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T2 CTBMF - Módulo 1 - Dia 1 - 19/10/22

Instituto Experts5:13:45

Transcription

Ok, erro. Esse tipo nacional de reabilitação ouro facial foi concebido em 2018. A gente fala bem-vindos em três línguas, né? Americano e castelhano. Por quê? Porque nós temos hoje uma parceria com a NRU, a Universidade de Nova York. E também temos três turmas de estrangeiros para especialização em harmonização facial, que provêm da América do Sul e América Latina, né? A gente tem mexicanos, tem, na sua maioria, chilenos, colombianos, equatorianos, argentinos. E vêm estudar conosco. É um erro. É uma instituição muito forte hoje dentro da América Latina.

Por favor, eu vou falar um pouquinho do nosso time, da visão, das atividades que tem, né, desempenha, onde está localizado. E que agora, né, hoje nós estamos no centro de São Bernardo do Campo, São Paulo, aproximadamente 40, 50 minutos, aí depende do trânsito, do aeroporto de Congonhas, mais ou menos. Do maior, de Guarulhos, né, uma hora e pouquinho. Hoje nós estamos nesse Centro Empresarial chamado Domo Business, um auditório, uma clínica própria, próximo a shoppings, academias, hotéis, etc. É assim, é uma, os alunos, principalmente para os estrangeiros, como eu comentei, é uma facilidade muito grande a gente ter essa estrutura localizada perto, né, de hotéis, perto de um, de um centro comercial e, etc. Então, o Domo hoje é um, é um excelente lugar para a gente desenvolver esse curso e assim receber os alunos, inclusive vocês, né, em breve estarão lá participando das aulas teóricas e práticas, seminários, etc.

[Música]

Bom, missão. Disseminar conhecimento acima de tudo, é, e principalmente, né, trabalhar com um foco no ganho funcional e estético dos pacientes. E aí, eu, eu vejo, né, que quem trabalha com harmonização facial, trabalha hoje também. A gente vê uma ligação muito forte entre essas duas especialidades. E é isso que o Igor está buscando desenvolver, né, como core do negócio. Cursos de longa duração, vou falar um pouquinho mais para frente, mas especificamente focado em harmonização facial. A gente entende que cada vez mais essas especialidades vão estar conectadas uma, uma outra.

Nossa visão é ser reconhecida como empresa com qualidade nos seus serviços, no seu atendimento e, principalmente, buscar a satisfação dos nossos alunos, pacientes, fornecedores, colaboradores e dos sócios em geral. Os valores que a gente prega é um ensino de qualidade acima de tudo, preservação dos interesses dos pacientes, responsabilidade com apresentação de um conteúdo seguro. É como base, como norte, como premissa, tudo isso é o autor principal, aí o valor principal. E também compromisso social. Tá? Hoje a gente tem vários trabalhos em conjunto aí com os doutores, ligados sempre a paciente. É uma instituição onde a gente desenvolve, assim, tenta prestar um bem para a sociedade em geral, né, de uma maneira que a gente consiga também ajudar o próximo.

O Igor, ele foi concebido através de uma parceria com a, com a FACOP e a Faculdade Centro-Oeste Paulista. E também, como eu já disse, né, os doutores, nós temos uma parceria com a NRU. E hoje nós não somos o único instituto de harmonização facial com curso divulgado no site da NRU. É um curso de curta duração que nós não... Eu vou falar um pouquinho mais para frente, mas a nossa próxima edição já é agora em novembro. As vagas estão esgotadas. E assim, é uma grande parceria que começou lá em 2019.

Bom, essa é um pouquinho da estrutura da clínica atual, onde a gente desenvolve os trabalhos. Uma estrutura própria, moderna. Nós temos aí ultrassom micro e macro, ultrassom de imagens, equipamentos, né, para harmonização facial e, etc., né? Uma estrutura bem, bem moderna, né? E assim, totalmente adaptada e para a necessidade, né, de vocês. Algumas fotos da turma, o nosso auditório. Aqui em cima nós fazemos um congresso e todos serão convidados, aonde existem temas de harmonização facial e bucomaxilo. Uma vez por ano. De 2022 foi feito agora em julho, recentemente. Te convida grandes nomes da harmonização facial e cirurgião maxilo para palestrar para vocês. Convidamos fornecedores para estar em juntos. É um evento de networking para vocês conversarem com colegas. E assim, eu vou mostrar um pouquinho disso para frente, tá? E aqui as clínicas funcionando. Parceria com fornecedores. Nós temos na foto, na esquerda aqui em cima, primeira turma de estrangeiros, atendimentos ainda realizados, etc.

Esse é um, isso é um pouquinho do erro. Novamente, sejam bem-vindos à nossa escola. Falando um pouquinho do quadro societário do Igor. Hoje nós temos o Dr. Thiago Millenium, que é o responsável técnico, um empreendedor de mão cheia, dentista, assim, com diversas especialidades. Hoje ele atua também na, como praticamente aí um diretor da Botoclinic do grupo Botoclinic. Ele foi fundador lá também, fundador do Igor. A Mariana Marques, e sua esposa, é minha, nossa sócia também, uma profissional exemplar. É uma, é uma potência, né, hoje no mercado. Ela, ela esteve entre os cem primeiros especialistas dentro da harmonização facial. E é uma pessoa que, jovem, tem um potencial.

Dr. Caio Perrela, ele é um dentista raiz, atua já 30 anos. Pai dentista, vô dentista, especialista, mestre, membro da Câmara Técnica, presidente da Câmara Técnica da Comissão de Harmonização Facial aqui de São Paulo do CRO. Agora, assim, assumindo também outras responsabilidades. Em breve vai ser divulgado. Uma pessoa que tem bastante política no meio e uma pessoa, um dentista, exímio, e gosta da profissão, louca pela profissão, luta, né, pela classe. Tá? A Cláudia, e a esposa dele, dentista, mestre, é o nosso, a nossa, o nosso motorzinho comercial e educacional. Trabalho em conjunto com a Patrícia na parte educacional. Qual Patrícia está hoje aqui presente nessa reunião? Depois ela vai falar um pouquinho com vocês também a respeito de TCC, que a gente espera, o que o instituto tem como regra. E a Cláudia ajuda muito, né, nesse link entre a parte administrativa, que é formada por mim e pela minha esposa, extratores, ex-funcionários de grandes multinacionais. A Larissa ainda trabalha, atua na indústria. Eu não mais. Medida igual o Igor e uma outra clínica. E assim, a gente procura na parte administrativa dar todo o suporte para vocês e dar toda a condição de ensino que vocês precisam. Qualquer dúvida, o que vocês precisarem na parte administrativa, me coloca à disposição. Estou em todos os grupos, podem me chamar no privado. E é isso aí, estamos aí para dar todo o suporte para vocês.

Bom, como eu disse, né, o Igor nasceu da união ou da parceria com a FACOP. Vamos parceiros hoje, não desde 2019. Somos nosso curso aprovado e chancelado pela FACOP. Tem aprovação no MEC. Principais fornecedores, né, estão aqui descritos. Temos um escritório jurídico, o Dr. Guilherme Katani, que vai conversar com vocês à tarde. De novo, não percam. Excelente oportunidade de conhecimento de algumas práticas aí preventivas. Ele trabalha muito na prevenção, então é importantíssimo. Temos um escritório de contabilidade parceiro e professores, né? Doutora Sandra, Dra. Patrícia com a gente aqui, Dr. Walter, Luciano, Felipe, Pinesi, Thiago, Viscose, a Doutora Igor Mendonça. Todos os professores titulares aqui da nossa cadeira de bucomaxilo, tá? Então, esse aqui vai estar acompanhando de perto o desenvolvimento de vocês, apoiado sempre pela Natácia, que está aqui conosco. Então, ela faz esse link, ela vai ser sempre, né, essa porta de entrada com para vocês. E através dos grupos também, a gente divulga muitos casos. Eu vejo Dr. Walter divulgando artigos, Dra. Sandra, casos, cirurgias super, super assim, atuais, né? E vocês vão ter essa, a partir da Natácia, vai esse como é feito esse calendário, como é feito essa organização. E aí nós vamos trabalhar nesse sentido, né, de dar a melhor condição de vocês participarem. Desde já, né, nesse, nesse ambiente hospitalar.

Bom, aqui mostrando um pouquinho do crescimento desde 2000, de agosto de 2018, como eu disse, até 2023. Aí a nossa previsão é chegar a 500 alunos. Poderíamos estar com três, quatro vezes mais do que, do que, do que está apresentado nesse slide. Mas a nossa, a nossa, nossa filosofia é, né, a nossa, nossa missão é de ter um ensino com qualidade, né?

[Música]

Conhecimento, como qualidade, ética acima de tudo. A gente sempre segurou novas turmas de harmonização facial e agora também de bucomaxilo, para que a gente consiga ter, dar essa condição para vocês terem um ensino, né, em uma escola, né, referência dentro do mercado. Ok.

Próximo na classe, mostrando um pouquinho, né, na nossa timeline. Aí em agosto, a gente iniciou as atividades. Em setembro de 2018, a gente já tinha a primeira turma de pós, primeira e segunda turma de pós em harmonização facial. A inauguração da infraestrutura do aconteceu em janeiro de 2019. Já fizemos a primeira clínica. Em fevereiro, em abril, já estávamos em Nova York, mandando essa parceria com a NRU. Para quem não sabe, é mais forma dentistas nos Estados Unidos. Hoje é uma referência, né? Nós fazemos um curso de dados frescos lá em anatomia na universidade, em conjunto com laboratório. Uma oportunidade muito bacana. É novembro, nós lançamos de 2019. Nós somos o primeiro curso online. Em dezembro, a primeira turma internacional de estrangeiros. Investimos, começamos a investir no instituto na parte de tecnologia. Aqui para HOF, ultrassom microprovocado. Primeira turma de HOF, harmonização facial formada em 2020. Em janeiro de 2021, nos expandimos a estrutura. Em agosto de 2021, adquirimos um ultrassom de imagens, muito importante hoje para fazer procedimentos, teleados, identificar certas, minimizar os riscos, né, de todo o trabalho que a gente faz hoje lá no Igor com pacientes. Em outubro de 2021, exatos um ano, nós criamos a primeira turma de especialização em cirurgia e Traumatologia Bucomaxilo, né? E esperamos agora, né, essa primeira turma se consolidar. Deixamos novas parcerias. E agora, nós temos uma estrutura muito forte para guiar essa segunda turma, né, que vocês estão fazendo parte e começando o curso hoje. Em janeiro de 2022, nós expandimos a área administrativa. E agora, novamente, em 2023, tá previsto uma nova expansão.

O Igor na área, nosso forte, nosso negócio é especialização, curso de longa, longa duração, especialização em bucomaxilo e harmonização facial. Congresso. Nós temos a Super Aula, né, que é esse evento que eu comentei com vocês, que é anual, onde a gente fala muito de harmonização facial e a especialidade bucomaxilo. Também trazemos fornecedores, trazemos todos os alunos são convidados. É feito isso dentro de um hotel. Coisa na área. Não podemos compartilhar um vídeo com vocês, só para vocês entenderem como foi a última evento. A dinâmica é uma oportunidade de fazer um network, trabalhar com outros colegas, conhecer outros colegas, conhecer outros profissionais, né? Uma chance que agrega bastante valor.

Cursos de de curto prazo. Nós temos agora, através do Dr. Vinícius, outros profissionais. Nós temos mentorias também que nós acabamos dando dentro do Igor, personalizadas, bem individualizadas. Cursos de ozonioterapia. E então, assim, nós temos, estamos começando a trabalhar também essa parte de dar esse suporte pessoal. Às vezes, mesmo com especialização, a pessoa tem dificuldade em um determinado tema ou num determinado assunto. E aí, a gente dá essa possibilidade de ele continuar trabalhando através dessas mentorias e cursos de curto prazo. É, nós temos o corpo internacional. Agora em novembro de 2022. Aqui tá o link. Depois nós vamos compartilhar essa apresentação. Mas aqui tá o link dentro onde o Igor está inserido. E mostrando um pouquinho do nosso congresso Super Aula. Essa edição foi de 2021/2022. Nós tínhamos aí ainda 2021, sofremos ainda um pouquinho com a questão da pandemia. Mas 2022 foi um sucesso. 200, chegamos a bater 230 pessoas num dia. Mas fornecedores, mais os professores convidados, pessoas do Sul, Salvador, Brasília, vários nomes famosos da harmonização facial e também da... Uma palestra muito interessante. Então, a tendência agora em 2023, a gente tem mais uma edição. Esse congresso, aqui só para vocês terem ideia, né, em 2021, um dos palestrantes foi o Dr. Altamiro. Lá é uma sumidade dentro da harmonização facial. Hoje mora nos Estados Unidos e veio para estar para nós aqui nessa data. Próximo evento, aqui está desatualizado. Aconteceu já em julho, foi um sucesso também. Tivemos, né, como eu falei, depois nós vamos compartilhar o vídeo. Em 2021, presença do CFO, através do Dr. Cláudio Miak, secretário Geral do CFO. Ele foi, né, nos presenteou com a sua presença lá, prestigiando o evento, prestigiando os alunos e os profissionais envolvidos.

Aqui falando um pouquinho de Nova York. No centro, no centro da foto acima, né, tenho o nosso big boss, que a gente chama, é o John. E ele é uma pessoa que nos acolhe dentro da NRU. Os alunos, né, parte dos alunos que foram em 2019. Que a gente, esse curso é três dias, dois dias teórico, um dia dentro do laboratório de cada cadáver, representado aqui na foto. Aqui embaixo, lógico, que a gente não pode fotografar os cadáveres ou dentro do laboratório. Aqui é antes, né, de entrar para o laboratório. Mas é uma experiência fantástica de vivência em outro país, de troca de conhecimento, né? Experiência internacional. É a parte de anatomia, uma possibilidade de conhecer aí as as camadas, os planos. Então, assim, é um, além do contato com professores renomados dentro da NRU. Então, é uma chance de ouro. Nós normalmente liberamos só quatro alunos por mesa de cadáver. Então, a pessoa atende lá durante o terceiro dia, né, que é a prática. E é um curso que a gente, a gente fala que é um dos próprios alunos comentam que é um divisor de água dentro da carreira de cada um. Certificação dá em nenhum.

Falando um pouquinho de mercado, dados estatísticos, só para você, para mostrar um pouquinho para vocês. Esse número é de dois, é de fevereiro, mas ainda é válido. Nós somente temos, né, 50% dos cirurgiões dentistas inscritos no CFO estão na região Sudeste. Hoje, em fevereiro, nós tínhamos 366 mil dentistas, como mostra aqui na tabela ao lado. E desses 30% estão em São Paulo. Então, por cada praça aqui, vocês podem ver, né, essa divisão. E e assim, está mais do que comprovado, né, que a concorrência está grande. E quem se especializa, quem busca conhecimento, quem busca formação, vai, vai estar cada vez mais na frente, sem dúvida nenhuma, tá? Então, esses dados foram retirados direto do site do CFO. Nós vamos fazer uma atualização no final do ano. Posso estar compartilhando com vocês também, tá bom?

E aí, porque a gente acredita, né? E essa, e a questão do bucomaxilo e harmonização facial. Essas duas especialidades estão cada vez, tão na crista da onda agora, e tão cada vez mais interligadas uma outra, né? Você vê, existem aí pouquíssimo, 5% aí dos cirurgiões dentistas em especialidades cadastradas no CFO eram bucomaxilo em 21/02. E 1% em harmonização facial. Essas duas especialidades estão crescendo muito e muito, cada vez mais interligados. E o nosso curso, né, em busca realmente é mostrar isso, né? De certa forma, né, casos que a gente tem e HOF interligado com bucomaxilo e cirurgias, etc., que cada um pode fazer dentro do seu campo. Eu acho que é uma chance que vocês têm de sair realmente na frente, sem dúvida nenhuma, tá bom? Você vê perto da orto, desculpa, perto da ortodontia, olha quanto esse número tem a crescer ainda. Número de ortodontistas durante a harmonização facial e pouco. Então, a gente coloca isso, né, na apresentação, porque realmente a gente enxerga com uma grande oportunidade. E os dentistas vão se destacar, sem dúvida nenhuma, que saírem na frente. Ok.

Agora, com muito carinho, eu passo essa apresentação para a Doutora Sandra. Vai falar um pouquinho, né, da especialização, a parte educacional, a parte técnica, pessoal. E com alguma dúvida sobre o Igor, sobre a instituição, sobre os cursos, sobre o mercado, se eu puder ajudar, eu sou de vocês dentro do grupo ou aqui mesmo, por favor, fiquem à vontade para comentar ou perguntar a respeito. Doutora, se nós não temos, não tem nenhuma pergunta, né? Pergunta ou se surgiu, estarei aqui até o final da apresentação da Doutora Sandra. Se quiserem colocar no chat também, fiquem à vontade, né? Dentro, dentro de um chat, vão mandando perguntas ou qualquer dúvida que vocês tiverem. Ok.

Bom dia a todos, né? Eu sou a Sandra. Tá? Eu vou esclarecer um pouquinho para vocês do que é o curso, né, que nós estamos oferecendo para vocês. Essa vai ser a nossa segunda turma, né? E muito, a gente teve aprender com a primeira e muito vamos acrescentar, né, nesta segunda turma, oferecendo para vocês um curso de ponta que realmente vai melhorar e vá acrescentar no dia a dia de vocês profissional. Pode passar. Esta é a equipe, tá, de bucomaxilo, onde nós temos o Dr. Walter Cerqueira, eu sou a Sandra, Dr. Luciano, Dr. Felipe, Dr. Thiago, a Doutora Patrícia e o Dr. Igor. Então, esta é a equipe com quem vocês vão contar com todo, todo o corredor do curso, tá? Dúvidas, questionamentos em procedimentos, nós vamos estar sempre ao lado de vocês, orientando, tentando acrescentar em caso de dúvidas, né, procurando sanar. Tá? Vamos estar acompanhando vocês em ambulatórios, cirurgias, nas aulas teóricas. Vocês vão ver que durante o curso, não só esses professores que vão estar dando aula para vocês, mas toda uma gama, né, de outros professores, profissionais especialistas em outras áreas que vão estar complementando o curso, de modo que o curso fique bem amplo, realmente de base para que vocês tenham oportunidade de trabalhar na bucomaxilo. E quem porventura falar: "Não, não é bem esta área, mas vai complementar a minha área de atuação". Vocês têm uma base segura para que isso realmente venha acontecer. Pode passar.

Aqui nós temos umas fotos de alguns encontros, né, que nós tivemos durante o curso da primeira turma, né, onde nós tivemos um workshop de cirurgia ortognática, um dia de confraternização, né? Tudo isso vai acrescentando, vai tornando com que uma equipe mais unida e que a gente possa, né, adequar as exigências do curso e também as expectativas que vocês têm, né? Tudo é um trabalho unido, tá? Não existe uma, uma moldado isso, né? A gente tem que, aos poucos, e trabalhando e mudando esse curso de forma que seja eficaz, né, o aproveitamento tanto para o curso, né, e para vocês também, né? Isso tem que ser uma via de mão dupla. Se não, não vai ter muito sentido, né? Ele tem que realmente acrescentar, né, de forma melhorar, né, a área profissional de vocês, ampliando isso. Pode passar.

Algumas fotos, né, onde nós tivemos a oportunidade de ter os alunos no centro cirúrgico acompanhando cirurgias. Vocês vão ver que nós temos diversos hospitais, diversos tipos de cirurgias, tá, que vão de cirurgias de trauma, cirurgia ortognática, cirurgias em articulação de ATM, né, cirurgias de reconstruções de face, né, onde nós temos a utilização de alguns materiais customizados com próteses, né? Então, é uma gama, um leque muito grande que a bucomaxilo oferece, tá, para que você possa atuar e ampliar o leque também de vocês, né, na área que vocês atuam. Pode passar.

Aqui a gente está vendo no nosso workshop, né, de cirurgia ortognática, né? E nós tivemos, né, nesse período de outubro de 2021 a maio de 2022, né, mais de 200, né, atividades realizadas, quer seja em ambulatório, práticas hospitalares, o workshop de ATM, de cirurgia ortognática. Nós temos também, trabalhamos com discussões de casos, né, que alunos trazem aqueles casos que eles acompanham no hospital, de forma sempre a complementar, né, tanto o aprendizado, como também vai ser muito útil para vocês, né, criando discussões, né? Eu vejo que o que eu tenho, né, quando recebi a lista dos alunos, vocês são de várias áreas do Brasil. Então, muito temos a trocar de experiências, né? Essa troca é muito importante, tá? Convivência tanto para nós na equipe, quanto para vocês. Um colega que faz alguma coisa, né, acompanha um profissional em Minas, fazendo uma cirurgia, de repente, não é a mesma técnica que nós utilizamos aqui em São Paulo, né? Isso cria discussões que de suma importância para acrescentar, né, para auxiliar a todos nós, né? Pode passar.

E como funciona o curso de vocês? Bom, o curso tem a duração de 36 meses, são três anos de curso. O ensino que foi base, né, optado, né, por esse sistema híbrido. O que é isso? Nós vamos ter aulas teóricas, né, online, e vamos ter também a parte laboratorial, clínico, ambulatorial e hospitalar. Então, vocês vão ter módulos, onde teremos só aulas teóricas. E essas aulas vão ser online, tá? Essas aulas são de presença obrigatória, tá? Existe uma carga horária obrigatória a ser cumprida, tá? Isso não é uma exigência só do curso, é uma exigência junto às instituições, como é que está? Vocês vão ter uma carga horária obrigatória de laboratório, prática ambulatorial e hospitalar. O curso de bucomaxilo, tá, para que ele seja realmente reconhecido como uma especialização, ele tem que ter no mínimo 3000 horas, tá? Para que a gente consiga cumprir essa carga horária, é necessário um trabalho em conjunto, equipe e vocês alunos, principalmente nesse ensino híbrido que vocês estão optando. E como a gente pode estar fazendo isso? Nós vamos ter seminários a ser apresentados. E esses seminários visam o quê? Uma complementação de carga horária e também deixar com que todo aquele, parte que foi dado em aula teórica, né? Vocês têm a oportunidade de buscar artigos atualizados, de criar uma discussão no grupo junto com os professores para ampliar ainda mais as aulas. Às vezes, por ser umas aulas teóricas, elas têm o embasamento, né? Tem didático. Um artigo abre um leque de opções que vocês vão estar visualizando oportunidade de ter que vai melhorar para todos vocês e até mesmo para nós do grupo, criando discussões, né, de forma que esse aprendizado vai ser muito mais amplo, muito mais aproveitado. Na parte teórica, nós temos os seminários. Na parte prática, como isso tem que ser realizado para que tenha uma carga horária de 3000 horas, tá? Um curso de especialização de buco, é necessário uma dedicação de pelo menos uma semana por mês. Aí vocês vão me questionar: "Poxa, mas eu não tenho essa uma semana por mês". Vocês têm que se, de forma, vocês têm que se organizar de forma que dentro da região onde vocês estão, né, da cidade onde vocês estão, vocês possam também estar acompanhando profissionais que atuam nessa área. E com isso, vocês vão ter abrir o leque, né, em termos de você ter mais colegas na região onde você pode ter troca de experiência, troca de casos, indicações. E vocês têm oportunidades, né, de ter um hospital para estar fazendo algum procedimento, né? Isso é muito importante. É um novo, vocês estão buscando uma área muito abrangente e um leque novo, tá, de oportunidades para que vocês estejam realizando outros procedimentos e realizar o procedimento que vocês estão habituados. Essa carga horária hospitalar, aqui vocês vão ter opções, tá, de ter uma escala de cirurgias, onde todo o grupo vai estar lançando sempre as cirurgias que estão ocorrendo durante o mês, aquela semana do mês que vocês podem estar aqui. Vocês podem estar acompanhando cirurgias de trauma, cirurgias ortognáticas, cirurgias de articulação, né, reconstruções. Existe uma gama de procedimento que são realizados, tá, que vocês vão ter oportunidade de estar acompanhando junto a toda a equipe. Essas cirurgias têm agendamento conforme está. Nós conseguimos também estar realizamos agendamentos hospitalares. Então, algumas vezes, alguns alunos falaram: "Mas eu vim, não teve cirurgia, foi cancelada". Sim, isso infelizmente pode ocorrer, tá? Bem como a cirurgia de trauma, né? Tá? Alguns casos podem entrar para cirurgia, outros não, porque o paciente às vezes não tem condições de, não estão com preparo adequado para o procedimento. A área de cirurgia não é, a gente não tem uma, uma escala onde a gente pode falar um cronograma fechado, tá? Pode ser que essa semana a gente tenha vários casos de trauma e na próxima semana a gente não tenha. Mas tem a casa de cirurgias eletivas. As cirurgias eletivas, elas vão saindo no decorrer das liberações que os convênios, né, dos materiais que são liberados. E aí sim, vocês vão ter acesso. Mas tudo isso vocês vão estar vendo através de uma planilha, onde vai estar as cirurgias que vão acontecendo e a possibilidade de vocês estarem colocando o nome de vocês para fazer o acompanhamento. Quanto mais vocês estiverem disponíveis, né, a participar, melhor é o aprendizado de vocês e também para que a gente tenha essa carga horária realmente toda, né, até o final do curso completo. Pode passar.

Na casa, então o curso, ele é mensal, onde nós temos são três dias na semana, quarta, quinta e sexta, com as aulas teóricas, né, obrigatórias. Essas aulas são gravadas, porém a presença que é computada como realmente na carga horária, tá? Nós vamos ter as aulas laboratoriais e práticas hospitalares, como eu falei, dentro da escala, tá? E a carga horária de estágio, né, vai estar dentro, como eu já falei, naquela cronograma que nós vamos estar disponíveis para vocês, tá? O ideal é que vocês já comecem, tá, a ver na região de vocês, quem vocês poderiam estar acompanhando ou já comece a se planejar as datas que vocês podem estar vindo para São Paulo para realizar, né, esses estágios, né? O quanto antes vocês comecem, melhor é para o aprendizado e melhor é para que a gente tenha realmente o fluxo do curso correndo de forma, né, tranquila. Então, vocês vão ver nessa agenda, onde os professores vão estar disponibilizando que tipo de cirurgia, o local que vai ser realizado, tá, o horário. E assim vocês vão poder se programar, tá, para que acompanhe cada caso, seja de interesse para vocês. Pode passar.

Aqui está o exemplo do calendário, né, onde como vocês receberam, né, nesse módulo, todo mês vocês vão estar recebendo, né, módulo a módulo, ou a parte teórica que vocês têm, né, as aulas teóricas que vão ser ministradas de quarta, quinta e sexta. As atividades que nesta semana ou durante um mês, né, vocês vão ter em termos de cirurgias ambulatoriais, em termos de cirurgias hospitalares. Pode passar.

E vocês têm a oportunidade de uma vivência. Eu acredito que até a única dentro das especializações, porque vocês têm uma gama imensa. Olha o número de hospitais que nós temos à disposição de vocês. Hospitais e esses particulares e hospitais, né, que nós temos no Hospital Pirajussara, com Hospital Público referência na área de trauma de face. Então, é uma gama de hospital, né, onde vocês vão ter essa oportunidade de ver as mais diversas tipos de cirurgia. Bem como vocês vão ter a oportunidade de ter vivências, né, do que é um hospital privado, como se trabalha dentro do hospital privado e também uma referência de como se trabalha no Hospital do SUS, né, que é uma diferença bem grande em termos de de casos, né, de preparo de paciente. É muito distinta as coisas. Vocês vão ver cirurgias de trauma, né, no Hospital por a Jussara. Dificilmente vocês vão estar vendo um ambiente no hospital particular. Porém, vocês vão ter oportunidade de ver reconstruções com próteses, tá, que dificilmente vocês vão conseguir ver isso na área no hospital público. Pode passar.

Então, está aqui a organização. Como você já receberam, né, todos os módulos, né, durante os 36 meses. Você já recebeu o cronograma e as aulas, né, que vão ser ministradas, bem como as workshops, né? E também as aulas onde nós vamos ter as discussões de casos e seminários durante todo o período do curso. Esses módulos podem sofrer alterações. Que alterações nós podemos ter? A gente vai trabalhando de acordo com a evolução do grupo. Se nós estamos vendo o grupo está desenvolvendo bem, nós estamos tendo uma, estamos conseguindo cumprir a carga horária básica, né, as disciplinas básicas, não existe porque não, a gente está alterando e lutando para algumas cirurgias avançadas, falando de cirurgias mais estéticas. Essa união ocorreu na turma 1 e não tem porque deixar de ocorrer na turma 2. Muito pelo contrário. Como disse o Maurício, hoje a buco, a HOF, acredito que mais para frente vamos ser um só, né? E para que isso ocorra, tá, tanto a bucomaxilo está se adequando a HOF, como a HOF necessita se adequar a área de bucomaxilo, melhorando o seu conhecimento, ampliando o seu conhecimento, tá, para que realmente nós tenhamos profissionais diferenciados. O Maurício mostrou bem, olha, bucomaxilo 5%, HOF 1%. Quanto nós vamos ser mais para frente, né, que vamos ter essas duas especialidades? Olha o diferencial que vocês estão buscando. Olha o diferencial que nós vamos ter. Isso abre portas em todos os lugares. E eu acho que um grupo que está hoje, né, numa quarta-feira de manhã, né, se dispondo a aprender, né, se dispondo é realmente isso que está buscando se diferenciar, né, crescer profissionalmente, aprimorar técnicas, né? E é isso que a gente tem que realmente. Eu acho que a área de saúde é fundamental, né? A gente não tem como parar, né? A gente tem sempre que aprimorar, melhorando cada vez mais. Pode passar.

