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Fala comigo, jovens. A proteção está no ar e hoje o assunto é reforma tributária e a gente vai falar também da contabilidade. E para conversar sobre esse assunto, eu trouxe um cara que veio de longe para conversar comigo. Já conversamos algumas vezes já, mas ele é importantíssimo para esclarecer todas as nossas dúvidas. Ele é o Luís Felipe Pinto, sócio diretor da Voazan. É Voazan mesmo, né? Seja bem-vindo, meu amigo, de novo, né, pra gente conversar.
Tivemos aqui aquele bate-papo antes da transição, acho que é da lei, né, que a gente teve algumas e falou muita coisa que aconteceu. Falamos, mas foi lá em Recife, né, que a gente conversou. Tivemos lá em Recife. Isso foi muito importante ali naquele momento que era um início ali, na verdade, né? No início do da sua aprovação, ela não tinha sido ainda aprovada, não. A gente havia conversado baseados nos textos que tinham ali já sido postos em votação, né? E de lá para cá muita coisa mudou, acelerou, sim, né? Hoje o mercado ele tá mais maduro em relação àquela época. Também acredito nisso. Os diretores hoje buscam uma consolidação maior em federações. Entenderam que mutualismo é união.
Sim, principalmente pela alguns, nem todos, né? O que não entendeu tem que ser muito forte para se manter sozinho no mercado, né? E o que entendeu, ele vai realmente agora conviver do com o mutualismo na prática mesmo, de fato.
Perfeito. Vamos lá. Vamos falar um pouquinho da reforma, mas antes vamos falar dos nossos patrocinadores. Gestão de associações não admite improviso e é por isso que a RX se destaca. Na RX, gestão é especialidade, tem processo, método e entrega. E o resultado é simples e a satisfação é além da expectativa. E quando falando de tecnologia no setor, a Inova é uma referência. Ela automatiza processos, fala a nossa língua e reduz o tempo e o custo. Com atendimento 24 horas, entrega agilidade sem perder o lado humano. Então, para você que quer contratar algum desses setores, os links estão na descrição. E se você usar o código e proteção 02, você confere condições especiais.
Vamos lá, vamos falar da reforma tributária. O que que na sua cabeça mudou aí com essa reforma tributária para as associações? É um ponto importante, o ponto chave da reforma tributária em relação à proteção patrimonial mutualista, antiga proteção veicular, é o que já vinha sendo conduzido e construído na reforma, mas que o mercado não estava com os olhos atento a esse detalhe, esse pequeno detalhe que vai fazer toda a diferença e já começa a fazer diferença agora em janeiro desse ano de 2026. O que aconteceu? O mercado de proteção patrimonial, ele focou na regulamentação da atividade.
Perfeito. E aí, com a abordagem da SUSEP nas minutas que sucederam a lei, na tanto na parte mutualista, associativista, quanto na parte mutualista cooperativista, sim, foi direcionado o foco para essa estrutura em si. E nos grupos que a gente faz parte, né, e que lógico que a opinião de todo mundo é válida, é assim que se constrói democracia, havia uma frase pronta e um discurso de que a lei ela extinguiu o mercado, né? Essa frase eu usei até no podcast anterior lá no começo, que a lei ela veio para acabar com o segmento, né?
Qual é o sentido de acabar com o segmento? É de acabar com o segmento da forma que ele havia sido formado. Sim. Com muita prática amadora, sem qualquer tipo de governança e de estruturas que cedesse confiabilidade tanto pro associado quanto pros órgãos reguladores e fiscalizadores.
Perfeito. Então a lei ela realmente acaba o segmento, ela acaba o segmento que não está pronto para atender uma estrutura regulada. E o que acontece é que embora o foco estivesse nisso, havia um detalhe muito importante que é com a própria reforma tributária, que ninguém falava nisso, né?
E ninguém falava e ninguém falou. E a gente tá falando agora aqui em primeira mão para que as pessoas prestem atenção. A lei que regulamentou a proteção patrimonial mutualista foi a 213 de 2025. Sim. A lei que traz a reforma tributária é a 214. É a lei seguinte. Sim. Ambas construídas pelo deputado Reginaldo Lopes ali como relator. Então, a 213 e a sequência dela 214 é a lei da reforma tributária 214. Ambas foi pelo Reginaldo. Então o que acontece? A reforma tributária, ela traz um fator de extrema importância no quesito mutualístico associativista no Brasil. O Brasil tem por estrutura legislacional quando trata-se de ajuntamento de pessoas. Sim. Exceto cooperativismo. Esqueço cooperativismo no que eu vou falar aqui. Quando eu trato ajuntamento de pessoas de forma associativista, eu tenho dois tipos de benefícios. A imunidade tributária, que ela é constitucional, falando especificamente do terceiro setor, especificamente terceiro setor, associações, tá? Então eu tenho a imunidade, perfeito, que tem imunidade constitucional e tenho a imunidade que é conquistada através de disposições com títulos, por exemplo, o CEBAS, né, que são título de entidade beneficente, quer ser área de saúde, educação. Então, eu consigo a imunidade tributária através de estruturas que o governo criou. Além disso, tem um artigo, é artigo 15, sim, artigo 15, a lei 9532 de 1977, mas o artigo é o artigo 15, que era o detalhe dela, foi que trouxe o conceito da isenção tributária para as associações.
Isso. Com a isenção, Guzmão, os tributos convencionais de empresas normais não são alcançados pelas entidades beneficentes, essas clubes de bairro, todo esse conjunto que os como você conhece proteção veicular, se você for olhar pelo lado do fisco, é uma associação de bairro ali.
Exatamente. Uma associação, né? É um grupo ali, ó. É um grupo. Então, e esse benefício tinha só uma incidência específica de PI sobre a folha de pagamento no montante de 1%. Sim. Tá. E goza da isenção tributária dos outros tributos, né? E tinha prática, lógico, de lei das retenções, quando cabe ali de imposto de renda retido na fonte, ISS, etc., mas não parte dela, da entidade.
Sim. Então, a 213 chega, regulamenta o mercado de proteção patrimonial mutualista, faz com que esse dentro do seu regramento a associação saia do caráter de mandatária exclusiva do conjunto de associados. Sim. Cria dentro desse organismo grupos, a lei 23 que grupos. E esses grupos serão praticamente que independentes, com CNPJ próprio, característica próprio, em que ali ele terá as contas dele exclusivas, né? E será gerido diretamente pela administradora. Veja, imagina, imagina que esse microfone aqui é a associação. Sim. E aqui eu tenho os grupos e aqui eu tenho administradora, a caneca aqui é administradora. Sim. Beleza. Então, o grupo está vinculado à associação, mas é gerido pela administradora.
Administradora. Então a associação ela perdeu uma autonomia de questões imediatas. Sim. O diretor não pode chegar agora, paga is faça aquele não vai vai ter isso aqui. Só que tem um detalhe aqui importante. Quando eu crio esses grupos aqui dentro, eu tô criando um grupo mútuo de autoajuda plena, em que os recursos desse grupo eles não podem ser nunca receita. E a natureza de receita na contabilidade, nas normas contábeis, ela tem característica por si só de tributária, de de tributação.
