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Olá, eu sou Alan Berni, head de Transformação Digital e Reforma Tributária na Dejo, e estamos aqui em mais um bate-papo sobre Reforma Tributária: o que ninguém te conta além dos impostos. E eu tenho aqui o privilégio, é, de compartilhar desse bate-papo comigo, a Ana Naia, gerente de Solution da Thomson Reuters. Por favor, Ana, se apresente.
Obrigada! Primeiramente, obrigada pelo convite. É um prazer enorme estar aqui com vocês, e é um momento em que eu acho que a gente vai, no mínimo, se divertir! Sim! ... com todas essas mudanças que a gente sabe que acontecerão daqui pra frente, falando de Reforma Tributária.
Ok, feliz por ter aceitado o nosso convite. E vamos lá! Falar aí, é: o que priorizar na Reforma Tributária: em 2026, Ana? Esse é o, é o nosso foco aqui, né? A Reforma Tributária entrou em fase de teste, é uma realidade. Então, para os mais céticos, né, de que: "olha, não vai entrar, vai postergar, etc.", acho que isso caiu por terra em 1º de janeiro de 26, né? Na-- recentemente, foi publicado, inclusive, é, a LC 227, né, lançando ali o Comitê Gestor do IBS, toda a plataforma. Fala um pouquinho aqui sobre a tua visão de Reforma, frente a todas as novidades nesse ano de 26, antes de nós entrarmos nas prioridades.
Eu acho que é realmente um marco, a gente tá vivenciando esse momento. Eu acho que, brincadeiras à parte, que a gente sempre fala, né, que de alguma maneira sairemos todos loucos desse processo de Reforma. Sim! Mas eu acho que é um movimento muito importante, que de certa forma, o país precisa. E eu acho que realmente agora, a assinatura da LC, os sistemas entrando no ar e os processos realmente se encaixando, eles dão a credibilidade necessária que a Reforma pres-- Reforma Tributária precisa. Porque muito se falou, eu acho que até dia 31 de dezembro de 25- Existia a expectativa, né? ... existia a expectativa de: "não, não vai vingar, pera aí, vamo esperar mais um pouquinho". Sim, aconteceram algumas, ééé, adequações, digamos assim, não vejo nem como postergação, mas flexibilidades que deram- Sim! ... até por conta do impacto muito grande que vai ter dentro das empresas. Já vem acontecendo, mas acho que agora em 26, realmente vai ser um marco, mas eu acho que agora, assim, desde 5 de janeiro, a gente tá vivenciando a Reforma e vamos vivenciar cada vez mais.
Muito bom, Ana. Então, mais uma vez, obrigado, com muita vontade aqui contigo, mas vamos falar das prioridades, né? Vamos lá. O que que, que nós, é, aqui, o que que você recomenda aos nossos ouvintes, né, clientes Adejo, clientes Thomson Reuters, né? É, o que priorizar, é, na Reforma Tributária nesse ano de 26, Ana?
É, eu acho que a grande preocupação das empresas é não parar os processos, obviamente, né? Porque o, o start da Reforma Tributária é documentos-- está vinculada a documentos eletrônicos. Então a gente ouvia muito, principalmente em reuniões com os clientes, diversas discussões que a gente teve ao longo do ano passado, que a grande preocupação era parar o processamento de faturamento. Certo. É, com o advento do governo, de flexibilizar, né, a obrigatoriedade daaa, dos novos campos- Sim ... dentro do documento eletrônico, eu acho que isso deu um alívio pras empresas, pra que os processos, de certa forma, eles não fossem impactados. Mas isso não tira a grande importância das empresas efetivamente trabalharem nesse primeiro, digamos, talvez semestre, é, na adequação, porque o processo vai seguir e o governo, sim, num determinado momento, que a gente tem aí, talvez a expectativa, a partir do quarto mês desse ano, ainda não é certo, mas existe uma grande expectativa de que efetive-se a obrigatoriedade. Sim. E aí, o tempo correu, as empresas vão ter que estar preparadas, mas acho que, é, ter dado o start, garantiu que realmente o processo ele vai entrar no ar. Vai ser um processo longo, de alguns bons anos, mas que o ano de 26 é um grande marco.
Sim, então podemos dizer que pra essa jornada, o kickoff já aconteceu, Ana.
O kickoff já aconteceu. Já aconteceu. Quem fez o blueprint fez, e agora a gente tá no kickoff.
Perfeito, Ana! Então, assim, é, falando em prioridade, né? Até pros nossos ouvintes aqui, já, é, é-- prioridade máxima, Ana, seria garantir a emissão do documentos fiscais, com destaque de IBS e CBS?
É uma prioridade. Eu diria que é um ponto extremamente relevante e importante, né? Tá. É, um dos pontos que nós, como Thomson Reuters, temos conversado com muitos clientes, é: a flexibilidade não tira a importância de que esse processo seja devidamente atendido. Certo. Então, muitas empresas elas estavam com a preocupação de se adequarem ao tema, pra que a partir de 5 de janeiro, elas emitissem os documentos com a informação. Sim. O governo flexibilizou, pelo menos nesses primeiros meses, que você pode ter o campo e não necessariamente informar o dado. Sim. Mas é um ponto de muita importância, que as empresas aproveitem esse tempo que foi dado, pra se adequarem, porque na hora da virada de chave, é um ponto super-relevante. A gente tá falando de diversos tipos de documentos eletrônicos, não é só um documento de entrada, não é só a Nota 55. Sim. A gente tá falando de diversos- Sim ... documentos que impactam as empresas e impactam principalmente a origem do dado, né? Então, muitas empresas trabalham com altas volumetrias, e é o tipo de informação que não dá pra você colocar manualmente. Certo. Então tem que vir do próprio sistema de RP e do sistema de emissão de nota.
Sim, na própria--...publicação, é, feita da plataforma, né, chegou a citar 200 milhões de documentos por segundo. Então, ou seja, a Receita tá fazendo o papel dela, né?