Então, nós temos o que as disciplinas do curso. Gente, qualquer curso, especialização em qualquer área, tá? Existe uma disciplina básicas que são obrigatórias. Essas disciplinas têm que estar na grade para que esse curso realmente seja reconhecido. Nós temos que obedecer para que o curso seja reconhecido e quer que a gente tenha realmente um curso onde vocês possam falar: "Eu fiz o curso na Igor", de forma que vocês sejam respeitados por toda a parte que vocês aprenderam, todo o formato do curso, que realmente ele esteja dentro do que é exigido pelo CFO e pelo MEC. Então, sim, nós vamos ter que ter aula de anatomia. É fundamental. Como é que a gente vai falar, né, de um trauma, de uma cirurgia de reconstrução, se a gente não sabe anatomia? A gente vai ter que rever a parte de anestesiologia. Sim, não existe como a gente estar fazendo o procedimento se a gente não sabe técnicas anestésicas, né? Desde medicações até mesmo a técnica em si. Nós temos que ter a vivência, o símbolo do atendimento de trauma. Ah, mas eu não vou fazer o trauma. Sim, mas você vai ser um bucomaxilo onde, no mínimo, você vai poder falar com colega, né, identificar que aquela paciente teve uma fratura e poder orientar de forma correta. Nós vamos ter aula, vamos falar de cirurgias na articulação. É uma gama, né, que nós temos de disciplina. E todas elas têm o embasamento para quê? Para que a gente possa ter dentro dos nossos procedimentos o maior segurança, maior entendimento, técnicas, princípios de técnicas cirúrgicas. Isso é básico para qualquer tipo de procedimento que a gente faça. Na histologia, como é que a gente vai fazer, como é que a gente vai entender um processo de cicatrização se a gente não conhece o tecido que a gente está trabalhando? Algumas técnicas que a gente vai falar também, né, de implantodontia. Como é que a gente fala de implantodontia se a gente não fala, não se conhece o tecido ósseo, não sabe o processo de reparo? Então, todos essas disciplinas têm porque e dão embasamento para as demais procedimentos que a gente queira executar. Pode passar.

Aqui está uma lista de materiais, tá, para que a gente realize a nossa clínica de oral menor. Essa parte de ambulatorial de oral menor é uma exigência, tá, que todo curso de especialização. Então, vocês vão ter dentro aí, tá, algumas datas específicas presenciais onde nós vamos estar fazendo procedimentos de oral menor, seja a extração de um dente incluso, seja diagnóstico e biópsias, tá? E para que isso seja realizado, nós precisamos dar esses materiais que vocês vão ter que estar providenciando, tá? As clínicas vão ser realizadas em dupla, onde nós vamos ter um paciente. A dupla vai realizar o procedimento, e depois, na sequência, inverte. Um vai ser o cirurgião, o outro auxiliar, inverte sua posição. Cada dia vai ter pelo menos de duas a quatro cirurgias, onde vocês vão estar revezando, tá? Esse material é de uso pessoal. Cada um de vocês vão ter que ter um, tá? E vão ter que estar trazendo para realmente a gente esteja conseguindo, tá, realizando esses procedimentos na clínica. O cuidado desse material é por conta de vocês alunos, tá? Então, vocês vão trazer, vão deixar na Igor para que seja feita a esterilização. Depois de realizado o procedimento, vocês vão estar limpando esses materiais, colocando em caixas novamente e entregando para que seja feito a esterilização. Então, é de responsabilidade de vocês alunos, né, estar em organizando isso. Pode passar.

Dentro da especialização também, nós temos uma carga horária obrigatória que onde vocês estão vão estar cumprindo através de participação de congressos. Nós temos o COBRA, que é um Congresso Brasileiro de Cirurgia, que ocorre a cada dois anos. O COMPACT, que é um congresso Paulista. O SOBRACI, Sociedade Brasileira de Cirurgia, que também nós temos simpósios e congressos que são o que acontecem, né, anualmente. Congresso Americano de Cirurgia Oral e nós temos o Congresso Mundial de Cirurgia Oral. Esses congressos, né, é importante a participação, onde vocês vão ter uma troca junto com outros alunos de outros cursos, né, de informações. Seria bastante interessante, tá? Até eu, a Doutora Patrícia, estaríamos à disposição de vocês, tua apresentação de casos para apresentação de painel. Isso vem a complementar muito, tá, a carga horária de vocês e o aprendizado de vocês. Pode passar.

Bom, existe algumas regras que a gente tem, onde nós vamos ter o uso, está obrigatório de avental. Vocês têm o grupo de WhatsApp, né, que nós já estamos, onde vão ser passadas informações, né, dos cursos, dos módulos, das clínicas. O site da regras e critérios de avaliação na buco. E aí depois, quanto a reposições de aulas. Pode passar.

O avental, tá, é interessante que vocês escolham representante da turma, tá, para que a gente mande confeccionar, né, seja feita a confecção desse avental, tá? Ele é de uso obrigatório e vai constar com o logo, tá, Igor e a identificação de vocês. É obrigatório a utilização do avental, tá, em ambiente ambulatorial e hospitalar. Vocês devem estar sempre, né, com avental quando forem acompanhar alguma cirurgia, quando forem acompanhar algum relatório ou nas clínicas dentro da. Pode passar.

Aqui a gente fala um pouquinho sobre o grupo, né, de WhatsApp, né, que a gente tente, né, é utilizado de forma, é que vai acrescentar, tá? Então, que a gente tenha esclarecer dúvidas de aula, trabalho, que a gente tenha esclarecer dúvidas em relação a algum caso que algum colega pode ter, que a equipe se põe à disposição para esclarecer, né? Vamos evitar, né, que a gente fique colocando dentro desse WhatsApp discussões religiosas, políticas, assuntos particulares ou aqueles "Bom dia". Vamos deixar ele realmente, né, para que seja utilizado para que esclareça ao filhinho, né, os alunos e que a gente tenha um canal de acesso rápido para que esteja à disposição toda a equipe, né, para esclarecimento de dúvidas e auxiliar vocês durante todo esse período do curso de vocês. Pode passar.

Então, nós vamos ter um acesso à clínica, né? Você já tem um cronograma, né? Nós começamos com a clínica de oral menor em março, né, com o grupo presencial. É obrigatório o uso dos equipamentos de proteção. Então, gente, máscara, avental, luva, óculos de proteção. Isso é indiscutível, tá? Todo o material descartável de biossegurança será utilizado na clínica. Vai ser fornecido o material cirúrgico, né, que como eu passei. E isso vocês vão estar trazendo. Pode passar.

Aqui nós temos o site, né, da Info. Depois a Natacha explica direitinho como é que vocês procedem para entrar com senha, né, onde como vocês vão ter acesso à área do aluno, vão ter acesso ao material, né, com as aulas gravadas, tá? A Natacha vai estar sempre à disposição para esclarecimento de dúvidas, tá? E como um canal direto, né, de vocês com a gente. Pode passar.

Bom, para que vocês tenham certificado, né, é obrigatório que vocês frequente 100% das disciplinas obrigatórias, tendo no mínimo 75% de frequência nas demais das demais disciplinas. As disciplinas obrigatórias são as disciplinas de ética, legislação e odontologia, metodologia e bioética. Então, para que ele tenha, para que vocês tenham aproveitamento mínimo, vocês vão ter que ter 70% de pontos nas avaliações que vão ser submetidas e ter uma nota final, tá, no trabalho do TCC de 7. Nós vamos ter notas de avaliações teóricas e práticas, onde vocês vão ter que ter notas superior a 7. E quais são as suas avaliações? As avaliações são as apresentações de seminários, a prática, vocês vão ter a sua apresentação de casos. Vocês vão se dividir para apresentação de seminários em duplas. E na prática, quando vocês estiverem fazendo apresentação de casos, os alunos que vão estar apresentando são aqueles que estiveram realmente no procedimento. No seminário, eu fiz dupla com mais um colega, né? Os dois têm que estar ciente do trabalho, né? E os dois têm que estar apto para apresentação desse trabalho. Então, se de repente, por exemplo, Carlos e por exemplo, Lívia são a dupla, a Lívia não pode estar presente nessa apresentação, o Carlos tem que fazer a apresentação. Esse trabalho é em dupla. Os dois têm que estar. Não vai ser autorizado vocês apresentarem no próximo módulo. O intuito do seminário é reforçar aquela matéria que foi dada e acrescentar em aulas de tempo de estudo que vocês estão tendo fora do período das três dias por mês. Isso é que torna, né, possível a gente conseguir uma carga horária de 3.200 horas. A prática é exatamente a mesma coisa. Quem fez o acompanhamento daquele caso é que vai estar discorrendo sobre o caso, né, e apresentando, né, para que os demais alunos vejam o que está sendo feito, possa ampliar, né, a sua vivência e acrescento também em carga horária para vocês, para que a gente realmente possa cumprir aquilo, né, que nós nos propomos de 3.200 horas, tá bom? Anote a apresentação no final do curso, tá? E essa deve ser o que superior a 7. Pode passar.

Aqui vocês têm como vocês acesso, né, com a Natacha, com a Doutora Patrícia, né, a coordenação, os contatos, por e-mail, por telefone, com o Maurício, onde vocês vão poder sanar qualquer dúvida, né, que vocês tenham ainda a respeito do curso. Pode passar.

Acabou a apresentação. Ok.

Existe alguma dúvida? Alguém tem alguma pergunta a fazer? Qual o que vocês esperam? O que vocês esperam do curso? Porque vocês vieram buscar esse curso? Vamos conversar um pouquinho a respeito. Essa é a parte difícil. Quem começa? Vamos ver quem começa. Vamos lá. Vamos sortear. É isso. [Risadas]

Oi, Marcos. Bom dia. Bom dia. Tudo bem? 88. Tudo. Bom dia, pessoal. Eu tô aguardando aí com o curso, tão ansioso pelo curso, né? Até para gerar um respaldo aí legal. Acho que a grande maioria aí, eu acho que tá, já tem um, já tem um intuito de colocar HOF também, né? Junto com essa parte aí cirúrgica da cirurgia facial. E que eu espero é isso, né? Que futuramente, acho que legalmente, né, que fique tudo mais transparente para a gente, fique mais fácil, né? Não que eu acho que conhecimento nunca é demais, né? Mas acho que a gente tem que fazer isso. Colocar uma especialidade, principalmente uma especialidade de HOF cirúrgica, né? Que eu acho que eu vejo onde se agrega a cirurgia, né, facial juntamente para HOF. Então, as duas caminham juntas. E o único, o único que eu olhei, né, que tinha, eu pesquisei um pouquinho, que tinha que ia voltado, né, o buco voltado para HOF. Eu espero que sim. Eu sou, sou implantodontista e periodontista. Tem seis anos que eu só faço harmonização orofacial. Vocês pensaram isso em HOF também, certo? E qual a área mais que você atua? Que que você mais faz? Olha, rinoplastia, face lift, eu faço, faço uma parte mais cirúrgica mesmo. Então, você está buscando realmente ampliar um pouco mais o conhecimento para ter uma bagagem mais segura da atuação da HOF. Então, você está, você está no curso certo. Realmente, o que a gente tem em mente, tá, gente? Todo o grupo, tá, é realmente dar embasamento para vocês, tá, que realmente vocês possam estar fazendo essa área. Quem atua na HOF ou como qualquer outra, tá, até mesmo.

Na implantação do tipo, os procedimentos que vocês, de forma mais segura, têm um conhecimento mais amplo. O que eu vejo, o que acontece, né? Há muito tempo que a gente tem acompanhado, né? Odontologia nunca foi bem vista no hospital, viu gente? Nunca. E a gente tem que mudar essa cara, né? Do mesmo jeito que vocês da Hoff brigam para ser reconhecidos junto com as demais especialidades médicas, né? Que isso? Então, a dermatoplastia, né? A buco também teve que brigar muito para ter seu acesso no hospital e garantir o seu espaço, né? E odontologia, eu acho que ela só tem a acrescentar cada vez mais nesses ambientes.

Então, por exemplo, você faz uma lipo de papada, se você tiver uma intercorrência, né? Olha o quanto você, com a boca, maxilo, pode ter assessoria de forma que você possa internar esse paciente, intervir esse paciente de uma outra abordagem. É isso que eu acho que a gente tem que buscar em todas as áreas, né? Essa visão mais ampla. E quando a gente fala em visão ampla, não é só falar assim: "Ah, mas aí ele vai, eu vou internar". Isso quase não acontece. Mas se acontecer, que você tenha uma capacidade, né, de você estar internando o paciente, de estar conversando com a equipe médica, de estar abordando esse paciente, de estar medicando esse paciente, né? Do que a gente ficar parado esperando uma conduta de um médico, porque mesmo, mesmo, tá, Marcos, o médico não sabe o que fazer, tá? Eles não sabem. Então, nós vamos ter que dar o norte para que, para que realmente esse paciente, né, tenha a resolução de uma intercorrência, né, de forma adequada, tá? E a boca vai acrescentar muito isso para vocês, tá bom?

Doutora Sandra, Dra., me permite, né? Marco, bom dia. Primeiro, seja bem-vindo. É à tarde, eu acho que você vai ter juridicamente uma oportunidade também de perguntar sobre isso, como é que tá, como é que estão os aspectos legais, né, de cada procedimento, o que é permitido, o que não tá. É uma oportunidade bem bacana que o Guilherme Catani, que é uma pessoa que está puxando muitos assuntos, deliberações em função, né, da classe. Então, é uma chance bacana à tarde de ver, além dos aspectos técnicos, que a Doutora Sandra muito bem colocou agora, mas também a gente quer dar então jurídica para vocês, né, esclarecendo qualquer dúvida, vendo onde que é o limite hoje, ou onde nós vamos chegar, e etc. É uma oportunidade bem bacana aí para todos, todos vocês participarem, tá? Já no primeiro dia de especialização. Quem mais vai falar?

Bom dia. Olá, bom dia. Você é Adriano? Oi, Adriano. Bom dia. Eu também, eu espero do curso justamente como um colega falou aí, né? Ter mais respaldo nessa área cirúrgica e também ter ampliar o nosso conhecimento, né? Principalmente nessa parte hospitalar, questão de, às vezes, a gente precisar fazer um procedimento e dar essa opção para o nosso paciente de fazer a nível hospitalar, e ele decidir que fica melhor para ele, não a gente, por conta do nosso conhecimento às vezes mais limitado, querer pode fazer o procedimento só no consultório porque a gente não tem acesso, às vezes não é a nossa rotina essa questão de fazer cirurgia. Mas muito bom. Isso você vai ter oportunidade de ver, vai estar acompanhando toda a equipe, vendo como é que é o trâmite de tudo isso. Exatamente isso. Eu acho fundamental porque vocês têm que entender, né, que alguns procedimentos, né? Por que fazer um tutorial se a gente consegue fazer a nível hospitalar, dando mais conforto, né? Sendo mais paciente, sendo mais tranquilo na execução desse procedimento? Tá saindo feito. Ele por alguma redação sobre anestesia geral, né? Existe hospital-dia, onde a gente interna o paciente de manhã e dá outra tarde, tá? Então, isso vai abrir muito, né, para que vocês possam atuar em outro ambiente. Mas para isso, né, a gente precisa pensar também assim: "Eu quero atuar nessa área? Sim. Quero abrir meu leque?" Mas aí, né, como todo mundo sempre questiona, vamos lá naqueles conhecimentos básicos, né? Como eu já falei, a Odontologia, ela tem que, nós temos que nos impor. E para impor, nós temos que mostrar conhecimento técnico, tá? E para isso, a gente precisa realmente, né, para decorrer do curso todo, né, tem as disciplinas básicas. Casar é chato. Eu já fiz uma especialização. Eu não fiz. Sim, mas a gente precisa rever, porque o foco está voltado para especialização da boca, tá bom? Para essa área agora que vocês estão, né, querendo atuar. Ok.

Mais, gente, mais perguntas. É a hora de vocês esclarecerem, né? Tirarem as dúvidas. A minha proposta, talvez, é de ter procurado o erro, foi uma proposta um pouquinho diferente no sentido de interior de São Paulo. Eu trabalho já com a periodontia e prótese, e a minha esposa era especialista, e eu acabo fazendo a parte cirúrgica da roça para ela. E o que eu noto, a minha intenção realmente é ampliar o leque, é somar o conhecimento cirúrgico. Por mais que você já faça, né, sempre tem como agregar algo a mais. E é isso que eu procuro na boca. E a minha escolha de fazer com vocês foi exatamente uma indicação de uma amiga da primeira turma, dessa proposta, e principalmente tentar buscar essa, essa facilidade que vocês estão oferecer em termos de hospitais e ter o contato, talvez um pouquinho diferente dos meus colegas, seria mais que aquela boca mais tradicional, mais raiz. Porque na minha região, na minha região, é uma região que está carente de um do profissional da boca, certo? Até um pouco desvalorizada, porque não foi bem trabalhado e acaba tendo indicações de colegas. Chega uma hora que você fala: "Eu não sou burro, né?". Então, eu queria ter esse contato, eu busco esse contato, de repente, mais cirúrgico, hospitalarmente, hospitalar, aquela coisa um pouco mais, de repente, como a gente brinca, mais caveira, né? É o intuito mesmo. É tudo nós vamos agregando o conhecimento, independente do que nós vamos conhecer no. Mas eu busco, buscar um pouquinho mais, puxar um pouquinho mais para o outro lado hospitalar. Você vai ter essa oportunidade. Nós temos Hospital Pirajussara, né? Que é hospital referência de traumas para público, tá? E ali é uma grande escola. Não estou menosprezando os demais, cada um tem o seu perfil, tá? Mas quem busca buco raiz, não é Hospital Pirajussara. É a gente costuma brincar, pelo menos eu entre meus amigos, que quem toma café sem açúcar é capaz de fazer qualquer coisa, não é? Então, quem faz buco e trauma, tá? É capaz de fazer qualquer coisa. Então, é isso aí. Ela me indicaram isso, e eu pensei assim: "Poxa, eu vou estar numa região que, com certeza, tem um caso isso muito maior do que na minha região, né?". Eu falei: "Bom, vamos fazer esforço e vamos para lá". É um prazer, né? Então, junto aí toda essa turma. Ah, muito legal. Bem-vindo, viu? Quem mais? Só foi os meninos. Cadê as moças dessa turma? Mais algum questionamento? Alguma dúvida?

Bom dia. Eu sou do Rio de Janeiro. E aqui tem algum hospital que seja credenciado com após? Não. Né? Não. Mas existe uma série de hospitais aí públicos, né? E colegas na região, como burro, que você pode estar procurando, né, para fazer acompanhamento. Assim, ótimo. Perfeito. É basicamente o que os outros colegas já falaram, né? Também já tô na roça há quatro anos e tá com muito na parte cirúrgica e desejo minha pequena vez mais pegando mais experiência aí na boca. E você já tá vendo algum local? Você conhece alguém na área no Rio de Janeiro? Conheço alguns colegas, não converter ainda sobre, né? Começando o curso agora, mas já vou entrar em contato para estar vendo a possibilidade de acompanhar algumas cirurgias. Maravilha. É isso aí. Tá? O quanto antes você já estiver resolvendo, né? Vendo isso, melhor para vocês, né? Que vai ajudando no decorrer do curso, já vai estar a complementação de carga horária, né? Verdade. Tá bom. Obrigado, viu? Quem mais?

