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3 sinais de que você está presa em um padrão invisível

Elton Euler41:14

Transcription

Não é sobre o que você tá passando, é sobre o que você tá tentando. Você não vai para lugar nenhum sem desejo. Ao invés de ficar falando o que você quer saber, tente saber o que eu tô tentando fazer você saber. É sobre desejo que gera uma dúvida, que exige uma decisão que inevitavelmente impõe uma desistência que muda as suas relações. Isso gera um teto financeiro, faz você ficar onde você tá e inconscientemente te conecta com o inconsciente de outra pessoa que faz vocês viverem uma pré-queda juntos. Quer aprender isso ou quer ficar reclamando?

Presta atenção. O que você precisa mudar para você poder mudar? Porque a gente vai falar sobre o desafio do impossível. E aí tem gente que tá com um monte de dúvidas sobre aquilo que é possível querendo brincar de atrás do impossível. Aí não dá. Você hoje entrou aqui decidido ou curioso? Eu separei as pessoas que estão decididas daquelas que só querem ter mais um conhecimento, porque assim a gente consegue acelerar os acontecimentos no seu inconsciente. Eu não quero que você fique vivendo pré-quedas aleatórias. Vamos viver para quedas que fazem sentido.

Essa pergunta parece simples, mas ela é poderosa e perigosa. O que você precisa mudar para poder? Porque quando a gente fala de mudança, você sempre pensa em mudança de resultado. Eu quero poder viajar, eu quero poder comprar carro, eu quero poder empreender, eu quero poder ser rico, eu quero poder ser magro. Maravilha. Mas o que você precisa mudar para poder viajar, poder ser magro, poder ser rico, poder ser leve? Você vai ter que enfrentar essa mudança e essa mudança vai acompanhar as suas relações.

Deixa eu fazer um exercício aqui. Você vai pegar uma folha de papel e aí você vai colocar cinco números nessa folha da seguinte forma, ó. Vou fazer aqui para você ver, tá bem? Aqui você vai colocar um X. Você vai fazer um X aqui no cantinho. Aí você vai escrever número 1, 2, 3, 4 e 5. Bem assim, ó. 1, 2, 3, 4 e 5. Tá? Então vai ser mais ou menos assim, ó. Ó. Número um. Número dois, número três, número quatro e número cinco. Tem um X aqui na folha. Bem aqui eu coloquei o número um, o número dois, o número três, o número quatro e o número cinco. Certo?

Agora você vai me dizer com que velocidade você quer mudar a sua realidade. Alta, média ou baixa? Respondam para mim vocês também. Você quer mudar rápido, médio ou devagar? Não tem resposta certa. Cuidado com a resposta que você coloca. Perto do X aqui você vai colocar a velocidade que você decidiu mudar. Por exemplo, ah, velocidade média. Então você vai escrever perto do X aqui, rápido, médio ou devagar. Aqui em cima você vai colocar 1, 2, 3, 4 e 5, certo? Então você vai ter um X aqui no cantinho, ó. Certo? Em cima da tela da página, você vai colocar número um, número dois, número três, número quatro e número cinco. Perfeito? Todo mundo tá fazendo exercício aqui. É só pra gente expandir a nossa consciência, porque padrão você vai aprender aqui na Aliança Divergente. Protocolo você vai aprender aqui na Aliança Divergente. O seu plano perfeito você vai fazer aqui na Aliança Divergente. E o eixo de tudo é o plano.

O que define o que vai acontecer? O gatilho. Lembra do gatilho da pré-queda? Desejo, dúvida, decisão ou vontade. E presta atenção, não precisa anotar isso aqui, mas o gatilho é gatilho da pré-queda. Você tem desejo que gera uma dúvida, você toma uma decisão que gera uma desistência. Então, todo desejo gera uma dúvida. Toda dúvida gera uma decisão. Toda decisão gera uma desistência. Toda desistência abre espaço para um novo desejo. Aqui você separa o tipo de pré-queda que você vai viver, porque aqui você tem pré-queda de opção e aqui você tem pré-queda de confirmação.

Aí tem gente perguntando qual é o meu padrão? Ou tem gente dizendo: "Não sei ainda qual é o meu padrão". Claro, você não sabe ainda o que você quer. Se você já entrou na Aliança Divergente e já montou o seu plano perfeito, você começou a definir quais acontecimentos você precisa para trazer o quê? Para trazer para você opção ou confirmação. Aqui, gente, não precisa ter pressa porque na medida que nós formos avançando, você vai aprendendo tudo que você precisa aprender, tá? Tá bom? Então você precisa de opção ou você precisa de confirmação. Só que a sua vida está conectada com a vida de muitas outras pessoas e toda vez que você busca uma opção, você afeta uma relação. Por isso, a pré-queda sempre envolve mais de uma pessoa. Sempre. O que a sua decisão muda na vida da pessoa que está conectada com você.

