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ESTRATEGIA DA CALÇA EMPINA BUMBUM - QUE FEZ DIEGO FATURAR MILHÕES NA VIA TERRA JEANS

Diego Vicente de Carvalho1:00:00

Transcription

Os pilares e eu quero disponibilizar ela para que as pessoas possam utilizar de coração, mesmo para você utilizar, tá? Sem, não quero nada em troca. Eu quero que as pessoas se descubram o que elas têm dentro de si, para potencializar as dificuldades e tornar as dificuldades um, uma alavanca para ajudar outras pessoas, entendeu? Então é uma ferramenta que chama capacidade, recrutar pessoas. Ela valia 10 eixos, tá? Falei com o Leandro, já mostrei para ele ali, tá? Posição para você utilizar na, na de, de coração mesmo. E foi muito engraçado porque eu fiz essa ferramenta para usar num evento em Santa Catarina que vou palestrar sobre inteligência artificial. E aí eu, eu me senti muito tocado na hora que você entrou no tema. Eu falei: “Cara, esse negócio foi feito para você”. Então, tipo assim, de coração, queria que vocês pudessem, que as pessoas pudessem usar aqui para ter essa metrificação, tá? Boa. Vocês ouviram o que ele falou? Obrigado. Vocês ouviram o que ele falou? Ele, ele tá disponibilizando a ferramenta para vocês, e depois ela tá conectada com painéis, dá pra gente projetar aqui no painel e ver dentro dos 10 eixos como que o grupo aqui está, tá boa? Dá pra gente fazer uma análise comparativa. Vamos fazer. L, coloca aí pra gente ter um momento para fazer isso aqui, pra gente entender isso dentro das empresas. Valeu, obrigado. Som, vou soltar no grupo o link da ferramenta. Pode ser? Pode ser. Fechou. Então fechou.

Vocês estão entendendo por que vocês têm que abrir a boca? Qual a possibilidade do Fernando ter acesso a essa ferramenta se o Diego não tivesse decidido que ele ia fazer um negócio chamado Método Multiplicador de Vendas? Qual a possibilidade, às vezes, de o Fernando se conectar com Juliano? Vocês estão entendendo por que vocês têm que abrir a boca de vocês? Eu não tenho nada de especial de diferente, eu só tô falando, você não tá… Tem gente aqui que é muito melhor que eu, viu? Muito melhor. Eu não tenho dúvida sobre isso, não tenho. Nós vamos falar com um cara agora, ele tá aí, ele tá aí. O cara hoje é cabelinho para trás, brabo. Vocês já viram lá o cantor goiano, não, o que fala do cabelinho para trás? O Gaba, Gabriel Gaba. É isso mesmo, né, Tiago? Cabelinho para trás. Com vocês, Juan, seja bem-vindo. Juan, chega! [Aplausos] Aí! [Música] Microfone tá bem, irmão. Fala, pessoal. Bom dia. E aí, Juanzin, você tá bom? Bem, graças a Deus. A minha relação do Juan… Eu pedi para ele vir aqui. A minha relação com o Juan é uma relação muito boa. Ah, o pai do Juan foi cliente nosso na Via Terra, e eu descobri isso, eh, só um tempo depois, depois que você se tornou mentorado nosso, né? Lá atrás em… Aquilo foi 2019, 2020, né? Acho que 2020, né? Pandemia. Conta um pouquinho da sua história aí, irmão. Só vou contar o final: fizemos o Iron Man juntos. É essa parte é uma parte mais legal, né? É na verdade, pessoal, e a gente se conheceu nessa mentoria. Eu fiz uma mentoria com Diego em 2020, eh, eu queria aprender um pouco sobre digital. Eu não entendia tanto, eu só tinha algumas lojas físicas. Eu comprava, vendia, comprava, vendia, comprava, vendia. Também fabricava, mas meu rolê era isso. E aí eu vi o Diego, eh, ele tinha uma época uma calça, chamava Calça Empina Bumbum, rapaz, e ele só mostrava um pacote, pacote, pacote. Cara, o que que esse cara tá fazendo? E aí ele começou a mostrar um pouco mais na rede social o que ele fazia. Eu falei: “Vou me conectar com ele”. A gente começou a bater um papo. Diego montou uma mentoria que ele não tinha na época, e aí a gente começou a conversar e tal. Ele foi me ajudando, me ajudou a estruturar todo o processo e que a gente tinha dentro da empresa, de setor de online, que eu não tinha na época. Na pandemia ninguém tava ligando muito para esse negócio ainda, né? No começo. E aí a gente montou… Ele foi dando os toques, a gente foi crescendo. Resumo da ópera: a gente fez o quê? E crescemos tanto, de um formato tão grande e tão exponencial que é o poder da internet que ela causa com a gente, que aí eu tive que mudar para São Paulo. Eu vim para Alphaville. Hoje eu moro aqui. Montei um galpão aqui, um CD de Distribuição. E aí, quando foi… Acho que 2020/21, eu mandei mensagem pro Diego: “Professor, tudo bem? Deixa a gente falar. Dei uma desaparecida esses dias aí”, e eu passei uns meses assim. Ele entregou a mentoria, me ajudou, e eu saí… Ele plantou a semente, ele encontrou o solo fértil, né? O mais interessante do plantar a semente, olha só, é sobre Juan, não é nem tanto sobre as outras coisas, e porque nessa jornada eu vejo que o poder da semente, o tanto que ele é transformador… Eu não tenho o que eu vou falar aqui é sem desapego nenhum, porque muitos mentores querem trazer o mérito para si. Eu não quero, mas a semente que o Juan pegou, que deu o resultado na nossa mentoria… O Juan teve resultado. Essa é a verdade. Essa é a verdade. Eu podia muito bem trazer ele aqui porque ele é amigo meu e falar assim: “Não, Juan, fala aí que os milhões que você fatura hoje foi porque…” Não foi isso. Isso não é real. Só o que, o que que é real sobre isso? O Juan abriu os olhos. Tudo bem, Mari? O Juan abriu os olhos, e o grande lance é: muitos de vocês hoje aqui vão abrir os olhos nesses dois dias. E o Juan, hoje é um dos caras que passou pela mentoria, que é um dos caras de mais resultados no digital que eu conheço hoje. É um cara que tá vendendo nos marketplaces porque ele se sente na obrigação de vender, porque esse nem é mais o principal business dele. Tem business de tecnologia, tem fulfillment, que é o galpão aqui em São Paulo, tem um tanto de coisa que eu nem sei o que que esse cara tem mais de negócio. E quando eu conheci ele, ele era só filho de um fun… de um ex-cliente meu, um grande cliente. O pai dele é uma potência. Que desistiu de sair do interior do Maranhão para vir para São Paulo. Qual a probabilidade de dar certo um negócio desse, e com a quantidade de capital que a gente tinha também, né? Que vale ressaltar, por mais que meus pais têm bastante condição… Aham. Meus pais é raiz, tá? É assim, ó: se quiser você pega suas coisas e vai prosperar aqui. O que eu fiz é meu. Se você quiser, você vai correr atrás do seu aqui, não, você não vai pegar R$ 1 real nosso. E foi…

