua ruminando aquela experiência, ruminando todos aqueles sentimentos que surgiram lá. Fica se comunicando com diálogo interno sobre aquela experiência. Por que que eu não falei? Por que que eu falei? Nossa, eu preciso falar isso. Decorando falas para falar com aquela pessoa.
Então, todas as vezes que a gente permanece naquele lugar de sofrimento, tá, de dor, quer dizer, a gente passa a sofrer. Porque a dor, ela faz parte do processo de desenvolvimento, de construção da vida. A dor faz parte da vida. Como assim, Juliana? Para nascer dói, para crescer dói. Então, tem muitos processos na nossa vida que dói, tá? Só que é passageiro, precisa ser passageiro. É uma dor que precisa passar. Se não passar, você entra em sofrimento.
Imagina o nascimento, o parto. Quem teve bebê aí, teve filho, vai saber o que eu estou falando. Na hora do parto, tem um tempo certo para o bebê nascer, concorda? Se o bebê não nasce no tempo certo, e dói, dói. Eu tive parto normal, eu sei o que é. E também aquilo dói para o bebê, né? Então, dói. O processo é dolorido, só que ele vai passar. Se não, eh, acontecer no tempo determinado ali, o que que acontece? O bebê vai entrar em sofrimento. Sofrimento. E aí, o que que vai acontecer? Sofrimento para o bebê, sofrimento para a criança, sofrimento para todas, toda a família ali, que está ali na expectativa do nascimento desse bebê.
Então, presta bem atenção aqui, que isso aqui é chave, é ouro aí no seu dia a dia. Quando acontece uma experiência conflitante, você pode, você pode, deve processar essa experiência. Como, Juliana? Se expressando. Toda e qualquer experiência que surge, uma emoção, tá, que surge uma emoção aí dentro de você, você pode processar essa experiência liberando essa emoção que surge naquele momento, expressando-se, se posicionando, liberando.
Quando alguém faz algo que você sente raiva, você pode falar para essa pessoa que você não gostou daquilo que ela falou para você, que ela está invadindo o seu espaço, sei lá. Você precisa expressar de uma forma inteligente, tá bom? Aqui entra a inteligência emocional. Se você não libera, não consegue processar essa emoção, essa emoção vai permanecer em seu corpo. Em seu corpo. Quando a gente fala cérebro, mente, mente, né, dá a ideia que é só no cérebro. Não é em cada parte do seu corpo. E cada experiência, dependendo da emoção, pode condensar em uma região do seu corpo, pode somatizar uma dor, porque ali houve uma descarga emocional muito intensa e você não conseguiu liberar aquela, aquela emoção, e aquilo ficou ali guardadinho.
Sabe o que que vai acontecer? Ela precisa sair. Anota isso. Toda e qualquer emoção precisa ir, precisa sair, precisa ser liberada, tá? A palavra emoção em latim significa "emov", que é movimento de dentro para fora. Por isso que o combustível do comportamento são as emoções. Você só reage ou age diante de uma situação porque uma emoção foi acionada em seu organismo. Tem códigos em cada emoção que são os hormônios, ali, né? Cada hormônio tem uma função de trazer uma reação primitiva, né, automática do seu corpo.
Por exemplo, o medo. O medo, a gente tem aí como movimento: atacar, correr ou paralisar. É automático, é primitivo, tá? Então, assim, ó, faz parte da nossa natureza por proteção. Se você reage diante de uma emoção por falta de conhecimento, por falta de inteligência emocional, você acaba se arrependendo depois, porque toda reação que vem de forma inconsciente a partir de uma emoção, você apenas reage para se proteger. Então, você vai atacar. Isso acontece na raiva.
A tristeza já é uma emoção diferente. A tristeza, ela tem como objetivo principal de nos trazer ali em um estado de restauração. Essa é a função da tristeza: restauração. Quer ver só? Uma mulher, uma criança que passou por abuso sexual, que leva essa dor, essa ferida emocional para a fase adulta. Lá naquela experiência, ela sentiu muita raiva. É natural. A raiva surge por proteção. Só que, eh, pode ter um misto de emoções aqui como possibilidade: o medo inicialmente, e depois a raiva. Só que ela não consegue expressar a raiva porque ela não tem força, né? Ela não consegue expressar essa raiva. Ela vai fazer o quê? Ela vai, em vez de explodir, ela vai implodir. Ela vai, eh, trazer um movimento para dentro.
