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E fala, galera! Dia das Cavidades, Gonçalves por aqui para mais um Dia das Quatro Podcast. Muito animado para essa conversa de hoje. Você tenha certeza que você vai ser muito abençoado, vai gostar muito.
Mas antes de começar, eu queria te pedir, cara, você já curta esse vídeo, já pega o link, manda para todo mundo, se inscreve no canal. Quando você faz essas coisas assim, você tá dizendo para o YouTube que aquilo ali é relevante, que ele tem que mostrar mais ainda aquilo ali para outras pessoas. E mais pessoas vão se alcançar. O que a gente faz aqui tem um objetivo: formar Cristo em você, ou te dar ferramentas para formar Cristo em outras pessoas. A gente quer ver uma geração, uma nação inteira que se parece com Jesus. Então, pega esse link, já manda para alguém, já deixa um comentário durante a nossa conversa, o que Deus ministrou no seu coração. E se você é abençoado por todo o conteúdo que a gente faz aqui e que a gente posta, eu tenho uma forma de você nos ajudar: que é a loja dos copos. Vou deixar o link aqui na descrição do vídeo. Só de entrar lá, tem livros, tem bíblias, materiais lá que também têm o mesmo objetivo: formar Cristo em você e te ajudar a viver a Grande Comissão, formar Cristo na nossa geração. Então, deixar o link aqui perto, isso vai estar nos, nos ajudando, abençoando toda a equipe aqui que tá trabalhando por trás das câmeras aqui.
Mas vamos embora, não pode ficar de hoje, kkkk. Não é minha amiga Tamires. Que honra, alegria minha. Obrigado, viu, tirar esse tempo. Porque eu vim até a Tamires aqui. Estamos aqui em casa, se usando novamente o estúdio aqui do, do. Obrigado por participar. Deve ser um prazer. A Val me mostrou, acho que alguns anos, anos não, né? Sei lá, dois anos atrás, alguns vídeos assim. Eu lembro de onde você fazia, nós, se eu não tô enganado, você estava num balanço, ainda num parque, sendo um balanço e falando coisas muito legais assim. Foi muito abençoado. E depois das músicas, eu uso devocionais assim, sempre suas músicas estavam presentes. E tem sido muito bom.
Mas eu queria começar perguntando a pergunta que eu gosto de fazer sempre que a pessoa vem pela primeira vez: como é que foi o seu encontro com Jesus? Você vem de uma família já cristã? Não. A minha família, na minha família, a primeira a se converter foi a minha mãe. Eu tinha três anos de idade e ela tinha uma ideia de que, e eu nem suas irmãs, né? Eu tenho mais velha, mais nova, Carol e a Marjorie. E a minha mãe estava ali num momento muito difícil da vida dela. Ela decidiu que ela ia largar a gente com a minha avó e abandonar meu pai. Sério? Mundo. E ali, nesse momento da vida dela, foi quando ela encontrou Jesus. Ela tem uma experiência muito forte e ela sempre creu em Deus e tal, mas nunca tinha entregado a vida para Jesus, não conhecia o Senhor Jesus, Espírito Santo, Deus como pai. E ali ela teve uma experiência com Jesus através de uma irmã que evangelizou ela, cabeleireira. E quando ela entregou a vida para o Senhor Jesus, logo no começo assim, ela passou a ler a Bíblia. Ela leu a Bíblia inteira em três meses. Entendeu? Não sei que orar. Foi muito encontro dela, uma forte com Jesus assim, e tocou toda a nossa família. Ela passou a orar três vezes ao dia porque ela leu Daniel. E ali o Senhor falou para ela: "Olha, vai para tal igreja." E ela chegou na igreja e eu lembro que era um culto de quarta-feira. A gente era pequenininha. E no final, o pastor falando assim: "O Júlio já está no Senhor." Falou: "Tem alguém que nos visita pela primeira, segunda, terceira vez, né?" Que a minha mãe nada. Não levanta. O amor, ele fez isso quatro vezes. No final, ele falou: "A irmã que está sentada aí no fundo com as meninas." Ela: "Não, você. Eu não sou visita, não. Eu vim para ficar." Ele já me lembrou. Já não sei se você é. Então, foi muito forte assim, foi muito impactante. Mas foi ela que foi a primeira a entregar a vida para Jesus na nossa família. A partir dali, a gente começou a frequentar aquela igreja, né? Não precioso. Aqui é preciosa Igreja Presbiteriana lá Vila Livieiro. E ali começamos a frequentar a igreja e participar da Escola Bíblica Dominical, né? E eu tinha quatro anos. Estava numa Escola Bíblica Dominical. Te achei lá estava ministrando. E ela começou a falar da obra da Cruz. E ela começou a contar como Jesus tinha se entregado na Cruz, como o Pai tinha enviado o Filho, como Deus tinha amado o mundo de tal maneira. E aquilo foi mexendo comigo de um jeito. E eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Há quatro anos, dizendo: "Eu quero um Salvador. Eu quero meu Salvador. Eu quero Senhor Jesus." E eu encontrei nos lábios da tia Sheila o herói da minha vida, né? Encontrei o Senhor do meu coração e entreguei minha vida para Jesus ali com quatro anos. Era fevereiro de 98. Escrevi um bom tempo. E ali, no final daquele mês, era muito comum na igreja na época, né? Eu não sei hoje em dia mais como é que está isso. Mas na minha época era muito comum show de talentos, né? Para descobrir os talentos da igreja. E ali eles fizeram um. Eu falei para minha mãe: "Não quero cantar. Quero cantar. Quero cantar." Quatro anos, né? Aquela coisa de criança mesmo. "Eu quero cantar." E ali decidi cantar uma música chamada "Jesus Criança". Que ela falou: "Meu querido Jesus já foi criança também, nos deixou um presente de amor, alegria, bondade. Ele era dócil, era sempre obediente, ajudava seus pais." No final, a música falava: "Eu quero ser também como Jesus." Eu tinha ensaiado de um jeito. O playback acabou e eu continuei cantando: "Quero ser também como Jesus, quero ser também com Jesus, quero ser também com Jesus." Todo mundo foi esperando eu descer, né? E ele ali, de olho fechado. Primeira vez que eu tô aqui na frente das pessoas, meio de correspondência. "Quero ser também como Jesus." Chegou uma hora, o Espírito Santo vem sobre mim. Viu batizado no Espírito Santo. Saí correndo, orando em línguas. Orando em línguas. Daqui, obras vezes. E mais uma vez, na época, eu passei. Acreditava nos Deuses, acreditavam letra de santo. Não era uma coisa comum no culto assim. Mas eu queria se no Espírito Santo, queria assinar uma oração, línguas, nos damas, etc. Eu saí correndo para o colo da minha mãe. E aquele dia, assim, eu fui marcada com expedição de uma maneira. Nunca mais que se. E acho que a partir daí, inclusive, eu sempre falo para as pessoas: "Nem antes você começar a dar uma lista de regras para as crianças, dizer para ela que que é pecado, que não. Apresenta o Espírito Santo para ela, que ela nunca vai abandonar o caminho." E assim comigo. E ele, a partir dali, comecei a falar com o pastor todo domingo. Todo domingo. "Santo, passou, Júlio. Eu falava para ele: 'Para tu, eu quero batizar.' Patroa." Eu falava assim. E aí o tempo foi passando. Era fevereiro de 98. Tinha quatro. Em abril, fiz cinco anos. E continuei todo domingo. Eu falava com ele. E ele falava para mim: "Minha filha, não pode batizar. Tem que ter 12 anos pelo regimento interno da igreja." "Não gostei batizar. Não pode se batizar." E aí, nesse meio tempo, minha mãe conta isso. Eu não lembro. As dias da Escola Bíblica Dominical que me contava, te achei ele e tal. E a minha mãe me conta isso que eu pegava a Bíblia dela, eu chorava para ele. Falava: "Porque você não me ensina a ler? Eu queria ler, aprender a palavra do Senhor, mas eu não sei ler." Vou. Eu tive. Eu aprendi a ler na Bíblia dela. Na Bíblia. Aprendi numa Bíblia pentecostal. Uma irmã da igreja presbiteriana. E ali aprendi a ler. E um dia cheguei em Atos. Era já, eu lembro de 99. Eu estava com seis anos. E eu linha Atos quando o Pedro é enviado a Cornélio. E depois ele está ali conversando. Ele fala: "O Espírito Santo veio sobre eles." Como eu não ia batizar? Gente, usa. Eu tinha que batizar. E aí, no próximo domingo, e falei: "Que eu me batizar." Ele: "Minha filha, ele tinha uma fazer esse é o muito doce. Ele fala: 'Minha filha, eu não posso me batizar. Tem que ter 12 anos. Quando você tiver 12 anos, pelo regime, ele vem na igreja, eu vou te batizar.'" E aquele dia, eu respondi para ele: "Fazer mais, pastor. Espírito Santo me batizou. Porque você não me batiza também?" E aí ele não tinha a resposta na época, né? E falou para mim: "Tá bom, vou conversar com o conselho da igreja, né? Um presbitério. E eu vou conversar." Eles liberaram. Eu fui batizado. Batizei nas águas com seis anos. A ver só, apesar do regimento interno. E foi assim meu encontro, assim os primeiros dias com Jesus foram assim.
E aí, aí você cresceu ali junto com a sua mãe, com suas irmãs? Seu pai não, não ia ainda? Não. Meu pai não era cristão ainda. Ele demorou um pouco. Dezoito anos a igreja. A vida prossegue. Uma, mas meu Deus, eu aprendi tanto com minha mãe nesse sentido. Porque sempre, não é muito sabe assim. Então eu lembro quando era criança, ela pegava o órgão, são, ela sentava para fazer massagem nos pés do meu pai enquanto ele assistia. Então ele assistir futebol do domingo. Então vai pegar a Manu, vou fazer uma massagem no seu pé. E ela fazia. Como foi com ela? Quando ela se converter, ela ungiu os pés dele. Enquanto ela morava em Minas, ela estava na cadeira da cabeleireira. Amei. Oi. E ela detestava crente. Minha mãe, assim, católica roxa e odiava crente com força. Quando ela entrou no salão, ela viu assim os versículos. Ela falou: "Isso é mulher crente. Ainda bem que vou passar nervoso aqui com essa mulher. Vai querer falar de Jesus." Eu não. Falou nada. A mesma falou nada. Ela sentou minha mãe na cadeira, enquanto fazia o cabelo dela, orava em línguas e colocava ela de ir no Senhor. E aí minha mãe desabou de chorar. Então ela aprendeu esse. Começou a fazer com meu pai. E ganhou com uma escritura diz, né? Mulher que a esposa do não crente, ela ganha o seu marido sem palavras. Eu fui assim que minha mãe ganhou meu pai. Foi muito linda assim que você fez a nossa família. Que incrível. Quem criou? Porque é um grande desafio na é o evangelho e evangelizar. Audi perto, né? É um outro, é uma outra dinâmica. Porque a gente vai com evangelismo de rua, tal. Não fala. A gente expõe evangelho. Às vezes, eu lá no púlpito, você fala, tal. Agora, curso de casa, dos de perto, é sem palavras. É o testemunho vivo, né? O sexo tem que ver encarnada, não é exatamente a palavra, né? Eu creio que é necessário falar. Claro, a Bíblia fala, né? Que a fé vem pelo ouvir, mas a gente tá acompanhada de muita vida, né? Porque o que eu vejo na maioria das vezes é a pessoa pregando mais um marido, uma esposa, um pai, uma mãe, um filho falando, mas eu não tô vendo. E eu acho muito, muito difícil, inclusive para o filho do não crente, quando a criança está. É uma coisa acontecer muito em casa. Então, se eu e minha mãe, a gente as mesmas, a gente discutir isso. Ele falava assim: "É, parece que vocês vão na igreja." Então, muito difícil. Você tem que viver assim no pé da letra, sabe? Lá na nossa, que os pais, pais de alguns na nossa igreja, o pai não era crente, tal, né? Ele se converteu. Uma. Isso aí. Aí o pai rosa: "É isso é uma cópia de Jesus. Meu Deus."