Seus pais são extremamente bem-sucedidos, né? O pai… Os pais… Os pais do Juan são bem-sucedidos. E foi com essa filosofia que eu saí de casa, né? Para prosperar, sim. A visão, ô Juan, que eu vejo não é só da conquista… Abre, abre o Instagram do Juan e pro pessoal entender a jornada do Juan. O lance do Juan que eu quero trazer para vocês não é nem questão do… Posso abrir uma coisa aqui que a Jéssica falou? Posso? Má, fica à vontade. A coisa… Uma das coisas que eu mais ouvi até hoje que eu gostei de ouvir sobre você foi o dia que a Mari virou pra Jéssica e falou assim: “O Juan, nesse ambiente, ele tá sendo o marido melhor. Vocês têm que parar de olhar pro negócio que é só para dinheiro. Dinheiro é só consequência de energia. Esse cara faz milhões hoje em dia. Você imaginava que você ia fazer estando… de dinheiro que você faz? Nunca não imaginava”. Olha isso aqui. Esse é o Juan. Essa foto aqui é… Isso aí foi 2023. 2023. Acha lá no começo. Eu entrei no seu Instagram. Acha lá no começo. Desce, pessoal, ver a volta. Volta, volta, volta, volta, volta, volta, volta. Pera aí, pera aí, que aqui, ó… Isso aqui foi 2022. Foi no evento… O… Aqui é o Eliedson Jardim. Se… primeiro evento, inclusive. É… Essa aqui é… Eliedson Jardim. Esse aqui foi lá em Goiânia, não, né? Não… Essa aqui foi, foi aqui na plataforma. Foi a primeira vez que eu acessei Alphaville. Foi a primeira vez que eu vim aqui. Quando eu vim, eu fiz um vídeo. Eu nunca postei, mas depois eu posso postar. Eu falei: “Cara, que lugar legal”, porque eu morava no interior do interior, né? Falei: “Cara, eu me mudava para cá, eu moraria aqui”. Aí já sabe, né? A cabeça do cara… Eu me conectei, Diego. Como que você começou a treinar pessoas? Eu me conectei com ele e Edson no final de 2019. O Pablo, ele tinha acabado de mudar para cá. Ele fez uma mentoria chamada MD7, e ele falou: “Cara, vem que tá vindo muito empresários, vai ser legal”. E a minha disposição para vir nesse… vocês acham que eu tava animado? Menos 12 a animação, mas eu vim, e eu me conectei com esse cara, o Eliedson Jardim, que é um cara extraordinário, ama a vida dele, que tá no ecossistema hoje, é player também. E esse cara fez… Eu, verdadeiramente, com habilidades e conhecimentos dele no e-commerce… a voar no e-commerce. Esse cara… Porque eu ficava ali só patinando. E aqui a gente estava num treinamento juntos esses dias, onde eu e o Juan foi palestrado… Um amigo nosso, e ele tirou essa foto bem legal. Sobe aí. O Juan já foi… Já tem fornecedor na China. Tem uma linha de produção hoje na China, né? Aham. Conta mais um pouco… Fez o Iron Man… Fizemos o Iron Man juntos. Inclusive, transformou ainda mais a nossa vida, né? Acho que o ambiente que a gente criou… Eu tava falando pro Diego essa semana como é engraçado… Ele perguntou: “Ô, mano, você tá treinando? Como é que você tá aí?” Eu falei: “Cara, tô treinando, mas assim, não tô treinando como antes”. Mas eu tô treinando. Mas eu gostava mais quando a gente… Tipo, tinha um ambiente… Nossa, que a gente… A gente amigo, mas concorrente. Eu não podia chegar no treino de domingo… Eu não aceitava pedalar menos que o Diego. Eu não aceitava. Eu competia com ele sem saber, entendeu? E aí você tá comendo o quê, mano? Tô comendo bem, entendeu? É aveia e não sei o quê, para botar pressão nele. E esse ambiente de competição é legal porque ele vai forçando a gente a melhorar cada vez mais, né? Tá junto. Tá, o ambiente é muito da hora. Ah, esse dia aqui a gente correndo juntos, ó. Sobe aí mais um pouco. Aqui é o evento que o Pablo foi nosso, quando eu tava caminhando junto com, com o Antônio ainda, e ele foi palestrar. Eu chamei o Juan para palestrar no nosso evento. Sobe mais. O Juan na China ali de novo… O interessante, Juan, você traz essas coisas aí nesse contexto… O que volta sempre a mesma palavra na minha cabeça: unidade. O que eu… Eu sou um cara que, eh, eu sou competitivo com… Eu tenho um nível de competitividade comigo que eu descobri nesse dia aqui, ó, e eu não percebia isso, mas é porque eu não entro em nada com a cabeça garantida de se vai dar certo. Eu nunca entro com essa cabeça em nada. Eu descobri isso… Monte de galera quando fala assim: “Nossa, o Iron Man, fazer uma prova dessa é tão simples, que é só treinar. Só isso. É, é, é tão simples, né, Juan, que é só treinar”. Muito bom, Juan. É muito bom ver sua jornada hoje. O Juan tem um treinamento de alta performance para performar em marketplaces. Tem quais os braços que você tem no seu negócio hoje? Abre… Hoje a gente montou um ecossistema, né? Eu comecei com essa sementinha, e essa sementinha, como você falou, foi muito… como aconteceu com Paulo… As escamas dos olhos dele ali caiu, e ali eu comecei a entender um pouco mais sobre coisas que eu nunca tinha parado para pensar. Aí vim para São Paulo. Foi o primeiro passo. Primeiro passo de fé. Depois de São Paulo… Putz, galera, sempre documentei toda minha jornada. Minha ideia era ser funcionário público, mas enfim… Documentei minha jornada inteira, e aí comecei a postar na internet de forma aleatória. Falei só pros meus filhos… Os meus filhos, eu queria que eles entendessem que quando o papai tivesse a estabilidade financeira aí eles… Ó, foi isso aqui que o papai fez. Resumo: venho para São Paulo, comecei a postar esse conteúdo, a galera começou a gostar… Juan, o processo que você fez, você foi muito corajoso. Você faz para mim… Eu comecei a ter uma demanda disso. Eu falei: “Ah, vou pegar um para fazer. Bora ver, ó, se não der certo, eu te devolvo teu dinheiro”. Deu certo. O primeiro deu certo, o segundo deu certo, o terceiro, e eu fui absorvendo esses caras dentro