Ela tá fazendo. Cabe às empresas aqui fazer- Sim! porque realmente, é, é uma realidade. É, eu acho que uma grande preocupação das empresas, é, na realidade, uma grande dúvida: era se o governo estaria devidamente preparado pra então receber esse montante de documentos. Sim. Eee eu acho que o último quarter de 25, foi a demonstração por diversos testes, eventos e apresentações, que não só a Sefaz, como os órgãos reguladores fizeram, como o próprio comitê, né, agora instituído- É demonstrou que preparado ele está.
Exato! Então, o que agora é o papel das empresas estarem adequadas e na hora que ele virar a chavinha, o sistema também tá preparado. É, chegou até a utilizar o termo pentabyte.
Pentabyte. Pentabyte. Então, a Receita tem feito ali o papel dela. Então garantir aí o, é, a IBS e o CBS nas tags, é, apesar dessa flexibilização, você entende que- Sim ...é, não, não, as empresas não devem perder esse ritmo?
Sim, e a gente percebe que as empresas não vão perder esse ritmo. Pelo menos o último quarter de 25, a principal preocupação das empresas e a nossa preocupação enquanto fornecedores de software, foi, é, atender a regulamentação, então também atualizar as plataformas, né, de emissão de nota, pra que estivessem preparadas, até porque a gente não tinha garantia que haveria essa flexibilidade, a gente tava trabalhando com o prazo de que seria dia 5 de janeiro. Sim! É, então muitas empresas, principalmente as grandes, digamos, elas se prepararam pra isso. Talvez uma segunda preocupação agora seja para as menores.
Exato. Né? Porque as menores, talvez até por conta dos custos, do investimento, do tempo e até da expertise, elas esperavam que as grandes fizessem, né, um primeiro- Sim teste e depois- E depois elas fossem. Então, eu imagino que agora, esse movimento vai ser um movimento muito mais de adequação das médias. Ééé, algumas grandes, que também não tavam muito confiantes no governo. Sim, sim. Mas talvez as médias e principalmente aqueles fornecedores que não são muito grandes, deee sistemas um pouco mais caseiros, que precisam se adequar.
Vão precisar. Vão precisar.
Perfeito! E Ana, você-- no seu dia a dia, lidar com esses clientes, levar soluções Thomson Reuters. para esses clientes. É, um, um outro ponto aqui dentro de priorização, ééé referente a montar programas de prontidão, né, para atender essas demandas, essas constantes alterações que a Reforma tem, tem trazido. É, qual é a sua percepção sobre isso? Você realmente vê a necessidade das empresas montarem programas, é, para a Reforma Tributária ou realmente continuar tratando como um projeto, né?
Nós temos aqui um-- é um, é um mantra dentro da! Adecco, né, de que Reforma Tributária ela não é um projeto, né, ela é um programa com vários projetos dentro. Uhum! A sua percepção sobre montar um programa de prontidão para atender Reforma Tributária, é, isso faz sentido pras empresas?
Eu acho que faz sentido e é necessário. Tá! Porque primeiro, que não é um projeto de curto prazo. A gente tá falando aí- Uhum de, no mínimo, né- É sete, oito anos. Ééé, então muitas fases acontecerão. De certo modo, a gente percebe que uma vez ins- institulado ou definido um grupo de trabalho dentro das empresas- Sim! com seus devidos responsáveis, é, líderes, inclusive, que vão, é, não só acompanhar, mas definir qual atividade que deve ser feita e depois cascatear isso em inúmeras áreas. A gente não tá falando só da área tributária. Sim. Não é: somente o analista tributário, que de certa forma, tá sendo impactado pela Reforma. A gente tá pegando toda a empresa, aonde diversos processos também serão impactados: logística, tributação, jurídico, fornecedor, entrada, saída, é muita coisa. Então, a gente tem percebido que as empresas, de certo modo, elas vêm definindo grupos de trabalho, que serão, ééé, assim, formados ao longo do tempo. Tá. Talvez nesse momento, não precisa ter 10 times, mas a gente percebe que as empresas- Isso elas estão desenvolvendo um cronograma e, aos poucos- Tá aí estão inserindo as pessoas responsáveis, principalmente pra que você tenha um líder, né? Então, que: seja- Um dono executivo, né? Um, um head tributário- Aham que seja alguém, nesse sentido, que coordene, né? Sim. Pessoas que possam monitorar, porque a, gente vai ter muita alteração- Uhum né, vide já o começo do, ano. Sim! Então a gente tá falando janeiro, mas a gente já teve diversas alterações e, notificações, então tem que ter grupos de trabalho pra também fazer uma leitura. Sim. Né? Que não é, simples, pra quem fez a, a leitura, né, de diversas notas da LC, sabe que não é, simples. Sim. Então precisa também ter pessoas que possam se dedicar e depois cascatear isso em atividades. Então não é um projeto simples, é um, é um grande, é, programa, que a gente pode chamar aí de programa de Reforma, Tributária, um programa de transformação.
Sim, e, e o fato, é, de envolver várias áreas, vale ressaltar que um, um líder executivo, realmente um head, um CFO, um- Sim CEO, puxando esse tipo de, de, de programa dentro das empresas?