Oi, professora. Olá. Bom dia. Tudo bom? Bom dia. Tudo bem? Eu sou Vinícius. Fala, Vinícius. Deixa eu colocar meu vídeo. Opa. Tudo bom? Tudo. Estamos em casa assistindo aula. É isso aí, companheiro. [Risadas] É uma, esse curso online, na verdade, eu só consegui fazer porque é híbrido, mesmo, porque assim, é difícil disponibilidade, assim, de tantos dias fora de casa. Enfim. Então, assim, aponta para o erro de poluição de utilizar a tecnologia para possibilitar, né, essas possibilidades para a gente. Então, muito bom. E eu sou, eu tenho formação em ortodontia. Estou a primeira especialidade, para ortodontia. Minha segunda especialidade é harmonização. E agora eu tenho trabalhado muito com cirurgias de harmonização, né? Inclusive, a lipoaspiração é especialidade nossa. E, e eu decidi, junto com o pessoal do erro, desse dia, fazer a essa pós-graduação para ter titulação também e para me dar uma bagagem maior em termos de cirurgia mesmo, assim, né? Nível hospitalar, ter mais, mais conteúdo mesmo nessa área cirúrgica. Eu acho que vai ser importante para mim, para os pacientes. Então, por isso que eu decidi aos 40 anos começar essa nova especialidade. Vai ser muito legal, né? Tô bem, bem otimista. Isso é uma coisa assim que bacana, né? Que realmente tem essa disponibilidade, né, de aulas online, né? É uma, é muito bom, é muito fácil, é muito prático que você tá no seu ambiente, na sua casa ou na sua clínica, né? Só que aí, é o que eu costumo brincar, né? Vocês precisam estar durante isso. Eu tô falando no geral, né? Quem realmente cumprir o quê com as atividades extras, porque senão não é possível se chegar nessa carga horária total, tá? Então, vamos lá, galera. Seminário, é apresentação de caso, vamos participar para acrescentar e realmente cumprir o que exigir, tá bom? Viu, professor? Eu tenho na cirurgias ortognáticas. Então, assim, quando a gente começar a caminhar para esse lado, é uma área que eu quero explorar bastante. Ah, você como orto, né? Excelente, né? Ah, tem o Dr. Walter, que deve estar entrando para conversar com você tranquilamente, tá bom? Alguém mais quer expor alguma dúvida? Gabriela vai falar. [Música] Então, vou abrir a câmera. Bom dia. Bom dia. Exatamente. Também estou em casa assistindo aula. Como é bom isso, né? Há seis anos, também, é mais ou menos a mesma coisa de todos os colegas. Procuro um conhecimento maior. Já faço cirurgia, mas eu quero pagar mais, não tem mais segurança. E aí eu conheci a Irma através de uma amiga da primeira turma. É muito interessante, é muito interessante. Por isso que eu entrei. Você é da onde? Eu sou do interior de Pernambuco. Nós temos Manaus, Pernambuco, Rio de Janeiro. Ai, que legal. Seja bem-vindo. Seja bem-vinda, Doutora Gabriela. Muito bem-vinda também. E vocês possam aproveitar o curso, né? Essa, essa facilidade, com uma Doutora Sandra colocou, exige muita disciplina também, né? E assistir, frequentar, prestar atenção, né, na aula. Isso, né, depende, é uma mão de duas, duas vias, com uma Doutora Sandra colocou. Então, a gente tenta facilitar, né? Inclusive, é como a nossa colega do Rio de Janeiro colocou também, pediu mais informações a respeito de hospitais, de vocês terem acesso a outros hospitais e terem esse estágio, né, oficial aprovado aí pela equipe. Domingo, então, a gente está tentando fazer com que todos tenham facilidade para que renda o melhor no curso. Então, sejam bem-vindos. Nós estamos inteira de disposição de vocês. Tá? Obrigada. Tô fazendo mestrado em Ciências Médicas também. Vou a São Paulo, a Campinas com muita frequência. Então, para mim, já vou conciliar as coisas. Maravilha. Perfeito. [Música] Do Piauí, mas é assim. Pois é. Sou daqui do Piauí. Tá dando para ouvir? Só não vou conseguir aparecer em vídeo nesse momento, mas eu vou nas costas. Não se preocupe que eu estarei em vídeo junto com vocês, tá bom? Então, é só daqui do Piauí. Eu já sou especialista também em harmonização facial. Eu conheci através de amigos também e também pela rede social. Eu vejo que vocês levam muito a sério tudo que é o Cristo, tanto faz, né? Porque essa escola faz. Eu percebo que os cursos são bem amplos, vem pessoas de todos os lugares aí do mundo para aprender. Se eu não me engano, e eu atuo na área da harmonização facial e já faço bastante cirurgias também, são quase todos os dias eu faço tipo de papada e tudo. Eu acho que a questão da buco, ela vem para aqueles profissionais que querem realmente ter mais respaldo e também conhecimento, né? Você tem entendimento da face, que é um curso melhor que você vai entender, você vai ver uma face aberta, né? Você quer um curso melhor que o buco? Não tem. Porque você vai conseguir realmente avançar e a gente quer avançar e tem que ter conhecimento para isso, para ter respaldo. Então, eu acho que realmente quem quiser trabalhar com cirurgias faciais, na minha opinião, realmente tem que ter a buco, porque algo que vai, é algo que vai realmente respaldar e fazer com que tenha mais conhecimento, que é o mais importante também. Maravilha. Posso falar? Eu não sou técnico, né? Eu falei para você, administrador. Mas o que eu vejo no grupo, depoimento dos alunos da primeira turma, que muitos de vocês foram indicação da primeira turma, né? O nível e cirurgias que nós temos, a quantidade de cirurgias, a qualidade de cirurgia, para cirurgias para você assistirem, eu acho que é um, é um diferencial, né? Que pedir de profissionais, professores propiciam para vocês. E assim, é fantástico, né? Eu, lógico, a gente tem depoimentos fantásticos do primeiro, da primeira turma, falando que assim, tenha um aluno que me chamou a atenção, né? E falou assim: "Meu, meus colegas ficaram até com inveja de tantas cirurgias que eu tenho disponíveis e em outros cursos isso não acontece". Então, assim, eu acho que é um, realmente é um diferencial. Aproveitem, participem. Muitas vezes, a Doutora Sandra, Doutor Walter, são categóricos, chamam atenção que você tem presença, tem que ter, né? Comparecer. Eu acho que isso é importantíssimo, né? Nessa, nessa jornada que vocês vão ter de 36 meses, e vocês vão, com certeza, vai ficar muito com conhecimento, vivência hospitalar, tudo isso que já foi falado, e é o que vocês estão buscando. É muito bom para gente, né? Tá vendo esse retorno desses alunos, né? E é isso mesmo. A gente é bastante enfático, né, nisso de participar, porque a evolução do grupo é que vai tornando também a evolução do nosso trabalho, né, dentro de todo o programa. Às vezes, a gente fala: "Poxa, acho que teve o questionamento, né, de uma aluna a respeito do cronograma das disciplinas, né?". Isso vai do quanto de aproveitamento vocês vão ter. Não existe modelo rígido, né? Desde que vocês tenham aproveitamento adequado, desde que vocês estejam acompanhando, né? Então, tem tudo. Nós estamos oferecendo de maneira que vocês tenham tudo a acrescentar, né, na vida de vocês, né? E numa decorrer do curso. Sim, a gente vai ter outras oportunidades de novos conhecimentos, tá bom? Seja algum aluno que já atua na área da cirurgia facial? Alguém já atua? Já acompanhando uma equipe? Professor, chega lá, abre tua câmera para eu te ver. Só segunda. Oi. Fala, Vinícius. Eu tenho uma experiência interessante das placas de trauma. Então, eu entrava. Qual marca que você trabalha? E o pessoal do Tonimar aí, acho que é de São Bernardo do Campo, inclusive, só trabalhava lá em Santa Catarina. E aí eu era dentista lá, né? Eu já era formado. Eu trabalhava em algumas clínicas e eu também atuava, atuava como representante. Eu participava dessas cirurgias de trauma e cirurgia ortognática de Santa Catarina. Então, assim, eu nunca fiz a cirurgia, mas eu já acompanhei bastante coisa, já muito bom. Coisas boas e coisas ruins, né? A gente vai acrescentando as experiências. Eu, eu queria parabenizar a apresentação da Sandra. O timbre da voz dela parece, ela parece muro indiano, mas na hora do vamos ver é outra pegada, pessoal. Assim, obrigado por você ter se manifestado, Vinícius. A gente sempre frisa que um íngo, ele entrou com uma proposta de se diferenciar no mercado brasileiro, tá? Quando adicionei esse time aí grande com Luciano, com a Sandra, Felipe, e todas esse pessoal aí, com Thiago, a Patrícia, tranquilo, enfim, é para a gente fazer a diferença na vida de vocês, tá? A gente está fazendo, você está fazendo investimento que não é barato, não é esforço muito grande, porque eu tô vendo que o pessoal está espalhado pelo território brasileiro. Então, a gente vai fazer a melhor especialização no Brasil, ponto. Lógico que isso vai depender muito dos alunos. A gente depende de vocês. A gente não adianta a gente dar o máximo e vocês não representarem. Então, a gente também que tem os melhores alunos do Brasil, além da nossa especialização, não vai porque a gente entra em vários pontos. Axila, vocês têm acesso, como a Sandra falou, e o Maurício, ao mercado privado, onde vocês vão ganhar dinheiro legal, desde que seja feito com propriedade. E sejam acessos aos hospitais privados, vocês vão ter essa rotina na vida de vocês, né? Olha que legal. E também vocês vão ter a rotina, o serviço público, que é a zona da Ucrânia, de guerra, e o cirurgião se virar nos 30 lá, às vezes falta muitos recursos. E isso é muito legal, porque a gente não vê isso nas especializações, pessoal. Se vocês soubessem que tem de professor de outras especializações que pedem para trazer os alunos no meu hospital, por exemplo, nosso hospital, vamos falar assim. Então, você vê como é que está ruim isso aí. Vocês têm todo esse leque. Então, vocês vão ter, vocês vão acessar ao trauma facial com muita propriedade, diversos tipos de trauma, desde a agressão simples a grandes traumas complexos. Vocês vão ter acesso às infecções cérvico-faciais, geralmente quando isso acontece, o cirurgião fica desesperado, tá bom? A Sandra falou uma coisa muito legal, né? O hospital não é a casa do dentista, não é para quem não sabe. Mas assim, quando a gente tem a nossa formação e conhecimento, fala tudo. A gente entra com propriedade. Vocês terem uma noção, médicos pedem para a gente operar juntos casos, ou então eu opero médicos. Olha que legal. O cara deita na minha mesa, ele vai deitar na mesa de um dentista para fazer uma cirurgia ortognática de grande porte. Então, a gente tem esse, essa propriedade de executar os procedimentos. Mas vai depender de cada um. A gente vai ter que ter muito estudo, porque aqui não vai ser diversão. Nós vamos pegar forte, porque porque assim que funciona. Pode guardar as tacinhas cor-de-rosa, viu, Maurício? Não vai ter tacinha cor-de-rosa, nem Chandon aqui. A pegada vai ser outra. Mas esse outro, assim, porque olha que gostoso. A gente está, a gente está começando a segunda turma e a primeira turma foi muito, é muito legal, porque a gente cria um ambiente de amizade, de troca de informação, entendeu? Vocês vão passar muitas coisas que a gente não faz e vice-versa. Então, cria-se uma egrégora de crescimento generalizado, tá? Então, eu fiquei muito feliz de ver vocês matriculados no nosso curso. A gente vai dar 150% do time para vocês, tá bom? A gente é mesmo a melhor especialização de cirurgia facial do Brasil, tá bom? A gente dá um passo à frente, porque a gente anda de mãos dadas com a morte, tá bom? De mão dadas. A gente não tem, não tem. Eu já falei outro dia numa apresentação que não tem outro caminho. Vai ser um tesão esse curso, tá bom? Então, parabéns para vocês que escolheram a escola, tá? Eu estou à disposição de vocês. Espero vê-los em breve. Peço, por favor, seja um presente, tá bom? Sejam presentes no decorrer do curso. Existe alguma situação que a gente, às vezes, precisa corrigir uma outra, e a gente está sempre aberto. Vocês podem se manifestar a hora que vocês quiserem. Se tiver alguma coisa em desacordo, enfim, a gente está, a gente está com vocês, beleza? Sandrinha, Maurício, Patrícia, enfim, é isso aí. Espero ver no SUS. Grande abraço para vocês. Excelente. Doutor, muito obrigado, viu? Mais alguém tem algum questionamento? Bom dia. Bom dia. Aqui é o Vicente. Eu sou de Fortaleza. Tudo bom? Dr. Vicente, seja bem-vindo. Eu queria fazer só um questionamento em relação a como será computado essas aulas no caso as práticas, né, em hospital? Se eu fizer na minha cidade, quem é que vai, no caso, eu preciso de um certificado de um sobre o tempo de carga horária, esse tipo de informação para repassar no caso para o curso? Você vai ter que ver com um colega, né, que você vai estar acompanhando, né? Porque ele te deu uma declaração que você realmente está comparecendo, né, no hospital, a carga horária, tá? A gente usa também muito nos hospitais os pacientes, né? Tem uma etiqueta de internação, né? Então, aquele caso que você acompanhou, você entendeu, para que você possa estar apresentando. OK. OK. Ela pode oferecer para você o quê? Uma declaração que você está fazendo o curso, né? Que isso às vezes eles exigem, né? Que você realmente está matriculado no curso para fazer esse acompanhamento, né? Então, isso a gente pode oferecer, mas do colega, tá? Você vai estar pedindo essa declaração, tá bom? Isso. Entendi. Obrigado. Para computar essas horas, jogar no seu, no seu, no seu controle, né? Essas horas realizadas e fazendo a apuração, né, de tudo isso em conjunto com. Então, sempre anotar. Você vai ser a porta de entrada aí para vocês trabalharem esse tipo de situação, e ela tem todos os controles pertinentes. É porque, no caso, a minha ideia é fazer essa flexibilização, né? Ficar fazendo um pouco aqui na minha cidade, aproveitar também oportunidade nessa rede de hospitais que você tem, no caso, somando. É o ideal. Muito bom. Alguém tem mais algum questionamento? Doutora Natasha, se ninguém tiver, eu gostaria de me apresentar, por favor. Sim, por favor. Não tenho problema. Não. Ela estava esperando eles se apresentarem mesmo, caso surgisse alguma dúvida para eu falar. Eu já falei com a maioria dos alunos aqui por algum motivo, mas para quem ainda não falou comigo, eu sou Natássia. Faço toda esse link educacional, né, de vocês com os coordenadores do curso, com a direção do curso. Então, qualquer dúvida que vocês tiverem, qualquer problema, mesmo que não seja educacional, podem falar comigo. Me chamem lá no WhatsApp que eu dou todo o auxílio para vocês, né? E eu gostaria de aproveitar a oportunidade para mostrar para vocês o quadro de hospitais, né? Como funciona, como vocês vão entrar para agendar. Vou compartilhar minha tela aqui de novo. Eu vou disponibilizar esse link para vocês lá no grupo, tá bom? A gente faz por uma planilha online aqui no Google Drive, fica mais fácil. Todo mundo tem acesso, todo mundo consegue editar. Quem não conseguir por algum motivo, é só me chamar também que eu auxilio vocês, tá bom? Então, nós temos os hospitais de segunda a sexta. E assim, a gente coloca aqui sempre agenda de ambulatório e as cirurgias vão surgindo conforme as parcelas. Os professores divulgam nos grupos ou passam para mim uma lista e eu vou acrescentando aqui essas datas, né, de cirurgias. Mas os ambulatórios são fixos de segunda a sexta-feira. E aí vocês podem escolher o dia que vocês estão disponíveis para fazer essa atividade. E aí basta colocar o nome de vocês no hospital, no horário e no dia que vocês podem comparecer. Então, aqui eu tô mostrando para vocês de outubro. Quando vocês entrarem no link, vocês vão ver que a gente está com atividade até dezembro, mas agora em novembro, a gente já atualiza para 2023, conforme a agenda dos doutores, tá bom? Então, hoje, por exemplo, aqui, ó, dia 19, teve um ambulatório do Dr. Pinese. Então, amanhã tem ambulatório do Dr. Luciano. É só e aqui colocar o nome de vocês e aí já fica registrado. É muito importante que vocês sempre preencham, porque a gente tem a vaga máxima de alunos por atividade. Então, acompanhem também, porque tem gente que se programa para vir e aí chega aqui o dia já está ocupado ou não se atentou o horário, nossa, tentou onde seria o hospital. Então, se atentem bastante qual atividade vocês estão elegendo, né, para acompanhar e preste atenção se ainda tem a vaga. E não esqueçam de colocar aqui para não chegar lá e não poder assistir, porque o nome de vocês não estava aqui no quadro, tá bom? Esse é um controle nosso também para computar a hora de vocês. No final do mês, a gente olha quem compareceu e registre as horas. Então, se você foi, por acaso, não colocou o nome, que pode se, né, e você ficar sem essas horas. Isso é muito importante que preencha esse quadro sempre que vocês forem acompanhar a cirurgia, tá bom? E também aqui nós temos a área do aluno. Eu coloquei da primeira turma. Área do aluno de vocês vai estar disponível a partir da semana que vem. Eu aviso no grupo quando tiver disponível e como vocês fazem para acessar, tá bom? Então, aqui nessa parte de material didático, a gente coloca as aulas para vocês, todo o material de cada módulo. E aí tem os vídeos também que a gente coloca de pegar aqui, ó, de revisão, de uma camisa, mes, pré-operatórios, tudo que está, todas as aulas ficam gravadas, a gente coloca aqui também, tá bom? Ficam, fica o vídeo disponível aqui para vocês para vocês assistirem quantas vezes vocês quiserem. Os professores estão sempre à disposição para tirar em dúvidas também. E é um material importante para vocês continuarem o estudo de vocês após as aulas, tá bom? E eu também estou em ter à disposição. Qualquer dúvida que vocês tiverem, mais uma vez, é só me chamar. Sejam muito bem-vindos, gente. É importante manter essa grade, né, direitinho de para que vocês coloquem o nome, porque existe um número máximo de que alunos que a gente pode levar nos hospitais, tá? E a gente também tem que colocar o nome, né, na recepção para realmente que estão acompanhando a cirurgia. Doutor Thiago, ou tão acompanhado por Walter, tá? Para que a gente tenha uma organização nisso, tá certo? Na traça, tem alguma dúvida que eles enviaram para você e que hoje tá num tímidos e não perguntaram? Não, acho que a gente explicou geral. Não recebi nenhuma além disso, nenhuma. Então, acho que isso ficou bem claro, né? A gente realmente, nós estamos num curso de bucomaxilo, mas é como Walter falou, como qualquer um hoje, né? Isso é nítido, né? Não tem como, mas, né, voltar atrás. A buco e a Hoff, vamos se tornar uma só. E olha naquele quadro que o Maurício mostrou. Então, nós vamos nos diferenciar muito dos demais colegas, né? Então, sim, nós vamos ter oportunidade de ver diversos tipos de cirurgia, mas nós vamos mandar do tempo de vocês, tá? Para que a gente possa acrescentando, para que a gente possa ampliando, né? Tá? Para que realmente tenha um curso com uma formação muito boa, que vocês possam atuar de forma segura, ter confiança, tá? Trabalhando numa caminhada no hospital para fazer um procedimento hospitalar, buscando realmente diferenciar, tá bom? André, agora eu vou falar um pouquinho. Maravilha. Patrícia, tudo bem? Tudo. Muito bom dia. Sejam bem-vindos ao IMO. Eu sou a Patrícia. Sou da primeira turma formada pelo Coffee, né? Eu faço toda a parte educacional junto com a Natasha, sobre a supervisão da Dra. Cláudia, junto com a Doutora Ala. Nós temos uma equipe que cuida toda dessa parte educacional e faço também a parte da orientação dos TCCs. Então, achei assim, muito interessante que vocês tenham muito em vista a respeito da colocação da Doutora Sandra em relação aos artigos científicos que são utilizados no seminário. Aí, equipe, ela é muito focada nessa parte científica. Ela coloca sempre nos grupos artigos, questões de discussões, que isso vão ser muito do trabalho final de vocês, de certificação de conclusão, né? Eu já formei 14 grupos, 14, vamos dizer, turmas pelo IMO. Eu já tenho um certo expertise nessa parte de monografia. Então, eu quero colaborar com os colegas para que façam bons trabalhos, para que a gente, junto com a Doutora Sandra, tente fazer publicações pelo IMO, né? Então, a gente está aí muito comprometida para a formação de bons profissionais, tanto na hora de Hoff, como também na área de público. Vocês vão ser a segunda turma. Aproveitem, porque a equipe tem muito para oferecer. Os profissionais são muito competentes, são muito focados e uma Odontologia praticada, né, com amor, com carinho, com comprometimento. Podem contar comigo, podem contar com a equipe. E bora lá, né, gente? Agora é estudar bastante, né? Focar bastante, procurar sempre vocês estarem presentes aí, segundo que a Natasha colocou, comprometimento de estarem acompanhando os profissionais no hospital. E eu acho isso fundamental. A gente acompanha pelo grupo que vocês têm uma série de cirurgias de diversos, diversas amplitudes, né, onde vocês podem aprender muito. Então, eu acho que vocês vieram realmente uma das melhores especializações aí, ser reconhecida como uma das melhores especializações, né? A gente já está nesse caminho, a gente está 99% comprometido para isso, para vocês terem um nome de peso no currículo de vocês, ok? Obrigado, Patrícia. Tô tentando, viu, por na cabecinha deles um artigo para publicar, viu? Adoro isso, viu? Quem tiver interesse, gente, vamos fazer. Muito importante apresentar um painel no congresso, publicar um artigo. A Patrícia colaborando, né? Sempre, gente. Isso é muito bom para um currículo, né? E para o aprendizado todo, né? É muito, muito interessante, né? É hoje, eu acho que uma boa Odontologia, né, em algumas especialidades, elas têm que serem realmente mais embasadas, né? As pessoas têm que ter uma profundidade maior no assunto, entender cientificamente também, porque eu acho que isso faz parte do conhecimento, né, da parte do que a gente foca muito aí do erro na parte educacional. Então, eu acho que essa, esse é o grande segredo. Eu digo que esse é o ponto do I, né? Então, quem tiver esse ponto do I, vai estar aí com um diferencial muito grande, com um passo à frente de muitos colegas, né? Isso hoje no mercado faz muita diferença. Vocês têm essa, essa questão de artigo científico. Com quem que eu posso estar procurando para publicar? Tem alguém específico aí que Tem sim. A gente tem uma comissão que cuida disso, né? E dentro da especialidade de vocês, nesse grupo, Sandra colocou, vamos ser colocados artigos para que vocês tenham conhecimento, né? Então, a gente já está com essa formação dessa desse grupo para publicações. A gente tem sim. A gente tem um grupo que cuida disso. Se você tiver algum interesse, a gente pode depois estar levando isso adiante. Sim. É porque, na realidade, eu tenho são dois trabalhos que foram, foram para para banca, que foi induzido para fazer, para ser fazer um artigo científico, só que eu tinha que formatar. Então, tem toda aquela, aquele protocolo, né? Então, era um pouco complicado aí, mas enfim, é isso, faz parte da publicação. E aí existe da revisão e toda a questão de qual publicação, em que revista vai ser publicada, e toda uma parte que a gente tem que seguir os critérios, né? Sim. Mas eu vou colocar isso adiante. Legal. Bacana. Vai ser muito bem-vindo. Doutora Sandra. Oi. Posso só complementar com um recado? Uma pergunta? Por favor. Pessoal, a Cris pediu para eu falar com vocês, porque ela enviou mensagem para alguns alunos hoje de manhã e precisa assinar os documentos aqui domingo para a gente ficar com a matrícula de vocês regularizada, tá bom? Então, por favor, quem precisa assinar, se puder assinar ainda hoje, já para a gente começar o curso certinho. Se tiver alguma dúvida, é só chamar a Cris que ela auxilia vocês, tá bom? Ou me chamar também, não tem problema, a gente ajuda vocês para a gente deixar tudo certinho, por favor. E tem um aluno logado como iPhone H, e aí a gente não conseguiu identificar para colocar presença. Se puder me chamar também, não precisa nem falar aqui, pode me chamar. Sou eu para colocar presença aqui, tá bom? Obrigada. Doutora, tem alguma outra questão que você lembra a Natássia que algum aluno fez que a gente não falou? Não, acho que foi bem, não, bem claro em relação a tudo, né? Alguém tem algum questionamento? Foi bem claro para vocês? Como tudo bem? Eu acho que para mim tudo tranquilo. Pontos principais, a gente fez boas as colocações necessárias, né? E aí, acho que vão passar depois do curso, se as dúvidas começarem a aparecer, a gente tenta resolver. Amizade, esclarecendo. Bom, gente, estou muito feliz com essa segunda turma, tá? Sejam bem-vindos. Como disse o Dr. Walter, nós estamos aqui realmente para formar vocês, que essa seja uma, uma especialização diferenciada, né? Já estamos com a primeira turma sendo, né? E essa com segundo, na segunda turma, com certeza também vai ser, tá bom? Contamos com a colaboração de vocês. Estamos à disposições para dúvidas, tá? Mas vamos seguir, né, com as aulas essa semana. Vamos já nos organizando com seminários. Já viram que eu sou chata do seminário, né? Tá? Vamos já vamos começar a estudar, né? Vamos, galera, vamos estudar, né? Tá? Porque é isso que vai fazer a diferença de vocês lá na frente, tá? Dos demais, tá bom? Se for surgindo alguma dúvida, alguma coisa, encaminhe que a gente vai esclarecendo, viu? Bem-vindo e muito obrigado pela presença de todos, viu? Assumir essa incumbência de passar para as pessoas como que você atua numa área tão delicada, tão cirúrgica, né, no sentido mais amplo da palavra, contra a saúde, quanto o embelezamento, quanto a recuperação de pacientes que estão em situações muito calamitosas do ponto de vista de saúde. Então, é uma honra muito grande, tá, aqui dando essa, essa aula para vocês e passando um pouco mais do que a teórica, mais do que o conhecimento científico jurídico, a minha experiência prática. Eu atuo já, na verdade, desde da minha concepção enquanto jurista, né, enquanto advogado na área da saúde, tanto na área da saúde do ponto de vista terapêutico, funcional, quanto na área estética. E eu quero passar para vocês, na verdade, o que eu vivo, né? A minha, a minha práxis, a minha experiência prática, que o que que dá problema de fato e o que que vai tornar a vida de vocês, na minha concepção, mais tranquila. Eu acredito, gente, muito, muito nessa, nesse cuidado preventivo. E porque eu digo isso? Porque todas as pessoas que chegam aqui no escritório ou que eu dou aula, e já foram dezenas de milhares de pessoas pelo Brasil, em dezenas de pós-graduações, eu atendo clientes em todos os estados, já visitei todos os conselhos regionais de Odontologia de todos os estados, sei como é que todos pensam. Então, o que eu vou falar para vocês é baseado em duas coisas: na minha experiência prática empírica, naquilo que eu sei que vai gerar penalização, punição, que eu sei que vocês vão se incomodar, e também na parte científica, né? A gente está aqui vinculado a uma academia. Então, nada que eu vou falar é opinião, nada do que eu vou falar é achismo, mas está tudo baseado em muitos, tudo, né, em pós-graduações que eu tenho, mestrado que eu tenho, nas decisões judiciais e tudo aquilo que é fonte para qualquer órgão público poder de alguma maneira incomodar vocês. A bem da verdade, é quando você lida com uma profissão, com uma área como a saúde, você está fis por muita gente, né? Você está fiscalizado pelos teus colegas, né, muitas vezes não muito contente com teu sucesso. Você está fiscalizado pelo conselho regional, Conselho Federal de Odontologia. Você está fiscalizado pelo Procon, você está fiscalizado pela prefeitura, você está fiscalizado pela delegacia, está fiscalizado pelas entidades médicas, você está fiscalizado e supervisionado por muita gente. E quando você está dentro desse cenário, qual que é a melhor maneira da gente se proteger? A gente atuando dentro do roteiro adequado, a gente criando ferramentas para que quando alguém chegar para quando alguém aparecer e disser: "Você está errado, você não atuou bem, você fugiu das boas práticas", você tem capacidade de dizer: "Não, fugi não. Eu estou atuando adequadamente. Eu estou dentro da minha classe. Eu tenho todo respaldo dentro da fundamentação para fazer o que eu estou fazendo, e as provas estão aqui". Tá? Então, eu quero começar minha aula primeiro agradecendo, segundo, dando plena liberdade para vocês se manifestarem quando bem entenderem. Tá? Comigo não tem vaidade, não tem liturgia, não tem diplomacia. Levanta a mão, dá um grito aí, fala alguma coisa, se manifesta, porque para mim, quanto mais dialogia, quanto mais dinamismo, melhor. Eu quero que vocês saiam daqui com todas as dúvidas. Eu não vou reservar absolutamente nada de conhecimento. Eu vou passar para vocês tudo que eu vivo e tudo que eu acredito que vai trazer para vocês, porque eu sei que vocês querem, quer segurança, quer tranquilidade, quer uma cabeça cada vez mais equilibrada emocionalmente para trabalhar, que é vocês tendo consciência de onde vocês podem pisar, até onde vocês podem ir. Eu sei que trabalhar nessa área, assim como trabalhar na minha, onde a margem de erro é baixa, é uma atenção muito grande, né? Não é que nem fazer um macarrão, né, à bolonhesa, que se ele tiver sem sal, você joga fora e faz outro, né? Na nossa área, o linear de erro é quase inexistente, né? Você não pode vacilar, né? Você não pode simplesmente errar o plano, você não pode simplesmente pegar o instrumental errado, você não pode simplesmente não seguir o script de biossegurança. Eu não posso perder um prazo. Eu não posso passar um dia. E e esse mesmo nível de delicadeza se aplica à área de vocês. Então, quanto mais cuidado, quanto mais pensamento estratégico a gente vê antes, melhor, tá? Porque é mais barato, gente. É mais barato em todos os quesitos. Se vocês quiserem falar de dinheiro, aqui é muito mais barato, né? Um processo eventualmente por erro, ou por uso de imagem indevida, ou por exercício ilegal da profissão, ou por qualquer outra coisa, é muito mais caro do ponto de vista de dinheiro, de investimento de energia mental, de investimento de disposição do tempo que vocês vão ter que ficar fora do trabalho de vocês, e tudo uma audiência se enchendo o saco, olhando para cá, eventualmente de um paciente que vocês não queriam. Todos os prazer de ver tudo isso é muito cansativo, tudo isso é muito caro a nível de energia vital. Então, esses cuidados preventivos, eles servem justamente para evitar que a gente tenha que passar por essas coisas chatas. Só que, infelizmente, nós seres humanos, dos quais eu incluo nessa espécie, e eu também tenho essa atitude, acho que todo mundo tem. Infelizmente, muitas vezes, a gente deixa hemorragia se instalar, né? Muitas vezes, a gente deixa o problema se se dá uma metástase, né? O problema assim, inflacionado, a gente resolver efetivamente, tomar uma atitude. Então, aqui nós temos uma oportunidade. Eu vou passar para vocês vários protocolos, aqui vários protocolos de cuidado. Eu vou falar para vocês sobre o relacionamento com os pacientes. Vou falar para vocês sobre o conhecimento que é o juro que é necessário para vocês atuarem se incomodando menos. Nós vamos.

Falar sobre publicidade na odontologia. Nós vamos falar sobre quem pode fazer o quê e por quê e competência. Elas vão falar sobre documentos na odontologia, a ordem desses documentos, o protocolo deles, aonde que assina, para quem que dá cópia, para quem que não dá, quem que tem que preencher esse documento, quem que não tem. Se podemos digitalizar, porque se não podemos, de que jeito que faz? Qual que é a importância de cada documento? Como, como que eles são feitos? Qual que é a fundamentação deles?

Então, vou passar para vocês basicamente o GPS da atuação, né? Levando em consideração a especialização que a gente está aqui de Traumatologia Bucomaxilofacial, as peculiaridades que essa especialidade fornece para vocês, né? A profundidade de conhecimento que vocês estão absorvendo, estão colocando para dentro do hardware de vocês aí, e de que maneira que vocês vão poder utilizar isso.

Eu vou começar essa aula aqui falando de talvez um dos temas mais espinhosos de todos eles e mais profundos, que é essa história de quem pode fazer o quê, né? Muito se fala e normalmente se fala de maneira muito simplista disso, né? Que essa história do "ai, eu posso fazer isso, eu posso fazer aquilo", né? "Eu posso fazer o procedimento tal, eu posso fazer o outro". E a realidade, gente, é que vão surgir procedimentos, métodos, técnicas até o fim dos tempos na harmonização, inclusive no campo da estética. É impressionante quanto de técnicas que, em tese, são inventadas, né? Ou pelo menos nomes de técnicas. É um troço realmente curioso, né? Cada semana surge um nome diferente, uma técnica diferente, um método diferente, não necessariamente na ciência, né? Na comunidade científica, mas pelo menos nos Instagrams do Brasil afora surgem muitas coisas novas.

Só que, bem da verdade, existe uma maneira da gente entender o que que verdadeiramente pode ou não pode fazer. É como se fosse uma fórmula, uma equação. Tá? Eu trouxe aqui para vocês as principais regras que norteiam o exercício profissional de vocês. Da onde que a gente vai olhar as regras? A lei, a norma, para ver o que que eu posso e não posso fazer. E quais são as causas que fundamentam aquilo que diz, aquilo que direciona o que, de fato, eu tenho competência jurídica, o que, de fato, eu tenho permissão legal e o que, de fato, eu não tenho.

Eu quero começar dizendo para vocês que os dois pilares, os dois alicerces que dão sustentabilidade para essa discussão, e aqui vocês coloquem essas palavras na cabeça de vocês com muita clareza, tá? Ciência e Norma. Ciência e Lei. Só essas duas coisas têm a capacidade juntas. Vocês vão entender muito bem porque juntas, quando elas estão juntas, elas têm capacidade de dar permissão, de dar validade para alguém fazer alguma coisa. Então, um professor falando na rede social não dá validade para nada, né? O Guilherme comentando numa aula aqui que vocês podem ou não podem fazer alguma coisa não vale de nada. 180 profissionais fazendo um procedimento publicamente não, isso também não dá permissão para nada. Não é porque o outro faz errado que você pode fazer errado também.

Então, os dois pilares sustentadores da resposta dessa pergunta: quem pode ou não pode? Na ciência, o que que tá consagrado dentro da ciência, tá? E o que que está permitido ou não proibido pela lei, pela norma? E aqui lei, entenda-se Constituição Federal, leis federais, leis que regulamentam a odontologia e as resoluções todas, né? Do Conselho Federal de Odontologia.

A gente vai começar aqui e vocês vão entendendo a costura que eu tô fazendo aqui, a construção de uma coisa na outra. Eu vou começar apresentando para vocês aqui a lei que regulamenta a Odontologia. Essa lei é da década de 60, por incrível que pareça, né? E aqui vocês percebam como a vida profissional de vocês, ela é muito regida pelo que acontece no Congresso Nacional e no Senado. Estamos em época eleitoral agora, vejam bem, né? Que a única maneira de vocês mudarem a lei que regulamenta, a lei que cria a profissão de vocês e que diz até onde vocês podem ir, é através do Congresso Nacional. Isso é muito desestimulante, na verdade, né? Pelo menos na minha concepção, a gente imaginar que a gente do povo que tá lá para dizer até onde que a gente pode ir, até onde que a gente não pode. Um dos motivos pelos quais a medicina publicou a lei do ato médico em 2013, né? Diferentemente da lei que instituiu a Odontologia, que a modificação foi lá em 1966.

Então, eu vou apresentar para vocês aqui. Vocês só me confirmam se, se a apresentação de fato deu certo. Vamos lá. Vocês estão chegando na minha tela aí? Show. Como aqui, então, gente, essa é a lei 5.081/66. Essa é a lei, na verdade, que manda em tudo aquilo que vocês fazem, tá? Quando vocês quiserem entender até onde vocês podem ir e quais são os fundamentos que regulamentam os limites, o teto máximo de atuação de vocês, tá aqui dentro.

Eu quero ir direto para esse artigo aqui que fala diretamente da competência. Artigo 6º. Compete ao cirurgião-dentista, prestem bem atenção nisso aqui, tá? Compete ao cirurgião-dentista: inciso I - praticar todos os atos pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação.

Vamos lá. Eu quero voltar para falar com vocês. Que que isso quer dizer, gente? Quer dizer que vocês só podem fazer aquilo que vocês adquiriram conhecimento em graduação ou pós-graduação. E quando a gente diz conhecimento em graduação ou pós-graduação, não é necessariamente ter treinado aquele procedimento específico na pós-graduação. Até porque, gente, uma pós-graduação e uma graduação, na verdade, nenhum tipo de curso oficial do planeta Terra é capaz de ensinar todas as casuísticas existentes dentro da comunidade científica. Isso é impossível, né? Isso não existe. Você fizer um curso de uma pós-graduação em endodontia, você não vai ver todas as casuísticas de canal possíveis imagináveis, assim como qualquer outra especialidade do mundo, né? Até porque existem casuísticas que nem aconteceram ainda, que ainda vão acontecer, né? Eu acho que o imponderável do corpo humano, da vida humana, do aparelho mastigatório, de toda a lógica de cabeça e pescoço, vai se dinamizando, assim como as atitudes humanas.

Mas isso quer dizer que vocês não podem fazer aquilo que vocês não aprenderam ainda, que não seja proibido pela lei. Tá? Então, vamos comigo no raciocínio, tá? Vamos comigo do raciocínio que a gente vai construindo isso junto. Então, primeira coisa, lembra quando eu falei para vocês de ciência? Então, vamos lá. Ciência. Quando a gente fala de ciência, a gente tá falando de ou graduação ou pós-graduação.

Eu vou dar um exemplo para vocês. Uma celeuma, um problema que vocês devem ver direto é: esteticista pode fazer procedimentos injetáveis? Essa pergunta já chegou para vocês uma vez na vida, eu imagino. Vamos fazer a construção dessa pergunta aqui. Vocês concordam comigo que a lógica básica para uma pessoa poder fazer algum procedimento, um exercer alguma técnica, tá no fato dela ter treinado teoria e prática? É uma lógica básica. Ela tem experimentado aquilo em alguém para o paciente não ser cobaia dela? E ela ter se apropriado, ela até se apossado do conhecimento formativo necessário para você fazer aquele tipo de procedimento?

