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O Jogo da Reforma #4 - Como a Novus Contabilidade está se preparando para a Reforma em 2026

e-Auditoria58:51

Transcription

Bom dia. Bom dia, contadores, contadoras. Bem-vindos a mais um jogo da Reforma. Hoje teremos um convidado muito especial, muito ilustre, já vou apresentar para vocês, tá? Quero desejar aí, sejam bem-vindos a todo mundo que já tá assistindo a gente.

Já vou adiantar aqui, tá? O nosso chat tá aqui para você colocar perguntas. Coloca aqui se você já é cliente, se você ainda não é cliente da ea auditoria. Coloca aqui se você estava com a gente na semana passada, como tem sido aí reforma tributária pro seu negócio, tá? A gente quer interagir, a gente quer tirar as dúvidas de vocês. Então assim, não deixe de comentar aqui no chat, tá?

Já vou apresentar para vocês o Antônio. Seja muito bem-vindo, Antônio. É uma honra, é um prazer ter você aqui com a gente. O Antônio, gente, é da Novos Contabilidade. Eu notei aqui, ó, tem 35 anos de escritório, né, de experiência aí na área contábil, mais de 500 clientes, tá? Pessoal, um escritório enorme que tem muito sucesso e hoje tem 60 funcionários, vai tá aqui pra gente conversar com a gente, conversar com a gente sobre reforma e sobre como a novas e como o Antônio tem se preparado. Seja muito bem-vindo, viu, Antônio?

>> Taís, obrigado. Quero agradecer a você, a auditoria, pela essa oportunidade de estar trocando essa ideia, né? De repente orientando alguns contadores que a gente sabe que nem todo mundo está se preparando, né? Eh, a gente fala aí, cliente não está se preparando e o contador também não está se preparando, tá? O que está acontecendo nesse país agora é uma das maiores mudanças tributárias dos últimos 35 anos. Eu vejo falar em reforma tributária desde que eu comecei.

>> É verdade.

>> Que a gente vê falar em reforma, em mudança tributária. Então é isso, eu estou aqui para poder contribuir e ajudar. Tá joia?

>> Bacana. Bacana. A gente vai conversar um pouquinho, tá, pessoal? Tá, Antônio sobre reforma tributária, como sobre como a novos têm se preparado, né? Eh, eu queria que você compartilhasse primeiro, né, como que vocês estão, né, assim que vê, né, reforma, você comentou, Thaís, tem desde tem 35 anos que a gente está ouvindo falar sobre reforma, sobre ter uma mudança aí no setor tributário. Como que a reforma hoje já tem impactado a rotina de vocês lá no escritório?

>> É, que que que tem acontecendo? A gente montou um comitê gestor da reforma, tá? Que ela é composta por quatro funcionários. A gente tirou quatro funcionários da operação e está por conta da reforma, estudando a reforma. Hoje essas meninas estão dando aula de reforma tributária, tanto que estudam, tá? Então a Novos está bem preparada para para o que está vindo aí.

>> Legal. Porque assim, igual eu te falei,

>> a reforma eh há 35 anos que eu vejo de falar de reforma e ela é necessária,

>> é uma mudança que tem que ocorrer. É impossível hoje a gente trabalhar, né, do jeito que está hoje o país.

>> Uhum.

>> Cada estado você tem uma legislação, cada município você tem uma legislação, então fica inviável. Sim.

>> Então assim, eu como contador eu estou na expectativa disso,

>> tá? Uhum.

>> Eh, para a gente poder ajudar os clientes a crescerem, a vender para outros estados, disputar mercado, exportar, importar.

>> Isso.

>> E aí você trouxe um ponto, Antônio, que, né, nem ia comentar isso agora, mas já que você está comentando sobre como que o contador ele ele interfere realmente no negócio do cliente, né? A gente está aqui no jogo da reforma, esse deve ser a nossa quarta ou quinta sessão. E a gente tem falado muito desse papel consultivo, de como que o contador e como que a contabilidade ela pode sair do lugar totalmente eh escondido da rotina do empresário para ser realmente, né, protagonista do sucesso dele. Quando você fala, Thaís, a gente alertar o cliente, mostrar, cara, a gente não vendia para outros estados, vamos começar a vender para outros estados. Eu vejo que, né, a gente segue vocês nas redes sociais, a gente vê, né, o quanto que vocês como Novos se preocupam com isso de realmente ser estratégico na rotina do cliente. Vocês são uma contabilidade que não só mandam guia pro cliente, vocês participam realmente da rotina da empresa, né?

>> É, a gente já está nessa pegada aí consultiva, né? A gente saiu desse modelo de guia já faz um bom tempo.

>> Uhum.

>> Né? A nossa pegada é é muito construtiva, tanto que eu criei o setor tributário dentro do meu escritório com essas quatro meninas, né?

>> Por quê? Para a gente realmente entregar. A gente entendendo, né, que a reforma tributária pode ser um divisor de águas para muitas empresas, a gente está levando isso muito a sério.

>> Legal.

>> Ah, muito a sério, B, porque a empresa que adotar o caminho errado, ela vai quebrar. A margem já não está alta. Hum.

>> Na hora que a gente começa a conversar com os clientes, a gente vê como é que está apertada a margem, a margem de lucro.

>> Uhum.

>> E aí, se você toma um caminho errado, quebra a empresa.

>> Então, aquela fala que o contador quebra empresa, te falar, é verdade, ele quebra a empresa.

>> Nossa, legal. E hoje os seus clientes com a reforma, Antônio, eles começaram a acionar mais o escritório?

>> Tá. Isso é um grande problema, porque o cliente ele fica na inércia, ele fica parado.

>> E ele ele ele ainda não deu conta, embora, né, no escritório a gente está fazendo live, a gente fez um evento presencial na semana passada ou semana retrasada, né, a gente está com movimento muito forte através desse grupo, nós quatro quatro pessoas, né, do das 500 empresas que a gente tem, eu acredito que a gente tenha atingido aí 100. Então, o que que é a minha conta? Está faltando 400 pessoas para a gente atingir. Que que a gente vai começar a fazer? Ligar para todo mundo.

>> Ligar para todos os clientes.

>> Entendi. Gente, olha o movimento que o Antônio fez.

>> A gente falou aqui, né? São 500 clientes hoje no escritório. Eles fizeram um evento, tá, com essa base de cliente para falar sobre reforma e para mostrar que vocês estavam preparados para atendê-los com o assunto de reforma tributária.

>> Isso. Isso mesmo.

>> Tá, a gente tem uma facilidade porque a gente tem um auditório dentro do escritório, né?

>> Então assim, a gente tem essa facilidade. A gente usa o auditório hoje é para 60 pessoas,

>> né? Então, nesse evento presencial a gente colocou

>> em torno de 50 pessoas lá, tá? De uma base de 500, tá bom? 10%, tá? Tá, tá excelente. E o restante agora, os 400, a gente vai começar a ligar, ligar informando como é que vai ser pro ano que vem, as empresas do presumido e real, né, que já começa a destacar na na o IBS, o CBS, informando o pessoal do Simples que a partir de setembro, outubro do ano que vem a gente tem que fazer opção pelo regime regular ou não. Então, a gente vai trabalhar isso com nossos clientes,

>> né? Isso aí se faz necessário para poder valorizar nosso trabalho e não deixar que outros contadores entrem,

>> tá? Então a gente faz uma barreira de entrada, porque na hora que alguém chegar ali e falar: "Você está sabendo de reforma?" Não, meu contador já conversou, então a gente consegue fazer uma barreira de entrada nisso.

