Transcription
Nós vamos começando aqui. Eu queria, ah, o Kaká chegou, mas enfim, vamos começando mesmo assim. Eh, vamos lá, gente. Vamos lá. Vamos, vamos, vamos. Chega mais. Deixa eu apagar aqui. Olha pro lado e faz assim, ó. Hã.
Pessoal, eh, esse dia, terça-feira, inclusive eu queria abrir para todo mundo aqui, é um dia que a gente passa o dia todo aqui, a tarde toda aqui, eh, conversando, trocando ideia, né, pastoreando, auxiliando uns aos outros, porque com certeza hoje aqui talvez a gente escute algo ou seja encorajado em algo que talvez... Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Seja encorajado ou impulsionado em algo que talvez a gente não escuta com frequência. A gente sempre fala aqui de Timóteo, que tem um versículo que fala que no fim dos tempos, né, as pessoas iam buscar se juntar para si os mestres para falar o que elas querem ouvir, né? E aqui a gente tem feito um compromisso mesmo de falar, não que necessariamente vai massagear, né, o nosso ego, se algo que a gente quer ouvir, mas com muito amor o que a gente precisa de ouvir e não só pensando em nós, mas pensando naqueles que serão impactados por nós. Tem sido terças-feiras, né, de aperfeiçoamento, de maturidade, de discipulado.
Então é muito comum numa sociedade que a gente tá vivendo, né, de segunda a segunda, uma cultura muito diferente que tá, né, nos encorajando a pensar na gente, a construir nossa própria vida, vir para um lugar que tá falando justamente o contrário, para você abrir mão da sua vida pelo outro e tal. Então, obviamente, isso aflora, né, conflitos, confusões, né, bagunças, né, no nosso... É muito legal que eu vou juntando, hoje eu fiz quatro conversas, eu vou juntando as conversas e culminando aqui. E eu falei com Davi que tem três vidas dentro da gente, né? Tem a nossa vida de antes, a vida que a gente aprendeu errado, a vida dos nossos traumas e tal. Tem a vida de quem vive numa sociedade burocrática, que tem que pagar conta, que tem que fazer coisas que a gente tá inserido aqui. E tem a vida que a gente quer viver em Cristo, a vida do discipulado, de estar integralmente para Deus, enfim, e que é conflituoso mesmo, né? Tem confusões e tal.
Mas numa outra conversa com uma outra pessoa, essa pessoa chegou para mim e falou algo muito interessante. Ela falou assim: "Olha, tá acontecendo as coisas na minha vida e eu tô recorrendo a vocês muito fácil, muito rápido." No primeiro momento eu falei assim: "Ô, se ele não anular essa verdade, é por aí mesmo. Que que seria anular?" "Ah, então não vou conversar mais. E se anular, é quando vai para um outro extremo, então eu só resolvo sozinho." E aí ele continua falando assim: "Não, antes de buscar ajuda, eu quero tentar resolver comigo mesmo. Eu quero tentar, né, igual a gente acabou de falar no FreeMind, tem uma ferramenta no FreeMind que é a mesa redonda do eu, que é a arte do auto diálogo, é você conversando com você mesmo." E aí eu falei isso com ele e a gente fala sempre aqui, né? O nosso pastor é Jesus. Ele tá disponível pra gente, pra gente tá com ele, conversar com ele, entregar as coisas para ele. E a gente fala uma coisa muito interessante aqui, que não é nem depender do outro e nem não depender. Não é ser uma pessoa dependente, nem ser independente. É ser, repete comigo, inter, gente, repete com interdependente. E é justamente o que a gente quer gerar é participação aqui.
Esse formato já não propicia isso, porque eu tô aqui com microfone, gente. Eu tô aqui em pé, eu tô aqui falando, a gente tá aqui fazendo as coisas, tá aí sentado. A própria configuração já dá uma ideia de vir para receber. Aqui é um lugar para você receber, é lógico, mas é um lugar de fazer também. É um lugar do incômodo que tá no seu coração. Você fazer algo a respeito. Não de você só ficar incomodado. Então, não só de receber, mas de você também ser ativo nesse lugar, sabe? De movimentar, sair da cadeira, de sair da sua cadeira dentro de você, do seu eu passivo, vendo tudo acontecendo, levantar, interagir e viver o que Deus tem para você, sacou?
E esses momentos aqui, né, acabou que eu já torrei os minutos que tinha para esse momento falando, mas isso é uma igreja que as pessoas precisam de participar, não é uma igreja passiva, é uma igreja ativa, é um lugar que a gente tem que movimentar, fazer. Então, nesses minutos aqui, 5 minutos, 10 minutos que a gente vai ter aqui, não fique passivo, interaja, ore, fale com Deus, fale direto com Jesus, entregue suas coisas para ele. Se você precisar de receber, receba sim, peça um conselho, peça uma oração, mas saia da cadeira nesse sentido. E depois dessa palavra aqui de hoje também que vai com certeza nos levar para esse lugar, faça, obedeça, aja, movimente, sabe? Porque é o que a gente falou lá, existe os tipos de eu, né, que a gente falou, o eu acelerado, o eu flutuante, o eu viajante, o eu engessado e tem o eu gestor. Então, que a gente seja gestor de nós mesmos, da nossa mente e sair da plateia mesmo, sabe, de dentro de nós. A principal diferença que eu vejo hoje, que inclusive trouxe pessoas para cá, é não só falar, mas fazer. Amém.
Então, se você puder nesse momento aqui, em vez de ficar talvez me olhando, fazer uma oração, faça a sua oração. Faça a sua oração pela outra pessoa que tá aqui. Quando acabar o culto aqui, em vez de ficar eu, uma outra pessoa, tipo assim, a gente correndo atrás do problema, se coloque à disposição no que pode, sabe? Porque eu tenho visto que isso me colocou hoje num lugar muito saudável na minha vida, entendeu? E por último, outra última coisa que eu falei pro Davi é que é menos é mais, mas é fazendo um pouco mais que você expande a sua capacidade do seu menos. O seu menos é mais não, mas depois daqui a pouco seu menos ele vai ficar grandão já. Não sei se deu para entender, mas bora movimentar, bora fazer em Deus juntos. Amém.
Então, pare de olhar para mim. Feche seus olhos. Jesus, nós estamos aqui diante da sua presença. Nós nos alegramos. Nós nos alegramos simplesmente por essas duas verdades. A verdade que nós temos uns aos outros, a verdade que nós podemos contar uns com os outros. A verdade que nós podemos encorajar uns aos outros, a verdade que nós podemos empurrar uns aos outros, aconselhar uns aos outros. Como é bom, como é bom, Senhor! Como nós nos alegramos por esses dias que a gente partilha, que a gente abre o nosso coração, a gente ouve um conselho, a gente dá um conselho, a gente serve, a gente [pergunta] como que eu posso ajudar e a gente faz. Como é bom ser igreja! Por isso, nós agradecemos ao Senhor Deus por termos uns aos outros, Senhor. Por termos uns aos outros. Em segundo lugar, por termos o Senhor Cristo, nosso pastor, o nosso Deus, que está disponível para nós. E nesse momento agora, nós saímos da plateia, nós saímos da passividade, nós levantamos e nós removemos aqui tudo que é tóxico, tudo que é mentira, tudo que é engano. Nós confrontamos aquilo que não tem a ver com o Senhor. Nós confrontamos o nosso eu. Nós confrontamos a nossa vontade de ganhar, as nossas expectativas e nós nos inclinamos agora para esse convite, o convite do discipulado, o convite do amor, o convite de servir, de movimentar, de amar. Deus, se a gente se perdeu por algum momento essa semana, nos reposiciona no ritmo correto, o ritmo do discipulado, o ritmo da vida, o ritmo do amor, o ritmo da sua agenda, Senhor, porque nós já fomos convencidos pelo Senhor já, Deus, que essa é a vida que a gente quer, uma vida de evangelho, uma vida de entrega. Então, que nessa música aqui que a gente vai cantar, que o Senhor possa nos conduzir para um lugar mais profundo, mais real em você, Senhor. Nós invocamos aqui a sua presença, o seu espírito e nós oramos que a sua vontade seja feita, Pai. Nós oramos que a sua vontade seja feita, Senhor. Nós te convidamos aqui, Deus. Nós reconhecemos aqui as nossas falhas, as nossas fraquezas, os nossos pecados, as nossas teimosias, como somos teimosos, as nossas confianças em nós mesmos, as nossas confianças em ídolos que nós cegamente depositamos, mesmo que nós sabemos que eles não são capazes de nos entregar o que nós precisamos, Pai, nós confessamos, Pai, todos esses pecados, Pai, todas essas falhas, Pai, e nós suplicamos aqui, precisamos de você. Encha nosso coração, encha nosso coração de vida, de ânimo, de força, de graça. Nós amamos o Senhor e por mais difícil que seja aqui, nós queremos largar tudo e te seguir, abandonar essa terceira vida e buscar a primeira vida. Abandonar tudo que nos atrapalha, tudo que não tem a ver e olhar para você e te seguir, te buscar aí e pôr a mão no arado e não olhar para trás e ir em direção ao Senhor e participar da obra de Cristo. Eis-nos aqui, Deus, todos nós disponíveis pro Senhor. Somos dois ou três ou mais. [Música] Meu coração disposto a [Música] todos os versos e canções eu consegui cantar todas as vezes quebrantado. Só quero te falar que teu é o reino e a glória para sempre. Teu é o filho e o poder. Amém. Amém. E teu é o reino e a glória para sempre. Teu é o domínio e o poder. Amém. Amém. [Música] Oh. [Música] [Aplausos] [Música] Só tu és santo. Só tu és santo. Não há outro. Outro como tu. E não há outro como tu. E não há outro como tu. Não há outro como Jesus. Só tu és santo. Só tu és santo. E não há outro como tu. Não há outro como tu. Não há outro como tu. Não há outro como Jesus. Oh. [Música] Tudo está preparado aqui. Fala para ele: "A casa e o meu coração também tu és [Música] filhos já estão chegando aqui. Agora somos dois ou três ou mais. Encontro meu coração disposto a queimar. Por [Música] todos os e todas as vezes quebrantar. Teu é o reino e a glória para sempre. Teu é o reino e o poder. Amém. Amém. E teu, e teu é o teu é o domínio do poder. Amém. Amém. Oh. [Aplausos] Oh. [Música] [Aplausos] Só tu és, tu és igual, não há outro igual. Não há outro como, não há outro como Jesus. Só tu és santo. [Música] Só tu és santo. Não há outro como tu. Não há outro como tu. Não há outro como tu. Não há outro. Só a igreja. Só tu és santo, Deus. Tu és incomparável, Senhor. Só tu és [Música] Não há outro, não há outro. Ponto. Declare: "Só tu és santo." Canta para ele. Só tu és santo. Nada pode fazer o que ele faz. Não há outro como tu. Não há outro como tu. [Música] Sim, Deus. Nós reconhecemos que não há outro Deus. Não há outro, Senhor. Não há outro. Por isso nós entregamos aqui tudo que a gente coloca no seu lugar e nós nos apegamos ao Senhor apenas. Você é nossa fonte, você é a nossa segurança, você é o nosso ânimo, você é o nosso amor, você é o nosso amigo, você é nossa paz, você é o nosso fundamento. Minha vida uma coisa pedir este lugar, neste lugar todos os dias da minha vida. Deixe eu ficar neste lugar todos os dias da minha vida nunca foi perto a minha lugar. E é aqui que eu me sinto muito bem. E é aqui que eu me sinto muito bem. E é aqui que eu me sinto muito bem. Não há outro lugar melhor. E é aqui que eu me sinto muito bem. É aqui que eu me sinto muito bem. É aqui que eu me sinto muito bem. Não vai pro lugar melhor. [Música] Feche seus olhos. Feche seus olhos.
