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T2 CTBMF - Módulo 05 16/02/2023

Instituto Experts6:47:49

Transcription

Bom dia a todos que estão aí agora já online. Saindo, grito por favor! Bom dia, professor! Bom dia! Ah, que beleza! Como eu ouvi a voz de vocês, hein? Pelo amor de Deus, que delícia! Bom dia a todos! Olha, a semana que o mês que vem nós vamos estar junto, hein? Olha lá, quero só ver.

[Música]

[Música]

Antes de a gente começar, pessoal, o pessoal tá ingressando aí, os alunos tudo direitinho, né? Primeiramente, agora a gente vai dar continuidade da aula, né? Mas agora vou falar um pouquinho mais de remédios, posologia, prescrição, né? Então, como a gente tá dando uma aula básica, voltado para ambulatório, mas também para centro cirúrgico, então tem algumas medicações que eu vou colocar também para vocês, tá? Injetáveis, não só por via oral. Então, eu quero que essa parte 2 da terapêutica vocês interajam, tá, pessoal? Vamos bater um papo, ver o protocolo que vocês fazem, tá? Eu acho que isso daí é muito importante para que a gente consiga trocar figurinhas. Que eu acho que alguns protocolos, por exemplo, alunos na semana passada, foi nessa semana, eu acho que foi essa semana, teve uma dúvida: "Como que eu faço protocolo?" Então, assim, eu acho que a medicação, né, prescrever é um ato muito de saber, tá? Mas é um hábito que a gente tem que aprender todos os dias, tá? Então, a gente não fica aqui sabendo tudo, a gente tem um protocolo, segue um protocolo, mas entenda que até foi uma discussão no custo de ontem, tudo, né? Tudo vai depender do que? Do trauma de vocês, tá? É uma harmonização, se é uma interação medicamento. Então, tudo isso vai depender do seu planejamento. E a partir do seu planejamento, aí você tem que ter conhecimento do que vocês vão atuar, né? Então, é muito bacana falar de terapêutica, tá? Então, vamos esperar um pouquinho mais, chegaram tudo, tá? E aí a gente já pode começar. E aí, eu quero saber de vocês, então, qual que é o protocolo que vocês na mente fazem? Vocês têm costume de prescrever medicação pré, pós-operatória? Como que é a rotina de vocês? Assim, eu falo na média, um básico que vocês têm para a gente conversar e entender, pelo menos um pouquinho. Só quem puder já abrir e a gente já interagir.

Professor, eu não uso não nada, somente se tiver preenchimento de boca, sentir dor, uma dipirona e o mediador inflamatório. No caso de você introduzir, fazer uma técnica assim, sempre faço harmonização com ácido hialurônico quase junto com botox, então eu não receito o anti-inflamatório para não atrapalhar o botox. Eu já tive concorrência com botox, um processo alérgico gravíssimo, paciente foi para o CTI, né? É uma paciente minha antiga, inclusive colega dentista, né? Mas não trabalha com harmonização. Ela estava tomando o remédio [Música] para aquele remédio para tonteira, quando a pessoa está com labirintite, a gente acha, né? O alergista que atendeu ela no hospital, acho que foi uma reação da toxina com a baixa imunidade, mas o remédio labirintite, ela estava tomando. Ela nunca teve alergia com botox, e eu uso dias, então é uma marca boa. E ela teve a reação alérgica cinco minutos após aplicação, foi na minha clínica. E aí, o que que você começou a fazer com ela? Foi embora. A clínica dela é perto da minha clínica, né? Então, ela foi embora e me ligou. Eu estava atendendo e depois eu vi as fotos. Imediato, já estava toda encaroçada onde que eu apliquei. E de repente, os olhos dela já estavam fechados. Aí ela foi tudo pronto-socorro. Ela já foi para o CTI, para UTI, porque a gente sabe que numa reação alérgica, você é liberado vários mediadores químicos, né? Desses mediadores, ele pode causar uma obliteração das vias aéreas superiores, que a gente chama de edema de glote, né? Ainda mais em face, que é muito próximo de laringe, você pode vir acontecer. Para monitorar 24 horas, não é isso? Ela ficou deformada. O processo alérgico dela ficou, foi na pandemia. Foi na pandemia. E o processo alérgico dela foi muito grato, mesmo. Se ela não tivesse ido pronto-socorro, nem sei o que poderia ter fechado a glote, não sei quem é, sim, poderia ter um processo assim. É uma paciente antiga, para a gente ter essa percepção, né? Que o paciente hoje saudável, amanhã ele pode ter uma reação com qualquer produto simples, um botox. Nada é inerente a nada. O que eu quero falar, a gente vem falando dentro do módulo passado, como a medicação e agora falando um pouco de terapêutica, nós estamos introduzindo uma droga ao paciente, seja hialurônico, seja de outros produtos, mas tudo isso tem que saber que isso sempre tem uma ação e reação no paciente, entendeu? Essa interação que aqui que eu falei, ó, tem ação e o efeito que eu já falei na aula passada, a gente não vai ficar repetindo isso, tá? Então, essa interação, este efeito e ação no organismo, ou de interação medicamentosa, como você mesmo relatou, realmente falar, feito e falado pelo intensivista na UTI, né? É que a gente tem que estar tendo, tá? Então, a gente tem que estar preparado. Que é que muitas vezes eu falo para os alunos, né? Porque não precisa saber resolver, mas saber olhar, saber indicar e saber encaminhar, isso já vai de muita, né? Um desses casos que pode vir acontecer, além de uma reação alérgica pela introdução de uma droga no organismo, a gente pode falar também dos anticoagulantes, né? Esses anticoagulantes que estão aí, ou inclusive, como foi muita discussão nossa dentro da nossa sala passada, né? Eu fiz uma repaginada na aula, né? Existe uma coisa bem legal. E aí, dentro da nossa aula, no finalzinho, o anticoagulante, os antiagregantes plaquetários e os pedidos são os remédios que podem atuar aí, vamos entre aspas, afinar o sangue. E que hoje, hoje, dentro da nossa área odontológica, que seja para organização, seja no centro cirúrgico, seja para qualquer fator, tá, né? Eles estão muito mais sendo prescritos devido à nossa atualização moderna que foi o convite que vem aí, tá? Então, isso é muito importante. Eu tenho relatos até de colegas médicos, no dentistas, que fizeram o uso de anestesia, ou anestesia não, de vacina da paz. E o médico que acompanha muitos anos desses colegas, pediu para 30, 60 dias ele tomar anticoagulante. Por quê? No caso, a gente sabe recentemente, evitar às vezes o risco de mal súbito, ou seja, um infarto fulminante agudo do miocárdio, tá bom, pessoal? Então, eu acho que achei interessante. Isso é um trabalho de, até coloquei na aula, é um trabalho de 2019, feito pela luz, tá? Cadáveres que morreram de COVID. E aí, a gente vai começar a falar um pouquinho sobre isso, porque, porque isso é a nossa atual, isso vocês vão pegar muito na clínica de vocês de harmonização ou de qualquer procedimento odontológico, tá? E aí, como a Valesca relatou, né? Qualquer introdução, qualquer coisa que vocês forem fazer, o paciente fizer esse uso dessa medicação, ou ela pode causar um problema hemorrágico importante, um hematoma, né? Uma fase cicatricial que não é o que você deseja, né? Com uma reação alérgica, principalmente. Então, a terapêutica, ela vem para isso, para estudar esse tipo de tratamento que é composto pelos fármacos que são prescritos por nós, médicos, odontólogos, né? Para que esse tipo de medicação, como por exemplo, um antialérgico, um antibiótico, um anti-inflamatório, um analgésico, né? O anticoagulante, o antiagregante plaquetário, né? Um antimético também coloquei na aula como forma de pós-operatório hospitalar, né? Então, eu acho que isso também é interessante. Paciente que às vezes fazem um dispositivo de aplicações em casos cirúrgicos com vocês, que vocês dão esse tipo de medicação, então saiba interagir esse tipo de medicação e que pode acontecer, por exemplo, anti-inflamatório não esteroidal interagindo com anti-hipertensivo, eles são antagonistas, né? Então, você tem que saber que dependendo do que você passar, que o paciente está tomando hipertensivo, ele pode fazer com que esse efeito da pressão arterial, essa ação do remédio, não faça 100% da sua interação ali na região do miocárdio, da parte vascular. E o que acontece que a pessoa, paciente, ele começa a apresentar na fase que você está tomando medicação.

[Música]

Tá bom? Então, isso é importantíssimo a gente estar sabendo, interagindo. E quem que dá tudo isso para nós é a nossa terapêutica, né? É essa prescrição medicamentosa que a gente está aí no dia a dia. Eu acho que assim, a Valesca falou, tem as suas exceções. Ela não tem costume de brincar nada, mas assim, vamos entender que se você aplica uma toxina no seu paciente, fez qualquer tipo de técnica de harmonização, entrega, entenda que você está colocando a medicação no seu paciente, não é turma, né? Então, isso é importante você estar nesse ciente disso, né? Vocês estão introduzindo a forma, estão introduzir uma droga no seu paciente, superficial ou não, né? Não interessa. Mas olha o que o relato da nossa, ela relatou o quê? Ela teve uma reação alérgica importantíssima, por quase o paciente com revólver. Entendeu? Então, é essa a importância que a gente tem o conhecimento medicamentoso. Pobre, nós estamos aqui para saber terminar a aula de hoje, né? Sabendo de tudo de remédio, não, não é isso que eu quero, mas ver algumas medicações, a gente fica muito confiante, né?

[Música]

No meu caso, né, que ela era uma paciente já, né? Eu já sabia, né? O que que ela aplicava, meu estimulador, botox, preenchimento, nunca teve nada, né? Ela tomava remédio para dormir, a única coisa, né? Mas no dia do atendimento, ela estava com labirintite. A gente acha que é uma coisa simples, né? Tomando remédio, não, bem. E mesmo assim, ela insistiu, né, para aplicar. Não, mas eu tô só com uma labirintite. Mas você está passando bem? Não, hoje eu tô tomando remédio, melhorei. Mas eu não imaginava o que que ia acontecer. Mas é isso. Muito medo que eu tenho, Valesca, do de harmonização orofacial, hoje de muitos cirurgiões dentistas recém-graduados, né, fazendo harmonização a rodo. Tem alunos que eu dou aula em oral menor, de cirurgia oral menor, eu professor Igor, que vocês tiveram aula ontem, eu fui professora. Então, a gente dá outros cursos ali, tudo bonitinho, e mostra esses alunos entram na harmonização com pena, peito. Às vezes, esse aluno, ele não sabe nem às vezes técnica de anestesia correta. Então, você imagina como aconteceu com você, Vanessa. Esse paciente faz uma interação medicamentosa, ou seja, ele já toma um labirinto, que é para labirintite, para atacar, não sabe que aquele tipo de ácido hialurônico, qualquer tipo de substância, vai interagir com aquela medicação e o paciente fica dessa forma. Ou não só isso, mas outros casos, mas não saibam resolver as suas intercorrências. Então, esse é o meu grande medo. Junto à harmonização, eu acho que nós dentistas, é o que nós mais temos conhecimentos da região de cabeça e pescoço. Quem mais eu quero perguntar para vocês? Quem mais tem e estuda anatomia? Professor Thiago fala de anatomia duas, três, quatro aulas. Eu tô sempre falando disso. Quem mais tem esse conhecimento? É nós dentistas. São vocês, não nada mais, nada menos, nada mesmo. Tem que fazer esse tipo de procedimento estético. Você entendeu o gabarito e o conhecimento disso. Mas aí, saibamos neste momento resolver quando tiver atua as suas intercorrências, tá? Então, isso é muito importante, tá bom? E numa dessas intercorrências, como módulo que nós vamos fazer hoje, é a terapia, a interação medicamentosa. Por isso que a gente coloca mais ou menos como terapêuticamente essas interações que podem surgir, tá? E que vocês têm que estar atento do paciente. Ou seja, aquela paciente: "Ah, doutora, eu tô amamentando. Você vai passar antibiótico? Será que eu posso tomar?" "Ah, eu tô gestante. Sabe que eu posso dar anti-inflamatório ou não?" "O anestésico, quanto que eu dou?" Então, eu vou revisar um pouquinho isso com vocês hoje. O que nós falamos com o doutor Igor, como falou técnicas de anestesia, e eu falei na parte farmacológica, tá? E agora, eu vou revisar, porque nós estamos no mês que vem, na clínica, né, encontrando aí, fazendo laboratórios, técnicas de anestesia, técnica de sutura, não, tá? Juntos aí, eu quero que vocês aí se aprimorem cada vez mais, né? E troquem figurinhas. Eu quero saber da Valesca, que contou o caso dela, tem explicadinho muito bacana, né? Nem que vocês, por exemplo, passem uma boa anamnese. Então, uma coisa que a gente sempre tem que entender junto ao nosso paciente é ter uma boa anamnese antes de qualquer prescrição, antibiótico, qualquer prescrição anti-inflamatória ou para especial medicamentosa no geral. Tem uma boa anamnese. Então, hoje nós temos o recurso da internet. Coisas que lá no passado, nossos pais, avós, não tinham. Hoje, nós temos a internet para você pesquisar em bibliotecas virtuais, bibliotecas virtuais de saúde. Se você tem interação medicamentosa, o que que eu posso fazer com isso? Você entendeu? Então, a gente tem aí. Não sei se apertar. E hoje, é que eu não me deu bom dia. Hoje é Fernanda, né? E Ah, tá aí. Então, me deu bom dia. Ela fez uma interação medicamentosa. Então, ela estava com dúvida. Então, a gente conseguiu resolver, contornar a situação. E ela, provavelmente, se Deus quiser, o procedimento votou e deu tudo certo, tá? Então, isso é importante. Eu quero que vocês abram o microfone e vamos discutir, conversar sobre esse tipo de interação, tá? E aí, a gente vai devagarinho, transcorrendo aí todas as medicações que eu quero falar, tudo bonitinho, ao longo da manhã, posologia. Porque eu vou dizer, turma 1, não é uma turma de vocês, mas a turma anterior a vocês, a gente está comprando muito ambulatório. E às vezes, eu fico vendo elas conversarem, eu vejo que a posologia da medicação que elas prescrevem está errada. Não tem ação desejada, ação terapêutica medicamentosa, não vai ter. Mas por quê? Porque faltou uma leitura, faltou dar uma vista nessa tipo de medicação. Você entendeu, né? Como que a gente também pode fazer isso, além da pesquisa em bibliotecas virtuais de saúde, apresentando? Tá? Lógico que o nosso protocolo é de cirurgias, toda bonitinha. Essa pode haver mudanças. Então, assim, eu estou sempre me atualizando com os protocolos, mas eu me atualizo sempre estudando, pesquisando, como professor, como que é tudo, mas também no meu dia a dia do trauma, de uma extração simples. Eu não faço a humanização. Tô esperando algum de vocês, né? A gente estudar junto, né? Tô aguardando. É a segunda turma, até agora nada, hein? Então, estamos todos aí para a gente fazer esse tipo de tratamento, tá bom? Beleza, pessoal? Mais algum casal, por favor, fale agora ou não cale-se. Não, pelo amor de Deus, fique à vontade. É só abrir o microfone que eu quero saber de vocês. A Fernanda, se tiver por aí, né? Se quiser falar também, por favor. Quero saber. Nada, então. Vamos lá. Beleza, então. Eu só quero, antes de tudo, fazer uma revisãozinha com vocês, tá? Então, aqui eu já falei isso para vocês. Às vezes, pode ser que alguns surgiu alguma dúvida, né? Então, tipos de locais, prescrições que você pode fazer, ou seja, receituários que nós temos no mercado todo no Brasil e qual as indicações que você pode estar satisfeito, né? Então, isso eu acho muito importante a gente estar ciente disso. E aquilo que a gente já falou em normativa, né? Nós temos direito e podemos sim prescrever com tranquilidade. O que eu estou vendo muito problema dentro da nossa especialidade, não falar um pouquinho da medicação, mas fugindo um pouquinho no caso, de indicação de exames pré-operatórios. Então, muitos convênios não estão autorizando o cirurgião dentista a pedir aquele exame e autorizar o paciente fazer isso. Não sei, alguém já teve esse tipo de deco, uma cirurgia de harmonização que tem costume e ela não conseguir fazer, tem que fazer no particular ou passar no médico, pegar um terreno para fazer esse exame pré-operatório? Alguém já teve esse tipo de intercorrência? Pessoa, repete, por favor. Não peguei a pergunta. Assim, o que eu perguntei para vocês é se vocês já tiveram alguma intercorrência no laboratório médico, no pedido de exame de hemograma, por exemplo, o paciente faz uso de anticoagulante, né? Que a gente vai discutir bastante isso agora e vou mostrar para vocês a prática dos meus pacientes. Então, eu quero saber se ele está com NR bom, se ele não está conseguindo, vamos assim, entre aspas, fino. Então, vou pedir um cronograma, um hemograma completo e um coagulograma, uma glicemia em jejum. Você já teve algum caso do laboratório não autorizar fazer porque era CRF, carimbo de dentista? O paciente ligou, falou: "Doutor, eu não estou conseguindo fazer pelo seu receituário, passar no médico para ir sim fazer exame da senhora?" Já teve esse problema? Algum de vocês? Não. Professor, tranquilo. Laércio, bom dia. Laércio, bom dia, meu amigo. Tudo bem? Tudo bem. Eu ouço a voz dos meses anteriores, os alunos no mês seguinte, mas tudo não fica calado, né?

[Risadas]

E, mas é isso aí. Mas já está no carnaval. E outra coisa, hein, pessoal? Nós estamos numa quinta pré-carnaval, no estudo para depois a gente aproveitar o carnaval, hein? E descansar ou ir para a folia, não sei. Cada um vai fazer aí as coisas, tá bom? Já teve algum problema, alguma coisa relacionada a isso? Tranquilo. Eu acho que hoje os profissionais já estão bem instruídos, né? Sabem os direitos, né? Acredito que agora está mais tranquilo. Antigamente, a gente alguns probleminhas, né? Mas agora não. Mas isso é legal a gente conversar sobre esse ponto de vista, porque às vezes nem profissional, nós dentistas, sabemos que aconteceu isso aí. Isso aconteceu comigo. Eu posso falar que aconteceu na prática lá no meu ambulatório. Eu pedi exame. Quando eu vejo no papel ali, médico solicitado, Doutor, sei lá, vou chutar o nome, Doutor Laércio Matias. Aí eu vou questionar paciente: "Por que você fez? Quem que é esse Doutor?" "Não foi eu que pedi." "Ah, não, doutor, é que aí eu não consegui fazer pelo laboratório, liberou, tive que passar no meu clínico, no meu convênio, você entendeu? Trocar a guia e fazer." Aí, então, isso eu fico muito puto. Consegue fazer exame, eles conseguem, mas às vezes isso me dá uma brigada boa, entendeu? No passado, já teve situações assim. De já quando essa quem é um pouquinho, vamos descer mais experiente, sabe que antigamente tinha um certo problema, mas depois que a lei, que a legislação da ANS, já mandava a lei junto, ó, sempre preparado, né? Mas melhorou. O que acontece? Que é comum a gente fazer a prescrição, solicitação, e o paciente tem convênio, ele tem que liberar, dependendo, dependendo do convênio dele, ele tem que ir lá, por exemplo, na Unimed aqui em Assis, é assim, ele tem que ir lá para liberar. Mas isso é sim, é um procedimento normal de quem não é associado. Alimento, seja médico, seja dentista, quem foi, ele tem que liberar os exames aqui. Mas não, não tem tido, graças a Deus, problema algum. Mas Aécio, como é esse fato de liberar pela remédio? Sempre eu acabei de recuperar uma paciente na Unimed, uma fraturinha, né? Mas é um hospitalar. Mas como que é liberar? Ele, eles liberam isso a guia, mas ela persiste o nome no seu nome, por um outro nome, depois do médico que tal? Persiste no meu nome. É só realmente liberar os exames que foram solicitados, né? Não entra nenhuma questão, tem que passar por outro médico deles, nada. Não. Atualmente, entrando aí no caso, ela só transcreve a guia. Eu também não sou conveniada da Unimed, mas eu também, quando eu solicito exames, eu sou inscrito com meu carimbo, né? Meu CRO, a minha é meu na folha, né? E aí, o que tem um convênio, ela só vai lá na Unimed, eles mesmo já transcrevem a guia para, sei lá, para um laboratório conveniado, mas vai também no meu nome. Que que eu quero dizer para vocês? No momento, eu sou de Governador Valadares, mas antes e recuperado, Valadares, criou de Minas. Então, nós temos um interior de São Paulo, Assis, e temos aqui em Governador Valadares. Então, assim, aqui em São Paulo, normalmente, como que é costume esse tipo de processo de liberação para autorização do? Quem faz isso dentro é o próprio laboratório que vai realizar o exame. É isso que eu quero dizer para você. Que aí, quando eles vão digitar o exame, ah, lá, hemograma completo e um coagulograma. Aí vão digitar lá no sistema, que não dá para ver no computador, ah, 88, vai falar um número, 102, 22, ah, não autoriza. Quer dizer, então, é ali que eu estou falando que pega, entendeu? É dentro do laboratório que lá, ele já faz autorização, né? Pelo menos é que acontece aqui em São Paulo, entendeu? Antes era assim mesmo, aí a gente entrava já com a liberação com essa norma, né, da ANS, já mandava para eles como uma resposta, porque eles, eles não autorizavam. Aí a gente mandava, aí rapidinho, ele já autorizava, entendeu? A mesma coisa que também farmácia de manipulação, quando a gente pular algum peeling, eu também facial, aí quando a gente manipulava algum filho, vai somente para médicos, aí eles mandavam para eles autorização e aí eles Ai, me desculpa. Aí fica passando a mão, né? Realmente, olhei aqui, a senhora está certíssima.

[Música]

A carteira. Então, é isso que eu falo para vocês. Nós não somos menos nem mais do que ninguém, entendeu? Nem médico, nem divulgado, nada, em fisioterapeuta, nada. A gente só quer fazer a nossa parte. Mas a nossa parte tem que ser muito bem estudada. A gente está aí para isso. E quem mais estuda essa região de trabalho de harmonização em técnicas afins, esses nome todo, ou nada mais é nós. Então, isso está tendo muito preconceito. Veja, porque muito plástico, a gente conhece às vezes no dia a dia, fica com eles ali, né? Eles ficam meio com receio. Junto com isso, está diminuindo, tá, turma? Está diminuindo bastante, mas às vezes acontece de apresentar e aparecer uns casos assim de não autorização, né? Então, mas tudo bem, vamos lá, seguir o caminho. Ai, outra coisa. Esse tipo de receituário aqui foi muito engraçado. A gente conversar sobre, a gente vai lembrar de algumas coisas, né? Eu prescrevia hoje, não, mas acontece, tá? Mas antigamente, os três, quatro anos atrás, quando até tinha feito bonitinho na receita de notificação, eu lembro muito bem. Quando fui pegar uma indicação para minha mãe, minha mãe toma, né, o Lorazepam, benzodiazepínicos, CRO. Ela foi na gerente dela da farmácia, e ele sorriu muito bem. E eu estava assim, bem vestido, mas não estava assim de branco, não dava para ver que eu era o dentista, médico, nada, entendeu? Eu vi que ela foi até lá. Aí eu fiquei como se estivesse andando pelo corredor do da farmácia, só para ouvir que ela estava falando. Aí ela falou assim: "Ah, olha aqui, ó, carimbo de Serrinha é dentista, pode autorizar, porque acho que era menina nova também, pode liberar a medicação para esse tipo de receita, tal." Aí ela dançou. Ferrou, porque quando a supervisora dela viu o próprio notificação, a identificação, de repente, sou eu. Ela estava no meu nome, dentro do meu ambulatório, consultório, tá? Então, assim, então batia tudo direitinho, então não tinha porque. Mas você vê, ainda atualmente, algumas restrições com carimbos em receitas que a gente pode tranquilamente emitir para escrever com algumas, às vezes, algumas farmácias aí de rede de farmácia, você entendeu, tá? Hoje, eu já não vejo mais isso. Então, eu já pesquisei bastante isso daí, né? E eu não vejo mais nenhuma contraindicação. O paciente falar, vendeu tranquilo, não tive nenhum problema na farmácia, tá bom, pessoal? Beleza, tá? Então, é só para a gente bater um papinho, vocês entenderem, tá? Então, vamos agora aqui voltar um pouquinho lá na revisão. Você sabe que ele sempre gosta, como ele está falando de medicação, a gente não pode esquecer de falar a outra coisa. Olha aqui, ó. Esse é o nosso recanto de descanso. Então, assim, a gente vai aproveitar esse cantinho, esse pudim para descansar no carnaval, né, pessoal? Você quem gosta de pular carnaval, entendeu? Vou dar uma descansada, né? Então, aí batalhando, estudando bastante, e aí para a gente depois dar uma descansada. Então, eu gosto muito de oi, cuidado. Você fica falando muito. Depois vão montar um ônibus daí para ir lá, hein? Pergunta para Sandrinha, para o Igão. Eu sou assim, porta aberta, inclusive, pode ficar tranquilo. Inclusive, a gente vai tranquilo. Eu estou terminando de arrumar agora lá, né? Então, eu vou aproveitar o feriado agora do carnaval para eu conseguir finalizar. Porque como eu estou, eu estou plantando dois hospitais a distância, então, às vezes, eu fico no final de semana, eu tenho chamado e eu tenho que sair de lá. E é no interior de São Paulo, perto de Rio Claro, né? E aí, eu tenho que sair voando e vim para São Paulo trabalhar. Então, agora no carnaval, não, no carnaval, já já tem um plantonista lá, ninguém vai me perturbar. E eu vou aproveitar e descansar. Mas ó, se vocês um dia quiserem, à vontade para gente fazer um churrasquinho lá, vocês estão muito bem convidados. Bom, então, o que eu queria falar é isso daí. Revisar um pouquinho, porque também nós vamos no módulo que vem, macho, tá? Presencial, vamos estar juntos ali, conversando, é mostrando técnicas na prática, observando, filmando. Então, eu queria revisar isso com vocês que já falamos um pouquinho lá e às vezes alguma dúvida que você teve. Isso é importante. Um cara que eu acho fantástico, já tive até uma aula com ele de farmacologia e terapêutica, é esse Eduardo Dias de Andrade. Alguém já teve alguma aula com esse professor Eduardo de Campinas? Alguém conhece esse professor? Conheço, excelente profissional. Com ele, não, mas eu conheço o trabalho deles e tudo mais. Cara, é muito bom. Mas é um cara, meu, conhecedor fantástico. Mudou muito na minha cabeça com relação à montagem de aula de farmacologia. A minha aula não era muito assim. Então, os livros dele, de tudo que eu faço, e a aula que eu tive com ele, assim, foi bem legal, tá? Então, é isso. Livrinho de cabeceira para estudar. Cada uma fica à vontade. A gente sempre coloca para vocês estarem aí, tá? Então, aqui os anestésicos bucais que a gente já falou. Qual é o seu anestésico mais indicado ou não? Esses são alguns trabalhos que a gente tem aí, em que vocês vão apresentando depois à tarde, né? Apresentar, mas é voltado para isso, para a professora Sandra. Então, vamos pesquisar. Então, tá aqui toda aula que a gente vai entrar, produzir, falar com vocês, sempre dá uma pesquisada. É óbvio, né? Uma coisa nossa que a gente ama para estar fazendo, né? Que vocês estão percebendo, então, nos conhecendo e me conhecendo bastante, que eu adoro falar bastante, né? Infelizmente, mas eu acho que também gosta de mostrar muito teoria, mas na prática para vocês entenderem. Então, eu gosto muito disso como professor ensinar, tá? E ao mesmo tempo que vocês, alunos, aprender juntos, tá certo, pessoal? No caso que nós vamos no dia a dia aí, tá bom? Então, os melhores anestésicos que eu posso prescrever, técnicas que eu posso estar fazendo, né? Então, tudo isso a gente já revisou, né? Então, estamos revisando. Qual que é a técnica mais traumática? Vocês têm que estar muito bem apurado com isso. Vocês vão aplicar substâncias, ou seja, drogas terapêuticas, inverno sobre derme, epiderme, superficiais ou profunda. Então, isso tudo tem que estar muito bem elaborado na cabeça de vocês, na técnica, para não correr esse risco de uma fratura da agulha. Isso aqui é verídico, tá? Esse verídico. Este caso, nós conseguimos tirar a agulha, mas eu tive um colega que me chamou também, e ele fez a técnica de critério mandibular. Não sei se o professor Igor falou alguma coisa sobre isso, falado, né? Que a gente interage junto, tudo, né? Em que ele fraturou, mas essa, o meu, eu explorei, não achei, sumiu. Aí ficou lá, é estéreo, tá lá hoje. O paciente provavelmente deve ter fibrosado em volta da agulha, e o paciente hoje não sente mais tanto, mas sente um pouquinho incomodado. E esse caso, que a fotografia que aqui no fundo, e esse foi verídico, né? Então, assim, ó, suor para a gente buscar, tá bom? Então, tudo isso é importante para que vocês tomem muito cuidado nessas aplicações. Hoje, que nós fazemos aí dentro, tanto litoral para oral menor, do que todo dia para vocês harmonizadores, tá? Sempre muito importante para evitar qualquer tipo de intercorrência durante a sua aplicação da anestésico. Pessoal, aplicação de forma lenta, forma bem progressiva, tá? Nos dá isso daí. É o tubete anestésico de vidro, que a gente já conversou lá atrás, na aula do mês passado. Professor Igor também deve ter privado para vocês. Eu não vou ficar entrando muito nesse mérito, tá? Mas ele nos ajuda, de frente daqueles de plástico, a fazer uma forma mais lenta de aplicação e progressiva, não ficar aquela coisa pausando, sabe, colocando dessa forma, porque isso causa o hematoma, isso causa um edema local. E para você, tempo da harmonização, que forma que por vocês aplicarem essa droga anestésica no interior do seu paciente, no tecido, isso pode causar interferências para você, estética, não comprometimento, né? Você vai querer preencher ou não tirar, não. E aí, a consequente, consequentemente, posterior a isso, o que que vai acontecer? Hematomas que vocês não querem que aconteça, tá ali. E aí, pode transcorrer um ruim resultado depois para vocês, tá bom? Não aplicando ele em periósteo, não vai chegar na agulha e tocar no dedo no osso. E aí aplicar, isso causa muita dor, que ali nós temos nós setores de dor, né? Então, você aplicou, ele vai fazer aquela expansão, que é isso que vocês estão vendo na câmera aqui, ó, vai fazer essa expansão periódica, isso vai causar muita dor do nosso paciente. E aí, vai observar o fluxo sanguíneo no tubete anestésico. Mas isto a gente pode fazer na carbule, e tem aquele pino de pressão, e você não precisa fazer o recuo. Agora, se vocês fazem a aplicação e agulha de insulina, agulhas e seringas de insulinas normais, né, de aplicação, né? Aí você tem que fazer a aspiração. Ela não vai ter esse pino de pressão acontecendo isso para você, tá bom? Então, observando para vocês não aplicarem dentro de uma veia, dentro de uma artéria, que você pode causar lipotimia, alterações cardiovasculares e até neurológica, dependendo da quantidade que vocês aplicarem. E tem que levar o seu paciente, às vezes, um serviço de saúde, um pronto-socorro, tá bom, pessoal? Eu já, sem querer, né, claro, dentro do vaso, paciente, e foi com capule. Aí, na hora, ela começou a relatar assim: "Dor de cabeça, nossa, minha cabeça está doendo." Aí, aquela dor que vai movendo, sabe? Agora está na nuca, está na têmpora, está na fronte. Então, assim, eu aferi a pressão dela, estava alta. Subiu assim, muito rápido. Acho que estava 17, 17 por aí, não lembro direito. 17, 14, tipo isso. Captopril no consultório, já dei dois para ela e fiquei monitorando. Computador, agora está melhorando, está baixando, porque senão eu levaria ela no pronto atendimento, porque está tendo até vomitar, sabe? Uma dor insuportável de cabeça, querendo vomitar. Tudo isso daí, eu quero interação. Pode falar. É a pressão baixou, né? Aí regularizou e tudo. E você procedeu para o seu? Você continuou com seu procedimento? Você deixou para um dia seguinte? Como que? Ah, eu deixei para outro dia. Nem para o dia seguinte, não. Eu falei: "Vamos esperar, vamos ver." Esperei uma semana. Aí eu pedi para ela monitorar também a pressão dela todos os dias, só para ver. Você acredita? É daquelas pacientes que na anamnese não me falou nada. E depois que teve somente pressão, e eu pedi para ela monitorar, ela falou: "Se uma vez já tinha ido ao médico e o médico pediu para ela só quando ela sentisse que a pressão estava subindo, ela tomar." Falei: "Não, isso não existe. Regular não é isso." Acho que você entendeu errado. Ela não é porque eu tomo só de vez em quando, só quando eu acho que vai subir. Ela tomava quando ela percebia que subia. Acho que era. Olha, olha o que pode vir acontecer, pessoal. Olha que legal essa dica e esse acontecimento, esse caso que a gente fala, que já comentou conosco. Isso é muito importante. Mas um caso de interação medicamentosa. Graças a Deus, já. Porque ela não está tomando a Losartana. Porque a Losartana com Captopril, dependendo da dose que você falar, que você já deu dois comprimidos, ela pode causar interação medicamentosa. A gente chama de antagonista terapêutica, já. Ou seja, você não ia ter nenhum efeito do seu Captopril e a Losartana, que de manhã, eu tenho um efeito melhor, ela não atuaria com tranquilidade. Ou seja, que que poderia acontecer na sua paciente ali naquele momento? É o quê? Ela poderia morrer. Calma, calma. Ela poderia continuar. Porque sim, mas ela poderia continuar com o pico hipertensivo e não abaixar no seu consultório. E aí você teria que levá-la para o pronto-socorro para atuar com essa medicação um pouquinho mais endovenosa, você entendeu? Então, o que eu quero lhe dizer, não para você, mas para todos vocês, alunos, cuidado com esse tipo de medicação sistêmica que causa esse tipo de alterações e interações, tá? Quando for assim, antes de qualquer introdução da medicação, lá conversando com seu paciente, né? Veja qual a medicação que ele já toma, se está no outono ou não, para pressão alta. Por isso que a anamnese é importantíssima, pessoal. Não deixe, porque aí quando a minência já sabe que ela já toma Losartana. E aí não conversa com paciente, vai relaxando, né? E você vai percebendo que actona ou já não tomei. Opa, então não tomou. Então, vamos aqui que eu tenho dois captopril, que esse em fase aguda hipertensiva, ele vai abaixar um pouquinho a sua pressão e você vai começar a voltar ao normal. Tudo bem? Já você entendeu? Aí, anda também já teve, ainda que está aqui na turma também, ela já teve um caso. Só capaz, ainda amava nada. Ela estava anestesiada extra oral para fios, né? Esse oral. E tinha paciente, ela toma dor, muito, muito, muito forte. E uma dor na nuca. E eu já tinha falado com ela desse meu caso, já tinha comentado com ela, amiga, aconteceu isso comigo. E assim, na hora, espera, né? Aí esperei e tal. Seria a pressão dela e fiquei naquela. E aí depois eu fui ler. E aí a gente lê, professor, por isso que eu falei, se ela poderia chegar óbito, porque meu Deus, que que aconteceu com? É assim, ainda bem que eu tenho uma farmacinha, eu tenho os primeiros kits de primeiros socorros, né? Tem um intramusculares também dentro do consultório. Aí, Daiana, paciente dela, não tomava nada e sentiu pressão muito grande, uma dor muito forte na nuca, que não passava. Ela deu captopril, não abaixava a pressão. Ela teve que pronto atendimento também com ela. E lá eles aplicaram na veia. Acabei de falar para você, você entendeu? Antes de saber do caso, a gente já percebe que isso é comum acontecer. Só que quando você joga uma medicação que pode antagonizar o outro, olha o risco que você correu e o óbito do paciente. Qual que é o próximo passo que pode acontecer no paciente? Um acidente vascular encefálico de forma hemorrágica. Explica novamente, se a igualar, já que deu a paciente, já tomava Losartana e a Jaque deu o Captopril, por que que não podia? Eu não entendi. Eles são medicações que mexem com uma enzima da musculatura lisa do coração, que aperta bloqueador, tá? E elas fazem a mesma ação. Ou seja, a gente chama na terapêutica medicamentosa que eles são antagonista terapêutica, ou seja, os dois fazem a mesma ação. Quando os dois fazem a mesma ação, nenhum faz ação correta, entendeu? Nenhum vai atuar direito em cima disso, entendeu? Por isso que eu falo, cuidado com as medicações que vocês têm no consultório. É correto vocês, a gente tem que estar preparado para qualquer emergência, que é o que nós vamos também falar um pouquinho no módulo que vem, presencial, um professor convidado, bonitinho, tá? Que a gente está vendo bonitinho isso daí, porque essa interação medicamentosa é muito perigosa, porque você não vai fazer nem um passeio de criação da medicação dele, nem muito menos a sua. E aí, podendo paciente ter esse pico hipertensivo, um período mais prolongado. E esse período prolongado, como você viu, a dor de cabeça, que aumento da pressão intracraniana, pode levar um acidente vascular encefálico da forma hemorrágica. E aí a sequela é muito mais grave, tá, meninas? Vocês entenderam? Então, isso é importantíssimo. Adorei a experiência que vocês estão passando para nós, porque assim, a gente vai conversando e vocês entendendo o cuidado que vocês têm que ter. Mas o cuidado que vocês vão ter lá na frente, quando qualquer intercorrência acontecer com o paciente, é vocês terem do seu lado ali, ó, o que anamnese do paciente, tá? Anamnese do que ele toma, qual que é a comorbidade que ele tem. Então, você percebe que a gente frisa isso muito com vocês, tá bom? Beleza? Aí, André, tudo ok? Entenderam direitinho agora? Não é sim. Eu tenho também meu consultório, tem algum, tem tudo que tiver capaz de oxigenação do paciente para não perder. Já tive paciente convulsionou. Nunca usei, graças a Deus, nunca precisei, né? Usar. Mas aquela coisa que eu falo, eu já tive paciente convulsionou, que omitiu, omitiu, não, ela falou que já tinha tido alta do neuro, né? Só que passou aquela atenção cirurgia, tudo, e era como funcionou no meio da cadeira. Mas o problema não foi segurar e fazer o tratamento correto na paciente. Sabe qual foi o meu problema nessa situação? Entendeu? Sabe qual foi? É segurar secretária que ela desmaiou. Nunca tinha visto isso. Então, ela apagou, ficou branca assim que ela sentou ali, que quase foi para o chão, entendeu? Tá? Então, você falando desse gente convulsão, eu tenho uma paciente, ela faz volta comigo, ela já faz umas três vezes e sempre da primeira vez, durante o procedimento, ela desmaiou. Mas não é só um desmaio, não é só um desmaio. A pressão dela é muito baixa, já é normalmente muito baixa, né? E aí, ela só não desmaiou, ela começa a virar o olho, sabe? Parecendo convulsão, só que voltou rápido. E assim, nas três vezes, ela fez isso. Na última vez, foi um pouco pior. Ela virava muito o olho, ela começou a travar os dentes. E engraçado que ela falou que ela não tem convulsão, que, né, que acontece com ela, sempre desmaiar. Aí eu falei, até falei com ela para ela procurar um médico, porque ela provavelmente ela tem convulsão, sim, porque um desmaio não fica, não faz isso. Faz, não, não. Provavelmente, ainda o caso dessa paciente, provavelmente, é a gente chama, não porque eu não sou neurologista, mas a gente tem acampamento, vai estudar um pouquinho sobre isso, chama crises epiléticas. A paciente tem algumas alterações neurológicas, de sinapses neurológicas, que ela paga e ela faz a contração das musculaturas. Você percebeu nessas desmaios, nessas contratabilidades musculares que ela teve? Foi desmaiava, se ela urinou na calça, porque um dos fatores que a gente tem um espectro, né, que a gente aqui no cérebro controla, eu quero fazer xixi, mas não tô dando aula aqui meia hora, eu vou. Não, a gente controla. Agora, quando você tem essa crise de epilepsia, né, você não controla, você relaxa. Pelo contra, se relaxa e ela urina toda na calça. Você percebeu essa calça alguma coisa urinada? Não, mas além de virar o olho, ela ficava tipo todos muscular. Isso assim, mas ela voltava rápido. Da terceira vez, demorou um pouco mais. Ela travou o dente. Eu só coloquei minha mão dentro da boca dela. Queria saber de nada. O que eu faria nesse caso? O que eu faria nesse caso dela? Ela travando o dente, a língua enrolando. Você está com a paciente ali travando. Se você não tem nenhum tipo de pé puro cortante na boca do paciente, você está fazendo seu trabalho extra oral, nada dentro da boca. O que você