Então esse grupo ele não tem essa car de receita, ele tem um ingresso de recursos. Foi esse o termo até que eu sugeri para junto com o deputado no evento que teve recentemente, Sim. para que ele entenda que isso é um ingresso de recursos e ele contribua no melhoramento dessa legislação. Sim. Esse ingresso de recurso passa para administradora que retenha a sua receita pelos serviços prestados, passa a contribuição associativista pra associação e paga toda a estrutura que tem lá na ponta. Nesse sentido, nesse aspecto, a associação, ela não mais tem uma receita totalmente integralizada dela. Sim. Ela tem apenas o valor da sua contribuição associativista. No modelo que temos atualmente, né? Eh, eh, o que o que fez a Voasan crescer e a gente estruturar o negócio é que a gente tratava dessa forma antes mesmo da lei. Nós havíamos criado a estrutura com os recursos transitórios e que fez a gente vencer alguns casos da Receita Federal por isso, porque mostrava que o ingresso, associação, ela era apenas uma fiel depositária dos recursos.
Sim. Baseado nesse conceito, e aí onde é que vem a questão da reforma tributária, onde é que a associação acabaria por conta se não fosse a lei? Porque a lei tá confirmando e ratificando dispositivos transitórios dentro de uma associação. Ela não diz que se a associação faturou 1 milhão, 1 milhão é receita dela. É, não tem como. Não tá? Ela tá dizendo, ó, isso aqui é do grupo, aqui é da administradora e um pouquinho aqui é dela.
Sim. Perfeito. Isso é o consenso. Todo mundo sabe disso. Beleza. Aí a gente tem um probleminha agora que a reforma trouxe que já está acontecendo e atenção vocês que são diretores de produção patrimonial mutualista, já está acontecendo e daqui posteriormente o ano que vem, daqui a dois anos, a receita vai bater, vai bater na porta. Isso é inevitável. Por que inevitável? Porque a reforma ela traz uma situação específica que é a retirada, vamos chamar de retirada, entre aspas, desse benefício de isenção tributária em associações que fazem prestação de serviço.
Aí complica. Complicou. Por quê? Veja, muita gente estava driblando a receita, criando associação para prestar serviços. Exatamente. E isso foi identificado. Ah, eu tenho aqui uma clínica, vou botar um hospital, vou montar um instituto. Sim. Eu tenho aqui um escritório de advocacia, vou montar um instituto. Eu tenho aqui um escritório de contabilidade, vou botar um instituto. Eu tenho aqui tudo é instituto, não é? Ah, eu tenho uma brecha, essa brecha existia e e existe ainda hoje até 31 de dezembro. O cara ainda vai se manter como instituto, como associação, como ele quiser. Só que tem um detalhe, houve dois, houve um decreto do governo, um decreto do 12, o 12808, 12808, e a receita emitiu uma instrução normativa, vocês podem anotar aí, a 2305. E aí essas esses dois mecanismos ele já estabelece o seguinte: agora a partir de janeiro de 2026 vai ser cobrado de todas as associações, todo terceiro setor que tem contraprestação de serviço, independente do que for, 10% do tributo real no que seria pago no lucro real.
Nossa, mas aí já está valendo. Já está valendo. É, nesse momento o que tá valendo aí RPJ e a CSL, ou seja, imagine que a associação faturou 1 milhão, tirou ali para ela. Agora imagine que é uma empresa faturou 1 milhão, tirou 800.000 de despesa, sobrou 200, vai ter que pagar imposto de renda de contribuição social proporcional ao que ela lei tá determinando. PIS e Cofiz a partir de abril, se não falha a memória desse.
Isso já dentro das associações. Agora agora já agora. Caramba. E aí tem um detalhe, se for comprovada a contraprestação de serviço, eu tô falando da associação em geral, tá? Sim. Se for provada a contraprestação de serviço, aí eu tenho uma tributação normal, como qualquer empresa do lucro real. Então veja que detalhe, a partir janeiro de 2027 que vai acontecer, vou botar para janeiro de 2027 pra gente ser mais.
Sim. Que aí já vai estar, já vai estar pleno, pleno gosto da da reforma. Mas esse ano, 2026, não vai ser investigado agora, porque as informações contábeis vão em 2027. Sim. Quem não se adequou em 2026, 26 já vai, já vai mandar informação errada. Então depois a receita ela vai vir fiscalizar o 2026 e onde as multas vão entrar com pé na barriga. Então há uma discussão, tem como discutir com a receita em relação a isso? Tem, tem porque a DU 203 agora beneficia. Ah, tá. Eu posso utilizar a eu posso tentar, não, não é que consegue. Eu posso tentar utilizar na defesa a 213 porque tá no vacácio leges, utilizando essa estrutura e essa ideia já de recursos transitórios que a gente já havia usado anteriormente, mas vamos esquecer por um minuto que houvesse 213 e vamos considerar 2027 como legislação plena para a proteção veicular. Proteção veicular, ela é uma venda de serviços de proteção patrimonial. A uma venda de serviço, a uma oferta de mercado. Eu não sou uma associação, Guzmão, que tô esperando as pessoas vir me procurar. Sim. Existe uma procura. Você procura. Isso. Eu mando os consultores, eu mando os vendedores que são os corretores que o seguro tem e vão atrás, não é verdade? Se eu vou atrás, no papel não tinha, né? Mas na realidade era isso. Mas isso é claro e notório. As receitas são de associados, são de contribuições globais que envolve o associado e a contraprestação de serviço.
Perfeito. Há associações com contra prestação de serviço tributado integralmente em janeiro de 2027. Ponto. Eu vou botar janeiro de 2027, mas já já tenho essa legislação. Como ela vai sobreviver em um mercado? Como é que ela iria sobreviver? Impossível. Pega lá ela lucro real, pagando tudo. PIS, COFIS, IRPJ, CSLL, como ela compete inviável. Você sabe que é inviável. Se elas estão achando ruim que vai ter um um aumento ali de 15% por administradora, que não é ruim, é baratíssimo. Para quem tá aplicando recursos milionários para garantir de risco, não é nada, 15%. Sim. E que o próprio a própria organização associativista, ela pode ser beneficiada com outras receitas, como a de vendas, por exemplo, lá na frente. Esse valor ele fica irrisório. Então imagina que com 15% tão achando ruim e agora bota uma carga tributária de 40% em cima delas. Impossível.
Não tinha como. Então se ela já foi proposital, então não, ela foi proposital para a o governo não disse na 214, na reforma, o governo não disse: "Eu vou acabar com a associação com a reforma não, de proteção veicular". Sim. Ele ele reestruturou o mercado associativista, vamos que havia dentro do benefício de isenção. Sim. Ele disse: "Ó, tem gente ali dentro e há um grupo aqui das associações que movimentam milhões, milhões e milhões e estão se beneficiando de uma isenção que praticamente é indevida, porque tão prestando serviço." Sim. Estão fazendo o que o o outro o mercado segurador faz, né? O mercado segurador, as associações que estão substituindo, prejudicando o mercado tradicional. Sim. Então a gente precisa equiparar isso. Equiparando isso de uma forma global, botou para toá, como a gente chama no Nordeste. E aí se não houvesse a 213, veja que negócio louco. Se não fosse a legislação que regulamentou a proteção patrimonial mutualista, a proteção veicular, transformando ela em ppm e dando um regime específico de tributação, que é o que tá se buscando agora, eu tive uma oportunidade de conversar com o Reginaldo, ele disse que estão buscando um regime específico, né, especial para ela. Ela por si só, ela implodiria pela reforma tributária, porque o custo ia ser inviável, tá?