A gente teve um evento aqui no sábado e nós estávamos falando sobre bem-estar, sobre saúde e nós falamos aqui a seguinte frase: "A saúde de verdade é mais sobre o que você tem que deixar de fazer do que sobre o que você tem que fazer. É menos detox e mais não se intoxique mais. É menos sobre deixar de ser. É mais sobre deixar de ser influenciado do que fazer certas coisas." E nós falamos aqui sobre identidade, que muitas vezes na nossa vida a gente vai construindo coisa, depositando coisas, colocando máscaras e que, como diz o Anderson, o caminho de ida na verdade é o caminho de volta. O nosso destino, na verdade, é a nossa origem de remover, de abrir mão de tudo que a gente depositou, colocou no lugar dele. Então, como nós temos estudado, seguir Jesus, abrir mão, abrir mão das seguranças, das estruturas, dos falsos deuses que a gente sabe que uma hora vão falhar com a gente. Deixa Deus abalar eles agora. Deixa o Pai mostrar eles agora. Remova eles agora. Porque é uma ilusão achar que os outros deuses, as outras coisas que na verdade não são ruins em si, mas não foram feitas para estar no centro, elas não conseguem fazer o papel de Deus. Então, Senhor, nós estamos aqui, Pai, mais uma vez para declarar que não há outro como você. Você é o nosso pastor, é o nosso Deus, é o nosso Pai, é a nossa fonte, é a nossa vida. Você é digno da nossa vida, do nosso coração, da nossa história. E nós amamos o Senhor. Nós amamos, [Música] nós amamos a sua presença. Nós amamos, nós amamos o Senhor, Pai. Nós precisamos do Senhor, Pai. Por isso nos conduz aqui a um nível mais profundo com o Senhor. Nos leva a um nível que a gente pode realmente estar seguro, mas não seguro de uma forma ilusória, seguro de verdade, Senhor. Por isso nós abrimos mão, abrimos mão de [Música] de tudo que é falso, de tudo que traz uma falsa segurança e nós nos apegamos ao Senhor. Que o Senhor fale essa noite, como nós falamos aqui no início, não o que a gente quer ouvir, mas o que a gente precisa de ouvir. E antes mesmo de ouvir a palavra, vamos fazer essa oração juntos aqui. Nós estamos simplesmente querendo ouvir Deus. Não é ouvir simplesmente o melhor amigo, pai ou terapeuta. Nós estamos falando de Deus, do Pai, do Verbo, daquele que sabe todas as coisas, sabe porque nos criou. Então, faça, faça aí agora no seu lugar já uma oração já antes da palavra de hoje de já se comprometer a obedecer o que Deus pedir, obedecer o que Deus falar antes mesmo dele falar, porque esse é o nível de relacionamento que ele quer, de confiança, de entrega. E nós estamos aqui, Jesus, todos nós disponíveis. [Música] Disponíveis a ouvir e obedecer. Ouvir e obedecer. Ouvir e obedecer. Faça algo aqui essa noite. Faça algo diferente. Faça algo aqui essa noite. Existe mais. Existe mais. Existe mais. Queremos mais. Existe mais. E nós queremos mais. Existe mais e queremos mais. [Música] Amém. Amém. Amém. Amém. Amém. Amém. Amém. Amém. Amém. Deus, amplie a nossa consciência, nos traga dimensão do que é que tá acontecendo aqui. Eleve os nossos olhos espirituais e fale, fale, cale, cale. Nos ajude mesmo a calar as mentiras, as vozes e a ouvir a sua voz. Ouça a sua voz, Deus, é lógico. A gente quer obedecer você acima de tudo, nos dê graça, coragem para obedecer o que você falar aqui, o que você falar aqui essa noite, Senhor, porque você é digno da nossa obediência, da nossa confiança. Por isso nós entregamos mais uma vez a nossa vida para você, Jesus. Tome, tome, tome, tome. É melhor com você. Tome a caneta da nossa história. Tome, tome, tome, tome. Você sabe o que é melhor para nós. Nós queremos hoje perder para você. Perder para você. Te amamos. Te amamos. Te amamos. Te amamos. Te amamos, Jesus. Te amamos. Te amamos. Amém. Amém.
És dois dos jovens, né? Fazer o convite, eu faço, tá? Não, vem cá só porque você não quer. Vem cá vocês dois. Venham os dois juntos. O casal, pessoal, boa noite. Paz e amor. Engraçado. Ei, gente, tudo bem? Eh, eu vim fazer um convite pros jovens. Recentemente, eh, eu e Davi e outras pessoas, a gente estava conversando e a gente teve uma ideia de fazer um encontro dos jovens, já que esse ano ainda não teve. Ano passado a gente fez um e foi muito gostoso. Então, para vocês, muitos frequentam a casa de Shalom, eh, dia 3 de agosto a gente vai fazer um, eh, eu não sei o endereço ao certo, mas vai ser no Sítio da Ana Moreira. Eh, eu vou passar todos os endereços e as informações do horário certinho lá no grupo dos jovens. Se você não tá no grupo, pode entrar em contato comigo, com o Igor ou com Davi ou com Cloé, a gente fala com você. Se você também ou tá, não tá no grupo dos jovens, mas tá no grupo da casa de Shalom, a gente também vai mandar lá. Ou se você quer ir, a gente também te manda no privado. Mas é isso, fica aqui o convite, vai ser muito legal. A gente vai passar, vai ser um domingo, a gente vai passar a tarde junto, vai ser um momento de comunhão, tanto para você que já é da igreja, já tá aqui há mais tempo, quanto para você que também tá chegando e quer conhecer mais todo mundo, tá bom? É isso.
Como é aquela música do "queimar as carroças"? Vai, canta aí que tom que tá. Olha essa música. Olha essa música. Introdução da nossa aula de hoje. Essa música. Olha, me abriu de tua glória. Sangrou no madeiro por mim. Me conectou, salvou, curou. Ele me deu um destino. Deu um destino. Uma capa e um pouco de vinho. Ele me deu um som, cajado e pão. Pôs anel em meu dedo e me tirou medo. Me tirou medo. É isso aí. Novas sandálias para suportar o... pois um anel em meu dedo e me tirou novas sandálias e disse: "Vai [Música] E eu despedi dos meus pais. Eu [queimei] minhas carroças e eu afundei meus barcos no lugar." Mais uma vez e eu junto. E eu [me] despedi dos meus [pais] [Música] e [queimei] as carroças, Deus. Afundei meus barcos. Ele abriu mão de tua glória, sangrou no madeiro por mim, conectou, salvou. Ele me deu um vestido, uma capa e um pouco de vinho. Ele me deu um som de pão. Pôs o anel em meu dedo e me tirou. Novas sandálias para suportar. Pôs o anel em meu dedo e me tirou. Lava sandálias e vai e eu me despedi, me despedi dos meus pais. Eu queimei as carroças e eu afundei meus barcos no lugar. E eu [queimei] esta carroça e eu afundei meus barcos. Para onde eu irei? É isso aí. Se eu não tenho para onde voltar, só tenho você, Deus. Palavras de vida eterna. Para onde eu irei? Se eu não tenho para onde voltar, só tenho você, minhas palavras, que cante isso. Cante isso para ele, fala assim: "E para onde irei? Sim, se eu não tenho para onde voltar? Só tenho você, Deus. Palavras de vida eterna. Para onde eu irei? Se eu não tenho para onde voltar, só tenho você, Deus, palavras de vida eterna. Se eu não quero voltar. Eu. Para onde eu irei? Se eu não tenho para onde voltar. Só tenho palavras ou para onde eu irei? Se eu não tenho para onde voltar, eu sei. Uh." Eles falam que crente não fala mentira não, mas canta, né? Isso tem que ser verdade pra gente. Não pode ser uma música bonita, não pode ser uma canção, não pode ser uma canção de louvor da igreja, tem que ser uma realidade. Senão a gente não experimenta o que de fato esses princípios e essas verdades bíblicas e verdades espirituais são capazes de produzir em nós. É muito forte aquela parte. Fala de novo assim que me, como é que é, me despedi dos meus pais, de queimei minhas carroças e eu afundei meus barcos no lugar. E eu, Deus, despedi dos meus pais, eu [queimei] estas carroças, eu. Isso é um texto. Não sei se você já leu esse texto. Então, deixou estes bois, deixa eu ler acima aqui. Partiu pois Elias dali e achou Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com 12 juntas de bois diante dele. Ele estava com o adubo. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele, chamou ele. Então deixou estes seus bois, correu após Elias e lhe disse: "Deixa-me beijar o meu pai e a minha mãe, então eu te seguirei?" Elias respondeu-lhe: "Vai, volta, pois já sabes o que fiz contigo." Voltou Eliseu de seguir Elias, tomou as suas juntas de bois e moeu com os aparelhos dos bois, cozeu a carne e deu ao povo. Comeram, então se dispôs e seguiu Elias e o servia. Imediatamente Eliseu, ele pegou as suas juntas de bois, matou, queimou sua carroça e seguiu Elias. Eliseu, ele, essa música foi inspirada em Eliseu, né? Aquele homem que recebeu a unção dobrada, né, na Bíblia, né? Ele recebeu uma unção dobrada de Elias, né, que foi um modelo de discipulado, né, muito semelhantemente você vê Jesus falando isso com seus discípulos. A mesma lógica, a mesma regra.
Pessoal, nós estamos hoje na segunda estação. Hoje nós vamos ter uma aula sobre a festa de pães asmos. E essa aula ela é muito top, porque essa aula ela fala de um momento muito espiritual, muito especial também, que é o momento da transição. A festa de pães asmos, ela separa crianças de adultos, né? A festa da Páscoa é uma festa de ativação, mas a festa de pães asmos é onde acontecem as maiores decisões. E a diferença da festa de pães da primeira estação pra segunda estação é que na primeira estação Jesus fez, ela veio pronta. Ela é uma estação que exige nada de você. Ela é uma estação que tá tudo pronto. Ele só te ativa, ele só te entrega. A segunda estação é a estação em que a relação com Jesus ela começa a mudar. Nós saímos de um amor ágape por amor Eros. Nós subimos uma escada, nós subimos um nível na relação com Deus. E é sobre isso que nós vamos estudar. E é sobre isso que nós vamos trabalhar nesses dias aqui. Hoje nós vamos estudar sobre a festa de pães asmos. Nós vamos falar sobre como pode evoluir a sua relação com Deus, como é que você pode avançar nessa relação. E olha que interessante, e eu tô falando sobre esse texto, sobre essa questão de queimar as carroças, de despedir dos seus pais, né? Eh, eh, eh, porque nós não temos para onde voltar depois que a gente é impactado com a palavra dele. Enfim, vamos lá.
