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Carrossel - Encontro Ao Vivo Mentoria Vértice 21 05

Bárbara Torres1:28:50

Transcription

Então, pessoal, hoje a aula será sobre, eh, carrossel. A gente tem uma aula que eu menciono sobre carrossel no que se chama formatos, mas foi assim, falando de diferentes formatos, não me aprofundei tanto no carrossel, principalmente por conta de um dado que eu vou mostrar para vocês. Então, se vocês tiverem oportunidade, quiserem abrir depois o Canva comigo, é bom, né? Para eu não ficar, eh, falando sozinha aqui. Deixa eu ver aqui. Pronto. Carlinha, me confirma, tá dando para ver certinho minha tela?

>> Tá sim.

>> Boa. Então, gente, eh, eu não sei se vocês têm tanto esse costume do carrossel. Eu acho que a gente veio de uma leva, eh, muito forte dos Reels, né? Acho que a gente veio. Ó, os Reels, 1 minuto e meio é o que tá mais bombando, é o que as pessoas mais querem. Então, a gente vai falar um pouquinho de um outro formato que eu confesso que é um formato que eu amo fazer, porque eu não preciso estar arrumada, eu não preciso me preocupar com um roteiro mais extenso. Inclusive, quem tiver anotando, essa é uma boa dica de pensar, porque qual que é o critério que eu uso para escolher, de repente, um tema de carrossel? Muitas vezes é porque eu não tenho, >> tanto ao ao que o que explicar. Tem alguém com com o microfone aberto. Eu não tenho tanto o que explicar, o que me aprofundar, e eu, no vídeo, eu tenho mais tempo, eu consigo acelerar um pouco a minha fala, de repente, para explicar algum assunto mais a fundo. E o carrossel, de repente, eu só quero trazer alguma pontuação, eu não quero elaborar tanto assim, e ele acaba sendo uma forma de me comunicar com mais tranquilidade. Eu sei que uma grande barreira que vocês têm, e isso é natural, porque vocês não são designers, é a parte de produzir mesmo carrossel. Então, eu vou falar um pouquinho sobre isso, porque existem algumas formas mais fáceis que vocês não precisam fazer um baita, uma baita arte, mesmo assim, deixar um feed minimamente harmônico, que eu sei que vocês gostam de deixar as coisas bonitas.

Qual que é o grande ponto, né? E eu quero que vocês entendam isso daqui, porque às vezes, e, e eu não quero causar ansiedade em vocês, às vezes a gente pensa assim: "Meu Deus, agora é o carrossel. Durante a mentoria toda, a gente falou de Reels, de escrita, de roteiro". Mas calma, gente. Isso daqui é mais uma possibilidade e pode ser uma possibilidade mais fácil para vocês. Não é que agora a moda do negócio é o carrossel. As coisas funcionam, né? Então, eu quero que vocês entendam isso como um complemento até de conhecimento, mas que vocês, eh, não precisam ficar desesperados ou ansiosos.

Mas, de fato, eh, um sentimento que eu tenho e olhando pros dados, mostram que os, a gente cansou um pouco. E vocês devem entender bem isso, que é: poxa, eu tô no meu trabalho, eu tô no dia a dia, eu tô no trânsito. Dificilmente eu paro, fico assistindo a um vídeo, coloco o áudio. É, de vez em quando, quando a gente gosta muito da pessoa, a gente assiste de fato. As pessoas nos assistem, mas o carrossel, ele acaba tendo uma adesão maior, porque é muito mais prático, né, de você absorver a informação que tem ali.

Então, eu peguei esse dado. A Carlinha trouxe pra gente esse dado do LALABS. Inclusive, se vocês não conhecem, o LALABS é uma plataforma que ajuda muito, né, para vocês. É, assim, é um pouco mais específico para ver dados. Eu usei a minha vida toda dentro das agências para ver os dados das marcas e fazer os agendamentos das postagens. Carlinha, tem mais alguma função além dessa que eu parei nisso no LABS?

>> É, ele é uma plataforma para agendamento agora de métricas, né? Muito dos insights, eles dão algumas dicas pelas IAs que eles têm por lá, mas, de verdade, eu acho que para é só para essa esse gerenciamento e para para social media, não para quem nós assim, não não preciso mais assim, ah, meu social media, eu quero que ele faça relatório, uma coisa bem específica, mas vocês não precisam não.

Aqui eu coloco, até peço perdão se vocês estiverem escutando meu cachorro, mas, eh, eles fizeram esse, eh, esse índice aqui, essa análise de abril de 2025 até 2026. O carrossel, eh, em 2026, ele cresceu 5.70%. Então, de fato, acho que não sei se vocês gostam mais de carrosséis, mas eu gosto também de ler mais carrosséis, claro, se ele estiver bem, bem produzido.

Então, é isso. Os vídeos, eles continuam indo super bem, as fotos, mas é importante que a gente faça todo esse conjunto de produção para que vocês consigam testar diferentes formatos e que seja menos desgastante, de repente, que vocês peguem esse outro gosto. E, de fato, eu sinto que a gente, eh, o carrossel, tanto de repente, né, depende muito do perfil, mas ele exige menos energia, né, principalmente para absorver as informações ali, porque a pessoa, ela tá lendo no seu próprio ritmo, ela volta, ela salva, ela compartilha, ela relembra. Não que as pessoas não façam isso com os vídeos, mas eu vou trazer isso com vocês, porque eu era meio resistente a produzir carrossel. E acho que foi no começo desse ano, é, acho que foi bem no começo desse ano que eu comecei a produzir carrosséis e eles começaram a performar quase que o dobro dos meus vídeos e ali eu entendi, tá? Então, acho que eu tenho que dar mais oportunidades para esse, para esse formato que tá indo bem. Eu fui entendendo, fui lapidando, fui fazendo do meu perfil um laboratório e eu sempre trabalhei com isso também. Foi mais tranquilo.

Então, a gente tem que pensar o seguinte: se isso tá, tá fazendo com que vocês cresçam mais, que, eh, dê mais compartilhamentos, por exemplo, pode ser interessante também de iniciar ou testar um pouco mais. O que eu quero que vocês tenham como um perfil de produtores de conteúdo, eh, que vocês testem, porque muitas vezes a gente vai fazendo meio que automático e a gente não para para analisar, fala assim: "Olha, carrossel, esse carrossel não deu muito certo, aquele vídeo foi muito bem, então vou ficar replicando esse vídeo". Não. Quanto mais a gente vai testando, quanto mais a gente, eh, vi agora sua mensagem, vá, falando que eu tô travada, mas quanto mais a gente, eh, analisa, né, o que tá acontecendo no nosso perfil, quanto mais a gente vai testando, mais rápido vocês conseguem crescer, se posicionar e, consequentemente, vender. Então, esse é o, é a mágica assim, é o diferencial de um produtor de conteúdo, não ficar fazendo uma sequência gigantesca de produção de conteúdo e tudo igual, sem parar para analisar.

Então, eu entendi alguns, né, alguns padrões. Mas acho que, que antes de qualquer coisa, a gente não trabalha com regras aqui. E olhando pro Instagram, a gente não pode se esquecer, e vocês como profissionais, que é uma rede social de presença, né? As pessoas não estão lá necessariamente para aprender algo profundamente. E eu falo isso com muito pesar, porque eu sou uma pessoa que gosto, de fato, de ler, de, eh, que as pessoas agreguem algo em mim. Mas muitas vezes as pessoas estão lá para sentir. Isso significa que a gente não vai se aprofundar? Não. Mas, no fim das contas, o que a gente sempre precisa pensar é: isso tá gerando uma certa conexão? Tô inspirando? Tô atualizando a pessoa? E como, né? E dentro desses grandes temas, a gente coloca o aprendizado também, não tem problema, mas sempre com aquelas adaptações de que ali é uma rede social, a gente não tá entregando o nosso currículo, a gente não tá dando uma palestra, nenhuma aula. Então, o carrossel funciona também dessa forma.

E como eu falei, a gente não trabalha com regras aqui nessa mentoria, né? Acho que vocês já perceberam isso. A gente trabalha muito mais com probabilidades. Por quê? Muitas vezes vocês vão perguntar para mim, para as meninas: "Olha, será que o carrossel, eh, com muito texto não é melhor? Carrossel com pouco texto? Eh, carrossel com muitas páginas?". Eu sei que vocês têm essas dúvidas. O conteúdo por si só, se ele for bom, se ele teve uma construção interessante, ele vai bem. Mas pensando em probabilidades, eh, já que vocês estão, de repente, iniciando essa produção ou estão lapidando mais, é importante que a gente pense que já funciona e a gente adapta pro nosso mercado, pro nosso nicho, que seja.

Então, assim, eh, não estou falando, não tô cravando em pedra nada, mas eu sei que vocês querem acelerar mais o processo de vocês. Então, por isso, eu coloco aqui alguns pontos que a gente precisa analisar sempre na produção, que é o carrossel que tem menos texto, eh, acaba gerando uma leitura mais fácil e, como consequência, a gente tem um alcance maior. Então, eu trabalho muito dessa forma. Quando eu vejo que é um assunto mais denso, vou pro Reels. Quando eu vejo que é um assunto mais profundo, eh, que eu tô mais naquela skin professora, aí eu vou pro YouTube. Mas, enfim, conversa para outro dia. Mas para vocês entenderem que, ó, a cada lugar que a gente, eh, se comunica, exige uma adaptação. Comunicação é adaptação.

E também eu coloco que é, de repente, você colocar frases curtas, frases mais reflexivas. Uma estratégia que eu uso e que eu já mencionei para vocês e quem tiver anotando é bom, porque isso gera muito compartilhamento, é que dentro de uma narrativa de carrossel, se, eh, depende muito do tema, mas se couber em colocar, eh, um carrossel que ele faz sentido quando ele, né, quando lê ele completo, mas que, ao mesmo tempo, ele funciona de começo, meio e fim em cada card, isso gera muito mais compartilhamento. Por quê? De repente, eu trago uma reflexão e a cada card essa reflexão se complementa, mas funciona de forma independente. As pessoas vão olhar para cada frase e falar assim: "Eu gostei mais da terceira". A outra: "Eu gostei mais da segunda". E gera mais compartilhamentos. Então, isso faz com que o perfil cresça também de uma forma saudável, né? Se a pessoa se identificou, é porque, de fato, ela leu.