da minha operação. Quando eu entendi que eu virei um operador logístico, fui estudar isso aí, fui, entendeu? O que que era um fulfillment. Montamos um fulfillment. Fulfillment funcionou. Depois a gente começou a ver que a dor dos empresários eram conciliar, conciliar ferramentas de financeira dentro dos marketplaces. Como que esses caras fazem isso? Não tinha ferramenta. A gente criou um braço de tecnologia e começou a botar esses caras para fazer essa conciliação e vender isso pros empresários. E ainda tá em fase beta, mas tá funcionando, beleza? Depois disso, eu… Por formação, engenheiro civil. Não parei. E aí, antes eu trabalhava para os outros, parei de trabalhar e montei minha própria construtora. E aí a gente foi abrindo o leque. Aí, aí depois veio o braço educacional. A galera: “Cara, como foi que você montou tudo isso? Me ensina como que você faz isso”. Aí comecei a montar o treinamento, e aí hoje a gente também tem um braço de educação que a gente ajuda outros empresários a se posicionar, botar sua marca dentro dos marketplaces, enfim, e crescer também dentro do digital como a gente cresceu também. Você fala isso, eu tô aqui refletindo, ó, ó, como que é a vida, ó. Como que é a vida? Presta atenção. Lembra que eu falei para vocês, dentro de seis meses, hoje nós dois estamos numa mentoria, os dois como aluno. A gente tem o treinamento hoje que a gente participa, mesmo treinamento. A gente tem um mentor que treina nós dois. Olha o… como, como o quanto é… o que que é a vida. Olha que loucura. Estar no ambiente proporciona muita coisa. Poder do ambiente, porque eu acho que da gente tá aqui também é aquele negócio do, do talento, né? Às vezes vocês ficam olhando, falam assim: “Ah, fulano tem talento”, mas é o nível de disposição que se coloca, o nível de disponibilidade. Eu sempre falo isso: a gente tem que estar disponível para as propostas que aparecem na nossa mesa. Às vezes a gente não sabe qual é a proposta. Eu vou dar um exemplo muito claro: Samuel, quando ele era mais novo, né, ele era criança ainda… Deus apareceu para falar com ele, falou: “Samuel”, e ele não entendia a voz do Senhor, e chamou ele três vezes até que ele levantou… Aí o… acho que é o pai dele, eu não lembro… Ó, a próxima vez que falar com você, você fala assim: “Eis-me aqui, Senhor”. Aí quando falou “Samuel”, aí ele falou: “Eis-me aqui, Senhor”. Aí o Senhor falou à vontade dele. Samuel, se ele fosse birrento, ele podia ter ficado calado. Ele podia… “Nossa, tô querendo dormir, cara”, e essa voz fica no meu ouvido… Me sabe… Sabe aquele sentimento que a gente fica às vezes dentro do nosso coração? Uhum. Então assim é muito… Quando eu tive essas oportunidades, primeiro, eh, de se aproximar mais de Deus, de estar junto com vocês, etc… Eu sei que teve esse lado que eu não fui birrento. Eu tô pronto, tô aqui. Muitas vezes pagar o que eu paguei na mentoria… Hum, você foi difícil, né? Eu vou falar para você sabe como foi que eu paguei o Diego? Na verdade, o primeiro… aquela primeira foto, eu paguei cheque porque eu não tinha dinheiro. Só que, como eu sou da moda, quem é da moda aqui sabe que cheque rola fácil. É muito fácil de fazer negócio. Não tinha grana, amigo. Falei: “Ó, é o seguinte, eu quero muito ir, mas não tenho como pagar”. Ah, os caras: “Então beleza, então não vai”. Pronto, aí acabou. Aí o comercial me matou ali no começo. Nessa época não era o Diego que assumia o comercial, tá? Só que eu sabia que se eu me conectasse com o Diego e mandasse mensagem para ele, o negócio ia fluir. Diego, velho, é o seguinte… Tem grana? Não, mano, agora é assim, ó: 30, 60, 90 e 120. Você não tá me entregando roupa, você me entregando um produto. Vho, não vai doer para você se eu não pagar, você susta o cheque, tá tudo certo. Aí o Diego: “Pera aí, eu vou falar com os meninos aqui, eles vão organizar para vocês”. Que não era ele do comercial. E aí foi assim que eu consegui pagar para eu vir, ficar três dias aqui. Depois eu tive que pagar mais uma vez que eu falei: “Não, agora eu não pago, não vou pagar”, e paguei de novo. E achei o formato que tinha que fazer. Aprendi com eles, vi como que tinha que ser feito para a gente poder avançar pro próximo nível. E se eu não tivesse disponível nesse momento, com toda certeza eu não estaria aqui hoje, contando um pedacinho da nossa história aqui para vocês. Salva de palmas! Te abençoa, irmão. Vida… [____] Juan, o que que seu pai fala hoje? Ah, hoje, hoje é outro tratamento, né? Você tá maluco. Eu sou o cara mais louco dentro da minha casa. Vamos falar assim: louco é dentro da minha casa. Hoje eu sou referência, graças a Deus. Meus pais, eh, me olham com outros olhos. Não que na época eles me olhassem de forma diferente, mas apesar que olhava, porque era só um carinha… O, o, o Diego falava… Ele falava pros funcionários dele. Aí depois que a gente foi nessa jornada é que ele comentou, né? “É só um doidinho, mano”. Mas o que que é o doidinho? O doidinho, ele só é doido porque ele não tem resultado. No dia que o doido tem resultado, ele não passa mais a ser doido, ele passa a ser o quê? Gênio. O cara é gênio, mano. Olha o que o cara tá fazendo. Eu contando essas ideias cinco anos atrás… Era um doido, entendeu? E o que eu tô fazendo hoje não é nem a sombra do que nós vamos executar dentro do nosso próprio ecossistema. Mas é isso. Era só um doido, aí hoje meu pai… Nossa, meu pai… “Ô, filho…” Essa semana ele me ligou: “Filho, você viu o negócio do Pix?” “Eu vi, pai. O que que tem?” “Ô, a gente precisa proteger nosso patrimônio, hein? Como é que nós vamos fazer esse negócio?” Porque o pai tá recebendo aluguel… “Ô, filho, organiza você, porque assim, os outros filhos você sabe como é que eles são. Eu confio agora mais em você. Vai lá para nós. Não sabe o que que é interessante. Agora é assim, ó: aí vai um lá, é desse jeito, aí vai um lá e dá uma caminhonete pro outro. Tipo assim, esse negócio de dar um… Vai lá e dá uma caminhonete, aí o outro fala assim: “Não, vou dar uma viagem pra Europa”. É, ó, ó, o que que virou