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Sem desapego não existe transformação e autocura. Muito [Música] [Aplausos]. Bem-vindas! Para mim, desapego pode ser uma coisa. Para Karine, desapego pode ser outra coisa. Para Andreia, pode ser outra coisa diferente também daquilo que eu acredito, e tá tudo bem. Nós precisamos compreender que existem sim percepções diferentes. E percepções surgem de quê? Das nossas experiências.
Eu sei que estar aqui nas redes sociais, compartilhar os nossos conhecimentos, a nossa mensagem, nós nos deparamos muito com essa questão: "Ah, mas eu não concordo." "Ah, mas não é assim." "Ah, mas nada a ver." O que você está falando para você pode ser que não, mas para mim, sim. Talvez não faça sentido para você, mas para mim, sim, de acordo com os meus conhecimentos e as minhas experiências. E isso faz parte do nosso dia a dia em nossas relações. Entender isso facilita muito, muito mesmo, a nossa relação interpessoal. Faz sentido isso para você?
Quando nós temos aquela questão: "A dona da verdade, só o que eu sei é a verdade", você perde a oportunidade de aprender. Você perde a oportunidade de conhecer pontos de vista que, com certeza, ali algo pode te auxiliar em sua transformação, em seu desenvolvimento. Isso é importante aqui no nosso chá. Imaginem, e é, né? Você sentada em uma mesa. Nós não estamos sentadas na mesa ali tomando um chá, mas estamos tomando o nosso chá aqui nesse formato, no online. E cada uma tem um espaço aqui para trazer a sua percepção. E já falando aí sobre o desapego, eu quero saber o do desapego para vocês. Quando fala essa palavra "desapegar", sinta em seu corpo o que gera. Eu falo assim para você, Cléo: "Você tem que desapegar, Cléo." "Cléo, você tem que desapegar." O que que sente? Que que você sente quando você fala que precisa desapegar? Qual é a sensação? Qual é o sentimento que surge aí em você? Deixar ir, desaprender, abandonar, desfazer algo, abrir mão. E são palavras. Quando a gente fala "deixar ir", "abrir mão", "abandonar", olha, eu fiquei arrepiada agora. São palavras que servem muito de gatilho, muito de gatilho. O que que você sente? Nossa, isso aqui vem tantas informações. Me veio aqui agora uma sensação, um sentimento de tristeza.
Quando a gente fala de desapego, nós olhamos para várias questões aqui. E eu vou trazer aqui hoje para vocês como é esse processo para se transformar e para conquistar a sua autocura emocional. Vazio, dor, dá um medo de sofrer. Olha como é. Presta atenção. E vocês estão associando já com experiências. Olha como que é incrível. Tão simples, né? Algo tão simples. A nossa mente, ela é tão poderosa que como ela trabalha com informações. Se a gente traz uma informação para ela que é uma sugestão para ela, ela começa a trabalhar. Ela começa a buscar ali uma resposta para aquilo que você está trazendo para ela. Então, quando vem "desapegar", "você precisa desapegar", já vem a sua realidade atual. O que eu estou precisando desapegar na minha vida? O que eu preciso deixar ir? O que eu preciso abandonar? E eu fiquei até emocionada. Um processo de transformação, o processo de autocura emocional. E quando a gente traz isso, a gente precisa lembrar que tudo isso significa renovação. Renovar, é se fazer um novo. E quando a gente fala de renovação, o velho tem que ficar para trás. Mas muitas mulheres, muitas mulheres não conseguem aí uma transformação de vida. E vou começar por esse, por esse local de transformação, porque tem dificuldade de deixar o velho, tem dificuldade de viver o renovo. Aí aqui vem por várias questões. E essas questões têm uma palavra aí para qualquer que seja. Ai, o medo de não dar conta. É o medo de ficar sozinha. É o medo de errar. É, sabe, o medo que surge aí. Mas ali tá, ó, apego. Apego por algo que, para você, te faz sobreviver. É aquela questão assim: "Mas minha vida tá, tá acontecendo aqui. Para que que eu vou sair desse mundinho, dessa bolha que eu vivo hoje? Uma bolha que me protege. Para que que eu vou desapegar dessa vida que eu tenho hoje, sendo que eu consigo viver com ela? Sendo que eu estou sobrevivendo com ela?" Sabe aquilo que a vovó fala? Eu falo que a vovó fala que a minha avó falava: "Minha filha, graças a Deus você tem um emprego. Tem pessoa que não tem nem emprego. Graças a Deus você tem um namorado. Graças a Deus você tem um relacionamento. Graças a Deus você tem uma casa para morar. Você tem comida para comer." Se apega aquilo que você tem por medo de não ter nada além disso, por acreditar que é somente isso que você tem. É o deixar ir. Até porque o