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A Santa Missa parte por parte

Felipe Rinaldo Queiroz de Aquino1:06:43

Transcription

Amigas, estamos aqui mais uma vez para mais uma conversa sobre as coisas importantes da nossa fé católica. É uma alegria nos encontrarmos mais uma vez. Eu quero explicar que hoje vamos conversar sobre a Santa Missa. A Santa Missa, aqui, é o ponto mais alto da nossa fé católica. Portanto, vamos começar rezando, pedindo ao Senhor que nos dê a Sua graça, que nos dê a Sua bênção para essa nossa reflexão de hoje.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai, Senhor, o vosso Santo Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra. Por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação, por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Ave Maria, aquela que está sempre junto de Jesus, interceda por nós.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Vem, Senhor, em socorro da nossa miséria, da nossa fraqueza, neste momento, para nós podermos, Senhor, meditar sobre o mistério fundamental da nossa fé, o Santo Sacrifício da Missa.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

É muito importante, meu irmão, sempre começar rezando, né? Muitas vezes, a gente faz as coisas, né? Não só as coisas de Deus, mas também as coisas do mundo, né? Porque a gente não reza. Jesus disse bem claro no Evangelho de São João, capítulo 15, na santa ceia, na despedida, ele disse aos discípulos: "Sem mim, nada podeis fazer." Né? Eu sou o tronco, vocês são os ramos. O ramo se desprender do tronco, ele não dá mais fruto, né? Não recebe a seiva do Espírito Santo. Então, está sempre ligado em Deus. Não podemos nada, mas com Deus, nós podemos tudo.

Bem, vamos conversar hoje, meu irmão, sobre a Santa Missa. A palavra "Missa", né, que nós chamamos de Eucaristia, quer dizer "ação de graças". É muito importante entender isso, né? Para a Grécia, quando eles se cumprimentavam, quando queriam agradecer alguma coisa, eles diziam: "Eucharisto", que quer dizer "muito obrigado". Então, esse termo foi cunhado desde o primeiro século para a Santa Missa, porque é ação de graças. Porque na Santa Missa, nós damos graças a Deus, principalmente por Jesus. Essa é a segunda grande... Obrigado, Pai, obrigado porque o Senhor nos deu um Salvador para morrer por nós na cruz. Ele criou todas as coisas. Todas as coisas foram criadas por Ele, lá em São João, no prólogo do seu Evangelho, né? E tudo foi criado por Ele, e nada do que existe foi criado sem Ele. Então, na Santa Missa, nós vamos agradecer ao Pai, pelo Cristo Jesus, agradecer por toda a criação, por todo o universo, por todas as graças que nós recebemos de Deus. Por isso, a Eucaristia é... nós louvamos com Jesus, por Jesus, através de Jesus. É o próprio Jesus que dá graças, dá glória ao Pai, e nós, junto com Ele, participamos, né? É a Eucaristia. Ali, nós oferecemos ao Pai o corpo e o sangue de Jesus, né? Não é uma representação, não é um sinal, não é a presentificação. A Igreja ensina do sacrifício de Cristo, o único e eterno sacrifício, que se celebrou, né? É... com os discípulos, depois sofreu a sua paixão, se torna presente no altar. Talvez algumas pessoas não entendam: "Mas como que alguma coisa aconteceu lá há dois mil anos atrás no Calvário, como é que pode estar presente hoje?" Presente, atualizado, né? Quando o sacerdote diz: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós", não é mais o sacerdote quem diz isso, é o próprio Cristo quem diz através do sacerdote. Para o sacerdote, repete as palavras de Cristo. É um meio, um instrumento do Cristo, não do sacerdote. "Este é o meu sangue", não do sacerdote, o sacerdote faz as vezes de Cristo no Sacramento da Ordem, né? Então, acontece a transubstanciação.

É muito bem. Eu quero lembrar o seguinte: existe na teologia uma palavra que se chama "teândrica", que quer dizer "ações humanas, mas também divinas". "Teândrica" vem de Deus. "Antropomórfico" tomam as nossas ações humanas. Só pelas nossas ações, são relações humanas. "Teândrica" são as ações de Deus, de Jesus, são ações teândricas, ou seja, humanas e divinas. Portanto, as ações de Cristo, elas superam o tempo. O tempo não destrói as ações de Cristo. As nossas ações estão sujeitas ao tempo, ou seja, para nós existe passado, presente e futuro. O que passou, passou. O que não chegou, não é presente ainda. Para Deus, não. Para Deus, só existe o presente, porque Deus é o Senhor do tempo e Deus tem instituiu o tempo. Então, quando acontece a consagração no altar da Missa, o Calvário, que é eterno no tempo de Deus, se torna presente, claro, por um milagre do próprio Deus. Então, aí é a oferta que nós fazemos ao Pai do sacrifício, o sacrifício perfeito, que simboliza todos aqueles sacrifícios da Antiga Aliança, todos aqueles animais que eram sacrificados nos templos, no tempo, para louvor e glória de Deus, para pedir perdão dos pecados, né? Hoje, nós temos um sacrifício único, eterno e permanente, que é o de Cristo. É uma coisa muito bonita.

Mas vamos ver como a Igreja celebra isso, com... como assim, um capricho, uma beleza muito grande, né? Eu costumo dizer que a cada segundo que passa, devem ser celebradas cinco Missas, mais ou menos. Porque se você imaginar que em cada paróquia, é pelo menos uma Missa por dia, nós temos 410 mil sacerdotes, mais ou menos, católicos no mundo inteiro. Se você dividir o número de sacerdotes pelo número de segundos que tem num dia só, você multiplica 24 por 60 por 60, dá 86.400 segundos de um dia. Se você dividir o número de sacerdotes pelos segundos que tem um dia, você acha cinco Missas por segundo. Que beleza! Então, a cada minuto, a cada segundo, cinco vezes o Cristo sacrificado é oferecido ao Pai. Claro que agora, ele é um sacrifício incruento. O Cristo não sofre mais, porque Ele sofreu no nosso tempo, na nossa história. Agora, é uma oferta gloriosa ao Pai, mas do mesmo valor, carne e redentora. E a Igreja nos convida a nos oferecer junto com o Cristo na Missa. Porque o Cristo se uniu a nós. É a Igreja. Santo Agostinho diz: "Christus totus", Ele é a cabeça e nós somos o corpo. A paixão de Cristo não é só a paixão do Cristo cabeça, também é a paixão do corpo. Então, São Paulo, na carta aos Romanos, capítulo 12, no versículo primeiro, São Paulo fala: "Irmãos, ofereçais o vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto espiritual." Ou seja, ele nos convida, por exemplo, no ofertório, a colocar ali, com o pão, com o vinho, com o cálice, todos os nossos sofrimentos, nossas lutas, nossos problemas, como uma oferta a Deus, junto com o sacrifício de Cristo, pela salvação da humanidade, pela nossa salvação, pela salvação de todos.

