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Aula Cicep. CICEP Cursos.

CICEP CURSOS OFICIAL1:36:06

Transcription

E aí? E aí? Olá, pessoal. Tudo bem? Bom, hoje vamos abordar o tema distúrbios psicomotores. Então, o que que seria a psicomotricidade? Seria um meio de envolver os indivíduos, aprimorando suas capacidades físicas e mentais através de movimento, do lúdico, do prazer, da alegria que devem permear a vida escolar da criança, né? Dentro de um contexto da Educação Infantil, como dimensões indissociáveis do ser humano, né? Podemos também dizer que a psicomotricidade, ela está sempre presente, é basicamente em todas as atividades e, além de constituir-se como um fator indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança, é também a base fundamental para o processo de aprendizagem dos indivíduos.

Bom, então a gente pode falar que a psicomotricidade era caracterizada como uma área do conhecimento que utiliza os movimentos físicos para atingir a outras aquisições mais elaboradas, como as intelectuais e durante o processo de ensino da criança, né? Os elementos básicos da psicomotricidade são utilizados com frequência, né, e cujo desenvolvimento psicomotor é mal constituído, poderá apresentar problemas na escrita da criança, né, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras como b e d, né, na ordenação de ideias, no pensamento abstrato e matemática, né, onde as crianças desenvolvem alguma patologia, né? E nós podemos captar isso através dos jogos, das atividades, dos movimentos corporais e numa... Oi, Marcão! Também pode ser considerada, né? E assim os movimentos são [Música] e são muito importantes para o desenvolvimento humano, transmitindo um sentimento humano, transmitindo emoções, pensamentos, ampliando as possibilidades do uso de gestos e postura corporal, né? E que auxiliarão no processo de ensino-aprendizagem da criança, né?

Então, considerando, considerando que um bom desenvolvimento psicomotor proporciona ao aluno algumas habilidades e um bom desempenho escolar, pensando isso tudo, eu trouxe para vocês a história da psicomotricidade, alguns jogos que nós podemos interagir com as crianças para diagnosticar uma possível psicomotricidade, tá bom? E também nós vamos falar desses estudos propriamente ditos, ok? Ok. O que seria uma psicomotricidade? Só significados da história, né? Segundo Demétrio, é uma ciência que visa destacar a relação existente entre a motricidade e a afetividade, de maneira a facilitar a sua abordagem global da criança por meio de uma técnica. Que seria essa técnica? Para a gente verificar, observar, se atentar para a criança, se possui alguma patologia, alguma disposição intelectual, cognitiva, afetiva, basta colocar ela para interagir com outra, né? Através da interação, a criança já desenvolve aí, ó, já mostra aí a sua psicomotricidade, né? Para Vitor, é uma concepção pedagógica do movimento humano, né? Cada autor trouxe a gente uma explicação do que seria. Assim como a divisão, né? Hum, José Coelho: a educação do movimento com atuação sobre o intelecto, numa relação entre pensamento e ação, englobando neurofisiológicos e psíquicos. Para Lewin, é uma prática que ficou com eixo central o movimento e o corpo de um sujeito desejante. Pode notar-se que praticamente todos os autores... É, é... Ele é bem... Só não... Os movimentos do corpo, não é um gesto do corpo como significado aí de uma possível psicomotricidade, né? O uso do corpo foi importante na história da espécie durante milhares de anos, atingindo seu apogeu na cultura grega e no ocidente durante a Grécia, claro, né? A psicomotricidade é uma beleza da forma humana, né? Nessa época era valorizada através da arte e do atletismo, né? Havia preocupação nessas atividades desenvolver um corpo perfeito, no posto, canal e gracioso em todos os seus movimentos, o seu equilíbrio e na sua publicidade. A gente pode observar que muitos artistas europeus, né, da Renascença, também tratava dessa questão da psicomotricidade em suas obras e seus atlas, né? Não podemos voltar aqui a marca da altura europeia, essa é uma grande, um grande impacto nessa, nessa questão de estudo da psicomotricidade, em questão de gesto corporal, né? As atividades de raciocínio e as atividades físicas são tradicionalmente percebidas em nossa cultura de forma distinta, havendo a valorização demasiada nas atividades mentais em detrimentos das atividades físicas, que também é um fenômeno que ainda presente na nossa civilização ocidental, né? Hoje, cada vez mais a busca do corpo perfeito em equilíbrio com a mente, né? Olha, gente, as pessoas hoje estão respeitando mais, né? Vamos buscar academia, né? Bom, então a dicotomização existente entre o corpo e a alma foi estabelecida por René Descartes no século XVII e, na concepção dele, na concepção cartesiana, presente ainda nos dias atuais, o corpo seria algo externo e não pensante. Já a... e, para Descartes, ainda é o depositário da alma, né? E essa alma seria a substância pensante por excelência. E para Descartes, a alma não executa nenhum tipo de participação naquilo que pertence ao corpo. E nesse... nessa... Então, esse era o conceito de Descartes.

Os psicólogos do desenvolvimento humano demonstraram a importância do uso do corpo no desenvolvimento cognitivo da criança. A partir de então, a relação entre corpo e mente, vencendo o álbum de inúmeros estudos e indagações. O termo psicomotricidade aparece a partir de estudos médicos, mais precisamente neurológicos. Isso contribui para uma abordagem da psicomotricidade voltada para uma visão organicista, né? E tem como prioridade o estudo do movimento em si e onde resta abordagem, as... eu não tinha nenhum vínculo com as atividades ecológicas e intelectuais, né? E assim a gente pode falar, né, que é importante uma análise a fim de buscar os motivos das dificuldades encontradas, pessoal, no processo de ensino-aprendizagem da criança, né? E não estão ligadas às questões patológicas e acabam se tornando uma problemática educacional nas etapas da vida escolar da criança. E dessa maneira a gente pode destacar a importância do professor em conhecer a história da psicomotricidade e seus fundamentos, para que... tá, a fim de compreender de fato como ela está ligada à educação e refletir sobre a importância da área psicomotora no desenvolvimento motor e cognitivo da criança. A tampa, por isso, da importância do conhecimento da psicomotricidade, né? O que a gente precisa ter? Uma avaliação, saber observar, saber avaliar uma criança através de que? Jesus, brincar, o lúdico, enfim, da melhor maneira possível, tá bom? Ah, e nada melhor do que as vivências corporais. Pouco a pouco a criança vai se apropriando do seu corpo, ela vai conhecendo seu corpo, ela começa a sentar, ela começa a tocar, ela começa a buscar objetos e trazer para ela. Então, elas são... Patrícia, né, cognitivamente, afetivamente, né? Isso é uma forma de aprender para a criança, tá? E é isso, vamos realizando com a criança, vai realizando conquistas sucessivas em relação ao seu espaço, seus movimentos e posturas e seus gestos e seus tempos, né? Ou seja, por isso que nós desejamos que cada, cada tempo da criança, ela desenvolve a sua habilidade, ela de momento, tá bom? E no decorrer destes acontecimentos, deste crescimento da criança, este corpo vai se caracterizando e tornando-se uma espécie de identidade, né? A partir daí nós temos as avaliações promotoras, né? O psicomotricista deve ser capaz de compreender o indivíduo a partir do seu corpo, seus gestos, posturas e também o seu tônus muscular, né? E a atividade tônica e permite as atividades e as posturas e através dela que a criança consegue se erguer, manter-se em pé, né? Então, como eu disse anteriormente, através do seu crescimento fisiológico, cognitivo e mental, a criança vai aprimorando os seus gestos. A partir daí que nós vamos fazer as avaliações, né? Ela serve, essa questão de manter a criança... Ela é... serve como embasamento para a atividade motora. Então, qual a atividade tônica? O bebê inicia essa comunicação com o mundo e através dela irá, durante toda a sua vida, expressar-se corporalmente por meio de relações afetivas, né? Quarto de pegar forte, de beliscar, não é uma maldade, é uma maneira que ela está conhecendo o mundo, né, que ela está conhecendo o seu redor e tornando-se e mantendo sua identidade.