A primeira coisa que eu quero mostrar para vocês hoje aqui nessa aula, eh, eu gostaria que vocês abrissem a Bíblia no seu aplicativo. Não sei se você trouxe a Bíblia, não sei, mas eu gostaria que você visualizasse, queria que o George me ajudasse também, colocasse o nosso telão aqui. Levíticos 23. Levíticos 23. Eu queria mostrar para vocês, eu queria mostrar para vocês, eu queria mostrar para vocês ali no quadro, ali no telão, no seu telefone. Levíticos 23 a partir do versículo 3, vamos começar a partir do versículo 4, mas o três também falando do sábado, o sábado também é considerado uma festa, uma festa semanal, né? Um encontro semanal. Eu vou colocar aqui atrás porque eu tenho, normalmente eu derrubo, viu, Paulo? Normalmente eu dou um tapa aqui de muito obrigado. Eh, Levíticos 23, a partir do versículo 4, a gente, essa semana uma pessoa, a gente tava conversando, a gente tava no retiro das pedras sábado agora, foi muito legal, eu e o Ivan, os maiores vendedores de pizza assim dessa região, nós fomos vender pizza no Retiro das Pedras, enchemos o carro de pizza, saí vendendo pizza. Foi legal demais. Eh, inclusive essa semana que vem nós vamos fazer de novo, hein? Quem quiser ir com a gente, todos convidados, hein! Nós estamos vendendo, bombando, Rafa. Nós estamos bombando de vender pizza. O cara, o cara foi comprar as pizzas, deu R$ 1.000, um monte de pizza. Foi top, foi legal. Pizzas abençoadas.
E a gente tava conversando com aquela senhorinha Belinha, né, Belinha. E a gente tava falando, conversando com ela e ela perguntou assim: "Por que Ele Clama? Por que Ele Clama, né?" Ela perguntou, né, eu falei assim, ó, Ele Clama. Eh, o nome da instituição que a gente, que eu fundei em 2002, Ele Clama, vem de Var e Crá, que é o livro de Levíticos, que é esse livro aqui. E o livro de Levíticos na Bíblia, gente, é um livro muito interessante. Hoje, hoje eu acredito que eu sou um teólogo público. Para mim, a parte mais legal do evangelho, assim, mais do que a parte soteriológica e mais do que a parte escatológica, é a parte sociológica. Eu gosto muito do Jesus homem, eu gosto muito do Jesus encarnado, eu gosto muito do Jesus, o Nazareno, sabe? Tipo assim, aquele que veio lá de Nazaré, sabe? O Jesus homem, o Jesus que viveu, Jesus que conversou com a gente, o Jesus que andou, porque a galera tem o Jesus louro de olho azul, que mora no céu, né? Que anda sobre as águas, que sai raio da mão dele. Mas entende, não foi esse Jesus que te chamou para seguir. O Jesus que nos chamou para seguir é um Jesus homem, é um judeu. A Bíblia fala que ele era feinho, que não tinha aparência nenhuma que o atraísse. Mas esse Jesus, ele chamou a gente para uma caminhada, para um... E aí uma coisa que eu acho muito interessante é que eu gosto da parte sociológica. Eu gosto da parte humana, por isso que eu gosto muito da cultura judaica, né? Eu gosto muito dessa, da construção que foi feita, milenarmente falando, por muitas gerações que Deus fez através de Israel. É muito interessante. E eu também não tô falando da posição geopolítica de Israel hoje, não tô entrando nesse mérito. Eu tô falando sobre a questão cultural, sobre os aspectos culturais, sobre as questões, a parte que eu ensinei na primeira fase, na primeira fase dessa escola, eu falei sobre fundamentos, eu falei sobre essas estruturas que constroem pra gente um ambiente parecido com o céu. Enfim, e nessa aula a gente vai estudar uma coisa muito interessante que o livro de Levíticos ele tem muito a ver com isso, que se você pegar aqui a Torá, deixa eu ver se tem uma caneta aqui que vai funcionar. Espera aqui. Eu ainda vou fazer esse desenho. Até a Carla da aula dela. Depois eu vou nunca mais vou fazer esse desenho. Mas a Torá tem uma, eu sempre uso assim. Ô gente, nossa, vou precisar de uma caneta. Alguém me arruma uma caneta, por favor. Ali dentro tem uma caneta aqui. Deixa eu ver. Acho que tem aqui. Espera aí. Deixa essa que vai dar aqui, ó.
Uma das coisas interessantes da Torá, assim como nas festas também, é que o livro de Êxodo, o livro de Êxodo, ele fala sobre ser liberto do... Pensa nisso. O livro de Êxodo, ele fala sobre a libertação do Egito. É um livro que em hebraico, o nome de Êxodo em hebraico é, não é Êxodo, transliterado, traduzido, né? Tem a transliteração e a tradução. Na tradução virou Êxodo, mas a transliteração é Nomes. Shemot é Nomes. Então o livro de Êxodo é um livro que ele fala sobre libertação, de você reencontrar o seu nome. Olha que interessante. Ser liberto é você se reencontrar com o propósito. É você se encontrar com o seu nome. É, você é um livro de identidade. Eu sempre falo que identidade não é quem você é. Identidade é igual a quem você foi criado. É você se encontrar naquele que te criou. Ser liberto é encontrar com a verdade sobre você e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A verdade, qual é a verdade? A verdade, ela não fala sobre o que você entende sobre o que é verdade. A verdade fala sobre aquilo que ele criou para que você viva. Por exemplo, você encontra com alguém que sabe mais sobre você do que você. Tudo que você viveu até esse momento foi uma mentira. Por quê? Foi produto de um ambiente cultural que falou para você que você era uma coisa que você não é. Quem sabe realmente sobre você? Aquele que te criou. Quem entendeu isso? Por isso que o livro de Isaías fala assim: "Como pode um oleiro virar? Como pode o vaso virar pro oleiro e dizer assim: "Eu não preciso de você." Se foi o oleiro que fez o vaso, o oleiro sabe se aquele vaso é para colocar vinho. O oleiro sabe se aquele vaso é para colocar óleo. O oleiro sabe se aquele vaso é para colocar farinha. Como pode o vaso virar pro oleiro e falar assim: "Ei, ei, dá licença, quem sabe aqui o que é melhor para mim sou eu"." A Bíblia fala exatamente isso. Então, não tem nada mais lindo do que a criação encontrando com o criador. Não tem nada mais poderoso do que esse encontro, do que essa sinergia. Isso é libertação. Porque quando o vaso encontra com o oleiro, o oleiro revela pro vaso o porquê ele foi criado. Quem entendeu isso? E qual é a verdade sobre o vaso? A que ele idealizou? Não, a que o oleiro o criou. Então, quando você conhece a verdade, a verdade te liberta do quê? De um monte de mentira. E quando você encontra com ele, você encontra também o propósito pelo qual ele te criou. Por isso que identidade de idem é igual a quem eu encontro com ele e eu descubro qual parte dele eu sou. Quem entendeu isso? Então, o livro de Êxodo é um livro que vai falar sobre libertação, sobre nome.
Só que o livro de Levíticos, então se o livro de Êxodo ele fala sobre ser liberto do, o livro de Levíticos, ele vai revelar o para que você foi liberto. Olha que interessante, porque não adianta você ser liberto do se você não entende para que você foi liberto. Então, a base do livro de Êxodo é ser liberto do Egito, da mentira, de um lugar que me mantinha, onde cultiva em mim algo que não é verdadeiro. Agora, quando eu saio do Egito, eu descubro o meu nome, eu vou entrar numa nova fase que é a festa de pães, que é o livro de Levíticos, que é o liberto para agora. Eu vou entender a minha função sacerdotal no mundo. Eu vou entender, eu preciso entender o para que ele me libertou. Lembra daquele versículo que tá lá em Isaías 61, que é o versículo poderoso? O espírito de Deus está sobre mim, porque ele me ungiu para... Nós temos que entender que o Espírito de Deus, ele nos ungiu para Deus, ele não faz nada aleatoriamente. Se o Espírito de Deus ele te tocou, se o sangue te lavou, você tem que entender que por trás dessa ação espiritual existe o propósito, existe um porquê. Deus não faz nada aleatório. Entende isso? E nós temos que entender, teologicamente falando, que o propósito dele não tem a ver apenas com a eternidade, senão você fica aqui aguardando coisas acontecerem em vez de interagir com o que está acontecendo. Existe um propósito para agora. Existe uma proposta de encarnação, de plenitude, existe uma proposta de tabernáculo. Então, enfim, então o livro de Levíticos, aí a Belinha me perguntou, né, mas o que que é o livro de Levíticos? Falei, o livro de Levíticos é um livro que nele Ele Clama. Ele me chamou para agora que você foi liberto do... Eu tô te chamando para eu quero te mostrar o para que eu te libertei.
E aí é muito interessante porque o livro de Levítico fala assim: "Olha, sacerdote seguinte, eu vou ensinar vocês sobre medicina, por exemplo, vocês vão identificar pessoas que estão com lepra ou pessoas que estão com algum tipo de ferida infecciosa." Aí pega que pá a pessoa, a ferida, a ferida tem cabelo, a ferida tá escura, a ferida ela tá avermelhada, então você vai pegar essa pessoa, olha a medicina de Deus. Isso é medicina, naquela época não tinha informações, não tinha ciência. E Deus tava criando o quê? Lar, olha o que ele tava fazendo. Ele tava pegando e dando orientações sobre possíveis doenças e doenças que poderiam ser contagiosas, palavra mais fácil, falar contagiosas ou não. Então havia doenças ali que poderiam acabar com a população. Então [Ele disse] assim: "Olha, se a pele da pessoa, se a pessoa apresentou uma doença da pele, alguma coisa, e essa tiver dessa forma, você vai ter que separar quem, o sacerdote. Pega essa pessoa e tira ela do arraial, coloca ela assim, ser isolado." Não. Aí no livro de Levíticos: "Não come camarão, não come carne de porco, não come." Aí hoje tem uma doutrina que se você comer carne de porco, você não vai ser salvo. Tem nada a ver uma coisa com a outra. As leis alimentícias eram um processo de, era uma instrução nutricional para não morrer intoxicado no deserto. Não tinha nada a ver com salvação. A lei, gente, foi feita pra vida e não a vida pra lei. Nós temos que entender isso. A lei é boa. Se você aplicar a lei para preservar a vida, é uma coisa, mas para salvar ela não serve. Você pode cumprir toda a lei, não vai ser salvo. Você não é salvo por cumprir a lei, você é salvo pelo sacrifício de Jesus, que foi um sacrifício maravilhoso e pela graça. Mas a lei, se você parar para pensar, ela pode te dar qualidade de vida. Ela pode, por exemplo, naquela época, hoje são, nós podemos contextualizar essas leis, mas naquela época, por exemplo, eu, por exemplo, com 13 anos, eu tive uma intoxicação alimentar com camarão, que eu era Natal na casa da minha tia aqui no São Bento. Eu fiquei com vergonha, fui pro banheiro, comecei a me coçar, sair com minha cara, coçar, coçar, comecei a inchar, virei um monstro, inchei, deformei meu braço, ficou musculoso, mais do que do Lucas. Fiquei mais forte que eu nunca, todo empolado, comecei...