E também eu coloco aqui a parte de de Reels, mas é bom que a gente também traga essa parte mais objetiva, mais estratégica, mas para vocês entenderem como funciona no geral. Então, eu coloco aqui alguns exemplos de, é como se fosse notícias, mas de uma forma um pouco mais que traga mais curiosidade. Então, por exemplo: "As mulheres precisam dormir mais do que os homens porque usam mais o cérebro." Interessante, né? A gente fala: "Tá bom, mas eu gostei muito dessa." "Como a solterice virou a decisão mais racional da Geração Z?" Isso gera uma curiosidade do que simplesmente eu começar um carrossel falando o seguinte: "A Geração Z, eh, está mais solteira. A Geração Z não quer namorar." Dão uma certa curiosidade, mas não traz aquele, né, aquele molho, digamos assim, que de fato tem a COP mais criativa ou que instiga mais curiosidade. Essa daqui eu não gostei muito, porque eu achei bem chata: "As usam o turismo como arma silenciosa." É um clássico do ChatGPT, né? Mas como é um assunto muito sensível, acaba performando melhor.

Agora sim, a gente entra nos formatos dos carrosséis. Se eu não me engano, eu trouxe oito formatos e isso funciona para quem sabe de design e para quem não sabe. Então, primeiro, eu coloco um exemplo meu de afirmações fortes. E prestem atenção nisso, que é o seguinte: "O que eu faço de estratégia em algumas cópias que é essa: 'Ter tatuagem voltou a ser um sinal de incompetência'." Eu não acredito nisso. Isso não necessariamente é uma verdade, mas isso causa uma certa curiosidade, porque no próximo slide eu já falo assim: "É o que muitos especialistas estão dizendo por aí." Então, eu trago uma afirmação que ela é forte, mas no segundo eu já quebro ela com com a narrativa que eu vou construindo aí. É uma técnica que vocês podem utilizar.

Outra forma mais fácil de produzir esse tipo de conteúdo é no estilo Twit, no estilo do X, né? Que aí eu peguei um, um estilo do João Mena aqui, e aí eu vou mostrar depois para vocês no próprio Canva como que vocês encontram, produzem para facilitar um pouco mais. Eu achei essa chamada dessa notícia sensacional, porque colocou da seguinte forma: "Enquanto você tenta viralizar, eles tentam durar 100 anos." Eu poderia ter, eles poderiam ter colocado essa chamada que é: "Ah, os jovens do Japão querem viver até 100 anos." Legal, interessante. Mas olha só o contraste que eles trouxeram nessa COP. O brasileiro, jovem de repente da nova geração, tá muito preocupado em viralizar. Já os japoneses, eles querem durar 100 anos. Aí depois traz todos os dados. Ela é mega interessante, mas vocês estão vendo como a escrita é algo que, e não tem jeito, você desenvolve fazendo, observando. Eh, a gente tem uma aula sobre de COP com a Bárbara também, que é maravilhosa. Então, isso ajuda muito em você ter esse olhar, mas colocar essa essa criatividade em algo que poderia ser mais genérico, sabe?

Outra forma de vocês produzirem um carrossel tirando o print tanto do story, salvando o que vocês produziram no story, quanto tirando um print do bloco de notas. Então, fica, de repente, eu acho que fica bonito, fica sutil, não fica aquela coisa grosseira no feed. Se você não souber muito bem como, ah, combinar fontes, combinar cores, então fica uma coisa preta e branca, tanto fundo escuro ou claro, e por aí vai. Então, é uma forma de vocês irem produzindo sem grandes feitos e fica bonito, tá? Eu não colocaria vocês para produzir algo feio, não.

Outro tipo, aí aqui, né, um pouquinho de assuntos que são interessantes, tendências, eh, se couber pro mercado de vocês, tá? As maiores tendências de 2026 ou quais foram, né, os últimos acontecimentos, sempre vai muito bem. Inteligência artificial, o tempo todo tão falando disso. Até tô um pouco cansada, mas eu sei que, eh, são tantas atualizações que tem muito assunto para vocês. Eu tenho certeza que acaba afetando a área de todo mundo, tanto pro bem quanto pro mal, né? Suas histórias. Coloquei aqui um exemplo da Mabel, até na época que ela tinha feito e tinha sido e tinha ido muito bem. Então, carrosséis com, com alguma história, com algum marco, contando trajetória, com pouco texto em cada para as pessoas conseguirem, de fato, eh, enxergar a foto que tá por trás, sempre vai muito bem.

E por fim, eu coloco aqui o dump, né, que é o resumo do seu mês. Se funcionar, acho que vai bem no final de semana, no sábado. Ah, vou juntar aqui 10 fotos, cinco fotos do meu mês que eu gostei e deixo lá, porque também vale como registro. Que o público gosta, gera conexão, é um formato que, que tem uma adesão boa também.

Eu quero trazer para vocês um exemplo, eh, de como as pessoas normalmente produzem uma COP para um carrossel. Então, eu peguei esse dado, eu até mandei esse estudo para vocês no, na ment, lá no grupo da mentoria, que eu achei interessante, que fala o seguinte: "61% das pessoas acham que podem ser punidas por falar e escrever." As pessoas estão com medo de emitir as próprias opiniões. E aí, olhando para esse dado, dá para ver que, né, ó, as pessoas que mais têm medo são evangélicos, católicos, mas dentro desse, eh, dessa porcentagem, a majoritariamente são mulheres que têm mais medo, né? E aí, o que que as pessoas falam assim? "Assunto bacana. Acho que vai muito bem com a rede social, que as pessoas têm medo de emitir a própria opinião. Então, vou fazer uma postagem sobre isso." Tô imaginando mais o meu universo, né? Então, eu coloco aqui de uma forma mais genérica que seria o card principal, o gancho, que é: "61% das pessoas acham que podem ser punidas por expressar o que pensam, seja falando ou escrevendo." Eu acho tedioso, sabe? Eu acho muito jornalístico, acho muito quadrado, sabe? Acho que, ah, beleza. Eu acho um pouco grande, inclusive essa frase para começar, mas tudo bem, não tem problema se a, se a frase for um pouquinho maior e ela for, eh, bem elaborada.

E aí, no segundo card, colocaria já, e a pessoa meio que, eu peguei aqui essa chamada, essas informações, joguei no ChatGPT, pedi para ele desenvolver. A gente da lá da Bárbara falou: "Pelo amor de Deus, que que você tá fazendo? Tá muito informativo!" E por aí vai, não é? E aí, ele cospe isso daqui e a gente muda uma coisa ou outra, porque vi a aula da Bárbara de tirar as palavras mais recorrentes do ChatGPT e ficou assim. E aí, já vai pro dado novamente, né? "Uma pesquisa mostrou que 61% dos brasileiros acreditam que podem ser punidos por falar ou escrever o que pensam." Ficou meio repetitivo, né? A pessoa foi lá e frisou novamente, ela quis elaborar um pouco mais. E eu trouxe porque muitas vezes, olhando agora, ficou óbvio, mas muitos acabam sendo prolixos tanto na escrita quanto na fala. E a gente melhora isso analisando sempre e se ajustando ao longo do processo, né?

Aí, a gente vai pro terceiro, que tá o seguinte: "Porque quando uma sociedade começa a medir palavras por medo, algo muda silenciosamente. As pessoas deixam de trocar ideias e passam a apenas repetir discursos seguros." Eu não entendi nada desse negócio aqui. Tá bom, entendi. A pessoa fica com medo aí a sociedade inteira. E foi uma coisa generalista, foi voltando. Entendi nada, né? Foi uma coisa assim muito ruim. O ChatGPT é ótimo de fazer isso, tá? De escrever frases que você fala assim: "Tá, tá muito bonito, tá bem elaborado, usou palavras bacanas", mas, no fim, não traz um impacto, não traz um certo, uma certa humanidade, uma certa personalidade ali naquela, naquela frase. Então, aqui matou, não passou de ano.

Aí, o penúltimo coloca: "O problema é que opiniões só amadurecem quando encontram espaço para debate, confronto e reflexão." Muito chato também. Parece discurso de miss, né? Não gera, né? Não tem nenhum borogodó ali pra gente falar assim: "Ah, essa é a consequência", porque é nesse lugar que a pessoa tá tentando pôr a consequência, mas, no fim das contas, tá bom? Eh, não amadurece, não gera debate, não. A gente não evolui como ser humano, né? As pessoas.

Eu trouxe no próximo a minha versão, mas mais para vocês entenderem que, no fim, o clássico do ChatGPT é isso daqui. A pergunta que fica é: "Ou, e no fim, dois pontos." Esse é um clássico do ChatGPT que coloca a pergunta que fica é: "Estamos ficando mais cuidadosos ou mais silenciosos?" Ficou muito frio isso daqui, sabe? Eh, eu quero tocar naquelas pessoas que estão com medo de emitir a própria opinião. E todo mundo tem. Eu tenho um pouco, vocês têm um pouco. E quando a gente bate de frente com os nossos próprios medos, a gente fala: "Poxa, verdade. Eu acho que eu me preparei tanto, acho que eu estudei tanto, então acho que vale eu eu colocar para fora tudo isso que eu já absorvi, né?"

E aqui eu coloco a minha versão do que que eu escreveria no carrossel. Então, iniciaria o gancho ali, seria falar: "O que pensa será o novo luxo?" Então, eu pego ali, eu sei que é mais sucinta e eu coloco como se fosse um subtítulo, que é o seguinte: "E você tem medo, mas não assume." Eu faço uma coisa um pouco mais direta, um pouco mais dura. Então, "Falar o que pensa o novo luxo." Como assim o novo luxo? O ser humano tem um pouco disso, né? Brilha os olhos quando a gente fala de luxo. Então, quero saber um pouco mais. É sucinto? É claro? Eh, é provocativo? Gera curiosidade? Claro que vocês colocam na nas palavras de vocês.

Aí, na sequência, eu penso, olhando, né, lendo a matéria, estudando ela, eu penso o seguinte: o que mais, né, de uma forma mais, como eu consigo alcançar mais pessoas dentro dessa chamada? Eu sei que o Brasil, ele é muito cristão. Eu sei que o meu público, ele é muito cristão, né? Então, eu tenho muitos católicos que me seguem, muitos evangélicos. E isso é uma leitura de público, tá? Então, não necessariamente você precisa colocar isso. Tô trazendo pro meu universo. Aqui eu coloco a porcentagem de evangélicos, de católicos, inclusive eu coloco que mesmo quem tem outra religião, ou assim como eu, que não possui nenhuma religião, também tem esse medo, que é de 54, mais de 54%. Aí você pensa: "Caramba, tá todo mundo com medo de, né, no fim das contas é isso. Tem religião, não tem religião, tem medo de emitir opinião." E aqui, eu sei que meu público, se eu não me engano, é constituído por 74% de mulheres. Eu faço um card só com esse dado, que é: "As mulheres são as que mais relatam esse medo." Então, mais uma vez, eu sei que vai gerar um burburinho isso nos comentários, porque acaba afetando elas, que eu sei.