Vão, vão. Sim, a gente tem percebido, é, conforme eu converso com muitas empresas ou participo de alguns eventos, que na sua grande maioria, a gente tem um head tributário. Uhum. Até porque, de certa forma, ele vai ser o mais impactado, né? Sim. Ou se não for o mais impactado, vai ter que ser aquele que vai precisar dar as devidas explicações no decorrer- Não, tudo isso dessa transição. Ééé, mas de certa maneira, ele vai puxar todas as outras áreas. Então ele tá puxando o supply chain, tá puxando o time de logística, a, os times de estoque, pessoal que trabalha com cadastros- Uhum né? É, algumas áreas que ainda talvez estejam pouco envolvidas, mas que de alguma maneira serão no decorrer, que são as áreas de jurídico. Sim. A gente tem percebido também que o head, né, esse-- tem empresas que têm colocado heads tributários, tem empresas que têm colocado um CFO como dono do projeto, até porque é um projeto que vai demandar também muito investimento. Sim. E esse investimento, de alguma maneira, precisa ser, ééé... defendido pra sa, para os seus outros líderes, né? Uhum! Mas sim, é importante ter um líder que casc-
É uma prioridade pra 26, ter esse programa-
Sim! e um líder puxando? É uma prioridade você ter um dono para o proje-- para o programa, digamos assim, da Reforma Tributária, e esse dono, depois ele define e cascateia, né, todas as alterações, impactos que isso vem a existir, inclusive a def-- inclusive defina prioridades. Sim! Porque a gente tá falando de um grande, ééé, movimento que tá acontecendo no país, mas que todo o dia a dia não para. Exato. Então, os faturamentos, as emissões, as compras- Entrega de obrigações acessórias. Entrega de obrigações acessórias, tudo continua, e em paralelo, a gente tem que fazer as devidas adequações.
Sim, e eu sei que o termo tá desgastado um pouco, Ana, ééé, mas um, a questão de mapeamento, ééé, as empresas realmente compreender ali, um mapa de impacto. É, poderíamos também colocar numa prioridade pra 2026, ainda há tempo das empresas fazerem esse tipo de mapeamento, pra que possa compreender as suas operações frente àquilo que a Reforma Tributária traz?
Sim, acho que sempre é tempo, ééé, porque muito ainda existia de dúvidas no ano passado. Então muitas empresas, elas começaram a fazer os seus trabalhos de assessment, de mapeamento, tanto de ERP, quanto de soluções fiscais, mas por até algumas indefinições que ainda existiam por parte, do governo, algumas perguntas ficaram sem resposta. Sim! E muitas dessas respostas, elas vão acontecer durante o ano de 26, que aí sim, agora, inclusive, com a definição do comitê gestor, agora a gente ganha força- Sim! ... e muitas respostas que a gente ainda não tinha. Então imagino que pra quem ainda não fez esse mapeamento, eu diria que esse primeiro semestre ele é fundamental. Uhum! Ééé, porque é a fotografia que a empresa vai conseguir ter- Sim ... de como que ela está ou não preparada para o ano de 27. Porque a gente tá falando de 26, mas 27 tá logo aí. Sim. E muito do que vai ser definido, seja em termos de ERP, quanto em termos de definição tributária, vai ser definido em 26. Uhum! E aí você vai precisar saber se você tá devidamente preparado e inclusive dentro desses grupos de trabalho, qual é o impacto que tem que ser executado. Certo. Então acho que sim, mais do que nunca, é necessário.
Muito bom, muito bom, Ana. E dentro desse processo de mapeamento, ééé, faz uma ponte com a gente, com alguns produtos da Thomson Reuters?
Vamos lá! É, tem... Tem algumas novidades, né? Acho que um ponto interessante é, é a Thomson Reuters, como fornecedora de software e especialista, é, da área tributária, já desde do ano passado, nós estamos participando de diversos grupos de trabalho, inclusive o grupo da própria Receita, do próprio governo.
Vocês são pilotos, né?
Nós somos piloto e temos clientes Thomson Reuters, que também são pilotos. Uhum! Né? E como sabemos também, que às vezes alguns clientes, eles, por definições estratégicas, não querem ser piloto do governo, mas querem ser piloto interno. Uhum! Nós também criamos um grupo paralelo ao grupo do governo, aonde nós temos aí em torno de 18 empresas, que são empresas que participam de um piloto da Thomson Reuters.
Ah, interessante.
Esse piloto ele é bem bacana, porque ele nos ajuda a definir, né, em conjunto, de forma, bastante, é, eu diria, diferente, porque o governo ele define uma regra, mas a gente tá falando de empresas muito particulares, que cada uma possui a, a sua, o seu ERP, o seu sistema, a, o seu regime, né? Certo. É, o seu processo, e que às vezes a gente precisa. entender como adequar aquela empresa a uma definição do governo. Uhum! Então, uma vez que agora, a gente já definiu que teremos um módulo chamado de Reforma Tributária-
Específico.
Específico pra reforma- Tá! módulo esse conectado 100% à nossa solução fiscal.
Tá, pra poder manter o paralelismo aí.
Exato, mas que não necessariamente é obrigatória com a nossa solução fiscal, porque nós sabemos que muitas vezes o cliente ele já tem uma solução, mas ele precisa. de um módulo complementar da reforma. Uhum, tá! Então, o nosso desenho, ele vai atender tanto ao cliente da nossa base, quanto a um novo cliente que precise somente do módulo da reforma.
Tá. E uma vez que-
Estratégico.
Bem estratégico. Tá. E uma vez que o cliente, por exemplo, tenha executado inclusive um assessment, por exemplo, junto com vocês-
Sim, ... essa fotografia do assessment vai dar a visão de como que ele vai tá preparado pra, ééé, implementar esse módulo da reforma. Certo. E esse módulo da reforma, ele tem dois pilares, que a gente pode chamar de principais.
Sim, eu ia perguntar: o que consiste, né, esse produto Reforma Tributária? Qual é, né, a cerrejinha do bolo?
Sim, dentro do-- vai ser dentro do Tax One? Ele vai ser dentro do Tax One e do Tax One for SAP. Ok! Na realidade, a gente vai atender- As, duas, duas soluções. As duas plataformas fiscais. Hããã, ele vai consumir dos dados da solução fiscal, e ou, se eu estiver utilizando ele como uma solução complementar a um outro fornecedor, eu posso consumir os dados de outras origens. Tá. Mas eu diria que os dois pilares principais, é que essa plataforma, ela vai ter o que a gente vai chamar de contabilização.
Uuum, devolver pro ERP?