Essa raiva, por não ser processada, ela vai vir aquele "bum". Todo aquele aí, aqui surge várias, várias possibilidades na fase adulta: a automutilação, eh, rejeição, todos os sentimentos de punição, porque vem pela punição, né? Se ela não processou essa raiva, essa raiva vai se transformar em tristeza. Imagina só, vem um "bum" de raiva, eu não consigo expressar essa raiva, essa energia da raiva vai sendo drenada, drenada, drenada, e vem a tristeza por eu não ter conseguido expressar a minha raiva. Então, a raiva, ela pode se transformar em tristeza.
Outra emoção que pode se transformar, que pode fazer uma mudança de polaridade, é o medo. Pode ser expressada no formato de raiva. Eu lembro uma vez que eu recebi uma cliente no consultório, e foi o esposo dela que levou ela até mim. E a dor deles é que ela vivia em ataque, ela sentia muita raiva o tempo todo, e isso prejudicava toda a família, o esposo, os filhos. E quando nós fomos investigar o que tinha por trás desse excesso de raiva, a gente descobriu uma ferida emocional do abandono, e que tinha um excesso de medo, na verdade, estava por trás o medo. E para ela se proteger daquilo que ela viveu um dia, não querendo viver aquilo novamente, ela passa a sentir raiva. Ela começa a atacar para se proteger.
Olha como é, olha como é complexo e ao mesmo tempo lindo como a emoção processa em nós. É tudo questão de percepção, questão de necessidade, questão de proteção. E aqui entra o tema: a importância da limpeza emocional no processo de autocura. Fala aqui para mim nos comentários. Imagine que você recebe uma semente muito importante para sua vida e você tem que plantar essa semente. E em sua frente tem dois tipos de terreno: um terreno é sujo, muito sujo. O outro terreno é limpo. Em qual desses terrenos você vai plantar sua semente? No terreno sujo ou no terreno limpo? Me diz aqui nos comentários, em que terreno você vai plantar a sua semente?
Mas se eu disser para vocês que vocês estão plantando sementes diariamente em um terreno sujo? Quem aqui, quem aqui faz um processo, técnicas, exercício para limpeza emocional, específico para emoção? Tá, vamos lá. Vai ter aquela que vai falar: "Eu faço oração". Mas como é sua oração? Qual é a intenção? Porque dentro da oração tem uma intenção, né? Qual é a intenção dessa oração? A maioria das pessoas, e eu falo porque eu já participei de um estudo sobre oração, como é a oração, né? Foram 110 pessoas, e as pessoas precisavam descrever como era a oração. E a maioria das orações é pedindo, clamando, pedindo ajuda. A maioria das orações eram pedindo ajuda. Olha aqui que interessante, né? Isso aqui é um insight para muitas, viu?
Pois bem, deixa eu falar uma coisa para vocês. É necessário a gente passar por um processo de limpeza emocional de forma intencional, porque o poder daquilo que estamos experienciando, vivendo, pensando, falando, se encontra na intenção. Tá? Se não tiver intenção, aquilo que você está vivendo não tem a força. Então, existem técnicas específicas, tá, dinâmicas, exercícios específicos para limpeza emocional. E uma das ferramentas principais nesse processo se chama respiração. Respiração. Anota isso.
Respiração é o principal alimento do ser humano. Nós ficamos sem beber água por dias, sem comer por dias, mas sem, não ficamos minutos. Tá? E a respiração, além de ser um alimento, também é um processo de limpeza físico e emocional. É um indicador do seu estado emocional. Se você passar a observar sua respiração e começar a modelar a sua respiração de forma tranquila, harmônica, tá, o ar entrando e saindo de forma harmônica por alguns momentos da sua vida, você já vai ter vários ganhos aqui. Vários ganhos. É inexplicável. Coisa tão simples, né?