Tá lá no século XX, a psicomotricidade se estabelece como prática independente. Perguntas relativas à contribuição das emoções e dos diferentes tipos de sensações no desenvolvimento corporal começam a suscitar interrogações sobre a forma de utilizar a psicomotricidade. Então a gente pode notar, é uma coisa recente, né? E essa é uma área que não tem muito... mas tá tendo muito aprimoramento, oito investimento, mas já está acontecendo e se tornar uma área com outra visão, né, na área da Psicologia e psicoterapia da Saúde Mental. E se ela tá tendo uma outra visão a partir deste século XXI, tá, porque os especialistas estão notando a importância da saúde mental no indivíduo desde a sua infância até... um... e o que que é... é importante uma estimulação precoce da psicomotricidade desde os primeiros meses. O bebê é psicologicamente ativo e sua maturação de suas funções sensoriais e motoras depende amplamente de estímulos oferecidos pelo meio, né? Não adianta nada você botar a criança numa posição ou dentro de um brinquedo se não tem um estímulo, né? A criança não vai reagir a nada, né? Então, mas não... então nós não estamos proporcionando o crescimento das crianças, né? Nós temos que estimular precocemente e de acordo com a sua idade, né? Criança. A estimulação psicomotora precoce surge através das preocupações fundamentadas da Educação e na prevenção e, no mesmo, na cura de distúrbios apresentados muito precocemente, né, em determinadas crianças. E por isso quer dizer, ter a mente da importância de estimular a psicomotricidade o mais breve possível, né? E a para análise onde é feita na... o que é... na idade de bebê, aquela não se torna um adulto com algum distúrbio, né? E quais simulações a essa criança precoce é possível estar interferindo, estimulando os vários níveis de expressão corporal encontrados em um bebê, como gestual, o tônico, o mímico ocular, o sinestésico e o objetivo. Bom, e a existência desses estímulos pode paralisar a maturação e interferir na organização do sistema nervoso da criança, de maneira a ocorrer perda definitiva de funções inatas, né? Então, a criança... a gente... ela não nasce pronta, tudo se constrói aos poucos. Ah, e por meio das próprias ações, cada ser tem esse eixo corporal e ao decorrer do tempo é adquirido pelo movimento e espírito de vida. Daí a importância do estímulo. O ser humano necessita, através do seu corpo, perceber as coisas que estão ao seu redor, adquirindo as noções de em cima, embaixo, de perto, de longe, frente, trás, sendo sempre estimulada esse auto independente, tá? E no entanto, esses desenvolvimentos na área da criança... para a criança, pois cada uma apresenta... pertencem a diferentes, né? Então, por isso cada uma é... a dar risada de uma forma, né? E nesse primeiro tempo, em seguida, nos primeiros anos de vida, o bebê ele está sempre atento às relações afetivas estabelecidas com ele pela mãe, né? Por isso que se os nossos médicos dizem e sempre preconizaram que é o ambiente... ele saudável para a criança, né? Tem afetividade, que tenha brincadeira e tem a paz e tenha tranquilidade, o que se interfere muito na questão do desenvolvimento da criança, né? O ambiente familiar como todo também é importante. As reações do bebê não se caracterizam em beijos, sinais vogais, tônicas, posturais, oculares e miméticas. O bebê nessa fase ele deve ser estimulado em todas as suas capacidades sensoriais e motoras, respeitando os seus limites, que serão impostos pela própria criança, né? Se você começar a estimular a criança e não ter o retorno desejado, não é que ela apresenta alguma deficiência, é o limite da criança, ainda ela não está preparada para este estímulo. Então nós temos aí que ter uma noção, né, de como estimular. Bom, e deve-se procurar perceber o fundo de tônus postural e cinético reflexo apresentado. O bebê pode ser preparado para a posição sentada, para tonificação de som musculatura, para os de pé, desde que ele perceba o papel do apoio dos pés e para o andar, se for estimulado abertamente na busca do equilíbrio, né? Adianta nada colocar o bebê naqueles andadores, que ele fica só rastejando, né? Não adianta nada, aquilo traz, traz algumas patologias fisiológicas, né? As perninhas ficam... e a criança chega na fase jovem adulto, ele parece que anda a cavalo, porque a mãe colocou muito aquele chiqueirinho para estimular ele andar. Não é dessa forma estimula, né? O iniciar a simulação é importante que o bebê seja relaxado e confiante e ele não deve ser obrigado a fazer algum exercício e tão pouco ser superestimulado, né? Lembra que eu falei? Erros de respeitar os limites e o tempo da criança, né? O adulto deve estar ao ritmo imposto pela criança, a sua prática e o bebê deve ser estimulado durante suas atividades cotidianas e as pessoas que convivem diretamente com ele poderão ficar atentos às suas atitudes em momentos específicos da sua vida, como na forma de carregar, na forma de trocar essa criança, na forma de dar banho nesse bem, na forma de dar comida, te dar comida, né? E de brincar com esse bebê. Isso, as atividades poderão ser conduzidas de maneira espontânea, nada forçado, né? A apresentação da estimulação para o bebê pode ser descrita a partir de quatro fases, né? Até os três meses, a educação motora não é sistematizada, mas apenas baseadas na descontração da criança. Nessa idade, o corpo é rígido, os braços e as pernas estão constantemente dobrados e os punhos cerrados, né? Pode ser aquele... alguns... um dos pés e das mãos. É porque eles estão começando, iniciando a sua fase de conhecimento corporal, né? Não é que a criança tem algum problema, é o conhecimento dele. Em algum momento ele vai esticar as pernas, ele vai esticar os braços, né? E nós não podemos o quê? Forçar, tá bom? E dos três meses aos seis meses, a criança começa os exercícios de preparação para a posição sentada. Ela vai querer ficar mais sentada porque ela percebe o tônus muscular, né? Melhor, é mais definido, mais seguro, aí ela vai perceber a segurança nela mesma, né? É por isso que nós não podemos obrigar a criança a aceitar sem respeitar o seu tempo, né? Uma maior tonicidade da nuca e o tronco, ele vira a cabeça para o barulho, usa os reflexos de equilíbrio e orientação no espaço, brinca com o corpo, está sempre olhando a mão, né? Porque nesse... tá olhando a mão porque ele está conhecendo, né, o mundo dele agora é outro e o início da coordenação entre olhar e pegar, né? Ele olha para nós e vai pegando as coisas. Ah, gato! Então é dos três a seis meses.

Dos seis meses a um ano, esse período é marcado pelo movimento, o paul, pela aquisição da postura sentada e preparação para a posição de pé. Aquela, aquele momento em que a criança ela começa o quê? A tentar se levantar com aqueles passinhos meio sem nexo e cai. Não tem problema, a gente tem que o quê? Fazer é tomar cuidado só na queda, né? Para não bater a cabeça, para não machucar a coluna, mas deixar a criança automaticamente... sempre a... E é nessa época que a criança é capaz de pegar os brinquedos e lá... galo já que tem um movimento de preensão adquirido, né? A questão do polegar e da mão, já conhece o meio de que faz parte e consegue distinguir as pessoas que estão ao seu redor. Pode observar aqui a cidade quando ele vai para uma pessoa estranha, ele chora. Em ambiente estranho, ele chora, é a maneira dele se comunicar e que ele não está gostando da situação, né? E nesse tempo também tem consciência de si e dos outros, sente-se desamparada, não sei se é da mãe e começa a se locomover arrastando-se. Depois ainda tinham um... e os nove meses aos quinze meses, a criança já começa o quê? A buscar jogos, aquisição de uma posição de pé, correr atrás de jogos, né? Preparação, está se preparando para sua independência. É nessa fase que a criança está descobrindo o mundo e é visível o ímpeto de alcançar e agarrar tudo que vê e de fazer as coisas por si mesmo, né? Ambiente para estimulação deve ser calmo, descontraído, proporcionando desenvolvimento físico, afetivo, intelectual da criança, tá? Usando os pré-escolares e as séries iniciais, a gente pode falar das crianças nestas condições. É o desenvolvimento da criança dos dois a cinco anos, tá? Essa é a época marcada da aprendizagem global e do uso desse mesmo. A apreensão vai se especializando cada vez mais lá na... se associada a gestos e ela e encontra-se mais coordenada. É aquele momento que ela já fica durinha de pé, ela começa a correr, né? Ou seja, já tem mais independência. É de dois a cinco anos, a motilidade e a sinestesia permite uma utilização mais diferenciada e pesquisa do próprio corpo. E nessa fase, gente, a gente deve estimular o equilíbrio, a coordenação corporal geral, a percepção do corpo e do espaço, a coordenação olho-mão, exercícios de pular e sequenciar movimentos locomotores diversos, desenvolvimento das habilidades sociais, coordenação motora fina, desenvolvimento de habilidades por meio de jogos simples. Então, de dois a cinco anos a gente já pode introduzir estes parâmetros para a criança, é para estimular a criança. É a segunda infância que a gente chama. A partir dos cinco anos, tá? A criança nesse momento ela entrou no estágio de diferenciação e análise e representação, ela encontra-se no meio de autoconstrução e o ambiente em que está inserida tem grande influência nesse processo. É a idade que nós chamamos de... da criança, ela se torna esponja, ela absorve tudo ao seu redor ao extremo, né? Então, se você for agressivo, ela vai absorver a agressividade ao extremo. Nós chamamos de esponja. É o momento esponja da criança. É importante que nessa fase o meio ofereça possibilidade de comunicação, de modo que ela se sinta segura para se desenvolver, tá? Ocorre uma melhor elaboração do universo exterior, como a evolução do esquema corporal e a noção do outro, dá interesse a outra criança. Fatores que a gente pode... em crianças de quatro a oito anos: educação do esquema corporal, consciência e controle do próprio corpo, educação de uma atitude equilibrada e econômica e a educação da respiração. A respiração também interfere muito na psicomotricidade, nos diz muitos, tá bom? E as condutas motoras base para a gente poder estimular a criança: equilíbrio geral, coordenação dinâmica, coordenação óculo-manual. As condutas e perspectivas motoras são: da educação da percepção, organização do espaço, organização do tempo. Como ela se organiza em seu ambiente e quanto tempo ela utiliza para a organização do ambiente, né? Está uma conduta perceptiva, educação motora diferenciada, educação da mão, preparação das aprendizagens escolares.