Gatilho da pré-queda. Então, o desejo é o início de tudo e é ele quem vai mostrar pra gente o que vai acontecer. Tão me acompanhando até aqui? Por que que é importante a gente buscar uma expansão de consciência? Porque a gente vai trazer uma conexão maior, mais clara, para você dar conta de encarar aquilo que está impossível na sua vida. Vamos pro nosso exercício. Até aqui vocês acompanharam. Então, é o desejo, a dúvida, a decisão ou a desistência entre a vida que você tem, a vida que você quer, a pessoa que você é, a pessoa que você vai se tornar, que vai gerar o acontecimento. Agora, o que vai gerar o tamanho do acontecimento? A velocidade com que você decide mudar define o tamanho do acontecimento. Quem colocou uma velocidade alta, vai ter um acontecimento, e eu não vou chamar de problema, eu vou usar problema porque você ainda chama de problema. Quem define uma velocidade alta vai ter um problema grande ou pequeno? Hã, que que você acha, Raymond? A pessoa decidiu mudar. Ela vai passar por três etapas para quebrar um padrão, ver, se desenvolver e se validar. E ela decidiu fazer isso muito rápido. O problema pode ser pequeno. Quanto maior for a velocidade, maior vai ser o tamanho. Porque quanto maior for o tamanho, >> é mais fácil de enxergar se for grande. >> Você enxerga, você enxerga mais rápido, você encara mais rápido, porque ele fica na beira do insuportável. Deixa eu resolver isso logo porque eu não aguento mais. Deixa eu resolver isso logo, porque eu já tô perdendo muito dinheiro. Deixa eu resolver isso logo, porque, meu Deus, todo problema tem um tamanho exato. Todo acontecimento chega na sua vida no momento certo e com o impacto certo. Ele vem sob medida. Então ele nunca é pequeno demais para não ser ignorado e nem grande demais para não ser suportado. E ele vem no momento exato que você precisa, opa, que você precisa para encontrar o quê? Opção ou confirmação do quê? Do desejo, da dúvida, da decisão ou da desistência. Porque isso está afetando uma relação que vai ter que mudar para você poder ser, ter, fazer ou estar. E muitas vezes o problema é a melhor oportunidade ou a única oportunidade que você tem para encarar a mudança que você precisa fazer na relação. Então você não precisa necessariamente do problema se você tiver consciente do impacto que isso vai ter na relação. Então você tem o que a gente chama de conversa difícil antes do problema, antes da situação. Mas beleza, você disse que quer mudar, que você chegou aqui decidido e você quer mudar rápido, médio ou devagar. Tão me acompanhando até aqui?

Então vamos pro nosso exercício. Lembra da história do espelho? Duas perguntas que nós vamos fazer pro espelho agora. Qual é a primeira? O que você tem para mim hoje? Então você pode não estar no espelho, mas se imagina aí, ó, na frente do espelho. Geralmente quando você se olha no espelho, a primeira coisa que você vê é um defeito seu, né? Olheiro, cabelo, olho, ruga, sei lá o quê. Você olhou pro seu espelho. Se você que tiver aí pode olhar. Senão, só se imagina olhando pro espelho.

Gente, deixa eu dar uma sugestão para você, até para eu te trazer pro meu nível, ao invés de entrar no seu. Não é sobre o que você tá passando, é sobre o que você tá tentando. Você não vai para lugar nenhum sem desejo. Acabei de colocar ali vontade, aí você vem e coloca problema. Onde você viu o problema aqui nesse desenho do rapaz aqui? Onde tá escrito o problema aqui, gente? Onde tá escrito o problema aqui, gente? Eu não disse: "Traga-me os seus problemas e vamos transformar esse lugar no muro das lamentações. Seu problema não te define, é você que define o seu problema. Então, pare de achar que você se desesperar e ficar vendendo seus problemas pros outros vai dizer que você é uma pessoa decidida ou que você vai mudar. Ao invés de ficar falando o que você quer saber, tente saber o que eu tô tentando fazer você saber. Ai, o meu marido não, isso aí, aí começa. Ai, mas é que eu tenho TDH. Ah, que eu tenho não sei o quê. Vamos lá. Muro das lamentações. Aí o seu problema produz desculpa e o ciclo muda. É sobre desejo que gera uma dúvida, que exige uma decisão que inevitavelmente impõe uma desistência que muda as suas relações. Isso gera um teto financeiro, faz você ficar onde você tá e inconscientemente te conecta com o inconsciente de outra pessoa que faz vocês viverem uma pré-queda juntas. Quer aprender isso ou quer ficar reclamando? Se eu tiver falando de padrão, a gente vai falar de padrão. Presta atenção no que eu tô falando. Porque se você prestando atenção no que eu tô falando, você já vai ter dificuldade de entender. Se você não prestar atenção, sua dificuldade vai ser maior ainda. Parece criança. Ai, não gostei de você. É só o começo. Você não tem ideia do que eu vou te mostrar aqui dentro. Isso não é para qualquer um. E que bom que eu quebrei o meu padrão, que eu não vou insistir com absolutamente ninguém. Vamos. Perfeito.

Sabemos o que vai acontecer quando você decidir o que você quer. Precisamos decidir com que velocidade vai acontecer, com que tamanho vai acontecer, com que velocidade vai ser encarado e como vai ser encarado. Maravilha. Perfeito. Posso te colocar de frente pro seu espelho? Porque você vem aqui e reclama, mas quando tá na frente do seu espelho, você não fala isso para ele. De frente pro espelho. O que você tem para mim hoje? O que você precisa de mim hoje? O que você tem para mim hoje? Espelho, espelho meu, o que você quer de mim hoje? A pessoa que virou para mim e colocou olhar: "Ah, porque eu sou funcionária pública e desde o primeiro dia eu tô no consignado, não sei quê". Pergunta pro seu espelho: "O que que você quer de mim hoje? Será que ele vai responder: "Tira a gente desse emprego ruim?" Será que ele vai responder isso? Ou será que o seu espelho vai dizer: "Fique nesse emprego". Porque você é a única pessoa da família que passou num concurso público. Apesar da sua frustração financeira, você é o orgulho da mamãe. Espelho, espelho meu. O que você precisa de mim hoje para que eu tenha a vida que eu quero ter de forma prática?