Muito bem. Vamos caminhando com essa nossa reflexão. Você pode mandar sua pergunta, se você quiser. Convido você também a compartilhar com outras pessoas, porque este é um assunto bastante importante, né? Uma observação que eu quero fazer, né? Na Missa, nós temos um elemento básico: aquele pão sem fermento, né? E o vinho de uva. A Missa só pode ser celebrada com o pão ázimo, sem fermento. Não pode ser com fermento. E o vinho de uva, porque é assim que Cristo fez na Santa Ceia. A Igreja é a palavra... é bom, é engraçado. Belém, onde Cristo nasceu, em Belém, ela tem dois significados. Em hebraico, significa "casa do pão". Em grego, "casa da carne". A mesma palavra em hebraico tem um significado, em árabe tem outro. Casa do pão e casa da carne. O cristão afirma o pão na sua carne, chamou o vinho no seu sangue. Interessante. Nas Bodas de Caná, Ele transformou água em vinho, mostrou seu poder divino. Ele mudou a substância da água e virou vinho, e mudou também a espécie. Dado em vinho, mostrando seu poder divino. Ele mostrou que tinha poder sobre o seu corpo. No milagre das águas, mostrou que tinha poder sobre o pão, multiplicando os pães. Então, Ele tem poder de transformar o pão no seu corpo. O pão tem poder sobre o seu corpo. É Deus. Aí acontece então a transubstanciação. O pão se transforma no corpo de Cristo. A gente não deve dizer "Cristo está na hóstia". Não, Cristo é a hóstia. É diferente. Quando você pega a hóstia, toca no corpo de Cristo. Quando você bebe o vinho, é o sangue. Só que Ele está ali escondido nas espécies.

Eu quero explicar isso com um pouco de detalhe. Interessante você perceber. A Igreja diz que tem duas coisas, né? Na hora da consagração: a espécie e a substância. Substância é aquilo que faz ser aquilo que nós somos. Por exemplo, nós, pessoas humanas, o que nos caracteriza cada um de nós? Não é nós termos branco, negro, alto ou baixo, gordo ou magro. Não. Temos dois olhos. Os animais também têm dois olhos. Mas tem duas coisas que caracterizam o ser humano: a inteligência, a liberdade, a vontade, a consciência, a memória. Ou seja, a alma. É a substância. Substância você não vê. O que você vê é espécie, ou também chamado de aparências. Então, com certeza, o pão e o vinho, você tem as aparências de pão e vinho: o gosto, a cor, o cheiro, o tamanho, o peso. E a substância. Quando acontece a transubstanciação, acontece que uma mudança da substância, que você não vê, do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo. E Cristo, por que esse milagre? Assim, para que nós pudéssemos receber a Eucaristia. Se não se ficasse com a espécie, mesmo de carne, espécie de sangue, a gente não poderia comungar. Mas Ele quis ser o próprio remédio, sustentar a nossa vida. Então, foi um milagre extraordinário.

Eu vou dar três exemplos que talvez possam te ajudar a entender. Nas Bodas de Caná, Cristo transformou água em vinho. Ele mudou a espécie e Ele mudou a substância. Da substância, porque a água deixou de ser água, passou a ser vinho. E mudou a espécie, porque a água tinha gosto de água, passou a ter gosto de vinho. Temos duas coisas: substância e espécie. No milagre da multiplicação dos pães, Ele mudou só a espécie. A quantidade. O pão continuou sendo pão, não mudou a natureza, não mudou a substância. No milagre da consagração, Ele faz o quê? Ele muda só a substância. A espécie continua a mesma. O pão continuou com gosto de pão, o vinho continuou com gosto de vinho. Mas mudou a substância. Aquilo que a gente não vê, aquilo que a gente não vê do vinho e do pão, passou a ser corpo e sangue de Cristo. É assim que a Igreja explica o milagre da transubstanciação.

Bem, então, o sentido da Santa Missa é o ponto fundamental da nossa fé. Todos os documentos da Igreja, assim como os Papas, o Papa João Paulo II escreveu várias encíclicas, os documentos da Igreja colocam para nós com muita clareza. A Igreja ensina que a gente deve participar da Santa Missa, principalmente com quatro intenções. Podendo colocar outras, mas a primeira intenção é a glória à Majestade infinita de Deus, oferecendo o sacrifício perfeito, que é o sacrifício do próprio Cristo ao Pai. E Ele oferece o sacrifício ao Pai através do sacerdote. Então, é a maior oferta que a Terra pode fazer a Deus. É o grande "sol da Igreja", o "sol da Igreja". Bom, depois, também, a gente ali agradecer a Deus por todas as graças e dons que nós recebemos todos os dias de Deus, e que a gente não se dá conta disso. Estar vivo, poder falar, da saúde, do alimento, tudo, tudo, tudo. O mundo é tudo dom de Deus. Então, agradecer a Deus por tudo que Ele nos dá todos os dias na nossa vida. É a segunda intenção. A terceira intenção: pedir perdão pelos nossos pecados e também o sufrágio da nossa alma. Não é por causa dos nossos pecados que a gente sabe que não é só chegaremos à comunhão com Deus se a gente tiver perfeitamente purificado, né? Para ficar livre das chamadas penas temporais. A Missa diminui essas penas temporais. E depois, na quarta intenção: pedir a Deus as graças necessárias para que a gente chegue à vida eterna com Deus, a gente se salve, a gente chegue à vida eterna. São quatro intenções que nunca podem faltar: louvor à Majestade divina, o agradecimento por tudo que recebemos a cada dia, o pedido de perdão dos pecados, sufrágio da alma, e as graças necessárias para a nossa santificação. Claro que ainda podem colocar outras intenções: em honra e glória da Virgem Maria, de São José, dos anjos, dos santos, pela conversão dos pecadores, sufrágio das almas do purgatório, não é? Que é o melhor, o melhor oferta que se pode fazer. Passa obrigatoriamente, ensina a Missa e as indulgências. Mas as indulgências pressupõem também a Missa como uma das exigências para as indulgências. Bom, então, isso tudo é muito importante.