Tá falando um pouquinho agora sobre os distúrbios psicomotores. A nós podemos dizer que a psicomotricidade, ela é sustentada por três conhecimentos básicos. Através desse conhecimento, nós podemos fazer análise da psicomotricidade da criança em um movimento: o intelecto e o afeto. Lá e estruturada por três pilares. Esses pilares, o que quer fazer, seria a parte emocional, o sistema límbico; o que pode fazer, motor e o sistema reticular; e nós podemos falar que é o saber-fazer, que é o cognitivo da criança, o corte corporal da criança, podemos dizer assim, o picote cerebral. Bom, então um importante nesta fase que ocorra o equilíbrio entre, né? O equilíbrio emocional, o motor e o equilíbrio cognitivo. A caso contrário, se não houver esse equilíbrio, a gente pode... a criança pode acarretar uma desestruturação do processo de aprendizagem dessa criança. Genéricamente os distúrbios psicomotores, queremos falar agora, tá? Eles podem ser físicos e ambientais. As suas causas podem ser neurológicas. De distúrbios psicomotores estão os danos das zonas de hemisfério externo, responsável pela coordenação dos movimentos. E esses tipos de transtorno nos estabelecer quadros de patologias denominadas apraxias, né? Os transtornos e distúrbios psicomotores, podemos dizer que são apraxias. E o que são as ataxia? É um conjunto de transtornos relacionados nos quais o indivíduo, fisicamente capaz de entender um pedido, é incapaz de realizá-lo na ordem adequada ou de uma maneira adequada. Então, a partir da criança brincando, da criança se interagindo, e nós temos a operação nessas apraxias, né? Onde ela não consegue realizar uma atividade correta de uma maneira correta, né? Essas apraxias, elas podem ser divididas em: membros cinética, que é onde o indivíduo não consegue desempenhar um comando para as duas mãos; pode ser uma ideia motora, o indivíduo executa as ações desajeitadamente e usa a própria parte do corpo como objeto; e aí, de racional, onde o indivíduo apresenta uma dificuldade especial em passar por uma sequência de ações de forma suave, em forma incorreta. Mas podemos ter um indivíduo com essas três apraxias, ou podemos ter o indivíduo com as apraxias separadas. A isso vai vir a criança, tá? Vários são os fatores que contribuem para essa criança adquirir um distúrbio ou atraso psicomotor. Como o fazer... um bebê nasce diplópico, nasce prematuro, um déficit auditivo, onde ele não consegue perceber o mundo a sua volta, a deficiência visual de nascença ou congênita. Antes, aqui são três fatores principais, estão designados como contribuição para crianças a adquirir um distúrbio psicomotor, né? Alguns traumatismos, traumas, quedas, pancadas na hora do nascimento, enfim, os traumatismos em geral podem acarretar maior dificuldade nas atividades e são elas: deformação da coluna vertebral, assimetria das pernas, achatamento da arcada plantar. Então, isso tudo são traumatismos que podem trazer uma aquisição de apraxia, tá? Em relação às influências ambientais, a gente pode falar das carências de estimulação sócio-motora, né? A criança não tem uma conexão com os pais, uma conexão com o mundo, ele tem um desestímulo sensório-motor. Então, isso também é considerado uma apraxia, e carências afetivas, né? E você pode desenvolver alguma patologia como adulto. Grave esse era de socialização. É por isso que é importante a afetividade ao redor dessa criança. Os transtornos psicomotores compreendem as funções hepáticas e neurológicas, além de um atraso na maturação do sistema central e sua característica principal é a falta de coordenação entre o indivíduo pretende fazer e a ação propriamente dita, e divulgo o que dificulta a sua capacidade de expressar-se através do corpo, tá? Isso tudo, gente, provoca distúrbios afetivos também na aprendizagem da criança, tá? E o que que a gente pode considerar uma psicomotricidade? Através dos seguintes transtornos, perturbações motoras e...

Hiperatividade? Neve em BH? Tá. E as perturbações intelectuais do esquema corporal, lateralidade, espaço-tempo da criança, do grafismo e, principalmente, das perturbações afetivas? E qual o que a gente pode intervir nessa psicomotricidade, né? Através de componentes, componentes estes chamados de psicomotricidade instrumental, hiperealismo, a intervenção, o maior sul da mentação de tipo cognitivo e neurológico; prevenir, privilegiar a intervenção centrada na situação. Os problemas, as situações devem ser apresentados de forma de jogo e de forma a serem vividos como situações de êxitos, estabelecendo uma relação de confiança e motivação entre a criança e a ação.

Nós temos também a instrumental, né? Esse é o recurso à demonstração que deve ser reduzido, evitando a imitação, utilizando a mediação cognitiva de forma a favorecer os processos de análise, integração e elaboração da informação, promovendo as capacidades de reflexão, invenção, expressão e transposição da criança, possibilitando a expressão criativa do indivíduo. A verbalização deve ser explorada e, na antecipação da experiência imediata, a tomada de consciência. E também nós temos a relacional, a minha conta, a concentração na cor da competência e corretivo e relacional do indivíduo. Essa permite como que reviver a regressão da relação primordial maternal, mundial, o torre promocional e nesse diálogo, por meio de ativação corporal, a comunicação é sobretudo não-verbal, mas envolvendo as orientações corporais, as posturas, a distância interpessoal, mímicas, a gestualidade, a respiração, a voz, a sincronia rítmica e o contato corporal, o olhar e o odor. É oofer batismo, é bom. Essas intervenções devem sempre se basear em situações que possibilitem a ultrapassar os bloqueios existentes e permitam a flexibilidade e liberdade de expressão gestual através de uma ação permissiva, segura e lúdica, né? Então, é o ciclomotor, ele vai dentro de um ambiente lúdico, seguro, né, e pessoal. Ele vai desenvolver a atividade para a criança, o indivíduo, para poder resgatar aí aonde está, aonde que foi o início dessa psicomotricidade do adulto.

E esses objetos utilizados em terapia são balões, cordas, arcos, bolas, tecidos, né? E devem ser sempre utilizados como mediadores, ou seja, através da interação com o objeto, a psicomotricidade consegue buscar o que realmente deseja no indivíduo, né? Então, a interação do indivíduo com o objeto faz demonstrar, né, a sua psicomotricidade, aí, ó. E o ambiente lúdico constitui outro aspecto fundamental ao nível da psicomotricidade. Dadas as suas características ativo, dinâmico, significativo, motivante, construtor, constitui um facilitador e potencializador da exigência corporal, da relação, da comunicação e da aprendizagem, né? E uma educação psicomotora, o que que seria isso? É uma ação pedagógica com o objetivo de normalizar ou melhorar o comportamento da criança; é indispensável nas aprendizagens escolares, tá? Então, a partir do momento em que a criança é levada para a escola, a partir dali já vai ser instaurada a educação psicomotora nessa criança, né? A gente está sempre avaliando, está sempre atento à evolução de uma criança sadia. A educação também procura aprimorar os meios e os elementos que influem na vida intelectual da criança e psíquico subjacentes ao aprendizado da leitura e da escrita.