"Ai, como assim? Como assim, você só com a respiração você consegue fazer uma limpeza?" Sim. Só com a respiração você consegue fazer uma limpeza. E como, Juliana? Se você inspira pelo nariz e exala pela boca, intencionando a limpeza, você já consegue ter ganhos aqui. Por quê? Porque a nossa mente, ela é totalmente direcionada para aquilo que nós estamos, eh, sugando. E quando nós trazemos uma sugestão aí para a mente, ela obedece.
Tá? Eu gosto muito, como vocês já sabem, né? Eu sou cristã, mas não tem nada a ver aqui com religião nem crença, mas eu, eu gosto de trazer aquilo que eu acredito, tá? E tem uma parte, um versículo que fala: "Transformai-vos pela renovação da nossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." Só através da renovação da nossa mente que nós podemos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Lá em Romanos 12:2. Mais uma vez, isso aqui é aquilo que eu acredito, mas foca na palavra. Talvez você não, não tem o hábito de ler a Bíblia ou não acredita, e tá tudo certo, mas traz a interpretação dessas palavras.
E eu quero trazer aqui, focando na boa, agradável e perfeita, e perfeita vontade daquele que criou o criador, o universo, partícula divina, não sei como você chama. Gente, isso é tão poderoso que a gente não tem noção, sabe? Se a gente pegasse isso aqui para nossa vida, muitas coisas mudariam. E por que que a gente precisa renovar a mente? Porque quando nós nascemos, nós nascemos com uma programação já, já, né? Já vem na nossa genética uma programação básica.
Tanto é, eu não esqueço disso nunca, gente. Quando meu filho nasceu, é uma experiência muito emocionante. Quando meu meu filho nasceu, ele, e já colocou ele aqui em mim, né, para amamentar. Como eu disse, foi normal, todo sujinho, gente. Ele chegou aqui na minha barriga e ele sentiu o cheiro do leite. E sabe quem já teve, eh, animal aí, o cachorrinho que fica farejando assim para caçar o peito da mamãe, desse jeitinho? Sabe, com olhinho ainda tentando abrir? E ele já foi fazendo um movimento para encontrar o meu peito e ali ele amamentou. Eh, a primeira experiência dele. Aquela aquele movimento marcou minha vida, sabe? E eu levo para sempre, porque a gente já vem com o instinto, uma programação básica.
E a gente vem também com crenças em nosso DNA, com padrões de comportamento, com padrões de emoção. Mas muito, a maioria da nossa programação acontece na infância, da barriga da mamãe, na fase intrauterina, até 7 anos de idade. E aí entra aqui a renovação da mente. É uma, é sabedoria, óbvio, né? Sabedoria. E nós precisamos renovar, porque existe uma estrutura que nos é apresentada. Tudo que a gente aprende lá na infância, que muitas vezes não faz sentido para a fase adulta e que muitas vezes nos prejudica na fase adulta, porque mamãe e papai também vêm de uma programação e eles acabam repetindo tudo aquilo que eles viveram um dia, né? E inconscientemente, na maioria das vezes, e conscientemente por achar que é o melhor para nós.
Então, chega um momento da nossa vida, a gente precisa renovar a nossa mente. E quando a gente entende isso, a gente precisa renovar a nossa mente todos os dias, porque todos os dias a gente se depara em ambiente com informações de tudo quanto é tipo. Quem aí assiste um, um, sei lá, jornal, aí vê um noticiário de uma tragédia, escuta uma música que é horrível, e tá tudo aqui, ó. Você tá tudo consumindo. É tudo consumo, gente. Alimento não é só comida, tá? Não é só verdura, frutas. Não. Aquilo que a gente vê, aquilo que a gente escuta, também é um alimento para a nossa, o nosso ser, tá? Também é um alimento para nós. Já começa aí. Já começa aí.
Eu sempre ensino o jejum de informações. Não faz jejum de alimentos? Pois é. No momento você faz jejum de alimentos. Quem costuma fazer jejum, faz jejum de informações? Não fala nada. Tá lá falando, né? "A boca fala o que o coração sente." Então, é, a pessoa, ela não tem noção, sabe? Ela tá lá na fofoca, aí ela tá lá querendo escutar os problemas das pessoas, ou tá carregada de problemas, de coisas negativas. Quando você se depara com a pessoa negativa, não julga essa pessoa. Não. Essa pessoa, ela já vem sendo moldada dentro de um ambiente com informações negativas. Ela aprendeu ser assim. Sim. E é automático, é natural. Ela nem sabe. Ela nem consegue, às vezes, ela até tenta sair desse padrão.