[Música]
Meu pai, mas é um novo. Se alguém que não queres que te puxa para ser mais cristão, para ser mais como Jesus, porque é isso. É bom de paz. Mas a empresa, a empresa é assim, exatas, engorda. É assim, quando você vem se declara mesmo. Daí até evangeliza os outros. É, é assim, vai ser pregado pela sua pregação na internet, obrigação, vai ter martelada. Muito bom.
E aí, você, como é que foi para você ser o, o seu, o crescer, né? Você teve um período assim mais rebelde? Tá assim? Ou eu tive uns seis meses revoltadas. Seis meses assim, certo. E a gente, ele cresceu na Presbiteriana. Então, não chegou mais pra gente ter que mudar. Nós passamos por situações financeiras bem que ficavam ao longo. É assim, que período que eu fiquei com os meus pais, foram seis despejos, né? Então, muitas falências e tal. Então, nessa, a gente não dava de geografia e mudava de igreja, né? Então, eu passei por várias igrejas. E minha mãe sempre ali envolvida na liderança, sempre na o ou quando eu estava dando atenção, estava liderando louvor e tal. E eu sempre muito junto com ela. E ele vive, vive muito muita coisa dos bastidores da da estrutura, não da igreja, né? Eu costumo dizer isso assim. E muita gente, muita gente ferida com a igreja, dizendo: "A igreja, mas Cantares diz que a igreja do Senhor Jesus é perfeita, mas eu preciso encontrar com ela. Ela vai estar um dia pura, santa." Então, o que a gente conhece é, é justamente o sistema, a estrutura, o regimento da coisa, né? E isso envolve pessoas. E pessoas falam. Então, muita gente, inclusive, se sente ferida, né, pela igreja, etc. E dizer: "Fui ferida pela igreja, nunca mais eu volto." Mas eu costumo dizer isso: "Não tem como você pôr a cabeça de Jesus no vidro e dizer: 'Eu vou caminhar com ele e com se o corpo tivesse vivo, eu não preciso do seu corpo.' Não. Ou se relaciona com os dois, ou você não se relaciona com nenhum." E por causa disso, eu vi muita coisa, mas muita coisa mesmo, assim. Então, pastor que roubava igreja, adultério, tudo. Você pode, mas não. Mas eu tinha 10 anos. E nesse período, já tinha uns 10 anos. E eu revoltei nesse período. Eu revoltei assim. E foi a minha mãe caiu doente, muito doente com fibromialgia. Então, eu cuidava dela. E passando, ela passou seis meses aí de cama mesmo. E nesse período, eu estava completamente à vontade. Eu falo para o Senhor Jesus: "Olha, eu te amo, não te largo por nada nessa vida, mas eu nunca mais quero pisar na igreja. Não quero saber de igreja. Se escreve tudo doido, nada. Vivendo uma coisa." Tá escrito assim, de todo jeito. Então, tudo da minha, não entendia isso. Vai minha cabeça, não funcionava. E como na minha família descobriu que eu cantava, então, pessoal passou me inscrever e muitas, há muitos eram concursos, né? Na época, então, concurso de rádio e tudo gospel, né? Tudo que estão ali, teoricamente, é minha cabeça de criança, eu não consegui entender. Então, não fazia sentido para mim. Como é que a gente vai? Vamos todos ali adorar Jesus e no final, quem vai dizer quem foi o melhor? Eu não entendi. Aí, eu, eu diabo aqui. Mas eu passei um período assim, bem revoltado assim. Primeiro, não querendo mais cantar. E segundo, não querer mais saber de igreja. E nessa, eu estava nesse período que não tinha como ir para igreja. Meu pai ainda não cristão, a minha mãe de cama. Então, a gente cantava. E ali, nesse período, eu voltei assim. Mas a minha revolta foi assim, eu acho que durante seis meses. Eu falei palavrão duas vezes com ninguém que me provocou assim, né? No colégio. E eu fiz, eu estou morta. A gente tem um balde. Eu falei palavrão. Foi para mim, foi terrível assim. Imagina. E aí, opa. E aí, nesse período, minha mãe doente. Quando a recuperar um pouco. E quando eu estava com 10 anos, na virada do ano de 2003/2004, eu passei muito mal, sim. Era umas quatro horas da manhã. Eu passei o dia sentindo mal, mas quatro horas da manhã, levantei assim, passando mal mesmo. A dor de cabeça que eu nunca tinha sentido à minha vida, uma febre altíssima e vomitando muito, tal. Acordei os meus pais. A gente foi. Estava no meio dessa recessão familiar, né? Na hora que vai ser ali, mas o hospital mais próximo é o hospital particular. E meus pais me levaram até lá, muito preocupados. E eu cheguei na virada do ano mesmo, literalmente do dia 31, podia primeiro de 31 de 2023, né? 2003/2 de dezembro. E do dia primeiro de janeiro de 2004. E eu cheguei lá, estava com meningite. Nós, assim, que desespero na família. Deus e tal. E os médicos falam: "Nosso, você quiser mover ela para o hospital público, a gente não acha que ela fica enxerga viva. Não, se eu fosse você, deixava ela aqui." Eu fiquei, fiquei internada ali duas semanas. A mistura até hoje, os médicos não souberam explicar muito bem. A mistura muito de dois tipos de meningite diferentes. Ó. Então, eles diziam: "Se a gente tratar um, ela morre do outro. Se a gente trata o outro, ela morre um. Esse, a gente até os dois anos de tratamento, tá? Não vai aguentar esse." Não sabia nem namoro também. Então, assim, uma coisa assim, olha. Lembro que depois de umas duas semanas, assim, sem passar a dor, nada. Eu, o médico liberou minha mãe para entrar no quarto que eu estava isolamento. E liberam minha mãe, cheio daqueles aparatos e tal. E eu lembro que ela entrou no quarto e eu falei para ela: "Mãe, ora por mim." "E porque, filha? Tá com dor? Tá vendo? Ora por mim, porque a única coisa que está me segurando aqui é você orando para ficar. Então, ora por mim, me libera. Eu tô com Jesus, eu tô salva, tá tudo certo. Só a hora que você morrer, não quero nem morar aqui. Não aguento mais sentir dor." Então, acho que uma das piores dores que sente na minha vida. E a dor de cabeça era uma dor de cabeça muito forte também. Possibilidade de abaixar, né? Dorme rigidez. Oi. E aí eu fiz, no exame, que aquela função, não na coluna, né? Almoço. E vou três vezes. A primeira me mexi, já foi um milagre ali, né? Precisa aqui, você pode ficar ali. Na primeira me mexi. Na segunda, ela pediu para o meu pai me segurar. Meu pai sorriu. Então, e na terceira, teve como, estava muito sensível, né? Mexer de novo. Aí, na quarta, deu certo. Mas quatro vezes furar no mesmo lugar. E tá. Já eram, lembro que eu falar para minha mãe: "Por favor, não deixa eu furar e mais. Eu vou virar a peneira, boi. Por favor." WhatsApp. Ela tá bom, filha. Tudo bem. Não vai falar mais. Daqui 15 minutos, outros. Não, não tem jeito. Mas ali, a minha mãe entrou no quarto para, teoricamente, se despedir. Eu pedi para ela orar por mim. Ela saiu para chorar. Ela deixou o primeiro a porta entreaberta. Eram duas portas do isolamento, assim, né? Uma, primeiras a linha ali, pela se trocar. E a segunda saía direto para o corredor. E essa primeira porta entreaberta, que dava acesso para o meu quarto. E nessa hora, eu vi Jesus entrar. Aí, eu falo, já fiquei emocionada, chorosa. Você já percebeu, mas eu vi Jesus entrar no meu quarto. Pela primeira vez, descalço, calça jeans, camiseta branca. Não vi o rosto, é uma luz que ele vai. Mas eu sabia que era Jesus. Quando ela entrou, eu tenho uma canção que falei isso: "Eu nunca vi o seu rosto, mas é sempre sei quando você chega." E você sabe que ele vai ver. Tem a ver com a ser feliz. Esse trecho tem a ver com a ser feliz. E eu vi Jesus entrar no meu quarto. Minha cama estava bem alta. E parou do lado, me disse uma palavra. Eu pensei: "Morrer." Oi. "Vem me buscar." "Vai gostar." Eu encostei a cabeça assim na barriga dele. Que a câmera bem alta, legal também. Encostei a cabeça na barriga dele e dormi. Peguei no sono pensando: "Pronto." Aí, a dor passou. Hoje, eu acordei no dia seguinte. Ninguém sabe explicar. Os médicos começaram a rir, fazer os exames. Não tinha nada. Não tinha meningite, nenhuma, nem outra. Não tinha febre, não passava mal, não tinha dor. Ninguém, ninguém sabe explicar. Mais um dia ficamos ali para fazer mais exames e tal. Mas que chamou a minha mãe, ele no escritório. Olho: "Se vocês acreditam em Deus e agradece. Tem coisa que é mentira, não sabe explicar. E uma entrega sua filha, vai para casa, que ela tá bem. A gente não sabe explicar." Jornada. Aí, então, foi essa minha experiência, essa minha primeira experiência de ver o Senhor Jesus assim, de uma visão aberta. Já tinha visto outras coisas assim, mas essa ruim. Eu tive o Senhor Jesus assim para mim, foi muito marcante. E ali, a minha revolta tinha que ir embora, né? Você fez, você fala: "Amor, ele é incrível. Ele é tudo que eu esperava, muito mais. Ele é muito mais do que eu podia imaginar." Então, ali, a gente continuou buscando assim, lá em casa. O horário. Aí, ela foi um dia para ter uma outra igreja. Então, a gente passou a congregar ali na nossa, todo lugar e outro lugar.