>> Sim. Nós fizemos uma pesquisa, Antônio lá no escritório

>> que com o escritório de contabilidade para entender se eles já tiveram clientes abordados por consultores externos. E o número que a gente conseguiu foi sete. Em cada 10 escritórios de contabilidade já tiveram clientes abordados por consultores externos. Então assim, o ponto que você está trazendo de Thís, esse movimento, esse evento, eu trazer o cliente para perto faz com que eu blinde a minha carteira para que se alguma empresa externa, se algum escritório de contabilidade, se algum advogado, algum consultor tentar penetrar naquela empresa, ele vai falar: "Não, pera aí, não. O Antônio lá do meu escritório, do meu contador, ele já me falou, eu fiz uma reunião, ele já está me preparando, ele já me mostrou o impacto que a reforma vai ter pro meu negócio." Então assim, gente, isso é uma pauta que a gente vem falando, Antônio, todos os dias aqui, toda terça-feira, 11 horas, a gente tem batido nessa tecla, porque é tão difícil conseguir um cliente, né, Antônio, é caro, é difícil você conquistar um cliente. Você tem hoje uma equipe comercial para isso, né?

>> Car, temos, eu falo o CAC hoje, que é o custo de aquisição do cliente, ele sai quase R$ 5.000 por cliente. A gente tem esse número lá, isum,

>> né? Então assim, reter é muito importante, buscar é importante, mas reter sua carteira de cliente é muito mais importante.

>> Sim. Sim.

>> E está me lembrando um caso, Thaís. Ontem eu conversei com uma pessoa que me procurou, Samuel. Eu sei que é de cidade cidadezinha perto aqui. Eu não sei da onde que é não.

>> Mas esse cara me procurou porque o contador dele até esse momento não tinha falado de reforma com ele. Ele estava muito inseguro. E como ele já tinha ouvido falar da gente, ele me procurou, né? e ele está trazendo a conta dele por questão de reforma tributária. Então esse contador está perdendo o cliente

>> porque não parou para conversar.

>> É isso.

>> É isso. É blindar a carteira de cliente. Antes de buscar eu tenho que blindar a minha. É isso que a gente está fazendo a Novos hoje. Nossa preocupação é isso, levar levar informação pro nosso cliente. Como é que eu faço isso, Thís? Olha que interessante.

>> Que que eu penso? O os meus 400 clientes não foram. Tá bom. no prestigiário, tem essa situação toda. Mas eu falo o seguinte, o interesse é de quem?

>> É do meu cliente ou interesse é meu? Eu busco, o interesse é meu. O interesse é meu. E aí nós vamos se empenhar para isso, dividir equipe para poder a gente conversar e igual essa equipe que eu tenho de quatro pessoas da do setor de inteligência, nós vamos dividir as quatro meninas, cada um fica com 100 empresas, pronto,

>> tem que dar conta.

>> Isso,

>> é ligar e explicar um pouco, né? o pessoal do Simples deixar tranquilo que é só para agosto,

>> né? E trabalhar agora mais perto o pessoal do presumido real.

>> Sim,

>> é isso que a gente faz, é blindar a carteira o tempo todo.

>> É isso. Então, ó, para você que está assistindo a gente, né, e olha pro seu escritório, olha pras pessoas que você tem aí na sua, né, que trabalham para você, dedica alguém, né, Antônio, porque não dá para fazer tudo também, né? Às vezes a gente quer que a pessoa faça as rotinas, envie ped, confira, faça auditoria, olhe para reforma, não dá para fazer tudo também. Então essa organização é importante, né? Mas vamos pôr meta por dia. Eu tenho que ligar para quatro clientes todo dia. Chega no escritório, liga para quatro clientes. Pronto, no final do mês, se eu tenho 22 dias, é o volume de gente que a gente já tem. É só isso. É os pequenos passos que a gente consegue chegar lá.

>> Exatamente.

>> Mas só que tem muita gente que não tem planejamento, não sabe mapear serviço, aí fica apavorado. Não, pega alguém ali, fal, gente, vamos ligar quatro, quatro clientes todo dia, 15 minutinho, cada ligação no máximo. Não vai gastar mais do que isso.

>> Sim,

>> né? Uma hora de ligação todo dia, eu resolvo o problema da da do meu cliente, da minha carteira.

>> Sim.

>> Entendeu? É isso.

>> É isso, gente. Então assim, blinde sua carteira, ligue para os clientes, fale com eles que você está preparado para, né, para falar sobre reforma. A gente tem falado aqui de ferramenta. Ah, mas não tem ferramenta, não tem como eu fazer isso. Aí auditoria tem. Então assim, não é falta de tecnologia, né Antônio. Antes era, antes ficava difícil fazer muita coisa. Hoje em dia tem tecnologia para isso, tem como fazer.

>> Hoje, hoje está fácil. Hoje, nossa senhora. Para que que pr eu comecei há 35 anos, não tinha nem nem celular na mão. [risadas] Hoje é muito fácil. Senão que eu vejo esse mundo do jeito que está hoje, né? Com robô, com IA. Isso está muito fácil para trabalhar, Thaís. Nossa,

>> não está não. Não tem motivo mais para não fazer, né? Não, não, não tem motivo para não entender de lei hoje, de não entender o que que a reforma está trazendo, né? Tanto que já se fala em reforma, você nem fazer de curso de reforma mais que a gente já, as redes sociais já trazem isso,

>> né? Então é, está muito simples em atualizar.

>> Uhum.

>> Entendeu? Muito fácil. Não é motivo.

>> Não é motivo. E já que a gente está falando um pouquinho, Antônio, sobre concorrência, sobre você blindar sua carteira, né, do mesmo jeito que um cliente, né, ele foi até você porque o contador não prestou assessoria devida, você tem um time comercial hoje que faz prospectão, que vai faz prospecção e que vai buscar empresas que não estão assessoradas. Qual que é a mensagem que você daria para esse escritório assim que está com medo da concorrência, que está, ai meu Deus, amedrontado, o que que você acha que ele tem que fazer? para realmente se preparar e não perder o cliente.

>> É, a primeira coisa que tem que preparar é vamos pensar de imediato, apagar o incêndio, que é reforma tributária.

>> Uhum.

>> Tá. Primeiro caso é esse, ligar para todo mundo, falar: "Cara, nós estamos preparados aqui. Tiver dúvida, me ligue", né? Primeira coisa é isso, Taís.

>> Tá?

>> A segunda coisa aí que a gente pensa, né? Porque hoje eu tenho um time comercial, né? Eu faço comercial da minha empresa também, né? esse contador começar a fazer um comercial, começar a visitar empresas, está no Instagram, postar alguma coisa que a gente vê hoje também que ninguém está fazendo isso.

>> Sim, sim.

>> Tá. É um trabalho a mais. É paro para gravar, paro, dá um trabalhinho, dá, mas é negócio,

>> dá retorno, né?

>> Dá retorno. É negócio isso,

>> né? Montar um time comercial às vezes é mais complicado um pouco, não é tão fácil, mas o próprio contador fazer o comercial, aí é tranquilo, ele não depende de ninguém.

>> Uhum. Uhum.

>> Só depende dele,

>> sim,

>> né? De estar nos eventos, né? Está aqui no podcast desse. Então é isso,

>> sim.

>> É a marca mesmo, né, Antônio, igual você falou, Taís, o Samuel, ele procurou a gente, provavelmente você é uma referência, ele pode ter pesquisado, ele pode ter perguntado para alguém: "Ah, estou precisando de um contador que saiba sobre reforma". Alguém falou assim: "Ah, tem o Antônio lá da Novas Contabilidade." Então, assim, a marca e a autoridade que você coloca para aquele trabalho realmente dão retorno para você,

>> né? No caso Samuel, realmente foi indicação, foi esse nível. Ele perguntou alguém, alguém me indicou,

>> né? Nem nem entrei muito detalhe com ele, não. Ó, vem embora, vem. É isso, né? Então, eu sei que é indicação, porque a gente faz esse esse indicador no escritório, da onde que vem um cliente, né? E outra coisa

>> na muito interessante, né? Na hora que você passa a conversar com o cliente, você dali você tira indicação.

>> Uhum.

>> Tá? O cliente lembra de você, então ele está sempre indicando. Então o volume de empresa que a gente tem hoje no no escritório é por indicação.

>> Sim,

>> indicação. As pessoas indicam muito.

>> Que bacana. Que bacana.

>> Dá muito mesmo. Então a gente tem um volume muito bom hoje.

>> É pelo trabalho bem feito, né, Antônio.