A Missa, ela tem vários nomes com o objetivo de fazer a assistência entender um pouco o mistério, né? Então, por exemplo, é chamada de "ação de graças", já falei, porque toda a criação, toda a humanidade, tem oferecido ao Pai, por Cristo e com Cristo. E no final da Oração Eucarística, diz: "E com Ele, e Nele, e por Ele..." E depois, também chamada de "Ceia", porque Cristo celebra a Eucaristia com os Apóstolos. Tomar a Ceia. Só que eles comeram aquela Ceia, aquele cordeiro pascal da Ceia pascal. Mas é Ele mesmo o alimento. Então, chama de "Ceia Eucarística". É chamado também de "Banquete", por isso, de "Núpcias", porque Cristo celebra com a Igreja as suas núpcias. Chamada também de "Fração do Pão", porque Cristo é dividido para todos nós. Cada um recebe. O Catecismo da Igreja diz que o milagre da multiplicação dos pães é uma prefiguração da Eucaristia. É por isso a minha chamada também de... Depois, de "Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição". De "Ascensão", porque na Missa, torna-se presente a paixão, morte, ressurreição e ascensão de Cristo. É o céu, porque depois que o sacerdote, ele conclui a consagração, diz: "Eis o mistério da fé." Ou seja, "aqui está toda a salvação do mundo", celebrada ali naquele altar. Bem, então, a Igreja coloca que a Missa é a fonte e o ápice de toda a vida cristã. Toda a vida cristã se encerra e anda por suas mãos. Todos que puderem devem participar da Santa Missa, nunca deixar, até durante a semana. Não tem graça maior. Não tem. Eu quero ler aqui depois algumas coisas que os grandes santos da Igreja, tantos doutores, disseram sobre a Missa, para entender a sua importância, né?

Bom, é a Missa também, ela tem uma lembrança do Antigo Testamento. A Arca da Aliança, símbolos da Arca da Aliança, do sacrário. Quando a hóstia é colocada lá na Arca da Aliança, presença de Deus. Ali ficava guardado o maná no deserto, que é um símbolo do pão eucarístico. E ficava guardado também a vara, aquela vara de Moisés, dos milagres, simboliza o poder sacerdotal. E da Santa Missa. Depois, nós temos também uma lembrança do Cristo imolado. Profeta Isaías, no capítulo 53, ele fala do "servo de Javé", que é levado "assim para o matadouro", e como a ovelha muda, que vai à morte, que oferece pelo sacrifício da humanidade. E ali a Igreja vem também do Antigo Testamento, todos aqueles grandes sacrifícios que houve no Antigo Testamento, por exemplo, o sacrifício de Abel, o sacrifício de Isaac, em que Abraão ia imolar Isaac a Deus, segurou a mão. Abraão utilizou o cordeiro. Significa Jesus. O próprio Isaac carregou a lenha do sacrifício. O homem na ativa dos genes. É o próprio Cristo que carrega a sua cruz até o Calvário. Enfim, esse sacrifício todos da Antiga Aliança é, de certa forma, o sacrifício de Cristo.

Bom, outra coisa muito importante é da presença de Cristo real ali. E ali, essa presença de Cristo na Missa não é só a Eucaristia. Ele está presente. Ele vive um verdadeiro corpo, sangue, alma e divindade. Mas também pelo sacerdote. O sacerdote é símbolo de Cristo. Na liturgia, a palavra de Deus que é colocada na Missa é palavra de Cristo. Então, ali, pela força da sua presença, também. E também o povo de Deus, que é um povo consagrado a Deus. Então, a presença de Cristo se dá de várias formas.

Depois, o gosto de colocar aqui também as partes mais importantes da Santa Missa. Por que então o sacerdote, primeiro, ele se paramenta para celebrar. Significa o pagamento do sacerdote. Eu gostaria de lembrar, o sacerdote coloca primeiro... antigamente, era feito com muito, muito mais rigor. No que hoje é... demorava muito. Então, o Concílio Vaticano II eliminou algumas partes. O sacerdote, enquanto ele se paramenta, ele vai rezando, porque cada peça do pagamento da Missa tem um significado. Então, por exemplo, o sacerdote coloca aquela alva branca, túnica branca, é a túnica de Cristo. Quando ele coloca a estola, aquela corda que coloca no pescoço de Cristo, e o arrastaram no Calvário, também significa o poder sacerdotal. A casula, que o sacerdote coloca, aquela capa mais bonita por cima, significa o manto de Cristo. Enfim, é o Cristo que está assim vestido para o seu sacrifício. Quando o sacerdote sobe ao altar, é o Cristo que sobe ao Calvário. Esse é o sentido. Subir ao presbitério, que é o lugar mais alto da Igreja, é o Cristo que sobe. Quando ele beija o altar, ele beija o altar. Significa que aquele beijo de Judas, recebido de Jesus, desde a traição, se enfrenta o beijo que nós damos em Cristo, os nossos pecados, o ódio da humanidade inteira. Então, na Missa, meus irmãos, tem significado preciso. Por isso que a liturgia vai ser celebrada com carinho, com gosto, com significado.

Pois é, muito importante a gente entender. Eu escrevi um livro para entender e celebrar a liturgia, onde eu explico tudo com detalhes, o sentido da liturgia, o sentido de cada objeto da Missa. Eu vou falar alguma coisa aqui, o sentido das vestes, né? Porque o sacerdote usa branco no dia de festa, do santo. Antão, branco. Vermelho, um santo mártir, é o sangue. Também na Semana Santa, né? Na Sexta-feira Santa, o sacrifício de Cristo, a cruz. No Calvário, o Papa coloca o vermelho, é o sangue, o sangue do mártir. Primeiro mártir que Jesus e todos os outros mártires. No tempo comum, é o uso verde, porque o verde é natureza. O verde é ecológico, né? Reflete a luz. Em dois tons de verde, porque o verde, inclusive, a física mostra pelo comprimento de onda eletromagnética, o tom de verde é a onda que mais faz a calma à vista. Ou seja, o mundo todo veio. Então, veio o tempo comum. Na Santa Missa, o rosto no tempo assim de penitência, né? Então, na Quaresma, também no Advento, é um roxo, um pouco mitigado, um pouco aliviado, mas é o roxo. Então, é o significado é profundo. Na Santa Missa, em cada elemento que a gente encontra aí.