Então você tá me falando, por exemplo, que teve associações que não se cadastrou por ideologia de continuar na mesma posição do que já era. Essas aí não vão sobreviver. Essas já estão mortas agora a partir da nova lei, porque não tem nem defesa. Ela não tem nem cadastro para dizer que estão adequando uma lei para discutir. Dentro da reforma já tá fora. Já tá fora. Porque ela vai ser tributada. Ela vai ser inviável. É. Ah, não vou tributar, vou contar. Ela vai cair uma hora ela vai cair. Sim. Nós sabemos que o que aconteceu, o o Brasil investiu, o Brasil tem hoje duas coisas, a maior tecnologia do planeta em termos de fiscalização tributária. Sim. Tá? E ela tem também a partir de 2027, o maior imposto do mundo. Então ela quer investir em tecnologia para buscar o seu maior imposto do mundo. Sim. Então se o cara tá achando que vai se livrar disso, tá muito difícil. A gente tende nos próximos 10 anos a ter no Brasil uma sonegação próxima de zero por causa dessa tecnologia. Ferramentas e da o split. O split também, o split de pagamentos, né? Sim. Porque já vai tirando direto da fonte, já vai tirar da fonte. Então o split ele é a ferramenta é o split na verdade, porque o que acontece hoje é o seguinte, você enquanto empresário no Brasil, você que confessa a dívida, você que diz pro governo: "Olha, eu faturei isso". Que eu acho um absurdo, né? Ele sabe o que que você faz, mas eu sei que tem que falar. Não, aí aí você Mas vê só como, mas vê se não é pior do jeito que eu vou fazer. Vê ele. Me, eu faturo 1 milhão e digo: "Ó, 100.000 É de imposto teu. Aí eu vou, digo e 100.000 tô devendo. Sim. Beleza. Agora é o inverso. Agora ele tira os teus 100.000 e tu diz: "Ó, não é 100 não, é 80, me devolve". Nossa, é você que tem que sair atrás. Eu tenho que estar muito organizado contabilmente para pedir de volta aquilo que eu acredito que seja meu, entendeu?
Então, inverteu a situação. Inverteu a situação e isso vai ser construído no longo dos anos. Temos algumas brechas. Temos algumas brechas. Por exemplo, cooperativismo é uma brecha. Cooperativismo é uma brecha pra gente que gosta de fazer as coisas coletivamente. O o cooperativismo ele é uma brecha para não seria uma brecha, não, uma oportunidade para que você atue em outras áreas e de uma forma que diminui o impacto tributário, mas é são formas coletivas. Se você é dono de empreendimento e tá aberto a virar sócio de muita gente, beleza? E também ramos específicos, né? Eh, o consumo por exemplo não tem essa viabilidade. Uma questão que é muito importante tratar na em relação à proteção patrimonial, deixar bem claro aqui é que todo mundo vem falando lá de trás foi falado em cooperativa de consumo para proteção patrimonial. Ainda que pudesse existir isso, que fosse isso, que não é raro lá. Eh, é o o dentro do cooperativismo o único ramo, o único ramo que tem tributação, independente do ato é cooperado ou não, é as cooperativas de consumo. Tudo lá é tributado.
Então, já um negócio já nasceu morto. Sim. Já nasceu inviável. Já nasceu inviável. Então, quando você vai construir, muita gente constrói situações eh vendo viabilidade institucional. Aí isso aqui pode institucionalmente pode, não pode, mas tributariamente você estudou se aquilo também é viável? Sim. Não é? Então o que o que nós temos no Brasil, Guzmão, nessa cadeia que a reforma trouxe é sobrevivência agora pro setor, porque a lei agora é boa. Agora. Passou a ficar, passou a ficar boa, fica boa. O mercado tende a se profissionalizar. As que não conseguem se profissionalizar vão se juntar com quem se profissionalizam ou com organizações que tomem de conta, como eh tem a ideia de se montar uma grande cooperativa, né, para que faça seja acionista de uma ou a central seja acionista de uma administradora que. Sim. Quero até te perguntar depois sobre isso, que que você vê sobre essa questão sobre existe esse tipo de situação? Existe aqueles que já estão já passando bases para outras associações assumirem, já tão já estão eh repassando as bases. E tem gente querendo entrar no mercado abrir associação agora e não tem o conhecimento que há essa lei, né? Eu recebo todo dia alguém querendo abrir uma associação, mas não sabe nem que a lei já veio que não pode mais em tese, porque não tem nem cadastro, né? Sim. E temos a situação do governo determinando que cooperativo seguro é cooperativo de seguro e ramo consumo é consumo e produção patrimonial, produção patrimonial, administradora, administradora, IAI. Então, a o governo tende a ser esse IAI. É assim a regra? IAI, como a gente diz no Nordeste, tem IAI. Então, é é mais ou menos isso como tá funcionando dentro dessa reforma tributária. O que você acha que além dessa mudança, né, que passou a virar uma coisa boa a partir daí, o que que associações precisam ficar atentas dentro dessa reforma tributária além desse ponto?
Pronto. Especificamente é o seguinte, buscar contabilidade especializada de fato que entenda. Sim. Disso que eu acabei de falar. Sim. Para ver se vou ter que pagar imposto ou não agora. De como é que eles estão contabilizando, porque se contabilizar normal, jogando a receita no na DRE lá em cima, faturamento lá em cima, tá frito. Sim. Esse é um detalhe muito importante. Tem amparo jurídico para se defender no futuro, se tiver fazendo loucura, mas o mais importante é ter um financeiro afiado para que a gente possa fazer integrações em tempo real e fornecer em tempo real informações de provisionamento, de um BI contábil para que o diretor da associação ele possa tomar uma decisão baseado em informações idôneas. E isso é um ponto mais difícil, porque a própria diretoria de associação, parte dela gosta do jeitinho. Sim. Ah, eu posso fazer assim, posso fazer assim. Coisas básicas de questões financeiras e de processos internos não são executados. Não é você pagar uma nota e perguntar: "Anda, eu posso pagar essa nota com Pix do outro?" São coisas que você vê que não faz sentido, coisa básica, né? Muito simples de entender. Eh, buscar profissionais para esses setores, não economizar.
O ponto, esse é um ponto, cara. As associações economizam muito. Você vai cobrar um honorário de R$ 5.000. Sim. Pr associação de médio porte. É uma fortuna, fulano aqui me cobra dois. O cara fica com dois aí. Sim. Mas o que que ele te entrega? Qual que é a visão que você vai ter lá no futuro também? E não é só isso. A conta vem bem mais cara lá na frente. A gente, eu vou te dar um exemplo, tem associações que nunca assim, ah, não vou não, porque a voz é um pouco mais cara do que ele trata como um cara que beleza. Aí vem um problema pesado lá na frente. Só para só para só para organizar o problema do cara já é uma fortuna. Sim. Porque ele perdeu de ter acesso a um produto de qualidade, né? Não gastou muito o que devia gastar e agora gastou. Gasta muito mais. Gasta muito mais. Então, eh, focar em profissionais competentes, no nos principais setores, financeiro, tem que ter uma pessoa boa ali dentro e e de uma forma geral seria constituir a governança dela, né? Estruturar a cultura dela de identidade complice. E aí dentro disso você vai ter que ter um financeiro bom, você vai ter que ter controladoria, você vai ter que ter setores que se conversem, né, a parte estratégica, administrativa, marketing, tudo. Você vai ter que ter toda essa estrutura de setores conversando para que seja transformado em documentos.
