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Nascido no Brasil em 1921, concebeu e impulsionou um novo tipo de vínculo pedagógico e entendeu que o educador deveria se envolver nas problemáticas de seu povo, empreendendo um caminho de luta contra o que denominava uma pedagogia bancária. Pedagogo, escritor, político e pensador, Paulo Freire concebeu a educação como uma ação política capaz de libertar os oprimidos.
É em 19 de setembro de 1921 que, em Recife, uma cidade empobrecida do Nordeste brasileiro, nasce Paulo Freire. Após uma escolaridade dificultosa, aos 20 anos começa a estudar direito e a ensinar português em escolas secundárias. Tem uma forte influência de formação cristã, estudando em um colégio católico, sua escola secundária, porque é o único lugar que sua mãe consegue e o consegue ubicar. Trabalha em paróquia sendo muito jovem e se forma em um instituto superior de estudos brasileiros, onde há participação de pedagogos cristãos como Teixeira e Acevedo.
Corre o ano de 1954 e Paulo Freire é nomeado chefe do departamento de educação e cultura do Serviço Social da Indústria de Recife. No ano seguinte, é nomeado professor de pedagogia na Universidade de Recife, e ele estava na nona parte da extensão cultural, doce assim, em um projeto de extensão de educação de adultos, uma sequência elevada para a Universidade Federal de Pernambuco. Toda a experiência que começa facilita a educação de adultos, se lesiona na parte do caso que opõe à reforma do diretor e tenho a base de Soto Cano para parte da educação à esposa do para a primeira depois da guerra de edificar a professora primária e um cineasta para seria teu casamento e dela se lhe começa a formar a costa educacional em uns dias.
Em um discurso de 2.250, o governo de 80 convence que o país não se desvia porque não fizemos mais de metal da população brasileira analfabeta. Freire promove a participação crítica de pais e alunos sobre as questões que fazem à vida da escola e da sociedade. Também se preocupa por que os trabalhadores reflitam e tomem consciência sobre seus problemas educativos, sindicais, laborais e familiares.
A igreja latino-americana vive a partir da década de 50 tempos de forte militância e compromisso com as lutas populares. No Brasil, começa um movimento de comunidades eclesiais de base que cresce incessantemente nas décadas seguintes e, frente ao qual, Freire assumirá um forte compromisso. É o ano de 1960, Paulo Freire funda o Movimento de Cultura Popular, onde amplia sua concepção sobre alfabetização e educação de adultos, igual que possui, entre outros, agregados que o próprio, desde o movimento, dessa metodologia de alfabetizar que particulado com toda a reflexão local, a cultura das pessoas e a cultura de uma certa comunidade, e a partir de um processo de reflexão para observar o pincel de algumas palavras deste contexto. E essas palavras que vós shawn marion palavra senadora se reduz constituir como esse elemento de um elemento significativo de possível apreciação fabricação.
Então, aqui, assim, em um panfleto do mundo reduzido, ele é o estômago. Paulo Freire, apenas como um método que seria um método rápido de alfabetização de três meses, as pessoas comem muito mais do que nunca. Sílabas, elemento mais um processo de conscientização, negação, condição em uma determinada sociedade. E aclaro também que dizem às pessoas que se apoderam da leitura do escrito com uma arma política, também evoluíram de luto e de processos de democratização. Freire confirma que os trabalhadores se interessam pelas questões políticas quando se referem diretamente a suas problemáticas e necessidades.
Para Paulo Freire, é claro que não se trata de explicar às pessoas como é a estrutura de classes da sociedade ou quais são as contradições principais e secundárias. Trata-se de fazer uma experiência na qual o sujeito articule essa preocupação, essa experiência existencial com esses problemas estruturais ou com essa situação, a estrutura.
O método de alfabetização desenhado por Freire a partir de 1961 baseia-se em sua própria experiência na cidade de Angicos, no Nordeste brasileiro, onde 300 camponeses adultos são alfabetizados em apenas 45 dias. A obra de Freire surge no Nordeste do Brasil em meados da década de 60. Metade de seus habitantes são analfabetos ou vivem no que Freire aponta como a cultura do silêncio. Também coincide a experiência que realizam interior do grande de nosso estado, mas é nosso estado natal. Aprendemos no interior do by-pass de um trabalho de alfabetização, é um costado de cada trabalho. Primeiro que todos conhecemos o mundo da bicicleta que tem pendente estações e experiências destes coletivos em um período que custou o mundo culto entre 45 e 52. Quando esta experiência se analisa, aqui se levantou um dia durante o processo de buscar a pesquisa e feira o quadro ou quando negro o apoio inscrição nem nada. E quando acabo de vir do Magalhães força que quando terminava em um edifício aqui que passa que a consigo e o giro para mim e diz pôs fim a um milhão já morreu.