>> É isso,

>> né? Você quem você não segue ainda novos contabilidades no Instagram, né? Tem o Antônio. Eu estava vendo, né, a quantidade de postagens que vocês fizeram sobre reforma tributária. Eu vi uma postagem que vocês fizeram de um treinamento com time e aí como olhando assim, né, porque você tem hoje 60 funcionários, né, Antônio, eh desde que o assunto reforma, desde que já tem os anexos, as leis todas, vocês já começaram a preparar o time do escritório para saber sobre reforma e para saber conversar com o cliente sobre reforma tributária?

>> Isso, nós já estamos estudando a reforma há muito tempo,

>> né? Na verdade, tudo que a gente faz no escritório é muito bem feito,

>> né? Lembra aí o os speds quando começou lá atrás, hoje é uma realidade. O eSocial também hoje é uma realidade. O eSocial desde o início também a gente começou a trabalhar com eSocial e você tem contador que ainda não faz, tá? Você acredita isso,

>> né? É isso. E a reforma não está sendo diferente desse caminho. A reforma a gente já está estudando há bastante tempo,

>> né? Para trazer essa tranquilidade para a gente, né? Eh, para nós e para os clientes. Você falou questão de treinamento aí. Eh, então é importante, toda equipe está alinhada, toda equipe, desde a recepção, tá, a a funcionário de operação. Isso é importante, tá? Está sabendo o que que está falando, né? Se alguém liga para o escritório, eu quero falar sobre reforma tributária. A recepcionista tem que entender para onde que ela tem que direcionar esse assunto.

>> Ela tem que saber o que está acontecendo. Então, a gente tem parado o time, tá? Fala aí, volto outra vez. A gente tem a facilidade do auditório, do espaço.

>> Uhum.

>> Mas não é motivo da pessoa parar no espaço dela lá e fazer.

>> Uhum.

>> Legal. Não, não pode inventar desculpa. Ah, eu não tenho um auditório, não vou fazer. Não. Para na operação e trabalha 15 minutos, troca ideia ali de 20, meia hora. Aí é tranquilo. Dá para fazer.

>> Sim.

>> Tá.

>> Não inventa, desculpa, pega e faça.

>> Sensacional, Antônio. Sensacional. Então, pelo que você está me dizendo, vocês têm hoje uma rotina, né, tanto de treinamento com time, de atualização, quanto os rituais que vocês fazem, né, de pá, vamos parar aqui um, vamos falar sobre reforma, né, eh, sobre uma alguma norma nova, vocês param o time, alinham, treinam desde a recepção até todo mundo que vai ter atendimento a cliente.

>> Thís, olha a situação. Eu estou com 35 anos, então já passei por várias situações, cursos, a gente tinha pouco acesso a curso. A gente ia para São Paulo, ia para Rio, ia para BH, pagava as pessoas para virem de fora dar curso, né? Então, no mundo que a gente está hoje, eu compro um curso por R$ 600, R$ 700, R$ 1.000 e ponho lá para 60 pessoas fazerem. Está muito fácil. É

>> isso volta a facilidade que a gente está hoje. Para quem já passou o aperto que eu passei, né, para aprender que a gente não tinha jeito, onde que a gente aprendia as coisas? Era na COAD que o sistema de só tinha ela, né?

>> Ou indo na Receita Federal, no plantão fiscal da prefeitura da receita do estado da prefeitura. É ali que a gente aprendia. Hoje não, você tem milhões de facilidade, então não pode arrumar desculpa.

>> Sim.

>> Tá. É assim que eu trabalho hoje.

>> Sim. Pega e faz, né, Antôni?

>> Pega e faz, resolve. Põe a tô com a Brenda me ajudando também. Vamos lembrar da Brenda. É no PJ tá aqui hoje, né?

>> Mas a Brenda na área da gestão, a Brenda é minha filha, né?

>> E então me ajuda muito em termos de processo, de gestão, mapeamento de processo, organização da da dos processos. Então assim, a coisa fica muito fácil. Uhum.

>> Né? Organizando, planejando, fica top.

>> Sim. E uma dúvida, ô, olhando assim, Antônio, para a rotina realmente fiscal do escritório, né? A gente sabe que hoje com IBS, CBS, entra Class Trib, entra novos códigos, entra mais uma burocracia. Eh, como que na rotina de vocês vocês têm se preparado realmente para poder atender, tipo, parametrização de RP, acompanhamento com cliente? Como é que está sendo isso? A parte fiscal?

>> É, nós estamos aguardando a auditoria aí, né? Né, Thaí? Eu estou aguardando.

>> A gente vai liberar pro Antônio.

>> É. Ô Fred, eu estou hoje eu estou substituindo você aqui, meu parceiro. Vamos lá. Vou fazer aqui seu pit aqui. Nós estamos aguardando auditoria aí. Me libera lá para a gente poder rodar, cair. Vai ficar muito fácil, né? Já estou sabendo que a gente vai ter o lote acho que de 500 empresas, né?

>> Isso por mês.

>> É isso aí. Vai ficar muito fácil.

>> Sim. Sim,

>> né? Então aquele trabalho manual que a gente tinha que tinha que olhar código pro código, NCM pro NCM. Aí a auditoria vai resolver esse problema nosso vai resolver.

>> Exatamente.

>> Vai ficar fácil

>> isso aí,

>> entendeu? Vai tudo mastigado pra gente.

>> Isso aí

>> é isso

>> o que o Antônio está falando, pessoal, é que hoje, né, a gente sabe que vai entrar C class Class Trib, né, tudo que você tem que parametrizar

>> através da auditoria, né, a gente mostrou aqui na semana passada com Fred, você vai conseguir carregar os seus códigos de NCM, uma planilha no Excel ou pelos pelos XMLs ou pela FDCMSPI. carrega dentro da plataforma e a gente já vai trazendo para sua equipe, seu ficar feliz, entendeu? Fazer em tempo record de BS, CBS, alíquota, o que que tem redução, o que que não tem, percentual de compra do Simples Nacional, porque a gente sabe que o simples vai ter impacto também.

>> Vai, vai ter.

>> Então assim, é toda essa rotina que é complexa mesmo, né, Antônio, de fazer.

>> Agora, como é que a gente faz isso dentro da operação com o cliente? Legal. O que que a gente tem? Eu ofereço cliente, tá aqui tudo prontinho, reclassifica aí, pede o cara do sistema para ajustar.

>> Uhum.

>> Ah, o cara não não faz. A Novos faz a Novos presta esse serviço também.

>> Uhum.

>> A gente tem gente para poder ajudar o cliente lá na ponta, tá? Acertar o sistema dele. Então é outro diferencial nosso, tá?

>> A gente tem que ir para isso.

>> Então o cliente nunca agarra.

>> Sim. E aí tem outra coisa que eu já ia puxar para você aqui agora, tá? Quais os serviços realmente que eh você consegue oferecer agora que você acabou de falar, né, com a reforma tributária, se o cliente não está parametrizado, eu ofereço esse serviço, eu parametrizo para você, eu refaço, a eu faço a nova classificação. Então, hoje vocês usam realmente a contabilidade com vários serviços que vocês oferecem de acordo com a necessidade do cliente.

>> Isso. A gente tem uma grande dificuldade aí, porque o cliente ele ele enxerga a contabilidade com a coisa única. né? Ele falou: "Eu quero te pagar R$ 100 por mês, eu quero que você faça tudo". Meso faça tudo. [risadas] Então, a gente tem esse grande problema, tá? Mas a gente está enfrentando isso. A gente está trabalhando em cima e primeiro trabalhar a gente, legal, o interno da gente, tá?

>> O resto é equipe, porque hoje, o que que eu ofereço? Hoje a gente oferece hoje análise tributária, tá bom? Simples, presumido e real, a gente consegue fazer essa classificação. Isso não é de graça, isso não está incluído no meu pacote.

>> Tá bom? A gente vem trabalhando no RET, oportunidades tributárias com os clientes. Então a gente vem vê na na reforma a oportunidade de trazer negócio pro pro escritório. É isso.

>> Sim.