Até músicas. Nossa, gente. Gente, deixa eu falar uma coisa para vocês. Falar baixinho aqui. O sistema utiliza a música para manipular a sociedade. É a música. Ela tem uma frequência, à parte das letras, de tudo. É frequência, gente. É frequencial mesmo. É a física quântica aí para provar isso. É ciência, tá? É real, não é místico, não. E aí, quando você tá lá no lugar e tá uma música rodando, e você vê a questão da qualidade da letra da música, aquilo tá interferindo no movimento fisiológico do corpo, hormonal. Então, é sério. E festas, bares utilizam da música para que as pessoas passem a consumir mais, a beber mais. Aí entra várias outras coisas aqui, né, que totalmente de mudança fisiológica no organismo. Então, cuidado com aquilo, aquilo que você consome de informações, porque o seu processo começa aí.
De autocura, voltando na parte de autocura aqui. Quando a gente fala de autocura, a nossa capacidade de restaurar a nossa saúde. Ou seja, a minha saúde, ela já foi em perfeita ordem. Eu sou o meu ser. Eu já sou saudável. Eu sou próspera. Eu sou abundante, luz. Mas eu vou passando por experiências e eu vou me esquecendo disso. Eu vou me esquecendo disso. E quando a gente entra em um processo, e que já se encontra ali em uma doença, quando tem doença, tem conflito, tá bom? A gente precisa entender que eu não sou doente, eu estou doente. Eu não sou ansiosa. Quem fala que é ansiosa, você não é, você está ansiosa. Você, ah, eu sou depressiva. Você não é depressiva, você está depressiva. Você não é procrastinadora, você está procrastinadora.
O seu ser, sabe? A matriz do seu ser, você foi criada em perfeita ordem. O seu plano é em perfeita ordem, é um plano perfeito para prosperar. Isso é fato, tá? Só que em algum momento você esqueceu de quem você é. Olha que a importância do autoconhecimento. "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." Também para mim faz muito sentido. E aqui entra várias coisas: a verdade da sua história, porque às vezes você está alimentando uma história que não é sua, é uma história distorcida, porque você não compreendeu lá.
E eu já contei uma, eu já contei isso aqui. Eu tenho uma aluna que, na primeira sessão do processo terapêutico, ela conquistou o objetivo que ela trouxe para o processo terapêutico. Ela conquistou a autocura dela na primeira sessão. Juliana, real, na primeira sessão. Isso acostuma acontecer não porque a maioria das vezes é dentro do processo, mas acontece, sabe, gente? Ela carregou a vida inteira uma história no qual essa história dizia que o pai dela havia abandonado ela, havia abandonado a família dela, e que o pai dela não gostava dela. Disseram isso para ela. Ela carregou isso pra vida inteira. E na primeira sessão, isso até me emociona, na primeira sessão, ela entendeu que tudo aquilo que disseram para ela, ela era mentira. Ela sentiu isso, e ela foi buscar essa informação. Ela foi em busca da verdade. Ela nunca tinha ido em busca da verdade. Ela não conversava com o pai dela mais. Pois ela mandou uma mensagem pro pai dela assim. Ela fez todo mundo chorar.
Nossa, tira dúvidas. Isso acontece muito na formação TPM, né? E ali um processo aconteceu e a cura surgiu. Imagina só, ela foi até o pai dela escutar a história, e o pai dela teve a oportunidade de falar para ela a verdade. Imagina então quando a gente fala dessa verdade, e é a verdade que se encontra dentro da história, né? Todo esse processo de autoconhecimento é necessário. Não existe autocura sem o autoconhecimento. Não existe a autocura se conquista através do autoconhecimento.
A liberação emocional, essa parte de limpeza emocional, é de extrema importância na autocura. Pra gente conquistar a autocura, pra gente acessar essa causa, primeiro a gente acessa essa causa, né? Né, através da investigação, de buscar as possibilidades. Falei sobre isso no story, porque são possibilidades. São possibilidades. Estamos falando de memórias. E memórias, a nossa mente tem capacidade de modificar as memórias e de criar memórias, sabiam disso? Então, a gente trabalha com possibilidades, não afirmação.
