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Médico Mais Caro, Paciente Mais Satisfeito

Vitor Jaci2:06:06

Transcription

Como se tornar o médico mais caro, mais valorizado, mais bem pago da sua região de atendimento, na sua especialidade, nos serviços que você oferece?

Imagine eu, você e alguns dos seus colegas em São Paulo, em um hotel, em um evento presencial durante três dias, a gente reunido só para responder esse questionamento: o que fazer? Que técnicas de marketing colocar em prática para aumentar o valor do seu serviço? Eu tô falando de médicos que cobravam R$ 200, R$ 300 uma consulta e passaram a cobrar R$ 1.200 uma consulta. Eu tô falando de especialistas que cobravam R$ 2.000, R$ 3.000 em um procedimento e passam a cobrar R$ 5.000. Eu tô falando de cirurgiões que cobravam R$ 10.000 e passam a cobrar R$ 15.000 pela mesma cirurgia e, mesmo assim, tem filas de pacientes querendo esses médicos. Se isso te interessa, dê o próximo passo na sua carreira: cobrar mais. Para isso, tem técnica, tem técnica de marketing.

Eu vou realizar um evento ao vivo nos dias 26, 27 e 28 de maio em São Paulo, em um hotel, um evento presencial que você vai poder sentar comigo, que eu vou te falar quais são os quatro pilares do Highmed, ou seja, RaiMed – aqueles médicos que cobram acima do mercado, Rai acima, mede de médico. E eu tenho certeza que esse evento é um evento ímpar que vai levar sua carreira para outro patamar. Isso porque nós vamos discutir ao longo dos anos o que alunos do Médico Celebridade, alunos dos meus cursos, fizeram para conseguir cobrar muito acima do mercado. São aqueles clínicos que antes cobravam R$ 200, R$ 300, R$ 500 uma consulta e hoje cobram R$ 1.200, R$ 1.500. O que eles fizeram para chegar até lá? O que os médicos que fazem procedimentos fizeram para cobrar acima do mercado? Isso que fazem cirurgia também. Para isso, existem quatro pilares. Eu tô falando para você sobre o seu posicionamento, a sua imagem. Nós vamos trabalhar essa sua imagem para ser uma imagem de médico de sucesso, para os pacientes olharem e falarem: “Olha, é esse médico que eu quero”. Nós vamos trabalhar também a sua reputação, que eu chamo de fama. Quais são os pilares dessa reputação? O que os pacientes estão falando quando te indicam? Como é que os pacientes se referem a você? Isso pode ser trabalhado. Nós vamos trabalhar também a experiência do paciente dentro do seu consultório, ou seja, o que você entrega para o paciente. Como é que a gente pode entregar de uma maneira que ele vai olhar e vai querer indicar para os amigos? E, principalmente, nós vamos trabalhar o seu serviço, aquilo que você faz. Como é que a gente consegue agregar alguns serviços e fazer com que o paciente sinta cada vez mais valor nos mesmos serviços que você faz?

Então, se esse é o próximo passo que você quer dar na sua carreira, se você é um médico que há muito tempo cobra o mesmo preço, se você é um médico ou uma médica que cobra o que a média do mercado da sua região cobra, o que os seus colegas cobram na consulta, o que os seus colegas cobram no procedimento e acha que você não é capaz – tô falando de *me* de cobrar mais caro porque isso iria espantar os pacientes –, saiba que você está enganado. Nesse evento, nós vamos falar sobre a sua mentalidade, nós vamos falar sobre os quatro pilares do RaiMed e você sim vai conseguir cobrar mais caro. Se você está estagnado, tá cobrando o mesmo preço da média, eu te garanto: você não vai conseguir enriquecer na medicina, porque quem enriquece é quem consegue cobrar acima da média. E para isso tem técnica, e eu consigo te ensinar essa técnica durante três dias em um hotel em São Paulo.

Então, se você já é aluno dos cursos do Victor Jaci, do Médico Celebridade, e vê que isso faz sentido para você; se você ouviu isso aqui até o final e vê também que isso faz sentido para você, aqui abaixo da nossa página nós temos todas as informações sobre o Highmed. Será um prazer te receber no hotel para você se tornar o especialista mais bem pago, o mais caro, o mais valorizado da sua região de atendimento.

Olá, médicos celebridade. Seja muito bem-vindo a mais uma aula ao vivo aqui no YouTube e no Zoom para todos os participantes, todos os médicos que querem cobrar mais caro na medicina e, mesmo assim, manter uma agenda lotada de pacientes particulares. Por que cobrar mais caro na medicina? Porque, igual eu venho dizendo nas últimas aulas, é o cobrar mais caro que já vai posicionar você como médico diferente no mercado, vai fazer com que você tenha até uma certa responsabilidade e entregar um serviço acima do que os seus colegas que fazem volume entregam, para no final os pacientes terem melhores resultados, serem mais bem assistidos, terem uma experiência melhor dentro dos consultórios. É claro, uma experiência mais resolutiva de problemas, porque é isso que eu confio: médico que passa mais tempo com o paciente, que cobra até mais caro e, de alguma, de alguma maneira, mantém um relacionamento com esses pacientes, consegue ter mais resultados.

Então, sejam muito bem-vindos vocês que estão no Zoom aqui, que já são alunos inscritos no Highmed, pelo menos os últimos aqui a gente enviou o link, está presente no Zoom; e tem os outros alunos também que estão na lista de espera no Zoom, que estão na lista de espera ali pro RaiMed. Então, no Zoom, e temos também pessoas que estão no YouTube, médicos que estão no YouTube aqui para fazer parte dessa aula. Para começar, eu quero dar uma boas-vindas para você que está ao vivo aqui no Zoom. Vamos lá no Zoom. Eu vejo aqui Doutor Paulo Diniz, tá aqui presente; Dr. Luiz Fernando Almeida, tá aqui presente; Dr. Juliano Amaral, tá aqui presente. E no YouTube? Quem tá aqui no YouTube? Manda um oi para mim, para eu saber se você tá online. Quem tá aqui no YouTube, vou mandar um boa noite. Vamos lá, vamos ver como que você tá. Se você tá online aqui, vou mandar um boa noite para você. Quem tá aqui no YouTube me envia um boa noite para eu saber se vocês estão aqui. Pessoal da minha equipe, vocês já enviaram o link da aula? Conversem comigo aqui para eu saber como é que tá essa questão de aula, se já enviaram o link da aula aqui, principalmente pessoal no YouTube. Eu vejo que ainda tá para entrar e, por favor, envia, porque a gente já tá no ar, tá bom? Vamos lá. Paula Benedetti, Marcos Travessa, Marcos, seja muito bem-vindo aqui mais uma vez, aluno do Médico Celebridade; Clarissa Quaresma, Amanda Medeiros, Patrícia Aguiar. Bom, todos vocês, boa noite, pessoal. Acabou de avisar que tá enviando o link, ou seja, vai entrar mais médicos aqui.