Uma reeducação psicomotora é dirigida às crianças que sofrem alguma daquelas perturbações ditas anteriormente, né, como as instrumentais, a dificuldade que apresenta dificuldade, o atraso ciclomotor, tá? E trata-se de diagnosticar as causas do problema e de fazer um balanço das aquisições e das carências, né? Por isso que, na maioria das vezes, numa terapia, é utilizado o lúdico para que a gente faça um diagnóstico da causa do problema e o balanço dessas aquisições e das carências que essa criança sofreu antes de fixar um programa de intervenção, esquerdo, tá ativo. Então, antes de entrar no programa de reeducação, ele passa por uma avaliação, e esta avaliação que se coloca a criança diante e para poder teorizar a sua carência, a sua aquisição, né, de distúrbios, e deve começar sempre o mais cedo possível. Quanto mais nova for a criança, menos longo será sua reeducação, né? Pode observar que algumas vezes anos a criança passa por terapia, outras meses, semanas, dias, mas porquê? Depende do que a criança apresenta, né? Então, o psicomotricista ele vai trabalhar nessa questão, e quanto mais o tempo passa, mais a criança se bloqueia em um tipo de reação, é mais difícil da gente diagnosticar uma psicomotricidade numa criança mais tardia. Nós temos de pegar o mais cedo possível, e a reeducação ajudar a adotar outro comportamento mais apropriado. 6 anos é a mais comum para ser educações, é na primeira série, e o professor constata mais seguramente as deficiências de organização espacial e temporal da criança, né? Uma lentidão no trabalho, sua concentração ou até mesmo sua hiperatividade. Tá lá na primeira série que os professores e pedagogos começam a observar, se atentar nesses distúrbios. E essas reeducações são quase sempre individuais, por conta da importância dos aspectos interpessoais. Poderiam, entretanto, ser propostas reeducações em grupo quando se atinge o nível satisfatório de estabilidade na reeducação, né? Então, é uma reeducação que começa sozinha para atingir a meta, atingindo a meta aos poucos, o psicomotricista vai introduzir em grupo. O que é pintar e na reação global, o rei do que adorou, o psicomotricista poderá gozar cada sessão, o número certo de exercícios e poderão ser variados sem intervalo, mas com ritmo e que não poderá ser muito rápido para evitar, para descansar a criança. Os exercícios de concentração serão alternados com exercícios menos absorventes no decorrer dos pais. A linguagem, o movimento, torna-se descontração. Então, a criança nessa terapia, ela não pode se sentir pressionada, ela tem que sentir o mais natural possível. Para que isso aconteça, tem o seu tempo de terapia, e o psicomotricista não pode alterar esse tempo, né? Ele tem que se atentar ao tempo da criança e respeitar, um bosta também, gente, faz parte de uma sessão, ajuda a criança a dificuldade, otimismo. Não adianta nada chegar em uma, num local, né, e o psicomotricista com cara fechada, né, falar pouco, não. Ele tem que se apresentar o mais sociável possível para que a criança sinta segura na frente dele. A partir daí, ele consegue ter uma boa avaliação desse trabalho, tá? E a criança poderá escolher livremente os jogos, o material e o educador integra em suas sessões as conversas espontâneas da criança. São ouvidas na hora, sua extensão dependerá do assunto, mas não poderá interromper as sessões. E é aconselhável começar uma sessão e terminar com exercícios conhecidos. Esta tática da confiança à criança e contribui para a estabilidade das sessões, né? E o trabalho em grupo pode inserir a criança na vivência dos relacionamentos interpessoais, que é aprender a partilhar, a ser ela própria no grupo, né? Ela ter identidade, poder saber dividir, trocar brinquedos, tocar, gestos, né, ser sociável, monte da fase adulta. O local deve ser amplo para os exercícios motores e reservado para outros exercícios sentados numa mesa, cadeira, né? E deve ser adaptado às crianças, ou seja, tudo voltado para a criança, e bem como colchonetes e tatames para exercícios sócio-motocross, sem, sem faria uma motores são realizados no chão, é para conhecimento corporal do espaço, né? Ele ter conhecimento do espaço. O local deve ser também alegre e decorado com gravuras estimuladoras e kombi. E durante uma sessão que dura em média 45 minutos, o número de sessões podem ser duas por semana, em função da continuidade e eficácia da reeducação, principalmente no início, e a quantidade poderá ser aumentada ou diminuída conforme a necessidade da criança durante as sessões. Então, o psicomotricista ele vai se atentando à necessidade da criança e vai estendendo aí na questão de duração da sessão, da reeducação, tá? Algumas superam o seu atraso em um trimestre, outras em um ano. É como eu disse anteriormente, vai do tempo da criança, né? E não adianta você acelerar a criança, só vai responder ao seu tempo, tá?

