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e a primeira coisa que tá lá na metodologia você vai vai estudar modelo e escala e crescimento de negócio Qual que é o ponto número um Ton o ponto número um quando você analisa modelo tributário vem número um da lista sim modelo tributário e o que que as pessoas fazem quando abrem um negócio não pensam no tributar nada deixa vir o problema e aí eu resolvo.
[Música]
Olá seja muito bem-vindo seja muito bem-vinda ao podcast tributarista do Futuro. Eu sou Letícia Amaral, sou a host desse podcast, sou tributarista de inteligência de negócios e é aqui nesse podcast que nós discutimos estratégias para promover o desenvolvimento econômico do Brasil, sempre com profissionais que são raros, que são valiosos, porque unem a sua técnica tributária com inteligência de negócios para fazer os negócios crescerem de forma ética e sustentável.
E no episódio de hoje, vamos falar sobre precificação de bens e serviços no contexto já pensando nos novos impostos que foram criados com a reforma tributária, IBS e CBS. E obviamente que para discutir comigo esse tema, eu tenho uma especialista no tema, minha querida amiga, colega, parceira de negócios, professora aqui do IPT, Tuane Pereira. Tuan, advogada tributarista, também já com uma jornada de décadas na área, é empresária, é fundadora do Tributari, que é uma consultoria tributária, também é sócia do FCA Advogados, sócia da MCP Perícias e também, como falei, professora aqui do MPT, que é o Método pela Tributação, aqui da IBPT.
E vamos falar sobre precificação. Então, querida Tu, seja muito bem-vinda ao podcast tributarista do Futuro.
Muito obrigada, amiga. Sempre uma honra, um prazer estar aqui, né? Eu sempre aceito de cara os convites da Letícia, porque além de sermos grandes parceiras, somos grandes amigas, né? Então é uma honra estar aqui. Obrigada pelo convite, tá?
E olha só, vou te contar uma coisa, vou contar uma coisa para vocês, né? Você falou de décadas de tributário. Gente, eu estou atingindo a maioridade no tributário este ano. Olha, faço 18 anos de área em novembro.
Ai, que show! Que show!
Tem que fazer. Tem que fazer.
É esse ano eu tô completando 21 anos de advocacia, mais cinco que já atuo na área, né? Então já dá, já.
Olha aí, a gente já pode fazer uma festa junto. Fazer uma, uma festança aqui. É muito tempo de área, né, minha gente? Olha que a gente se surpreende todos os dias com as mudanças, né?
E se a gente for ver, nós que estamos mais tempo na área tributária, a gente percebe como o tributário mudou ao longo dessas décadas, né? Muito a forma de pensar, a forma de análise, eh, a forma de você encarar o tributário como o empresário está encarando também, é ferramentas, a tecnologia que envolve o tributário, Inteligência Artificial, né, gente? Muito bom. É assim, então a gente vive uma nova era do tributário.
Sim. E para quem vem, para quem sempre foi da área, a gente conseguiu acompanhar toda essa evolução da área tributária. Mas eu tenho mentorado, só um parêntese, pra gente entrar no tema aqui, mas já que a gente tocou nesse assunto, tem um mentorado que ele atuava na na advocacia tributária, focado a execuções fiscais há 20 anos atrás, parou, ficou, foi empreender. Aí agora resolveu voltar pra área. Ele falou: "Quando eu resolvi voltar, falei: é outra, é outro tributário, né? Outra coisa."
E mas todo mundo fala isso, né? Ficaram um pouquinho fora da área tributária, você já se sente em outro mundo, né? Porque a gente acorda todos os dias, pessoal, com uma novidade, né? Então nem eu consigo acompanhar nas minhas redes sociais. Eu quero postar, eu quero atualizar. Eu falo: "Meu Deus, vou falar do que primeiro?" E a gente nem consegue sair da nossa bolha do tributário, né? Porque daí a gente também é uma forma da gente se manter atualizado, né? Tá sempre acontecendo alguma coisa.