Sim. Eu vejo muita gente, eu tenho muito ouvido aqui, todo mundo falar assim, cara, focar na governança e no comp. Queria que você explicasse um pouquinho como que funciona a governança, o que que é a governança em si e depois a gente falar um pouquinho do compli. Eh, eh, muita gente fala de governança, mas eu acredito que a maioria nem sabe como que funciona.
Sabe não sabe o que é, né? Governança, gente. Quando a gente fala de governança, a gente fala de governar. Sim. De governar, de como é que eu governo uma estrutura, tá? A governança, ela é uma uma temática que vem sendo explorada há muitos anos, especificamente eh de médias e grandes empresas que tendem até a ser vendidas, né? Sim. Gente que vai para startups, pessoas, empresas que tão tão ali que buscam o mercado eh eh buscam estruturas mais organizadas e robustas, ela tende a já ter isso no seu nascimento. No Brasil a gente não tem a prática de governança incutida no nascimento das empresas. Sim. É cultural isso aí não existe. Não existir. A gente primeiro ganha o dinheiro, depois entrega. Sim. Até mesmo porque empreender, que é muito difícil. É muito difícil. A gente tem um uma estrutura tributária muito louca, é muito caro o Brasil para fazer tudo. É do jeito que dá. Je dá. Depois a gente acerta. E as empresas são muito familiares. Sim. Verdade. Então a empresa é você e sua esposa, eu e a minha, a do meu sócio e todo mundo vai juntando, vai fazendo. Em países desenvolvidos, as empresas nascem com a figura de do dono, sendo um captador de investimento. Sim. Investimento tem que se conversar com o mercado externo. E o mercado externo, ele tem um padrão de leitura da empresa, um padrão internacional. É por isso que nós temos a governança baseada em um padrão internacional, que são normas que vão ser criadas, instituídas dentro de organização. Sim. Que todo mundo do mundo vai conseguir ler e enxergar. Como na contabilidade temos as a conversão para a IFRS, que são os padrões internacionais de relatórios contábeis. Então, se eu conseguir pegar um balanço aqui, um balanço americano, um balanço alemão, vai estar tudo na mesma estrutura conceitual. Eu vou estruturar e vou conseguir ler. Então, a governança ela ela converge para isso. Como é que a gente para ficar mais fácil de você entender eh eh de de ser explicado para todos que aí estão, imagine que a governança ela é um agente independente que vai fazer você ter em tempo real toda a estrutura documentada da sua organização em todos os setores. É muita, é uma coisa muito grande, muito complexa e grande complex e bem detalhista, porque trabalha com números, trabalha com um monte de de situações. Ah, quero, onde é que eu faço governança? Existe vários cursos de governança no Brasil. Pronto, agora no mês de abril eu tô começando um de governança e alguns advogados também que a gente passou a indicar e conversar junto que existe no Brasil um instituto chamado Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, IBGC. O IBGC é quem domina o mercado de governança no país, é quem determina uma série de situações específicas, né? Ele tem um manual de governança. Quem quiser um manual de governança pode eh eh entrar no nosso Instagram da Voazan e a gente fornece para vocês também o manual de governança corporativa do próprio IBGC. Sim.
Se você quiser deixar com a gente que a gente. Posso vou te deixar um PDF colocar no link aqui para as pessoas baixarem. Importante. Então com Manalância ela vai ter entendimento do quem a governança vai conseguir aplicar. Isso pelo menos tem um entendimento. Ela vai ter um entendimento dentro da governança. Eu tenho também as parte a parte de gestão de riscos. Gestão de risco dentro disso, do nosso segmento, é algo extremamente profundo. Tem algo, já ouviu falar de alguma associação com gestor de risco? Não, não existe. Eu pelo menos não vi falar. E quando você fala em gestor de risco, eu não tô falando exclusivamente do sinistro do carro, não. Veja um exemplo simples. Imagine que a Coca-Cola aqui, né, um refrigerante, Sim. ele produza na nos Estados Unidos. O refrigerante ele embale nos Estados Unidos, tá? Mas a matéria-prima ele seja produzido na Colômbia. A Coca seja produzido na Colômbia. Sim. Certo. Mas tinha que ser Colômbia. É porque Coca, Colômbia, né? Tá tudo junto. Imagina só que se dá uma tempestade na plantação de Coca na Colômbia, eu vou afetar a produção. Exatamente. Se o navio não chega, vai. Se tiver um travamento internacional, então qualquer imprevisto, tudo que é imprevisto, tudo que não, tudo que você pode submeter a uma questão de de inviabilidade da coisa andar vira um risco. Sim. Um risco específico. Então a gestão de risco ela é complexa. Ah, eu tô com o Felipe na contabilidade, eu vou trocar agora para fulano porque eu gostei dele, mas ele é gente boa. Tu mediu o risco, qual o no daquele profissional, quanto tempo ele tá no mercado? O que é que ele tá fazendo para ele crescer? Vamos lá de advogado porque esse aqui é meu amigo, é mais bonito, ele entende, ele vai conseguir. Ah, eu não vou assistir o canal do assistir o outro ali, mas esse nasceu agora o cara nem do ramo é esse aqui conhece todo mundo. Então tudo na vida Sim. Tem um risco envolvido que tem que ser gerido e isso faz parte do conjunto. Ele tá introduzido dentro da governança.
Perfeito. Isso tá introduzido dentro da governança. E aí eu aconselho, quem quer trabalhar nas administradoras de uma forma altamente profissional e tiver uma qualificação, você é advogado, você é eh até contador, né? Eu gosto mais porque eu gosto de aprender, né, para exercer, não. Tem os cursos do IBGC, tem o curso, por exemplo, de conselheiro administrativo, né? Esse é o que a gente vai começar agora em abril. Eh, e ele tem agora uma vantagem, ó, ele tá disponível, tá disponível para você fazer telepresencial. O meu vou fazer em loco em Curitiba. Hoje eu moro em Curitiba. Sou de Pernambuco, mas tô morando em Curitiba. Vou fazer em loco lá em Curitiba. Tem São Paulo que funciona, Goiás e Curitiba. Eh, e esse curso ele dá direito a você de ser um conselheiro profissional. Quando você vê aquelas grandes empresas diz assim, ó, vamos falar com um conselho de administração. Sim. Quem é o conselho de administração? São pessoas com formação e qualificação técnica para ser conselheiro de administração. Não é uma pessoa qualquer sendo um conselheiro, não. Sim. Já tem gente específica e que trabalha em cima disso já há bastante tempo. Sim. Aí se você faz um curso desse voltado pro mercado securitário, quem será você daqui alguns anos? Não, o rei, né? O rei, cara, é o cara que vai dominar a governança, porque o curso em si de conselho de administração, ele é governança pura. Sim. Dentro da maior instituição de governança do do país, que é IBGC. Então você vai trabalhar onde você quiser. Nem proteção você vai querer mais. Você não é para grandes bancos, vai para onde você quiser. Então isso é uma construção que você tem que fazer, né?