A organização interna de uma sessão: a criança deverá sentir o seu período de reeducação como momento feliz, né? O esforço é parte integrante da seção, ou seja, não é só parte do psicomotricista; os pais ou responsáveis também são de grande importância nesta reeducação. Se os pais ou responsáveis não derem um suporte, um respaldo emocional para a criança, ela não vai se sentir confiante, ela não vai querer frequentar as sessões e, consequentemente, não vai ter um êxito em seu tratamento e vai se tornar um adulto aí com algum distúrbio, alguma patologia. São os pais ou responsáveis de extrema importância nesse tratamento da criança, tá? E quando que a gente deve empreender uma reeducação? Tá? Não existe uma escala de idade para você fazer uma reeducação, tá? É a partir do momento que a criança apresenta algum distúrbio; apresentando o distúrbio, a gente já começa a entrar com a reeducação, mas não existe uma idade certa, uma idade correta, tá? Ela pode começar aos 18 e 24 meses, né? Aos problemas de esquema corporal, de estruturação espacial, sugere esse atendimento a crianças com aproximadamente cinco anos. Certas dificuldades motoras, expectativas de instabilidade psicomotoras podem receber aos 14 anos de idade, né? Constituir objeto na sua reeducação, então não tem idade determinada, tá? E essa avaliação psicomotora, como deve ser feita? Ela é de importante, é de extrema importância para poder se diagnosticar dificuldades e distúrbios psicomotores presentes no desenvolvimento infantil, independente de qualquer manifestação evidente de distúrbio. Ela pode avaliar ou proceder a um exame psicomotor com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento da criança, tá? Então, através do exame ou avaliação da criança, ela vai ter aí o distúrbio apresentado, e após a avaliação, o educador constrói o perfil de desenvolvimento, limitando-se a comentar o desempenho da criança na avaliação com a preocupação de manter a objetividade e proceder o diagnóstico psicomotor da criança. E quais são os procedimentos para uma avaliação? Primeiro, nós temos de fazer uma entrevista chamada anamnese, tá? É uma técnica de investigação cientista; essa, esse é um instrumento fundamental no método clínico e normalmente utilizado quando se torna necessário enfocar a história progressiva da criança, aluno, e uma maneira sistemática informal. Essa anamnese, a gente vai constituir a sua própria história do desenvolvimento, envolvendo a área familiar, social e cultural da criança. Essa é uma entrevista que pode ser realizada com a mãe da criança, o responsável e conhecer a história da criança, tá? A partir daí, depois da anamnese, é utilizada uma tabela de avaliação. Essas tabelas são escolhidas considerando a idade cronológica da criança. Por exemplo, para crianças de 0 a 24 meses, sugerimos a tabela de avaliação adaptada por Vítor Fonseca. O que que ele avalia? A locomoção, a visomotricidade, audição e linguagem falada, maturação socioemocional e as práxis, tá? Uma segunda tabela é utilizada para crianças de 3 a 5 anos, que nós chamamos de idade pré-escolar. Nessa idade, nós usamos a tabela: área afetiva, social, hábitos e atitudes, esquema corporal, estruturação e orientação espaço-tempo, lateralidade da criança, motricidade ampla e fina, percepção visual, proporção de habilidades conceituais e área cognitiva, que é a linguagem e análise e síntese da avaliação, tá? Então essa é uma, só as duas tabelas utilizadas. E após uma avaliação, utilização da anamnese, com essa apenas, o educador constrói o perfil de desenvolvimento, limitando-se a comentar o desempenho da criança na avaliação, com a preocupação de manter a objetividade e proceder o diagnóstico psicomotor. Então, através da anamnese, da utilização de tabelas, o educador chega ao ponto de como instituir a reeducação nessa criança, sabe? Ele vai dar um feedback após cada sessão ou designar um outro tempo para dar um feedback aos responsáveis ou pais, porque é como eu disse anteriormente: eles são de extrema importância nessa reeducação. Se não for um trabalho em conjunto entre educador, pais e criança, a criança não vai ter um tratamento correto para os seus distúrbios, e é por isso que sempre o educador e os pais e responsáveis estão sempre se comunicando, tem um feedback aí de cada sessão. É a base de estudo do desenvolvimento psicomotor. A evolução do homem, de quadrúpede para bípede, é o uso das mãos no preparo de instrumentos, né? A evolução com as mãos, homo habilis, e nós podemos chamar para com a são as palavras homo sapiens. A informação sensorial foi transformada no progresso cognitivo e criou-se a linguagem interior e o símbolo. Com este símbolo, o pensamento se exprime e se organiza. A partir do símbolo, as experiências e a cultura poderão ser transmitidas ao longo de gerações. Lá no tempo dos primórdios, como se comunicavam? Através de gravuras que pintavam nas cavernas, pode deixar uma mensagem para um próximo. Então, para vocês terem ideia, desde a época dos primórdios nós temos o desenvolvimento psicomotor, né? O estudo do desenvolvimento psicomotor nessa evolução de cada indivíduo, a gente pode observar a passagem do feto da posição curva para vertical. E inicialmente, o bebê apresenta uma tendência de se atirar mesmo antes de conseguir se manter sobre as pernas, naquele momento que se parece um joão-bobo fazendo. Tá? Nessa época, o tronco forma um bloco com o resto do corpo, né? E somente na fase da puberdade, a bacia sofre uma profunda transformação e torna-se mais flexível durante o movimento. E é nesta fase que a gente pode destacar a passagem do ritmo da criança para o ritmo adulto, né? Isso são inúmeros fatores psicológicos que podem influenciar essa passagem, tá? De ter a forma, este adulto irá se locomover, por isso a questão da estimulação lá na mais cedo possível na criança. Neuropsicomotricidade, bases neurológicas da maturação psicomotora, né? Quando a criança atinge a maturação psicomotora, o funcionamento do sistema motor é necessário à coordenação de vários componentes neurais e musculares de uma maneira altamente integrada e diferenciada. Quando alguém resolve atirar ou agarrar um objeto com as mãos, observamos primeiramente a relação olho-mão, o que nós temos em mão e o pé onde vai, né? Cada pequeno movimento é feito supervisionado pelas áreas cerebrais responsáveis pela precisão e alcance da meta estabelecida, e tirar ou pegar um objeto, isso nós chamamos de refinamento e regulação do movimento. E para que este movimento ocorra com sucesso, o cérebro precisa ter condições de perceber o movimento em cada uma das suas etapas. As informações sobre a localização do objeto, da mão, são captadas pelas vias respectivas e transformadas numa espécie de mapa para o sistema nervoso, e desta forma, essa forma, a percepção que o indivíduo tem do mundo depende grandemente das suas atividades motoras, tá? A sua posição e o status do próprio corpo irá regular a sua percepção no mundo, né? É a questão da criança vai adquirindo aí a sua identidade. É aquele momento que nós recebemos os jovens se esbarrando em tudo, deixando quebrar tudo, né? Quem está estabanado, ele está crescendo, e o cérebro está assimilando só o tamanho do seu corpo diante dos objetos, tá? Também podemos dizer que o sistema pertencente textual e o motor estão sempre interagindo em grande parte das atividades motoras. Com a evolução da percepção do seu próprio corpo na criança, irá desenvolver o chamado esquema corporal, tá? E como esse sentido é possível termos uma noção da localização dos nossos membros no espaço, tá? Dessa forma, torna-se viável a execução de uma ação coordenada e integrada, da forma como foi citada acima. É como eu disse anteriormente, é neste momento em que o jovem cresce, o corpo está, o cérebro está assimilando o seu crescimento, esbarram em muitas coisas, deixam quebrar, né? Eles estão crescendo, então estão ganhando a sua identidade. Eu resolvi que a criança irá desenvolver-se gradualmente de forma a obter um controle cada vez maior em seus movimentos, como também no manuseio de diversos objetos. Ela irá aprender a utilizar seu próprio corpo em propósitos funcionais e expressivos. O desenvolvimento observado a partir da maturação do sistema nervoso pode ser caracterizado por iniciar-se na região da cabeça, estendendo-se até o tronco e só depois as pernas, e ele se dá seguindo o ritmo do que é mais próximo até o mais distante, a partir do eixo central do corpo. E nos movimentos funcionais, essas sequências também são verdadeiras. E a maturação nervosa responsável pela passagem observada entre atividade diferenciada para uma atividade consciente encontra-se intimamente associada, independente da experiência de vida da criança, né?

E o papel do estímulo no desenvolvimento da criança, tá? Então, aqui nós vamos falar um pouquinho sobre aquele assunto falado anteriormente, a importância de se estimular o desenvolvimento de uma criança, tá? Então, a evolução tônica do corpo da criança, ela está indissociavelmente ligada aos estímulos oferecidos pelo meio ambiente. É como eu disse, você botar uma criança em um determinado local e não interagir com ela, ela vai ter resposta nenhuma aí, não é bom para a criança. Nós temos de, por isso que existem os brinquedos, as idades recomendadas, o que é uma média de que a gente pode utilizar de idade naquele brinquedo para estimular a criança. Por isso que as cores dos brinquedos são vibrantes, para que vai estimular a questão visual da criança; alguns brinquedos são barulhentos, porque estimulam a audição da criança, bom, né? Então, junto a estas questões todas, a criança é estimulada, tá? Então, o equilíbrio entre a evolução corporal do sujeito e os estímulos ambientais é a base de seu aprendizado. É por isso que são dadas às mães também aquela licença-maternidade, né? Porque a interação mãe-filho é primordial à criança, ao crescimento dela, para o desenvolvimento saudável de uma criança. E esses estímulos, eles podem ser proprioceptivos, são sensações sinestésicas que nascem do corpo; eles podem ser exteroceptivos, são estímulos exteriores ao organismo e que age sobre ele através de experiência sensitiva: contato, pressão, visão, audição, é o que eu acabei de dizer a respeito dos, de alguns brinquedos educativos, e interoceptivos, pelos estímulos vindo das vísceras, e seriam isso, a questão de urinar e evacuar, né? Então, nós temos o estímulo do esfíncter do ânus para a criança evacuar e da bexiga para fazer xixi, tá? Então, esses três são os estímulos para o desenvolvimento da criança, tá bom? A criança tende a responder tanto a perturbações interiores quanto exteriores, a amar, desde que haja uma desequilibração, é uma busca de novos meios para atingir novamente o equilíbrio, tá? É uma relação dialética onde assistimos ao meio e a resposta vão se desenvolvendo gradativamente, né? Como a gente sempre vem dizendo desde o início da aula, não adianta forçar a criança se ela não quer, respeite, o querer dela. Ela vai ter um momento dela de querer brincar, de comer. A esses princípios estão estabelecidos as bases da educação psicomotora. Entende-se que a educação psicomotora deve englobar diversas atividades oferecidas às crianças de uma forma sequencial e observando a etapa de seu desenvolvimento em que elas se encontram, tá? Quais seriam os aspectos importantes de uma educação psicomotora? A formação do eu, né, que é o desenvolvimento do esquema corporal, a dominância lateral e a lateralidade e quem a ser atingido: despertar a si próprio, tá? Então, esses são os aspectos que nós temos de opção evidenciadas na educação psicomotora. E o que que é preciso? Acesso à noção de espaço, que é o divino dos jogos e pensamento, reflexão; acesso à noção do tempo, do tempo vivido, jogos, tempo pensado, reflexão, tá? E quais são os aspectos dos estímulos ao desenvolvimento da criança? Submissão ao fato, que é aprender a distinguir o que depende dele e o que não depende dele, né? A exigência das relações espaço-tempo e sujeito-objeto, tá? Então, para nós, o resultado nesse existencialismo, nós temos que ter aqueles assistimos a dito anteriormente. Em toda a educação psicomotora deve ser realizada levando-se em conta as necessidades reais de cada criança. Além disso, os estímulos propostos devem ser harmônicos e integrados na sua sequência, ela deve seguir as etapas previstas na aprendizagem natural, ou seja, dos exercícios especialmente motores, partindo para os sensório-motores até chegar nos perceptomotores, tá bom? Então, essa é a sequência de aprendizagem de uma criança com bom desenvolvimento. O esquema corporal é a organização das representações relativas ao seu próprio corpo em relação aos dados do mundo exterior, segundo Le Boulch. A partir da organização, a criança se torna apta a realizar suas diversas possibilidades de ação, e é um ponto de partida. A organização do esquema corporal se dá através da percepção e controle do próprio corpo, ou seja, a interiorização das ações relativas a esta ou aquela parte do corpo e a sensação do corpo como um todo. E técnicas de relaxamento, um equilíbrio postural econômico, uma lateralidade bem definida, e aí, e a independência dos diferentes segmentos em relação ao tronco e de um em relação aos outros, o domínio de pulsões e das inibições se associam aos elementos presentes e ao domínio da respiração. Mais uma vez a respiração aqui. Todas essas aquisições vão se desenvolvendo lentamente na criança. Então, tudo, todas essas sensações, dessa questão de conhecimento do mundo exterior, essa questão de se comunicar através de gestos, é atingida aproximadamente aos 11 e 12 anos, tá? Por este motivo a gente fala e aumenta a necessidade de buscar ajuda na percepção de alguma dificuldade o mais cedo possível, como vocês podem ver, aos 11 e 12 anos já é... aí fica mais difícil a questão da reeducação, tá bom? E por este motivo, os exercícios de conscientização corporal do paciente devem estar presentes em todo o processo de educação psicomotora da criança. E os exercícios de percepção e conhecimento da educação dos diferentes elementos do próprio corpo devem ser feitos em dois níveis: nível da consciência e conhecimento, aonde a criança deverá conhecer as diferentes partes do corpo e diferenciá-las, e sentir as suas atribuições: para que que serve a mão, para que que serve a perna, né? E o nível de controle de si mesmo; ela deverá alcançar a sua independência em seus movimentos e ter o seu corpo mais disponível para execuções e ações diversificadas, aquele momento em que ela começa já andar e correr atrás das coisas, tá? A educação do esquema corporal, ela engloba um controle postural, são as atitudes e o controle segmentar, gesto nos membros superiores e inferiores, mãos e pernas. Bom, então o controle da sua atitude e das mãos e pernas se dá...