Eu te coloquei em contato com os seus possíveis futuros possíveis. E os seus futuros possíveis futuros, presta atenção, os seus possíveis futuros possíveis não depende só de você, porque ele não vai mexer só na sua vida. Então, pera aí. Se não depende só de mim, depende mais de quem? Depende do que você vai fazer com o que isso fizer, com a pessoa que tá conectada com você. Aí, nesse caso, passa a depender só de você. Como eu faço pra minha vida depender só de mim? Entendendo que qualquer coisa que você mexer vai afetar a vida de alguém. Porque no padrão de relacionamento nós temos o impactado e o impactante. Quando você faz alguma coisa, alguém impactou esse desejo, essa dúvida, essa decisão e essa desistência. Mas quando você assume o seu desejo, quando você encara a sua dúvida, quando você banca a sua decisão e enfrenta a desistência, vai ter alguém que vai ser impactado. Quando alguém for impactado, isso vai refletir em você. E aí você vai ter que bancar tudo isso. Então só passa a ser responsabilidade 100% sua quando você assumir o que você vai fazer e o impacto disso na vida das pessoas que impactam como você vive.

Então agora vamos voltar pro espelho, porque você está com medo de mudar o que você tem que mudar para poder o que você quer poder. Você quer poder ter uma casa própria, você quer poder viver sem dívida. Você quer poder dobrar o tamanho do seu negócio. Isso é o que você quer permissão para. Mas qual mudança você vai ter que fazer para para poder isso? Essa mudança tá numa relação. Por a sua dívida, o carro que você não tem, a casa que você não tem, o negócio que você não tem, carrega uma, conta para mim, gente, que que carrega? Utilidade. Ah, Elton, não sei qual é o meu padrão. Pega qualquer problema que você reclama de ter e coloca ele aqui, ó. Só isso já resolve. Não, mas é o começo da solução. Coloca ele aqui, ó. Punir, poupar, punir ou afastar. O seu problema se encaixa aqui. Não tem como ele não se encaixar aqui. Com o seu problema, você pune alguém. Com o seu problema você poupa alguém. Com o seu problema, você une alguém que sem o seu problema eles se afastam. Com o seu problema você se afasta de alguém que sem o seu problema eles vão se aproximar. Então, pronto, tá aqui, já começou a achar utilidade. Seu problema vai aparecer uma aqui, outra aqui, outra aqui, outra aqui, outra aqui, outra aqui, outra aqui. E essa conexão sempre vai ter alguém. Quando você resolver esse problema, quando você for lá e resolver a questão, esse problema perde utilidade. Se perde utilidade, muda a relação.

Quando você fala de conversar com o espelho, você tá ensinando ou aprendendo seu espelho? Os dois. Na prática, quando você pergunta espelho, espelho meu, o que você quer de mim? Você tá falando com o seu eu do futuro ou com o seu eu do passado? Do futuro, com certeza. Você tá perguntando: "O que que você quer de mim para que você exista? Do futuro, com certeza". E quando você pergunta: "E o que você quer de mim?" Você tá falando com o seu eu do passado? O que você quer de mim? Ou seja, o que eu tenho acumulado para te entregar hoje? Quando você tem coragem de se perguntar o que você precisa de mim, você imagina um futuro casado, rico, sei lá o quê. Aí você pergunta para esse futuro: "O que você precisa de mim hoje para você existir?" Tudo que o seu futuro impossível precisa de você para se tornar possível hoje já é possível. Então, preste atenção. Tudo que o seu futuro, que você chama de impossível precisa de você hoje para que ele se torne impossível, já é possível. Nada do que você precisa fazer para que esse futuro que você chama de impossível exista, é impossível de ser feito hoje. A parte do possível hoje, ela já é possível. Ah, Elton, para mim é impossível pagar uma dívida de R$ 1 milhão. OK, é impossível para você hoje. O seu eu de daqui 6 meses consegue pagar essa dívida? Vamos supor que sim. Aí o seu eu de daqui 6 meses vira e fala: "Mas eu preciso de você". Aí o que você vai dizer? Do que você precisa de mim hoje? A resposta que ele vai te dar possível.

Então, vamos lá, vem comigo. Então, existe você hoje pequenininho na teia dos acontecimentos? Isso aqui é você hoje. Aí o Welton chegou e falou para você: "Deseje algo, tenha coragem, porque eu consigo te levar lá, desde que você consiga desejar". O que você quer? Me fale algo. Welton te deu uma página em branco, perfeito, e te perguntou: "O que você quer?" "O que você consegue querer com todo registro? O que você tem com toda a utilidade que vocês estão dando nas suas relações. Para um pouquinho, pensa só em você. O que você quer? Qual é o seu impossível de hoje? Qual é o seu impossível de hoje? Casar, ser feliz, ser mãe. Um dia a menina sentou aqui e para ela o impossível dela de hoje sabe o que era? Menstruar. Tinha 9 anos que ela não menstruava, que que ela queria menstruar. E para ela era impossível. Mas quando eu dei a página em branco, o que ela disse? Quero menstruar. Perfeito. Existe na teia dos acontecimentos uma versão dela no futuro que é maior e ela não tem dúvida porque ela já entendeu, ela já aprendeu, ela já conseguiu. Então esse é o tão famoso eu do futuro que a gente não precisa de uma inteligência, uma tecnologia quântica ou mística ou qualquer coisa estranha para acessar esse eu do futuro quando você expande a sua consciência e usa a tecnologia humana que você já tem aí. Então esse é o seu do presente e esse aqui é o seu eu do futuro. Existe uma distância de tempo. Aqui tem uma linha do tempo aqui, ó. Certo? Tem a linha do tempo. É você quem decide em quanto tempo você quer isso. Porque alguém vira e fala: "É possível mudar a realidade de uma pessoa em 8 milhões em 15 dias. A realidade de uma pessoa de 8 milhões, ela muda em um dia. Existe um brasileiro que todos vocês conhecem, Aike Batista, já teve na lista dos homens mais ricos do mundo. A realidade dele mudou em um dia, de um dia pro outro. Só que aquele dia foi construído com conjunto de acontecimentos. Assim como aconteceu várias coisas que fizeram ele cair, podem acontecer várias coisas que façam ele subir. Perfeito.