processo de desenvolvimento de vocês, né, de construção aí com o método TPM, tudo começa com deixar ir. É um novo. Você está indo para um novo lugar. Você está indo para uma nova consciência. Então, a partir de agora, é entender que só existe transformação, só existe autocura, se houver desapego. Não tem como você vir para uma nova consciência apegada na consciência atual. Não tem como você vir para um lugar de um estado emocional diferente daquilo que você vive hoje, estando apegada no que você vive hoje. E quando eu falo "apegada", apegada ao seu jeito de pensar, apegada aos seus comportamentos, apegada às suas atitudes, apegada às suas crenças. Isso é muito simples, mas pouquíssimo praticado. É preciso ter coragem de deixar ir quem eu não sou, para que eu possa viver aquilo que eu sou. E, de fato, é isso. Vem um ponto muito, muito importante que você começa a refletir a partir disso. Qual é o sentimento que gera em você? Aqui são gatilhos para acionar ter ferida emocional. Para você entender o porquê você tem tanta dificuldade de fechar, de encerrar ciclos. Por que você tem tanta dificuldade de mudar de ambiente? Porque você tem tanta dificuldade de eliminar uma crença que não faz sentido para você, que vem te prejudicando. E todo esse processo começa no questionamento. É se questionar mesmo. Agora, se você tem um papel aí, uma caneta, coloca aqui, aí escrevendo o que você percebe hoje que você está tão apegada. Não, mas eu tô falando de apego até naquilo que você acredita que é. Eu tô falando de apego a padrões limitantes de comportamento, de pensamentos, de sentimentos. O que você percebe hoje que você tem, que você vive e que é uma corrente em sua vida? O que você percebe hoje, sabe, que tem dia que você fala assim: "Não é por isso que minha vida não vai para frente. É por isso que as coisas não acontecem em minha vida." Você tem essa consciência aí? É por pensar assim que eu não consigo avançar em minha vida? É por sentir isso que eu não consigo avançar em minha vida? Você tem consciência? Quando você começa a ter consciência e começa a fazer sua listinha de desapego, aí a partir daí você começa a criar estratégias para você convencer você mesma que está tudo bem deixar pelo caminho isso que não te pertence mais. Autocura, transformação exige renúncia. E renúncia é desapegar. É, é renunciar, talvez, até algo que você tem no seu dia a dia, por exemplo, de alimentação. Vamos lá. Nossa, mas eu amo comer isso. Tá. Você ama comer isso. Qual é o benefício que isso traz para sua vida? Isso que você come hoje, ele tá coerente com aquilo, com aquilo que você deseja se tornar? Aliás, com aquilo que você é e que você precisa reconhecer? Não, não, mas eu gosto muito. Tá. E qual é o ganho disso? Qual é o ganho? O apego, a gente sempre tem que entender. O que eu sou apegada tem um ganho por trás disso. Aquilo que eu sou apegada tem um ganho que talvez pode estar inconsciente. Tem mulheres que são apegadas na dor. Tem mulheres que gostam de estar no sofrimento, que gostam de ficar o tempo todo reclamando que tem isso, que tem aquilo, que tem aquilo. Por qual é o ganho aqui? Atenção pelas pessoas. Atenção das pessoas, na verdade. Ela tem a atenção das pessoas. Porque quando a gente fala: "Ai, porque eu tô", que as pessoas dão atenção. "Ai, Ju, que coitadinha, que idosinha." Eu já estive nesse lugar. A síndrome do pânico. Quando eu sofri de síndrome do pânico, eu tinha ganhos de ser a "Maria das Dores", porque ali eu me sentia vista, nem que se fosse para ser chamada ali de coitadinha. E isso vai se tornando vícios. Vícios no ponto. Isso acontece com a construção da personalidade de uma criança, né? Quando a criança, ela começa a perceber que ela fazer gracinha, sabe? Ah, ela ficar fazendo aquelas gracinhas que o adulto: "Ai, que lindinho, que engraçadinho", começa a rir. O que que a criança entende? "Eita, é assim que eu chamo a atenção." Quando aquela percebe que fazer gracinha não chama atenção, o adulto, os cuidadores ali não estão nem aí. O que chama a atenção é quando ela fica quietinha. Aí vai lá a mamãe, vai lá o papai e pergunta: "Filha, o que você tem?" Ela entende que essa é a forma de chamar a atenção. E assim vai construindo um padrão de comportamento, que são as características de uma personalidade. E o nosso apego, ele passa a existir exatamente por algo que supre uma necessidade. Nossa, isso é tão poderoso. E não tem como conquistar a autocura. Não tem como a sua vida ser transformada vivendo o velho. [Música] Restauração. Esse é o significado da palavra autocura. Transformador. Uma