Exato. Bom! E também mandar para o governo. Uhum! Então, na realidade, eu vou ser, entre aspas, né, um grande centralizador, que eu me conecto ao ERP, recebo as informações, faço os devidos checks, faço inclusive a conciliação desse dado. Uhum, certo! Vou mandar para o governo. Então, muitos se perguntam: o processo do split payment também já está contemplado dentro desse desenho da reforma.
Bacana. E aí eu mando pro governo e espero, né, ele fazer as devidas baixas de créditos e de débitos, e devolvo isso pra dentro da minha solução. Tá. E uma vez que eu devolvo isso, através de APIs, eu mando isso pras origens também.
Entendi. No caso, prum RP.
Interessante, prum RP. Prum RP. Então a ideia ééé, a gente sabe que os ERPs, de certa forma, eles já sinalizaram que eles vão atender a Reforma Tributária ...Sim! Mas a gente também tem percebido que muitas das empresas, por elas terem cenários muito particulares, vocês identificam muito isso nas acessas- Sim, através do, do Reforma MAP, né?
Exato. Sim. É, não necessariamente eles conseguem se adequar a um RP diretamente, sem as devidas tratativas.
Exato. Porque você tem ajustes, você tem pontos de atenção, você tem adequações, de processos pra fazer. Sim. E quando a gente fala de Tax One, propriamente dita, eu tô falando de uma grande plataforma fiscal, onde todas as informações relacionadas a documentos eletrônicos estão ali centralizadas. Sim. Então é mais uma forma da gente consumir- Desde o DF-e, até o, o dia a dia de SPED, de GIAS-
Isso! E incorporando agora essa questão de contabilização.
O módulo da Reforma.
Exato. Legal, o módulo da Reforma. E uma vez que o cliente tenha a nossa cadeia, né, que a gente chama aí de cadeia, é, jornada, a gente geralmente-- eu falo que a cada período a gente adequa o nome e a necessidade do mercado também. Sim. Mas a gente tem falado muito da nossa cadeia de soluções. Ééé, tudo nasce no motor de cálculo, né? Então, as nossas plataformas, elas também estão sendo devidamente adequadas e seguindo também as definições do governo em tempo disso. Sim. Então, a gente sabe que num pri-- num determinado momento, eu vou ter um impacto no motor de cálculo, porque a minha determinação de impostos, ela vai mudar. Sim. Ela vai ter novas regras. Essa informação, ela vai pra minha mensageria, porque eu vou emitir a nota já considerando o meu cálculo novo, e essa mensageria vai mandar a informação pra minha solução fiscal, que uma vez recebendo isso, vai fazer todo o processo de governança com o governo. Uuuhm! Então, a ideia é da gente fechar esse ciclo com esse novo módulo.
Certo, e o segundo? Você citou dois-
A gente tem a conciliação e a contabilização. E a contabilização. Então, a conciliação é o pilar, digamos, principal- Tá! ... porque eu tô falando de conciliação: origem, que pode ser um RP ou pode a própria solução, origem, solução fiscal, governo. Tá. Governo, solução fiscal, origem. Caramba, seis visões. Então é, eu vou e volto- E volta ... com o dado. Fantástico! Então, a conciliação, ele vai me permitir, inclusive, monitorar em tempo real, através de APIs. Certo. É, o quanto eu estou, digamos, adequada e podendo me utilizar dos meus créditos, e ou tendo que monitorar os meus débitos.
Certo, ali- Porque essa informação-
On- online ou, ou re-- near real time. Em near real time, praticamente, porque a gente vai ficar pingando, né, a todo momento o governo. Inclusive, um ponto interessante, a gente fez a apresentação do nosso módulo para os órgãos reguladores.
Olha, legal! E ele foi validado. Sim. Então, eles identificaram que o desenho que nós, é, assim, montamos, é um desenho, arquitetura-
Todo a arquitetura validado pelos órgãos governamentais. É uma ideia que tá totalmente aderente ao que eles precisam. Agora, o que a gente tá fazendo é: a gente tá na fase de desenvolvimento. Sim. Já temos aí, ao final desse primeiro quarter, o lançamento de uma primeira parte-
Fantástico ... que vai em linha ao que o governo, se ele não mudar nenhum prazo, também vai tá esperando pro final do quarter. Tá. E aí, no decorrer do ano, a gente vai fazendo novas entregas, porque muito também das nossas definições, depende de definições do governo. Depende desse comitê gestor, que- Sim, ... recém-
Exato ... recém-inaugurado. E a apuração, Ana?
A apuração, ela vai tá dentro do módulo da Reforma também. Uuuhm, tá! Então, na realidade, a gente tem duas visões, né? Eu tenho a visão propriamente dita da apuração dos SPEDs- Uhm ... que ela já acontece dentro da solução fiscal. Uhum! Então, é, a gente fala dos SPEDs, porque ainda não se criou nenhuma outra nova obrigação, a não ser a DERI, né? Sim. Mas a DERI é pra alguns segmentos específicos. Então, se eu tiver falando de apuração para obrigações acessórias, isso o Tax One ele já contempla ou o Tax One Forsap. Mas quando eu tô falando de apuração da Reforma, o módulo da Reforma, ele vai contemplar também.
Também a apuração.
Também.
Ótimo. E aí ele vai muito em linha, eu queria até aproveitar a oportunidade de reforçar, né? Muito do que ele vai ser utilizado- Uhum ... vai estar em linha aos mapeamentos que a gente sabe que são feitos em tempo de projeto. Sim. Então, por isso que é importante a gente ter o melhor mapeamento possível, porque os processos vão ser identificados e os gaps também. Sim. Então, em tempo de projeto, eles podem ser adequados.