E como é que é, depois de uma experiência como essa, assim, o sentido de não te dar um, poxa, eu queria de novo. Você passa os anos seguintes a sua vida, você passa dizendo que certeza, quero te ver, eu quero te ver, eu quero ver. Porque eu fui pensando, tipo assim, e até no sentido de todo o resto perder a graça. Vou usar um exemplo bem chulo assim, para tentar expressar, né? Como se fosse na Disney, ah, entendeu? E depois que a gente levar no parquinho, aperta aqui em Bragança. Era legal isso aqui, mas agora é. Então, como é que é o pó? Para mim, ele foi realmente isso assim. Perdeu tudo, perdeu o sentido. Assim, tudo perdeu o sentido. Então, eu me lembro que nesse mesmo ano, e eu até estava contando para vocês nesses dias, assim, eu não, eu não me lembro exatamente onde começou, mas o meu aniversário, eu sempre, eu queria uma tradição de falar para o Senhor: "Olha, o primeiro, primeiras horas, eu não quero conversar com ninguém. Eu quero te agradecer pela minha vida." E para mim, tinha nascido de novo. Ali era uma coisa. Mas eu não me lembro exatamente onde começou. E eu me lembro exatamente assim, decidido os dez anos. Era 8 de abril de, em 2004. Eu ia fazer 11. Eu ia fazer 11 anos. Estava finalizando os 10. E eu estava ali dedicando ao Senhor as primeiras horas e tal, e orando. E senhor, adianta, muda tudo. Depois você vê Jesus, muda. Muda sua vida de oração. Olha como você enxerga a Bíblia. Muda como você enxerga as pessoas. Muda constante. A igreja muda, porque ele, ele se torna um parâmetro, né? Eu costumo dizer isso assim. A presença dele, e ele a resposta das perguntas que eu nem tinha feito ainda, que de repente eu não tinha nem pergunta mais, que as respostas já tinham chegado. Eu amo. Às vezes, as pessoas até falam isso, né? "Ai, que o dia que eu encontrar Jesus, eu vou perguntar porque disse, porque daquilo, porque daquilo." Eu amo o João. Quando o Senhor Jesus disse naquele dia: "Nada me perguntareis." E ele fala isso aos discípulos. Naquele dia, você não perguntar nada. E eu fui ver Jesus. Para mim, foi isso. As perguntas acabaram. A revolta acabou. As frustrações acabaram. As dois acabar. Tudo acabou. Porque ele é uma resposta. Ainda que não tivesse acabado nada disso, ele era suficiente. E ali, em oração, esse dia do meu aniversário, eu estava falando com o Senhor e tal. E eu queria muito furar as orelhas. E esse era o presente que eu ia pedir para minha mãe, né? Estava colocando esse diante do Senhor, assim, tudo bem, né? Se eu fui lá as orelhas e tal, tudo passou a ser por ele, assim. Então, eu adotei um estilo de vida de, eu entendi, eu tomei consciência de que Jesus estava no meu dia a dia. Não era só um Deus distante, sabe? Não era alguém, jogo do seu Deus lá da igreja. Deixou de ser o Deus tang, encontrar na igreja. Ele passou seu meu Senhor, meu rei, o meu, meu amigo. Então, eu ia sair, vai para o colégio. Tá bom. O cabelo desse jeito. Essa roupa está boa, Senhor Jesus. Até a Viração do dia, Senhor Jesus. Mandou beijo. Eu engraçado, meu marido até doía, sim, porque às vezes eu fico um pouco com as traíras. Tem mais jeito que eu pensava. Vai pensar aqui. Eu penso assim, que sou meio doido, mas às vezes eu paro, se agitar no Carly, na Viração do dia, Senhor Jesus, que você caprichou hoje. Ficou lindo. Parabéns. Ao ficou ótima pintura. Brasile para minha vida. Não só entregar minha vida. Aí, na tava conversando com uma adolescente assim, e ela estava com cheia de dúvidas. Olha, ela aí, ela me falou disso. Ela: "Lá, deixa eu dar um exemplo assim, que que é Deus para você?" Perguntar para mim, né? É porque ela estava querendo dizer sobre alguma situação muito fanática, né? Então, eu vejo assim, Maria de Deus, fosse uma comida, né? Aí tem gente que come, falam: "Se gostoso." Aí ele quer comer todo dia, toda hora. E não é 24 horas aquela comida, né? E aí, ela funciona? Não, eu gosto da comida, mas assim, às vezes. E aí eu falei para ela: "Pior, então, esses não é o melhor exemplo." E aí, talvez um exemplo bom para Deus, sei os seus óculos, pelos avós. Então, Deus é como o óculos. Você, você pensa o dia inteiro sem óculos. De óculos. Vamos logo. Não só que agora você vê tudo através dele, entendeu? Tudo onde você olhar, ele está envolvido no seu olhar. Para você conseguir, você não leva um pôr do sol sem ser através dele, mais, né? Ele é essa agora, essa cosmovisão, né? Você escolhe tudo baseado nele, né? E eu devo ser essa luz da, né? Que é do Sol, né? Você não passa, nem consegue olhar para o Sol, na verdade, né? Mas também não consegue olhar para nada, se não atravessa, né? Então, eu acho que é essa, é uma mudança que eu tenho preço. Até como se fosse uma segunda conversão, assim, né? Não é, né? É um entendimento, né? Mas da maioria das pessoas têm essa experiência, aceitar Jesus e tenta Ele nessa caixinha do domingo, da religião, né? E o seu momento que ele invadiu, revelação de que ele é diferente, hein? Essa dicotomia não tem. Minha vida secular, minha vida, meu trabalho para ele. Ele engole tudo, tudo em todas, né? Tempo todo. E então, eu estava nesse momento assim, falando com o Espírito Santo, eu queria furar as orelhas e tal. E se não for para mim, não furar suas orelhas. E ali, eu comecei um trajeto. Até estava comentando com o Daniel esses dias, minha esposa, desde esse dia, nunca estive fora de um voto, até o final da minha vida, eu vou estar um voto ao Senhor. Então, essa experiência com Jesus destravou em algo de que eu queria me oferecer. Não era mais só o sacrifício dele por mim, era como eu podia agradar o coração dele, como eu podia entregar mais na minha vida. E passou a ser assim. Ele nunca, Espírito Santo falou para mim: "Olha, não, não foram as orelhas. Agora, daqui sete anos, eu vou te fazer uma pergunta, dependendo da sua resposta, você fura ou não as suas orelhas." Eu achei meio doida, mas ok. Oi. E a partir daí, minha mãe conta isso, inclusive, anos depois, a gente estava conversando e ela falou para mim assim: "Por um tempo, e foi muito forte, que ela me disse: 'Ela, por um tempo, eu me senti roubada na maternidade.'" E eu falei: "Meu Deus, como assim?" Ué. Ela falou: "Porque quando você fez 10 anos, e foi ali a minha experiência com o Senhor, quando você estava dos 10.000 ali, você já não me perguntava mais. Você dizia para mim: 'Mãe, o Senhor falou comigo assim, assim, assim.' E eu sabia que o Senhor tinha falado realmente com vocês." Vai lavar, ok, filha. Mas ela falou: "E foi maior, com muito difícil para mim, porque eu, como mãe, eu sentia, poxa, Deus falou com ela, eu sei que é de Deus, ela tem que fazer, vai ser desse jeito, mas ela nem perguntou o que que eu achava." Assim, porque foi muito radical para mim, assim, ao meu encontro com o Senhor, me tocou tanto que eu falei: "É isso. O que ele disser, vai ser o que ele pedir. Eu vou dar o que ele mandar. Eu vou obedecer." Então, ainda mais lenda de João, né? "Vocês são meus amigos, que você se tem uma condição, e vocês fazem que eu vos mando." Então, para mim, a obediência era o nível mais alto, né? Obedecer ao Senhor. E óbvio, assim, obedecemos autoridades ao meu redor. Mas os anos se passaram. E nesse meio do caminho, fiz outros votos. E quando eu estava no aniversário de 17 anos, estava ali orando e entregando ao Senhor, eu tive uma visão. E essa visão abriu uma casa linda, parecia o caso americana, assim, toda branca, vários carros bonitos na garagem. Eu vi um homem de costas, duas crianças. Eu sabia que aquele seria meus filhos e meu marido. E a visão fechou. E eu tenho um plano. Eu estava terminando o colégio, na naquele ano. E meu plano era que ela ia ser, fazer direito, porque o meu sonho era ser Ministro da Justiça, entendeu? Eu ia fazer direito, advogar um tempo, queria subir como juíza, queria passar um tempo como desembargadora. Mas eu queria mesmo, eu tinha minha carreira cansada, né? Eu vou fazer assim, eu vou fazer assim, vou fazer assim. Já estava já servir na igreja, já trabalhava na igreja como secretária, na comecei com 12 anos de conseguir. E aí, no ouvido muito com as coisas do Senhor, já compunha, já cantava, já tudo. Mas meu sonho é esse. E eu tive essa visão. E inspiração falou para mim: "Isso é que eu tenho para falar para você. Se você quiser seguir a sua carreira no direito, na justiça brasileira, é, é linda a lei." Televisão fechou. E ver glória a Deus, né? Tudo que você está dizendo que eu posso ir, vai me abençoar. Olha, tudo isso que a senhora providenciar para mim, uma família, uma estabilidade, tá lindo. E aí, aquela visão fechou e abriu uma outra. Eu vi um campo verdinho, assim, as pontinhas bem estranho, que era verde, mas vai ser trigo. E nunca fui pesquisar, na verdade, você trilha verde, alguma hora, mas era verde, parecia trigo. E na pontinha era branquinha, assim, com suas umas florzinhas bem branquinhas. E todo lugar branco, assim, e mais nada. E eles fixam falou para mim: "É isso que eu tenho preparado para você. Se você quiser abandonar esse seus sonhos, você me seguir, mas eu te prometo uma coisa: minha presença nunca vai faltar para você." Aí eu falei: "Vai entre isso aqui e a sua preferência. Eu vou ficar com a sua presença." E o Espírito Santo falou para mim: "Se você quer isso, então se compromete comigo hoje. E foram as suas orelhas na porta da minha casa e faz uma linha. Se você nunca vai trabalhar para os homens, você não vai despender o seu tempo." E lógico, não é uma coisa que eu pego para qualquer pessoa. Não foi uma experiência minha, é uma coisa pessoal. Na hora do outro, não é uma doutrina, uma experiência minha com Senhor. Mas o Senhor realmente me pediu para abandonar tudo. E a partir dali, eu falei: "Ok, Senhor." E fui lá na, na igreja. Situação era uma quinta-feira. E o aniversário no sábado. Eu fui furar a orelha na porta da igreja, né? Jesus. E agora, o bom é que tinha uma farmácia, duas, três lojas para o lado, assim. Cheguei na farmácia e falei