dor que foi transformada. Você vai precisar sair de onde você está para ir para um outro lugar. E para isso, você vai ter que deixar pelo caminho tudo que faz parte de você estando nesse lugar. Aquilo que eu sou apegada tem um ganho. A atenção das pessoas. A maioria das vezes é por atenção e amor. A nossa maior necessidade. Todos os mecanismos que nós criamos na nossa personalidade, de característica. Uma coisa é personalidade, outra coisa é identidade, né? Quando a gente constrói essas características de uma personalidade, é em busca, em busca de amor e atenção. A gente busca o tempo todo para retornar à nossa origem. Para retornar à nossa origem. Essa é a nossa busca, que é o amor. Ah, mas eu não fui criada no amor. Antes mesmo do ventre da sua mamãe, Deus já te conhecia. O ventre da mamãe já é um outro estágio da sua vida. É um outro estágio já da sua vida. E quando você começa a entender com mais profundidade, sabe? Eu sei que as pessoas às vezes trazem um conhecimento sobre transformação, sobre autocura. Essa parte de transição. A própria história de Moisés, são várias histórias aí, de transição, de sair daquele lugar. São várias histórias que a gente tem como exemplo da importância de sair do lugar que nós estamos para um outro lugar. Isso não significa ser físico, tá? Isso não significa ser da sua casa, da sua cidade, não necessariamente. Mas principalmente mentalmente, emocionalmente. E quando você entende que quando você decide: "Não, eu vou me curar. Eu preciso sair dessa vida. Eu não mereço estar aqui." Isso é uma consciência importante. "A minha vida precisa ser transformada." Aí quando você começa a pensar: "O que eu preciso deixar ir?" Essa é a primeira pergunta. Já escreve aí, ó. Escreve para depois você viver isso. Porque com o tempo, você vai colocar uma música que te emociona, que traz uma profunda reflexão. E você vai colocar assim, ó. Você vai colocar um alvo sendo o lugar que você deseja, aquilo que você deseja. O que que você deseja viver? Tá? Imagina numa distância. E antes, nessa folha, você vai colocar o que você precisa deixar. O que que você precisa deixar no seu caminho agora para você chegar nesse lugar? Que você precisa. É a mesma coisa de uma viagem. A mesma coisa de uma viagem. Pensa comigo. Você vai para um lugar. Esse lugar é muito frio. Só que a sua cidade, ela é quente. Imagine eu, Minas, estou indo lá para São Paulo, que está bem frio lá agora. Aquilo que eu tenho hoje, aquilo que eu tenho, talvez o meu guarda-roupa não é suficiente para o lugar que eu estou indo. O que eu preciso deixar para que o novo, aquilo que eu preciso, consiga chegar, consiga ter espaço? O apego gera acúmulo. Anota isso bem grande. Apego gera acúmulo. E eu falo de acúmulo de coisas. Eu falo de acúmulo de emoções. Eu falo de acúmulo de pensamentos. Tudo que coisa que você vive aí, você consegue acumular. Aquilo que você acumula, acumula, acumula, acumula. Chega um ponto que não tem espaço. E você está, ó, em oração. Você está aí refletindo, pedindo a Deus para que você conquiste um objetivo, para que você tenha algo. Só que não tem espaço na sua vida. Qual é o espaço que tem hoje na sua vida para você receber todas as bênçãos que já foram preparadas para você? Que espaço você tem hoje? Isso é bem profundo. Isso me faz refletir para a minha própria vida. Às vezes, a gente se apega com coisas tão bobas, bobas, por medo. Por medo de não ter o que tem agora. Que é aquela coisa: "Ah, agradece, você já tem." Não é sobre não ter gratidão pelo que tem, tá? Eu vou falar sobre isso aqui. E me fez exatamente pensar, porque quando nós estamos em um processo de ascensão, ascensão seja pessoal, seja profissional, a gente precisa desapegar muitas vezes de pessoas. De pessoas que a gente tem carinho. Só que aquela pessoa, ela não é mais. Ela não está no nível de consciência que você se encontra. Então, a conversa dela não faz mais sentido para você. E toda vez que você tira um tempo para conversar com essa pessoa, você começa a se sentir mal, porque ela começa a gerar todos esses sentimentos aí através daquilo que ela traz de fala. Coisas tão [Música] mínimas. Isso pode estar te atrapalhando. Desapegar da opinião alheia. Se gerou, se gera identificação, se a pessoa fala sobre você aquilo que não é você, é uma coisa que você tem certeza que não é. Agora, se uma pessoa traz aí uma opinião para sua vida e isso está dentro de você, porque você sabe que você é aquilo que a pessoa falou que você é, é onde que você precisa desapegar daquilo que não é você. Isso para mim foi a minha chave para