Tem que fazer no seu paciente é mudar o decúbito dele, tá? Você está em decúbito horizontal. Fazer, colocá-lo primeiramente em decúbito lateral. Professor, por quê? Porque uma das emergências que existe no caso de convulsões e epilepsias, tá, é o que? Broncopneumonia. Às vezes um vômito, um refluxo, a saliva. E se ele broncopneumonia e andar, esse seu paciente vai morrer na sua cadeira.

Então, a primeira coisa que você tem que fazer é tirar todos cortantes do campo. Segundo, virar o seu paciente e acompanhar esses tremores. Voltando, se persistir os tremores, ele tem crise sequenciais, vão atrás um do outro. Imediatamente, chama a ambulância e acompanhá-lo com ele direto para o pronto-socorro. Tudo bem? Tá. Mas nunca, pelo amor de Deus, não meta o dedo na boca do paciente, porque ali ele está em contração muscular, tal, tal agressividade que ele pode assim dissipar até o seu dedo, se for o caso. Não, com certeza. É porque nunca teve casos, né? Então, por mais que eu sei que eu preciso colocar o paciente de lado, eu até coloquei. Coloquei? Não vou te falar que eu coloquei mais ou menos. E pulava tanto que eu fiquei um pouco nervosa, sabe? E aí eu falei: "Meu Deus, vai morrer a paciência". Mas, graças a Deus.

Uma coisa que também você não fez corretamente, ela já peço para a gente falar, tá? Só terminar a Daiana para a gente começar a fechar bonitinha esse conceito dela aí. Anda uma coisa que você não fez corretamente, que fique só entre nós aqui, é o que? Você teve a primeira crise na sua cadeira, na sua sala, no seu consultório. Imediatamente, como eu vou mostrar lá no anticoagulante, é fazer um relatório, encaminhá-la para o neurologista. Eu não vou intervir na senhora de novo, porque qualquer intervenção dentro da área odontológica, se ele de harmonização, vai causar um estresse. Esse estresse pode ser um fator desencadeante para epilepsia e a convulsão. E o que que você fez? Você manteve o atendimento, provavelmente, né? Sem uma carbose medicamentosa que o neurologista provavelmente deve prescrever para essa paciente, entendeu? Nas primeiras, na primeira vez que aconteceu, eu, ela voltou. Eu perguntei. Ela falou que era de costume desmaiar. Porque aí eu falei: "Gente, será que isso é um desmaio?". Aí, como depois foi pior, aí eu falei: "Não, não é normal". Aí foi que eu fui falar com ela. Mas, realmente, foi errado mesmo, com certeza.

[Música]

Disse entre essas conjunções e outras de segunda ou terceira atendimento que você falou, ela ter convulsões, epilepsias seguidas. Isso é muito difícil de você voltar. E aí, se isso acontecer e um, vamos dizer assim, o paciente parar numa UTI e esse quadro não reverter na consciência, ele vai ter uma sequela neurológica. E aí, quem vai arcar com as responsabilidades? Aí, André, é nós. Não vamos falar de você, porque aqui nós temos colegas, mas nós cirurgiões-dentistas que vamos arcar com esse problema que pode vir para o seu paciente quando for hospitalizado uma crise repetitiva de epilepsia e convulsiva. É verdade. Obrigada. Por esses fatores, fica atento. Vários fatores pode desencadear uma epilepsia, uma convulsão. Até uma simples herpes zoster, tá? Vírus do herpes zoster agressivo neurologicamente pode desencadear crise convulsivas. E, lógico, que a gente estava conversando com Daiandra, crise de estresse extremos, nervoso também pode ser desencadeado. Então, por isso que esse paciente tem que estar amparado com medicações anticonvulsivantes. E aí, quem vai fazer isso é um neurologista. Não somos nós, mas temos que saber que ela já está com medicação. Tanto com a medicação. Bora continuar o nosso tratamento odontológico de harmonização. Tudo bem? Beleza. É isso aí, meninas. Adorei. Laercio, quanto ao seu caso aí para a gente? Não, meu amigo, tranquilo. Você realmente complementar isso daí, né? Na questão do cuidado da conduta dela, né? Pode falar o seu pensamento junto a isso. Era exatamente o que você acabou de falar, tá? A conduta, né? Não colocar o dedo, proteger, liberar de possíveis traumas, né? Que pode ter ao redor. E tem uma situação bem boa. E é isso aí, só isso daí, meu querido, né? E no dia a dia nosso, pode acontecer. E aí, naquela hora do professor Thiago, vocês vão lembrar de nós e mim. Entregar nossa aula e vocês vão resolver com tranquilidade, né? Não vendo problema, nem com manha. Falou, fica nervosa, porque em casos desses de intercorrências que acontece, acontece comigo, acontece com todo mundo. Eu tive um paciente de uma eletiva de uma cirurgia no hospital, né? Paciente teve parada cardiorrespiratória. Você imagina que loucura. E você pegar e fazer a massagem cardíaca, começar lá. Pá! Meu, é uma loucura. Lógico que não foi da cirurgia, né? Mas o seu paciente está lá, é você responsável por ele ali. Cara, foi uma loucura para mim, mas sirva de experiência. Graças a Deus, ela voltou. Não aconteceu nada. A única coisa que ela teve um pouquinho de dor no peito, que ela falou, porque isso aí depois eu fui explicar para ela no quarto, né? Já acordada, consciente, bonitinha. Então, isso acontece. Então, a gente tem que trocar experiências dentro da formatologia, dentro da anestesiologia, e a nossa aula que nós estamos usando aí, tudo tá bom? Beleza, meu amigo. Obrigado. Beleza. Então, mais alguma dúvida? Que está à disposição. Pessoal, solta o microfone e vamos discutir os casos aí, tá? Que é isso que eu gosto. Aula interagindo mesmo, a gente falando aqui, né? Online, tô gostando disso, porque é assim que eu gosto de dar aula também, presencial, discutindo casos e a gente aprendendo um pouco, tá? E aí, depois de tudo isso, após aplicação, remover a agulha lentamente para evitar paradas indesejáveis, como vocês estão vendo na foto aqui, né? E observar o paciente após registrar. Observar o paciente, conversar com o paciente. Tá tudo bem? Ah, eu tô com uma pressão aqui. Aí, eu tô com um escotoma. Vocês não falaram? Já falou só da pressão, mas às vezes o paciente apresenta escotomas, que são aquelas bolinhas pretas. A visão começa a ficar escura. Doutora, eu não tô enxergando nada. Eu tô começando a ver. Parece que eu vou querer desmaiar. Você entendeu? Então, isso tudo é importante a gente observar, dependendo de onde a gente aplicou e a quantidade que nós aplicamos de anestésico, tá bom? Tá dentro da farmacologia, a gente já falou de componentes. Então, a gente vai passando um pouquinho mais rápido quanto a isso, tá? Que a nossa aula é muito boa, né? A gente adora que o Thiago, que a gente bate, interage, faz conhece. E agora, a gente daqui para frente vai fazer um pouco diferente para o nosso bem profissional e o bem para o nosso paciente também, para não perder, não ter mais intercorrências, tá? O componente desse pessoal anestésico, a gente sabe, né? É o sal, o vasoconstritor e os agentes conservantes e oxidantes. Esses que eu acho mais importante que eu sempre gosto de repetir para vocês, né? Não sei se alguém já teve o caso. Eu, no passado, antes de eu ser um estudante, estudar, ser mestre, fazer especialização, quando o paciente falava para mim no consultório: "A doutora, tem alergia a anestésico". Dentista, eu falei: "Caramba, mas todas as substâncias são estudadas. Tem vários tipos de anestésico". "Não, doutor, qualquer anestesia eu tenho alergia, não posso". Tá entendendo? Então, assim, eu, vamos entre aspas, eu caçava como meu paciente. Eu não acreditava nisso. Depois que eu comecei a pesquisar, percursos, aperfeiçoar com Eduardo Dias Andrade e ler o livro, eu falei: "Aqui, ó, olha onde eu posso ter uma reação alérgica junto aos anestésicos odontológicos que nós aplicamos". O bispo fica de sódio, um agente conservante e o outro agente oxidante. E ali para frente, eu comecei tanto a mudar os anestésicos como também a mudar o meu tipo de técnicas anestésicas. Vão ter esses pacientes e com isso, nunca mais eu tive problema. É essa substância alérgica. Inclusive, até paciente que fala que tem alergia, eu mudo a composição, mudo meu anestésico. Inclusive, para com o de vidro, tá? Para com o de vidro, que eu sei que o biscuito de sódio, ele como alergênico, ele é menor atuante do que o metil parabeno, tá? Então, eu fico mais tranquilo e aplico e uma quantidade bem menor quanto a gente tem em comum fez um quilo do paciente, tá bom? Turma, aí tem o cloreto de sódio, a água destilada, mas é importante. Todos os anestésicos precisam ter esses agentes, porque para dar aquela data de validade prolongada, senão não adianta nada. A gente perde muito anestésico aí no decorrer do nosso atuação, tá? E hoje, ele de éter, né? Eles são todos eles espetados. A maioria deles tá sendo metabolizado tudo precisando, ok? Tá bom. Então, mostrando aqui, ó. Um dos fatores que eu gosto muito de mostrar para vocês, tá? É os vasoconstritores. Muito cardiologista que inclusive eu vou botar na, colocar na minha aula, um relatório de um cardiologista que ele escreveu maravilhosamente bem da Prevent Senior. Uma paciente que era do convênio da Prevent, que eu fui operar no hospital, eu e mais. Por quê? Me resplandeceu, porque ela relatou tudo a comunidade que ela tinha valvular, medicação que ela tomava. E aí, para eu dividir responsabilidades, vamos aqui na aula farmacológica, como o uso de anestésicos, tudo bonitinho. Eu fiz um relatório. Então, nós não vamos operar Dona Maria, porque enquanto você não me trouxerem o relatório do seu cardiologista, e aí, que é o seu pré-operatório, junto com exame de sangue, mais o relatório do médico que te acompanha, tá? Aí, a gente vai fazer sua cirurgia com tranquilidade, sem causas de convulsões, sem estresse, nem um problema que for, por acaso, dependendo da medicação que elas tomem, uma crise de hemorragia pós-operatório. Tudo bem? Tá bom? Eu vou contar até esse caso. Eu tive há 15 dias atrás. Eu tive que ir para o pronto-socorro, tá? Esse de novo, já contei um mês passado, um caso de um ano atrás. Eu tive outro. Outro, pessoal, que fez cirurgia de extração simples, tomando anticoagulante. Não, esse foi um antiagregante plaquetário, que é chamada de clopidogrel de 75 mg, tá? E a dentista não, a cirurgia tranquila, né? Não pediu o exame, não pediu nada, e não pediu a suspensão, nem com relatório do médico para tentar ver como que vai fazer o protocolo de atendimento. Que que aconteceu? Arrancou o dente. E aí, lógico, sangrou, sangrou, sangrou, sangrou. Não parava. O paciente também não ajudava muito, mas isso tudo é muito culpa do dentista que não orientou no pós-operatório, tá? E aí, onde eu estava de plantão, tá? Aquela, aquela boca cheia de sangue, que eu não tirei foto, porque eu estava sozinho, tá, pessoal? Bem tarde da noite, e tem horas que a gente nem dorme, vai no dia seguinte, já trabalha, né? Então, eu não, eu não fotografei a boca dele cheia de sangue, as gazes que ele tinha. Ele estava com um saco dentro do hospital, pronto-socorro, lotado de comprar sangue. Por quê? Por causa de uma extração. E o caso que eu falei para vocês, um módulo passado, no mês passado, foi um caso de bichectomia, sangramento importante. Vocês lembram disso? Além de ter pego uma artéria, uma veia ali, tá? Eu passei de tomar umas medicações que ela não tinha conhecimento, mas agora, hoje, vocês já vão ter. Ok? Eu vou, eu coloquei, introduzi isso na aula para a gente discutir um pouquinho, se algum de vocês já passou por esse perrengue, porque vão passar. Se não passou hoje, vão passar no futuro. Porque a COVID, ela está aí, e agora é sazonal. O vírus vai estar sempre ali. Então, dependendo do grau de periculosidade para o paciente pegar COVID, que seja de grau médio ou gravíssimo, esse paciente vai ter prescrição pós-operatório, atendimento da COVID. E um deles é esse tipo de medicação. E eu vou mostrar no trabalho que foi de estudo aí em 2020, 2019, pela USP, seres cadavéricos, tá? Que mostrou ali os trombocitopenias que a Cristão de forma nos vasinhos dos pacientes, tá bom? E hoje mudou muito a conduta de tratamento da COVID. Quer dizer, foi um X naquela época em 2020 para mudar o tratamento da COVID, não só vias aéreas superiores, né, respiratório, mas sim outros fatores que aí eu vou passar lá na aula lá na frente, tá? Que eu gosto de contar essas histórias, mas eu não vou contar tudo aqui. E os vasoconstritores que a gente tem muito relato de cardiologista solicitando: "Olha, Doutora, não pode paciente assim, assim, tá bom?". Aspecto geral. Asa 1 fala, mas solicito o uso de anestésico sem o vasoconstritor. Por quê? Porque se nós temos aqui, um optores que mostra em trabalho científico, um bom trabalho científico, mostra que ele tem uma boa resposta e não tem alteração miocárdica, nem de pressão arterial, nem de volume sanguíneo dentro do miocárdio. Então, como vocês falaram, né? Eu já dentro do laboratório, quando o médico já me faz uma carta de resposta dessa forma, eu retorno o relatório respondendo para ele. Isso, e junto com ele, eu mando alguns trabalhos científicos. Seria ler que não tem alteração de vasoconstritor em cima desse tipo de paciente. Ou seja, a partir de dois a três por vez, óbvio, né? Não seriam eles todos, ou 10. Entendeu, turma? Não é que eu vou enfiar 10 por mês. Aí você vai ter preparação da miocardite ou cardíaca, tá bom? Então, isso é muito importante você estar ciente da comorbidade do seu paciente, sabendo do seu médico, tá? Falando, tá? Então, você vai ter parcimônia na colocação desse anestésico junto ao paciente. Não vamos entrar com o pé no peito, ou seja, introduzir cinco, seis. Não, não, não. Nós vamos pegar dois, dar uma boa técnica de aumento dele, sendo conhecimento anatômico para não introduzir dentro de um vaso, porque isso pode causar. Olha o que você pode causar, por exemplo, porque a Jaque contou que ela colocou e aplicou sem fazer a perfusão de aspirar, que está dentro do vaso. Você imagina se essa paciente já é hipertensiva, já tem aquele vaso dilatado que a gente chama de, de miocardite, dilatação da artéria. Você imagina essa pressão aumentada acontecendo dentro de um vaso, colocando anestésico no interior desse vaso. Olha o risco que poderia ter ocorrido ali. Digo que Dilma, de uma isquemia, de uma hemorragia intracraniana, tá? Por que, por exemplo, um aneurisma, né? Nós podemos causar isso no paciente, tá? Então, olha quanta coisa poderia ter acontecido se a gente não soubesse, não ter anamnese, o histórico do paciente ali, tá bom? Então, isso é muito importante você saberem desse vasoconstritor. É um vasoconstritor muito bom, em que nesses pacientes cardiopatas, eles vão mexer, influenciar bem menos nas fibras lisas do nosso coração, da miocardite, vamos dizer assim. Tudo bem, pessoal? Tá bom. E aí, o que que acontece? O que que ele vai? Para que que você quer naquela região? Reduzir uma boa técnica, retardar a velocidade de absorção, né? Junto a retardar a absorção junto ao nosso anestésico, ao nosso organismo, tá bom? Tá. Então, temos isso muito importante. Vocês operar, aumentar o tempo de ação do anestésico. Por quê? Porque quando ele interage com sangue, ele vai ser metabolizado muito mais rápido. Agora, se eu diminuir o fluxo sanguíneo, consequentemente, naquele nervo ali, onde eu quero anestesiar, ele vai ter muito mais ação do que ele metabolizado ali. Reduz a toxicidade, óbvio, né? Você tem tudo, você está introduzindo uma droga como a medicação, tá? E níveis menores, também você vai ocasionar no espaço, tá bom? Tá bom. Rapidinho também nos anestésicos que eu quero que vocês entendam. Olha ali, do caindo. Esse é o primeiro nosso grande mais conhecedor. Eu perdi aqui, mas é adrenalina também. Ela aumenta a pressão arterial. Ela pode sim aumentar a pressão arterial. A epinefrina, que pode falar a adrenalina, ela pode sim. Então, já adrenalina, ela pode sim causar o aumento. Melhorou o arterial, consequentemente, paciente pode ter um pico hipertensivo. Mas às vezes, Jaque, você fica hipertensivo, não é perceptível pelo paciente. Por quê? Ele pegou primeiro, porque o paciente quando ele é hipertenso crônico, faz sentir. Esse é o primeiro fator. Segundo, segundo a técnica anestésica sua. Então, se você aplicou pouca anestesia, a professora tem meio do beco, ou foi um frasquinho, um texto do frasquinho. Então, Jaque, tranquilamente, não há problema algum. Junto a esse paciente, se ele tomou a medicação pela manhã, e se você é o procedimento cirúrgico foi feito pela manhã, que é quando nós temos uma ação, né, dessas medicações junto às fibras lisas do coração. Tudo bem? Tudo bem? Já deu uma travada em você? Tranquilo? Tanto tá me ouvindo? Tá tudo tranquilo? Então, quando for esse caso, já de você falar de adrenalina, tenta ver o anestésico que ele está aqui, ó. Vasoconstritor aqui, tá? Esse vaso professor que é importantíssimo, tá bom? Que é o órgão. Então, sempre veja isso. E um caso que nós temos bastante esse tipo de anestésico, tá? Com que ele precisa, né? É isso aqui, ó. É a prilocaína. É um anestésico local que tem dentro da sua, seu vaso constritor, ele é chamado vulgarmente de semestre, tá bom? Tá? Então, esse é esse, esse é um anestésico local, tá? Que é muito bem aplicado nesses pacientes. Tudo bem? Só dá um aqui para saber aí. Tem professor, tá? Então, isso é importante você saber, tá? Então, a prilocaína é esse anestésico que vem associado, tá? A Gabi, beleza. Obrigado. Então, tá bom. É que assim, a gente fica meio silencioso, não sabendo que vocês estão me ouvindo direitinho, tá? Então, é isso aí, tá bom? Isso voltando um pouco para a lidocaína, só para a gente terminar aqui o nosso pensamento. Eu quero falar que esse é um dos primeiros anestésicos. Esse é o meu, é um excesso muito bom no dia a dia nosso, inclusive dentro do âmbito hospitalar. Lidocaína com adrenalina, tá? E ele é muito bem indicado, pessoal. Então, coloca bem grande aí para vocês entenderem. Pacientes gestantes e crianças. Então, não tem outro tipo de sal anestésico com uma adrenalina na hora adrenalina, seja ele, tá? 2% para criança. Então, sempre deixa separado esse tipo de resistência, porque muito dentista falou: "Pior, doutor, ele está gestante, não dá para fazer nenhum tipo de tratamento". Como não? Então, que que você vai dar que não vai interferir na gestação da minha paciente? É lidocaína. Agora, vocês não sabiam? 2%. Tá bom? Muito bem indicado para esse tipo de pacientes, gestantes e crianças. Tudo bem? Agora, aqui que eu coloquei aqui uma observação, mas quando não apresentar picos hipertensivos, pessoal. Então, por isso que eu falo, paciente é crônico hipertensivo crônico. Paciente não é aquele paciente choro, choro, que não vai atrás de médico, sabe que tem pressão. Ah, doutor, eu tomo remédio. Como eu sinto? Como a gente conversou aí anteriormente, esses pacientes são perigosos. Então, sempre no seu consultório, tem um aparelho de pressão lá para vocês aferirem. Aferir, não é medir, nem tirar a pressão, tá, galera? Então, vamos falar bonito agora, como cirurgiões, nós vamos aferir a pressão. Tenha sempre isso em mão, tudo bem? Tá? Porque se esse paciente apresentar picos hipertensivos, você já deixa a lidocaína de lado. Já não é o anestésico muito bom. A gente pode passar a utilizar anestésico que veio em seguida da lidocaína, dos mais antigos aí, tá bom? Ou seja, ele é muito semelhante à lidocaína, só que dentro da sua composição, nós temos um ótimo vasoconstritor, que é o que ele cresce, tá? Que não vai causar alterações nas fibras lisas do meu miocárdio, não vai causar alterações do fluxo sanguíneo coronário cardíaco, causando aí sim esse problema de aumento da pressão arterial, tá? Então, muito bem indicado para esse tipo de paciente. E eu coloco muito na aula aqui, ó. Pacientes quando relatam isso, quando estão controlados. O que que é o cara que vocês entendem, professor? Pacientes são controlados. Eu entendo. São aqueles pacientes que fazem aferição semanalmente, são pacientes que fazem o Dextro todos os dias, usa insulina todo dia, faz uso da insulina corretamente. Vocês entenderam? Tá? Então, isso é muito importante. Faz esse uso bonitinho. Então, aí eu sei que esse paciente é um paciente que faz o controle e eu posso usar esse energético com tranquilidade, tá? A única coisa que pode vir acontecer, isso é raro, tá? A meta hemoglobina ou uma diminuição de hemoglobina no sangue, a alteração dessa hemoglobina, que ela pode ser idiopática, que você introduz, ou relativa, né? Paciente já tem isso aqui, ou relativa, que você fez quando você usou o anestésico ali, tá bom? Tá? Que que isso pode acontecer? A cometer, pessoal, a diminuição de oxigênio no tecido, que a gente chama de hipóxia tecidual. O professor é verdade, vou fazer harmonização, tudo. Então, meu, vai ficar ruim para fazer? Vai, porque você pode perder um pouco de oxigênio nesse tecido e você perder um pouco. As imagens, ó, estão parecendo que eu estou numa, num filme aí de correria, tá? E aí, o que pode levar essa hipóxia tecidual, tá? Faltou oxigênio do tecido. Eu acho que não é legal fazer isso agora, nesse momento, ou tem alteração no hemograma. [Música] Como caso aqui também é relativamente as anemias, tá bom? Tá? Olha aqui, que eu gosto sempre de colocar, que é feito pelo livro, o Eduardo Andrade Dias, ele fala bastante nisso, ó. Agora, a gestante com ele precisa? Não, não, pelo amor de Deus. Então, não confunda uma coisa com outra. A gestante é lidocaína com Nora, com adrenalina. Qualquer que seja que vocês tenham de vasoconstritor. Agora, a felipressina, que é o outro vasoconstritor que está associada comercialmente para prilocaína, não é indicado para gestante, pelo amor de Deus, é contraindicado, tá? Não pode escrever, porque, ó lá, olha a interação medicamentosa que a gente fala, e que nós estamos falando de terapeuta. Olha que importante isso que nós estamos conversando. O que que é aquele pressina? Ela age quimicamente qual citocina? O que que é o citocina, galera? Enzima que faz o quê? Aumenta e potencializa quando você está lá para ter o bebê, seu filho. Então, você tem aquele, aquela dilatação, né? Você introduz uma medicação que é base de ocitocina, que é um hormônio que é produzido na mulher quando está em fase de contração, para o bebê sair. E a pressina vai agir com ela, vai quimicamente relacionar com ela. Que que vai acontecer? Vai potencializar a contração interpelina. Ou seja, você pode ter ali um parto prematuro, ocasionar isso no seu paciente, na sua gestante. Então, muito cuidado com essa interação medicamentosa anestésica constante. Beleza? Tudo bem? Era isso que eu queria falar com você sobre isso, para vocês entenderem, ok? [Música] Cirúrgica para nós, tá bom? Tá? Então, isso é muito importante. Ela também faz parte do grupo amiga, que é metabolismo bonitinho, ele dentro dos anestésicos sem vaso. Então, vamos imaginar assim, o paciente chega para você, o médico fala: "Ela não pode usar bastante qualquer maneira". Então, se nesse paciente você tem que usar o anestésico sem vasoconstritor, qual vai ser a sua escolha? Está aqui, professor Thiago está mostrando para você, embasado cientificamente no livro do Eduardo, em aulas que a gente vai atualizando. O melhor anestésico hoje para utilizar sem vasoconstritor é mepivacaína, sem a 3%. É 3%. Tudo bem, turma? Então, falamos em não tem como mudar. Paciente tem que usar os alunos. Eu tenho uma cirurgia de uma paciente, né? Oral menor, né? Que ela não pode interagir por um vasoconstritor por causa da medicação que ela toma, das lesões de lucro, então, pelo sistema. Então, são outros fatores para contar para vocês entenderem. Então, eu cheguei para o aluno, eu falei: "Você imediatamente agora vai atrás da meta vacarina 3%, que esse é um dos melhores medicações anestésicas para você conseguir fazer a cirurgia com tranquilidade, tá? Porque para não metabolizar rápido e você não começar a dar muita toxicidade nesse paciente, colocando muita medicação, muito anestésico nesse paciente. Tudo bem? Tá bom? Tá? Lógico, consequentemente, tem uma ação maior. Ele tem uma toxicidade duas vezes maior que a gente não caia, só que entendeu? A gente tudo na medicação, tudo na terapêutica medicamentosa, você em ação e tem o seu efeito. Você tem a vantagem e você tem a desvantagem. Então, você tem a vantagem de ser tóxico duas vezes mais que a lidocaína, mas é um anestésico que tem uma durabilidade boa para você operar, para você dar pós-operatório, para ele chegar em casa, tomar uma medicação e não ter dor, galera, tá? Então, isso é muito importante. Tudo bem? Tá? E aí, tem algumas associações com vários consultores aí, tá bom? Então, esse é o X que eu queria passar para vocês de lidocaína com felipressina, mas não dando para gestante, pelo amor de Deus. E a mepivacaína, até os melhores anestésicos hoje que nós estamos no mercado, sem vasoconstritor, 3%, tá? Então, quando vocês pensarem nisso, lembra da nossa aula e aí a gente conversa. Vocês fazem uma boa técnica anestésica e aí a sua cirurgia muita tranquilidade, tá? Hoje, atualmente, nós temos aí, oi, oi, tanto faz para cirurgia, por exemplo, a professora quer levar, eu quero levar o anestésico para o curso, o mês que vem. Qual que é o melhor? Que eu tô acostumada. Se você quer terminar no verão, é a mente. [Música] A escolha ouro e dentro dos cirurgiões fazem dentro do anestesia do jambuco, usam tão mais de vaca ainda o custo, né? Ação e Ação, tá bom? Vanessa, é isso que você perguntou. Qual que é? Obrigada. Ali na Nora Adrenalina, leva o Nora Adrenalina sintetizada, tá bom? Então, você tem tudo aí com vasoconstritor, mas como a gente já sabe disso, eu quero só pontuar focos importantes para vocês. Quando você tiver um caso assim de aparecer diferente, vocês já vão lembrar da nossa aula do professor Thiago e aí a gente já sabe que vocês vão indicar nesse caso, tá bom? Beleza? E vamos lá. Aí nós temos a articaína e também uma boa escolha. Eu, quando vou fazer as implantes, alguma coisa, eu gosto muito de usar em maxila a articaína, tá? Porque ele é um anestésico um aprovado recentemente, não é tão antigo quanto os outros, tem, tá? Mas a durabilidade dele é muito grande. Agora, ele tem um X, ele tem um plus, vamos dizer assim, né? Ele tem um plus, esse articaína, que aí, consequentemente, você coloca menos anestésico por causa desse plus. Qual que é esse plus? É esse anel, anel tiofeno. Esse anel que está na composição desse anestésico local, que este anel, ele vai aumentar a solubilidade no meu tecido. Ele é lipossol, gorduroso. Ele vai penetrar melhor no meu tecido, fazendo com que ele tenha ação nas duas paredes possíveis. Que às vezes eu tenho ali, não sei se alguém já ouviu falar nisso, que a articaína, você dá uma técnica anestésica e você consegue ter eficiência tanto por vestibular quanto por palatino, ou tanto para o vestibular quanto por igual. Porque agora você já sabe. Professor mostrou para vocês aqui, ele tem esse anel tiofeno que aumenta a solubilidade ali, por solidariedade, entendeu? Fazendo com que essa ação do anestésico tanto numa parede quanto na outra, tenha também ali naquele nervo que você está anestesiando. Tudo bem, turma? Tá? E consequentemente, você vai anestésico e aí ela vai ficar o quê? Menos toxicidade junto ao meu tecido, menos toxina nós vamos aplicar aí ao nosso paciente. Beleza? Tá bom, tá? A única coisa que você tem que ficar atento aqui é quanto paciente quando relata que tem alergia a sulfa, quer dizer, a associação da amoxicilina a sulfa, né? Então, aí você evita um pouquinho da articaína por causa disso. Agora, o resto, tudo tranquilo. Agora, efeito colateral, a meta no glibenguinha, você vê que pode causar também nisso, mas é aquilo que eu falo, quando administrado acidentalmente na veia. Mas hoje nós temos a capule com pino absorvido, que a Jaque agora vai usar, vai comprar nova, né? Já, né? Totalmente combinou. Coloca qualquer coisa no chat aí que sim, ou pegar agora com esse pino de refluxo, para quê? Para não acontecer de administrar e o paciente ter esse efeito colateral, como a gente curtiu anteriormente na nossa sala maravilhosa que nós estamos tendo aí de interação, tá bom? Beleza, turma? Outro tipo de anestésico que a gente tem também e usado muito em ambos hospitalar é a Bupivacaína, tá? Ele é um anestésico muito forte, tá? Muita toxicidade, ele tem ação muito longa. Então, a gente só vai encontrar aí ele em frascos, não em tubetes. Mas, olha, eu, professor Thiago, até o professor Igor, professor Walter também, a gente, dependendo da cirurgia, tá? Nós não somos muito adeptos a esse tipo de anestésico, tá? Para infiltrar, para fazer uma ortognática, para fazer uma PM, uma cirurgia, a gente prefere fazer uma lidocaína com vaso, tá, pessoal? Na ampola com vaso, do que às vezes vai caindo. Mas eu tô colocando aqui para vocês entenderem, para você não deixarem de saber que existe e que ele é muito tóxico, tá? Pode ocasionar muitos problemas aí, pela inclusive cardíaco e neurológico, por essa afinidade que ele tem nos canais de sódio cardíaco, vai induzir o quê? Arritmias. Então, você imagina se você com a Bupivacaína introduzir dentro do vaso. Olha o que você pode causar no seu paciente. Agora, não mais neurológico também, neurológico, mas aqui também cardíaco, porque ela vai ter essa afinidade com os canais de sódio, bomba de sódio e potássio, né? Vocês lembram disso? A fisiologia, professor, falou muito bem isso daí, entendeu? Tá? Então, olha o que pode causar na Bupivacaína. Agora, eu queria só fazer uma pergunta para Jaque, Jaque, eu não perguntei para você. É, você lembra qual que era o sal anestésico que você estava usando quando você fez a introdução do anestésico dentro do vaso dessa paciente? Você lembra disso? Não? Qualquer [Música] Jaque está aí? Ninguém lembra ou já? Então, tá bom. Por isso que eu, se fosse vacinar, você correria sérios riscos. Tudo bem? Tá bom? Tá? E aí, ele como vacarina, ele é maior usina hospitalar, né? Em conta, indicado para criança, pelo amor de Deus. Não vai passar a carne com alta grau de toxicidade e pode ter afinidades em canais de sódio e causar arritmias em crianças, né? A gente já sabe que a lidocaína faz um trabalho muito bom. Quando os primeiros sais anestésicos que nós tivemos no mercado aí dentro da odontologia, tá bom? Tá? Lembra da sua odontologia, mas também na parte médica. Bom, voltando e dando continuidade da nossa aula terapêutica, vai passando agora um pouquinho mais rápido, bonitinho, para vocês, porque eu quero falar dos remédios. Eu quero interagir com você dos remédios. Então, alguns pontos cruciais, a gente vai passando. Eu vou passando slides mais rápidos. Eu quero que vocês falem para mim da experiência que vocês às vezes têm com essas medicações ou as outras que eu não coloquei em aula, mas eu quero que vocês falem. A gente está falando, tá? A terapêutica na odontologia básica, às vezes é relatório, é contra infecção, inflamação, dependendo até, não coloquei aqui, dependendo do trauma que eu sugerir para esse paciente, tá? Então, não é qualquer terapêutica que eu vou fazer. Então, presta bem atenção quanto a isso, pessoal, tá? Eu não quero que vocês façam o preparo para todos e nem as respostas operatório. Eu quero que vocês avaliem a anamnese e o paciente que vocês estão lidando e o trauma que vocês vão expor esse paciente para ver se há necessidade ou indicação de uso terapêutico pré-operatório com medicação na odontologia, tá bom? Beleza? E um deles pode ser controlar a ansiedade. Fez o Diazepam gotinhas. Cuidado muito com isso. A gente já conversou sobre isso. Esse controle de ansiedade, eu vejo que vocês gostam muito de dar medicação paciente sem ter o conhecimento às vezes dele ou da interação que ele pode causar com as medicações que já toma, que é um desses aqui, ó. Alguém sabe me dizer o que pode causar num desses bens espíritos em doses altas que o paciente não está acostumado, que pode causar nele, que é o risco, né? Que pode ocasionar? E se você não está no centro cirúrgico, ou administrando oxigênio, pode ocasionar depressão respiratória. Beleza? Se isso acontecer, nós estamos ferrados. Que você tem que administrar oxigênio puro. Tem que fazer essa administração. Quem que faz administração? Gabi, PCR. [Música] Eu não sou alterei, que eu não sou muito assim de instrumental, mas tem que é o PCR. Gabi, beleza. Desculpa. A coisa parada cardiorrespiratória? Não, não chega nesse ponto ali. Tá? A parada cardiorrespiratória é uma consequência da depressão respiratória que você vai causar no seu paciente. Você entendeu? Tá? Então, é uma cadeia de sucessões de problemas. E aí, a parada cardiorrespiratória, a sequência dessa depressão respiratória, se o paciente não voltar e não voltar a introduzir oxigênio para o pulmão, o paciente pode entrar em parada cardiorrespiratória. Beleza, Gabi? Você entendeu? Tá? Mas não essas medicações de cara, eles não podem causar diretamente uma parada. Eles causam uma depressão respiratória. Eu converso muito. Ah, já viu acontecer na clínica de endoscopia lá? E isso, mas consequentemente, quando você viu acontecer isso na clínica, o Gabi, ele deve ter deprimido respiratoriamente e depois em seguida teve a parada. Entendeu? É que não foi passado para você. Você já viu ali, já com a parada cardiorrespiratória, que é o caso que aconteceu também comigo no centro cirúrgico. Respiratória, mas provavelmente uma medicação do anestesista ali. A gente teve que fazer massagem cardíaca, tá bom? Então, isso também pode ver acontecer, mas é a consequência. Beleza, Gabi? Tudo bem? Mas olha o risco que corre dentro de uma clínica de endoscopia, né? Olha, olha o que a gente corre. Mas por quê? Na clínica, o exame, Gabriel, você estava acompanhando algum paciente, um familiar, fazer exame? Porque quando você faz o exame de endoscopia, você introduz uma medicação como essa que eu estou falando, os bens. O seguinte, você entendeu? Olha que legal que a Gabi passou para nós aqui na aula da medicação, de terapêutica. Essas medicações que a gente fala, entendeu? Falar, estava com uma amiga médica lá. Você entendeu? Então, é isso aí, né? Ela introduziu o mesmo Diazepam para você relaxar para fazer o exame. E olha o paciente que teve uma parada cardiorrespiratória, depressão respiratória com a parada cardiorrespiratória. Olha que gravidade isso. Que você está no laboratório, até no hospital. Você imagina se isso acontece dentro do seu consultório e você não tem um suporte de oxigênio, você não tem um bambu para suprir oxigênio para ele, que a gente vai falar essas emergências médicas no módulo que vem, tá bom? Gabi, então isso é legal, porque a gente vai conversar no módulo que vem e vai falar muito sobre isso. E outros professores aí com outra mentalidade, você entendeu? Tá bom? Beleza, Gabi? Entendeu? Olha que legal essa, essa terapeuta que a gente está conversando, só que dentro de uma endoscopia, não dentro, graças a Deus, no consultório, tá bom? Tá? Então, fique atento com isso. Cuidado com essas medicações que vocês prescrevem junto ao controle de ansiedade para os pacientes. Tudo bem? Tá? Porque isso aí tem muito, muito dentista, tá, Gabi? Muito dentista que para qualquer paciente, vou fazer um protocolo de implante. Meu, cuidado, cara, cuidado. Isso um dia pode reverter para um paciente ali que você não está tomando cuidado certinho. Beleza? Então, tá bom. Aí, para tirar dúvida, anestesia pode ser local, geral, né? Esses agentes modificam e o pós-operatório que pode ser só anestesia, soro inflamatório, que a gente tem que saber bonitinho, tá bom? Bom, que que eu quero mostrar para vocês aqui? Eu vou resumir. Ou seja, vocês, nós harmonizadores. Então, que que nós temos que saber junto a esse tipo de medicação, né? É a dor. Toda dor causa um processo inflamatório. E que que vai causar na dor? Lesão no tecido. Ah, você vai fazer uma cultura, você vai fazer uma aplicação de substância no tecido. Acabou essa cadeia inflamatória aguda, você vai ocasionar no seu paciente, por uma, tá? Então, você vai ocasionar ele. Então, não se preocupe, importa isso que você vai ter intercorrências, ocasionar isso no seu paciente, lesão, vai ativar a enzima fósforo de base. Essa porta quase vai atuar nas membranas das células do tecido da dor, vai liberar ácidos araxônicos, tá? Metabolizando o quê dentro desse ácido? Olha lá, lipooxigenada e ciclooxigenase 1 e 2. Olha lá em cima da inflamação, pessoal. Olha aqui, ó. Esse é o beabá da cadeia inflamatória. Então, isso aqui vocês têm que saber bonitinho. Eu estou resumindo, tá, turma? É uma coisa resumida para falar rapidinho para vocês. E uma coisa que eu sempre gosto de falar nesse gráfico, sempre que eu falo de terapêutica, é que aqui, ó, quando vocês entram com hidrocorticoide ou glicocorticoide, que é o anti-inflamatório hormonal, tá? É a classe que a gente vai falar lá na frente. Ela vai atuar onde, ó? No início da cadeia inflamatória. Então, por isso que um corticoide, a gente tem bons resultados no edema, na dor do paciente, e não tem tanto inchaço. Às vezes, a gente consegue controlar esse inchaço, turma. Olha que legal. Então, corticoide faz isso por você. Ou seja, é o anti-inflamatório hormonal. Tudo bem, turma? Então, ele já vai atuar aquilo no começo da cadeia, fazendo com que nem oxigenase esse mecanismo de inflamação agressivo no tecido. Ou seja, paciente não fica aquela enxada, aquele inchaço absurdo, evitando um pouquinho, você tem melhora na sua pós-operatório. Tudo bem, tá? Aqui, eu só coloquei para vocês verem quando foi estudado esse mecanismo. Com John Vane estudou lá, lá atrás, a inibição da ciclooxigenase. Ele já viu que essa enzima, ele atua muito forte na inflamação, né? Então, ele já estudou isso em 1971. E por que que ele estudou? Aí, ó, que que foi estudado? Aspirina. Professor, mas a aspirina não é para isso, isso, isso. É que a gente plaquetário. Ele para analgesia, sim, e também ele atua na inflamação, galera. Olha aqui, quando eu coloquei no título, ó. Dor inflamatória aguda, como na infecção. Na infecção, nós temos o quê? Na infecção, nós temos a inflamação, depois o surgimento da infecção. Então, toda infecção tem uma origem pré-inflamatória. A dor é a mesma coisa. Toda inflamação, provavelmente, o paciente vem ali associado a dor, a dor. Então, se você entra com corticoide, tem o seu protocolo, que depois eu quero saber de vocês, você já votou nessa enzima inicial, pós-coletase, quando é ativa na lesão, e você já vai minimizar todo esse processo inflamatório da ciclos de ginásio de oxigenase 1 e 2, tá? Entendeu? Tá? Então, isso é muito legal esse gráfico que vocês entenderem e amanhã, às vezes, vê porque incha mais, incha menos, tudo isso e com isso, tá usando mais dor no seu paciente. Tudo bem, turma? Beleza? Aqui, mostrando quando a fosfolipase ele é liberado ou hidrolisado, ele é liberado com ácido úrico aqui, ó. Fósforo lipase mexido na membrana celular, ele libera ácido hiato. Olha eles aqui. E aí, ele vai fazer o quê? Ele vai metabolizar o quê? As enzimas ciclooxigenadas, que são as enzimas inflamatórias. Então, a cadeia já está indo embora. E ali oxigenada, o que que nós vamos ficar focado mais na aula de hoje? Assim, oxigenadas são as principais mediadores aí nessa parte química, que são o quê? Oxigenadas, que vão liberar a prostadilação. Olha, professor, porque gosta de dilatação? Porque não está causando inflamação, você não está causando dor. Então, consequentemente, eu preciso de aumentar os receptores ali para passar o sangramento, para diminuir a dor. Então, preciso dilatar o vaso para ter mais ali inflamatórias e analgéticas e de respostas inflamatórias para lá. Por isso que ele dilata. E os tromboxanos, vão vaso de construção. Isso tudo é de coagulação. Então, olha quanta coisa ela libera junto ao nosso mediador químico aqui, tá bom? Tá? E ali oxigenada libera só trienos, que são aqueles agentes que são alergênicos, alergênicos. Olha aqui, ó. Ou seja, aquela paciente que a cava nesse valor, né? A Valéria falou, na Valesca, Valéria falou, né? Que teve uma alta grau reação alérgicas, né? De Deus, enormes, né?

