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TRIBUTAÇÃO MÉDICOS PJ NA REFORMA TRIBUTÁRIA | Na prática

Andre Contador31:30

Transcription

Fala, contabilistas do meu Brasil, tudo bem? André Carvalho por aqui, trazendo mais um vídeo para vocês.

E se você gosta, pessoal, desse tipo de vídeo, eu falando aqui, né, de cases reais, cases práticos do dia a dia, já deixa eu curtir, já deixa eu compartilhar, porque é muito importante pra gente aqui do canal que você realmente compartilhe, comente, deixe o seu like, porque dessa forma a gente vai entender que você tá gostando desse tipo de vídeo. Agora, se eu fico aqui produzindo vídeo e você não dá um like, não curte, não comenta, não interage, eu não vou saber se realmente você tá gostando desse tipo de vídeo.

Então, hoje a gente vai trazer um vídeo, uma análise, né, falando sobre como que fica, eh, um médico, né, uma PJ médica, que você pode ter na sua carteira aí como contador, uma PJ médica trazendo aqui pro cenário da reforma tributária. Como é que fica isso nessa transição e pós transição, né? Quando a reforma tributária estiver totalmente consolidada, já totalmente funcionando 100%.

Então, será que vai compensar esse médico sair do Simples Nacional? Será que vai compensar esse médico pagar IBS, CBS por fora do Simples Nacional? Então, se você também é médico, se você atua como PJ médica, eh, dentro aí de hospitais, atendendo em clínicas, né, tirando notas fiscais todo mês ali, inclusive agora atualizou aí o Portal Nacional de Nota Fiscal Eletrônica também, então a gente vai trazer esse case prático para vocês hoje. E eu já peço para você deixar o like, curtir e compartilhar. E se quiser conhecer um pouco mais também dos nossos produtos, dos nossos serviços, aqui embaixo tem um link onde você pode falar diretamente com o nosso suporte, tá bom, pessoal? Então vamos lá, logo depois da vinheta para nossa aula de hoje.

Aí [música] bom, pessoal, voltamos aqui. Hoje eu tô falando até um pouco mais devagar, um pouco mais compassado, porque eu tô com uma amigdalite aí bem forte, mas já tô me recuperando, graças a Deus. Mas vamos falar aqui hoje, pessoal, sobre um case prático. Deixa eu compartilhar minha tela com vocês pra gente já ir direto ao ponto, porque eu sei que vocês gostam quando a gente vai direto ao ponto, né? Sem muitas delongas.

E aqui é vida real, tá? Eh, eu tô passando por todas essas preocupações que vocês estão passando. Eu estou passando aí por dificuldades de entender como que vai ficar esse novo cenário da reforma tributária e o principal, os clientes também têm vindo atrás perguntar a todo momento sobre isso. Então, eu criei um case real aqui, né, um médico PJ que faz um atendimento ali mensal, né? Você deve ter aí na sua carteira ou se não tem, pode ser que apareça, porque muitas eh hospitais, muitos hospitais só recebem novos médicos para estarem atuando ali se o médico tiver uma PJ estruturada, tá?

Então, comparação aqui, né? A gente vai fazer algumas comparações. Simples nacional no anexo 3, no anexo 5, IBS, CBS por fora, lucro presumido, lucro real. Então, a gente vai trazer esse cenário para vocês aqui, tá?

Então, a gente vai considerar aqui, pessoal, nesse treinamento, nessa aula, um faturamento médio de 30.000 por mês e um faturamento anual de 360.000. Lembrando que isso aqui é uma estimativa, tá bom? A gente vai considerar também custos operacionais. De repente o médico ele tem uma clínica que ele atenda, que ele aluga, né? Que ele possa estar atendendo R$ 1.000 de aluguel, R$ 300 de energia elétrica. A gente tá trazendo aqui também telefone e internet de R$ 200. A gente tá trazendo aqui também um material de consumo que possa haver ali no dia a dia do consultório, né, ou então do próprio médico, seguros que o médico pague ali, algum seguro de responsabilidade civil, algo desse tipo, e outros custos que a gente pode inclusive considerar aqui contabilidade e tudo mais, tá? Poderia ter colocado aqui contador especificamente, poderia, mas isso não vai impactar diretamente no nosso cálculo. A gente tá supondo aqui que esse médico ele tem um custo fixo mensal de R$ 3.000. Ah, André, mas só que esse custo tá muito pequeno. R$ 3.000. Pessoal, mas se a gente for analisar essas PJs eh de saúde, principalmente, que só tem o profissional trabalhando ali, né? Quando eu falo PJs de saúde, eu tô falando um fonoaudiólogo, eu tô falando um médico, eu tô falando um representante comercial. O custo geralmente fixo, ele é muito baixo, realmente, tá? E esse é um dos grandes problemas da reforma tributária, porque ela dá o crédito, né? É a não cumulatividade plena. Tudo que foi emitido de nota fiscal vai gerar crédito de IBS e CBS. O problema é, essas empresas têm um custo muito pequeno, então ela vai receber as notas fiscais ali e o custo vai ser muito baixo. O principal custo é o quê? Geralmente é com prolabore, essas coisas que não dá crédito de IBS, CBS, tá?

