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15/07/2026 - [Identidade e Propósito] - ICM - "A imagem do servo do Senhor."

Igreja Cristã Maranata28:23

Transcription

[música] A paz do Senhor Jesus. Este é o programa da Igreja Cristã Maranata, Identidade e Propósito. Nós falamos aqui dos nossos estúdios na cidade de Goiânia, no estado de Goiás. E comigo aqui no estúdio a presença do nosso pastor Orlando Capuzo. A paz do Senhor, pastor Orlando.

>> A paz do Senhor, pastor Fabiano. E também a todos que nos assistem.

>> Amém. E hoje também uma presença muito especial da nossa irmã Mônica Capuzo, a quem eu cumprimento com a paz do Senhor. E peço pra irmã Mônica se apresentar ao nosso, aqueles que nos assistem.

A paz do Senhor Jesus, pastor Fabiano. A paz do Senhor Jesus, pastor Orlando. A paz do Senhor Jesus todos que nos assistem. Meu nome é Mônica Capuzo. Eu sou formada em administração em comércio exterior e também atuo na consultoria de imagem. Eu costumo falar que eu ensino mulheres a expressarem a sua identidade através do vestir.

>> Muito bem, seja muito bem-vinda, irmã Mônica.

>> Obrigada. E o tema do nosso programa de hoje é a imagem do servo do Senhor, né? o seu testemunho através da vestimenta. E o texto bíblico que nós nós preparamos para esse momento, que é a base deste assunto, está em Gênesis, no capítulo 1, no verso 26, a parte A desse versículo, a primeira parte, que diz assim: "E disse Deus, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança." Então, nós vemos aqui nesse texto a formação do homem, onde o criador, né, Deus, pai, ele ele diz, façamos o homem conforme a nossa imagem, né, a nossa semelhança. Então, nós podemos aqui já entender que o homem ele é criado e ele tem, ele traz consigo a essência do criador, do pai, não apenas, né, no seu interior, que é o essencial, mas podemos entender também na forma de se apresentar, não é isso mesmo?

E e diante disso, eh, irmã Mônica, eu gostaria de fazer uma pergunta, já iniciando aqui nosso tema,

>> eh, o que a nossa aparência, né, o que que a nossa aparência comunica eh antes mesmo até de nós falarmos?

A nossa aparência, ela sempre comunica. Eu costumo dizer que a nossa vestimenta ela é um conjunto de símbolos e esses símbolos eles comunicam alguma coisa. Então, quando a gente fala a roupa é neutra, a vestimenta é neutra, isso não é verdadeiro, isso não existe. Então, ela sempre tem uma mensagem. Mas nós devemos saber, ter conhecimento que a roupa, a vestimenta, ela não comunica uma mensagem isoladamente. Existe vários fatores que contribuem para essa mensagem. Então, a gente já começa aí a imagem e semelhança. Nós falamos a imagem que você falou o texto, a imagem do Senhor, não somente a aparência, né? Nós vestimos uma aparência, nós vestimos um comportamento e nós vestimos uma comunicação.

[roncando] Então, a palavra de Deus fala lá em João 8:15, vós julgueis segundo a carne, eu a ninguém julgo. Então, o Senhor ele não julga, mas nós todos julgamos e somos julgados. Então, eh, a nossa vestimenta, ela funciona com esses elementos. Lembrando que a vestimenta ela não está num cabide, ela não anda sozinha. A nossa vestimenta, ela veste uma identidade. No nosso caso, ela veste uma identidade cristã. Ela veste a nossa personalidade, ela veste o nosso falar, o nosso agir, o nosso pensar. Então são vários fatores e tem mais. Essa questão de falar que nós vestimos uma aparência, nós vestimos muito além disso, justamente porque a roupa ela não anda sozinha. Então quando a gente pensa em vestimenta como imagem, a gente tem que pensar que é uma linguagem, né? Nós estamos falando pro mundo sobre nós e a nossa roupa, ela está vestindo uma pessoa, vestindo uma identidade, vestindo uma personalidade, não tem como separar. Então, por isso nós somos sim, né? A aparência ela fala sim, ela responde sim. Então é preciso estar alinhado, o nosso falar, o nosso agir, o nosso pensar, a nossa personalidade. E a roupa, a só aparência também, ela não é sozinha separada. Nós temos que pensar que nós temos um rosto e o nosso rosto fala, né? A nossa expressão fala, nós olhamos no olho, nós não vemos, fingimos que não vemos, nós cumprimentamos, nós somos simpáticos ou nós somos sérios. Então, quando a gente estuda a imagem, a gente fala que nós somos mais que aquilo que nós pensamos de nós. Nós também somos aquela forma que nós somos percebidos. Aí a gente já entra no testemunho, porque a imagem não é sobre mim, mas sobre uma percepção, sobre quem eu sou e sobre quem me percebe, como é que o outro tá me percebendo. Então, tudo isso faz parte da imagem. Então, não tem como separar. aparência, ela não é neutra, ela responde e e fala sobre nós. Então, é preciso que a gente tenha uma coerência com o nosso falar, com o nosso vestir, com o nosso comportamento, com a nossa linguagem facial. Porque aquela história que fala que a impressão, as primeiras impressões, há estudos que falam sobre isso. Ela não acontece nos primeiros minutos ou segundos, são milissegundos. é muito menos que segundo. Então, antes de você abrir a boca, a pessoa já falou ou ela já pensou sobre você, sobre a o que você faz, a sua profissão, se você é casado, se você é solteiro, ela já julgou, já tá tudo formado.