As enzimas que são Deus e nós, eles são liberados do que neurocotrieno. Então, ele aumenta aqui, ó, ali do oxigenase. Por quê? Ele vai aumentar aqui uma taxia desses macrófagos para tentar depender ali em primeira etapa o nosso organismo junto àquela, aquela, aquela, aquela reação alérgica. Então, a coisa, olha a cadeia que bonito. Não precisa ficar sabendo isso, mas só para vocês entenderem a cadeia toda da onde nós estamos lidando com a gente causa uma dor, uma inflamação no paciente. Tá? E aí, em cima da ciclooxigenase, aprofundando, ela libera duas formas ou isoformas. Trabalhos falam assim: oxigênio. Então, tá. Elas são aí que estão interagindo junto ao nosso organismo. Assim, oxigenada pelas células e materiais. Então, tudo que você falar, olha, mediador inflamatório, posso por lipase, ácido araquidônico, oxigenada e prostaglandina são todas enzimas. Elas que estão envolvidas no processo inflamatório. Tudo bem, turma? Beleza? E assim, oxigenase 2, ela é mais tranquila, mais constituída no sistema nervoso central. Formas que são liberadas em forma de. Tá, ok? Beleza. Bom, então falando das enzimas assim, oxigenadas que vocês viram aqui atrás, né? E agora a gente precisa inibir, né? A gente está com processo inflamatório, a gente tem uma inflamação aqui, né? Eu preciso inibir isso daí para não causar dor no meu paciente. Então, quais lá atrás, em 1971, quais foram as primeiras drogas terapêuticas inibidoras dessa enzima da ciclooxigenada? Quais foram elas? O Ácido Acetil. Olá, galera! Em 1972, sobre os primeiros estudos, ganhou prêmio Nobel, turma. Olha lá, ganhou prêmio Nobel. Tá? O John vem nessa época, quando ele descobriu o ácido como droga inibidora da enzima inflamatória que é a ciclooxigenada, ele na época ganhou o prêmio Nobel de medicina. Então, tá aqui, ó. Mas, professor, o AAS não é antiagregante plaquetário? Ele não é, não sei. Por que sim? Ele é tudo isso, mas ele também atua como droga inibidora das enzimas inflamatórias ali. Tá bom? E os anti-inflamatórios que foram surgindo ao longo da nossa vida, não esteroidal, tá certo? Tudo bem? Drogas inibidoras após ela. O gráfico mostrando para vocês são os corticoides, turma. Tá bom? Os hidrocorticoides ou hormonais, anti-inflamatórios hormonais. Tá bom? E aqui, ó, drogas que dependiam diretamente dos nossos receptores, né? Esses nossos receptores que deprimem a enzima desta posta de paz. Quem que faz isso é a Dipirona. Tá? Por isso que você tem alguns pacientes e alguns locais no mundo que a Dipirona é contraindicada. Você encontra Dipirona mais difícil. Por quê? Porque é uma droga que interagiu, ela vai causar a depressão, deprimir o sistema nervoso. Hein? Em cima desses novos. Então, por isso que alguns pacientes também, por lá, não estamos Dipirona porque eu tenho depressão, a granulocitose causa a craniocitose deprimindo essas enzimas nos receptores. Beleza, turma? Então, quando o paciente chegar para vocês, meus alunos, e disserem que a água que acaba, abaixa a minha pressão, não sei o quê, então agora você já sabe o porquê. Essa depressão que ela pode causar do sistema nervoso central, tá? Então, ela tem um pouco dessa queda da vascularização, dessa parte da pressão. Tudo bem? Tá? Ah, professor, então agora, a partir de agora, não vou mais escrever Dipirona? Não, continua. É o meu analgésico de escolha, em primeira escolha. Mas se você perceber, eu sou paciente, tem esse relatado isso, entenda. A gente está tendo aula de terapêutica para ter uma outra opção, certo? Para você ter uma outra opção. Vocês entenderam? Tá? Eu vou falar das medicações, mas não é porque um vai deprimir, outro vai causar hemorragia, outro vai causar dependência intestinal, vai causar. Entendeu que vocês vão deixar de usar? Não. Mas saibam que quando acontecer, você vai deixar essa medicação de lado e vai saber conhecer uma outra medicação que você possa perceber que o seu paciente. Tudo bem? Beleza, turma? Dá um grito aí, galera! Beleza? Beleza. [Música] Então, agora nós vamos interagir, começar a falar das medicações, turma. Então, nós vamos falar das medicações. Quem são as medicações que faz, que não faz? Então, aqui eu não tô para falar que eu faço assim, assado, sabe? Cada paciente é um paciente. Cadastrar, não trauma, cada forma. Então, a Valência falou para mim que não presta nada de medicação. Todas as intervenções que ela faz, perfeito. Se ela tem bons resultados, não tem problemas pós-operatórios, os pacientes estão dando bons retornos para ela, acabou. Não precisa fazer insistir na terapêutica. Mas saibam que, dependendo daquele paciente, você precisa prescrever a medicação. E olha, turma, tem muito dentista que não sabe prescrever, não sabe escrever e não sabe. Repita de novo. Vocês estão aí de horta lotada hoje, a sala em 20 alunos, 21 alunos. Eu quero saber todos. Já tem dificuldade em prescrever medicação? Vai no chat. Como me respondeu? Vamos continuar nosso trabalho aqui, nossa aulinha. Opa, eu tenho às vezes, quando já que a sua internet está meio que tá travando, a sua internet está travando e aí a sua volta picotando, entendeu? Aí eu não consigo entender você. Tá? E agora? Agora tá melhor? Pode falar. Fala rapidinho. Depois você pode sair do barulho de antibiótico. Às vezes se apresenta como infecção. Antes de eu pedir um bacteriograma para eu saber qual que eu vou entrar, já de gato, dia anti-inflamatório. Não é bom. Eu sei que não é bom. Mas eu passo. Se você tem bons resultados, você faz um antibiograma, né? Ou faz uma cultura dessa bactéria, alguma coisa que não, às vezes não há necessidade. Tá? A gente tem um protocolo em paz que é muito bem estudado. Antes de fazer isso, às vezes não precisa. Você já entra com a medicação, vendo que aquilo é uma infecção importante que pode danificar o seu trabalho posterior, a sua parte estética, o que você evoluir no seu paciente ali, você pode fazer a prescrição medicamentosa antibiótica sem problema algum. Tá? Se não tiver nenhuma comunidade paciente, uma interação tranquila, já para escrever. Tá? Não tem esse tipo de medo. Porque entenda, com relação à infecção, turma, eu acabei de drenar um abscesso semana passada. Paciente quase veio a óbito. Não foi, não foi por tratamentos estéticos de harmonização. Tá, turma? Por uma extração de um siso e o terceiro molar. Tá? A paciente quase morreu. A gente não drenasse ali naquele momento, ela poderia vir a óbito. Porque o dentista não soube dar a prescrição antibiótica na hora certa e o antibiótico certo. Tudo bem? A gente vai conversar bastante sobre isso aqui para vocês treinarem e estudarem depois no dia a dia de vocês. Tá bom? Então, tudo bem? Então, já que legal, entendeu? Qualquer coisa, ela perguntando no chat. Então, temos aqui, olha aqui, ó. Olha a gama de remédio que nós temos assim. Cetoprofeno e ibuprofeno. Olhos. [Música] Arcoxosfenaco. Meloxicam. Entendeu? Nimesulida. Então, assim, olha aqui que o professor coloca. Você tem uma gama de medicação que você pode perceber. Então, cada um prescreve ali o que tem, ou que tem conhecimento, ou que aprendeu em cursos, ou que no dia a dia vê melhor resposta. Inflamatório, dolorosa, mas escreve. Vai com fé. Tá bom? Então, é isso que eu quero que vocês entendam. Eu já anti-inflamatórios, a gente sabe, são divididos em não esteroidal, não hormonal e os hormonais. Tá? Que são corticoides. Tá bom? Esses não esteroides hormonais é o que às vezes, dependendo de cada profissional, é o que mais é usado. Tá? Tem alguns deles que têm as propriedades analgésicas, antitérmicas, anti-inflamatórias e anti-probóticas. Quem que é esse daqui? Você está prestando atenção na aula? Quem que é esse que causa essa propriedade aqui dessa medicação não esteroidal? Eu acabei de falar que foi prescrito lá, né? Foi descoberto, prescrito pelo Johnny em 1971. Quem que é esse? [Música] Aspirina. Muito bem, Gabi. Tá bom? Então, ele também tem ação anti-inflamatória. Então, olha quanta coisa ali que os americanos tomam. A AAS pode causar de alterações sistêmicas. Parabéns, Gabi. Depois eu faço um PIX de R$ 1 para você. Tá bom? Como a gente não está presencial, a gente não tem um chocolatezinho. Quer dizer, para mim, chocolate o mês que vem, turma, duas caixas que eu tô devendo algum chocolate para vocês, hein? Vixe Maria, das aulas de anatomia e de farmaco, hein? Eu vou lembrar. Fica tranquilo. Em março, a gente vai se ver e eu vou levar uma bomboniere lá, tá bom? Para nós, para vocês acertarem nas questões. E a Gabi já ganhou também mais um bombom. Ela acertou nas pernas. Tá bom? Então, isso é muito importante. Esses conhecimentos desse tipo de medicações. Calma, pessoal. Calma. Eu sei que vocês têm. É isso aí, mas eu vou levar para dividir por vocês todos lá, hein? Promessa cumprida. O professor Thiago leva para vocês para a gente interagir lá. Tá bom? Tá? E aí, eles agem também por inativação da enzima oxigenada. Óbvio. Eles também. Só que, olha aqui, a cadeia quando eu mostrei para vocês que o gráfico tá aqui, ó. Não tá aqui. Olha lá que eu te falei. Eu uso não esteroidais, ele fazem todo o processo da reclamação, todo o ácido úrico, toda a liberação da ciclooxigenada para aí sim começar a atuar aqui, ó. Então, se você me perguntar, então é mais fraco que o hormonal? Sim. Normalmente, quimicamente, bioquimicamente, estudada, terapeuticamente falando, eles são. Mas eles fazem uma boa ação. Então, se você não causou tão inflamação no seu paciente, na sua cirurgia, na sua harmonização, na sua técnica, eu já tô muito bem. Tá? Então, pode prescrever. Entendeu? Mas ele atua lá em cima, assim, alta seletividade e pode causar um pantoprazol. Volumeprazol. Tá? Hoje, hoje tem medicações que têm o protetor da AFTAS. As indústrias farmacêuticas são espertas. Por uma relação esperta que ele precisa de dinheiro, é muito rico isso, né? Então, o que que eles fizeram? Eles fizeram Nimesulida com Omeprazol associado por uma. Olha que legal. E eu já tenho um protetor gasto ali. Qual que a gente usava em cima dessas medicações? E hoje, na tua, tanto nela, eu vou mostrar para vocês, só para você saber. Este aqui, ó. Espirro feio. Aí eu não quero ficar falando nome, mas eu só vou falar de interações. Esse é um anti-inflamatório. Dá muito legal que ele tem ação analgésica fortíssima, muito bom. Mas que ele tem essa arginina e vem granulados. Você põe um sachêzinho, ele vem granulado. Você pode prescrever e essa interação para ter gastrite. Paciente que já apresenta o histórico de gastrite, ele é muito bom. Então, não vou dar Nimesulida, eu vou dar um espirro de 8 horas e 12 em 12 horas, dependendo. Galera, ele vai agir quanto anti-inflamatório e quanto analgésico também. Beleza? Tudo bem? Então, aí, ó, essas gastrites você vai eliminando. Mas eu tenho que botar na aula para vocês entenderem que essas os não hormonais pode causar esse tipo de problema no seu paciente. E os níveis? Você lembra dessa época que teve os anti-inflamatórios gerados 2, que são seletivos? E aí ele não causa nada de gastrite, nada de lesão do sistema gastrointestinal. Meu foi um fundo desses reivindicações. Tá? Só porque acontece depois, por começar a estudar esse tipo de medicação, né? O que que foi acontecendo com eles? Eles foram. Então, eles usam porque eles causam e uso crônico, turma. Uso crônico. Tá? Uso crônico. Não é aquele que você percebeu três, cinco, seis dias. Seu paciente que usa há mais de semanas, meses. Tá? O que que está acontecendo com esses anti-inflamatórios que inibem a COX-2 lá no sistema gastrointestinal? Miocardite. Pacientes estavam adquirindo problemas cardíacos. Interações cardíacas. Olha a terapêutica dessa ciclooxigenada e todo o processo inflamatório que pode ocasionar junto à indústria farmacêutica, nós médicos e paciente. Olha a tríade. Olha a tríade que isso pode ocasionar na terapêutica medicamentosa. Então, por isso que eu falo, isso é muito importante. A tríade: a indústria farmacêutica riquíssima, nós médicos e dentistas e o paciente. Então, olha como você tem que ter esse conhecimento, apresentar, estar no curso, tudo bonitinho para que você consiga aí, né? Ter uma boa qualidade na sua prescrição e não ter problemas pós na medicação. Tudo bem? Então, esses eram tais possíveis. Quero ser possível. Então, todas as medicações a gente tem inibidoras aí potentes. Eram bons anti-inflamatórios. Tá? Mostrava muita efetividade, inclusive apartamento de orçamento que o paciente para esse tipo de tratamento usa corticoide, galera. Tá? Como ele era potente anti-inflamatório, aquilo que eu quero que vocês entendam. Potente ação anti-inflamatória. Então, ele vai aliviar boas agudas, elas dois agudas. Tá bom? Então, vai aliviar essas dores para vocês. Tá bom? E quando usar o anti-inflamatório não esteroidal ou anti-inflamatório? Eu não sei quando eu uso. Então, tá aqui. Quando eu souber, quando eu ver que no processo vai causar um processo inflamatório, ou seja, qualquer corte, qualquer cultura de agulha, qualquer aplicação de substância, uma droga dentro do tecido, isso vai causar um processo inflamatório. Tá bom? Olha lá que eu falei de novo. Processos infecciosos que devem ser tratados com antibióticos, quando apresentarem dor, pode apresentar associação analgésica. Apresenta também. E isso também é importante. Por quê? Porque dentro do processo infeccioso que eu quis dizer aqui, nós temos o início dele, um processo inflamatório. Tá? Então, toda vez que você ver um processo infeccioso, é envolvido ali naquela cirurgia que você fez, você sempre tem que associar um anti-inflamatório ali. Tudo bem, turma? Isso é muito importante, porque um está associado ao outro. É igual a dor, né? A gente já viu no gráfico lá atrás. Tá bom? Tá? E uma anti-inflamatório não poderia ser de 5 a 6 dias. Tá? Então, esse tempinho tem uma média. Tá, turma? É uma média que eu coloco, mas normalmente cinco dias, a gente já tem boas respostas. Tá bom? Na presença apenas da dor, a escolha deve recair sobre os analgésicos. Como a Valesca Valéria falou aqui para nós, ela só prescreve se não for um trauma importante, uma coisa bem leve, tranquila, só analgésico. Mas muito cuidado quando se mexe em boca. Boca é muito contaminado. É um lixo, vamos dizer assim. É o nosso lixo, para brincando, mas é verdade. A gente tem um número de bactérias aqui absolutamente grande. Então, se você vai mexer dentro da boca, que estamos os dentes, e isso a gente tem que tomar um pouco de cuidado. Tá? Então, é uma dica que eu dou para vocês, né? Eu, na minha experiência prática, consultório, hospital, residência, pós-graduações, para tudo que a gente vai no prática fazendo semanalmente, tirando siso, tudo. Eu nunca prescrevi com você, nem precisa de uma extração de 5 minutos que eu fiz, só dipirona. Nunca. Agora, anti-inflamatório com associada à dipirona para dor, sim. Agora, só analgesia, só analgésico, eu nunca fiz isso. Mas eu estou indo em cima de pesquisa de trabalho. Então, eu preciso colocar na aula para vocês entenderem. Tudo bem, turma? Beleza? Tá bom? Tá certo? Em qual seleção que você faz? Sempre a toxicidade do paciente. Se vai dar toxicidade no paciente, o custo. Ele seria paciente de SUS, não tem condições de comprar. Da sua experiência. Olha aqui, ó. É isso que eu quero que vocês entendam. Experiência do profissional. Ai, professor, fala dois filhos do Face 770. Pô, eu vou testar. Pronto. Em 8 horas, paciente quando vem com gastrite pesada, Doutora, não tive nada. Nossa, eu já passava em vários dentistas, eu queria vomitar dor de estômago. Pronto, você aprendeu agora com o professor Thiago. Existe esse espirro feio, né? Solução. E ele tem admiro. Então, ele protege bastante, causando menos incômodo ao braço intestinal. Legal. Então, você vai começar a ter experiência nessa medicação e vai prescrever só essa, ou vai manter a sua pressão, seu protocolo. Tá, turma? Então, vamos seguir. Cada um passou mais aprendendo um pouquinho mais na nossa aula de hoje. Tá? E a convivência que você tem com o seu paciente é que seja o mínimo possível. E dentro dos anti-inflamatórios não esteroides, quais que é o principal dele? Olha aqui, ó. Irritação gástrica, turma. Para aqui, ó. Irritação gástrica. Diminuição da visibilidade plaquetária. Quem que faz isso? A Gabi já respondeu para nós. O AAS. Tá? O AAS, um anti-inflamatório também, que pode causar. O maior outro também causa. Também causa. Tá? Mas o AAS, ácido, ele diminui. Por quê? Porque ele é um antiagregante plaquetário. Nós vamos falar lá na frente, turma. Entendeu? Ele causa. Então, se você tem uma cirurgia que você precisa de primeira escolha aderir a plaqueta para não causar hemorragia. Olha que você já está diminuindo isso. Então, a AAS, seja, não prescreve como anti-inflamatório e nem como você já tira. Eu. E efeitos teratogênicos. No geral, são efeitos que o medicamento pode causar no meu tecido, tanto gástrico, tanto intestinal, quanto esofágico, quanto oral também. Tá? Então, os efeitos teratogênicos diminuídos. Eu quero causar menos dano, menos ação e reação. Tá? Então, esse efeito através que eu quero te falar para não ser legal. Quais as contraindicações? Não é contraindicações, mas evitar de utilizaríamos nessas pacientes. Pacientes graves. A gente sabe que a gente interage com a trocina e pode causar contração da placenta no paciente. Então, para grávida, nem pensar. Para hipertenso, professor, que a gente não indica anti-inflamatório? Porque o anti-inflamatório, que que ele pode fazer? Ele pode interagir, interagir com anti-hipertensivo. E aí fazer aquilo que nós já conversamos, antagonizar, antagonizar a terapia anti-hipertensiva. E aí o que acontece? A ação do anti-hipertensivo pela manhã, ele não vai ser 100%, 70%, 100%. A gente sabe que não é. Eu já conversei com você na aula passada. Ele não vai ter aquela ação de 70%. Ele vai ter uma ação de 40%. Aí ferrou. Seu paciente começa a ter hipertensivo por causa dessa interação do anti-inflamatório com as próprias da ciclooxigenada. Anti-inflamatório causa. E aí ela pode aumentar. Tudo bem? Tá? Tá? Então, por isso, não hipertensivo. As dúvidas já viram que elas são enzimas que estão lá no trato gastrointestinal, é contraindicada quando o paciente tem e percebida da medicação, distúrbios circulatórios que é ocasionado no S, que a gente já falou, né? Não é S. E em crianças também, a gente, muito pediatra não gosta de escrever em criança, então evita. Então, ibuprofeno, ninha, não, aquela coisa associada com antibiótico, então você pode fazer isso em criança muito bem, bem tranquilo. Tá bom? Olha aqui, no caso de hemorragias, não para escrever por causa disso, por causa de tudo que podem causar circulatórios nesses pacientes. Tá bom? E agora, vou falar dos hormonais rapidinho, tá? Para a gente começar depois de escrever essas identificações. E temos os aí os hormonais que muitas vezes, muitas vezes escreve hidrocortisona, Dexametasona, Decadron. Tá? Esses são todos anti-inflamatórios hormonais ou esteroidais. Tá? Eles são potentes porque eles vão inibir enzima lá, ó, lá no início, na fosfolipase A2. Tá bom? Tá? Só que tudo tem a sua ação e reação. Vão diminuir a síntese porque não vai para lá, não vai chegar até lá, consequentemente, vai diminuir os mediadores químicos pró-inflamatórios. Olha que bacana. Então, vai diminuir neutrófilo. Então, olha a importância do que eu quero falar para vocês. Uma professor vai diminuir, vai reduzir. [Música] Ou seja, quando você dá um corticoide de mancha, desmame ali um corticoide, você sempre tem que interagir com antibiótico, porque se não interagir, você pode correr, pode correr o risco de causar uma infecção por uso, né, de corticoide esteroide no paciente, pela diminuição de neutrófilo circulatórios ali. Você já diminui mediador químico, não vai ser ela de defendendo de primeira defesa, que são neutrófilos e leucócitos. E aí você aumenta o risco de causar uma infecção ali, só dando corticoide para esse paciente. Tudo bem, galera? Beleza? Entender? Então, assim, eu, como profissional, quando eu vou aquele paciente, entrar com corticoide, tá? Eu sempre associo antibiótico, porque eu sei essa bioquímica terapêutica desta medicação e eu não quero correr o risco desse paciente. Tá bom? Bruno? Tá bom? Alguém tem alguma experiência com corticoide queira falar? Fale agora ou inscreva-se no chat. Alguém tem alguma interação, alguma experiência do corticoide? Faz uso como seu protocolo em cirurgia? [Música] Então, eu já passei mais ou menos como que a gente gosta de fazer para vocês entenderem a parte bioquímica da coisa do da informação. Tá? Ele tem um efeito potente na homeostase, bloqueia fase de inflamação, já viram consequentemente. Mas como ele vai também dilatar capilar e fagocitose e fazer todo esse processo também encurtar. Tá bom? Beleza? Aqui, ó, mostrando de novo aquela cadeia lá, o discorticoides atua na lipase, toda aquela cadeia que a gente conversou lá atrás, só para relembrar de novo. E ação farmacológica, como que é ação desse medicamento, né? Juntamente. Então, isso é importante. Eles exercem várias funções fisiológicas inúmeras. Só que tudo nessa vida não é só fisiológico, tem o seu fator patológico, seus efeitos secundários. Então, entenda, toda droga que você produzir no seu paciente tem um efeito secundário. Tá? Esses efeitos podem surgir e vocês têm que estar atento junto a essas medicações. Tá? Os quais proporcionados quando da duração e da intensidade. Ah, professor, então, ah, peraí. Isso que você falou, entendi. Então, a prescrição que a gente faz de medicações anti-inflamatórias de corticoides, tá? Os esteroides, certo? Ou de demora, ou de abraço, porque para nós, odontologia, não vale muito sim, desse tipo de efeito secundário. Sim, você está certíssima. A duração é pequena e a intensidade também. A gente não vem muito agressivo para aqueles tratamentos de pacientes que fazem uso crônico, artrose, lesões autoimunes, doenças autoimunes. Tá? E isso não leva esses problemas para você. Tá? Então, para nós, todo dia é muito pouco. Mas eu tenho que colocar para vocês entenderem que isso pode gerar uma ação e reação, retenção de líquidos, inchaço. Por quê? Disso? Porque nós já produzimos. Aonde vai atuar esse tipo de medicação? Ele vai atuar na supressão, na depressão do eixo adrenal e potável no hipofisário. Ou seja, algo que é isso, professor? É uma glândula, uma região onde é no sistema nervoso central, onde é produzido cortisol. Olha aqui, ó. Cortisol, cortisona, né? Vem tudo nesse nome. Corticoides. Nós produzimos isso. Então, quando a gente introduz essa ação para essa farmacologia dentro do nosso organismo, nós potencializamos essa produção de cortisol. E quando essa potencialização é de uso crônica, passado de 7, 10 dias, e devido essa supressão de eixo adrenal hipofisário potável, eu preciso fazer com que eu diminua gradativamente essa medicação. Não é muito problema para nós, odontológicos, tipo de medicação. Tá? A gente conhece esse tipo de risco de supressão. Quando correr esse risco por pressão em longo prazo, nós vamos reduzir isso a menor. Então, eu tô escrevendo o paciente de 8 em 8 horas, então você passa para o dia seguinte a prescrever de 12 em 12 horas por dois dias. No terceiro dia, vai fazer uma vez ao dia e aí acabou. Você diminuiu e reduziu essa supressão. Você pode ter um problema nesse eixo de produção de cortisol. Tá? Que é muito importante reproduzir por nós no organismo. Tá bom? Tá produzido de que forma? Quando numa situação de estresse, é produzido isso daqui. Olha o uso prolongado que eu te falei, ó. Pode causar osteoporose, aumento da propriedade de infecção. Olha que turma. Olha lá, paciente com uso crônico de testosterona, de hidrocortisona, aquele paciente que tem lúpus, faz uso de corticoide direto, vem com aqueles dente gengivite, vem com uma infecção oral. Por quê? Porque tem um efeito secundário. Ele tem aquele efeito que a gente falou lá atrás, né? Aqui, ó, o efeito de diminuir os mediadores de acúmulo de leucócitos, mediadores químicos da nossa defesa, porque ele vai inibir lá no início. E aí você tem esse risco de aumento da infecção oral ou outro tipo de infecções. Tudo bem, turma? A cadeia toda, a igreja está falando. Tá? Então, se vocês entenderem mais ou menos que 100 a indicação, processo de inflamatórios, distúrbio da articulação, que tem problema mandibular, aplica na articulação, porque é uma inflamação grave, potente, né? Tem ainda não tinha também na composição da pasta da endodontia, também pode. Ela também pode apresentar esse tipo de problema. Tá bom? Tá? Então, tem na composição corticoides, pós-operatório de cirurgias odontológicas e de harmonizações. Tá? E ele vai fazer o quê? Para reduzir o edema. Então, vamos imaginar, eu tô fazendo, eu vou fazer aquela harmonização naquele paciente, mas ele precisa trabalhar no dia seguinte, ele não pode ficar de repouso. Então, como que eu vou controlar esse edema e essa dor no meu paciente? Entrando forte. E aí, então, você vai mudar o seu protocolo. Então, por isso que eu falo, cada caso é um caso, não é um protocolo para todos os pacientes. Tudo tem a sua indicação em cada sociedade. Então, você tem que entender. Cada um faz a sua ação ou sua reação. Tá? E aí vocês indicarem o melhor, o melhor medicação anti-inflamatória, antibiótico. Tá bom? Tá? Reduzir edema após extrações traumáticas. Olha o edema de glote, lá teve alergia, tá? Que pode acontecer, é administrado endovenosamente junto com antialérgico, um corticoide também no paciente. Tá? Choques anafiláticos, ainda não tinha. Tá? Você coloca tudo. Indicações. Olha lá, a síndrome de Cushing, aquela síndrome da alteração do eixo hipotálamo-hipofisário. Isso quando o paciente bem, isso é exacerbado. Então, eu não indico colocar corticoides. Úlcera péptica, tem insuficiência renal, diademada, tá? Onde ele é metabolizada no rim, vai aumentar o quê? Causando hipertensão. Então, também não vou indicar para paciente sente. E isso cronicamente, você vai dar um pouquinho, só três, quatro dias, não provavelmente não vai causar grandes problemas. Tá? Deixa um espaçamento maior. Tudo. A osteoporose, profecções do metabolismo do osso, aqui, ó. Tendência tromboembólica, formação de trombo. Tá? Então, tudo isso me contraindica, entre aspas, né? A esse anti-inflamatório. Tá bom? Então, o que eu quero dizer para vocês, uma cirurgia, ela é importante porque o corticoide, ele pode ser administrado pré-operatório. Então, a gente tem um Dexametasona de 4 mg, posso administrar dois comprimidos, 8 mg, uma hora antes, porque eu sei que após uma hora, ele é de depósito. O corticoide, o Dexametasona, ele é um hidrocorticoide de depósito. Ele demora para se depositar no organismo, ter a sua ação. Então, ele tem mais ou menos o prazo de uma hora para iniciar a sua ação. Então, o que acontece? Quando ele é administrado no pré-operatório, eu dou dois comprimidos, né, de corticoide, uma hora antes do procedimento, para diminuir esse risco do edema, dor, e o paciente tem um conforto maior. Tudo bem? Tá? Sempre pela manhã, porque os níveis de cortisol alcançam a secreção máxima nessa região. Por isso que amanhã também, mais um fator, né? E na opção de um tratamento prolongado, que não é o nosso, mas eu coloquei para vocês entenderem, não deve ceder aos três dias. Três, assim, tá, turma? Tá? As drogas reduzidas no segundo dia, um pouco a mais, o terceiro dia, é aquilo que eu falei, ó, é degradação devagar com esse tipo de medicação. Tá bom? Tá? E sempre seu paciente tem uma cobertura de antibiótico, aí não esquecendo disso. Tá certo? Tudo bem? Então, falar um pouquinho dos anti-inflamatórios, todos eles ali da prescrição, e aí você vê e ibuprofeno, vem tudo isso, a gente vai colocando para vocês entenderem que tem no mercado, cada um segue o seu protocolo. Tá? Então, vou falar um pouquinho, pouquinho. Então, tá aqui, ó. Esses são os nossos analgésicos. [Música] Agora, você tem associações de analgésico, anti-inflamatórios, né? Olha aqui, ó. Antialérgico é uma substância que atua no processo alérgico. Tá? Então, tem lisador para isso, mas você tem aqui, ó. Dipirona de 500 miligramas. Você sabe que aqui você tem analgesia. Você tem o Tylex, que é a codeína. São analgésicos. Assim, só para mostrar para vocês ver a gama de analgésico, como anti-inflamatórios, a gente também tem aqui para vocês. Então, pode tirar uma foto, faz print, arranca a tela desse para vocês terem a ideia das medicações que vocês hoje podem utilizar na analgesia e prescrever para o seu paciente. Tudo bem? Tudo bem? Por alguma dúvida aí? Alguma que vocês nunca passaram que não está aqui? Vai falando para a gente se interagir em tudo, tá bom? Os analgésicos, aquilo que eu falei para vocês, eles podem ser pior ação no sistema nervoso central, eles não opiáceos. Tá? Passando mais rápido que para vocês isso, eu acho que é muito simples e já deve ter visto. Não vou perder tempo aqui. Vamos perdendo na parte dos antibióticos, que é mais focado ali para vocês entenderem. Operatório, muito pouco eu uso no pré. Eu uso ou na sala, quando entrar o paciente. Então, eu tô começando anestesiar meu paciente, eu entro com uma grama de antibiótico e dipirona. O paciente ansioso, não sei o quê. Então, em vez de entrar com dipirona, eu entro com o Tylex, 30 mg de Tylex para ele, de 30 mg antes da cirurgia, porque ela imediato também no pior imediato. Então, tudo depende de vocês, se vocês quiserem fazer ou não, mas é bom. Tá? Porque é bom? Porque eu tenho bons resultados na anestesia, porque paciente diagonal gesto por situação metabolizando no organismo, eu tenho bons resultados. Eu aplico menos anestésicos, chegando bastante. Isso tudo bem? Tá? Então, é dicas que na prática a gente vai passando para vocês. Tá? O pior são indicados para mais dores leves e moderadas, óbvio, né? Mas mais uma vez falando, tá, pessoal, turma, é tudo depende de cada paciente. Hoje, para Jaque, por exemplo, a dor é leve, mas para o professor Thiago, para mim, uma agulhada, não aguenta esse tipo de dor, eu tenho que tomar um analgésico mais forte. Você entendeu? Então, eu quero que vocês entendam é relativizar o seu paciente, entender o seu paciente na sua anamnese e a partir dali você saber prescrever qual analgesia que vocês vão passar para ele. Tá bom? Aí o procedimento operatório, trauma que você vai surgir, a toxicidade, as diferenças para uma farmacocinética deles, a experiência, protocolo que vocês têm que a experiência de vocês. Tá? Então, essa é a escolha que a gente faz normalmente para fazer o uso do analgésico. Tá? Um desses analgésicos. [Música] Miligramas, né? E temos a essa infantil, que normalmente usado sublingual, igual uma outra forma, mas tendo mesmo a gente analgesia, não o pior de cima disso. Então, você tem de 500 mg, se administra o comprimido ou uma cápsula de 6 em 6 horas em caso de dor. [Música] Mas olha quanta indicação essa medicação tem. Entendeu? Então, por isso, muito cuidado quando dá prescrição do ácido útil paciente. Tá bom? Mas ele atua também como analgésico, anti-inflamatório. Mas professor, hoje só esse atua? Não. Hoje a indústria farmacêutica está montando vários antibióticos, anti-inflamatórios fortíssimos, muito mais forte com essa que ele já tem ação anti-inflamatória e analgésica. Um deles que é super igual, além do estudo, tem alguém já ouviu falar deste medicação chamado Toragesic de 10 mg? Eu adoro. Mas adoro, professor Thiago, você adora o Toragesic aqui? Não entendi direito, né? Beleza. Tá bom, Gabi, você tem chocolate aí? A ver, né? Tá bom, eu vou lembrar de você, fica tranquilo. Brincadeira. Tá bom? É isso daí. Ele é, então, um ótimo anti-inflamatório e ele tem, dependendo da sua posologia, então se você prescrever seu paciente como aqui, prescrever de 6 em 6 horas, ele também tem ação analgésica que tem anti-inflamatória. Então, olha que bacana essa medicação. Então, hoje a indústria farmacêutica tem uma gama de medicações que você pode fazer isso daí. E além de tudo, lá como a Gabi falou, porque sublingual, passa rapidinho a dor. Olha lá, adorei essa questionamento da Gabi. Já que Gabi, pessoal que tá aí, ó, porque sublingual, absorção, ele é rapidinho, melhora a dor. Isso, muito bem. Já que você tem maior vascularização, maior absorção da medicação, com isso ele atua muito mais rápido no sistema nervoso central. Tudo bem, galera? Ou seja, na região sublingual, nós temos que tomar muito cuidado que manipular o tecido, porque ele é altamente vascularizado. Tá? Hoje, a professora, então, por que tudo não faz sublingual? Não, porque hoje tem dispositivo, aquele diluente, aquele que quer coloca na água, ele absorve mais rápido. Hoje, nós temos cápsulas, aquelas fazem que a pessoa estiver mais rápida que a cápsula gelatinosa, turma, né? Era absorção é muito mais rápida. Então, olha quanta coisa professor fica falando é para vocês de experiência. É importante você pegar isso daí para vocês no dia a dia de vocês e absorver e levar para o seu paciente depois. Tudo bem? Tá bom? Então, é isso aí. Tá bom? Porque passa rapidinho é isso daí. Por exemplo, é um analgésico com alto potência na em anti-inflamatório. Tá? Aí aqui, eu vou ficar perdendo tempo e número secundários. Ele se une referencialmente assim, oxigenadas. Óbvio, ele vai agir ali em cima, prevenindo ali as prostaglandinas, que são o que são as enzimas que posteriormente é processo inflamatório, né? Que são enzimas que ajudam auxiliar navegação. Então, tudo é uma cadeia. E aqui, nesse momento, a gente não vai ficar perdendo tempo nisso. Derivados de paracetamol. Eita, professor, que que é isso daí? Alguém sabe o que que é esse tipo de analgésico? Quem que é para mim no final? Alguém já sabe? Chama quem tem esse analgésico? Não é pior que cidade, não. Em ninguém. [Música] E tem efeitos pequenos efeitos, ação e efeito dele na mucosa intestinal é pequena. Tem que esse medicação. [Música] Por exemplo, para gravidez, para o bebê, para placenta, para outros fins, ele tem baixa toxicidade. Então, pode ser que até eu errei aqui, ó, na hora que eu montei na aula, não coloquei. Só coloquei baixa toxicidade, mas eu podia colocar aqui embaixo da gestantes, para crianças, para entendeu? Então, aí sim. Agora, muito pesado ali, mas é isso que eu tô falando. Toda medicação você tem que ter uma a ver. E mas para você prescrever, tem que ser precisa ter a sua anamnese. Turminha, é anamnese que é tudo nessa vida. Se às vezes você tem um conhecimento de medicação, mas se você não tem nada para sua paciente, esquece. Você vai prescrever errado, você pode causar problemas importantes no seu paciente. E aí você tem aqui, ó, 500, 750 miligramas, né? Medicações que você pode. Todas elas. Professor, tem aquele de uma grama, tal, não sei o quê? Então, pode escrever de 6 em 6 horas, não tem problema algum. Mas também digo aqui, 8 horas, vai ter ação, vai ter ação, mas não como você deseja. Às vezes, pode acontecer isso. Tá bom? Tá? Ele nesse grupo é mais utilizado que é Dipirona. Exerce a situação deprimindo atividades. É uma droga analgésica efetiva para dor já instalada, né? Tá? É rapidamente absorvida e pode provocar seu intestinais, pode alergias raramente, tá? Mas aqui pode acontecer esse tipo de agranulocitose. Mas por que agranulocitose da pílula? Que é o paracetamol pode ocasionar? Porque aquilo que a Jaque falou, ele é tóxico para o fígado. Fala aí, já tá respondido. Porque essas enzimas, elas são metabolizadas ali no sangue, enviadas também no fígado. Ou seja, você vai diminuir esses, essas células que são granulócitos no sangue. Ou seja, diminuir células de defesa. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante vocês entender o porquê disso, porque ele mexe como toxicidade, ele é alto grau tóxico no fígado, aonde essas essas células são ali produzidas bonitinhas e um deles. Beleza? Então, tá, olha aqui, ó. Novalgina, Dipirona, Dipirona. Tá? Então, todas essas aí são para nós. Tá? Então, o carro chefe de todos eles é a eles aí, os não opiáceos. Mas tem pacientes que eu não quero sentir dor, eu não quero sentir nada. Tá? Então, nós vamos. Eu quero tomar remédio, eu tô para não sentir dor. A única, eu não tenho problema de cirurgia, mas eu tenho medo de dor. E aí você pode entrar com os analgésicos deles, opiáceos. Os mais conhecidos nós temos aí o grupo do Tylex. Então, fosfato de codeína de 7,5 e de 30. E nós temos a morfina, que a gente pode ser prescrito por via oral. Mas este aqui é muito importante, porque este, os dois podem causar. Os opiáceos podem causar. Mas a morfina, ela pode causar dependência física e psicológica. E achei muito legal isso aqui, porque isso é sim ocasionado dentro do sistema nervoso, não vai atuar nessas células lá no céu. Então, consequentemente, ele vai causar dependência naquele paciente. A morfina, muito difícil, praticamente se eu percebi uma, duas vezes, tá? Eu fico em cima do Tylex, que tem uma reação muito boa analgésica com o Tylex associado aos não opiáceos. Tá bom? Tá? Aqui os efeitos adversos: a dependência, a depressão que você pode causar respiratória, né? O sonolência também se causa. E aí você pode ter aquele efeito retorte, né? O efeito que é o contrário do opióide. Como você está mexendo nesse sistema nervoso central, você tem um efeito rebote, o efeito reverso, você pode causar euforia no seu paciente. Mas se você eliminar, tudo bem. Tá? Tem problema nenhum. E a forma com dependência que esse tipo de medicação pode ocasionar. E é verdade. É engraçado que às vezes eu vejo uma dorzinha de dente, nossa, meu, tomei aquele Tylex, foi maravilhoso. Tão tudo. Agora, o paciente, mas a gente não pode deixar isso acontecer, né? Então, essa farmacodependência tem que tomar muito cuidado com os opiáceos analgésicos. Tá bom? E a seleção dele é a severidade da dor, a experiência do nosso uso, o trauma que nós vamos ocasionar, não é o paciente, e as características deles, que uma delas é a dependência. Se o paciente já é depressivo, já faz uso de medicação, você imagina se ocasionar um opiáceo para ele ali? Não, evita. Evita para esse paciente. Tá? Mas se o paciente tem muita dor e ele é seletivo para dor, vai ser prescreve um de 7,5. Em menos dor ainda, tá? Até os fosfato de codeína, que o efeito é menor. Tudo bem? Então, nós falamos anti-inflamatórios por não esteroidais, hormonais de depósito, Dexametasona e o sono Prof, que é o hidrocortisona. Falando dos analgésicos, né? Os analgésicos não opiáceos e os opiáceos. E agora, por último, para a gente finalizar, agora nós vamos conversar um pouquinho de antibióticos. E aí, eu quero entender, falar um pouco do histórico e falar de clássico, clássico, rapidinho. Mas essas classes, turma, que eu vou colocar dos antibióticos para vocês entenderem aonde estão localizados e para que que serve. Tá? É, eu quero que vocês entendam, tenha uma experiência minha e da minha vivência que eu tenho diariamente, aproximadamente em hospital, até que vocês vão ver as fotos que eu coloco dos antibióticos, das ampolas, eu tiro do hospital, porque eu costumo aqui dentro da bucomaxilo e dentro da odontologia, eu tenho costume de prescrever. Então, se vocês virem aqui, ah, professor, você falou um monte, mas não falou que eu tenho costume de prescrever é tal. Perfeito. Vamos pesquisar. Vou colocar futuramente na minha aula, atualizar minha aula, e a gente vai falando sobre isso. E eu quero que vocês falem sobre esse tipo de, desse tipo de medicações. E se eu não falei, me dá sua experiência com esse remédio para a gente finalizar bonitinho. Ainda tá bom? Então, estamos aí a gama de medicação que nós temos no mercado. Tá bom? Temos aí as ampicilinas, as clindamicina, cefalexinas, ciprofloxacino. As associações. Tem que falar bastante disso. O novo cilingue são também uma Amoxicilina triidratada, muito boa para criança, muito prescrita com otite, faringites, amigdalites das crianças. São medicações também antibióticas bem fortes, né? Aqui até cacique tomando antigamente, tudo para dor de dente. Ah, tomei Tetrex, doutor. Tetraciclina é muito engraçado. Então, mas não usa muito mais isso não. Nós temos hoje as experiências sintéticas que a masculina no mercado. Tá bom? O ciclo leva fluxo acima. Então, eu vou passar isso um pouquinho para vocês aí na frente, só para a gente entender. Cara, história do antibiótico, né? A gente fala um pouquinho dos analgésicos, anti-inflamatórios lá em 1970. E aqui nós temos aqui, ó, um grande cara, esse mestre Alexandre. Eu acho muito legal ler um pouquinho sobre ele, que é muito bacana. E nessas descobertas que ele fazia, que era fungos antibiótico, ele descobriu, né? Essa penicilina em 1928, né? No seu laboratório, né? Esse foi o primeiro a descobrir nessa época, né? E ele tinha esse fungo, esse tinha esse gênero Penicillium. E dali surgiu o nome penicilina, turma. Então, tudo graças ao nosso aqui, ó, Alexandre Fleming. Bater palmas para ele todos os dias, porque.