>> Nada de graça. Não dá conta. Não dá. A gente tem um, né, o contador, ele tem essa pegada dele lá de trás, é, eu faço tudo, não faz nada. Na verdade, ele não consegue fazer. Se ele não montar uma equipe

>> Uhum.

>> para explorar financeiramente alguma coisa, ele não consegue. Ele está o tempo todo dentro da operação. Se não tiver alguém por fora para poder eh montar isso, vender serviço, ele não vai conseguir executar, tá? Então assim, tem tenho conseguido com muito trabalho, né, vender esse esse trabalho, oferecer esse diferencial. Não é vender, na verdade é oferecer um diferencial que o escritório faz.

>> Sim.

>> Tá. É isso aí.

>> E com a reforma, né, Antônia? A gente vê uma gama de serviços que você pode oferecer, né? Às vezes você não tem nem a carteira do cliente, mas você vai fazer uma simulação de impacto. Ah, o contador não fez ainda. Você pode, olha só, na sua situação, carga tributária vai aumentar, vai diminuir, como é que vai ficar, qual o movimento que você pode fazer? Então assim, e é realmente você enxergar a reforma tributária como uma oportunidade e uma coisa opcional a outra. você fecha o serviço aqui de classificação fiscal para reforma. Daqui a pouco ele gosta do seu trabalho e fala: "Olha, gostei do Antônio, gostei da contabilidade dele, me atendeu bem, foi seguro, me ligou, coisa que o meu contador antigo não ligava. Poxa, quanto que é a contabilidade com vocês?" E aí você puxa o cliente também, entendeu?

>> É isso. E cobrado esse trabalho também de classificação, porque se não cobrar

>> não valoriza.

>> Eu já tive, já fiz teste lá que a gente faz de graça, o cara, o cliente nem para ir lá olhar a n ele não, ele não vai. Olha só,

>> se ele pagar, ele vai, se ele pagar R$ 100, ele vai olhar, tá? Então assim, é cobrado, tá? Ele tem que investir.

>> Uhum.

>> Não dá. Isso não sai de graça. Uma estrutura dessa não sai de graça.

>> Sim. Igual você falou, você aloca quatro pessoas. No horário Thaís, nos últimos anos caiu muito.

>> Uhum.

>> Ele tem caído,

>> sim.

>> Tá. Então, como é que você consegue pagar uma equipe boa no nível que é a nossa, honorário caindo?

>> Uhum. Você tem que diversificar a operação, você tem que inventar dentro das oportunidades aí negócios. Então a reforma a gente está vendo como oportunidade para dentro do escritório de contabilidade.

>> Sim.

>> Tá. É isso que a gente está vendo. E não vai ser diferente. A minha equipe está muito alinhada com isso.

>> Uhum.

>> Tá.

>> Que legal, Antônio. Que bacana. Legal mesmo. E se você pudesse, por exemplo, falar pros contadores movimentos para realmente enxergar a reforma como oportunidade, você falou aqui para mim agora, primeira coisa, cobrar por isso. Não dá para fazer de graça para ninguém. Você pode fazer um diagnóstico prévio, né? Então vamos fazer uma reunião, me dá um mês de arquivo seu aí, me passa uma lista de produtos que você tem, vou fazer uma classificação, vou fazer uma simulação de impacto só para pegar o negócio. O cliente gostou aí, ó, para eu fazer do período, para eu fazer um trabalho mais eh mais preciso, aí eu vou te cobrar.

>> Ô Thaís, primeira coisa, eu vou precisar do sistema da auditoria. Então você lembra para mim de estar para mim.

>> Pode deixar, vou liberar para você. Pode deixar.

>> Aí dá pra gente fazer isso em 10 minutos, com certeza, 15 minutos. Sim,

>> porque se eu for gastar muito tempo não dá,

>> não dá tempo. É,

>> não dá. Você não tem equipe para isso. O custo é alto.

>> Sim, sim.

>> Tá. Então nós temos que ter sistema para rodar isso rápido, pra gente poder oferecer aí uma isca para ele vir.

>> Exatamente.

>> Tá, mas eu preciso do sistema, repito. Legal.

>> Tecnologia, né, Antônio, a gente vem falando, a gente estava conversando aqui antes sobre isso, né? o quanto que a tecnologia ela ajuda, realmente. E eu converso com muitos clientes, Antônio, muitos clientes, a gente faz um escritório mais de 60 reuniões por dia.

>> E a gente ainda pega contador fazendo as coisas no Excel, fazendo conferência manual e aí depois reclamando que o mundo não acontece, porque meu honorário está baixo. É claro, você precisa conversar com o cliente, você precisa ser estratégico, você precisa fazer reunião com seus funcionários, você precisa ter rituais de treinamento. Enquanto você está fazendo isso, você tem robô trabalhando para você, você tem auditoria, você tem conferência, você tem recuperação tributária, mas tudo através de tecnologia, pessoal. Tô assim,

>> não dá, gente, não dá para trabalhar manual mais não. Na verdade nunca deu. [risadas] As pessoas que falam que faz isso manual, pelo amor de Deus, não trabalha no volume, vai fazer uma em em 30 dias, não dá. Como é que você ganha se você não escalar?

>> Você não consegue,

>> tá? Você tem que escalar, então você tem que ter robô, tem que ter isso, né? Inclusive, nós estamos eh contratei um cara agora para ver se a gente consegue melhorar a questão tributária nossa dentro do escritório para ver se ele monta um um IA ali para isso andar mais rápido.

>> Hoje ainda estou precisando de muita mão de obra para analisar.

>> Sim.

>> Tá. Então é isso. Então a gente está investindo bastante tecnologia. O investimento é alto.

>> Uhum.

>> Gente, não é fácil. O investimento realmente é alto, né? Mas aí eu dou exemplo, o seguinte, Thaís, vamos montar uma loja de roupa na no calçadão, Thaís.

>> Vamos,

>> né? Então, a gente vai pagar um ponto aí, R$ 30.000 um ponto, 30, 40.000.

>> Nós vamos ter que ter estoque,

>> tá? Nós vamos abrir empresa, nós vamos ter que montar ali toda a estrutura, funcionário para depois a gente abrir a loja.

>> Uhum.

>> No mínimo a gente está gastando aí 500, 600.000 para começar uma loja.

>> Sim,

>> né? nosso negócio, na prestação de serviço, a gente precisa de pessoas. O nosso investimento é pessoas,

>> não vou investir em pessoas,

>> tá? É isso que eu faço. E eu eu dou exemplo toda hora da da loja, porque no nosso negócio eu não vou montar roupa, mas eu preciso de gente

>> para começar uma nova atividade.

>> Sim,

>> é isso que eu faço o tempo todo. O investimento é é alto. É, é isso que acontece,

>> sim. E aí a gente estava falando sobre cultura e sobre você ter um time realmente engajado com a missão do escritório, né, Antônio. Então você, né, estava comentando comigo que lá todo mundo é empreendedor, as pessoas da parte fiscal, né, todo mundo sabe porque está fazendo, como está fazendo e qual que vai ser o resultado com aquilo. Então você ter um time, 60 funcionários engajados fazem realmente seu negócio crescer.

>> Taís, muito legal. Eu estava falando ontem com um amigo ontem, se você falar assim, Antônio, tem que mandar um funcionário embora hoje do seu 60, tira um, tá? Não tira nenhum. Não consigo,

>> não consigo, não consigo mesmo.

>> O time assim está, estou virando um ano com a turma muito engajada, tá? Equipe, vocês estão me ouvindo aí, vocês estão de parabéns, tá

>> bom demais. É isso, tá? O time está muito unido, a turma está top demais.

>> Que legal, Antônio, que bacana. E aí, já que a gente está falando, né, de gestão, né, de estratégia, eh, a reforma, Antônio, ela mudou a forma como você enxerga o futuro da Novos,

>> Thaís, a reforma ela vai até 33, então a gente vai ter um período de transição aí,

>> né, de 10 anos aí muito complicado, por internamente, tá, a gente vai ter que trabalhar com dois regimes tributários. Isso não vai ser fácil pra gente,

>> né? Então assim, eu quero ver aí se a turma do sistema inventa alguma coisa pra gente trabalhar, porque não não dá para fazer isso manual, né? A gente vai ter compensações, né, de BS, CBS o tempo todo. Então a gente tem essa preocupação, né, pós implantação da reforma 33, 34, né, a gente já está no modelo consultivo, a gente já está caminhando para esse modelo consultivo. Então eu estou vendo que lá na frente o empresário vai precisar mais de consultoria do que outra coisa. Uhum.