Para Freire, o universo vocabulário é o conjunto de palavras com que os sujeitos interpretam o mundo e contém os temas e problemas que são significativos para os educandos. Freire sustenta que o educador deve se envolver nos processos históricos dos setores populares, observando quais são seus universos de vocabulário. Considera que, em uma estrutura de dominação, a linguagem e a experiência estão alienadas. As maneiras de falar e pensar o mundo constituem um reflexo do pensamento e da linguagem próprios das sociedades dominantes. O distingo de fórmula e elaboração, equipe um plano nacional de combate ao analfabetismo que se pressupõe que pressupõe a criação, numeração, plano, um sistema de traslado da criação de 20.000 núcleos de alfabetização que o chamado circo de cultura é uma concepção de produção que está muito importante porque ele, onde agregou, ele nos separa do aprendizado do mundo da leitura e da escrita cultural.
Em 1963, Paulo Freire é nomeado diretor do Plano Nacional de Alfabetização, mas no ano seguinte, um golpe militar põe fim a esta etapa. Freire é encarcerado pela ditadura e encontra proteção na embaixada da Bolívia, cujo governo o contrata como assessor do Ministério da Educação. Mas, mal chega à cidade de La Paz em 1964, é testemunha de um novo golpe de Estado e marcha para o Chile. Freire começa assim um longo exílio que se estenderá até 1980.
A experiência do exílio é muito forte em Freire, em algum momento o manifestou, o manifesta e, de fato, o primeiro exílio que selecionou chileno. No Chile, há uma grande concentração de intelectuais, está armando o governo da Unidade Popular. Permanece no Chile durante mais de quatro anos, onde trabalha no Instituto de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária e na Oficina Governamental Especial de Educação de Adultos. Também a experiência do exílio que continua em Genebra e o vincula, a partir daí, com várias experiências dos movimentos revolucionários africanos. O põe em contato com um pensamento muito potente, um dos mais fortes que o impacta muito, lamenta-se ao Cabral, o dirigente da revolução guineense, um dos intelectuais mais importantes.
Em 1967, Freire viaja aos Estados Unidos como conferencista de diversas universidades e trabalha como professor convidado da Universidade de Harvard. Conclui a década de 60 e Paulo Freire publica o livro "Extensão ou Comunicação", no qual concebe a extensão da cultura como uma operação invasora, enquanto, de modo oposto, argumenta que a comunicação da cultura fomenta a conscientização, já que não é possível aprender se os saberes estão em contradição com as experiências pessoais.
Quando Freire discute isso e escreve um texto que no Chile está discutindo com o pensamento hegemônico naquele momento e pondo em tela de juízo não somente um modelo abstrato educativo, mas uma prática político-pedagógica concreta. Paulo Freire afirma que o educador que não conhece o mundo do camponês não pode estabelecer um vínculo pedagógico com ele, nem muito menos tentar mudar sua atitude. Enarbola sua experiência educativa em princípios que fomentam a prática da liberdade, práticas que se afastam de um simples apoio técnico e põem o esforço em tentar decifrar-se a si mesmos e aos demais.
Vamos esperar um ratito que venham os companheiros e começamos a aula. É no início dos anos 70 que Paulo Freire publica suas obras mais famosas: "Educação como Prática da Liberdade" e "Pedagogia do Oprimido". Estas são proibidas pelas ditaduras cívico-militares que assolam o conhecer.
"Educação como Prática da Liberdade" apresenta uma proposta pedagógica para o Brasil na fase de transição da sociedade agrária colonial a uma sociedade independente e industrializada. A publicação de "Pedagogia do Oprimido" conforma uma contribuição latino-americana fundamental ao processo de organização política dos setores sociais dominados. Freire enfatiza o reconhecimento do estado de opressão como uma situação de violência e faz ênfase na estratégia geral de trabalho revolucionário com os oprimidos e não para eles. "Pedagogia do Oprimido" destaca o papel da educação como uma forma de política cultural e interpela a todos os trabalhadores que se desempenham no âmbito da educação e da cultura.
Freire ressalta a relação entre diálogo e transformação. O diálogo indica um tipo de comunicação para construir a verdade que ninguém possui de maneira absoluta e na qual nunca se alcança definitivamente. Expressa que existe uma dupla dimensão do diálogo: a ação e a reflexão articuladas entre si. É educação bancária, pouco ao oferecer avatar vinculada ao que lhe submete uma escola mais profissional, que significa aquele outro professor sabe tudo e que algum não sabe nada de algum seria que o depositário dos conhecimentos que seria transmitido por uma única pessoa. É habitual nesta relação os alunos em ser passivos, o professor ativo, embora se o queira elevar. Por aqui, a gente se educa e ao mesmo tempo que, embora nesse sentido, essa contraposição a que o professor tem a capacidade e hoje fazendo este universo cultural, histórico, linguístico com os alunos, o poder organizar necessidades, esses conhecimentos de uma forma sistematizada, e criar todos os processos para que esse processo seja educado e alfabetização do PSD e a casca de honra quantas filas ações sembrado três sílabas.
Freire opõe em sua proposta, conhecida como educação da lógica, ao que chama educação bancária. A educação dialógica busca estabelecer uma relação igualitária entre educador e educando, na qual ambas as partes ensinam e aprendem, já que ninguém sabe tudo e ninguém ignora tudo. Soraya árvores três sílabas bem Nestor cansaço crescia muito bem.