Qual que é o tema da aula de hoje, né? A nossa aula de hoje, basicamente, nós vamos falar sobre: médico mais caro, paciente mais satisfeito. Porque que isso é verdade e como construir uma reputação que justifique preços mais elevados na medicina? Todo esse contexto é aquilo que a gente vai apresentar no nosso evento ao vivo chamado Highmed. Então, o evento que eu vou fazer em breve em São Paulo, dia 26, 27, 28 de maio. Quem aqui que está presente nos – eu sei que tem muita gente que já tá no Highmed – e quem que tá no YouTube aqui que já tá, que estará presente lá em São Paulo nos dias 26, 27, 28 de maio? Escreve aqui para mim, escreve “estarei presente”, só para eu saber aqui, para eu já fazer a chamada, tá certo? Fátima Sobral, seja bem-vinda também. Teresa Ortopedia, Traumatologia Descomplicada, muito bom. Vamos lá. Thiago Botelho também, sejam bem-vindos para a gente começar. Pessoal, escreva para mim a sua especialidade e a sua cidade, só para saber com quem eu tô falando aqui. Se você tiver uma especialidade, uma área de atuação dentro da Medicina, escreva sua área, sua cidade, por favor. É assim que a gente começa. Então vamos lá, vou esperar o pessoal aqui escrever. No Zoom, já tô vendo muita gente que tá presente aqui no Highmed, vou até chamar aqui pelo nome algumas pessoas presentes. Igor Emanuel, psiquiatra, seja bem-vindo. Ás vezes e Fares, dermatologista, seja bem-vinda. Vamos ver quem mais. Carla Mazzini, seja bem-vindo pelo jeito também é dermatologista. Adriano, que é Guerin, Adriano, seja bem-vindo ao RaiMed. Vamos se encontrar em São Paulo, vai ser um prazer. César Augusto Rosati, seja bem-vinda aqui também. Quem mais? Luiza Petinelli, a Luiza você tá aqui na aula? Não tá? Deixa eu ver aqui se a Luiza tá aqui na aula, que apareceu para mim. Ótimo, ótimo. Então vamos lá. Doutora Fátima Sobral, gastroenterologista. Você já conhece do Médico Celebridade? Boa. Thiago Vieira, seja bem-vindo. Dr. Hélio estará presente, ele vai ser um prazer te conhecer. Eu lembro quando você entrou no Médico Celebridade que a gente conversava bastante. Paula Benedetti, Medicina da Dor em Blumenau, seja bem-vinda aqui. Patrícia, nutróloga, Rio de Janeiro; Thiago, psiquiatra, Maringá; Jorge Luiz, ortopedista, Rio de Janeiro. Então tá, um público bem variado, não tem só uma especialidade. Patrícia Aguiar, neurologista; aí tem outra Patrícia, Araguari, ginecologia; Teresa, pneumologista. Olha que interessante, muito bom. Dra. Sophia, Reprodução Humana em Caxias do Sul; nutrólogo em São Paulo; Luiz Teixeira, principalmente você, se eu não me engano, já tá, vai para o RaiMed, né, Luiz? Você que que mora em São Paulo, então um evento, três dias ali em São Paulo, fica a dica para você. Hudson Lázaro, meu sobrenome é Lázaro também, viu, Hudson, só comeu é Lázaro com Zé. Então, seja bem-vindo aqui para, de Minas, cirurgião plástico, muito bom; ortopedia no Rio Grande do Sul; Moisés, cirurgia ginecológica; Lídia, cardiologista, Itabira; Dr. Caio, ah, eu lembro você enviar um direct para mim, viu, Caio, falando que já cobra já o mais caro da região, eu lembro bem. Seja bem-vindo. Vamos lá. Thiago Henrique, gastro em Santarém. Pessoal, então vamos começar a aula aqui para a gente, com mais uma vez aquele questionamento que eu sempre faço. Eu sempre faço a pergunta: porque alguns médicos conseguem lotar agenda de particular e outros não? Só que lotar particular é só um primeiro passo. Eu sempre falo que o pessoal entra no Médico Celebridade, começa já atender mais particular, chega uma hora depois, já de fazer uma certa reputação, já aprendeu que investir em marketing ou não, já começa a ter volume de pacientes particulares, mas chega um momento que o que chega um teto de faturamento. Geralmente esse teto de faturamento, ele é muito simples, é um teto entre R$ 30.000 e R$ 40.000 para o clínico. Então é esse teto. Por mais que ele atenda só particular, ele leva até esse teto de R$ 30.000, R$ 40.000. Geralmente quem faz procedimentos, tô falando de vascular, tô falando de dermatologista, bate um teto entre R$ 70.000 e R$ 100.000, R$ 110.000. Esse é o teto. E cirurgiões, eles chegam ao teto um pouco maior, de R$ 80.000, R$ 120.000, dependendo qual a área da cirurgia, mas esses são os tetos que quem não tá atendendo o convênio, já começa a atender particular, chega só que aí esse médico ele chega nesse teto e, aliás, escrevam para mim aqui qual é o seu teto, ou seja, aquilo que no último ano você não consegue passar. Fica tranquilo que não tem ninguém aqui vai ver no seu nome, ninguém quer concorrente teu, é só para aula ficar mais didática. Qual é o seu teto no último ano? Se você dividir os últimos 12 meses, qual foi a média e você consegue passar dessa média com uma certa facilidade? Provavelmente não, por isso chama o teto. Até eu que na minha empresa tem um teto, a gente chegou em um teto nos últimos anos de não conseguir vender mais do que R$ 350.000 por mês em educação, a gente tinha chegado nesse teto, chegado nesse teto, que que eu fui fazer? Toda vez que vejo que já tá há uns oito meses estagnado meu faturamento, eu busco uma consultoria ou eu busco algum, até fui em alguns eventos ao vivo, mas luz consultoria, busco participar de alguns mastermares, de alguns cursos, porque talvez é uma coisa que eu ajusto, que eu vou para o próximo teto, e aí a gente foi, graças a Deus, para um próximo teto aqui na empresa. E vocês, como é que tá o teto de vocês aqui? Vocês precisam escrever aqui para mim, para para que a aula flua. Fica tranquilo, ninguém tá, tá copiando de ninguém, nada de ninguém, só mandem aqui o teto de vocês para eu saber o que é que tá acontecendo. Principalmente para o pessoal do YouTube, o pessoal do Zoom mais tarde eu vou conversar com vocês. Então vamos lá, falado isso que existe sim essa questão de teto, e a gente não pode achar que isso não existe. Toda vez que eu chego nesse teto, que que eu tenho que fazer? Buscar alguma solução nova. Tá certo? Então, por exemplo, Doutora Lídia falando: no consultório em média R$ 40.000, cá, a cirurgia médica, R$ 40.000, cá, procedimentos instáveis, ou seja, se o entende bem é R$ 80.000 teto, ou é os R$ 40.000 total? Certo, então chegou num teto só particular, legal, Lídia. Mas foi ótimo você dar o seu exemplo, você ter a coragem de participar, eu valorizo isso, Lídia. Você tem uma mentalidade ótima, foi lá e colocou aqui. Então, toda vez que a gente chega num teto, você concorda comigo que não adianta eu fazer as mesmas coisas, ter o mesmo time, fazer as mesmas ações de marketing, porque não é que de um dia para noite, antes eu atendia 20 pacientes particular, de um dia para noite, tô falando por semana, vamos colocar 20 pacientes particulares por semana, aí do dia para noite todo mundo vai acordar e falar: “Olha, eu quero fazer o procedimento que a Doutora Lídia faz”, ou seja, R$ 80.000 é o teto dela, que é bom, se a gente for pensar, mas espera lá, isso é faturamento. Se eu colocar uma margem de um consultório estético que, no máximo, aí vai dar uns 25%, tem alguns conseguem 30, mas é muito difícil um consultório já estabilizado, se eu colocar uma margem aí de 20%, 25%, a gente tá falando de um que sobra para o final, para o bolso do médico vir, indicar, se eu quero que sobra mais, eu preciso aumentar o meu teto, ponto. Então nós temos aqui, por exemplo, Caio, R$ 70.000 para clínico cardiologista aqui, a não ser que você faça alguns exames também ali, viu, Caio? Você me fala, mas para cardiologista já tá com teto interessante. OK, mas você concorda comigo que para ir para os R$ 100.000 não vai acordar do dia para noite todos os pacientes da sua região vão acordar e falar: “Quer saber, eu vou, vou lá no Caio, eu vou visitar esse médico aqui”. Isso não acontece geralmente, a estatística, a gente chega num teto e ele não aumenta, até que a gente faça coisas novas, e esse posicionamento Highmed que é um pouco acima do Médico Celebridade é: não adianta eu só lotar minha agenda de paciente particular, porque toda vez que eu resolvo um problema, que que acontece? Eu crio outro, certo? Então eu criei outro problema. Boa, cara, você colocou aqui que faz exames, eu imaginei, porque só clínico, só consulta ia ser um pouco difícil, principalmente interior chegar nessa margem. É possível, é, mas é mais difícil. Mas que bom se tá no caminho, mas agora eu quero, por exemplo, Caio, R$ 70.000 mês, eu tô falando de ano, R$ 850.000, qual que é o próximo teto? Um milhão e duzentos mil, a gente bater R$ 100.000 reais de consultório, como é que a gente faz isso? Não basta então eu trazer paciente particular, eu preciso de alguma forma cobrar mais por esse meu atendimento, porque porque aí eu ganho, eu aumento a minha margem. Isso é óbvio, se eu vendo essa caneta aqui por R$ 1, você passa vendedores, eu tinha um custo dela, por exemplo, R$ 0,50, agora eu ganho R$ 1,50 ao invés de R$ 0,50. Então é óbvio, precisa aumentar o meu preço. Agora, como é que a gente aumenta esse preço usando estratégias de marketing? Então existem n maneiras, ele maneira de fazer isso, nós vamos para esse evento Highmed de três dias lá em São Paulo que eu vou falar 21 estratégias para se aumentar o preço, e hoje aqui na aula eu separei uma para vocês. Tá certo? Então vou colocar uma, um dos protocolos para se aumentar o preço, o que que nós vamos levar em consideração aqui? Quatro fatores: a sua reputação, a experiência que você gera dentro do consultório na hora de prestar um serviço, certo? O serviço em si. Então, uma coisa, experiência, uma coisa é o cafezinho servido, a outra é o serviço, o serviço em si gerado, e nós vamos passar aqui também a falar sobre a sua comunicação na aula de hoje. Então peguei esses quatro pilares, eu vou falar desses quatro pilares, um, uma das estratégias para vocês, e lá no RaiMed a gente fala de mais 21. Tá certo? Então, ou seja, a gente precisa aumentar o nosso valor para que a margem aumente, simples, porque senão eu vou ficar no meu teto eternamente. Do que que adianta ficar atendendo paciente particulares, particulares, mas eles me pagando um preço não tão alto, logo eu já, já eu fico naquela roda igual fazer quando atendia a convênio, fazer volume, volume para tentar acompanhar a inflação. Vamos ler aqui: Carla Jean em Santos, quero sair do atendimento de convênio, mas tenho medo de dar tudo errado. Paciente de convênio vira particular se ele gosta do atendimento recebido? Carla, eu vou te falar uma coisa, vai ter muito dos seus colegas estão aqui, aliás, quem aqui escreve “eu”, quem já fez a transição do convênio particular, escreve “eu” aqui para a gente ver. Cara, vamos lá, pode ter algum outro colega aqui que vai falar: “Olha, a minha carteira que eu chamo de clientela, né, de pacientes, minha carteira de pacientes que eu tinha no convênio, a maioria me acompanhou particular”, mas na realidade isso não acontece. Paciente de convênio, paciente de convênio, paciente particular, geralmente tem uma mentalidade, paciente particular. Então, se eu te falar uma coisa, pode até ser desanimadora, mas no máximo uns 5% da sua, da sua clientela vai seguir com você. É claro que você tem uma especialidade que é um pouco diferente, talvez isso vai aumentar uns 10%, porque go, assim como cardiologia, assim como a endocrinologia é um paciente que você acaba sendo um médico da vida dele, tá? É um médico, é uma paciente que faz um acompanhamento muitas vezes até crônico durante anos, mas mesmo assim, é paciente de convênio tem um outro tipo de visão. Tá bom? Então vocês que fizeram essa transição, igual o Eduardo Savi falou que fez, Eduardo Savi, o primeiro médico a se inscrever no RaiMed, eu já falei isso umas 10 vezes, né? Vai, vai ganhar ali um mimo nosso por ter sido o primeiro que, que confiou e vai estar em São Paulo dia 26, 27, 28, vai levar a esposa, que eu tô sabendo. Eduardo Savi falou que já fez a transição. Mohamed Salada falou que fez. Mohamada, Davi Gusmão, seja bem-vindo aqui, Davi, ortopedista, grande ícone da ortopedia. Espero te ver no RaiMed, eu sei que você vai. Muito bom. Alan Sesconeto, eu, Marcela, Patrícia Aguiar, ótimo. A Flávia tá transicionando. O Jorge Luiz falou que já fez. Pessoal, vocês que já fizeram, me fala uma coisa, vocês que já fizeram, a maioria dos pacientes que você tinha de convênio seguiu com você ou não? Poucos pacientes seguiu na tua carteira, me conta o teu caso. Igual eu disse na média, o que os médicos relatam, o que que a gente vê aqui, a maioria dos pacientes não acompanham o médico para o consultório particular. Alguns acompanham, mas eu tô falando de maioria. Então, se eu tinha uma carteira aí de pacientes atendidos de 500 nos últimos três anos, desses 500, nem 50 acompanham o consultório particular, falam você da experiência de você. Tá certo? Vamos ver, enquanto isso eu vou ler algumas perguntas aqui para a gente depois entrar na aula a fundo. Tiago: terminei a residência de psiquiatria há dois meses, então consultora apenas começando, optei por começar em particular, não atende plano de saúde. Tiago, na psiquiatria eu nem cogitaria atender plano de saúde. Psiquiatria é uma das top 5 especialidades mais rápidas de você trazer pacientes particulares colocando o método Médico Celebridade ali. Vamos lá. Eu já atendi, vou ler alguns aqui, Lídia, vamos ver se é Lídia porque desapareceu. Vamos lá. Eu já atendi convênio, mas para atender particular tive que começar do zero, para atender só particular, convênio não vira particular, ou seja, a Lídia aconteceu a mesma coisa do convênio, ficou lá no convênio, particular foi no particular também, vai ter que trocar a base de clientes. Vamos lá. Transição dentro de seis meses a um ano é bem tranquilo. Exatamente que o Davi falou. Tá certo, Carla, essa transição você tem que ter mais mentalidade do que tudo. Eu não gosto de papo de coxa, mas você tem que mentalidade, você precisa ter mentalidade, porque porque não é porque você vai atender particular, colocar uma placa no consultório que vai aparecer um monte de paciente igual a aparecer de convênio. É trabalho de formiguinha, igual ao Davi diz. Entre seis meses, um ano, eu sempre falo três meses para você começar a atender um número razoável de particulares, pelo menos uns sete meses, um número bom, um ano, um ano e dois meses para você conseguir já se estabilizar ali, tá bem de particular. Agora é uma decisão que você toma a vida inteira, se eu continuar com os convênios, gente, tá numa crise viu muito grande, muito provavelmente eles vão até mudar a maneira de remunerar médico, vai o FIFA Servers vai entrar em desuso muito rápido e aí o que que isso significa? Menos receita ainda para vocês que estão envol vendo, escuta o que eu tô falando. Vamos lá. Alan Victor: vale a pena fazer desconto, desconto no particular para paciente que tem convênio? Alan, muita gente faz essa estratégia para conseguir fazer a transição e ela ser menos dolorosa para mim. Vale a pena sim, desde que você cria sua tabela que internamente você pode chamar de desconto, mas não é desconto, você nunca vai falar essa palavra. É condição especial para paciente de convênio. Tá certo? Então você queria essa condição especial para paciente que veio do convênio com você, você falou: “Eu vou começar atender o convênio, minha consulta é tanto, para você que tá aqui comigo tem a condição especial de convênio, porque eu tenho um programa de fidelização de pacientes, se você quiser ver para você o valor é x”. Nunca chama de desconto, mas faça isso no começo para transição ser menos suada, tá bom? Que você já traz um paciente que já te conhece com o valor um pouco menor. Vamos lá, igual Caio falou: difícil paciente convênio virar particular depois que dou o diagnóstico, é um tratamento de excelência, não segue no controle. Alexandre falou que poucos pacientes seguiram, essa geralmente a tônica. O Davi falou que em torno de 20%, ou seja, então ele faz um trabalho acima da média, um trabalho de experiência acima da média, muito bom. Lá no RaiMed você vai poder oportunidade de falar para nós o que que você tá fazendo, Davi. 30% seguiu, o Eduardo Savi, e boa, então tá acima da média também, os que acompanharam é porque tem direito a reembolso, então até aí tranquilo. Vamos lá. Os que tem convênio empresarial não ficam conosco particulares, exatamente, viu, cara. 10% seguiu com ela. Tatiane Bolt, seja bem-vinda, Tatiane, sou seu aluno mais celebridade, aula, eu lembro de você. Alan, se essa caneta, seja bem-vindo. Custo diferente para paciente que veio antigo de convênio, ou seja, a gente já viu nessa discussão, cara, que se você achar que vai atrair um número interessante de pacientes do convênio particular, vai ser muito difícil, só que vale a pena ser transicionar o quanto antes, e aí existem maneiras de transicionar, esta, esta questão, vou voltar aqui o raciocínio com vocês para a gente seguir a aula. Então é o seguinte: todo mundo chega num teto de faturamento, isso é normal, tá? Isso é normal. Ah, só tendo convênio, depender na área, igual disse, clínico, cirúrgico, procedimento x consultório particular. Eu falei para vocês o teto, lembra de um clínico, de um de quem faz procedimento, de quem faz cirurgia. E para a gente passar esse teto a gente precisa criar outras opções. Então, para começar essa aula mesmo, eu vou falar para vocês sobre os quatro perfis de pacientes que a gente identificou, principalmente aqueles que tem convênio e aquele entre convênio particular. Nós estamos falando, pessoal, quando a gente fala de marketing, cobrar mais caro, se tem mais visibilidade, cobrar mais, né? E todo mundo fala: “Ah, isso na medicina? Que feio, cobra mais caro! Olha só, o paciente coitado, não tem nem como pagar, pega 27 ônibus, tá desempregado”. Pessoal, existe SUS, nós respeitamos isso, tem colega teu que quer trabalhar lá, que é o direito dele, tem colega teu que precisa. Que bom que existe, porque senão imagina nós teríamos desemprego na medicina se não existe SUS. Ou seja, tem um perfil de paciente que é esse perfil um aqui, que é um perfil de paciente pobre, é um perfil de paciente que não tem receita e não tem nada de ruim médicos atenderem pelo SUS e você querer optar por uma, pelo uma saúde particular, por um negócio na medicina, cada um no seu quadrado, não tem nem criticar um, também não pode criticar o outro. Então, ganhar mais na medicina faz parte do jogo, tem médico que empreende, quem prende toma risco. Já parou para pensar se eu sou secretária, acontece alguma coisa com ela e ela entra com uma ação trabalhista para você, com você mesmo que ela tem carteira assinada e você pode perder R$ 200.000, R$ 300.000 por conta de algum acidente, alguma coisa que aconteceu? Já parou para pensar que dentro da sua clínica pode acontecer um acidente com o paciente e talvez você vai ter que pagar a vida inteira isso? Já parou para pensar que alguma coisa que aconteça dentro da sua clínica que não seja…

Culpa sua? Mas uma secretária, um assédio que aconteceu no valet, seu nome pode ficar manchado pela vida inteira. Já parou para pensar que, se você faz algum serviço e o paciente entra na justiça, pode pagar uma indenização? Ou seja, você corre muito risco, e quem corre risco merece ganhar mais. Não é possível, com mais risco, eu vou até ganhar menos do que o médico que trabalha na saúde pública. Não, você tem que ganhar mais.

Sabe por que você tem que ganhar mais? Também porque existe gente que vai querer atender um susto, que vai querer ser atendido pelo SUS. Tem gente que vai querer ser atendida por clínica popular. Falando de paciente agora, tem paciente que vai querer atendimento particular. Sabe o que aconteceu comigo esse final de semana? Eu, por dar muitas aulas, já teve aula de eu ficar seis horas numa cadeira. Pelo meu estilo de trabalho, eu desenvolvi uma… começou com uma dor muito profunda na região lombar da coluna. Eu acho que a minha postura, ou sentava errado, talvez faça musculação e nunca fortalecer esse músculo. Eu comecei com uma dor crônica de coluna, procurei bons ortopedistas, fiz exames, até que eles falaram: “Olha, Vitor”, e foi unânime os dois que eu procurei. Um deles era aluno do médico celebridade, o outro era uma grande referência na área. Paguei particular, paguei caro. Tenho um plano, mas paguei muito caro, ele é consulta particular, consulta de 800 reais para mim é uma consulta já mais cara. E eles falaram, foram unânimes: “Olha, você não necessita de cirurgia, o que você tem é um estresse causado aí”. Usaram todos os termos, e um deles me sugeriu que eu fizesse algumas sessões de quiropraxia.