>> Tá, porque a reforma já está trazendo isso, né? A gente já está aí com com o governo, entrada de nota, saída de nota, praticamente sua negação fiscal deve acabar com os créditos, né? Com a questão dos créditos tributários, que eu vou ter que ter crédito.

>> Então isso deve acabar um pouco ou minimizar bem, né? Então a gente está vendo aqui que o governo já vai mandar o imposto pronto pro cliente. É igual manda hoje o imposto de renda. Quem busca pela pelo ECA ali já vem completinho, a gente só vem dando ali questionando alguma coisa ou outra. O imposto vai ser a mesma coisa, né? O imposto vai vir pronto e o cliente vai questionar. Então o nosso trabalho pós reforma talvez eh do jeito que é hoje ele acabe.

>> Uhum.

>> Então a gente tem que partir para uma área mais consultiva mesmo.

>> Sim.

>> Tá estratégica da empresa, levando pro cliente aí, né, que existe planejamento, que existe processo, ajudando a implementar isso tudo.

>> Sim. Sim. E normalmente, Antônio, falando um pouquinho sobre a gestão, né, a estrutura do escritório, assim, tá? Eh, você tem 500 clientes hoje, você, pelo que você está me falando, vocês fazem bastante comunicação com clientes, né, com relação à reforma, tudo. E aí, normalmente vocês costumam marcar reuniões, por exemplo, dependendo do porte do cliente, você marca reuniões individuais, dependendo em grupo, como é que você separa essa gestão aí do cliente pro cliente ver o trabalho da Novos?

>> É individual, tá? Isso não tem como fazer isso em grupo. Cada área é uma área específica,

>> né? Então assim, não adianta você pôr lá gente, médicos, tudo junto, não adianta. Isso aí tem que ser um a um, tá? Essa conversa aí ela ela é individual,

>> onde o custo de operação é muito grande.

>> Sim.

>> Tá. Como é que você mexe com a carteira de clientes, empresas, né? Então você tem que ter processo ali, gente atender, tá? Mas muito interessante, Thaís, a pessoa fala assim: "Eu vou ter um custo, tudo bem, inicialmente você tem um custo, mas se você pensar, você tem um investimento, porque esse cliente não te larga."

>> É. Vão lembrar aqui de um CAC, do custo aquisição que ele é altíssimo. Então você e se você consegue manter sua carteira de cliente, você já está ganhando, você está investindo.

>> Sim.

>> Tá. Então esse investimento de ter gente ali para atender, né? Faz todo sentido. Quer dizer, a Novos tem um tem uma menina para atender o sucesso do cliente.

>> Uhum.

>> A gente tem um departamento para isso. Eu tenho uma funcionária só para olhar a certidão negativa das empresas. Todo dia eu tiro o C negativo de todo mundo, você entendeu? É para evitar aquele negócio, o cliente esqueceu de pagar uma guia, aí daqui cinco, se meses, ah, tem uma guia aqui atrasada. Não,

>> todo mês a gente tira certidão negativa para comunicar o cliente, olha, você esqueceu de pagar o imposto?

>> Sim. E é isso que

>> quer que recalcule?

>> Olha só,

>> então o custo volta aí, o investimento é alto,

>> mas o retorno ele vem, né? É que aí você vem com a retenção.

>> Exatamente. Vai com a retenção, vem com a indicação.

>> Indicação. Você tem um processo aí. Agora, isso aí não foi conquistado de um dia pro outro. Isso é um trabalho que a gente já faz aí

>> há muito tempo, né? Só te falar aí, embora eu estou com 35 anos aí, deve ter uns 10 a 15 anos que eu estou envolvido no processo de gestão, planejamento estratégico, né? Covos conheceu essa ferramenta e a gente aplica isso no escritório até hoje, tá? Fala nisso, a gente conheceu essa ferramenta através do Sebrai, tá?

>> Uhum.

>> Tá. E as pessoas, pô, para onde você começou? Sebrai, gente, é simples. Vai no Sebrai.

>> Uhum.

>> É isso. Tá.

>> Que legal, que legal, Antônio. E falando assim, né? A gente está falando sobre eh a blindagem da carteira, né? Você está falando que se recebe muita indicação de cliente, muitos muitos empresários chegam até você que foram indicados. Você já viu algum erro? Por exemplo, você falou: "Nossa, gente, como é que o contador está fazendo isso com a empresa? Olha a oportunidade que está perdendo?"

>> Olha a situação. Eh, interessante essa pergunta sua, porque a gente tem estatística dentro do escritório,

>> tá?

>> 95% das empresas que estão chegando no meu escritório hoje estão fazendo alguma coisa errada.

>> Meu Deus.

>> É, é altíssimo. É altíssimo. 95%, le 95%. Tá, tem, está pagando imposto errado ou processo errado.

>> Então não é só, não é só o fato do contador não estar próximo. Ele além de não estar próximo, ele está fazendo coisa errada.

>> É um sped que não é bem feito, se integra que não é bem feito, tá? A gente recebeu agora recentemente eh uma empresa que está com 2. milhões 300 de débito por erro do contador.

>> Meu Deus do céu.

>> Só obrigações acessórias, deixa de informar, deixa de orientar. É isso. É alto. É alto. O que eu faço, você não precisa fazer nada além do que você promete. Faz só o que você tem que fazer que já está bom. Faz bem feito, né? Faz um sped bem feito, né? Na verdade, o sped tem que ser feito no cliente, não é no escritório. Muitos escritórios pega o sped para fazer dentro. Não, o sped é no cliente. O escritório pode até conferir o spedum

>> checar ele, tá? Mas é feito lá

>> na origem. Então assim, muito contador às vezes ele falha disso,

>> ele pega umas coisas para fazer que não é dele.

>> Sim,

>> ele faz o se integra dentro da empresa dele, faz o esper da empresa dele. É isso. Às vezes o tempo que ele está querendo tá aí.

>> Uhum.

>> Joga pro cliente fazer o que tem que ser feito, tá? E vai visitar cliente.

>> Sim. E a gente está falando, né, sobre isso, eh, como eu comentei, né, a gente faz mais de 60 reuniões por dia lá no escritório e assim é muito arquivo que a gente acha com oportunidade, empresa que poderia estar e pagando uma carga tributária bem menor, por exemplo, no Simples Nacional a gente pega em padaria tributando tudo. Antônio, colocando coisa básica hoje. Hoje é básico, hoje monofásico todo mundo fala de bonofásico. Ainda tem vacilando boofá.

>> Exatamente. Ainda tem. A gente pega SPED errado, a gente faz confronto, por exemplo, de SPED com DCTF, ainda pega informação errada. Então assim, realmente eh, mas aí vem muito disso que a gente está falando, Antônio, da gente do contador se portar de forma consultiva e trabalhar do lado estratégico da empresa, não só na emissão de guia, porque aí pega lá o SPED, ó, beleza, o PVA aceitou, vou transmitir. E agora com a reforma, né, a coisa tende a ficar mais difícil. Igual você falou, são duas cargas tributárias distintas andando junto. Como que a gente vai, como que vai ser isso daqui a pouco? Essa informação está no SPED também, como é que vai estar? Então assim, a gente realmente vê que eh as oportunidades elas são imensas, gente, imensas, né? Realmente não está fidelizando o cliente, não está blindando carteira, não está aumentando honorário, né? Cobrando novos serviços, talvez é por falta de gestão ali do negócio, né, Antônio? É porque realmente o honorário aí que você falou realmente é complicado. O cliente ele ele acha que o contador é um custo,

>> é uma despesa para ele. Ele não vê como investimento, né? Poucos empresários conseguem enxergar isso.