Então, nós temos o canto de entrada, onde nós louvamos a Deus, porque vamos celebrar o grande sacrifício. E aí, meu irmão, a música tem que ser muito bem preparada. A música na Santa Missa. Eu chamo a atenção que se a música é preparada, bem ensaiada, cantores desafinados, outra coisa, não. O cantor cantar sozinho? É o cantor cantar com a assembleia. Alguns ministérios de música, paixão, que o cantor vai cantar sozinho, fazer como uma apresentação. Não. Há o cântico da comunidade. O ministério de música, eles devem chamar a comunidade ao canto. O canto é muito importante. Depois, também, o padre começa com o sinal da cruz, porque ali é celebrada em nome da Santíssima Trindade. Em seguida, nós temos o ato penitencial, para purificar o coração para celebrar o grande mistério, o grande mistério da fé. Então, o ato penitencial perdoou os nossos pecados. Mas se alguém teve pecado grave e não pode comungar, ele deve confessar primeiro. Grave também é perdoado no ato penitencial, essa pessoa, com um rendimento sincero e profundo. Mas a Igreja exige a confissão, porque o pecado grave rompeu a amizade com Deus e também com a Igreja. Então, ele tem que ir a um ministro da Igreja para resgatar tudo isso. Depois do ato penitencial, acho que no domingo, nós cantamos o Glória. Em glória ao Cordeiro, em glória ao Pai, em glória ao Espírito Santo. E aí, a inauguração do Glória. Existe uma oração oficial do Glória. Só não deve ser mudada. Ela pode ser cantada, mas ela tem que ser obedecida, porque o Glória é uma oração específica à Santíssima Trindade. Quando o Glória, nós temos aquela oração da Coleta, onde nós colocamos todas as nossas intenções. Quando o padre diz "Oremos", aí ele deve esperar um pouco, pode colocar suas intenções, intenções particulares, porque ele oferece essa Missa, com as intenções. A Oração da Coleta, que sempre termina: "Por Cristo, nosso Senhor." Ou seja, oferecemos ao Pai, pedimos ao Pai, suplicamos ao Pai em nome de Jesus.

Depois, nós temos a Liturgia da Palavra. Que nós temos a primeira leitura, tem o Salmo responsorial, tem a segunda leitura, tem o Evangelho. E também, não pode ser mudado. No domingo, pode ser mudado durante a semana, uma atividade específica pode ser mudada uma leitura. Mas nos domingos, repete. Então, a deve se observar o Salmo, por exemplo, responsorial. Ele não pode ser substituído por um cântico qualquer. Não. O Salmo pode ser cantado. No domingo, tem que ser o Salmo previsto, porque o Salmo está relacionado com a primeira leitura, com a segunda, com o Evangelho. Porque aí você coloca uma sintonia nas leituras. Uma completa a outra. Primeira leitura, o Salmo, segunda leitura. Assim, completo. E o padre faz a homilia. Porque é o padre que tem que ler o Evangelho. O padre tem o poder de Cristo. Pelo Sacramento da Ordem, o padre tem em graus diferentes. E porque a homilia tem que ser o padre que tem que fazer. Não pode ser um leigo. Também porque é o Cristo que prega. Esse é o sentido. O padre faz a homilia. Não é só porque o padre é mais preparado, porque o padre estudou teologia, o leigo não. É porque ele representa Cristo. Age "in persona Christi Capitis", da Igreja, em pessoa do cabeça. O leigo não pode fazer homilia. O leigo pode fazer uma meditação quando apresenta para a liturgia. Não o padre. Para celebrar. Não tem nisso. Então, o padre, na celebração da Palavra, o leigo pode ler a leitura, pode fazer meditação. Mas sendo Missa com sacerdote, tem que ser aí o sacerdote.

Bom, e a Igreja ensina o seguinte: a homilia, o sacerdote deve se ater ao sentido da liturgia, explicar o Evangelho para o povo, explicar as leituras para o povo, o sentido profundo, tirar uma reflexão, fazer o povo crescer. João Paulo II falou muito claro para os bispos do Brasil, uma vez: "A homilia não pode ser desvirtuada", ou seja, levar para o campo da política, para o campo do... outra escuridão. Centra no Evangelho. Evidentemente, vai ver algumas correlações com a vida. Nessa está mais vinculada, correlacionada às leituras, né?

Bem, depois, rezamos o Credo no domingo, que é o símbolo da fé, aquilo que nós cremos, né? Ok. O Credo. Depois do Credo, temos a Oração dos Fiéis, onde nós suplicamos a Deus as nossas necessidades. E depois, também rezamos aí, depois temos aí toda a consagração, chamada Oração Eucarística. O padre roga a descida do Espírito Santo sobre as ofertas. Antes, é feito o ofertório. Eu queria no ofertório, o padre faz duas orações que normalmente nós não percebemos. Porque quando o padre faz, durante a Missa, canta o canto do ofertório, que deve ser um canto feito, mas o padre faz uma oração muito bonita, e muita gente não percebe. Quando levanta o pano, diz: "Bendito seja Deus do universo pelo pão que recebemos da vossa vontade, é fruto da terra e do trabalho do homem, e que agora vai se transformar no corpo de Cristo." Veja os gastos pelo pão, fruto da terra, da vontade do trabalho do homem, que agora nós oferecemos. Ou seja, você oferece toda a criação a Deus no pão. Também no vinho. Damos graças ao Pai pelo vinho, fruto da terra, do trabalho do homem, e que agora será para nós. Mesma coisa. Então, e nós vemos: "Bendito seja Deus para sempre." No final da oração. Só que normalmente, está cantando cantigas do ofertório, as pessoas, o padre faz a oração. A gente não é nem o vi. Ele faz.