Então, vamos pegar, por exemplo, um procedimento de preenchimento. Preenchimento com ácido hialurônico. Ele é um fármaco, né? Ele é uma droga, ele é uma substância química que, apesar de ela ser, apesar de ela ser biocompatível, né? Ela não é bioidêntica, né? Ela não é completamente compatível com o corpo. É um corpo estranho que gera uma inflamação dentro do corpo. Sendo um fármaco, vocês concordam comigo? Qualquer pessoa que for aplicar um fármaco dentro de alguém, seja uma toxina, como o próprio nome já disse, toxicidade, seja um ácido que o corpo não produz, essa pessoa tem que ter estudado farmacologia, né? Ela tem que ter estudado como é que funciona uma substância química, o que que é um medicamento, qual é a composição química daquilo. E mais do que isso, o que que esse fármaco gera quando ele entra dentro do corpo, né? Que é farmacodinâmica, a farmacocinética. Hoje em dia, existe até farmacogenética, né? Mas é como que essa substância química se comporta quando ela entra dentro do corpo. E mais do que isso, como, como que ela se comporta quando ela entra dentro de um organismo de uma pessoa com 30 anos, 40 anos, 50 anos? Dentro de uma pessoa diabética, dentro de uma pessoa inflamada, dentro de uma pessoa que se trata ou que não se trata? Dentro de uma pessoa que tem uma doença autoimune? Tem dentro de uma pessoa que tem uma doença ou algum tipo de disfunção de proteção do próprio corpo? Quando a pessoa tem algum tipo de disfunção imunológica? Ou seja, é impossível que alguém aplique um fármaco com corpo estranho, um ácido, uma toxina, para dentro de um corpo se ela não tiver estudado isso.

A maioria das graduações em estética e cosmetologia não tem as disciplinas de farmacologia, de farmacodinâmica. A única disciplina minimamente assemelhada a essa é bioquímica, que não é a mesma coisa, tá? Então, quando a gente fala do "pode ou não pode fazer", o primeiro lugar que a gente tem que pesquisar, essa resposta nunca é simples. O primeiro lugar onde a gente tem que pesquisar é na grade curricular, é no plano programático de ensino que a pessoa estudou. A pessoa não tem como fazer um procedimento injetável na face se ela não tiver estudado anatomia, se ela não tiver dado fisiologia, se ela não tiver dado farmacologia, se ela não tiver estudado farmacodinâmica. "Ah, mas eles estudaram a pele, os planos dérmicos, epidérmicos, tecidos subcutâneos, intramusculares". Não, tudo bem. Mas quando você coloca o ácido na face de uma pessoa, né? E eventualmente essa pessoa tem as características X, Y, Z, o que que vai acontecer? Que tipo de reação vai dar? Qual que é o limite de produto que você pode colocar? Se esse ácido tiver uma característica de reologia diferente, se ele for mais viscoso, mais denso, mais líquido, o que que isso acarreta do ponto de vista vascular, do ponto de vista fisiológico, do ponto de vista muscular, do ponto de vista de deslocamento de produto, do ponto de vista de harmonia da face?

Isso é muito interessante porque muitas vezes as pessoas tratam tanto as cirurgias, né, quanto os procedimentos estéticos, como os procedimentos terapêuticos, como Odontologia como todo, como uma coisa muito simples. "Ah, basta que você aprenda, né? É muito fácil de fazer". E, na verdade, não é, né? Na verdade, é muito complexo. Quanto com maior seriedade, com a maior complexidade que você tratar Odontologia, melhor, né? Você tá lidando, como diz um grande amigo meu, um professor, é o amor da tua vida, é o amor da vida de alguém que tá deitado nessa cadeira aí. É o pai, a mãe de alguém que tão deitado nessa maca aí. Então, é uma coisa muito séria.

Então, quando a gente fala de ciência, é Odontologia é aquilo que foi aprendido em graduação ou em pós-graduação. E o que que isso quer dizer, gente? A gente tem muito isso, é um fundamental. Eu dou cursos livres, eu participo de vários cursos livres, né? Eu sou professor de vários, eu tenho inclusive o meu, e eu acho que os cursos livres são absolutamente fundamentais, até porque o código de ética de vocês obriga que vocês se atualizem cientificamente. É uma obrigação ética do Código de Ética da Odontologia que vocês não parem no tempo, que você sempre se atualizem cientificamente. Só que os cursos livres, por exemplo, se eu for fazer um curso esse final de semana agora de toxina, esse curso que eu fizer de toxina, ele não vai me permitir ou me proibir atuar com toxina se ele for um curso livre, porque ele não é um curso de pós-graduação. Cursos de pós-graduação são aqueles autorizados pelo MEC, autorizados pelo Ministério da Educação. A não ser que você consiga validar esse teu curso livre como um curso de extensão, a não ser que você consiga validar esse curso como um curso chancelado pelo Ministério da Educação, né? Aí você tem que conversar com seu conselho profissional, aí você tem que conversar com uma universidade, tem que se atrelar a uma academia, a uma faculdade, a uma universidade. Agora, um curso livre promovido por um instituto, ele não te habilita ou te desabilita a fazer algo. Essa, na verdade, é uma das, um dos maiores mitos, né? Desse mundo da odontologia, essa ideia de "profissional habilitado", né? A partir desse momento, você passou a ser habilitado na técnica tal. Não, você já era habilitado antes de fazer o curso, ou não? Você já poderia ou não poderia fazer esse procedimento antes de fazer o curso? Você não precisa fazer o curso para passar a poder fazer esse procedimento. Isso só acontece com graduação e pós-graduação, e não com outros tipos de curso. Os únicos verdadeiramente habilitadores a algo é graduação e pós-graduação. Cursos livres não.

Primeiro aspecto. Mas vamos voltar na lei da Odontologia para mostrar um outro negócio para vocês. Venham cá comigo. Inciso II - prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo indicadas em Odontologia. Vamos voltar de novo. Isso quer dizer o quê, gente? Que vocês podem prescrever qualquer coisa que tenha finalidade odontológica. Qualquer coisa. Ah, Guilherme, mas eu posso prescrever hormônio? Então, claro que pode. Basta que você diga qual é a finalidade odontológica da prescrição desse hormônio. Ah, mas eu posso prescrever antibiótico X, Y, Z? Posso prescrever um dermocosmético? Eu posso prescrever ácido retinoico? Claro, desde que você diga qual é a finalidade odontológica disso. Então, quando a gente fala de finalidade odontológica, é um objetivo que esteja dentro, um objetivo que esteja dentro da alçada de atuação de um dentista, de um cirurgião-dentista.

Eu vou dar um exemplo para vocês aqui bem polêmico, tá? Coincidência, o exemplo. O Conselho Federal de Odontologia já se manifestou no sentido de que a pele, de que a pele faz parte da atuação do cirurgião-dentista, né? A pele da parte que compete da topografia anatômica que compete ao dentista, a cabeça e pescoço. Vocês concordam comigo que vários dos hormônios que são prescritos, que podem ser prescritos com fins estéticos, eles afetam positivamente o equilíbrio estético funcional da face, ou não? Harmonização orofacial, por exemplo. Se ela faz parte, se ela é uma especialidade odontológica, vocês concordam comigo que qualquer tipo de hormônio que promova a melhoria, evolução estética da pele, é uma aplicação farmacêutica que tem o objetivo odontológico, ou não?

Ah, Guilherme, mas dá um outro exemplo. Não vamos falar de implantodontia. Vocês concordam comigo, por exemplo, que na implantodontia, para um implante ele ter efetividade, você precisa ter uma estruturação óssea capaz de recebê-lo, né? Inclusive, muitos implantes que não dão certo, não dão certo exatamente por isso, porque não há uma estrutura, um tecido ósseo, né? Capaz de gerar sustentação. E a pergunta que eu faço é o seguinte: existem hormônios que impactam, hormônios e nutrientes e vitaminas que impactam na solidez, na sustentação óssea e, com isso, vão gerar uma efetividade maior na aplicação de implantes ou ortodônticas ou com outras finalidades odontológicas? Claro que existem. Então, vocês podem. Não existe a substância química ABC, não existe o fármaco com YXZ que é da odontologia. Existe qualquer aplicação, qualquer tipo de fármaco, com qualquer tipo de nutriente, de suplemento, qualquer tipo de substância que você consiga provar, e aí de forma registrada, né? Que age uma vinculação com Odontologia, você pode atuar. Tá? A Odontologia, ela não tá, ela, diferentemente de outras classes, ela não tá submissa à lei do ato médico no sentido de que ela não pode aplicar determinados fármacos, por exemplo, para efeitos terapêuticos, ou não pode fazer prognóstico terapêutico. Claro que pode, desde que tenha a finalidade odontológica, desde que tenha um objetivo de atingir o objetivo final de solucionar uma queixa principal que esteja dentro do da caixa de ferramentas da Odontologia.

Então, vamos voltar lá para a gente continuar olhando a lei da Odontologia. Inciso III - aplicar anestesia local e regional. Inciso IV - empregar analgesia. Inciso V - prescrever e aplicar medicação de urgência em caso de acidentes graves. Inciso VI - exercer a função de perito odontológico. É vedado ao dentista: expor em público trabalhos odontológicos, de usar artifício de propaganda. Só que já caiu com o "antes e depois", que foi permitido pela resolução 96, mas isso a gente fala depois. Esse aqui caiu também. Prestação de coisa é isso.

Basicamente, gente, não existe uma, uma listagem, né? Se vocês pedirem assim: "Guilherme, mas eu consigo achar em algum lugar uma lista de procedimentos que eu posso fazer dentro da Traumatologia Bucomaxilofacial, dentro da minha especialidade, seja essa ou outra?" Não existe essa lista, gente. O que existe, o que existe é um direcionamento do ponto de vista de norma, do ponto de vista de regra e do ponto de vista de ciência.

Tá? Muitos profissionais que estão aqui hoje nessa aula, eles, além de atuarem na parte de Traumatologia Bucomaxilofacial em hospitais ou não, eles também têm objetivos de trabalhar na parte de embelezamento, né? Da parte estética, né? Inclusive na parte de cirurgias estéticas. Então, eu resolvi trazer para vocês aqui também a lei que regulamentou a especialidade Harmonização Orofacial, para a gente tirar algumas dúvidas de vocês muito importantes. Vamos lá. Essa é a resolução 198 de 2019. Reconhecer a Harmonização Orofacial como especialidade. Ou seja, assim como a Traumatologia Bucomaxilofacial, assim como Ortodontia, a Harmonização Orofacial é uma especialidade odontológica. Inclusive, a única classe que tem esse nome "harmonização", apesar de todas as outras chamarem assim também, é Odontologia, né? Não existe a especialidade harmonização facial para outras classes. Não é esse o nome.

Vamos lá. Artigo 2º. Definir Harmonização Orofacial como sendo um conjunto de procedimentos realizados pelo dentista, responsáveis pelo equilíbrio estético e funcional da face. Então, lembra quando eu falei para vocês que vocês podem prescrever tudo aquilo que tem a finalidade odontológica? Então, equilíbrio estético e funcional da face é uma finalidade odontológica. Então, por exemplo, vocês podem prescrever qualquer aplicação farmacêutica que tenha como objetivo o equilíbrio estético e funcional da face. Olha a amplitude que sugere. Olha o poder que isso gera na mão de vocês.

Artigo 3º. As áreas de competência do cirurgião-dentista especialista são: praticar. Olha o artigo de novo que eu li para vocês ali. Praticar todos os atos decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou pós-graduação. Agora, vamos para os específicos. Fazer uso de toxina, preenchedores e agregados plaquetários autólogos na região orofacial. Agora, começa a confusão aqui. Na região e estruturas anexas e afins. Eu vou fazer vocês lerem detalhes isso comigo para eu não ficar com raiva, com ódio, junto, tá? Aí vocês ficam junto comigo. E estruturas anexas e afins. Então, começamos com toxina. Beleza. Depois fomos para preenchedores faciais. E percebam que aqui não faz qualquer menção de quais preenchedores e também nenhum tipo de limitação, tá? Então, tudo aquilo que for considerado preenchedor facial, tudo aquilo que for autorizado pela Anvisa, pode servir como preenchedor facial. Não faz uma limitação de "tipos", é permanente, é sempre permanente, se é PM, se é ácido, tipo do ácido, enfim. E depois os famosos autólogos, componentes, tem vários estudos sobre eles, né? Os derivados de sangue, os autólogos, muito interessantes. E você pode aplicar na região orofacial. Depois, a gente vai chegar nesse aspecto da limitação de demarcação na região orofacial e em estruturas anexas e afins. Ou seja, não é a mesma coisa.

Depois, ter domínio de anatomia e histofisiologia das áreas de atuação, bem como, olha o que eu falei, farmacologia e farmacocinética dos materiais relacionados aos procedimentos realizados na harmonização. Fazer intradermoterapia e uso de biomateriais indutores percutâneos com o objetivo de harmonizar terço superior, médio e inferior da face na região orofacial e, de novo, em estruturas. Eles usam três palavras. Eles ainda são repetitivos, prolixos, como dizia minha avó. Relacionadas, anexas e afins. Eu não conheço nenhuma parte que não é anexa, mas tudo bem.

Depois, realizar procedimentos biofotônicos de laserterapia. Laserterapia é muito interessante quando você faz alguma coisa que não saiu bem como você esperava, né? Muito legal ter amigo laser terapeuta na área de atuação em estruturas anexas e afins. De novo. E a letra F, que é o mais interessante para nós. Realizar tratamento de lipoplastia facial através de técnicas químicas, físicas ou mecânicas na região orofacial. Vocês estão percebendo que não faz limitação nenhuma. Técnica cirúrgica de remoção do corpo adiposo de Bichat, famosa bichectomia. E técnicas cirúrgicas para correção dos lábios, famoso lip lift. De novo, na sua área de atuação e estruturas anexas e afins.

Agora, nós vamos ter que voltar. Então, vamos lá, gente. Lendo essa competência do cirurgião-dentista na Harmonização Orofacial, né? No que tange a procedimentos estéticos, nós, pelo menos, compreendo muito claramente que ao cirurgião-dentista é permitido fazer cirurgias estéticas faciais, não precisando nem, nem necessariamente, não precisando nem necessariamente a Traumatologia Bucomaxilofacial para isso. Ali tem três cirurgias, no mínimo. Lipo mecânica de papada. Ah, pode fazer com cânula? Claro. Lipo mecânica de papada. Depois, lipo cirurgia plástica facial, obviamente. E a bichectomia, da mesma forma. Inclusive, gente, aqui fica uma dica minha de marketing. Tá? Se vocês não vendem curso, se vocês não têm curso e não vendem para aluno, não postem a foto da bola de Bichat. É feio demais, né? Não vai captar cliente, não vai seduzir ninguém. Mais horríveis, né? Que pode ter na face da terra, aquela bola de gordura saindo da boca, né? O paciente vai ficar assustado, ele não vai querer ir no consultório de vocês. Aquele negócio lá. Então, se vocês não querem ensinar a técnica e vender curso de bichectomia, eu sugiro que suspendam a exposição disso. Mas fato é que as cirurgias estéticas faciais, elas fazem parte da atuação. E aqui eu nem comecei a falar sobre correção de politraumas parciais, nem comecei a falar sobre implantes, né? Na região auricular, nem comecei a falar sobre correções que gera efeitos plásticos estéticos nas reconstruções faciais dos hospitais, são liderados pelos bucomaxilares. Eu tô falando só ainda da resolução 98, tá? É aquilo que diz ali.

Então, quando fala assim: "Ao dentista é proibido fazer cirurgias plásticas"? Não é verdade. Ao dentista é proibido fazer cirurgias estéticas na face? Não é verdade. Tá? A resolução 98, inclusive, assim como todas as outras que já foram publicadas, as entidades médicas tentaram derrubá-la, tentaram invalidá-la, tentaram anular e não conseguiram, tá? Perderam, né? E na justiça foi decretada a validade da especialidade e da referida resolução. E nessa resolução, ali no final dela, inclusive, fala o seguinte: que essa pós-graduação em Harmonização Orofacial, ela tem que ter algumas disciplinas obrigatórias, tem que ter algumas disciplinas obrigatórias na sua grade regular. Uma delas: Ética e Legislação. E outra é Anatomia de Cabeça e Pescoço. Ou seja, a resolução 98, ela não fala de trágus, ela não fala de hioide, ela não fala de primeiro fio de cabelo. Gente, eu ouço as pessoas falando que você pode atuar até o primeiro fio de cabelo. Aonde que tá escrito isso? Quando eu falo de ciência e de norma, é disso que eu tô falando. Uma pessoa falar isso numa live, uma pessoa falar isso, até o presidente do CFO falar isso em uma live, ele tem que dizer aonde que tá escrito. E se a pessoa for careca, é o primeiro folículo capilar, capilar é o primeiro fio de cabelo? Aonde que tá essa fundamentação científica? Você precisa ou estar consagrado cientificamente num artigo, numa dissertação, numa tese de doutorado, ou estar na norma devidamente descrito. O que fala na norma hoje? Na norma mais nova, mais específica, mais abrangente, é cabeça e pescoço. Até porque, se você já não viram, vocês vão ver que essa especialidade de vocês é uma especialidade que você ultrapassa e muito, inclusive, se você for pegar músculos, o próprio músculo da mastigação, né? Se for pegar o próprio sistema aponeurótico, o SMAS, se for pegar o músculo temporal, ele é um músculo que não para no trágus, ele supera. Se você for pegar, vamos sair daqui. Se eu for pegar o platisma, por exemplo, ele não para no hioide aqui, ele vai até aqui, quase na cervical. Eu imagino que tenha sido por isso que na resolução 198, eles colocaram "estruturas anexas e afins", justamente para você não ter a obrigação de parar exatamente aqui, né? Então, quer dizer que se você for fazer uma lipo de papada, você tem que deixar um colar de gordura aqui na pessoa que não pode ultrapassar o hioide? Não tem cabimento. O objetivo não é proporcional o equilíbrio estético e funcional da face, da região orofacial e estruturas anexas já fez. Não é isso que tá escrito ali.

Então, eu queria vocês. Eu tenho certeza que vocês estão com as câmeras todas fechadas, mas que vocês escutaram tudo que eu falei, olharam a normativa ali. Eu quero perguntar para vocês o que que vocês entendem. Vamos fazer um processo aqui até ortográfico, né? Semântico. O que que vocês entendem por "estruturas anexas e afins" quando vocês leem "região orofacial"? É a região de atuação do dentista, região orofacial, mas estruturas anexas e afins. O que que vocês entendem como cidadãos, cidadãos brasileiros, quando vocês leem essa frase? Um de cada vez para não tumultuar a live. Se alguém não falar, eu vou escolher. Tudo, né? Da margem para tudo, sei lá. A Doutora Izana falou "ao redor". A Doutora Fernanda falou "tudo". Acho que "tudo", "tudo" não, mas boa parte, né? E tem uma discussão bem interessante disso que é a tal da tal da orelha, né? A atuação do cirurgião-dentista na região auricular. É bem interessante isso porque na época, inclusive, quem inventou o termo "otoplastia" na época fui eu. A primeira defesa que que houve, a primeira pessoa que falou essa palavra, fui eu. E o raciocínio que eu tive na época foi o seguinte: se você passar um fio no nariz de alguém, é uma rinoplastia. Você passar um fio na orelha de alguém, é uma otoplastia, né? Então, cientificamente, esse foi a construção do raciocínio científico que eu tive na época. E uma das argumentações do conselho foi que a região retro, hipo-retroauricular, ela não seria de competência do dentista. Aí o que eu fui fazer como um bom paladino científico? Eu fui pesquisar nos artigos científicos. E eu achei não dezenas, eu achei centenas de procedimentos que eram feitos pós-trágus, centenas, né? Seja de implantes auditivos, seja de procedimento na região craniofacial proveniente de traumas faciais, provenientes de atuação de cirurgiões faciais, seja reconstrução da orelha, seja vários procedimentos feitos acima da região da terça parte da face, proveniente também de acidentes automobilísticos e outras coisas, outros tipos de implantes. Mas centenas de casuísticas e procedimentos. Então, o cirurgião-dentista, independentemente da especialidade, já atua na região pós-orelha há muitos e muitos e muitos anos, há décadas, não é de hoje, tá? Assim como atua fora da região do aparelho mastigatório, assim como tá na lei que regulamenta a Odontologia, assim como atua fora da região orofacial há muito tempo.

Só que qual que é o ponto, gente? Não é porque vocês têm essa atuação que vocês, por isso, estão permitidos a fazer qualquer coisa. Não é por isso que você pode fazer implante capilar. Você tem que ter tido o estudo. Aí entra parte da ciência, por isso norma mais ciência. Você tem que ter tido estudo suficiente para você proporcionar segurança para o teu paciente, que é o grande protagonista desse cenário público. Você tem que ter estudado teoria e prática disso. Você tem que ter visto. Tem que ter alguma pós-graduação no Brasil que, no seu conteúdo curricular, ensine a fazer implante capilar. E as pessoas entendem o que isso faz parte da competência dos dentistas, tá? Não é porque você estudou anatomia da cabeça e pescoço, né? Porque você estudou o sistema linfático, vascular, né, da cabeça e pescoço, que você pode fazer qualquer coisa. Uma cirurgia craniana, tirar um carcinoma, né? Você precisa ter estudado, ter respaldo científico para isso.

Mas eu mostrei essa norma para vocês para mostrar que muito dos mitos que falam, né, de atuar até o trágus, eles não representam o que tá escrito na lei. E é o que tá escrito na lei que é o importante, é o que tá escrito na lei que vale, tá? Então, além dessa resolução, eu quero mostrar para vocês a norma que fala sobre a Traumatologia Bucomaxilofacial, inclusive para vocês verem comigo alguns contracensos que existem dessa resolução que eu vou mostrar agora com essa resolução mais nova que a resolução que fala sobre harmonização. Me acompanha aqui. Olha que interessante. Olha que interessante. Vamos a ela. Essa aqui, gente, só para vocês saberem, essa aqui é a consolidação das normas para procedimentos odontológicos, também chamada de resolução 63 de 2005. Ela fala sobre todas as especialidades, né? Fala sobre as características das especialidades. Só que é uma norma de quase 20 anos, né? É o mundo evoluiu já depois disso. Chegou o 4G, né? O 5G, né? Um monte de coisa. Chegou o dinamismo científico, se proliferou bastante também. E nós chegamos aqui na parte da especialidade Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Vamos ler comigo aqui. Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial é a especialidade que tem como objetivo o diagnóstico e o tratamento cirúrgico e coadjuvante, cirúrgico e coadjuvante, de doenças, traumatismos, lesões, anomalias congênitas. Orelha da banana é uma anomalia congênita, só para dizer para vocês. Adquiridas do aparelho mastigatório e anexos, estruturas craniofaciais associadas, estruturas craniofaciais. Ou seja, quem trabalha com Traumatologia Bucomaxilofacial não obedece qualquer tipo de limitação de trágus, porque a própria norma de 2005, que é anterior a qualquer outra que falava de trágus, já dizia que a atuação é uma atuação do aparelho mastigatório e anexos e estruturas craniofaciais.

Artigo 42. As áreas de competência para atuação do especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial incluem: implantes, enxertos, transplantes, reimplantes, biópsias, cirurgias com finalidade protética, cirurgias com finalidade ortodôntica, cirurgia ortognática, diagnóstico e tratamento cirúrgico de cistos, afecções radiculares, doenças de glândulas salivares, doenças de articulação, têm problema de DTM, lesões faciais, malformações congênitas ou adquiridas dos maxilares, da mandíbula, tumores benignos da cavidade bucal, tumores malignos da cavidade bucal. Quando especialista, deverá atuar nos malignos integrado de equipe de oncologia, de estudo neurológico, manifestação maxilofacial e colaboração com neurologista ou neurocirurgião em caso de acidente cirúrgico que acarreta em perigo à vida. É o paciente poderá lançar mão de todos os meios possíveis para salvar. Aqui vem a parte do contracenso que eu falei para vocês. Artigo 43. É vedado ao cirurgião-dentista o uso da via cervical infra-hioidea por fugir ao domínio de atuação, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório. Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

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Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

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Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

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Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

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Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

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Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é tão difícil. Qual que é a diferença, gente, de estética para funcional, ou de estética para estética funcional? Qual é a diferença dos conceitos? Vou dar nota baixa pela falta de proatividade nas respostas. Alguém se arrisca? O que que é algo estético? É ausência de doença. O que que é algo funcional? Que tem relação necessariamente com alguma função vital do corpo. Não pode ser. Pode ser aquele, aquela diferença, aquela diferenciação de indicação da bichectomia, por exemplo. Tem gente que procura bichectomia por estética, é porque quer aquela marcação na bochecha. E tem gente que procura bichectomia porque tá mordendo a bochecha pelo lado interno e aí não suporta mais essa situação e faz bichectomia. Então, aí a segunda seria uma cirurgia funcional, não estética. É que a estética vai acompanhar, não tem jeito, né? Você faz um bichectomia pelo lado de dentro, mas aí eu te pergunto: a diferença das categorias estética e funcional, tá na queixa ou tá no resultado? Na queixa. Na indicação. Porque isso é interessante. Como você disse, não é porque a pessoa vai fazer porque ela tá se mordendo que não vai gerar um efeito de finalidade harmonizadora, né? Isso. Exatamente.

E aí que tá, gente. E tem um outro aspecto que eu queria destacar com vocês. Isso é o seguinte: a Organização Mundial da Saúde, o último conceito de bem-estar, o último conceito de saúde que está lá, diz o seguinte: que saúde é o estado de bem-estar físico, mental e social. Ou seja, tudo aquilo que de alguma maneira impactar no seu bem-estar físico, estou me sentindo melhor fisicamente, no meu bem-estar mental, estou me sentindo melhor mentalmente, ou no bem-estar social, estou me sentindo melhor socialmente, seja com a minha família, seja nos ambientes que eu frequento sociologicamente, isso significa que eu tive uma evolução a nível de saúde. E aí eu pergunto para vocês: se o bem-estar de um ser humano, se o ato de bem-estar nessas três categorias foi evoluído, foi progredido, não temos uma terapia? Não há função? Não há nenhum tipo de benefício psicossomático pela pessoa tá se sentindo mais feliz, mais satisfeita, mais bonita? Será que não tem nenhum tipo de impacto químico disso no corpo humano, fisiológico, metabólico? Com certeza. Será que é somente estético mesmo? Será que essa diferenciação é uma diferenciação inteligente, de fato?

Então, e isso eu acredito, inclusive, que no futuro vai impactar até para fins de dedução do Imposto de Renda, né? Porque o Imposto de Renda, ele não deduz procedimentos estéticos. Agora, o que que é um procedimento totalmente estético e qual o procedimento que gera algum efeito terapêutico que impacta no bem-estar físico, mental e social? Olha que interessante isso para vocês verem, tá?

Vamos voltar lá. Ver se tem mais alguma coisa interessante. "Os cirurgiões somente poderão realizar as cirurgias sob anestesia geral em ambiente hospitalar, cujo diretor seja médico, que disponha das indispensáveis condições de segurança comuns em ambientes cirúrgicos, considerando a prática tentatória ética a solução de realização de anestesia em consultório do cirurgião-dentista ou médico em ambulatório." Que que ele quer dizer? Que tem que ser em hospital somente? Poder. Oi. Só para um parente assim, você acabou de falar sobre a estética também fazer parte de função, nesse ponto de vista amplo que você colocou, é só ver, por exemplo, uma cirurgia estética quando dá errado para você ver o tanto de função que para. A função que tenha sempre desenfreadamente no psicólogo do paciente. Exatamente. Exatamente. Aí é interessante porque quando é uma, quando dá certo, né? É uma energia ou é um procedimento só estético. Quando dá errado, eles pedem dano moral, né? Que é justamente um dano para estético. Então, exatamente, esse que é bem colocado.

Então, vamos lá. "Somente poderão ser realizados em consultórios, ambulatórios, cirurgias passíveis de serem executadas com anestesia local, ocorrendo óbito de paciente submetida cirurgia Traumatologia facial realizada exclusivamente por dentista, é tratado de óbito será fornecido pelo serviço de Patologia de Verificação do Óbito ou do Instituto Médico Legal, de acordo com a organização da instituição local. Nos casos de enxertos autógenos, cuja região doadora se encontra fora da área facial, os mesmos deverão ser retirados por médicos." Continuam. "É da competência exclusiva do médico: tratamento de neoplasias malignas, neoplasias das glândulas salivares maiores, o acesso infra-hioideo, bem como a prática de cirurgia estética, ressalvadas as estéticas funcionais do aparelho mastigatório." Estético funcionais do aparelho mastigatório. Vamos voltar de novo. Voltar de novo. É uma cacofonia, né? Não tem problema falar igual. Vamos lá. Primeiro, ali fala que são proibidas as cirurgias estéticas. Só que essa norma de 2005, depois dela surgiu uma norma mais nova tratando sobre a especialidade Harmonização Orofacial, da qual estão contempladas as cirurgias estéticas faciais, como lip lift, como bichectomia, como a lipo de papada mecânica. Ou seja, essa norma, ela foi sobreposta, ela foi sobreposta por aquela que é mais nova e mais abrangente, tá? Então, essa norma, digamos que ela foi engolida, tá? Ela foi sobrevalorizada, sobreposta por aquela. Assim funciona o direito, assim funciona as regras de definição de resolução de conflitos entre leis. A norma mais nova, a mais abrangente, mais específica, se sobrepõe à mais velha, menos específica e menos abrangente.