Sim. Mas vamos lá. Tu, acho que a gente tem muita coisa para falar em termos de precificação, inclusive para alertar não apenas os nossos colegas que ainda não se atentaram que vai mudar muita coisa em relação à forma que as empresas precificam hoje os seus bens, os seus serviços. Elas vão ter, ter que ter uma outra metodologia. Então já vai abordar isso ao longo do nosso episódio. Mas até pros próprios empresários que também não abriram os olhos ou também não perceberam o quão vai mudar a forma deles especificarem e o quão importante a gente tratar desse tema, justamente porque se o empresário, eh, simplesmente vai continuar fazendo o que ele tá fazendo hoje, ele vai perder competitividade no mercado.
Certeza. E provavelmente a empresa dele não vai perpetuar. A reforma tributária e o nosso aqui é justamente o contrário. Justamente que as empresas elas perpetuem, elas continuem expandindo, elas continuem crescendo de forma sustentável. Então acho que a importância da gente trazer esse tema aqui para esse episódio do podcast é dupla. Tanto para alertar os nossos colegas para que eles também abram os olhos em relação a isso, para que eles também possam, né, eh, servir como esse intermediário no, no, no sentido de alertar as empresas, de conscientizar as empresas, como também para os próprios empresários que nos acompanham aqui, também fala: "Poxa, é algo que eu tenho que colocar na minha pauta com certeza, é algo que vai ser objeto de estudo de cálculo aqui para eu também me antecipar e me preparar em relação a esse período que não vai demorar muito, né? A gente tá aí na eminência de uma reforma tributária. 2025 vai ser um ano fundamental em termos de legislação, de consolidação de regras e de novas regras que vão vir. Mas pro ano que vem, a gente já começa a pensar nas mudanças."
Você sabe que eu fiz uma reunião essa semana, né, em uma, uma empresa ali na Paulista, e eles falaram, né, um, um dos, era o CFO, eu não me engano, falou assim: "Ah, não, mas a gente vai deixar para pensar essa questão da reforma só ano que vem." Aí eu virei para ele e falei: "Olha, querido, vamos conversar aqui só um pouquinho para a gente mudar um pouco essa sua mentalidade." Por quê, gente? 2025 é um ano extremamente importante, porque as empresas precisam se preparar em 2025 para o período de transição que começa em 2026. Então, ok, a reforma começa a ser aplicada em 2026, só que esse ano todo mundo precisa rever suas estratégias tributárias, né? Então, eu tenho muito desse discurso quando eu vou para algum cliente agora. Por quê? É preciso olhar para planejamento tributário, rever o que tem que ser revisto, porque a legislação nova trouxe uma série de benefícios diferentes, mas também vai cortar muitos dos benefícios que nós conhecemos hoje. Ok, temos uma fase de transição de 2026 para 2033, temos, só que a gente vai ter dois sistemas tributários ao mesmo tempo, então, caminhando durante todo esse período, né? Pense se hoje já é difícil com um, imagine com dois, né? Então não deixa para fazer isso para começar a se antecipar. Reforma em 2026?
Exato. E nós, e nós que somos da área, que somos tributaristas e que atendemos, atendemos as empresas, a gente tem que já agora, né? Assim, na verdade, a gente já tá acompanhando. Entra tema agora, a gente precisa 2025 tá ali antenado e acompanhando todas as mudanças, estudando, se capacitando, porque como você bem mencionou, as empresas já vão estar demandando, já demandam esse serviço de nós. A gente tá ali acompanhando as mudanças e já estabelecendo estratégia, acompanhando mudança, estabelecendo estratégia, principalmente quem trabalha com preventivo, como nós.
Exatamente. Quem faz o trabalho consultivo, quem tá ali pensando em planejamento, pensando em estratégia. Então é um, é um ano de oportunidade do ponto de vista do tributarista e é um ano de preparação do ponto de vista do empresário, porque 2026 já tá logo ali, né? Se voar como voa 2024, só tem 10 dias que a gente já tá no ano novo, né?
Exato, exato. E cheio de coisa nova, entendeu?
Exato. Então, ó, janeiro tá passando assim. Então 2025 vai voar.
