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Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo, comprometido com o presente e o futuro da contabilidade.
>> Bom dia a todos. Eh, o meu nome é Gilberto de Carvalho. Eu sou vice-coordenador da comissão de normas técnicas tributária. Sou também participante, sou da comissão de técnica de reivindicações do Cescon. Eh, quero agradecer a a participação de todos neste evento e reforçar que este é um evento conjunto com o Cindic São Paulo. Agradecer também a participação eh da senora Maria Ana Maria Costa, ela é vice-diretora eh de educação continuada do Suscon São Paulo. Eh, quero lembrar a todos que esse evento ele acumula pontos para a o programa de educação continuada do CRC e neste ano são 40 pontos. E quero passar agora para uma breve mensagem e apresentação da senora Ana Maria Costa e em seguida farei a apresentação do nosso professor, professora Ana Maria.
Salve. Bom dia a todos. É uma grande satisfação estar aqui participando deste evento e aproveito para registrar o nosso a nossa gratidão e trazer o abraço do nosso presidente Claudine, ao a ao presidente João Carlos Castilho e toda a sua diretoria. Falar um pouquinho do C de Conte, que é uma entidade que acabou de completar 106 anos de atuação, está localizado na Praça Ramos Azevedo 202 e o pilar principal do Cindicte é a educação continuada. Desta forma, eh, nós temos palestras, eh, de segunda a sexta em vários e as eh em vários, eh, aspectos, né, para contribuir com a educação do continuada do do profissional, é aberto ao público e, eh, porque entendemos que é desta forma, somando, né, para para ter um associado muito consciente e aproveitar de todos os seus benefícios. Alguns dos benefícios que nós temos é assessoria jurídica, trabalhista e societária, eh, eh, assessoria jurídica, trabalhista, societária e e tributária. Nós temos parceria com a Qualicorp, nós temos também a parceria junto a uma quadra de futebol, aonde todos podem se reunir às no dia no sábado, eh, das 11 às 14 horas para um bate bola e também para um bate-papo depois, né? Eh, temos parceria com as com três colônias de férias nas cidades de Berchoga, Praia Grande e Peruíbe. Eh, também gostaria de registrar a nossa, ah, que nós vamos ter agora em setembro, a nossa semana paulista de contabilidade. Estamos nos organizando e será uma semana inteira de discussão. Já fica o convite para todos, não somente participar e associar. Gratidão pelo espaço concedido.
>> OK. Então, obrigada, Ana Maria. Eh, então só queria reforçar a que vocês precisam marcar presença através do do Qcode ou do chat que tem aí para poder receber posteriormente o certificado. Eh, feit essas observações, eu gostaria de apresentar aí o nosso palestrante eh da manhã, o professor e Dr. Anderson de Moura, já é nosso colega aí de outros eventos, né, professor, ele é contador, advogado, com expertize na área tributária, eh possui MB eh com especialização em recuperação de créditos tributários e previdenciários, é pós-graduando em direito tributário. E e hoje, professor, é com uma expectativa enorme, né, que aguardamos aí as suas seus sábios conhecimentos para poder nos trazer aí as novidades e os impactos que a reforma tributária eh tem em relação à emissão das notas fiscais eletrônicas a partir de 2026. Então, a bola é sua, boa sorte para nós e com grande expectativa vamos querer te ouvir.
>> Obrigado, Gilberto. Dona Ana Maria, é um prazer estar aqui novamente no evento também em conjunto, né, com SidCT de São Paulo. Já fizemos um outro numa outra oportunidade. Quero agradecer ao Renato, que que é o o membro do CRC aqui presente. E eu tô olhando aqui, né, 926 pessoas já estão aí nos ouvindo. Vocês estão me ouvindo bem? Então tá bom. 926 pessoas já nos ouvindo, né? E a gente vai falar hoje de um tema que realmente tá tá mudando, né, tá revolucionando eh a classe contábil, que é a reforma tributária e em consonância as alterações que as notas fiscais elas começar a ter. Eh, eu gostaria de, antes de começar, eh pedir a Deus que nos abençoe, né, nessa jornada. eh pedir que aqueles que estão nos assistindo, daqui a pouco a gente chega em 1000, podem ter certeza que eu darei o meu 100% aqui nas minhas falas, tentarei eh trazer o máximo de expertise pro assunto. Mas eu queria recomendar que o tempo da minha fala ele é impossível de contar com é de conectar com toda a vasta situação da matéria. Então nós vamos falar aqui de insites e de situações e eu convido você que está me assistindo a depois se aprofundar no tema porque ele é muito relevante. Eu vou começar aqui abrindo o meu material. Muito bem, a gente vem, a gente vai começar a falar, né, de reforma tributária e as alterações em notas fiscais para 2026. Material depois vai ficar disponível para todo mundo que está acompanhando aqui essa essa palestra. E eu queria depois também convidar você a a participar, né, dos meus grupos de redes sociais, porque lá a gente tá sempre publicando bastante material relevante em relação à reforma tributária. Pessoal do meu do meu do meu staff vai tá providenciando lá para quem passar a me seguir após a palestra, tanto no LinkedIn quanto no Instagram, quanto no TikTok. nós estaremos lá sorteando materiais relevantes com base na matéria que nós vamos tratar aqui. Eh, eh, eu, eu queria saber se tá compartilhando o meu material, tá? Tá tudo bem? Tá todo mundo? Pera aí que a gente vai começar a compartilhar. Então falar no na parte que tá ligado que compartilhar.
>> Pera aí gente que o professor tá com uma dificuldade técnica aqui.
>> Vai interromper. Clica em interromper. Compar desktop. compartilhar. Tá compartilhando agora. Certo.
>> Perfeito.
>> Vamos adiante. Desculpe aí o pequena falha técnica. É ao vivo, né? quem sabe faz ao vivo, como diria aquele antigo apresentador. Então, nós vamos falar aqui dos da reforma tributária e das alterações de notas fiscais para 2026. É um tema extremamente relevante para a classe contábil. Tanto você que trabalha em contabilidade lá em departamento fiscal, departamento financeiro, você que trabalha numa empresa que tem ali a conexão com a contabilidade, o empresário contábil, esse assunto é bem relevante para todo mundo contábil. Todo mundo que tem ali uma gestão de negócio que envolve contabilidade vai ser impactado por essas mudanças. E a reforma tributária, ela veio trazer esses impactos. Por quê? porque ela vai tratar de impostos que nós temos no nosso dia a dia, como ICMS, PI, o imposto sobre serviços, o PIS e a Cofins. E ela elimina esse pessoal que nós estamos acostumados, né, esses impostos do dia a dia e substitui por CBS, IBS e imposto seletivo. Isso tudo está conectado com a Lei Complementar 214 de 2025. Então, a gente tem artigos ali que tratarão dessas mudanças, tratarão da substituição desse arcabolso tributário antigo para um novo arcabolso tributário, que é a reforma, que é o que a reforma traz com base na lei de 214 deste ano. E a principal situação de mudança para que se conecte essa essa essa reforma são as notas fiscais. E aí a gente vai começar aqui a fundamentar e a criar uma visão geral. Por quê? Nós que somos do meio contábil, nós já estamos acostumados a ouvir CBS, que é a contribuição sobre bens e serviços. A gente já sabe que ela vai substituir PIS e CofinFs. A gente já se habituou também com IBS. A gente sabe que ela vai ter natureza estadual e municipal. Substitui CMS, substitui ISS, vai ter um comitê gestor que vai gerar, que vai eh fazer a gestão do IBS. Nós temos também um outro elemento que se achega ao arcabolso do IVA do, que é o imposto seletivo, que vai ser de natureza federal, vai incidir sobre produtos que agridam o meio ambiente e agridam nós como seres humanos. E aqui onde começa uma nova informação, aqui a gente começa a apresentar três novos elementos que farão parte do nosso dia a dia quando estivermos sobre a ED da reforma tributária. A primeira, o NBS, que é a nomenclatura brasileira de serviços. O que é isso? ele vai ter uma similaridade com NCM, mas em particular ele vai classificar todas as operações de