Sim. O que o que eu vejo hoje é basicamente que a a maioria não entende como funciona. E eu acho que é por isso essa grande cultura do medo de não entender o que que é governança. Eu quero falar um pouquinho de compli, mas antes vamos falar dos nossos patrocinadores. Assistência 24 horas costuma ser uma dor de cabeça para as associações. Assiste-me resolve isso com foco total em qualidade. É mais de 95% de satisfação dos seus associados. É acima da média do mercado. Eu uso e indico. E a Fan, você já ouviu falar da FAN? Fortalece as associações de proteção veicular. Ela oferece suporte, cursos, treinamentos, trazendo mais organização e transparência para o setor. Então, se você quer saber mais desse segmento, acesse o link na descrição e conheça condições especiais.
Eu ainda quero continuar um pouquinho na na governança. Eh, a questão de estrutura, as associações menores, elas conseguem ter essa estrutura? Não tem, não consegue. É caro. O Vâns é caro.
Então, como. Não é não é que é caro, é investimento alto. Sim. Cara não tem. Mas como que eh, por exemplo, isso será cobrado? Ela pode fazer o mínimo, uma associação, ela pode ter o mínimo em processos, em uma estrutura inxuta. Inxuta. Aí ela parte no livro dali da doutora da da Débora Bragança. Esse livro eu li hoje de manhã, ele é uma leitura rápida, bem objetiva. E a Débora Pron é uma das profissionais que pode utilizar você ter o o máximo com o mínimo. Então você vai ter uma mini governança baseada em processos obedecendo regras internas para que você possa ser absolvido por uma administradora, que é um detalhe de importância. Não é porque o cara vai ser administradora, vamos lá, eu tô mandando a voazã se uma administradora. Ah, então eu vou, você que é associação vai ficar comigo, você não, não é assim. As administradoras elas vão sim medir sim o risco da vão fazer o critério e o critério tá dentro também da governança, aquela mínima possível dentro daquela estrutura. Sim. Porque se ela pegar errado, ela vai ter que compromete tudo. Imagina que eu pego uma associação que tenha lá um passivo de 5 milhões e eu não conheço e o cara tá vinculado a outra associação que tem o mesmo nome, tal, qualquer coisa assim, e que depois a justiça pass lá foi todo para cobrir esse passivo. Então vai ser muito criterioso. Não adianta sair por aí batendo na porta da associação, oferecendo serviço de administradora. Sim. Você tem que esperar um pouco, entendeu? Mercado e conhecer as pessoas que estão ali do outro lado, porque é complicado no mercado e você pode matar a operação do dia pra noite, você pode acabar com a administradora, deixar ele insolvente do dia pra noite, porque é complexo, né, cara?
Eu até queria falar um pouquinho também dessa questão do compli, porque agora começou a a vir novas regras e novas e eh formas de e dentro da nossa cultura, dentro da proteção veicular, a maioria não tinha o conhecimento e tá e como você disse, empreender é complicado, fazendo isso tudo meio que eh de forma e e incoerente o compli, como que vai ser exigido? E para você e me mostra um pouquinho sobre como trazer o compli de forma diferente dentro desse setor.
Para que você tem um compli ção, você tem que ter pessoas dentro dela dispostas a contribuir e você aprender a delegar e distribuir, não é? Eh, eh, para pessoas específicas para manter a regulação do que foi instituído dentro daquela estrutura de compa, para que ela funcione. Se você não tiver a capacidade de delegação mínima possível, falo diretamente para um diretor de proteção veicular, ele pode implantar o que ele quiser de complicando, né? Tem que ter comando. É, se ele não tiver isso, ele não consegue desenvolver o compliente, porque ele ele vai ficar, tá? Ele vai estar preso ao que ele acredita, o que ele quer e não a regra, a a estrutura que foi determinada em si, né? Então, a é muito importante conversar com o interno, manter essas regras detalhadas e ela ser a lei interna dele ali, porque se ele não faz com que essa regra seja interna seja tornar cultural, né? Cultural, o compli. Você acredita que dentro dessas associações que foram cadastradas, eh, que a grande maioria é abaixo aí de 3000 itens, zero compli todo mundo, grande e pequena. Que também não tem, não tem governança. Também não tem. 0.01%. Como adquirir isso aí dentro desse já perfil que já vai ter uma cobrança, já vai ter um aumento, já vai ter como como pequeno empreendedor ali faria. Eu ficaria no mínimo ainda ali, como eu falei da Débora como exemplo, buscar pessoas, porque tudo isso vai pr vai pra administradora. Básica. Sim. A administradora que vai ter toda dessa estrutura e por si só. Veja, eu enquanto associação, se eu faço um investimento desse agora em complice, em governança robusta, eu quanto associação, eu perco a oportunidade de pegar pronto da administradora e descer vir por gravidade para mim. Sim. Porque aí já tá organização, já tá, já tá organizado, já vai vir com o padrão SUSEP, já vai vir com a estrutura de como eles vão querer que o negócio seja desenvolvido. Sim. E uma coisa ele discutir isso com a administradora já feito, outra coisa ele construir do zero, ele vai perder tempo e dinheiro. Nesse momento eu acho que é inviável. Se dissesse para mim, ó, a associação ela vai persistir sozinha, aí não, tudo é viável para ela. Sim. Porque é a gestão administração única. Mas sim, ela deve ter um mínimo possível do que ser o o a própria lei da LGPD já leva um complicezinho, entende? Já já leva. Então, se o cara quiser o mínimo, pô, implanta LGPD ali, perfeito. Implanta uma LGPD que já resolve tua vida e faz o mínimo possível ali de governança e processos.
E quanto ao contador, por exemplo, a contabilidade vai ter uma contabilidade da associação e uma contabilidade da gestora. Como transitar nessas duas aí sem ter algum tipo de problema?
Problema e conflito. Vamos lá. A contabilidade da associação, ela vai ficar uma contabilidade mais é uma contabilidade mínima. Sim. Ela será uma contabilidade só dos recursos pertencentes a ela, não aos grupos de proteção. É o que vier de split da administradora para ela, da contribuição associativista para gerir apenas administrações, as as questões administrativas dela, a não ser que a administradora contrate a associação que é tá na lei no artigo acho que 58, 57, 58, diz que ela pode ser a prestadora de serviço também da pode fazer assistência, ela pode fazer o que ela quiser de prestação do serviço, ela pode executar. É, só que lembrando que esse exercício essa se a associação for executar esse serviço, serviços tributados, tudo direitinho, porque ela tá prestando serviço, entende? E aí eu tenho uma contabilidade meio que mista entre empresarial e associativista ali dentro, porque o que foi criado é um é um é uma coisa nova, uma coisa nova, um frank, né? É um frankinzinho ali, né? Então, a contabilidade ela vai ser importantíssima, como ela sempre é, mas eu acho que o fator mais importante é que esse contador ele tem que estar atento o negócio. Eu não vou poder contratar geradores de guias para cá, cara. Isso é é fantástico que você falou, porque a maioria é gerador de gemia gerador de guia e nem pseudo especialista. Sim. Veja, Guzmão, eu entendo que a especialização ela é a prática exaustiva de algo. Sim. Você vai ficar especialista em podcast, podcast pela prática, pela sua prática. Mas para o mercado profissional, tudo tem que ter uma certificação. Sim. A certificação ela qualifica profissionalmente aquilo que você já sabe e aperfeiçoa. Sim. Ela diz que você tá pronto. Diz que tá pronto. Então a gente tem especialistas em produção veicular de tudo que é canto. Ninguém fez, nunca fez uma após nem terceiro setor. Sim. Eles não, ele não continua estudando e avançando. Isso não tem, não tem requisitos técnicos. E aí o que acontece? O cara é contador, mas não estuda eh CPC, que são as normas contábeis e FRS. Ele não tem, ele não estuda, não estuda contabilidade como deve ser feita, como a regra determina. Essa contabilidade, ela não vai existir, ela vai morrer. Não vai, ela vai morrer. Por qu, Guzmão? Porque a lei traz uma obrigatoriedade fantástica, auditoria. Então, da de ponta a ponta teremos a auditoria. E aí eu trago um detalhe importante. A associação, ela passa.