A perder o ar. Aí que eu chamei meu pai. Quando eles olharam para mim, desesperaram e correram para o hospital. Se eu não tivesse a medicação certa, ia fechar aqui minha respiração, ia morrer. Aos 13 anos, comi camarão, bobó de camarão da minha tia. Maravilhoso! Nunca mais comi, entende isso aí? Como naquela época não tinha medicação, não tinha como.
Que que Deus falou assim? "Ninguém come camarão porque eu não sei quem tem alergia. Então, é melhor criar uma lei geral que vai preservar uma parte da população que está no deserto, que poderia morrer intoxicado." Mesma coisa do porco, mesma coisa dos animais que Deus vai colocar. Por exemplo, o peixe: o peixe com escama e o peixe sem escama. A Bíblia só pode comer peixe com escama. Então, se você comer o peixe sem escama em Manaus, você não vai pro céu pelar o cu. Esse peixe sem escama, mas se você pegar e comer peixe com escama, você sabe para você. Tem, não tem nada a ver com isso. O peixe sem escama é o peixe de couro. A água do rio, que se estiver suja, penetra na carne e você se intoxica com a toxina que está na água. O peixe com escama, ele filtra a água, não entra nada. É uma questão de entender como as coisas funcionam. Aí a gente vai criar uma doutrina sobre isso, vai falar que vai, não, não é para qualidade de vida, é para preservar a vida.
Então, o livro de Levítico, só para vocês entenderem, é um livro de sacerdócio, mas é um livro sociológico, um livro que fala sobre organização de cidade, de povo. Por exemplo, o livro de Levítico, sabe o que que fala? "Se você fizer cocô, faz um buraco." Para quê? E cava o buraco e tampa seu cocô. Porque vai vir alguém depois de você, vai pisar no seu cocô. E Deus falou assim: "Eu ando no meio de vocês, não quero pisar no seu cocô." Pronto. Se você quer que eu ande no meio de vocês, cava um buraco e esconde seu cocô. Leis sanitárias, leis de saúde, leis alimentícias.
E uma das leis que existem no livro de Levítico são as leis culturais, que é uma lei que, por trás dessa cultura, é aleatória. Ah, é uma cultura aleatória. Não, gente, se você pegar o Natal, né, que fala sobre o nascimento de Jesus, é uma festa com muito simbolismo. Se você pegar a Páscoa, fala da morte de Jesus. Então, as festas elas contam uma história. Então, quando Levítico 23... Ô, ô, ô, ô, George, coloca para mim, não está conseguindo colocar, não? Levítico 23 é o livro que fala sobre as festas.
Então, no livro de Levítico, você tem leis sanitárias, leis de saúde, leis alimentares, leis relacionadas ao primeiro presídio, o primeiro modelo de sistema prisional que é relatado na história, biblicamente falando, é o modelo de Levítico, que é cidades de refúgio. Se uma pessoa assassinou uma pessoa aqui, e olha que interessante esse sistema de justiça de Deus! Por exemplo, uma pessoa matou uma pessoa por algum motivo, algum acidente aconteceu, só que essa pessoa tem uma família. A família dessa pessoa, quando vê aquela pessoa morta e descobre que foi o fulano que matou, não vai nem perguntar o motivo, não vai analisar o motivo. O que que ela vai fazer imediatamente? Vai atacar, vai matar aquela pessoa, para vingar aquela pessoa. Olha o que Deus fala: "Quando acontecer isso, pega essa pessoa e mude-a para uma cidade de refúgio. Tira-a da cidade para que o seu vingador não a alcance e ele possa ter tempo de ser julgado corretamente."
Então, quando a pessoa está na rua, por exemplo, ela mata uma pessoa, acontece uma situação, você viu o caso da pessoa cometer um crime e a polícia não chegar e a própria população fazer justiça e acabar matando a cabeça? Então, por que que a polícia prende? Para tirar a pessoa dali, colocar a pessoa num lugar seguro, que estava presa, mas está longe do seu vingador para ela poder receber um justo julgamento e uma análise do que realmente aconteceu. Então, olha só, em Levítico já tem o sistema prisional. Se você pegar o livro de Levítico.
Então, quando eu descobri isso, no livro de Levítico, tem a maior reforma agrária da Bíblia, que é o ano do jubileu. A maior reparação histórica, econômica que existe está no ano do jubileu. Se você pegar o ano do jubileu, você fica louco! Como é que é rico o ano do jubileu? E Levítico 25:8. Então, todas as manifestações e ideias de Deus no céu sobre justiça, sobre equidade, sobre saúde, sobre nutrição e sobre cultura, você vai encontrar em Levítico, que é um livro que você foi liberto para começar a entender a sua função sacerdotal.
Deus me libertou. Quando Deus me libertou e eu entrei na fase de Páscoa, uma das coisas que Ele começou a falar comigo muito forte, quer ver? Vou contextualizar para vocês, porque existe uma diferença entre o amor Ágape e o amor Eros. É interessante. O amor Ágape, guarde no seu coração, é um amor incondicional. O amor Eros é um amor condicional. Qual é o amor de Deus? O incondicional ou condicional? Condicional ou incondicional? O amor incondicional, o amor Ágape, é o amor como Deus amou o mundo. É o amor da Páscoa. É o amor como Deus nivela a humanidade toda na Páscoa. "Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna." Esse amor é um amor Ágape. Essa música que eu gravei é uma em meu coração. É uma música de Páscoa. É uma música que fala do amor de Deus por todos. Entendeu? Amor Ágape.
Agora, o amor Eros também é uma expressão do amor de Deus. Vou usar esses tipos de amor que existem. Só que agora é um amor condicional. A festa de Páscoa é um amor Ágape. A festa de Pães Asmos é um amor Eros. E qual é a diferença desses dois amores? Um é incondicional, o outro começa a ter condições. Aqui nós temos vários casalzinhos aqui na igreja que estão namorando, uns já casando, outros já vão casar daqui a pouquinho, né? Então, existe uma fase do namoro que você está no amor Ágape. "Eu amo ele, ela me ama, mas também amo outros ou outras que podem ser possíveis." Meu amor está expandido. Eu ainda não estou comprometido. Eu estou observando.
Mas para você sair dessa relação ainda, porque, por exemplo, no período de amor Ágape, olha que interessante, é muito interessante que quando você... Eu, eu, eu... Essa aula, se você assistir essa aula, se você... É engraçado de ver uma situação hoje, se você assistir essa aula minha gravada, você vai ver que eu vou falar exatamente isso que eu vou falar aqui agora. Olha que interessante, quando eu fui namorar com a Carla, né? É muito interessante que uma coisa é você ir namorar com uma pessoa, outra coisa é você querer ter um filho com uma pessoa, é você começar uma história com uma pessoa, é você casar com uma pessoa. A relação do namoro para o casamento muda radicalmente. Por quê? Porque a primeira relação, ela tem um aspecto meio que incondicional. Por quê? Poxa, cara, quando eu comecei a cuidar da população de rua, o meu amor pela população de rua, ele é incondicional. Não depende se essa pessoa vai fazer uma coisa boa para mim ou não. Normalmente faz só raiva. É muito comum, mas você não está nessa relação porque você está buscando uma coisa em troca. O amor Ágape, ele é um amor unilateral. Ele é um amor muito mais de Deus por nós do que de nós por Deus. Ele nos ama, a gente fazendo cagada, a gente fazendo um monte de merda e a vida tocando e a gente nem pensando, e Ele está amando, Ele está cuidando. É a graça comum.
Mas quando eu comecei a namorar com a Carla e eu comecei a cogitar a possibilidade de me casar com uma pessoa e eu cogitei a possibilidade dela ser a mãe dos meus filhos, eu comecei a olhar para ela diferente. Falei assim: "Hum, vamos ver. Esse amor, ele passou a ser um amor que não era mais um amor incondicional. Eu comecei a ter condições. Não é bem assim. Eu posso ajudar qualquer pessoa, mas não casei, não vou casar com qualquer pessoa." Quem está entendendo? Olha, é verdade. Você pode até namorar com várias pessoas, mas você não casa com várias pessoas. Você vai escolher uma pessoa para você caminhar para o resto da sua vida. E aí começa a ter o quê? Condicionais. Você começa a ter condições: se ela vai ser uma boa mãe, se eu vou ser, se ele vai ser um bom pai, se é uma pessoa fiel realmente que me ama, que nós vamos caminhar juntos.
E começa também um processo de quê? Começa o processo de santificação, porque a palavra santificação, ela não fala sobre separar. A gente fala muito sobre ser santo, é ser separado, né? Isso trouxe um problema terrível para a teologia da igreja, porque os crentes começaram a pensar que santidade é não ir no mundo, é não participar de ambientes de festa, de não sei o quê, da bolha. Começa a criar uma bolha. Enquanto santidade, santificação tem a ver com ser exclusivo e não ser separado. Muda completamente. Ser exclusivo significa: não importa aonde eu estiver, eu sou dele e ele é meu. Ser separado é um lugar que eu me isolo para encontrar com alguém. Ser santo é estar na mesma sintonia, não importa aonde, é ser exclusivo.
Porque se ser separado, se ser separado, nós temos que praticar o amor do João de Barro. A Joana de Barro, né, a esposa do João de Barro, quando ela ama o seu marido, ela faz uma casinha de barro e o tranca lá dentro. Sabia disso? Já viu? Ela o tranca lá dentro, ela faz aquela... Então, tem relacionamentos que é assim, que eu quero prender uma pessoa, que eu a tranco para dentro de uma relação, que eu não quero que ela... Eu tenho medo que ela se relacione com outras pessoas ou com outros também para não perder aquela pessoa. Enquanto ser santo, Deus não quer que você se tranque numa religião. Ele quer que você, não importa aonde você estiver, você seja dele. Por isso que Ele nos chama de quê? De sal. Sal não salga dentro do saleiro. Ele nos chama de luz. Luz não ilumina debaixo da cama. Se Ele te acendeu, Ele vai te colocar em lugar alto para iluminar. Se você é sal, Ele vai te derramar em algum lugar. Só que aonde o sal cai, ele salga, ele muda, ele altera o gosto das coisas. Quem está entendendo?