me posicionar aqui, para falar aquilo que eu tenho de conhecimento e, principalmente, aquilo que eu tenho de experiência. Quando apego de pessoas que fazia mal, as costas novas chegaram. Foi como se eu tivesse limpado um espaço na minha vida para o novo chegar. Isso é para tudo. O apego, ele é um desprendimento, sabe? Ele é um desprendimento no quesito de não se identificar emocionalmente. Não é aquela pessoa que: "Ah, não tô nem aí com nada, não tô nem aí com ninguém." Não é sobre isso. Esse desapego consciente e necessário é o desvincular emocionalmente da pessoa, entendendo que a pessoa tem a sua vida, o seu processo, e você também tem a sua vida, o seu processo. E se a pessoa precisa de você e você estiver com a possibilidade de ajudar essa pessoa, você vai ajudar. Só que você não vai ficar apegada emocionalmente àquela pessoa. Isso para relacionamento é muito poderoso. Quantas mulheres estão emocionalmente apegadas em um relacionamento que já se foi há muitos anos? Eu recebi um caso aqui, eh, foi um desabafo, na verdade, alguns meses atrás, ela contando um pouco da história dela. Ela me falou que ela era separada há 15 anos, e que o ex-marido já tinha uma outra família, já tinha casado, estava com outro, com filhos. Só que ela ainda tinha esperança de voltar com ele. E ali, conversando um pouco com ela aqui, né, perguntando para ela o que a fazia sentir esperança, o que ele te trazia, né, tanto de experiências, de informação para você acreditar que ele vai voltar? Ele falou: "Nada." Ela falou: "Nada." "Ele tá vivendo a vida dele, mas eu sei que Deus vai trazer ele de volta." E eu trouxe a minha percepção diante disso, no quesito de pedir ela para procurar um apoio de uma profissional. Porque quando ela me fala isso, que ela ainda espera essa volta há 15 anos e que ela sofre por isso, ela está totalmente apegada a esse relacionamento que já se foi há 15 anos. Que já... Eu fico arrepiada. Eu recebo muitas histórias aqui, é sério. Eu tenho dia que vocês vão me ver aqui com olho vermelho no story, porque eu acabei de ler uma história. E quando eu vejo uma mulher acorrentada nessa situação, a vida está passando diante dos olhos. E isso não somente para uma separação de corpo físico, né, separou. Mas quantas ainda vivem um relacionamento que ele já se foi há muito tempo? Ou você já se foi há muito tempo, mas você está apegada à situação ainda? Vocês estão apegados, tão apegados que não conseguem nem ao menos mudar para tentar e buscar, procurar fazer diferente. E não tem como. Não tem. Presta atenção. Toda decisão na vida, tudo, toda decisão na vida, você vai renunciar a algo. Toda decisão, algo fica para trás. Isso é para a vida. Você que deseja evoluir em sua vida, você que deseja ter uma vida transformada, você que deseja conquistar sua autocura emocional, você vai ter que renunciar. Você vai ter que deixar para trás sentimentos, pensamentos, comportamentos, percepções. Não tem outro caminho senão esse. O novo para chegar em sua vida, espaço precisa ter. E eu te pergunto: qual é o nível do seu espaço aí para aquilo que você tanto vem pedindo para Deus? Qual é o nível do seu espaço aí para aquilo que você tanto deseja? E quando eu falo de deixar ir, eu falo tanto de objetos. Deixa eu falar uma coisa. Isso a gente trabalha, né, no protocolo Aurora 2.8 do TPM, é o abrir espaço. Até porque quando vocês começam a jornada de transformação, vocês precisam deixar ir. E o protocolo Eva também é muito sobre isso. É autoestima, é sobre se reconhecer, é sobre se amar. E todo esse processo vem do desaprender de tudo aquilo que me disseram que eu sou e que não sou. E todo o processo da metodologia TPM, de todo e qualquer protocolo dessa estrutura, tudo começa com desapego. Tudo começa com desaprender. Tudo começa com: "O que eu deixo pelo caminho agora?" Eu me comprometo deixar esse hábito disfuncional. Qual é o hábito disfuncional que está te acorrentando? Todo mundo tem. Qual é o hábito disfuncional que está te acorrentando? É um processo diário, contínuo. Processo de evolução, ele é contínuo. E no processo de transformação em autocura, nós temos várias etapas que tudo tem a ver com o desapego. Nós temos uma etapa aqui, ó, que tem tudo a ver com desapego, que é o autoconhecimento. Começa no autoconhecimento. Como assim, Ju? Tem a ver com desapego. Dói olhar para a nossa verdade. E quando a gente começa a olhar para a nossa verdade, que o processo de autoconhecimento nos proporciona, ali a gente começa a descobrir tudo que a gente precisa mudar, tudo que a gente precisa desenvolver, tudo que a