serviços. Então nós como prestadores de serviços, como contabilistas, teremos um código de NCM. Eu, como advogado, terei o código de Nzemm profissional e assim o engenheiro, médico e várias outras prestações de serviços regulamentadas terão esse código de NBS, que ele vai ser similar ao NCM. Então, é o primeiro que aparece aí nesse novo arcabolso. O segundo é o CST, que é o código da situação tributária. O que que ele vai ter na prática como responsabilidade? ele vai dar o tratamento tributário à operação. Então ele vai, ao ser selecionado, ao parametrizar-se o código do CST, ele vai indicar se a operação ela está sendo tributada de forma integral, se ela vai ser isenta, se ela vai ser diferida e vários outros rós taxativos que a lei traz para esse tipo de situação. E entra também mais um outro elemento pro nosso dia a dia, que é o código de classificação tributária. Ele vai detalhar, vai fundamentar a tributação aplicada em junção com o quê? Com o com o ornamento jurídico lá da lei 214. Então, olha só, a gente já sabe o que é CBS, a gente já sabe o que é IBS e já sabe o que é imposto seletivo. Agora, para na prática fiscal nós começarmos a exercer as nossas atividades, então esses outros três elementos, a o NBS, que é a nomenclatura para serviços, o CST, que é a situação tributária, e a classificação tributária, que vai linkar com a Lei Complementar 214. Aqui eu abro espaço para fazer um comentário. É importantíssimo que nós, como operadores contábeis, estejamos familiarizados com esses novos termos. Eh, aqui no mundo contábil dos palestrantes, nós apelidamos esses várias essas várias siglas como sopa de letrinhas, mas é algo que nós já estamos acostumados, né? Porque olha, ICMS, IPI, ISS, PIS, cofins, é tudo também sopa de letrinhas. Então, só vamos substituir umas para alocar outras e familiarizar com esses termos e os impactos que eles eles terão na confecção da nota fiscal. é super importante para que a gente se desempenhe melhor e performe na nossa na nossa profissão. Bom, então eu entro aqui agora com três blocos que nós vamos estudar aqui durante as minhas falas. O primeiro bloco, nós vamos entender como a nota fiscal ela vai se transformar num instrumento central de arrecadação. Pois é, a nota fiscal abaixo da reforma tributária, ela ela se torna eh protagonista, ela vai ser um instrumento central na gestão da arrecadação. O segundo tópico, como os cálculos serão automatizados e validados em tempo real. Nós estamos acostumados a esperar que as notas sejam geradas por nossos clientes, né? Eu também tenho escritório de contabilidade aqui em Daiatuba, interior de São Paulo, e a minha rotina é igual de qualquer contabilidade, de qualquer contabilista. A gente espera o mês entrar e passar. O cliente vai gerando as notas fiscais, ele nos encaminha, a gente faz as apurações com base no regime tributário e gera as obrigações, obrigações acessórias que a contabilidade entrega e obrigações financeiras que o cliente vai eh vai recolher aos cofres públicos. Bom, com a reforma tributária, a partir de 2027, nós já teremos cálculos automatizados e validados em tempo real. Ou seja, o cliente emitiu a nota, a tratativa tributária já começa ali, como nós vamos aprender. E o terceiro aspecto, os riscos e as oportunidades que como contadores, como contabilistas, operadores da contabilidade, nós teremos dentro desse novo cenário. E aí eu fiz uma provocação, prepare-se, porque a transformação fiscal ela ocorrerá. Não tem como fugirmos mais. Eu falo muito pelo Conselho de Contabilidade sobre o tema nos mais variados, nas mais variadas cidades. E o que nós temos percebido que há ainda um pouco de seticismo por parte de alguns da classe contábil, só que olha, ficar cético em face do que está acontecendo talvez não seja a melhor opção. Por quê? Porque nós já estamos olhando o fisco, tomando ações, tomando medidas para que a reforma tributária seja introduzida agora em ambiente de teste em 2026 e integralmente estabelecida a partir de 2027. Então não tem como você fugir mais desta realidade. Bom, está preparado? Vamos então agora começar esta jornada. Vamos falar aqui da base legal para notas fiscais eletrônicas e para as notas fiscais de consumo. Essa essa base legal tem que ver com a emenda constitucional lá de 2023 a 132 e ela passa de perto com a Lei Complementar 214 de 2025. E nós temos uma nota técnica que regulamenta todo o arcabolso de como serão elaboradas as notas fiscais, que é de março de 2025. Enquanto eu tava preparando o meu material, eu percebi que o fisco já deixou disponível uma espécie de procedimento operacional padrão para que você consiga trabalhar tudo isso que falaremos aqui na prática. Eu tomarei algum tempo para mostrar os ambientes web em que você vai se familiarizar com um uma uma ferramenta que vai fazer parte do seu dia a dia como contabilidade, que é a calculadora da reforma tributária. Nós vamos fazer uma palhinha aqui a respeito desta calculadora. Vamos deixar links para que você possa ter acesso e depois fazer o trabalho lá de amostragem para os seus clientes. O que é interessante é que o fisco preocupado nessa implementação, ele já deixou o material pronto para que você possa acompanhando este material conseguir fazer ali testes com os seus clientes. E eu recomendo fortissimamente que você faça isso. Por quê? Porque haverão novos campos dentro das notas fiscais. Então essa nota que você tá habituado, esse XML que você tá habituado, a partir de 2026, se o seu cliente for lucro presumido ou lucro real, ele não será mais aceito. Então você vai ter que agora gerar um XML que componha campos de CBS, IBS e imposto seletivo. E é por isso que o governo já disponibilizou os materiais e ferramentas para que nós possamos ir fazendo os testes. Por exemplo, o ambiente de teste foi aberto em 1º de julho deste ano, hoje é dia 29. Então, há menos de 30 dias, o governo disponibilizou a abertura do ambiente de testes, que eu vou mostrar para vocês logo mais à frente. Então, a pergunta que lhe cabe, você já está familiarizado com esse WW em que você pode ir lá pegar o XML do seu cliente, colocá-lo lá para que ele seja modificado e inserir os campos das alíquotas de BS, CBS, imposto seletivo. Anderson, eu não sei como fazer isso. Olha só, o fisco liberou um procedimento para que você leia e aprenda aplicando na prática. Anderson, não sei onde está esse material. Nós iremos disponibilizar esse material lá nas minhas redes sociais. Todo mundo que me seguir vai ter acesso lá a esse material de forma facilitada. Olha só, ainda falando do novo layout das notas fiscais, passam a fazer parte da nossa vida como eh emissores, como contadores, umas duas outras finalidades que haverão aí para as notas fiscais, que é a finalidade de débito e a finalidade de crédito. Olha só, você que tem cliente que trabalha antecipando o faturamento, ele faz a antecipação de recebíveis lá com o o fornecedor dele ou ele faz a a antecipação de recebíveis com o cliente dele, a nota de débito e de crédito, ela vai ser fundamental para regularizar, para regulamentar essas operações. Então você precisa saber como ela funciona, como quando eu aplico estas notas, porque operações específicas mais tratadas como hoje são. Hoje a gente tem, né, dois tipos de regime, competência e de caixa. E eles são respeitados quando eles colidem. São situações anômalas. Na reforma, regime de caixa e regime de competência em algumas operações deixarão de existir. E você terá que, para regularizar essa condição fiscal, aprender a trabalhar com as notas de débito e crédito. Elas terão finalidades específicas e você precisa entender cada uma delas. E como nós falamos lá na introdução, passa a fazer parte do nosso dia a dia o código de classificação tributária. Ele vai ser obrigatório para indicar a correspondência entre a operação e o tratamento dos novos impostos. E ele vai ficar linkcado à lei complementar. Ou seja, se a parametrização do seu RP não for bem feita, não respeitar cada um dos layouts esperados pelas notas fiscais, é muito provável que as suas notas comecem