Nós estamos hoje bem aqui junto por causa desses antibióticos, muito por causa desse estudo que ele teve lá. E não era estudo sobre em cima de bactérias, era estudo em cima de fungos. Você pode ver na imagem, na foto aqui, é didática isso aqui, né? Era fuma e esse gênero. Depois veio, você fala, os porquinhos, né? Então, por tudo a partir dali, ó, de um espirro que ele teve nessa placa, que é isso aqui que ele fez, ó. Ele estava no laboratório, né?

Tudo bem, turma? Então, acho que é uma coisa só para vocês. A história de todo antibiótico em cima disso. Então, o que que eu quero que o antibiótico faz? Qual que é a ação dele? Eu quero que produza, ou seja, são microorganismos produzidos, vivos ou não, através de processos capazes de inibir ou destruir o agente patogênico. Ou seja, eu quero acabar com aquela bactéria, ou acabar com a parede da bactéria, é acabar com a bactéria no total.

E as indicações desse tipo de tratamento são para as infecções como odontogênicas, orais, honorários, profilaxias, para você ver pacientes que têm grandes infecções ou tratamento de infecções disseminadas para tecidos moles ou não órgãos vizinhos, tá? Isso é muito importante vocês entenderem. Ainda mais quando vocês mexem em tecido mole que pode levar uma infecção após um hematoma que surgiu de uma manipulação tecidual. O antibiótico ali, a colônia de bactérias, às vezes pode ser muito grande. Então, antibiótico tem que ser atuante, ou para destruir, ou a gente fala de anaeróbio, ou tá bom?

E aí nós temos, dentro da dos antibióticos, os bactericidas e os bacteriostáticos. Aquele que inibe o crescimento e multiplicação da célula, destruindo o quê? Estático a parede celular dela, tá? Então, a parede celular. Então, cada um tem a sua indicação. As características têm que ter característica para eu prescrever esse antibiótico meu paciente. Pobre tem que ser menos tópico do meu paciente, ele tem que ser bactericida. Porque bactericida, tá bom de falar, porque ação biológica dele bactericida, ele vai ser muito mais forte. Ele vai tomar matando a bactéria suscetível aquilo lá. Por isso que eu passo o coleta da bactéria, né, da secreção para ver qual que é. Para isso que a gente faz coleta um microorganismo naquela secreção, né? Depois você vem ver qual que é o melhor antibiótico para tomar aquela bactéria, tá bom? Em cima desses estudos, então é tudo isso daí. E é feito contra a bactéria patogênica, mas prevalente na cavidade bucal. Ou seja, eu tenho, eu sei que na cavidade bucal, vamos falar de dentro da boca, quem está procócito, lactobacilos, monte daqueles patogênicos. Então, eu vou procurar a escolher um antibiótico ali dentro. Ali. Ah, mas professor, nós estamos harmonizadores, eu só eu não mexo em boca, sonho só interno, fácil. Então, nós temos também um antibiótico de escolha, quer que você falou porquinhos lá atrás, e pode ser indicada, mas tá bom que é a próxima classe de antibiótico foi descoberta por Alexandre. Tá bom?

Mecanismo de ação. Então, o que que eu quero? O antibiótico que atua o seu aparelho celular, que podem ser as penicilinas e as cefalosporinas. Mecanismo de ação. O antibiótico que atua sobre membrana citoplasmática e também são bactericidas. A Nistatina, a Anfotericina C B. Então, é só para vocês entenderem os mecanismos de ação. O antibiótico que atua bloqueia na síntese, bloqueando e produzindo a proteína defeituosa. Então, o que que é isso que aconteceu? O antibiótico vai alterar a proteína da membrana da célula da bactéria, fazendo com que ela produza essa membrana defeituosa alterada. Consequentemente, vai acontecer com ela. Ela vai morrer. É uma coisa meio louca bioquimicamente, mas eu quero entrar nesse método. É só para vocês entenderem.

Bacteriostático. Quem é bacteriostático? Aminas que são lindas, meninas. Os macrolídeos. [Música] Eles atuam matéria. A gente tá me ensina, meosmicina. Olha os antibióticos tópicos que às vezes estão na nossa pomada tópica. Elas estão aqui, ó. Elas hoje você já estão vendo. Elas são bactericidas. Elas fazem com que aquela bactéria que está ali no tecido faça a produção de membrana defeituosa, consequentemente para produzir a morte daquela bactéria. Então, só para a gente elucidar isso aí para vocês, tá bom? Beleza.

E por último, o antibiótico que atua na replicação dos cromossomos, que são bactericidas, que é aqui, ó. Olha o Metronidazol, muito conhecido entre a área odontológica e na hora também médica. Nós temos bastante essa associação do antibiótico. E os dois são crescidas, tanto assim quanto as os metros das horas são que uma turma da replicação do cromossomo com outra pessoa de uma outra forma. Beleza? Tudo bem, turma? Tá? Então, vou passar isso rápido porque tem bastante. Se você tiver alguma dúvida, quer perguntar uma coisa, pode abrir o microfone, a gente vai conversando, tá bom?

Considerar meu paciente como toda aula, toda terapêutica da seleção do antibiótico mais adequado é primeiro ver anamnese, o estado geral do meu paciente, considerando fatores imunológicos, função renal e hepática. Olha lá de novo falando do fígado do rim, porque ele é metabolizado. Depois do rim, ele é excretado. Porque antibiótico influencia mesmo gravidez. Toca a medicação que não vai mexer na contração uterina. Lactação. O pacote antibiótico que não vai passar em ser metabolizado pelo leite materno. É um vinho de transporte, né? O bebê ainda recém-nascido não tem a função intestinal formada e completa. Então, quando ele recebe essa substância do antibiótico, dependendo do antibiótico que você prescrever, o bebê absorve esse antibiótico. O que acontece com o bebê? Diarreia, diarreia, diarreia. E um bebê recém-nascido, ele pode ocasionar numa desidratação importante. E aí o bebê tem que ser internado. Turma, então vocês precisam saber disso, essa interação com antibiótico com a lactação, tá bom?

Duração do tratamento é isso, de duas a 10 dias, dois a 15 dias. Tudo depende do trauma, depende da infecção, mas em média, dentro da odontologia, nós temos aí de 7 dias em média, tá bom? Tá? Consideração. O que que eu tenho que considerar no meu antibiótico? Eu vou pegar uma penicilina porque ele tem, ele pega bastante bactéria. Ou opa, pega bastante bactéria. Que que é chamado isso dentro da terapêutica? Ele tem amplo espectro. Então, agora, quando eu falar com vocês sobre medicação antibiótica, anti-inflamatório, antibiótica, nós vamos conversar sobre espectro, tá bom? Você quer dar uma insulina na cavidade oral e ali atua muito forte? Pronto, legal. Entendeu?

Então, agora falando de classificações. Eu acho muito importante. Pequeno espectro, ou seja, grupo limitado de microrganismos. E a outra bactéria da cosseguinha não faz nada. E o amplo espectro é aquela coisa que ele pega em vários tipos de repositivos, gram-negativos, lactobacilos, alfa, beta. Então, assim, ele pegando todo esse tipo da terra. Então, eu posso falar que esse antibiótico, ele atua muito bem no seu espectro, ou seja, ele é amplo. E na sua primeira classe, lógico que nós pensemos, eu não podia deixar de falar, mas pense em mim, né? É o primeiro de escolha na área odontológica. A professor dados? Não, tudo bem, calma. Tô falando dentro da odontologia no geral, é um primeiro escolha. Até também no primeiro escolho tratamento de infecções. Chega no hospital com afecção de dente, uma infecção abscesso, a primeira escolha que eu vou pensar são as penicilinas. Primeira. Agora, se ele já usou Amoxicilina, usou e não resolveu, só piorou, opa! Então, eu deixo de ter a minha primeira escolha e vou por uma outra escolha antibiótica, tá bom? Tá?

Então, as penicilinas, eles são bactericidas das bactérias e são praticamente é tóxicos, inclusive para pele. Ele atua tão forte assim, tão atuante nas bactérias da pele, ele atua, mas vamos dizer assim, 50%. Os outros 50% bactéria tá lá e ela pode virar uma infecção, uma violência muito importante, agressiva. E são aquelas bactérias resistentes que hoje muita gente está falando que são as bactérias super bactérias, né? São aquelas que hoje tá falando que essa chamada de superbactérias, tá bom, turma? Tudo bem? Tá?