Aí, a gente vai. "Mas o que acontece com uma sociedade quando as pessoas começam a medir cada palavra?" Eu quero trazer a consequência disso, tá bom? Isso me choca, isso me incomoda, mas o que que eu perco ou o que que eu ganho, né, por emitir ou por não emitir a minha opinião? Então, o que que, aí nesse penúltimo, isso eu faço também no meu roteiro, eu trago esse dado pro meu universo, que eu vejo um pouco do padrão dos meus alunos, que é o seguinte: "Pessoas menos preparadas, mas mais corajosas, ocupam espaço e espalham desinformação." E a gente vê isso o tempo todo nas redes sociais, né? Quantos colegas de profissão, quantas pessoas que nem a formação tem e estão falando, estão disseminando um monte de informação e com engajamento gigantesco. E aí eu completo: "Enquanto pessoas mais preparadas escolhem o silêncio por receio da reação." E eu tenho respaldo nessa informação porque tem bem aqui, né, no final dessa dessa matéria que eles vão falando, ó: "Pessoas que, eh, tem um, tem o quê aqui? Entre aspas, tem ensino fundamental, que mais tem medo, 60%." Mas o que mais tem medo é quem tem o ensino superior completo, que é 62,2%. Ou seja, bem o meu público. Então, mais uma vez, aquela leitura de pessoas, não só informando, não só cuspindo informações.

E no fim, eu faço uma reflexão ali que é: "E aos poucos, algo perigoso acontece." Ficou um pouco chato isso aqui, mas o barulho começa a vencer o conteúdo e quem realmente tem algo a acrescentar, simplesmente para de falar. E aí, eu daria sequência, colocaria um CTA, perguntaria se as pessoas, eh, têm esse medo também. Ou seja, é uma leitura de público, eh, esse olhar mais criativo para a escrita, e a gente aprende isso analisando e fazendo. Não dá para acertar logo de começo. É muita lapidação.

E aqui eu quero falar, quero mostrar para vocês um pouco do meu processo como designer mesmo na produção de conteúdo do carrossel. Então, beleza, a gente tá aqui. Vocês estão vendo minha tela completa, né, meninas? Dá para ver bem?

>> Sim, sim.

>> Eu aqui, eu tô na parte do Canva, né? No perfil no, assim que você abre o Canva. Não sei se todos vocês estão bem ambientados com aqui, mas vamos num passo a passo bem tranquilo. Quando a gente olha essa lateral, tem a parte de templates. Assim que você clica, é isso que aparece. Tá bom? Aí tem apresentação, tem cartaz, vocês podem fazer o que vocês quiserem. Você pode colocar aqui carrossel. Assim que você só digitar carrossel, você vai encontrar vários templates. Aqui tem vários muito bonitos, mas a ideia é que vocês personalizem com as fotos de vocês, com a identidade de vocês, com que vocês mais se identificam.

Outra coisa que vocês podem fazer é simplesmente digitar carrossel e qual que é o seu mercado. Empreendedorismo, por exemplo, pode ser, né? Ai, eh, psicóloga, sem acento. Aí tem alguns. Você pensa assim: "Ah, essa foto tá feia." Aí a gente troca, enfim, mas para vocês entenderem. E deixa eu ver, vou colocar aqui empreendedorismo, tá bom? Dentre todos esses aqui, o que que aconselho para vocês? Isso vai desde edição até mesmo essa parte de design. Menos é mais. Não tenta pegar uma coisa que tem muito efeito, sabe? Que tem esse, essa névoa mais amarelada, mais azulada, amarelo. Se assim, dificilmente você vai conseguir fazer uma coisa coesa que combine com as suas outras postagens. Então, assim, menos é mais. Eu gosto de uma coisa mais sucinta.

Então, por exemplo, eu pegaria esse daqui. "Isso ninguém te conta sobre redes sociais." Beleza? Assim que você clicar nesse template, você coloca "personalizar esse modelo". Perfeito. Eu assino o Canva Pro porque tem mais fontes, tem mais fotos e aí vocês podem usar com toda a tranquilidade do mundo. Que que eu faria? Olha, tá com muita informação. Eu nem sei o que colocar nessa frase aqui de baixo, nessa outra. Eu vou apagar. Você clica, apaga. É uma coisa assim, quanto mais vocês forem produzindo, mais vai dando certo. Eu acho que assim já funciona. Uma coisa que eu gosto de fazer sempre na capa é deixar o meu arroba bem centralizado. Acho que isso aumenta a lembrança de marca, né, de marca pessoal de vocês e fica bonito. Aí, ó, ficou em duas partes. Você arrasta um pouco e fica certinho. Pega essa seta e centraliza ele, meio que faz como se fosse um ímã, né, da sua do que você tá escrevendo ali. Beleza?

Eu normalmente tenho o meu, a minha identidade visual. Eu gosto muito de quadros renascentistas, eu gosto muito de imagens mais clássicas, mas eu gosto muito de ir no Pinterest, né? Não sei se vocês têm esse costume, mas o Pinterest tem várias imagens bacanas. Eu só peço que vocês tomem cuidado para tipo, ah, poxa, tô vendo que é uma foto de um projeto de arquitetura de alguém. Não, tenta pegar alguma imagem, eh, que é de fora, não dá problema, tá? Eh, as pessoas até gostam que utilizem porque tá mostrando cada vez mais trabalho, mas só um certo cuidado. Eu faço também alguns, nossa, tenho várias, várias, eh, pastas aqui com o meu estilo. É super tranquilo, mas eu vou pegar aqui como se fosse que a gente vai fazer daquele texto que eu desenvolvi com vocês, né? Então, a gente vai falar, ah, que "pensar o novo luxo". Então, vamos colocar aqui "pensar". Vou escrever "pensar". Se tô falando sobre pensamento, acho interessante. Ó, gostei dessa imagem. Sempre tentem pegar imagens com menos informação, porque você vai escrever, vai colocar texto por cima ainda. Então, vai, vai virando uma salada de fruta. Tenta pegar menos. Aí você copia essa imagem e aí você só cola aqui. Assim que você cola, é legal, pessoal, que depois vocês assistam essa aula pausando, fazendo junto para vocês não, né, não dá para lembrar de todos esses comandos. Beleza?

Assim que eu clico do lado direito do mouse, tem todos esses comandos e eu coloco aqui "substituir o plano de fundo". Cliquei, já foi pro plano de fundo. Ah, mas tá com a leitura baixa, né? Esse texto aqui, né? Tá meio tudo muito claro. Clico, coloco em preto e tá ótimo. Deixa eu ver aqui o meu texto. Vou tirar esse daqui e coloco "falar o que pensa". É o novo luxo. Não sei se vai ficar 100%, tá, gente? Porque eu já criei o meu template aqui. Eu deixaria dessa forma. De repente, você pode colocar em que aqui, ó, todos os comandos do texto fica em cima. Você pode colocar em, eu acho que chamou mais atenção. Ficou bom aí, pessoal? Isso é importantíssimo que vocês, eh, respeitem. A gente chama de sangria no design, né? Essa borda, assim como no Reels, a gente precisa deixar. Tá vendo que quando eu, tá parecendo como se fosse uma borda em rosa? É importantíssimo que vocês respeitem essa borda, porque, eh, quando a gente posta, sempre dá um pouquinho de zoom assim e corta um pouco as laterais. Se eu fizer assim, ó, vai dar ruim. Então, sempre tenta, eh, respeitar essa sangria para que, de fato, não sangre o seu designer.

Aí, eu vou colocar aqui também em preto e eu vou pegar aquele parênteses que eu tinha escrito aqui e coloco lá. Opa, beleza. Se eu tiver muito rápida, vocês falam, mas eu tô fazendo basicamente a mesma coisa que eu tava fazendo ali. Aí, eu penso, poxa, mas ficou meio esquisito aqui, como é que eu posso deixar? Ah, eu quero deixar menorzinho. E aí é noção de design. Vocês vão pegando com tempo, com o gosto de vocês. Não se cobrem muito. Eu sei que vocês se cobram demais, tá? Ótimo. Coloco aqui, penso assim: "Ah, acho que dá para diminuir." Vou diminuindo aqui o meu texto. Acho que assim tá bom. E fica bom. Aí vocês podem tanto centralizar o texto, colocar para um lado, pro outro. Eu vou colocar assim, beleza? Vou colocar aqui em preto. Não tá 100%, não tá tão bonito, pessoal. Mas a gente vai dando um jeito. Deixar clarinho. Beleza. Claro que pensa. Será o novo luxo. Beleza. Tá vendo? Tá fácil editar esse esse template porque ele me dá bastante espaço de texto, dá para colocar uma imagem em outra. Então, assim, acertei bem a mão desse template porque senão vai ficando muito complicado, né? Colocar sombra, colocar vários elementos. Beleza?

Aí, esse meu slide, ele é o que tem mais texto. Qual que é a jogada de quando tem muito texto? Eu vou diminuir. Deixa eu colocar aqui 40 na fonte. Colocar menorzinho aqui. Vou aumentar. Tenho espaços de respiro, né? Porque a cada frase vocês podem, ah, o ser humano, né, na na rede social, ele não lê, ele meio que faz um, ele escaneia a as informações. Então, as pessoas não vão ler com tanto primor assim, com tanto cuidado. Então, aqui eu vou colocar tudo em, e vou tentar aumentar um pouco mais porque tá com muito texto. Então, eu sei que, enfim, tem outras, eh, outras malícias que vocês podem ir pegando, que é, por exemplo, ah, eh, eu quero colocar um destaque em evangélicos. Eu clico duas vezes, ele fica, eh, aqui nem tem no Word, gente, a gente, a gente não tá tão atrasado assim, não. Aí eu coloco aqui um traço embaixo de evangélicos. Aí falo assim: "Ah, ficou legal em evangélicos. Vou fazer em católicos também." Vou clicar duas vezes, vou lá em cima e vou sublinhar, vou colocar religião também. Palavra-chave. É sempre legal que vocês, eh, coloquem, sabe, em destaque, porque como a pessoa só tá passando o olho, ah, evangélicos, católicos, religião, são palavras que chamam bastante atenção, então pode funcionar bem para vocês.