a vida do povo lá. O pai era extremamente escasso. Esse aqui tá libertando… Senhor da escassez, em nome de Jesus. Não é o… o dinheiro, ele é legal, entendeu? Porque ele proporciona essas coisas. Ele já evoluiu muito, mas eu vou falar para vocês: é o poder do ambiente, mais uma vez, para mim ele é determinante. Porque entender sobre essas coisas na minha cabeça era dinheiro, gente. É dinheiro. Bora lá. É mais com menos. Sou engenheiro. Mais com menos é tanto. Vai dar tanto e acabou. Só que eu comecei… Depois que comecei a andar com vocês… Isso em 2021, eu comecei a entender um pouco mais que não era só o dinheiro. Aí o meu pai… Eu fiz o quê? “Pai, vamos num restaurante no, no aniversário do meu irmão”. Essa história aqui eu vou finalizar… Restaurante… Vamos falar que não era o mais caro, mas era um dos mais caros da minha cidade. Vamos lá. “Você tá maluco? Jamais!” Ó, para vocês terem ideia, o pai dele recebe de aluguel, só de aluguel, fora as empresas… Pode falar. Pode falar. Mais de R$ 100.000 por mês. É renda passiva dele. É renda passiva dele. É mais de R$ 100.000. Ele tava em escassez para ir no restaurante. Não pagava. Aí ele não pagava. Aí eu falei: “Tá bom, mas vamos que quem vai pagar sou eu”. Pessoal, nessa época eu tinha acabado de tomar a decisão de abrir o galpão. Então imagina que toda a minha grana… Eu vendi carro, vendi tudo, soquei na empresa, e eu tinha acabado de casar com a Mariana, e eu peguei o quê? Peguei uma Bizinha que eu tinha, e eu falei: “Vamos de Biz agora”. Imagina… Minha irmã é do mesmo jeito, muito bem-sucedida. Minha família inteira muito bem-sucedida, e eu, o único andando de Biz. Todo mundo de SW4, Land Rover, etc., e eu, o mais velho, que tinha que ser o mais próspero na época, eu tava andando de Biz porque eu acreditava numa visão que eu tinha. Aí peguei a Biz: “Tu vai pagar?” “Começa a dar você vai pagar”. Eu falei: “Vou”. Quem pagou, inclusive, foi a Mariana. Eu falei: “Passa o cartão”. A conta… Deu R$ 1.000 e cacetada. Eu me tremia inteiro sem saber como é que eu ia pagar essa conta, mas paguei firme na pose, entendeu? Tipo assim, ó: “Passa, sair”, entendeu? Firme, mas por dentro, galera, assim, ó… Resumo: a gente fez isso, e ele falou: “Rapaz, Juan, tá diferente. Tá pagando”. Faz a conta da picanha. Eu não tô falando isso para queimar meu pai, mas só para você entender… Nível, se você vem jantar aqui em casa hoje, pronto, então você traz a picanha, porque não vou pagar. Não era desse nível. Aí pagou. Aí quando foi no meu aniversário, ele me deu uma, uma Frontier. Que aí, na verdade, eu tinha pagado para ele antes uma viagem que eu… liso andando de Biz, mas acreditando na visão… Peguei, comprei uma viagem. Falei para minha esposa: “Olha, meu bem, eu sei que você tem sua família, eu tenho a minha, e nós temos o nosso dinheiro, a gente não vai misturar as coisas, mas assim… Você ficaria chateada se eu comprasse uma passagem pro meu pai e pra minha mãe?” O sonho da minha mãe era para ir para Paris, e do meu pai era ver o Flamengo ser campeão mundial. Eu falei: “Eu levar eles para assistir Real Madrid x Flamengo lá na, na Arábia lá”. Aí, Mari: “Não pode comprar. E como é que nós vamos pagar também?” “Não sei, mas vai dar certo. Aí você vai fazendo conta, amigo”. Aí comprei. Entreguei para ele: “Pai, isso aqui é um presente para o senhor. Nós vamos assistir o jogo do Flamengo e Real Madrid”. Que infelizmente o Flamengo fez aquela decepção que não passou de fase. A gente foi… Levei minha mãe que o sonho da minha mãe era fazer um piquenique debaixo da Torre Eiffel. Meu pai nunca pagaria para minha mãe isso, nunca, por mais que ele tivesse aquele dinheiro. Meu pai ficou tão tocado com aquilo, com a experiência da viagem… Que foi a primeira… Isso eu aprendi aqui, tá? Não foi em outro lugar. Tipo, foi aqui. Eu aprendi aqui que não era só o dinheiro. O dinheiro a gente ia achar a solução de achar o dinheiro. Fiz isso. Quando a gente voltou, meu pai pegou, eh, uma caixinha, me deu um carro. Falou: “Aqui…” Fez… Seu pai tinha acabado de comprar o carro zero, né? Isso. Ele foi e me deu. Falou: “Isso aqui é um presente de aniversário para você. A experiência que você causou pra gente, eu, eu não sei explicar como que é”. E aí o que você proporcionou pra gente… Agora o problema é que a cada quatro meses o homem manda mensagem: “Ô, nós vamos viajar dia… Esse ano… Esse ano já marcamos Estados Unidos em junho, e eles, eles querem agora Alemanha em outubro”. Aí o problema é conciliar agora para ficar com esses caras viajando. Nível de escassez, galera, acabou. Um homem extremamente próspero, investidor nato. Agora é outra mentalidade. Ele, inclusive, agora virou meu sócio na construtora. Boa. Ele que tá tocando meu braço de construtora. E sociedade com meu pai… Iimaginável. Mas a mente do cara mudou de tal forma… Ó, rep inteiro que dá prazer de tu fazer negócio com esse cara, cara. [____] Aão teço jun. Sobe aí para mostrar o Instagram do Juan, quem quiser seguir ele aí. Ju… Juan… O Ju… Juan Machado. Sobe aí a… o Instagram desse homem aí. R. Machado PSK. Muito bom. Vai ter evento aí, ó: Turbo Presencial em Caruaru, 15, 16 e 17 de fevereiro. Quando que nós vai fazer nosso evento lá, amigo? Vamos marcar nosso evento lá juntos. É… Vamos fazer o evento lá. Tem… Eu tava falando de contratação, e eu, eu, eu emociono, eu empolgo, e eu não tava olhando aqui o… O retorno, Leandro. Põe esse vídeo do YouTube que tá aí. Esse link não dá o play. Só que eu te falar, você dá o play, eu quero que vocês assistam esse vídeo e entendam sobre aquilo ali que eu coloquei dentro daquela lousa digital ali, sobre o senso de vocês, sobre criatividade e competitividade, e como que tá dentro das empresas. Porque aquilo ali que vai ver no vídeo hoje, ali agora, vai mostrar muito para vocês como é dentro de muitas empresas. Aqui, põe aí. Pode soltar o vídeo. É esse que tá aí no retorno. E o quanto o ambiente de competitividade ele é cruel, e o que que faz o ambiente criativo com a gente. Isso não… Não é esse não.