Então, primeiro aspecto, a gente que a gente supera esse. Segundo aspecto, como que a gente diferencia um procedimento estético de um procedimento funcional? Ou então, melhor, como que a gente diferencia uma cirurgia estética de uma cirurgia estética funcional? Alguém se arrisca aí? Não é

Sucção enxerto com a gente. Físicos, químicos, mecânicos, tudo que vocês puderam imaginar. A Dilma foi lá e vetou esse artigo. Ela proibiu esse artigo, deixando vigente somente esse que acabei de vos mostrar, que diz que só aqueles que afetam órgãos internos, de fato, são exclusividade médica.

Só que a Lei do Ato Médico também fala o seguinte, para tranquilizar vocês. Vamos lá: "O disposto neste artigo não se aplica ao exercício da odontologia." Olha que legal! Esse artigo que ele estava falando é o artigo quarto. Ou seja, tudo isso aqui: indicação de cirurgia, intubação, emissão de laudo, determinação de prognóstico e todo o restante, não se aplica à Odontologia. Ou seja, lembra que eu falei para vocês sobre ciência e norma? A norma diz que isso aqui não se aplica à Odontologia. Ou seja, que vocês não estão proibidos de fazer tudo isso aqui que tá daqui para cima.

Aonde que entra a ciência? A ciência entra no fato de que vocês não estão proibidos, mas vocês têm que ter aprendido isso em graduação, a nível informativo, né? Você tem que ter treinado as bases de conhecimento de saberes formativos em graduação e ou pós-graduação para poder fazer isso. Correto?

Agora, eu quero mostrar para vocês. Vocês viram que foi promulgado em 2020 a resolução 230, proibindo algumas cirurgias faciais, dentre elas rinoplastia, ritidoplastia, lift facial, cirurgia de castanhares, alectomia, entre outros, tá? Deixa eu abrir essa resolução aqui para a gente ver ela juntos. Resolução, desculpe não ter aberto antes, esqueci mesmo. Resolução 230 de 2020. Pronto. Vamos lá, então. Vinícius, eu tô te vendo, tá chegando aí. Show.

Essa é a resolução 230. Vocês lembram desse artigo terceiro aqui, né? Que é isso aqui, ó. Essa resolução, ela veio para explicar esse artigo direito. Ela veio fazer o seguinte: "Deixa eu explicar esse negócio aqui que não tá muito bem explicado, que é o nível, a dimensão de competência, amplitude de competência, baseado nesse artigo aqui." Por isso foi criado 230. E ela aí ela fala aqui, ó: "Olha como é que, olha como é que foi o cara de pau aqui, ó: Considerando as interpretações extensivas, extensivas equivocadamente feitas, atribuídas às expressões áreas afins constantes como justificativa para a realização de procedimentos ainda não consagrados como prática odontológica, resolve: Fica proibido ao cirurgião dentista a realização dos seguintes procedimentos cirúrgicos na face: alectomia, blefaroplastia, cirurgia de castanhares, otoplastia, rinoplastia, ritidoplastia ou facelift."

Beleza. Segundo eles, essas proibições te deram em razão da falta de consagração. Ou seja, que não seria um procedimento tradicional da odontologia. Eu, sinceramente, eu tenho convicção de que qualquer pessoa para fazer qualquer procedimento, principalmente uma cirurgia, tem que estudar, né? Pelo bem da sociedade, obviamente. Estudar teoria e prática. Mas também que essa história de tradicionalismo, ela, ela é nasce morta já, né? Uma vez que também não era tradicional fazer botox, uma vez que era tradicional há muito tempo atrás usar o amálgama, há muito tempo atrás as facetas eram diferentes, há muito tempo atrás os aparelhos ortodônticos eram diferentes. E aquela era a tradução. É a tradução se dinamiza e muda, né? Enquanto isso não é problema. A evolução da sociedade, a sociedade dinâmica, né? E a lei, por suposto, também é.

Mas eu quero mostrar para vocês o fato da gente estar discutindo essa resolução aqui judicialmente. E eu trouxe uma decisão judicial da 230 para vocês analisarem junto comigo. Essa decisão judicial, ela anulou liminarmente o artigo primeiro da 230. E eu quero que vocês vejam junto comigo os fundamentos para isso. Ah, Guilherme, mas você tá dizendo então que esses procedimentos para essas pessoas que entraram com ação, eles foram permitidos? Mais ou menos. Nós vamos entrar lá e vamos ver juntos. Acredito que vocês nunca tenham visto uma decisão judicial dessa inteira. Então, eu vou mostrar para vocês. Vocês vão adorar. Vamos lá.

Estou abrindo aqui. Talentos. Vamos lá. Abrir. Se eu achar você de novo aqui. Pronto. Agora vai. A autora nessa ação foi entrada por cinco pessoas. O julgado concluiu em resumo que impôs reconhecer que o ato administrativo questionado não é legal. Ou seja, em primeira instância, em primeira instância, eles consideraram que não era ilegal o artigo primeiro, tá? Por quanto guarda consonância, ou seja, ele está em simbiose, segundo eles, em primeiro grau, o primeiro juiz que analisou, ele estaria correto de acordo com o artigo sexto, que é aquele que fala que o dentista pode fazer tudo aquilo de pós-graduação e graduação. Mas nós recorremos.

Realce ao princípio da legalidade. O Conselho Federal de Odontologia tem por finalidade supervisão ética e zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho da odontologia. Ao contrário disso, a vedação prevista no artigo primeiro da resolução constitui, olha o que eles falaram aqui, constitui obstáculo ao exercício profissional garantido pela lei que regulamenta a odontologia, que diz: "Aí reproduziu a 230: O cirurgião dentista que realizar, bem como aquele que coordenar cursos, estaria vedado." Aí ele comenta: "Atribuição do CFO expedir as instruções necessárias ao funcionamento dos conselhos regionais, evidentemente não autoriza a vedação expressa do artigo primeiro." Ou seja, é proibido proibir, como diria um cantor famoso. Ainda que o CFO tivesse competência, ainda que ele tivesse, ou seja, ele não tem, ainda que tivesse competência para estabelecer proibições ao exercício profissional, os procedimentos cirúrgicos na face humana são atos pertinentes aos graduados e pós-graduados em odontologia, conforme a resolução, conforme a lei federal 5.081. E aí ele reproduz: "Compete ao cirurgião dentista praticar todos os atos pertinentes à odontologia decorrentes de conhecimento adquirido em curso." Olha o que eu falei para vocês. Vocês estão vendo como que eu falei lá no início? Tá aqui dentro de uma decisão judicial.

Abre aspas: "Odontologia é a área da saúde humana que estuda e trata o sistema estomatognático, que compreende o crânio, olha isso aqui que eu tô lendo, o crânio, a face, o pescoço, a cavidade bucal, abrangendo ossos, musculatura mastigatória, articulações, dentes e tecidos. Não cabe ao Conselho Federal de Odontologia questionar a formação acadêmica." Olha isso aqui, gente. Não cabe ao CFO questionar a formação acadêmica dos graduados e pós-graduados. Isso é atribuição do Conselho Nacional de Educação. As atividades privativas do médico previsto na Lei do Ato Médico. Por isso que eu mostrei para vocês ali. Olha o que eu, olha o que eu mostrei para vocês aqui escrito de novo: "Não se aplica ao exercício da odontologia." Isso significa que estão preservados todos os atos pertinentes à odontologia. As vedações aos profissionais de Odontologia são aquelas previstas no artigo sétimo da própria lei da odontologia, e não na médica, e as relacionadas com a ética profissional, cabendo ao Conselho Federal regulamentar essa última. Ou seja, questões éticas, expor em público trabalhos, anunciar cura de determinadas doenças, consultas na prestação de serviço gratuito, divulgar benefícios para e questões ligadas à publicidade e propaganda. Defina tutela provisória para suspender os efeitos do artigo primeiro.

E aqui, gente, eu quero voltar aqui para vocês. Vocês perceberam que interessante? Só que ao mesmo tempo, é, eu quero exercer uma reflexão com vocês aqui, uma reflexão bem sincera, né? De garotos e garotas maduras, obviamente. Que o nível de invasividade de um profissional especializado, professor, ainda pós-graduação em Traumatologia Facial, eu acredito que seja talvez até maior que dos dermatologistas, até maior do que os cirurgiões plásticos, né? Pelo nível de complexidade, pelo nível multifacetado de reconstruções que faz a nível ósseo, muscular, plástico, porque não artístico, visagístico, de reconstrução de tecidos, de pele, de camadas. Só que naturalmente, uma coisa não é a mesma coisa do que uma cirurgia tão somente para fins estéticos, como um lift facial cirúrgico, tá? Mas me parece que os conhecimentos formativos que vocês têm ao cursar uma pós-graduação em Traumatologia Facial, elas formam ativos conhecimentos anatômicos, conhecimentos fisiológicos, conhecimentos dermatológicos, conhecimento a nível de articulação, conhecimento de tecidos, conhecimentos a nível circulatório, conhecimentos a nível metabólico, conhecimentos a nível cirúrgico, né? Manobras cirúrgicas, né? Retalhos, enxertos, né? Cirurgias estéticas faciais, elas estariam dentro, seria uma espécie desse gênero, seria uma parte desse comboio.

"Nada, professor, mas aí posso perguntar?" Claro. "É que alguém mandou uma mensagem, não sabia quem que era aqui, mas aí só uma coisa que eu não entendi. Aí é só para os que fazem a bucomaxilo ou só por ser dentista já poderia fazer?" Aí vem a reflexão. Por isso que eu disse que não há resposta simples. Isso a pergunta é maravilhosa. Lembra que eu disse que a gente pode fazer tudo aquilo que a gente absorve em graduação e pós-graduação? Pois então, mesmo que a pessoa tenha essa decisão judicial, não concedendo liminar para anular o artigo, ou seja, não é mais proibido, mas não significa que automaticamente seja permitido, porque a gente ainda tem que preencher o campo do "eu aprendi". Fora o campo do "não é proibido", né? Então, fato é, você tem que provar que você tem algum tipo de afinidade, de familiaridade com aquilo. Que uma cirurgia, por exemplo, de lifting cirúrgico facial, digamos, a única especialidade que concede o mínimo, o piso de conhecimento, digamos, para você lidar com procedimentos com essa complexidade, é a Traumatologia Bucomaxilofacial. Ou então, ou então, isso é uma análise minha, analisando conteúdo programático, cursos que eu dou e tudo mais. Ou então, você cria uma nova especialidade ou uma residência, né, acoplada a outra, para possibilitar que as pessoas se apossem desse aprendizado. Esse é o sentimento que eu tenho, porque eu não conheço nenhuma graduação que treina ou que ensina a manobra cirúrgicas desse patamar, né? Que ensina manobras cirúrgicas do ponto de vista plástico e do ponto de vista reconstrutivo, do ponto de vista de reestruturação facial cirúrgica, né? Como uma pós-graduação em Traumatologia.

Então, se você perguntar algum lugar da lei que diz assim: "Só o especialista pode fazer", não. Somente a medicina e a odontologia, Vinícius, elas são as classes que, na verdade, elas não criam qualquer condição a qualquer graduado de fazer qualquer coisa. Diferentemente da biomedicina, da farmácia, da biologia, da enfermagem, que você só pode atuar, por exemplo, na estética se você tiver uma especialidade, você só pode atuar em análises clínicas se você tiver uma especialidade. Na odontologia e na medicina, não. Só que qual é o requisito criado para a odontologia? O requisito criado para a odontologia é o seguinte, querido: tudo bem, você não tem nenhuma lei que te condiciona a mostrar o diploma de pós-graduação, mas em que pese, você tem uma lei da odontologia que diz o seguinte: "Me comprova que você treinou teoria e prática." Porque você vai chegar numa ação judicial ou uma audiência do conselho, a primeira coisa que o conselheiro do teu conselho regional vai perguntar, ou o perito, é o seguinte: "Aonde é que você aprendeu o mínimo adequado para fazer isso, querido? Né? Qual que foi a tua experiência prática? Me diga uma, seja num paciente modelo, seja num paciente." Qual o caso clínico você tem? Porque se a pessoa não tiver casuística, e se eu fosse o perito, eu perguntaria: "Mas então quer dizer que você submeteu a tua primeira aventura cirúrgica a esse paciente? Que tipo de confiança? Que tipo de destreza cirúrgica? Que tipo de coisa?" Só o teórico? É uma forma de compilação. Lógico. É aquela coisa, como é que você comprova isso? O meio oficial que você tem de comprovar uma característica, você não vai levando os seus prontuários lá na audiência, mostrar que você tem experiência. Seu perfil no Instagram, né? Mostrar os... Acho que foi ele que travou. Então, acho que sim. Voltou. Agora voltou.

Doutor, agora eu tenho informações. Então, como eu estava dizendo para vocês, de bastidor aqui, que a partir do ano que vem, eles vão dar apertada no cerco, tá? Para os procedimentos de caráter estético, as cirurgias, especialmente de caráter estético, e vão condicionar a realização de alguns procedimentos à pós-graduação. Pela primeira vez na história, eu acho que eles vão ter um trabalho muito grande de fazer isso, tá? Vai ter que ser uma norma muito bem feita. Porque, por exemplo, eu conheço várias graduações. Podemos até fazer um teste aqui. Todo mundo que tá aqui teve implantodontia na graduação? [Música] Não. Eu não tive. Olha que interessante. Olha que interessante. Mas muita gente não teve. E mesmo assim, ninguém fala sobre condicionar a execução da implantodontia a uma especialidade. Por que que falaria nas outras, né? Tive só a teoria, tá vendo? Então, eles vão ter um trabalho muito grande para fazer valer essa ideia de criar um requisito de especialidade. Mas eu tô sabendo que eles vão fazer, tá? Eu tô sabendo que eles vão vir com uma norma. Eles vão normatizar isso a partir de 2023. Não, eu não ouvi se vai ser procedimento X, Y, Z. Não ouvi. Como é que vai ser? Acredito que deva ter algum critério de experiência também, né? Além do critério de diploma. Se você comprovar que você já atua três, quatro, cinco anos fazendo tais procedimentos, se você conseguir comprovar isso das maneiras A, B e C, você vai continuar podendo fazer os procedimentos X, Y, Z. Então, eu acredito que nessa área da estética, para quem atua, tô dando uma informação aqui, é muito, mas muito provável que no início do ano que vem, eles venham com alguma norma limitando a atuação somente para graduados. [Música]

Esses cursos que a gente faz assim de dois, três dias para aprender uma técnica de alguém que tá fazendo a técnica que a gente admira, isso serve como comprovação científica? Só se o conselho aceitar. Aí você vai ter que, digamos, você vai ter que tentar apostilar esse certificado junto ao conselho. Existe algum certificado que o conselho aceita? Existe outros certificados que não. Muitas vezes, muitas vezes tem o charme da assinatura de fato, mas outras vezes não. Outras vezes é pelo fato do curso livre ter uma chancela de universidade. Outras vezes é pela quantidade de tempo do curso. Por exemplo, um curso de 30 horas com 5 horas práticas, se eu não me engano, eles consideram um curso de extensão, né? Que é um curso que tem algum tipo de regulamentação do MEC. Então, fica mais fácil deles apostilarem, eles receberem como curso oficial. Até isso eu acho que eles vão regulamentar, tá? Que tipo de cursos que eles vão considerar oficiais para fins de habilitação e que cursos que não. Características de professores. Eu acho que do ponto de vista de cidadão, aí eu acho que tende a melhorar um pouco. Mas eu acho que eles vão ter uma dificuldade grande de criar essas regras, porque eu acho que tem muito contracenso aí, tá, gente? Você acredita que os cursos livres vão cair com essa possível norma? Eu acredito que não. Eu acredito que eles vão, eles vão condicionar o curso livre e alguns requisitos, imagino eu, do tipo: você ter que cumprir algumas regras, como cadastrar ele no conselho, ou ter uma universidade vinculada, ou apresentar artigos científicos para você fundamentar a tua técnica. Porque o que que tá acontecendo hoje? Muita gente tá falando assim: "Não, eu criei a técnica Guilherme Katani Nose aqui, Guilherme Katani Nose." E às vezes é uma técnica absolutamente idêntica a qualquer outra rinomodelação ou rinoplastia fechada, por exemplo. Só que a pessoa cria como se fosse uma técnica inovadora que só ela tem, só ela criou. Então, eu imagino, como eu frequento, como se eles escutam essas reclamações deles, eu imagino que eles devam criar alguma condição para você lecionar a nível de cursos livres, mas não proibidos, nem podem, né? O curso livre tem regulamentação de normas educacionais e não normas do conselho. Mas imagino eu que para validar esses cursos como cursos que servem oficialmente, eles vão criar condições. Isso eu imagino que deva acontecer.

Professor, pode falar do torneio em relação a, no caso da nossa situação, onde a grande maioria que alguns já fazem, né, os procedimentos cirúrgicos e estão buscando, né, mais uma, uma titularização, uma pós-graduação, como são três anos, durante esse percurso, quero ou não, nós já temos um respaldo maior perante a lei que você tá especializando? Já, já tem? Não existe assim, como eu falei, digamos que não existe nenhuma norma que diga assim: "Os pós-graduandos terão um tratamento diferente." Eles nem teriam como fazer uma norma nesse sentido. Mas eu já ouvi da boca do presidente do CFO, em reunião pessoal, ele dizendo assim: "Nos traumatologistas faciais ou naqueles que fazem pós-graduação, a gente não incomoda." Vida da boca dele, assim. Isso, isso dá garantia para você de alguma coisa, gente? Claro que não, né? Até porque a pessoa pode ter feito uma aula, né? Então, eu acho que tudo é uma questão de bom senso. Mas sem sombra de dúvidas, um especializando em Traumatologia Facial vai ter um tratamento, tanto da justiça quanto do conselho, distinto de uma pessoa que acabou de se formar, um graduado, né? Uma pessoa que não está passando por esse processo de absorção de conhecimento. Sem sombra de dúvidas. Inclusive, existe até um parecer. Depois eu mando para vocês no grupo de vocês, tá? Eu não tô no grupo, mas peço para o Maurício mandar um parecer do Conselho de Minas Gerais, que ele falou que a resolução 230 não é para os traumatologistas bucomaxilofaciais. Ou seja, que mesmo com ela vigente, aquela resolução não afeta os profissionais que trabalham com Traumatologia. Ou seja, o Conselho Federal de Odontologia trata de maneira distinta quem tem relação e familiaridade com essa especialidade oficialmente, e não só a nível de especialização. Então, vocês estão fazendo, na verdade, a especialidade que vai, sem sombra de dúvidas, dar o maior lastro para vocês de atuação. Se alguém vai poder ir até o limite da competência, serão vocês e não outra, e não outra especialidade. Então, vamos lá. De nada, gente. Pergunta. Alguém tem mais alguma pergunta sobre esse aspecto de quem pode ou não pode? Vocês querem fazer alguma pergunta para mim específica sobre algum tipo de procedimento? Aproveitem agora que depois eu não vou voltar nesse assunto, hein? Vou falar uma palavra aqui para ver se puxa vocês para algum lugar aqui. Rinomodelação definitiva. Tocou nos neurotransmissores. Aí fala, doutora. E a fátimaplastia? Como é que estamos? Entendi. Como plástico, você fala do quê? Porque eu já vi as pessoas falando usando esse nome para fazer três procedimentos diferentes. Já tá. Então, vamos, vamos colocar mais aí do batismo e a servoplastia. Vamos colocar então que os dois como separados também, tá? Vamos analisar de acordo com os alicerces que a gente estudou até agora, do que a gente leu ali, tá? Primeiro, essa região aqui é uma região que está dentro da região orofacial, quanto à questão de demarcação anatômica. Estamos bem, né? Podemos fazer um procedimento cirúrgico na mesma região. Lipo de papada mecânica, né? Não há proibição para cirurgias nessa região, mas também, mas também não há nenhum tipo de menção a esse procedimento na resolução 98, que fala de harmonização. Não fala dele especificamente, mas também não tem como falar, né? Porque você não consegue mudar a lei na mesma velocidade com que os procedimentos vão ser inseridos, na mesma velocidade com que a ciência vai evoluindo. Então, às vezes, eu escuto as pessoas falam: "Ah, não, mas isso não é permitido na lei." Gente, é, nunca vai ser possível a burocracia da lei acompanhar a evolução científica. Não tem como, né? Não tem como você ficar mudando a lei de semana em semana. É impossível. Então, por isso que você coloca uma base genérica e depois você vai interpretando, tá? Então, o que que eu entendo, doutor? Eu entendo que se você pode fazer uma cirurgia que o objetivo é lipoaspirar, eu não vejo qualquer tipo de proibição para qualquer tempo de procedimento onde você faz uma espécie de retirada de tecido, do qual o cirurgião dentista tem capacidade de fazer, desde que, desde que você se julgue de fato capaz, né? Se você julgue que você absorveu os conhecimentos em graduação e pós-graduação necessários para fazer todas as etapas desse procedimento. E quando a gente fala de todas as etapas, é todo diagnóstico, toda análise de preparo cirúrgico, toda análise de campo crítico, todo o estudo sobre os instrumentais necessários, toda a execução e roteiro científico técnico desse procedimento, que você se baseie em artigos científicos para fazer esse script técnico da execução, todo pós, todo tipo de problema que pode acontecer, que você sabe para onde levar o paciente, que você sabe quais são os medicamentos necessários a dar, que você sabe quais são as técnicas reconstrutivas, caso algum problema aconteça, independente das características do paciente. Então, você entendendo, você absorveu esses conhecimentos já em graduação ou pós-graduação, eu entendo que não há proibição. Primeiro, porque a resolução 230, ela está em vias de ser anulada, apesar de ainda estar vigente. Segundo, porque não se trata de um procedimento invasivo. Terceiro, porque se trata de um procedimento, da minha concepção, estético-funcional, como a gente leu na resolução, consolida esses procedimentos odontológicos. Terceiro e quarto, porque é uma região de atuação e quinto, porque você já fazem cirurgias nessa região. Então, eu não vejo qualquer tipo de limitador, né? Não existe na norma odontológica algo dizendo assim: "Não faça retalho, não faça sutura, não faça corte." Pelo contrário, né? O lip lift, você faz exatamente a mesma coisa, né? Se você for analisar o lip lift, né, se trata de uma estrutura de uma região anatômica distinta, mas existem similitudes. A diferença é que você faz na região diferente, com características anatômicas e vasculares diferentes e perigos diferentes e musculaturas diferentes. Mas a complexidade não é muito distinta. Então, eu particularmente, especialmente para vocês que são especializando em Traumatologia Bucomaxilofacial, não vejo uma proibição. Eu acho que está enquadrado dentro das estruturas anexas que são mencionadas na resolução 198 de 2019. Lógico, ressalvando, né? Não é algo simples, é uma cirurgia, deve ser feito de acordo com todos os alicerces de segurança necessários e com conhecimento necessário, mas eu não vejo proibição. Não. Alguém tem mais alguma pergunta, gente, sobre o nariz, que é um lugarzinho bem delicado? A decisão mais abrangente que eu tive nesse ano foi uma decisão que disse o seguinte, que os dentistas, que os dentistas eles podem fazer a modelagem, tudo aquilo que for mais invasivo do que essas palavras que vão sair da minha boca agora, eu não garanto que vocês não vão ser punidos. Prestar atenção. Essa decisão do Conselho Regional de Santa Catarina, que é onde eu moro aqui, onde eu fico mais, né, porque eu viajo cada 15 dias, que você pode fazer a modelagem da cartilagem. Que que vocês entendem por isso? Modelagem, remodelação, modelagem da cartilagem com fios. Olha só. Começamos com sinceridade. Já tô gostando desse pessoal. Seria uma rinoplastia fechada? Então, independente da nomenclatura. Inclusive, eu tive alguns processos, entendi, ou aberto também. Eu tive alguns processos judiciais onde tiveram laudos, né? Ou seja, um grande especialista que faz uma análise do caso de procedimentos como como o Divino modelação, né? O reino moderação estruturada definitiva ou rinoplastia aberta, como quem não chama rinoplastia fechada, enfim. E ele disse o seguinte, ele tratou nessa análise desse procedimento, que é um procedimento, digamos, uma rinoplastia menos invasiva, né? Uma uma uma cirurgia no nariz que não é uma rinoplastia clássica, mas uma rinoplastia fechada, digamos, ou uma remodelação um pouco mais invasiva do que com biomateriais. Ele disse que se trata de um procedimento diferente da rinoplastia. Esse profissionalismo se trata do procedimento diferente. Eu acho que fica muito próximo da rinoplastia fechada, né? Assim como eu acho que o procedimento na orelha fica muito próximo da autoplastia fechada. Não acho que muda muito. Eu acho que a grande briga não é por criar necessariamente um procedimento diferente. Eu acho que a briga deveria ser para vocês poderem fazer a rinoplastia fechada. Eu acho que seria muito mais inteligente. Até porque, como eu disse para vocês, as cirurgias plásticas na face não são proibidos. Você pode fazer uma cirurgia exatamente embaixo aqui. Por que que você não poderia fazer uma alectomia? Que que você não poderia passar um fio para gerar um efeito de empinar o nariz ou afinar os alos nasais aqui? Será que é tão mais complexo do que todas as outras coisas que os dentistas fazem ou não é? Uma boa pedida, Vinícius. Agora, deixa eu perguntar uma coisa para vocês. Vocês que estão agora entraram na Traumatologia Bucomaxilofacial, eu quero que vocês me ajudem a fazer uma conceituação aqui. Qual que vocês acham que a diferença de um procedimento cirúrgico por um procedimento não cirúrgico? Qual que é a diferença do procedimento minimamente invasivo para um procedimento plástico? O que que diferencia? O que que quando vocês olham para um procedimento e fala assim: "É cirurgia"? Qual característica que ele tem?