gente precisa desaprender. E o desapego faz parte disso. Não tem como você passar por um processo de autoconhecimento se você não estiver convicta que vai ter que desapegar. Desapegar até mesmo daquilo que você acredita ser e que não é você, e que talvez você fica sustentando essa máscara por proteção. A máscara da boazinha, a máscara da guerreira, a máscara da coitadinha, porque foi necessário lá atrás, lá na sua criança. Só que agora não. E agora é hora de, ó, tirar, desapegar. De uma característica de personalidade. O meu processo foi, foi tanto isso, e que foi muito difícil. Vocês sabem que eu neguei a minha feminilidade por muitos anos da minha vida, né? E nessa época, eu usava muitas roupas mais com características masculinas. Eu usava muito. Eu não passava batom, gente. Eu estava vendo um vídeo meu assim. O meu processo, ele foi gradativo, assim, foi etapa por etapa. Quando eu comecei a ajudar mulheres, conquistei a minha autocura, já casquinhas de cebola já foram retiradas. E ali, uma mudança já foi acontecendo. Depois foi vindo mais, né, transformações e mudanças, desapegos. E essa parte da minha feminilidade, ela foi se construindo. Ela foi, na verdade, eu fui reconhecendo isso em mim e fui desapegando daquilo que eu acreditava que eu tinha que ser para ser respeitada. Esse era o meu, na minha questão, respeitada e principalmente protegida. Eu me via protegida estando naquele padrão, naquela característica. E eu já atuava com mulheres. E esse processo foi contínuo, contínuo, contínuo. Assim, foi casquinha de cebola mesmo. Estava vendo um vídeo meu de uns 9 anos atrás, mais ou menos. Eu estava lá sem esmalte na unha. E mais uma vez, isso aqui é sobre aquilo que eu acredito, tá bom? É sobre o que faz sentido para mim. Não é que você tem que passar esmalte na unha, não. Não tem nada a ver. Isso é sobre o que isso representa hoje para mim, tá? Porque às vezes fala, isso é muito sério, que às vezes a gente fala: "Ai, porque toda mulher, para mostrar o seu, o o o que acolheu a sua natureza, tem que passar, tem que passar esmalte." Não necessariamente. Mas eu sei que quando você acolhe o seu feminino, essas características no externo, das cores, vão surgindo, porque é nosso, sabe assim? É muito do feminino mesmo. Enfim, cada uma com o seu jeitinho, com a sua forma. Eu estava vendo esse vídeo, gente, é sério. Eu sem um batom, sem um... Eu não sou de usar batom todo dia, mas assim, sem nem um, um protetorzinho, sem nada, assim, fazendo um vídeo para compartilhar conhecimento. Eu não tô brincando, é seríssimo. E para mim, naquela época, estava tudo OK. Agora, me fala: "Ju, o tempo todo está nesse lugar?" O que que demonstra para as mulheres? Demonstra falta de cuidado. Demonstra sim, falta de cuidado. E ali, eu refletindo: "Nossa, eu já atuava com mulheres aqui, já eu já atendia, mas ainda tinha uma casquinha de cebola." E foi um processo, porque desapegar daquele padrão que me protegeu, que isso toca, mexe muito comigo. Olha o que que gerou em mim. Olha, eu senti vergonha. Eu comecei assim, o desapego, o desapego daquilo, daquele padrão que eu me construí, que foi necessário, foi importante, que eu acolho. Um dia, eu recebi uma pergunta assim: "Ju, você mudaria alguma coisa na sua vida no passado?" Nada. Não mudaria nada. Nossa, foi tudo muito importante, tudo, tudo, tudo muito importante para ter o conhecimento, a experiência que eu tenho hoje e pro, tudo, para tudo aquilo que eu proporciono aqui para vocês. É importante esse desapego. Ele me gerou medo, lógico. Me gerou medo. Mas sabe o que que me gerou vergonha? Vergonha dos meus amigos, das pessoas que me conheciam. O que eles iriam pensar de mim? Juliana, naquele padrão, daquela forma, daquele jeito. Juliana diferente de escarpim. E eu escutei isso de amigos. Eu escutei: "Juliana de escarpim, Juliana de saia, Juliana de maquiagem." E aquilo gerava um sentimento de vergonha. De: "Será que eles vão me aceitar? Será que eles vão continuar gostando de mim?" Olha o medo da rejeição. E isso acontece. Isso acontece para tantas coisas na vida de vocês. Pode perceber, porque você está agora estudando para atuar como uma terapeuta. Você que vai começar a jornada comigo no protocolo Eva para atuar como mentora. O que que as pessoas podem falar de mim? "Ai, que vergonha, eles vão me criticar, eles vão falar que eu não sou capaz." Isso é apego. Apego à situação, apego aos amigos, apego na forma que as pessoas te tratam, apego na forma que você trata as pessoas, apego nas relações. Tudo é medo. O nosso cérebro, ele busca o tempo todo economizar