Então, assim, a gente entende, pelo menos aqui no escritório, eu vejo que a maioria das empresas que a gente tem aqui, que são PJs médicas, PJ da área de saúde, o custo fixo ele é muito pequeno, né? Ele é muito baixo, então não vai fugir muito disso aqui, tá? Se você tem aí um PJ médico que fatura uns 30.000 por mês, até menos, o custo vai ser muito enxuto, pessoal. O custo vai ter vai ser muito enxuto, tá?

Então, vamos voltar aqui. Eh, o que mais que a gente tem aqui, ó? A gente tem a contribuição previdenciária também, que se você não tiver ali dentro do Simples Nacional, você tem que pagar uma média de 26,5%, né, de INSS patronal, mais terceiros e tudo mais. Eh, a gente colocou aqui esses 8400, que é os 28% em cima dos 30.000 para que ele possa estar dentro do fator R, tá? Então, a gente vai entender isso aqui mais para frente.

Então, a gente já tem algumas alíquotas aqui, né, calculadas de anexo de anexo 3, anexo 5, IBS, CBS mais padrão. Isso aqui a gente não vai se atentar agora, tá? Vamos pro pra primeira análise aqui, os cenários, que esse aqui é o mais legal.

Regime atual para médicos PJ, contribuição previdenciária de 28% do faturamento. Para ter um fator R de 0,28. Alíquota do simples dele vai ficar em 8,60%, tá? E aí eu fiz uma projeção de um ano, pessoal. Pode ser que quando você projete para um ano, se você eh eh mantiver uma média de 30.000, isso não vai ter uma mudança muito drástica, tá? Mas é claro que se tiver uma oscilação de faturamento, automaticamente também ultrapassando as faixas ali, você pode ter uma oscilação de alíquota também, tá?

Então, por isso que eu trouxe para vocês aqui, ó, essa simulação, tá? Se a gente pegar aqui na simulação que eu fiz aqui na Econet, vocês podem estar vendo aqui, eu coloquei que a empresa abriu em janeiro e em janeiro ela emitia uma nota de 30.000. Então, automaticamente, pessoal, ela vai ter, ó, os 360.000 anual de faturamento, porque como é uma empresa nova, no momento que você lança o primeiro mês, o que que o Simples Nacional faz? Ele multiplica por 12 isso. Então ele considera um RBT1 de 360.000 e uma folha de pagamento de 100.800, tá? Que ele já tá considerando ali o valor que você colocou. Então, automaticamente essa folha de pagamento eu tô considerando prolabore, INSS, imposto de renda. Então, automaticamente ele já me traz aqui, ó, uma alíquota de 8,60%, tá? Então, tá aqui, ó, uma alíquota de 8,60%. Que é a alíquota que eu vou usar aqui no meu case, tá?

E eu posso também inclusive calcular aqui nessa planilha eh para planejamento tributário para para médico, paraa área de saúde, que inclusive tá disponível no link aqui embaixo. Se você quiser acessar e comprar agora essa tabela, essa ferramenta aqui que é fantástica. Por quê? Porque você só vem aqui, ó, coloca o valor do faturamento, o valor da despesa, ele já te dá o valor do prolabore que você tem que tirar. Ele já te dá o valor do prolabore e automaticamente ele já calcula tudo para ti aqui, ó. Já te dá vários cenários, inclusive calculando aqui quanto que vai ficar a tua alíquota em diversos cenários, né? Tanto no simples nacional anexo 3, anexo 5, lucro presumido. Então, ele traz aqui várias variáveis importantes. Então clica aqui no link, planilha de planejamento tributário da área de saúde, já compra aqui para você não perder, tá? Para você poder fazer também pro teu cliente.