A festa de Pães Asmos, ponha na sua cabeça, é a festa do acasalamento, é a festa do romance, é a festa do comprometimento, é a festa da decisão, é a transição que você sai de um ambiente genérico, um ambiente de amor Ágape, e você entra para um amor Eros, você entra para um amor de decisão. É um ambiente espiritual que há comprometimento. É um ambiente espiritual que coisas mudam, relações mudam. Quem quer casar e continuar do mesmo jeito não sabe o que é casamento. Casamento é a mistura de duas pessoas, duas culturas, duas ideias.
Quando eu faço casamento, um símbolo de Pães Asmos é o casamento. Por quê? Casamento é pegar duas taças, que nem eu faço essa metáfora em todo casamento. Eu procuro fazer essa metáfora. Estava fazendo um casamento, não sei se eu contei esse processo, que o irmão... Quem que é o irmão mesmo? Ah, lembra de quem que é? O irmão que ia se casar na praia. A irmã que ia se casar na praia, só que era para escolher uma época chuvosa. Quando eu cheguei no Rio de Janeiro, céu preto, vigiava a tempestade. Nossa, não vai rolar! E queria que estivesse tudo preparado para a praia, até os músicos. Aí, quando eu cheguei na praia para fazer o casamento, todo arrumadinho, cheguei na praia e chuva, chuva! Eu, todo mundo dentro do carro, chuva, meu Deus! Todo mundo, os carros todos parados assim, ó, esperando a chuva passar. De repente fez: "Pum!" A chuva passou, deu aquele intervalo, a gente deu uns 15 minutos de intervalo de chuva, saiu todo mundo correndo dos carros e foi todo mundo para a praia assim, e a noiva ficou dentro do carro e ela entrou assim, tadinha, com frio assim, ela entrou literalmente assim, faz com frio. Eu falei: "Gente, misericórdia!" E eu vi os músicos todos murchos. E o músico não tirou o violão dele da bag com medo de molhar o violão. E eu tinha levado meu violão. Eu peguei meu violão quando eu vi o clima tenso e a noiva, tadinha, sonhando com o casamento, né? Ela é uma menina muito legal, uma missionária. "O que que eu vou cantar? Vamos botar fogo nesse negócio! Vou guardar... Vai lá, galera, vamos lá!" De casamento, todo mundo começou a cantar e foi, foi. De repente, chegou na minha frente, eu não tinha as taças, eu fiz a cerimônia. De repente, quando eu vi que dava para... Eu tive que inventar. Eu peguei a areia assim, ó, no chão, falei: "Abre a sua mão." Peguei a areia e joguei na mão dela assim, ó. Peguei outra, peguei: "Abre sua mão." Peguei a areia, joguei na mão dele assim. Eu falei assim: "Agora mistura essa areia, deem as mãos os dois. Mistura. Misturou a areia. Agora abre a mão. Abriu a mão. Agora separa essa areia." "Não tem jeito. É isso. É isso. Não tem jeito de separar. O que Deus uniu, o homem não separa." Pronto, acabou. "Deus abençoe. Canta aí. Vamos lá." Volta aí. A chuva. Toquei em todo o carro. Pô, a chuva caiu de novo, velho! Foi assim que eu achei de 15 minutos, velho.
Só que como não tinha taça, eu usei areia. Mas a ideia é dar uma taça para um, taça para o outro e pedir para encaixar as taças. Elas não se encaixam. Aí eu pego um pano, enrolo a taça no pano. Uma vez eu bati assim, fiz um negócio no meu sapato. Aí, quebro a taça toda, piso, piso, piso nela. E aí eu abro assim, falo assim: "E não mistura ou não mistura? Mas você quebrou?" Eu falei: "Você quer misturar e não quer quebrar?" Vira para o seu vizinho e fala assim: "Se você quer misturar com Deus, vai ter que quebrar como Ele se quebrou por você." Entendeu? Isso? Isso é o princípio, gente. Para misturar tem que quebrar. Se não quebrar, não mistura. E se tentar viver a dois sem quebrar, é um "dois fake".
Nos casamentos eu falo o seguinte: um é da família dos Smurfs, cultura dos Smurfs. O outro da família dos Ninhos. Um é amarelo, o outro é azul. Lá, o amarelo... Está vendo? Um é amarelo, outro é azul. Eu falei: "Quando tem que virar a família dos... Tem que ficar verde." Você misturou o amarelo com azul, tem que ficar verde. É uma nova identidade. Quando você mistura com Deus, se produz em você uma nova identidade. Uma coisa que não é mais você, agora é Cristo em você. Algo novo acontece, mas existe um momento espiritual que isso acontece. Isso acontece na festa de Pães Asmos. A grande maioria dos crentes não quer misturar sua vida com a vida de Deus. Eles querem...
Qual a diferença de Páscoa para Pães Asmos? É simples. A festa da Páscoa é João 3:16. A festa de Pães Asmos é a Primeira João 3:16. Agora, quem sabe o que a Bíblia fala em João 3:16? "Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça." Esse versículo é o versículo de João 3:16, que é o quê? O que Jesus fez por nós. Então, é um versículo muito popular. Só um minuto. Então, é um versículo muito conhecido. Por quê? E é um versículo muito falado na igreja. Por quê? É o benefício. É o que Jesus fez por mim. É o preço que Ele pagou por amor a mim. É o pecado que Ele me perdoou.
Agora, poucas pessoas, talvez aqui na igreja, por algumas pessoas, por já me escutar há alguns anos, sabem que eu gosto muito de Primeira João 3:16. Tem João 3:16 e tem Primeira João 3:16. Alguém sabe qual é a Primeira João 3:16? Pai Davi pode... Não, já errou. Mas começou bem. Você acertou o início, errou e misturou com 316. Exatamente. "Nisso conhecemos o amor: que Cristo deu sua vida por nós. Assim devemos dar as nossas vidas uns pelos outros." Qual a diferença desse versículo? Primeira João 3:16 para João 3:16 é que João 3:16 foi o que Ele fez por você. Primeira João 3:16 é o que você vai fazer por Ele. E Ele não exige que você faça algo por Ele sem antes Ele ter feito algo por você. Porque Ele não exige que você ame se Ele não te amou primeiro. Quem entendeu isso? Primeiro Ele depositou em você o amor, te deu capacidade de amar para depois te pedir para que você O ame. "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu sua vida por nós. Assim também devemos dar as nossas vidas uns pelos outros. E se você vê uma pessoa em necessidade e você não estende a mão para ela, como pode o amor de Deus estar em você? Filhinhos, não amemos de palavra, mas de fato e de verdade."
Então, esse versículo é muito poderoso. Concorda comigo? Por quê? Ele estabelece o quê? Uma relação em que não está falando mais do que Ele fez por mim, mas agora está falando do que eu estou disposto a fazer por Ele. O maior avivamento da história registrado da igreja, de todos os avivamentos que aconteceram na história da igreja, o maior deles é conhecido como o avivamento dos Moravianos. Os Moravianos. Esse povo moraviano, eles entraram em Pães Asmos. Eles entraram coletivamente em Pães Asmos, subiram os degraus das estações. Esse povo foi o maior movimento missionário da história da igreja. Só para vocês terem uma noção, foi desse movimento que veio John Wesley e foi de John Wesley e William Wilberforce que veio a abolição da escravatura. Foram os grandes militantes daquela época que proporcionaram o debate suficiente que vem essa música "Amazing Grace", por exemplo, essa música maravilhosa da história da igreja.
Agora, olha que interessante, como é que começou a história dos Moravianos? Começou com um cara chamado Conde Zinzendorf. E quem foi o Conde Zinzendorf? Um homem muito rico naquela época, homem muito poderoso, um fazendeiro, dono de grandes fazendas. E esse camarada era um evangélico desde pequeno. Ele veio da tradição cristã naquela época, ou luterana, ou anabatista, ou ele era de alguma dessas tradições de mais de 1500, ou presbiteriana. Enfim, ele era dessas tradições antes de John Wesley. Então, não tinha o metodismo, não tinha ainda outras tradições. Ele era das tradições mais antigas e ele era um crente normal. Ele era um crente de igreja, de ir na igreja, de dar as suas ofertas, de viver uma vida ali. Até o momento que ele estava numa galeria de artes. Olha que interessante. E ele estava lá e de repente ele via um quadro, e nesse quadro estava Jesus crucificado com uma coroa em cima da sua cabeça e embaixo uma frase em latim: "Tudo fiz por você, mas e você, o que faz por mim?" Muito doido, né?
Segundo a história, esse cara, ele entra num pranto de arrependimento e ele percebe que a vida dele, até aquele momento, ele tinha vivido em prol, ele tinha vivido em cima de um evangelho em que Jesus tinha feito algo por ele, mas ele percebeu que ele nunca tinha feito nada por Jesus, apenas uma vida salva, salvo para sempre, para viver no céu. Esse homem decidiu, depois de vários dias de arrependimento, a Bíblia, a história conta isso, de reflexão, a fazer algo por Jesus. E ele descobriu que estava acontecendo, sabe o quê, Davi? Um grande movimento migratório da Morávia, que os Moravianos estavam sofrendo uma grande perseguição política religiosa e por causa da fé deles, eles estavam sendo mortos, assassinados naquela época. E eles estavam fugindo da Morávia, buscando uma nação. Eles se tornaram apátridas, refugiados, buscando uma pátria para poder morar. E passando pela terra do Conde Zinzendorf, ele entendeu que o que ele tinha que fazer por Jesus era acolher os estrangeiros, os refugiados, apátridas. E ele pega a sua fazenda e ele faz uma grande comunidade de Moravianos na sua fazenda. Ele abriga esse povo e ele começa... E esses Moravianos, vindo assim, extremamente fervorosos da Morávia, porque eles estavam sendo perseguidos e eles não negavam a fé deles. Eles começaram a fazer um movimento de oração na fazenda do Conde Zinzendorf. Esse movimento de oração foram 100 anos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, ininterruptos. Eles fizeram um relógio de oração que ficaram orando por 100 anos.
E a partir desse movimento de oração que eles começaram a fazer, começou um movimento de ativação, de fé, de pessoas que começaram a dar suas vidas em prol das causas de Jesus. E aconteceu uma onda missionária na história, inclusive, uma das pessoas que foram alcançadas pelos Moravianos é John Wesley, o apóstolo do fogo dessa época, o cara que mudou, que foi um dos maiores impactos do século XVII para o século XVIII. A Inglaterra do século XVII era a nação mais corrupta, com mais jogatinas, com mais prostituição, com sistema de trabalho extremamente escravo, sem direitos, um sistema prisional desumanizado. A Inglaterra do século XVIII, pós John Wesley, foi a primeira nação do mundo que conseguiu estabelecer as leis trabalhistas, que aboliu a escravatura, que humanizou o sistema prisional, que acabou com as jogatinas. Está precisando de acontecer no Brasil agora. Olha que doideira! Tudo pela influência do impacto, do amor de Deus, de pessoas que entenderam que a vida cristã não era só o que Jesus fez por mim, mas o que eu posso fazer por Ele. Quem está entendendo isso? Estão compreendendo a diferença?