com o farmacêutico, falou que queria furar as orelhas e tal. Ele: "Ok." Eu falei: "Tudo bem. Se for aí na porta da igreja hoje." Não tinha como explicar assim para ele. Gira, liga, perguntando que foi comigo. Então, foi, foi, foi comigo ali na porta da igreja. Orelhas. Entrei para o ensaio do louvor. Ia ter culto aquele dia, como o ministério louvor e tal. No meio, subiu a música, é pregar. Subiu e falou: "Eu tinha uma pregação preparada, mas senhor tá falando aqui. Na verdade, eu vou só quero um versículo. Nós vamos continuar adorando." E nos é isso. Hoje é isso que o Senhor tem preparado. E é isso. Ele abriu o texto e o escravo no ano do Jubileu. Se ele, ele vai ser liberado, mas ele amar muito o seu Senhor. E ele quiser comprometer com a sua vida, ele vai furar orelha e nós nos umbrais das portas, né?" Aí eu falei: "Meu Deus, tá bom. Amei. Eu entendi." E a partir dali, eu me comprometi com o Senhor nesse, nesse sentido. Fiz um voto. Depois, eu tinha feito já um outro no meio do caminho. Fiz um voto Nazireu, até depois, foi todo mundo achou que eu estava doente. Meu Deus, também está com câncer e tal. E na verdade, era só uma pausa. Problema. Não beleza. E bem literal, assim, bem ao pé da letra, para começar a fazer, para terminar. E votos ao Senhor. E aí, lembra esse dia, estava conversando com Daniel, meu esposo. Foi: "Amor, você é o meu pode ser que venha mais, né? Mas é meu último voto. Meu último voto, gente. Cima até o fim da minha vida, estou comprometida. Não volta ao Senhor de te honrar e te respeitar e ser uma esposa de alguns seladora." E eu percebi essa trajetória, assim. Isso tudo começou com o encontro com o Senhor, que então de uma entrega, mas porque ele, por causa de uma revelação, porque ele se mostrou. E eu falei: "Meu Deus, não tem como. É impossível viver sem ele. É impossível." Oi. Para ele. E aí foi assim, esse Inglesa parada do voto, né? Das aliança que você citou com o Senhor. Essa aliança quiser conversar do casamento, porque nós vamos ver no momento, é de tanta opção. E aí, isso é em tudo, né? Em tudo. Porque, por exemplo, você lembra, talvez parecido comigo, quando a gente era criança, sentar para assistir, se eu tinha assim, seis, sete canais. Geralmente, tem um passando alguma coisa que interessa a criança, por exemplo, um desenho, alguma coisa. Então, eu tinha opção. Então, você vai assistir aquele, o Tom e Jerry, vai ser o cavalo, você que eles. Aí, beleza. E aí, hoje, você tem assim, uma infinidade, né? Infinito que você tem para assistir, né? Não pode assinar o que você pode ver, tal. E é muito doido, por quê? Porque quando você tem tanta opção, você tem uma dificuldade de se comprometer. É porque se comprometer é falar não para tudo, todas as outras. E aí, nós vamos uma crise de aliança, hoje, isso no geral, que você estava falando de casamento, que é o principal para mim, assim, família e com o Senhor. Mas também de qualquer outra coisa. Você não se compromete com o carro, né? Agora, não tinha aluguel de carro. Uma hora, não é a bimby, vou comprar uma casa, comemorar onde eu quiser. Já parece que a gente tem dificuldade, isso, né? E com importante é essa questão do voto, da aliança, né? Assim, que você se comprometer e falar sim para uma coisa, que significa não para todas, todas as outras. Bíblico, não é uma, inclusive, uma coisa aqui, pouco se fala hoje, eu acredito. Eu não vejo tanto assim, esse os votos. E os votos são bíblicos. Escritores fazem votos ao Senhor. É bíblico. Davi fala: "Eu pagarei os votos que eu fiz na tua presença." Não é para comprar Deus, tem nada a ver com isso, mas são maneiras a grade, se oferecer, de aproximar os do Senhor. Não é, não é nada, não mudar Deus, mas me transforma. Lembro uma vez que eu estava, eu andava de skate, né? Eu também, adolescentes, andava de skate. E eu tinha ganhado um vídeo game no Xbox, né? Não era duas coisas, dois hobbies da liga fazer. E um dia, eu senti do Senhor me pedindo as duas coisas. Ninguém tivesse. E eu foi uma vez que também estava na igreja. E alguém pegou de Eliseu, Eliseu queimando as carroças, né? Queimando os bois, como que dizem? Não tem volta. E não é assim: "Vou seguir ele, vai que daqui uma, dar errado e volto para a roça com os bois." Se vocês querem, queimou, tipo assim, se der errado, não tem para onde voltar, né? Tipo, não deixar opção, deixar a porta de emergência da jogar fora a chave. Então, aqui mexeu muito comigo. Pensei: "O que seria uma carroça? O que eu poderia queimar?" E aí me veio sim, muito forte, o skate. Olha, não, ela não tem nega. Aí, apertei de oferta na igreja. Foi lá e da hora da oferta, tá em algum skate, vai levando para frente, daqui entregaram. Antes disso fazer, porque me veio na cabeça, né? E eu pensei: "Só que o Senhor, isso aí." Eu peguei aquela, aquele estilo, né? Abri um desses, abri. É incrível. Abre. E bate o olho, você tá escrito. É do primeiro dia do ano. E ele estava enterrando um homem, tal. E de repente, eles viram os inimigos vindo. E eles jogaram o homem na cova. E hello nos ossos de Eliseu. E o cara receita. Aí, era como se eu falar assim: "É isso que acontece com alguém aqui que queima, né? Algo diante do Senhor, né? Isso é isso aí." Eu levei. E eu lembro que isso foi uma virada na minha vida. Era uma virada, tanto que junto com isso, eu fiz um jejum, um propósito, três meses sem TV, internet, sem nada, que eu iria ler Sua Bíblia, senhor. Um período que eu falei: "O relê, o relê as escrituras todas, entendeu? E ficar." Foi quando tudo começou assim, para mim, ministerialmente. Uma cena já muito importante.
Agora, você teve algum momento, porque quando a gente cresce na igreja, eu creio que uma das grandes tentações e problemas que a gente vive é com o legalismo, né? Então, consegui dizer: "Eu me revoltei, foi dois palavrões." A gente está ouvindo a gente. O nosso, até hoje, eu luto para não falar palavrão, o tal. E quando você quer essa igreja, tem uma outra luta que às vezes é pior do que falar palavrão, né? Que é você ter visto de tipo assim, você tem um momento, você teve aquele encontro de entendimento com a graça? Você tem algum momento que você estava meio que nesse processo de achar que seu esforço conquistar algo de Deus? Eu sempre, eu sou uma fazer dura, né? É, eu, eu faço, faço. Coisa muito engraçada. Você até meu avô, ele faleceu. Os meus avós, dele, que eu estava aqui nos Estados Unidos, ele faleceu. Então, tinha um chorando uma família, né? Eu, primeiro dia que foi comunicar a família: "Olha, eu fiquei sabendo que vou comunicar, vai mesmo." Então, estava chorando. O outro estava, enfim, lamentando. Meu Deus, agora, como é que vai ser? Outra pensando na vida do tipo: "Meu Deus, olha que a vida passando." Então, eu ia falar: "Ok, quem vai cuidar das questões do túmulo? Quem vai cuidar das questões do enterro? A roupa, aquele? Então, como é que tá a documentação? Da tudo certo?" Então, eu só vou fazer dor assim. Eu era, eu amo. É uma coisa que eu vou fazer um servir pessoas. Põe alegria no meu coração.
E deixar fazer uma comida é por um prato, sabe? Eu amo fazer isso. Então, isso também se refletiu na minha vida com o Senhor, obviamente. E deu era a minha demonstração de amor para com o Senhor, mas naturalmente. E é uma coisa que eu sempre digo, a igreja sempre tem demanda. O resto da vida, se você passar 24 horas na igreja, você tem 24 horas que você tem que fazer, você não fica parada.
Eu era secretária da igreja, então eu fiz cantina, não fica na cantina muito tempo, fazia hambúrguer, você vê, café, limpava, marcava agenda, tipo assim, tudo eu fazia de tudo. Então, chega uma hora que a linha fica muito tênue entre a sua demonstração de amor para com Deus e a expectativa do amor que você vai receber de Deus de volta, exatamente. Então, sim, meu Deus, eu, eu não parava de vir. Assim, deu falar que eu estava no hospital, desidratada, porque esqueci de comer, que a gente tomar água e se sabe, tanto que você fazia, fazer isso não era, não é bíblico, né? Saudável, entende? E eu vejo, inclusive, muitas pessoas vivendo assim.
E nesse período, faz, inclusive, já faz 17 anos, foi quando eu escrevi a música "Naquela Velha Tenda". Eu estava meditando na escritura e foi uma coisa que, assim, na minha adolescência, eu devorei. Eu lia um livro da Bíblia por dia, eu tinha tempo, né? E tinha tudo, ir, é só o Senhor e tal. Hoje em dia, ainda fico, não é preciso voltar nesse lugar, eu quero voltar ali, né? E tal, mas foi de uma devoção muito intensa. Então, eu, e eu sempre intensa para todas as coisas, né? Intensa para mais, intensa para chorar, e intensa para entrar. E ali, então, eu oferecia muito, mas eu estava desgastada, e eu estava acabada, estava assim, não tinha saúde, e não tinha força, e pesava 48 quilos, 1,68. Assim, com dores que são dores de pessoas de 80 anos. Eu tinha dor no ciático, dor não sei o quê, dor de estômago ruim, porque comia mal, enfim.
E ali, eu lembro que um dia fui fazer uma oração, eu estava outra colocando diante do Senhor, muito cansada, muito sobrecarregada, muito, muito tudo. E eu estava meditando na escritura e ela falando assim: "Eu tô tão cansada, assim, meu Deus, é tudo por minha conta, sabe? Isso e aquilo. E eu tô fazendo isso, cuidando das crianças, e deu na aula, aquele que o dominical, e fui lá na casa de oração, e ministrando, rodando o Brasil todo final de semana, e não posso faltar no culto, e fiquei dois anos seguidos sem sair da escala, e esse o secretário da igreja, limpa a igreja, sem, eu não aguento, não tenho mais condição." E aí eu falei: "Não aguento mais, eu tô muito cansada e tal." E você falou para mim: "Mas eu nunca te pedi nada disso." E aí, eu acho que é muito difícil você lidar com isso, de você perceber, cara, eu fiz tudo para Deus e ele nunca me pediu nada disso. Que você falou, eu recebi porque eu percebi seu coração, a intenção do seu coração. É muito disso, você tá se matando. Aí eu não sei disso.