Vamos para o exemplo da pessoa que diz que tem uma dívida de R$ 8 milhões. Quando eu dou a página em branco, ela diz aqui, ó, sei o que eu quero. Isso aqui agora não está mais em branco. O que você quer? Ela vira e fala: "Pagar 8 milhões." Só que isso para ela é impossível. Só que é o impossível de hoje. Impossível de hoje. Tá me acompanhando? Quando você fala que não tá vendo, quando você fala que não consegue ver, você está conversando com Elton? Você está conversando com Ramon, você está conversando com quem? Você está conversando com você mesmo. Eu sou apenas um instrumento seu, uma ideia do seu espelho para te dar aquilo que você busca. Você está conversando com você do futuro, do passado, com você que sabe. Você tá perguntando lá pro seu espelho, ei, como que eu pago 8 milhões? Por que que você tá conversando com você? E eu sou só um instrumento disso. Porque você está ativando essa teia aqui, ó. Você tá perguntando para esse cara, dá para pagar 8 milhões? Ele diz, é claro que dá, porque eu já paguei. Eu sei como pagar 8 milhões, porque eu não tenho uma dúvida, eu tenho a resposta. Então, quando você fala lá pro seu eu do futuro, "O que você tem para mim?" Ele fala: "Uai, pagar 8 milhões". Só que você fala, mas isso para mim é impossível hoje? Aí você pergunta para ele: "Então, o que você quer de mim?" Quando você fala do seu eu do futuro, "O que você tem para mim?" E ele fala, "A cura você consegue desejar hoje". Mas você fala, mas é impossível. Quando você fala pro seu eu do futuro, "Eu quero pagar uma dívida de 8 milhões". Você conseguiu desejar? Se você conseguiu desejar, é porque você viu na sua teia, existe um caminho possível para lá, que hoje o resultado é impossível, mas as pré-quedas são de situações possíveis. Tudo que você precisa fazer hoje para que o seu futuro impossível se torne possível, já é possível. Que que eu tô querendo dizer? Isso aqui para você é impossível porque você não vê o caminho. Eu vou até colocar entre aspas de amanhã. Só que aquilo que você precisa fazer aqui, ó, já é possível. Para você ter a cura, para você ter aquilo que você deu conta de desejar, no caso do colega lá, oito milhões, você não precisa de 8 milhões, você precisa de uma pré-queda. Bem aqui, ó, só uma, para você mudar tudo aquilo que vai mudar. Uma pessoa que está endividada hoje em um emprego no serviço público, sabia que ela já teve opção para sair de lá? E ela disse: "Não, foi aquela decisão que manteve as coisas impossíveis". Então, não existe um impossível que você dá conta de ver e desejar. Não é impossível. Está impossível. Colocar aqui, ó. Impossível. Isso aqui é importante vocês aprenderem. Impossível. Não é impossível. Isso não é impossível. É sim, Elton. Não é. Ele está impossível. Porque um dia ele ficou impossível porque um dia você fez algo que tornou impossível. O que você fez lá atrás que tornou impossível fazer coisas tão pequenas que hoje você chama de impossível? Porque vocês colocaram aqui comprar uma casa, comprar uma casa não é impossível. Ah, eu tô, mas a geladeira para você era impossível, sim, por conta de relações, decisões, de desejos que eu não assumi, dúvidas que eu resolvi, sabe como? Com problema, decisões que eu tomei baseadas em relação e ao invés de desistir daquela versão e talvez até daquela relação, eu desisti de mim. O problema é que toda vez que você roda esse ciclo, no final das contas, você decide desistir de você para ser bonzinho, para não ser do mal, para ser amado, para ficar próximo. Por que que você, no final das contas, desiste de você? Porque você tem uma utilidade inconsciente relacional, porque você ainda está pequeno. Até aqui vocês estão me acompanhando. Quando foi que esse impossível se tornou impossível? Porque existe uma parte pequena desse impossível que é possível e faz ele deixar de ser impossível. A pessoa tem uma dívida de 8 milhões e ela trabalha na empresa do pai dela ganhando R$ 5.000. O que mantém o pagamento dessa dívida em um status de impossibilidade? Não, ela ganhar pouco, ela precisar, preferir e permitir continuar trabalhando com o pai dela, ganhando aquilo, só porque ela não consegue deixar o pai dela. O que torna o impossível não é a jornada, é a decisão de hoje. Tem uma pequena parte hoje que torna qualquer coisa que você der conta de ver possível, porque você tá conversando com seu eu do futuro. O que que você tem para mim? O que você tem para mim é o que você dá conta de desejar. Cara, eu tenho um emprego legal para você. Eu tenho uma oportunidade para você. Aí o espelho conversa de volta. Mas o que você tem para mim? O que você vai fazer aí? Eu do passado. O seu eu do futuro tá perguntando para você hoje o que eu posso contar com você? O que eu posso contar com você? Você tá dizendo: "Ei, futuro, o que você tem para mim?" Ele disse: "Bem, o pagamento da dívida de R$ 8 milhões". Aí você pergunta pro seu eu do futuro. E o que você precisa de mim hoje? De uma única pequena decisão que cabe na sua cognição, cabe nos recursos que você tem. Só que você não tem coragem, você fica no medo, você fica com todas essas histórias justificando o que no fim das contas é só a manutenção da utilidade inconsciente que você tá dando pro seu problema. Tão me acompanhando?