>> Embora eu faça esse trabalho, mas a gente tem dificuldade ainda. Ele enxerga isso como custo, ele não vê, né, que que o contador é investimento. Então assim, pro

Outro lado, a gente se posiciona também, né? Olha, isso aqui eu preciso, eu preciso de investimento seu.

Sim.

A gente precisa cobrar esse trabalho. Ah, mas o outro não cobra. Faz, vai, faz com outro, cara. Só que o outro não faz, Taís, porque ele não tem gente.

Ele não tem gente para fazer.

Sim.

Você pegar uma análise tributária de uma empresa de comércio, analisar Simples, Presumido e Real, mercadoria por mercadoria que você tem que analisar, porque às vezes no Lucro Real dá diferença de tributação.

Você trabalha de duas, três semanas, tá? Uma pessoa fazendo esse trabalho, tá? Então é isso, tem que ser cobrado. Como é que você vai fazer isso de graça?

Então tem que ter essa consciência.

E fica fácil aí. Se todo mundo cobrar, o cliente já fica acostumado em cobrar.

É, o negócio é os contadores que, né, não cobram. Se todo mundo faz, gente, vamos cobrar, vamos, vamos estar junto, não vamos fazer nada de graça.

Tá.

E me lembra aqui, Thaís, uma coisa que a gente já tem feito alguns anos, né? Parcelamento.

Hum.

Tá. Eu fiz a guia pro cliente, mandei a guia pro cliente, ele não pagou a guia, meu serviço já tá pronto, tá? O cliente quer parcelamento, vamos parcelar, mas você vai ter investimento para isso, tá? Entende? Então hoje a gente cobra, né? Cada um, eu cobro R$ 300 por parcelamento.

Uhum.

Tá. No último mês a gente teve uma receita lá extra de quase R$ 20.000 só de parcelamento.

Olha só.

É cultura.

Uhum. É cultura, não tem jeito. Aí, Antônio, como que você faz isso? Primeira coisa, eu ofereço pro cliente aqui. Se você quiser parcelamento, você consegue fazer aí, tá? Você entra no e-CAC, você vê as opções, entra lá, você dê opção para ele. Agora, se você não conseguir, tá, eu tenho um trabalho interno aqui que eu faço, eu vou precisar do investimento pequeno seu, mas vai ter que investir.

Ele fala assim: "Não, então faz aí para mim". Pronto, você deu oportunidade para ele.

Sim, sim.

Mas você também valorizou o seu trabalho, né? Porque você tá investindo gente, tecnologia para fazer.

Então é você tem que dar oportunidade para ele, para ele não ver que você tá querendo ganhar dinheiro, tirar proveito daquilo. Então você dá oportunidade, com certeza ele vai ter dificuldade, né? Porque você ainda tem ainda que parcelar e tomar cuidado conta da do parcelamento, se caiu ou não.

Uhum.

Tá. Então ele não vai fazer e não vai conseguir fazer.

Sim.

Aí você começa, pô, é difícil assim. É. Não que eu entro no e-CAC que eu não consigo. Ah, o e-CAC nunca entra. É isso mesmo.

É isso aí.

Tá vendo o e? O e-CAC nunca. Não, é isso mesmo. Tem dois dias que eu tô tentando entrar no e-CAC que não tô conseguindo não. Mas eu sei que é isso. Por isso que a gente vê até valoriza depois você entrando e vê. Nossa, realmente ó o trabalho que o meu contador tem.

Bom, se o contador se unir, né, nessa questão de cobrança, nessa questão de valorização, há uma mudança e fica mais fácil para todo mundo.

Na hora que o cliente chega, ele já tá acostumado a pagar.

Sim.

Eu não tenho convencer o cliente a pagar. Já sabe quanto que você vai, quanto que eu vou precisar investir nisso.

Sim.

Tá. Então assim, eu vejo lá o cliente nunca pergunta quanto que ele vai ter que investir, pensa que é tudo de graça. Eu tenho que parar e negociar aquilo.

Uhum.

Tá.

E agora com a reforma é a mesma coisa, né, Antônio? CP, né? Acho que a primeira coisa que os contadores, a gente vem falando isso aí, né, algumas semanas, é realmente mostrar pro cliente o impacto que a reforma vai ter. Ponto. Tá, entra IBS, entra CBS, como é que vai ficar em 2027? Como é que fica em 28? A teu, né? A ideia é que você pague mais imposto, pague menos imposto. Como é que vai ser isso? Então você fazer essa simulação. Não dá para fazer de graça, porque isso olha, você vai ter que tirar agora você, você tirou quatro pessoas na sua rotina hoje para ficar focadas em reforma tributária. Isso custa muito. Nem eu nem vou te falar o custo aqui que você vai falar que eu sou doido.

[risadas]

É, ué.

É verdade.

É. Investimento é altíssimo, entende?

É, é isso. Então o cliente ele tem que entender. E outra coisa, se ele tomar uma decisão errada, ele quebra a empresa.

Vamos pensar, vamos pensar nas empresas do Simples aí que agora em outubro, né, outubro de 26 eu já tenho que fazer a opção do regime regular ou não.

Então a decisão errada ali.

É verdade.

Vai quebrar o cara.

Vai quebrar o cara. Vai.

A gente vai ter que estudar, Thaís, de quem ele tá comprando, fornecedor pro fornecedor e para quem que ele tá vendendo.

Fornecedor.

Uhum.

A gente vai ter que fazer uma análise de toda a operação dele, tá? Isso não é, não é fácil.

Sim.

Não é fácil. Não sei se vai ter sistema para isso. Tomara que a auditoria inventa algum sistema aí tentar isso. Trabalhar isso.

Fica aí.

[risadas]

Porque já é uma oportunidade. Porque como é que eu faço manual?

Sim. Sim.

Exatamente.

Entende? Quando o cara, o cliente tem um um volume pequeno, mas não é isso. Geralmente ele tem um volume grande de nota e fornecedores.

Sim.

É. Hoje o que a gente já colocou para ajudar vocês é realmente através das notas fiscais a gente já separar os forne os, né, os fornecedores do Simples Nacional. Então a gente já consegue ver através das suas notas de quem você tá comprando, se é do Simples ou não.

Entendi.

Já vai ajudar.

Vai ajudar.

Ajudar e aí no simulador você conseguir simular. Então, por exemplo, tem alguns cenários que a gente vê que, por exemplo, o cliente compra 50% do Simples Nacional, que se ele diminuir pela metade, a carga tributária diminui demais, porque ele vai conseguir aproveitar crédito. Então, assim, interessante isso aí. É, então com essa questão do Simples Nacional você já vai conseguir ajudar o seu cliente. Então, mas isso mesmo assim você tem tecnologia, mas você tem todo o conhecimento que você investiu, a busca que você fez, a reunião que você vai marcar com o cliente para mostrar o cenário, para você realmente aquilo que a gente tava falando no início, né, da nossa conversa, você ser estratégico, você virar pro cliente e falar: "Olha, você tem três caminhos. Você pode continuar do jeito que você tá hoje, você pode diminuir as suas compras do Simples Nacional ou você pode reduzir a zero. Qual que é o caminho que você vai tomar?". E aí a decisão é do cliente, mas você como contador, você se porta ali como a pessoa experiente, a autoridade que vai falar, né, o caminho que ele deveria seguir.

É isso. E e é e essa consultoria que você pode dar o nome de consultoria, ela é cobrada em qualquer lugar. Qualquer consultor cobra para isso.

Exatamente.

Não é isso? Os tributaristas, né, consultores, eles vão cobrar. Por que que a gente não pode cobrar?

Sim, sim.

Se eu tô com equipe ali para isso, eu investi nisso, é isso. Então, é decisões que o contador, né, tem que tomar. Eh, é assim, não é todo cliente que que vai entrar no meu escritório hoje, não é, né? Vou te dar ideia. O cliente que quer hoje que que que eu mande para ele uma lote de folha de pagamento de imposto, esse cara não é meu cliente.

Uhum.