A ser obrigada a ter auditoria independente anualmente.
Sim.
O que é isso? Eu pego lá como auditor independente falando, eu pego as demonstrações, eu pego uma pessoa, eu pego as demonstrações contábeis de um contador, chego lá, vejo e analiso se ela tá de acordo com as normas.
Sim, isso é um ponto. Sem identificar se tiver com ambalacha ali por dentro, falando linguagem popular.
Sim.
Vamos falar só de padrão contábil. Eu vou pegar a demonstração e vou ver se isso aqui tá padrão com as normas. Se você tem um contador gerador de guia, nunca ele vai saber disso. Ele não estuda norma, ele estuda CPC. Então ali você não consegue nem emitir um parecer.
Perfeito.
E o que vai acontecer com a administradora que não tem associação, que não tem auditoria e que o parecer seja eh foi se absteve a opinião, não vai continuar.
E o gerador de guia também é um cara que às vezes tem muito medo e faz algo errado e acaba que você pode estar pagando muito mais ou pagando errado, né, por conta do medo, porque tá gerando guia e não tem o entendimento e aí tem que fazer toda hora. vai te cobrando alguma coisa, né?
E aí tem um detalhe importantíssimo aqui, tá? Esse contador tem que ser um contador bom, porque a auditoria é o primeiro a queimar ele.
Sim.
Não queimar ele porque ela tá fazendo mal para o contador, mas ela vai dizer: "Ó, esse contador não segue as normas, não segue o padrão." A administradora tem sua auditoria, por natureza, do mercado regulado.
Sim.
E essa auditoria é específica com habilitação SUSEP. Depois eu vou explicar o que é isso.
Sim. Eu não sei ainda se a auditoria da associação vai ter obrigatoriedade SUSEP da associação, porque quem é quem tá de fato aqui sendo fiscalizado assim em termos é administradora, né? O que é que quer dizer isso? Imagina só, Felipe fez contabilidade, ponto, passou na prova da do conselho, ponto, virou contador ali. Então, só vira o contador se eu passo na prova do conselho.
OK.
Passou, passou. Ponto. Ah, eu quero ser auditor. Então, por si só, você pode fazer uma auditoria, posso fazer uma auditoria interna se tu tá certo tuas contas, coisas desse tipo. Só que muita gente que faz auditoria, só auditor, faz outra auditoria, não faz [ __ ] nenhuma.
Sim. Contrata um auditor, faz nada, não faz nada.
Vou te explicar o porque é. Existe um exame chamado Equete, exame de qualificação técnica feito pelo Conselho Federal de Contabilidade. Auditor só é auditor quando passa nesse exame. Depois que você passa nesse exame, aí você tem a oportunidade de fazer as provas de habilitação. TVM, que é para atuar no mercado, no mercado financeiro, Susep, é, atender as asseguradoras, PrevIC para atender as entidades de previdência complementar e tem uma outra prova à parte que é a de perito. Então eu só isso se eu titulo eu conseguir o título com as provas de habilitação que a Susp exige.
Então, no caso Felipe tem o EQT.
Sim, eu sou habilitado a fazer auditoria e ainda não sou habilitado para fazer SUSEP, que é o que a gente vai buscar agora para montar uma grande empresa de auditoria, porque a única coisa que de fato pode ter 1 milhão de contadores aqui, eu preciso ter auditoria nas duas pontas, na associação e aqui.
Se a Susep não exigir, não exigiss por exemplo agora auditoria paraa associação com habilitação SUSEP, a gente já pode fazer. Se ela exigir, tem que passar na ter a habilitação. Então, independente disso ou não, a lei já determina a auditoria. Então, em 2027, eu já tenho que ter auditoria dos balanços de 2026. E digo mais, quem quiser entrar na administradora e ficar com as coisas muito organizadas, já faça auditoria agora após a entrega do SPED nas demonstrações de 2025.
Entend que tá aqui. Aí eu te pergunto, a gente tem uma questão da contabilidade que ela é uma oportunidade para contadores. Eu vejo como oportunidade, mas não pro contador ficar milionário, porque muita gente faz contabilidade vai ficar milionário.
Sim, vocês trabalham com números, né?
É, você vai ter uma cartela boa, mas milionário você não vai ser. Você é milionário com outras coisas de contabilidade, né? com negócios de consultoria, de auditoria para você começa a ganhar algum dinheiro bom, mas a contabilidade em si, ela mantém ali. Então, se você quer fazer uma contabilidade ficar bem antenado, vá se preparando em CPC, manual de contabilidade societária, pega o manual de contabilidade societária, vai estudar da FIPECF, né? Vá ali sim desbruçar naquele ali, porque é o que vai exigir na lei das, o que vai agir pra administradora. você vai ter uma complexidade entre lei das SA, associação no novo mecanismo, eh, e também quem quiser enveredar pelo cooperativismo também o cooperativismo que ainda é mais complexo. Então, a gente tem oportunidade.
Não, você tá falando aqui já tá complexo.
É, tem oportunidade.
É muito complexo.
Mas tem que se preparar muito. Eu queria que você falasse eh assim pro nosso público e você sabe que o nosso público ele tem uma dificuldade de entendimento até mesmo com essa questão de contabilidade. Eu acho que todo o o brasileiro ele tem essa essa meio que essa dificuldade. Quais são os três erros ou do a quantidade de erros que você acha que é importante de que as associações cometem e que elas precisam de focar ness nesse nesses pontos?
Financeiro desqualificado. Que seria um financeiro desqualificado?
Pessoas no departamento financeiro sem estrutura de sem técnica, sem saber como trabalhar com financeiro, sem trabalhar com as informações fiscais.
Sim.
Gerando, gerando informação errada para contabilidade registrar. Então o erro não é contábel ali, né? O contador ele é na prática é para registrar atos e fatos.
Sim, ele é o que registra tudo que tá acontecendo.
É, só que o contador ele passa a ser mais do que um consultor, né, quando ele começa a entender,
Até mesmo pelas essa deficiência, né?
Isso. Aí ele entende daquela área, ele vai para cima. Então as pessoas têm que estar treinadas com quê? que é o financeiro bom, entender de como funciona eh as regras contábeis para cada tipo de ação. Por exemplo, como eu trato um sinistro, como é que é feito um sinistro, a regra de um sinistro para que eu como contador registre. Se ela não souber como proceder com o sinistro para que eu resiste, como é que eu vou levar a informação verdadeira do sinistro?