Exato. Vai ter muito trabalho nós que somos da área tributária e os empresários vão ter esse período de preparação. E uma coisa engraçada que eu sinto assim, todas as vezes que eu vou fazer uma, uma reunião, vou falar com o empresário, o empresário não olha pra gente como profissional, eh, pensando na questão da precificação, né? E o tributário tem tudo a ver com a precificação. Eu sempre falei isso, eu sempre defendi isso, porque o lucro de uma empresa, a saúde financeira de uma empresa, o sucesso de uma empresa vai depender única e exclusivamente de uma estratégia tributária boa e de uma precificação correta. E hoje, com o sistema que a gente já tem, as pessoas não fazem a precificação correta, né? Então, muitas dos, dos clientes que eu visitei nesse tempo todo, a gente vê que a gente pergunta: "Qual que é a sua estratégia de precificação? Você leva em consideração os tributos que você tem na sua carga tributária?" E muitos acham que eu tô falando inglês, entendeu? Outra língua, né? Então, você vê que hoje já é feito errado. Então, imagina agora com tudo mudando, com os cinco principais tributos que nós temos hoje, que nós conhecemos até então, sendo extintos, né? E junto com eles, todos os benefícios que eles trazem, né? E toda a forma de cálculo que eles trazem. Então, de fato, tem que o empresário hoje tem que ser chamado atenção para essa questão da precificação com base em dados tributários, em dados de mercado. É fundamental para que ele consiga sobreviver à reforma, porque se não mudar, né, a forma de cálculo, tudo vai mudar. Então, se ele não pensar em mudar isso, também a precificação dele tem que acompanhar as estratégias tributárias que ele vai começar a mudar nesse ano, porque senão ele quebra.
Exato. Eh, alguns outros episódios que eu trouxe outros colegas nossos para falar do tema reforma tributária, isso foi algo que a gente bateu bastante na tecla. Muitos negócios já pela novo modelo de, eh, de sistema tributário, ele já já partem de uma carga tributária mais alta. Exatamente. Já partem de uma carga. Muitos não terão benefícios, né? Muitos não terão benefícios. Então, é fundamental fazer esse cálculo, fazer essa análise, ver o quanto vai ser impactado. Para quê? Para poder pensar em remodelagem de negócio.
Isso mesmo. Você vai deixar para fazer isso em 2026? Não dá, porque é um trabalho que contínuo e é longo. Não é uma coisa que a gente senta agora e amanhã já tá pronto. Não, não. E a gente analisa uma série de coisas. As pessoas não têm essa noção de que quando a gente faz um planejamento tributário, por exemplo, e a gente tem que analisar o financeiro, a gente tem que analisar a dívida do cliente, a gente tem que analisar se ele tem questões de recuperação de crédito, a gente tem que analisar o regime tributário dele. O pessoal acha que planejamento tributário é mudar regime de tributação e abrir empresa. Não, gente, é muito mais do que isso. O propósito negocial, a análise de mercado e a precificação. Isso é um planejamento de fato.
Deixa eu trazer uma experiência. Eu tive ao longo dessa semana, eu fiquei três dias imersa em treinamento, né? Porque nós que que somos empresárias e além disso, somos tributaristas, a gente tem uma dupla função que é cuidar dos nossos negócios e cuidar dos negócios dos clientes, né? Então, a gente tem uma dupla. Então, a gente não adianta a gente só ficar no nosso quadradinho tributário, porque não, né? E a gente trabalha para negócios, né? A gente trabalha com inteligência de negócios. Então, a gente precisa estar sempre, eh, sempre sendo capacitada e sempre trazendo atualidades para os clientes. Então, eu fiquei três dias e um dos treinamentos que eu fiz é um treinamento de escala e modelo de negócios. E olha que interessante, uma algo que foi batido muito na tecla. E olha quem lidera, quem comanda essa empresa é um bilionário. Pois é. É um bilionário que é o Flávio Augusto da Silva, foi bilionário de vários negócios, não de apenas um negócio, de vários negócios. E a primeira coisa que tá lá na metodologia, você vai, vai estudar modelo e escala e crescimento de negócio. Qual que é o ponto número um? Tô. O ponto número um quando você analisa modelo tributário.