Você diz que quer mudar, você chegou aqui dizendo que estava decidido. Essa é uma conversa entre você e o seu espelho, não é uma conversa entre você e o Welton. Aí você disse que queria mudar rápido, você disse que queria mudar médio ou você disse que queria mudar devagar. Escreve bem aqui embaixo, ó, a velocidade que você decidiu mudar. Elton, posso mudar que agora eu tô com medo. Pode mudar. Qual foi a velocidade que você colocou aqui? Agora você vai respirar aí, imaginar sua conversa com o eu do futuro no espelho. Só que essa conversa, o seu eu do futuro, ele é um pouquinho diferente, tá? Porque ele pagou a dívida ou ele sabe como pagar a dívida porque ele sabe que agora você sabe como entregar alguma coisa para ele. Antes de antes de ontem, se você perguntasse pro seu do futuro: "O que você tem para mim?" Que que ele ia responder? Nada, velho. Não tenho nada, velho. Eu tenho desespero. Eu tenho justificativa. Eu tenho cansaço, eu tenho problema, não tenho nada de diferente para você. Porque de fato não tinha. Aí você veio aqui e aprendeu várias coisas. Você veio aqui e não sabia de nada disso. Então quando você perguntava pro espelho: "O que você tem para mim?" Ele virava e falava: "Ah, é a mesma coisa, pô. Mesmo casamento, mesmo corpo, mesma dívida. E o que você quer de mim?" Aí ele virava e respondia: "Como querer de você? Tem nada para dar. Inclusive, eu sou só você aqui no futuro, igualzinho. Perfeito. >> Domingo você conversava com o seu eu do futuro e ele dizia: "Cara, eu não tenho nada para você". Aí você perguntava pro seu do futuro: "O que você quer de mim?" Ele dizia: "Cara, nada, nada, a gente tá perdido. Tudo que a gente sabe, a gente a gente já tentou. Tudo que você já tentou não mudou. Então, seu do futuro tá dizendo: "Tá igual". Aí você vem aqui e aprende um monte de coisa que você entendeu e que você não entendeu, mas que você viu. Aí você vira pro seu do futuro e fala: "O que você tem para mim?" Aí ele fala: "Uma casa nova, um corpo novo, um marido, filhos". Aí você vira e fala: "Mas como que você tem isso?" Uai, eu descobri como chegar até aqui. Aí você pergunta pro seu eu do futuro, mas como que eu posso chegar até aí? O que você precisa de mim pra gente chegar até aí? Aí o seu do futuro vira e fala: "Você precisa só da decisão de hoje". Não, mas é que eu não tenho dinheiro ainda para sair da casa das da minha mãe. Você não precisa de dinheiro para sair da casa da sua mãe. Você precisa da decisão. Tá, mas se eu decidir alguma coisa vai mudar, vai. Decide aí para você ver. Ah, não vai mudar nada. Seu eu do futuro tá dizendo: "Eu só preciso da decisão. Mas eu não tenho dinheiro para pagar o aluguel. Seu eu do futuro tá dizendo: "Nem vai ser aluguel, trouxa. Eu só preciso que você decida sair daí". Aí você decide sair daí. Aí você vai viver uma pré-queda. Você vai viver uma pré-queda e vai ter um acontecimento sob medida que vai trazer uma confirmação ou uma opção. Se você tava sem opção, o acontecimento traz a opção. Se você tava sem confirmação, o acontecimento traz a confirmação. Você saiu dizendo: "Eu não tenho como sair da casa da minha mãe". Aí um amigo seu te liga: "Ou você ainda toca violão?" "Toco." "Você quer dar aula pro meu filho?" "Quero." "Aí, quanto é o aluguel da KitNET que você precisa?" R$ 450. Quanto vai ser o valor do da aula de violão pro filho do rapaz? R$ 450. Simples assim. Ah, Elton, parece mágica. Não, não é mágica. Não é mágica conseguir sair de onde você está. É consequência inevitável. Não é mágica ou maldição ficar onde você está. É consequência inevitável. Qual é a decisão que te mantém onde você está, que você não toma por causa da pessoa que você está poupando, punindo, unindo ou afastando? Eu não vou decidir sair daqui. Se você não vai decidir sair daí, por que que alguém tem que te oferecer uma aula de violão por R$ 450? Você não vai sair daí, vai oferecer para outra pessoa, tá, Elton? Mas a aula de violão não dá para comprar uma casa com R$ 450, eu sei, mas com R$ 450 você muda aquela relação, muda a sua versão e aí você vai pra outra vontade, só que você vai com outras certezas, porque a última vez que você teve uma vontade, você sentiu dúvida, mas você se lembra do quê? Eu tomei uma decisão de sair da casa da minha mãe, desistir de ficar usando o problema dela ou de ficar usando o meu problema e conseguir uma aula de violão. Que que eu faço para conseguir duas aulas de violão? Que que eu faço para montar uma escola de violão? Mas eu não tenho dinheiro para montar uma escola de violão. Você não precisa de dinheiro para montar um negócio.