Sim, não tem como.
Não tem. Se ela não souber fazer os registros fiscais corretos, como é que eu vou levar a informação verdadeira para o fisco? Então é um conjunto de estruturas de fato, não é, que ela tem que atender. E e o o acredito que o maior erro das associações de fato são pessoas qualificadas. É o que falta. Eu sinto isso. Eu sinto o que falta
Porque as pessoas poucas são aquelas que têm uma estrutura que são que é organizada, que entende
E até mesmo que saiba do setor, né? Porque isso é muito importante também. Não é só você ter um contador que saiba de todas as a as informações, mas um contador que saiba especificamente de proteção, né?
Aí você tem um um especialista, né?
Você vai ter um jumento do olho azul. Tu já tu já viu o jumento do olho azul?
Não serve para nada, né?
Não, não. Tu já viu algum?
Não, não tem não, pô.
Tu tá procurando uma coisa que não existe.
Um jumento do olho azul não tem. Então, são pouco mesmo. São pouco mesmo. É, quem decidiu tirar isso pra vida, quem decidiu tirar isso pra vida vai continuar fazendo, vai continuar trabalhando e as coisas vão vão andar. Mas quem não vai caminhar até certo ponto. Eh, eu eu entendo que nós enquanto profissionais temos os nossos limites. Ninguém vai saber tudo, ninguém sabe tudo.
E chega uma hora que você entende tanto do seu limite que você diz: "Ó, eu não consigo mais aqui, tenho que procurar outra pessoa porque eu só vou até aqui." Então eu busco, eu busco não chegar a esse ponto
Na área que eu atuo especificamente, que é essa. Em outras áreas eu já nem limite eu tenho. digo, "Ó, procura fulano que amigo meu faz lá com ele, tá entendendo?"
É, já entrega tudo, pronto, ele vive disso. Então, a gente tende a isso, né? Tende a tende a a atuar com situações específicas. Eu acho que não é difícil você ser contador de seguro, de cooperativa e proteção patrimonial mutualista, tudo que tá Susp tá lhe dando e ao mesmo tempo você ser contador do Hospital Albert Einstein. Eu acho que complica um pouco.
Sim, é, é, é tão complexo esse assunto que eu acho que quem assistiu até agora, já vou dar uma dica de quem é contador, poderia lançar um minicurso para os gestores de proteção veicular para que eles tivessem um mínimo de consciência ou de conhecimento para que eles consigam até mesmo cobrar os contadores, né?
Seria mais um curso financeiro, de práticas, um curso financeiro com algumas práticas contábeis assim, talvez. já seria já seria um um porque a nossa cultura é uma cultura muito pobre de conhecimento, entendeu? Então isso faz toda a diferença. Eh, para você ter ideia, a gente conversou assim pouco, já deu quase uma hora. Vou vou finalizar aqui porque eu sei que assim, cara, seu tempo é escasso e falar desse assunto é um assunto muito denso. Queria que você falasse um pouquinho sobre lá no início a gente conversou sobre essa questão de da nova eh de um de um novo projeto que foi criado, né, aí com a questão de ser eh não depender de uma gestor, de uma administradora e sim ser sócio de uma administradora que foi contemplado aí na CN Mutos. Eu gostaria que você explicasse um pouquinho qual que é essa nova regra, o que que
Ah, tu tá falando da ideia do José.
Isso, a ideia do José e como que isso pode na prática funcionar.
Pronto, vamos lá. Eh, hoje eu eu abri um pares aqui. Hoje eu coordeno aqui em Minas Gerais, na PUC de Minas, a especialização em gestão de cooperativas e mercado securitário, tá? Faço parte da coordenação com Dra. Roniz, que é uma pessoa maravilhosa. Então, nós dois estamos ali à frente dessa coordenação. E, paralelamente, eu faço um mestrado lá em Minas Gerais, lá em Curitiba, que é o único mestrado da América Latina de mestrado em cooperativa, gestão de cooperativas e entidades complexas e plurais.
Sim.
Fui fazer esse mestrado, além de ser muito exclusivo, visando esse mercado que a gente atua, né? Se eu atuo com seguro, eu tenho que entender do seguro com de forma completa. E aí a gente fez um projeto lá, vou chegar em José que casa com isso.
OK.
Fizemos um projeto lá agora recente, vamos lançar agora em fevereiro, dia primeiro. Desenvolvemos uma estrutura que todas as empresas, presta atenção, todas as empresas de proteção patrimônio, todas as empresas prestadoras de serviços ao redor da proteção patrimonial mutualista, eu consigo reduzir 60% do tributo delas.
Que isso aí? Você você lançou um corte agora absurdo.
Presta atenção. Se você paga hoje R$ 100.000 de imposto comigo você paga 40.
Como que você consegue fazer isso?
Aí é o segredo nosso, né? Eu não vou falar, mas vamos lá. Legal.
Tem nada legal. Tudo legal. Tudo dentro da lei.
E isso foi uma foi uma descoberta tão grande,
Sim.
Até por advento, o advento da reforma tributária que a gente vai estar concorrendo aí com a dissertação do mestrado em projeto inovador no Congresso Mundial de Cooperativismo. Então a gente tá lançando algo realmente fantástico, disruptivo.
Isso.
E aí vem José. Ah, Zé, Zé, pensando ali nas associações, 80%, 90% acho que são pequenas, né?
Sim.
Então, o Zé lá tem a Fabi Sul, que era presente, vice-presidente da Fábio Sul. Qu um abraço, presidente é Arnaldo, que é amigo, amigo nosso pessoal e cliente também ali da que diretor de várias várias várias coisas, vamos assim dizer, um cara um cara tranquilo. E aí José teve a seguinte ideia, ó, Felipe falou comigo algumas vezes, mas eu não fiz parte desse projeto. essa ideia dele, tudo dele, isso aí que ele tá buscando é
Sim.
Unir associações pequenas para ser cooperadas de uma cooperativa e que essa cooperativa seja acionista da SA, né?
Sim.
E aí ele criou uma estrutura que seria algumas algumas singulares, cooperativas singulares para poder lançar uma central e depois talvez uma confederação para que essa seja a sócia, a acionista da administradora para tirar aquela relação que foi colocada de parentesco. Só que a lei ela traz algumas impecílios em relação a isso. que José ele mesclou muito o consumo com o serviço. A ideia também é que pudesse comprar insumos, pudesse fazer tudo pro mercado, mas ora tem um problema aí que é solucionável, né? E a gente vai, eu acredito que esse projeto que nós fizemos dá para auxiliar ele. Ora, se eu tenho uma cooperativa de consumo, eu já tenho o primeiro problema que é o impacto tributário. Ela tributa tudo.
Sim.
Outro. Se eu quero comprar em quantidade, eu não estou de acordo com o que a própria legislação da proteção patrimonial estipula, porque eu só posso ter sinistro, eu só posso comprar depois de sinistro.
Perfeito.
E como é que eu vou ter um estoque?
Não tem como.
Já.
Já.
Entra em contradição.
Entra em contradição. Então o consumo seria interessante para montar uma loja pros associados comprar produtos com baixo custo.