E aí, nesse momento, assim, eu estava, e na verdade, eu, e o que eu percebo que o Senhor me, eles são muito meu coração, é que é uma crise, na verdade, não é do serviço, da identidade. E eu estava ali, e meditando na escritura. Não é a Bíblia diz que Davi, já no fim da sua vida, então todo mundo já tinha opinião sobre ele. Ele foi esquecido pelo pai, pela família. De saúde, era só usurpador. Os irmãos dele, era só intrometido, né? Quando chegou ali, no meio da guerra, que você está fazendo o quê? Que você quer? Ainda era nova, sou um cara que queria aparecer. Para a própria esposa dele, ele é um palhaço. Para Mical, então, todo mundo tem uma opinião sobre. Tinha Bíblia, fala que as ervas do reino cantavam, saiu motomil, tanta gente que amava Davi, tinha os valentes e os fiéis, mas todo mundo tem uma opinião. A Bíblia diz que Deus deu para ele descanso dos seus amigos. E ali, ele tem uma ideia, uma grande ideia. Nesse a gente, a nossa grande Lego, né? E ter uma grande ideia. Ele fala para Natã: "Eu vou fazer uma casa para Deus. Como que eu vou morar na casa de ser o maior fórum Palace? Deus não é linda. Meu vô, agora eu vou fazer o que eles deviam fazer. Dores e agora eu vou fazer." E aí Natã, fala para ele assim: "Cara, faz tudo."
Tanta casa meditando nisso, eu pensei alguma coisa. Inclusive, não é tu, tá no nosso coração que você feito e você só prende-se ao longo da caminhada. Que no começo, você faz tudo que tá no seu gravidade, quero fazer isso a Deus, quero fazer cirurgia, doido, que era uma vontade de Deus, exato. Mas não era pego o metrô. E aí é vida, disse aqui, Deus fala para nós em volta lá e com certa vocês que nós coisas difíceis para um profeta, né? Você só volta lá que não, eu resolvi essa treta aí que eu mandei você falar com nenhum. E aí, na tua volta, e ele começa a falar para David algo mais excelente. E ele fala para ele: "Cara, Deus quer te dar uma dinastia, um legado." A Bíblia diz ali, foi meditando nisso, que o Senhor fez travar água no meu coração. Ele disse que Davi sai correndo, ele se põe diante da arca, e ele faz uma, uma pergunta ali, composta de três, né? Ele diz: "Senhor, quem sou eu? Quem é minha casa, que você me trouxe até aqui?" Oi. E aí, continuei lá no texto, a sua vida segue como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse pergunta nenhuma. E eu lembro que eu chorei uma semana inteira. Eu falava com você e você não respondeu. Para Davi, a responder para mim, tem olho. Eu preciso saber quem sou eu, que quem é minha casa, que que você tem para minha família, que que é, porque que você me trouxe até aqui? E nada.
Um dia, troquei a versão da Bíblia, travamento dando numa outra versão, tá valendo a cronológica, e foi estudar, né? No na tradição também, e tal, qual que era o que que aconteceu ali naquele momento. E naquele momento, foi quando Davi escreveu dois anos, a um capítulo, dois são 110. Foi nessa são, acredito que ser essa frase um. E meditando ali, Davi fala: "Eu proclamarei o decreto do Senhor. Ele me disse: Tu és meu filho, hoje te gerei. Pede-me, e te darei as nações por herança." De Deus respondeu para ele: "Quem é você? E quem sou eu?" Senhor, tu és a filha. E eu tirei a segunda. Ele fala que é minha casa, Salmo 110, tu és sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque. Que você me trouxe até aqui? Perto de mim, te darei as nações por herança. Então, Davi recebeu falar de uma dinastia, de um reino que não terá fim. Estava falando com ele sobre Jesus, já. Ele recebe uma revelação muito maior do que um templo de pedra. Eu recebi a revelação do filho de Deus. Então, ali, para mim, foi uma virada. E aí, foi quando eu compus, inclusive, "Naquela Velha Tenda", que fala: "É o que construiu um templo e não admitir que você morasse lá. Arremeteu tantos projetos, fiz tantas coisas que você não me pediu." E eu sei que muita gente tem vivido isso pela dificuldade em entender identidade, porque até tem uma das canções, você chegou, vi, né? Vai sair logo aí para ele, mas que fala isso: "Os meus esforços não compram Deus, e eu te conheci quando aprendi descansar." E ali, o Senhor, anos depois, eu, eu vim realmente viver isso. Muitos anos depois, ali, você já falava comigo sobre descanso. Muitas pessoas falam sobre a santidade, muitas pessoas falam do que é santo. Eu, isso é vida inteira sobre santidade, caráter, consagração. Mas a primeira vez que a palavra santo aparece na Bíblia, falar do chá bar, para falar de descanso. Então, as pessoas vão falar assim: "Nossa, tem que viver uma vida de santidade, assim, assim, assim, assim." Mas é impossível você viver uma vida de santidade sem descanso. Que não tem como. Você pode ver uma lista de regras, você pode ver o legalismo, mas enquanto você não entender que você é filho, e o filho descansa. Filho, descanso. E não começa a vida trabalhando. O filho começa a vida descansando nos braços do pai, até ele ter maturidade de entendimento para participar dos negócios do pai. E é diferente, porque o negócio do pai, sabe? Ou o plano do pai, o projeto do pai, e o pai vai virar ele fazer, e assim, assim. Mas o fim não foi chamado para ser um empregado. O filho foi chamado para ser um filho. Vilma, uma virada assim, é um dia que o pastor Paulo Borges compartilhou, né? Algo que foi, foi marcante para mim. Eles vão uma ilustração, né? Dele. Ele disse assim: "Quando eu ia lavar o carro, vou lavar meu carro, tal. E aí, quando eu lavar o carro, eu chamava meus filhos pequenos para me ajudar." Tem aí, aí ele fazia essa pergunta: "E que que você acha? Isso ajuda? Acho que eles ajudavam ou atrapalhavam, né? Eu trabalhar." E aí, eles demoravam mais, eu gastava mais é sabão, água, é tudo, e ficava mal lavado. Por eu chamar os meus filhos para me ajudar, entendeu?" E aí, vai nada. Por que que você chama então? E aí, ele fala: "Porque o objetivo não era o carro super limpo. Objetivo era passar tempo com eles, né?" E aí, ele não só fala disso, o que Deus aproveita totalmente o serviço que a gente vai. Deus faz mais tempo consertando que a gente aproveitando nossos serviços. E por que ele nos chama? Daquele podia fazer assim, evangelizar, ele precisa assim, mudar vida, assim. Por que que ele chama, né? Porque ele quer passar tempo com a gente. Nem objetivo não era lavar o carro, é lavar os filhos. E é isso, né? Então, é aí sai um pouco desse desempenho, exato, desse tem que bem alimentado, esse prefeito. Ele não é porque só tem Deus perfeito, ele vai fazer. Mas ele quer você com ele, fazendo com ele, formando o caráter em você, né? Você é muito forte. É, e, e como é que foi, como é que foi a história da da música na sua vida? Você contou aqui, 14 anos, você já participou ali daquele concurso. E então, você sempre ter envolvido com a música? Sempre, sempre tive envolvida com a música. A partir desse momento, né? A música para mim, ela ficou ligada como relacionamento do Espírito Santo. Porque foi cantando que eu recebi o batismo no Espírito Santo. Então, para mim, tinha uma relação muito grande da minha expressão de adoração, nosso relacionamento mesmo. Assim, não que a música fosse adoração para mim, mas era uma expressão do meu coração para Deus. Então, eu não, seis anos depois de batizado, eu já fazia parte do louvor da igreja. Engraçado, você viu? Eu tenho umas poucas fotos, alguns poucos vídeos, assim, mas a banda inteira, só do outro Itália, ali, seis anos no microfonezinho, botou assim, meio impressionante. Mas chegou, e eu fui crescendo, e chegou um tempo que eu passei a detestar música. Nessa hora, inclusive, que nessa fase aí da minha rebeldia, minorias, é um, e eu não queria saber de música, porque na minha cabeça, como criança, a música estava ligada com adoração, e eu não fazia sentido a competição para mim. Não fazer sentido, ou a briga pelo poder, quem canta melhor, tá todo mundo adorando a Jesus, é quem toca mais. Não, espera aí, para mim, não fazia sentido. E enfim, comecei, retomei isso, e comecei a compor muito cedo também. Eu comecei, compus a primeira de 18 anos, e comecei a compor, compor com 12 anos, gravei ao vivo, primeiro álbum, fazendo parte do ministério que eu era antes. E se ela noventa porcento das músicas eram minhas. E aí, o tempo foi passando, e gravando, e cantando, e compondo, e tudo mais. Eu não expressava assim, sempre me expressei assim. Então, foi muito de se tornar uma revelação, até hoje, tudo dorme em relação, se torna atenção. E apesar de não ser minha paixão primária, né? A minha coisa foi a dança. Então, é mesmo, é, eu achando a minha, esse é o que eu entreguei para o Senhor, porque eu não tinha, chegou mais, porque eu não tinha como dançar e cantar, ou fazer uma coisa, fazer outra. E eu sabia que era a ferramenta que o Senhor queria usar, né? Através da minha vida, falar o que é isso. Então, tô aqui, e vou cantar. Mas, e foi assim que passou a ser uma expressão, né? E sempre compondo. Então, se torna uma relação, se torna uma canção, sempre assim. O seu processo de compor é muito parecido com o processo de meio que uma pregação, sem. E, e para mim, assim, se eu tivesse que escolher entre pregar e cantar, eu pegaria. Eu prefiro mil vezes. Mas o que uma coisa que eu fui me dando conta ao longo da vida, é que assim, pastor prega 50 minutos, uma hora, semana seguinte, ninguém sabe que ele pregou na mesma, poucas as pessoas. Mas se eu compunha músicas, e as pessoas anos depois, tem uma das minhas, por exemplo, "Aquieta Minh'alma", faz 12 anos já que eu compus. Há 12 anos, agora, no final do ano. E até hoje, isso é só que eu compus baseado em Salmo 42. Tem uma parte literal, Cantares também, tá literalmente. É gosma, é um plástico da escritura, pode, né? E eu passei a compor assim. Então, lógico que tá, então envolvidas as minhas experiências pessoais. "Aquieta Minh'alma", mesmo eu com 14 anos, cobrir que era epiléptica. Então, eu tinha muitas convulsões, sofri para sua. E nessa adolescência, né? E nessa crise da adolescência de Deus super acontecendo. E agora, como é que eu faço? E tal. Mas ao mesmo tempo, querendo servir