Então fui buscar um quiroprata ali na minha região. Quanto que é a sessão? 150 reais. Vamos fazer. Melhorava, melhorava, melhorava, piorava, melhorava, até que recentemente, isso faz, fazem poucos dias, um colega meu de condomínio falou: “Olha, eu tenho um quiroprata assim, assim, só que ele é caro”. Quanto que é? 350 reais a sessão. Mas se você chegar lá na clínica dele, você vai passar por um scanner, você vai passar por um exame assim, você vai fazer assim a consulta, ele vai, vai ser diferente, vai ficar uma hora com você ali. É, vou aí. 350 reais, ou seja, vamos cobrar 150, outros 350, a gente tá falando de mais de 100%. Eu fui, parece que tirou com a mão a dor que eu tinha, só que a consulta foi muito mais além. Antes de começar essa consulta: “Senta aqui”, começou a desenhar: “Como é que é o seu ambiente de trabalho? Ah, eu sento numa cadeira assim, eu faço assim”. “Ah, é, mostra a cadeira para mim. Tem foto? Não, vamos achar ela no Google”. “Tá, chama aqui, é dessa altura mais ou menos? É qual o seu computador? É esse que que você usa para o computador? Tem mouse? Como é que você olha para ele? Como é que você faz? Como é que você depois chega em casa?” O tipo de cadeira que eu tinha que comprar, a postura que eu tinha que sentar, o computador, a altura que deveria ficar, fez os exames ali que tinha que fazer com alguns equipamentos, me mostrou um 3D da minha coluna, mostrou que não era nada tão grave, mas que tinha algumas regiões que precisavam, precisavam ali dar uma seta encaixada, posso dizer assim como leigo, e pegou e falou o seguinte: “Olha, tá aqui os exercícios que você tem que fazer de alongamento todos os dias, são esses cinco exercícios. Se puder na academia, faz mais isso”. Tudo impresso, falou: “Porque é para essa, para essa região, para essa vértebra, para essa, são esses exercícios aqui. Toma, e agora vamos fazer a quiropraxia”, que dura dez minutos. Fez a consulta, é um pouco mais cara, mais de 100% cara. Agora você coloca no meu lugar, você acha que por causa de R$ 200, uma 150 igual todos que eu fui que só ia lá e fazia a sessão, e é outro que me deu toda essa avaliação, ficou uma hora comigo, além daqueles dez, quinze minutos da quiropraxia, me mostrou como é que eu deveria sentar, que tipo de cadeira eu deveria comprar, quais são os exercícios que eu deveria fazer. Você acha que eu saí de lá, vamos colocar numa balança: triste por ter pagado mais ou extremamente satisfeito por ter pagado mais? Escreve no chat para mim: você acha que eu fiquei triste ou extremamente satisfeito? Eu nem preciso te falar, sabe o que que eu fiz quando acabou aquela consulta, que foi uma experiência? Eu mandei para dois amigos meus que eu sei que visitam, que fazem quiropraxia. Eu falei: “Você tem que fazer com esse aqui”. Dos dois, um eu sei que já agendou, que vai pagar mais um pouco mais caro, um pouco mais caro, um pouco mais caro. Por que que eu tô te falando isso aqui para você? Para contar o meu estado de saúde enquanto dessa aula, tem que manter a postura, para contar o meu estado de saúde, não é para falar que eu pago mais caro nas coisas. “Olha como eu sou rico, olha só”. Também não. Eu te contei essa história para falar que o cobrar mais caro na medicina, ele começa com uma grande questão: existe um número grande de pacientes que querem resolver problemas e ter melhores experiências, e essas pessoas aceitam pagar mais caro porque elas já ficaram desestimuladas em usar o bendito convênio delas, fazer uma consulta protocolar de dez minutos, não resolver o problema muitas vezes. Mas não é porque o profissional é ruim, não, mas o profissional, ele é obrigado a atender em dez minutos, quinze minutos para fazer volume, ou seja, não é muito culpa também no profissional, mas por não dedicar tempo, não soube identificar a causa do problema, só fez o exame, receitou, tirou pedido, como a gente fala, e liberou o paciente, e esse paciente depois desse problema que não resolvido, reaparece, reaparece. Ou seja, existem pessoas que querem pagar mais caro por experiência e resolutividade. Tá certo? E é isso que a gente vai conversar hoje, para a gente encontrar essas pessoas e para a gente criar estratégias que chegam nela, nelas, e que conversam com elas, a chegar no consultório, para gente passar o teto do nosso faturamento. Eu vou ler aqui então algumas eventuais perguntas ou até mesmo conversas aqui no YouTube, pessoal do Zoom. Já, já entra ao vivo com vocês. Vamos lá, pessoal. Alan falou que eu estava extremamente satisfeito. Exatamente, Alan. Então você já entendeu. Sempre você satisfeito, resolveu o problema. Igual a Doutora Lídia falou aqui, esses diferenciais que os pacientes procuram muito bom. Então a primeira coisa que eu quero que vocês anotem, e pessoal, participem. Quando eu falo participem, participa aqui. Eu identifiquei ao longo do tempo quatro perfis de pacientes que podem procurar você no particular, tá bom? Quatro perfis de paciente. Eu vou te falar qual que é o melhor e qual que você deveria focar. O primeiro perfil, não vamos tirar só o perfil do extremamente pobre, o extremamente carente. Essa pessoa, pelo amor de Deus, ela não consegue nem pagar R$ 100 uma consulta. Ela vai para o SUS. Que bom que tem, que bom que tem muitos dos seus colegas que trabalham lá. Ponto. Falando que não tem nada de errado de consultório particular. Primeiro perfil: o perfil do paciente que ele não tem recurso, que ele pode ser considerado pobre, só que ele, para fugir de uma eventual fila do SUS: “Olha, Victor, tá a fila que tá para quatro meses para um neurologista para o meu filho, e ele foi diagnosticado com autismo, e eu preciso correr atrás de alguma solução, porque na escola já tá acontecendo”. Essas pessoas juntam, seja com parentes, seja ela mesmo, junto alguma coisa, e elas procuram clínicas populares ou cartões de desconto, que muito de vocês talvez já fizeram isso no passado. Esse é o perfil um. É gente que até paga particular, mas por uma clínica popular ou porque ele tem um grande desconto, porque ele tem ali algumas associações que dá algum desconto para ele. Ponto. É esse paciente que você vai desenvolver um serviço no seu consultório? Não. Tem gente que já tem dele, tem muita clínica popular fazendo um bom serviço, tem muito médico que tem esse foco na clínica, mas não é o teu foco, tá bom? Paciente dois: a paciente classe média clássico, é aquele que tem um convênio empresarial. Muitas vezes, este paciente, ele usa o convênio 100%, ele usa o convênio para internação, para consulta, para cirurgia, preventuais procedimentos, ele não usa sem seu convênio para quase nada, tá certo? Aí nós temos o quatro, o terceiro perfil, que esse em azul aqui, que é esse, o perfil que você tem que focar no seu consultório, porque são pessoas que já são de classe média alta ou até consideradas ricas, uma, duas, por exemplo, não são milionários, olha, são ricas, multimilionários, né? Elas são milionárias, mas é um multi, multi. São pessoas que geralmente elas são pacientes, ele está disposto a pagar mais caro para fazer uma consulta para alguém que vai resolver. Então ele tem um convênio, mas ele está disposto a pagar o particular para esses médicos. O que é complicado com esses pacientes é na hora de fazer internação, aí ele quer fazer pelo convênio também, a não ser que você for a maior referência, a maior referência, ele queira você, mas na maioria dos casos você trata com cirurgia, ele quer fazer internação pelo convênio mesmo, aí é difícil, e até mesmo a cirurgia muitas vezes é pelo convênio, mas esse tipo de paciente aqui é o melhor para você lidar. Eu vou te falar que são eles e como a gente chega até ele. E nós temos o quarto tipo, que são os muito ricos, a elite da sua cidade. Então essa elite que você vai focar, porque, porque ela é escassa, primeiro, segundo, porque ela já tem um médico de família há anos, geralmente é um médico que acompanha a família, que é quem vai dar o aval, e ele, e esse paciente, ele vai procurar mais profissionais pelo relacionamento. Então a gente frequenta o clube que ele tá, a igreja que ele frequenta, a Maçonaria, onde é que ele tá, ele tá, ele tá envolvido com alguém que ele vai dar prioridade para essas pessoas aqui, tá certo? Ou ele vai procurar o melhor do melhor do melhor, mas é um público escasso. Então a gente tem que focar no que, nessa classe média mais alta, e essa classe média mais alta depois a gente vê muito são três públicos que contemplam essa classe média mais alta: público de profissionais liberais, de empreendedores e de executivos. Como assim? Advogados, engenheiros, dentistas, médicos. Quantos de vocês atendem muitos colegas? Escreve para mim aqui se você atende muito colega. Falei: “Eu atendo colega médico, fisioterapeutas”. Então são pessoas que são profissionais liberais, advogados, engenheiros, arquitetos. São pessoas que ganham acima da média, geralmente ela não ganha um salário mínimo ou dois, ela ganha dez salários mínimos, quinze salários mínimos, é a profissão dela, é um negócio também. Segundo o público, o público de empreendedor é o profissional que tem uma lanchonete grande, um restaurante, tem uma loja no shopping, tem uma hamburgueria, tem uma loja de roupa, é um profissional que tem um mercadinho, tem uma quitanda já grande, tô falando de faturamento de milhões, mano. São pessoas que têm uma gráfica na cidade, pessoas que trabalham, que tem uma agência de publicidade, pessoas assim como Vitor que tem a empresa dele, o Grupo Médico Celebridade que vocês estão vendo aqui agora, que tem funcionários, profissionais que tem concessionária. São pessoas que estão muito bem de vida porque tem negócio, tá bom? Não é aquele que tá começando, tem um negócio pequeno, é um negócio aí já tem mais de dez funcionários e tá na casa dos milhões, anos de faturamento. E o terceiro público são de executivos, pessoas que trabalham em grandes empresas, que exercem alguns cargos, não precisa ser diretor, mas são coordenadores, gestores, gerentes dessas empresas e ganham aí acima dos seus sete, oito mil reais, dependendo da região, quinze, vinte mil reais. São essas pessoas que tem condição de pagar particular e geralmente pagam. Esse é o público três, gente que apesar de ter convênio, paga também particular. Faz sentido para vocês? Então é partida aí que nós vamos buscar esses pacientes do RaiMed, tá certo? Vamos lá. Eu vou ler aqui algumas, algumas coisas, já tem de vários colegas, igual a Marcela falando: “E esse geralmente médico sempre fala que atender muito particular, foca no nicho médico, começa a entender bem colega, vai falando para o outro, faz tabela especial para colega”. Que vai, Doutora Lídia, na minha cidade. Cara, deixa eu te falar uma coisa então, a frase que eu leio para minha vida, que é: “Não faça de graça a única coisa que você sabe fazer e que você cobra para fazer”. Mas vai falar para mim: “Não, mas eu acho que é quem aqui?”. Aliás, quem é que cobra de colega? Fala: “Eu cobro, nem que seja com um pouco de desconto”. E quem não cobra? Eu falei: “Eu não cobro”. Quem não cobrar aqui, eu vou mandar amanhã minha esposa visitar você para fazer procedimento, vou mandar todos os alunos do Método Celebridade, vou encher tua agenda de colegas, você não vai ganhar nada. Vamos ver quem é que cobra, quem não cobra. É igual Eduardo Xavier, atende muitos produtores rurais. Ótimo, então tá ali no microempreendedor, produtor rural, é uma categoria ótimo para a gente atender. Sabia que Eduardo, muitos, muitos médicos que tratam vascular, varizes, como você, falam para mim que esse é o melhor público que tem. Você não foi o primeiro, André. Eu cobro. Fátima, eu cobro. Eu não cobro, mas encaminha os familiares e outros pacientes. Legal. Eu cobro, mas sempre fico um sentimento de culpa. Deixa só falar uma coisa para vocês é para pensar. Cada um faz o que quer, cobra, não cobra, mas deixa eu falar uma coisa para você, eu faço questão de pagar para as pessoas porque vão colocar numa balança, se você não cobra do seu colega é uma, é um gesto de gratidão, é um gesto de camaradagem. Não cobre do colega se ele não te paga, é um gesto de desvalorização do seu trabalho. A única maneira que ele pode falar obrigado, realmente valorizar, é pagando. Não tem outra maneira, então outra maneira é pagando. Então, entre ser camarada de um lado e o outro te desvalorizar, a gente precisa encontrar o meio termo. Essa é a minha, é a minha visão. O seu trabalho é a única coisa que gera receita. Esse é o colega, deveria ser o primeiro, igual ao teu familiar, deveria ser o primeiro a valorizar, tá bom? Então essa é a minha visão. Mas vamos lá, qual o valor cheio? Davi, Fátima cobra, Alexandre, eu cobro, eu cobro com desconto somente amigo mesmo, que não né, cara. Ou seja, todos falam, a maioria na verdade fala que cobra. Eu de vocês cobraria. Eu sempre falo ali no Médico Celebridade, a gente fala bastante, não é? Eu vou falar, você vai ver, a gente cria uma tabela de condição especial, que é como se fosse a tabela de para valorizar o seu cliente. Nessa tabela tá: paciente que veio comigo do convênio, tá aqui a condição amigo próximo, tá aqui familiar, colega médico, tem uma condição especial, mas nunca é de graça, porque eu cobrar sabe que que o médico ele não, ele não enxerga na maioria das vezes, ele, ele confunde muito a finança pessoal com a finança do consultório. Então vamos supor que a consulta fosse R$ 300. “Ah, eu não cobrei, deixei de ganhar 300”. Não, você só não deixou de ganhar 300 não, meu amigo, não foi. Ele pensa assim: “Ah, deixei de ganhar os 300”. Então se hoje eu atendi R$ 2.000, era para ter saído com 2.300. Mas tudo bem, na verdade que você teve foi um prejuízo, você teve um prejuízo porque cada minuto do seu consultório, isso se chama taxa de sala, tem um custo, cada minuto tem um custo. Se eu fiquei meia hora com um colega, porque com um colega aí que você vai ficar muito tempo né, você vê quem são amigos em comuns, esses trinta minutos, quando um colega deixa de pagar, deixa de pagar, aí que eu quero que você entenda essa chavinha, quando um colega teu deixa de pagar, não é o dinheiro que você deixou de ganhar, é um prejuízo que você assumiu, se assumiu um prejuízo que a hora do seu consultório custa R$ 50 a hora, não minuto, por exemplo, aqui é um exemplo, custa R$ 10, por exemplo, você ficou meia hora com ele, você faz dez vezes trinta, não é que você deixou de ganhar R$ 300, você ficou com menos 300 no seu balanço, você vai ter que correr atrás dos prejuízos depois, de alguma forma. Então não é pensar naquilo que eu deixei de ganhar, não, você tem que pensar naquilo que gerou prejuízo, e é grande. Tá, então teu colega, o teu familiar, gente, toda vez que uma prima sua chega para você e pede para você fazer: “Ah, faz de graça para mim isso aqui”, ela deveria ser a primeira a falar: “Prima, eu vi o tanto que você sofreu para chegar até onde você fez. Eu lembro quando você quis entrar no vestibular de medicina, que a família, ninguém te apoiou e assim, assim. Eu lembro quando aconteceu isso, conta com sua consulta”. Ela tem que ser a primeira que ele pagar. Seu colega deveria fazer o mesmo. Então não era assunto da aula, vão mudar aqui, mas é só para você entender que a balança não é o que eu deixo de ganhar, é aquilo que de forma tangível você pede quando você não cobra pelo seu atendimento, tá bom? Vamos lá, eu até falo para vocês, vamos entrar aqui nesse mérito para a gente continuar. Eu sempre falo para vocês assim, um dos três grandes pilares para você ser um médico que cobra acima da média, onde muito sucesso na sua área, Network, é eu virar assim, falar: “Olha o Davi, o Davi é o melhor ortopedista aqui da cidade, quadril, vai lá agora”. Aí você fala: “Mas você não é ortopedista também, Vitor? Mas o Davi é o melhor, vai lá fazer a cirurgia”. A Márcia Holanda vai lá com ela, era melhor. Quando seu colega te indica, não tem como você, se você criar uma rede gigantesca de relacionamento com colegas, você vai viver de consultório particular a vida inteira. E eles me perguntam: “Mas como que eu cresci Network?”. As pessoas acham que é pegar e falar assim, aquela cartinha que todo mundo manda, cara colega, eu acabei de chegar aqui na cidade, eu vou atender tal coisa, eu sou um pediatra, e caso você tenha pacientes, pode me encaminhar. Ou: “Ah, eu vou pedir, não vou mandar no grupo lá, tem um grupo de médicos da cidade que fazem plantão, eu mando ali, ou vou pedir para um amigo meu apresentar”. Sabe qual que é melhor estratégia que até hoje eu já ouvi de uma médica que falou no podcast no Médico Celebridade, Cash para mim foi perfeito, e que eu sempre falo isso aqui, faz uma lista de possíveis colegas podem te encaminhar. Como assim, Vitor? Olha, você não é ultrassonografia, só ginecologista, ginecologista da sociedade são os melhores, não são, são. Olha, você não é um cirurgião plástico que trabalha com reparadora, sou, então o cirurgião do aparelho digestivo são os melhores para você, não são? Você não é um nutrólogo, sou, os clínicos gerais talvez sejam os melhores aí para você da sua cidade. Faz uma lista com todos esses colegas que são potenciais indicadores. Então você vai fazer uma lista, dependendo a cidade, vai ter muito aí, você faz por prioridade, quais são mais perto, quais atendem o tipo de paciente que eu atendo, faz essa lista pensando em colegas que podem te indicar. Será que eu sugiro, pega, eu chamo de dízimo do Network, todo mês separa uma verba para você pagar uma consulta particular por mês desse seu colega. Então você vai chegar ali no Luiz, tá, que o Luiz Teixeira vai chegar e fala assim: “Ô Luiz”, ele vai te amar no consultório achando você é paciente. Ele falou: “Olha só, você, você tá aqui com a sua queixa, não, Luiz, deixa eu te falar uma coisa, eu acabei de chegar aqui na cidade, eu já tenho um consultório aqui na cidade, a minha especialidade complementa a sua, e eu sei que você indica muito colegas para ela, eu fiz questão de pagar a consulta porque essa é uma, é um, isso é um hábito que eu levo comigo desde formação, que é valorizar o teu trabalho, eu fiz questão de pagar, mas só para estar aqui para te falar prazer, para a gente bater uns dez minutos de papo para eu te explicar o que que eu faço e como eu faço para você ver que faz sentido, e caso um dia você queira indicar as portas do meu consultório estão abertas”. Assim como eu, como eu também se souber indico a sua. Primeiro que o seu colega vai olhar aqui, ele vai falar: “Nunca vi isso acontecendo na minha vida, alguém me pagar a consulta para falar isso, essa pessoa é especial mesmo, ele foi lá e pagou, ele não foi igual propagandista, não ficou batendo na porta do meu consultório sem ganhar nada, ganha duas amostras grátis e fala que tá bom e tchau, eu perco meu tempo”. Ela me pagou, sabe que essa médica fez? Ela ficou dois anos fazendo isso, uma vez por mês, um médico, uma vez pagava. Então que eu chamo esse dízimo Network, Vitor, o trem tá feio pro meu lado, não tem esses 300 sobrando todo mês, faz a cara dois meses, mas faz, Alice faz isso intencionalmente para você ver, e eu vou te falar uma coisa, a maioria dos seus colegas que vão ouvir isso eles vão falar assim: “Ó, vai recepção, nós vamos devolver o seu dinheiro”. Ele vai gostar tanto de você que ele vai falar isso entre nós, se for com vocês, você não faz isso, não foi tão tempo ali, mas é só uma dica aqui. Vamos lá, eu cobro mais barato familiares, mas não costuma atender de graça, e não deve, porque você tem um custo fixo, no mínimo um passo. Saiba quanto custa o curso fixo e eles pagam seu custo fixo. Vamos lá, vamos voltar aqui na aula então. Falei para vocês os três principais públicos do RaiMed. Quem são eles e como que a gente deveria chegar e o porquê que você deveria focar nesse público para você efetivamente cobrar mais caro e chegar nesse público. Uma coisa que a gente tem que levar muito em consideração, falando desse público em específico, são que essas pessoas… você já parou para pensar o quanto com profissional liberal trabalha? Você conhece algum outro um médico que trabalha menos de oito horas por dia? Eu não conheço, não. Você conhecer porque a vida dele tá boa, tá feita. Você conhece alguém que tem um pequeno negócio, um agricultor, um dono de agência de publicidade, um dono de mercado que trabalha menos que oito horas por dia? Você conhece um executivo que trabalha menos de oito horas por dia? Um gerente? Não existe isso, não existe. Então a primeira coisa que você tem que fazer é entender que os horários que você vai estar presente nas suas mídias sociais, na hora de fazer conteúdo, são horários que essas pessoas também estão descansando, por isso que é fundamental aos domingos você tá presente na mídia social, que a hora que essa pessoa descansa, por isso que é fundamental à noite você tá presente, fazer uma live. Você vai falar: “Você é escravo, mas é a vida”. Então já começa daí, quem são esse público, como que a gente encontra. Outra coisa, até falei para vocês na primeira aula do RaiMed, você vai parar de fazer conteúdo para todo mundo. Então se eu for falar, por exemplo, varizes, já que tem o Savi aqui, eu vou parar de ficar falando assim: “Tratamento de laser para varizes, como é que funciona? Funciona assim, funciona assado”. Tratamento de laser para varizes para mulheres que trabalham mais de oito horas por dia, que são da área da saúde, que vi que ficam muito tempo sentado, muito tempo em pé, que tem uma vida agitada porque cuida também depois dos não dos afazeres domésticos, mas do gerenciamento. A gente sabe, ser a médica sabe do que eu tô falando. Muitas vezes você tem uma babá, tem uma empregada, tem uma doméstica, alguém que faz alguma coisa, só que fica na, todo mundo te cobra, você que gerencia sua casa, você que sabe o que tem que comprar, o horário dessa babá, que faz o pagamento dela, ou seja, tua vida é um caos, dentro do consultório você consumida por ele, dentro de casa se é consumido pela casa, não tem tempo a você, e aí chega o Eduardo falando: “Tem um tratamento de varizes, um protocolo que ele é rápido, que não necessita de cirurgia, que no mesmo dia você pode voltar para trabalhar, que não deixa marcas e nem cicatrizes, e que você pode, que você pode fazer depois um acompanhamento mais espaçado”. Mas fala isso aqui é para mim, mas por quê? Porque o Eduardo teve essa gastridade de se comunicar com esse paciente desde o início, e é isso que eu quero que você tem essa gastridade de se comunicar com esse paciente desde o início, tá certo? Vamos lá. Se acha que a competência custa caro, experimente a incompetência. Quem aqui já comprou alguma coisa que se arrependeu porque ela foi mais barata do que a média e no final você teve que comprar o mais caro do mesmo jeito que não resolveu? Eu vou te falar uma coisa, eu não sou aqueles que compram tecnologia de vanguarda, eu geralmente tem, né, uma teoria que fala sobre ele, ele adota, são pessoas que geralmente assumem risco, e toda vez que tem uma tecnologia nova, alguma coisa disruptiva, eles vão lá e compram, aí depois que esse produto entrou numa maturidade, vem o segundo grupo de pessoas que vão comprar só quando tá maduro, só quando já sente segurança. Eu sou esse tipo, por mais…