Muito bom, Ana. A gente tem vivenciado essa, essa experiência, né? A Dejo tem um pilar, é, da Reforma, dentro da Reforma Tributária, chamado Reforma MAP, entre outros serviços. Temos o Reforma Go, que é o nosso time sendo treinado por vocês, para estar apto a ir ao mercado. Temos o Reforma GT, que é onde nós colocamos ali tanto Tax Lead, como Tech Lead, pra auxiliar os nossos clientes. E, e na experiência ali do pilar Reforma MAP, é, a gente tem tido ali algumas surpresas, como por exemplo, ééé, o, o board, que ainda não está, é, com a visão realmente do, do, do que é a Reforma, né? Controllers que ainda não têm uma visão geral ali da sua área tributária específica. A gente quebra em três o nosso mapeamento: tributos, tecnologia e operações, né? Uhum! Então, é... tecnologia, é, o time tá ali de prontidão, né? Então tem uma expectativa grande. Tributos, é, o pessoal fiscal também bem versado, mas quando a gente vai pra operações que envolve outras áreas, é, ali o, o susto também tem sido grande, tá? E fechando isso, é, dando essa visão pras empresas, certamente a implementação desses módulos será, é, muito mais fluida, né? Sim. E brigado aí pelas informações. Ééé, acho que quase que em primeira mão, né? Aqui pra gente, né? Sim. A gente se sente privilegiado. É, um dos outros pontos aqui, referente, pegando o gancho sobre o piloto- Uhum! né? É, é o testar cedo no ambiente de simulação da CBS, preparar as integrações, né? Fala um pouquinho sobre isso....
É, isso é uma prioridade, né? Fala um pouco p-pra gente sobre a experiência de vocês no piloto, né, de, de ter testado- Uhum! né, lógico, aquilo, né, que, que você pode abrir, e o-- e qual a prioridade em testar rapidamente aqui, IBS e CBS nos ambientes da Receita?
Bom ponto. Ééé, eu acho que é uma das prioridades, né? A gente tem diversas prioridades, principalmente se a gente pensar nesse primeiro marco de documentos eletrônicos, que devem estar devidamente adequados e, ou pelo menos, estem-- devem estar preparados ao que tá sendo solicitado. Certo. É, a integração, geralmente, né, acho que a gente tem experiência aí de caso- Sim! que a gente sabe que as integrações, elas muitas vezes são ponto de atenção, por diversos fatores, entre eles, a dependência que a gente tem dos ERPs. Tááá. Né? Então a gente sabe que existe uma grande força-tarefa, desde o meio do ano passado até o final do ano, aonde os principais ERPs fizeram diversas atualizações, lançamentos de patches, é, adequações, pra que eles também já estivessem devidamente ou preparados, ou dessem, né, oportunidade pros clientes utilizarem de estratégias pra estarem adequados às informações. Sim. E a gente percebeu que ao final do ano, muitas das empresas. que nos permitiram fazer os testes, os testes estavam funcionando bem. Sim. É, obviamente, que com aquela preocupação de não se limitar a valores exatos, mas sim, a simulações. Então, os testes tiveram um resultado bem positivo. É, o, que a gente percebe? Muitas vezes, a dependência das empresas, principalmente quando a gente tá falando de empresas globais, elas são muito restritas, né, a atualizações aqui no Brasil- Sim ... sem ter o devido ok das suas sedes. Fora os freezings, né? Fora os freeze. Passamos agora aí dezembro, algumas- Exato! até estão do nosso portfólio. Algumas ainda estão, né? E vão ficar, por exemplo, até começo de fevereiro, a gente tem casos nesse sentido. Então, a preocupação nossa, é? aproveitar essas janelas, né, pra principalmente ver se a origem ela tá devidamente adequada e fazer o máximo de testes, mesmo que sejam simulações, pra garantir que pelo menos o campo esteja adequado ao que é, necessário. Sim. E num segundo momento, sim, começar a fazer simulações de valores, porque apesar da gente tá falando de que a Receita ainda não está obrigando, a gente sabe que muitos desses testes, eles também vão fazer uma, uma análise, uma previsão, né, de qual vai ser o impacto financeiro, de todas essas mudanças que serão oriundas, né? Afinal, eu tô falando de impostos que serão substituídos. Sim. Então eu deixo de ter ICMS, deixo de ter ISS, e eu vou ter IBS. Eu deixo de ter, é, teoricamente, cada prefeitura fazendo da sua forma, e vou ter Sim ... mais do que nunca, isso unificado. Sim. E aí, a gente tem percebido que muitas vezes, uma das formas, como você falou aí, da gente, é, convencer um controller, é, levando números. Sim. Né? O, impacto da Reforma Tributária perante os números. Sim. Então, tem clientes que estão aproveitando, inclusive, esse movimento de testes de integração, pra fazer simulações o mais próximo da sua realidade possível, pra também ter esses comparativos, né? Como que eu tô hoje- Já criando uma base histórica- Exato ... pra depois voltar a pensar em planejamento tributário, né? Exatamente. Que agora, é? difícil falar- Agora é, se adequar ao campo. Sim. É, se adequar ao campo. Sim. Mas num segundo momento, a gente vai começar a fazer uma análise tributária. Eu brinco muito com uma situação de um cliente que eu conversei há um tempo atrás, e ele tá bem na divisa de São Paulo, Minas. Ah! E ele comentou comigo que em um determinado momento, ele vai avaliar qual que é, a melhor porta pra ele sair. Pra onde ele sai, né? Exato. Essa questão da tributação no destino também. Exatamente. Esses operadores logísticos vão ficar malucos, né? Vão ficar doidos! Então, também não deixa de ser um momento do cliente fazer essa sua simulação, né? Aproveitar esse gatilho de: será que é melhor eu sair pelo CDA ou pelo CDB? Sim. E aí, começar a fazer essas simulações, pra ele também começar a ter uma análise tributária. Então, eu percebo que num segundo momento, talvez até em 26 mesmo, eu tenho essa expectativa, que a gente vai sair do âmbito de só pensar em campo, mas começar- Exato ...a pensar em análise financeira, realmente. Sim, muito bom! Isso aí, Ana. E dentro desse, é, desse aspecto, vamo falar um pouquinho de cadastro. Algo que, ééé, final do ano passado, nós estivemos no Confeb Connect. Uhum! Ééé, Summit. É, o, o que surpreendeu, ééé, foi a quantidade de pessoas que nos procuraram referente a saneamento de cadastro. Uhum! Começamos, né, nós, a Dejo, aqui, um projeto específico em um cliente na área hospitalar, bem relevante, fazendo esse trabalho. Mas na, na tua visão, né, a importância disso, é, é uma priorização em 26, a questão do saneamento de cadastro? Qual é a relevância disso pra esse ano, Ana?