o Senhor. E anos, uns diziam, é frescura, outros diziam que é chamar atenção, outros dizem é demônio, outro dizia um pecado, você não sabe, você está cometendo. E eu, Jesus, como vai beber uma coisa que eu nem sei que tá fazendo, né? Oi. E esse envio legalismo, ali, dessa dessa vida. E eu só tinha um da igreja, Jonas, né? O Deus. E eu só tive o diagnóstico clínico, e não tinha um diagnóstico por exame. E eu lembro que era 3 de dezembro de 2010. E depois de uma convulsão fortíssima, assim, voltava com muitas vezes no corpo da Iva, assim. É muito humilhante também, era uma, era uma questão muito humilhante. E aí, eu lembro que entrei no quarto, peguei o violão, e comecei a cantar uma música de um irmão chamado Salomão. Eu nem conheço esse irmão. Essa música me marcou tanto. E bazares, Salmos 119, né? Que diz: "Eu estou com um odre na fumaça, e pegue o outro na fumaça." É essa pintura, o couro novena, o couro no varal, ele fica preso ali, fumaça subir, calor do fogo embaixo. E eu sei, a hora não tem que fazer, eu tô preso aqui, eu tô literalmente preso, né? Ser cada me sentindo. Ele começar a entender nova por trás, por diante, ainda sobre isso. Eu for a mão, põe a mãe, não tem um próximo de é isso aqui, que eu vou viver. E é isso, tá bom. O seu acontecendo, quer me curar, entanto vive coisa de coco, vivi situações de cura, sabia que circulava mais uma. E quando ele quer curar, e ainda ele comecei a cantar isso, né? Quando a verdade me consolar, preciso viver as promessas, né? Tá. Eu fui cantando aquela música, quando aquele acabou, eu estava com escritura aberta, meditando em São 42. Aí, Oi. E ele fala com uma corsa suspira pelas correntes das águas. Eu comecei a chorar. Aquela melodia, eu chorei. A melodia se "Aquieta minha alma", inteira primeiro, mas não tem uma letra. Depois compôs a letra, e depois mostrei, né? Pessoal do ministério, tudo que aceitam a palavra, aqui outra ali, música pronto. E as pessoas até falar: "Vampiro, onde nós também somos muito ruim, não grava essa música. Essa música é horrível. Essa, gostei muito mesmo. Carvão gravar, cara." Então, toda vez que a gente ministra, toca, as pessoas, é uma história, tem uma história com essa canção, e tal. Gravamos aí, né? Foi que deu no que deu. E anos depois, já era 2015. Concurso 2010, já em 2015, já estava tendo sim, 5, 6 convulsões por dia, sério. Estava terrível. Senhora, eu lembro que nesse dia, eu estava no culto de mulheres, são umas cinco mil mulheres, não passou da Nigéria, tinha vindo ministrar. E eu tinha acabado de passar mal, assim, abaixo de uma crise convulsiva, assim. E troquei de roupa, né? Você estava naquela situação extremamente milhões, troquei de roupa, tudo. Só que eu cheguei no culto, culto acontecendo, e parecia que estava no cemitério. Oi. Ninguém responde a presença de Deus. É preciso de Deus estava ali. E o meu Deus, ninguém vai fazer nada, de novo, vai fazer nada, ninguém vai fazer nada. Não tem mais um fazer dois. Então, sobre o Senhor, eu nem revoltada. Meu Deus, como assim? A presente Deus está aqui, esse porta só olhando para esse irmão, como se apresentando valesse nada. Gosto, fui lá, fui lá para frente, sozinha, fechei. Hoje começou a ministrar em "Navegarei". Azul, eles estavam junto com ele, ele só orando, e o pessoal Melissa, "Navegarei". E eu ali, de olho fechado. Sai uma irmã assim, sabe? Aquela quando acontece assim, que do mesmo jeito do banheiro, assim, nasceu, parece, e sobem, e vem uma irmã, pois a minha cabeça. Eu tô vendo só servem. Chama, senhor, está te curando hoje. E saiu. E eu vi muita gente, sabe? Eu passava mal demais, né? Tem muita gente sabia. E até o Fred, a esse dia, estava conversando com ele, ligar, cara, te ajudei uma vez numa ministração de socorrista, estava ministrando essa ocorrência, foi assim, no meio de anos, eu não lembro licitação, eu passando mal. E eu falei: "Meu Deus, eu nem lembrava disso." Minha irmã passou. Eu falei: "Muita gente sabe." Eu não vou parar os remédios, eu não vou. E seis meses, anos, eu tinha pegado um diagnóstico por imagem, né? Na minha cerebral, tudo dentro. Eu tinha um exame, finalmente, né? Para dizer amigos queridos, olha, é uma condição médica. E aí, eu falei: "Vou continuar também. Antes, eu tô tendo crise com o remédio, não consigo." Inclusive, as pessoas está falando: "É muito linda essa letra dessa música e tal." Mas eu estava vivendo literal, usa depender de Deus, é viver perigosamente. Para mim, era seu. Vou confiar no Senhor, vou depender do Senhor, mas eu vou. Se eu tiver travessa da rua, eu passar mal, eu tenho atropelar. Vamos lá, acabou. E era um perigo viver. E os médicos, sem falar, "na próxima convulsões, não garanto que você volta enxergando, a gente não garante que você volta falando, a gente não dá nada, é que parada cardiorrespiratória, na que ele chama de vindo, você vai imaginar." E aí, eu falei: "Vou continuar os remédios." 20 dias depois, eu lembrei que eu não tinha tomado remédio, e dei conta que não tá passando, estava passando mal mais. A, e C micro anos se passaram, fui fazer os exames, tudo. E até condutor áudio, aí, não sei se conhece, irmão. E ele falou: "Tamires, seu cérebro é perfeito, né? De alguém que um dia sofreu disso, e hoje está bem. Não é de algum dia, ele fica sequelas, em ficar mostra. É só uns cargas elétricas muito fortes. Só não, seu seu cérebro é como se você nunca tivesse tido nada." Então, assim, a música para mim, ela sempre esteve relacionada diretamente com um relacionamento com Deus. Mas ela também foi a ferramenta de uso para muita gente. Então, era conveniente, é muita gente. Então, assim, e é uma coisa que no Brasil, acontece muito, que eu, eu acho perigosa, né? Então, eu te perguntar da questão da música, né? Porque ela é tão desafiadora, bom, obrigada, tão sedutora, e na tão perigosa. E ela, esse instrumento de rasgar, que ela, tão perigosa. Primeiro, que é uma coisa que você está fazendo, né? E você faz, OK. Quem canta, canta. Você não seja mais ninguém, secando. Acabou. Entendi. É uma coisa que se você não vendeu as peças, senhor, você faça ele, porque não perigo. É como o pregador, é, é como um pregador que na sua eloquência convence pessoas, mas da mesma necessidade que nós temos, e como pregador, de ter o poder do espírito. Da mesma maneira, nós temos como ministro de adoração, usando a música. E ali, a música, ela alcança o que outras coisas não vão alcançar. Uma melodia, um músico, contou menor, ele faz qualquer um chorar. Espírito Santo, entendeu? Então, você é muito comum na música, você vê essa manipulação. É muito comum, porque tocar bom. Então, uma vez eu comecei a alma, pronto. É fácil você fazer um pouco de amar. Não entendi. Mas essa, eu acredito, inclusive, ser uma questão, né? Não é porque tá todo mundo fazendo, é que tá dando certo, que é o que Deus quer ouvir. Então, a minha música, e a maneira de compor, e tal, número das vezes, eu escutava isso, ainda até hoje, escuto as pessoas: "Isso não vende." "Vamos, não faço música para vender, porque eu não faço a minha." E tem música, se coisa que eu falo: "Cara, nunca vou gravar isso aqui, porque não é só, né? Que é porque não vende. Eu vou vender muita gente, eu vou, eu gostei de muita gente." Mas essa aqui é minha oração para conseguir hoje. Então, eu vou deixar que eu não vou gravar. Ele tem algumas que já sou meio, né? Tem que pessoal fica na lua, isso aqui, na outra aula, até Bíblia. Então, é, e ao mesmo tempo, é uma ferramenta fácil de se usar. Por exemplo, se você monta uma conferência, e você chama o cantor, e ele tem o nome, mas é como se chamam, às vezes, chama mais gente. Então, vocês, o produto, produto é muito fácil se tornar um produto. Como pregador também, mas aqueles que na música, é muito mais, muito mais fácil, né? Eu me lembro um dia, estava no acampamento, e eu estava nessa revolta do me sentindo um produto, sabe? E uma irmã passou por mim, falou assim: "Aí, tá medo, só vou fazer uma benção." E passou andando. E eu falei, bem baixinho assim: "Eu falei assim, às vezes parece uma maldição." Eu senti na outra, sabe? Aquela que tipo de bobinho, você fala que você fala, fala. Aí, falei besteira. Eu senti o espírito santo entristecer, na hora, assim, dentro de mim, assim, ó. Aí os pés, sai, sai para lá, já, né? O galo cantou, nem deu tempo. Foi meu dedo, e eu saí para chorar. Falei: "Espírito Santo, me perdoa, me perdoa." Eu, olha só, eu, o Senhor me deu, é uma coisa que eu mesmo, quem toca um instrumento, pode ser virtuoso sozinho, né? Mas meu caso, não. Eu nunca estudei para o meu, depois de velha, que ele estudar teoria musical, mesmo para cantar, eu nunca estudei. Então, para mim, é muito mais simples. Alguém separa-se em casa, e cada passou compras com a minha mãe, com meu pai, talvez ele tem alguma coisa a ver com isso, pois é, né? Mas eu não fiz nada para isso. Foi um dom de Deus. Falar o que ele deu, ele fez. Então, eu vejo essa dificuldade assim, no meio da música, que se você não tomar muito cuidado, é uma linha tênue. Oi, ou você manipula as pessoas, ou você se deixa manipular, ou você trata as pessoas como se fosse um produto para você mexer na emoção delas para fazer o culto fluir. E não é isso que faz o culto lei. Ou você se rende, uma maneira que você se torna o produto. Então, é muito difícil você encontrar esse equilíbrio. Você precisa de maturidade, e você precisa de identidade. E principalmente, você precisa daquilo que a palavra de Deus diz que temos poucos, mas você tem muito. Olá, mestres, muitos leitores, muitos, mas vocês têm poucos pais. Que é um pai que dá destino para dizer: "Meu filho é um produto, e meu filho não vai usar o seu dom para manipular." E eu acho que isso falta no Brasil, assim, das coisas que faltam. Faltavam no tempo de Paulo, e falta ainda hoje. Falta um pais de destino, que vão apontar, não vão castrar neles, é muito falo, muito isso, vão circuncidar-se, encastrar. E eu creio que é isso que o Senhor está fazendo nesse tempo, está levantando homens e mulheres que já correram os caminhos, entende? E vão dizer para você: "Olha, vão poder ensinar agora, ele não vai para aí. Eu conheço esse caminho, já tive aí." Tudo bom. E eu queria a última momentos em nossa, é te perguntar sobre casamento, né? Tá completando um ano. Tento na quantos anos? Eu tenho 28. 