É o que tá no retorno, é o que tá no retorno. Volta no retorno lá, isso é esse aí, isso é esse, é esse. Cultura do time Yi é forte, não é? Esse vídeo, porque a gente entende, e aí a gente traz para um ambiente organizacional. Eu já tive ambiente organizacional desse jeito aí, competitivo nesse nível, por isso que a palavra unidade para mim é a palavra mais poderosa que determina todos os meus relacionamentos. Todas as vezes que eu e a Jéssica tá fugindo do trecho, eu falo assim: “Ô, a unidade! Olha pra mãozinha esquerda, olha pro dedinho. Não tem jeito, não tem. Nós dois não temos a opção de não estar em unidade”. Não temos. O ambiente muda, a cor muda, as pessoas ficam mais felizes, as pessoas ficam mais alegres.

Eu achei esse vídeo antes de entrar aqui agora no palco. Eu falei: “Eu preciso achar um vídeo que reflita isso”, e comecei a digitar as coisas no YouTube, e apareceu esse vídeo. Primeiro vídeo que eu cliquei foi esse, e ele reflete exatamente o que, a mensagem que eu queria passar para vocês sobre esse lance da competitividade e criatividade dentro dos times. A gente precisa ter times que sejam colaborativos uns com os outros. Se eu, Diego, sou o cara que tem a maior performance no time, eu preciso ajudar o João que tem uma performance mais baixa. Se eu sou melhor na parte técnica, eu tenho que entregar a parte técnica. Se eu sou a parte de relacionamento, eu tenho que entregar a parte de relacionamento. Ou seja, nós temos que formar treinadores dentro dos nossos negócios. Tem uma coisa que é isso aqui, ó. Vou explicar, contar, explicar isso aqui para vocês depois, agora não.

Então, a pergunta que eu quero deixar aqui: qual é a cultura organizacional do seu time hoje? Cada um tem uma cultura organizacional. Aqui é a cultura de positiva ou negativa na criatividade ou na competitividade. Vamos lá! Time que não bate meta? Isso é uma cultura. Se você tem um time que não bate meta, você tem a cultura de não bater meta. Fofoca? Que que é isso aqui? Cultura. Desculpa! Ah, é por, é porque os lades, é por, é por cultura da desculpa. Qual que é a cultura que hoje o time de vocês está carregando que tá prejudicando a performance do time de vocês? Qual é a cultura? Listar essas culturas. Falta de unidade é uma cultura, sim. Se as pessoas não estão dispostas a ajudar umas às outras, é a cultura. Se alguém falta, alguém falta, por exemplo, não vai no trabalho, não vai naquele dia, não consegue ir, que que o time tem que fazer? Tem que abraçar aquelas outras funções daquelas pessoas. Por isso que as pessoas precisam estar treinadas. E aí, Leandro, cadê aquele outro vídeo? Pode deixar ele no ponto aí que agorinha eu vou pedir para você ver. E aí, cultura, cultura não é nada mais, nada menos que isso aqui, ó: a forma como fazemos as coisas, a forma como fazend as coisas na nossa vida, na nossa empresa, no nosso relacionamento. Cultura é só isso, isso aqui. A cultura, ela tem que vir de cima para baixo na pirâmide hierárquica, mas sabe o que que acontece, Raquel? Muitas vezes ela vem de baixo para cima, que é aquilo que eu trouxe para vocês agorinha: a cultura do atraso, a cultura da desculpa, a cultura da mentira, a cultura “já vou ver”. E essa cultura, ela é instalada porque não tem uma cultura forte, intencional da parte de alguns dos senhores. E para essa cultura ser derrubada, essa cultura que vem de baixo para cima, isso aqui é um negócio desafiador. Isso que eu tô falando para vocês: não adianta a gente, como empresário, ter um discurso que a gente quer fazer alguma coisa e se posicionar de outra forma, completamente diferente. A cultura, da forma de fazer as coisas, vai prevalecer. Vai prevalecer. O Leandro, mesmo o Leandro, ele é acelerado no 300. Eu, Diego Vicente, eu não faço nada que eu não acredito. Ninguém faz eu fazer, pode ser por que for, eu não faço. Ele quer me vender as ideias, ele me traz os negócios. Falei: “Mano, você não faz sentido nenhum para mim, não”. Mas isso aqui vai dar R$, não sei o quê. A esposa dele tá ali rindo, porque é desse jeito. Eu não vou fazer. Pode ser o negócio mais extraordinário, se eu não comprar, se eu não acreditar, tá? Se não fizer sentido para mim, eu não vou fazer. Isso é cultura. A nossa cultura não pode ser determinada só por causa do dinheiro. É muito raso isso.