Que pareça que não sou esse tipo. Você não tá vendo, mas eu tô aqui com um computador da Apple fazendo aula. Tô com três iPhones aqui na mesa: um da empresa, dois mil, dois meses. Tenho Apple Watch, tem praticamente tudo da época, mas só aquele que demora muito para comprar e o fone de ouvido. Zé podes, eu demorei muito para comprar, pode, demorei anos para comprar. Por mais que relativamente são baratos, mas eu ficava: “Não, não preciso disso”. Aí eu comecei… um dia eu vi o pessoal na academia com fone de ouvido sem fio e falei: “É, porque antes eu ia correr, eu ia correr na esteira… confio você quer saber, eu vou comprar um fone de ouvido”. Aí eu comprei de uma marca que custava R$ 200, e quanto é? Pode, de 1.500. Falei: “Isso aqui que eu preciso”. Fone de ouvido. Um mês depois, fone descolou. Fui lá, comprei outro, mesmo preço, R$ 200. Um mês depois de correr tanto na esteira, fone quebrou. Fui lá e comprei um terceiro, de uma outra marca, de R$ 200. Quebrou. Passou um mês e meio, talvez; ou seja, em menos de seis meses eu já tinha comprado três fones. Até que eu comprei um iPod, só que isso faz no mínimo uns três anos. Eu uso ele todos os dias, eu corro todos os dias. Eu já tinha gastado praticamente o preço que eu paguei nele com similares; pelo menos metade tinha gastado. Se eu continuasse nessa toada, eu teria gastado muito provavelmente o preço de um carro já em fone de ouvido, pelo amor de Deus. Mas não comprei um que me solucionou. Você, a partir de hoje, tem que se enxergar, começar, pode. É quem soluciona de vez. E para solucionar de vez, não tem como se você não emergir na dor e na experiência desse seu paciente. Que é sobre isso que nós vamos falar.