a enfrentar dificuldade de serem validadas. Então, nós, como contabilistas, precisamos dominar o tema, precisamos aprofundar eh eh fortemente nesses temas. Por quê? Porque o cliente vai depender da gente. Atualmente nós já temos inúmeras dificuldades com RP de gestão de nota fiscal do cliente. É código de CST errado. É código de aplicação de presunção de ICMS, de ST, de PIS e de Cofins, que sobe nas notas, tudo errado. Atualmente, como nós tratamos fiscal as questões com o documento fiscal, a gente consegue fazer algumas correções no mundo que está logo ali à frente, isto não será mais possível. Então, nós temos uma grande responsabilidade e uma grande oportunidade ficarmos mais próximos aos nossos clientes e ajudar nessas parametrizações. Bom, vamos adiante agora falando do papel que a nota fiscal vai ter. Nós já tratamos de alguns assuntos, né, que ela vai ser uma protagonista e o objetivo do fisco é garantir a conformidade das operações desde a origem. Olha só, se a gente for olhar pro roll de clientes que temos lá no escritório, nós vamos precisar conversar com bastante gente. Por quê? Porque a nota fiscal é que vai garantir a conformidade das operações. Todo o enredo de crédito e débito tributário, de crédito e débito de imposto, ele vai se basear na confecção da nota fiscal. Mas pera aí, e aquele cliente que por um ou outro motivo acaba operando sem a emissão do documento regular fiscal? Bom, esse cliente vai precisar ser orientado, esse cliente vai precisar ser ajustado. Nós sabemos, pessoal, nós estamos aqui com 1200 pessoas. Nós sabemos que na prática nem sempre o cliente se adequa aquilo que é necessário. Porém, o que nós estamos aprendendo é que com esse novo aspecto da emissão das notas fiscais, vai ser impossível o cliente performar. Quem dirá continuar no negócio se ele não garantir a conformidade da sua operação com a emissão do documento fiscal? Eu trago uma curiosidade. Olha só, a receita a partir de julho agora ela começa a confrontar diretamente o conteúdo da nota fiscal com os parâmetros legais em tempo real. Então, quer dizer o quê? o teu cliente emitiu a nota, já sobe pro ambiente verificador e a receita já consegue dizer se aquela nota está em conformidade com a operação ou não. Consegue entender, meu amigo contador, minha amiga contadora, você que milita no mundo da contabilidade, a importância, o protagonismo que nós também teremos. Sim, a nota fiscal ela vira um protagonista e nós vamos ser o par deste protagonista nesta nova epopeia que é a reforma tributária. Basta você ajustar o seu modo de pensar as conformidades regulatórias da reforma. Indo adiante eu trago uma reflexão para e pensa aí, será que o sistema dos seus clientes ele está preparado para essa nova exigência? Pensa no hall carteira. Será que tá todo mundo preparado para essa nova exigência? Olha só, pensar de forma positiva nessa situação pode gerar muitas oportunidades. Olha a curiosidade, a receita agora analisa a nota em tempo real e considera se o que está contido nela é uma verdade ou não. Então agora é difícil tentar eh e eh contrariar o fisco, porque o próprio emissor, o próprio RP, ele vai estar ali conectado com a a a Receita Federal, no que tange lá eh o aplicativo de cálculos da receita. Então isso vai fazer com que inconsistências, erros de apuração, apuraço, eh erros de informação na operação mercantil sejam detectados de plano e a receita já tem lá um arcabolso enorme de punições quando isso ocorrer. Bom, e aí vem uma provocação. Se essa conformidade começa na emissão, quem será responsabilizado pela parametrização da nota? Para aí, pensa, meu amigo contador, você tem lá um monte de cliente igual eu. Aí deu um problema lá na parametrização, a nota foi glosada. E aí, quem vai ser responsabilizado? A mocinha que trabalha lá com cliente ou o escritório de contabilidade? para pensar nas inúmeras ligações que você vai receber se você não agir de forma proativa. Essa palestra, ela estimula-nos ao conhecimento e à reflexão, porque é a base deste conhecimento que estamos adquirindo, que vamos refletir no nosso dia a dia prático ali, no no dia a dia do nosso escritório, no dia a dia do nosso negócio. Se você empresário, está me ouvindo, e aí empresário, o seu sistema já está pronto? Se não está, você já ligou pro contador para saber o que tá acontecendo ou vai preferir responsabilizá-lo. Então, essas reflexões são de suma importância se nós havemos de performar aí dentro desse aspecto das notas fiscais com base a reforma tributária. Dona Ana, eu trago aqui uma pergunta. Eh, mas eu queria também permitir, eh, que nós façamos aqui, eh, uma outra pergunta que tenha no no chat. Deixa eu ver se tem alguma coisa aqui. Tenho o um rapaz aqui chamado Aluísio Silva. Ele não fala de onde é, mas ele faz uma pergunta aqui a respeito de ISS. As alíquotas de incidência do ISS serão mantidas pelas prefeituras? Olha só, as alíquotas de ISS não serão mais regulamentadas por prefeituras. Existe um comitê gestor do IBS que vai substituir o ISS, que vai eh legislar sobre essas questões. É óbvio que haverá, né, se sentará para se conversar a este respeito, mas ainda não há nada definido. Isso provavelmente vai ser definido em lei ordinária para os municípios. O que eu posso garantir que não tem ainda nada definido e vocês vão verificar quando a gente for fazer aqui algumas brincadeiras dentro do ambiente de validação de notas pra gente poder olhar CBSBS. Eh, vocês vão perceber que lá no campo do IBS municipal ainda não há nenhuma alíquota de teste, tanto o o tanto e a celema, né, que está criada ali entre os órgãos municipais e o comitê gestor. Beleza, Luíse? Tem mais alguma pergunta aí, dona Ana? Senão a gente caminha.
Eu gostaria de fazer só reforçar, professor, eh, aos participantes que coloquem suas dúvidas no link, que eu tenho certeza que são muitas as dúvidas, então seria interessante ir colocando para que possamos fazer aí uma triagem, uma seleção e atender a esclarecer a dúvida da maioria das pessoas.
>> Eu vou. Obrigado, professor Gilberto. Eu vou só responder o Marcelo Esquerdo. Obrigado, viu, Marcelo, por sua pergunta. Ele pergunta aqui: "Já foi publicad as alíquotas do ICMS e do ISS?" Como eu disse, ainda não. Ainda não tem eh eh consolidação de alíquotas para para estado e município. E ele pergunta: "Já temos os CST e as classificações tributárias?" Sim, lá dentro do painel que a própria que a própria Receita Federal criou, que eu vou apresentar vocês e dar inclusive o link, lá a gente já tem o rol taxativo dos CSTs e das classificações tributárias, tá bom? Muito bem.
>> professor Anderson. Ele uma pergunta do Donizete também, ele pergunta assim, eh, como fica a situação dos empregados, empregadores MEI com a reforma tributária?
>> Os empregados do MEI,
>> isso.
>> Pregadores,
>> os empregados do MEI.
>> Bom, eh, a reforma tributária, ela não vai atingir as relações trabalhistas. Então, se você tem um MEI, desde que ao analisar a sua relação na prestação de serviço ou nas vendas, né, no nas relações mercantis, eh, é uma coisa, a situação fiscal tributária do MEI, a relação trabalhista patronal não vai mudar. Não há dentro da Lei Complementar 214 nenhum tipo de orientação para mudança do tipo, olha, você é MEI, vai aumentar o valor, né, de de faturamento anual e você vai poder ter dois funcionários. Não, não, não, não há nada nesse sentido lá. O que há é uma orientação para o MEI, se ele é prestador de serviço ou se ele trabalha com produtos, para que ele analise, né, a sua cadeia de trabalho, né, como é que funciona a sua cadeia, porque pode ser que seja mais favorável para ele, à luz do da lei complementar mudar, né, ou migrar para um simples nacional ou migrar para uma empresa do lucro presumido. Aí vai depender de estudos.
É, dá licença um pouquinho, Gilberto. Eh, agora realmente pipocou várias perguntas aqui no chat. Eu não sei se faz agora, se deixa para mais tarde, se o que fazer.
>> Eu respondo algumas, dout, eu respondo algumas no final. Fique tranquila, tá bom?
>> Fica tranquilo, né? Então, ótimo. Obrigado, viu?