Aí, vocês podem manter o arroba de vocês em todos os cards, mas eu gosto de deixar só no primeiro para causar essa boa impressão. Aí, qual que é a grande sacada? Como eu peguei essa primeira imagem, pode ser que o Pinterest, eh, quando eu cliquei nessa imagem, ele me mandou, ele me mostrou outras imagens. Ixe, travou aqui. Às vezes, ele mostra imagens parecidas, então fica tudo numa mesma identidade visual, mas aqui, às vezes, o meu Pinterest trava, não sei o que acontece.

Outra forma, pessoal, eh, eu sei que é moroso esse estilo de de aula que é de passo a passo, mas para vocês verem as possibilidades também na parte do design. Ah, não, não encontrei nenhuma imagem no no Pinterest. Tem no Canva? Tem sim. Aqui na lateral esquerda tem templates, elementos, texto e é meio autodidata, né? Então, o texto tá aqui. Se eu quiser mudar, quando eu clico em elementos, eu posso descrever aqui nessa barra de pesquisa qual tipo de imagem eu tô procurando. Então, eu vou colocar aqui. Quando vocês pesquisam em inglês, fica melhor poder. Quando colocar aqui "faith", mas aí, beleza, coloquei "fé". Aí tem elementos gráficos, fotos, vídeos. Eu quero fotos. Então, vou aqui em "ver tudo". Cliquei. Tem várias imagens bacanas. Eu vou clicar aqui nessa primeira. Eu acho que ela é uma boa. Vou excluir. É só clicar em cima dessa. Exclui. E aí você só vai acertando ela. Ficar de um jeitinho bom para vocês. Até aqui, pessoal, tem alguma dúvida? Querem falar algo? Querem perguntar algo de Canva? Beleza, deixa eu continuar. Ótimo.

Aí, a gente tem mais algum template aqui. Você pode falar assim: "Ah, não, não gostei desse template." Que que vocês podem fazer? Eu gostei desse bastante. Então, aqui em cima do template tem "duplicar página". Assim que você clica, aparece novamente a mesma e você só edita o texto por cima. Que que eu faço? Tá, pessoal, eu já tenho o meu próprio template, eu só vou mudando imagem e texto. A partir do momento que vocês criam que vocês gostaram, pode ir replicando, só mudando as imagens e o texto por cima sempre que couber.

E aqui eu quero colocar em destaque essa frase única, né? "As mulheres são as que mais relatam esse medo", como eu tinha mostrado lá. E aqui eu posso colocar mais drama, né? Eu posso aumentar bastante esse texto. Tá vendo como chama muito mais atenção, como dá muito mais vontade de ler, como dá muito mais vontade de compartilhar nos stories. Ai, já tô avançando aqui, não vou mostrar a parte tão avançada, não. Tá bom? Então, "As mulheres são as que mais relatam esse medo." Quando é uma frase tão pequena assim, o que que eu gosto de fazer? Deixar só ela. Não ponho imagem, não ponho nada, porque eu acho que fica quase como se fosse um cartaz, digamos assim. Então, fica bem bonito.

Tá vendo que, por exemplo, isso aqui é um pouquinho mais avançado, né? O tio do "são" tá comendo um pouco em cima, tá ultrapassando. Vocês podem clicar e dar espaçamento entre frases e espaçamento entre letras, que é basicamente nesse lugar aqui, ó, nesse T, com duas setinhas, que são definições avançadas. Assim que você clica, tem o espaçamento entre letras ou espaçamento entre linhas. Gente, eu tô fazendo toda uma uma o gestual com a minha mão e vocês nem estão me vendo, né? Olha só. Então, tá. Então, aqui entre linhas, como tá comendo muito ali, eu vou diminuindo, diminuindo até aqui, ó. Agora eu tô vendo o tio, tá? Ótimo. Então, eu deixo dessa forma, tá vendo? A gente vai, já tá pegando forma o negócio. Já tá assim. Aí já tá assim, ó. Aqui, ó. Comi bola. Deixa eu aumentar mais a minha imagem até a lateral aqui. E tá ótimo, viu? Perfeito. Alguém quer perguntar? Não, né? Aí eu continuo aqui.

"Mas o que acontece com uma sociedade?" Aí, mais uma parte mais dramática, tá? Muito, muito texto, muita imagem. Isso daqui, o que que vocês podem fazer? Ó, não tô gostando de nada disso. Aqui na lateral esquerda, que a gente tem todas as funções, vocês podem clicar em "template". E assim que você clica, vai aparecer mais um monte de opções para você escolher de imagens, eh, de template, de design. Que que eu vou colocar aqui? Vou colocar "minimalism". Beleza. Tem aqui vários designs muito bonitos, né? Falei assim: "Poxa, gostei desse." É como se fosse uma. Aí você clica, "adiciona como nova página". Eu achei bonito isso daqui, mas eu achei mais bonita esse olho aqui. Falei, ó. Olho bonito. Tira essa parte da escrita. Por quê? Não comecem misturar um monte de fontes porque vai virando uma salada, vai ficando esquisito. Escolha sempre duas, uma de título e uma de corpo. Essas, né, aqui eu tô usando a mesma, mas eu poderia colocar uma de título aqui e uma de corpo aqui. Ah, [limpando a garganta] tô tô no automático aqui, pessoal. Foi mal.

Aí, aqui já tá um design totalmente diferente, mas eu gostei da imagem. Seleciono tudo e excluo. Aí eu penso, poxa, eu vou pegar e novamente [limpando a garganta] esse texto, copiar, colar, só para eu, eh, colocar o novo texto por cima que eu tinha copiado lá. Deixa eu ver. Mas o que acontece. Beleza, voltei aqui. Mas o que acontece? E a mesma coisa, como é uma frase curta, mais uma vez eu vou deixar como se fosse um. Sempre pensando nisso: tá bonito? Tá funcional? Tá impactante? Então, eh, quanto mais a gente conseguir fazer check em todos esses pontos, mais as pessoas vão compartilhar nos stories dela, delas. Então, aqui cada um tem uma função, claro, né? Esse daqui não necessariamente eu consegui fazer de uma forma independente cada texto, mas tenta deixar cada um bonito, com a mesma identidade, porque gera mais compartilhamento nos stories.

Uma coisa muito importante, que que as pessoas compartilham nos stories? Aquilo que elas querem afirmar pros seguidores delas que elas são aquilo, que elas acreditam naquilo. Então, por isso que eu faço tantos conteúdos falando sobre comportamento, sobre visão, sobre crenças, valores, porque aqueles que se identificam comigo, que trabalham da mesma forma, eles compartilham. Então, sempre que possível, né, dentro do do assunto de vocês, vale colocar também. Mas analisando aqui, eu penso o seguinte: será que essa imagem de fundo tá casando? Não tá? Aí, a gente vai, vai refletindo sobre. Enfim, só para eu terminar aqui o design com vocês.

Aqui já tem bastante texto novamente e é ele é mais provocativo. Eu preciso que que as pessoas prestem atenção. Então, eu quero trazer um design um pouco mais simples. Então, eu coloco aqui e, ó, esse fundo aqui tá legal. Deixa eu dar uma olhada no que ele tem para oferecer. Não gostei muito. Você vai navegando, ó. Vai navegando até você encontrar algo interessante. Ah, eu acho tão bonito esses designs assim, pessoal. Acho lindo, mas não combinou com, opa, o que eu trouxe não. E aí você vai pesquisando em inglês aquele tipo de identidade. Por exemplo, o, por exemplo, o Cristiano, ele gosta muito de praia. Se colocar aqui, né, praia, vai ter vários templates bacanas. Bacana. Não, tudo feio. E aí, que que você pode fazer? Eh, vou colocar aqui "bit minimalisme". Nossa, só coisa feia de de praia. Misericórdia. Vou voltar lá pro meu mundinho do de mar. O Pinterest é melhor.

>> É, né? Eu lembro que aquele dia a gente pesquisou.

>> E ficou mais bonito. Vamos lá ver. Pinter travou. Colocar aqui. Então, ó, nosso Pinterest, ele traz umas coisas bonitas, né? Não tem muito jeito. Eu gosto muito de elementos que, [limpando a garganta] textura, eu acho que fica bonito, textura de couro, textura de madeira, tudo isso para fundo fica muito bonito. Mas é assim, vocês vão ver que vocês ficam até meio perdidos com tantas possibilidades. É bom que vocês tracem algo que vocês gostam e sigam. Por exemplo, ah, a Carla, eu imagino que ela traga algo mais minimalismo, mais minimalista, mais claro, mais de decoração, mais calmo. Acho que funcionaria muito bem. Aqui, eu colocaria nessa imagem aqui, funcionaria melhor. Mas o que acontece aí, de repente, o que eu posso fazer? Testar cores. Ficou muito escuro. Testar o marrom, testar. Aí, que que vocês fazem quando isso daqui acontece? É bom que vocês saibam, poxa, tá brigando muito, mas eu gostei dessas cores. Que que eu posso fazer? Vocês pesquisam lá na barra "sombra". Opa, não é nos templates, é nos elementos. A parte aqui de baixo, você coloca "sombra" e você vai nos elementos gráficos. Aí vocês estão vendo que tem várias sombras aqui. Aí, eu, poxa, eu gostei dessa. Vou colocar aqui e vou colocar para trás da letra. Tá vendo, ó? Sempre que eu clico do lado direito do mouse, "camada", "enviar para baixo". Sei que isso aqui é um pouco mais avançado também, mas mais para. Aí, tá vendo que eu vou criando mais contraste entre a imagem, o texto brilha mais e mesmo assim eu não perdi aquele gosto, né, do design. Então, assim, nem sempre a gente precisa descartar uma imagem que a gente gostou. Às vezes, é só fazer essa adaptação com as sombras. Eu faço muito isso. Inclusive, eu fiz aqui na nossa apresentação. Como eu gosto de usar essas imagens que tem mais informação.

Aqui, tem, ó, uma sombra. Dá para ver muito mais o texto. Aí tem diferentes formatos, diferentes formas que vocês podem usar. Beleza?

Mas enfim, acho que deu para entender como funciona e como vocês podem produzir. Aí eu queria tirar esses momentos com você, esses últimos minutos, para entender se deu para entender, se ficou alguma dúvida, se vocês querem que eu demonstre alguma coisa novamente.