Então vamos lá. Porque eu não quero parecer vago, mas o seu saber sabe. A gente só está te lembrando de que você sabe. A ideia que você tem, o desejo que você tem é uma lembrança do caminho que você já percorreu. O seu eu do futuro tá dizendo pro seu eu do passado, que é o presente hoje, ou eu sei onde tem dinheiro pra gente. Aí você vê e fala: "Jura?" Ele fala: "Juro, você só precisa fazer essa parte. Não, mas eu não vou dar conta de tudo. Eu sei, é só dessa pequena parte. É só dessa pequena parte." Então vamos entender quanto ruído tem no seu inconsciente aí que quando chega no seu inconsciente faz você esquecer que sabe ou fingir que não sabe. Aí você virou pro seu eu do futuro e perguntou: "Cara, que que você tem para mim? Eu não quero mais essa vida, independente de quão ruim ela esteja sendo, independente de quão bom ela tenha sido, só sei que eu não quero mais". Veio um desejinho aqui em cima. Eu do futuro, foi você que me deu esse desejo, pô. Foi. Tu tá conversando comigo, foi? Que que tu tem para mim? Tu não trabalha aqui. Então, seu eu do futuro tem uma parada para tu. Beleza? Daqui 5 anos tu trabalha aqui, te eu do futuro sabe por que você tá aqui. Aí você vira e pergunta: "Tá, eu sei o que você tem para mim." É o que você chama de impossível, tá gente? Você chama de impossível um filho, pagar as dívidas, transição de carreira, você chama de impossível. Eu do futuro falou: "Não é possível, não é impossível não, pô. Eu achei um caminho, inclusive eu só tô te mostrando essa foto porque eu sei o caminho." Aí você fala: "Mas eu não sei como chegar até aí". Aí ele disse: "Eu sei". Aí você pergunta: "Tá bom, eu já sei o que você tem para mim". Aí qual vem a outra? Qual é a outra pergunta que vem? Que que você precisa de mim hoje? Então, o seu eu do futuro nunca vai te pedir hoje aquilo que você não pode fazer. Aquilo que para ele é possível, para você é impossível. Só é impossível porque você não juntou todas as partes que são possíveis. Aquilo que ele te disser, hoje você precisa fazer tal coisa, nunca vai ser impossível. Agora eu expliquei aquela frase que eu disse lá de trás. Beleza?

Pensando no teu, nessa troca de ideias aí do teu eu comigo, que na verdade não é você, sou eu. E estamos conversando, não sou eu com você, é você consigo mesmo. Pense rápido em um número de um a cinco, rápido. Pensou? É esse número não mude, não questione. OK? Pensou? Você vai pegar a sua folha, coloca aqui no chat qual foi o número. Você vai colocar qual foi o número e qual é a sensação física que você tem nesse momento. Beleza? Do lado da velocidade, você vai colocar aqui, ó, a sensação, tá? Você vai colocar bem assim, ó, S1 e S2. S1 é a sensação que você já teve. Coloca aqui a sensação que você já teve. Você vai fazer agora um risco entre o X e o número que você colocou. Por exemplo, se você colocou número um, você vai fazer um risco assim. Se você colocou número quatro, você vai fazer um risco assim. Se você colocou número cinco, você vai fazer um risco assim. Certo? Perfeito. Gente, esse papo tá fazendo sentido para vocês? Porque aquela coisa mais beabá tá no protocolo, tá no marca-passos, sabe? Aqui a gente tá num lugar mais amplo. Perfeito. Então assim, você preencheu sua ficha, vai rapidinho ali, entra para a Aliança Divergente, você pode parcelar, pode fazer no boleto, tem 15 dias de garantia e tá tudo certo, tá OK? Você vai fazer um risco aqui, ó, do X para o número que você colocou. Se foi três, você liga pro três. Se foi cinco, você liga pro cinco. Se foi um, você liga pro um. Alguma dificuldade aqui? Não, né? Perfeito.