Cliente que que que que quer pegar na minha recepção a folha de pagamento dele, ele não é meu cliente. Eu não trabalho com papel. Escritório 100% online, a gente trabalha com o sistema tudo dentro do CRM, tudo postado lá, tudo documentado. Então assim, a gente começa a selecionar cliente.

Sim.

Já seleciona. Se ele não quiser, infelizmente é isso. Eu não vou atrapalhar uma operação minha que eu custei 15 anos para construir um processo por um cliente.

Sim.

A gente não vai fazer isso. Então tem que tomar essa decisão. É de mudar mesmo. Isso aí. E tá na mão, né, Antônio? Assim, é realmente você pegar, fazer, sair da inércia, começar a fazer, começar a fazer o trabalho, né? Às vezes o escrito cliente fala: "Ah, mas eu não tenho tempo". Começa com os clientes maiores, né? Começa com os clientes que t uma uma honorário maior que, né, que se ele sair, né, o prejuízo vai ser maior. Então, assim, mas começa, né?

É, tem que começar, tem que começar, tem que começar a ir visitar. Realmente seleciona os maiores, né, que é são mais importantes que são mais assediados no mercado, né?

O pequeno às vezes ninguém quer, né? Que dá, acaba dando muito trabalho, mas os maiores é o assédio é grande, então começa pelos grandes.

Sim.

Né?

É, é, é, é uma metodologia que dá para montar, sentar ali e montar.

Repito, em vez de ficar fazendo Integra SPED interno, joga isso pro cliente. Aí você já ganhou um tempinho, né?

Muda.

Sim, sim.

E aí, Antônia, né, olhando assim, né, nessa visão de negócio, nessa visão de futuro, porque eu vejo também que muitos contadores ficam muito limitados ao que tá acontecendo agora, né? Ah, tô me preparando pro mês que vem, mas tem que se preparar, né, do seu negócio. O que que você quer pro escritório? Que igual você falou do cliente, Thís, esse não é meu cliente. Se saber qual que é o cliente que você quer atender, segmentar sua base para você se especializar e tudo. Eh, quando você olha para esse, né, reforma tributária, essa nova era da tributação, qual que você acha, Antônio, que é o papel assim do contador assim nessa nova era de reforma, nessa tributação, nessa complexidade toda?

Thís, entregador de guia, ele tem data certa para viver. Essa turma tem data, tá?

Não dá mais, não dá, tá? O cliente vai largar, ele vai largar porque é muita informação que chega para ele de todos os jeitos e ele já fala: "Não, meu contador é só entregador de guia". Ele fala isso com a gente.

Já ouvi isso do cliente?

Já escuta isso, escuta isso, tá? E não é poucas vezes, não é? São muitas vezes, né? Então esse contador de entregador de guia, isso acaba. A gente tem que ir para uma pegada consultiva de estar junto, né? Mesmo com volume de empresa, eu te digo que dá para trabalhar consultoria, é só dividir equipe.

Uhum.

Sem é visitar o cliente. É só visitar. Ele tá com a dúvida ali, ele às vezes tá comprando mercadoria nacional, mas poderia estar importando. Cara, que que você não importa? Ah, nunca pensei isso. É difícil importar? Não, não é difícil. Isso é a coisa mais fácil hoje para mexer com importação. Eu tô querendo exportar. E aí, como é que faz, Antônio? Pode exportar, eu consigo para você, mercado, onde você quiser. É só entrar em contato que eu vou vou vou vou importar e exportar para você. Então é isso. O contador tem que entender desse assunto.

Sim. Sim.

É porque o cliente não entende.

Tá.

Então deveria entender, mas não entende. Aí tem um contador como apoio para isso, o contador consultivo, né?

Sim.

É isso. Então o contador tem que para essa linha.

Sim.

E essa que você comentou agora faz muito sentido, né? Lá no no escritório, essa planilha que a gente gera com os códigos C, Clas, Trib, o que que a gente vê, tá? Que os produtos eles podem ter redução, né? De IBS, BS, 60, 40 e tal, né? Redução de 100, tudo.

E aí tem alguns códigos NCM, essa semana eu estava fazendo uma consulta de uma farmácia, tem alguns produtos que ele tem possibilidade de ser tributado integralmente.

Uhum.

Redução de 100, redução de 60.

E aí para cada um, tipo, tem uma operação. Ah, se você tiver uma operação para produtor rural, aí é uma classificação. E aí é o lugar que entra o contador, né, Antônio, que às vezes você pode ver e falar assim: "Olha só, o meu cliente tá pagando IBS, né, 100% integral, tá pagando tudo, mas se ele vender para produtor rural, ele tem uma redução".

É estratégia.

Exatamente.

Então você pode falar assim: "Olha aqui, vamos vender para produtor rural. Por que você não vende para cá? Vamos abrir a salinha para cá". Vamos fazer, porque eu não tenho ainda, vamos fazer, vamos fazer propaganda, vamos, vamos passa sua orientação lá. Então assim, realmente é, mas é, é muito Antônio do olhar e da cultura do escritório.

Você tem que ter um time, um time bom, um time montado. Isso também não monta para para dois por dia, tá? Fal que não monta, né? Mas comece, né? A gente já tem um time que não é da agora, tá? A a Isadora, que é coordenadora desse setor, né, de inteligência fiscal do escritório, tem que estar 10 anos com a gente, né? Então é isso, você vai montando o time dali.

É, é, é saber montar liderados. O líder, a função do líder é montar liderados. Essa é a nossa função.

Uhum.

Tá. Não aprender a delegar, aprender estar junto, tá certo? Essa é a função, onde eu faço isso com muito maestria, eu sou muito bom para isso.

Então o seu time de inteligência hoje é para isso, é para olhar a parte fiscal, olhar tributo, mas não olhar tributo, olhar a oportunidade de trabalhar com inteligência oportunidade. Então como é que funciona hoje? A empresa quando entra no escritório da empresa, ela vai pro setor de inteligência fiscal, ela entra ali, tá ali, ela fica três, quatro meses ali dentro para depois ir pra operação.

Olha.

É interessante, tá? Então ali nesse setor a gente vê todas as oportunidades tributárias, vê ver ver ver vê tudo que o cliente que ele tá fazendo errado. Por isso que eu falo que que o índice é alto de de erro, porque a gente varre a empresa.

Sim.

Por isso que chega e da 95% das empresas que entram tem algum problema.

Uhum.

Né? Porque esse setor rolha isso tudo. E aí agora tem mais a reforma, né? Então assim, o time de inteligência agora vai olhar reforma, vai não vai ter que crescer esse time. Esse time não dá conta. Quatro quatro não dá conta. Tem tem que pôr mais gente.

É porque a reforma tem muita oportunidade, tem muita coisa. Isso porque ainda não tá nem na operação, não tá funcionando. Imagina quando tiver, Antônio.

Quantidade de coisa que não vai ter aí, quantidade de erro que não vai aparecer, que o seu time de inteligência vai conseguir trabalhar para realmente para aproveitar as oportunidades para depois mandar pra operação.

Mas não vai ter tanto assim, fica fácil porque auditoria vai, repita aí, auditoria, tecnologia, vocês dão um jeito de trabalhar lá, gente.

[risadas]

É, a gente tava vendo o roadmap do ano que vem, né? Que que a gente vai lançar e até dei spoilers aqui pro Antônio. Não conta Antônio, não posso nem divulgar, senão F me mata.

Então vamos lá.

É, então assim, a gente, né, do lado de cá de tecnologia, a gente vai trabalhar sempre para realmente trazer essa essa esse lado de oportunidade. E esse é um pilar forte da auditoria. A gente realmente a gente olha eh toda essa parte fiscal, toda essa parte chata, teórica de imposto como oportunidade de negócio.

Isso é isso.

E os contadores têm que ficar atento ainda. Que que eu tenho de tecnologia, que que a auditoria tá me oferecendo.

Sim.

Né? Vão prestigiar. Então é isso que eu faço o meu escritório, tá? A gente vai atrás de tecnologia, porque fazer manual não dá mais. A chance de você errar fazer um serviço manual além do tempo gasto é muito grande.