Eu acho que é muito relevante também, né? Como eu falei há um pouco tempo atrás, a integração é uma das necessidades mais urgentes, o cadastro também é. Tááá. Porque quando a gente tá falando de cadastro, eu tô falando dos mais diversos tipos de fornecedores. Então eu tenho aquele fornecedor, que do outro lado, ele também já está se preparando, inclusive no âmbito de informações cadastrais, pra estar adequado ao que a Reforma Tributária vai pedir. Sim. Ao que o documento eletrônico vai solicitar. Mas a gente tem aquele outro cliente ou aquele outro fornecedor, que ele não tem todo aquele capacity, né, de estar já preparado, ou mesmo ele não tem o devido conhecimento de qual é o impacto da Reforma Tributária pra ele. E ele emite a nota, enquanto ele tá emitindo a nota, tá tudo funcionando. Só que pode ser que dia primeiro de janeiro de 27, já não seja mais dessa maneira. Sim. Né? Talvez a gente tá falando de 27, mas isso pode acontecer aí em 26.... Então, sim, a gente tem percebido, inclusive clientes, é, e muitos desses eventos que você comentou, também foi uma percepção minha, que a preocupação é adequar o cadastro, né? Porque a gente sabe que muitas vezes os cadastros eles não são devidamente saneados- Certo! pela falta do tempo, né? Sim. Porque se eu tenho dois, três campos obrigatórios, eles estão preenchidos, tudo bem, o resto vai. Só que agora a gente sabe que precisa ter um critério muito maior. Então, a gente tem percebido no final do ano, e imagino que esse primeiro quarter também, vai ser uma grande força-tarefa, fazer esse saneamento, e não só um saneamento de dados, mas também fazer um saneamento de fornecedores. Certo. Né, a gente também começar-- talvez as empresas vão reavaliar se os fornecedores estão também devidamente preparados. Sim. Porque o cliente não tá preocupado só com a emissão da nota dele, mas ele também agora tá preocupado de quem que ele recebe a nota dele, né?
Exato, exato! Se não tiver idôneo ali, a questão da certidão negativa também acaba ganhando uma relevância, né?
Sim, e ele é corresponsável, né? Sim. Mais do que nunca. A gente, que trabalha na área tributária há muitos anos, a gente sempre ouviu esse termo de corresponsabilidade. Sim. Mas agora, mais do que nunca, porque uma vez eu mandando o- Online ... o documento pra ter lá, vai sem tempo. O camarada não pagou, sem se creditar, né? É, como você tá se utilizando de um fornecedor que não tá devidamente adequado? Sim. Né, cadê a sua governança? É, ou pensa ali que ele está no Simples, mas por N motivos, ele migrou e esqueceu de te, avisar, né? Exato! Então, são- Bom ... pequenos detalhes, que no montante, podem causar uma exposição pras empresas. Uhum! Então, por isso que a gente tem percebido, inclusive empresas que têm feito notificações. No final do ano, eu percebi isso, em mais ou menos uma meia dúzia de empresas. Uhum! Que elas comentaram que elas estavam montando notificações por e-mail, por cartinha. Estratégia legal, workflow comunicando. Avisando que a partir da data X, eles já estariam trabalhando na visão da Reforma Tributária. Sim, sim. E que pediam também ao fornecedor, que ele fizesse as devidas adequações. Olha! Então, é? uma forma de você concentrar, né, e fazer com que as empresas, de certa forma, também criem, é, o, o mesmo grau de importância que você, né? Sim. Não é só você, o grande- O grande ... seu fornecedor também precisa.
Faz uma responsabilidade solidária, né?
Boa, é verdade. Vou dizer assim, o termo, né?
Ok, estamos em ano de teste, né? 2026, é o, é o momento aqui de, de errar, né? Vamos dizer assim, que pelo menos, é, até 1º de abril, né, e não é mentira, nós temos aqui a, a, as empresas, né, como um todo, têm ali a, a oportunidade de se adequar à IBS e CBS sem multa, né? É, enfim, todo o ano de 2026, é, é pra teste. Mas vamos falar de 27, né? Mesmo estando em 26, né, qual seria uma prioridade, olhando, é-- vamos colocar aqui o segundo quarter de 26, mas principalmente 27.
Acho que é um bom ponto, é, e a gente tem percebido uma grande preocupação das empresas. Muito, do que vai ser discutido em 26, tá baseado em revisão de cláusulas tributárias. Então a gente deve ter aí- Revisão. É, um grande impacto, de alguma maneira, é, na rotina, né? Sim. Não só no processo, mas na estratégia, realmente, das suas empresas. É, não somente em como vender, mas para quem vender, né? E se pensar em como vender, mais na questão de qual é, o impacto tributário daquele fornecedor e daquele cliente. Então, se a gente pode dar uma sugestão pra pensar em 27, muito oriundo do que vai ser decidido em 26- Sim ... é, uma revisão dessas cláusulas tributárias, pensando principalmente, né, nas empresas, que a gente tá falando aí, B2B e B2C. Sim, sim! Que não necessariamente, é, não vou dizer que não tenham essa preocupação, mas que não esteja nesse foco de fazer essa avaliação agora, mas é, algo que vai ser necessário-
Vai precisar ser feito ... pensar em 27.