energia. Ele não quer se esforçar. Ele não quer se esforçar. E principalmente, se você vem desse lugar que não quer se esforçar e ficar nesse lugar é cômodo, né? Que muitos falam: "Ai, zona de conforto." É porque é cômodo no quesito de "eu estou sobrevivendo". É entender que vai doer mesmo. É aceitar. Eu vou trazer aqui, ó, depois do autoconhecimento, que é desapegar daquilo que me disseram ser e que eu passei a acreditar que sou e que eu não sou. Eu quero saber quem eu sou. Nossa, Ju, que tanta coisa do "eu sou"? Pois é. Para realmente descobrir o "eu sou", vem a aceitação. Aceitação de todos os sentimentos que irão surgir. Aceitação da tristeza. Aceitação. Pode sentir dor. Aceitação. Aceitação não significa que você vai permanecer nessa fase para sempre. Então, entende uma coisa, ó. A aceitação não é sobre resignar. A aceitação é compreender que isso é uma fase. Isso é uma fase. E que essa fase vai passar. Se você não estiver disposta a sentir a dor do desapego, e dor não é algo ruim. Nós já falamos sobre dor aqui. A dor é uma mensageira, onde diz para você que algo precisa ser mudado, melhorado, transformado. A dor significa que também você está em um processo de transformação. Se transformar dói. Quem é que nunca sentiu uma dor ao se transformar? Depois da aceitação, vem a parte de libertação. Eu entendo que é uma fase. E eu liberto esses sentimentos. Eu liberto essa pessoa. Presta atenção nisso. Olha o poder dessa frase, meu Deus do céu. Eu liberto essa pessoa para viver a sua vida. Eu me liberto para viver a vida que eu mereço viver. Eu me liberto de personalidade que eu acreditei que eu tinha que ser para sobreviver e que agora eu não preciso. Eu liberto esses pensamentos. Eu liberto essa pessoa. Vem o perdão, né? Perdão é libertar. E o perdão é muito mais sobre o autoperdão do que perdoar outras pessoas. Às vezes, a gente fica tão nessa ideia de perdoar outras pessoas, mas é muito mais sobre autoperdão. Porque você está vinculada emocionalmente com aquela pessoa, porque você não se perdoou por ter vivido aquela situação que te decepcionou. É se perdoar. É entender que você não tinha maturidade e recursos suficientes para lidar com aquela situação no qual te causou decepção. É te perdoar por você não ter conseguido reagir diante daquele comportamento que te trouxe dor. É muito mais sobre autoperdão. E libertação vem exatamente daí. E entra a liberdade, né? A Karim colocou aí: "Eu aceito a liberdade." E entra a liberdade. Desapego é sobre liberdade. É sobre entender que a vida, nós vamos viver várias experiências, várias fases. E que por várias vezes, e a todo momento, algo vai ficar para trás. E falando na no meu caso, que eu senti vergonha dessa transformação pessoal, que refletiu nas minhas características, na minha personalidade, na forma que eu olho para a vida, na forma que eu me relaciono para a vida. E hoje, eu me sinto livre para ser quem eu sou de verdade. Por muito tempo, eu construí uma característica, uma personalidade, uma máscara para me proteger, para me sentir amada e aceita pelos meus amigos, pela família. E quando eu volto e olho para tudo isso e me perdoo, que foi necessário, foi importante, hoje reconhecendo tudo que eu construo, através da minha própria história, que é o que eu sempre ensino para vocês, a nossa história se torna uma inspiração, uma fonte de inspiração para salvar vidas, para libertar mulheres de prisões emocionais, mulheres que estão prisioneiras da sua própria mente. Hoje, eu sempre falo com os meus amigos assim: "Você precisa me conhecer novamente, porque você não me conhece." Aquela Juliana que você conheceu, ela não existe mais. Eu desapeguei dela. Eu precisei deixar ela ir. Foi bom até então, mas começou a não fazer mais sentido para mim. E aquela Juliana com todas as armaduras começou a ficar pesado. E teve que vir uma doença para me desconstruir. Prazer, hoje eu sou a Juliana. Isso gera várias coisas, né? Gera julgamento. Quantas vezes eu não escutei: "Ah, isso é apenas um entusiasmo da Juliana, uma motivação, isso vai passar." E já são anos, anos, anos, muitos anos, e não passou. Porque aí entra um ponto aqui: personalidade, características, passam. E nós temos o nosso direito de fazer as nossas escolhas. Hoje eu penso dessa forma, mas talvez amanhã não penso da forma que eu penso hoje. Todo mundo tem o seu direito de se transformar. Todo mundo tem o direito. Mas tem pessoas que não conseguem se transformar, acham que não é possível, acham que: "Ah, isso aqui é coisa da cabeça dela." Entende? E quem conhece a minha história e