>> Muito bem. A irmã Mônica mencionou sobre o processo do julgamento do cérebro, né? E aqui aproveitar a presença do pastor Orlando. Pastor Orlando, explica um pouco sobre esse processo de julgamento do cérebro para nós

>> dentro do propósito. Nós sempre enfatizamos isso, né? dentro do propósito do do programa que fala sobre identidade e propósito, esse tema ele é muito relevante e relevante pelo fato de uma sociedade que a gente tem visto e que muitas vezes eh entra com uma uma com uma forma muito distorcida, né? Eu não vou eu não vou entrar no nesses detalhes nesse programa. Pode, pode ser que nós tenhamos outros, mas o tema ele é muito relevante e nós, como servos do Senhor, nós precisamos tomar muito cuidado com com a forma como nós comunicamos através da vestimenta a respeito do julgamento, trazendo pro pro âmbito da da neurociência, né, que é um viés que nós nos propomos a a trazer aqui para aqueles que nos assistem. Eh, a palavra quando diz assim para que nós não julguemos, para não sermos julgados, quando você vai no original ali, o julgar ele é ele tem no original tem um sentido muito mais amplo do que aquele que nós dentro da nossa etimologia da da língua portuguesa, eh, eh, nós estamos acostumados até até culturalmente, né? Ele vai muito além, é você não ser juiz do seu irmão. Esse é o detalhe. Por quê? Porque todos nós julgamos. Todos nós julgamos. Faz parte do nosso processo. Nós temos dentro do nosso do do cérebro do cérebro, nós temos uma região chamado centro do julgamento. Você tem o centro do eu, o centro do sentimento, o centro da criatividade. São regiões corticais do cérebro. Então nós temos esse esse vamos vamos eh eh dizer dessa forma, essa estrutura fisiológica. que julga. Você pega uma comida, você olha para ela, ela tá estragada. E o que que te levou a a essa conclusão que ela tá estragada dentro dos sistemas sensoriais que você eh utilizou? Às vezes o olfato, a o o visual, aquilo dentro de uma sinapse neural, você sabe que tá estragada, tá azeda, tá eu não vou comer, eu julguei. Então nós julgamos. Eu eu trouxe uma imagem aqui, nós vamos projetar que ela mostra essa região cortical, eh, onde onde está situado ali o que nós chamamos de centro do julgamento, né? é uma região e ela tá conectada ali com a região chamada Córtex pré-frontal, que é aquela que toma decisão. Então, em tudo que nós vamos fazer o processo de você julgar certo ou errado, né? Eh, eu lembrei daquele texto dos irmãos de Bereia, que eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque que que eles faziam de certa forma? Eles conferiam

>> na palavra

>> e e diante dessa conferência havia o quê? Uma uma tomada de decisão que nós podemos utilizar o nome como julgamento. Nós vamos ver aqui a a imagem que vai ser projetada. Então tá aqui, ó. Nós temos o encéfalo com a visão medial e tem essa região chamado córtex órbito frontal que tá em está em vermelho juntamente com esse que é o córtex singular anterior, o CCE. E eles fazem uma projeção para o córtex pré-frontal. Então o porque o córtex pré-frontal é que vai fazer essa esse julgamento. Então quando as pessoas falam assim: "Ah, mas você não pode julgar, nós julgamos o tempo todo." Agora, tem que entender quando a palavra ela cita esse versículo para nós não julgarmos, para não sermos julgados, é com o sentido muito mais amplo da palavra. Até para você saber se algo é santo ou profano, passou por julgamento.