Tá certo. Então, toda a temática da aula é sobre isso. Então, papel e caneta na mão. Dia 26, 27, 28 de maio em São Paulo, eu vou fazer um evento chamado Remédio, que eu vou ensinar 21 estratégias e protocolos para você ser um médico – vai, médico – que eu chamo aquele que atrai paciente de high ticket, paciente que pagam no particular mais caro do que pagariam para a média; ou seja, se tornar um médico mais caro da sua região de atendimento, na sua especialidade, ou um dos mais caros. Dentro dessas estratégias, eu vou trazer uma aqui que ela nem vai ser falada lá, é uma especial aqui para você, que é o protocolo MAN. É um protocolo que eu criei depois de observação com muitos médicos, principalmente médicos celebridades, que se tornaram médicos. Como é que eles conseguiram chegar a cobrar mais caro? E aí eu desenvolvi esse protocolo MAN, que ele tá em um círculo. O que que é protocolo MAN? Método, Experiência, Nicho. Quero que você preste muita atenção nisso: método, experiência e nicho. As aulas para mim, Vítor, o que então é método? O que é experiência e o que é nicho? Vamos começar aqui por método. Quem de vocês conhece esse cirurgião plástico brasileiro, Dr. Maurício de Maio? Quem é que conhece? Ah, eu conheço. Não precisa ser pessoalmente, mas já ouviu falar. Tá certo. O que que acontece? O Maurício, hoje, ele é um dos cirurgiões talvez do mundo mais bem pagos. Lembra desse método MAN aqui que eu falei para vocês, que é uma das maneiras de você… existem várias. Essa é um protocolo, é o protocolo MAN para você cobrar mais caro. O Maurício de Maio, ele fez o primeiro aqui, que é um método. Então, esse protocolo ele é dividido em três partes. O Maurício de Maio foi um dos exemplos, eu posso te dar aqui, passar o dia falando exemplos de médicos que utilizaram um desses pilares desse protocolo MAN, que é o protocolo do método. O que que o Maurício de Maio fez? Ele criou um método chamado MD Codes, que basicamente codificava pontos na face e por preenchimento, que muita gente pode até chamar de harmonização facial. Ele, o dentista, harmonização facial, o dermatologista até arrepia, uma origem demais. Foi lá e criou o método. Ele falou: “Olha, eu tô vendo muito colega meu preenchendo, meto preenchendo a região das olheiras, preenchendo a mandíbula, preenchendo isso e aquilo. E se eu criar um método de onde nós vamos praticamente escanear o rosto e saber exatamente o que que a gente deveria preencher, qual o volume, qual a profundidade que a gente deveria dar nesse preenchimento para que o paciente tenha uma, um melhor resultado?” Que uma área de Maio fez aqui, ele criou um método, que é o primeiro pilar que quem quer cobrar mais caro deveria fazer utilizando esse protocolo do MAN. Existem outros, mais de 20 protocolos. Esse é um deles. Vitória, eu não quero criar método, então você não utiliza aqui. Eu só tô trazendo na aula um protocolo, que é um protocolo também. Então, a primeira coisa: se você criasse um método seu… mas eu falo assim: “Mas como assim, Vitória? Não sou cirurgião plástico, não sou de Maio, nem estética”. Eu trabalho… protocolo, que é protocolo. Geralmente tá mais ligado a estética, não existem protocolos cirúrgicos, existem protocolos também clínicos. Não existe… e a gente fica pensando que é só estética. Mas o que eu quero te trazer, o que eu chamei aqui de protocolo, pensa em método é você em qualquer área. O senhor ortopedista, ótimo. Então você vai, ortopedista, você vai fazer o exame, uma avaliação, anamnese oral, não vai? Vou. Depois você vai fazer toque, muito provavelmente vai fazer o exame de provador, depois você vai fazer o exame físico, né? Depois, provavelmente você vai pedir um exame, depois vai fazer assim… só que você também vai fazer mediante a isso um tratamento conservador com esse paciente, utilizando acupuntura ou pilates ou quiropraxia ou o que seja. Ótimo. Você poderia criar, igual eu criei aqui no método MAN, o protocolo MAN. O que que eu criei? Não sei se ficou claro para você, mas é um anacronismo; ou seja, o M de método, o E de experiência, o N de nicho. Vira MAN, certo? Você vai lá, cria um método assim ou chama de um outro nome, independente da área. Você pega um protocolo já validado, insere um outro serviço que você já faz, uma outra abordagem que você já faz e que dá muito certo. “Ah, Vítor, mas precisa ter protocolo, precisa ter entidade, a gente precisa treinar em escala, fazer em escala”. Olha só, você se sente seguro, você tem resultado? Essa grande questão. Você poderia criar com outro nome agora, só não seja tão comercial, tipo o método bumbum empinado, o método diabetes zerada, porque aí você vai sofrer um processo ético legal, porque não existe, não tem como zerar diabetes. A cura da diabetes 100% não existe. Faz um protocolo com algum nome, é um método, né? Geralmente médicos que conseguiram ir para um outro padrão de de receitas são aqueles que começaram a dar nome para os seus atendimentos, coisa que eles já faziam, mais sentaram e deram um nome. Tá certo? Então, por isso que eu chamo de protocolo MAN. Método é uma das primeiras coisas. “Ah, não quero fazer isso”. Então vamos fazer as outras. Escreve para mim aqui: quem aqui tem algum método que já faz, mas que não deu nenhum nome? Alguma maneira que você já faz diferente dos seus colegas? E vamos aqui fazer um brainstorming, todo mundo de possíveis métodos que você poderia criar. Escreve para mim aqui no chat possíveis métodos que você poderia criar. Temos aqui, por exemplo, Milena Franco falando que conhece. Seja bem-vinda, Milena. Deve ceder mato, ou seja, plástica. Seja bem-vinda. Daniel Carmona, conheço ele. Ótimo, Daniel. Vamos lá. Vou aqui ver, vamos aqui ler mais perguntas enquanto vocês falam para mim. Então, criação de método é uma das coisas fundamentais para quem quer viver de consultório. Por quê? É igual quando eu chego e falo: “Médico celebridade”. Eu poderia falar: “Um curso de marketing médico”. Não, é um método, médico celebridade, que ele é único, exclusivo meu. Logo, seu evento para você, um curso de marketing médico custa tanto. Se eu vendo um método celebridade, ele custa três, quatro vezes mais. Tá bom? Olha só, a Tânia tem método para insônia, para enxaqueca. Aí, Tânia… mais uma vez, você não vai colocar assim: “Insônia curada”. Isso não existe. Agora, por exemplo, Tânia Costa Milano, o método TACO, que é de Tânia com Costa, o método tá… insônia. Tô dando um nome aqui que até pejorativo, mas só para você entender: você começa a falar sobre esse método, cria vídeo sobre ele. Toda vez que a gente cria um método, já vou ensinar uma coisa para vocês em marketing que eu demorei para aprender. Isso foi fundamental. Isso se chama mecanismo único. Pensa comigo que eu chego para você aqui agora e falo o seguinte: “Pessoal, olha só, Tânia, você escreveu o método dormir bem”. É interessante que ele tem um nome diferente, um nome que as pessoas nunca ouviram, um nome que seja disruptivo. O dormir bem, ele é mais uma promessa do que o nome de um método, entendeu? MD Codes, MD Codes é um método, diferente do que a promessa. A promessa de ficar harmonizado, de ficar mais belo, isso é promessa. Então, é interessante você cria um método do tipo dormir bem. Então vamos lá, fala para mim, Tânia, eu tô fazendo uma sessão aqui com você. Fala para mim dentro do seu protocolo o que que você usa para fazer um paciente dormir bem. Escreve para mim aqui para a gente, para a gente fechar essa questão de nome. Vamos lá, doutora Lídia. Eu tenho um método para cirurgia de endometriose, sequência de diagnóstico, tratamento individualizado, complemento de práticas integrativas, inclusive para pacientes fora de São Paulo. Muito bom. Então, o que que você pensa em dar de nomes? Já me falou mais ou menos que você faz. Vamos lá, Tânia, escreve para mim tudo que você faz aqui nesse seu tratamento para insônia para eu te ajudar nessa questão de nome, e aí vai servir para todo mundo, tá? Vai ajudar todo mundo. Por exemplo, a Márcia falando na Pediatria. Márcia, vem comigo. Vamos supor que um paciente… ela tá sofrendo muito por conta do sono do bebê. Não tô dizendo que você quer focar nisso, mas é só um exemplo, no sono do bebê. E você desenvolveu o método para sono do bebê, que ele é composto por ambiente, rotina e stress da mãe, controle de stress da mãe, que é só um exemplo, tá? Eu sei que não é assim, mas vamos supor. Então, ambiente, rotina, estresse da mãe. Então, tem a letra A, eu tenho a letra R, eu tenho a letra R, C, método C de sono para o bebê. O método C foi desenvolvido depois dos meus mais de 20 anos de experiência na Pediatria, que eu vi que umas grandes queixas que mães tinham, principalmente mães que trabalham fora, assim como vocês, já entra no público, lembra? Tem que… eu chego em casa e o meu bebê ele passa a noite inteira acordando, isso tá me prejudicando muito no trabalho. Por isso eu criei um método C, que basicamente é… a gente tem que trabalhar primeiro pilar, o stress da mãe; segundo pilar, o… eu falei o… ah, não, o ambiente é a… não é, mas a gente pode encontrar um sinônimo para ambiente que tenha a letra E. O ambiente, sinônimos… vamos ver se tem algum que que tem a letra E. Ambiência, atmosfera, esfera, sigo, espaço. Olha só, já queria método SER, o invés de SER, o A é espaço, porque ambientes passa a mesma coisa, é o quartinho. Como é que tá a luz, a temperatura? E aí, o R é a rotina que é criada. Então nós temos que trabalhar esses três pilares no consultório. A primeira consulta é o foco no pilar S, que é o pilar estresse da mãe. Por isso, diferente uma consulta pediátrica. Quando você vem aqui e participa do protocolo SER para bebês que dormem mais, nós vamos ficar uma hora investigando como é que é só, como é que tá seu estresse, como é que nós vamos trabalhar para diminuir ele, porque senão seu filho… isso faz… gente, aqui eu tô sendo pouco científico, tá? São um exemplo. Não vai falar para mim na literatura, não fala nada com esse estresse da mãe está relacionada ao som do bebê. Aqui eu tô dando exemplo. Se tiver, é ótimo. Então já dá para criar, você entende? Então, método é uma das primeiras coisas que te diferencia dos seus colegas. Porque vamos lá, vamos lá, eu vou ser aqui… primeira coisa que você deveria pensar no seu marketing a todo momento: como é que eu não sou percebido como uma commodity pelos meus pacientes? O que que commodity? Se todos os meus colegas fazem uma coisa chamada consulta pediátrica, logo os pacientes eles conseguem entender que consulta pediátrica tem um valor na cabeça deles. Isso se chama… chefe, tem um valor na minha cabeça o que a consulta pediátrica? Eu já conheço alguns pediatras que são chefes, min… agora, se eu criar algo novo e o paciente não consegue ter uma referência de preço, logo eu consigo cobrar um pouco mais alto. Sabe quando o barbeiro parou de chamar, parou de chamar cabeleireiro, passou a chamar barbeiro? Sabe quando o hot dog parou de chamar hot dog, passou a chamar cachorro-quente gourmet? O hot dog gourmet é disso que a gente tá falando. As pessoas pedem a referência. Por um certo momento a gente cobra mais caro. E eu vou te falar uma coisa psicologicamente: anota isso. Todo médico que passou a desenvolver métodos, seus protocolos, chamar de nome, ele sente que ele tem uma responsabilidade um pouco maior. Porque, porque o que acontece na medicina? E aí, me desculpa, mas todos vocês se escondem na zona de conforto. “Bom, todo meu colega faz uma consulta pediátrica, eu também vou fazer”. Mas eu tô te falando, isso não dá para você cobrar mais caro de uma coisa que todo mundo tem referência. “Não, Vítor, mas eu faço porque foi assim que eu aprendi. Eu só, eu só tiro o pedido, paciente chega, eu faço igual todo mundo faz”. Ah, legal, então você faz igual todo mundo faz, você, todo mundo ganha. Porque que você não usa? Porque você não sai dessa zona de conforto? Porque ao invés de chamar consulta, você não, você não coloca um protocolo nessa consulta? Passa mais tempo. Ao fazer isso, você cria uma responsabilidade interna tão grande de estudar mais, de se atualizar mais, de entregar um serviço um pouco mais elaborado que isso, no final das contas, é questão de meses, você acaba sendo um profissional melhor porque você simplesmente saiu da zona de conforto e não querer oferecer aquilo que todo mundo oferece. O que que legalmente você não pode falar? Isso, isso está no artigo 8 do manual de publicidade médica. Nesse artigo 8 tá lá: você não pode falar que você é o único que faz tal coisa. Então, uma coisa é você fala assim: “Olha, sou o criador do MD Codes”, Maurício de Maio fala isso para todo momento, mas ele nunca fala: “Eu sou o único que faz”, porque isso é contra as regras. Tá bom? Então, aí legalmente como é que funciona? Você não vai poder ficar falando que você é o único que faz, mas que você tenha criado. Agora, “Sou o criador, eu faço isso”. Paciente vai perder referência. Tá bom? Vamos lá. Vou aqui seguir. Tânia falou para mim que faz: higiene do sono, diário do sono, revisão de hábitos, diário, medicação. Por último, um, dois, três, quatro: higiene, diário, revisão e medicação. Você pode fazer por anacronismo, que é você pegar e montar uma palavra. Você vai pintar uma palavra com essas, tipo H do higiene… aí já viram método… você pode criar, por exemplo, quatro pilares. Então não é uma consulta, não sei se você otorrino, é neurologista, mas é uma consulta com neurologista, é uma identificação e resolução dos quatro pilares da insônia, que é o que eu chamo de quatro… é do sono. Vamos lá, só no profundo. Então são os quatro pilares do sono profundo que a gente tem que entrar. Você já vai criando alternativas para apresentar. Isso é só secretária, eu quero saber se tem consulta com a doutora, consulta para insônia. Primeira coisa que eu tenho para te falar que isso aqui não se trata de uma consulta comum. O que a doutora faz não é uma consulta que está acostumado, é uma sessão individualizada para regular o seu sono utilizando o método dos quatro pilares do sono. Por isso essa consulta, que você pode chamar de consulta, demora um pouco mais do que o convencional. Ao invés de demorar aqueles 20 minutos que vai muitas vezes é só te dar um remédio, nós vamos ficar durante… você vai ficar durante, geralmente uma hora e dez minutos conversando com ela. E essa, por não se tratar de consulta, tem um preço mais elevado. Mas talvez você já tenha procurado outros médicos, outros remédios, até tratamentos alternativos e sabe que não resolve. O que a gente busca aqui é tentar resolver. Para isso, ela vai ficar horas investigando o que tá fazendo você não dormir. Me fala uma coisa: você não dormir bem tá te custando produtividade? Você tá deixando de… você tá chegando cansado na sua empresa e isso tá te deixando estressado porque você sente que você podia entregar mais. Tá. Então o valor dessa, dessa nossa sessão aqui, você pode ter certeza que… você tem que ver como investimento. Só secretário tem que saber vender, tem que ser ver como investimento. Porque quanto não custaria você sem produtivo? Quanto que custaria você sempre produtivo? Tô falando talvez de milhares de reais por mês ou até por ano, muitos milhares de reais. Fica no seu critério que agendar. E assim a gente vende, né? Então é… a Tânia falou que é psiquiatra, então foi, foi profundo aqui, boa, é Tânia. Ou seja, a gente falou desse primeiro pilar aqui, que é o pilar do método. Isso te diferencia. Agora eu já vi ela no meu… que eu falo disso aqui, aí ele vai, ele cria 10 métodos de uma vez. Não foque em nenhum, não é um método, um método só, um método para um serviço e que você não pode existir, né? Porque… “Ah, então entendi. Então eu vou lá gravar um vídeo falando do método, vai lotar minha agenda”. Não, meu amigo, é construção. Você tem que fazer muito conteúdo falando desse método, você vai ter que fazer artigos, tem que pagar blogs falando desse método, você vai fazer vídeos para o YouTube, mas em questão de meses isso chega nas pessoas. Tá certo? Mas não é porque falou uma vez também que lutou. Então vamos lá. Camila, emagrecimento e saúde integrativa. Vem comigo, Camila. Que para você vai dar certo. Eu falei para vocês que uma das principais coisas que eu demorei para entender no marketing é uma coisa chamada mecanismo único. Eu quero que você entenda que vai servir para você, mas vai servir para todo mundo. Se eu chegasse e falasse assim: “Gente, vem cá, todo mundo, eu criei uma consulta que te ajuda emagrecer”. A pessoa fala: “Não, como não te ajuda emagrecer? Faz o particular aqui”. Aí alguns passeios lá: “Eu quero emagrecer, eu pago R$ 300, 500”, mas não tem uma coisa única para ele olhar e falar: “Nossa, é isso que eu precisava, isso é novo, isso é sedutor”. O mecanismo único é quando alguém chegou e falou assim: “Olha, vem cá, eu queria uma consulta para você emagrecer que ela é baseada em um método detox”. A pessoa… vamos supor que isso foi há 15 anos, eu nunca ninguém tinha ouvido falar. Aí o paciente: “Olha, que método detox? Que coisa é essa? Nunca ouvi falar”. Charlatanismo, não. “Método detox é o seguinte: suas células, seu sistema linfático…” Aí eu não sei quem, quem é técnico vai saber falar para mim, geralmente essas áreas estão como se fosse uma lixeira, elas estão surdas. A gente precisa limpar, a gente precisa desentupir, a gente precisa fazer uma faxina geral. Só assim você consegue emagrecer, porque aí você vai lá e fala da versão científica. Isso chama uma consulta detox e ela custa R$ 1.200. A gente tem agendas para só para o próximo mês. Ela é uma coisa nova, mas que vai te ajudar a resolver esse problema. Então, se você já fez dieta, o que que adianta fazer dieta? Aí paciente já fez dieta, já… qual a dieta? Na sopa. “Fiz dieta, mas não adianta”. Se você nunca parar de pensar que não adianta você fazer dieta se você não desintoxicar o seu corpo. Por isso te oferece… a gente criou esse método detox. Imagine só, 15 anos, se você tivesse ouvido falar isso, você ia falar: “Gente, é isso que eu preciso”. É um mecanismo único. Eu já tentei tanta coisa e é isso que resolve, que vai resolver. Eu coloco toda a esperança. É mais caro, mas eu pago mais porque isso aqui faz sentido. Então, muitas vezes esse método não tá no protocolo, ele tá numa visão só, que aí já é mais difícil. Eu vou criar uma coisa nova. O primeiro que criou o detox foi um gênio, uma origem demais, foi um gênio. Mas muito de vocês, o que eu falo: vá no protocolo, vá no protocolo lá, tem segurança, protocolo já analisado, só coloca o nome ali. Tá bom? Tiago, por exemplo, cirurgia bariátrica. Thiago Silva, bariátrica. Gente, você vai fazer lá um sleeve, você vai fazer um bypass, já tem um protocolo, você não vai inventar, né? Porque você não vai querer ser o primeiro que vai… na hora de fazer o sleeve, você ao invés de fazer a cirurgia… e aí tecnicamente minha esposa faz muita, eu não vou saber te falar tecnicamente como é que fala, mas você não vai ser o primeiro a falar: “Não, já que eles fazem assim, eu vou inventar uma nova técnica em X”. Aí você usa o paciente como cobaia, ele te mostra, você toma um processo. Você não vai mexer na cirurgia em si, mas você vai querer um protocolo para o paciente bariátrico. Qual protocolo já tem? Ah, já faz psicólogo, já faz nutricionista, já… legal. No meu protocolo nós vamos então trabalhar a curva de ansiedade do paciente. Meus pacientes só operam comigo quando a curva de ansiedade dele tá baixa. Por isso que é o protocolo bariátrica mais ansiedade. É o protocolo AB. Primeiro a gente trata a sociedade, depois é bariátrica. Para isso a gente tem aqui… usa isso porque não adianta você continuar sendo uma pessoa ansiosa, por mais que o psicólogo vai fazer… essa já tá ali no protocolo, né? Mas é o jeito que você fala. Primeiro a gente trata ansiedade, depois entra para trabalhar… ansiedade é um protocolo de alguns, dois, três meses que o psicólogo já fazia isso. Que não adianta um paciente que vai para bariátrica e continua com hábitos e com uma ansiedade muito grande, ele descontrola a comida, assim por diante. Então aqui eu tô dando exemplos, tá gente? É colocar a cabeça para agora criar. Vamos lá. Vítor Neto: “Criado resultados reproduzíveis, consistentes, devemos patentear o método”. Com certeza, com certeza. Na área da medicina não é nem só patentear, né? Você vai lá para tentei, faz a patente para tentar, faz a patente do nome, mas aí você já vai começar a procurar uma universidade que seja uma universidade, escola… vai buscar a orientação ali com os preceptores ou até com a diretoria, vai sugerir. Muito provavelmente eles aceitam a fazer testes. Esse teste depois é validado em escala, depois de validado em escala ele é protocolado e um estudo científico. Aí você vira o detentor. Não vai dar um trabalho, mas olha só os louros dessa vitória, é muito grande. Vamos lá, continuar aqui a aula. Então, a primeira coisa nesse protocolo MAN é método, caso você queira seguir ele. A gente tem vários outros protocolos, a maioria deles não tem método, eles têm… que é o que eu trouxe para aula de hoje. Segunda questão de quem que cobra mais caro? E não tem como: experiência. Experiência, deixa eu te falar uma coisa na medicina: tem duas maneiras do paciente enxergar valor naquilo que a gente faz ou se faz um serviço diferente, você proporciona uma experiência diferente. Mas vai falar para mim: “Vítor, olha só, como contesta aquela primeira informação do método, na minha área não tem como fazer um serviço diferente, não tem, cara”. Eu te juro, não tem como eu fazer uma ultrassonografia de outra maneira, não tem como eu fazer essa cirurgia de artrodese de uma outra maneira, o protocolo é esse, ponto. Ah, legal, então você não consegue mexer no serviço mesmo. E aí que muito médico ele acha que ele vai encontrar o ouro dele trabalhando um serviço, criando um serviço novo. Que você pode criar um protocolo novo, gente, não é serviço novo, é um protocolo. Já fazia isso, vai dar um nome, coloca uma coisa mais… agora na cirurgia isso é difícil a gente criar, né? O que você pode mexer? A experiência. E aí o que que eu falo para você? Vou trazer aqui um case de uma aluna, doutora Mariana Moscovitch, neurologista, uma das maiores referências em Parkinson do país, senão top 5 com certeza, referências, consultas só particular há anos, consulta cara, fila de espera, pacientes que indicam amigos. Aí depois começa a ser speaker porque começa a se destacar, as farmacêuticas começam a correr atrás dela, fez livro… como é que a Mariana, no caso dela, trabalhou esse pilar chamado experiência para os seus pacientes? Lembra o método MAN? Cria um método, entrega uma experiência fora do comum e consigo ter mais sucesso. O que que ela fez no caso dela? E eu posso falar várias outras coisas, mas o dela é bem específico. Vítor, um paciente que tem Parkinson é um paciente que eternamente e a família dele, principalmente, tá preocupado porque pode haver evoluções muito rápidas quando a doença… essas evoluções, cada vez que elas acontecem dificultam toda a vida produtiva, a vida afetiva, a vida psicológica desses pacientes; ou seja, esse paciente que tá sempre atualizado… sabe o que eu vou fazer? Eu vou criar um grupo de estudo com os meus pacientes. Todo o paciente que eu atendi particular aqui de…