Então, a partir do momento que a gente acessa essa experiência conflitante que modelou uma ferida emocional, e por isso que você tá no sofrimento aí, em uma dificuldade, em uma limitação na sua vida, tá? Nesse momento surgiu uma emoção que não foi liberada, que tá lá guardadinha, ressoando, sabe? Quando foi 4 anos de idade, 3 anos de idade, vida uterina? Como assim, Juliana? Que louco. É fato. A memória fica ali em você. E se tem memória, tem emoção. Só é possível gravar uma memória a longo prazo com uma emoção ou por repetição, sabe? Por repetição. Só que o maior impacto é quando tem uma emoção predominante ali. E a gente tem que limpar essa emoção. E tem técnicas para isso.
E a gente precisa trazer um conteúdo novo. Tem gente que às vezes precisa fazer uma dieta para uma limpeza no organismo, ou porque talvez está passando por um processo alérgico, não sei. Então, quando ela começa a fazer esse processo, né, ela tem que começar a tirar os alimentos que vêm prejudicando. E depois ela vai substituir com quê? Ela vai substituir com alimentos saudáveis, coerentes com aquilo que ela deseja. E é isso que acontece com as informações. É isso que acontece com a nossa mente. Não adianta você agora, ah, não, agora eu vou consumir somente informações saudáveis, eu vou começar a ser mais consciente nesse processo. Mas dentro de você já tem várias informações desde sempre que você vem carregando. Ela vai permanecer. Você tem que fazer algo para limpar isso que se encontra aí dentro de você.
É a mesma coisa de pegar uma garrafa de água. Eu trago muito essa metáfora. Quando você vai lavar, coloca sabão ali, você coloca água para enxaguar. Aí você coloca água e joga a água fora para enxaguar. Aí você chega aqui, tá cheio de sabão. Você de novo, cheio de sabão. Dá muito trabalho se for fazer assim para lavar essa garrafa. Agora, quando você coloca a garrafa embaixo de uma torneira e deixa a água encher, encher, encher, e a água suja vai transbordar. Você transborda, transborda, tira, tira, tira. Depois fica água limpa, tá? Então, aqui entra. Precisa limpar aquilo que se encontra.
Uma das principais ferramentas que nós utilizamos é a respiração, unindo com informações, com sugestões para sua mente, com direcionamento. É um treinamento. É um treinamento, tá? É um treinamento aí para a mente. A gente treina a nossa mente, gente. O detox emocional, ele só acontece a partir da renovação da mente. E quando a gente começa a trabalhar essa renovação da mente, a gente começa a treinar a nossa mente a trazer uma nova, moldar a nossa mente numa estrutura saudável.
Então, existe um processo onde você tem que fazer. É um processo que tem ciclos. Não é fazendo hoje, já tá boa hoje. Não é um ciclo. Você tem que fazer por várias vezes. Não tem como trabalhar a neuroplasticidade somente uma vez. É um processo de aprendizagem. Você não aprende algo da noite para o dia. Você, por exemplo, um livro, você lê, você anota, você relê. E quanto mais você faz, mais aquela informação faz parte de você. Faz sentido isso para vocês?
Então, quando você tem em mãos conhecimentos específicos e ferramentas e técnicas específicas, tá, para você utilizar no seu dia a dia. E aqui entra, meninas, uma informação que eu trago para vocês, e a pedido de vocês, que o método TPM, ele é construído assim. Claro, eu não consigo ensinar vocês em uma live, né, uma única live, ensinar como fazer a limpeza emocional. Eu ensino, trouxe aqui para você essa consciência. E a partir desse conhecimento, reveja essa live, anota as informações necessárias e importantes, que muita coisa já vai mudar sua vida. Isso é fato.
Então, é o seguinte: se você, Juliana, eu quero começar o meu processo de autocura, começa com detox emocional. Quem tá na formação TPM já tem tudo isso, né? Além do detox, vai ter também o processo de autocura, tudo completo. E vai se capacitar, habilitar, profissionalizar para ser uma facilitadora da autocura emocional na vida de outras mulheres, né? Levar todo esse transbordar na vida de outras mulheres. E eu falo assim, que eu, eu sou essa pessoa que continuo em processo de desenvolvimento. Eu, eu sou, eu sou incansável nisso, porque eu falo que a vida é um processo contínuo de desenvolvimento, de transformação. E você precisa entender isso.