>> Perfeitamente. Uma outra pergunta paraa irmã Mônica. Eu o meu testemunho, né, a intenção que eu, como eu quero me apresentar, ela está de acordo com a forma como eu me apresento na sociedade, irmã Mônica?

>> Sim. É, eu sempre costumo falar que a nossa vestimenta ela comunica sobre um testemunho. Então, a gente sempre tem que lembrar de um fator que é muito importante quando nós falamos de imagem, que é a coerência, o alinhamento. Então, muitas vezes eu falo palavras que agradam, mas eu não faço, não tenho uma postura de acordo com aquilo que eu falo. Então é preciso ter esse alinhamento para que a gente dê aí um bom testemunho, né, pra forma que eu me apresento passar essa verdade. Porque nós temos que pensar que quando nós vestimos uma identidade, nós não vestimos apenas uma roupa, nós vestimos muito além disso. No nosso caso, por exemplo, trazendo paraa nossa vida espiritual, nós não vestimos uma religião, nós vestimos uma nova forma de vida. Então o nosso falar, nós não falamos de acordo com que as pessoas, a moda, a tendência exige da gente. Nós somos templo do Espírito Santo. A prioridade para nós, na nossa vestimenta é demonstrar, é dar um testemunho do Senhor Jesus. Então, é preciso ter esse alinhamento, um equilíbrio em tudo que a gente faz, né? Não só na nossa vestimenta, porque imagina, eu falo, eu dou um bom testemunho, mas a minha roupa não tá alinhada com aquilo que eu tô falando. Então, eu costumo sempre falar assim: "Vamos fazer exercícios. Nada melhor do que a gente ir pra frente do espelho e ver. Eu tô comunicando Jesus, eu tô demonstrando a serva que eu quero, né? A minha intenção de imagem não é a intenção de imagem que os outros querem de mim. A minha intenção de imagem demonstra o Senhor Jesus.

Perfeito. Muito bem, pastor Orlando.

>> Eu eu me lembrei, ouvindo a irmã Mônica, eu me lembrei daquele texto eh que tá lá em Mateus 9 16 17, que diz assim: "Ninguém deita remendo de pano novo em veste velha, porque semelhantemente remendo rompe a veste e face maior rotura. Ninguém deita vinho novo em odres velhos. Aliás, rompem-se os odres e entorna-se o vinho. E os odres estragam-se e deita mas deita-se vinho novo em odres novos e assim ambos se conservam. pelo fato de você, eh, que foi muito bem colocado pela pela irmã, eh você entender o que que é uma nova forma de vida e você precisa comunicar isso. a a roupa, a vestimenta, o linguajar, os hábitos, as atitudes, as atitudes, elas elas formam, né, um grupo de de elementos que comunica para as pessoas que estão ao seu redor que você realmente tem uma nova forma de vida. Tá dizendo que o texto ele fala de pano, né, de de veste, mas é é ali é o quê? O o exterior, ele traz um exemplo daquilo que é exterior e daquilo que é interior. O vinho dentro do odre é uma ação interior. Então aquilo que tá dentro, ele precisa se reverberar para o que está fora. E nós não podemos simplesmente fazer um remendo, mas é uma mudança de comportamento. E essa mudança de comportamento passa pelo tema, né, pela presença da irmã Mônica, trazendo a importância da sobriedade no vestir, de uma mudança de comportamento e expressada na forma de se vestir. Então, eu me lembrei me lembrei desse texto porque ele fala de uma mudança completa, de uma forma completa de preservar o Espírito Santo em nós. Porque se você fizer só o remendo ou você usar a velha carcaça, o vim vai derramar a veste, que é uma identidade. Ela também não vai, ela não, ela vai rasgar e não vai ter nenhuma utilidade. Ela perde ali o seu efeito, ou seja, o Espírito Santo vai embora.