Parkinson. Uma vez por mês, eu leio algumas atualizações porque eu já participo de muitos congressos; eu vivo esta área. Pega uma dessas atualizações, eles já sabem que daqui a duas semanas vai ter aula; é no Zoom fechado, igual eu tô fazendo para vocês aqui. Eu entro, comento uma atualização do meu ponto de vista, o como aquilo pode beneficiar eles e tiro algumas dúvidas sobre aquela atualização para eles. O que acontece na vida desse paciente? Ele coloca na balança: “Poxa, Mariana, ela cobra, por exemplo, R$ 800 na consulta; o Vitor cobra 200, 300, 400. Só que a Mariana nunca largou minha mão; a Mariana, ela tá me trazendo coisa nova e comentada com opinião, não simplesmente porque ler por ler. Manda então o link para o seu paciente ler do estudo, não. Ela comenta a visão dela, o que que ela tá enxergando aquilo, como o paciente pode se beneficiar ou não.” E aí esses grupos de todo começaram pequenos, aí começaram a crescer, crescer, e aí tem centenas de pessoas hoje. E aí o paciente que tem Parkinson, ele participa de outros fóruns, de grupos: mães de pacientes com Parkinson, filhos ou parentes, eles participam de grupos, eles trocam. E aí um dia alguém comenta: “Me indica uma médica que trata Parkinson.” “Olha, eu vou indicar Mariana, porque ela faz uma coisa que ninguém faz: além da consulta, ela criou um grupo de estudo. Você quer tá atualizado? Essa menina tem me ajudado tanto, porque eu nem sabia, mas teve um estudo que saiu. Nesse estudo, ele identificou que a dieta baseada em peixes, em ômega 3…” É porque eu tô falando besteira só para te dar um exemplo para pacientes de Parkinson. Ela ajuda no retardo, ajuda na cognição, alguma coisa assim. E aí ela trouxe o estudo e mostrou qual é a quantidade. E aí eu comecei a usar isso; não sabe o Carlos, meu marido? Melhorou? Não melhorou, mas a gente viu que ele, que ele tá com uma, um bem-estar maior; ele consegue ter uma qualidade de vida maior. “Ah, é essa médica? Onde ela atende?” “Tá, olha, é mais caro, mas vai lá, sem dúvida.”

O que que eu tô querendo trazer para vocês lá no Remédio? Vou dar muitos exemplos de coisas diferentes que alunos fizeram aqui. Eu falei que vai trazer um protocolo e um exemplo. O que a Mariana fez é sair da zona de conforto. Aquilo que eu falei que o Maurício de Maio fez: todo mundo, gente, quantos dermatologistas, cirurgiões plásticos, antes do Maurício não faziam um preenchimento de uma, de uma forma integral? “Olha, eu vou preenchimento, eu vou preencher lá e vou preencher, vou fazer uma modelação junto, vou preencher zigomático, vou preencher olheira, vou preencher ótimo.” Eles já faziam várias ao mesmo tempo; ninguém ia preencher só um local. Mas ele foi lá e falou: “Não, mas esse aqui eu também faço agora; vou dar um nome para esse protocolo e vou dar uma metodologia para ele baseado em um scanner facial, onde cada ponto tem que ter essa projeção, essa quantidade.” Isso é saída de conforto, não é para caramba, para caramba, dá carapaça e da zona de conforto; e hoje dá palestra no mundo inteiro. Entra no perfil dele; tá em Dubai um dia, dando palestra em Berlim outro dia. Médicos do mundo inteiro pagando caro pelos cursos. Foi disruptivo. Aí você pega a Mariana e você sair da zona de conforto: “Eu vou criar um grupo de estudo com os meus pacientes. Ponto.” Vou criar um grupo de estudo porque, porque eu tô entregando o maior valor. Agora eu preciso criar um grupo de estudo para melhorar a experiência. Não. O que você precisa saber é parar para refletir: “Olha, a sua consulta, a experiência que os pacientes têm quando ele chega nos seus consultórios é igual ao que 90% dos colegas fazem?” É. Então você tá errado. Você vai ganhar aqueles que ganha se eu chego nos consultórios sempre. Eu chego, vou aí, entro, vou na recepção, encosto no balcão, a secretária me faz algumas perguntas, eu volto, sento numa cadeira, o médico me chama, eu vou lá, sou atendido, passo de volta na recepção, assina a guia, faz o pagamento, vou embora. Legal. Você não tem nada diferente? Que bom. Aí tem alunos meus que chegam e falam assim: “Paciente chega onde?” Que o paciente vai? Vai direto para a recepção? Não. Ele chega, já é recebido pelo meu conselho, Eric. Alguns chamamos pelo meu… até tem um nome que eles falam muito: “Pelo meu mestre.” Chega e fala assim: “Qual o seu nome?” Não é assim que vai acontecer. O paciente saiu do elevador, já tem alguém esperando na porta do elevador, alinhado. “Vitor, é um prazer te receber aqui; meu nome é João, só que eu considero sou isso, aquilo da clínica; vou te acomodar. Antes de mais nada, a gente sabe que você tem um horário às 15:30 com o doutor. Falta cinco minutos. Primeira coisa: senta aqui nessa poltrona; a Marcela vai te mostrar o cardápio que a gente tem; você vai escolher o tipo de suco que você gosta, você vai escolher o tipo de bolo que a gente serve; um bolo aqui que é fit. Fica tranquilo, se acomode, que já já o doutor vai vir aqui e vai anotar o que você precisa, que faz o papel da recepcionista e vai ver o que acontece e para depois você ver o médico. Os pacientes acomodaram, tá relaxado, comer um chocolatinho, serotonina, lembra? Comer um chocolatinho. Para quando falar que custa 20 mil o tratamento, ele já tá relaxado e aceitar pagar, porque ninguém paga nada com fome.” Quantos de vocês estão com fome? Eu quero comida; não vem me falar de que eu tenho que comprar coisa, não. Cria um ambiente persuasivo. “Você tem algum tipo de música que você gosta? A gente tem uma, uma lexa aqui para te colocar no ambiente.” Tô dando exemplos, tá, gente? Aí vai para a sala do médico, faz tudo que tem que fazer. Volta feliz. Ah, mas isso é o tópico. Olha o tanto de paciente que tem na recepção que eu acabei de descrever; foi o atendimento que eu já vi acontecer em clínicas de alto padrão em São Paulo para dermatologia, que criam duas ou três recepções no espaço, que os pacientes não se cruzam, que todos eles são atendidos de forma individualizada, como se ele tivesse num hotel 5 estrelas. “Ah, mas isso já era gasto; eles fazem isso porque eles são ricos?” Não. Eles são ricos porque eles fazem isso. Sabe por quê? Porque quando eles falam que o protocolo custa 20, 30, 40 mil reais na dermatologia, esse paciente, por toda essa experiência, ele já enxerga que aquilo é, que aquilo vai valer a pena, que ele vai ser bem tratado, que são vencedores que estão ali porque tem todo o sucesso na clínica, mas ele já tá preparado para falar assim: “Ou seja”. Esses médicos, eles não são muito ricos e por isso eles criam essas duas, três exceções, o paciente não se cruzar, para trazer uma experiência em propaganda, uma experiência 5 estrelas, uma experiência de luxo. Não. Eles ficaram ricos porque eles fazem isso. Eu já vi isso acontecer comigo e a primeira vez que eu vi, meu queixo caiu; falei: “Meu Deus, isso aqui não acontece.” A recepção pequena que me acomoda, que vem alguém e já me trata como ouro, que é isso? Isso é pensar fora da caixa. Exemplos igual da Mariana, exemplos igual acabei de te dizer no tratamento. Agora você precisa ter uma clínica de luxo para cobrar mais caro? Não. Só precisa fazer algo diferente. Dá uma aula no Zoom, você pode dar um Zoom, você pode fazer igual um aluno nosso que falou assim: “Ah, eu lembro. Há dois anos, quando você deu essa aula que falou que paciente que paga particular mais caro é o paciente, né? É esse paciente que é profissional liberal, que é executivo e que é empreendedor. Esse paciente não tem tempo.” Será que eu vou fazer? Eu vou começar é para o consultório uma da tarde. Aí meus colegas falam: “Mas é muito vagabundo, cara, uma da tarde.” Uma da tarde já fez sete cirurgias, já tem 40 pacientes lá no PSF, já fiz… eu tô indo numa data, eu tô indo duas da tarde, mas eu atendo até a meia-noite, porque quem é um executivo que sai da empresa 9 da noite? Ele quer comodidade; ele não pode parar; ele é gerente de uma grande empresa, ele não pode parar 3 da tarde para falar: “Eu vou ali no médico, atravessar a cidade, pegar o atestado.” Quem é executivo joga em alto nível, não fica dando desculpa, não, atestado, que atestado? Quem tem empresa, o dono de um mercado, você acha que ele quer ficar duas horas no trânsito para aí ele tem que depois fazer o retorno, né? Não. Ele quer ser atendido 9 da noite; essa é atendida 10, tem que ser cobrado para ele. E aí médicos que pensam de maneira disruptiva trazem essa experiência. “Tá, eu sou um médico até meia-noite, a vida, mas eu tenho família, não posso atender à noite, gente.” Cada um faz aquilo que pode; você pode dar aula no Zoom, não? Você pode atender à noite, não? Você pode trazer uma, uma experiência assim, 5 estrelas, paciente, não? Você pode fazer isso, não? “Eu posso ficar falando sem coisas se tudo você falar não, eu vou virar então, tá bom, então ganho aquilo que todo mundo ganha. Ponto. Se contente com isso, é a vida.” A vida, você tem… eu sempre falo, eu sempre falo que tem dois tipos de arrependimento na vida; não tem mais, são dois tipos de arrependimento. Tá certo, vou até procurar essa frase para não falar besteira; eu já ia falar besteira. É dois tipos de dores que a gente tem nessa vida: a da disciplina e do arrependimento. Não tem outro, não tem outro; é dois tipos de dor: ou é a dor da disciplina de ter que fazer aquilo para ter o corpo perfeito, tem que ir para academia, para… é chato. Da dor para ser um médico e ganhar mais, tem que fazer coisa diferente; essa dor é da disciplina. E tem a dor do arrependimento: depois de anos, eu olhar: “Eu fiz o mesmo, ganhei pouco, não consegui pagar a faculdade para o meu filho nos Estados Unidos; eu tenho esse projeto de vida…” Não sei você, minha filha, eu quero que ela estude nas melhores universidades; eu vou… eu sei que vai custar milhões para o meu caixa, eu vou fazer isso acontecer por quê? Porque eu tô disposto a pagar a dor da disciplina. Então, gente, é a vida, tá bom? É a vida, não tem como. Para vencer, essa é a vida. Lívia Andrade, boa. Tânia, muito bom. Então, pessoal, vamos para o terceiro aqui, é passo. Tá certo, igual a Flávia Pereira falou: temos cardápio; vocês viram até espumante na nossa clínica; os pacientes amam. Essa é a ideia de uma dermatologista; ela virou para mim e falou o seguinte: “Vitor, eu chamo minha equipe a cada 15 dias para uma reunião que se chama reunião de excelência, que todo mundo nessa reunião ele tem um só objetivo: trazer uma ideia que façam que as nossas pacientes se sintam como se elas estivessem num spa.” Então essas pessoas da minha clínica, eu pago bons resultados; de vez em quando pago experiência: “Fala, uma vez por ano a gente se hospeda num hotel 5 estrelas; quando eu viajo para Paris, eu vou, viajo, mas eu fico de olho em tudo que acontece, eu fico ligado, e a gente sempre traz nessa reunião essa pauta: quem aqui teve a ideia é obrigatório levar uma para fazer com que a paciente sinta como se ela tivesse na casa dela e num spa, para que ela se sinta bem.” E a partir do momento que a gente passou a fazer isso, as pacientes começaram a levar as amigas; aí os pacientes começaram a fazer isso, começaram a fechar mais tratamento. E essa mesma médica tem faturamento acima dos 600 mil reais por mês; da última vez que a gente falou. Enquanto a maioria das dermatos tem um faturamento entre 70, 150 mil reais. Faturamento não é lucro, tá? Não é lucro; faturamento. E ela passa dos 600 porque, porque a experiência precisa ser criada de forma intencional. Que maneira eu faço para fazer com que as pacientes se sintam em casa ou num spa, por exemplo? Pequenas coisas, e aquilo que a gente fala, né? Faz uma diferença. Vamos lá, eu vou tirar algumas dúvidas aqui. Vale a pena oferecer pacote de consulta com base no número estimado de retornos anualmente? Não é que vale a pena, viu, Patrícia? Deve, a obrigação, fazer isso. Lá no Remédio a gente fala sobre plano de tratamento para qualquer área, não é só dermato, não; qualquer área. E é um dos pilares que a gente vai trabalhar lá; lembra das 21 estratégias? O planeta dentro de uma das estratégias. Então você deve, porque muitos, tendo essas crônicas, às vezes demora para voltar e ficam ligando apenas para pedir receita. Você que não criou na cabeça dele um aceite de que ele já deveria no mês Y, no mês X voltar. E aí é esse plano que é uma das coisas que a gente conversa bem lá, tá bom? “O consultório não dá para fazer tudo isso, Fátima?” Dá, dependendo do modelo de negócio. Então o modelo de negócio é para fazer atendimento de luxo; dá em qualquer área, dá para fazer; não é um… é uma proposta diferente. Então não faça isso aqui, só foi um exemplo que a gente falou; não precisa fazer isso, por exemplo. “Tânia, não dou mais receita fora da consulta.” Ótimo. É isso aí mesmo. Vamos lá. Agora eu vou para a última parte aqui para a gente falar; lembra que a gente tá falando então do protocolo, MAN, método, experiência e nicho? Não é de hoje que eu já falei para vocês que médico que quer cobrar mais caro precisa atuar em um nicho específico. Como assim um nicho? Eu já sou especialista, eu já sou neurologista. Ah, mas se você fosse uma maior especialista em tontura, igual nós temos o Dr. Tontura, aluno, médico celebridade que cobra 2.200 a consulta e tem oito meses de fila de espera, você ganharia mais ou menos cobrando R$ 2.200 uma consulta clínica de neurologia de uma hora e 20 mais ou menos. Então você tá fazendo um dia 20 mil reais; tem médico que não faz isso no mês. Aí temos alunos só trata de enxaqueca, outros dermatologista, mas só para cabelo, um certo tipo de cabelo, outro só para pele negra, outro só… nicho ou serviço é o caminho. E eu tenho um exercício aqui que é a última coisa que eu vou passar para vocês refletirem, que chama Nicho Dourado. Escreve o que eu vou te falar agora em qualquer área da medicina, qualquer uma. É, mas eu sou pediatra, qualquer uma. Mas eu sou neurocirurgião, qualquer um. Ah, agora já sei, eu sou médico de esporte, qualquer uma. Qualquer uma, qualquer uma, não tem apenas medicina nuclear, para te falar a verdade, que eu ainda não encontrei esse nicho dourado nas outras, qualquer uma, algumas com mais intensidade e outras com menos, mas dá. O nicho dourado basicamente é o seguinte: faz esse exercício aqui. Pega uma folha de papel agora, escreve S1, S2, S3, S4, S5, S6, S7. Esse é o serviço, então é o procedimento que você realiza. O S1, por exemplo, você faz Sculptra; S1 fácil, injetáveis. S2 faço é outra forma; S3 faço peeling químico; S4 faz… o Victor é fácil; e um cirurgião, mesma coisa, sou, por exemplo, plástico, Maurício de Maio, faço lipoaspiração S1, faço otoplastia S2, faço mamoplastia redutora, uma plastia de aumento, faço coxoplastia, faço lipoaspiração, faço o lipo HD. Cada um você coloca no S. Pode ser que você tenha S20, S30; tem médico que vai ter S2, S3; você vai ter vários, tá? No mínimo S10, você vai ter 10 serviços. “Eu sou clínico, ferrou, não tem procedimento, tem cirurgia.” Agora, gente, vamos pegar o neurologista que acabamos de falar, psiquiatra que tá aqui. “Você não trata insônia?” “Você falou para mim, psiquiatra, você não poderia tratar transtorno bipolar?” Posso. “Depressão?” Posso. “Olha, mania não pode?” Posso. “Você não pode tratar ansiedade?” Posso. “Você não pode tratar umas 200 doenças que eu sei que tem na psiquiatria?” Posso. Então cada um é um S, cada um é um serviço, tá bom? Cada um, protocolo tem serviço; para o paciente precisa vir três vezes, retornar em um ano, tem serviço que é 20… depressão pós-parto é um serviço dentro da impressão, vai ter várias categorias, assim como neurologista que trata enxaqueca, trata tontura, trata Parkinson, trata TDH, tá? Cada um você coloca como serviço. Todos esses S. E aí você olha para cada serviço, você responde essa coluna ao lado: “Este serviço ou essa doença ou essa cirurgia gera muito volume?” E, gente, sim ou não. Não é uma pergunta de: “Ai, deixa eu pensar.” Sim ou não. Me gera mais volume que a média? Sim. Gera mais volume que a média? Não. O que gerar mais volume que a média se coloca um X. “Este serviço, essa doença, esse… me gera uma receita acima da média?” Gera, vida, mas sou clínico, mais uma vez, dependendo a doença que você trata, o paciente tem retornar mais vezes, então você ganha LTV, dependendo a doença precisa ficar menos minutos com ele, então tem algumas variáveis. Gera uma receita, ela é um procedimento, gera acima da média ou não? Não gera. Legal. Isso é para você encontrar o seu nicho dourado na medicina. Então, por exemplo, hábito, enxaqueca, gera volume para caramba, Vitor; milhões de pessoas têm enxaqueca. “Eu sou neurologista.” Ah, que legal. Agora me fala uma coisa: vamos pegar Alzheimer, gera volume? Não. Aqui na minha cidade até o tempo assento de Alzheimer, mas não é que são raros, mas são bem menos do que enxaqueca. Ah, então você não coloca o xizinho no S2 de Alzheimer, mas coloca no S1 de enxaqueca, meu amigo. S1 já era a receita marca média, porque na enxaqueca eu tô fazendo um tratamento aqui de botox com paralisação que ele funciona assim, assim, e além de eu ganhar na consulta, eu ganho nesse procedimento e eu tô ganhando muito coisa. Ah, legal. E o Alzheimer não tô fazendo nenhum procedimento para usar, mas só a consulta mesmo. Ah, então deixa assim; então coloquei 2X no S1 e nenhum S2. Aí nós vamos para o terceiro fator: intensidade da dor. Paciente que tá com enxaqueca, a dor dele é grande; não é só dor física, não, tá? A dor… Coloca essa intensidade, tudo que com templa um portador de uma doença, de uma, de um determinado problema, ele sofre, produtividade dele, psicologicamente ele sofre também nos relacionamentos afetivos. Qual que a intensidade dessa dor? Tem doenças que o paciente tem, mas falar: “Eu tô com, eu tô com um probleminha aqui, que eu tô com alergia, mas é uma alergia leve, só quando faz muito frio, eu saio do banho.” Então já vi que se eu tomo banho gelado não acontece tanto. Então a intensidade da dor para mim não é tão grande, não. Legal. Agora, S1 enxaqueca, qual a intensidade dessa dor? Vitor, você não sabe, os pacientes chegam aqui depois de crise; eles não conseguem trabalhar, eles nem chorando e falando: “Doutor, pelo amor de Deus, vou perder meu emprego, eu não tô conseguindo falar com a minha filha dentro de casa, com a minha esposa, eu fico na cama.” Ah, a dor é grande. “Eu, Alzheimer, Vitor, é enorme; paciente que foi diagnosticado com Alzheimer, família fica em…” Ah, então é X nos dois, a dor é intensa nos dois, pelo amor de Deus, vamos colocar. E aí o que eu descobri depois de um tempo: esse serviço tá relacionado a estética, não só o procedimento, mas tá relacionado a estética. Por exemplo, varizes; varizes tem volume, pelo amor de Deus, para mim varizes é top 3 de vascular que sabe fazer um pouco de marketing, nada de braçado, porque varizes é milhões de pessoas, já era uma receita enorme, espero terapia; a intensidade da dor é grande e também serve a questão estética, ninguém quer ficar mostrando as pernas indo pra praia com varizes. Então, Larissa, você coloca o X nos todos. Enxaqueca tem ligação estética; o vidro tem, sabe por quê? É autoestima; a pessoa que tem enxaqueca ela não nem se olha no espelho, ela vive de cabeça baixa, ela não quer que ninguém veja ela. Ah, e Alzheimer? Ah, tem a questão estética, mas esse paciente já está debilitado, nem tá pensando mais nessa questão, aquilo já tá inerente a ele, a família não quer que ele fica lindo, família só quer que ele fica com mais qualidade de vida, então não tem tanto. Ah, então você neurologista, eu vi que você tem um serviço chamado enxaqueca que tem os quatro xizinhos, e que você tem um que chama Alzheimer que tem só um xizinho. Legal, faz os outros, faz aí o TDH, faz aí, fez todos. Doutor, qual foi aquele que tem que tem mais X? Enxaqueca, vida, tontura, vida; todos eles contemplam, dentre eles está tendo lixo dourado, é um desse serviço que você deveria focar todo seu marketing, a sua comunicação, criar um protocolo de serviço para esse serviço, porque ele é o seu nicho dourado, é onde você vai conseguir fazer muito dinheiro na medicina, porque você tem todos os dias milhares de pacientes na sua região precisariam dele, que gera uma receita acima da média; não adianta fazer volume de um, de um procedimento que não gera nada. Tá fazendo peeling químico lá no consultório, ah, dermatologista fica fazendo isso o dia inteiro para você ver onde você vai parar, não vai dar nada, que tem uma dor que não seja latente, as pessoas não vão dar para trocar de carro em vez de tratar aquilo, para pintar casa em vez de tratar aquilo, comprar uma bolsa para fazer um aniversário para o filho ao invés de tratar aquilo. E se não tá ligado a estética, foi uma coisa que eu descobri: brasileiro ele age muito quando toca no calo estética. “Isso aqui eu poderia ficar um pouco mais apresentável, isso aqui tá me atrapalhando na autoestima.” Ah, então vou agir, porque brasileiro compra estética. Não esqueça disso. Com esses quatro pilares você encontra, imagina que você encontra um nicho. Ah, vou trabalhar esse serviço; imagina que agora você trabalha uma experiência diferente para os pacientes que tem aquilo, e que você cria um método de tratamento único para aquilo, um protocolo, você vai dar um nome. Essa é o protocolo MAN, é uma das táticas para você ser um Remédio, um médico que cobra além dos seus colegas, porque você tem uma reputação; primeira, reputação, criador de um protocolo; o primeiro a criar algo é sempre reconhecido. Fui o primeiro a falar de marketing médico no país em 2012, com o curso lançado, Médico Servidão em 2013, em nível nacional e na internet já tinha milhares de pessoas que trabalham com marketing médico, milhares, não, centenas. O primeiro, até hoje sou considerado pioneiro, principalmente por alguns médicos que já tiveram destaque, e eu sou referência, assim como você tem que ser uma referência; os pacientes pagam mais pela referência. Segunda coisa, experiência; queria uma experiência diferente, todo mundo vai chamar amigo para ver você, tem que ir lá, lá é diferente, lá é diferente, vai lá, isso não é só uma consulta, não, tem uma experiência diferente. “Não consigo criar no meio ambiente, Victor.” Não tem nem receita para criar esse consultório. O tópico que você está falando, tinha uma médica que falou a mesma coisa e começou a dar aula num grupo de estudo. Tá bom, então tem muita maneira de trabalhar essa experiência; tem médico… vou te falar uma ação que eu já falei umas 10 vezes, mas eu vou te falar: secretária, todo sábado eu quero que você me envia um WhatsApp com um telefone de todos os pacientes particulares agendados para essa semana, OK? Sábado às 8 horas da manhã, eu sei que eu tenho esse trabalho, eu tô lá em casa, na minha cama, no meu sofá, ligo: “Olá, Dona Maria, tudo bem? Tudo bem. Aqui é o Doutor Victor Jacy; você ainda não me conhece, mas eu tenho esse costume que eu levo comigo desde quando eu me formei na medicina; nós vamos conhecer essa semana; eu fiquei sabendo até que teu horário, você vai vir aqui quarta-feira às 8 horas da manhã, né? É isso mesmo? É. Aí, doutor, não tava esperando sua ligação; espera aí que eu tô com, tô colocando o Juninho no banho aqui, mas espera aí; o Juninho, ô Carlão, fica com o Juninho, aí, pera aí. Ah, doutor, que que acontece? Olha, eu te liguei para te falar a primeira coisa, não é para gente tirar dúvidas sobre o teu tratamento, nada disso, a gente vai falar lá com muito tempo; pode ficar tranquila; o que eu levo comigo há muito tempo é eu faço questão de ligar para os meus pacientes particulares e perguntar o que que você gosta de tomar, porque que você gosta de ser servida, para que a gente, para que você chegue, se senta em casa; você gosta de um suco de laranja? É um café sem açúcar? É uma água? É uma água de coco? Fala o que que você gosta; eu tenho certeza que você vai sentir bem tratado ali. Ah, doutor, água de coco tem, adoro. Ah, tá, tão quente esses dias, é legal. E a segunda coisa é… até esqueci o nome dela, vamos falar que é Carla, Denise… a Carla tá aqui na aula, vamos falar dele. A segunda coisa, Denise, é te perguntar, se te avisar que caso você vai faltar, você, por favor, você entra em contato com o número, com o número tal, tal, anota ele, que é o da secretária; se você for faltar, avisa a gente pelo menos um dia antes; eu posso contar com você, Denise?” “Claro, doutor, pelo amor de Deus.” Esse médico começou a fazer isso, todos sabem, aí ele gastava menos de uma hora para ligar para todos os pacientes, porque é uma ligação rápida, ele já tinha um script na cabeça dele; aí a paciente virava: “Você não sabe, o médico me ligou, olha só, tá parecendo artista, o médico me liga.” Aí ele chega lá, ela chega lá…