Olha, no meu conceito, na verdade, eu acho que é um pouco diferente a terminologia. Teria que ser o processo de procedimento cirúrgico. Na verdade, ele se trata de ser mais ou menos invasivo, porque o risco de contaminação, você pode ter também no procedimento que se diz fechado. Você também pode ter consequências às vezes mais sérias do que não uma cirurgia aberta. Então, eu acho um pouco inadequado isso. Porque você fala uma rinoplastia fechada, mas nós vamos fazer uma incisão. Não tô dizendo o fio. Que muitas vezes nós podemos ter uma consequência tão séria, até mais séria do que a gente faz aberto. Esse, esse, na verdade, eu consegui invasivo não é, não é semelhante a perigoso, né? Não é o nível de periculosidade. É o nível de invasão, de intervencionismo. Na verdade, é o ponto. O ponto aqui é o seguinte: vocês acreditam? Eu vou dar um exemplo para facilitar o raciocínio cognitivo. Vocês acreditam que você fazer um retalho é sinônimo da existência de uma cirurgia? Um corte ou não? Uma sutura, uma incisão são características inquestionáveis de uma cirurgia ou não? Porque se forem, se forem, não tem como a gente tratar, por exemplo, esse procedimento que estamos fazendo no nariz como uma rinomodelação. Fica muito difícil. Aí tá mais para uma rinoplastia, ainda que seja feita com fios. Percebe? Então, a gente entender qual que, quais são as características, o passo a passo, as manobras, os manejos cirúrgicos, é fundamental para a gente definir a conceituação, a categorização dos procedimentos, inclusive para fins jurídicos, tá? Vamos lá. É dito isso para vocês. Se vocês tiverem mais alguma dúvida sobre isso, na constância da aula, a gente, vocês podem perguntar. Não tem problema nenhum, tá? Eu só vou avançar mais uns 15 minutos, daí a gente toma um café e depois a gente volta, tá? Vamos lá. Eu separo essa minha, essa minha parte da aula aqui, gente, em três grandes alicerces, tá? Três grandes pilares, que é que são, né? O conhecimento, o relacionamento e os documentos, tá? Que vai ser a parte que eu vou falar do segundo momento da aula. Conhecimento, relacionamento e documentos. No final, publicidade, que vocês podem colocar na rede social, o que que vocês não podem. Antes desse intervalo, eu quero falar para você sobre responsabilidade civil. Vocês escutam muito esse termo em seguros, né? Seguro de responsabilidade. Essa é uma das perguntas que eu mais ouço, quase todos os dias, não é todos os dias, que seguro que eu contrato? Será que eu contrato? Você vende seguro pessoal? Acha que o escritório é seguradora aqui? Mas o que que é essa tal de responsabilidade civil, gente? Responsabilidade civil nada mais é do que você ter a obrigação de reparar um prejuízo que você causou. Eu, Guilherme, tô andando na rua, eu bato atrás do carro da Luciana, né? A Luciana tem uma Ferrari, para quem não sabe, né? Uma Ferrari amarela. Eu bato atrás da Ferrari amarela da Luciana e isso gera um prejuízo de 50 mil. Se esse foi exatamente o dano que eu causei, por culpa minha, eu tenho uma responsabilidade civil como cidadão, na civilização, uma responsabilidade civil de pagar exatamente, de compensar a Luciana exatamente pelo mal que eu causei, um dano material de 50 mil reais. Então, a responsabilidade civil no exercício odontológico, da Traumatologia Bucomaxilofacial, seja lá de que especialidade que for, é vocês terem o dever de fazer o melhor de vocês, de vocês, o dever de fazer o bem, o dever de fazer o melhor possível com as ferramentas e as circunstâncias que estão à disposição, tá? Vocês têm como profissionais da odontologia três grandes deveres, tá? E aqui, você, se vocês quiserem anotar, vocês podem. Primeiro dever: dever de cuidado. Dever de cuidado. Que que significa isso? Dever de cuidado significa o dever de ser humano, né, gente? O dever de colocar a humanidade, a saúde, a preservação da consistência da saúde do paciente acima de dinheiro, a frente de aspectos mercadológicos. É o dever de cuidar, né? Se uma pessoa tiver quase morrendo, tiver passando muito mal, você dá prioridade para isso, você tratar as pessoas com dignidade, você tratar as pessoas com empatia. É o dever de cuidado. Quando uma pessoa está com uma emergência, você atende essa emergência. Você não dever básico de bem fazer aos outros. Segundo: dever, dever de seguir a ciência, gente. Isso aqui parece muito óbvio, mas não é. Eu vejo muitos profissionais fazendo procedimentos que não têm respaldo científico. Às vezes, até tem, só que eles chamam o procedimento de uma coisa nova, inovadora, inédita, quando na verdade nem é. Gente, quais são os dois procedimentos estéticos ou estético-funcionais no nariz que têm respaldo científico? Vamos ser bem sinceros uns com os outros. Estamos na academia, estamos na pós-graduação. Rinomodelação e rinoplastia. Se eu crio um procedimento, eu vou dar uma, eu vou simular uma história aqui que pode ser que se confunda com alguma história de vocês ou de pessoas que vocês conhecem. É tipo aquela história do Serginho Groisman, tem um amigo, né? Então escutem bem minha história. Eu, Guilherme, sou cirurgião dentista e invento um procedimento no nariz chamado Katani Nose. E eu coloco lá no meu Instagram que é uma técnica inovadora, nunca feita no mundo, que é uma combinação de outras técnicas, de que vai revolucionar o mundo do nariz. Katani Nose Revolution. Estão vendo, né? Tá casando branding. E eu criei um curso e digo que eu vou ensinar o Katani Nose e que custa 15 mil reais e que só quem fizer o meu curso pode reproduzir essa minha técnica. Só que o Conselho de Odontologia, eu sou dentista, ele me enxerga e me processa eticamente. Alguém faz uma denúncia contra mim. O conselho me processa e abre um processo ético contra mim por sensacionalismo, né? E também por propaganda enganosa, porque eu, segundo o conselho, fui denunciado no sentido de que eu não inventei essa técnica, que eu tô usando de mentiras para catapultar minha carreira comercialmente. Quando eu chegar nessa audiência, a primeira pergunta do conselheiro para mim será: "Guilherme, de qual artigo científico você tirou a técnica Katani Nose? Ou quantos artigos científicos você publicou da técnica Katani Nose Revolution?" Vocês percebem o que que eu tô querendo dizer? Tudo aquilo que vocês falarem que vocês fazem, todo nome que vocês inventarem, ele tem que ter algum tipo de simbiose, de simetria científica com algum artigo, com algum trabalho, com algum experimento. O mundo, o serviço na saúde, não é um serviço que você sai imaginando. Se todos nós criássemos uma técnica com o nosso nome, o paciente nem saberia mais o que que é o quê. Na hora de fazer, então tem que ter um tipo de inerência científica. Então, o dever de seguir o script científico. Ou seja, você não faz o que você quer. O paciente não é cobaia. Você não pode se aventurar. Você tem que ter uma vinculação científica, epistemológica, acadêmica de saberes. Isso já tem que ser experimentado em pessoas. Quanto mais tempo de estudo, melhor. E por fim, um dever de informação. Porque, porque segundo a literatura, seja literatura jurídica ou literatura de saúde, tanto faz, os pacientes são considerados pessoas frágeis tecnicamente. Eles chamam de hipossuficientes tecnicamente. Ou seja, em tese, eles não entendem nada do que está sendo feito neles. E via de regra, realmente não entendem. Isso faz com que nós tenhamos, enquanto dentistas, eu, metaforicamente, que nós tenhamos a obrigação de explicar para eles o que será feito neles, quais são os riscos, quais são as alternativas, quais são as dores que ele vai sentir, aonde que nós vamos tocar, qual o fio que nós vamos passar, qual instrumento que nós vamos usar, qual evento adverso pode acontecer, quanto tempo em média vai durar, o que que diz a ciência, o que que aconteceu em outros casos. O dever de informar, de ponderar o paciente com informações técnicas acessíveis e esclarecidas sobre o que vai ser feito. Isso é o dever da informação. E a gente vai falar sobre isso no segundo bloco aqui. Segundo bloco, né? Parece que nós estamos numa série. No segundo bloco, quando eu falar de documentação, porque dever de informação, esse dever, ele não é cumprido quando você verbaliza. Ele não é cumprido quando você fala. Ele é cumprido quando você registra. Ele é cumprido quando você documenta. Ele é cumprido quando você formaliza. Que que eu tô querendo dizer? Escuta esse mantra: o que não foi formalizado na área de vocês, não foi feito. O que não foi documentado, não existiu. Então, tudo que vocês fizerem em todas as etapas, pré, trans, pós, tudo tem que ser registrado. Todas as consultas, todas as evoluções. Mas isso a gente vai conversar melhor depois. Então, esses são os três deveres: dever de cuidado, dever de seguir a ciência, um roteiro técnico científico mais adequado, boa prática profissional. E depois, o dever de informar o paciente de tudo de bom e de ruim que pode acontecer. Só que a responsabilidade civil, de fato, ela se forma. [Música] Alguém tá com o áudio aberto aí, galera? Não sei quem que é. A responsabilidade civil, ela se forma com base em três características. Eu fiz um vídeo sobre isso no meu Instagram ontem. Ontem. Primeiro, tem que ter uma conduta. Uma conduta. Essa conduta, ela pode ser uma conduta ativa no sentido de fazer algo errado, fazer algo imprudente ou fazer algo em perigo com falta de perícia. Ou ela pode ser uma conduta negativa, isto é, um deixar de fazer, que tecnicamente a gente chama de conduta negligente. Então, você, para você ter a responsabilidade de pagar alguém, para você ter a responsabilidade de indenizar alguém, você tem que ser o imprudente, ou em perito, ou negligente. Imprudência: falta de cuidado, displicência, falta de zelo, desmazelo, fazer de qualquer jeito. Você tá fazendo um procedimento de Traumatologia Bucomaxilofacial, você fratura porque você pesou a mão em alguma parte óssea do paciente, ou você erra o plano, ou você usa o instrumento errado por desatenção. Isso é imprudência. Falta de cuidado. Você sabia o que que era para fazer, mas não fez por falta de zelo. Imperícia: é a falta de perícia. Aí você não sabe o que você está fazendo, mesmo, né? Digamos que você vai lá e quer fazer uma plastinoplastia, como disse a doutora, só que você nunca fez um procedimento como esse na vida. E você vai lá e segue um passo a passo completamente desalinhado com a literatura científica, completamente fora do script técnico adequado. Você erra no caminho do protocolo de execução do procedimento. Isso é imperícia. Você não tinha habilidade técnica para fazer. Negligência: digamos que o paciente chega com o indício de algum tipo de disfunção, né? Você percebe, ele manda sinais que tem essa disfunção, e você teria a oportunidade de solicitar a ele algum exame, mas não solicita. E depois você vai, você vem a fazer o procedimento que ele veio se queixando, você vai executar o procedimento, e aquele problema, aquela disfunção que você tinha suspeitado lá no início, se confirma, e isso gera um prejuízo. E esse prejuízo poderia ter sido evitado se você não tivesse negligenciado a solicitação do exame. Nota. Então, a negligência: deixar de fazer algo, deixar de solicitar um exame, falhar no diagnóstico, deixar de perguntar algo ao paciente, deixar de deixar internado, deixar de prescrever um medicamento. É tudo aquilo que uma boa conduta exigiria que você fizesse, você não fez. Então, tem que ter uma conduta. Mais duas características: tem que ter um dano, tem que ter um prejuízo. Não existe um paciente entrar na justiça cobrando indenização de vocês por um dano que não existiu, né? Você perguntar: "Tudo bem, querido, mas onde é que você sofreu com isso?" "Não, não sofri, só tô querendo processar mesmo." Que prejuízo que você teve? "Não, não tive prejuízo nenhum." Mas ele merece sofrer um processo? Se não existe, a pessoa tem que especificar claramente o prejuízo, o dano que ela teve. Boa pergunta, Vicente. Já chego lá. E por fim, tem que haver, tem que haver uma relação direta, uma relação direta entre a conduta negligente, prudente ou em preta, como prejuízo que a pessoa alega. Ou seja, eu erro o plano na execução de procedimento do paciente, só que o paciente ele desenvolve uma infecção. De fato, eu cometi um erro, eu tive uma conduta imprudente. Só que se essa conduta imprudente, ela não tem nada a ver, se ela não tiver nada a ver com o processo infeccioso, com o dano que ele alega, você não tem responsabilidade civil. Porque, porque não foi você que causou. Não há o terceiro requisito que é nexo causal, que é uma relação de causa e efeito, causa e efeito, de ação e reação, entre o que ele alega que você fez e o dano que ele alega que teve. Agora, antes do intervalo, vamos responder a ótima pergunta do Vicente e a cobrança por resultado. Essa pergunta, ela é ótima. Eu até fiz uma, vou até pegar aqui para ler para vocês. Eu vou ler uma postagem que eu fiz hoje no Instagram para você, Vicente. E aí você vê se responde essa pergunta. O título da postagem é: "Não achei bonito" é diferente de "serviço está mal feito". Legenda: "Não gostei da comida" é diferente de "A comida está estragada". Eu não estou satisfeita. É bem diferente de você errou no procedimento. Quando você se compromete a fazer um serviço para atingir um resultado subjetivo, pessoal, com que está atrelado, contaminado pelo imponderável da vida humana, onde quem explica o desejo, muitas vezes é o paciente, não explica muito bem, o paciente assume o risco de não se satisfazer. Ele assume o risco de não achar bonito. Pois o corpo humano, a beleza e a amplitude do bem-estar não são matemáticas. Então, respondendo a tua pergunta, Vicente, a insatisfação do paciente não é motivo para pagamento de indenização. O paciente não ter gostado do resultado do procedimento/tratamento não é motivo isolado para pagamento de indenização. Para responsabilidade civil, para você ter que pagar, surgir o dever de pagamento de indenização, precisa haver algum tipo de equívoco, algum tipo de erro, algum tipo de não entrega do combinado, algum tipo de trabalho mal feito, de má prática profissional. Uma sutura ridiculamente fechada que foge completamente das melhores práticas, cicatriz, um procedimento estético feito completamente errado que gerou uma assimetria no paciente, ou que gerou uma necrose, ou que gerou algum tipo de problema proveniente do mau trabalho. E isso tem que se comprovar. Então, o que gera indenização é trabalho mal feito. O que gera indenização é um profissional que praticou mal a sua missão profissional, não seguiu a técnica adequada, não respeitou a ciência, errou o plano, fugiu do que estava descrito em bula e na literatura. Por exemplo, aplicou um bioestimulador na olheira, que a bula diz para não aplicar. Aplicou numa quantidade acima daquela que a literatura científica orientava que se fizesse. Isso gerou um baita de um edema, uma baita de uma infecção, uma embolização de alguma ramificação de alguma artéria, uma maurose unilateral. O profissional tem a responsabilidade não pelo paciente não ter gostado. Ele não tem a responsabilidade por não ter atingido o resultado que o paciente quer. Ele tem a responsabilidade por ter atuado fora do roteiro técnico adequado, com as circunstâncias que ele tinha e com as características do paciente, circunstâncias do terreno biológico, circunstâncias da ciência e circunstâncias da norma, pessoal. Agora, a gente vai falar de basicamente três assuntos, só que são assuntos relativamente, relativamente não, altamente importantes e relativamente intensos. A gente vai falar sobre relacionamento, na minha opinião, é o mais importante de todos eles. Documentos, que aqui é um protocolo. E publicidade. Bom, vamos lá. Como eu falei.

Para vocês, eu uso um tripé aqui, que é o tripé: conhecimento, relacionamento, documentos. Porque conhecimento? Porque, a bem da verdade, o primeiro advogado, a advogada da vida de vocês são vocês mesmos, né? Não há advogado, não há jurídico que salve profissional muito incompetente. Não há jurídico que salve profissional que comete erros grosseiros diariamente, semanalmente. Então, o primeiro grande protetor da vida de vocês são vocês mesmos. Na verdade, a gente que se resolve as coisas. Então, quanto mais conhecimento, quanto mais foco naquilo que você, que você fizer, você fizer melhor. Quanto mais você der um recorte, um foco no conhecimento, que você consiga ser o melhor possível naquilo que você faz melhor. Porque, é bem na verdade, que vocês fazem é muito difícil. O que você desfaz é muito complexo. O ser humano tá cada vez mais doente, né? Tanto emocionalmente, uma vida muito acelerada, né? Disfunções e oscilações metabólicas, hormonais, emocionais, psicológicas. Mas da metade dos pacientes que estão chegando no consultório de vocês, tem problemas emocionais. Estou tomando remédio controlado, seja para ansiedade, seja para depressão, seja para dor, para mim, seja para acordar, para ter fome. Então, tá cada vez mais difícil atuar. Então, você entender do que que você tem que ter o conhecimento necessário para trabalhar decentemente é fundamental.

E quando eu falo de conhecimento, eu destaco conhecimento sobre três grandes coisas. Primeiro, o conhecimento técnico, né, gente? Que é isso que a gente tá conversando até agora. O conhecimento sobre pessoas. E aqui, a gente já começa a entrar e fazer um certo carinho no tópico do relacionamento. E quando a gente fala de conhecimento sobre pessoas, primeiro, conhecimento sobre a gente mesmo. Um processo de autocrítica. O que que é que eu verdadeiramente domino? O que que eu gosto de fazer? O que que eu estudo? O que que eu tenho disposição para fazer? Será que eu preciso fazer realmente todos os procedimentos para me dar bem na vida, para ter felicidade, para ter prazer de trabalhar? Será que eu tenho concentração e disposição para trabalhar em qual especialidade, em qual área, em qual procedimento, em qual estrutura anatômica? O que que me dá mais prazer? O que que é mais apaixonado de fazer? Nada, gente. A bem da verdade, nada gera paixão o tempo inteiro. A gente não ama tudo que a gente faz. A gente pode amar o que faz e achar várias partes desse processo chatas. Isso é muito normal. Vence muito essa coisa de "ah, você faz e você não vai precisar trabalhar nem um dia na sua vida". Maior mentira que acontece. De fato, quanto mais você gostar do que você faz, enxergar o propósito que você faz, melhor. Mas não significa que tudo vai ser maravilhoso. Vai ter as partes mais sinuosas, as partes mais chatas. Isso é muito normal. Mas fato é que, o mais você fizer um processo de autocrítica sobre aquilo que você tem tesão de fazer, aquilo que seria entusiasmo de fazer, aquilo que você acredita. A gente não consegue vender o que a gente não compraria. A gente não consegue passar para outra pessoa paixão de ter aquilo, se a gente não demonstrar paixão por já estar com aquele conhecimento, por já fazer aquilo.

E o conhecimento sobre as pessoas é que é para entender qual o paciente que tem indicação, não tem. Qual paciente que vai incomodar, qual que não vai. Conhecimento sobre pessoas que vocês aprendem a vender melhor, a captar mais cliente. Conhecimento sobre pessoas para você saberem vender na rede social, para vocês saberem importar, para vocês criarem autoridade, para vocês se relacionarem bem com pessoas, para você lidarem com situações complicadas com o cliente de vocês, por exemplo, que reclama do resultado. Conhecimento sobre pessoas para vocês saberem como se relacionar com as pessoas, quando falar mais calmo, quando falar mais duro, quando falar mais baixo, quando falar mais alto. Isso chama rapor, né? É o ato de você ser que parar a pessoa que está do outro lado, no sentido de gerar uma sintonia, de gerar uma simbiose. Isso é conhecer sobre pessoas. Conhecer sobre o cérebro humano. O que que as pessoas de hoje valorizam? Vocês acreditam que as pessoas realmente acordam de manhã, né? Levantam da cama e falam assim: "Nossa Senhora, que vontade de fazer uma bichectomia aqui! Se eu não fizer uma bichectomia hoje, eu não vivo!" Gente, ninguém quer fazer bichectomia. As pessoas elas querem ter a repercussão emocional que elas imaginam que a bichectomia gera. As pessoas querem ser mais felizes, ficarem mais seguras, sentirem menos dor, terem menos prejuízo, perderem menos a reputação, ganharem uma boa dose de fama, fugirem da morte, ficarem mais perto da sobrevivência, terem uma vida mais prazerosa, proporcionar coisas boas para as pessoas que elas amam, se sentir bonita, se sentir gostosa, se sentir jovem. Esse sentimento que faz as pessoas comprarem alguma coisa. É esse sentimento que faz as pessoas levantarem da cama e quererem até um estabelecimento, seja um estabelecimento jurídico buscando segurança, seja um estabelecimento de saúde buscando bem-estar, buscando visar uma tirar uma dor, arrancar uma dor, seja uma dor mental, uma dor biológica mesmo. Ninguém quer fazer botox. Ninguém quer fazer preenchimento. Isso há 50 anos atrás nem existia e não era todo mundo triste porque isso não existia. A beleza, ela é um conceito cultural também. Às vezes, a boca volumizada é a moda. Às vezes, a boca natural é a moda. Às vezes, o seio valorizado é a moda. Às vezes, o seio sem silicone é a moda. Depende do momento. A beleza é um take bioquímico, sócio cultural. Ou não tem dias que, às vezes, de manhã, a gente tá se sentindo lindo e de noite, a gente tá se sentindo um bicho. E a gente mudou de manhã até à noite? Claro que não, né?

Então, saiba muito bem e guardem muito bem uma frase que eu vou dizer para vocês aqui agora, até para inaugurar esse tópico do relacionamento, que, na minha concepção, é uma das frases mais profundas e importantes que eu vou falar hoje. A frase é o seguinte: importa muito mais o paciente ficar feliz do que bonito. Importa muito mais o paciente ficar satisfeito do que bonito. A proporção áurea, a simetria, a equidistância das minhas faces, o seu paquímetro registrar a distância que a literatura, o livro, a face diz que é a distância mais proporcional, não vale de nada. Eu ia falar um palavrão, mas como estamos numa academia, eu vou falar: não vale de nada se o paciente não ficar satisfeito. O que mais importa no atendimento é a queixa do paciente, não a sua noção de beleza. O que mais importa é um procedimento é você ter a capacidade de investigar o que o paciente quer, o que vai deixar ele feliz. Às vezes, não é a quantidade de produto que você sempre coloca. Às vezes, não é a reconstrução da face que você sempre faz. Às vezes, não é o procedimento cirúrgico que você tá acostumado ou que a maioria da sociedade, cultura prega, deseja. Às vezes, é o que ele quer, do jeito que ele quer. A queixa é dele. Nós não temos nenhum direito de se meter na queixa do paciente do ponto de vista embelezador, do ponto de vista estético, estético funcional. Então, conhecimento são pessoas. É isso.

E depois, o conhecimento sobre regras. Vocês sabiam que existe uma, um artigo de lei na Lei de Introdução ao Direito Brasileiro? É uma lei federal do nosso mundo jurídico brasileiro, que ela diz o seguinte: Ninguém está no Código de Ética Odontológico também, ninguém pode se escusar, se desculpar, se justificar pelo não cumprimento da lei, alegando que não a conhece. Vou até escrever aqui: ninguém, ninguém pode ser expulso, usar do cumprimento da lei, alegando, caramba, alegando que não a conhece. Que que isso quer dizer, gente? Quer dizer que você, eventualmente, você tiver fazendo um procedimento na tua clínica, que o Brasil inteiro tá fazendo, mas ele é proibido. E se chegar o conselho lá na tua clínica, ou delegado, a polícia, vigilância, e disserem assim: "Meu querido, você não pode fazer isso." Não vai adiantar nada você dizer assim: "Mas eu não sabia que não podia. Eu não tive essa aula na faculdade. Eu não sabia que isso era proibido. Mas todo mundo tá fazendo." Você não vai ser perdoado, você não vai ser escusado por isso. Então, você conhecer superficialmente as regras, ou ter alguém próximo de você que as conhece, é fundamental, porque é uma obrigação tua de lei.

Mas mesmo com todo o conhecimento do mundo, a profissão de vocês é uma profissão onde a maior parte do que vocês fazem não é executar os procedimentos. A maior parte do que vocês fazem é se relacionar. Essa frase, eu tô fazendo uma analogia, eu tô parafraseando e adaptando ela do livro da Starbucks, que é um dos maiores cases de sucesso do empreendedorismo do mundo, né? E tem um livro, tem uma frase dentro do livro da Starbucks que diz assim: "A Starbucks não está no mercado de café vendendo café para as pessoas, mas está no mercado de pessoas vendendo café." Vocês não estão no mercado da traumatologia, ou no mercado da harmonização, no mercado Odontologia, vendendo Odontologia para pessoas. Vocês estão no mercado das pessoas, vendendo, eventualmente, Odontologia, vendendo, eventualmente, beleza, vendendo, eventualmente, a reconstrução de traumas, vendendo, eventualmente, uma cirurgia ortognática. Que que eu tô querendo dizer? O que vocês precisam entender como é que vocês vencem o desejo das pessoas. Ninguém acorda querendo fazer uma ortognática. Ninguém acorda querendo aplicar um botox. Ninguém acorda querendo se acidentar em carro e fazer uma reconstrução de politraumas faciais. Ninguém acorda querendo fazer um preenchimento. E me acorda querendo fazer passar fio no nariz. As pessoas imaginam que esses são instrumentos pelas quais buscarem a felicidade, pelas quais buscarem os desejos que elas querem buscar. A gente vê todo mundo falando de bem-estar, né? "Bem-estar, eu entrego, bem-estar, eu promovo bem-estar." Slogan de uma série de clínicas, de lugares. Mas o que que é esse bem-estar aí? O que que o ser humano de hoje, moderno, tá realmente buscando? Fama, com certeza. Dinheiro, com certeza. Credibilidade, reputação, com certeza. Segurança, com certeza. Viver mais e viver bem, com certeza. Tranquilidade emocional, com certeza. Reputabilidade social, com certeza. O capital social, o capital erótico, né? O capital de imagem, o capital político, o capital econômico são que as pessoas buscam hoje. E vocês conseguem entregar isso a partir de embelezamento? Tem um livro que eu vou, inclusive, já que vocês não estão abrindo o vídeo para mim conversando comigo, eu vou escrever aqui. Capital erótico é o nome do livro. Se eu não me engano, o nome dela se escreve assim: Catherine. Esse livro ele fala sobre como o capital de imagem, como capital erótico, o capital da tua representação, da tua imagem, o teu sex appeal, o teu bom humor, a tua apresentação de roupas, o teu rótulo, as suas vestimentas, o modo como você se relaciona com as pessoas, como isso impacta em todos os outros capitais, como isso te deixa mais rico, como isso te deixa mais conhecido, como isso te deixa com capital social maior, público, impacta no teu capital educacional, como isso te dá acesso à vida. O que que eu tô querendo dizer? Vocês sabiam que as pessoas mais bonitas, pelos estudos mais modernos e mais bem feitos dos Estados Unidos, as pessoas mais bonitas ganham mais dinheiro? As pessoas mais bonitas têm mais acesso aos ativos sociais. Então, significa que vocês, fazendo, promovendo beleza, promovendo terapia, dá para as pessoas maiores oportunidades de buscarem dinheiro, de buscarem ascensão social, de buscar em ser aceitas nos seus empregos. É isso que as pessoas querem ouvir. E esse livro é muito bom para isso.

Então, a maior parte do tempo, vocês passam se relacionando com as pessoas. Deixa eu contar um negócio para vocês. Sabem qual que é a maior intercorrência? A maior intercorrência que eu recebo aqui no escritório, a maior intercorrência que tem aqui no escritório, isso chama-se desalinhamento de expectativa. A maior intercorrência que tem aqui no escritório se chama: "Eu não gostei do resultado." Não é isquemia, não é necrose, não é infecção, não é bactéria, não é isquemia, não é edema, não é equipe. É o paciente dizendo: "Não gostei, quero meu dinheiro de volta." E o que que é isso? Isso é um desalinhamento do que ele esperava, da esperança dele em relação ao resultado. Seja um resultado funcional, terapêutico, seja um resultado estético, especialmente estético, que é o procedimento que mais dá problema, que as pessoas mais fazem aqueles com finalidade embelezadora, ou embelezadora e funcional. E como é que você controla essa expectativa? Que é a palavra mais importante do trabalho de vocês. Você controla essa expectativa se relacionando, falando. E qual que é o maior remédio para o controle da expectativa, gente? Sinceridade, franqueza. Não tenham medo de serem realistas com os clientes de vocês, até pessimista, se necessário. Que que eu quero dizer com isso? Quais são as perguntas mais clássicas que os pacientes fazem para os profissionais? Eu vou escrever aqui algumas que eu me lembro: "Quanto tempo dura? Quanto custa? Vai doer? Posso beber? Vou ficar bonita? Que mais? Vai ter anestesia?" Essas são as perguntas que determinam o que que o paciente vai esperar, o que que vai acontecer. E todo paciente vai perguntar alguma coisa dessa. É batata. Essas são as objeções, a matriz de objeções do teu consumidor, da tua persona, do teu público alvo. Fora se você for atender uma pessoa desacordada no acidente, né? Você recebe no hospital. Mas dos outros casos, essas são as perguntas clássicas.

E aí, quando a pessoa te pergunta assim: "Fernanda, ai, Doutora, eu confio tanto em você, porque eles jogam com a nossa vaidade, né? Não sei se já percebeu isso. Nossa, você é tão boa, eu confio tanto em você, eu tenho certeza que você vai me deixar linda." Eles falam para mim também: "Nossa, Guilherme, tenho certeza que você vai ganhar meu processo. Nossa, você é muito fera, não tem como perder." Eu falo: "Tem sim, várias maneiras. Coisa que mais tem chance é perder aqui." Você percebe? Porque eu não controlo essa situação. Eu não controlo juiz, eu não controlo promotora, eu não controla outra parte. Eu não controlo o que o cliente vai falar no depoimento dele na audiência. Assim como vocês, se não controlam o corpo do paciente, vocês não controlam o que ele faz em casa, vocês não sabem se ele vai respeitar os cuidados pós-procedimento, pós-operatórios. Vocês não sabem o que que ele tomou e comeu no café da manhã. Vocês não sabe os cuidados pré-procedimentares dele. Odontologia começa e termina em casa. A clínica é uma etapa, né? Harmonização, traumatologia. Se não houver os cuidados, se não tiver a cooperação, se não tiver a corresponsabilidade do paciente, o negócio não vai para frente.

Então, quando o paciente perguntar: "Ai, Doutora, eu vou ficar linda." Minha sugestão de resposta é: olhar calmamente para o paciente, dizer: "Querida, vai melhorar." Ponto. "Vai melhorar." "Ai, mas eu vou ficar aqui naquela moça do teu Instagram?" "Não, não vai." "Por que que não?" "Não, porque aquela moça se alimenta de outras coisas, tem outros hábitos, tem outra idade, tem outros, tem outros indicadores inflamatórios, outros indicadores hormonais, porque ela tem dois filhos, porque ela vai na academia por semana, porque ela toma água, porque ela escova o dente com pasta de ozônio, porque ela tem outra vida, ela tem outro organismo. Logo, ela vai ficar de outro jeito." Você percebe? Você não tem como criar padrões. Qualquer padrão que você cria é perigoso. "Então, eu vou ficar bonita?" "Você vai ficar mais bonita do que você está agora." "Mas eu vou ficar bonita como outra pessoa?" "Não é não. Você vai ficar bonita como você. Nós vamos resolver o teu problema, nós vamos atacar tua queixa." Por isso que é fundamental, sem investigar loucamente a queixa do paciente. Esse é o principal primeiro desafio.