Então, eu apliquei aqui, ó, e ele traz realmente a alíquota de 8,60%, tá? E vai ficar uma alíquota, é claro, de 14,18% pelo fato de eu ter INSS imposto de renda para pagar, tá? Então, eu tenho aqui, ó, meu faturamento, eu tenho meus custos operacionais, tá? Aqui tá os meus custos operacionais. Eu tenho uma retirada prolabore de 7.280, que foi o que a planilha me recomendou. Se a gente olhar aqui, ele falou, ó, 7.802,80. Ele recomendou que eu tirasse esse prolabore, porque somando o prolabore mais o INSS mais o imposto de renda, eu consigo entrar na faixa do fator R de 28% que eu preciso. Então, ele vai ter uma retirada prolabore, ele vai ter o imposto do Simples Nacional ali na casa de 8,60%, ele vai ter uma contribuição previdenciária mais mais IRPF de 1.673,95. Lembrando que no Simples Nacional ele não paga os 26,5% de patronal, tá? O INSS já tá aqui dentro do Simples, né? Como a gente pode ver aqui, ó. O INSS ele já tá, o CPP aqui já tá dentro do Simples. Ele tá aqui na casa dos 3,73%, ó. Tá? 3,73%.

Então, aqui total de impostos no Simples Nacional anexo 3, total de impostos mensais 4.253, total anual 51.000. Ele vai ter um lucro líquido mensal de 15.000 e um lucro líquido anual de 185.000 e uma carga tributária de 14,18%. Se a gente parar para pensar eh outras simulações aqui, por mais que eu tenha uma carga tributária maior, a a o meu lucro líquido vai ser maior. André, por que isso acontece? Porque aqui eu tô considerando uma retirada prolabore. A retirada prolabore ela é uma despesa, então automaticamente ela reduz o meu lucro líquido, mas esse dinheiro vai pro sócio também. Então, na verdade, vai ficar elas por elas, mas contabilmente falando, possa ser que eu tenha uma carga tributária percentualmente menor, mas um lucro líquido também menor do que em outros cenários com alíquota e carga tributária maior. Só para vocês entenderem, eu tô pagando mais impostos e tô tendo um lucro líquido maior. Por quê? Porque eu não tô considerando em alguns cenários uma retirada de prolabore de 7.280, até porque em alguns cenários eu não necessito tirar um prolabore tão alto. Eu preciso tirar um prolabore alto quando eu tô aqui no anexo para mim vir pro anexo 3, né? Para mim atingir o fator R. Se eu não precisar, eu posso tirar um prolabore de um salário mínimo, por exemplo, e isso diminui muito a minha despesa. Então, automaticamente aumenta meu lucro líquido, tá?

Então, esse é o cenário um, tá, pessoal? Se vocês conseguiram entender até aqui, deixa um joinha aí, põe aqui um comentário falando: "André, André, entendi aqui o anexo 3, vamos pro anexo 5 agora."

Vamos supor que eu não queira tirar um prolabore tão alto de 7.000. Eu quero tirar um prolabore apenas de 1.621. Aqui na também a gente consegue fazer essa mesma simulação, tá? Eu posso fazer a mesma simulação. Eu posso colocar os 30.000, 1.000 aqui, posso colocar aqui 1.621. Ele não vai dar o fator R, né? Vai ficar bem abaixo. E aí ele já traz o cálculo para mim, ó. Eu fico com uma alíquota efetiva de 16,75%. Tá? Então, já vou pagar um pouquinho mais, ó. Já vai para 5.025, tá bom? Já vai para 5.0025, ó. Então, eu tenho lá os mesmos custos operacionais. O meu prolabore é bem menor, o meu imposto aumenta, a previdência, a contribuição previdenciária, ela diminui drasticamente. Tanto é que aqui eu não tenho nem imposto de renda para pagar. E o meu lucro líquido sobe, ó. Tá vendo aqui? O meu lucro líquido sobe, mas a minha carga tributária efetiva aumenta. Eu fico com 17,34% de carga tributária. Então, é aquela fantasia do contábil ali, né? Porque como eu disse para vocês, se eu reduzir um prolabore de 7.000 para 1.621, logicamente que o meu lucro líquido ele vai aumentar, mas só que em relação de impostos aqui nesse cenário eu já tô pagando bem mais, né? Já tô pagando bem mais impostos. Tô pagando aqui numa alíquota de 16,75%. Porque o que importa, na verdade, pro empresário é que no final das contas ele vai ter praticamente esse dinheiro todo nas mãos dele, independentemente se aqui ele tem um lucro líquido menor, porque ele já recebeu uma parte desse desse dinheiro através de prolabore, tá?