28? 27. 27. É. E eu que você faça um pouco sobre isso. Pessoas que está esperando, é mais para casar, pesar, gente, não sei muito bem certo. Que hoje a gente vive dois momentos, duas coisas, né? É, tem gente convites aí, tá desesperado, achando que chegou, Deus abandonou, acabou. E tem gente com 27, pensando assim: "Nossa, muito nova, não vou casar, não preciso informar para depósito, sim, lá no apartamento, ainda assistem." Essas duas questões, como é que foi essa questão para você do casamento? E contar um pouco assim, é o seu, seu encontro com o Daniel? Você é o primeiro a gente nunca acontece, é mesmo. Olha, aí é muito cauteloso, nesse sentido. É uma história muito doida. A gente é muito cauteloso, a gente inclusive, aqui, ser mais cauteloso, né? Mas eu sou da época que casar com 27 anos é um absurdo. Minha mãe casou com 18 anos, 18, né? É um, minhas irmãs casaram novas, e eu, irmão mais velho da casa, nova, mesmo, mas, mas nova, casa nova. E eu, né? Mas antes de mim, e eu, na igreja, a única aberração, assim, mesmo dentro da própria igreja, os meus próprios amigos: "Tamires, pelo amor de Deus, tá? Mas você precisa casar, você precisa ser a vivo, acaba." Mas não é assim que funciona. Eu tinha algo muito, né? E eu particularmente, não é uma doutrina, uma coisa que eu pego, não, nada disso. Mas eu pessoalmente, na minha vida, na minha conduta, no relacionamento com Deus, nunca acreditei em namoro. Então, para mim, era mais difícil ficar preso agora, né? Deu uma complicada. É assim, e uma coisa que nessa, nos meus 10 anos, a gente falou aqui um pouco disso, eu fiz um voto com Senhor, e eu falei para você: "Eu não vou beijar ninguém que não seja meu marido." E estava nessa época no colégio, né? Falando: "Fica com fulano, não, fulano." Eu já achava um absurdo, aqui, né? Muito tempo que se na igreja, não quis, ué, você é do diabo, ela. Então, mas eu fiz compromisso com o Senhor. E quando eu tinha, ele é 14 horas, mais ou menos, que eu gostei, tá? Mas e tal. Com 16, eu fiz um voto, o Senhor, meu Senhor me pediu isso, fiz um volta assim: "Eu não vou me envolver com ninguém por cinco anos." Cinco anos acabaram. E continência, me envolver com ninguém. Eu continuei. Para mim, o que Paulo diz: "Minha mulher solteira, cuida das coisas do Senhor." Quando eu me casei, eu me casei na certeza de que tudo que o Senhor queria de mim como solteira, eu fiz. Prender. Eu acredito que inclusive, essa é uma dificuldade com as meninas, até os homens também, né? Mas que tem o sonho de se casar, mas não quer ser uma esposa, quer casar, mas não quer ser marido. O glamour de casar, é a coisa de dizer: "Agora sou casada, tem aliança no dedo, vestir um vestido branco." Mas não quer ser esposa, porque tem coisas que você vai viver com uma mulher solteira, que você não vai ver como uma esposa. Você vai viver submissa a um cabeça, alguma coisa. Que eu falo para os os casais, é: "Você vai vestir uma roupa bem bonita, branca, o outro é alugar um terno, o mais chique, se arrumar, e você vai caminhar PA o altar." Me a morrer. Essas não parou pensar que eu vou te enganando, colocar uma roupa linda, e você pode colocar o altar ali, é uma morte, né? O Douglas solteiro morreu, naval solteira morreu, e agora ressuscita naquele momento, nasce naquele momento. Um acabou. E é como eu vejo isso, a muito presente na criação. Ele disse que o Senhor criou todas as coisas, e criou Adão, e a criação acabou. Então, Deus aplica uma lei, a lei da semeadura, que ele já tinha criado no terceiro dia, a semente. Como é que é a semente? A semente, ela não morrer, ela fica só, mas ela morrer, ela dá fruto, é são muitos. O que que Deus faz com Adão? Foi ele, um sono, ainda sou o profeta, muito interativo, né? A gente tem que dizer, se isso é tão explícita, você vai vender na internet, precisa ter que vai dar um rolo, isso aqui, mas a mesma palavra, né? Eu penso que dormem. Então, me matar, dão para que Adão de fruto, aqui Adão, agora não esteja mais sozinho, mas continue sendo um. E ambos precisam morrer, né? Então, essa questão do casamento, e eu tinha muitas palavras assim, eu sempre em meu relacionamento com Deus, tem algo que eu sempre combinei com o Senhor assim: "Se eu não vou ver nada novo da boca de ninguém, se nós somos amigos, não tem problema nenhum, do que profecia, eu creio inclusive bíblico, não tem problema algum de receber falar, mas eu não vou vir novidade na boca de ninguém, confirmação." Você é meu amigo, eu não tenho, a gente tá junto de interesses. Esse Afe, vem outro Fulano, vai falar, você que tá aqui comigo agora, uma coisa que você não. Então, eu sei o meu combinado com Senhor. Muitas coisas que eu tinha me falado logo da minha vida, que não fazer um sentido. Então, uma delas aqui, meu carro sair do meu marido. Primeira coisa. Segunda era que aos 27 anos, estaria casada. Bom, e, mas poderia ser qualquer coisa, entre outros vídeos. 27 por dizer, qualquer da. Mas eu tive um sonho com meu casamento, eu via tudo no meu casamento, estava casando no último dia do inverno, primeiro da primavera, essa virada. E todas as vezes que o Senhor queria falar comigo sobre família, ele usava a figura da primavera. E eu me lembro um dia em 2019, eu estava de férias na casa de umas amigas em Fortaleza, e a gente foi para o culto na igreja dela, estava na ceia. E eu estava ali, tomando seio, o Espírito Santo falou para mim assim: "Eu tô começando a sua primavera." E eu falei: "Não tem nada a ver, não tô na hora da ceia, né? Nada a ver uma coisa com ela." Eu falei: "Amei, eu sabia que você que ficava, sabia que ele estava chegando." E ali, no meio da presença do Espírito Santo, o pessoal do louvor começou a cantar, no meio da ceia, que não fazer nenhum sentido, começar a cantar: "Primavera, misericórdia fresca, acho que dá o Java." O pessoal dá uma olhada, essa mulher. E eu nem conhecia música. Falei: "Como assim? Oi, gente, já estão cantando primavera na ceia? Tira da veia." E ali, eu falei: "Ok, o Senhor está fazendo algo." E o tempo foi passando, e o Senhor me chamou para ir para os Estados Unidos. Foi uma coisa louca, assim, um dia para o outro, faz a mala, e vim. E aí, estava, fiquei lá na Carolina do Norte, um tempo, pandemia, que empresa lá, oito meses, mais ou menos. Foi uma benção, que as pessoas muito queridas, Cirilo da Lilo, me receberam com sua família, cuidaram de mim como uma filha, são queridos demais, amo de paixão. E ali, um dia, fazer o quê? Sem agora, depois. Então, você não está deixando eu ir embora. E aí, eu começo, ainda tinha essa sensação, aqui embora, todo dia, orar: "Senhor, possa embora, hoje, o Brasil, hoje, eu posso ir embora." Ele é tipo um filho com o pai, o pai está chegando, tá chegando, e eu tenho, eu quero ir embora. E em ali, entendi sim, o quê que eu ficasse. E foi bom. Já que você quer que eu fique, então tá bom. Aluguel apartamento, ali próximo, em 20 dias que eu estava lá, você falou comigo: "Uma passagem, mas tu cansa." Aí, meu Deus, eu acabei de alugar apartamento. Senhor, se você não falou 20 dias antes, né? Para ficar aqui, atrapalhando os planos. Eu tenho como assim? Vem para Kansas. Mas eu estava assim, foi um período muito bom para mim, de cura no meu coração, de renovo, de descanso. Eu estava muito desgastada quando eu cheguei do Brasil. E que me recebeu, foi os meus pastores aqui, o pastor Rafael Paschoalin, Conrado e Pegaram no aeroporto, a gente tomar um café, e paga aí, como é que tá, e tal. Fui, não, tô acabada. Eu vi ele conseguiu, fui lá agora, estava muito cansada. Esse canal, então, eles falaram: "Mais vou descansar, que eu tenho uma reunião ali, e tal, e aí vou dormir um pouquinho." Meu avô era muito cedo. Rafa, vai conversar nessa hora, estava conversando com Daniel, que já é um círculo, já caminhava com ele, estava tendo a língua, eu tinha marcado. E aí, ela falou para ele: "Lá, vou almoçar ali, que aí com a gente, vamos aí, passou, me pegou." [ __ ] mesmo aqui, é o Daniel. E estava contando, falando de uma história de fé, e falou: "Conversa com ele." Aí colocou aceito a gente na mesa, pegou o telefone, vou dar licença que eu vou atender o telefone, aí saiu, e ficou Daniel e eu na mesa. E eu nunca, em 27 anos, nunca tinha sair para tomar um café, ninguém, ir para os lugares assim. Às vezes, as pessoas vai, tem um irmão que é uma benção, que eu falava: "Manda vivo." Aí vem o irmão, mas tudo bem, né? Como é que você tá? Eu falava: "Prazer, Thalles." Mas alguma coisa assim. E aí, meu irmão, que que você quer da vida? Não, não, nada. Não espantava, realmente despertava muito certo daquilo que eu queria no Senhor, assim. Eu sempre, com 10 anos, fiz essa relação: "Senhor, um homem de Deus, e seja meu." É o que que ele queria dizer com isso? Um homem que não queria um menino, um homem. Quando eu me casar, é um homem, alguém que eu, eu não tenho muito legais me submeter, mas eu preciso confiar nessas heranças. Vai falar vocês, um homem de Deus, porque eu falei: "Eu não vou me casar com alguém que não tem um relacionamento com o Senhor, alguém que existe para o meu celular, é a Bíblia hoje, não, ei, você não vai orar, não." Hoje em dia, eu tenho que falar com meu marido assim: "É 11 horas da noite, amor, vamos deixar a vida é um pouquinho, eu vou deitar toda hora, né?" Aí, a gente sentado na mesa, e ele começou a contar um pouco da história dele, e tal. E no meio ali da história, ele falou assim: "Cara, chegou nesse tempo da minha vida, que eu descobri que eu mal conseguia olhar quatro horas por dia." E eu, vocês, né? E eu vim de um contexto aqui, assim, eu era a doida, fanática, crente demais, que viveram uma boa gospel, e tal. E o cara, mas isso para mim, relacionamento com Deus, se Deus mandar na minha vida, eu não gosto tempo com Deus, lugar, fazer com quem, o que que ideia é