Aham! É, aproveitar esse momento, de teste, que não será só em 26, mas também aproveitar o ano, de 27 pra fazer toda a rodagem das, suas simulações. Uuum! Né? Tá. É, é, um ano em que muito vai ser sugerido, e as empresas vão precisar fazer testes, do quanto aquela sugestão está adequada ao seu processo tributário, né? Sim. O quanto a empresa tá ganhando ou eventualmente ela tá perdendo.
Perdendo. E aqui, Ana, desculpa te cortar, né? É importante, né, os, nossos ouvintes saberem sobre nossa-- nós temos uma calculadora- Uhum! é, dentro do nosso processo de Reforma MAP, de mapeamento ali de tributos, é, de, de operações e tecnologias, existe uma etapa específica pra isso, e tem sido, é, bem interessante, é. Então, nós temos recebido essa demanda, é, desde abril do ano passado, né? Uhum. Até levamos um dos cases, é, para um desses eventos, onde a gente demonstrou ali- Uhum ... o cálculo que foi feito. E essa sua observação de simulação de margem, é de extrema importância, porque quando essa controller nos, nos procurou, ela, ela trouxe ali, nas entrelinhas, né, é, a seguinte informação, né: "Eu estou com os meus acionistas, é, já pensando em desligamento", porque ele leu em algum lugar, que a Reforma Tributária, é, vai proporcionar aqui uma redução no quadro, né? Uhum! E, e foi partindo de, desse cálculo da, da, simulação de, margem, que a gente conseguiu falar: "Olha, é? cedo, extremamente cedo- Sim ... pra falarmos sobre isso". Sim. Então, só esse parêntese dentro dessa sua observação.
Não, mas é, e vai muito de encontro, né? Eu acho que muito, é-- em alguns casos, a gente tem percebido que a expectativa do cliente... das empresas, é que a reforma tributária, ela vai simplificar tudo. Tá! Isso pode acontecer, mas daqui a alguns muitos bons anos. Certo. Nesse primeiro momento, é um ano de teste, é um ano de simulação, é um ano de poder errar- Sim! sem você ser impactado. Sim. Né? Você tem margem para erro. Então a gente tem sugerido, inclusive, aos clientes, que aproveitem desse movimento pra fazer realmente simulações e testes- Sim! é, e façam até novas avaliações tributárias, por que não? Pra que possam, é, não só se adequar à reforma, mas também ganhar com a reforma. Sim. Né? Porque é uma oportunidade também de você revisitar o seu ganho. Coisa que era esperado lá na-- 2007, 2008, com os SPEDs, e a gente acabou entrando no automático- Automático de novo, né? Sim. Naquele padrão, mas com a reforma, não. Sim. É, te, te dá aí a oportunidade de verdadeiramente rever aí essa questão de, de simulações, custos, margem e etc.
Exato! E aí, por fim, eu daria a sugestão também, a gente tem percebido alguns clientes que já, fizeram isso, mas talvez a grande massa venha a fazer agora em 26 para 27. Sim. Mas é, importante, pensar em 27, que os seus fornecedores também já estejam adequados. Hum. Né? Porque não é? só você, quanto empresa principal, que precisa estar, é, preocupada em atender a reforma. Sim. Então, a gente tem percebido, e eu acho que com o, o advento, no primeiro semestre, de muitas definições que vão acontecer, que as empresas também vão começar a notificar os seus fornecedores e sinalizando que uma vez ela, estando preparada para a reforma, ela também precisa que os seus pares estejam. Então, muito provavelmente, em 27, é um movimento das empresas também terem essa comunicação, até levando muito do resultado que ela identificou como- Em 26 experiência pros seus fornecedores. É, pelos próximos anos. Sim. Essa questão do, do imposto por fora, né, até dentro do que você colocou, B2C, B2B, é, essas cláusulas realmente vão precisar ser refeitas ali. Sim. Né? O departamento jurídico tá quietinho, mas é bom ir se preparando, né, pra-- departamento de compras também tá bem quietinho. Exato! É, mas é bom se preparando pra, pra revisão dessas cláusulas.
Exatamente. Ótimo! E aqui, Ana, dentro da-- pra gente ser prático, é, de alguma forma, né? Sabemos que, é, é, a gente, em época de TikTok, né, de, de story, de Instagram, a gente trazer a informação, é, muitas vezes, já mastigada, tem uma relevância enorme nos dias de hoje. Uhum! É... um roteiro simples, agora pra 26, voltando pra 26, né? Pra 27, ali, bem, bem colocado. É, agora pra 26, pensando em quarter- Hum. é, qual é o roteiro? É, mais uma vez, aqui, abusando da tua experiência, do teu contato diário com-
Vamos lá! com o cliente, né? Ouvindo ali, muitas vezes, quase que um divã, né, Ana? Você vai lá pra apresentar os produtos, o divã-
É um fala que eu te escuto.
Isso, um fala que eu te escuto. Então, aproveitando aí dessa sua experiência, um roteiro simples pra aqueles que ainda têm dúvida, aqueles que ainda estão ali montando, é, o seu planejamento, seja ele o financeiro, seja ele de projetos, ali por quarter, o que que você, é, é, recomendaria aqui de roteiro?
Bom ponto! Eu vou até aproveitar e vou usar minha colinha, porque a gente tá falando aqui de quatro quarters. Sim. Então, que vão entregar um 27, talvez, e assim esperamos, muito mais tranquilo ou, com lições de casa a serem feitas, né? Certo. Então, se a gente tiver falando aí do. primeiro quarter, o que que a gente tem sugerido? Diagnóstico. Tá! Diagnóstico, mapeamento, é, identificação de como é que tá os seus cadastros, é, o trabalho de você notificar os seus fornecedores, é, mapeamento de processos, né? E aquele ponto que a gente falou lá do, início: grupos de trabalho, que aos poucos vão sendo inseridos, né, de outras pessoas, porque, como você falou, compras ainda tá quietinho, mas num determinado momento, a gente vai ter que colocar compras no processo. Sim. O jurídico ainda não tá pensando em, contencioso, mas daqui a pouco- Claro ... o jurídico vai começar a pensar sobre isso. Então, talvez o primeiro quarter, é pensar em diagnóstico e saneamento de cadastros. Pra quê? Pra que quando a gente pense no segundo semestre, a gente tá falando aí de abril a junho, a gente comece a trabalhar com a homologação- Uhum! desses campos, que aí sim,
Muito provavelmente, eles devem estar como obrigatórios, mesmo que sejam com dados ainda a não serem, é, debitados ou creditados. Sim. Né? Não serem considerados efetivamente, mas eu devo ter uma necessidade de passar pelo processo da homologação. Tá.