Então, vamos lá, Diego, como que eu vou instalar uma cultura na minha empresa? Primeiro, primeiro passo é nível de consciência. Qual é a cultura do seu negócio hoje? Não, Diego, eu só comecei o meu negócio há X anos atrás, eu só queria ganhar dinheiro. Beleza, a maioria das pessoas é assim no começo, a gente só quer fazer uma grana. Vamos pegar o cenário brasileiro aqui, como que é? CLT, vou virar empresário, dou conta, tem essa habilidade técnica, vou começar a empreender para dar uma vida melhor pra minha família, não é isso? Tô errado? Tô certo? Não tô. Então, beleza, você pensa em cultura organizacional, você pensa em visão, missão, valores, não? Por favor, me ajuda. É claro que você não pensa, você não pensa. Mas existe, é aqui que tá o grande detalhe. Você, quando vai começar o negócio, você não pensa nessa cultura como um contexto, mas é como a forma como você faz as coisas na sua vida e na sua empresa. Então, se você é um líder, dono de empresa, extremamente desorganizado, o que que você tem que fazer, hã? Se tornar organizado. Acha alguém que é organizado e põe essa pessoa para coordenar suas coisas e aprende com ela. Ou fazer um desorganizado ser organizado é paira te fala, amigo, porque eu era muito desorganizado. Hoje eu sou meio desorganizado, eu era muito, muito, muito, muito. Aí, certa vez, a Jéssica levou uma, como é que chama? Personal organem lá em casa. Eu fiquei com medo de tocar na minha gaveta. Eu chamei ela, falei: “Como é que tira essa, esse negócio aqui da gaveta aqui? Me explica como que eu faço para tirar para não desmoronar tudo”. Vocês estão entendendo? Faz um ambiente ficar favorável a ajustar essas coisas que te atrapalha performar. Eu entro no meu escritório em casa, tem que ficar trancado, porque lá tem um baú e as crianças guardam os brinquedos lá. Quando eu chego, que esses brinquedos tá para fora, eu tenho que arrumar tudo, porque eu não dou conta de começar a trabalhar, porque minha cabeça não funciona assim, porque eu sou um cara extremamente acelerado e eu vejo aquilo, eu fico agolin. Então, entenda como que o seu cérebro funciona para lidar com as circunstâncias.

Então, qual que é a cultura do seu negócio primeiro? Quais são os valores do seu negócio? Diego, como que eu defino os valores do meu negócio? Sim, os meus valores são as coisas que norteiam o meu comportamento e as minhas tomadas de decisões. Simples assim, Chico. Simples. Então, se eu chegar aqui, Chico, em você agora e falar assim: “Chico, o Gustavo Lima me ligou e ele tá precisando de 100 chapéu daquele mais top, só que é o seguinte, nós vamos ter que tirar uma notinha um pouquinho acima do valor lá para entregar o pedido, pouca coisa, 3%, ninguém vai perceber nada”, depois você passa para mim, o Chico já começou a balançar a cabeça desde da hora que eu comecei a falar. Tem gente que não tá nem aí para isso, eu vou te falar, é muita gente, e tá tudo certo. É o jeito da pessoa fazer negócio, não é? Certa vez, eu fui sócio de um cara aqui em Alphaville, e todas as vezes que a gente ia encerrar o que a gente fazia, a gente tinha um problema no acerto financeiro. Era desgastante demais, todas as vezes, muito desgastante, e eu ficava pistola com aquilo. Certo dia, um amigo meu chegou em mim, eu descarreguei nesse amigo meu, Fernando, e falei para ele: “Cara…”. Ele falou: “Senhor, deixa eu te contar uma coisa, é a forma que ele faz negócios”. Aquilo lá lavou minha alma, porque não é a forma como eu, Diego, faço o negócio. O que que eu tô fazendo com um cara desse? Vocês estão entendendo? Simples assim. Exato, unidade de novo. Não é o jeito do cara fazer negócio, não é o mesmo jeito de eu fazer negócio. Então, quem que tava errado ali? Ele ou eu? Eu, completamente eu. E até hoje eu nem sei que que foi feito daqueles, aquelas centenas de reais, ficou lá e tá tudo certo, tá tudo bem sobre isso. Só que eu nunca mais passei raiva, eu nunca mais me estressei, eu nunca mais cheguei em casa irritado e falando um monte de coisa e trazendo aquela energia negativa para dentro da minha casa. Ou seja, os valores são as coisas que norteiam as suas tomadas de decisão. Unidade é valor meu, estar em unidade é um valor meu, eu não abro mão. Ter energia é um valor que tem que ter na minha empresa. Gente que não tem energia, eu não sei vocês, mas eu fico, eu dou sono comigo, eu, eu fico com sono, eu não dou conta com gente sem energia. Então, tem que, vocês precisam entender quais são esses pontos que norteiam as tomadas de decisões de vocês. Que que eu recomendo que vocês façam quando vocês forem definir os valores da sua empresa? Pega uma lista, faz assim no ChatGPT, eh, coloca lá no ChatGPT assim, ó: “Me dê uma lista de 300 valores empresariais, eh, para eu validar dentro da minha empresa”. Ele vai te dar uma lista de valores, e aí você vai reunir o seu time, isso aqui traz pertencimento, as pessoas querem pertencer a isso. Você vai reunir o seu time e vai falar: “Gente, cada um…”, você vai dar uma folha para cada um daquela e vai falar o seguinte: “Agora vocês vão eliminar, riscar valores que são menos importantes para vocês”. E aí eles vão riscar 50%. Depois que eles riscaram esses 50%, vocês vão falar assim: “Agora vocês vão eliminar 75 valores menos importantes”. Aí eles vão eliminar mais 75 daqueles, nesses, nesses 300 valores, ou 200, nem precisa ser tanto, ass pode ser uns 100, 150. Eu acho que eu fui longe demais, é muita coisa, não precisa. Precisam ter valores dos senhores que são inegociáveis, que vocês não abrem mão. Vocês estão entendendo? Então eles vão dando a eliminatória ali dos valores que eles menos tem significado para eles. No fim, vocês vão ver, vai ser quase um parto para ficar cinco valores. Por a gente não tem um ou outro, a gente tem vários que são inegociáveis para nós. E nessa brincadeira é onde você entende os valores do negócio e o tanto que é fácil isso aqui. Vou explicar o tanto que é fácil. Valor inegociável, por exemplo, eu tô lá na minha empresa, a Valquíria começa a trabalhar comigo, eu