Perdi vocês, como eh tu diz, compartilhar no story o carrossel. Ah, que é Ana Paula. Eu entendi essa dúvida, Carlinha, da Ana Paula. É >> a minha, eu entendi que ela queria perguntar se como que se faz um carrossel pelos stories do Instagram. É isso, né, doutora ou não?

>> Não, eu a minha dúvida foi, Bárbara, quando tu falou ali de que é interessante que as pessoas compartilham. Ah, tá. Eu agora, acho que agora eu entendi. Quando as pessoas compartilham no feed, elas podem compartilhar no story. Isso que tu quis dizer, né? Tu falou assim: "Ah, as pessoas gostam de compartilhar mais no story, mas é quando ela entra no fe, quando ela vê no feed e compartilha no story, né?"

>> Isso, isso mesmo. É porque >> o carrossel >> dá para gerar muito compartilhamento com ele, porque nem sempre a pessoa quer compartilhar o rosto de uma pessoa explicando alguma coisa. Um carrossel ele é muito mais neutro >> e as pessoas tendem, né, a seguir a pessoa ali.

>> Você já você faz carrossel, Ana? Esses carrois são lindos, inclusive.

>> É porque a Carla me ajudou, né? [risadas] Vamos dar os créditos aqui. Não, a Carla me ajudou a eu assim eu comecei a mexer no Canva e daí a Carla me deu muitas dicas, me ajudou. Ela fez alguns até modelos para eu ir repostando, né?

>> Sim.

>> E e realmente assim é é com a prática, não adianta. Agora depois dessa aula aprendi mais umas coisas que eu não sabia.

>> Boa.

>> E tem que ir fazendo, né?

>> Sim. Não. E sabe que eu gosto pessoal do do da Ana Paula. Ana Paula é advogada e a identidade visual dela é verde e bege e rosa. Eu acho essas cores tão bonitas e tão diferentes para uma advogada que eu acho que vocês, sabe, acho que vale vocês tirarem isso da personalidade de vocês também. Acho que vale muito, Aline.

>> Isso foi algo que no acho que a Ana Paula quer finalizar. Não pode falar uma coisa.

>> Não. Ana Paula fala, quero te ouvir.

>> Não, na verdade talvez isso que é que eu nunca também me identifiquei muito com o perfil do advogado tradicional.

>> Sim.

>> Porque é sempre um bordô, né? Uma coisa mais preto e branca.

>> É. E agora eu tô tentando também ser mais espontânea nos meus vídeos, né? Vamos ver. É o primeiro passo. Aos poucos vamos indo. Tu já deu várias. Tá ótima. Agora é lapidar. Agora sim. Aline pode perguntar, por favor.

>> Oi, boa noite. Minha dúvida era mais no processo criativo dos textos. Como é que você faz? Você senta, você vê uma notícia e faz um brainstorm daquilo? Como é que você se prepara para fazer o processo criativo?

>> Boa. é bem parecido e e diferente também do que o os roteiros, por eu jogo tudo nos meus nos meus nas minhas notas do celular e os meus insites dos eh carrosséis, eles vêm muito de livros, né, ou de notícias, como eu te falei, eu tenho que fazer aquele filtro de Eu tenho muito a dizer sobre isso, não tenho. Isso gera uma reflexão que as pessoas vão compartilhar muito, então eu tenho que ficar me provocando, tá? Esse aqui vai mais para roteiro, vai mais, então é menos texto. E eu vou fazendo essa análise. Aí eu escrevo eh frases curtas que eu não escrevo um texto completo como eu faço no roteiro, eu faço frases curtas, vou no chat GPT e peço para ele assim: "Deixe mais curioso, deixe mais criativo". E aí eu olho para aquilo e falo assim: "Olha, o gancho ainda não tá bom, mas o segundo, a segunda frase ela ficou melhor e vou fazendo esse Frankstin." Aí sim, eh, e alguns eles ficam muito grandes. Aí eu peço pro chatt também resuma. às vezes ele resume demais, eu falo resume menos e aí fica nessa discussão. Então, o meu processo criativo é mais assim e eh eu tento trazer sempre imagens mais provocativas também no ao longo do carrossel. Então, tem muita imagem pro meu assunto que é, por exemplo, ah, eu coloco o padre esfumando, gente, perdão quem é católico, tá? Mas é porque às vezes, ai meu Deus, às vezes entendeu, né? Traz um contraste. Eh, e dentro da minha identidade visual. Então, é um pouco disso, dessa é um pouco mais esse olhar reflexivo, sabe?

>> Você faz Aline Carrossel?

>> Foço pouco, mas eu tô no meu processo criativo. [risadas]

>> Sim. É, quanto mais você faz, melhor fica, sabe? Na produção pode. E gente, é maravilhoso fazer carrossel. Eu amo, pelo menos acho super prático. E principalmente depois que vocês acertarem a veia do template, que falar assim: "Olha, esse template funciona". Aí você replica, se vocês separarem, é tudo igual os meus. Eu só vou mudando a imagem e o texto. Ajuda muito.

Eh, Cristiano, >> eh, boa noite, pessoal. Na verdade, é um pouco de reflexão que eu fui tendo aqui ao longo do da aula e eu faço muito carrossel pelo celular e parece que a minha mente vai focalizando assim e meio que se perde. Aí eu me perco no texto, aí começa a achar a imagem feia, ruim. Vendo assistindo, você fazendo ali, me deu até paz assim de que você abre, você já vê muita coisa, parece que a ideia amplia. Eh, algo assim que eu vou com certeza já mudar porque me estressa às vezes assim, aí acaba que não faz.

>> Sabe o que vocês podem fazer para aliviar um pouco? Por exemplo, ah, no primeiro card eu quero fazer uma imagem para ficar bonito no feed. Aí você perde um pouquinho mais de tempo ali no design para chegar em um modelo. No restante pode ser um fundo neutro e os textos funciona, tá gente? Às vezes a gente fica tão apegado usar o design, mas o um fundo neutro que combina com a cor da fonte tá excelente. Se vocês verem o eh darem uma olhada depois no perfil do Summer age, é fundo preto e letra branca. Então, assim, e ele bomba, né, milhões de de acessos. Tô, eu olhei também até como referência o Irapuá, que ele faz muito foto do dia a dia e o texto do stories ali posta, só que você percebe que assim tem bastante da visão dele de mundo, né? Então >> sim, >> todo o resto fica meio secundário. [limpando a garganta]

>> Isso é um tentei fazer, vou tentar buscar assim pro meu.

>> Exato. É. E e tem uma questão também interessante do Irapuá. Isso.

>> Irapuá. Irapuá. Desculpa, eu também gosto das postagens dele. Eu até tava comentando esses dias, não sei se foi com a Bárbara ou com a Carla, as pessoas elas vão pegando um jeito que é próprio delas, né? Então, a Bárbara tem um jeito próprio dela. O Irapuá, a Bárbara Gurgelo também, o Irapuá, ele pegou um jeito do dos dos carrosséis que ele coloca sempre também uma foto dele.

>> Sim, sim.

>> E então isso aí deve, gera, eu acho também uma atenção maior.

>> É, foi uma conversa que eu tive com o Irapuá, por o Irapuá, ele é excêntrico, não sei se vocês chegaram a conhecer ele. E a primeira vez que eu conversei com o Irapuá, eu acho, eu fiquei com medo. Eu achava que ele era outro tipo de pessoa, porque eu falava assim, gente, parece que ele faz a sobrancelha, que ele usa lápis de olho e ele é todo acelerado. E aí a primeira o primeiro contato foi isso aí. Quando ele começou a postar carrossel com a foto dele de selfie, eu acho que causou esse contraste. Então foi criando mais curiosidade, tipo assim, que tá acontecendo? Que que esse cara tá falando? Eu falei assim, faz mais vezes isso. E ele faz pelos stories, então ele tem a reflexão, escreve, salva e depois posta. E dá super certo também, viu, gente? O super faria também. E eu acho, sabe, eu acompanho alguns alguns algumas contas assim que começam da aparecer para ti, né, de ah, o que que bomba viral, que não é também a minha ideia viralizar assim, mas >> mas eu acho que tem um fundamento nisso de postar foto.

>> Sim, né?

>> Tem demais. [risadas]

>> O Irapuá, além de claro que ele escreve, é interessante.

>> É.

>> Uhum. Só que o fato dele colocar a foto parece que gera uma curiosidade.

>> Sim, sim. É, é, é tão diferente que acho que o gancho dele é ele mesmo, né?

>> Eu também acho. É >> um pouco disso, né? O, a estratégia que eu mais uso é quebra de eh de frase ali de afirmação que eu faço. Então, eu falo: "Ah, a tatuagem eh sei lá, que que eu tinha colocado lá, esquecer". Eh, tatuagem é o sinal de incompetência, uma coisa que a gente escutava antigamente e tal, e as pessoas que me conhecem sabem que eu sou tatuada e dá um contraste. Aí no fim falo: "Gente, isso não tem nada a ver, não sei o quê, mas isso gera". Então, isso pode ser uma coisa interessante para vocês fazer uma afirmação muito forte, você fala assim: "Meu Deus, isso vai causar muito rate, não sei o quê". Mas no fim eu tô explicando que não é nada disso. Ajuda muito, viu, a ter um alcance, um alcance bacana. Que mais? Quem tá produzindo mais carrossel aí? Sei se você tá produzindo?

>> Acho que eu nunca fiz um um carrossel na vida.

>> Não, >> meu Deus. Faz um carrossel do tombo que você tomou vai bombar. Traz uma reflexão sobre, sabe?

>> É, eu já pensei nisso porque rios vai ficar mais eh mais do mesmo, né? Eu tô precisando trocar um pouquinho e começar mudar um pouquinho o feed.

>> Sim. Tem coisa pior do que cair depois de adulto? Eu eu desconheço. Morro de vergonha.

>> É tipo assim, o que eu aprendi com uma queda >> e a foto do seu joelho, >> né? É, não foi só eh o saldo de machucados, alguma coisa assim, sabe?

>> Arrasou. É isso. Acho que vai chamar muita atenção, porque quando você mostrou a foto lá treinando com o joelho machucado, eu falei assim: "Gente, que aconteceu? Passei então você trazer isso num carrossel vai muito bem". Diziam que se tatuar não vai passar em com em concurso. Meus pais odeiam minhas tatuagens. Odeio fazer um cons.