Se você quer sair do lugar de sofrimento, você vai precisar fazer algo por você. Você vai precisar renovar a sua mente, trazendo novas informações, novos conhecimentos, novas experiências. É uma frase que eu trago dentro da formação: "Novas experiências, novos caminhos neurais." Tá? Novas experiências, novos caminhos neurais. Tá bom? E quando você traz novas experiências, que é um novo conteúdo, esse conteúdo vai servir de, de quê? Vai servir de recursos para sua vida, porque a mente, ela busca recursos. Tudo o que você vai experienciar, vai viver, a sua mente fica buscando recursos, informações para você se relacionar com o meio, entendeu?
Então, se você não tem novos recursos, novos conteúdos, novas informações, você vai continuar no mesmo lugar, porque aquilo que você tem, a sua programação te leva a ter onde você se encontra. É uma frase que me veio em uma palestra, que foi uma palestra de neurociência, até mesmo com professor, eh, que vem de Harvard e estuda isso há muitos anos, cérebro e tal, falando sobre a programação, porque realmente, gente, nós somos as informações que nós carregamos. Nós somos aquilo que aprendemos um dia. Olha que coisa incrível. Nós somos aquilo que nos disseram um dia. Eu me tornei aquilo que minha mãe e meu pai me disse, meus professores, os cuidadores, as pessoas que eu convivi. É assim que acontece.
E isso é um mapa para você. E esse mapa te diz até onde você pode ir. Sabia que nós temos um mapa que nos diz? O mapa de personalidade e não de identidade. Personalidade é uma coisa, identidade é outra coisa, tá? Temos dois mapas. Temos um mapa de identidade, plano para prosperar, essência divina. E nós temos o mapa de personalidade, que foi construída ao longo da nossa vida, através de tudo aquilo que a gente aprendeu, que é que não é, que são as nossas crenças, tá? Esse mapa de personalidade, ele sobressai o mapa de essência de identidade, por quê? Porque ninguém nos ensina a olhar para dentro. Ninguém. Alguém te ensinou na sua infância a olhar para dentro, a observar, a falar que, olha, você tem uma verdadeira identidade, olha para dentro, para sua essência, a conhecimento. Ninguém fala sobre isso. Nos ensina a olhar para o mundo, para o externo, para fora, e nunca para dentro. Nunca para dentro.
E por isso que o mapa de personalidade, desenvolvida, construída ao longo da nossa vida, sobressai. E esse mapa, ele vai te dizer até onde você pode ir. E não adianta, você vai bater cabeça, você vai errar, você vai ficar angustiada, você vai se frustrar, você vai sofrer de ansiedade, porque a sua essência, a sua identidade, ela fica buscando você, tentando te dizer algo, e você não tá entendendo nada. Ou te traz um sonho, ou te traz um objetivo no seu coração. Aí você pensa: "Mas meu Deus, quem sou eu?" Aí vem um mapa de personalidade: "Eu não posso, eu não sou capaz, eu não mereço, eu não consigo." E blá, blá, blá, blá, de tudo que falaram para você, de blá, blá, blá.
Então, você precisa mudar esse mapa. Aliás, retirar esse mapa de personalidade e buscar o mapa de identidade, de essência, do seu plano divino, tá bom? E só é possível através da renovação da sua mente. Desvendar mesmo, é olhar para a verdade. Tá? É muito importante, muito importante. Isso é um assunto que rende muita coisa aqui. Eu sinto calor quando eu falo, né? Trago esse conhecimento para vocês. Eh, eu sinto a mensagem é muito forte mesmo.
Então, meninas, nós carregamos, nós carregamos uma personalidade construída, que é o nosso mapa, e que talvez tá te impedindo de conquistar o que você merece, e de ocupar o seu lugar no mundo, de fazer o que você tem que ser, do que tem que fazer, o que você veio fazer. Gratidão, meus amores. Beijo no coração. Fiquem com Deus. Tchau, tchau.
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