Bom, temos aí depois da consagração, existe a chamada "epiclese", que o padre invoca a descida do Espírito Santo para transformar o pão e o vinho. Porque é o Espírito Santo que faz isso. Quem faz a transubstanciação na Missa é o Espírito Santo. E pela ação do Espírito Santo que acontece. Só Deus pode fazer por si o milagre, né? Então, temos aí a consagração. Depois da epiclese, o Pai Nosso, que é a oração dos fiéis da comunidade. Han. Depois, temos antes da distribuição do pão, a Eucaristia, o abraço da paz. E os documentos da Igreja dizem que o abraço da paz significa que não é uma reconciliação com o irmão, não é assim de pedir perdão. Não. O abraço da paz significa a unidade da Igreja. Vamos receber por Cristo, ok? Então, o sentido do abraço da paz. O abraço da paz também, o documento do Papa João Paulo II, chamado "Redemptionis Sacramentum", sobre a Santa Missa, com uma Missa deve ser observada, e sete dias seguintes, que o abraço da paz deve ser da pessoa que está à minha direita, à minha esquerda, sem sair do lugar, né? Não deve trazer aquele alvoroço na Missa. Identificando, inclusive, o sacerdote não pode ser cedido do presbitério. Há muitas normas da Missa, meus irmãos, que infelizmente não são observadas com o devido cuidado. Um documento do Papa João Paulo II, ele está no site do Vaticano, muito bom de ver, que fala da Missa, quando é celebrada, fala dos abusos, dos erros que devem ser observados. Chama-se "Redemptionis Sacramentum". E tem outros documentos também.

Eu queria lembrar que a Missa toda ela é, é assim, organizada pelo Missal Romano. Ela é orientada. O Missal Romano, aquele vermelho grande que o sacerdote tem, jogo ali, volta ali, e serviçal. Ele traz aqui, no começo, chamadas "Instruções Gerais do Missal Romano". São 300 e tantos parágrafos, né? Esse é o que está tudo sobre a Missa, como ela tem que ser observada, o que pode ser feito, o que não pode ser feito. Por exemplo, na hora da, na hora, por exemplo, da consagração, a gente tem que olhar. Ou não me salva, mas tem que olhar na página 36 desse Missal, como o número 21 das Instruções Gerais do Missal Romano. Assim que, na hora da consagração, é para se ajoelhar, a menos que a pessoa não tenha saúde para isso, ou o lugar não permita. Que eu estou dizendo isso porque eu já vi alguém me dizer que tem parte que proíbe as pessoas de se ajoelhar na hora da consagração. É errado. O Missal manda ajoelhar. Então, eu penso que se algum sacerdote se a isso, eu acho que você, com jeito, com carinho, vá no Missal Romano, página 36, a instrução número 21. Para o Missal, manda e o Missal é aprovado pelo Papa. Portanto, todos que estão têm que observar. Ok?

Outra coisa, por exemplo, que as pessoas também me perguntam muito, a questão da comunhão na mão, a comunhão na boca. Veja, aqui no Brasil, a Santa Sé autorizou a comunhão na mão. Quem comunga na mão, deve fazer um trono assim, com as duas mãos, uma em cima da outra, para receber o Rei da Glória. Não é pegar a Eucaristia assim da mão do sacerdote, como fosse uma pinça assim, não é isso. O Missal diz: "Fazer um trono assim, com as duas mãos, receber a hóstia aqui, e pegar com a outra mão, como na frente do ministro." Inclusive, escolher para o altar, porque o Cristo está ali presente também, não tá? Bom, é assim que deve fazer. Outra coisa que os documentos do Vaticano são muito claros: a pessoa pode comungar na boca, se ela quiser. Perceber na boca. Ok? Não é o ministro que decide como é que o fiel vai comungar. O fiel que decide se ele quer comungar recebendo na mão, se ele quer receber na língua diretamente. E se ele quiser, pode receber de joelhos. O Vaticano tem um documento, eu tenho no meu computador, tranquilo, um documento dizendo que não se pode negar a comunhão ao fiel que se ajoelha para receber a hóstia. É uma norma muito clara do Vaticano. Então, essas normas todas devem ser bem observadas. E o hábito, eu repito, é um livro que eu escrevi, "A História para Celebrar a Eucaristia". Neste livro, coloco esses documentos todos, essas normas. Para que... é antes ela também. Eu não estou dizendo aqui para ninguém ficar aí brigando com seu sacerdote, não. Mas se tiver alguma coisa que não está adequada, com carinho, padre, olhe, sabe, gente, observar com tantas coisas. A cidade tem tanta atividade, tentando ser vejo, corre tanto que muitas vezes o próprio sacerdote, às vezes, quer saber, quase não há nem pode ler tudo que ele já publicou. Então, muitas vezes, pode acontecer. Mostra o padre, com carinho, por exemplo.

Uma das coisas interessantes que o documento do Papa João Paulo II diz, é um documento da Sagrada Congregação da Fé do Vaticano, que o Papa João Paulo II aprovou, "Redemptionis Sacramentum". Quem distribui a Eucaristia, em primeiro lugar, deve ser um padre. Porque, inclusive, o documento diz assim, que os ministros extraordinários da Sagrada Eucaristia devem ser o mínimo. Porque o ideal é que todos os fiéis comungassem como o padre. Porque o padre representa Jesus Cristo. Jesus Cristo que, na Santa Ceia, ele diz: "Tomai e comei." Então, é o sacerdote, por excelência, quem deve dar a Eucaristia. Não está certo o sacerdote ficar sentado lá e mandar os ministros distribuir. Não. Ele tem seu primeiro, distribuir. Claro que se o sacerdote não tem saúde, aí o documento deve se usar o número mínimo de ministros. Só que ele não... nessa, claro, que muitos lugares têm que usar muitos ministros. As Missas com milhares de pessoas. Por isso mesmo, ele autorizou. Não tem nada errado nisso, ok? Bom, então, essa é uma outra coisa. Gostaria também de lembrar que há algumas outras coisas importantes ligadas à Missa, por exemplo, as nossas posições. A posição de pé significa o quê? Uma pessoa, uma posição, sim, da pessoa que foi libertada por Cristo do pecado, da morte. De pé significa também a disposição de cumprir aquilo que o Cristo anunciou. Então, quando é lido, por exemplo, o Evangelho, então fica de pé. O que significa isso? "Estou disposto, Senhor, a ouvir a Tua palavra, como um homem livre que o Senhor libertou da morte do pecado, transformou em cruz, libertou, disposto a ouvir e a cumprir a Tua palavra." Segundo, sentado. É a posição de alguém que ouve. O amigo da Igreja, lembra? Marta e Maria. Maria que ficou sentada aos pés de Jesus, não é? Ouvindo Jesus. A posição sentada é a posição de quem medita, de quem aprende. E depois, de joelhos. A posição de adoração. A posição, por excelência, da adoração. Por que alguém que se sente pequeno e que Deus é tudo e nada? É a posição do milagre. A adoração. E de joelhos. Alguém disse que o homem é grande quando ele está de joelhos. É verdade.