Os tipos dessa penicilina, elas podem ser naturais, sintéticas. Tá? Quem são as naturais aqui, ó? Opa! Quem nunca lembrou de uma Benzetacil? Você lembra de Bezerra? Fala aí, quem já tomou uma Benzetacil no músculo posterior, não no glúteo, no quadrante externo do glúteo superficial? Quem nunca tomou? Fale agora. O cara que no chat, a Jaque nunca tomou. O louco, já! Olha lá. Em Benzetacil, Benzetacil é um antibiótico de lágrimação, tá? Ainda mais uso profilático para aquelas crianças que tinha, tinha bastante faringite, amigdalite, infecção de garganta. Ixi, você tem um público de saúde, adora da Benzetacil. O médico vai lá para escrever Benzetacil e vai que vai, tá bom? Tá? Ela, olha aqui, ó. Benzetacil é bom porque ela teve, ela atinge níveis importantes sanguíneos 8 horas após a sua aplicação. Então, ela tem uma meia vida grande, turma. Então, ela tem um tempo muito prolongado, seus níveis são muito bons e prolongar. Então, por isso que a Benzetacil é muito, hoje ainda é muito usada, tá? Que é uma penicilina natural, penicilina G benzatina. Tá? Ele é um nome comercial dela, que é o Benzetacil. Ela pode, ela administrada intramuscular, um milhão e 200 unidades, unidades internacionais. É isso que tá escrito. Você pode ser em três em três, a cada três dias ou até até 44 dias, tá? Aplicado isso durante o período de 30 dias. Então, olha que fácil. Olha que prescrição facinho do que ficar de 6 em 6 horas tomando remédio, tá? Então, essa é uma das penicilinas naturais que nós temos aí no organismo, tá bom? A serem sintéticas, amplo espectro. Então, aqui é o que mais nós usamos hoje no dia a dia por via oral. Entenda que a Benzetacil, ela não tem administração via oral, ela tem M intramuscular. A gente já falou lá na frente que a forma farmacodinâmica e tá beleza. Via inteirar e erro. Tá? E agora aqui são vias orais. Tem, tem também primordialmente que eu quero falar para vocês que as penicilinas sintéticas de amplo espectro, tá? Então, essas disciplinas Amoxicilina, hoje atualmente muito usada nas prescrições dos dentistas, tá bom? São aquelas secreções da bactérias, aumentando assim um espectro de ação da Amoxicilina. Então, olha quantas coisas vão se estudando, vão se evoluindo e a gente vai vendo esse tipo de coisa. Olha aqui a medicação Amoxicilina aqui perto de uma história de 8 horas, tudo bonitinho, uma capa sete dias, 10 dias. Tanto faz, tudo vai depender do seu trauma, da infecção que tem lá, tá? Ele pode ser chamado de Amoxil, que tá aqui bonitinho, fotinho dele. E nós temos a Amoxicilina com clavulanato de potássio, tá, turma? Que é a Clavulin, Clavo bem, tá? Esses são de 500 e 125 MG bicarbonato de potássio. Quem é em todos da turma? Uma coisa que eu sempre gosto de frisar pros alunos e para os pacientes. Eu quando prescrevo o antibiótico e prescrevo ou antipivo dele, não prescrevo genérico. Eu especifico a farmacêutica principal dele, porque eu vejo que o genérico pode ser. Eu nunca escutei isso, mas eu percebo que o genérico, ele não tem a mesma ação de espectro do que eu quero de um padrão ouro que é o tá bonito. Não sei se alguém já percebeu isso, tá? Mas eu já percebi no meu dia a dia. Eu nunca sentei para ler um trabalho tudo mostrando que o ação do antibiótico genérico, ele não tem a mesma ação em cima das bactérias como eu quero como principal ele ali comercializado, tá? Então, sempre que eu prescrevo é isso aí. Já tem especialmente tem essa experiência também. Então, isso é importante para vocês entenderem. Princípio ativo dele, tá? As classes de antibiótico. Eu dou preferência para comprar o original. A degradação do material do antibiótico é muito maior do que o do genérico, tá? Isso eu percebo no antibiótico anti-inflamatório, não é no antibiótico em cima daquela bactéria que eu quero atuar, tá? Então, é importante isso. Fez. Vamos supor no dia, eu fiz três cirurgias e duas pacientes eu nunca tinha visto aquilo. Aquele caso de infecção que elas tiveram. E eu, qual você comprou? Qual medicamentos foi genérico ou original? As duas que tiveram infecção foi genérico. Então, assim, e a outra, e foram as três mesmo de ir, e a outra não teve nada de tecido. E isso é importante. Mas esse relato é importante para vocês entenderem o que eu estou passando para vocês na teoria, na prática, o que pode acontecer com vocês quando agora, a partir de hoje, quando prescrever o antibiótico, vocês vão ficar focado numa medicação principal, não mais do genérico. Tudo bem? Tá? Eu também, a Gabi, a Gabi fala para não comprar o genérico dele. Isso. Então, quando do antibiótico, isso mesmo, tá, Gabi? Faça a pressão dele do original, não do genético. E a gente já tem aqui uma experiência, né, de pós-operatório aí que gerou infecção, tá bom? Eu tive essa, já aconteceu comigo também. Eu preciso, tá, né? Um só um genérico e os outros dois original. Ele veio com uma vela aberta, veio tipo quase querendo infectar uma ovellite. E os outros dois que tomaram meu tava perfeito, tem cicatrizadinho. E eu fiz a mesma técnica nos três. E eu digo a técnica do inferior por 48, deu 48 nos três. Você entendeu? Então, assim, foi bacana isso. E essa experiência que você falou é a mesma que eu ia falar agora na aula para você. Entendeu? Tudo bem? Então, beleza, pessoal. É isso aí. E aí o carbonato de potássio, né? Que vocês sabem que ela tem aquela ação que aumenta a degradação dessa enzima que é a substância que é excretada pela bactéria, que com isso ela aumenta a sua potência. Então, a super bacana. O carbonato atua muito bem nesse aspecto, aumentando a isso perto de ação. Olá, aumentando esperto de ação do antibiótico, tá bom? Ele é mais potencializado de 875 MG, mas entenda dentro da composição, o 125 é mantido, tá? A composição do cavaleiro potássio é o mesmo. Só que agora, por nós, nós temos antibiótico mais potente, nós passamos ele a fazer administração de 12 em 12 horas, tá? Bem? Beleza, turma? E aí você já estão calejados em saber. Elas são bactericidas, são cadeias semelhantes a penicilinas, tá? E ela tem um amplo espectro lá. Então, a gente já tá falando esperto, atua grandes positivas, grandes negativos, tá? E são também ativos. Olha aqui, ó, a diferença da Cefalosporina aqui, ó. Ela atua em bactérias entorais e pele. Pele falar harmonizadores, está filococus. Coisas que Amoxicilina é resistente, então ela não atua, ela tem resistência, a bactéria prolifera lá. Já Cefalosporina, ela atua muito bem nesse tipo de bactéria, tá? Pode provocar danos renais? Pode. E possui baixa toxicidade. Qualquer medicação, ela pode provocar dano. Importante é ser parcimônia e conhecer anamnese do seu paciente. Se ele tem alguma problema renal ou hepático, conversando com os médicos para atuar para medicações melhores possíveis, tá? Não tem paciente que tem transplante renal? Sim. Então, não pode tomar antibiótico, muito menos anti-inflamatório. Então, a gente vai conversando com os médicos para ver qual medicação ela melhora prescrita para aquele caso circuito que você vai passar, tá bom? Fazer e realizar. Tudo bem?

E aí nós temos nele, o que que eu acho a única, eu fico restrito no caso da Cefalexina, que é o Keflex, né? De prescrever esse tipo de medicação é o a meia vida da medicação. Ele é de seis em seis horas. Me dá uma dor de cabeça para tomar água. Tô tomando remédio errado. Aí tomei depois de duas horas. Depois que me perdi. Meu, você vai passar uma Cefalexina, vai passar um Reflexo, que é de 6 em 6 horas, você tá ferrado. Ele não vai tomar direito. Esse antibiótico não vai ter problemas. Então, tudo isso você vai entender ou ser paciente e mudar a medicação às vezes para outro que poderia ser aqui, ó. Passei Patroxila, tá bom? Porque é o Cefadrexil. Você faz esses amarelinhos são os originais. Eu só coloquei aqui porque na imagem eu não tinha. Isso aqui é muito recente, tá? Então, este é o outro que você pode perceber dentro da classe que você falou, urina de primeira geração do subgrupo da Cefalosporina. Ele escreve 12 horas. Pode até, dependendo do lugar de infecção, para escrever de 8 em 8 horas, se você não passa por superdosagem para você ter uma ideia como ele é forte. São ele é muito prescrito em caso de crianças com faringite, amigdalite, infecções de pele, onde vocês mexem bastante. Nós mexemos. Tudo bem? Tá bom? E aí como espectro de ação maior comparado a Cefalexina, ou seja, ele vai atuar no maior número de barco bactérias. Então, a boa escolha para nós aí atuarmos. Agora, nós temos as gerações, né? As terceiras, as quartas, ou as primeiras, mas endovenosa. Olha aqui, ó. Eu te falei, ela vem injetável em seu hospital. Isso não tem no consultório. Então, só mostrando para vocês que é o que faz, ó. E a Cefazolina é a mesma Cefazolina, mesmo a Cefalexina, mesmo de primeira geração, só que aplicado de forma endovenosa, tá? Inibe assim de proteína, tá tudo bonitinho, mas só para vocês verem como que é, tá bom? Beleza? Ele aqui, ó, uma grama de 6 em 6 horas. Você pode passar de 8 em 8. Pode, mas dependendo do grau da gravidade de infecção, eu mantenho sempre de 6 em 6 horas. E aí nós temos aqui, ó, outras gerações de Cefalosporina, tá bom? Tá? Essa terceira sessão e a ampulinha também, âmbito, só hospitalar para Cefalosporina injetável. Tem gente chama de Rocefin, de uma grama, 250, 500 mg. Eles são de forma pediátrica, tá? Normalmente, quando você prescreve isso no hospital, tá, galera? Não é violão. O violão é Reflexo e o Cefalexina e Cefalexina, tá bom? Agora, isso aqui são, mas eu coloquei só por vocês vão ser futuro bucomaxilos. Vocês têm que saber para escrever e entender indicar essa medicação que ela é uma medicação forte e ela atua muito bem infecções graves como os abcessos nossos ossos, tá? Pneumonia. Então, ela atua muito forte nisso daí, tá bom? Muito boa. Aí passando assim, nós temos os macrolídeos, são muito indicados aqui, ó. Pacientes alérgicos. Cada um tem a sua experiência. Eu, professor Thiago, como experiência, eu não gosto e Azitromicina. Eu não gosto. Eu não prescrevo, tá, turma? Então, eu não gosto por experiência própria, experiência prática do pronto-socorro, experiência de pacientes que já fazem uso há muito tempo que desculpa que o dentista para escrever e o cara veio com abcesso importantíssimo. Então, eu não sou muito aberto, mas tem prescreve para cavidade oral e pele. Trabalha muito bem o assunto de proteína da bactéria. Tudo ele atua em positiva de algumas negativa. Então, é bom. E ele é um comprimido que você faz uma vez ao dia, né? É um por dia, tá? Por cinco dias. Quero que você tem no comprimido aqui, tá? Então, ele é muito fácil. Ele tem uma meia vida longa. Será fácil de escrever? Ótica é sim, ótimo. É isso mesmo, mas ele atua muito bem ter sido mole, infecções ósseas, tá? Ele tem um bom amplo assim espectro nisso, tá bom? Tá? Então, isso é muito importante. A única coisa que você tem que tomar cuidado é ele não pode ser dado em gestantes e lactantes, tá? Porque quando absorvido pela criança, a criança pode pedir uma diarreia muito grave, tá bom? Tá? Beleza? Então, essa é a Ciprofloxacina que alguém onde você já deve ter tomado também, entendeu? Uma coisa que eu acho legal, eu tava vendo isso, estudando um pouquinho, podendo associar. Então, você pode associar o ciclo com a língua em cima, é um bom poder antibiótico, aumentar o espectro de ação, tá? Então, você pode associar assim. Então, eles aqui, ó, ele aí é o Ciclox R, né? Sempre ele administrado, tá? 500 e o Léo Fluoxetina. Essa é a terceira geração, ou seja, o espectro melhor, muito mais forte na estação de bactérias, tá? E e eu gosto muito dessa medicação em pós-operatório que tá querendo infectar diante de ortognóstico, aquela incisão, aquele corte que está enfrentando. Então, eu uso muito Levocetirizina para gente melhorar. Eu tenho bons resultados de regressão na infecção com maior Troxacina com po de ortognática, tá bom? Mas nós temos alguns problemas aí. Ela é metabolizada, né, junto aos rins. Então, se o paciente tem alguma insuficiência renal, só tem um rim, é transplantado, tudo. Então, infelizmente, aqui no lona, que a classe desse tipo de antibiótico não é legal para escrever, nem assim para proxima, nem leva para cima, porque não, ele altera bem essa creatinina, ou seja, essa enzima do rim, tá bom? E as indicações está aqui, a mesma coisa, tecido mole, tá? A mesma coisa lá. E a pielonefrite, você sabe que aquele nefrite, infecções urinárias altas, vocês mulheres muito têm isso daí, tá? E ele atua muito bem a Levocetirizina, inclusive até para sinusite. Fala que eu Levocetirizina que ela estava níque por Level 5. Eu vejo mais o Tavanic, tá bom? Tá? E ele tá aí, ó, só que ele é o comprimido é o mesmo dia. Olha que legal também. É muito fácil de paciente tomar, tá? E a resposta antibiótica dele é muito boa. Eu gosto muito desse antibiótico aí quando eu vejo que vai infectar, tá bom? Aí temos ali em tuas amigas, tá? Ele é para ter esse negócio é muito bom. Ele atua a indicação de infecção gênicas, mas a única complicação que ele usa o crônico, turma, usa o crônico, é porque essa alteração gastrointestinal. [Música] Alterações inflamatórias intestino e às vezes até um pouco de sangramento também nas fezes. Qual que é a diferença do que você mostrou? Ele falou assim, é outra Mirando ele. Aí fala lá que ele é m hidratado. Isso quer dizer o quê? A substância comprimido dele, ele é potencializado, absorção mais rápida. Entendeu? Brigado. É de potencializa absorção mais rápida ali. Entendeu? É isso que eles querem dizer farmacêutico. É mais rápido absorção do que, mas se você for ver a posologia deles é a mesma. A medicação vai ter a mesma ação. Acabou. Só que uma mais rápido, outra mais absorvido mais rápido. Não entendeu? Pode 750 um ao dia, grande. E ele é um alto prescrição potente aí nessa medicação. Entendeu? Tá bom? Tá bom? Que é a minha escolha. Por isso que eu coloquei aqui bem grande. Os pacientes que são alérgicos e têm profilaxia dentro infecciosa, né? E a minha escolha para não usei penicilina, não usei cefalosporina, ela tem alergia mesmo, é testada, tudo bonitinha. Então, eu uso dela assim, ser para esse tipo de paciente, tá? Ok? Beleza? E o Metronidazol, olha aí, ó. Ele foi produzido na época como anti protozoário normal, né? Só que ele era um anti protozoário. Ele se tem que sintetizava as bactérias, matava as bactérias. Começaram a observar isso e viram o que? Ele é muito eficaz em gram-negativos, né? Ele era muito eficaz em gram-negativo. Ele absorvia muito bem oralmente nas barreiras, nas barreiras. A gente vai ter sido iguais. Ele era bem a concentrado. Opa! Gengival com esse bloco que delícia. Então, ele vai atuar muito bem associado aos antibióticos e períodos aguda, as Runas periodontia. Você entendeu? Porque ele atua nessas bactérias gram-negativas. Então, ela quanta coisa a gente vai percebendo junto esses antibióticos. Então, associar o Metronidazol as penicilinas é uma boa. Associar também pode ajudar você. Entendeu? Que uma vai atuando, não vai usar antagonizar o outro, não. Elas vão trabalhar juntas e trabalhar em bactérias diferentes, matando sim a esse tipo de reflexão que você vai estar lá. Que é aqui, ó. Ele pode ser administrado ou 250 ou 400 mg, tá? Eu gosto muito desse tipo de associação, não Metronidazol com as penicilinas, tá bom? E aí tem aquela que é uma composição da indústria farmacêutica que juntou os dois numa só. A Inspiramicina. Então, uma de tudo que a pele não é um antibiótico associado. Ele já não é indicação e eu nunca prescrevi, tá? Mas [Música] agressivos. Beleza, turma? Então, esses são os antibióticos que eu tenho na minha vivência das classes que a gente tem no dia a dia. Eu acho que é muito importante a gente viver isso aí direitinho para vocês, tá bom? Né? E eu queria só citar alguns médicos para vocês para a gente terminar essa aula, tá? Para que a gente não fica uma coisa muito bastante que são as ondas cetronas, que é o Vonau, porque pode ser um paciente náusea, vômito, você vão operar no hospital. Então, a gente tem que saber que essas medicações ela pode melhorar o paciente. Até paciente com Reflexo que você toca lá atrás, quer vomitar, você dá uma medicação preparatório, é uma maravilha, ele fica muito bem. Estamos no jornal ou de quatro de oito, né? E aqui colocar de quatro miligramas, tá vendo? Administrado quatro miligramas, dando ela oito miligramas injetado. Essa tem quatro miligramas que dá no total de oito miligramas. Quem faz isso tudo bonitinho é corpo de enfermagem, tá certo? Tudo bem? Tá bom? Tem mais alguma dúvida? Alguma coisa? Beleza? Aí ou não? Então, operatório, pós-operatório, cirúrgico para vômitos, tonturas, aviões, vertigem, tá bom? Pacientes que estão fazendo filme rádio. Então, é muito usado para mim, tá? Junto com Vonau. Então, cada um é uma esposa. Na primeira cirurgia que ela fez, eu vou no segurou muito bem alimentação dela pós-operatória. Na segunda cirurgia que ela fez de intervenção cirúrgica, não ser cirúrgico, o Vonau não segurou nada, não conseguia comer nada. Então, o que que eu fiz? A administração para ela. Eu fiz o dorminho para ela, tá? Eu fiz o Brasil. O método para a vida. Aí ele aqui, ó, o tal do Brasil, o antiemético, né? Ele vai estimular a utilidade de graça intestinal, evitando que você vá vomitar, tá? E aí você administra e absorve muito mais essa comida, porque você ficou mais de 8 horas, 12 horas, 15 horas sem comer nada. Então, o Metoclopramida, o Brasil, ele muito bem utilizado nisso. Ele segura bastante as primeiras dietas dos meus pacientes, tá OK? Tudo bem, pessoal? Alguma dúvida? Agora, rapidinho, 200 coagulantes. O que eu queria só falar para vocês antes de passar dos Remédios, tá? É isso aqui, ó. Relatório. Protocolo. Copia cola. Isso aqui, pessoal. O pico. A gente vai perder um tempinho, mas olha isso aqui. Este é um relatório que eu solicitei que aquela paciente que eu falei da Prevent Senior, tá? Para o médico. Eu achei essa esse relatório maravilhoso. Ela tem uma fibrilação atrial, ela é cardiopata e ela ia fazer um procedimento cirúrgico muito invasivo comigo. Eu fiz esse relatório. Ela falou que passava junto ao cardiologista e tinha uma consulta. Aí eu fiz o relatório. E aqui à esquerda, pessoal, eu quero que vocês tenham como esboço da forma que eu quero que vocês escrevam. Eu não quero autorização, eu não quero nada. Eu quero avaliação quanto ao risco cirúrgico dessa paciente, quanto ao estado geral físico dela hoje, atualmente. E quem tá acompanhando ela, o seu cardiologista, o seu geriatra, que seja. Você entendeu, pessoal? Então, é esta forma que eu quero que vocês façam o relatório para o médico. Não me façam passar mais vergonhas. E esse relatório é maravilhoso. Quando eu recebi, eu falei: "Não preciso tirar uma foto, uma cópia, eu preciso mostrar isso em aula de cardiopatia, né? E de anticoagulantes, porque isso é difícil vocês receberem uma carta dessa mostrando, colocando diretrizes da avaliação cardiovascular pele operatória. Olha que legal! Não pediu para usar não, sem vaso consultor. Pelo contrário, olha, eu uso melhor no caso dela, poderia ser caindo com adrenalina, não passando de dois a três, turma. Olha que bacana essa casa. Então, eu achei maravilhoso. E até depois eu reenviei um relatório para o médico para paciente, agradecendo o relatório que ele fez do Dr. Marcelo. Depois, então, depois de tanto estudo, tanto em cima do trabalho, em cima da convite, está conseguindo ouvir, pessoal? Tá tudo bem ou não? O sinal tá muito ruim ou não? Ah, que bom. Beleza. Quem tiver na aula aí para finalizar. Então, esse estudo promove uma autópsia, né, de alguns pacientes que morreram de convite, cara. Então, isso foi muito importante para a atualização das prescrições e dos tratamentos dos pacientes com COVID de médio e grave de tratamento, tá? E aí, a partir dali, eles mudaram um pouquinho a conduta, não atuando só no processo respiratório, mas sim da tendência que esse paciente vão a partir do processo inflamatório de formar trombo embolia nesses órgãos importantes, entendeu? Tá? Então, isso é muito importante. Beleza? Aí eles começaram a atuar dessa forma. Então, hoje, quando você for ver quem que tá prescrito os pacientes, o charuto esses é um medicações atuais hoje que são mais usados dentro da cascata de coagulação, tá? São os anticoagulantes. Então, hoje você vê muito paciente de pós-tratamento de COVID, ou até depois de uma vacinações que estão surgindo aí da página alguma coisa, pedindo para tomar um anticoagulante por esse fator, tá? Pelo agente trombódico que eles fazem, causando esse problema com vocês. Tudo bem? Tá? O volume tá baixo. Já voltei, tô continuando, tá? E aí aqui mostrando para vocês, ó, um paciente com alteração tratamento pós-COVID, tá? Esse paciente que tá, olha o valor que ele tá do NR aqui, entendeu? Tá? Então, isso é muito importante, porque com esse valor de sangramento, né? Este paciente que você for intervir, ele pode ter problemas aí. E ele pode ter problemas circulatórios de hemorragia, de hematomas, né? Então, deixando aí o paciente muito mais grave. Eu pós-operatório muito diferente. Quer padrão é um 21, 25. Esse paciente estava com 1,61, tá? É um paciente é difícil. Pedir para fazer os exames depois que ela tomou o Chanel, essa medicação, tá bom, turma? Então, é importante quando vocês visualizarem esse tipo de medicação anticoagulante, tudo direitinho, vocês atuarem e saberem se vai atuar naquele momento com esse resultado desse exame, assim, ou se vão encaminhar para um médico que está acompanhando, fazer um tratamento prévio e em seguida, depois de melhorado esse valor do NR, né? Vocês conseguiram trabalhar com tranquilidade. Então, isso é muito importante, tá? Aí nós temos as heparinas. Elas podem ser endovenosa, intramuscular. [Música] Fazem tratamentos com cardiopatia para afinar o sangue, vamos dizer assim, para evitar a formação de trombos, né? Aquele tromboembolismo venoso. Então, a Varfarina, era Texana, era muito bem trabalhada em cima disso. Estão os Marevan, tá bom? Tudo bem? A Varfarina e é uma Ivan também. E aí tem uma S, que aí a gente já entra na classe dos anti-agregantes plaquetários, que são os anti-trombódicos, tá bom? Primários, que é o AAS. É mais uma ação dele, mostrando onde ele inibe a ação. Mas ó, olha que paciente que tá fazendo uso de AAS após o almoço. Não tem nenhum tipo de alteração. Ele tá muito bem, saudável aqui, entendeu? Tá? Então, podemos atuar tranquilamente que os valores de procuração dele, tá? Agregante plaquetário com um anticoagulante, tá? Então, isso é importante vocês terem essa visão terapêutica aí. Então, essa infantil, tá vendo? São esses aqui. E o outro é o Clopidogrel, também antes até trombódico, só que de prevenção secundária, né? Ele é muito indicado nesses impactos agudos, em acidente vascular, em previsões atrial, né? O paciente que faz uso distente, que já colocou extente algum vaso cardíaco, tá bom? Ele também é associado ao AAS. Atualmente, tem artigos mostrando isso. Ele é muito demonstrar. Tudo bem? Tá? Então, ele trabalha muito nessa parte que aplaudite, né? Que é o próprio programa. Ele também normalmente também, ele atua na cadeia de do na cadeia de coagulação no NR, tá? Aqui um protocolo rapidinho da anti-inflamatórios que já conversou sobre, que é o Decadron. A gente pode fazer isso em seguida no pré e no pós-operatório. O Ibuprofeno, que é o Cetoprofeno, Nimesulida, fazendo aquela prescrição que já sabe. E pós-operatório associado a ele, a Dipirona, o Tylex, dependendo linear de dor do paciente, tá? E o antibiótico vai da sua escolha. Amoxicilina, uma Cefalexina, né? Qualquer um você pode fazer de seleção de um protocolo seu aí. Azitromicina, o Delacim, Seca e da Piscina, quando o paciente é alérgico a penicilina, tá? Então, vocês podem mandar ver aí nesse tipo de protocolo aí rapidinho. Só uma uma profilaxia antibiótica. Quando você vê pacientes com doença autoimune, pai descarte, empatia congênita, que a doença autoimune, pacientes valvulares cardíacos, tá? Então, isso é alguns que você pode fazer a profilaxia. Diabetes descompensada, porque a gente sabe que a microvascularização é fica defeituosa naquele momento, tá? Então, pode fazer uma profilaxia antibiótica. Duas gramas, uma antes ou por 600 MG, que são dois comprimidos, uma antes do procedimento, ou quatro comprimidos Amoxicilina maior, uma hora antes. Tudo bem, turma? Então, acho que era isso que eu queria falar. Então, no finalzinho da aula, tá? Os protocolos a gente tá aí, cada um segue o seu, mas então sempre aí para atualizar o nosso sistema de prescrição antibiótico, tá? Então, algumas referências de estudo que a gente faz alguns trabalhos bonitinho, tá bom? Aí qualquer dúvida que vocês tiverem, estamos aí à disposição, tá bom? Aproveite para relaxar o carnaval. Bom carnaval para todos vocês aí. Desculpa. Obrigado. Você também. São mais. Então, a gente tem condições através dela fazer um acompanhamento de forma mais preciso, mas apurado. Como desvantagem, né? Esse artigo cita que o custo ainda é bastante elevado, que a área, né, onde a gente tem a imagem, é de menor abrangência, por quê? Porque esses receptores, né, são mais rígidos do que a nossa película. Existe uma pequena perda de nitidez quando a gente faz a comparação com os nossos filmes convencionais. Porém, há uma necessidade de um computador para visualização dessa imagem e quando essa imagem ela é impressa, a qualidade dela é inferior àquela que a gente consegue visualizar no monitor. Nesse artigo, ele faz referência que é uma falta de padronização e refere a necessidade, né, de um treinamento adequado para execução. Nesse outro artigo, que fala também dos sistemas digitais, ele também recebe. Olha, há uma melhor visualização de imagens, há uma melhor manipulação dessas imagens, pois ela permite isso. O tempo de exposição é de 60, 65% menor e no seu armazenar, armazenamento, nós não temos perda dessa qualidade. Porém, sim, ele refere o alto custo ainda, né, a necessidade de equipamento adequado, de um software adequado para visualização dessas imagens. E agora, vamos conversar um pouquinho sobre as radiografias que são utilizadas no trauma, né? Então, nós temos lá aquele paciente, como vocês viram na aula, que eu falei sobre o primeiro atendimento, né, que foi vítima de um trauma. A gente faz aquela primeira avaliação, onde a gente vai ver os pacientes têm edema, se não tem, se ele tem a presença do ferimento corto com tudo, se ele tem uma laceração, né? Então, a gente faz aquela avaliação inicial daquele paciente e através daquela avaliação, a gente vai verificar qual a melhor radiografia indicada para que a gente consiga visualizar naquela área e realmente elucidar se há ou não um trauma na região. Esse artigo aqui, ele fala das técnicas radiográficas, né, extrabucais convencionais utilizadas na boca Maxim. Ele fala, né, que o exame radiográfico, né, é um exame complementar de grande importância para o Marcelo. E aqui, ele também refere que a tecnologia digital ainda é bastante generosa quando comparada com a radiografia com convencional, que é de fácil, né, execução, de custo baixo. Então, lembra que eu comentei com vocês, né, que muitos hospitais, por exemplo, ali na região de Taboão, né, os hospitais ali, eles não têm, né, uma tomografia, mas todos esses hospitais e pronto-socorro, eles têm o equipamento radiografia, porque eles precisam, não só para eles, precisam para neuro, eles precisam para ortopedia, né? Então, é um equipamento, né, custo baixo, fácil manuseio, tá? Então, o que a gente mais encontra, né? Então, é muito comum vocês verem, né, com os pacientes quando vão para o hospital Pirajussara, eles vêm sempre com radiografia já feito, realizada, aonde no pronto-socorro, onde eles estavam. Alguns vêm já com uma solicitação de tomografia, né? No hospital, nós temos a tomografia, tá? Mas a grande maioria, sim, né, das imediações, o que eles têm mesmo é o raio X, que é padrão. E qual o objetivo desse exame radiográfico? Confirmar o nosso diagnóstico, avaliar a extensão daquela lesão, avaliar, né, se há desvio ou deslocamento, se a presença de corpos estranhos, e também a gente consegue ter uma avaliação das estruturas dentárias. Então, esse exame radiográfico, ele vai nos auxiliar no nosso planejamento cirúrgico. E as principais tomadas radiográficas quando a gente fala, né, na região de bucoma sílaba, nós temos que no perfil de clã, e normalmente atestado solicitado a lateral oblíquo de mandíbula, as ossos, a radiografia de ossos nasais e a fotografia panorâmica. Então, eu vou mostrar cada uma para vocês, tá? Para que a gente tenha, né, uma ideia do quais são as estruturas que a gente consegue visualizar e qual a indicação de cada uma dessas tomadas radiográficas. Então, por exemplo, a lateral de crânio, tá? Ela é capaz, né, de envelhecer para a gente as estruturas de tecidos moles da face. Nós conseguimos com ela, tá? Verificar a presença de fraturas na região de seio frontal, a presença de corpos estranhos na região de hora ou faringe. Nós conseguimos através dela avaliar, tá? O posicionamento da maxila e da mandíbula. Por exemplo, quando a gente tem uma fratura com deslocamento, né? Por exemplo, um alefore, o deslocamento e é fundamento desse terço inferior da face. Então, quando a gente pensa na radiografia, a gente tem que lembrar lá do nosso esqueleto. E aí, o que que nós conseguimos ver nessa projeção lateral? Olha lá, principalmente que nós vamos conseguir, eu sei frontal, fraturas nessa região, a gente tem uma ideia já da região de cavidade orbitária, tá? Uma visualização, tá? Maxilo também, ama, né? Uma visualização na região de mandíbula, região de ângulo e corpo. E nós vamos ter uma ideia inicial, né? Aquele trauma, né? Daquela fratura pode ter acometido aquele paciente. A projeção que nós chamamos de poster anterior da mandíbula ou a P.A de mandíbula, ela dá uma visão da região de mandíbula, tá? Principalmente em região de corpo e simples. Ela é capaz, né, nos dá, né, a visualização já assimetrias que nós podemos ter. Também é possível visualizar parede lateral do seio maxilar e septo nasal. Então, é uma radiografia bastante indicada quando a gente quer observar a presença de fraturas que podem acometendo na região de cor e sim, fiz uma divulgar no crânio. E as estruturas que mais, né, são mais indicadas para visualização daquela radiografia é o quê? Principalmente a região de mandíbula, região de corpo, tá? E a região anterior. Você consegue ter uma visão da cavidade nasal e certo orbitárias e também nessa radiografia, você consegue ter uma visualização da região de seio frontal. Na lateral oblíquo, ela é uma, ela nos permite uma visualização da região de apófise condilar e processo coronóide, corpo e ângulo de mandíbula. Ela é indicada quando a gente quer ter uma visualização da região de fraturas também de redor do meu lar, bem como fraturas. Ela é uma radiografia principalmente, tá? Indicada quando a gente está falando no trauma de fraturas na região possam acometer corpo de mandíbula. Mas ela é uma radiografia, como vocês mesmos estão vendo aqui, ela dá uma grande sobreposição de imagens. Então, ela não tem uma definição muito boa. É um posicionamento lateral da mandíbula, onde você consegue visualizar os elementos dentário, né? E a região de corpo mandibular. Então, nessa projeção, nós conseguimos ver a região de ordem, as faringe, a coluna vertebral, processo coronóide, a incisura mandibular, processo condilar, é toda região de base da mandíbula. Também é possível avaliação, visualização do canal mandibular. Nós temos também a que a gente chama de projeção anteroposterior das apostas condilar ou também chamar de Town, né? É uma radiografia utilizada principalmente para que a gente tenha uma visualização da região comum. Ela dá aquela visão, mas alongado da face. Então, é possível que a gente avalie, por exemplo, fraturas que acometam a região, né, de ramo, encontro com o deslocamento deles. Então, a gente tem condições de avaliar toda essa região articular, né, que pega nas fraturas. E também uma visualização da região anterior, principalmente do septo nasal. Abater usou projeção pós cera anterior oblíquo da Face, tá? Ela é utilizada para ver.

A reação, né, de fraturas na região de vacilo, então, nos dá uma condição de avaliar a região de seio maxilar, tá? Margem infraorbitária, fraturas, né, na região nasal, certo? Nasal também, você vai conseguir ter uma visualização do seio frontal e na região de processos, né? Bem como que a gente vê cristas, né? Arco e a região de fraturas zigomáticas. Ela é bastante utilizada quando a gente tem a suspeita de fraturas da região de terço médio com comprometimento ou complexo zigomático, bem como também em fraturas de osso nasal. Olha que imagem bonita aqui, ó! Aqui o nosso seio frontal, cavidade, a margem infraorbitária. Nos casos de fratura onde a gente tem a disjunção aqui da sutura, fraturas zigomáticas, quando a gente tem o velamento de seio maxilar devido a uma fratura de órbita, a região aqui, gente, de crista zigomática, que é bastante acometida quando a gente fala de uma fratura do complexo maxilo-zigomático, fraturas nasais. Então, esta é uma radiografia, tá, que nos dá uma visão muito boa da região de terço médio de face, alucinando aquelas casos onde a gente tem de fratura dessa região de maxila, nariz ou complexo zigomático.

Então, aqui nós temos uma outra projeção que é conhecida como a projeção de Waters, que ela é indicada para que a gente tenha visualização da região de arcos. Ela consegue nos dar, né, aquela visualização de deslocamentos, tá, buco-laterais da região. [Música] Melhor essa região de arcos, bem como você também consegue ter uma visualização da região de base de crânio. Cada radiografia tem, devido à sua projeção e incidência, uma melhor área para visualização, né, daquela estrutura. E nós temos a projeção lateral dos ossos nasais, são indicados principalmente, né, porque a gente veja o que as fraturas, né, que ocorrem na região de ossos nasais. Então, a gente tem osso nasal anterior e apófise frontal da maxila. Aqui, por exemplo, é uma fratura que a gente tá vendo bem na região, né, do nariz, sem grande deslocamento. Então, a gente tem aqui, ó, o osso nasal, apófise frontal e a espinha nasal anterior.