>> Fica menos fica menos cansativo, né? A gente vai meio que batendo um papo aqui. Se todo mundo concordar, se o pessoal concordar, vai colocando aí joinha que eu vou fazendo assim meio que um talk show. Tá certo? Então, a gente falou da importância do protagonismo que as notas passam a ter na nossa vida. E não é muito distante porque o ambiente de testes já está liberado desde agora, julho. E a partir de outubro você já consegue produzir notas oficiais já com as novas com as novas configurações que o governo está disponibilizando. Então, é é importante você e você agora começar a olhar pras tecnologias que lhe atendem. Por quê? Porque o RP da empresa do nosso cliente, o RP do nosso escritório, alguns escritórios como o meu, nós emitimos notas para clientes. Então, esses RPs eles estarão conectados à calculadora da da Receita Federal. O nome dessa calculadora é calculadora da reforma tributária de consumo. E aí já colocaram uma sopinha de letrinhas RTC. Então é um outro a sigla que você vai ter que se acostumar. Mas Anderson, vai vir um técnico da Receita Federal lá na minha empresa, lá no meu escritório, para fazer esse link? Não, o API da calculadora da reforma já está aberto. Então você vai precisar ou conversar com o seu técnico de TI ou com a empresa que lhe dá assessoria de de informática, de RP, de trabalho ali diário. São muitas, né, para que eles façam o link entre o seu RP e a calculadora da reforma tributária. Este link é que vai garantir a conformidade da notas das notas em consonância com a parametrização que você vai fazer lá. Então você vai ter que fazer parametrização de de das suas notas, das notas do teu cliente no RP dele, olhando para CST e classificação tributária, para que elas subam a serem emitidas, sejam analisadas pela calculadora da reforma tributária. E olha só, o fisco promete que em 10 minutos cada operação já volta com a sua escrituração. Isso é uma algo impensável há 10 anos atrás, 20 anos atrás. Por quê? Porque vai fazer com que todos os escritores de contabilidade tenham as escriturações totalmente em dia, porque não vai mais precisar, né, ficar aquele monte de informação e ser escriturada dentro do seu RP. A própria emissão da nota já sobe, já volta, já escritura, já gera o crédito ou débito tributário ou a glosa da nota ou do crédito tributário ou débito tributário. Então é super importante hoje nós entendermos como contadores estaremos performando ali junto aos nossos clientes. Por quê? Porque é uma polêmica. A receita ela sempre foi soberana. sempre, ela sempre confrontou aquilo que o contador mostra nos nas obrigações fiscais eh eletrônicas com aquilo que ela esperava. A gente sempre brigou com a Receita Federal para provar que estávamos certos. Agora não tem mais isso. Com a calculadora, tudo que a receita mostrar vai ser soberano. Divergências não serão toleradas, pessoal. O arcabolso de punições que está elencadas na 214 chegam a 100% da operação. Então, olha o risco que o cliente terá. Como estará ligado Secretaria da Fazenda do Estado, Receita Federal e o cliente, é muito provável, e a lei entende assim, que a primeira punição que haverá é a suspensão da inscrição estadual. E se eu tenho a minha inscrição estadual suspensa, eu não consigo mais emitir notas. Mas Anderson, o prestador de serviço nunca vai ter esse problema, porque ele não precisa de uma inscrição estadual. Olha só, com a nova ordem jurídica tributária, o prestador de serviço vai ter que se utilizar de uma nota que vai ser uma nota nacional. Ele não vai mais emitir a nota ali do município dele, da prefeitura, onde ele está, onde a empresa dele está. ele vai emitir uma nota de ordem nacional. Então, o legislador já tomou esse cuidado, mesmo o prestador de serviço que eh a luz do artigo 127 que vai da lei complementar, vai ter ali um benefício de redução tributária de 30%. mesmo o prestador de serviço, salvo engano, à luz da da lei da da do artigo 43 da lei complementar, que fala sobre benefícios tributários, que ele também pode ter, olha, ele já vai ter uma alíquota diferida e vai ter alguns benefícios que ele poderá agregar a operação caso ele sigla o ordenamento tributário jurídico. mesmo ele poderá, se fizer algo errado, ter a sua inscrição estadual bloqueada. E nós sabemos, né? Inscrição estadual bloqueada, cliente não fatura. Cliente não fatura, ele entra em contato conosco. E se ele entra em contato conosco, a gente tem que resolver o problema. Não é não é pouco natural. Todos sabem, aqui no estado de São Paulo, a Secretaria da Fazenda tá fazendo uma operação, né, uma campanha chamada nos Conformes. E o o fiscal da fazenda vai até a empresa para saber se tá tudo nos conformes. O que que acontece com o nosso empresariado? Isso acontece toda hora aqui no escritório, viu, gente? fala de coração para coração, ele vê que é o fiscal da fazenda, ele fica achando que a fiscalização de âmbito de nota fiscal, de âmbito de origem de produtos e aí ele não recebe o fiscal. E o fiscal só queria dar conformidade na empresa. Ato contínuo do fiscal, bloqueia inscrição estadual. Aí o cliente liga, não, meu Deus do céu, não tô conseguindo faturar. Eh, nós temos que entrar com um processinho administrativo lá dentro do posto fiscal para poder liberar a inscrição estadual do cliente. Sob o olhar da reforma tributária, isso vai ser muito mais complexo. Por quê? Porque a inscrição será bloqueada, o cliente perderá direito a crédito, o cliente perderá benefícios e poderá ser punido porque o processo é automático da nota fiscal. E a receita é soberana. Então, qual é o nosso papel? trabalho de backstage, trabalho de bastidor, sentar com o cliente, dizer que nós temos um novo trabalho na nossa na nossa esteira de serviços e que nós queremos oferecer para ele ali o complice, né, o complice digital para que ele possa não ter problemas com o advento da reforma tributária e a sua aplicabilidade nas notas fiscais. Tudo isso, pessoal, vai acontecer aqui, ó, outubro. Nós estamos praticamente fim de setembro, temos agosto, perdão, de de julho, temos agosto, setembro, em outubro você já consegue emitir notas em ambiente oficial. E aí em janeiro, pessoal do lucro presumido, pessoal do lucro real, já vai ter alíquotas de testes de CBS, de IBS lá na nota fiscal. Então é importantíssimo, é para ontem dominar o assunto. Bom, olha só, uma curiosidade, acabou, tá? Ó, é meu cálculo, o cálculo da receita tá errado. Acabou. cálculo da receita é soberano. Então eu provoco, se estiver, se houver divergência, quem tá errado? O sistema do contribuinte ou a apuração oficial? Já sabemos que o fisco não vai querer aceitar imputações de erro a ele, salvo ações jurídicas. Ou seja, quem é que vai pagar o por esses erros no primeiro momento? o cliente. E pessoal, se o cliente tem prejuízo, se o cliente não fatura, se o cliente não prospera, quem é o primeiro da lista que ele para de pagar? É o contador, né, dona Ana? É o primeiro da lista. Ele ele paga o aluguel, ele paga os funcionários, ele paga tudo que é vital aos olhos dele e aí ele ignora o contador, porque do ponto de vista dele, neste atual ordenamento tributário, o contador é irrelevante. O contador, ah, depois eu vejo o contador. Com a reforma, nós estaremos adotando uma postura que é uma postura protagonista. Nós seremos os principais autores e atores deste novo cenário, desta nova situação, deste filme chamado Reforma Tributária. Só que os atores que realmente se destacam são aqueles que conhecem o texto de cor e salteado. E neste caso, nós precisamos querer conhecer o CST, a classificação tributária, os aspectos aprofundados dos campos da nota fiscal, como se relacionarão com os nossos clientes. Como eu disse para vocês, a nota fiscal é apenas uma obrigação que gera toda a situação. Existem vários outros aspectos dentro da operação que devem ser estudados e nós precisamos estudar de forma personalíssima para entregar ao cliente resultado, performance, para que numa dificuldade o primeiro que ele queira remunerar sejamos nós, porque somos nós que vamos resolver todos os problemas advindos daquela dificuldade. Dona Ana, tenho mais uma pergunta aqui que está no material. É o como como nós estamos fazendo online, né? Não dá para eu convidar o povo para comentar, mas eu queria falar sobre essa segunda aqui, porque para mim é eh ela é preponderante. Você, contador, você confia no seu sistema para aplicar corretamente as regras da Lei Complementar 214? Lembre-se bem, a classificação tributária, que é uma das um dos ajustes que o RP tem que sofrer, você vai ter que parametrizar ali a classificação tributária. Detalhe, ela linca com a atividade do teu cliente. Então, vai ser um processo técnico importantíssimo. Se você não tiver um RP robusto, se você não tiver conhecimento e expertise de inteligência artificial e reforma tributária, olha meu amigo, olha, minha amiga, as notícias não são boas, não são boas. É muito provável que você fique à margem da profissão, porque a profissão de contador, de contabilista, ela está sofrendo uma metamorfose enorme. Ela está nos colocando no centro das atenções. Estamos no centro do palco e nós queremos estar com todas as nossas falas. Nós queremos estar com todo o nosso conhecimento, ó, na ponta da língua, porque é ele que vai salvaguardar o nosso desempenho, a nossa performance. E se você acompanhar, se você estudar, se você se aprofundar, eu não tenho dúvidas que você, o seu escritório, o teu negócio irão performar a níveis inimagináveis. Como eu disse, eu tenho rodado muitas salas de aula por todo o estado. Existem muitos contadores, principalmente aquele pessoal da velha guarda. Eu também sou velha guarda, mas ainda tem um pessoal mais velha guarda que eu, né? Tem muita gente mais da velha guarda que tá dizendo: "Olha, professor, eu não sei se eu vou encarar essas mudanças não. Eu tava pensando em seguir aí mais 10 anos, mas eu acho que eu vou interromper assim que o ICMS deixar de existir lá. no início de 203. Então, esse período de transição vai ser um período em que muitas oportunidades surgirão, muitas possibilidades de você estreitar relacionamento, melhorar honorários, aprender conceitos novos. Eu costumo falar que tem muitas viúvas de CMS, de PIS, de Cofins, de IPI, tem um monte de viúvas. Só que a nova guarda, a nova geração de contabilistas tem que se habituar com essa nova sopra de letrinhas e a sua aplicabilidade prática. Ao fazer assim, eu não tenho dúvidas que nós mudaremos a impressão que as pessoas têm da nossa nobre profissão. Beleza? Deixa eu só tomar uma aguinha aqui. Pera aí.
>> Deixa aproveitar enquanto você toma arra. Professor, tenho várias perguntas mesmo e algumas são similares. Eh, e tem aqui do Daniel de São José do Rio Preto, ele pergunta, eh, com a reforma, a atividade de incorporação imobiliária continuará sem exigência de nota de emissão de nota fiscal? Além disso, continuará a ser tributada pelo regime caixa? Mas realmente são dúvidas na atividade imobiliária.