Aqui está o livro que eu falei, "Para Entender e Celebrar a Eucaristia". E o livro que nos ajuda a compreender todas essas partes que eu já falei até aqui. Agora, meus irmãos, são muitas coisas que nós sentamos para conversar sobre a Santa Missa. Mas vamos lá. Eu tenho aqui já algumas perguntas que eu quero então já elas, porque é muito importante responder às perguntas das pessoas. Então, vamos a elas agora, por uns instantes.

A pergunta do que reforma litúrgica do Concílio Vaticano II. Nós tivemos um Concílio Vaticano II, uma reforma litúrgica. Saiu um documento do Concílio Vaticano II, chama "Sacrosanctum Concilium", onde, por exemplo, alterou algumas coisas. Pois a Missa só em latim. O Concílio autorizou, com o Papa, que a Missa pudesse ser celebrada no vernáculo, ou seja, na língua de cada povo. Tanto para observar o português aqui no Brasil, e assim por diante. A reforma, toda uma série de mudanças. O padre celebrava a Missa de costas para o povo. Não, de costas para o público, é de frente para Deus. Esse é o sentido, né? Então, ficou autorizado que o padre voltasse para a humanidade, né? Virasse as costas para Deus, para poder se comunicar melhor com o povo. Então, a reforma litúrgica, a reforma feita no Concílio Vaticano II, é que vai escolher quem é como eu do que já vivia no tempo do Concílio Vaticano II, assistir à Missa antes de 1965 e assiste hoje. Mas a Missa é a mesma. Não mudou nada. Alguns querem contestar, chamam a Missa de Paulo VI, que falam, principalmente, não ser tempo. O Papa Paulo VI quem encerrou o Concílio Vaticano II, aprovou todos os documentos do Concílio Vaticano II, aprovou a reforma litúrgica. Então, a reforma litúrgica, a reforma feita no Concílio Vaticano II, é que vai escolher quem é como eu do que já vivia no tempo do Concílio Vaticano II, assistir à Missa antes de 1965 e assiste hoje. Mas a Missa é a mesma. Não mudou nada. Alguns querem contestar, chamam a Missa de Paulo VI, que falam, principalmente, não ser tempo. O Papa Paulo VI quem encerrou o Concílio Vaticano II, aprovou todos os documentos do Concílio Vaticano II, aprovou a reforma litúrgica. Então, a reforma litúrgica, a reforma feita no Concílio Vaticano II, é que vai escolher quem é como eu do que já vivia no tempo do Concílio Vaticano II, assistir à Missa antes de 1965 e assiste hoje. Mas a Missa é a mesma. Não mudou nada. 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É isso que não pode fugir, porque a vista nos irmãos algum desagrado é o ponto máximo da v2. Que o Papa João Paulo II e nós não podemos correr o risco de cada um querer mexer na missa a bel prazer. Não, porque é por isso que existe o Vaticano. Tem a Sagrada Congregação para o Culto Divino e dos Tratamentos. Só a Sagrada Congregação que pode alterar alguma coisa e o Papa tem que ir para lá, né? A Roma está sendo preparado um novo, já faz muito tempo. O povo deve sair no estado romano que atualiza um pouco mais esse, mas por enquanto ainda não temos.

Bom, Ciro Dias, professor, tem uma dúvida: o sacrifício incruento começa no início da Santa Missa ou somente na consagração? O sacrifício incruento é na consagração. Tudo mais, pai, para, né? A liturgia da palavra ou aprendendo a o sacrifício incruento de Cristo, pai, é exatamente na consagração. É por isso que o momento que começar uma banda de orelha, porque é o auge realmente.

Emerson Martins, tem pessoas que me parece que não gostam muito de ir à missa. Tem muita gente que não gostamos, infelizmente. É não só porque porque não entendeu. É porque eu quero ler aqui, né? Depois da sua pergunta, eu vou ler aqui algumas coisas que dizem os santos padres sobre a Santa Missa. Aí ele continua aqui, parece que vão só por ir mesmo. Se a falta de conhecimento da nossa doutrina, não tendo, lhe falta de conhecimento, alta de catequese, falta de espiritualidade, né? O que seria, professora? Isso tudo é isso mesmo. Você está sentindo uma espiritualidade própria. A pessoa também rezar em casa, porque a pessoa também que não tem uma vida espiritual é uma vontade nacional. Que quanto mais se reza, mais vontade que tem de rezar. Quanto menos você reza, menos vontade você tem de rezar, sabia disso?

Bom, eu quero ver aqui rapidamente, aproveitando esse apelo do Edson, eu quero ver que rapidamente o valor da Santa Missa por alguns doutores da Igreja. Olha, por exemplo, que diz do Daguestão Gerônio, aquele do tempo de Santo Agostinho, no século IV, que traduziu a Bíblia do hebraico do grego para o latim. São Gerônimo: "Nosso Senhor nos concede tudo o que lhe pedimos na missa. O que mais vale é que não está ainda o que nem sequer cogitamos pedir-lhe, que entretanto nos é necessário." Anotar o que ele pede. E São Jorge: "O mais importante é o que a gente mais precisa e quem nem pediu."

O Cura d'Ars, São João Maria Vianney, o patrono dos párocos: "A eles, assim se conhecer se o valor do Santo Sacrifício da Missa, que zelo não teríamos em assistir a ela?" Que zelo! A Igreja usa a expressão "assistir à missa". Não está errado, não, viu? Todos os documentos vale "assistir à missa", porque quem celebra é o padre, a gente assiste e participa nas funções, mas essa é a expressão "assistir" não está errado, não. Citado no documento, eles não têm errado, né?