Uma outra projeção que a gente tem é para avaliação da região têmporo-mandibular, onde a gente tem condições de avaliar essa articulação quanto a sua estando em movimento de abertura, fechamento, de oclusão. Então, a gente vai ter condições de avaliar como está o espaço, né, na região de cavidade. Se o côndilo, quando se movimenta, ele está mantendo-se, né, na região da eminência, ou se é uma hiper ou hipo movimentação desse côndilo. Então, aqui, ó, nós podemos ver o côndilo, a fossa articular, a eminência e durante a movimentação o posicionamento desse côndilo frente articular. Com isso, a gente tem condições de ter uma primeira variação dessas estruturas e de uma possível, né, diagnóstico já de uma patologia, né, uma disfunção têmporo-mandibular. A região de articulação, melhores exames, né, que nós temos para avaliação é ressonância, mas nessa projeção de articulação têmporo-mandibular, nós já vamos ter uma ideia, tá, se existe alguma alteração no formato desse côndilo, se existe já alguma alteração, né, na movimentação desse côndilo. Tá? Porque a gente faz, né, indicação, uma tomografia ou o melhor exame realmente para região de articulação é a ressonância.

Existem alguns exames, né, que nós utilizamos quando nós utilizamos esse contraste, quando a gente precisa fazer uma análise interna das estruturas móveis, quando a gente quer uma confirmação de diagnóstico, a localização de alguma alteração, tá, anatômica. Os principais corantes que nós temos é o bário e o iodo, né? E essas radiografias com contraste, elas são mais utilizadas, por exemplo, na avaliação de glândulas e artérias da região de face. Então, nós vamos ter as sialografias, que são utilizadas para avaliação de glândulas, por exemplo, parótida e submandibular, e as arteriografias, principalmente utilizada, né, para avaliação de artéria carótida e as suas colaterais.

A sialografia, tá, ela tem, foi primeiramente descrita em 1913. Nessa época, ele utilizava como meio de contraste o mercúrio. Então, ele é uma técnica que muito utilizada para avaliação da glândula salivar maiores, onde é capaz de avaliar o sistema de ductos dessas glândulas, tá? Observar se existe alguma modificação, né, desses ductos, como obstruções, né, em processos inflamatórios, em processos traumáticos ou neoplásicos. Então, consiste, né, em injetar uma substância na região do ducto excretor da glândula, de forma que você torne opaco, né, na película de radiologia. Ela é utilizada, tá, quando a gente fala em glândulas salivares, nós temos a sialografia, né, mas também nós podemos usar outros, né, exames como a ressonância, tomografia, né, o ultrassom, para que a gente tenha uma avaliação também na região de glândula salivar. Apesar da sialografia, né, ela ser uma técnica antiga, ela é uma técnica de escolha, tá, quando a gente quer realmente evidenciar aquele sistema de ductos de glândulas. Então, a gente usa um cateter fino, tá? Esse cateter é colocado dentro do ducto e aí injetado o contraste. Qual é essa injeção? E aí você, o contraste, ele vai preencher todos os ductos principais e os secundários, né, nos dando naquela radiografia, né, uma visão de toda a ramificação. Tá? Nós podemos utilizar, por exemplo, né, a projeção da PA de mandíbula ou lateral oblíquo. Então, ela promove uma imagem de grande qualidade, uma resolução espacial e é um exame indicado para exploração detalhada da anatomia dos grupos salivares, buscando a normalidade.

Então, olha aqui a imagem, nós temos, né, então no ducto, tá? E aí todas as ramificações, né, para a região. Então, é possível visualizar obstruções, é possível avaliar, né, a presença de alguns nódulos, né, algumas alterações patológicas de toda essa região. Glândula salivar, ela permite a localização, por exemplo, de sialolitos, localização de corpos estranhos, a visualização de estreitamento dos ductos ou presença de difícil presença de divertículos, né, que são aquelas ramificações. Ah, como a gente avaliar, né, modificações que ocorreram, né, pós um trauma ou presença de cistos, como a gente já comentou, com a localização de sialolitos. Porém, ela é contraindicada quando a gente tem um quadro de infecção, né, porque com a injeção do contraste, a gente pode aumentar ou disseminar ainda mais aquele processo inflamatório e infeccioso local. Ela tem a vantagem, né, onde a gente vai ter uma imagem multiplanar, é de fácil acesso, né, acesso ao ducto. Ela já permite em alguns casos, né, a remoção. Então, ela pode se dizer ainda que como ela pode ter uma ação até terapêutica, dilatando, né, esses ductos, eliminando, por exemplo, partículas mucosas ou restos mucosos que poderiam estar causando obstrução desse ducto. Como desvantagem, né, nós temos que é um procedimento invasivo, que pode ocorrer perfurações traumáticas e sangramentos e até mesmo a ruptura de ducto, necessitando, portanto, né, de um técnico experiente. É um exame, né, onde o paciente refere bastante desconforto e nós temos o risco, né, de reações devido ao uso do contraste. Ela permite, né, que a gente tenha diagnóstico, por exemplo, da hipertrofia fisiológica, né, hipertrofia, né, racial, aquelas alcoólicas ocasionadas por alterações hormonais, por exemplo, a ectopia glandular, as atresias de ductos ou duplicidade de ductos, fístulas e ali novamente o nosso sialolito, que é o mais comumente encontrado, né, e utilizado. Ela também nos auxilia, tá, no diagnóstico dos tumores, pois ela pode realçar, né, os limites locais, as relações topográficas, nos dando uma melhor visualização do tamanho daquela lesão e até mesmo na natureza, algumas características de malignidade, por exemplo, como infiltrações, né, de estruturas adjacentes, também pode ser evidenciadas.

Então, aqui, olha, onde a gente tem uma sialografia e a visualização com aspecto de normalidade, né, de toda aquela estrutura. E quando a gente tem, tá, a mesma sialografia com aspecto bastante irregular. Então, neste caso, já, né, a gente tá tratando de um possível tumor maligno, né, onde a gente tem até mesmo, você vê uma concentração, né, de todo aquela solução, né, que a gente usa, né, para que a gente realmente radiopaco, para que a gente tenha uma visualização. E ó, nos dá uma ideia, né, de limite, né, de quanto realmente ela está essa lesão está inserida em toda aquela região, as estruturas adjacentes. E a mesma coisa que desse lado. Então, é uma técnica que é bastante utilizada, tá, para nos dar uma imagem inicial, né, e o diagnóstico inicial de uma possível diferenciação entre um tumor maligno e uma obstrução, um processo inflamatório. Ó, a condensação que a gente encontra. E aqui, ó, com aspecto de normalidade também da glândula parótida, ó, a diferença do ducto e outro.

Também imagem, exame de imagem, nós temos a arteriografia. A gente faz é o que a injeção de contraste nas luzes nas artérias, né? Elas, esse exame é mais utilizado pelo cabeça e pescoço, tá? Naquela cirurgia maxilo facial, quando eles querem ter uma avaliação das artérias carótidas. Então, ele tem uma finalidade do que de verificar o trajeto e a morfologia, tá, dos vasos colaterais e terminais, bem como as possíveis alterações desses vasos. Entende? Cada uma pesquisa e localização, por exemplo, de neoformações vasculares. Então, indicado na pesquisa e localização de trajeto vascular, presença de aneurisma e presença de trombos, obstruções. Então, aqui, ó, a imagem, né, de uma arteriografia, onde a gente consegue visualizar todo o trajeto, por exemplo, aqui, ó, uma obstrução. Aqui, ó, você pode ver, tá, onde você tem um estreitamento dessa luz desse vaso.

E aí eu trouxe para vocês um artigo que ele fala sobre a utilização, né, da radiografia da imagem da radiologia na odontologia legal. Então, aqui ele fala, né, que o que a radiologia ela pode ser utilizada e muito para identificação, né, na odontologia legal, porque ela pode, né, nós podemos utilizar por meio da comparação de radiografias que foram realizadas em vida e pós-morte. E também na odontologia legal, a radiologia pode ser utilizada para determinação de idade. Então, ele é bastante útil também, né? É necessário armazenamento. Quando a gente fala na identificação de um corpo, ele fala da radiografia digital, né, que é mais que veio facilitar ainda mais, né, na identificação, uma vez que é possível, né, fazer a sobreposição dessas imagens. Então, você tem aquela imagem antes, né, em vida, e no pós-morte, você consegue até mesmo realizar uma sobreposição, tornando ainda mais fácil e fiel aquela determinação, né, de uma identidade, por exemplo. E eles referem sim que o armazenamento, né, é muito mais fácil, mais tranquilo. Então, eles falam que a utilização de registros dentais, né, e radiológicos é uma ferramenta fundamental, tá, na odontologia legal, quando a gente fala sobre o processo de identificação.

E nesse, eu trouxe mais outros dois artigos para vocês, né, que como patologista e patologista, né, a gente não pode deixar de comentar. Esse artigo, ele fala sobre a exposição, né, à radiação. Ele faz um estudo, tá, citológico, né, fazendo a remoção daquela camada da cavidade oral, né, solta, que aquelas células epiteliais. E ele verifica, né, durante esse processo, se há ou não alterações. Então, nesse estudo, né, eles demonstram que não utilização de radiografias e tomografias na clínica odontológica pode sim causar dano às células no caso oral. Porém, esse estudo, ele não incluiu, por exemplo, variações de técnica, dose e exposição, fatores esses que também, se a gente tem que ser levado em consideração, pois quanto maior a dose, tipo de técnica, também podem levar o maior ou menor dano a essas células. Bem como também, eles não incluíram a avaliação de indivíduos de risco, por exemplo, fumantes ou não fumantes, se bebem, se fazem uso de consumo de álcool, não, ou se eles têm algum tipo de comprometimento, né, ocupacional. Então, eles referem que sim, né, a necessidade de estudos ainda maiores, tá, mais abrangentes, que possam realmente, né, é, contribuir, tá, entender se há realmente uma ação desses efeitos, né, da radiação nas células bucais.

Nesse outro estudo, ele também avaliaram, né, a genotoxicidade e a citotoxicidade produzida pelo raio-x, né, no epitélio. Ele também fez, né, uma avaliação removendo, né, através de citologias coletivas, tá, removendo aquela camada que a gente tem, né, na cavidade oral, de células que vão se descamando, né? E eles fizeram isso em dois períodos: imediatamente após a tomada radiográfica e sete dias após. E nesses estudos, eles observaram sim que houve alterações no núcleo celular. Então, eles concluem que é sim, tá, o raio-x é capaz sim de induzir uma morte, né, celular naquele epitélio, tá, e uma alteração sim celular, tá? Então, a necessidade de se fazer uma indicação e evitar ao máximo, né, uma exposição desnecessária, né, e a utilização do raio-x quanto realmente ele for necessário para elucidar aquele nosso diagnóstico.

E aí eu trouxe esse outro artigo para vocês, que falam sobre proteção, né, radiológica. Muitas vezes, né, nós da odontologia, nós descuidamos bastante, né? Não só de proteção radiológica, como também, né, de contaminações por outros meios, né, líquidos, químicos, né? Isso realmente é uma coisa que a gente tem que estar bem atento, né? Ele fala que aqui em 1998, nós temos a portaria 453 da Vigilância, né, Sanitária, que iniciou com as primeiras diretrizes de proteção, tá? Então, ele comenta que existe, tem que ter uma reajustificativa com a utilização do raio-x, que ele somente seja utilizado quando o real benefício dele for maior do que o risco inerente decorrente da radiação, que doses mínimas, tá, necessárias para se ter uma boa imagem e o controle de qualidade, de forma a gerar imagens de boa qualidade, de forma que a gente tenha um diagnóstico preciso, evita aquelas repetições que muitas vezes são necessárias, né, para evidenciar uma estrutura. Então, ele fala que o outro, né, inadvertido da radiação, pode sim causar mutações do DNA, tá? Não existindo doses seguras para isso. E que os profissionais da área de saúde, tá, têm uma alta exposição. E que dentro dos profissionais de área de saúde, ele refere que os dentistas, né, não seguem as normas de segurança.

Então, nesse artigo, o que que ele fez? Ele fez um questionário com 12 questões e aplicou, né, em alguns 50 cirurgiões. Questionário se basear: você se preocupa com aspecto da radiação? Preocupa-se em seguir a técnica de forma adequada, evitando repetições? Costumam utilizar esse dispositivo como posicionadores? Costuma proteger o paciente com avental de chumbo? Você tem um protetor de tireoide, né? Então, ele fez várias questionamentos para que a gente tenha, né, um estudo, tá, do quanto realmente, né, o cirurgião dentista, ele se preocupa, né, com a proteção contra a radiação. 100% dos participantes, tá, responderam que realmente, tá, se preocupam sim, e que seguem, né, a técnica de forma adequada para evitar repetições e exposições desnecessárias. E desses, 92% referiram que fazem uso de posicionadores. Então, lá, quanto medidas de proteção do paciente, 96% diz que faz uso do avental de chumbo, que tem 92% que fazem uso de protetor de tireoide, que fazem uso, né, de outros meios de proteção, de forma a evitar, diminuir, né, o tempo de exposição. E eles usam, tá, receptores, tá, com maior sensibilidade. A 98%. Tá? Quanto à atitude do cirurgião dentista, né, sobre o posicionamento do filme, eles referem que a grande maioria, aqui, ó, 54%, ele solicita para que o paciente, né, segure, tá? Ou aqui, ó, nós temos os posicionadores, né? Ou em alguns casos, né, alguns colegas responderam que ele mesmo segura o filme, né, quando o paciente não consegue fazer o posicionamento de forma adequada. Tá? Mas a grande maioria solicita que o acompanhante, né, segure o filme.

Quantas medidas de proteção do ambiente, né? 38% referem, né, que têm as paredes com proteção de chumbo, que segue o distanciamento, né, de dois metros, mas não faz uso de uma outra proteção ou uso, né, faz uso de um avental. 18% só. 2% ou têm aquelas paredes, né, com realmente com tijolos recomendados pela vigilância sanitária. Quanto a equipamentos e interpretação, a grande maioria, tá, respondeu que ainda faz uso do estetoscópio, que usam, né, para segurar o filme, para fazer o processamento com revelador e que as películas normalmente são acondicionados aonde? Em armários. Então, segundo esse estudo, né, ele refere que o cirurgião dentista, ele demonstra sim uma preocupação com os danos, né, e a exposição à radiação. Porém, algumas atitudes ainda deixam a desejar quanto a esses cuidados. Que o profissional que trabalha na com radiologia deve conhecer as técnicas, legislação e ter competência para manusear o equipamento de forma correta e conhecer os riscos inerentes, buscando otimizar os serviços e o bem-estar de todos. Que o cuidado com a biossegurança deve ser bem disseminado, de modo a evitar exposições desnecessárias. Então, diante daqueles questionamentos, sim, ainda existe uma grande preocupação, mas ainda existe, né, alguns cuidados que muito nós, com cirurgiões dentistas, deixamos ainda a desejar.

Alguém tem alguma dúvida? Tem dúvida, gente? Aí eu vou fazer uma brincadeirinha com vocês. Vamos ver se tá todo mundo acordado. E tomada radiográfica é essa aqui? Alguém sabe? Ninguém respondeu. Essa aqui é uma Towne, a gente tem condições de avaliar a região de ramo e côndilo. Ela é mais utilizada para visualização desta área. Podemos ser também região de septo, né, de vômito de septo. Essa aqui é a lateral oblíqua, base mandibular, região de ângulo, côndilo, tá? Fala nosso canal mandibular, bastante utilizada quando a gente quer uma avaliação, né, uma visualização de uma, por exemplo, que pega a região de corpo e ângulo mandibular. Essa daqui é uma PA de mandíbula. Ó, como é diferente da Towne, né? A gente tem um alongamento um pouco maior da face. Aqui, a PA de mandíbula, nós temos uma visão melhor do que na região de corpo, né, região anterior ou sínfise mandibular. Ela é utilizada principalmente quando a gente quer visualizar fraturas na região, logo que tem uma fratura e região de fraturas em região de corpo mandibular. Essa que é uma fratura, uma radiografia de ossos próprios, que ela é mais utilizada para que ao contorno do arco, né, zigomático. Esse lado, nós podemos ver o que uma fratura. E essa é a Vought, utilizada principalmente para ver fraturas na região de terço médio, onde a gente tem acometimento da região de maxila e complexo zigomático, órbita, fraturas nasais. Tá? Ela nos dá uma visão de toda a região de terço médio, né, de forma bastante clara, para que a gente consiga fazer um diagnóstico de traumas nessa região. Aqui é uma Waters, né, onde a gente pode ver uma fratura do arco. Olá, novamente aqui, ó, na lateral. Nessa daqui, onde a gente tem até material de fixação aqui na região de corpo, tá? Essa é uma PA de mandíbula. Essa também é uma PA, onde a gente tem a visualização de toda a região de terço médio de face. Aqui, ó, zigoma, margem infra e suprabital, parede lateral nasal, maxilar. Então, todas as fraturas que acometem a região de terço médio de face, tá? Ela nos dá uma opção muito boa da utilização dela para uma visualização e um diagnóstico dessa região. Vocês estão aí? Alguma dúvida, gente? Alguma pergunta? Tudo bem? Tudo ok? Professora, tudo ok. Vamos fazer a partezinha de seminário. Querem o intervalinho? Pode ser. Vamos dar um intervalinho de uns 10 minutinhos e a gente volta para o seminário. Pode ser? O primeiro grupo é da Isani e Carla, tá? Vamos seguir a sequência, tá bom? Pode ser? Ninguém tem nenhuma dúvida. Vinícius e Laércio, terceiro grupo. Adriano e Thaís. A sequência que vocês mesmos fizeram. Você lembra? Você não tem mais quarto grupo. Marcos e Vicente. Pinto, grupo Lívia e sexto grupo. Rafael e Mariana. Sétimo grupo. Luciana e Gabriela. Beatriz e Gabriela. Nono é a Valéria. Décimo grupo. Gabriele e Fernanda. Eu acho que tem mais dois grupos ainda, né? Tem Jaqueline que entraram depois, né? Então, vamos dar um intervalinho de uns 10 minutinhos, tá? Aí a gente volta para fazer a parte do seminário, tá bom? Vamos iniciar nossas apresentações. Vamos lá. [Música] Tem alguma lista? Então, nossos grupos, né? Primeiro, Doutora, essa será a primeira apresentação do Bruno. Ele tá fazendo um grupo com quem? Ele tá sozinho por enquanto. [Música] [Música] A gente pode alocar o Bruno em alguma em alguma dupla? Não estão respondendo. [Música] Então, o próximo grupo seria Vinícius e Laércio, né? Paloma, você tem os grupos aí? Tem sim. Então, vamos chamar os grupos. Só um minutinho, por favor, tá bom? Eu não tô vendo nenhuma das duas presentes. Doutora, o Laércio havia comentado que não sabia se conseguiria participar da aula e realmente ele não conseguiu. Tá? Vinícius não vai apresentar no lugar dele, então, na última, né? Sim. Vinícius também não preparou nada, não. Ele não tá na aula também. Então, tá bom. Ok, ok. Adriano e Thaís. Adriano e Thaís também não estão na sala. Marcos e Vicente. O Marcos tá na aula. Vamos apresentar vocês. Prepararam? Só um minutinho. Quem que vai, quem que vai compartilhar a tela para eu já deixar habilitado, gente? Tá bom. Você já tá habilitado para compartilhar sua tela, tá bom? Me relembra aqui como é que eu faço. Sim, ó, você vai ter uma setinha na parte de baixo, na barra de tarefas, na parte de baixo, é escrita "Share screen" ou "Compartilhar tela". Você vai clicar nela e vai colocar no primeiro quadro no canto superior esquerdo que aparecer na sua tela. Sim, já tá compartilhando. Deu certo? Isso mesmo. Tá bom. [Música] Posso começar? Pode começar. Bom, o artigo que a gente escolheu foi "Relato de caso sobre paralisia facial periférica, é possível complicação da anestesia local odontológica". Primeiro, seria facial periférica, que é uma neuropatia parcial ocasionada pela lesão do ramo motor do sétimo par, e que a causa, ela é multifatorial. Pode ser por infecções virais, causas, acidente vascular cerebral, idiopático, paralisia, pseudo-metabólicas. E o que o artigo relata, a etiologia pode ser causada por anestesia local traumática, casos, ilustrações dentárias prolongadas e infecções dentárias. Bom, sinais e sintomas, normalmente é com a paralisia facial, fechamento ocular incompleto e dificuldade de evolução e de articulação de certos fonemas. Tratamento, caso vai depender muito da causa, né, da paralisia. Se a causa normalmente infecciosa, medicamentos virais, tudo de antibióticos também. E os tratamentos mais comuns que a fisioterapia, laserterapia de baixa potência. No caso, a causa seja de anestesia odontológica, é preservar até passar o efeito do anestésico local para que o paciente volte à normalidade, né? Então, o artigo tem como objetivo relatar um caso de paralisia facial periférica causada por anestesia local odontológica e seu protocolo de tratamento. Como tá mostrando na figura, paciente feminina de poucos anos, ela tava participando, acredito que ela seja aluna, pelo que o presidente no artigo, estava participando de uma prática da faculdade, da faculdade de odontologia que ela fazia na cidade de Belém. E quiseram uma anestesia na região do inferior, e ela, região lá inferior esquerda. E após 5 minutos, ela, ela relatou uma dor no lado esquerdo. Aí, no caso, fizeram uma avaliação clínica e perceberam que ela estava paralisia para fazer alguns movimentos sociais. Ela apresentou assimetria desse lado esquerdo com dificuldade de fala. O caso orientado, ficava acompanhando, preservando a paciente, a guarda. Foi verificado que é uma paralisia facial. [Música] Mas que depois de duas horas, ela já estava com a recuperação parcial da motricidade facial, como mostra nessa figura. Com três horas, já estava com a recuperação total, tá? Então, concluiu-se que a paralisia parcial, segundo o artigo, paralisia facial periférica em consultório odontológico, ocorre normalmente. Caso mais comum é devido à anestesia local na localidade mandibular. No caso, a anestesia envolveu a alveolar inferior. Que é importante isso identificar o grau. Se for um grau mais leve, normalmente retorna em horas. Se for, claro, um grau mais severo, pode levar a dias a meses. Desde que a causa, né? Qual é o tratamento que vai ser usado, só vai saber através de uma avaliação clínica severa. É muito com complicações oftalmológicas, que normalmente quando a causa é da anestesia odontológica, se recomenda aplicar lubrificante fisiológico para evitar ressecamento. E é só aguardar passar esse efeito, né? Conclui-se que é uma complicação um pouco relatada, até pelo fato do caráter temporário da ocorrência, acaba que ela não é muito registrada pelo fato do paciente voltar em horas à normalidade. E é de extrema importância identificar a causa e para ter um tratamento adequado, né, para resolver o problema. É isso. Obrigada. Normalmente ela ocorre pelo uso, né, de agulha curta, né, onde você aprofunda demais, ou quando faz a torção, né, da agulha, né, uma dobra nela, tá? E quando a gente fala na técnica de Parestesias, né? Aí sim, pensar numa remoção, né, dessa agulha, tem que ser muito cautelosa, né? Porque você pode ter o risco de algumas estruturas da região, né, dependendo da localização dessa agulha. Agora, ali, por vestibular, foi fácil, né? Foi só fazer uma complementação ali, né, do bucal, provavelmente, né? E aí a agulha fraturou. Então, é uma região, assim, entre aspas, tranquila para você remover, né? Isso. Legal. Parabéns. Muito bom. [Música] Eu utilizar a agulha, né, de tamanho correto, a técnica correta, mas muitas vezes é o paciente também que atrapalha, né? Que o movimento brusco ocorre. Então, isso pode ocorrer. Cuidados, não. [Música] Eu tô com Hilary. Aí você pode fechar. Quem é que vai apresentar agora? Se puder, eu posso apresentar. Pode apresentar, meu anjo. Você com quem mais? Ou sozinha? Ok. Você tem que colocar na sua tela, abaixo, clica no "Share screen". Aí vai aparecer uma outra tela. Sua esquerda, o primeiro quadradinho que você vai encontrar no seu lado, tá bom? Tá. Não, mas está parecendo que transmissão de tela. Acho que tá abrindo. Não é isso, Paloma? Tá certo. Aí agora ela. [Música] Abrir a sua apresentação no celular. Pronto. Agora é só eu tenho que estar. Doutora, ela conseguiu entrar aí na sala, tá? E aí, assim que possível, ela faz a apresentação dela, tá bom? Gente, vocês vão me ajudar. Clica no "Share screen". Aí vai aparecer uma outra tela. Sua esquerda, o primeiro quadradinho superior esquerdo, clica nele. Conseguiu? É isso aí. Espera aí que agora vai entrar no iPad. E agora já foi. Eu tenho que só colocar. Não, espera aí. Paloma, como é que ela faz? Ela vai precisar minimizar essa tela do Zoom. E aí sim, acessar o arquivo para começar a aparecer aqui para a gente o arquivo dela. Boa tarde, pessoal. Boa tarde, professora. Top. Nós vamos ao seminário que o tema é intoxicação por anestésicos locais. O uso de anestésicos locais para realizar o geral é importante termos os eventos adversos que o uso deste espaço pode causar e saber tratá-los. Os anestésicos locais funcionam bloqueando de forma reversível a excitabilidade celular com consequente inibição da geração de potenciais de ação em tecidos excitáveis. Bloqueiam estimulação dolorosa na área cirúrgica sem comprometer a atividade neuromuscular. [Música] [Música] Espera aí que eu me perdi aqui. No sistema, já no sistema cardiovascular, os anestésicos locais causam uma depressão direta do miocárdio, retardam a condução do impulso elétrico pelo nó atrioventricular, causam vasodilatação periférica generalizada e prolongam o período refratário. Logo, o paciente apresentará taquicardia, bradicardia, arritmia cardíaca e hipertensão, colapso cardiovascular, podendo ter uma parada cardíaca. No tratamento da toxicidade por superdosagem, devido à característica lipofílica dos sais anestésicos, utiliza-se uma emulsão lipídica com a finalidade de reduzir a concentração plasmática do anestésico e, consequentemente, seus níveis tóxicos. Para reações alérgicas, o tratamento consiste em administrar adrenalina, anti-histamínico, por exemplo, Loratadina, corticosteroide de ação rápida e oxigênio. Bom, vamos lá. Agora eu vou falar um pouquinho da discussão da revisão de literatura. Os anestésicos estão me ouvindo? Tem? Pode falar. Os anestésicos locais utilizados na analgesia em odontologia são administrados por via intramuscular e atingem o seu nível máximo entre 5 e 10 minutos. Precisamos de uma anamnese detalhada a fim de evitar intercorrências graves no consultório odontológico. [Música] A administração desses analgésicos na odontologia, nos anestésicos locais em pacientes que fazem uso de medicamentos, pode acarretar casos de toxicidade devido à interação medicamentosa com os beta-bloqueadores, antidepressivos. A Acometidina tem um risco de interação com a lidocaína em pacientes com insuficiência cardíaca. Eles apresentam maior risco na superdosagem quando associados a esse anestésico que a lidocaína. Doenças como insuficiência, doenças como insuficiência renal crônica, que tem uma dificuldade de excretar esse anestésico local. Pacientes diabéticos, quando fazem a administração de vasoconstritores adrenérgicos, têm uma ação farmacológica adversa à insulina, resultando em hiperglicemias. Em pacientes pediátricos, é importante determinar o peso da criança e calcular essa dose máxima de anestésico. O melhor anestésico indicado seria lidocaína 2% com epinefrina. O profissional, ele deve estar atento à condição sistêmica do paciente, conhecimentos das técnicas anestésicas, saber a dose máxima e mínima e ter sempre diferente tipo de anestésicos e vasoconstritores disponíveis para evitar essa toxicidade. O grau de toxicidade depende do tipo de sal anestésico empregado, pela via de administração, a velocidade que é colocado o anestésico, a quantidade e as condições sistêmicas do paciente. Apesar de serem pouco comuns, casos de hipersensibilidade aos anestésicos locais ainda acontecem, sendo estes comuns aos anestésicos do tipo Éster, como a procaína, e do tipo amida. E essas reações alérgicas, elas podem ocorrer com qualquer componente do tubete, os quais que mais apresentam relatos são os que contêm metilparabeno, que ele é bacteriostático e conservante, e o bissulfito, que é antioxidante. Vale ressaltar que em pacientes asmáticos, eles são alérgicos ao bissulfito. Bom, concluímos que o profissional, ele deve saber primordialmente da anatomia básica, sempre atualizar seus conhecimentos sobre as técnicas anestésicas, saber eleger o melhor anestésico para aquele paciente, realizar anamnese detalhada a fim de prevenir uma emergência médica no consultório por toxicidade sistêmica. Muito bom. É principalmente o que a gente deve estar atento naquela anamnese, né? Para ver as interações medicamentosas, né? Eu sempre pergunto para o paciente, né, as medicações que ele usa e quando eu desconheço, né, algum, nós hoje em dia, né, tem internet para a gente saber tudo, né? Aí eu procuro lá, né, qual é a ação daquele medicamento e, se possível, interações, né? Para a gente não correr riscos, né? Mas normalmente, usando o excesso que nós utilizamos, né, dificilmente dá, né, alguma reação, né? Superdosagem, aí realmente o profissional tem que conhecer o anestésico e saber o quanto de dose ele pode aplicar, né? Exatamente. Eu também tenho um hábito também assim, quando eu faço cirurgia de implante, terceiro molar, coisas assim, eu nunca tiro os tubetes de cima da mesa, entendeu? Porque eu bato o olho, né? Você tá ali, ó, tem três, quatro vezes, você já tem uma ideia de quantos anestésicos já ministrou, né? Eu não gosto que tire, porque aí eu vou controlando por ali, né? Porque no meio da cirurgia, você se perde, né? Então, eu tenho sempre em cima da mesa cirúrgica para que ela saiba o quanto eu já ministrei. Muito bom artigo. Quem vai apresentar agora? Professora, a gente pode apresentar. Fala um "oi" aí para eu ver se a internet tá boa. Tá bom? Pode ser. Não tem problema. Vai lá. Aí, tá. Doutora, ela conseguiu entrar aí na sala, tá? E aí, assim que possível, ela faz a apresentação dela, tá bom? Gente, vocês vão me ajudar. Clica no "Share screen". Aí vai aparecer uma outra tela. Sua esquerda, o primeiro quadradinho superior esquerdo, clica nele. Conseguiu? É isso aí. Espera aí que agora vai entrar no iPad. E agora já foi. Eu tenho que só colocar. Não, espera aí. Paloma, como é que ela faz? Ela vai precisar minimizar essa tela do Zoom. E aí sim, acessar o arquivo para começar a aparecer aqui para a gente o arquivo dela. Boa tarde, pessoal. Boa tarde, professora. Top. Nós vamos ao seminário que o tema é intoxicação por anestésicos localizados. O uso de anestésicos locais para realizar o geral é importante termos os eventos adversos que o uso deste espaço pode causar e saber tratá-los. Os anestésicos locais funcionam bloqueando de forma reversível a excitabilidade celular com consequente inibição da geração de potenciais de ação em tecidos excitáveis. Bloqueiam estimulação dolorosa na área cirúrgica sem comprometer a atividade neuromuscular.

Pode passar. O primeiro anestésico local descrito na literatura foi a cocaína em 1860. E na década de 90, a bupivacaína, que é apresentada com uma excelente analgesia no pós-operatório quando utilizada no espaço peridural e para infiltração em bloqueios periféricos. A levobupivacaína também teve sua aplicação estabelecida na prática e até hoje são reconhecidas por seu menor efeito cardiotóxico.

Não existe um anestésico local ideal, agregador de alta potência e de baixa toxicidade. Nós vimos hoje que o professor até falou que a lidocaína é uma das drogas, né, anestésicas mais seguras para a gente usar. A lidocaína são os agentes mais utilizados para infiltração de anestésicos locais.

Pode passar. A lidocaína é bastante difundida por ser um fármaco de grande versatilidade, potência e moderada duração de ação, podendo ser utilizada para infiltração periférica, assim como no neuroeixo. Muitos fármacos mais utilizados que a bupivacaína exibem maior potencial para toxicidade cardíaca direta em comparação aos outros anestésicos. Uma forma de diminuir os efeitos adversos é usar o anestésico local em concentrações mais baixas, associadas à adrenalina, que reduz a absorção e, consequentemente, o nível sérico das drogas.

Pode passar. O objetivo do artigo é revisitar os pontos mais importantes sobre a intoxicação por anestésicos locais, incluindo noções básicas do tratamento. O artigo então discorre a farmacodinâmica, assim como a toxicidade que eu vou falar mais à frente. De acordo com a farmacodinâmica, o sítio de ação dos anestésicos locais são canais de sódio, que bloqueiam a condução nervosa para impedir a deflagração do potencial de ação, e a função que será completamente recuperada após o término do uso da substância. As características mais relevantes ao escolher um anestésico são potência, duração e velocidade de ação.

Pode passar. Ainda na forma e na farmacocinética, temos três itens a serem avaliados. O primeiro, que é para garantir uma boa qualidade, duração adequada do bloqueio, menor anestesidade sistêmica dos anestésicos locais. Isso deve ser levado em consideração. E também é fundamental controlar a absorção a partir do sítio da aplicação. E terceiro, controlar os fatores como a dose, presença ou não de vasoconstritor, características farmacológicas do agente e local da função.

Pode passar. De acordo com a farmacocinética, a lidocaína deve ser utilizada na faixa pediátrica em doses de 7 miligramas por quilo sem epinefrina, a 10 mg por quilo. Não deve ser ultrapassada a dose de 500 miligramas, sempre que possível. E quanto mais vascularizado o sítio de aplicação, maior o nível plasmático do anestésico. Em baixas concentrações, eles são vasodilatadores, e enquanto em altas concentrações são vasoconstritores. Então, eles têm duas ações dependendo do sítio de aplicação.

Pode passar. A toxicidade está relacionada às altas concentrações plasmáticas das drogas. E aí, de algum anestésico local, caso o anestésico local atinja outras membranas recicláveis em quantidade suficiente, seja por sobredose, absorção exagerada ou injeção intravascular acidental, poderá também exercer ação estabilizadora sobre essas membranas.