vê o que eu me tornei a partir do meu reencontro, na verdade, eu apenas ocupei o meu lugar. E por um período, eu tive que viver experiências que não faziam parte das minhas características. Nada a ver. É muito doido. Meu Deus do céu. Mas eu tive que ir lá. Eu tive que viver tudo que eu vivi. Eu tive que construir uma personalidade para me proteger. Isso acontece na nossa vida de transformação. Quem está no processo da autocura, você pode ter certeza que muitas pessoas estão aí falando para você que: "Ah, agora ela acha que ela vai conquistar autocura emocional, vai ajudar a mulher a conquistar autocura emocional, vai ajudar mulheres a elevarem autoestima, vai ajudar mulheres em sua transformação. Agora ela vai viver o propósito." Ah, para André, esses dias aqui, você estava fazendo isso, isso, isso, aquilo. Gente, tem gente que faz isso. Tem gente que joga na nossa cara o que eu fui um dia. Eu não estou lá mais. Se você vive naquele naquela época, eu não vivo mais aquilo. Para mim, já passou. Se para você não passou, você está distante de mim agora. Você está distante. Por isso que não está fazendo sentido para você. Está difícil compreender quem eu me tornei hoje, porque você continua lá no seu mundinho, lá no passado, vive no passado, apegado no passado. Eu tenho amigos ainda no mesmo jeitinho, do mesmo jeitinho que viveu na faculdade, do mesmo jeitinho gostando das mesmas coisas, das mesmas músicas, dos mesmos passeios, do mesmo jeitinho. Misericórdia, Senhor. Não. E eu vejo que o nosso processo de evolução vai acontecendo ao longo do tempo. Isso para a nossa própria idade. Sim, eu sou aquela que acredita que ao longo do tempo, a gente vai mudando o gosto de se vestir, o nosso gosto de se arrumar. Daqui um dia, o meu cabelo vai estar todo branquinho. Como que eu vou querer arrumar ele? Daqui uns dias, a expressão do rosto começa a aparecer, as linhas de expressão, as coisas vão mudando. E a gente vai encontrando a nossa forma de expressar estando nesse lugar. E aqui entra a aceitação. Mas isso é tão maravilhoso, meu Deus do céu. Presta atenção. Quantas mulheres estão apegadas na juventude? Quantas mulheres estão apegadas na adolescência? E apego, escreve isso aqui, ó. Apego significa que você não viveu em plenitude naquilo, naquela experiência. E por isso você permanece lá, naquele lugar, esperando viver aquilo que você não viveu. Apego de um relacionamento, apego de idade. Vocês já ouviram falar? Ah, agora ela está mais velha, ela quer viver a juventude. É óbvio, ela não viveu a juventude. Ela vai querer viver de novo. Aliás, ela vai querer viver. Ah, agora minha mãe tem tantos anos, está querendo viver igual mocinha. É lógico, ela não viveu a juventude dela, e ela vai querer viver. Então, ó, olha o segredo. Olha o segredo. O segredo é você viver intensamente a sua juventude, intensamente o seu relacionamento, intensamente a sua fase atual, intensamente. Porque quando você vive intensamente, não tem falta. Se não tem falta, eu estou preenchida. Eu não preciso me manter naquele lugar à espera de algo. Olha que chave poderosa, pelo amor de Deus. Presta atenção. Anota isso, porque até eu depois vou voltar aqui para anotar isso. Se você se preencheu, não tem que voltar. E sabe o que que acontece? Eu vejo isso. Eu vejo isso pela minha vida. Eu vivi a minha juventude. Eu vivi a minha juventude. E falar assim: "Ju, você tem falta de algo?" Não, porque eu [Música] vivi. Eu vivi a juventude e todas as características de uma juventude. E hoje, eu não preciso vivê-la novamente, porque ela já passou. Eu desapeguei, porque não me falta mais daquele momento, daquela época. Não me falta nada. E agora, sim, estando nesse lugar, nessa fase, eu preciso viver assim, né? Porque você pode viver essa juventude em sua vitalidade. Sabe? Você pode viver essa juventude no autocuidado. A questão aqui é o perigo de você estar presa lá e não estar vivendo aqui a sua fase atual. É sempre entender: "O que eu posso fazer por mim, por essa jovem que não viveu hoje, estando na minha fase adulta?" Ah, Ju, é uma aula de dança que eu tinha vontade de fazer. Vai fazer sua aula de dança. Ah, Ju, eu queria é fazer um esporte. Vai fazer um esporte. Ju, eu tinha muita vontade, sabe, de estudar. Vai voltar a estudar. O perigo está na não aceitação do momento que você se encontra hoje. E esse conflito te gera aqui um distúrbio, te gera uma disfunção visual na sua imagem, autoimagem. É isso. Estando na minha fase, acolhendo essa minha fase, o que eu posso fazer para a minha jovem que ainda habita em mim? Habita em você, habita