São Processos: "Já falei essa frase: a missa, o sol da Igreja." Bonito, né? Ou seja, ilumina a Igreja, aquece a Igreja. Se a pessoa sabe um dia sem sol, à noite, quando pensou em noite, escuro. Então, quando são processados que a AMC é o sol da Igreja, é a vida, né?

São Bernardo, doutor da Igreja: São Bernardo dizer assim: "Fica sabendo a questão que mais merece ouvir de voto à mente uma só missa do que é distribuir todas as riquezas e peregrinar pela terra inteira."

São Lourenço Justiniano: "Sonoras dizer, sem nenhum sacrifício é maior, mais agradável à Divina Majestade que o sacrifício da missa, pois nele achadas de nosso Divino Salvador, sua geração e todos os suplícios e o próprios que sofreu com nós são de novo oferecidos a seu Pai. E este, vindo de novo imolar-se, aquele que enviou ao mundo, consegue perdão aos pecados, socorro aos fracos e a vida eterna aos justos."

O Concílio de Trento, aquele concílio que houve depois da Reforma de Lutero: Concílio de Trento assim: "Vários meios eficazes de aliviar as almas do Purgatório, porém o mais saltar, né, o Santo Sacrifício da Missa." As almas do Purgatório são aliviados pelas orações, sufrágio dos fiéis, principalmente pelo sacrifício do altar.

E São Tomás de Aquino diz assim, né: "Segundo o uso geral, a Igreja se sacrifique hora pelos defuntos e assim liberta os do Purgatório." E aqui outras citações de santos. Vou colocar aqui rapidamente a seguinte: "Na hora da morte, as missas que houver es assistido serão atua maior consolação. Na hora da morte, toda missa implora o teu perdão junto à justiça divina. E toda vez que podemos diminuir a pena temporal devido aos pecados, atende, pago no Purgatório e diminui-las mais ou menos conforme o teu fervor com que você assiste, participar da missa com fervor, né? É assistindo com devoção à missa para estas a maior das honras à Santa Humanidade de Jesus Cristo. Faz que selecionei dos santos doutores da Igreja, né? Ele compadece de muitas das suas negligências e omissões."

Bom, aqui tem muita coisa que eu poderia ler, mas eu e mais pergunta aqui. Prefiro voltar a se perguntar aqui das pessoas.

Stephany disse que lhe pergunto o seguinte: "Fala sobre a diferença da Santa Missa para a celebração da palavra." Stephany, completamente diferente. Com a celebração da palavra não é sacramento, porque não têm consagração. Não é missa, em comemoração à meditação, muito importante, deve ser feito. Jogar não tem pago, mas não tem valor da missa do domingo, por exemplo. O terceiro da gente, nós somos obrigados a assistir à missa no domingo ou no sábado, né? À tarde e à noite, é também cumpre o preceito dominical. Agora, se a pessoa não faz isso, o cachorro diz que é pecado grave. Na igreja, veja, não é. E na celebração da palavra, em que a missa com o sacerdote, só deve à celebração da palavra quando não existe sacerdote. Aí não tem jeito, não tem missa. Então, vou na celebração da palavra. Mas se é tem missa, se eu posso ir a uma outra cidade perto, eu posso ter medo. Pode não ter a minha cidade, mantém na cidade. Pé, tenho carro, vou lá, né? Gente, se a questão de amor a Deus, tudo é questão de amor a Deus e amar a Deus sobre todas as coisas. Quem mandou e sacrifício, você não é obrigado a viajar 100 quilômetros para uma missa, se não ter. Mas quem sabe viajar e dez pilotos, 15 quilômetros de carro, não demora nada, dá certo. Tudo é questão do amor. Amigos.

Bom, aí ele coloca se também o seguinte: "Stephany, cada vez mais as celebrações estão se tornando mais frequentes nas paróquias do que a Santa Missa no dia da estreia." Não direi que é isso. Seria algo muito triste substituir as missas pela celebração. Pelo amor de Deus, celebrar a palavra não é missa. Não tem o valor salvífico da missa, não tem eficácia redentora da milícia. Não é, oh, oh, oh, sacrifício do Calvário presente que nós oferecemos ao Pai. Eu penso que de jeito nenhum a missa pode ser substituída por isso. Ainda não tem lógica de jeito nenhum.

João Santos Neves e João Carlos dos Santos: "Nas celebrações pode se bater palmas assim que terminar cada leitura?" Bom, eu já expliquei na rua da palma aqui. Uma outra pergunta é, né?

Éder Alves: "Mesmo quando é celebração da palavra, alguém da assembleia pode ler? Só pode ser o ministro? O odm 13 em que seja o ministro?" Só porque o ministro extraordinário da Eucaristia, ele tem uma certa preparação para ser ministro. Ele, ele tem curso, ele tem reflexões, ele participa de reuniões, ele, ele deve estudar um pouco mais, severa inscritos da vida, porque ele deve fazer a celebração. Então, realmente, quem deve fazer leitura, fazer uma reflexão, deve ser o ministro. Que nada parecia. Agora, se não tem ministro, aí pode chamar outra pessoa, porque ele não é missa. Não sendo missa, nós não temos que seguir as normas da missa.

Selmi Maia: "Se eu não confessei, posso comungar, mesmo pedindo perdão a Deus no início da missa?" Se você tem pecado mortal, aquele pecado que mata a graça de Deus, a alma do seu pecado mortal, aí tem que conversar antes. Que é um pecado mortal, e anotar um pecado grave, pecado contra os dez mandamentos, é, é Santo Afonso de Ligório, é assim que a gente comete um pecado mortal, em sabe o que a consciência pesa. Aquele pecado que se comete religiosos abertos, e eu sei que não posso sair, sei encerrado, mas eu vou, eu faço, né? Então, pegado contra a caridade, pecados contra a castidade, pecado, não sei, de roubos, roubos, é rico opção séria, né? Maltratar, se não tratar pessoas, enfim, pecados gravataí deve confessar. Mas eu tenho dúvidas do pecado grave ou não, confesse o pecado sendo grave ou não, seu lugar vai ser perdoado.