Pode passar. Os principais alvos da toxicidade sistêmica no local, então, o sistema nervoso e o sistema cardiovascular. Esses sinais vão manifestar os sintomas neurológicos progressivos conforme se elevam os níveis séricos da substância. E os principais sinais e sintomas descritos no artigo são: língua, zumbidos, distúrbios visuais, e até mesmo a parada respiratória e depressão cardiovascular.

Pode passar. A respeito das manifestações do sistema nervoso central, altas concentrações dos anestésicos locais afetam todos os neurônios, levando à depressão global do sistema nervoso central. E traduzem a uma depressão, levando à depressão global do sistema nervoso central. O substrato fisiopatológico da intoxicação é esse predomínio da atividade excitatória com grande consumo de oxigênio local e consequente acidose, dentro de um quadro de depressão geral.

Pode passar. O que se recomenda? A terapêutica recomendada é oxigenação do tecido cerebral e a correção dessa acidose. Gerada a convulsão causada por intoxicação, geralmente é limitada se houver correção desses parâmetros, por consequente redistribuição dos anestésicos pelos tecidos, podendo prolongar-se no caso dos anestésicos, sendo necessário o uso de benzodiazepina.

Pode passar. Pode passar. Pode passar. Aí os mecanismos da toxicidade cardiovascular dependem dos efeitos diretos e indiretos das drogas no miocárdio. Efeitos diretos incluem inotropismo negativo e lentificação da condução do impulso pelo sistema de condução cardíaca. E os efeitos indiretos ocorrem sobre a resposta autonômica e o controle cardíaco exercido pelo mesencéfalo. Pacientes sem parada cardíaca ou arritmia severas e refratárias podem beneficiar-se da administração de infusão lipídica intravenosa. É o caso também que a colega do artigo anterior a essa falou também que a gente, o excesso na recuperação depende do pronto atendimento com medidas vigorosas de ventilação, oxigenação, suporte cardiovascular e correção dessa acidose.

Pode passar. E com conclusão, os autores falaram que, além da escolha adequada do fármaco, sua dosagem correta e uma boa técnica de infiltração, visando evitar ao máximo a injeção intravascular dessas substâncias, e sempre estarmos atentos aos primeiros sinais de intoxicação pelos anestésicos locais, principalmente ao utilizar anestésicos sabidamente com maior potencial de toxicidade, como a bupivacaína. O diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais.

Pode passar. E é somente o ideal é que a gente faça durante as nossas técnicas, né, é que você aspire também, né? Isso é o ideal, né? Que você tenha aquela carga, que ela é aquele gancho, né? Que você consiga aspirar para você ver se houve uma infiltração ou não de algum vaso, tá? Você vai ver muito isso. Calma, fala maior, né? Trauma, a gente faz bastante infiltração, mas sempre aspirando, tá? E o ideal na clínica odontológica também, aquela que eu até contei para os colegas, a minha seringa, ela é, ela não é, ela é sem refluxo, não é? E aí aconteceu acidentalmente, e a dentro de alguma veia ou artéria da paciente, né? Foi uma injeção intravascular acidental que eu tive. A pressão arterial dela subiu na hora, 87 por 14. Eu aferi e ela sentindo muita dor na nuca, dor no pescoço, dor na fronte, dor na cabeça, uma dor latejante, querendo vomitar. Aí administrei dois captos por isso para ela, aí abaixou, estabilizou. Só que aí eu não continuei. Todo dia, quem é a melhor coisa perfeita, né? A gente tem que estar sempre parado, né? Que a gente administra vários medicamentos, né? E tem que ter um suporte no consultório, porque a gente possa fazer aquele primeiro atendimento, né? Para reverter um quadro, né? Uma urgência ali, né? Parabéns, legal. Parabéns pela conduta. Parabéns pelo artigo. Obrigada. Quem vai apresentar agora? Gabriela, pode ser? Professora, quem vai? Quem quer? Eu posso ir também, então pode ser. A gente vai Gabriela, é isso? Gabriela. Certo. Gabriela, apareceu alguma coisa aí, gente? Realizado com segurança oral. Análise de 174 pacientes. Estatísticas do voto nacionalidade de cirurgia plástica da sociedade americana de cirurgia plástica e estética relataram um aumento de 21,9% de face lifts em comparação com o ano anterior. Procedimentos em um ambiente ambulatorial e consultório aumentaram 3%, sendo 11 milhões 741 mil em 2016 realizados em ambientes de clínica, em comparação com 4 milhões e 649 mil realizados em ambientes hospitalar. O centro cirúrgico. O aumento da demanda do paciente com o procedimento no mesmo dia e recuperações mais rápidas, em combinação com os objetivos do profissional de minimizar o risco e o custo perioperatório, mudou para a vida e mandar anestesia geral na sala de cirurgia para técnicas de sedação oral e anestesia local no consultório ambulatorial. Esse foi um estudo retrospectivo considerado pioneiro na área. E assim, a cirurgia ambulatorial hoje em dia é uma prática normal, diária. Nossa, então achei super interessante. Não é tão recente, mas vamos lá. O objetivo do estudo foi analisar retrospectivamente os resultados dos pacientes para demonstrar a segurança e a eficácia da realização da ritidoplastia isoladamente ou em combinação com os procedimentos em uma sala de cirurgia com anestesia local e sedação oral. Várias publicações de literatura de cirurgia orofacial refletem essa transição para protocolos de anestesia mais centrados no paciente e baseados localizados em consultório. Existem estudos limitados de ritidoplastia realizada sob anestesia geral, concentração intravenosa, e por isso esse estudo é considerado pioneiro. Os métodos foi realizado uma revisão retrospectiva de pacientes que realizaram ritidoplastia primária nos anos de 2011 a 2017. Estão me ouvindo bem? Perfeito. No total foram 195 pacientes identificados. Destes, 21 foram descartados, seguiram no estudo. Os dados demográficos coletados foram idade, sexo, índice de massa corporal, histórico de uso de tabaco, história médica anterior, medicamentos atuais. Eu já tradicionais foram tempo operatório, técnica de face lift, procedimentos simultâneos e período de acompanhamento. Todas as complicações cirúrgicas intra e pós-operatórias foram coletadas. As complicações registradas incluíram hematoma, seroma, vômito, infecção que requer tratamento, lesão nervosa, deformidade de orelha, cicatriz que requer revisão, necrose de pele, qualquer hospitalização, trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Período máximo de tempo cirúrgico para esse regime local foi de quatro horas a quatro horas e meia de procedimento. Devido ao conforto do paciente e necessidade de usar o banheiro, foi realizada a profilaxia antibiótica. Os pacientes receberam os comprimidos orais como antibióticos pré-operatórios na noite anterior, tradicional na manhã da cirurgia. O antibiótico mais comumente usado em 500 miligramas de batata. Com relação a relação oral, dois regimes diferentes de sedação foram utilizados no protocolo. Na verdade, foram cinco cirurgiões. Um era considerado cirurgião sênior e quatro outros cirurgiões. O cirurgião sênior usou um protocolo que foi protocolo 2, como se ela é coxibe 400 miligramas, cirurgia seguindo diazepam 5 mg e capitanol 50 mg. Romanos da cirurgia, o protocolo 1 foi usado para os outros quatro cirurgiões, consistindo em diazepam 5 mg e oxicodona acetaminofeno de 5 a 420. Abstenção do uso de aspirina ou anti-inflamatório. Todos os pacientes foram instruídos a continuar com as medicações, inclusive no dia da cirurgia. Com relação à pressão arterial, os pacientes que apresentaram acima de 16 por 9 no momento da apresentação para a cirurgia foram responsáveis da cirurgia e levada. E a pressão arterial ela faz um decorrer do hábito foi controlada com uma dose adicional, se fosse uma causa de ansiedade. Anestesia local foi realizada 60 minutos após a sedação oral com agulha e o padrão calibre 27 de 18 a 30 ml de lidocaína a 1% com epinefrina 1:200.000 com uma ampola de bicarbonato de sódio por lado, seguido de 50 a 60 ml de Tumescente 25 MM, cocaína 1% com epinefrina 1:100.000 misturado com ampola de bicarbonato de sódio em 250 ml fisiológico. E isso formulado. A técnica cirúrgica, um cirurgião sênior, os ossos pensam craniano de acesso não modificado. Os outros quatro cirurgiões preferem escuta complicatura do sistema muscular por Europa superficial com os seios secção da região cervical para abordar adequadamente o pescoço, clinicamente indicado e desejada pelo paciente. 43 pacientes, 24,7%, tiveram elevação do pescoço concomitante com a plateias realizadas no momento do face lift, utilizando a incisão submentiana de secção de serviço na região cervical. O monitoramento do paciente se deu durante o ato cirúrgico através de oxímetro de pulso, que medir a saturação e frequência cardíaca. Esse oxímetro ficava mudando de mão e dedos também. A pressão arterial era medida intermitentemente através de um aparelho automático que estava lá no meio da frequência cardíaca e estímulo verbal era frequente para verificar as vias aéreas intactas, o nível de consciência adequado. A sala de cirurgia do consultório também tinha oxigênio suplementar, um carrinho de emergência e equipe adequadamente treinada para responder a qualquer situação emergencial. Monitoramento do paciente na sala de recuperação, os sinais vitais estando normais, tolerância em gestão oral significava alta. Pressão arterial elevada acima de 16 por 9 em caso de tom era administrativo e em caso de ansiedade diazepam. Depois de tudo normalizado com níveis iguais cirúrgica, que era liberado. Resultados. Esse resultado estava em tabela. Meu computador deu uma pane hoje, eu não consegui transcrever a tabela, aí eu vou acabar passando assim. 185 pacientes eram do sexo feminino e 9 do sexo masculino. A maior idade era de 57 anos com pouca variação de massa corporal. Média foi de 24,3. A história médica relatada era hipertensão em 18%, doença da tireoide 16% e o uso do tabaco no passado 5,7. Os medicamentos mais relatados hipertensivos e terapia de reposição hormonal. As técnicas de ritidoplastia realizadas foram precatura do esmalte e suspensão craniana de acesso ao mesmo modificado foi realizada em 64% dos pacientes, muito, né? Junto com limpeza, li 43, lift de pescoço 26 e conspirações de papada. O tempo operatório variou em torno de 100, 38 minutos, acho que aproximadamente quase duas horas, né? As variações. O tempo médio de acompanhamento variou de três dias a 12 dias. Houve um total de 46 complicações, incluindo 23 hematomas, seromas, 6 episódios de Gênesis, 5 infecções, 4 cicatrizes com necessidade de revisão e duas deformidades de orelha relacionadas a cicatriz em ritidoplastia. Dos 23 hematomas, dois necessitaram de intervenção voluntária para evaporação sob anestesia local, um corte com bisturi e evacuação. Os outros todos precisaram de ser tratados com aspiração com agulha local em ambiente ambulatorial. O índice de massa corporal maior que 25 teve relação com uma taxa de complicação maior em alguns pacientes. Náusea e vômito possui uma taxa estimada em 45% de cirurgia hospitalar sob anestesia geral, e uma taxa bastante alta que provoca desconforto físico, insatisfação em relação ao paciente, o perigo de o risco de aspiração, hematomas e da essência da ferida. Isso é uma das principais causas que fazem com que o paciente procure anestesia de clínica naquela anestesia, anestesia local com sedação oral para sair no mesmo motivo, mesmo dia. No estudo, mise foi relatado em apenas 3,4% dos pacientes. Não houve internação pós-cirúrgica e nenhum paciente teve infecção do sítio cirúrgico relatado em cinco pacientes tratados. A toxicidade da anestesia local não aconteceu em nenhum paciente. Foi respeitada a dose máxima de 7 mg por quilo sem o vasoconstritor. Essa dose máxima diminuiu para 5 mg por quilo. O grupo não demonstrou sinal de toxicidade da anestesia local, tolerou a ritidoplastia sem anestesia geral ou venosa. Nenhum paciente no estudo demonstrou qualquer sinal desse tamanho de toxicidade. E com relação aos resultados percebidos, os resultados percebidos do paciente maximizam a satisfação do paciente, inclui a otimização da anestesia local para minimizar as complicações perioperatórias de anestesia, fornecer com controle adequado da dor. Depois de muitos face lifts bem-sucedidos realizados sob anestesia local em combinação com sedação oral pelo autor sim e parceiros do grupo, os resultados indicam que a maioria dos pacientes possíveis cirurgias combinadas em ambiente ambulatorial. E a conclusão é esse estudo descritivo demonstra que ritidoplastia sozinha ou em combinação com procedimentos selecionados podem ser realizada com segurança sob sedação oral e anestesia local em consultório com uma taxa de complicação geral muito boa. Nesse dia, geral, normalmente a gente coloca na prescrição, tá, para o paciente evitar essa ânsia, né, vômitos, né? E o Tramal, que é muito utilizado, né, também, ele dá bastante náusea, viu? Uma coisa que também nós fazemos depois de depois de procedimentos, tá, longos, né, é pegar uma sonda de aspiração gástrica, tá, e aspirar o conteúdo gástrico do paciente. Isso evita bastante, né, que ele tenha vômitos quando volta. Ele comentou isso, ajuda bastante. Às vezes o anestesista mesmo faz, ou então nós fazemos, né? Principalmente para uma cirurgia ortognática, demora bastante tempo, né? Porque a última coisa que a gente precisa. [Música] De ortognática, eu posso ir voltando. Anestesia vomitando, a gente é a última coisa que você precisa. Então, fazer isso, né? Aspirar. Nossa, ajuda muito, viu? Tá muito bom. Ok, quem vai apresentar agora? Pode ser. Pode ser o professor. Quem é que falou primeiro? Bruno. Agora, desde começou a Tadinho, ele tá pronto. Já te habilitei, tá bom? Vamos ver como mexe com isso aqui, que eu também não sei. Tá certo, tá certo. É isso aí, então vamos lá. Meu artigo, a importância do pré-operatório em cirurgias faciais. Achei bem interessante que também que foi que a professora estava fazendo hoje na aula de manhã, ou professor e a professora também hoje à tarde. Então vamos lá. Introdução. Avaliação pré-operatória minuciosa para identificar anormalidades médicas corrigidas e entender o risco residual é obrigatório para todos os pacientes submetidos a qualquer procedimento cirúrgico, incluindo a cirurgia oral, para segurar o conforto, a segurança do paciente, garantir o melhor desempenho da cirurgia. Avaliação pré-operatória deve ser realizada. Avaliação pré-operatório de rotina irá variar entre os pacientes, dependendo da idade e saúde geral. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, uma resolução 1802 de 2006, é obrigatório a realização da avaliação pré-operatória antes de qualquer anestesia eletiva, especialmente para conhecer com antecedência as condições clínicas do paciente. Inegável evolução da odontologia, o cirurgião dentista, na condição de profissional envolvido em uma equipe de saúde e cuja atividade visa a promoção dessa saúde de forma global, não pode se restringir aos exames, tratando, tratamento dos dentes e estruturas anexas como entidades isoladas, sem olhar o paciente como um todo anatômico, fisiológico e psicológico. Com a vaza medicina e da terapêutica medicamentosa, a expectativa de vida dos pacientes está aumentando, bem como os terapeutas medicamentosos estão cada vez maiores, o que cria a necessidade de fazer uma avaliação pré-operatória cada vez mais rigorosa. Então, introdução do problema. Existem na literatura alguns trabalhos que demonstram exagero de exames pré-operatórios solicitados sem critério, sem necessidade. Afinal, alguns autores visam a necessidade dos exames, já outros colocam como exagero. Seria errado pedir exames pré-operatórios para pacientes a serem submetidas cirurgia buco-maxilofacial? Justificativa e contribuição. Avaliação pré-operatória é realizada visando estabelecer se a capacidade física e motora do paciente lhe permitir a tolerar o tratamento odontológico proposto. A partir da análise das respostas dadas pelo paciente às questões formuladas no questionário de saúde, o profissional verifica a necessidade da avaliação médica pré, medicamento, seleção de anestésico, limitação da quantidade a ser empregada ou eliminação do vasoconstritor, modificação do planejamento inicial, emprego de analgesia inalatória ou já anestesia geral, pesquisa de história anterior de sensibilidade a drogas ou a substituição de alguma droga a ser empregada devido a contraindicação. O conhecimento do grau de especificidade e sensibilidade de um exame complementar em relação a uma determinada doença contribui significativamente para a indicação precisa desse exame, evitando que o paciente perca tempo e tenha gastos desnecessários. Então, a revisão de literatura foi realizada com o intuito de reunir e expor dados referentes à importância dos exames pré-operatórios para realização de uma cirurgia complexa dentro da odontologia. A atividade são virtualmente indicadas exames complementares para detecção de suspeita de alteração. Hemostasia é a resposta fisiológica normal do corpo para prevenção e interrupção de sangramento e hemorragias. O hemograma para detectar suspeita clínica de alterações da parte celular do sangue. Exames sorológicos e bioquímicos. Então, um número relativamente pequeno de exames de laboratório costuma ser usado pelo dentista clínico geral. Eles incluem, em geral, exames para confirmar ou excluir anemia, alterações de leucócitos, problemas de sangramento, diabetes mellitus e hepatite. Além disso, pode ser usado culturas bacterianas e antibiogramas. Alguns autores defendem a solicitação rotineira de exames laboratoriais para cirúrgico para todos os tipos de paciente. Eles acreditam que pode determinar distúrbios preliminares como cardiopatia isquêmica, arritmias cardíacas, glaucoma, hepatite. Então, Header investigou complicações anestésicas em 6.798 pacientes cirúrgicos de diferentes idades, submetidos à anestesia geral. Ele encontrou um total de 1.735 complicações, das quais 1.491 foram complicações menores, 231 foram consideradas graves e três foram óbitos. Turbo e Buck encontraram 225 resultados anormais e destes 104 de importância potencial. Os livros-texto de cirurgia e anestesia recomendam exames e abordagens específicas para a avaliação pré-operatória. Vários autores sugerem o modelo de hemoglobina, hematócrito, análise de urina, radiografia de tórax, eletrocardiograma, glicemia, creatinina, apenas para que os pacientes com mais de 45 anos. Para Short e Tchau, são favoráveis à realização de alguns exames físicos bem detalhados, pois é por meio dele que na maioria das vezes é possível determinar alteração que indica a solicitação de exames complementares, como, por exemplo, teste de sangramento. Então, é muito importante o exame físico bem detalhado antes de ser pedido. Sandy observou que a história e o exame físico determinam mais de 90% do curso clínico, atribui ao paciente. A história foi o fator mais importante no que diz respeito ao diagnóstico e tratamento de problemas cardiovasculares, neurológicos, respiratórios. Análise de urina e outros. A discussão. O principal objetivo da avaliação pré-operatória é reduzir a morbidade cirúrgica. Isso é alcançado por meio de planejamento pré-operatório adequado, compensação pela saúde do paciente do paciente antes da cirurgia. É indubitável que um exame complementar visa principalmente confirmar suspeita diagnóstica recorrente de um exame clínico ou servir de subsídio para acompanhar a evolução do processo patológico. Cirurgiões devem conhecer o paciente. O velho ditado "Nunca trate um estranho" deve ser aplicado na avaliação pré-operatória. Normal. A experiência anterior do paciente com cirurgia oral também deve ser determinada, pois isso ajudará na decisão de usar sedação, na determinação de controlar a dor pós-operatória. Avaliação pré-operatória é a base de maximizar a chance do resultado desejado. Nesse processo, os riscos são identificados, mitigados e desenvolvido um plano melhor de equilíbrio os riscos, benefícios e alternativas disponíveis. Quando a avaliação pré-anestésica realizada de forma adequada, promove uma redução no tempo médio de internação. O paciente e a equipe de atendimento devem decidir em conjunto se algo que se aproxima da perfeição é aceitável, quando a própria perfeição aí dosória. A equipe deve saber que cada país, especialidade tem sua própria perspectiva, ainda que sobreposta, para trazer para mesa de avaliação. Inquestionavelmente, cada membro pode usar as informações obtidas pelo outro e verificar independentemente as informações necessárias ao indicar uma intervenção cirúrgica. Também é necessário avaliar o risco do procedimento. Anamnese e exame físico são as etapas mais importantes para estimar o risco cirúrgico. Não existe o melhor componente do exame das vias aéreas, mas a anestesiologista deve integrar todo o exame para chegar a uma conclusão. Considerações finais. Conclui-se que a presença e investigação atendeu ao pretendido, ampliando-se a compreensão sobre a necessidade do preparo pré-operatório de cirurgias faciais. A revisão de literatura possibilitou concluir que devemos avaliar o tipo de cirurgia a ser realizada e o estado de saúde do paciente do paciente através de exame físico. Serão necessários para o profissional estabelecer quais exames serão necessários, bem como a realização de interconsultas com outros profissionais especialistas. Desta forma, intensifica que os exames mais frequentes solicitados quando necessários são hemograma completo, perfil bioquímico do sangue, seria o sódio, potássio, ureia e creatinina em jejum, coprograma, eletrocardiograma e radiografia de tórax para triagem de problemas cardiológicos e torácicos, respectivamente, sendo que as cirurgias mais frequentemente em que realizamos o pedido de exames completos são cirurgias normalmente realizadas, fraturas da face, em cirurgia ortognática, cirurgias reconstrutivas ósseas e cirurgias para tratamentos de tumores maxilofaciais. Então, aqui vai um resumo meu também. O pré-operatório é uma fase importante na preparação dos pacientes para cirurgias bucomaxilofacial. Ele tem vários objetivos, incluindo garantir que o paciente esteja fisicamente, psicologicamente preparado para cirurgia, avaliar saúde geral do paciente, identificar qualquer condição de saúde pré-existente que possa afetar a cirurgia e determinar a necessidade de medicamentos pré-operatórios ou outros cuidados especiais. Avaliação pré-operatório também é uma discussão detalhada sobre os riscos, benefícios e expectativas da cirurgia com paciente, bem como a revisão de quaisquer outras opções de tratamentos disponíveis. E isso permite que o paciente tome uma decisão informada sobre essa cirurgia e a melhor escolha para ele ou ela. Além disso, o pré-operatório também permite que o cirurgião bucomaxilofacial se prepare adequadamente para a cirurgia, incluindo a revisão de qualquer exame de imagem prévio, a identificação de qualquer desafio ou complicação potencial e a preparação de estratégia de cirurgia eficaz. Em resumo, o pré-operatório é a parte crucial do processo cirurgia bucomaxilofacial, em que permite a segurança e o sucesso da cirurgia, bem como a satisfação do paciente com os resultados. É importante que o paciente e o médico trabalhem juntos durante esse período para garantir que todos os aspectos relevantes sejam considerados e abordados antes da cirurgia. Obrigado. Muito boa apresentação. Obrigado. É bem isso mesmo, né, gente? É aquela anamnese de forma correta, um exame, selecionar os exames de forma adequada, né? A gente tem que, na estomatologia, a gente costuma dizer que quem não sabe o que procura, não interpreta o que acha, né? Não adianta a gente pedir um monte de exame sendo que a gente não é, não tem capacidade para a gente realmente identificar ali naqueles exames alguma alteração, ou esses exames não são indicados para a patologia que o paciente tem, tá? Então, assim, usar desses exames, né, para que a gente tenha, né, o que a gente chama assim, uma segurança durante o nosso procedimento, tá? Tanto segurança nossa execução contra o paciente, não tem o risco, né, coloca em risco, quer seja durante um procedimento, de repente, por uma hemorragia, quer seja no pós-procedimento, de repente, por uma infecção, por exemplo, diabetes maior, né? Entendeu? Então, isso a gente tem que levar em consideração e trilhar o melhor caminho, né? Quando há necessidade realmente que ele tem uma patologia de base, uma doença sistêmica, onde ele não está compensado, sim, não é, não se acanhe em pedir uma avaliação, né, para o médico. Pedir avaliação é diferente de pedir liberação, sabe? É você trabalhar em conjunto com o anestesista, você trabalha em conjunto com o médico clínico, né, de forma a traçar o que é melhor para o paciente, e não que a gente vê muitas vezes, né, que a gente está fazendo solicitação é liberação para procedimento. A resposta normalmente dos médicos assim, ele pode executar qualquer procedimento sob anestesia local sem vaso. Só ele não faz sem vaso, né, gente? O procedimento cirúrgico que nós temos, né, normalmente são de longa duração, né? Como é que você vai fazer com anestesia sem vaso, por exemplo, em ambulatório, né? Então, a gente tem que saber discutir, né, conversar, tá? Tanto com o paciente, de modo a expor a necessidade. Hoje os pacientes acham isso bom. Antes, um bom tempo atrás, eles achavam exagero da nossa parte. Hoje não. Hoje o fato de você solicitar alguns exames, ele se sente até mais seguro, né? Antes, como eu já sou meio velhinha, antes você fazia, preenchia uma ficha de anamnese, eles viram para a gente e falaram assim: "Para que tudo isso?". Hoje, né, mudou muito. E também mudou a nossa responsabilidade em cima disso, né? Então, a gente tem que estar ciente, né, os riscos, o que a gente pode estar usando em termos de prevenir e ter um procedimento cirúrgico mais previsível, mais calmo, de maneira que a gente tenta um pós-operatório tranquilo. Parabéns. Eu gostei desse artigo, foi muito bom. Quem vai apresentar agora? Eu acho que pode ser eu, então, vai lá. É você, quem você é? Gabriela, né? Professora, eu sou sozinha, tá? Não tenho mais dupla. Ah, tá bom. Só me lembrei onde é que eu estou compartilhando lá o verdinho no céu que tá aparecendo aí o meu. Boa tarde a todos. É o meu, o meu artigo, ele fala sobre a solicitação sobre a solicitação de exames complementares na especialidade odontológica. São considerados como ferramenta. A tecnologia tem avançado cada vez mais, né? E a sua sensibilidade aplicação na medicina e na odontologia. Então, assim, cada vez mais a gente vê que é necessário o diagnóstico, né? Então, assim, os exames complementares, eles têm ganhado bastante solicitação pelos profissionais, principalmente agora, né, com a parte da odontologia, na parte da harmonização, ter entrado na parte de cirurgias. Então, é necessário que a gente tenha, né, o diagnóstico do paciente, a solicitação desses exames complementares para a gente poder estar trabalhando com mais segurança com os nossos pacientes, né? O método da pesquisa utilizada, então, foi feito uma pesquisa dentro de 23 e 40 anos, né, que possui uma clínica odontológica. E esse estudo foi feito no período de seis meses. Foi avaliada a solicitação de exames. Profissionais de conhecimento. O objetivo da pesquisa de profissão pode graduação, a importância do benefício dos exames complementares no tratamento odontológico, né? Então, assim, é avaliado a importância e o benefício, né, desses exames complementares. Aí os dados da pesquisa. Foi verificado que 85% solicitava os exames complementares, sendo que os exames imaginológicos são os mais solicitados, né? Então, assim, a gente percebe muito que na classe odontológica se usa mais os exames de imagem. E os menos citados, por exemplo, foram justos patológicos, né, ficando aí apenas 0,6%. A maioria informou que o exame no início de atendimento, 84,9%, né? E 27,7% conforme os resultados apresentados no pequeno falando sobre os dados radiográficos. Então, assim, que eu pude perceber com esse estudo foi que na odontologia tem o hábito de solicitar mais exame de imagem, né, não dando tanto a gente para os exames. E aí chegamos à conclusão, né, que a maioria dos participantes tinham que utilizam-se, né, mais dos exames radiográficos nos consultórios. E os exames complementares que são realmente imprescindíveis são mais releboys, sendo assim constatados que surgiram dentista possui razoáveis graves de conhecimento e responsabilidade para elaboração do seu diagnóstico, prognóstico, né? Os atendimentos ao caso determinam com excelência dos tratamentos. Então, esse artigo para mim ficou assim, bem evidente que a gente tem que buscar na nossa prática de consultório, solicitar mais exames para a gente conhecer. E assim, na minha leitura, na minha prática, é, eu vejo que não são todos os dentistas que sabem ler exames. E talvez isso dificulta mais ele estar solicitando, né? A lei de dentista, eu também sou biomédica e eu percebo isso constantemente, porque eu lido com dentista também aqui no consultório, também sou dentista, né? E eu vejo que que não tem essa prática de solicitar exame. E às vezes eles me chamam: "Doutora, que que significa isso aqui? O que que é isso aqui?". E isso realmente deve virar rotina. Eu tiro também para mim, professora, como como uma lição, né? Porque às vezes é tão corrido a nossa prática clínica que às vezes realmente não dá importância de solicitar exame. Eu sou assim, eu só solicito exame quando o paciente tem alguma condição de saúde. Quando ele não tem, que eu vejo que tem uma condição boa, faço anamnese, vejo que não tem nenhum nenhuma condição, né, de saúde de limitação, e aí tá tudo OK. Eu também levo como critério os três últimos meses se ele fez algum tipo de exame. Mas ele tem também solicito que ele traga para mim dar uma olhada. Se não, eu acabo não pedindo. Mas nesse módulo, eu vi muita coisa e eu estava até comentando com meu administrativo que hoje, principalmente na prática de procedimentos mais invasivos, nós vamos adotar o hábito obrigatório de solicitar exame. Você faz mais o quê? É a harmonização. Olha, professora, a minha área é harmonização. Trabalho com harmonização. Eu trabalho com bastante coisa de cirurgia também. Aí alguns procedimentos mais invasivos, né? Eu tenho apoio médico, tenho anestesista que trabalha aqui com a gente. E assim, alguns, eu suspendi por enquanto aqui do consultório, principalmente a parte de prótese, porque a gente está com projeto novo e a gente está criando um bloco aqui, né, um mini bloco cirúrgico. Eu achei mais correto, né? Porque a gente, a nossa, o nosso consultório, o consultório que a gente recebe gente o tempo inteiro. Então, na minha leitura, eu acho que tem que ser um lugarzinho mais reservado, né, com equipamentos mais direcionados para cirurgia. E aí a gente está com esse projeto e a gente está esperando esse bloquinho ficar pronto para a gente passar para essa parte mais invasiva. Então, aí mais ainda a necessidade de você ser guardada, né, para ter procedimentos com mais segurança, solicitando exames, né? Melhor ainda, com certeza. Com certeza. E assim, é, na verdade, uma prática odontológica, a gente seguia mais, mas o exame de imagem, né? Na verdade, a gente tem que ter um pouquinho mais de cautela. Um hemograma, ele faz muita diferença. Um uma hemoglobina glicada, né? A gente tem que ter um pouquinho mais de cuidado, até para nossa verificação jurídica, todo o processo nosso de reparo, né? Ali, o nosso sangue, né? Então, se você tem alguma alteração ali, você já vai ter um atraso do processo de reparo. Olha, eu tenho uma paciente que nossa, ela estava com uma pequena coisinha que lançaram. E aí eu fui pedir, solicitei para ela hemograma. E aí quando o hemograma dela chegou, eu pude perceber que ela tinha um pequeno probleminha. E eu solicitei um outro e descobri um problemão. E aí, e aí, é assim, eu acho também importante os colegas é investir um pouco também nessa parte de exame, né? Saber ler, né? Porque ninguém é obrigado, tipo assim, ah, obrigada que um parâmetro, ele pode dizer muita coisa. Inclusive, nesse parâmetro, eu olhei, desconfiei, solicitei outro exame. Quando veio, foi um problemão, né? E aí, que tem alguns artigos que falam que o cirurgião dentista, por periodicidade, que os pacientes nos procuram, nós somos capazes de identificar a maior parte das doenças, se a gente tivesse um pouco mais de atenção em alguns cuidados sistêmicos. Eu também vejo assim que às vezes, por exemplo, questão de laboratório, né, de eu solicitei uma biópsia e falaram: "Não, como assim?". Tipo, querem dizer que eu não podia solicitar uma biópsia. Mas não pode mandar os coletores para cá que eu preciso de uma biópsia. Aí hoje eu tenho esses coletores aqui tudinho. E quando eu preciso, eu faço coleta para fazer diagnóstico. Isso é outra coisa que dentista costuma tirar uma lesãozinha, joga fora. Não pode, gente. Caminhar, tenha lá os frasquinhos, compra o formol, coloca. Eu aqui, eu normalmente faço a biópsia, ponho no frasco. O paciente já sai, ou o acompanhante dele já sai daqui da mesma forma que eu faço. Aí eu peço tudo, né, para ver o que que é, porque às vezes a gente pensa que é uma coisa tão besta e na verdade não é, né? Pode ser uma coisinha um pouquinho mais séria que a gente pode ajudar em muito paciente, né? E às vezes a gente pode precocemente ajudar, né, de uma forma bem grande. Muito bom sua apresentação. Parabéns. Obrigada. Porque é bem isso mesmo, viu, gente? A gente tem que mudar um pouquinho o conceito, principalmente quando a gente fala, né, de quando a gente está falando de abordagens um pouco maiores, né? Tá? Não que cirurgias pequenas não tenham o seu necessidade de cuidado, né? Mas a partir do momento que se você está colocando para o paciente num grau de ansiedade maior, um procedimento que oferece maior risco e tudo, então você também tem que oferecer para ele outros cuidados, né? E os cuidados assim, no transoperatório, pós-operatório, quando você vai ter um favorecer no processo de reparo, processo de controle de infecção, né? Isso é muito importante, viu? Quem vai apresentar agora? Tem mais alguém para apresentar? Eu, Mariana. Onde é que vai me habilitar? Ok, agora que que eu tenho que fazer? Tem o screen verdinho que aparece na sua tela. Ok, clica nele, aí vai aparecer uma nova tela. O primeiro. Ah, já apareceu. Já tá craque, hein? Tá dando para ver, Doutora? Eu acho que eu fiquei por último, então eu vou resumir todas as complicações da anestesia dentro da nossa área aqui. Minha dupla é o Rafael Andrade. O procedimento da anestesia local é considerado seguro e eficaz. Entretanto, algumas situações, apesar de todos os cuidados com material e técnica, reações adversas podem ser observadas. Que fica só o slide, verdade? Tá para ficar a apresentação bonitinha? Isso ali em cima, animações, apresentação de slides. Meu Deus do céu, tô perdida. Olha lá, página inicial. Aí vai inserir, né? Animações, apresentação de slides. Vai correndo o cursor pelo vermelhinho lá em cima, na sua direita. Apresentação de slide. Inserir. Desenhar. Design. Vai lá, corre o cursor. Desenhar. O próximo. Vai indo para a sua direita. Obrigada. Acho que agora vai. Faz complicações devem ser consideradas como sistêmicas ou locais, sendo que essas últimas ocorrem na região da anestesia e serão abordadas a seguir. Esse artigo foi um artigo feito pela Doutora Camila Batista de Araújo Cândido e tem aqui os dados dela. Então, assim, como citados anteriormente, vou resumir aqui sobre todos um deles. Fratura da agulha. A fratura de agulha é uma complicação local rara que pode ser causada devido às dobradas. Começo no seu canto esquerdo, porque não tá passando. Tá passando? Não tá passando, não, né? Não. Olha lá na sua tela, lá no comecinho do lado esquerdo. Põe lá dois lados atual. Ó, tem do começo e dois mais atual. Põe do slide atual. Desculpa. Deixa eu voltar aqui. Tá mostrando aí? Agora o procedimento da anestesia local. Essência. Dra. Mariana, você compartilhou o arquivo ou a sua tela? Como é? Quando você clicou no share, você optou por compartilhar o arquivo ou a sua tela? Oi, a minha tela. Eu não tô conseguindo nem sair aqui. Você quer que eu volte? Pronto. Deixa eu ver se eu vou conseguir. Eu vou interromper a habilitação aqui de compartilhamento de tela e vou colocar de novo para você tentar, tá bom? Tudo bem. Ó, coloquei de novo. E aí, quando aparecer o share screen, você clica no primeiro, no primeiro quadradinho que vai ficar no canto superior esquerdo da sua tela. Tenta também clicar nessa fechar essa a bem amarela, amarela, agora que tá aparecendo aí no PowerPoint, só notificação na tela do computador delas. Clica duas vezes na tela em cima do cinza na tela. [Aplausos] Talvez seja esse negócio. Obter original. Fecha isso aí. OK. Apertar o F5. OK. Não é para mim botar aqui, ó. Apresentação. Pode pôr a apresentação de slide, como você tinha feito. Isso aí. Eu boto duas lá de atual. Pronto. Clica aí. Vamos ver se dá certo. Não tem problemas. Vamos lá. Você estava no fratura de agulha, terceiro slide. OK. Então, vocês estão vendo aí fratura da agulha? Não. Nós estamos na complicações. Você consegue mudar o slide? Muda para o terceiro slide seu e vai mudando um por um, porque não tá mudando. Tá falando, mas não tá mudando para a gente. Entendi. Aqui para mim tá mudando, aqui eu tô passando tudo. Vamos tentar de novo. Estranho. Agora, acho que eu consegui. E aí, tá dando agora? Então, eu coloquei para apresentar para todo mundo aqui. Não estava. Desculpa aí. Agora parestesia. Não é? Eu digo, se você quer me mandar o arquivo no WhatsApp e aí eu apresento ele para você enquanto você vai vai falando, eu vou passando os slides. Pode ser? [Música] Te ajudar dessa forma, tá? Estou aqui. Tem mais alguém para apresentar? Quem é a próxima, gente? Já foi lá para o pai dele. Paloma. Você recebeu aí? Você vai passar ou para ela? Vocês conseguem ver a tela? Sim, tá certo. Doutora Mariana, pode me falando conforme for para ir passando, tá bom? Fratura de agulha. Pode passar. Esse mais um. Vai lá, Mariana. Então, uma das complicações é a fratura da agulha. A fratura da agulha é uma complicação local rara que pode ser causada devido às dobras na agulha, movimentos inesperados do paciente, contato vigoroso contra o osso ou, mais raramente, até um defeito de fábrica. Pode passar. Parestesia. Trata-se de uma anestesia com duração além da esperada, que pode ser causada pelo trauma direto, compressão nervosa pelo edema após o procedimento ou por uma hemorragia na região. E neurotoxicidade dos anestésicos locais. Independente da causa, na maioria das vezes é uma sensação temporária, não dolorosa, e a resolução será geralmente sem intervenção. Porém, alguns recursos como acupuntura, vitamina B, laserterapia têm sido mostrados eficazes no tratamento dessas complicações. Pode passar. Paralisia do nervo facial. A paralisia do nervo facial, que geralmente é transitória e causada pela introdução de anestésico local na cápsula da glândula parótida. Pode passar. Necrose e descamação tecidual. Em altas doses de vasoconstritor, esse aditivo pode gerar complicações locais desagradáveis como descamação tecidual e necrose. Por isso, utiliza-se vasoconstritor potente de concentração segura e nas doses adequadas. Fase é importante para a prevenção desses problemas. O uso da epinefrina como vasoconstritor traz grandes seguranças nos tratamentos odontológicos, foi o que a gente já ouviu, né, das outras alunas falando aqui. Aí eu consegui resumir aquilo para vocês. Prisma. O trismo é uma complicação relativamente comum que tem como objetivo a consequência da limitação da abertura da boca. Os motivos que levam essa refeição são diversos: trauma pela técnica ou infiltração anestésica nos músculos, irritação do tecido pela injeção de solução contaminada, trauma aos vasos sanguíneos gerando hemorragia e irritação no local, volumes excessivos de soluções anestésicas na mesma região, entre outros. O tratamento geralmente consiste em terapia com calor, agentes anti-inflamatórios e fisioterapia. Pode passar. Dor e queimação. A injeção e a queimação ocorrem principalmente devido à rápida injeção da agulha, comprometido. Para evitar essa complicação, a injeção lenta é.