>> Muito bem. Bom, vamos começar pela nota fiscal, né? A introdução do nosso da nossa fala aqui da nossa da nossa apresentação, da nossa aula, já falou que as notas fiscais elas serão o CERN, serão a pedra angular das operações. Então, atividades, operações que tem por hábito, porque tem muitas coisas, né, que são tradicionalmente estabelecidas, como a atividade do do amigo que nos acompanha, eh elas não conseguirão mais ser eh eh eh tratadas sem o documento fiscal. Por quê? porque é o documento fiscal que vai dar licitude às operações. Eu não tenho dúvidas que dentro da operação mercantil dele aí de prestação de serviços ou de venda imobiliária, há grandes players no mercado. Players esses que em situações de venda, de compra, de prestação de serviço de um corretor, eh são notas que circulam ali na operação. Olha só, a reforma tributária, ela vem estimular o consumo. Então, é natural que para que eu, como dono de um empreendimento imobiliário, dono de uma imobiliária, dono de uma de uma construtora, eu só vá me relacionar com pessoas que gerem relações de consumo pro meu negócio. Por quê? Porque os créditos eles se originarão da emissão das notas da relação. Então, mesmo o prestador de serviço, mesmo corretor de imóveis, se ele estiver regulamentado com
A sua classe lá, se ele tiver lá inscrito no conselho de classe, tudo bonitinho, ele não vai conseguir trabalhar se ele não emitir a nota, porque eu, como imobiliária, eu como vendedor do empreendimento, vou exigir essa nota, porque olha só, a luz do 47, eh, o que vai acontecer, perdão, do 43 da da da lei complementar, o prestador de serviço, ele começa a gerar crédito tributário pro tomador.
Então, se eu sou uma imobiliária, se eu sou um empreendimento, eu só vou tomar serviços daquele que me emite uma nota de serviços regular com o arcabolso tributário para que eu tenha crédito para abater lá da minha operação. Então, quem é prestador de serviço e que tem um conselho regulamentado sobre si, só vai conseguir trabalhar dentro da reforma tributária legalizado.
Com relação ao regime de competência e regime de caixa, vai depender da circunstância. Se ele antecipa comissões, os dois regimes, competência e caixa, vão se misturar. E aí ele vai ter que fazer a antecipação do tributo. Mas isso é um assunto para uma outra aula, porque é bem aprofundado esse assunto. Certo?
Podemos seguir. Eu não tô vendo o pessoal dando joinha, não sei se tô agradando. Não sei se meu chat travou também. Eu acho que estamos com 1300 pessoas. É isso? Ou 130 pessoas. É, deu 13 pessoas há pouco. >> Obrigado. Eu agradeço fortemente a todos. Que Deus possa abençoar e que espero estar conseguindo de alguma forma eh impulsionar conhecimento e de alguma forma tocar corações, tá certo?
Vamos adiante. A terceira parte do nosso da nossa apresentação que vai falar de riscos, oportunidades e um novo um novo amigo que vai chegar aí pra nossa vida, a apuração assistida. A nova rotina ela vai trazer muitos desafios. Por quê? Porque se você errar o CST lá na na parametrização, vai glosar crédito. Se você eh eh eh não entender que agora as apurações serão feitas em tempo real, você vai ter muita dificuldade de performar.
Eu costumo dizer que a gente precisa agora, pessoal, aprender a desaprender. Consegue entender o aspecto da frase? Eu, Anderson Moura, que sou um dinossauro na contabilidade, estou todos os dias praticando o aprendizado do desaprendizado. Olha só, eu tenho que aprender a desaprender tudo que eu sei. Ah, que eu posso fazer uma nota de correção. Ah, que eu posso fazer um ajuste no na obrigação eletrônica. Ah, que eu posso entregar a obrigação eletrônica sem movimento, porque houve ali um problema no site do meu do meu cliente. Isso não vai mais acontecer. Acabou. Não se retifica mais declaração. Emitiu a nota errada, cancela, emite uma nota nova para que você possa continuar ali com os benefícios que a relação tributária vai gerar.
Ou seja, essa nova estrutura, ela vai trazer um outro, um outro grau de risco. Muitos aqui do departamento fiscal, né, assim como eu era, sofrem ainda hoje com os spedes. Eu lembro que o primeiro sped que eu gerei, ele deu 1000 erros. 1000 erros, dona Ana. É o máximo de erros que o sistema aceita. E o primeiro que eu gerei deu 1000 erros. Eu lembro que no final das contas eu entreguei ele zerado para cumprir com a obrigação, mas agora não vai mais ser assim.
Tudo vai começar com a emissão da nota fiscal. E se a emissão da nota fiscal estiver comprometida, vai gerar um mundo de problemas pro seu cliente. Então, nós temos que voltar para o básico, para a classificação, para a gestão da nota fiscal do nosso cliente. Porque pessoal, acreditem, os nossos clientes não têm conhecimento para fazer as classificações corretas, eles não têm conhecimento para fazer os ajustes, mas você também não precisa ir lá e fazer de qualquer jeito.
É uma oportunidade que aparece. As oportunidades estarão as claras aí com a reforma tributária. Você vai conseguir fazer agora pro teu cliente um auxílio na gestão do fluxo de caixa. Se ele trabalha com antecipação, ele vai precisar de ajuste de fluxo de caixa. Se ele entrega o produto e recebe depois, ele vai precisar de ajuste de fluxo de caixa, ele vai precisar de gestão tributária. Tudo isso os ERPs estão se preparando para entregar para o contador. A grande pergunta é: o contador está enxergando esta oportunidade?
E agora vem para perto do contador uma ferramenta que o fisco está disponibilizando, que é a apuração assistida. O que é isso? Lá dentro do da calculadora tributária, eh, quando chega essas informações, o contador vai conseguir ver em tempo real o que está acontecendo na vida do seu cliente. É por isso que é extremamente importante, meu amigo, minha amiga, você já começar a se ambientar lá nos ambientes de teste, você começar a se localizar, fazer emissões e eh eh eh de notas que não subam para o fisco, o ambiente permite isso e você vá trabalhando os aspectos da estrutura do XML para você ir familiarizando com código de CST, com classificação tributária, com os erros mais comuns.
Aqui eu vou trazer alguns erros que são comuns para você ir apreciando, mas são muitos outros que vão acontecer. E se você estiver num ambiente de teste sem a pressão do dia a dia do cliente, fica muito mais fácil, fica muito mais fácil de você apurar conhecimento e treinar membros da equipe para lhe auxiliarem eh na busca deste conhecimento e da aplicabilidade junto ao seu cliente.
Então essa apuração assistida, eu estou falando por aí que ela é uma bênção e uma maldição. Por quê? Você vai ser o primeiro que vai saber. Agora não tem mais aquela figura da notificação que chegou lá pro cliente dentro do ECAC ou o fiscal levou. Hoje a fiscalização vai ser toda eletrônica. Então, dentro do ambiente da apuração assistida, você já vai saber se a nota foi denegada, por denegada, se o crédito tributário foi denegado, por denegado.
Você já vai saber se o fornecedor do seu cliente ele paga o imposto da operação. Se ele não paga, o fisco vai te dar a oportunidade de você recolher o imposto. Olha só, tem o seu cliente, né? Tem o fornecedor do seu cliente, ele compra desse fornecedor lá a matéria prima ou produto, só que esse fornecedor não recolheu o imposto. Apuração assistida vai lhe mostrar isso e vai falar: "Olha, Anderson, conversa com o teu cliente porque o fornecedor dele não pagou o imposto e aí haverá mecanismo do seu cliente recolher o imposto pelo fornecedor dele para que ele possa ter o crédito tributário na operação."
Olha que mudança significativa, porque hoje os créditos são fiscais. O cliente recebeu um produto que ele comprou com nota fiscal, a contabilidade a puro crédito de PISCO, fins e CMS com base no documento fiscal. Agora não vai ser mais assim. O o fornecedor não pagou o imposto, o seu cliente tem opção. Ou ele paga o imposto cheio, sem o crédito, ou ele recolhe para ter o crédito. Olha que mudança.
O fisco não está brincando. Por que dessa medida? Quantos e quantos clientes nós temos, pessoal, que espera o ano inteiro sem pagar o imposto para fazer aquelas benditas negociações em outubro, novembro e dezembro, aqueles eternos parcelamentos. Há bastante tempo atrás, o cliente fazia o parcelamento em novembro. Quando chegava em fevereiro, o que que ele fazia? Já rescindia, já parava de pagar. Aí a receita ficou um pouco mais esperta. Se ele tá no Simples Nacional, o que que faz? Exclui, exclui de plano. Então eles pararam de fazer isso. Agora eles esperam chegar maio, junho, porque aí a receita não tá mais ali monitorando. E aí vão fazendo assim a vida inteirinha.