Na festa da Páscoa, na primeira estação, você tem contato com o que Jesus fez por você. Mas na festa de Pães Asmos é quando você dá um passo, lembra da nossa metáfora? A Marcela falou uma coisa interessante. A Marcela falou uma coisa muito interessante. Ela falou o seguinte, ela falou que na metáfora dos Monstros S.A., e nós vamos ter que vir assistir esse filme juntos depois, né? Na metáfora dos Monstros S.A., ela fala uma coisa muito interessante. Eu contei só a parte que o monstro e ele abre a porta, né? Só relembrando aqui, ele entra no ambiente do quarto da criança, ele grita, ele assusta a criança, ah, grita o grito do medo da criança, o medo da criança enche a bateria dele, ele pega aquela bateria e vai para fora e volta para o mundo dele, porque o grito da criança é a energia do mundo dele, é o medo, enfim. Aí, e tudo que ele tinha que fazer era o quê? Não deixar o quê? A porta fechar. Porque se a porta fechasse, ele ficava preso no outro mundo. Aí a Marcela lembrou uma coisa: o monstro ficou preso no outro mundo, a porta fechou. No filme, a porta fecha. E quando a porta fecha e ele não pode mais voltar, ele teve que o quê? Que interagir com aquele mundo, não é, Marcela? O que acontece mesmo? O que que acontece mesmo? Depois ele vai descobrir que a alegria e a risada eram mais poderosas do que o medo. E outra coisa, ele vai descobrir muitas coisas sobre aquele mundo que ele não sabia porque ele tinha ficado preso naquele mundo.
Então, nós temos que entender que a maioria das pessoas elas não queimam suas carroças. A maioria das pessoas não se despede dos seus pais. A maioria das pessoas não põe a mão no arado sem olhar para trás. A festa de Pães Asmos é a festa da decisão, é a festa do casamento, é a festa que você define, é a festa que você toma a grande decisão. "Eu vou e não vou voltar mais." É a festa que você elimina o plano B. É a festa que você remove o fermento. Eu vou deixar para o fim esse fermento. Quem está entendendo isso aqui? Porque para você permanecer aqui, a porta tem que fechar. Para a porta fechar, você tem que queimar o plano B. Por que que Eliseu queimou seus barcos para ele não ter como voltar?
Eu lembro, tem uma história minha de eu estava, eu estava exatamente em Pães Asmos. Eu tinha saído da casa dos meus pais, eu estava morando com 35 homens no sítio, eu tinha passado de Páscoa para Pães Asmos, eu tinha ficado 4 anos num processo de oração, num processo de busca de Deus, assim, estava um momento muito legal da minha vida. E é uma coisa muito interessante. Na festa de Pães Asmos é a festa que você se engravida. Gente, isso aqui é uma coisa muito interessante. A festa de Pães Asmos é a festa que Deus... Pode segurar um pouquinho ainda. A família tocá-lo até ficar esperto para mim, já ia começar já. Tenho você chamando. Vem, vem tocar. A festa de Pães Asmos é a festa que você engravida. É a festa que é a estação que Deus coloca dentro de você a semente daquilo que você vai se tornar. Olha que interessante isso aqui.
Eu estava no sítio do meu pai morando com 35 homens e na minha cabeça ainda, eu estava dentro de um processo que eu estava me firmando naquele ambiente. Eu estava firmando os meus pés dentro de um lugar que eu não tinha tanta convicção que eu tinha que ficar naquele lugar. Por quê? Era um lugar muito inóspito, um lugar frio, um lugar difícil, morando com uma população de rua de Contagem num sitiozinho de 1500 m². O meu irmão fazendo faculdade de filosofia, minha irmã fazendo faculdade de enfermagem, meus amigos estudando, todo mundo com perspectiva de futuro. E de repente eu me via num lugar muito difícil, mas Deus tinha me levado naquele lugar. Algo estava acontecendo dentro de mim e eu estava com dificuldade de me firmar naquele lugar. Por quê? A cultura em volta de mim estava me puxando. Ora dos meus pais, ora dos meus amigos, ora o sistema: "Eu preciso ganhar dinheiro, eu preciso trabalhar o meu futuro", sabe? É um lugar muito difícil. E eu lembro que nessa época eu comecei a jejuar muito. Eu jejuei 30 dias, eu jejuei 21 dias, eu comecei a fazer jejuns muito profundos porque eu precisava escutar a voz de Deus. Eu não tinha nenhuma influência que me ajudava muito naquela época. Eu estava muito, era um momento muito difícil.
E eu lembro que teve um dia que minha mãe chegou lá para conversar comigo e foi exatamente esse é o sentimento. Se vocês entenderem isso aqui, para mim é fundamental na festa de Pães Asmos. Eu estava removendo fermento, e remover fermento é você entrar num lugar que Deus preparou para você e deixar que Deus remova de você tudo aquilo que não tem a ver com esse lugar que Ele preparou para você. A festa de Pães Asmos, ela é conhecida como você comer um pão sem fermento saindo do Egito. A festa de Pães Asmos é a festa depois da Páscoa. Ela é colada na Páscoa. Por quê? Na Páscoa o cordeiro morre. Lembra do Egito? Pega no Egito aqui, ó. Eu vou me lembrar de voltar na minha mãe, tá? Para não esquecer. Lembra do Egito aqui, ó? Pega o Egito. Dez pragas. O povo entendeu que Deus era Deus na vida deles. Morre o primogênito, eles matam o cordeiro. Um cordeiro primogênito. O cordeiro é morto, o sangue é passado nos umbrais da porta. Na noite da morte do cordeiro, é dia 14 de Nisã. É o quê? É o dia da Páscoa, o último dia da festa da Páscoa. Nesse dia, o espírito da morte passa no Egito, salta as casas que tinham sangue e ao mesmo tempo ativa um povo. Esse povo acorda de manhã e passa pela porta. Eles entram no reino, eles ativam, eles passam pela Páscoa.
Só que eles passam pela Páscoa já com os Pães Asmos. Carla, sabe por que os Pães Asmos não podiam ter fermento nenhum para não precisar esperar o tempo de fermentação? A ideia dos Pães Asmos é que ele não é um pão sem fermentação. É um pão sem... Por quê? Porque não dava tempo de esperar para fermentar. Essa é a ideia. A ideia é que o crente tinha que passar pela Páscoa e entrar em Pães Asmos logo no primeiro amor. Naquela... O camarada que começa a namorar está apaixonado. É hora de casar. Casa logo! Não pensa demais, senão você não vai. É essa transição que acabou de acontecer. E ele sai com Pães Asmos. E é muito interessante que ele sai com cajado, com pão na mão e eles rompem com o Egito. É uma coisa meio instintiva, uma coisa meio "eu vou". Eles saem. E por que que eles saem comendo pães? Porque eles não podem olhar para trás. Eles têm que se alimentar de uma coisa que não fermenta. Não dava para cozinhar um cordeiro, não dava para fazer um pão com fermentação, não dava, não dava tempo de produzir nada que gastasse tempo. É uma festa rápida de decisões rápidas, uma festa de rompimento. Se a festa da Páscoa é uma festa de ativação, a festa de Pães Asmos é uma festa de rompimento, de aperfeiçoamento. É, toma, põe a mão no arado, não olha para trás e vai! Pega o cajado, pega o pão, sai comendo. E não é para sentar para comer, é comer andando, porque você já está em movimento, já entrou para dentro. Quem está entendendo isso aqui, gente?
E uma coisa interessante é um ambiente em que esse ambiente não suporta mais as contaminações do ambiente em que você foi equipado, foi cheio de ideias que não são compatíveis. O ambiente do reino de Deus abala as estruturas do ambiente do Egito. Olha que interessante. A ideia de Pães Asmos é remover de você tudo aquilo que foi produzido em você, que não foi Deus que produziu. A festa de Pães Asmos era uma festa que remove o fermento dos fariseus. Remove os fermentos culturais, remove os fermentos das tradições. Por quê? Porque ele vai te levar para um ambiente em que depois ele vai te equipar. Não vamos entrar nisso ainda. Mas é uma festa de extrema libertação. A festa da Páscoa, ela te livra. A festa de Pães Asmos, ela começa a te libertar. Por isso que a Bíblia fala: "Se Cristo te libertar, aí verdadeiramente você será livre." Porque você, se você foi só livre e você não foi liberto, você não é verdadeiramente livre. Por quê? Se você tem um passarinho que foi criado a vida inteira dentro da gaiola e ele nunca viveu fora da gaiola, por mais que ele foi criado para viver fora da gaiola, se você abre a gaiola e ele voa, ele volta para a gaiola. Porque ele não sabe viver fora da gaiola. Ele foi livre, mas ele não foi liberto. Ele não sabe a verdade sobre ele. Mas para ele ser liberto, ele tem que sair da gaiola e aprender a viver fora da gaiola. Mas para isso ele tem que romper com a gaiola. E ele tem que romper com a cultura da gaiola, que é o quê? Alimento na mão, sem liberdade de caçar, sem liberdade de voar. Porque é mais fácil você viver preso num sistema que as coisas vêm na sua mão do que você aprender a viver livre no ambiente que você foi criado para viver, mas que não dialoga com a sua cultura, com aquilo que você é acostumado.
A Carla fala muito sobre as vias neurais, sobre as avenidas. Desde pequeno nós estamos acostumados, nós temos uma cultura. Romper com essa cultura e criar uma nova cultura é extremamente difícil, é desafiador. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? Por isso que, em Pães Asmos, se você ficar pensando, você acaba voltando para esse lugar. Quando você olha para o desafio do desconhecido, a tentação é ficar no lugar mesmo oprimido, mais seguro. A festa de Pães Asmos, ela transiciona de Pães Asmos para Primícias. Ou é Páscoa, a paisagem... Por isso que é uma festa que as pessoas ficam assim, ó: ora parece que elas estão indo, mas elas estão voltando. Eu estou pastoreando pessoas há 25 anos. A grande maioria das pessoas param em Pães Asmos. 90% do crente para em Pães Asmos. Não, ele sai de Páscoa, ele vai empolgado e de repente ele vai... Hum, ah, ele percebe que tem um mar na frente, ele percebe que a configuração traz aquela insegurança. A tendência é voltar para a porta e voltar para o ambiente antigo. Quem está entendendo? Estão entendendo? Estão pegando isso aqui? Vocês estão conseguindo entender a figura?