>> Importante entender o novo nascimento,

>> isso aí. E aí o exemplo do vinho no odre Espírito Santo na nossa vida. E aí ele ele molda nossa vida, né? Ele faz com que haja uma mudança interior e é de dentro para fora. Louvado seja Deus por isso. Vamos continuar aqui, irmã Mônica. Eh, eu estou me investindo para expressar a minha identidade ou apenas para seguir eh uma aprovação, uma tendência, né, e comparação. As pessoas têm alguns comportamentos assim, não é mesmo? Que que a irmão pode falar a respeito?

dentro disso que o pastor já fechou aí, muito bem, é importante a gente sempre lembrar que a nossa veste ela não é neutra, ela comunica. Mas tem uma coisa que a moda diz, que nós eh somos conhecidos. O homem é conhecido pelo sapato que calça. A moda fala isso. Mas nós somos conhecidos por muito mais que o sapato. Então, a identidade de do servo, da mulher cristã, do homem cristão, ela é conhecida não só pelo sapato, pelo blazer, pela calça, pela saia, pela bolsa, pela forma como fala. Então nós temos que sempre lembrar disso, porque o que está por fora embala o que tá dentro, não tem como separar. E muitas vezes há dentro de nós, né, da nossa natureza, essa vontade de ser aceito, essa vontade de pertencer, essa vontade de provar de repente uma tendência. Então, o que que a gente deve trazer paraa nossa consciência? Eu estou vestindo essa mulher que o Senhor quer que eu seja ou estou vestindo uma mulher para agradar, né? Eu preciso estar vestida com aquela tendência para eu pertencer. Então, nós temos que lembrar que nós, como servos do Senhor, nós vestimos algo valioso, nós vestimos algo precioso. Então, nós não precisamos provar para ninguém a o nosso valor, a nossa graça, né? Nós não precisamos competir, nós não precisamos estar pertencendo, sendo aceitos. O Senhor já pagou um preço pela nossa vida. Então, o que que nós temos que fazer? a vontade do Senhor, né? Falar do Senhor. A nossa graça tá em ser essa mulher que serve ao Senhor. E a nossa roupa, a nossa vestimenta, ela vai vestir isso. Nós não podemos esquecer que a nossa roupa ela é uma segunda pele, né? Nós somos identificados em vários momentos da nossa vida pela nossa roupa. Desde que estamos lá no no ventre da nossa mãe, ela fez lá as roupas com maior cuidado, com maior amor. Depois nós crescemos, a mãe vem, escolhe as cores e aí nós vamos pra escola, tem um uniforme que nós somos identificados, a roupa do nosso casamento, o enxoval do bebê, que é a coisa mais maravilhosa que a gente faz. Então, a roupa ela faz parte da nossa vida e é um elemento fundamental, mas aonde que que de repente não precisa eh competir? Eh, nós como servas do Senhor ou serviorizar isso. Nós temos que saber que a aparência anda alinhada com o nosso comportamento, com a nossa comunicação, com a nossa postura, com os nossos valores, mas ela não destaca. Ela não tá à frente. O nosso pensamento não tá nisso. Nosso pensamento tá no Senhor. Ele é a nossa prioridade. Então não briga, né? E ela ela acompanha, ela não é a primeira coisa. Então, que às vezes eh a gente tem que tomar cuidado que é falado muito de uma vaidade, não. A serva do Senhor, ela tem uma personalidade, ela não precisa abrir mão dessa personalidade, ela não precisa abrir mão das cores. Eu tenho até uma brincadeira que eu falo que é ser bem tampada. Se a gente está bem tampada, bem vestida, a gente já tá fazendo muito. A gente tá fazendo a vontade do Senhor, tá fazendo o que é necessário e o resto o Senhor abençoa, o Senhor dá graça e vai tudo bem. Eu separei até uns versículos aqui da da palavra de Deus em vários momentos que servos do Senhor foram identificados pela sua veste. Então nós não podemos falar que isso é secundário. Não, não é. Nós temos que tomar cuidado. Sim. Eu até falo que a nossa roupa, o nosso vestir, a gente honra a pessoa, né? Às vezes você é convidado para um casamento, você prepara aquela roupa, a gente lembra de alguém que se arrumou para se encontrar com a gente, a gente às vezes pode deixar isso de lado. Ai não, então pro culto isso acontece muito. A gente a gente é servo do Senhor, mas a gente enxerga pessoas que a gente encontra em outros locais e a pessoa está toda arrumada, mas no culto de repente ela não se arruma. Então assim, nós temos que entender que é importante, é adequado, só tem que entender o nosso papel. Eu sempre falo isso, né? A nossa mensagem, a nossa linguagem não tem que ser menor do que a nossa vestimenta, ela precisa andar junto, mas ela é importante. Então, na palavra de Deus, a gente lembra de vários, até comentei com o pastor, né, que o egípcio, né, que foi identificado ali pela sua roupa, nós temos ali a túnica

>> na na Davi quando em Ziclag, né, experiência ali que ele ele vai buscar mulheres e filhos, ele encontra ali o egípcio.