O legislador mudou isso. Agora não é mais assim. Seu cliente não pagou, você quer o crédito tributário, você paga. Você não quer pagar, você não tem o crédito tributário. Naturalmente você vai pagar imposto cheio na hora que você vender ou prestar o serviço. Olha só que condição que está sendo gerada nas operações mercantis. E por isso que é super importante você estar próximo ao seu cliente. É uma excelente oportunidade de analisar contratos de prestação de serviço, contratos de fornecimento de matéria-prima, condição tributária do fornecedor do seu cliente. Se ele já é contumaz e não pagar impostos, será que com a mudança da reforma ele vai pirlim pimpim mudar? Muito provável que não. Então, fazer esses estudos para o seu cliente vão ser vão aumentar aí a plataforma de ofertas de serviços e naturalmente, olha, com oportunidades surgem honorários mais avantajados.
Trago uma provocação. E você, você está preparado para operar neste ambiente? Como é que você tá, contador? Você está se preparando ou você ainda continua cético? Você continua achando que isso não vai acontecer? Olha, essa resposta de si para consigo é super importante. E eu tenho uma pergunta que eu acho preponderante para pra gente depois ir pra parte um pouco mais prática. Vou tomar uns 5, 10 minutinhos aqui na parte prática com vocês. Essa pergunta eu acho preponderante para fazer a vocês. Você contador, o seu cliente, você já testou o ambiente, o ambiente de teste da reforma tributária de consumo? Se não testou ainda não tem problema, ainda dá tempo, é hora de correr. Mas olha, já estamos correndo atrás. Já tem um monte de concorrente lá que tá lá na frente. E a gente sabe que a concorrência no mundo contábil é algo assim fenomenal. Tem que ter muito estofo para performar no mundo do empresariado contábil. Então, se o seu concorrente já tá lá na frente, é hora de começar a se preparar para acompanhá-lo.
E aí eu tomei a liberdade de trazer aqui uma espécie de passo a passo do que vai acontecer. Então, olha, vai acontecer é de um a nove passos que vão gerar as questões da nota fiscal. Como o material vai para vocês, para que a gente possa ganhar um pouco de tempo, eu vou passar isso. São nove, olha, são nove passos que estão preparados. E eu fiz também os nove passos comparados, o que a gente, o que acontece hoje e como acontecerá com base na reforma tributária. Por exemplo, olha o três aqui, ó. Classificação tributária antes da reforma. A classificação com base em CST por regime tributário, com a reforma, o CST e a classificação tributária como base legal direta. Então sai aquele mundarel de CSTs que destacam, né, se o PIS ele é monofásico, se o Cofins é monofásico, se o ICMS é tributação total, se ele sai tudo aquela a aquela confusão de parametrização que nós muitas vezes nem íamos até o cliente para regularizar isso, nós acabávamos dando o nosso jeitinho e agora isso não vai ser mais possível. Agora você vai ter que lançar lá o CST e a classificação tributária do cliente para cada situação específica da operação dele. Então eu fiz aqui um comparativo antes e depois, vai tá no material, vocês poderão seguir.
E aqui é o que eu chamo hoje em dia, né, Gilberto, tá na moda o morango do amor, né? Tão falando toda hora desses cara chamado Morango do Amor. E esse é o Morango do Amor da minha apresentação, que é o ambiente da reforma tributária. Claro que ele aqui tá estático, mas eu vou tomar a liberdade de entrar aqui na internet junto com vocês. Deixa, deixa eu clicar aqui. Como é? Lisa. Pera aí. A minha assistente vai me ajudar aqui porque professor é aqui. Oi. >> OK. Estão enxergando aí a >> Olha só >> aquele aquele código de aquele eh Qode. Ele vai tá no material e vai trazer você direto para cá. Olha que maravilha. É o material piloto da Receita Federal que está disponibilizado aí para todos nós em ambiente piloto, em ambiente de teste beta. Então, já passou o o teste alfa, né, que foi para montar toda essa estrutura e já está em teste beta. E aqui, olha que legal, vou rolar aqui, você vai poder ver, ó, regime geral, vai poder acessar esse daqui. Olha, é o motor da reforma tributária, é a calculadora da reforma tributária. Então, olha só, calcule os tributos devidos nas operações. Bom, eu tô aqui em São Paulo, né? Vamos fazer um testezinho para ver se ela funciona. Eu tô aqui em São Paulo. Bom, o NCM da minha operação aqui, eu sou contabilista, né? Ah, perdão. Vou tirar aqui, ó. Aqui tá como mercadoria. Eu vou colocar serviços aqui, ó. É o NBS da minha operação. Eu sei ele porque eu anotei ele aqui. Olha, eh, 112 21. Vamos lá. Olha, já fió. Serviços de auditoria, contabilidade e serviços relacionados. Tá dando para enxergar aí, pessoal? Tá, tá bom. Tá dando para ver direitinho. Legal. Aí, pessoal, que que a gente vai fazer? Olha o cara aqui. Olha o CST. Tá vendo? Qual que é o CST da minha operação? Olha o conhecimento técnico. Pera aí, deixa eu analisar. Eu sou profissional liberal, sou contabilista, eu sou eh eu estou filiado ao Conselho Regional de Contabilidade. Então, a minha tributação, ela é diferida. Então, ela é diferida em quê? Enquanto o artigo 127 da Lei Complementar diz que ela é diferida em 30%, então olha só, olha, alíquota reduzida em 30%. Fui lá e lancei. E qual que é a classificação tributária? O meu aqui já tá parametrizado, mas tem um roll taxativo de classificações tributárias. Olha só, prestação de serviço das seguintes profissões intelectuais. E aí vai fora. Esse aqui, olha, o sistema parametrizou R$ 200, que é o preço dos nossos honorários hoje, mas a gente vai mudar, né? A reforma tributária vai fazer a gente performar. Então, os nossos honorários, os menores, serão R$ 5.000. Olha só que maravilha. Deus abençoe, né, dona Ana, para que os nossos honorários mínimos sejam R$ 5.000. E aí, olha, vamos calcular. Opa, deu um erro aqui. Que que ele disse? Ah, eu esqueci o município. Que ótimo. Eu estou em Indaiatuba. Vocês viram? Ele faga erro. Eu fiz de propósito, viu? Aí, vamos lá calcular. Olha só, cálculo realizado com sucesso. O que que ele me mostra aqui? Olha que na minha operação, todas as vezes que eu apurar R$ 5.000 e gerar uma nota fiscal, a calculadora da reforma tributária vai apontar a CBS e a alíquota. Olha, notem que essa alíquota aqui é alíquota teste e já classifica a minha redução. Perceberam como CST é super importante? Já me traz o IBS estadual e já traz a alíquota teste de 0,1, que é a alíquota do ano de 2026. E olha, respondendo a muitas perguntas, percebam que o IBS municipal ele tá sem alíquota. Por quê? Porque ainda não foi estabelecido um acordo entre o comitê gestor do IBS e os municípios para se estabelecer uma alíquota teste com os municípios, pessoal. Tá tão difícil. Que a lei ela diz o seguinte, salvo engano, artigo 62 da lei complementar, que os municípios eles deveriam, né, padronizar as suas apur as suas emissões de documento fiscal com base no emissor eh eh federal. Só que o legislador colocou lá que eles deveriam fazer isso ou adaptar os seus emissores. E o que que o o fisco municipal tá preferindo fazer? Adaptar os seus emissores. É o sonho de qualquer equipe de TI, de RP que as notas de serviço saiam de um único local, porque aí tudo é captado lá, né? E vem. Não me parece que isso vai acontecer. Me parece que muitos municípios estão batendo o pé e vão adaptar os seus emissores às necessidades do comitê gestor do IBS. Olha que legal, tivemos aqui uma palhinha, né, da do emissor de regime geral e ó, você pode testar pedágio, você pode fazer testes, ó, de split piment. O que é isso? É quando o imposto ele é coletado logo ali na operação, tal, o speed climate simplificado, ele pode ser também eh trabalhado aqui. Você pode fazer eh eh comparações, testes, você pode também trabalhar com base de cálculos. Eu não vou entrar devido ao tempo porque eu quero ainda falar a respeito desse menu aqui que nós temos.