A, uma educação do esquema corporal e esses movimentos, gente, evolui sobre o fundo tônico e se unem à evolução da tonicidade, já que se tornam mais fáceis e a tonicidade do corpo se encontra equilibrada. Técnicas de relaxamento conduzem progressivamente ao domínio total de seus movimentos. Tá? E não relaxamento utilizando um pênis educativos e reino cativos são semelhantes na sua até aqui, tá aí na sua forma e aos vários relaxamentos com fins terapêuticos. Contudo, são executados com uma observação e vigilância maior, tá, para ver se está sendo benéfico para a criança. Ah, e assim, relaxamento ele pode ser dividido em global ou segmentado. Como se se trata de um relaxamento global, é aquele que a criança é capaz de sentir e precisar as nossas, precisar as noções de repouso, de extensão, de peso, de contato. E a questão segmentária são das partes, permite que as crianças, que a criança tome consciência da sua sensações e contração e relaxamento localizada a esta ou aquela parte do corpo. Tá? E na educação psicomotora a gente deve priorizar a independência do braço em relação ao ombro, necessária para os exercícios de coordenação dos membros superiores, preensão, educação da mão e mais adiante os movimentos de expressão gráfica, que era o escrever. Tá? Ele está diretamente associado aos exercícios de consciência e controle do próprio corpo. Pode ser alcançada através de exercícios de equilíbrio e coordenação. Em alguns casos, basta incentivar o estabelecimento na criança de hábito simples. Em outros casos, tem que ser alcançado em um estado de tomada de consciência e de uma educação real do equilíbrio postural. Bom, e o que, como eu que consiste essa é a educação postural? Posição da cabeça, controle da bacia e da coluna, da planta dos pés. Tá? Educação das posições sentadas, em pé, são educados paralelamente, recorrendo à interior, interiorização da atenção, né, ela conseguir se concentrar. Associação da atitude equilibrada e o mais e o mais econômico possível aos exercícios de liberação do meio do membro superior e a respiração é fundamental na percepção do próprio corpo. Podemos até no fazer notar essa questão nadando, né? Quando nós estamos num nível de estresse muito grande, a gente não para de respirar e controla a situação do estresse através de uma respiração. É igual com a criança, né? Tem uma respiração equilibrada, permite a interiorização da atenção e controla a decisão muscular geral. Primeiro deve ser realizada a educação da consciência respiratória e depois o controle do ato respiratório, né? Existem evidências claras da relação entre respiração da criança e o seu comportamento geral. Estudos demonstram uma relação entre a amplitude nos distúrbios observados no funcionamento psicomotor específico e desses observados nos o diretório, né? Ou seja, é a respiração, ela contribui muito na questão psíquica da criança, por isso que nós temos de ensinar a respirar com qualidade, né, uma respiração equilibrada. Tá? E a respiração pode estar ligada diretamente ao seu grau de ansiedade, apneia, na capacidade da criança para atenção, né, está relacionada ao poder de concentração da atenção. A gente pode observar em algumas vezes algumas crianças que elas vão se concentrar, faz né, e saco, mas ela tá tentando se concentrar naquilo que ela está fazendo, né? E a educação respiratória é fundamental na educação psicomotora e deve ser conduzida paralelamente com a educação de outros domínios. Deve ser realizada desde o início da educação psicomotora numa progressão lenta e minuciosa. Tá? Nada de agilidade, de rapidez. Bom, os exercícios de educação respiratória devem ser feitos após o relaxamento global ou por, pelo menos, curto período de repouso e onde a criança tem que estar calma e concentrada somente na sua respiração. É, nós podemos ensinar as crianças a como fazer isso através da terapias, né? Bom, e qual que é o objetivo da respiração? Aprendizagem, controle da inspiração, que são exercícios de sopro com a boca para depois expirar pelo nariz e a sua, né? Como nós falamos, nós estamos falando e ao mesmo tempo respirando, então a criança tem que ter essa, esse conhecimento sensorial, né? Então ela tem que saber quando respirar e falar. Pode ver que algumas crianças, a sala o tanto e perdem a, a respiração, porque ela não sabe ainda associar a respiração com a sala, né? A respiração nasal, exercícios torácicos e tóraco-abdominais, né, de inspiração e expiração, e inspiração e expiração. Nós podemos sim ensinar as crianças para ela ter a fazer exercícios para concentração. Tá bom?