É o ano de 1970. Paulo Freire se traslada a Genebra, Suíça, onde é convocado para assessorar nos programas de educação do Conselho Mundial de Igrejas. Entre os anos de 1975 e 1980, trabalha em São Tomé e Príncipe, Moçambique, Angola e Nicarágua, lugares onde se posiciona como um militante comprometido com a libertação dos povos oprimidos.
Em março de 1980, Freire empreende seu regresso definitivo ao Brasil. Mulher com obras de Bach para o Batã de ocupação, um máster na Universidade de São Paulo, quando se decompõe e a pouco de Sampol é esta diana porque a mediação se destaca porque a pouco foi em dois polos ninguém resistência em um campo universitário que acolheu o mundo dos pacientes por realidade e ao abrigo compreende um pouco a presença de vários intelectuais que vamos trabalhando para a diversidade no campo de reflexão na educação com a criação como uma novidade em uma criação maior como na decoração os programas de avaliação dentro do estádio.
Tras ver o partido dos trabalhadores ganhar as eleições municipais em São Paulo em 1988, e Freire assume como secretário de educação. Sua política se centra em quatro objetivos principais: ampliar o acesso e permanência dos setores populares à educação pública; democratizar o poder pedagógico para que todos se vinculem em um planejamento autogestionado; fomentar a construção coletiva, interdisciplinar e a formação permanente do pessoal docente; e contribuir para a eliminação definitiva do analfabetismo.
E o outro elemento que não quero deixar de mencionar é a dificuldade que teve Freire para essa gestão. Era Paulo Freire, vinha com um enorme prestígio internacional, com um enorme apoio político. Ele é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, está mostrando em 80, este chega com enorme apoio e tem muitas dificuldades para implementar transformações no sistema escolar.
Paulo Freire se encontra em uma situação paradoxal: crítico da educação promovida pelo Estado, é agora funcionário público. Aceita o cargo convencido de que é uma oportunidade para modificar problemas estruturais do ensino, mas as pressões exercidas desde a burguesia paulista, a oposição política e a imprensa escrita os levam a renunciar a seu cargo e continuar trabalhando desde outros espaços. Então, há que ver aí como funcionavam os diferentes atores: as famílias, os partidos, os sindicatos, os diferentes componentes da frente, porque não é que ganha o PT, ganhou uma frente nas eleições em São Paulo. Então, me parece que toda essa complexidade, pelo menos para alertar-nos de que não é fácil mudar o sistema escolar.
Se Paulo Freire não pôde, ou não como, como haveria que fazê-lo, em um momento decide que o melhor para que sua equipe, que não é bom é a gente, mas para que esse projeto continue é que se retirem outros. Ele diz: "Eu vou para ficar", e de fato, fica a equipe que vinha trabalhando com ele, desenvolvendo o processo que estava iniciado.
Em 2 de maio de 1997, aos 75 anos, Paulo Freire morre na cidade de São Paulo. Sua obra, traduzida a diversos idiomas, estende-se a mais de 27 livros próprios e coletivos. Em algum momento, Freire, em vários momentos, manifesta que ele está preocupado com se tornar um mito e, em algum momento, relata uma experiência um pouco frustrante onde a gente se vai, onde entrevista em uma situação complicada, diz: "Contento, he vencido mi propio mito, yo estoy contento con ello".
E junto com isso, há uma mobilidade na biografia de Freire. Se um o toma de maneira rígida, pode dizer: "Bom, este transformou porque ele, Freire que em "Pedagogia do Oprimido" ou em "Educação como Prática da Liberdade", não contra a palavra escola, não contra a palavra professor, termina sendo o secretário de educação do município de São Paulo". Então, há aí uma mudança importante. A mim me parece que essas transformações que Freire faz nas conjunturas são justamente em função de manter a coerência, que não é manter a rigidez, mas ser capaz de manter princípios que se articulam de modo distinto em cada conjuntura. Isto me parece que este princípio será youtube apresentam até as obras de Paulo Freire. Ele é entender são necessários porque não é um documento, não é igual em nosso mundo contínuo estratificado e o compromisso lhe guarda uma como a verdade comprou está contra as exclusões. Me parece que anda são vendidas foram abraçadas, mas pode oferecer que são vendedores de uma presença, portanto, a leitura inspirar por defeito desafia, talvez a minha resposta será pouco humilde, estaria celebrado como um sujeito que amo profundamente, honduras pessoas os visos há sabores e sabores ávila.
Freire revolucionou o glossário de conceitos pedagógicos e produziu um giro radical no modo em que entendemos os processos educativos. Uma educação que é ação e reflexão em cada passo, em cada pegada que o mesmo chegou adiante em sua prática, em uma luta comprometida pela escola pública popular, pela alfabetização, pela igualdade e a libertação dos setores oprimidos. Paulo Freire segue dialogando conosco na hora de pensar e acionar sobre a educação e a identidade latino-americana.