"Ai, Doutora, mas quanto tempo dura?" Resposta que eu sugiro: "Depende." "Depende do quê?" "Especialmente de você, do quanto que você vai se comprometer, do quão saudável você está, do quanto que você vai cumprir com as regras pós-operatórias, do quanto que você me falou a verdade na anamnese. Você é a principal protagonista, você é responsável pela durabilidade." Existe um prazo médio científico que está na bula? Não existe mais. Para cada pessoa funciona diferente. Esses dias eu olhei, eu vi uma notícia que me deixou bem irritado. Não sei se alguém de vocês foi para aquele evento na França que teve de estética, né? Que falaram que o botox vai durar seis meses. Aí a minha pergunta para isso é o seguinte: vai durar seis meses para quem? Para qual tipo de pessoa? Com qual idade? Com qual hábito? Para uma senhora de 70 anos ou que uma menina maratonista de 29? Para um diabético? Para uma pessoa que é portadora de HIV? Com síndrome de Down? Para quem? Ai, mas não tiveram isso tudo científico? Sim, mas foram analisados todos os perfis de pessoas do planeta Terra, com todos os cardápios alimentares, hábitos de exercício físico, sedentarismo, disfunções, sinais vitais. Não existe isso, gente. Não tem botox de seis. Não, porque a logística é melhor. Benza Deus. E o terreno biológico disso é farmacologia e depois farmacodinâmica, né? Como é que vai se manifestar dentro do organismo de cada um? Se a pessoa toma água, se não toma, se ela tem doença autoimune, se não tem, se ela toma remédio controlado, se não toma. Eu sempre sugiro os meus clientes, inclusive, quando a pessoa pergunta quanto tempo dura, você responde: "Olha, eu tenho duas." Eu sugiro uma mentira. Olha só que sacrilégio que eu tô comentando aqui. "Se você não..." "Eu tenho duas primas que fizeram procedimento aqui comigo, uma durou dois meses, a outra durou seis. Depende." E as duas são gêmeas, tem a mesma idade, os mesmos hábitos. Preciso saber. "Ai, Doutora, vamos pegar um exemplo aqui. Mas quanto tempo dura uma toxina botulínica?" "Mais ou menos uns dois meses." "Ai, Doutor Guilherme, ela não vai querer fazer." Vai sim. Se ela tá no teu consultório, ela já confia em você, ela já te escolheu em relação a todas as outras pessoas, e oferta é o que não falta. Ela não vai gostar de ser surpreendida negativamente. Porque se você falar para ela que dura entre três e seis meses, sabe o único número que vai ficar na cabeça dela? Seis. Ela não vai nem lembrar do três. Se você falar que a recuperação de um paciente vai ser de um mês a dois meses, ele só vai ficar com um mês na cabeça dele. Então, fala dois. Gente, realista. Vocês não sabem o que o paciente vai fazer. Vocês não têm a menor ideia. "Ai, Guilherme, mas vai doer?" "Vai." "Vai doer?" "Vai." "Vai ficar vermelho?" "Provavelmente." "Ai, mas em roxo?" "É fluxo sanguíneo nessa região muito alto, né? Vai ficar roxo." Porque, gente, se não ficar, vocês concordam comigo que vai acontecer a maior magia do mundo comercial, que é superação da expectativa? A pessoa vai falar o seguinte, ou pelo menos vai pensar o seguinte: "Caramba, ficou bonito e ela ainda disse que ia ficar roxo, nem ficou. Que profissional incrível." Agora, se você falar que não vai ficar e eventualmente ficar, ela vai falar: "O procedimento já ficou mais ou menos, e ela ainda disse que não ia ficar roxo e ficou. Não deve saber o que ela tá fazendo." Tragam para a realidade, gente. Imagine o paciente de vocês como um paciente onde a gente não vai ter uma resposta orgânica boa, onde a gente vai ter uma resposta orgânica ruim. E com base nisso, responda as perguntas dele. Porque se a resposta for boa, que maravilha, expectativa superada, felicidade, paciente feliz. Conversem com ele da maneira mais sincera e franca possível. Não tem melhor modo de modular, não tem melhor maneira de controlar a expectativa do que essa.

E se vocês pensarem, nós vivemos hoje no mundo da rede social. A realidade é essa. A maioria dos pacientes chega até vocês pela rede social, pela internet, ou por indicação, ou pela internet. Se ele chegar pela rede social, ele vai entrar no Instagram de vocês. Lá, vão ter resultados. Digamos que eu entro no Instagram da Dra. Fernanda, que ela tá com a câmera ligada, por isso que eu tô falando com ela. Eu entro no Instagram da Doutora Fernanda, e lá tem um resultado maravilhoso, maravilhoso de uma cirurgia ortognática, por exemplo, e ela cobra um valor acima do valor de mercado, R$ 100.000. Só que o resultado dela é exatamente o que eu quero, ou pelo menos aquele resultado. Eu, como consumidor, eu vou entrar no Instagram dela, eu vou olhar aquele resultado, eu vou mandar uma mensagem para ela, ela vai me responder, e eu vou pagar R$ 100.000. Muito dinheiro, vocês concordam comigo? Que eu não vou aceitar um resultado pior do que aquele, porque a minha referência mental foi aquela. Então, o primeiro desafio que vocês têm, quando o paciente chega no consultório de vocês, é vocês quebrarem a crença dele, é vocês quebrarem a pressuposição que ele tem de como que funciona a coisa. Porque o paciente moderno, ele tem uma série de pré-concepções, né? Ele pressupõe que ele pode escolher a quantidade de ML, ele pressupõe que ele pode dizer como é que vai ser o tratamento dele, ele pressupõe que ele pode escolher a marca, ele pressupõe que ele pode se meter no teu prognóstico, ele pressupõe que ele pode tomar o remédio que ele quer, ele pressupõe que ele pode conversar com a prima dele que é médica, modificar completamente a prescrição farmacêutica do negócio. Então, o primeiro desafio que vocês têm é trazer ele para a realidade. "Olha aqui, querido, quem manda aqui sou eu. Ou você segue o meu protocolo, ou você segue meu plano de tratamento, ou você segue o meu diagnóstico, meu prognóstico, ou não vai dar para a gente continuar essa relação." Porque vocês precisam ter previsibilidade do que vai acontecer. Vocês precisam ter noção do que ele vai fazer. Você não confiar nele. Inclusive, vocês têm o direito, inclusive, de dispensar um paciente, de interromper um tratamento, caso vocês percebam que a relação não vai dar mais certo, ou que o paciente mentiu. Vocês têm esse direito, tá?

Então, quando a gente fala de relacionamento, gente, é o relacionamento que cria processos, e é o relacionamento que cria fãs. É o relacionamento que faz o paciente elogiar vocês na rede social. É o relacionamento bem feito que faz o paciente indicar vocês para todo network dele. Assim como o relacionamento que faz o paciente não gostar de você, não ir com a tua cara. Vocês já pensaram que os pacientes de vocês, eles nem sabem o que vocês fazem? Eles não entendem de odontologia, gente. Para quem trabalha com estética, por exemplo, vocês acham que o paciente sabe diferenciar uma marca da outra? Um fio especulado de um fio de mononaylon? O Rad S do scopera? Eles não sabem nada. Então, vocês acham que ele tá indo em você porque o nome da tua técnica é cata nose? Claro que não. Ele tá indo em você porque ele confiou em você por outras características que você tá mostrando. Pessoas com pessoas, não em produtos ou serviços. Se a gente confia em alguém perdidamente, essa pessoa pode vender até caixão que a gente vai querer comprar. Nós confiamos em pessoas, não em métodos, técnicas chiques com nomes exóticos. Isso não faz ninguém ficar rico, gente. Isso não faz ninguém persuadir paciente nenhum. É a tua capacidade de gerar confiança que faz. Eu vou falar um negócio para vocês. Vocês sabem quais são os clientes aqui do escritório? Nós temos centenas pelo Brasil. Não tem ninguém que tem tantos nessa área quanto a gente. Vocês sabem quais são os clientes que são mais processados aqui? Os chatos. Antes de vocês serem bons profissionais, sejam boas companhias, sejam pessoas agradáveis, interessantes. O paciente vai no profissional da saúde que por dois motivos: ou porque ele tem uma dor que ele quer sanar, seja uma dor psicológica de embelezamento, e por que ele quer ser bem tratado. Porque ele imagina que no ambiente de saúde, ele vai ser bem tratado. E eu sei que é complicado, porque às vezes a gente atende o dia inteiro, e aí chega aquela paciente chata pra caramba, é sete horas da noite, querendo contar a história. Só que, infelizmente, gente, ela é tão importante quanto a paciente das nove horas da manhã. Não muda nada. Por isso que eu disse que a gente tem que se conhecer. Se você percebe que você atende muito pior em algum período do dia, de repente, pedir que já atender atendimento, gente, por dia, mas faz melhores atendimentos. Acredite em mim. Não é a quantidade de procedimento que faz vocês ganharem dinheiro. Não é a quantidade de pessoas que vocês atendem no dia que vocês ganham dinheiro. Eu atendo das pessoas mais bem-sucedidas do Brasil, aquelas mais simples e franciscanas. O que diferencia uma e outra não é a quantidade de procedimentos que faz, nem a quantidade de pessoas que atende dia, e nem o cinto da Gucci. É a qualidade técnica, é a percepção de valor, é a boa apresentação, é uma consulta prazerosa, é um conteúdo que entretém, que transforma, que muda a vida. É o paciente entender o que que a pessoa é boa. É a pessoa ter foco em alguma coisa. Eu nunca vi um paciente processar um cliente meu que ele gostava. Nunca vi. Eu nunca vi um paciente falando assim: "Nossa, eu adoro a Fernanda, mas vou ter que dar uma processada nela." Não existe, gente. Não existe. Um processo, uma denúncia, é uma manifestação de raiva, é uma manifestação de descontentamento. A pessoa para fazer isso, o relacionamento ele tá, ele tá falido já. O relacionamento ele já foi machucado, lapidado. A maioria dos problemas da nossa vida se resolveriam com bom diálogo. Eu não tenho dúvida nenhuma disso. Eu resolvo aqui. É o que a gente tem preferência aqui, porque a maneira mais barata, menos trabalhosa para todo mundo, e porque normalmente algum gatilho emocional que fez a pessoa querer processar vocês. Eu tenho um costume aqui, que é conversar com os pacientes que querem processar os meus clientes. É um hobby que eu tenho, né? Eu adoro conversar com os pacientes que eles querem me explicar porque que eles estão processando os meus clientes. Eu só atendo clínicas, institutos, não atendo paciente. Só que eles me ligam para tentar fazer um acordo comigo, né? Porque ele sabe que eu sou advogado do profissional, para tentar me convencer que o meu cliente fez cagada. E essa conversa é sempre muito prazerosa para mim, uma terapia. Vocês não têm noção o que que eles justificam nessas conversas do motivo pelo qual eles estão processando os meus clientes. Eu vou dar algumas justificativas: porque ele não me olhava no olho, porque ele mexia no celular durante a consulta, porque ele não prestou atenção na história que eu contei, porque a secretária foi grosseira comigo, porque o banheiro estava fedendo a mijo, logo deve ser uma clínica higiênica, logo o problema que eu tive deve ter relação com isso, porque quem falou comigo depois do atendimento nunca mais foi o profissional que executou. Olha isso, gente. Relacionamento. O relacionamento é o maior criador de processo que existe. Eu não tô falando que documentação não é importante, é fundamental. É as ferramentas que vocês levam para a guerra. Mas antes do problema acontecer, as armas que vocês têm é se relacionar bem. Pelo menos finjam isso. É treinável. Se relacionar bem é treinável. Ser uma pessoa que seduz a nível de venda é treinável. Dá para treinar isso. Tem vários livros que ensinam isso. Se você não for genuíno, mas saibam que isso transforma você numa pessoa que ganha dinheiro, que tem sucesso, que tem reputação, de uma pessoa que não tem. Não é a tua destreza para passar o fio, a tua destreza para reconstruir o tecido. Isso também é fabuloso, mas é um caminho muito árduo. Hoje vivemos na era do espetáculo, né? Na era da imagem. Você tem que ser bom e parecer bom, tanto na rede social quanto na vida prática, no contato, no one-on-one. Aqui tem que ser bom, tem que ser prazeroso. Então, quando a Dona Olga, que aquela senhora de 70 anos, tiver contando a história que o neto dela passou no vestibular, presta atenção. Anota lá no teu prontuário para quando Dona Olga voltar no retorno perguntar se o neto dela passou, perguntar como é que ele tá. Pergunta para pessoa o que que ela gosta de tomar, que música que ela gosta de ouvir, que que ela gosta de comer, que time que o cara torce. Cria relações pessoais. Tem uma frase do Dale Carnegie. Não é esse idiota que vos fala que tá falando, é o Dale Carnegie, um dos maiores empreendedores e mentor de empreendedores de todos os tempos, junto com o Rockefeller e companhia. Ele tem uma frase que ele fala assim: "Faça amigos, não faça clientes." Os amigos querem botar dinheiro na sua mão. Que que ele quer dizer com isso, gente? Que as pessoas elas querem sentir boas sensações. A gente quer sentir prazer. Eu fui no hotel agora, muito famoso, minha mulher que escolhe tudo, né? Eu não tenho nem tempo para isso. Ela escolheu um hotel lá bem famoso, Carmel de não sei o quê lá. E nós chegamos no quarto, tinha um amendoinzinho com doce de leite, né? O quarto era todo luxuoso. Aí minha mulher chegou no quarto, ela se impacta por esses presentes assim, né? Ela não percebe que é tudo uma manipulação comercial. Aí tinha um negocinho de amendoim, ela falou: "Nossa, olha só o que eles fizeram para gente. Tem até o nosso nome." É óbvio, aquilo estava em todos os quartos, eles fazem para todos os hóspedes, faz 10 anos. Mas não importa. Não importa. Ela ficou extasiada. Ela é super tímida, ela fez um vídeo falando no hotel, quando a gente saiu de lá, falando bem, indicando. Ela virou uma influenciadora por causa do amendoim. Vocês estão entendendo o que eu tô dizendo? Vocês sabem quando que a minha mulher, a Luana, vai processar esse hotel, mesmo que a comida tivesse estragada? Nunca. Nunca. Sabe quando que ela vai fazer uma reclamação no Reclame Aqui? Nunca. Porque ela estabeleceu uma boa relação. A gente não processa quem a gente gosta. Escuta o que eu tô dizendo para vocês: sejam boas pessoas antes de ser bons profissionais.

Além disso, tem outro aspecto fundamental aqui também. Não é só da consulta que o relacionamento acontece. Primeiro, você cria expectativa na tua rede social. Então, lá você já passa para o cliente uma evidência de como é que ele projeta que você é. Então, lá ele já analisa se ele acha que você é simpático ou não é, se ele acha que você é inteligente ou não é, se ele acha que você é Lula ou Bolsonaro, ou seja lá quem é, ou se ele acha que você é grossa, não é, se ele acha que você é chique ou não é. Você acha que você é caro ou barata. Porque, normalmente, ele não te conhece. Segundo, não é que nem uma loja de roupa, né, onde você vai na loja e experimenta. Não é que nem a Zara, né? Você vai na loja, segura o tecido, vê a roupa, inclusive, tá cada vez mais cara, né? Você vai, veste a roupa, sente o negócio. Quando você vai escolher um serviço de odontologia, você não tem oportunidade de experimentar, né? "Ai, Doutora, coloca um bracket em um dente só, só para eu ver se eu curto o teu trabalho." Não existe, cara. Quando você escolhe, você já contrata. E o que que isso quer dizer? Quer dizer que os clientes escolhem por suposição. Olha que loucura isso. Os clientes escolhem presumindo como você seja. Então, ele pega no teu Instagram, no Google, nas indicações do boca-a-boca, como que ele imagina que você seja, e ele escolhe entre um de vocês e o outro com base nessas evidências imaginativas. E aí, fica a minha pergunta: qual que é a impressão que vocês passam na rede social? Isso define se eu vou contratar a Laércio, a Fernanda, ou outra pessoa. A pessoa que for mais compatível, aparentemente comigo, porque a gente nunca conhece o outro efetivamente. Eu vou conhecer no dia, se eu tiver uma boa capacidade de análise, tá? Mas que impressão você passa? Vocês sabiam que a impressão que a gente tem de uma pessoa, ela é formada em menos de 90 segundos? E em 90% dos casos, 96% científico, tá? Neurociência aqui. Em 90% dos casos, nós jamais mudamos essa primeira impressão. Olha que interessante isso. Então, a primeira impressão que você passa digitalmente, a primeira impressão que você passa na consulta, quem que passa a primeira impressão da tua clínica? A tua secretária, cara pálida, é o primeiro sorriso, é a primeira palavra, é o primeiro cheiro, é o que tá passando na TV, é o conforto do sofá, é a temperatura do café. Primeira impressão. Ah, mas o que que isso tem a ver com processo judicial? Tudo. Se o relacionamento começa com café frio, uma bolacha mole, um banheiro fedido, uma secretária com cara de bunda, grosseira, gente, o relacionamento está já para recuperar. Isso aí você já tá, você já tá no Serasa do relacionamento, já para recuperar. Isso aí você vai ter que ser muito bom. A vontade dela já é te processar antes de você fazer o procedimento, já. Então, você percebe? Quando uma pessoa pisa dentro do teu ambiente, seja um consultório, seja uma clínica, ela começa o processo de análise dela. Se o cheiro é agradável, se a música que toca é compatível, se a organização. Quando a gente chega no lugar, cara, seja no escritório, seja numa clínica, tem um monte de documento bagunçado em cima da mesa. Qual que é a sensação que dá? Desorganização. É tudo bagunçado, é tudo sujo de qualquer jeito. Quando a gente vai no banheiro, o cheiro é ruim. Qual que é a sensação que dá? A cozinha pode estar limpa, a sala pode estar esterilizada, germinada, mas não importa. O nosso cérebro começa a trabalhar já, mesmo sem a gente querer. É inconsciente. 90% da nossa movimentação cerebral é involuntária. Só 10% é intencional. 90% acontece na zona límbica e reptiliana, que são aquelas responsáveis por aquilo que a gente sente emocionalmente, instintivamente. Vocês querem uma prova do que eu tô falando? Para quem tem filho aqui, vocês levam um filho de vocês ou alguém que vocês gostam no médico, né, no pediatra, digamos. Vocês vão no pediatra, né? Beleza. Gostaram da consulta. Quando vocês voltam para casa, alguém pergunta: "Como é que foi a consulta?" Amor, você nunca disse assim: "Nossa, ele era tão intelectualizado, nossa, ele tinha doutorado." O que que você fala do médico? "Ele era muito querido, ele era tão humilde, tão bacana." Você percebe? Características pessoais, características de relacionamento. Ou você chega em casa e fala assim: "Nossa, ele fez dissertação em Massachusetts." Nunca. Você fala do que você sente, e não dos diplomas na parede. Da preocupação. Quer ver se ele trata o teu filho bem? Pega teu filho no colo, beija teu filho, fala bem dele, elogia ele, diz que ele é inteligente. Você manda fazer uma estátua dele na tua casa. Por quê? Porque ele mexe com as suas emoções, que tem um instinto protetor com aquilo que você mais ama no mundo. Isso é relacionamento, gente. Mas mesmo assim, nós não somos todos psicólogos aqui. Não sei se tem algum psicólogo aqui, ou psiquiatra, psicanalista. E finge não vai conseguir analisar todos os perfis de paciente do mundo. É impossível, né? Vão ter pacientes na vida de vocês, criminosos, sinto dizer, mas estatisticamente, criminosos frequentam a clínica de vocês. Pessoas de má fé, pessoas levianas, estelionatários. Pessoas boas, pessoas maravilhosas, do Flamengo, do Vasco, do PT, do Pelé. Todo mundo frequenta. E você tem que estar preparado para entender de gente, né? É fundamental. O teu público, o teu produto são pessoas, gente. Não sei se vocês já pensaram nisso. Quando a gente vai comprar algum cosmético, principalmente as mulheres, a gente entra lá na, a gente, eu tô me colocando no mundo de vocês, tá? É porque eu prefiro. É você entra no mundo das mulheres, você entra na Sephora, né? Aí tem um dermocosmético lá, tem um cosmético. O rótulo do produto, ele impacta diretamente e você ter vontade de comprar ou não. O rótulo de um shampoo, o rótulo de um creme. Se for um rótulo chique, bonito. Agora, se for um rótulo brega, você não vai comprar. Roxo com amarelo, carnaval. Você vai. Qual que é o rótulo do prestador de serviço? São vocês mesmos. A roupa que vocês vestem. Vocês são o próprio rótulo. Então, quando vocês atendem as pessoas, vocês não vão conseguir identificar todo o perfil de gente. É por isso que são tão necessários os documentos.

Agora, a gente vai entrar na documentação. E a documentação, talvez, seja, talvez não, é o momento que vocês mais têm que anotar agora, tá? Eu vou passar para vocês um protocolo. Esse protocolo que eu vou passar é um protocolo que ele não é barato. Levei minha vida para fazer ele, tá? Então, ele vai aparecer simples pela didática que eu vou explicar, mas ele não é simples. Eu vou passar para vocês um roteiro, um passo a passo de quais documentos vocês têm que ter na clínica de vocês e por quê. Primeira coisa, antes de eu falar da documentação, eu quero falar com vocês: quais são as etapas de qualquer tipo de atendimento na área da saúde? Qualquer tipo de atendimento na área cirúrgica, odontológica, por exemplo, ele se perfaz de diagnóstico, planejamento, execução, pós-operatório. São as etapas. Essas etapas vocês têm que cumprir. Vocês têm que se preocupar com a etapa de diagnóstico, com todas as suas facetas e partes. Etapas, você tem que se preocupar com a parte de planejamento, com todas as suas etapas. Você tem que se preocupar e agir da melhor forma na fase de execução, o transoperatório, da melhor forma. E vocês têm que se preocupar com a fase pós, da melhor forma possível. Então, esse protocolo que eu vou passar para vocês, ele parte, é como se ele caminhasse dentro dessa jornada, desse passo a passo.

O primeiro momento, então, é o diagnóstico. Na minha concepção, o momento mais importante do tratamento. O diagnóstico. O momento que você conhece a pessoa. Qual é a principal missão do diagnóstico? Anotem isso que eu vou falar: descobrir a queixa principal. Essa é a principal missão. Identificar a queixa principal e queixas secundárias, mas especialmente a queixa principal. E vocês já vão entender por quê. O diagnóstico, gente, eu separo ele em três etapas, tá? Venha comigo agora. Primeira etapa: anamnese. Guilherme, como é que essa história de anamnese aí? Gente, anamnese nada mais é do que um grande, é um grande, uma grande investigação, é uma tomada de depoimento na delegacia. Você quer entender o que tá fazendo o paciente vir até você. E quando eu falo na anamnese, gente, é anamnese em todas as suas ramificações. Uma anamnese física, quando você olha para o paciente, você já está estudando ele. A coloração dele, o tipo da pele, o estilo da face, a estrutura óssea, a maneira como fala. Se a pessoa bate a perna demonstrando que ansiosa, pele seca. Se a pessoa chega meio corcunda, meio amarelada, com cara de cansada. Isso é uma pessoa com características doentes. É um processo anamnético físico. Você vai fazer com a pessoa uma anamnese de bem-estar também, ou não vai saber como é que a pessoa tá. Por exemplo, você dorme bem? Você se considera uma pessoa feliz? Porque 10% vai começar a chorar já. Você se considera uma pessoa feliz? Como é que tá a tua libido? Ai, Guilherme, mas o que que isso tem a ver? Tudo. Você vai descobrir os indicadores de bem-estar desse paciente. Indicadores metabólicos, hormonais, biológicos, de disposição, vitamina D, nível de cortisol. Gente, se uma pessoa tiver com determinados níveis bioquímicos desregulados, ela não vai ficar satisfeita com nada, nunca. Você pode fazer o melhor tratamento do planeta Terra, você pode fazer a melhor cirurgia do mundo, ela vai se sentir feia de qualquer jeito. Por quê? Porque o

O problema é sistêmico, é interno, não tá na mandíbula. Percebe a importância? Você vai fazer uma anamnese de contraindicações. Quais são as contraindicações a esse procedimento que você vai fazer agora? Diabetes, é doença autoimune, gravidez, amamentação, câncer, cardiopatias, remédio controlado, paciente em estágio depressivo. Não, vocês sabiam?

Vou dar um exemplo só. Aí entra a importância do estudo do conhecimento, né? Vocês sabiam que existem marcas de botox que no botox tem albumina? Existem pessoas alérgicas à albumina. Por exemplo, se você não perguntar para ela se ela é alérgica à albumina e ela for, e você for lá e aplicar, prossiga, vai dar um problema. E a culpa, sabe de quem que é? Tua responsabilidade civil.

Vocês querem falar de mais de albumina? Olha o que eu vou falar. Olha o que eu vou falar. Albumina é uma partícula, como se fosse um hemoderivado, é uma partícula do corpo humano, a partícula do ser humano. Albumina. Quem que não quer ter contato com qualquer tipo de elemento do ser humano? Qual religião? Testemunha de Jeová. Existem pessoas que têm esse tipo de resistência religiosa. Existem linhas dentro dessa religião que não aceitam.

Então você entender a marca que você tá usando, quais substâncias químicas tem nessa marca, ler a bula. Tudo aquilo que não está na bula é o quê? Off label. Vocês sabiam que não tem na bula de nenhum tipo de botox, de toxina, aplicação no platisma, por exemplo, no pescoço? É off label. A própria unidade, se der um problema no paciente, você vai justificar tua aplicação aonde? Em qual artigo científico? E o que que a gente faz? É responsabilidade nossa. Até que ponto? E o paciente não colocou anamnese, eu esqueci.

Eu tive um episódio recente. Você quer contar o episódio? Quase morreu na minha cadeira de alergia à albumina do botox da toxina que eu estava. E é uma pessoa bem próxima de mim, inclusive. Mas assim, anamnese completinha. E tem lá ainda alergia a ovo, alguma comida, tá tudo especificado. Para a pessoa falar que não sabe, né? E ela começou a desenvolver o episódio e, enfim, mas deu tudo certo, controlamos, resolvemos. Mas assim, se ela desenvolve algo pior, sei lá, qualquer coisa, que que eu vou te dizer? A tua responsabilidade, ela vai até a medida do quanto você poderia ter descoberto isso de outra maneira.

Vou te dar um outro exemplo. A pessoa chega no teu consultório e você percebe pelas características faciais dela, ela tem grande chance de ter algum tipo de preenchedor permanente nela, tipo MMA. Tá? Você nota, né, pela pelo formato do lábio ou pelo inchaço, enfim, pela aquelas características físicas que denotam que pode ser que ela tenha feito algum procedimento na vida. Você vai lá e toca, né, exame físico. E você pergunta para ela, ela diz que não tem. Só que você não tem certeza. Qual que é a tua obrigação? Mesmo que ela tenha omitido ou mentido, solicitar uma ultrassonografia. Então você percebe, se você segue, aplica o ácido, gera um biofilm, dá problema, infecciona, responsabilidade tua. Agora, qual que é a maneira que você tem de se respaldar? Solicita uma ultrassonografia. Vai e vem. Qual o plano que o PMMA? Tá se resguardo nesse caso.

Você não precisaria ter feito um exame com alergista, né? Porque não existiria outra maneira de você, a não ser que você fizesse um teste alérgico. Você teria que ter algum indício. Aí você vai fazer um teste alérgico em relação a todas as outras coisas. Não tem como. Então não é saudável. Se eu fizesse um teste alérgico, provavelmente eu não teria a resposta, porque ela começou a desenvolver o mal-estar e a sensação de falta de ar e tudo ficou vermelho, enfim, foi terrível na última aplicação, no último ponto. Então assim, não teria nem como eu fazer esse teste. Mas nesse caso, anamnese estava em branco. A parte que estava, pergunta lá, falou depois, né, conversando, pulei, não vi, né, não sei o quê. O bom que daí entende, ficou tudo certo. Não é uma pessoa próxima. Agora, se é uma pessoa que de repente vai agir de má fé, ou sei lá, vai me botar no palco por isso, como que eu me respaldo? Se na minha anamnese estava, ela não respondeu, né?

Aí tem algumas, tem algumas lojas que esse é um caso prático muito específico, né? O ideal é que você supervisione as respostas e obrigue que a pessoa responda tudo, senão você não vai para frente, senão você não faz, né? Porque é muito perigoso. Tá louco. Imagino que poderia ter acontecido contigo. Aí o tamanho da bronca, cara. Os casos mais graves que eu tive esses últimos dois anos, coloquei isso no Instagram ontem. Os dois casos mais graves que eu tive esses últimos dois anos foram de amigos, amigos e parentes. Então aí, como é amigo, muitas vezes a gente não faz a documentação, não é tão rigoroso, porque confia, aquela boa relação normal, né? Aí dá problema. Cara, você não tem nem prova para juntar na justiça. Ela não assinou nada, né? Nesse caso, provavelmente não seria responsabilizada, porque não tinha como você saber. Foi uma excepcionalidade orgânica muito extraordinária, né? E que ela deixou de responder, querendo ou não.

Tá, deixa eu te fazer uma pergunta. Anamnese é o final foi assinada? Sim, tudo assinada. Que eu sou uma doida do termo, mas tem na minha anamnese até uma outra pergunta. Ela tem assim, ó: "Tem alergia? Intolerância?" Aí tem várias, várias coisas para a pessoa checar, entendeu? E foi isso que ela pulou. Então ela não pulou a pergunta. Ela não pulou. Nesse caso, teria que ser uma pergunta específica para cada coisa, não, né? Eu acho que perguntar para passar, né? Para a gente alertar. Que secretário? Então já peguei no pé. Olha, revisa. A gente vai fazer toxina, pergunta de novo, de novo, de novo. Porque o susto, galera. Não tinha a melhor maneira de elucidar o meu exemplo aí para vocês verem como é sério o negócio. Quanto o depoimento que a Fernanda deu, então foi prova real do que eu tô falando. Então, anamnese, ela serve exatamente para isso, para você fazer essa grande investigação. Em algumas coisas, você tem que perguntar três vezes. Por isso, gente, olha bem no olho do paciente, mesmo. Presta atenção nele. Esteja concentrado na consulta. Porque eu sinto dizer um negócio para vocês, mas eu estudo para caramba. Psicologia, neurociência. O ser humano, o ser humano mente. Tá? O ser humano, uma das características do ser humano é ser mentiroso. A gente mente para a gente mesmo, para não ter que fazer algumas coisas. O ser humano é assim. E isso não significa desonestidade em algumas ocasiões, né? Isso significa que a gente não quer revelar alguma fragilidade que a gente tem. Quer ver um exemplo? Todo mundo sabe que uma grande parcela da sociedade usa droga entorpecente, né? Quantas pessoas já chegaram na consulta com vocês e disseram: "Doutor, eu cheiro coca assim toda terça-feira"? Não acontece. Não acontece, né? Quantas pessoas calmamente olham para vocês e falam assim: "Não, eu tô aqui porque eu fui traída pelo meu marido, estou me sentindo triste"? Quantas que abrem isso de fato? Quantas dizem: "Tenho o HIV, tenho o HPV, tô triste há 20 anos, não me enxergo mais, não tenho meu marido, não tem mais desejo sexual, minha esposa não tem mais desejo sexual"? Quem que conta a realidade, especialmente quem não te conhece ainda?