Então, o segundo semestre, segundo quarter, perdão, seria isso. De abril a junho, essa seria um, seria um ponto, uma combinação boa. Né? A gente fala aí de homologação dos campos em destaque, CBS e IBS. Tá! E muito oriundo do que a gente fez no primeiro, que foi o diagnóstico. Sim. Você vai ter os pontos a serem trabalhados.
Quando a gente fala de julho a setembro, aí a gente tá falando do terceiro quarter. A gente fala de um processo de hardening, né? O que que é o hardening? É a contingência. Tá. Então, eu tenho gaps, tenho pontos de atenção. Qual é a minha contingência pra isso, pra que eu possa trabalhar no segundo semestre? Sim. É, como que eu tô preparado pra entrar em 27, se eu ainda tiver aqueles gaps? Certo. Eu tenho uma contingência pra trabalhar? Eu tenho um plano B? Sim, talvez, por isso? Olha aí.
E, por fim, quando a gente fala em outubro a dezembro, aí é fechar o ano com o que a gente chama de ano teste. Então, quais foram os meus KPIs desse meu ano teste? Né? Quais foram os resultados que eu consegui ao longo do meu ano? É, o que eu defini quanto mudança pra 2027? Tá. E aquilo que eu ainda não tenho como mudar. Como que eu vou tratar se for um ponto, por exemplo, que não me deixe exposto, mas pode causar um questionamento do governo, porque eu já é, vou tá com o campo obrigatório. Sim. Mas talvez você precise justificar algo, né?
Então, quando a gente fala do último semestre, é uma virada, aonde a gente, muito se espera, deixa os impostos antigos e começa a vislumbrar realmente os novos impostos. Então, como que eu tô nessa virada de chave? Olha, muito bom, muito bom! Vamos ter muito trabalho pro ano de 26. Tá aí as dicas, né, pra-- por quarter aqui, é, eu vou tangibilizar isso, Ana. Boa. Não tá, não tá registrado ainda não, né? Não, não, não. Não, posso usar sem problemas. Muito bom, Ana.
Agora, caminhando pro final, Ana, é, eu, eu geralmente aqui, né, com todas as pessoas que eu tenho esse, esse bate-papo, né, eu faço aqui as perguntinhas relâmpagos, né? A perguntinha pá, pum! Né? Três perguntinhas aqui, você responde. Uhum! É, é, também pá, pum, na lata. Pensa que, né, você foi contratada pra ali responder essas três perguntas prum CEO, CFO, né, prum controller, enfim, então são-- nós chamamos de perguntas relâmpagos. Tá bom. Tá? Vamos lá.
É, a primeira delas é: um mito da Reforma que você quer derrubar? Ponto interessante! Ééé... que ela não vai existir. Tá aí. Né? Que a Reforma é algo que a gente ficou 10 anos e que ela não vai vingar. Eu acho que isso é um mito que a gente tem que desmistificar dentro das empresas. A Reforma, ela veio pra ficar. Ok, muito bom.
Uma decisão para reduzir riscos em 2026. Uma, uma decisão que, é, essas empresas têm que tomar pra reduzir o risco. Diagnóstico. Diagnóstico. Eu acho que é a jornada do diagnóstico. Ok. É você avaliar como é que tá os seus processos e já vislumbrar o que que você precisa fazer para o ano de 26 estar adequado. Ok.
E a última: um erro comum e como evitar esse erro? Achar que a Reforma é simples. Ah, boa! A Reforma não é simples, né? É. Na realidade, a gente tá simplificando, sim, os impostos. Certo. O governo vem com uma estratégia de, ao mudar os impostos, simplificar. Mas esse processo, que envolve a Reforma Tributária, ele é um processo bastante complexo, porque eu tô falando principalmente na dinâmica das empresas. Eu tô falando no que se ganha, no que se perde, no quanto se paga de imposto, no que se apura. Então, a gente pode ter uma simplificação em 2033, 34. Exatamente. Pra agora, é, um processo complexo. É, evitar encarar como algo complexo. Olhar co-- de forma simples, não, vislumbrando a profundidade da Reforma, é um risco.
Olha, Ana, brigado! Eu que agradeço. Sensacional, né, a sessão. Agradeço, é, assim, imensamente, você compartilhar todo o seu expertise, o seu-- um pouquinho, né? Foi só a pontinha do iceberg. É, já fica aqui a promessa: vou te trazer de volta pra gente falar só de produto. Perfeito, vamos! Mas fica aqui o, o, o nosso agradecimento, em meu nome, em nome da Dejo, brigado. E agradeço também. Se tiver alguma consideração, fica à vontade aí, Ana.
Eu acho que é um prazer. Quero agradecer, primeiramente, o convite. É um prazer a gente tá falando também com quem conhece muito da Reforma. Então, eu acho que a gente troca muito nesse movimento. Quero, sim, tá numa próxima, inclusive pra gente mostrar o módulo. Eu acho que é bem interessante. Sim, ...fazer essa sinergia com o que vem por aí. E, e principalmente, pelo fato de ser fora do ecossistema também, né? Exato! Essa possibilidade me chamou a atenção, Ana. Sim, eu acho que é, bem interessante. Então a gente vai ter uma dinâmica diferente do que já é o habitual, e tanto eu quanto a Thomson Reuters, me coloco à disposição de vocês. Ah! ... sempre que necessário. Foi um prazer. Muito bom. Obrigada. Brigado!