>> Olha só, eu nunca imaginava que você tivesse tatuagem.

>> Nossa, tenho tanta. Eu tenho umas nove tatuagens e grandes até, viu? E eu quero fazer mais. Quero fechar as costas. Amo tatuagem.

>> Eu não quero sentir dor. [risadas]

>> Agora só descansa e água de coco, né? Tá certo. Carlinha, você tem algum insite de carrossel? Tem alguma dica?

>> Ah, eu acredito que primeiro todo mundo deveria testar. Antes de tudo, eu acho que já falei na mentoria e vale falar de novo. Muitos entram aqui, ah, na no pensamento de, ah, eu vou fazer o mesmo formato que a Bárbara faz, de tá lá dividida, porque é algo que eu gosto, que eu vejo que é o que dela dá certo. E gente, assim, vamos ser sinceros, é uma a mentoria ela é cara, ela é uma coisa que vocês precisam testar, vocês precisam sair satisfeitos e às vezes vocês gostam de escrever e não é ruim, tem cuidados que a gente trouxe aqui hoje e tudo mais e não precisamos e e eu acho que vem muito também do que a própria Bárbara trouxe. As pessoas têm medo de falar, independente se é vídeo, se é carrossel, se você tiver medo de se posicionar, tudo vai flopar. Então, vamos pensar primeiro na mensagem que a gente quer passar antes de de do formato, né? E vamos aqui a gente tem pessoas com currículo longo, vamos pensar, eu posso falar sobre fulano, posso falar sobre ciclano, posso falar sobre Deolane ridícula, posso falar sobre Virgínia que é ridícula. Posso que vocês têm carrossel, carrossel, ó, vocês têm currículo, vocês têm embasamento, vocês têm estudos, vocês sabem, vocês têm repertório, leituras e tudo mais. E também, claro, acho que vale a gente, né, eu vejo que todo mundo aqui lê bastante, eh, tem artigos científicos, tragam isso, né, dentro do do cri às vezes a gente vai falar, a gente esquece de tudo isso que a gente estuda tanto tempo, né? Poxa vida, vamos colocar mais disso, sabe? Isso é muito bom, isso traz autoridade e acho, acredito que é isso assim. E se para vocês, vocês precisarem, ai Carla, eu tô pensando em montar meu primeiro carrossel, né? As meninas comentaram aqui, podem me chamar, me mandem o carrossel que eu dou uma ajeitadinha e tudo mais, porque tudo também vale de um senso eh de design que é difícil de se criar, né? Eu, a Bárbara, ela trabalhou com isso, eu também trabalhei com isso antes, né? Eh, e hoje um Canva para mim é fácil, mas não é para todo mundo. Então, podem trazer para eu ajudo vocês, tá bom? Seis. Eh, antes de entrar nessa mentoria aqui, eu estava na numa mentoria de social mídia. Eu não vou dizer que eu aprendi, aprendi para caramba sobre roteiro, sobre eh várias coisas, mas era do social mídia. E eu comecei a ter medo, medo de emitir opiniões e tudo mais. Eu sou uma pessoa muito eh espontânea. Quando eu vejo, eu já falei que devia, sabe? Então, assim, se eu tiver que dizer algo para Bárbara, eu vou falar para ela. Eu vou entrar no particular dela e eu vou falar: "Olha, eu acho isso, isso isso". Então, eh, eu fiquei com esse medo, sabe? Ai, será que eu devo? Eh, sabe? Então,

>> é porque a gente tem essa sensação de emitir a opinião, é falar assim: "Eu acho a Deulan uma ridícula, mas a gente não vai fazer isso." Eu, por exemplo, como publicitária, como comunicadora, quais são as minhas bandeiras? O que que eu preciso emitir opinião? Olha, eu sou totalmente contra jogo do tigrinho, eu sou totalmente contra a divulgação de golpe, eu sou, então, eu sei que são coisas que, ah, é óbvio, mas não. O brasileiro médio muitas vezes fala assim: "Joga quem quer, não tem problema nenhum você, sei lá, ser viciado nisso, a vida é sua, mas não, isso é um problema de saúde pública." Então, você emitir opiniões sobre o seu mercado é fundamental, porque eu vou olhar pra Seissa e ela tem uma forma de tratamento e ela não tem uma forma de tratamento também que eu não me identifico. Então, é por isso que eu vou me identificar com ela. Então, é muito mais nesse olhar de olha o que dentro do meu aí, claro, né? Depois de um tempo você vai ficando cara de pau que nem eu e vai falando as coisas. Mas eh um lugar mais saudável para você seria sobre o o trabalho mesmo. Então, sempre vale falar. Então, por exemplo, ah, uma advogada fala sobre o caso da Deulane. Pode falar, mas dentro de uma análise da lei. Só de falar da Deulan vai chamar atenção, mas trazer uma análise concreta, técnica sobre aquilo, pronto, a pessoa já fala assim: "Nossa, muito interessante". Então, esse é esse olhar, mas não da gente ficar eh falando, né, mal de um ou de outro, não, né? tem que emitir opinião, Sea, nesse sentido.

>> Eu acho também opinião.

>> Eu até eu até critiquei a Virgínia naquele nos produtos dela e tudo mais no Rios, mas não eh não não prosperou não, sabe?

>> Sim.

>> Na verdade, eu falei bem menos porque a social mídia não deixou eu falar. Mas, por exemplo, Sea, você poderia falar de constelação familiar, sei lá, alguma coisa que esteja da moda, não sei. É, não entendo nada dessas coisas, mas

>> aquele aquela matéria, matéria não, aquele vídeo daquela moça que eu mandei lá no grupo, sei isso aqui. Ela viu que a psicóloga dela tava usando o chat PT durante a consulta. Você chegou a ver? Você pode falar daquilo.

>> Ela tava na consulta online e aí ela viu que a psicóloga começava a escrever umas coisas digitar. Uhum. E ficar olhando para ela. Aí ela achou esquisita. E essa moça trabalha com marketing digital, começou a desconfiar. O que que ela fez no final da sessão? A psicóloga falou assim: "Então, já que agora que você falou tudo, eu vou te falar umas coisas aqui". E a psicóloga começou a olhar no computador e olhar pra câmera, olhava no computador e olhava fal: "Menina". Aí ela falou assim: "Ela tá lendo no chat PT, falando eh frases manjadas de chat PT para mim. E aí ela falou assim: "Eu eu eu vou flagrar". Ela pegou e interrompeu a psicóloga. No que ela interrompeu a psicóloga, a psicóloga perdeu totalmente o que que ela tinha lido no chat de PT. [suspirando] Aí ela falou assim: "Eh, então, mas como eu tava te dizendo?" e olhou de novo e repetiu o que tinha dito com as mesmas palavras. Aí ela falou: "Gente, não acredito". Ela não sabe eh o que que eu falei para ela? Ela escreveu, jogou no chat de PT e tá meio que me, entre aspas, me aconselhando com isso. Eu mandei no vídeo, eu vou te mandar no privado para você ver. Nossa, aquilo ali é um baita tema para você falar.

>> Nossa, que vergonha da colega, né? Vergonha alheia, né? um negócio desse, porque se você precisa eh do chat GPT para você fazer intervenções, já que você estudou, você tem eh embasamento teórico para fazer, você no mínimo tem que ter uma pós-graduação, né, para poder tá falando alguma coisa. Eh, que vergonha. Mas manda mesmo, Bárbara.

>> Ah, esse esse eu acho que vale mesmo. Eu só eu só imagino a psicóloga falando e isso é muito raro, né? Aqueles bem chat. E isso é muito raro. A pergunta que fica é:

>> "E no fim tudo vale a pena?" Se a alma é pequena? É Chaves isso. Ai, Ana Paula, você ia falar alguma coisa?

>> Não, eu acho que eu tenho também essa trava de de se posicionar mais. Eu acho que isso é que às vezes implica, sabe, de porque não adianta quando as pessoas se posicionam,

>> Sim.

>> Tu aco mais audiência, assim, as pessoas gostam quando te posiciona, né? Então é um fato, a gente sabe, mas

>> é um exercício que tem como fazer assim, né? Se posicionar,

>> sim, emitir de fato como você enxerga aquilo, que nem é uma opinião, é aquilo que você realmente vive no mercado e sabe que não funciona. Você fala assim, ó, tem esses conselhos e não é bem por aí. Então, acho que que vale sim. E eu sei que dá medo. Nossa, advogado tem muito medo, meu Deus. Acho que é o público que mais tem medo ali.

>> É eu o que eu ia falar a socialmente aí pelo não, pelo amor de Deus, iso vai comer um processo. Pelo amor de Deus.

>> Nunca fui processada. [risadas]

>> Eu quero manter meu réu primário, né? Seguinte, tá? Posso falar rapid?

>> Pode.

>> Eu só queria entender como é a entrega do carrossel no Instagram. entrega só para quem é que nosso seguidor e se bombar muito é que entrega para fora.

>> É a mesma dinâmica de qualquer outra postagem, seja foto, seja reals. A ideia sempre é fazer com que a sua base ela esteja bastante aquecida e a gente consegue isso através dos stories, que ela seja a primeira a engajar ali de fato, ó, você postou, já tá acontecendo um burburinho. Isso é uma métrica boa de você analisar. Se o seu o seu público de repente não tá engajando ali no início, pode ser falta de stories, pode ser falta de troca com seu seguidor. A plataforma entendendo que a sua base gosta, ela manda para fora. Então, é um pouco desse movimento. Tá postando bastante stories, Aline?

>> Tô tô tô gostando de postar stories.

>> Boa.

>> Uma narrativa que faz um sentido para mim.

>> Boa. Como é que você fala? Bom dia.

>> Bom dia para você que quer emagrecer.