Tem uma frase com um amigo meu delegado, fala que eu adoro, que assim: "Ninguém consegue mentir durante mais do que 30 minutos consecutivos". Por isso que a consulta não pode ser muito rápida. Quando você pergunta três vezes a mesma coisa, na terceira, a pessoa começa a desviar. Eu estava num curso, faz uns seis meses, de lifting de temporal. E o professor, extremamente experiente, uma senhora sentou na maca, cadeira, maca, né? E ele falou assim: "Essa senhora tem PMMA". Ele chegou pertinho dela e disse: "Senhora, senhora, já fez algum procedimento no lábio?". Senhora, bem cara de pau, "Não, nunca fiz nada". Não. Aí ele deu uma volta, já mais impaciente. "Senhora, senhora, realmente não fez nenhum procedimento?". "Não, não fiz". Ele deixou passar mais uns cinco minutos. Chegou bem pertinho dela. Eu estava do lado com outro professor, monitor do lado. Ele falou assim: "A senhora sabe, né, que esse procedimento que a gente vai fazer aqui em contato com PMMA dá morte?". Ela falou assim: "Ah, na verdade, eu apliquei só um pouquinho". Você percebe? As pessoas imaginam que não vai dar problema. As pessoas não entendem o grau de risco. Em se tratando, poderia ser qualquer outro. Poderia ser uma prótese, corpos estranhos não devem ser molestados. A quantidade de problema que eu vejo com isso, gente, é gigantesca, gigantesca. Isso tudo você descobre um diagnóstico. O quanto que a pessoa ela tá com passada emocionalmente. Faça perguntas o máximo que vocês puderem. Troca ideia, bata papo. E se eu puder dar uma dica aqui sobre relacionamento, conversa com a pessoa do modo mais aberto que vocês conseguirem. É quando você sente confiança na outra pessoa que você conta a verdade. É impressionante como chega casos para mim que a pessoa vem me contar de um processo judicial. Ela começa me contando a história assim: "Doutor Vinícius, exatamente assim, Guilherme". A paciente chegou aqui bem. Que eu percebi que ela era louca. Em que eu notei. Eu faço. Mas por que que você atendeu? Então, aí ela tomava anabolizante, ela tomava Gardenal, ela tomava Venvance, ela não fazia exercício físico e ela era bem agitadinha. Nossa, que legal. Todas as características para dar tudo certo. Só que muitas vezes a gente quer ir, né? Seja para ganhar dinheiro, é normal. Eu já fiz isso também, não tô me colocando fora desses erros. É comum. Só que tomem as rédeas do negócio. Entendam quem que tá na frente de vocês. A maioria dos problemas, gente, existe algum sinal de fumaça que vem antes. A gente só precisa prestar atenção. A maioria.

Depois da anamnese, vem um dos momentos mais importantes de todos: fotos e vídeos. E aqui é o momento importante por vários motivos. Primeiro, porque a foto e o vídeo, eles demonstram exatamente como que o paciente chegou. Tá, Guilherme? Mas como assim? Por que que isso é importante? Vocês não têm noção a quantidade de pacientes que não se conhecem. Os pacientes não sabem que são assimétricos. Os pacientes não reconhecem uma mancha na face. Os pacientes não se olham. Aí lá depois do tratamento, você mostra o antes e depois para ele, falar: "Nossa, não é que mudou mesmo?". Ele vai perceber isso quando ele notar o resultado final. Só que o problema é o seguinte: se o paciente é leviano, se o paciente que agir de má fé, ele olha para você no final do tratamento e fala assim: "Você me deixou torto". Você fala: "Não, querido, você já chegou torto. Teu nariz já era assimétrico. E a prova tá aqui, ó". É como se fosse, eu faço uma analogia, como se fosse uma vistoria do imóvel que você quer alugar. Quando a gente vai alugar um imóvel, a gente não faz uma vistoria para ver se tem rachaduras, tem infiltração e o diabo a quatro? E se você for na vistoria e não reclamar o problema depois, você não pode reclamar mais. Assim é a regra. Então, a mesma coisa que o paciente. Eu tive uma situação na semana passada, inacreditável. A paciente ligou aqui para o escritório para dizer que o meu cliente tinha gerado um evento, uma reação adversa absurda nela. Era um procedimento de preenchimento facial. Laercio, escuta essa. Procedimento de preenchimento facial. E eu já imaginando que fosse um edema, né? Imaginando que fosse um excesso de produto, uma isquemia, o início de necrose, sei lá o quê, um granulomazinho, uma aplicação em plano errado. Quando a mulher me manda uma foto, era uma verruga, gente. Uma verruga. Ela disse que o procedimento gerou nela uma verruga que ela não tinha. Então, as pessoas, elas estão cada vez mais instáveis. As pessoas estão cada vez mais, é de um dia para o outro, elas esquecem que foi falado, esquecem que foi ouvido. Por isso que os documentos são cada vez mais importantes.

Quando a gente fala de prontuário, gente, o prontuário não é um documento só. São todos os documentos juntos. O prontuário é um doce de todos os documentos juntos. Isso é um prontuário. O prontuário é os exames, as fotos, as imagens, a radiografia, as conversas, a evolução, anamnese, o termo de consentimento, contrato, plano de tratamento, o orçamento. É tudo, tudo é o prontuário. A gente vai falar sobre todos esses documentos. Então, quando a gente fala de fotos e vídeos, tirem o máximo de fotos que vocês conseguirem de todos os ângulos, iluminação parecida, angulação parecida, como prova para colocar no Instagram também, mas como prova.

Terceira e última etapa do diagnóstico: eventuais exames. Tá? Eu acho que o futuro da odontologia, ele vai estar muito atrelado a exames. Tá? Exame de sangue, exame de imagem. Eu acho que a parte fisiológica, especialmente para o ramo da estética. Cara, vocês sabiam que já existe na Europa endocrinologia estética? Olha que interessante. Análise de todo o sistema endócrino, neural, bioquímico, metabólico envolvido no embelezamento. Eu acho que cada vez mais análise, a investigação do corpo humano, focando na finalidade odontológica, vai vir à tona. Então, o que que eu posso descobrir um exame de sangue que vai me ajudar a entender se esse paciente é indicação ou não? Eu acho que esse é boa parte do futuro. Dica aqui para vocês, tá? Escuta o que eu tô falando. Então, qualquer tipo de exame, ultrassonografia, exame de sangue, exame de imagem, radiografia, era um diagnóstico. Se você notar que tem qualquer sinal ou indício ou característica que denote a importância desse exame para você descobrir alguma coisa, você tem que fazer. Beleza? Alguma pergunta sobre diagnóstico, gente? Dr. Vinícius quer falar algo? Tudo certo? Show.

Depois que vocês tiraram do paciente todas as informações clínicas necessárias, continuar. Nós vamos para a segunda etapa, que é a etapa do planejamento. Toda faculdade de odontologia tem essa matéria, planejamento. Qual que é o documento que materializa o planejamento? Plano de tratamento. Diante daquelas informações que foram extraídas do paciente, qual que é o plano de ação? Qual que é o prognóstico que eu tô planejando para solucionar, resolver, melhorar essa queixa principal aqui que eu já descobri no diagnóstico? E aqui vem um ponto importante. Quando a gente fala de procedimentos, especialmente os estéticos, muitos pacientes chegam no consultório de vocês e falam assim: "Ai, você pergunta o que que você não gosta em você?". E o paciente responde: "Tudo. Não gosto de nada". Só que vocês concordam comigo que isso é um problema? Porque você não tem uma demarcação da queixa principal. Se lá na frente o paciente disser: "Não gostei, não ficou como a gente combinou". Aí surge a pergunta: "O que que foi combinado?". Se não foi definida a queixa principal, vocês percebem? A queixa principal é o início da história. A queixa principal é o inimigo a combater. Por isso que ela é importante. Se a pessoa quer amenizar as linhas de expressão facial na testa, se você amenizar as linhas de expressão facial na testa, o teu trabalho tá feito, mesmo que ela não goste. Percebeu a importância? Se a pessoa tem a queixa principal que ela tem o desejo de volumizar os lábios, se os lábios forem volumizados, o trabalho está feito. Ela não tem direito de reclamar, não tem direito de pedir dinheiro de volta, o serviço está prestado, o acordo está cumprido. Com base no quê? Na queixa principal que foi definida em conjunto. Então, se o paciente disser: "Eu não gosto de nada". Você vai tentar descobrir. Você vai olhar para ele e falar assim: "Não, tudo bem. Joelma, dentre as coisas que você não gosta, me aponta o que que você não gosta mais. Se você fosse fazer um procedimento em você mesmo, por onde você começaria?". Me aponta. Essa é a forma de você descobrir a queixa principal.

Passamos por plano de tratamento. Você vai começar a planejar. Aqui eu sugiro que você divida o plano de tratamento em três etapas, gente. Isso é ouro, 98 quilates, nem existe. Primeiro, plano de tratamento apresentado. Depois, eu vou falar. Depois, eu vou explicar. Depois, plano de tratamento a ser executado. E por fim, orçamento. Que é uma obrigação do Código de Defesa do Consumidor. Você tem que apresentar um orçamento. Na lei, aí não cabe nem a gente discutir, porque tá lá. Porque a divisão entre plano de tratamento apresentado e plano de tratamento executado. Na traumatologia bucomaxilofacial, isso acontece menos, porque normalmente o que vocês apresentam como prognóstico, o que vocês apresentam como plano de ação para resolver o problema da pessoa, a pessoa cata, a pessoa aceita na totalidade. Até porque muitos problemas, eles têm no mínimo uma grande carga de função, uma grande carga de terapia envolvida, de reconstrução de algo. Agora, se o procedimento for de caráter estético, uma coisa que acontece muito é você falar para o paciente o seguinte: "Olha, que Joelma, o que você precisa fazer para melhorar a sua queixa principal são três procedimentos associados: ácido hialurônico, botox e bioestimulador". O que é uma combinação relativamente clássica. A Joelma olha para você, o que tá chegando Natal e a Copa do Mundo, ela quer viajar e comprar a camisa do Brasil para a família inteira e fala assim: "Ai, doutor, hoje eu vou fazer só o botox". Ou seja, ela fatia, ela esquarteja o plano de tratamento em dois terços. Qual que é o problema disso? Ela não vai solucionar a queixa principal dela, porque para solucionar, para melhorar esteticamente o máximo possível o problema dela, ela teria que ter feito o plano de tratamento inteiro. Então, se o plano de tratamento, ele é pela metade, o resultado é pela metade, a solução da queixa principal pela metade, a satisfação é pela metade. A paciente está preparada para isso? Ou ela só quer pagar menos? Vocês percebem a importância? Então, você vai colocar o seguinte que o plano de tratamento apresentado é o ácido, o botox e o estimulador, mas o plano de tratamento a ser executado é só o botox. Porque, quando ela for reclamar lá na frente: "Ai, não gostei". Você vai dizer: "Não, mas era previsível que você não gostasse, né? Você iria gostar mais se você tivesse acatado o plano de tratamento todo. Você gostou apenas um terço que foi o trabalho feito dentre todo o trabalho que foi apresentado". Essa discrepância te dá segurança. Notou? Se você tivesse feito tudo, você teria ficado, obviamente, mais satisfeito. É que nem você se queimar, queimadura de terceiro grau. Aí você vai na dermatologista, ela fala assim: "Olha, para curar essa tua queimadura, você precisa mandar manipular três pomadas aqui e passar elas de maneira conjugada". Você olha para a médica dermatologista e fala assim: "Não, não, hoje eu vou passar uma só". O que que vai acontecer? Não vai curar. A queixa principal não vai ser solucionada. O serviço não vai adiantar. E vai fazer sentido você ficar bravo? Claro que não. Você não cumpriu o plano de tratamento orientado por quem entendia, pelo líder técnico da consulta. E por fim, o orçamento. Digamos que você apresentou esse plano de tratamento, R$ 10.000. A paciente falou: "Vou pagar no Pix". Aí alegria, buzinas, alegria geral da nação. Nesse momento, você vai ir para os dois documentos mais importantes. Esse protocolo que eu tô apresentando tem cinco etapas. Estou indo para a terceira agora.

A terceira etapa é o consentimento. O consentimento, ele é representado, ele é representado por um documento chamado termo de consentimento informado esclarecido. Talvez um dos documentos mais famosos de todos. Termo de responsabilidade, termo de compromisso. Mas o nome certo é termo de consentimento prévio, livre e esclarecido. Prévio, porque ele é antes do procedimento. Livre, porque o paciente não foi obrigado a assinar. E esclarecido, porque o paciente teve a capacidade de entender o que estava escrito. O que que tem que ter nesse termo de consentimento? Tem que ter todos os pacotes de riscos que esse procedimento pode proporcionar. Todas as possibilidades de eventos adversos inerentes àquele tratamento. Tudo que pode acontecer tem que estar no termo de cosméticos. Por isso que o termo de consentimento, ele tem que ser por tratamento, por procedimento. Não existe um termo de consentimento de traumatologia. Não existe um termo de consentimento de harmonização. Não. O termo de consentimento é por procedimento, porque cada procedimento tem os seus riscos, suas características, suas contraindicações, suas sensações, suas intercorrências possíveis. Termo de consentimento é para isso que serve. É como se você chegasse para o paciente e dissesse assim: "Querido, tudo isso de ruim e desconfortável pode acontecer. Você quer avançar?". Igual. Ele fala: "Entendi, quero avançar". Igual. Eu consigo. Termo de consentimento é isso. O termo de consentimento não é a mesma coisa do que o contrato de prestação de serviço. O contrato de prestação de serviço é o documento que ele regulamenta, ele regra o negócio, o serviço propriamente dito. Como assim? Vocês vão fazer um serviço de odontologia consistente em uma cirurgia da área de traumatologia bucomaxilofacial. Então, nesse contrato tem que estar quanto vai custar, qual que é a forma de pagamento, o que está contemplado nesse valor. Como assim, Guilherme? Por exemplo, você vai ficar dando assistência para o paciente pelo resto da vida, respondendo ele no WhatsApp o resto da vida? Claro que não. Então, você tem que estabelecer um limite. O contrato é uma oportunidade para você estabelecer o limite. Então, o tratamento, R$ 50.000. Estão sendo pagos aqui. Ele é para execução e um pós consistente em dois retornos e só. Ou seja, se você tiver um contrato dizendo isso, se a pessoa quiser voltar uma terceira vez, ela vai ter que pagar, porque é um outro serviço. Aquele objeto do contrato já acabou. Nota a importância. Nesse contrato, você vai colocar o que que vai acontecer se o paciente não pagar. Se você pode interromper o tratamento ou não. O que que vai acontecer se o paciente chegar meia hora atrasado? Se o paciente chegar meia hora atrasado para fazer uma cirurgia, por exemplo, vocês são obrigados a fazer? Olha que interessante. O que que estava nos documentos? O que que foi avisado para ele? O que que você consegue comprovar que foi instruído a ele? O que importa não é o que foi falado, o que importa não é o que você acha, o que importa é o que foi avisado, que foi documentado, que foi registrado. O que não foi formalizado e registrado, não foi feito. Então, o contrato é um manual de regras e deveres. No contrato, você pode botar inclusive os deveres do paciente: ser pontual, cumprir com as recomendações, voltar na clínica caso aconteça alguma intercorrência, avisar caso ele tenha qualquer sintoma.

Pode falar uma pergunta aproveitando então essa questão do do termo de consentimento para esclarecido. Na verdade, eu tenho que ter um para cada procedimento, certo? Certo. Eu posso, por exemplo, jogar no atividades prósperas e vou fazer uma cirurgia tipo chectomia. Eu botei aqui, não vou fazer uma cirurgia de extração e implante. Eu posso. Se for, se for uma reabilitação, dá para juntar? Dá para juntar. Aí, lógico, é o que eu quis dizer é o protocolo, né? Se o protocolo associar procedimentos, você pode fazer tudo em um só. Entendi. É isso que eu queria saber. Entendi. Perfeito. Obrigado. Aí não tem problema nenhum.

Então, o contrato é isso. E por fim, gente, do protocolo, quinta etapa: os cuidados pós procedimento. Você tem que ter a capacidade de comprovar ao paciente que você informou a ele todos os cuidados pós procedimento que ele teria que ter. Duas alternativas para você fazer isso: ou você coloca no próprio termo de consentimento. E aí você tira uma cópia do termo de consentimento, entrega uma cópia para ele, fica com uma assinada. Ou você faz um documento separado, tipo "Cuidados Pós Procedimentais", "Guias de Cuidados Pós Procedimentais", e você fica com dele assinado e entrega um assinado para ele. Porque se ele chegar numa audiência e dizer assim: "Não, mas eu não sabia que tinha que fazer isso". Você sabia sim. Tá aqui, ó, os cuidados pós procedimentos assinados por você.

Agora, vamos recapitular o protocolo. Então, para depois falar de umas questões. Diagnóstico. Serve. Eu já vou chegar lá. Já já. Comente sobre o Zap. Recapitular: diagnóstico, anamnese, fotos, exames. Planejamento: plano de tratamento, plano de tratamento apresentado (que é o all inclusive), plano de tratamento escolhido pelo paciente a ser executado, e orçamento. Depois, termo de consentimento por procedimento. Depois, contrato. E por fim, cuidados pós procedimentais. Tem um documento que é o termo de imagem, que a gente não conversou, que é fundamental, inclusive para fazer antes e depois e afins. Eu coloco o termo de imagem no próprio termo de consentimento como uma cláusula, né? No próprio termo de consentimento, que eu coloco uma parte lá que é autorização de imagem e coloco sim ou não, e a pessoa seleciona se ela quer autorizar a imagem dela para fins específicos ou não. Mas se você tiver um documento separado, tipo termo de autorização de imagem, pode ser separado também. Não tem problema nenhum, tá? Mas você tem que colher a imagem do paciente para poder para poder exibir a imagem dele, seja onde for.

Contrato por fio. Termo. Perguntas clássicas. O que que eu posso dar para o WhatsApp? Fernanda, minha opinião é duas coisas que eu acho que dá para mandar para o WhatsApp: regras pré-consulta. Eu acho que é uma coisa muito legal. Por exemplo, "Chegue com 15 minutos de antecedência, venha de banho tomado, passe desodorante, né? Estacione ao lado da clínica". Aí você pode fazer o endereço, você pode passar outras coisas que você quiser, né? Traga uma foto dos medicamentos que você toma, enfim, dá para você fazer mil coisas. E também os cuidados pós procedimento. Eu vou dar uma dica, é uma manobra. Você manda pelo WhatsApp os cuidados pós procedimento, só que no final da mensagem você escreve assim: "Vou escrever aqui: Se você entendeu, leu, irá cumprir os cuidados pós procedimento acima explicados, escreva um 'de acordo'". Aí ele manda de acordo. Porque isso é como se fosse um aceite digital, uma assinatura digital. Porque se você só mandar mensagem, eu já vi gente falando assim: "Não, é porque meu filho usa o celular junto comigo, eu não vi a mensagem". Então, você consegue comprovar que a pessoa, por uma atitude positiva, escrever "um de acordo" e não cumpriu, mesmo sabendo. Essa hipótese que eu vejo como possível.

A Guilherme, os documentos podem ser todos digitalizados? Claro, pode, né? Só qual é a única condição para isso? Que haja assinatura digital. O sistema. E aí tem vários sistemas, tá? Existe um, Dental, Santé, Clinicorp, existem vários sistemas que fazem a gestão de clínicas e que já têm assinatura digital. Mas é fundamental que haja assinatura digital. Porque o que que comprova que o paciente viu o documento? O que que comprova que o paciente cumpriu com os protocolos? Não é a existência do documento, é a assinatura. Assinou, já era, tá? É a assinatura que legitima. Ficou claro, gente? Esse protocolo? Alguma dúvida? Qualquer coisa, pergunta aí. Para terminar agora, eu só vou jogar um balde de água fria em vocês sobre a questão da publicidade aqui e falar algumas coisas que vocês podem e não podem fazer, tá? Para a gente terminar cinco minutinhos. Bom, primeiro, aquilo que vocês sabem, mas muitas vezes fingem que não sabem. Qualquer tipo de promoção, é voucher, sorteio, dia de não sei do quê, nada disso. Conselho Regional e Federal de Odontologia permite. Eu acho uma, eu acho uma besteira. Acho. Mas a minha opinião vale zero, né? Eu não tenho a caneta na mão. Quem tem a caneta na mão é o órgão público, né? E eles não permitem. Qualquer tipo de ato promocional, sorteio, voucher, desconto quando são especial ou qualquer coisa do tipo, tá? Ah, mas todo mundo faz. Sim, todo mundo faz errado. Nem eu dei. Eu dei também. Não pode. Ninguém deu. Qualquer um, mas não pode. A regra do código de ética não permite. Fotos de antes e depois, vocês podem fazer sempre, desde que haja o termo de consentimento do paciente. Permitido. Sem termo de consentimento, perigosíssimo, tá? Com o termo de consentimento, sem problema nenhum. Tanto foto com o paciente como antes e depois, não tem problema. Vocês podem dar entrevista, vocês podem ter canal no YouTube, vocês podem ter podcast, vocês podem fazer vídeos animados, vocês podem ter um canal de televisão, vocês podem ter propaganda, se for uma propaganda discreta e não sensacionalista na rádio, vocês podem fazer outdoor. Tudo isso vocês podem fazer. Agora, todos aqueles tipos de promoção e coisas do tipo, não. Coisas que vocês muitas vezes não sabem que não podem fazer. Daí na área de vocês, a traumatologia, bem relevante. A resolução 196 de 2019 proíbe que vocês passem qualquer execução de procedimento ao vivo. Vocês não podem fazer uma live de vocês fazendo um procedimento. Isso é proibido, tá? Ele chama de transcurso do procedimento. Então, vocês não podem filmar vocês enfiando a coisa, tirando a bolinha de gordura, fechando a cara de alguém, tá? Isso a resolução 196 de 2019 não permite. Em relação à autorização, vamos por uma situação onde eu peço por WhatsApp: "Olha, posso utilizar sua imagem, se caso antes e depois, no WhatsApp pessoal?". Ele me autoriza. Eu posso ter isso daí? Pode servir ou não? Cara, vai ajudar, tá? Vai ajudar. E só. Eu só acho assim, eu acho perigoso o WhatsApp se perder, né? Eu fazia tudo certo, meu WhatsApp fui hackeado faz três semanas. Tinha dupla certificação, fazia tudo de maneira impecável. Então, hoje em dia, para perder as coisas, tá muito fácil. E para esse paciente dizer que foi outra pessoa que assinou. Então, eu acho que é dar sopa com azar, sabe? Mas assim, vai ajudar, vai ajudar. Gente, vocês têm alguma dúvida específica sobre publicidade aqui que vocês queira me perguntar? Uma coisa que pode ou não pode? Vocês que todas as outras coisas são muito óbvias e já sabem. Em algum lugar, a última coisa. Em algum lugar, em qualquer rede social de vocês, precisa ter o CRO de vocês? Precisa ter o CRO em todas as fotos? Não. Você pode ter o CRO na bio do teu Instagram, mas não tem obrigação de estar na bio. Você pode botar o abaixo daquela fotinho, para quem não sabe, você pode ter o teu CRO nas legendas, por exemplo. Em todas as legendas você coloca lá. Você só precisa ter ele em algum lugar, tá? Isso é uma obrigação que o CRO impõe para vocês.

"Morrido modelação estruturada definitiva avançada". Pode pau? É Vicente. Que que eu vou te dizer? iPhone de Vicente de Paulo é Vicente ou Paulo? Se for Vicente Paulo, eu vou ficar chateado. É o termo. Rinomodelação estruturada e definitiva. Sabe o que que me lembra? Me lembra um desejo de fazer um remendo na rinoplastia fechada, né? O conselho não gosta desse termo. O Conselho de Odontologia. E por quê? Porque estruturado é um termo utilizado para cirurgia aberta. É estruturação óssea. Estruturado não é um termo para minimamente invasivo. Estruturado é um termo a cirurgia invasiva. Então, é um termo que ainda não tá culturalmente bem estabelecido. E definitivo, cara, eu particularmente não gosto. E vou te dizer por quê? Porque nem o fio de mononai não é definitivo. Segundo o último Black Book da Medicina, ele biodegrada em 8 anos. Então, nem o fio definitivo. Ah, mas o resultado é. Tudo bem. A modelação da cartilagem pode ser, mas o envelhecimento não, né? Ele não vai reverter a lei da gravidade, viu, né? O envelhecimento vai acontecer. Então, eu acho que assim, rinomodelação com fios. Se eu fosse dar uma sugestão, esse é o nome. Ou rinomodelação. Ou se você quiser arriscar, tiver liminar, enfim, tiver um senso de consciência, rinoplastia fechada, alguma coisa nesse sentido. Mas se eu fosse indicar alguma coisa, não para esconder nada, mas porque a minha opinião de como deve ser rinomodelação com fios, porque eu acho que é o nome que está se estabelecendo dentro da odontologia, até que outro nome seja consagrado de forma mais sólida. Ficou claro, Vicente Paulo? Vicente de Paulo? Gente, é isso. Se eu falar mais qualquer coisa aqui, eu vou deixar vocês muito, muito louco da cabeça. Se vocês aplicarem metade dos conceitos aí a nível de relacionamento, de documentação e afins, e ter a consciência disso, seja tão altamente protegidos, tá? Coloque isso como protocolo. Eu sempre falo, a disciplina com os documentos é que nem banho, cara. Tem que tomar, né? Não se pergunta. É que nem quando você vai na academia. A pergunta não gosta, você não gosta. Pergunta, eu vou, né? Quando você tá fazendo dieta, você não se pergunta se você tem prazer, você faz, né? Então, é um protocolo. Assim como você fazia preparo, paramento, tem que fazer. Não tem conversa. É para o bem de vocês. Quando acontecer um problema, vocês vão lembrar de mim e vão lembrar dos documentos, podem ter certeza, tá? Porque isso realmente é importante. Dá um senso de segurança, de tranquilidade muito legal que vale a pena. Tá? Pode falar.

Um nível de atendimento também que não adianta nem na gente tentar entender e fazer tudo. Você tem que ter uma assessoria mesmo que cuida de tudo para você, porque senão, cara, é muita coisa. Eu, eu exatamente. Eu, lógico que eu jamais vou, eu jamais vou vender minha própria sardinha, que eu digo da advocacia, nem minha, né? Mas é, mas é legal, não pelo aspecto só do serviço, é legal qualquer serviço, né? Serviço financeiro, de comunicação, seja. Você já tem que ter tanta coisa na cabeça. Então, você conseguir absorver tudo isso sozinho é difícil. Por nós aqui, faz um ano que eu tenho assessoria. Eu tava numa mensalidade barata, para barato assim, para para tranquilidade que me traz, entendeu? Nossa, as meninas vieram aqui, reformularam tudo, fizeram tudo. Os contratos, eles eram operacional dos dos funcionários, tá tudo certinho. Sabe? Eu só chego e acompanho e tá tudo certo. Porque é muita coisa, é muita coisa. Esse é o principal valor. Eu acho que o principal valor, além de todo o serviço propriamente dito, eu acho que é a sensação do tipo assim: "Tá regular". Entendeu? Isso. Exatamente. A sensação do tipo: "Pode vir falar besteira aqui que eu tenho certeza que eu fiz tudo certo". Eu acho que esse é o aspecto. Quando o paciente sai do tom, porque tem paciente que sai do tom e você percebe que saiu do tom e você não vai, não adianta querer ficar conversando, porque ele já, você já perdeu a confiança. Então, assim, já saiu. Conversa lá com o jurídico. Daqui para frente, sabe? Próximo é ter para quem desfazer o problema também, né? É para quem terceirizar a injeção do saco. É assim, é assim. Vale a pena, viu? Show de bola, galera. Muito obrigado. Espero que eu tenha ajudado vocês. Qualquer dúvida, imagina. Qualquer dúvida que eventualmente tenha remanescido, tá? Vocês podem mandar para o Maurício, pode mandar para mim. Alguma coisa que eu tenha falado na aula aqui, não tem problema nenhum. Eu costumo responder muito rápido, mas sempre eventualmente demorar pela correria. E de qualquer maneira, sucesso na vida de vocês aí, tá bom?