Tá lá água de coco. Só que o principal: os pacientes pararam de não comparecer à consulta, de desmarcar última hora. Eles fizeram um compromisso com o próprio médico e, até por uma forma de falar “obrigado” por todo esse carinho, eles comparecem. E aí ele ganha mais do que a média. Por quê? Porque ele não tinha dinheiro para fazer um consultório chique; ele não tinha tempo para fazer uma aula, preparar uma aula no Zoom, igual eu disse que a Mariana faz; mas ele tinha uma hora todos os sábados para fazer um “meio campo”, para fazer uma apresentação geral, criar uma conexão com esse paciente. Isso é pensar de forma disruptiva. Guarde isso aí.

Então, pessoal, protocolo, MAN, método, experiência e nicho. Isso aqui é fantástico. Isso aqui é fantástico. Não se esqueça. Isso é uma das táticas que você pode utilizar no HighMed. Tá certo? E se você tá aí pensando assim: “Vitor, que questão de RaimMed que está falando aí sem parar, que eu já tô cansado de ouvir falar...” Eu vou falar uma coisa para vocês: eu ia fazer um evento para sermédicos, os 26, 27, 28 de maio em São Paulo. Não sei se foi Deus, o que que aconteceu, mas que começou a ter procura, procura... Porque é um evento que eu vou falar sobre essas 21 estratégias. Hoje eu falei de protocolo. Também falei: imagina, sei lá, com 21, trocando, fazendo os exercícios com seus colegas. Vou falar agora nessa próxima meia hora: senta ali só cirurgiões, agora mescla com... vão fazer o protocolo seu, vão trocar de asas, agora só a mesma área, só dermatologista junto, fazendo exercício. E aí vamos comentar os exercícios: você faz, eu vou no microfone e falo assim, assim... Imagina três dias sentado numa sala só para a gente criar estratégias de como você pode cobrar mais caro na medicina. Esse é o Projeto.

Então tá, fazer um evento para sermédicos. Chego no hotel que eu tinha reservado, eu encontro um problema no meio do caminho. Eu contratei uma empresa para fazer o evento para mim. L-O hotel, não sei o que aconteceu, que depois do evento eu vou judicialmente ver o que aconteceu, mas o hotel tinha vendido as datas para outro evento também, a mesma data. Alguma coisa aconteceu. Se foi culpa da empresa que eu contratei, se foi culpa do hotel... Depois eu vou ver isso. O hotel vendeu a mesma data. Aí eu tinha duas opções: cancelaria esse evento, um remédio, ou ia para outro hotel. Foi o que eu fiz. Por quê? Porque os problemas acontecem. O que que a gente tem que fazer, cara? O cliente: se você não puder ir, eu aceito que você pensou que era no hotel, mas o evento vai acontecer nesse outro. A gente resolveu manter, e nós já passamos dos 100 médicos que vão lá. Agora nós, para acomodar todo mundo em mesa, nós temos 150 vagas para o remédio. Nós temos mais de 130 médicos inscritos, ou seja, são... tá na reta final para a gente lotar esse evento. HighMed é um evento 100% comigo, com alguns médicos convidados que vão estar no palco falando das suas experiências, médicos que já são os mais caros da sua região, e que, se você tá em São Paulo ou tiver oportunidade, tá em São Paulo, não tem como você olhar para um evento desse e não ir. Não tem como você pensar... Eu vou mandar aqui o link agora no chat com mais informações sobre o HighMed. Então, vou mandar aqui, ó, tá aqui o link com mais informações. Quem tá no Zoom é porque já tá no remédio, então... e outros que já estão na lista de espera, então não precisam mandar aqui. Só para o YouTube, e vou mandar o link de inscrição aqui do remédio. Link inscrição, link de inscrição do remédio é esse link aqui.