>> Ai, sempre me identifico, sempre quero. [risadas]

>> Manda mãojar, doutora Alita. Ah, pegando o gancho da Ana Paula de que as pessoas gostam, né, de que a gente se posicione. Isso é um fato. Eu postei o primeiro rim, gente, PM, né? Acho que essa semana eh a Bárbara me ajudou, né? A Roberta também. aí no na escrita do roteiro e eu vi que assim deu muito engajamento, eu nem esperava tudo aquilo de engajamento assim porque eu tenho poucos seguidor, né? Eu vi um monte de comentando e eu assim várias pessoas assim o Instagram foi entregando para seguidor de fora assim deu, né? Eu achei que deu bastante engajamento assim, eu nunca, né, tinha feito eu falei: "Uau, né, vou fazer mais, né, mais Wills". E que percebi assim, eu tava, eu tinha feito já alguns carrosséis e eu vi que assim a entrega foi maior, né, com o RS, parece que, né, teve mais efeito no meu perfil, né, eu senti isso. E aí uma outra coisa que eu tenho dificuldade também é assim, às vezes eu tenho medo de sair, sei lá, eu penso um monte de coisas, temas assim, né, falar: "Ai, achei interessante esse tema aquele ali, eu quero assim ai, pegar todos", né? Eu fico, gente, pera aí, eu tenho um lixo, eu não posso sair disso aqui tanto, mas eu tenho esse medo, sabe? sair pegando um monte de coisa e e me desviar do tema, né? Por mais que eu puxe ali paraa infância, para diagnóstico, para avaliação, mas eu tenho esse receio, né, de de

>> Mas é dentro do seu assunto? Eu não entendi muito bem, tipo, você quer emitir opinião. É porque às vezes eu falei pra Bárbara esses dias, né, do livro, não sei se ela vai lembrar, daquele livro da que eu que eu li, né, da bailarina de IhoS, eu falei: "Nossa, achei tando legal o livro ali, né, tem tantas frases impactantes, queria fazer algo sobre." Eu falei: "Nossa, gente, será que eu não tô saindo muito do meu nicho?" Né? De repente, sabe? Eu fiquei, né? E aí eu falei: "Ah, não, aí eu,

>> olha, sair às vezes do nicho é preciso, viu?

>> É interessante porque todo mundo é múltiplo. O seu paciente, você, o novo. Então, por exemplo, ah, eu gostei de você porque, beleza, você tem uma formação bacana, você é super estudante, assim, coisas que eu me identifiquei, mas quando eu falei assim, nossa, mas ela se veste tão bem, ela é tão delicada e ela tá, sabe, nesse universo? Então, são essas coisas que a gente vai se identificando com com os outros. Não sei se a Denise tá aqui, mas ela falou: "Eu amo Marisa Monte". Falei: "Eu também amo Marisa Monte". Então, assim, de vez em quando sempre vale, inclusive a Ana Paula até fez, consegui um review, né, Ana Paula, do livro A Revolução dos Bichos ou foi 1984? Não lembro da revolução, né? Eu achei o máximo também. Eu falei assim, gente, eh, eu saio muito do meu nicho, tá? Não sou muito exemplo, mas eh vale colocar sim, viu, Talita? e testando. Falou assim: "Ah, acho que foi bem quando eu falei de um livro. Vou colocar uma vez por semana, vou colocar uma vez a cada duas semanas." Super B.

>> É. E às vezes eu olho assim, tem uns perfis que nem tem aquele da acho que da psiquiatra que é Ana Clara, acho que ela já foi tua mentorada também, né? Não sei.

>> E aí eu vejo que ela tem assim, ela tem bastante assim, acho que mais de 300.000 seguidores, tal. E eu vejo que de vez em quando ela traz essa pitada, né, de alguma reflexão ali. Eu vejo que tem bastante engajamento, né, que é aquela coisa, as pessoas vão se identificando com aquelas frases que é isso, tem frases assim que é aquilo, é para todo mundo, né? Todo mundo vai sentir um toque ali, né? Eu acho que traz uma leveza aí pro perfil, mas acho que é mais medo meu mesmo. Mas vou começar a me aventurar mais.

>> Super. E gente, eu tenho medo também direto. Eu fico com medo de postar umas coisas, mas eu falo assim: "Não, toda vez que você postou com medo, valeu muito a pena". e sempre vale. Então, às vezes tem que excluir, às vezes tem, mas eu não excluo não. Eu deixo.

>> Eu também, eu tenho vontade às vezes de falar mais. Eu não gosto de falar de lei, por exemplo.

>> Aí ninguém quer ouvir sobre lei também,

>> gente. Eu não gosto. É uma coisa chata.

>> Sim.

>> Então, eu agora eu tô vendo que eu tô começando a querer falar de outras coisas e vai, vamos por aí.

>> Sim, super. Acho que vale você falar inclusive de consumo, de sustenta, sabe, de sustentação, de consumo sustentável. É, acho que vai muito bem, Carla, por favor.

>> Eu tô pensando nisso que vocês falaram sobre, ah, eu posto pro meu nicho ou não. Gente, toda vez que eu tento me encaixar e me inessar, dá ruim.

>> Sim, eu também. Eu eu volto e meio, solto umas, porque eu não tenho muita muito pudor, não. Então, assim, eu já sou eu 50 anos na cara, eu já sou aquela que eu falo que eu quero, escute quem quiser e sinto muito. Se você não quiser, sai daqui.

>> É isso.

>> Então, eh, toda vez que eu postei como o do da política, né, deu muito bom.

>> Hum.

>> Eu vi você comentando sobre que que aconteceu.

>> Ah, é porque esse esse post dá um engajamento assim, eu já perdi o controle dele há muito tempo.

>> Todo dia eu abro o meu Instagram, é um quebra-pau fenomenal, fenomenal. [risadas] E aí eu eu nem respondo mais porque nem entro mais nisso.

>> E aí veio uma tal de uma advogada, sei lá da onde, metendo pau e falando: "Ai, porque o Bolsonaro e o Vorcaro segue e não sei quê." Para falei: "Filha, tem um ano esse post >> nem sonhava em aparecer na mídia. Se orienta, se contextualiza antes de criticar qualquer coisa. Olha aí, essa eu tive que responder, né?

>> É uma pessoa estudada, né? E aí, mas eh esse foi um post que saiu totalmente fora do meu nicho.

>> Sim.

>> Tá certo que eu fiz um link com a dissonância cognitiva, né? Mas todo mundo entendeu que aquilo era política. E eu começo falando, vou falar de política sem falar de política.

>> Ah, sim. É maravilhoso esse post. Lembrei qualquer,

>> né? Então, eh, aí eu fico pensando, eu falo: "Putz, gente, ficar preso no nicho, você não vai crescer nunca. Você não vai crescer nunca." Eu não sei quantos seguidores eu ganhei, mas eu ganhei muito seguidor com esse post. Muito, muito. Se duvidar, eu acho que eu ganhei mais de 10.000 seguidores com esse post. Sim,

>> foi muita gente. Se eu ficasse presa no meu nicho, nunca, jamais. Então, hoje eu não tenho medo mesmo de sair do meu nicho. E eu acho que quem tá do outro lado percebe, porque todo mundo, todo mundo percebe verdade no outro quando ela existe. Todo mundo. Então, quando você posta algo que é verdadeiro e que você fala aquilo com vemência, com conhecimento, né? Isso é nítido, isso transparece e é isso que faz os outros engajarem. Graças a Deus, com a ajuda da da Bárbara e assim na minha correria do dia a dia, né?

>> Sim.

>> Tudo isso eu tenho conseguido postar e fazer a minha comunidade aquecer, como a gente tem conversado aqui, e tá aquecida. E eu percebo que eu preciso tornar a minha linguagem acessível a todo mundo.

>> Uhum.

>> Então eu não fico presa. E eu vejo hoje eu recebi perguntas no meu no meu DM da minha blusa, de onde é tal roupa? De assim, coisas nada a ver.

>> Sim. Eu nunca parei em frente a um espelho para postar roupa e volta e meia eu recebo isso. [limpando a garganta][risadas] A gente é múltiplo.

>> Exato.

>> Terapia, viu, gente? Mentoria vértice de ser.

>> Mas é isso mesmo, cara.

>> Dissensibilizem, põe o carão e solta, vai embora. Eu não me fecho em público alvo, eu não me fecho em nicho, eu me fecho em comportamento humano, no ser humano, no neuromarketing. E no fim das contas as pessoas gostam disso. É bem isso. Todo dia me pergunta da minha blusa, da minha maquiagem, do meu cabelo, da finalização e super vai, porque as pessoas falam: "Ah, eu gosto que de repente a Carla é inteligente, eloquente, mas eu adoro o estilo dela, adoro a decoração dela e é isso. A gente vai se identificando dessa forma. Cristiano, é o Cristiano, né?

>> Tá apanhando aí, Cristiano?

>> É, eu tinha saído da tela para anotar aqui que eu tô [risadas]

>> tô com cachorro aqui. Aí tava com a mão só. Eh, não é legal esse depoimento da Carla aí também, porque acho que hoje é um, talvez seja uma das minhas maiores dificuldades, assim, quando eu fico no meu nicho, ele fica muito técnico, às vezes eu fico travado e eu realmente eu olho para aquilo ali e eu falo assim: "Putz, isso aqui não sou eu falando, eu tô meio que me encaixando num negócio de, não sei, de, sei lá, talvez querer transmitir uma autoridade para falar alguma coisa assim meio professor." e tal.

>> Uhum.

>> E eu tô eu tô indo assim, tô na fase de criar rotina e ficar postando e indo. Já já é uma vitória para mim. Mas esse ponto do explorar outros temas é uma reflexão que acho que eu vou sair daqui hoje bem forte.

>> Sim, porque é muito cômodo pra gente ensinar algo. É, a gente domina, a gente faz reunião, a gente fala o dia todo sobre esse assunto, mas de fato, quem é você? Gente, Cristiano gosta de praia, ele é carioca, ele ajuda em várias outras empresas, ele trabalha na Bayer. Então, assim, olha quantas coisas interessantes e contrastantes que chamam a atenção de uma pessoa e a gente perde muito se a gente não coloca isso para fora. Então, eu acho que era uma aula de carrossel, virou uma aula de nicho, né, que a gente não [risadas] tem que ficar só num negócio só. Eu acredito muito nisso também,

>> porque eu posso só dar aqui um depoimento que agora me veio também na cabeça, Cristiano, eu tenho assim, ó, essas mesmas coisas. Eu já mandei vários áudios pra Carla, pra Bárbara, porque quando eu sou muito técnica, mais professora, eu também não me gosto, né? Eh, e se tu for ver coisa que eu tava esses dias refletindo, o Summer é Summer, né, que fala Summerag,

>> ele é jurista, ele ele foi, olha só, ele foi eh juiz, delegado, sei lá, eu mais escambal. Só que assim, ó, ele tem o ele ficou famoso pelas suas posições, não foi falando de direito. Exato.