Eu estava deitado na cama e tinha sido cortada a nossa luz. Eu lembro, gente, que estava cheio de vela em volta da minha cama, assim, ó, cheio de vela assim, ó. E eu dormia no chão. No meu quarto tinha quatro pessoas no chão, uma na cama e uma em cima de escrivaninha. Dormia assim, ó, meio de valete, assim, virando. E naquela noite eu estava assim: "Meu Deus, eu estou ficando louco!" Eu caí aquela noite, minha mente caiu. Minha mente deu uma... Sabe? Eu meio que terminei as bases, calculei, pensei, refleti, fiquei "ai, ai". "Esse negócio que eu estou fazendo é loucura da minha cabeça, eu estou ficando meio doido. Será que Deus falou comigo mesmo? Como é que eu saio da casa do meu pai? Vou morar com um monte de mendigo? Cortou minha água, cortou minha luz, não tenho dinheiro para... Oh, os sinais de Deus aí que eu estou fazendo coisa errada!" Comecei... Aí, no outro dia, minha mãe chegou lá: "Meu filho, já que você..." E a minha mãe estava pensando assim, ó: "Já que você está fazendo essa merda, tipo assim, já que você está entrando nessa confusão e eu não estou conseguindo te convencer, deixa eu tentar minimizar o impacto." Aí ela virou para mim, falou comigo assim: "Kaká, eu tenho uma loja, eu tenho uma empresa, eu vou te colocar como sócio da minha empresa." Para mim, que estava extremamente abalado, naquela hora eu falei assim: "Não, não foi nem carne nem sangue que te revelou na hora." Falei: "Vê se tu..."
"és profeta, mãe, como é que você negócio?" Eu vou ficar sócio. E aí naquela hora acendeu no meu coração aquele negócio, cara, se tudo der errado, eu tenho a carroça, eu tenho o barco e eu volto. Eu falei: "Mãe, você sabe que eu tô num momento muito xarope com Deus, assim, eu tô vivendo uma situação muito dramática. Então, deixa eu te fazer uma pergunta. Deixa eu orar e amanhã eu te falo." Ela já tava querendo que ela se papel para me colocar como sócio para para começar a depositar o dinheiro na minha conta para Naquela hora eu vi que foi um era era uma era tinha ver se eu continuaria ou se eu ia voltar naquele momento.
Eu fui orar e foi muito clara a palavra de Deus no meu coração. Kaká, não tenha plano B. Não é porque tem problema com o plano B, é porque eu vou te apertar mais. Daqui pra frente eu vou te apertar mais. E se você tiver o plano B, você vai ter o plano B. A única forma que você tem de você não acessar o plano B é você não ter o plano B.
Tem um menino que eu admiro muito. Eu tô indo agora dia 30, 31, dia primeiro lá para lá pro Vale de Quitinho. Olha aí eu tô indo pro Thiago Otero, eu vou fazer uma viagem de três, quatro dias. Então eu tô convidando geral, quem quiser ir comigo, aí tá comprando passagem agora, quem quiser animar aí para conhecer o Thiago Otero. O Thiago Otero para mim, esse menino, ele ele tem um projeto mais bonito que vocês possam imaginar. Até o Criança, hoje ele é financiado pelo Criança Esperança. Só para você ter uma noção, ele transformou um deserto num oásis. É o projeto, ele ficou em primeiro lugar no geral do Falcões, ano retrasado. É maravilhoso o trabalho dele, Sementes do Vale.
Esse menino é um discípulo meu há muitos anos. Ele era gerente de um banco em em como é que chama aquela terra da cachaça, gente? Eh, Salinas. Ele era gerente de um banco em Salinas quando ele começou a me escutar. E Deus, eu tava pregando exatamente isso que eu tô falando para vocês aqui agora. Ele casou com a Poliana, ele abriu mão, ele saiu da da gerência do banco e falou: "Kaká, Deus me deu uma palavra e eu vou sair do banco." Foi uma doideira. Eu falei assim: "Mano, se Deus falou, não sou eu que não vou falar contra." E esse menino foi pro Vale do Jequitinhonha, um lugar que lá as pessoas plantam cactos para comer. Aonde ele foi morar não tinha luz, não tinha água direito. O água era um poço que tinha que bombar água lá, não sei onde. E as pessoas tinham plantação de cactos. Se se você for lá hoje, você horroriza.
Eu tava na casa dele a última vez que eu fui na casa dele, tiver horário aqui. Ixi, eu tava na casa dele a última vez e ele falou: "Kaká, eu contei uma história esses dias que você vai gostar." Ele falou comigo assim, uma pessoa perguntou: "Como é que você conseguiu fazer isso aqui?" E ele e eu falei: "Cara, eu escutei essa história, ele me contou essa história." Falei: "Cara, exatamente isso." Ele falou assim: "Eu já contei isso aqui para vocês algumas vezes, mas algumas pessoas talvez não escutou e tá sendo gravada essa aula também. Vou deixar registrado essa essa história que ela ilustra exatamente a festa de pães."
Ele falou o seguinte: que teve um campeonato, teve um um reality show, por exemplo, que o reality show tava pagando assim, vamos colocar hoje aqui, vamos colocar um valor bem alto assim, 10 milhões de dólares, 20 milhões de dólares, 30 milhões de dólares para quem fosse para uma ilha. Eu fico imaginando essa ilha, aquela ilha do filme As Aventuras de Pi. Vocês já viram A Aventura de Pi, aquela ilha carnívora? Uma ilha muito doida que as pessoas não conseguiam ficar mais do que dois dias daquela ilha e todo mundo que ia para aquela eu, aí tinha aqueles esses melhores competidores, eu vou ficar, o cara cheio de equipamento, pá, pá, o cara ia uma semana tinha não, dois, três dias eu voltava. Aí o outro foi duas dois, três dias voltava. Ninguém conseguiu ganhar o reality.
Aí um senhorzinho pegou e foi. Ficou três meses na ilha, ganhou os milhões, voltou e todo mundo assim louco, senhorzinho, tipo o Ivan assim, ó, na disposição lá, lutando com os espinhos da ilha lá da águas cantantes. O camarada voltou e perguntaram para ele assim: "Meu irmão, que que você fez?" Os maiores guerreiros, os caras mais experientes com com todo o equipamento, foram e não conseguiram ficar e você foi e voltou. O que que você fez? Você não teve medo? Ele falou: "Tive". Ele falou assim: "Você não pensou em voltar?" Eu falou assim: "Pensei todo dia." "Você não tentou voltar?" E falou assim: "Eu tentei." "Mas por que que você não voltou?" "Porque na hora que eu cheguei na ilha, eu queimei meu barco. Não é que eu não queria, eu não tinha jeito."
Quando Jesus ele fala, põe a mão no arado e não olha para trás, ele tá fazendo queima o barco, senão você volta. Você tem que se proteger de você. Você é a pessoa que mais vai se trair, vai criar desculpa para você não continuar. Você vai se autossabotar o tempo todo. A única forma, eu eu fico imaginando aquelas pontes que você tem, você tá em cima de um de uma pedra, não tem pedra na frente, mas quando você põe o pé, a pedra aparece. Mas quando a pedra da frente aparece, a de trás some. E a E se você andar para trás, ela não aparece mais. E se você andar pra frente, aparece a próxima.
Em outras palavras, o mundo espiritual é assim. Quando você dá um passo para a frente, você tem que queimar a fase antiga. Você tem que botar a mão no arado e não olhar para trás. Essa é a forma que você tem de avançar. Caso ao contrário, você vai ser medíocre religioso, parado numa estação por toda uma vida. Eu não tenho medo de falar isso e eu não tenho medo de desafiar você a entrar, porque tudo que Deus preparou para você tá para dentro do sistema do reino. Pode ser dura essa palavra, pode. Pode ser pesada, pode, mas é a única que vai te dar acesso à promessa. A Bíblia fala, repete comigo, e havendo feito a vontade de Deus, nós alcançamos a promessa. O mais legal é que não é alcança a promessa para fazer a vontade de Deus. É, fazendo a vontade de Deus, eu chego na promessa. Quem entendeu isso?
Então, festa de pães asmos é a festa. E quanto mais você entra para dentro daquilo que Deus tá fazendo, menos daquilo que você tinha produzido de cultura, vai sustentando. Deus vai abalando as estruturas abaláveis. Ele vai removendo o fermento velho e vai tirando o fermento lá na frente, ele vai acrescentar o fermento dele. Então, entende o que eu tô querendo falar para vocês. A festa de pães asmos é uma festa de transição. Ela é uma festa de transição. Por isso que ela é uma festa do deserto.
Existem aqueles que entram e até acessam esse lugar, mas daqui para cá, daqui para cá, a distância é a mesma. O que define se você vai avançar é se você queimar os barcos. Queimar os barcos está relacionado a sai da sua casa, da sua parentela, da casa do seu pai. Tem a ver com tradição familiar, tem a ver com cultura, tem a ver com segurança. Jesus, ele quer que você ponha a mão no arado e não olhe para trás. Essa é a marca da festa de pães asmos.
Se você achou legal ou não, não tem problema. Isso é bíblico. Isso é uma verdade bíblica. Isso é uma verdade que te liberta. Se você, a maioria das igrejas, não quer escutar isso, por quê? Porque eu não quero me incomodar. Eu quero apenas o Jesus que morreu para mim na cruz. Eu quero apenas o que ele fez por mim. Eu não quero saber o que eu tenho que fazer por ele. Eu quero Jesus, Deus, o que me salva. E eu também quero Jesus que vai voltar. O Jesus da escatologia, o Jesus, eu não quero Jesus homem, eu não quero me encarnar, eu não quero viver, eu não quero saber o que Deus tem para mim, eu quero saber o que ele fez para mim. A festa de pães asmos é a festa que te coloca neste lugar. Quem tá entendendo?
Ela te coloca num lugar em que Jesus ele fala assim: "E aí, se você casar comigo, eu vou te trazer para dentro do meu reino e eu vou plantar dentro de você a minha vontade. Se você olhar para trás, daqui você volta. Daqui você volta para trás. E vou te falar uma coisa, é melhor se você não realmente não quiser vir. É melhor que você volte." E eu quero te incentivar. Essa essa aula é para te falar, põe a mão no arado, não olha para trás e deixa aquele que fez o vaso te mostrar o para que que ele fez o vaso. Deixa ele te ensinar as coisas sobre você que você não saiba, ainda que você tenha que romper com tradições milenares da sua família. Ainda que você tem que romper com recursos financeiros, ainda que você tem que romper com ideias que foram construídas sobre você, com sonhos, com projetos, com planos.
Entende uma coisa? Nós estamos falando de Deus. Nós estamos falando de uma religião, nós não estamos falando de um de um carinho para morar no céu. Nós estamos falando do motivo pelo qual você existe, de um chamado, de um Deus que pode te revelar coisas sobre você que você não sabe, de um Deus tá te chamando para dentro de uma jornada que é a maior jornada da sua vida, da sua história. Então, eu quero que vocês reflitam sobre sobre a festa de pães asmos. É a festa do amor Eros.