Lembra do teto de faturamento que muitos de vocês estão batendo nos últimos 1 ano? “Eu não consigo passar dos 20 mil/mês”, “eu não consigo passar dos 70 mil/mês”, “eu não consigo passar dos 90 mil/mês”. É um evento desse que você precisa para sair do piloto automático de só atender, só ir para o consultório, só ser consumido pelo consultório, para pensar estrategicamente. Médico que não pensa estrategicamente está fadado a ficar num teto de faturamento para sempre. É a estratégia que te leva para o próximo nível. É a estratégia. E lá no remédio nós vamos falar sobre RaimMed. Guatana tá falando que é de São Paulo, pode perder até aluna saindo do Maranhão que já comprou, muitos do Rio Grande do Sul já compraram, aluna do Mato Grosso... Quem é que já tá escrito no remédio? Escreve “Vou para o RaimMed”, escreve a cidade que você está. Escreve “Vou para o RaimMed”, escreve a cidade. Vamos ver se tem alguém aqui, mas gente... é impedir... Eu vou ficar três dias no palco com você, das 9 horas da manhã às 7 horas da noite, e no domingo até às 5 horas da tarde, porque tem gente que tem que pegar voo. Você achou que a estratégia RaimMed é interessante? Eu vou te falar mais de 20 estratégias ali, nós vamos fazer exercício, eu vou te contar como que médicos chegaram a cobrar mais caro nas suas áreas, eu vou te colocar para refletir, e nós vamos criar o seu plano estratégico para você passar do teto de faturamento. Não, o Eduardo falando que vai... O Eduardo, já sei que você é de Recife, gastroenterologista. Você nem precisava falar, eu já sei que... Bom que você vai... O Eduardo vai sair, vai sair do Recife para ir no remédio. E prazer vai ser te receber lá e te conhecer, viu, Eduardo? Milena Franco vai para o RaimMed de Belo Horizonte. Ou Milena, aí eu estou em Belo Horizonte hoje fazendo essa aula. Eu não sou mineiro, sou de São Paulo, mas vivo em Belo Horizonte. Uma vez fui conhecer, fui dar uma palestra no evento chamado SBAD, Semana Brasileira de Gastroenterologia. Aí eu tava dando a palestra, tinha alguém trocando olhares comigo, e eu já tenho uma filha com essa pessoa. Olha sua vida aí! Eu mudei para Belo Horizonte porque ela tava na residência de cirurgia do aparelho digestivo, e hoje eu estou aqui em Belo Horizonte. Então, Milena, estamos na mesma cidade. Muito bom! Eduardo, só vive... vai para o RaimMed, Tubarão, Santa Catarina. Muito bom, Eduardo! Quero te conhecer lá, cara. Você tá... você já confia na nossa metodologia há anos. Rafaela Jabour, lembra de você, Rio de Janeiro, tá aqui presente. Carla Ribeiro, Tocantins, cara, olha só que legal, Tocantins. Eu acho que você vai ser a única do Tocantins, pelo que eu vi na lista ali. Tá bom, vai ser muito bem-vinda.

Então, todos vocês que pensam em ir para um outro nível, esse evento, ele é ímpar, ele só tem um. Eu vou chegar lá, só para você ter noção: eu vou chegar lá e falar assim, ó: “Você, você...” Não vou fazer assim para não ser também, não vou ser indiscreto e nem deselegante com ninguém, mas eu vou dar um recado muito básico: falou aqui, só eu vou poder me vestir bem, porque eu sou palestrante e vou sair nos vídeos. Eu quero que vocês se vistam confortavelmente. Por quê? Porque nos últimos três congressos... eu vou começar a mostrar a foto dos congressos que eu fui... Olha todo mundo vestido, olha as demais, olha só os psiquiatras, tá todo mundo igual, chique. Aqui no evento você tem que estar confortável, porque vai ser três dias pauleira. Que ninguém tem que ter vergonha de ninguém, ninguém tá ali para ficar julgando roupa de ninguém. É para a gente olhar e falar assim: “Cara, que eu vou ser mais valorizado, eu vou ganhar mais dinheiro na medicina”. Todo mundo vai se ajudar. Essa é a grande questão. Nós vamos criar um ecossistema, um grupo forte. Então, o remédio, nós vamos falar sobre isso. Tá certo? Vamos lá. Dr. Davi Gusmão vai para o RaimMed de Porto Alegre. Inclusive o Davi, quem tiver oportunidade de encontrar ele lá, já troca umas ideias com o homem, que ele vai te dar os caminhos das pedras. Tá? O homem é bom de marketing, e bom no bom sentido. Tá? No bom sentido, que na medicina você fala que a pessoa é bom de marte, né? Não tô falando de gente que sabe os amigos, social, sabe se comunicar bem, sabe entregar valor para quem segue. Então vai ter um ecossistema muito legal ali, vai ter muito médico que são o top da cadeia alimentar nas suas áreas, que eu sei que vão ali, e vocês estão convidados para ir.

Dúvidas sobre a aula ou dúvidas sobre o remédio, para a gente encerrar que tá quase 10 da noite. Eu sei que todo mundo quer dormir aqui para amanhã começar a rotina. Alguém tem dúvida sobre tudo isso que a gente falou sobre essa experiência aí, Mede? Fale agora ou também sobre a aula aqui de hoje. Vamos lá, mande aqui para mim no chat, caso alguém tenha dúvida. Se não, recapitulando: aula de hoje a gente falou de quatro públicos diferentes. Qual que você deveria focar? Quem ela é composto? Falando sobre o protocolo, MAN, lembra? Método... Espera aí, estamos falando aqui que a aula caiu no Zoom. Então faz um outro link, por favor, pessoal, só para eles entrar, porque eu prometi que eu ia ficar com eles. Ótimo! Então vou voltar aqui: protocolo, MAN, lembra que a gente falou? Método, experiência, nicho. Então, passando sobre eles, dei alguns exemplos de médicos que fizeram tudo isso, mas o principal: trouxe para você o teu nicho dourado na medicina. Você deveria refletir muito de forma estratégica: qual que é o seu nicho dourado? E começar a fazer conteúdos, investir em tráfego pago, fazer protocolos para aquele nicho dourado. “Ah, mas eu vou deixar de atender os outros?” Não, você simplesmente vai colocar mais força nele, e eu torço para que no futuro você só... você pode atender os outros porque você já vai estar muito rica atendendo aqui. Tá bom? Dra. Lídia: será que chamar de método não deixa o nome de tratamento um pouco acolhedor? Dependendo do tipo de doença pode ser. Ele... quando eu chamo método, a gente pode... Quer ver? Vou até colocar aqui: vamos chamar o ChatGPT para ajudar. Vamos chamar ele. Eu gosto, até gravei essa semana um curso de ChatGPT, que daqui duas semanas a gente vai colocar para vocês ali, um curso completo. Vamos usar ele aqui. Vou falar assim: “Olha, ChatGPT, eu tô achando pouco acolhedor o nome de método. Quais sinônimos posso usar para meus serviços? Sinônimos de método”. Vamos ver o que ele fala. Eu tenho algumas coisas na minha cabeça, mas vamos ver: técnica, abordagem, sistema, procedimento, modelo, padrão. Não gostei dessa resposta dele, não. Podia ter alguma coisa mais disruptiva, sistemática, mas eu acho que entre procedimento, processo, abordagem, já tá mais interessante.

Tá certo? Então, pessoal, é isso. Vamos ver se tem mais alguma dúvida aqui. Vitor, esse evento é BH esse ano? Calila: não, eu só faço evento em São Paulo. Sabe por quê? Por causa de deslocamento. Como eu sei que BH também é grande, eu moro aqui, mas eu só faço em São Paulo tá os meus eventos. Pode ser que eu faço em BH algum dia, mas nesse ano eu sei que a gente vai fazer o próximo evento só em novembro e vai ser em São Paulo também, que vai ser... vai ser não igual remédio, vai ser um outro evento, mas assim, São Paulo. Então não tenho data para BH. Pode ser que no futuro eu faço, mas Calila... Confins... São Paulo... Eu sei que deslocamento... Principalmente eu fico com o meu coração sensibilizado quando eu falo mães médicas, porque eu tenho lá em casa que é mãe médica. Eu conheço muita realidade de vocês. Vitor, não é simples igual você tá falando: pega um avião, vou lá para São Paulo, três dias. Muitas vezes tem filho, filho pequeno, muitas vezes tem ciúme de marido. Que eu já vi uma vez uma médica... eu fui fazer um evento de dois dias, no primeiro dia ela ficou quietinha, e ela chegou atrasada no segundo dia. E eu deixei os médicos fazendo uma atividade, fui... eu ia para o meu quarto uns 20 minutos, que eu ia ler um script para voltar para o evento, e eu passei no corredor e vi ela com os olhos cheio de lágrima, e parei, né, para conversar com ela. Depois abordei ela, falei: “O que tá acontecendo? Você tá bem?” Aí ela foi dando umas pistas, aí até que chegou na conversa: “Meu marido, que é ortopedista, que devia tá apoiando muito ela, tá ali fez um carnaval na cabeça dela, falando que ela tava lá procurando amante, que tava lá não sei fazer o quê, que era nem para voltar para casa, que ela era uma vergonha...” Falou tanta coisa na cabeça dela que ela queria abandonar o evento. Então, muitas vezes eu sei que não é... é difícil, pega um voo, não é assim: pega um voo, vou ali. Tem filho, tem muitas vezes alguém com ciúme dentro de casa, tem... não tem n coisas... Muitos de vocês fazem plantão. Quem puder vai, porque vai ser o único. Tá bom? Quem puder vai, vai ser único. Luciano: vai ficar gravado o evento? Luciano, para quem é VIP recebe a gravação. Aí o evento vai mede, né, senão não fica gravado não, porque o evento ao vivo... imagina, são 20 horas de evento, não dá para disponibilizar tudo, é muita coisa. Alexandre: esse nome é bom, Alexandre Boss. Muito bom. Esse remédio não vai conseguir ir, mas vai iniciar o mérito celebridade. Alexandre vai comer celebridade. Quem ainda não foi, mais celebridade vai depois, você pensa em remédio, mas vai com certeza. Vamos lá, excelente! Joana: obrigado, Joana. Obrigado, você tá aqui. Excelente foi o seu tempo de daqui. Eu que agradeço. A doutora Lídia tem que abandonar o parceiro abusivo. Na verdade, eu também acho. Também acho, dos dois lados, tá? Tem um abuso também, é mais comum de um lado, mas tem também gente insegura que faz um carnaval... você tá indo ver amante, você faz aquela converseira que o cara não vê a hora de voltar em casa, ele não consegue absorver na área que está sendo falado. É difícil, por isso que é uma conversa... Eu acho que o teu... uma vez eu vi uma coisa, isso mudou minha vida, que é para o parceiro das nossas vidas, para os nossos maridos, para as nossas esposas: você não deve pedir permissão. Quando você pede permissão para uma coisa, ah, você me permite... você tá jogando toda a responsabilidade na outra pessoa. Então você tá pegando a insegurança dela, tudo que ela tem e falando: “Olha, lida com isso aí, e me dá uma resposta”. A partir do momento que você não pede para a pessoa: “Olha, me dá permissão para um evento, me dá a permissão para fazer tal coisa...” Vocês têm uma conversa clara e pede apoio: fala: “Olha, vem cá, senta aqui, você tá vendo a dificuldade que a gente tá em pagar as contas ali no consultório? Você tá vendo tanto que eu investi nesse consultório de dermatologia, na minha carreira, ou o que eu quero, e começar o consultório? Tá vendo? Então, o que que você acha? Ah, eu vejo você tá estressada, tem um rapaz...” Depois eu te passo os vídeos. Vai fazer um evento lá em São Paulo, chama remédio para ensinar a gente cobrar mais caro e coisa que eu não faço há muito tempo, faz uns dois anos que eu não paro para refletir na minha carreira. Eu não tô te pedindo permissão para ir, o que eu tô te pedindo é você me apoiar e saber que isso vai ser bom para gente. Tá certo? Tá certo? Você tem um outro nível de conversa. É isso que eu faço em casa. Isso mudou: eu trocar a permissão pelo apoio mudou, porque a permissão, a responsabilidade tá na outra pessoa; o apoio tá em mim, eu a responsável, é minha. Eu falei: “Ó, me apoia, porque eu vou lá, eu vou fazer, porque eu paro de culpar o outro e passo a ter eu a responsabilidade”. Então são maneiras de enxergar o mundo. Aqui, vamos lá. O... a Ludmila deixar um bebê de um ano com o pai é complicado. Eu sei, nem me fale! Minha filha fez dois, até um ano era complicado. Ei, pais que não... não aprendem nunca a fazer essas crianças dormirem, podem esquecer. Um eventual mamadeira, pode ou até mesmo você tá amamentando... Talvez eu te entenda, mas vai ter uma hora oportuna para você, você continue aqui me acompanhando sem precisar aí, vai acontecer que o seu filho depois vai crescer, vai falar: “Mãe, tô orgulhosa das vezes que você saiu para fazer um evento, mas voltou e fez acontecer”. Muito bom, Tânia! Tô no médico, recomendo a todos. Muito bom, e Calila, obrigado. Vamos lá, Márcia, sobre repensar carreira, no meu caso nunca houve uma visão empresarial na medicina de consultório. Gente, o dia que vocês entenderem que quando alguém te dá um CRM na mão, você tem que trocar essa palavra CRM pela palavra CNPJ, tua vida muda. Pessoas que têm CNPJ precisam refletir, precisam ter visão estratégica, precisam se importar como gestores. É uma cobrança que você... quando entrou no vestibular de medicina, eu sei que você nem queria isso, eu só queria fazer cirurgia, mas a partir... não é que eu quero passar saúde particular, eu não tenho um CRM, eu tenho mais... é mais CNPJ do que o CRM. 80% no meu tempo eu sou ser CNPJ, 20% é o CRM. Então faz sentido. Boa, Edgar! Faça um médico celebridade. Boi de... você falou que vai no evento, hein? Vai ser um prazer te conhecer lá. Pessoal, só para a gente... uma forma até de agradecimento ou até de crítica: essa aula de hoje valeu a pena? Só escreve assim: “Valeu muito”, “Não valeu a pena”, “Ficar quieto”, “Não deixa ele dormir mal”, não precisa criticar, só manda que valeu muito. A forma da gente despedir aqui... Vou mandar para vocês aqui novamente... minha equipe tá pedindo link do HighMed, que nos próximos dias eu tenho certeza que... quando você faz um evento físico não tem como, né? Não tem como agora começar a colocar as pessoas uma na cabeça das outras, vai dar 150 vagas, vai fechar as inscrições, não tem como. Então, quem é de São Paulo, quem puder ir para São Paulo, 26, 27, 28 de maio, e clica nesse link, faz a inscrição ou entre em contato no meu Direct para eu tirar eventuais dúvidas. Vai valer bastante. Marcio Holanda: “Valeu muito”. Valeu, Márcia, participou da aula. Adorei a aula, foi ótimo. Eduardo, só vi... quero te conhecer, conhecer sua esposa, parabenizar os dois porque ela eu acho que vai também, né? Tânia: “Valeu muito”. Seja bem-vinda, Tânia, que bom te ver aqui. Lídia também participou. Muito obrigado, Edgar, Patrícia também, Alexandre Boss. Pessoal, fiz isso aqui para vocês, eu tô... vocês não sabem, mas eu tô com o meu corpo tá muito dolorido, uma gripe já uns dois dias, eu tô com corpo dolorido. Eu achei que nem dava conta de fazer essa aula aqui, tô todo falando, brigando aqui com a voz, mas que bom que deu certo. Eu preferia fazer essa aula mesmo que não esteja 100%, mas fazer do que furar com vocês e ter zero por cento. 50, 60 é muito mais do que zero, sempre. Então vamos lá. Maria Ângela: “Valeu demais”. Ruan: “Valeu demais”. Boa, Luciana: “Sempre aprendendo com você”. Boa, Eduardo também. Ludmila: um grande prazer foi essa aula para vocês. Fiquem em paz. Vai falar “eu te amo” para os seus familiares agora, parar de estudar um pouco de...