>> Só que muito embora ele ficou, ele atua também como advogado. Então ele tem o escritório de advocacia, ele tem o CPUR, que é um cursinho eh para para concursos jurídicos, que ele é o CEO, ele agora tá montando uma faculdade, só que veja que no fundo ele não fala sobre direito.

>> Eu tô no CB de literatura dele também.

>> Exatamente. Ele fala, ele se posiciona sobre vários assuntos, mas as pessoas têm nele uma credibilidade jurídica também. Então, isso é interessante, né? Ele não fala sobre lei, sobre

>> Uhum.

>> Então, isso é pra gente refletir. Então, eu acho que o que vocês estão falando, eu também tenho esse esses eu compartilho disso, né? Que eu acho que às vezes as pessoas querem também nos enxergar enquanto visão de mundo.

>> Uhum. É isso. Nossa, essa frase foi muito boa, Ana. Exatamente. Exatamente.

>> Essa minha angústia também, porque eu já falei várias vezes aqui pr pra Carla, pra Bárbara, eu já nem sei mais. Eu digo, gente, eu não parece que eu não me encontrei ainda no tipo de comunicação que eu quero.

>> Uhum.

>> Eu acho que tá aí nisso de hoje.

>> É porque pensa quantos profissionais da área de vocês existem, né? Quantas publicitárias existem, mas a forma como eu penso, como vocês pensam, é o que vai fazer com que a pessoa queira estar com você. Então, de repente, sei lá, a Ana Paula ter esse jeito diferente dentro do do direito. Inclusive, quando você começou a falar sobre consumo, sobre sustentabilidade, eu falei assim: "Gente, isso explodiu a minha mente, eu não imaginava que existia isso, leiga", claro, mas a gente não imagina o tamanho que esse assunto existe dentro do direito e a gente não explora da melhor maneira possível, né?

>> Vá, >> não falar para Ana Paula. Ana Paula, não tenta ficar se encontrando também não, porque no dia que você se encontrar, você vai falar assim: "Não gostei". Aí você vai querer se encontrar de novo. Aí, nossa, já fiz isso várias vezes. Nossa, agora me encontrei. Semana, na semana seguinte, falei: "Nossa, que lixo". Quantas vezes eu fiz carrossel?

>> Quantas vezes eu fiz carrossel? E aí eu falava assim: "Nossa, carrossel tá maravilhoso". Postei três carrosséis naquele mesmo estilo assim, detesto. Não quero mais, não posto mais carrocel.

>> Mas, ô, gente, vamos pensar. Será que é se encontrar? É,

>> ou será que é se permitir?

>> É >> porque quando você desingessa, né? Porque todo mundo muito muito engessado, é muita trava. A gente nasce cheio de trava, né? E cresce cheio de trava. Quando você desingessa e tira as travas, você tem a possibilidade de surgir. É simples. É porque é tanta insegurança, eu não posso isso, eu não posso aquilo, eu não posso falar alto, eu não posso, né, dar minha opinião, eu tenho que ser educada, eu tenho que quando você se permite, você surge. E quem coloca isso? A gente, a gente e o medo vem do quê? Da crítica, do julgamento, né? Agora, a partir do momento que você liga, né, levanta o dedinho pro julgamento, você tem a possibilidade de surgir. Agora, enquanto você tem medo, meu amor, nada vai acontecer.

>> Nossa, é tão bom. Experimenta fazer post falando palavrão para vocês ver. É viciante. Você quer fazer todos xingando que você põe para fora, você fala assim, pô, para fora agora.

>> Eu tenho uma tendência.

>> Quando eu falo palavrão na na no consultório, meus pacientes já que já me amavam, nossa, sai de lá pulando, doutor.

>> Mas não é que você vai falar o palavrão para xingar uma pessoa. Eu eu já fiz muitos posts falando palavrão, mas xingando um comportamento específico.

>> para soltar, né?

>> É. E aí não adianta, porque todo mundo queria falar aquilo, mas não tem coragem. Então, isso também, mas isso também não, não pode ser forçado, tem que combinar com você, porque eu sou uma pessoa que naturalmente eu falo meio que uns palavrão, só que

>> sim,

>> não xingo a pessoa, eu vou xingar o comportamento.

>> Mas tem hora que nada substitui um palavrão, né? Vamos com

>> Não, nada substitui o chamar pessoa de um dia.

>> nada substitui um roda, gente.

>> Nada, né? Nada. [risadas]

>> Olha,

>> eu eu ensinei uma paciente minha que tinha paralisia supranuclear. a fazer um dedão pros outros. Eu ensinei isso, libertou. Ela libertou. Sério, o filho dela me ligou, falou: "Doutora, o que que você fez com a minha mãe?" Eu falei: "Ah, ensinei ela a mandar dedão para todo mundo." [risadas]

>> Meu sonho minha terapeuta falar assim: "Ligo Bárbara, pelo amor de Deus". Isso virou a chave da cabeça dela.

>> Essa semana eu tenho um paciente que ele é procurador. Gente, o homem chegou com um juridique que eu tive assim, eu não vou entender. Aí eu entendi pelo conteúdo, né? Eu não ia perguntar. Aí ele pegou eh, falou, falou, falou bem assim. Eu falei: [limpando a garganta] "Então, por que você não mandou ele se foder?"

>> Ele olhou para ver [risadas] isso na primeira sessão. Aí eu falei: "Pronto, o homem não vai voltar aqui." Mas também eu não ia aguentar isso aqui muito tempo. Não. Eu eu não ia fazer um eu não sou atriz, gente. Eu sou eu não sei fazer cara de paisagem. Aí passou eh essa semana ele virou e falou para mim assim: "Olha, você me desculpe, mas eu mandei ela se foder". [risadas]

>> Gente, a terapia tá diferente, né? [risadas]

>> Amei. Quero voltar a fazer agora. Muito bom, [risadas]

>> gente. Eu tô no carro aqui, mas eu não eu não podia perder a oportunidade, né? Quando vocês começaram a falar, eu falei: "Nossa, isso daí é maravilhoso". Eu fico vendo, eu não concordo com aquele Guto, o aquele que fala sobre nutrição e tudo mais, mas me dá uma felicidade tão grande quando ele vira e fala assim: "Vai a merda". Nossa, eu olho que ela falou: "Meu Deus, cara, que sonho, sabe? Chegar assim, você não faz dieta porque você é preguiçoso, vai a merda." Eu falo: "Nossa, acabou". Ele já gastou os argumentos ali?

>> Ah, às vezes a gente precisa tirar um pouco do filtro, né? Não, eu acho maravilhoso quando o pessoal responde hate assim, por que você não vai se Eu fico, meu Deus do céu, meu sonho responder hater assim, mas eu fico, não, ignora, deixa para lá, porque de fato dá muita vontade, gente.

>> Eu tenho um pouco de medo do medo do CRP e do CRF,

>> ó. É,

>> tem isso também, né?

>> É, tem demais. Aí você manda eles a merda também. Bota eles na merda. Vira, vira influenciadora.

>> Contrata o bom escritório de advocacia. Te passo o telefone do meu.

>> Se ele soubesse o que eu falo no consultório.

>> Essa essa aula foi para caminhos tortuosos.

>> Olha a Ana aí, Ana Paula. [risadas] Liberdade de expressão. É isso. Ah, é Ana Paul.

>> Mas Bárbara, voltando então ao assunto do carrossel, a gente pode colocar uns palavrão no carrocel também?

>> Pode, deve, deve. A Bárbara coloca >> é a o direito, como é que ele vê isso? Se tu falar assim, eu acho isso uma M >> Aham.

>> É uma coisa, é uma liberdade de expressão que tu não pode se referir a pessoas, né? Essa pessoa é uma >> é uma.

>> Hum.

>> Mas tu pode se referir o seguinte, esse tipo de comunicação é a uma.

>> Ah, boa. Vou usar em anúncio.

>> Falar para não digamos ofender a pessoa, injuriar aquela pessoa especificamente, entendeu?

>> Hum.

>> Tá todo mundo curtindo a Virgínia. Virgínia é mas veja como essa comunicação é esdrúchula, esse tipo de comunicação. Hum.

>> Bom, ela todo mundo vai entender que sim, mas [risadas]

>> mas eu estarei resguardada.

>> É, tem meio de se fazer isso, né? De uma forma que tu não vá também te complicar depois.

>> Sim, sim. né? Tento fugir sempre do bo, mas que é o que o povo quer, não tem muito jeito. Bom, mas é isso. Faz um post sobre isso, Ana. Vai servir para todo mundo.

>> É verdade.

>> Eu acho que vale demais. Eu acho que vale, acho que vai bombar inclusive, ó os temas surgindo quando a gente vai tirando todas essas travas que a Carla falou, gente. Enfim, carrossel, terapia, palavrão, a gente conseguiu aí dar um giro.

>> Tatuagens, né?

>> Tatuagens.

>> Eu também já fiz um post sobre tatuagens.

>> Você tem tatuagem, Carla?

>> Eu tenho nove. Não, não. Aí, aí eu vou ter que encerrar isso daqui. Vou ter que

>> eu, a minha bolsa Balenciaga e as minhas tatuagens.

>> Tudo, tudo. Clinger asteric com as tatuagens, [risadas] viu, gente? O ser humano é múltiplo. Quando a gente coloca isso para fora, chama atenção. Sim.

>> Eu vou dar uma uma dica que eu já eu queria ter falado semana passada. Eu tenho vontade de seguir todos vocês, mas eu não sei se eu vou indo, porque sempre quando alguém entra vocês colocam o >> Sim.

>> Não sei se eu vou seguindo ou tem alguma lista com todos os Instagrams ou eu vou indo assim na conversa e procurando.

>> A gente tem um perfil da mentoria em que a gente segue todo mundo lá. Aí só ver quem a gente tá que é mentoria vértice, né? B o @ você não lemboria. Aí todo mundo que a gente segue naquele perfil lá é mentorado.

>> Eu também não sabia não.

>> Eu até sugeri colocar no né para >> casa de ferreiro. Tá, não tem um post só aí no meu, mas é mais pra gente conseguir acompanhar só os stories de cada um. Vocês vão ver lá uma um uma bolinha lá de vértice? É, gente, olhando vocês. Bom pessoal, vou finalizar a aula por hoje. Foi muito, muito boa aula. Quero todo mundo mandando vários palavrões agora lá no, no grupo para mim, para quem não assistiu não entender nada, tá bom? Um beijo, gente. Bom descanso. Foi ótimo. Até mais. Valeu.

>> Tchau. Tchau.

>> Valeu, gente. Tchau.