contrato a Valquíria, ela é gerente de produção da fábrica. Me chega a Valquíria, ela tá lá trabalhando tal, todos os dias tal, e aí eu pego a Valquíria, alguém chega e fala assim: “Diego, a Valquíria hoje se excedeu com as costureiras”. Eu falei: “O que que aconteceu? Aconteceu isso e assado”. E ela é uma diretora, ela acabou de ser contratada e ficou desconfortável que ela fez. Eu vou lá, olho as filmagens, a Valquíria e tá errado. É assim, Fernando, ah, entregou, hein, Valquir, não, né, Valquir, Itali, é rapaz, essa mulher é braba. Mas vamos lá, eu chamo a Valquíria e falo: “Valquíria, nós tivemos esse impasse aqui hoje, eu gostaria de entender esse comportamento seu. Você tem clareza que esse comportamento seu chocou diretamente com um dos nossos valores aqui que é cordialidade”. Olha isso, comportamento sendo norteado por causa de valor. Olha tanto que fica facinho de mandar embora desse jeito. Nada é por acaso, presta atenção, é, faz sentido. Você teve alguma dúvida no seu processo de on board? Quando você foi treinada sobre os valores da empresa, sobre a visão, sobre a missão? Não. Então é, Diego, exaltei. Beleza. Algumas semanas depois, a Valquíria comete a mesma falha. Valquíria, você tem dúvida sobre os nossos valores, sobre o que eu te expliquei, o que que o RH trouxe para você? Não, não tem. Por que seu comportamento foi repetitivo naquilo que você novamente? Ou seja, na terceira ou na quarta vez, amigo, você tá livre para liberar essa pessoa. Olha o tanto que é simples, você não precisa ficar sofrendo. A Jéssica virou para mim certa vez e falou assim: “Amor, você tem facilidade demais de desligar o povo”. Eu falei: “Não é o povo que não quer ficar, oi, eu sou transparente, eu converso, eu explico, eu falo o que que eu posso fazer, não é, não”. Ela é, faz sentido. Eu falei: “Mas faz total sentido”. Valor é para isso, é para vocês trazerem clareza sobre norteamento, como as pessoas precisam se comportar dentro do seu negócio. Que é um valor que eu adoro, adoro, não adoro só o senhor, né, que eu gosto muito, senso de dono. Olha o tanto que esse valor é top. Aí, se ele fizer muito sentido para você, você vai colocar lá na sua lista, senso de dono. Você chega de manhã, 7:30 da manhã, o abençoado deixou o ar condicionado no talo, tum, tá até assim, tá até já viu o ar fazendo assim, tum, é o dreno até congelou, né? Tá goterando, cara. Você não precisa ficar nervoso, você não precisa se exaltar, você não precisa ficar pistola, você precisa, nada é, falar: “Fernanda, eu vi aqui, você sabe quem saiu por último aqui ontem? Espera todo mundo chegar com calma. Lembra da Nuvem Negra? Eu cheguei aqui no comercial, vocês querem saber essa história? Cheguei no comercial, primeiro dia de trabalho, virei funcionário do P sal, cheguei lá, ele não queria me dar o emprego, não. Depois eu contar essa história para vocês. Cheguei lá, aconteceu um problema”. Olha o tanto que cultura é coisa séria. Você viu o que que a Dayane falou? Que nunca imaginava euv que eu era aquele tipo de pessoa. Amigo, se eu tive jeito, você tem aí. Eu tava lá no primeiro dia, no primeiro dia aqui na plataforma, deu um boo lá, eu não lembro o que que é, parece que é alugar um auditório duas vezes, alguma coisa do tipo, esse povo, esses problemão, sabe? E aí eu tava sentado na ponta da, da mesa assim, e aí o problema foi jogado em cima da mesa, dearo, e aí eu vi uma nuvem negra em cima da mesa. Eu falei: “Meu Deus, que que tá acontecendo?”. Desesperada, eu não consegui concentrar em ninguém, eu só vi a Nuvem Negra. A hora que elas parou de conversar, eu falei: “Que que tá acontecendo?”. Aí mesmo, não que aconteceu isso, isso, isso, isso, isso, desespero. Isso revela o quê? Isso revela o nível de maturidade, o quanto essa equipe foi treinada para isso, a lidar com problemas. Eu fiz duas, três perguntas. Até hoje, hoje não mais, né? Hoje acabou a Nuvem Negra, né? Ela tá quase, ela tá assim, bem, só uma nuvenzinha carregadinha, ela tá sumindo. Sempre que acontece um problema, porque quando acontece um problema a gente tem que olhar para onde? Solu, pra solução. Isso é cabeça de gente que tem mentalidade disruptiva. Você olha pra solução, nunca pro problema. Você olha pra oportunidade daquele problema. E aí esse dia me marcou muito, e aí sempre que acontece alguma coisa, hoje em dia, eu falo: “Gente, olha a Nuvem Negra”. E agora elas mesmas já usam isso: “Ó, Diego, aconteceu isso e nem teve Nuvem Negra”. Isso é cultura. Vocês conseguiram pegar? Não adianta eu falar para elas: “Ó, essa nuvem Negra, não sei o quê”. Não adianta. É comportamento. É o Diego é quem tá liderando, é o reflexo, é a sua postura. Eu falei lá atrás: “Ou vocês vão ficar aqui, é o último emprego, ou vai virar sócio meu”. Tá aí o Leandro, não virou sócio, que ele não quis. Quem aqui que fica caçando sócio? Você acorda de manhã e fica caçando sócio? Não fica, não, moço. Ninguém. Só que quando tem uma pessoa muito boa que dá para multiplicar, você quer ela perto. É simplesmente assim. Ou seja, esse lance da cultura organizacional do seu negócio, eu preciso que vocês avaliem como que tá hoje, e eu vou dar 2 minutos, 2 minutos cronometrados, coloca no telão para mim. Eu quero que vocês coloquem cinco culturas que tem hoje no seu time comercial, como eu expliquei lá o que que é: não bate meta, chega atrasado, desorganizado, toma, o que que é. Coloca aí cinco, cinco coisas que você vê que é cultural e é negativo pro negócio de vocês. Vou dar 2 minutos, tô marcando aqui já. Quem anotou, tem sempre aqueles que não anotam, pode tirar o cronograma aí. Eu quero aquele que anotou uma coisa que você quer mudar, uma cultura que você quer mudar dentro do seu negócio. Mudar, não transformar. Quem quer trazer o exemplo sem vergonha, fala assim, ó, sem vergonha, não é de sem vergonha não, tá? Fala assim, aqui, fala. Gente, é um ambiente, é ambiente seguro. Segundo, quem quer falar aí, compartilhar? Vai lá. Seu Lúcio, me dá um, um das coisas que tem de cultura dentro do seu negócio que te incomoda.