Que que você vai fazer agora? Você vai separar a parte de dentro e a parte de fora. Não risca o seu papel, só eu que vou riscar o meu para você entender, tá? Vamos supor que você colocou aqui no três. A parte perto do X é dentro, a parte perto das sensações é fora. O que que você vai fazer agora? Na parte de dentro, na parte de dentro você vai anotar tudo de bom que você ouviu, sentiu, pensou e desejou quando ouviu o que nós falamos no resgate. Que que você sentiu, que que você desejou? Que que você viu de bom no que você ouviu e quando você ouviu? Então, eu senti esperança, eu senti verdade, eu me senti viva, eu Vai colocando aí, não precisa escrever aqui pra gente, tá? Se concentra você na tua folha de papel aí, tá? Você na tua folha de papel aí. Tudo sem filtro. Se for pouca coisa, coloca pouca coisa. Faz aí, faz aí, faz aí. Não importa onde tá o risco, viu? Não importa se o risco tá deixando, se tá no um e tá pequeno, se tá no cinco, tá grande. Não tem o certo e o errado aqui. Agora o seguinte, do lado de fora você vai colocar tudo de ruim que você pensou no que ouviu, pensou sobre o que ouviu, pensou sobre quem falou. Ah, esse cara é isso. Ah, isso aí não funciona. Tudo que você sentiu, medo, preguiça, desistência. Qual parte é maior? A de dentro ou a de fora? Aí você vai olhar só o risco, tá? Se o risco tá no um, a parte maior é a de fora. Se o risco tá no cinco, a parte maior é a de dentro. Agora vem, qual é a parte mais cheia? Quem tá no no três não tem maior e menor, tá? Qual é a parte mais cheia? Quando eu digo cheia, a quantidade de coisas que você colocou, a de dentro ou a de fora. Legal. Você vai olhar pra folha, pensar na parte de dentro, pensar na parte de fora. Olha pro X, olha pro número. Olha pro X, olha pro número. Olha pro X, olha pro número. Eu vou falar dois números, você vai escolher um deles bem rápido, OK? Escolha rápido entre zero e seis rápido. Não fica tentando pensar no que é o certo. Só escolhe zero ou seis. É só zero ou seis, viu? Zero ou seis. Não é entre zero e se zer ou seis. Zero ou seis. Feito. Zero ou seis. Escolheu o número, foca no número. Se você escolheu o zero, foca no zero. Se você escolheu seis, foca no seis. Agora, valendo, qual é a sensação que vem? Como você se sente quando pensa nesse número, quando se conecta com ele? Essa sensação você vai colocar na sensação dois aqui embaixo, ó. Legal. Independente do tamanho, independente do tamanho do que tem dentro e do tamanho da parte dentro, do tamanho da parte fora, se você escolheu o número zero, você passa mais tempo hoje conectado com o que você colocou aí dentro. Se você escolheu número seis, você passa mais tempo conectado com o que tem aí fora, com ruído, com bagunça, porque o que você pensou e lembrou sobre mim ou sobre o Ramon ou sobre a nossa proposta sobre qualquer coisa, não é sobre mim, é sobre você. O que te representa mais, o que tá dentro ou o que tá fora, é isso que te impede de tomar a decisão só pela sua própria vida. Você tem duas sensações. A sensação um é quando você olha pro eu do futuro e pergunta o que você tem para mim. A depender dessa sensação, você vai diagnosticar a sua dificuldade de ver algo bom no seu eu do futuro ou de acreditar algo bom no seu eu do futuro. E quanto mais você duvida, menos você vê. O que você sente quando você olha pro seu eu do futuro, tá aqui nessa sensação. Vamos lá. Repetir, quem escolheu zero é porque passa mais tempo conectado com o que tem dentro, independente do tamanho dessa divisão aí, OK? Essa divisão é o tamanho da sua capacidade de se conectar com o inconsciente coletivo, certo? Tem gente que se conecta pouco. Ele colocou o número um. Só que ele colocou o número um, tem pouca coisa ali dentro, mas ele escolheu o número zero, porque ele é representado por aquele pouco que ele acessa. Ele acessa pouco, se conecta pouco, tem uma consciência pouco expandida, mas ele passa mais tempo conectado com aquela consciência. Então, se ele colocou ali, eu senti prosperidade, sabedoria, liberdade, ele tem uma consciência pouco expandida. Porém, isso é uma verdade para ele. Ele só sabe que sabe. É aquele cara que ninguém tira a paz dele. Você fala: "Você ensina paz?" Ele fala: "Eu não sei ensinar paz, eu só tenho". É aquela pessoa que é leve, a consciência dela é expandida, ela sabe pouco sobre todas as coisas, ela se conecta pouco. Por exemplo, eu sou um cara que me conecto muito, eu escolheria o cinco aqui, só que eu escolheria o seis. Apesar de me conectar muito, acessar muita coisa, eu passo mais tempo conectado com o que é de ruim, com ruído. Tá me acompanhando? Então, por isso que quando eu olho pro meu eu do futuro, eu sinto dúvida, eu sinto descrédito, entende? Mas quando eu olho pro meu eu do presente, que é o meu eu do futuro perguntando, quando eu viro para ele e falo: "O que você tem para mim?" Ele fala: "Eu tenho um universo de possibilidades. Eu tenho um lugar na história da humanidade, eu tenho uma construção incrível. Aí eu sinto o quê? Dúvida, descrédito. Eu do futuro, mas você no futuro vai ser eu, E eu sei quem eu era no passado. Não vai dar para chegar aí não, pô. São os registros que eu tenho no meu inconsciente, que não é só meu, é de todos vocês, mas que quando se materializa é meu. Aqui é o seguinte, galera, quem pegar pegou, quem não pegou vai pegar por osmose, tá? Vai pegar dormindo depois. Só que quando eu olho pro meu eu do presente, meu eu do futuro fala: "Velho, tu vai ganhar o mundo, tu vai ganhar o Nobel, velho". Aí eu ponho a medalhinha no bolso e falo isso na live. Eu ponho a medalhinha no bolso e falo isso na live porque eu duvido ou porque eu acredito? Porque eu duvido. Quando eu duvido, eu ponho a mão no bolso, falo: "Que é essa?" E é a medalha, rapaz. Será que essa medalha vai virar verdade? Aí eu me conecto com a dúvida. Não tem problema você duvidar. O problema é você não se conectar com a dúvida. Aí eu falo: "Tá, eu duvido. Aí eu faço um áudio. Aí no outro dia os aliados estão lá no meu direct. É só questão de tempo. O Nobel é seu". Aí eu entro na parte do impossível. Só questão de companhia, eu diminuo meu ruído, aí eles me jogam lá para dentro da parte boa. Você é genuíno, você é verdadeiro, você mudou minha vida. Legal. Então, do um ao cinco é o quanto a sua consciência é expandida. Zero ou seis é o quanto tempo você passa conectado com isso. Tem gente que já viu o universo, mas recortou numa história religiosa, recortou numa vivência terapêutica e tudo aquilo que ele viu ficou recortado em algo que no fim das contas tá do lado de fora. Ele não consegue encarar.