Sim.
Por quê? Eu tenho tributação, tenho, mas eu não vou ter a compra também. Então bota um lucro mínimo ali
Pra cooperativa.
Volume, você tem volume, você diminuina o custo. Então isso é uma cooperativa que, ao meu ver, é uma cooperativa a parte do projeto dele.
Deveria ser a parte.
É, ele falou que existe isso é interno.
É, ele botou essa injunção toda. Para mim não, para mim é a parte essa. Mas nada que essa central não seja, não faça parte dela aqui, tá entendendo? Mas é uma outra cooperativa. Não posso ter uma cooperativa de consumo misturada com isso aqui. Vai dar rolo. Rolo tributário.
Sim.
E ele pode ter assim de serviço, que eu não posso ter ela plenamente formada por PJs. É um outro problema, mas que é fácil de resolver. É só eu colocar mais pessoas físicas no corpo da cooperativa e cooperar as outras PJ para criar trazer o dinheiro para dentro associações, né? para criar esse esse mecanismo de fundo e jogar para cima paraa administradora. Só que as associações têm que liberar, deliberar sobre investimentos na cooperativa para ela gerir o recurso coletivo e jogar para dentro.
Até que momento isso é legal e viável, eu não sei,
Porque quem fez esse estudo foi ele junto com a OCB. E isso é algo também disruptivo.
Certo.
Sim.
Porque é algo inovador.
Sim.
Não é? Eh, eu tenho minha opinião em relação a isso. Eu acredito que eu faria mais simples no caso de de dos pequenos se juntarem como acionistas no administradora e ponto final. Mas compreendo e ainda acho que é o ponto que tá observando e isso vale todo sacrifício. É que se os pequenos vão para uma administradora SA como acionistas, eles apenas são acionistas.
Sim.
Se não tiver uma boa relação com a administração da administradora, eles só são acionistas.
Perfeito.
Se eles vão pra cooperativa, eles passam a ser dono.
Já muda a figura.
Mudei a figura. Então eu sou dono da estrutura. Então nesse aspecto aí sim o projeto de José ele é mais do que viável e interessante. E eu espero que eu possa também contribuir com isso, até porque
Ele vai fazer uma coisa que aí vai ser mais complexa pro contador,
Então vai ter que ser bom. O cab tem ter que ser bom. Aquela equipe vai ter que ser bom. bem afiado,
Porque ele vai juntar, ele vai juntar cooperativismo junto comis,
Não, ele vai vem a associação sócia da cooperativa.
Sim.
Que vai ser acionista da administradora.
Nossa.
Cara, eu vou.
Como que vai fazer com que isso?
Zerou o game da contabilidade.
Sim.
Três estruturas distintas juntas.
Juntas. É muito massa. Eu gosto dessas coisas que são inovadoras. Acho massa.
Uma loucura, né?
Loucura. Então eu trabalharia especificamente essa parte do serviço, um um outro tipo de cooperativa eh mista com alguma alguma situação baseada no crédito ali, talvez dê para corroborar aqui, mas ele já já tem pareceres favoráveis, né? Eu acredito que isso precisa ter uma legalidade, talvez uma PGR aí de um parecer favorável também institucional para que isso não fique não torne inconstitucional, vamos assim dizer, porque o cooperativismo ele tem um detalhe, ele tem uma lei própria, a 5764 e você tem que fazer tudo baseado nela. Às vezes a ideia é muito boa,
Mas não encaixa.
Mas não encaixa. Mas eu acredito que pela a costura que ele tá falando, talvez dê certo. E é importante as pessoas entenderem. Isso não tem nada a ver com cooperativa de seguro.
Sim.
É outra coisa.
Bem complexo, né?
É muito complexo. Muito complexo. Mas uma coisa é certa que ele tá fazendo, ele vai desenvolver isso com quem? Com técnicos.
Sim.
É pagar para fazer.
Sim. Pessoas especializadas para fazer esse tipo de
E vai fazer, entendeu? O ônus político e da articulação é dele.
Sim.
Lógico. Tem que ter. E tem e tem que ser, né? E é uma mais uma opção para o mercado. Não quer dizer que seja mais opção excluída as outras,
Não.
E nem que seja melhor.
É mais uma opção.
É mais uma opção e uma boa opção. Acredito que o mercado ele pode se inconvergir para isso. Até para quem tá nas federações seria mais fácil, interessante, porque você sendo parte já encaixa no perfil das federações, né?
É, já dá dá uma coisa bem bem legal. Agora uma estrutura, uma estrutura grande que é complexa, mas é possível de fazer.
Sim.
Eu só eu só faço uma ressalva no consumo aí.
Sim, que é a parte
Separar a questão do consumo.
Separ. Ah, se ele quer comprar pneu em quantidade, rastreamento de quantidade, tudo em quantidade, ele vai comprar. Mas ele não vai comprar pros pra associação, pros associados. Ele vai comprar para empresas que vão prestar o serviço ali.
Sim.
E até porque para revenda qualquer coisa, eu acho que tinha que ser observado esse ponto e levar em consideração os aspectos tributários disso para que não inviabilize o mais importante que ele quer fazer, que é isso aqui,
Entendeu?
É mais ou menos isso aí, Luiz, o assunto é muito complexo, a gente conversa muito e para o nosso telespectador aí quiser conversar e aprofundar um pouco mais sobre essa questão da contabilidade, como é que te acha nas redes sociais? Como que fala com você aí?
Vamos lá no Instagram é Luiz com S. Felipe Voazan com S. Voazan com S. Eh, o Instagram da nossa empresa é Voazan Corp Corp. Vai deixar escrito aqui também. Tá lá. Você pode botar a mensagem, né? Colocar a mensagem, né? Butar. Nordestin chama butar. Eu lá em Curitiba disse, bota R$ 1 de pão para mim. Botar. Pegou uma bota e botar. Coloca um agora é botar. Então você coloca lá, tem as mensagem, campo do WhatsApp e vai direto para a nossa equipe, tá? E a gente tá à disposição, eh, reformulamos nossos nossas estruturas. Eh, hoje a gente tem uma capacidade maior de de atendimento. Vamos fazer um um evento agora, não sei se vai tá no ar, né, mas eu vou aproveitar para falar. Final de março, de 27, 23 a 27 de março, vamos estar fazendo o primeiro evento da Voazan a nível internacional. Voazan conecta. Fizemos uma vez em Caruaru e agora o segundo evento é na Suíça, em que a gente tá levando grandes nomes do mercado securitário. Vamos ter uma experiência em um curso na Suísi R, que é uma das maiores resseguradoras do mundo. Vamos também conhecer uma das maiores empresas de tecnologia da Europa que fica na Itália, lá em Milão. E vamos ter nomes que muita gente não conhece, na verdade, que as pessoas conhecem. é o Dr. Gabriel que vai est, eu vou estar lá também, mas a maioria não conhece, que são pessoas de Portugal, eh, outros da Azuri, Mafre, que vão também trazer um conhecimento do mercado regulado para essa nova estrutura que vem aqui, que foi implementada no Brasil através da 21325.
Perfeito, Luiz. Muito obrigado pela informação e nós ficamos por aqui. Então já sabe, o melhor conteúdo de proteção está aqui. Tamo junto. Um abraço. Fui.