Bom dia, eu sou Lúcio Gomes, né, corretor de seguros, vendedor brabo, ah, protegendo famílias e garantindo rendas futuras, viu? Tá fazendo, ó, já vendi hoje já, hein, seguro de vida, hein. E o que me incomoda é a criatividade, né? Eh, o meu time assim, eu comecei com as meninas que trabalham comigo, é jovem aprendiz, então elas têm uma boa cultura, elas conhecem as duas que estão, uma no administrativo e outra no comercial, então ela já tem uma cultura, só que me incomoda que às vezes falta a ação delas e a criatividade, elas ficam com medo de fazer, e elas sabem fazer. Agora eu não sei se elas têm medo de mim ou medo de fazer mesmo. Certo, ó, vamos lá. Elas foram recém treinadas, né? Tá no processo. Olha só, elas são, elas são juniors, elas estão inseguras. Então, qual que é o nível de treinamento que elas receberam para tomar decisão? A gente tem três níveis: operacional, tático e estratégico. Onde que você deveria estar hoje, dono de empresa? No operacional. Dependendo do tamanho do seu negócio, você vai fluindo entre um e outro. Dependendo do tamanho do seu negócio, você tá no operacional com a unha ali cortando a faca. Quem me segue aqui no Instagram há mais tempo viu esses dias na minha família a gente tem a cultura uma vez no ano de lá pra fazenda, matar a vaca, desossar. Quem me, quem viu no meu Instagram, a gente tem essa cultura aí. O Leandro foi pela primeira vez, manezinho da ilha, lá de Florianópolis. Como que vocês acham que foi isso, amigo? Não tem como achar, ele era o cara que buscava [Risadas] água. E tá tudo bem, por quê? Não foi treinado. Então, seu Lúcio, no caso, as coisas, as contas sempre fecha nesse caso aí, eles não, elas não estão tendo segurança para tomar decisão, e tá tudo bem. Quando a pessoa tá nessa etapa de ser júnior e tá no aprendizado, ela precisa de segurança, e às vezes o que que você vai ter que fazer? Deixar errar. Nossa, mas eu nunca imaginava que você ia falar isso. É, tem que deixar, não, no seu caso, senão vai estragar o cabelo do cara. Deixa errar. Deixar as pessoas errarem é saudável. Então, quando a gente olha para dentro da nossa casa mesmo, o Vicente, aquela história da corda lá do, da bicicleta, foi para mim, amigo. Por isso que eu fiquei naquele estado, eu não ensinei, eu não investi energia para ensinar o Vicente a andar de bicicleta. Agora foi aniversário, ele ganhou de bicicleta, agora com seis anos, agora ele tomou um, um tomb essa semana. Tem que deixar cair, a Jéssica: “Mas você tava do lado, você deixou cair”. Eu preciso deixar ele cair. E o que que é isso? Aprender. Seu Lúcio, você vai ter que deixar elas errarem. Deixa errar. Em quê? Em coisa pequena, controlada, controlada. Ele usou a palavra perfeita. Você não vai errar, deixar ela errar no atendimento do seu melhor cliente, isso você não vai fazer de forma alguma. Ensina, acompanha, fazendo junto. Etapa: ensina primeiro teoria. Aqui, ó, quem é do Café sem Açúcar já viu isso aqui muitas vezes. Que que é isso aqui, Diego? Teoria, prática, constância, maestria. Maestria. Vocês já viram o Michael Phelps nadar? A água parece que nem abre. É impecável, assim, um jeito que o cara nada, impecável. Já tá no ponto da maestria. Quando você traz uma pessoa nova, seu Lúcio, ela tá no período da teoria, ela tá entendendo o que que é um seguro de vida, como que funciona. A prática, ela vai começar a ter contato com aquilo ali, vai fazer algumas ligações, vai não entender nada. Aí você não falou sobre aquele assunto. A constância é fazer todos os dias, que levar maestria. O melhor exemplo: dirigir. Não tem um exemplo melhor, inclusive hoje o povo dirige fazendo live, né? Fazendo um monte de coisa, a praticidade hoje pro celular, então é a extensão, né? O dirige assim, ó, aqui em Alphaville, é o que eu mais vejo, eu acho que na cidade de vocês também, dos senhores também. TPCM: teoria, prática, constância e maestria. Isso aqui a gente alcança qualquer resultado com isso aqui. Aí você vai liberando essas pequenas doses, essas pequenas coisas que elas podem errar. Leandro, põe para mim o vídeo, lembra do onboard que eu falei? E aí eu quero que vocês entendam, através desse vídeo, como que são as pessoas quando chega na empresa de vocês, como que tá sendo a experiência quando elas são recebidas, quando elas são contratadas. Tem um documento chamado RCF, responsabilidade chave de função. Eu vou disponibilizar esse documento no grupo, eu não vou abrir ele aqui pra gente acelerar um pouco mais, mas esse documento é o quê? Sempre que você vai contratar uma pessoa, você tem que ter lá o nome, a função, o objetivo, a missão do cargo, e essa missão do cargo tem que estar atrelada a algum dos valores da sua empresa. Olha você amarrando o negócio. Eu fui rápido, vocês entenderam? Fui rápido? Não. Então, esse documento chama responsabilidade chave da função. Por que, Diego, que eu tenho que preencher esse documento? Você tem que preencher, preencher esse documento para cada função do seu negócio, para todo mundo que for trabalhar com você. Chico saber o que, como e o porquê. O segredo de qualquer coisa que você quer aprender é o que, o que fazer, como fazer e o porquê. O quê, por e como. Põe o videozinho lá dos, dos bichin lá, por favor. Tá no ponto aí, tá? Olha aí. Analisa que jeito que tá sua empresa hoje, que jeito que quando alguém chega no seu negócio, qual a experiência dele hoje. Vê aí. [Música] A outra parte, cadê a outra parte? Não tá aparecendo. Cadê? Volta lá, eh, volta um pouquinho o vídeo, por favor. Hood