Então, só para vocês entenderem um pouco a sistemática. Então, isso aqui foi o cenário dois. Até agora, tudo dentro do padrão, tudo que vocês já conhecem, né? Eu tô simplesmente passando aqui para vocês como é que funciona hoje no Simples Nacional. Se você vai abrir uma PJ médica e quer que ele tenha uma tributação menor, geralmente você tem que ter um prolabore para que ele consiga atingir o fator R e automaticamente ele migrar ali pro anexo 3, tá?

Vamos seguir aqui. Agora a gente vai pro cenário 3. IBS, CBS pago por fora do Simples. Então, aqui vem o primeiro ponto importante, tá? O que que acontece, pessoal? Paraa consulta médica, paraa área de saúde, a gente tem aqui, ó, um benefício de 60% aqui, ó, serviços médicos especializados, né? Tá lá no artigo 130 e anexo 3 da Lei Complementar 214/2025. Tem uma redução de 60% para atividades, serviços médicos, tá? Consultas e tudo mais. Eu tenho uma redução de 60%. Então, eu tenho que aplicar essa redução. Vamos supor que com a reforma tributária, essa carga tributária na reforma, ela fique em 28%. Tá? Se ela ficar em 28%, eu pego 28 menos 60% da redução de base de da redução de alíquota. Então, eu tenho 11,20%. Por isso que vocês estão vendo bem aqui, ó, CBS e IBS 11,20%. Tá? Vocês estão vendo ali 11,20% porque eu já apliquei a redução.

André, e por que que a alíquota do Simples Nacional tá em 4,37%, né? 4,3734%. Por, pessoal, tô considerando aqui nesse cenário que isso aqui a gente já passou pelo período de transição da reforma tributária e a reforma tributária já tá em pleno uso. E como é que eu cheguei nesse cálculo? Ora, se eu tenho aqui, pessoal, tá? Vamos editar aqui, vamos voltar pro cenário aonde eu tô com o meu prolabore certinho, né? Eh, 8.200, 8.400, né? Isso. Que que eu fiz aqui para vocês entenderem? Com a reforma tributária não vai existir mais COFINS, nem PIS e nem o ISS. Tá vendo aqui, ó? Não vai existir mais COFINS, PIS, ISS. Então, o que que eu fiz? Eu apenas somei os percentuais, né, dos impostos que vão continuar existindo. Então, eu vim aqui e somei o IRPJ 0,3400% mais somei CSLL também que vai continuar existindo 0,30% mais somei também o CPP que vai continuar existindo 3,73240% e cheguei no valor de 4,3774%. Porque esse valor eu vou continuar pagando ele por dentro do Simples Nacional, tá? Por isso que aqui eu considerei até um prolabore também para mim atingir o fator R e eu conseguir recolher esses impostos lá no anexo 3, reduzindo a minha carga tributária.

Então, o CBS ele vai ficar em 11,20%. De cara eu já consigo enxergar, né? Porque aqui, ó, o que que acontecia antes? Antes se eu fosse somar PIS, COFINS e ISS lá, não daria 11,20%, né? Não daria 11,20%. Então, aqui de cara eu já vejo que se eu pagar IBS, CBS por fora, por mais que eu possa ter créditos, os créditos são muito poucos e geralmente não vai ser vantajoso. Vamos ver aqui como é que ficou o cálculo. Os custos operacionais do mesmo jeito. Prolabore também continua do mesmo jeito. O imposto do Simples eu vou pagar lá na guia do DAS normalmente, sem problema nenhum, né? IBS, CBS, eu vou pagar lá, eu vou calcular 3.360 a pagar, mas eu vou ter crédito de 840 dos meus custos operacionais, vou continuar pagando a contribuição previdenciária e o imposto de renda. Então, eu somando tudo isso e descontando o crédito de 840, né, que eu vou ter um crédito de IBS, CBS, eu vou ter um imposto total a pagar de 5.571,70. André, de onde é que veio esse crédito aqui de 840 de IBS, CBS? Eu peguei os meus custos operacionais, pessoal, e apliquei o percentual de 28%. Considerando que a alíquota do IBS, CBS somado, IVA do total vai ser isso aí. Então, deu 840. André, mas tu não tem uma redução de base de cálculo de 60%? Quando tu for tomar o crédito, não tem que estornar? Lá na lei complementar, ela fala que se você tem redução de base de cálculo, você não precisa estornar quando você tomar esse crédito integral. Então, você pode tomar o crédito integral e na hora do recolhimento é ainda utilizar a redução de alíquota ali, tá? Então, é isso.