>> Isso. E é identificado, né, nóss sabe a túnica de José, né, que os irmãos ali identificam ele pela túnica. Ana que que te desceu ali o casaco também. Então, tem vários, vários, vários exemplos na palavra do Senhor que fala da importância dessa veste. Então, nós não podemos esquecer que a nossa vestimenta, o nosso vestir, não é só a vestimenta, ele tá acompanhado de vários fatores, mas ele é importante porque ele identifica a nossa vida como servo do Senhor. Ele veste a nossa identidade.

Pastor Fabiana, eh, a gente vai conversando, né?

>> Exato.

>> Detalhe profético. O corpo de Jesus, ele foi enrolado num linho fino branco. A igreja do Senhor, ela é conhecida pela sua santidade. Ela é revestida de santidade. Então assim, tudo que a que a irmã Mônica tem trazido da da importância, da relevância da da vestimenta, vai muito além de uma, né, de uma roupa simplesmente ou mas ela ela fala muito a respeito disso, né? A igreja ela tem essa, ela tem essa, essa diretriz, ela é envolvida em santidade. Sou corpo de Cristo, então eu preciso estar dentro desse padrão, né? E e você conhecia as pessoas, você caracterizava até a nacionalidade delas pela vestimenta. Você via de longe, não, pela roupa é um macedônio, não, pela roupa é um romano,

>> não. Pela essa vestimenta aí é um é um é um egípcio, né? E hoje a pergunta que nós gostaríamos de deixar nesse programa em relação à vestimenta é quando as pessoas te vem qual é o conceito que ela formula. Elas estão conseguindo ver Cristo em você pela forma como você se se veste? Porque é o que chega milissegundos, não é isso?

>> Milissegundos. Então essa pergunta para você que nos assiste, quando as pessoas te vem, quando você chega diante do espelho, a roupa que você colocou, que você escolheu para sair, para trabalhar, para para ir pra faculdade, ou no momento até que você está ali comprando a roupa, quando você olhar ali, as pessoas que te verem enxergarão Cristo?

>> Muito bem. Essa é uma pergunta para aqueles que nos assistem, né? nos reforçar a forma como você se apresenta, como nós nos apresentamos, ela glorifica ao Senhor. Essa revelação da palavra que o pastor Orlando mencionou sobre o corpo de Jesus envolto num linho fino branco. A igreja ela é corpo de Cristo e a identidade dela deve ser em santificação, uma vida santificada, ou seja, separada. E e a palavra do Senhor, ela nos fala em Hebreus, eleitos. Nós somos eleitos segundo a preciência de Deus Pai em santificação do Espírito. E a irmã Mônica mencionou sobre tendências, né? seguir tendência. Aliás, a pergunta que eu fiz traz esse contexto. E por falar em seguir, nós temos a quem seguir. Nós seguimos, né, os discípulos. Discípulo é aquele que segue. Você é discípulo de Jesus. Então você vai, nós seguimos ao Senhor Jesus. E o texto da palavra em primeiro Coríntios 11 verso 1 diz isso: "Sede meus imitadores, como também eu de Cristo. Nós temos a quem seguir, nós temos a nossa referência, a palavra nos instrui e é maravilhoso. Muito bem. Esse assunto é é muito interessante, mas o nosso tempo, infelizmente, ele é escasso. Eu quero aqui agradecer a participação da irmã Mônica, convidar para estar mais vezes conosco. Irmã Mônica, muito obrigado pela sua presença, pela participação. A paz do Senhor.

>> Paz do Senhor, pastor Fabiano. Muito obrigada. Paz do Senhor a todos.

>> Amém. Pastor Orlando, mais uma vez muito obrigado pela participação. A paz do Senhor.

>> Paz do Senhor, pastor Fabiano. Uma alegria tá aqui mais uma vez trazendo conteúdo relevante e hoje tendo a oportunidade de dividir aqui com a minha esposa.

>> Exatamente. Não sei se aqueles que nos assistem notaram o sobrenome,

>> né? Orlando Capuzo e Mônica Capuzo. Muito bem. E nós queremos despedir daqueles que nos assistem, convidar para estar mais vezes conosco acompanhando a programação da igreja quearanata. Nós desejamos a todos a paz do Senhor Jesus.

[música]