E a partir de todas as questões levantadas anteriormente, a gente pode concluir que o esquema corporal está relacionado com uma consciência maior ou menor em relação ao próprio corpo e da possibilidade de expressar-se por meio deste corpo. O seu desenvolvimento de esquema corporal é muito importante para a criança e revela-se pista a informações sobre a personalidade e o grau de maturidade da criança, né? E em todo o processo de conscientização sobre o seu corpo, a criança vai pouco a pouco fazendo diferenciações em que o eu e o outro, o sujeito e o objeto, o mundo interior e o mundo exterior, tá? Como também do espaço objetivo, já que ela tende a tomar consciência de seus limites corporais. Ah, tá bom? É uma constituição inadequada do sistema corporal pode trazer consequências na coordenação, da coordenação dos movimentos e costumam ser observadas em atitudes cotidianas, como atrás ao se despir e dificuldade em executar habilidades manuais. Tá bom? Então, quando a pessoa tem alguma disfunção neuronal, é o que serve em simples habilidade, a questão de dar o laço no tênis, a questão de botar uma calça, vestir uma camisa, nós podemos já ir aí uma disfunção. E aí, em muitos casos, os efeitos de um esquema corporal mal delineado são visíveis no primeiro ano escolar das penas, como a caligrafia ruim, uma leitura expressiva desarmoniosa, né? E o gesto não acompanha a palavra, o ritmo de leitura não é seguido, o, a leitura interrompida no meio de uma palavra, né? Então, através desse projeto, esse gesto, mas podemos observar e a criança em nove sim uma patologia aí, tá bom? Um distúrbio. O processo de integração da noção do corpo pode ser visualizada no desenho do corpo humano durante o desenrolar do desenvolvimento da criança. Ah, e não sistema corporal bem desenvolvido requer domínio corporal, conhecimento corporal, passagem para ação, ou seja, cognitivo e a gesticulação da criança estão paralelamente envolvidos, tá? Através de atitudes e habilidades, ela consegue amarrar um tênis, ela consegue se vestir sozinha. Então, através deste gesto, de gestos, nós podemos observar que o sistema corporal da criança a indo para um bom caminho. A dominância lateral ou lateralidade é a dimensão de uma atividade motora humana marcada pela dominância de um lado corporal sobre o outro, né? É o canhoto e destro. A um lado do corpo é consequentemente uma parte do cérebro assumir uma ascendência nas variadas atividades motor e perceptivo. A lateralidade pode ser compreendida como a bússola no esquema corporal do sistema neuronal da criança. Tá bom? E comprovadamente uma tendência de dominação do hemisfério esquerdo do cérebro em atividades motoras. Acredita-se que o lado dominante é parcialmente inato ao sujeito e parcialmente adquirido. O fato dos centros responsáveis pela linguagem se localizarem no hemisfério esquerdo do cérebro pode ser considerado um fator determinante. Tá? E aí para que essa criança desenvolva a dominância manual e lateralidade é importante que ela tenha adquirido um certo grau de consciência corporal, ou seja, de maturidade. Tá? O sentido cinestésico reforçado pela visão também é importante na determinação da lateralidade da criança, já que ela permite que diferencie a direita e a esquerda dentro de si mesma. É bom. E por outro lado, a obter a consciência, visto a lateralidade e conseguir identificar direita e esquerda, a criança tira mais facilidade de perceber os movimentos corporais no seu tempo está lógico. A maturidade do cérebro, né, gente? A lateralidade não está vinculada ao conhecimento pela criança do PPI, a direita e esquerda. A noção de direita e esquerda refere-se ao espaço externo, bem de gelo, tá ligado à noção espacial, né? E a lateralidade refere-se ao seu espaço interno independente da discriminação direita-esquerda e ela se constitui a partir de um estímulo proprioceptivo dito anteriormente. É bom, encontrado dentro dela e tem, não tava ter habilidade quanto a noção espacial são, são fatores importantes para a estruturação de um esquema corporal, de uma maturidade neuronal. Entretanto, trata-se de aquisições diferenciadas e, e as experimentações em atividades manuais, pedais e oculares favoreceram o amadurecimento do sistema neurológico da criança, frase de duração do corpo, do esquema corporal e da identificação do lado dominante, né? A partir daí ele vai saber, ele vai ser destro ou canhoto. E essa identificação só é possível a partir de uma certa idade, mais ou menos aos seis anos de vida, variando de criança para criança. Lembrando de tudo que é tipo com idade aqui é só uma média, tá pessoal, não é que tem que ocorrer nessa idade, tá bom? E por este motivo não é aconselhável a imposição da lateralidade na pré-escola, no primeiro grau, ou seja, se a criança desenvolver o canhoto, repetimos, tivesse desenvolvimento da criança, não force ele a se tornar um destro, ao destro, o correto não é o correto. O correto é a criança tirar essa percepção de espaço, percepção de tempo, percepção interna, conseguir desenvolver a sua atividade da melhor maneira, tá, sem danos nenhum. Então criança que escreve de canhoto não é problemático, não é que ele encontrou o lado da lateralidade no outro hemisfério, ele tá certo. Tá? O índice de uma lateralidade indefinida podem indicar sintomas de imaturidade cerebral e na maioria dos casos de uma aquisição tardia ou perturbada da linguagem e no período pré-escolar e pode se apresentar dificuldades em seguir a direção gráfica e da esquerda para a direita, no entanto, de ler ou de escrever. O uso da escrita espelhada, com dificuldades de desenvolver a percepção, a como que a criança desenvolve uma noção espacial, a noção de espaço, consciência espacial e a busca de um equilíbrio neste espaço é fundamental no desenvolvimento humano. Esta consciência tão necessária é dependente da estruturação de esquema corporal, da maturidade neuronal. O indivíduo, a partir das noções sobre o próprio corpo, ela progressivamente vai localizar os objetos em relação a si mesma e depois a entre eles, né? Para aquela questão de ter noção de distância das coisas. Crianças com dificuldade em sua percepção espacial tende a se tornar dispersa e em seu ambiente, no período escolar, costumam confundir as letras na hora de escrever, como por exemplo o b e o d, o p e o q, em alguns números como 21/12, a onde demonstram dificuldades de direita e esquerda, tá? E troca o b pelo p, e o d pelo q. Quando apresentam dificuldades nos conceitos de alto e baixo, então na escrita de uma criança na fase pré-escolar, apresentam essas, essa, essa diferenciação, a gente já pode notar que ela já está apresentando alguma deficiência na sua noção espacial. A partir daí nós temos a conduta a ser tomada na reeducação. Tá bom? E dificuldades em estabelecer diferentes diferenças entre o antes e depois percebidas em crianças com distúrbios em sua orientação temporal e espacial. Esses distúrbios aparecem em sala de aula na forma de sintomas como desordem dos elementos de uma sílaba, dificuldades em reconstruir frases compostas por palavras misturadas, na capacidade de análise gramatical torna-se então quase inviável nesses casos. Tá bom? Da matemática, gente, suas dificuldades também são acentuadas, maiores ainda, porque se nós da lógica, né? Já que é preciso ter pontos de referência, possuir noção de fileira, de coluna, combinado forma, não? Ou seja, da parte logística, tá? Na importância de uma estimulação precoce, tá? Desde há meses, o bebê psicologicamente ativo e a maturação de suas funções sócio-motoras depende amplamente dos estímulos oferecidos pelo meio. Vários estudos nas áreas clínicas e experimentais têm demonstrado a importância dos estímulos no desenvolvimento psicológico e mental dos indivíduos. A estimulação psicomotora precoce, suja através de preocupações fundamentadas na educação, na prevenção do mesmo, na prevenção e mesmo na cura de distúrbio apresentado muito precocemente. Ainda terminar com as crianças e com essa estimulação é possível estar interferindo, estimulando os outros níveis de expressão corporal encontrados no bebê, como gestão virtual, tônico, mico, ocular, cinético e aditivo. E a estimulação permite o encontro, sempre surpreende, entre o adulto que propõem as atividades e a criança que poderá aceitá-las ou não, sejam oferecidas a partir de um clima que permita o acesso à segurança. Ausência desses estímulos pode paralisar o crescimento corporal dessa criança, interferir sim na organização do sistema nervoso de maneira a ocorrer perda definitiva de funções inatas. É importante que o bebê seja estimulado antes de adquirir a marcha, pois a estimulação tem um foco de preocupação as questões ortopédicas, esportivas, estéticas e tem como objetivo final obter um desenvolvimento harmonioso, harmonioso da musculatura e diz que lê assim como a prevenção de má postura, há uma identificação precoce e intervenção serão utilizados estudos de caso neste tipo de prevenção. Tá bom? O ato de brincar é uma estratégia de intervenção. Tá? O que brincar? Uma porção, aquisição de novos conhecimentos, desenvolve habilidades de uma forma natural e agradável para a criança, é um fator estimulante, propiciador de um bom desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo. Ele começa a interagir com o brinquedo, a interagir com outras crianças e empréstimo desses brinquedos, né? E o ato de gritar inclui