Eu quero só ler um versículo. Eu não posso finalizar essa aula sem ler esse versículo. Abre sua Bíblia comigo em João 15. Só esse versículo eu termino, pessoal. Ô Igor, nós tem que conversar mais cedo, meu amigo. Diminuir as músicas. Eu tô sempre passando 10 minutos. Vou ler esse versículo que eu quero que vocês observem só uma coisa. Aqui os os discípulos estão em pães asmos, tá? E Jesus, João 15, versículo 1, aqui os os discípulos estão já estão em pães asmos e eles estão transicionando de pães asmos já para primícias já.
Mas olha que legal, Jesus ele diz assim: "Eu sou a videira verdadeira. O meu pai ele é agricultor. Todo ramo que estando em mim, o enxerto do ramo é Páscoa, é ativação. E não der fruto, ele é cortado. Todo que dá fruto, ele limpa e vai podar para que produz mais fruto ainda." Vocês estão pegando a visão aí? Foca aí Jesus tá falando que ó. Olha essa parte, vós já estais limpos pela palavra que eu vos tenho falado. Então, tipo assim, a minha relação com vocês, ela já avançou uma etapa. Vocês já foram enxertados e eu já limpei vocês, porque vocês têm o quê? Lá. Vós estais livres pela palavra que tenho falado.
Observa o que eu ensinei para vocês e observe a progressividade. Existe aquele que foi enxertado, mas não produziu fruto, foi arrancado. Em outras, em outras palavras, ele foi enxertado, olhou para trás, tem o plano B, não vai continuar. Mas diz aquele que continuou, o que continuou ele limpou. O que limpou deu fruto. Olha a progressividade. Olha, olha o que Jesus, olha essa aula que eu tô dando aqui agora e pega esse esse texto. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Permanecei em mim. Olha, eu permanecei. Botar a mão no arado e não olha, não olha para trás. E eu permanecerei em vós. Se não permanecerdes em mim, eu não permaneço em vós. Mas se permanecerdes em mim, eu permanecerei em vós.
Como não pode o ramo produzir fruto de si próprio? De si mesmo. Por quê? Quem alimenta o galho é a raiz. Não é a raiz, não é o galho que alimenta a raiz, é a raiz que alimenta o galho. Então o galho não produz fruto se não tiver ligado à raiz. Lembra disso? Quem lembra disso? O galho por si só, se não tiver enxertado e tiver permanecido e tiver recebendo fruto da raiz, ele não ele não produz fruto. Tão entendendo isso aqui? De si mesmo. Se não permanecerdes na videira, assim nem vós podereis dar frutos, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós sois o quê? Os ramos que foram enxertados. Quem permanece em mim, eu permaneço nele. Esse dá fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permaneceu em mim, botou a mão no arado e olhou para trás, será lançado fora em semelhança o ramo e secará e se apanha e lançam no fogo que queima.
Presta atenção. Versículo 7. Repete comigo. Se repete comigo. Sim. Repete comigo. Se vira pro seu vizinho e fala assim, ó. Se se ele é uma é um verbo ou um uma condição, eh o se ele é ele é ele é uma pergunta para uma relação incondicional ou se estabelece uma condição. Então olha o que que ele vai falar. Se permanecerdes em mim, porque existe a posição de eu não permanecer, a possibilidade sim. Então, se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerdes em vós, então pedireis o que quiserdes e vos será feito. Isso aqui também é uma coisa muito interessante também, né? Porque você não pode pedir em nome de Jesus se você não permaneceu em Jesus. Isso é, isso é uma isso dá pano para manga essa teologia.
Nisso glorifico, nisso é glorificado meu Pai e que deis muitos frutos e assim vos tornar tornareis meus discípulos. Como o Pai me amou, eu também vos amei. Permanecei o quê? No meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor. Assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Eu permaneço em Deus, assim vós permanece em mim. Olha que doideira. Tenho dito essas coisas. Agora eu quero falar para vocês. Tenho dito essas coisas. As minhas palavras aqui nas terças-feiras têm sido duras. Tenho dito para que o vosso gozo, para que o meu gozo esteja em vós e o vosso gozo seja pleno.
Tenho dito essas coisas para que o seu gozo seja pleno, para que você experimente a boa, perfeita, para que você não viva uma vida religiosa medíocre, evangélica, que só sabe julgar as pessoas em vez de aprender a amar como ele nos amou. Nós precisamos entender que nós paramos em um lugar no mundo espiritual que em vez de falar de amor, nós temos ensinado o ódio, preconceito. Nós precisamos romper, nós precisamos entrar para um lugar diferente espiritual. A igreja parou no lugar de egoísmo, que só dá dízimo e oferta para receber mais de Deus. A igreja parou no lugar onde o que importa é a promessa de Deus para a minha vida. Que não olha pro mendigo, que não olha pro preso, que não olha para as pessoas que estão com fome, o estrangeiro, o necessitado.
A igreja parou num lugar que tudo que ela quer é comprar um carro novo, é é prosperar e dar dízimo e oferta para barganhar com Deus e fazer uma feitiçaria espiritual. Nós precisamos entrar no lugar onde que Jesus entrou, que ele teve capacidade de dar sua vida por amor ao mundo. Nós precisamos permanecer nele, no amor dele e amar como ele nos amou. E o que vai definir isso? Se você passar por pães asmos, se você deixar a porta fechar, entra para que o seu gozo seja completo. Entra para você experimentar o que seus olhos não viram, o que seus ouvidos não ouviam, o que jamais penetrou no seu coração. As coisas que Deus tem preparado para aqueles que o amam é radical, é entrega, é amor, é vida.
O meu mandamento é esse, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que este de dar a sua própria vida em favor dos seus amigos. Vós, repete comigo, vós sois meus amigos. Se fizerdes o que eu vos mando. Repete comigo. Vós sois meus amigos. Se condicional ou incondicional. Condicional. Vós já não vos chamo mais de servos, porque para o servo, o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado de amigo. Porque tudo quanto ouvis de meu pai vos tenho dado a conhecer. Não fostes vós que me escolhestes. Amém. Pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que deis frutos e os vossos frutos permaneçam.
Pode parar para mim aqui. Você sai da posição de servo para a posição de amigo. Se fizerdes o que eu vos mando. Entenda que na linguagem de Jesus existe uma progressividade na relação entre ele e seus discípulos. Ora, eles eram servos. Enquanto não estavam posicionados, eu não posso nem revelar o que o pai tá fazendo para vocês direito, porque vocês não têm capacidade nem de agora vos chamo de amigo porque eu te coloquei num outro lugar espiritual, porque agora eu posso. Então, existem lugares. Eu quero que vocês prestem atenção nisso.
Vamos ficar de pé. Vamos fazer uma oração. Aleluia. Amém. Deu para entender, pai? Em nome de Jesus, nós queremos te agradecer. Feche os olhos. Quero, deixa eu plugar aqui, meu Amém. Fecha os olhos. Ah, feche seus olhos. Feche seus olhos. Fecha seus olhos. Feche seus olhos. Hum. Por apenas por por um momento. Fecha seus olhos. Deixa eu fazer uma oração por você.
Você tem que entender que no útero da sua mãe, Deus te deu um nome. Não adianta você querer relacionar com Deus, criador do céu e da terra, e não pensar que sua vida vai não vai mudar. Não adianta você pensar que você vai se relacionar com Deus que te criou e ele não vai revelar coisas sobre você que você não sabe. A relação com Deus, ela te compromete, ela muda, ela altera, ela mexe com a sua história, mexe com a sua vida, mexe com a sua existência, com seus sonhos, mexe com as coisas que falaram para você. Quando Deus começa a falar para você, ele vai deslocar você do lugar que você tá e vai te levar para onde ele tá.
Eu quero te abençoar para que você não tenha medo. Nós não somos uma igreja de comércio. Nós não estamos aqui para ter muitos membros. Nós estamos aqui para levar pessoas a conhecer Jesus, a conhecer o projeto que ele tem para você. Nossas palavras aqui elas são antipopular. Elas não têm uma sintonia para atrair pessoas, multidões para um culto gostoso. Aqui o nosso objetivo é abrir um altar, abrir uma porta para você acessar um lugar que você nunca acessou antes e para você viver coisas que você nunca viveu antes.
Eu quero te abençoar essa noite para que você entre em pães asmos. Para que você tome as decisões certas na sua vida, para que você não tenha medo, para que você não tenha dúvidas, que você tenha um senso crítico, mas uma capacidade de criticar aquilo que tá te impedindo de viver aquilo que Deus preparou para você. Que Deus te dê fé, que Deus te dê força, coragem, ousadia, que espiritualmente Deus, o espírito de Deus, ele possa te encher, que o sangue de Jesus possa te lavar, que se uma culpa, um pecado, alguma coisa tá te prendendo, te limitando, te restringindo, eu te abençoo para que você seja liberto, livre agora, que a gaiola abra, que você voe sem medo, sem olhar para trás.
Que você descubra, porque se você descobriu que o descobriu, se você perdeu o medo da morte, se você perder o medo do amanhã, se você acreditar que o amanhã pertence a Deus e ele tem preparado algo para você, se você se permitir viver o hoje ou agora, se você deixar ele falar com você, te desafiar, você experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Ele vai mudar sua mente, o seu coração.
Deus, levante uma geração diferente, uma geração capaz de experimentar a profundeza do seu amor. Deus levante uma geração, não de pessoas capacitadas, pessoas especiais, mas pessoas disponíveis, pessoas abertas, porque é o Senhor que vai nos capacitar, é o Senhor que vai nos dar ferramentas, é o Senhor que vai nos instruir, é o Senhor, é pra glória do Senhor. Que essas festas, que essas aulas, elas possam nos transportar para lugares mais profundos, para águas mais profundas, que nós não tenhamos medo, que nada, absolutamente nada, possa nos parar, que possamos pegar a mão no arado, queimar nossas carroças, afundar os nossos barcos, olhar para você e te seguir. Jesus te seguir. Jesus te seguir. Jesus, nós te amamos mais que tudo. Eu te amo mais que tudo. Você me amou e hoje eu quero declarar que eu te amo como você me amou. Eu quero te amar. Eu quero me entregar como você se entregou, pois você é meu Senhor, meu Deus e não há nenhum outro além de ti. Em nome de Jesus. Quero te abençoar. Amém. Amém. Amém.
Dá um abraço da pessoa do seu lado aí bem forte. O Igor vai te dar a última palavra aqui, pessoal. Eh, mais dois minutinhos aí, por favor. Primeiro deles, sábado nós vamos ter Vila Betânia. A lista já tá cheia. Nós precisamos de voluntários para ir lá e também no fim de semana nós vamos continuar vendendo as pizzas, né, pra gente conseguir. Nós estamos quase batendo a meta aí, gente. Então a gente precisa muito de voluntários. A gente vai, pessoal.