em nós, em memórias, em informações. Como você pode fazer isso para cuidar dessa parte sua que está clamando por você? E se você não fizer de forma consciente, você vai fazer de forma inconsciente. Aí, sabe o que que acontece? Aí você começa a utilizar coisas por tentar encaixar nesse padrão e que não faz sentido para você. Eu tenho alguém na minha família exatamente assim. E sabe que compra roupa, compra roupa que não vai usar, porque quando coloca, não se sente bem. A natureza, ela é magnífica. Não, eu tô incomodada. Não tá legal. Mas tem aquela que coloca porque é moda, porque a colega está usando, é modinha. Vou usar. É modinha. Um cropt. Nada contra o cropt. É engraçado. Ai, meu Deus do céu. Porque tem que ter cuidado, sabe? Porque com um corte aqui. Nada contra o cropt, mas tudo agora é isso. Você vai procurar uma roupa. Fim. Gente, cadê a parte de baixo da roupa? Sabe? Cadê o restante da blusa? Gente, está tão difícil achar roupa ultimamente, né? Tudo bem, se você quer usar um cropt, mas esse crop tem que estar realmente fazendo sentido para você. Tá? Tem que estar fazendo sentido para você. Que você não está adequada emocionalmente. E eu falo muito mais emocionalmente. Sentido é questão de sentir, né? Eu, Juliana. Cada uma precisa sentir. Eu tô trazendo esse exemplo só para vocês compreenderem que não adianta tentar se encaixar na modinha, que essa modinha não vai se encaixar a você, não vai gerar bons sentimentos em você. Você sabe. Tem coisa que mexe muito comigo. Primeiro, gente, não é um julgamento. Porque às vezes a gente traz, não é um julgamento, é a minha percepção daquilo que é importante para uma mulher. Eu acho que o corpo da mulher é incrível, é lindo, é maravilhoso. Mas quando a gente tem a mulher tem essa consciência de que tem que mostrá-lo para se sentir amada e aceita, e se encaixa nesse padrão da moda, se seguir o padrão da moda, o padrão da moda é totalmente voltado à exposição do corpo da mulher. É só para expor o corpo da mulher. E isso eu falo que às vezes tem umas narrativas aí que vai totalmente contra. Eu acho que não sabe nem o que estão falando, né? Quando entende que se eu estou aqui expondo o meu corpo, eu acabo nutrindo uma consciência tão perigosa para as mulheres. Eu acabo fazendo ali, criando armadilhas para eu mesma cair, para eu mesma cair. Mas acreditam que tem que ser assim? Acreditam que: "Ai, escutei isso. Ai, Ju, mas hoje está usando isso." Ei, se a moda está falando aqui, eu estou indo para lá. Se a moda está, estou indo para outro canto. Eu estou indo contra, porque eu sou dessas. Ai, Ju, porque agora está isso. Então mostra tudo que não é de agora. Me mostra um trem antes, sei lá. E eu tenho muito essa consciência. E é minha missão de conscientizar mulheres. Sim, o nosso corpo, ele é sagrado. Ele é tão sagrado, tão sagrado, tão sagrado, que é no ventre de uma mulher que vem ali todos os filhos. Todo mundo passa por um ventre de uma mulher. Todo mundo se nutre de uma mulher. Infelizmente, é a que mais é desvalorizada por elas mesmas. A maioria das mulheres, por falta de consciência, óbvio, né? Totalmente desconectadas, totalmente em busca de amor, carinho e afeto. É só isso. E não vem falar aqui não, porque eu sou como que é? Eu sou autossuficiente. Não, eu, eu, eu fico, estou bem sozinha. Para cima de mim, pelo amor de Deus. Não é. E o seu travesseiro sabe que não é. E quando você tenta através do seu corpo ser vista e amada, é essa carência e essa lacuna que você não quer aceitar e que você não quer reconhecer. É a tal empoderada, disfuncional, doente, abandonada, carente, desamparada, desconectada, triste. E o nosso dever é conscientizar essas mulheres. E aí elas vão precisar desapegar. Desapegar até mesmo dos ambientes que elas convivem hoje, porque não vai fazer sentido mais. Desapegar de uma narrativa que adoece as mulheres. Desapegar de uma imagem que ela construiu dela, que ela tinha que ser assim, que ela tinha que vestir assim, que ela tinha que mostrar o seu corpo assim. Desapegar. E esse é o processo. Faz sentido para vocês? E a última etapa de todo o processo para transformação, autocura, e que tem desapego, é a renovação. É renovar. É renovo. Só que para renovar, o velho tem que ficar pelo caminho. Então, vamos recapitular aqui essas etapas. Nós temos o autoconhecimento. Nós temos aceitação. Nós temos libertação. E nós temos renovação. Anotaram? Fez sentido para vocês? Beijo no coração. Quero saber aqui o que que você achou dessa live. Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau, tchau. [Aplausos] [Música]