essa de evangélica? Vou gastar tempo com Deus aqui, não vou gastar tempo com Deus aqui, espero passar a eternidade com ele, não faz sentido. Então, eu tinha meio à crise, eu era meio o bichinho estranho, aí do grupo, sabe? E ali, ele falou isso, sim, como se for naturalidade, assim, como será 14 podiam fazer nada. E aí, eu falei para expedição até de mim, na hora, foi assim, mais pesado. Eu queria casar, eu queria casar assim, com alguém que acha que olhar quatro horas por dia é pouco. A expressão falou para mim: "Não, porque não." Ele aí, acabou. E nem lembro mais que ele falou depois, que eu já estava assim, meu Deus do céu, só meu marido. Acredito, como assim? Que Jesus, eu nem conheço esse emoji, você é meu marido. E sabe, meu marido não acreditava. Dia seguinte, fui tomar um café com uma amiga minha, Rebeca, e falei para ela: "Rebeca, olha que assim, tem muita coisa que eu falo com a gente, a gente não fala com ninguém, aí acontece. Quando eu sabia, aí eu brinco, fica para os fets, né? Não fale." Aí, eu falei para ela: "E daí, que eu vou te contar uma coisa que você não falou comigo, para você ser minha testemunha, só isso, só para você saber, e não falo com ninguém, mas é só para você saber que ela que foi que Daniel, meu marido, era que Daniel, o vaso." Eu não sei, eu não sei o nome dele. E essa foi uma coisa que anos da minha vida, Senhor sempre falava: "Seu marido vai ser um bolso." Eu pensava: "Se meu Deus, aqui é o mais velho, sério? Senhor, meu Deus, só ok, vou mandar, vai tá bom." Mas assim, e quem passou? Eu falei com a Rebeca, ela pensou que ela estava meio doida, né? Mas ele conheci uma amiga, aí ela perguntou para mim: "Mas sabe, isso se eu te chamar para tomar um café?" Ela me conhecia, né? Agora, eu vou aí, eu vou casar com ele, aqui tem um café, né? Passou tempo, mas eu, assim, nunca acreditei em namoro. E aí, no dia seguinte, estava em oração, e estava explicando sobre a gente vai ficar aqui no Kansas, tá? Desse, falei com o Rafael, foi Rafa, você recebe aqui mais uns dias, só para organizar o apartamento lá, e tá de falando tranquilo. Eu tinha recebido uma oferta para comprar um carro, e perguntei para ele: "Você tem alguém vendendo um carro assim, no valor tal, no máximo?" Então, eu tenho um carro que se você quiser, é bem legal. Ele, "Deixa só eu ligar aqui para o irmão, porque o carro não é meu. Deixa eu ligar para a irmã." Falei: "Na hora, pensei: meu Deus, será que esse carro Daniel?" Alegria da palavra, só que loucura. Olá, ligou, colocou no viva voz, falou: "Hey, macho, conhecer o Rafael, é mágico, é que você tá? Não tô aqui com a Tamires, tá? Eu vou passar o carro para ela, pode ser?" Pode. "Não está mais beleza, vou Itamar o tamanho." Meu marido. Então, é uma coisa errada, não tanto, vou comprar esse carro, não tem uma coisa errada, e tal. No final da ligação, ele fala assim: "Ei, só liga para o Daniel, foi o carro dele, o que tinha acontecido, ela que grande no processo que ele estava largando tudo para conhecer o Senhor e amor." Essa história, depois, de repente, ele conta. Mas uma das coisas que você falou, que ele foi pagar o carro, ele tinha dado carro, mais escura, nunca passou no papel, nome para outra pessoa, seu carro. Então, cara dele, eu soquei na hora, falei: "Meu Deus, eu e o Rafael viu, né? Loira revelada, não, não. Depois eu te falo, fala comigo." Fui, não fui. Eu tenho uma palavra de que o meu carro é do meu marido, que nunca tinha feito sentido, que ela falava nas minhas, que meu carro ia ser do meu marido. Ele deu.
Uma risada e falou assim: "Ai, sabia? Eu deixei vocês dois na mesa porque eu senti que vocês tinham que se encontrar e eu só tinha que fazer a ponte." Aí eu falei: "Amém."
Então é isso aí. Se chamava pedir para namorar e estava aqui, não? E aí, como assim? Eu vou legal. Eu não acreditei. Namoro, escritura me ensinou a ser uma esposa, uma noiva e uma esposa. E eu não sei se é outra coisa, não vou saber se é namorado. Mais você quiser casar comigo, eu falo assim. Ficou assim.
O tempo passou, tempo passou, né? Seis dias se passaram, 12 horas, dias e passaram-se. Falou maternidade e isso. Falou com Daniel, acordou ele cinco da manhã em uma segunda-feira e fala: "Começou a falar com ela: 'Olha, que que você quer? Isso é o que eu tenho pra você. Se você quiser me seguir, essa aqui é a sua esposa. Que tal?'" E mas o que você quer, né? E ele poderia a conta assim: "Se candidatou o senhor, eu vou me candidatar para o cargo." Ele conhecia de saber quem eu era, nada. E eu também não sabia que ele era.
E aí, nesse dia, eu tinha saído para ir para rock na casa de oração e ele foi para o Rafa na casa dele e tal. Aline, ele quanto que ele disse: "Pois Davi, já chegou, né? Tem que ser gravar ele." Então, não é. "Oi, gata. Tava orando, Deus falou comigo: 'Eu vou casar com ela'." E o Rafa falou: "Até então, tinha dito nada, ninguém tinha falado nada com ninguém." Eu já falo para ele: "Tá, eu não acredito em namoro." Ele falou: "Não tem problema, eu vou casar com ela. Diz, falou comigo e tal."
E aí, na hora, se fui bonitinho que a gente uma aliança que estava guardando para filha, né? Ela dar para filha quando ela fosse casar. Levantou aquela: "Deus falou comigo, eu aliança de noivado para ele." 12 dias para frente, você já entre a gente se conhecer, a gente noivar. Foram 18 dias, em 12 dias para frente, decidiram me pedir em casamento no casamento da Rebeca, essa minha amiga, domene. E cinco meses depois, nós nos casamos no dia 19 de março, que era o último dia do inverno aqui dos Estados Unidos. E eu fiz 28 anos, é 8 de abril, 23 dias depois.
Meu, então o que eu, o que eu digo, até falei para você, que nós temos cautela para contar nossa história, que a gente não, não abre assim muitos outros detalhes. A gente talvez não tiver alguma coisa depois do nosso canal, mas que a gente tem muita cautela, porque as pessoas olham, elas dizem assim: "Nossa, em 18 dias se nós vai namorar, namorar, né? Noivaram e depois cinco meses depois se casaram e tal." Eu vou viver isso que as pessoas não querem enxergar é que eu passei 27 anos e me comprometer com ninguém. O Daniel se consagrar ao Senhor por muito tempo. É no meio do caminho, ele teve um câncer, eu passei diversas enfermidades, despejos, etc. O Senhor nos preparou, nós passamos uma escola muito dura para estarmos bom.
Então, não acredito que Deus vai fazer isso. Não é lógico, não é, não é do caráter de Deus pegar 20, 17 anos e falar: "É, você, você casa e pronto." É um por isso nossa prudência, nossa cautela para contar nossa história, que a nossa história não começa em 18 dias. Nossa história tem 27 anos. Foi, tem para mim essa é a grande lição. É, vale a pena, vale a pena esperar por aquilo que Deus tem, exatamente.
E as pessoas diziam muito para a gente assim: "Olha, ainda mais você se conhece a pouco tempo, vocês vão sofrer. O primeiro ano de casado é o pior ano da vida de vocês." A gente faz: "Tá repreendido em nome de Jesus, não aceita salão." E a gente fala assim: "Eu nunca imaginei, nunca imaginei viver uma coisa assim a bondade de Deus. Nunca imaginei que seria desse jeito e lindo assim." A, a ver o testemunho das pessoas que pessoas que a gente conheça, acabou de conhecer e pessoas que a gente conhece há mais tempo, aviso olham para a gente dizer que consigo ver como Cristo e a igreja. Mas por que a gente se permitiu preparar pelo Senhor separadamente, sabe?
Jesus tá esperando para casar até hoje. Jesus tá até longe, solteiro. As pessoas não pensam sobre você, saber? Eu acho impressionante, mas tanto Jesus está preparado para casar antes de perfeito, mas ele está preparando a sua noiva. Então, não é porque o tempo passou, já foram dois mil anos, não é porque o tempo passou aqui, agora a minha idade, que eu não lógico que tá dizendo quando eu vou casar. Não é assim. Se Deus manda na minha vida, se ele é o dono da minha vida, do Senhor da minha vida, ele tanto tem que ter voz no emprego que eu vou tomar, nas decisões fundo, quando eu vou casar, sabe?
E não é uma coisa do tipo: "Senhor, e agora? Escolha da profissão é isso. Senhor, o senhor aprova. E é isso que o senhor quer para mim." A vida disse que o homem faz planos, né? E o Senhor abençoa. Deus abençoe o pensamento, Deus abençoe o plano. Então você faz o plano, apresenta o plano e Deus abençoa o plano ou não. E ele vai dizer para vocês: "Filho, eu tô nisso ou não tô nisso." Davi falando: "Eu vou fazer um tempo de eu só não quero." Ao mesmo tempo, ele vai dizer: "Olha, seu filho vai fazer um tempo para mim." Então, é colocar nossa vida inteira em submissão ao Senhor. Ele é o Senhor. E assim, permitir de um espírito santo ensinar a cada um seu papel. Eu peguei a sua esposa antes de me casar, entende? É meu marido, perdeu seu marido antes de cada obra. Tem coisa que a gente vai aprender na vivência, mas pelo menos o básico.
Então, eu vejo pessoas que querem se casar, querem, mas quer casar, entende? Não quero mulheres que querem casar, depois se casa. "Não, Lari, não vai tomar conta da minha vida, não. Não vai dizer se eu posso, se eu não posso. Eu vi da minha, esse aqui é o meu dinheiro e esse aqui meu ministério." Ministério dele não funciona assim, não. E casar tornar-se um literalmente. Então, eu, eu creio que é isso. Se você não está pronto para morrer na sua casa.
Tudo bom, tudo bom. Obrigado, meu amigo. Obrigada, Kelvio. Vou demais estar com você. Obrigado pela sua entrega, pela sua vida. Obrigado por você não só profetizar, mas é deixar Deus moldar uma vida profética, sabe? Ter a coragem de passar por dentro várias coisas que Deus quer que você ministre. E agora é encarnada, né? Que você pode falar de algo que você viveu, né? E você é uma benção, uma benção para nossa nação, uma benção nas nossas vidas. Minha família e assim, é a nossa vida melhor porque a gente conheceu você. Glória a Deus. Então, junto até depois do fim. Você que assistiu aqui, viu até o fim, obrigado por esse tempo aí juntos. Que Deus abençoe. E aí, você não se esqueça que você é uma cópia de Jesus. Ba.
[Música]