Necessária, assim como garantir a integridade do Viseu. Outro ponto que deve ser colocado em discussão é que tubetes aquecidos podem levar ardência durante a injeção. Por esse motivo, é importante que não haja esse tipo de conteúdo.

Pode passar hematoma. Quando a lesão dos vasos sanguíneos durante a infiltração anestésica é possível observar um hematoma. Esses geralmente são mais comuns em técnicas de bloqueio e a regressão espontânea em até duas semanas. Se necessário para diminuir o desconforto, um analgésico anti-inflamatório podem ser prescritos, bem como compressa de gelo.

Pode passar infecção nos tecidos. A injeção de solução contaminada é a infecção tecidual. Essa, apesar de extremamente rara, pode ocorrer devido à difusão de soluções desinfetantes no qual o tubete é imerso para o interior dele. Além disso, a contaminação da agulha também pode ser a responsável por essa complicação. Por isso, usar agulha estéril, respeitar a cadeia séptica, confirmar a validade dos anestésicos e não emergir usa nenhuma solução são maneiras de prevenção da infecção que, se concretizada, precisa ser tratada com antimicrobianos.

Pode passar edema. O edema pode ser um sinal clínico de várias das complicações já citadas, como trauma da injeção, infecção, hematoma e dependente da resolução para dessas para o seu tratamento. O edema pode resultar em dor e difusão.

Dor difusa na região.

Pode passar lesão de tecidos moles. Situações possíveis no consultório se dá pelo fato do tecido mole estar anestesiado por um período maior do que a anestesia do que se espera, né? Por esse motivo, é necessário atentar-se quanto à lesão aos tecidos moles, principalmente em pacientes pediátricos ou com comprometimento, comprometimentos cognitivos. A prevenção dessa complicação local se dá principalmente pelo uso mínimo de anestésico local e não a utilização de anestésicos de longa duração, ao menos que corretamente indicados. Esse aqui também foi falado, né? Para a gente medir o peso, né, e saber a dosagem certa. Foi falado o tempo inteiro em todos os trabalhos aqui hoje.

Pode passar. Concluindo, os cuidados relacionados ao material, a técnica anestésica, a escolha da solução e o planejamento pré-anestésico são mandatórios em todas as sessões odontológicas. Observada qualquer complicação associada à administração do anestésico local, essa deve ser notificada no prontuário do paciente e todo o suporte ao mesmo deve ser mantido, não só para que ser vítima de ação judicial, mas também para que se exerça uma odontologia de qualidade e humanizada, como todos os pacientes merecem. Muito bom, e é só isso. É bom que fixa, né, que ficou pequenininho. Parabéns. Obrigada. Quem é a próxima? Estão preparados para Março? Já está habilitada também, tá? Já. Bom. Boa tarde a todos. Boa tarde, professora. O artigo que eu escolhi, ele é bem interessante porque ele fala sobre a leitura do hemograma e do que que não tá mostrando. Quando que vai ser o módulo presencial? Então é um artigo interessante porque ele fala da leitura.

[Música]

Planetário. Teve alguns problemas técnicos, poderão complicar e alterar o prognóstico ou até mesmo contra indicar a realização de cirurgias. No procedimento laboratoriais, é importante salientar que não se deve solicitar uma bateria de exames complementares para toda e qualquer paciente. Exames devem ser solicitados aos pacientes que realmente possuem indicação, de acordo com anamneses laboratoriais, como complemento no diagnóstico, como prevenção de possíveis complicações. É importante também não só indicar os, mas principalmente interpretá-los adequadamente. Não basta observar os valores obtidos pelo paciente e compararmos com valores de referência, uma vez que geralmente é feito pelo próprio paciente. Valor de referências são descritos na maioria dos anos laboratoriais, não sendo obrigatório decorar. O importante mesmo é saber o que significa cada alteração encontrada, do que achar no laboratorial, tratar e quais medidas pré-operatórias serão. Eu vou falar dos tipos de laboratoriais, do hemograma e do cogumelo.

O hemograma é um exame muito importante, né? Desde então, a grande quantidade de informações. É um exame muito indicado pela facilidade de sua realização e o custo baixo. Quando valores encontram em alterados, ou seja, acima ou abaixo dos valores de referência, resultado é considerada normal e pode ser uma consindicação momentânea ou definitiva para execução dos procedimentos clínicos no cirúrgicos. Para a solicitação de hemogramas, complexidade cirúrgica, os pais intervenções odontológicas serão realizadas de médio a grande porte, suspeita clínica de anemia ou polissemia, presença de doenças crônicas como nefropatias, hepatopatias.

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Alcoolismo.

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Presença de infecção, paciente acima de 60 anos, crianças, páginas e má alimentação e teste de peso. Hemograma, ele é composto por programa, que é a primeira parte do exame, é o primeiro item, e a gente relata as alterações a concentração de hemoglobina condicionada e do RDW, ajudando o diagnóstico de anemia e pode ser. Lembrando que a principal função dos delitos é carregar oxigênio pulmonares para o tecido.

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Então aqui é uma imagem do hemograma. Então essa primeira parte que é o programa e fala dos eletrônicos da leitura. Os três primeiros dados hemograma, contagem de eletrônicos, dosagem em conjunto e avaliam a presença de anemia ou código civil. Anemia é a diminuição da capacidade de transporte do oxigênio, sendo assim, avaliação direta da quantidade da hemoglobina fornecem com uma arma mais para determinar de presença de anemia nesse paciente. A dosagem de hemoglobina é o melhor resultado do hemograma para concluir que um paciente para ele, pois hemoglobina é uma molécula de proteína presente no interior dos eletrônicos. Neve está contido o ferro, permite o transporte de oxigênio para o sistema circulatório. É o percentual do sangue que é ocupado por eles. Tanto paciente apresenta anemia e esse HT importa se diminuir por causa da falta de glóbulos vermelhos. No programa, nós vamos concentrar principalmente em avaliar a presença ou ausência de anemia. As anemias constituem uma das operações do sangue mais frequentes. Esse estado pode ser provocado por vários fatores, considerando a falta de produção, é chamada de hipogônico, ou sobrevida diminuída dos eritrócitos, é chamado de emoji, ou com pedra sanguínea, que é a anemia por dependência de ferro. É uma expectativa que compromete inúmeras funções orgânicas, principalmente o transporte de oxigênio. Superiormente, isso, né? Sempre observar que a anemia pode ser secundária, principalmente nessa pastas e paciente com outros eu estava quente. Pode interferir diretamente em uma cirurgia odontológica, pois aumenta o risco de infecção local, pode gerar máscaratização e pode também causar um sangramento mais abundante. Essa deficiência de ferro, ela pode definir, ela deprime a função imunitária, aumenta o risco de infecções pós-operatórias, que são as complicações mais frequentes nos indivíduos que têm anemia. A massa cicatrização se dá pela quantidade de oxigênio diminuído. Ao detectar essa anemia no hemograma, geralmente isso deve seguir algumas recomendações durante o atendimento. Secundária aos poucos tempos, ou seja, se ela vende de alguma outra doença, né? Sendo assim, evitar o uso de anestésicos a base de frio caindo, uma vez componentes para reduzir o risco de infecção secundária. Não utilizar Dipirona como analgésico, porque a Dipirona pode causar depressão medular. Minimizar os danos bucal dos quais podem gerar operações dramáticas persistentes devido ao retardo nas estabilização desses indivíduos. Essa evitar também o uso da ação e anestesia geral, devido à capacidade reduzida de transporte de oxigênio.

Agora falando da porta, a polissemia consiste no aumento da massa dos eritrócitos, hemoglobina e hematose, acompanhado de um aumento do volume sanguíneo total, aumentando assim a chance de hemorragias graves e eventos no decorrente de hipercosidades sanguíneas, que podem trazer para o atendimento consertamos orgânicos, como por exemplo, no exame físico. Essa polistemia pode ser identificada, ela revela robô, especialmente facial, hipertensão e equimo sangramento. A gente volta também pode ser um alerta através de pequenos povos, é comum, por isso existe grande risco de dificuldade de emoção toda esse paciente que tem.

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A segunda parte do hemograma, a gente vai falar do VTM, o Htm, do CH tem e o RDW. O VTM a varinha o tamanho dos eletrônicos.

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Então as hemácias grandes e um VPN reduzido indicados microfíticas. Esse dado no hemograma, ele ajuda a diferenciar vários tipos de nenhum. Por exemplo, vitamina B12, alcoolismo. O alcoolismo apresenta massas grandes, enquanto anemia por deficiência de ferro, por exemplo. O Htm é o peso da hemoglobina dentro das hemácias e a concentração de hemoglobina popularmente e o CHTM avalia a concentração de hemoglobina dentro da imagem. Os dois valores indicam basicamente a mesma coisa, é que é a quantidade de hemoglobina dentro das nossas hemácias. Tem pouca hemoglobina, elas são ditas. Quando tem hemoglobina, são hiperprof. Assim, o VTM, o H tem e o CHTM, essa segunda parte até avaliada na membrana, são mais usados para diferenciar o tipo de anemia. E o RDW, eu indique que revela, ou seja, presença de massa de tamanho variados na amostra examinada. Enfim, será considerado alterado quando o percentual com maior. Neste caso, significa que existem muitas hemácias de tamanhos diferentes e isso pode indicar que as hemácias que estão com problemas de hemorragia é muito comum o evitar derivado, por exemplo, uma carência de pele. Então a falta desse elemento entende a formação de hemoglobina, levando a forma de tamanho reduzido. Os valores da contagem do veículos, da dosagem de hemoglobina e do hematópico encontram-se diminuídos, indicando assim a presença de anemia no paciente. Quando esses valores estão enfrentados, são muito importantes para a decisão do cirurgião em executar ou não procedimento cirúrgico. Por outro lado, os valores do VTM são complementares à interpretação, por ajudar na definição do tipo de anemia.

A terceira parte do hemograma são as plaquetas. Na verdade, a segunda, né? Que a gente precisa avaliar a pele que operária consiste na contagem de plaquetas ou tromboses. Essa fase é uma estimativa do movimento plaquetas, importantíssimas. Então, o paciente que apresenta o número menor com aquele do que o valor de referência, que o nome dado para isso é trombocitopenia, tem a possibilidade de acontecer uma hemorragia durante o procedimento e o pós-operatório. E também é bom observar se a plaqueta ao contrário, ela tá muito elevada, chamada de trombocitor, porque pode favorecer a trombose. A dosagem da plaquetas é necessária antes de cirurgias ou procedimentos respectivo do sangramento, quando a suspeita tem muito de problemas de coagulação. No entanto, para ter resultados mais confiáveis, solicitar.

E aí agora tem a terceira parte do hemograma, que é o leucograma, e a gente vai falar sobre os leucócitos. Nele, a gente analisa a quantidade, a qualidade desses conhecido como os brancos, que são as nossas células de bebê. Esse exame, ele consiste na contagem total de leucócitos e na contagem individual e diferencial dos cinco tipos de leucócitos presentes no sangue. A contagem Total desses depósitos quando elevada é denominada leucocitose e com frequência indica uma infecção. Uma contagem diminuída dos leucócitos é considerado uma leucopenia, que pode surgir dentre outras mitologia com a depressão da medula óssea. A contagem diferencial de meu potencial morfologia do povo dos brancos cometendo informações mais específicas sobre o sistema imune do paciente. São apresentados os tipos de séries até o granulosos, que são os neutrófilos, meus irmãos e em relação agranulosos de cada uma delas. Então responsáveis pelo combate das bactérias. Há um aumento do número causando basicamente causado pela pela elevação dos neutros. Pense provavelmente um quadro inferior. Então a gente observa que se tiver um aumento desses, provavelmente um paciente está com infecção. Já neutrofilia é o nome dado para o aumento desse número de neutrófilos. Importante que se houver uma diminuição do número de artrópodes gera um risco de uma infecção pós-operatória grave. Também é importante você ter vários segmentados normalmente apenas quatro a cinco por cento desses produtos de homens é um indício de um processo infeccioso. E pelo mecanismo da alergia, apenas um a cinco por cento dos leucócitos circulantes. O aumento desses erros novos ocorrem pessoas alérgicas, asmáticas ou em caso de infecção intestinal. Comparado, tive um aumento do número dos outros, sugerem que esse paciente ele pode estar como alergia. E os são tipo menos comum de Leopoldo no sangue, representa zero a dois por cento e sua elevação normalmente ocorre o processo alérgico e estado de inflamação.

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Normalmente representa 10% antes. Então ativado tanto em processo virais quanto você já. Os impostos são os principais linhas de defesas, são aquelas responsáveis pela produção dos nossos. Então quando a gente tem um processo viral, é comum que o número de impostos realmente e muitas vezes ultrapassando número de neutrófilos, se tornando-se o tipo de leucócito mais presente na circulação. No leucograma, o que devem ter considerado interpretação são os valores dos impostos totais e Neutron. Célula são especialmente responsáveis no combate à bactérias e uma diminuição do número de neutrólogos gera risco de infecção, pois tiverem diminuindo sempre debilitados com baixa resistência, baixa imunidade e vão estar propenso já processo infecciosos. Eletivas se os valores estiverem muito abaixo do normal, deve ser também proporcia antibiótico antes de tratamento. E o segundo tipo de exame, então tem uma análise agora, uma análise do paciente antes de fazer um procedimento. O cronograma é um conjunto de exame que avalia o mecanismo de hemofalia, mecanismos de hemostasia por completo e identifica além da quantidade de plaquetas, a qualidade e o tempo de formulação. Vai ter paciente a solicitação do cronograma é muito importante no pré-operatório de qualquer cirurgia, seja ela de mente ou grande porte, e a possibilidade de hemorragia continua sendo uma das principais causas de contraindicação para cirúrgico. Então varia a importância de pedir um cronograma antes de fazer alguma cirurgia. Eu como o programa, ele é composto pelo tempo de sangramento, pelo tempo de coagulação, pelo tempo de prótonina ativada, um tempo de protonina parcialmente ativado e pelo índice de normalização internacional.

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É importante avaliar o tempo da ativação da própria menina, tanto o tempo de protrombina quanto tempo quanto o tempo de ativação e o NR e NR. Então a própria urina é uma das substâncias presentes nos banhos que participa do processo de população. Então quando ela é ativado, ou seja, esse tempo de ativação que essas substância leva para começar a agir e o processo ficou lá tão inicial, portanto, no exame de um tempo maior que o valor diferente é maior, vai ser o risco de acontecer. Já o INSS, ele é um cálculo que divide o seu tempo de ativação de gasolina com o tempo normal da população mundial. Ele está mesmo informação do táxi, que é o tempo que nós. Porém, tem um número muito mais fácil de memorizar e os valores de referência dá para identificar.

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Para quem não faz uso de coagulante a base de gartarina, que é o anticoagulante mais comum, não, na verdade, para quem não faz nenhum tipo ambulante, o valor de referência, ele fizer a nove a um prato. Tem que fazer o valor ideal é entre dois e três e é considerado baixo risco. Agora para paciente acima de três, aí considerado um alto risco de hemorragia e é alta até para paciente não vai ser submetida em um procedimento. Se a gente identificar.

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A pessoa quente descobrir porque ele pode até machucar e aconteceu hemorragia. Um outro ponto importante é que cada valor do IML seja abaixo de 12 significa que a medicação do anticoagulante não está fazendo efeito e existe o risco de trombose. Então é importante a gente observar se tiver maior do que três, paciente, ele está correndo de sofrer uma hemorragia, mas também ele paga o uso de anticoagulante e esse valor tá baixo de dois, pode também pode ter aquele paciente está desenvolvendo ali uma trombone com sujeito. Qualquer tipo de cirurgia oral, né? Então é muito comum a gente vê isso no consultório. Muitos autores demonstram qualquer figura realizar a maioria dos procedimentos cirúrgicos odontológicos tem um risco de uma raiz grávida, desde que o IML.

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Comparação até o outro. Então a gente precisa colocar ele na balança. Qual que é o risco da gente pediu, né? Não tem que ver o que que a gente vai ter menos complicado. O médico do paciente deve ser conquistado, obviamente, antes até a continuidade do medicamento. Então depende muito, pode ser que o médico ele vai autorizar a interrupção. Pode ser que ele não tenha. Estima-se que tem interrupção da dançarina, que é mais comum utilizado durante dois dias, aumenta o nível de evento. Então você tem que entender dois dias e ele desenvolva uma proposta. É muito baixa. A sociedade europeia e a sociedade americana de tanto teologia preconizam a não interdição da terapeuta, complicações um pouco prováveis ou inconsequentes, caso por exemplo, são vários os estudos que afirmam de pequeno porte pode ser programado em ambulatório sem necessidade de modificação do tratamento de coagulante, desde que a gente observa lá no povo holograma que o IML tem igual ou inferior a três. Se tiver mais, isso não pode fazer isso. E a conclusão do estudo é que esses exames laboratoriais são instrumentos de auxílio para definição, sendo um dos indicadores do estado de saúde do paciente, auxiliando no planejamento do atendimento oncológico. E os exames são dedicados, colabora para tomada de decisões. Encontrados acima ou abaixo dos valores de referência, o profissional vai prevenir repetições secundárias, hemorragias e complicações. Dessa forma, os profissionais principalmente interpretar esses exames laboratoriais estão crescendo maior segurança com o paciente. E é isso. Obrigada. Muito bom. A gente vai acostumando, né? A pedir, interpretar. Uso de anticoagulante, né? A gente tem que ficar atento porque com a COVID também foi utilizado bastante, né? Como rotina, tá? Então não é só pelo paciente ter alguma alteração. A COVID também trouxe, né, a utilização desses medicamentos mais próximo da gente, né? Então é aquela anamnese bem feita, né? E aí sim, os exames para a gente traçar o melhor, né, tratamento, né, maneira mais segura. Parabéns, viu? Mas no primeiro momento, tudo parece muito estranho, mas depois a gente vai acostumando, né? Vai acostumando solicitar. É a rotina vai trazer alguma informação importante, a gente vai ter uma leitura mais simples, mas esse é o dia a dia, né? Tem mais alguém para apresentar? Doutora, eu tô com uma apresentação. Pode apresentar. Eu enviei para Paloma, tô esperando ela botar o. Ah, tá bom. Oi, já tô colocando aqui, tá bom, meu amor. Obrigada. Vai ficar meio repetitivo porque é mais ou menos o mesmo assunto, né? Das complicações da anestesia. Esse artigo, ele vai falar sobre a interação medicamentosa durante depressivos, em virtude da ampla variedade de tratamento farmacológicos de transtornos mentais, é cada vez mais comum paciente que procura um tratamento odontológicos fazerem uso contínuo. Nesse artigo, tem até esses dados aí de aproximadamente homens apresentam episódio depressivo maior durante a vida, mas esses dados são de 2010. Eu tentei procurar um dado mais atual, mas eu não consegui achar. Até baixei o manual, o DSM5, mas não conseguia achar, mas ele também é de 2014, nem é muito relevante. Veja de qualquer forma, a quantidade de usuários diante depressivos decrescente e a probabilidade dele chegarem até a gente, né? É muito grande, já que a gente trabalha muito com essa área de estética, harmonização, tem bastante paciente Patrocínio, gasta ansiosos, depressivos ou então que acabou de ficar viúvo, teve a COVID. Então é quase que se for comparar aqui para o meu consultório, quase que 90% dos pacientes, se não estão fazendo hoje em dia, esses pacientes estão quase pedindo pra gente meditar eles, né? Pois ainda chega assim, não tem um remedinho que eu tomo, pode tomar? E eu não tinha assim atentado muito que às vezes a gente, lógico, medicamento outro que eles tomam, a gente perguntam, a gente vê, verifica o que quer direitinho, mas às vezes um antidepressivo passava batido, ou então às vezes eles também não relatam que tomam, né? Porque eu também não querem tipo que estão tomando antidepressivo. Aí por isso que eu achei interessante esse artigo. Atenção de tomar mais cuidado com isso. Pode ficar próximo. Isso. Bom, uma breve revisão dos anestésicos. Esses esqueminha da composição pelos anestésicos usados para infiltração são encontrados na forma de sala anestésico. Eles são dissolvidos em água destilada, soro fisiológico. No caso da combinação da anestésicom vaso constituído, tem que ter um oxidante, né? Ele é adicionado para conservar e retardar oxidação do vaso constritor, frequentemente o sulfito de sódio, que é o mais usado. E esses são as anestésicos mais utilizados. As técnicas e filtrativas de bloqueio depositam anestésico local perto de fibras nervosas, que são grupos neurônios responsáveis pela transmissão da sensação de dor. Que isso é possível que os anestésicos locais por si só também apresentam algum efeito diversos sobre o sistema nervoso central, primeiramente de caráter. Isso causa tremores em geração generalizada, participação. Ah, não, desculpa. Os efeitos adversos podem ser notados ainda sobre o sistema cardiovascular, como diminuição da excitabilidade elétrica e vasodilatação, provocando respectivamente diminuição dos batimentos cardíacos e hipertensão. Aí agora um resumo sobre locais, tem suas vantagens, né? Eles fazem a vasoconstrução do local em que são injetados, reduzindo absorção sistêmica. Isso prolonga o efeito estético, que aí a gente não precisa da administrar uma quantidade muito grande da Nestlé durante o procedimento inteiro, né? Que às vezes a gente faz o procedimento longo e com base constitui a gente consegue aumentar esse tempo, além de fazer durante a realização de procedimentos invasivos. Os mais usados São adrenalina, na hora adrenalina. Pode passar. Apesar das vantagens dos vasos construtores, da literatura alerta para algumas possíveis efeitos colaterais. A quantidade de presente no tubete anestésico é pequena, mas numa injeção intravascular acidental ou administração em excesso pode ocasionar efeitos indesejáveis sobre o sistema cardiovascular e o sistema nervoso central. O próprio procedimento odontológico, ele já gera na maioria das pacientes, é grande maioria dos pacientes, né, uma situação de estresse que por si só já costuma levar às vezes só o paciente de chegar e ver a gente assim, já tem um pico hipertensivo, ele aumenta e aumento dos batimentos cardíacos, ansiedade do procedimento. Caso de vocês na harmonização, é aquela coisa, né? Ele quer saber ansiedade de como ficar, né? Como é que vai ficar? No caso, por exemplo, do trauma ou de uma cirurgia oral, né? É um medo mesmo, né? Que vai passar. Só ansiedade distintas que provocam reações, não tem jeito. Tal da agulha também, né? Todo mundo tem medo. É jaleco branco e agulha. Aí por todo esse motivos, né, que a gente usa quando a gente usa anestésicos para as consultores, tem que ficar com muito cuidado com a quantidade que a gente administra. E foi o que a senhora falou, eu também não deixo tirar o tubete da bancada, que eu tenho um controle maior da quantidade, que eu só olho para o lado, já sei quanto eu usei, quanto eu ainda consigo usar a margem, né, que eu tenho para usar até terminar o procedimento. Pode passar. Aí essa tabela, eu coloquei aqui para lembrar os anestésicos que a gente tem disponível, os vasos construtores e o nome comercial que a gente usa. Vou te passar. Marcos para tratar transtornos depressivos, mas também são utilizadas para tratar diversas outras doenças. Eles são classificados de acordo com seu mecanismo de ação, como os inibidores da recapitação da monalinas, inibidores da monamental de receptores de serotonina. As monoaminas, elas atuam no corpo humano como neurotransmissores, e a nora, nora, a serotonina, dopamina são as mais abundantes do sistema Central. Pode passar. Nessa tabela são os antidepressivos inibidores da recapitação de Monalisa e seus nomes comerciais. Aí tem vários nomes que às vezes a gente não vê. Eu coloquei aí para quem quiser dar uma olhada, que às vezes o paciente chega com um antidepressivo aqui que eu falo assim, me dá um minutinho que eu não lembro a composição desse medicamento, deixa eu dar uma olhadinha aqui para poder ver se eu vou precisar ter uma conduta diferente ou mudar alguma coisa na receita no procedimento. Aí eu disfarçadamente, disfarçadamente, para tomar cuidado quando anestésico local com vaso constatou do grupo deve ser catapolar Minas. É administrada em grande quantidade ou no caso de uma injeção intervalo acidental, é possível correr elevação na concentração das categorias plasmáticas que pode resultar em efeitos colaterais potencializados em pacientes que fazem uso certos antidepressivos atuantes no aumento dos níveis extracelulares de cata. Aquela Minas é que, na verdade, os antidepressivos, eles vão potencializar, né? Na verdade, os efeitos podem ser os mesmos e só por ter o vaso Construtora, mas com fazendo uso do tratamento do antidepressivo, eles potencializam. E dopamina, que são produzidos a partir da fenilamina e tirosina. A utilização de anestésicos, esses vasos construtores tem que ser feito lentamente e foi que todo mundo falou, né, que já foram falado várias vezes, que tem que fazer a inspiração prévia para prevenir essa administração intravascular. Eu até lembrei que o professor falou mais cedo sobre evitar usar o Bup vai caindo, porque ela tem a toxicidade maior, né, cardíaca e neurológica e pode causar diz que arritmia cardíaca de batata. Imagina uma anestesia dessa, você injetar ainda intravascular, o paciente morre na hora, né? Pode passar. Existem poucos relatos de complicações sérias por interação de base constitutores com antidepressivos. Portanto, o cirurgião dentista deve realizar uma minuciosa anamnese para obter máximo conhecimento da História médica dos pacientes, além de procurar conhecer o mecanismo de ação e os efeitos colaterais de medicamentos ingeridos, bem como os anestésicos odontológicos, posicionando um atendimento odontológico mais seguro. E foi o que eu falei, eu já costuma ser bem cautelosa com anamnese, né? A minha que é um questionário de três folhas que todo mundo fala que tá fazendo ENEM, mas eu tenho muito medo. Todo mundo conhece, né? Qualquer, qualquer erro, parece que eles estão esperando qualquer erro. Nossa, então já tenho muito cuidado com a minha anamnese. Foi o que eu falei, se tem algum medicamento que eu não conheço, eu tenho computador do lado, rapidinho, dou uma olhada para ver o que que você vai interferir em alguma coisa que eu não tenho problema maior. Aí agora também, depois desse artigo, eu vou ficar um pouquinho mais alerta. Eu não botei muitos detalhes, né, de mecanismo de ação, mas tá tudo no artigo também. Acho que vale a leitura. Poderia também fazer uma versão mais atualizada, já que nesse meio tempo precisamos todos, com certeza, muitos fáceis. Mas é isso. Obrigada. Muito bom. Parabéns. Essa é uma realidade, né? Todos os pacientes estão usando, gente, antidepressivo. Você muda e eles. O não tem, não temos relações sérias, mas a gente até sabe que eles potencializam e muito as complicações que a gente teria só de estar no dia de usar anestésico. Perfeito. Parabéns. Tem mais alguém para apresentar? Quem vai apresentar? Eu vou habilitar aqui até ela para compartilhar apresentação dela, tá bom? [Música] Eu acredito que a doutora está com algum problema de conexão, eu não tô conseguindo contato com ela, mas pelo WhatsApp, mas ela ainda tá aqui na sala, ela tá na sala. Vou tentar ligar para ela, tá? Não, Dra. Sandra, sem sucesso. De que eu precisava passar apresentação. Ela era a última e não tem mais nenhum aluno para apresentar. É que estão na sala, todos apresentaram. Só ficou a Juliana e a Elaine, que são alunas novas no próximo módulo, tá? Que elas irão apresentar. Fora isso, deu tudo certo, todo mundo apresentou. Vamos encerrar então, gente. Eu vou pedir a Paloma, depois vai entrar em contato com vocês, tá? Para ver esses grupos, né? Quem tá sozinho, quem desfez sua dupla, né? Para a gente organizar para março. Como vocês vão estar aqui presencial, então nós não vamos ter apresentação do seminário, tá? O seminário vão ficar para abrir. Eu sei que vocês estão muito triste com isso, tá? Mas em abril vocês apresentam, tá? Mas eu vou dar sossego para vocês essas apresentações, tá bom? Muito obrigado pela apresentação de vocês, tá? Foi um excelente. Bom, muito obrigado pela participação. Boa noite para vocês. Boa noite, professora. Foi ótima. Professora, boa noite.