Olha, nós vamos ter um assistente de validação. Eu vou abrir ele aqui. Que que esse O que que esse rapazinho aqui vai tratar? Olha, ele vai tratar do documento fiscal eletrônico. Ou seja, você fazendo o upload do XML aqui, ele já vai lhe dizer se a nota está ou não está em conformidade. Mas Anderson, eu vou precisar preparar o meu XML. Vai. Não sei como faço isso. Eu vou deixar disponibilizado o material que chama-se nota técnica 02 de 2025 e lá tá tudo mastigadinho. Como é que você faz para abrir os campos no seu XML para eles abarcarem o espaço para CBS, IBS e imposto seletivo. Mesmo empresas do Simples Nacional que não terão obrigatoriedade de destaque das alíquotas tes para 2026, terão as suas notas rechaçadas caso o XML não tenha essa composição una. Coloque isso na cabeça. Ah, só tenho Simples Nacional e-mail lá no meu escritório. Isso não muda o fato que você vai ter que mexer na estrutura do XML. A nota ensina você ajustar. Qualquer técnico de TI ajuda você a arrumar lá o TXT do seu XML e você coloca ele aqui e começa a fazer as validações. Enquanto ele não ficar verdinho, você não para. Você não desiste, tá certo? E aí, olha só, a gente vai ver aqui fundamentações legais, classificação tributária, o que interessa bastante o pessoal, olha as alíquotas, olha, vamos lá, as alíquotas da União, vamos calcular, vamos ver agora, né, se liberaram. Olha, não liberaram ainda. Tá vendo, ó? As alíquotas estão ainda em ambiente teste. Mas e pro estado? Bom, vamos ver também. Olha, vamos ver o estado de São Paulo, que é onde nós estamos, né? Vamos ver se já houve liberação de alíquota. Olha só, ó. 0,1% alíquota teste. Ou seja, é essa ferramenta, meu nobre amigo contador, minha nobre amiga contadora, meu nobre empresário, que vai lhe orientar, que vai lhe dar o direcionamento de a quantas andam as questões da reforma tributária.
E aqui, por fim, né, tem a calculadora offline. O que é essa calculadora offline? Hã, antes, eh, eh, só para destacar aqui no eh no documento documentação de API de integração, é que o pessoal de informática, de internet, esses craques aí de TI, terão as fórmulas para fazer o quê? A integração entre o seu RP e a calculadora da reforma tributária, tá tudo ali. É só o técnico entrar, fazer a leitura daquela sopra de letrinhas que tá ali, que eu também não conheço, né? Porque eu não sou técnico de informática, mas qualquer um que mexa com isso vai entrar e vai conseguir fazer a integração. Alguém perguntou aqui para mim se já estavam disponíveis, né, as as classificações tributárias. Olha, já tá sim. Deixa eu mostrar aqui. Tá vendo? Olha, nós já temos aqui as classificações tributárias, os códigos, a situação, o tipo de regime, o tipo de alíquota. Tá tudo aqui, gente. É só, é só aprofundar aí que tá, o material tá todo e tá quentinho. Esse material foi disponibilizado pela Receita Federal 10 de julho. Aqui nós temos nomenclatura de NCM. Aqui vai precisar do meu NCM. Deixa eu ver qual que é o número, se é esse daqui, é o 50 00 alguma coisa. Eu acho que é esse aqui da contabilidade. Eu acho. Deixa eu ver se eu anotei aqui o da contabilidade. Esse eu não anotei para mostrar para vocês. Mas aqui também vai mostrar, ah, é porque é NBS, vai mostrar ou o NCM do teu cliente ou a nomenclatura dos serviços ou também do teu cliente. E por fim, aqui, mas não menos importante, a calculadora offline. Qual é o objetivo dessa calculadora? Aqui nós estamos em ambiente web, então talvez você fique inseguro de criar um XML, começar a processar e achar que ele vai pro físico. Eu já lhe garanto que nada está sendo processado, mas se mesmo assim você ficar inseguro, se mesmo assim o seu pessoal de informática disser: "Não, vamos fazer internamente". O fisco pensou nisso. Você baixa a calculadora, faz o upload entre ela e o seu sistema e tudo isso daqui que eu discorri em ambiente web vai acontecer em ambiente offline aí dentro do teu escritório. A novidade você pode distribuir pro pra equipe toda para eles irem treinando, eles irem fabricando o conhecimento, tá certo?
Eh, eu queria abrir aqui para alguma pergunta, se alguém tiver alguma dúvida. >> Deixa eu ver. Tem alguma pergunta aí? Professor Gilberto? Professor Anderson, eu só gostaria eh o senhor ratificasse. Quer dizer, recentemente nós tivemos com a equipe técnica do da Cfaz e da Receita Federal e eles reforçaram de forma assim bastante afirmativa, dizendo para não se iludir com uma possível um possível adiamento da entrada em vigor da reforma tributária. Então, para que desistam da ideia de que olha, a nota fiscal, não vou deixar para estudar isso no final do ano, porque depois vai adiar. Então, segundo os técnicos da Cfás, eles foram assim bastante incisivos em dizer que não vai haver adiamento desta nova eh situação. >> Muito bem, Gilberto. E eu confirmo isso. Eu tenho feito parte de grupos tanto dentro do do pessoal do fisco, quanto de legislador, quanto de profissionais tributários. Eu sou advogado tributarista. E é unânime o nosso o nosso conceito de que a reforma ela não enfrentará atrasos. Eu acabei de apresentar uma plataforma aqui que para os mais de 13 que estão nos escutando e nos vendo pode ser uma novidade, mas já não é uma novidade. Ela já está em voga há 15, 20 dias atrás. Então, eh, entendam que o governo, o legislador tributário, ele se cansou das operações que não registram o documento fiscal e que na prática, Gilberto, é a evasão fiscal, é o litígio de se tirar o dinheiro do bolso do fisco. Então o fisco tá trabalhando a passos velozes para eliminar esse tipo de problema que até 2032 e 33 começar tudo novo. Mas durante esse período de transição, haverá inúmeras autuações, haverá inúmeros bloqueios, haverá uma quebra-quebra generalizada e o profissional de contabilidade que não estiver no esteio dessas informações, não estiver antenado com tudo isso, surfando a onda na sua crista, ele corre o risco também de ficar escanteado. Então, não conte com a a abreviação, né, com a a postergação eh das datas, porque elas não serão postercadas. >> E tem tem outra pergunta aqui também interessante, que se a empresa não pagou um tributo e parcelou, como que vai funcionar a liberação do crédito? Olha, a gente vai ter que fazer uma outra aula para responder essas questões. Eu, algumas perguntas, Gilberto, eu respondo elas dizendo o seguinte: a reforma que nós estamos encarando não foi a melhor das reformas, se a gente fizer comparações com outros países, mas foi a reforma que foi possível adotar aqui dentro do Brasil. Temas como esse de parcelamento tributário, tal, tal, tal, eles estão sendo discutidos e leis específicas tratarão do assunto. Nós estamos hoje dentro da lei complementar, que é uma lei de aspecto geral. Ela dá uma ela dá uma um vislumbre geral, só que alguns pontos específicos do do relacionamento, contribuinte fisco, fator tributário, parcelamento, glosa de crédito, tudo isso vai ser tratado de forma mais específica em leis ordinárias e elas estão caindo do fogo, viu? Pode ser que eu tenho palestra amanhã, pode ser que amanhã eu já fale sobre isso, tá certo? Pede pro colega que me acompanhar porque sempre que sai alguma fornada nova, eu já disponibilizo lá pro pessoal tá sempre na na esteira, líder, liderando aí esses fatores de mudança da reforma, tá certo? >> Tá certo. >> Bom, eu eh nós temos até às 11:30, >> correto? Isso mesmo. >> Como é que eu faço, Lisa, para voltar aqui o meu material? Eu só queria agora, para finalizar aqui a minha fala eh aqui. Uhum. >> Aqui agora da F5. >> Eu tá no F5. Só passar. Vou. >> Muito bem. Tá aparecendo aí o material para vocês novamente? >> Sim. aqui. OK. Então aqui eu trouxe, olha só, eh, o que vai acontecer, né, naquele dentro do motor ali do da reforma, dentro do aplicativo, eh, campos, né, que o contador deve olhar, quais serão as suas descrições e obrigatoriedades. Então, vão aparecer esses campos dentro do XML de emissão de notas que você precisa dar atenção. Eles vão descrever ou significar alguma coisa e você vai precisar aí para que você não tenha problemas na emissão da sua nota fiscal, eh, parametrizar lá para o teu cliente. E caso a parametrização não fique correta, haverão códigos de rejeição. Eu trouxe aí os principais, né, dentro dos meus testes lá no escritório, eh, que geralmente ocorrem. Então, com o código de descrição, você já sabe mais ou menos o erro e já sabe qual vai ser a consequência em relação à nota que o seu cliente ou você está emitindo lá para o seu cliente. Aqui eu tenho um outro canal que é o validador da reforma tributária. Tem ali, né, o Qcode. Infelizmente a gente não vai entrar nele, mas também é um canal que é bem interessante. Se vocês puderem olhar ali acima do da da imagem à direita, vocês vão ver à minha direita, né? Vocês vão ver que ali fala de IBS estadual, IBS municipal, CBS, eh, crédito presumido. Então, esse daqui é bem interessante. Se você quiser aprofundar mais aí nos testes da sua nota, também é um portal que tem, que é subsidiado pela Receita