Sim.

Então investir em tecnologia, aproveitar que as IAs estão aí, tá muito mais fácil programar hoje, né? A programação tá muito fácil, então investir nisso.

Sim.

Tá.

Muito bom. Antônio, chegando no fim aqui, né, da da nossa conversa, Antônio, eh, quando você olha assim para 2026, pro, né, do ano de 2026, a gente tá aí, né, hoje, dia 2 de dezembro, né, último mês do ano, voou, né? Voou para você, Antônio.

Ai, ai, passou.

Assim, parece que foi ontem que eu estava assim, gente, feliz 2025, nós estamos cá de novo, muito envolvido ali, assim, as coisas passam muito rápido, a gente não tá vendo o tempo passar. Meu Deus do céu. Então, assim, eh, quando você olha para 2026 assim, né, para novos, para essa área contábil, qual que é a mensagem assim que você gostaria de deixar para quem tá assistindo a gente, a gente tem vários contadores aqui, mais de 20 contadores assistindo a gente, eh, para 2026, porque eu vejo, Antônio, que, eh, né, a gente que trabalha com contabilidade, com o contador, com o profissional, eu vejo muito contador às vezes frustrado, sabe? Às vezes não tá feliz ou a gente envia muita reclamação do contador, sabe? Ah, porque eu não sou valorizado, ah, porque eu não sou isso, não sou aquilo, meu cliente não me paga. Só que a gente vê também que tem muita oportunidade. Então, assim, você, Antônio, que é um profissional, que é, né, um empresário bem-sucedido na área contábil, que tem, né, essa mente transformadora, tecnológica, inovadora, qual que é a mensagem assim que você deixa para esses contadores que estão assistindo a gente, eh, que às vezes estão desanimados, né, com até com reforma, né, tem muita gente vê a reforma com pessimista, sabe?

É, é o paradoxo.

É, é realmente é isso. É, é mudar a cabeça. Esse contador tem que mudar a cabeça. Eu sempre, né, eu vi essas dificuldades, a minha vida foi dificuldade, né? Eu comecei a trabalhar com máquina de geonografia.

Uhum.

Né? Então, pô, não tinha, tô, acho que na época, 35 anos aí atrás, aí praticamente ninguém tinha esse tema.

Hum.

Então, a gente começou com máquina da geonografia e eu sempre vi, né, essa essas mudanças que sempre houver na lei aí, essas mudanças como oportunidade de negócio. É só mudar a chave.

Sim.

Eu não vejo como dificuldade, eu vejo como oportunidade, né? Então, a tecnologia veio, trabalhava com máquina, tecnologia veio, foi pô, grande oportunidade aqui, eu vou conseguir trabalhar com volume maior.

Uhum.

Olha que legal. Antes eu não dava conta, eu vou ter tecnologia, vou ter sistema, né? Hoje, hoje, hoje a gente não tem nem papel do escritório. Que coisa boa. Nossa senhora.

Aqueles arquivos, né? Eu tinha motoboy. Eu tinha dois motoboy por minha conta entregando depois o dia inteiro. Hora que dificuldade isso, imprimia aquilo, protocolava, entregava cliente, voltava com documento. Olha que doideira. Hoje é tudo via sistema, tudo CRM. Eu já imprimo a folha de pagamento, já vai direto pelo site. É assim, eu vejo como oportunidade. É só mudar a visão.

Uhum.

É ver a reforma agora com oportunidade. Oportunidade de crescimento. Não é para desanimar não, gente.

É, é, é.

Gente, não é para desanimar, é criar oportunidade, é ver que tem possibilidades ali de de de ganhar um dinheiro, de investir mais, é de entrar esse dinheiro e reinvestir dentro do escritório. É isso, é isso que eu faço. Eu tô com 64 anos hoje, né? Tô, tô aí vindo para 65 daqui a pouco.

O meninão ainda tá aí, tá? Tem muito ainda aqui. Tem muito cabelo ainda. O Fred nem tem cabelo. Você vê no que compara. Você tá melhor que ele.

Eu tô melhor do que o Fred, [risadas] entende? É isso, entende? É ver a oportunidade, falar, pô, aqui tá bom, aqui dá pra gente fazer negócio, aqui dá para ajudar alguém.

Às vezes é é ser interessante, não interesseiro.

É isso.

Entende? E vai brincando com isso.

Uhum.

E vão brincando. E o tempo vai passando, né? Você vai ajudando muita gente. Maioria reconhece o trabalho que você faz.

Uhum.

Porque se eu tô com 500 empresas hoje, não é à toa.

Sim.

Exatamente.

Eu tenho um reconhecimento dessa turma.

Uhum.

Né? As pessoas estão ali comigo, são fiéis, tá? Te garanto que se for alguém lá ou contador tentar buscar, não vai buscar.

Uhum.

Não tira, entende? Não tira. É isso, tá? Então vamos insistir e persistir, né? Eles falam que persistir às vezes é burrice. Não, a gente tem que insistir e persistir.

Sim.

Tem hora que não tem jeito.

Tá bom.

É isso. Taís.

Muito bom, pessoal. Assim, depois dessa frase inspiradora, né, do Antônio, eu só tenho que agradecer, viu, Antônio? Por você ter parado o tempinho. A gente sabe que a rotina é grande, são 500 clientes, né, Antônio, é muita gestão, é muito cliente para conversar e você parou ali para conversar com a gente. Então, assim, muito obrigado pela aula de gestão, pela aula de inovação. Eh, assim, aprendi muito com você, tenho certeza aqui que, né, todo mundo que estava aqui também aprendeu bastante. Então, assim, desejo muito sucesso para novos, viu, Antônio? 2026, ano da conte auditoria para isso. Manda um abraço, um beijo pra Brenda. A próxima ela tem que estar aqui com a gente.

A Brendinha vai achar ruim não ter chamado ela também. Felipe novo lá. Tá com Felipe novo tá complicado. Tô com Netinho. Sou vovô agora, né?

Agora você é avô. Seis meses aí, seis meses. Que lindo.

[risadas]

Muita saúde para Felipe em 2026, pra Brenda e assim que possamos, né, continuar juntos nessa sinergia. Fazendo melhor, sendo interessantes, né, Antônio, como você falou, que aí todo mundo ganha, o contador ganha, a auditoria ganha, o cliente ganha e ganha ganha essa é pegada, ganha ganha, tá? E assim, eu quero te agradecer a oportunidade de estar aqui. Legal, muito bom, né, a gente poder aí transmitir pros contadores, pelas pessoas que estão no nos ouvindo nesse momento aí, né, que acreditar, sabe? Tem que acreditar. Tá ali, tá todo mundo. A reforma vai dar certo, não vai dar certo? Ela já deu.

Já deu certo.

É isso.

Deu. Se a gente pega as histórias aí dos SPEDs que eles começaram lá atrás, espera vai dar certo, gente, já deu. O eSocial é já uma realidade.

É verdade.

É isso, Thís. É acreditar e pensar em oportunidade o tempo todo.

Sim.

Tá.

Isso aí.

Obrigadaço.

Obrigada, Antônio. Para você que nos assiste, muito obrigada. Mais uma terça-feira. Semana que vem estaremos aqui novamente, viu Antônio, o jogo da reforma. Não perde, compartilha. Se você é cliente, quer participar também, assim como o Antônio, né, quer contar a sua experiência, chama a gente também no direct auditoria, tá? Que a gente vai estar aqui realmente para conversar e para trocar, né, Antônio, todo mundo aprendendo e evoluindo.

Quiser me convidar outra vez, tá aí, fica à vontade, tá? A gente pode até chamar o time, nosso time ali da da da área tributária pra gente trocar ideia.

Ótimo.

Podemos fazer outro bate-papo desse aí, tá? Esse adorei a ideia. Vou falar com FR. Vamos planear. Seria bom mesmo porque aí você vê a turma da operação como é que tá.

Exatamente.

Trazer as dores, conversar sobre o assunto, né?

Muito bom. Muito bom. Gente, muito obrigado. Uma terça-feira incrível. Tchauzinho. Até a semana que vem.