Então, aqui, ó, nesse cenário, eu já vejo que pagando ali IBS, CBS por fora, eu vou ter uma alíquota, uma carga tributária de 18,36% e um lucro líquido de 14.000 212, né? Eu tenho um lucro líquido ali de 14.212, 212, que é um lucro líquido. Se a gente for analisar, ó, aqui, ó, lucro líquido, lucro muito próximo desse aqui, né? Mas o problema é a carga tributária que aumentou bem, né? Aumentou consideravelmente, ó, para 18,36%.

Vamos ver agora como é que fica IBS, CBS no lucro presumido pra gente entender se de repente no lucro presumido faz sentido ou não faz. Então, aqui no lucro presumido, IBS, CBS vai ter o mesmo sentido ali do Simples Nacional, pagamento por fora do Simples, tá? Eu vou ter lá o meu faturamento bruto normal também, sempre o faturamento bruto é o mesmo, 30.000. Custos operacionais a mesma coisa. Aqui eu já diminuí o prolabore, por que eu diminuí para 1.621? Porque eu não preciso de um prolabore alto, porque eu não preciso comprovar 28% do faturamento. IBS, CBS, redução de base de cálculo, a mesma coisa. Vou ter o crédito 840. E aí eu vou ter um lucro presumido de 32%, né, que é 9.600. É claro, pessoal, que aqui eu não tô considerando eh tô considerando uma PJ médica de consulta. E se você quiser fazer uma equiparação hospitalar, quiser fazer uma análise, quiser se esse é um anestesista, então se ele faz procedimento cirúrgico, estético, não sei, de repente pode-se fazer uma análise por uma equiparação, mas esse aqui não é o caso do vídeo, tá? O caso do vídeo é uma PJ médica com atividade que consulta médica. Só isso que ele faz, que é muito comum. Eu tenho uns três aqui no escritório, quatro que eu atendo. É muito comum.

Então, aqui você vai aplicar alíquota de 15%, né, pessoal, em cima dos 9.600, que é o cálculo básico do lucro presumido. Então, você vai chegar aqui no imposto de renda de 1.440, né? 15% x 9.600 = 1.440. CSLL 9% sobre 9.600 = 864. A contribuição previdenciária aqui já tem um acréscimo de 26,8% do patronal, né? Se a gente for considerar um prolabore de 1.621, ele vai pagar aqui 37,8% em cima de 1.621, que vai dar 612,74, que aqui eu já tô considerando o patronal, né? Eh, 20% do CPP + 5,8% de terceiros + 1% do RAT, FAT, alguma coisa assim. Então, total de impostos aqui 5.000, tá? 5.436 e eu tenho um lucro líquido de 20. É aquela fantasia novamente, né? Eu tenho tô tendo um lucro líquido de R$ 20.000, mas eu tô tendo uma carga tributária de 18,12%. O nosso intuito aqui é diminuição, é pagar o menos de impostos possíveis, né? Mesmo que eu tenha que aumentar o meu prolabore, que é o caso lá do primeiro do primeiro case lá, que é do anexo 3, tá bom?