Federal, pelo fisco, e ele tá aí para te ajudar a alavancar seus testes e o seu conhecimento. Por fim, você, o seu cliente vai precisar atualizar o seu RP para o novo layout. Terminando aqui, liga lá pro representante do teu RP, pergunta como é que tá o layout, se já tá disponível. Você vai precisar fazer os testes em homologação. Eu mostrei lá o painel onde você trata o XML e põe lá e começa a testar. Você vai precisar treinar a sua equipe fiscal, quçá toda a sua equipe, porque em algumas situações até o financeiro do teu escritório vai precisar ajudar o financeiro lá do teu cliente e vai precisar a partir de agora acompanhar alertas e relatórios no portal do goov.br do BR ou seguir o humilde palestrante, professor que está lhes falando aqui. E aí eu trago a última reflexão da nossa apresentação. Que conhecimento buscar para se destacar? Olha, eu posso falar por mim. O primeiro conhecimento é aprender a desaprender. Desaprenda tudo que você constrói de barreiras, como o professor Gilberto colocou, que vai eh vai ser postergado, que você vai ter mais tempo, que nada aqui no Brasil em situações tributárias acontecem assim. E eu tenho a chamar a atenção a você do projeto SPED. Como eu disse lá no começo, em 2009, mais ou menos, quando eu comecei a trabalhar com SPED, dava 1000 erros o meu aplicativo. Hoje todos os meus clientes, é como faca quente na manteiga, a gente já não tem mais erros na produção dos nossos spécies. Por quê? Porque a tecnologia avançou, o nosso conhecimento aprofundou e a gente conseguiu colocar em prática eh esses novos conhecimentos que os as obrigações fiscais eletrônicas trouxeram. A boa notícia. Com o advento da reforma, a nota fiscal estando no centro das coisas, obrigações eletrônicas como espede contribuições, Gia, elas tendem a ser também destronadas, elas vão deixar de existir. Você então sai do papel de operacional e passa a ser mais estrategista. Ou seja, conhecer o negócio do teu cliente é uma estratégia. Saber de cabo a rabo a operação dele é uma outra estratégia. Criar uma esteira de novos produtos visando atender estas necessidades é uma outra estratégia. Lembra-se que eu falei que o motor da reforma tributária, o aplicativo, ele era o morango do amor do contabilista? Bom, o morango do amor para quem está surfando esta onda, tá hypando, tá todo mundo ganha dinheiro. Todo mundo que eu conheço, a vizinha lá de casa que fazia a torta congelada tá fazendo morango do amor, porque ela está aproveitando a oportunidade. E você, contador, que conhecimento você vai buscar para se destacar? Como você vai apresentar este morango do amor para os seus clientes? Eu não tenho dúvida que se você parar, refletir, tomar de sobressalto cada uma das coisas que tratamos aqui e se movimentar a ação, eu não tenho dúvida alguma que esta mudança ela vai trazer um fruto. E esse fruto vai ser um fruto pacífico, um fruto da performance, um fruto de ganho de novos clientes, um fruto de ganho de novos honorários, um fruto de você ver o seu negócio sair de um estágio e ir para o outro. Basta, para tanto, você buscar este conhecimento aprofundado, tá certo? Eu encerro aqui a minha fala. Muito obrigado pela oportunidade ao Conselho Regional de Contabilidade, ao nobre Gilberto, a nobre Ana Maria, eh ao nobre Renato, representante do conselho, pela oportunidade de estar falando aqui com vocês. Como eu disse no início, eh os meus, deixa eu só passar aqui para ver se aparece, né? Aqui está as minhas redes sociais estão aí. Eh, basta nos seguir. O meu TikTok é Anderson. @anderson.mmoura. Moura, basta nos seguir lá que nós estaremos disponibilizando guias mais detalhados a respeito de todo o assunto que tratamos aqui. E basta falar lá com o pessoal meu de staff que eles vão disponibilizar qualquer outro material que tenhamos a respeito da reforma tributária. O único pedágio, Gilberto, o único pedágio, dona Ana, é me seguir. Então, foi lá no meu ar me seguiu, já é candidato ao sorteio. Foi lá no meu TikTok, me seguiu, já é candidato a sorteio de um outro material. Foi lá na no meu Ledin, deê um oi, já é um outro material. Olha, pode ser que você saia daqui com três materiais, além desse material que eu estabeleci aqui para falar para vocês, tá certo? Eu agradeço, muito obrigado. A que eu encerro a minha fala, >> professor Anderson, quero em nome do CRC agradecer mais uma vez a a sua excelente palestra. Eh, dizer que pelo menos do meu lado eu fiquei bastante satisfeito. É um volume grande de informações e isso a gente já estava esperando, mas se conduziu de uma forma bastante profissional, bastante competente. Eh, eu pediria pro pessoal reforçar pro pro pessoal que está nos assistindo, tá para confirmar a presença, né? Eh, preencher a ficha de avaliação e, se possível, e trazer sugestões de novos eventos para que a gente possa trabalhar e estar sempre levando informações atualizadas para todos os colegas. Quero aproveitar também a arte do professor aí Anderson e dizer que eh só reiterar a o evento da Convecom que estamos eh organizando do dia 30 de de setembro até o dia 2 de outubro. E para que todos que estão acompanhando a gente possa avaliar e fazer a sua inscrição, tá bom? Eh, Ana Maria Costa, suas considerações finais e agradecer mais uma vez a presença aí dessa desse evento conjunto com o Cindiconte. Agradeço a oportunidade de estar aqui em nome do Sindic S sindicato Contabilistas de São Paulo, né, com o seu presidente Claudinei Tonon e dizer ao professor eh Anderson, é a segunda vez que estamos juntos e eu vou dizer tem uma altamente eh didático, né? Eu gosto dessa desse formato e ficaríamos até o dia todo aqui, se fosse possível, né? E o agradeço as dicas também que altamente valiosa para todos os profissionais da contabilidade. Agradeço o Gilberto também ser um um parceiro de trabalho aqui, né, de conte CRC, então valiosa, tá? E a toda a equipe do desenvolvimento profissional que tem uma um talento enorme de nos colocar até enquadrar na tela, né, que é é magnífico, né? Desejar a todos um excelente dia, né? E para dizer a verdade, como hoje é terça-feira de manhã, excelente eh semana a todos. Gratidão. OK, pessoal. Então, agradeço e tenham todos um bom trabalho. Ja. [Música] Heй! He! [Música] [Música] Vem aí a 29ª Convecon de 30 de setembro a 2 de outubro de 2025 no Expo Center Norte. Uma verdadeira imersão nos assuntos que vão transformar sua carreira. Desenvolvimento de habilidades de gestão, inovação nos negócios, empreendedorismo. Contabilidade integrada, novos ambientes de risco para auditoria. Perícia contábil. Governança, tecnologia na contabilidade, automação de processos, impacto da inteligência artificial no mercado, feira de negócios. É conhecimento, networking e tendências reunidos para você crescer. Inscreva-se agora em www.convecom.com.br2025. [Música] Sabemos que o mercado da contabilidade está em constante evolução. Novas competências, mudanças na legislação e você precisa estar sempre atualizado. Pensando nisso, o CRCSP oferece diversos conteúdos de educação continuada, totalmente gratuitos com certificado. São cursos para todos os segmentos da contabilidade que você pode acessar quando e onde quiser, no computador, no celular ou no tablet. Com prazos de até 90 dias, você pode estudar no seu tempo, de acordo com a sua rotina. Com o CRCSP, você tem a chance de se atualizar de forma prática, rápida e onde você quiser, enquanto acumula conhecimento e benefícios para a sua carreira. Acesse agora, atualize-se e continue crescendo. O CRCSP é para você, é para todos os profissionais da contabilidade. Entre no site, faça seu cadastro e comece. >> Gestão 20242025. CRC São Paulo, eventos presenciais e online com participação gratuita. Com conteúdo à distância, você se atualiza de forma prática, rápida e acessível com diversos temas. O projeto CRC Portas Abertas tornou os espaços do Conselho ainda mais conectados aos profissionais, organizações contábeis e capacitadoras. 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Todo esse conteúdo também é disponibilizado sem custo no nosso canal do YouTube, ampliando o acesso à informação e contribuindo para o fortalecimento da profissão. Para estar cada vez mais próximo de quem faz a contabilidade acontecer, estamos realizando a entrega presencial de carteiras em todas as regiões do estado, fortalecendo o vínculo com cada nova história que se inicia na profissão. O programa CRCSP de Portas Abertas é um exemplo de inovação a serviço do profissional da contabilidade. Nossa infraestrutura moderna e acolhedora está disponível gratuitamente para a realização de encontros profissionais, treinamentos acadêmicos e reuniões de negócios. Aproveite para conhecer mais o CRCSP e desfrute do nosso empenho em prol da classe contábil. Além disso, estamos fortalecendo parcerias com instituições que compartilham da nossa missão com objetivo de gerar benefícios concretos para você, profissional da contabilidade. 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