sim jogos, brincadeiras e o brinquedo propriamente dito. E a oportunidade de brincar livremente por si só já traz efeitos positivos para o desenvolvimento da criança. A por quê? A atenção da criança, concentração, a exploração de movimento, como equilíbrio, deslocando de um lugar para o outro, controlar o corpo e os movimentos para controlar os objetos, como carregando, jogando, agarrando. Tá? Então isso tudo, o ato de brincar é estimulado, é muito, estes movimentos são comuns a todas as crianças, tais como levantar, andar, correr, saltar, tentar ajoelhar e de outros, outros tantos irão depender das oportunidades oferecidas à essa criança. Como dito anteriormente, das lá na, na aula, estímulo, né? O clima, o ambiente que você proporcionar a essa criança, o que você vai usar de brinquedo, tudo vai depender dos movimentos, ela vai depender do seu estilo. É por isso que nós temos que usar adequadamente o brinquedo para certa idade. E qual que é o objetivo disso tudo? Conhecer a importância no uso de jogos no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética. É ficar analisando os jogos e planejando aulas em que os mesmos sejam incluídos como recurso didático, não só o divertimento. E qual é o segredo? Vamos lá, entregar para o grupo um envelope contendo circula sílabas de formação de palavras previamente escolhidas, mas não reveladas para o guru. O orientador pode oferecer dicas para o grupo formar as palavras e primeiro descobrir o segredo do envelope e a vencedor do jogo, reflexão. Quais conhecimentos sobre o sistema de escrita podem ser esses dados com base nos jogos realizados? Ah, ah, ah. Se relacionar o jogo com o eixo, eu tirei os direitos de aprendizagem e o ano de escolaridade a serem desenvolvidos, preencher no quadro abaixo. É, nós utilizamos está o jogo, utilizamos e com esse eixo, o direito de aprendizagem e a, a classe que você atingiu com este jogo, a refletir, buscar e registrar novas possibilidades para o trabalho ou material sugerido para o jogo, ampliando as capacidades devem ser desenvolvidas no ciclo de alfabetização. Tá? Joga o céu e trilhas, a gente pode fazer assim, dividir a turma em sete grupos, cada grupo deverá jogar e depois analisar os jogos conforme abaixo designados: o grupo um, bingo dos sons iniciais e mais uma; o grupo dois, o caça-rimas e para cá letras; o grupo três, trinca mágica e batalha das palavras; o grupo quatro, pingo da letra inicial e quem escreve sou eu; o grupo cinco, utiliza as palavras dentro da palavra e dado sonoros; o grupo seis, trilha como passo a passo e descubra o invasor; e o sete, rima de batalha dos nossos. Isso são só exemplos de como a gente pode trabalhar em grupo. E aí, a utilização destes jogos potencializa a exploração e construção do conhecimento por contato com a motivação interna típica do lúdico. Mas o trabalho pedagógico requer a oferta de voos internos, influência de parceiros, bem como a sistematização de conceitos em outras situações e não jogos, segundo que o outro de 2003. Tá bom? Então ele disse a importância do papel do pedagogo ali do lúdico e aqui eu trouxe para vocês algumas, alguns exemplos, né? Por exemplo, jogos de análises, de análise fonológica. Para que que serve utilizado esses jogos? Compreender que, para aprender e escrever, é preciso refletir sobre os sons e não apenas sobre o significado das palavras. Utilizando bingo dos sons iniciais, compreender que as palavras são formadas por unidades sonoras menores. Gente, pode utilizar os caça-rimas, desenvolver a consciência fonológica por meio da exploração dos sons iniciais das palavras ou finais. Trinca mágica, comparar as palavras quanto às semelhanças e as diferenças sonoras. Batalha das palavras, perceber que palavras diferentes podem possuir partes sonoras iguais. Utilizando passo a passo, a identificar a sílaba como unidade fonológica, a rima e comparar as palavras quanto ao tamanho por meio da contagem do número de sílabas. O batalha de nomes e logos que utilizamos para reflexão sobre os princípios do sistema alfabético. Quais são os objetivos deste jogo? Compreender que a escrita representa a pauta sonora, embora nem todas as propriedades da fala podem não ser representadas pela escrita. Conhecer as letras do alfabeto e seus nomes. Compreender que as palavras são compostas por sílabas e, e é preciso registrar cada uma delas. Compreender que as sílabas são formadas por unidades menores. Compreender que a cada fonema corresponde uma letra ou conjunto de letras, diga, embora tais correspondências não sejam perfeitas, pois são regidas também pela norma ortográfica. A compreender, cá sílabas variam quanto à composição e ao número de letras. Compreender que cada sílaba tem ao menos uma vogal. E a compreender que a ordem em que os fonemas são pronunciados corresponde à ordem em que as letras são registradas no papel, obedecendo geralmente o sentido da esquerda para a direita. Comparar palavras quanto às semelhanças gráficas e sonoras, as letras utilizadas, a ordem de aparição delas. Para termos esses objetivos, quais os jogos indicados? Mais uma loka letra, s', bingo de letra inicial e palavra dentro de palavra. Tá? Os jogos para consolidação das correspondências grafofônicas. E qual é o objetivo desse jogo? E consolidar as correspondências grafofônicas, conhecendo todas as letras e suas correspondências sonoras, ler e escrever palavras com fluência, mobilizando com rapidez o repertório de correspondências grafofônicas já construídas. Mas podemos utilizar quem escreve sou eu. E aí, as músicas e brincadeiras também são necessárias, né? Música, questão do desenvolvimento auditivo, que estão de socialização, brincadeira, socialização, como interagir com outras crianças, né? Nós podemos também tirar proveito disso. Qual o objetivo de utilizar músicas? Conhecer a importância do uso de música e brincadeiras no processo de apropriação. UEA, analisando a e planejando aulas em que sejam incluídas como recurso didático. Tá sim, nós podemos utilizar, segundo Carlos Drummond de Andrade, brincar com a criança não é perder tempo e sim ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados, solidários, enfileirados em uma sala de aula sem ar, com atividades, com exercícios estéreis, sem valor para a formação de homens críticos e transformadores de uma sociedade. É muito bonita a frase de Carlos Drummond de Andrade, ele resume bem a nossa aula de hoje. Tá? Aqui eu trouxe para vocês algumas, alguns exemplos de jogos e brincadeiras, né? E nós podemos utilizar com as crianças para o desenvolvimento psicomotor dela, né? Como por exemplo, desenho: você e o professor escreva seu nome ao lado do nome e o dele, tá? O Dino detetive, que é esse dinossauro, são da mesma família e gás pista para descobrir qual deles é o mais jovem. Tá? E isso é muito utilizado até num adulto, não sai criança, tá? Que olha abaixo e diga as cores, não as palavras. Esse é meio complicadinho, tá? Então a gente pode aplicar assim tanto em criança quanto adulto. Pisoteando o chão, este Alberto, um brontossauro, ele tem o pescoço comprido e a cauda longa. Ligue os pontos para descobrir como ele é, né? Sombras do lanche, Beta adora comer folhas suculentas e por sorte a selva está repleta de folhas. E qual sombra não pertence à folha abaixo? É, olha quantos joguinhos nós podemos utilizar. Teste de percepção avançado, encontre aqui nesta imagem alguns postos. Use sua imaginação e criatividade, né? Ligadas perfeitas, os dinossauros têm pegadas bem diferentes. Qual pegada pertence a cada um dos dinos abaixo, né? Fazer ligação e os pontos mágicos, pinte apenas os espaços com pontos e encontre os números de 1 a 10, né? Então, quando você vai colorir, vai aparecendo número. Labirinto das algas, ajude o cavalo-marinho atravessar o labirinto. E aí, e aqui nós temos joguinho de, como chama aquele que faz, esqueci o nome desse jogo, em você vira uma imagem, tenta achar outra, jogo da memória. Até eu tô deixando dar mesmo, é aqui mais jogo da memória, quebra-cabeça, né? Nós temos aí o pontilhado, a gente pode pedir para as crianças cortar, pediu para embaralhar e remontar, né? Então nós temos aí trabalho duplo, gente. Da mesma cor e coloque a mesma quantidade de manchinhas das joaninhas. O labirinto, este braquiossauro azul é o Bob, você pode ajudá-lo a encontrar o caminho pelo labirinto até o Beto. É, aqui é o recortar, pintar e fazer o jogo da memória, estimular, né? Esse do início do jogo até o fim. Um aviso de porta pré-histórico, destaque eu aviso da, de porta, dobre eu no meio, passe cola no verso para que ele fique dobrado. Quando estiver seco, mim, Dúlio na maçaneta da porta de seu quarto. Feche animado, circule a resposta correta de cada pergunta. As formas no oceano, encontre, circule cinco diferenças entre as penas e encontre, circule cinco diferenças entre as penas novamente. O labirinto de colmeia, leve a abelhinha ao final do labirinto sem passar pelos pássaros e pelas borboletas. Ajude a formiga encontrar suas amigas que estão no meio da maçã. É mais jogo da memória aqui. Tá vendo como é bastante utilizado o jogo da memória? + jogo da memória. Meu nome é assim, gente, eu espero que vocês tenham gostado da aula, né? Se tem essa que eu troquei para...

Vocês poderem aplicar aos alunos algumas dúvidas, tá bom? Espero encontrar vocês em uma próxima oportunidade e muito obrigado pela atenção de vocês. Até logo.

E aí? E aí?