Então, agora vamos caminhar aqui pro nossa última análise, que é o cenário 5 aqui, né? IBS, CBS, lucro real. E o lucro real aí vai dar uma surra em todo mundo de desvantagem, né? Porque se aqui eu tô aplicando uma presunção de 32% já tá ruim, imagina aqui que eu vou apurar um lucro real com um custo fixo muito pequeno, muito baixo. Então, o lucro real ele vai depender, você tem que fazer uma análise muito profunda, né? Mas considerando que a gente tem aqui, considerando que a gente tem aqui, ele vai ter os mesmos impostos ali igualzinho. A diferença é que a base de cálculo pro lucro real vai ser vai ser o faturamento bruto menos os custos operacionais, menos o prolabore, menos o IBS, CBS. Então, eu tenho aqui e a contribuição previdenciária também, né? Então, eu tenho aqui o a base de cálculo do meu lucro real ali, do meu Lalur, né? E do meu Lax também de 22.246,26. Isso aqui, como é uma base de cálculo, não precisa eh eh já aplicar diretamente, já vai ser aplicado diretamente. Aí não tem presunção, né? A gente vai aplicar em cima do lucro. Então, 15%, tá? 15% ali. Vamos ver aqui, ó. Vai aplicar como ele deu 22.000, deu o que passar de de 60.000 no trimestre, 20.000 mensal. Perfeito. Então, aqui, ó, então aqui o cálculo tá até incorreto. Deixa eu dar uma olhada. Eh, 20. Vamos ver aqui, ó. 22.246,26 x 15% dá 3.336,94. Mas eu tenho que calcular mais os 10% adicional. Por quê? Porque eu pego aqui, ó, 20.000 menos 2246. Opa, desculpa. 20.000 menos 22.246 e 26. Então, deu 2.000, né, que ultrapassou os 20. Então, vezes 10% dá 224,62. Então, 3.336,94 + 3.36.94. 3.000 não, calma aí. 224,63. 224,63 + 336,94 dá 3.561, pessoal, ó. Aí, ó, já ia fazendo o cálculo errado aqui. Vezes 12. Eu vou chegar aqui em 3.561,57 x 12.000 738,84. CSLL é isso mesmo, né? Que é 9%. A CSLL não tem adicional vezes 9 x 9%. Calma aí, 22.246,26 x 9% = 2.002,16. Total de impostos. Agora eu vou ter que somar aqui, né? O total de impostos, ó. Total de impostos vai ser o seguinte, vai ser 3.360 de IBS, CBS - 840 de crédito, 2.520 mais 600 e 612,74 da contribuição previdenciária, né? Mais 3.561,57 de IRPJ mais adicional e 2.002,16 de CSLL. Então, aqui foi para 8.000 696,47, ó, vezes 12. Eu tô falando em 104.000. 104.000 357,64. Vamos ver se é isso mesmo aqui. 22.246,26 x 15% = 3.336,93,94, né? 2246,26 x 10% + 3.336,94 = 3.561,57. É isso mesmo.

Então, pessoal, ó, aqui deu o total de impostos, né? Ó, 8.696,47. Então, tive uma carga tributária de quanto aí? 8.696,47 dividido por 30.000, que é o faturamento, vezes 100. Então, tô tendo uma carga tributária aí de 28,98%. 98, né? É isso mesmo. Uma carga tributária de 28,98%, ó, somando todos os impostos, né, da previdência, tudo, ó, 8.696,47 dividido por 30.000, que é o faturamento. É isso mesmo, vezes 100 = 28,98%.

Então, que vocês conseguiram entender a lógica, né? Né? Vou pegar ali meu faturamento, diminuir os custos, despesas, impostos e aplicar em cima do desse lucro real aqui, né? A alíquota de 15% mais 10% de adicional. Então, a gente chega no final aqui, pessoal, nessa tabela comparativa e a gente entende, né, que no final das contas o que será realmente mais vantajoso é o anexo 3, que ele vai tá pagando ali somente R$ 51.000 de impostos dentro do Simples Nacional. Se ele migrar, se ele for para um outro regime, né, a gente tem que analisar aí eh para ele ir direto pro de repente para um para um lucro presumido, né, ou ficar no anexo 5 por enquanto, enquanto não atinge a faixa do lucro presumido com IBS, CBS.

Então, a gente vai ter aí alguns cenários que a gente precisa tratar importantíssimos nessa reforma tributária, tá? Então, eu espero que tenha elucidado você, você médico que precisa também aí de uma assessoria contábil, eh, de primeira, que possa te atender, possa te dar todo o suporte, né, para que você tenha a menor carga tributária possível. Chame aqui, tá? Tá, vou deixar o link aqui para você chamar a gente, para você mandar uma mensagem, pra gente marcar uma reunião.

E você, contador, que quer terceirizar também o seu escritório de contabilidade, eu te apresento também aqui hoje a Contabilizou Mais, que é a nossa empresa de terceirização, onde eu, André, sou sócio dessa empresa, estou lá trabalhando em conjunto com o pessoal para te dar o melhor suporte, tá? Se você tá com dificuldade aí de crescimento, por falta de mão de obra, tá mergulhado no operacional, manda o contato pro nosso suporte aqui também, peça para agendar, fala assim: "Ó, eu quero falar sobre a Contabilizou Mais, eu quero melhorar aqui o operacional do meu escritório", a gente tá à disposição de vocês, tá bom?

Então é isso, pessoal. Fica com Deus, um grande abraço e a gente se vê no próximo vídeo. Ciao. Ciao. [música] [música] [música]