Aquilo que ele viu, não consegue encarar. O que ele sabe, não consegue encarar. O que deseja, não consegue encarar. O que sente, não consegue encarar. O que acredita.

Porque, apesar de ter se expandido, tem uma conexão com o que tá fora. Por isso que, por exemplo, tem muita gente que é médium, por exemplo. Tem muita gente que tem uma sensibilidade genuína. Tem muita gente que tem uma consciência que você fala: "Mano, esse cara não é desse universo". Mas você olha a vida dele, é uma porcaria, porque ele tá conectado com o que tá fora. Aquilo que ele materializou é o que foi ruim.

E aí vem toda a técnica explicando relacionalmente. É uma pessoa que olha o universo, é uma pessoa que tem visões, é uma pessoa que tem percepções, tem uma sensibilidade incrível, mas a vida dela é uma porcaria, porque quando ela se conecta com o que tá fora, ela é gigantesca. Mas quando ela materializa, ela vira e fala: "Meu casamento é ruim". E aí, ao invés de encarar o usar o que ela sabe, para encarar o que tá ruim, ela foge para o que ela sabe.

Aí é aquele povo que precisa tomar remédio de 15 em 15 dias. Numa semana tomar ayahuasca, na outra semana vai pro centro espírita, na outra semana, sei lá o quê. Para quê? Para viver fora. Por quê? Ela está conectada com o que é ruim. Ainda que o que é ruim seja a menor parte.

Aí, olha que louco. A sensação dois é aquilo que você sente quando você responde ou quando você pergunta pro seu eu do futuro: "O que que você precisa de mim?". Olha que louco. Quando eu falo com o meu eu do futuro: "O que que você tem para mim?", ele fala: "Tudo que eu tenho, eu sinto um cagaço gigantesco." Desculpa a expressão, um medo absurdo.

Mas quando eu viro pro eu do futuro e ele pergunta: "O que que você tem para mim?", eu falo: "O que você quiser, irmão. Eu meto louco. Eu xingo, faço live, eu enfrento o mundo, eu desenho umas paradas muito loucas. Conta comigo." Ou seja, o meu eu do futuro pode confiar muito mais em mim do que eu confio no meu eu do futuro. Logo, quem está atrasando o processo? Meu eu do presente.

Onde eu atraso o meu processo? Aqui, ó, nesse ciclo aqui, ó, de desejo, dúvida, decisão e desistência. Eu demoro, sabe para quê? Para desejar. Sabia? Ah, mas você parece o bichão. Galera, que a gente tá entre aliados, tá? Você tem todo o direito de chegar e falar assim: "Não vou contratar esse cara não, porque ele ainda tem coisas para resolver, então não compre, porque eu tenho muita coisa para resolver e preciso estar aqui para resolver". Só que a diferença é que eu sei que tenho para resolver, sei o que dá para resolver, sei como resolver, sei onde resolver e tô aqui para resolver.

Então, eu demoro para desejar. Quando eu desejo, a minha dúvida cresce muito, porque eu sou um cara que duvida muito de mim. Elton, por que que você é arrogante? Porque eu falo daquele jeito. Não é para te convencer, é para me convencer. Porque eu sei que se eu não falar daquele jeito, eu não vou falar. E se eu não falar, ixe, aí eu vou ficar para trás de mim mesmo. Tá me acompanhando?

Aí é o meu padrão de comportamento. Eu demoro para desejar. Quando eu desejo, minha dúvida cresce muito e quando eu consigo decidir, eu meto louco. Foi o que eu fiz no plano perfeito. Rapaz, se eu não aproveitar essa janela de decisão, ela vai passar. Então, eu sou o cara que prefere decidir com estragos do que os estragos de não decidir. Entendeu?

Ah, Elton, você faz as coisas, você mete o louco, você chuta o pau da barraca. Eu chuto. Quando eu sei que a minha dúvida tá crescendo e eu vejo uma oportunidade para decidir, eu decido na hora. E como é que eu encontro a oportunidade para decidir? Repete comigo: pré-queda. Vem uma pré-queda. Eu ia fazer de um jeito, o trem tá diferente. Eu falar: "Hum, tá na hora".

Ai, mas não. Eu nem ia conversar com os meus sócios. Mas ela me ligou. Não era para ela ter me ligado. Ela me ligou e falou: "O quê? Vou decidir agora. É essa janela, é essa janela, é essa janela." Só que quando eu vou decidir, eu sinto paz, eu sinto confiança, porque é esse o momento de conexão perfeita entre o eu de hoje, menor e pequeno, com o de amanhã, maior e completo.

Nós temos um ambiente com conceitos, filosofia e tecnologia e ferramentas para dar para você a vida que você der conta de querer. Você não vai querer uma vida que você não pode ter. Olha o que que vocês estão chamando de impossível. Aí vocês estão chamando coisas simples e pequenas de impossível.

Então, o seu termômetro entre o seu eu do futuro e o seu eu de hoje é a sensação de cima ou a sensação de baixo. O que que você sente quando você olha pro futuro? A sensação de cima. O que que você sente quando o seu futuro depende do seu presente? A sensação de baixo.

Então, sobre o que que é aliança divergente, cara? É sobre isso. Não é só sobre expandir a sua consciência, mas é sobre fazer você aproveitar isso na sua vida. Não é só sobre fazer você aproveitar a vida, mas é também sobre expandir a sua consciência. E eu vou te falar, eu fiquei muito bom nisso e quero te apoiar com isso também. Ah.