Acontece Regina Toledo: "Eu posso colocar duas vezes ao mesmo dia?" Pode, Regina. Duas vezes, se você participar de duas missas, é o que diz a rede, pressão sacramento do Papa João Paulo II. Não pode ser mais de duas vezes, mas duas vezes o documento de a pessoa pode comandar mais uma vez se participar de dois meses. Não pode comungar numa missa e depois querer como na celebração da palavra. E não só se assistir duas missas e pode comandar nas ruas. Porque tantos ataques à liturgia.

Pergunta da Ana Melo: "Premissas que nos afastam de Deus com barulhos e palmas?" O romã é porque não seguem o que a Igreja Romana. Uma das coisas que o Missal Romano fala muito claro é que a missa tem que observar o silêncio, principalmente depois da comunhão. A ação de graças. Sabe, o homicídio assim, a música deve ser tocada enquanto a Eucaristia é distribuída. Quando acaba de se viu a Eucaristia, omissão, disse, lência. Aí tem que rezar, fazer ação de graças. Meus irmãos, como importante ação de graça. Jesus está nos ao, ele vem pra mim. Santa Teresinha: "E assim, Jesus, agora o Senhor é meu, que mandou chover aqui pra mim, o meu coração. Eu fui visitar a minha casa agora, então vou ficar com o Senhor." Então, a ação de graça, nós vemos um aumento de adorar o Senhor, adoração íntima, chuva é o momento de adorar o Senhor, de agradecer e pedir as graças que você precisa para você e para sua família, seus problemas. Mas infelizmente, meu irmão, nós temos pressa. As pessoas não fazem ação de graças, às vezes nem cinco minutos. A Igreja ensina que durante pelo menos dez minutos, a Eucaristia ainda está no nosso organismo, sendo dissolvida, porque enquanto existe a espécie de trigo no organismo, enquanto o nosso a nossa digestão não dissolveu o trigo, o Cristo está presente corpo, sangue, alma e divindade. Quando não é mais trigo, quando o sesi, mas e astros da digestão já dissolveram, o não há mais trigo. Então, que isto não está mais ali. Mas aí fica pelo Espírito Santo, aí passe a presença pelo poder do Espírito, mas não durante os 10 minutos. O Cristo, pessoa em pessoa, está aqui. Então, são dez minutos de ouro. São os melhores dez minutos do dia em que pessoalmente você tem Jesus. Quando você você pediu que você quer, você precise. Mas infelizmente, nós temos pressa. Parece que dá uma formiga no corpo, né? Pessoa que sair, né?

É uma história interessante. São Felipe Neri, que tinha um homem que comandava a sair da igreja. Onde São Felipe Neri foi ficando, ficando aborrecido com aquilo, chamou dois coroinhas e chora. Não fazer o seguinte: quando aquele homem sair para a rua, logo depois da comunhão, cada um de vocês, crow, nos dois, pega uma vela acesa e sai andando lado dele na rua. E os tourinhos fizeram isso. Quando o homem viu, o homem ficou assustado. Entendeu que é isso? Que eu é o padre Felipe que mandou? Porque não sei, vai me mandou. O homem voltou a conversar com o padre. Que somam dois x dois corinthians, duas delas em si. Não é porque o choro de bolso, isso para a rua. E a norma da guedes, quando os santistas saem em procissão na rua, tem que duas delas. E São Felipe Neri era muito engraçado. Explicou: "Nunca mais o homem deixou de fazer a ação de graças." Santos, essas tiradas, né?

Cida Araújo: "Tem padre que não distribui a Eucaristia porque a torcida?" Sabe, eu acho que o padre não sabe. Talvez esse pai não tenha lido na residência, oni sacramento, onde o documento diz que o padre deve ser o primeiro destino Eucaristia, representando o próprio Cristo, que nasceu da cei lista cada de de se tomar e comer. Então, por favor, não vou sair brigando com o sport por aí. Bota para ele o documento. Pato é que sabe, gente, com carinho, a sós, sem ficar falando para ninguém. Que bom.

Eu quero encerrar. Para encerrar, eu quero mostrar que rapidamente alguns livros que podem ajudar as pessoas a entender um pouco mais, porque tem muita coisa para falar. Já mostrei civil para entender os celebrar a Eucaristia, é, é, é para se confessar, como se confessar, como comungar, é um livro também que ajuda. O doutor Scott Ham escreveu um livro muito bonito. Eu vou ficar neste dia, o banquete do cordeiro, né? Nós temos aí, eu escrevi um livro que é um acinte do dos ensinamentos, são Pedro Julião Imar, né? O segredo da Sagrada Eucaristia, né? Há também um livro para explicar a missa para as crianças, que foi foi escrito pelo Felipe Santos, que é filho do Dunga. Ele ajuda inclusive, é um método configura uma criança com o texto, explica a analista em cada parte da missa, é muito bom para as crianças também. Aí é tri gosto pela vida, aprender a missa.

Bom, eu quero mostrar para encerrar esse programa, é dois livros que eu não sei esta semana. Um deles é esse: "As consequências da pornografia". Meus irmãos, você tá vendo aí na capa, decidiu as mãos amarradas e um mouse aí, né? Porque a pornografia hoje é altamente distribuída gratuitamente pela internet, nos computadores, dos iPhones, iPads, e está causando um flagelo. Para se ter ideia, vou dar que sondar o estado americano de Utah, o governador de Utah declarou problema de saúde pública a pornografia no estádio lotado, Estados Unidos, devido ao grande número de jovens altamente perturbados com esse problema. Ok, então escrevi esse livro, não é sobre a pornografia, para mostrar o perigo aqui e aí a importância dos pais acompanharem isso.

E aí, por fim, eu quero mostrar o terceiro livro, terceiro volume da história da Igreja, né? Eu escrevi a história da Igreja em três volumes. Esse volume é o terceiro, idade moderna e contemporânea. Já tinha escrito a idade antiga, a idade média, é a qualidade moderno. Quanto tempo? A quem quer estudar história da Igreja, é mais ou menos aí 500 páginas cada volume para aprender a história de que é muito importante para nós que somos católicos.

Obrigado a você que me acompanhou até agora, pedindo a Deus que nos dê a sua graça, que Deus nos deu sua bênção a você e a toda a sua família. Ok, obrigado, boa tarde. Você tenha um bom final de semana. Amanhã, se Deus quiser, às oito horas da noite, nós estaremos é de novo aqui com mais uma conversa. Não é por ser noticiado aqui no nosso Facebook. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.