Vem número um da lista. Sim. Modelo tributário. E o que que as pessoas fazem quando abrem um negócio? Não pensam no tributário. Nada. Deixa vir o problema e aí eu resolvo.
Então, assim, eu sempre na vida, sempre defendi e levantei a bandeira do do consultivo preventivo. É muito difícil, né, mudar essa mentalidade. Mas eu acho que a gente tem uma oportunidade agora com a reforma, né, de tentar começar a a mudar essa mentalidade do empresário de que ele pode deixar para a última hora e que depois tudo vai ser resolvido. Não, gente, se prepara antes. Se você quiser ter um negócio de sucesso.
Você tá dando um exemplo de um bilionário. Ele entendeu. E provavelmente ele demorou para entender também, porque sim, provavelmente ele bateu a cabeça como a grande maioria dos empresários que estão com. Eu sempre falo que quando nasce um negócio novo, nasce uma empresa, também nasce o empresário. Porque o empresário, às vezes, minimamente entende da atividade que ele vai fazer, do serviço que ele vai prestar, do produto que ele vai vender. Mas ele não entende do resto que vem com o ser empresário, né? E vem muitas coisas com o ser empresário. E o tributário é uma das, um dos principais pilares pro negócio se manter. É na visão do bilionário, é o pilar número um.
Pois é, né? Então, a gente tem que levar algo em consideração. Se é o pilar número um, vamos abrir os olhos para esse pilar tão importante. E por que que eu trouxe isso, né? Modelagem do negócio parte do ponto de vista tributário. E vamos pensar o que que todo, todo empresário, ele monta uma empresa para quê? Porque ele quer, ele quer lucrar, né?
Lucro. Ele não quer faturar. Ele quer lucrar.
Exatamente.
Você trouxe um ponto importante. Sim, porque faturamento às vezes é, é só um número de vaidade, né? Simbólico. O que vale no final das contas é quanto que ele tá lucrando com aquele negócio.
Exatamente. Quanto que sobrou ali para ele.
Exato. E para que ele possa lucrar, o que que ele precisa olhar antes disso? Ele precisa olhar em toda a cadeia do negócio dele, composição de custo e despesa. Custo e despesa, que é o que eu falo muito na questão da precificação, né? Que o pessoal deixa para fora, né?
Exato. Eu dou muito um exemplo que é muito simples, mas que eu acho que dá para ser entendido. A pessoa que faz um bolo em casa, por exemplo, né, e vai vender esse bolo, bolo de pote, o que seja. Eh, ela não leva em. Eu já perguntei isso, porque eu tive um cliente assim, né? E aí eu perguntei: "Como que você compõe a, a sua precificação?" Ah, aí eu, eu dou uma olhada no que o mercado tá fazendo, né? E modelo o meu preço em cima também da qualidade que eu coloco no meu produto. Ok. Mas e o custo que você tem? O que que eles levam em consideração no custo? O material que eles estão comprando, de repente, para fazer o bolo, por exemplo, tá? Então, a farinha, o chocolate, ou seja lá os ingredientes. Mas e o resto? Porque não é só isso seu custo. Você usou forma? Você tem embalagem? Você usou energia elétrica da sua casa ou do lugar onde você está para fazer? Então, você às vezes tem um ajudante? Então, você tem mão de obra. Tudo isso é custo, né? E o tributário também, gente, né? Então, quais tributos que você pagou, né, na entrada dos, dos produtos que você usou e na saída da venda que você fez? O que que você tá pagando ali? Porque alguma coisa você tá pagando, entendeu? O que que, quais são esses tributos e o quanto você tá pagando? Porque geralmente a empresa, quando a gente vai falar de precificação, chega sempre para mim e fala: "Caramba, tô vendendo almoço para pagar janta." Essa frase é extremamente importante, por que você tá vendendo o almoço para pagar janta? Você tá precificando errado, porque provavelmente você tá, você tá gastando mais no momento do seu custo da sua compra de material de mercadoria, enfim, seja lá a atividade que for, você tá deixando de considerar o tributo. Então, você tá tendo um custo maior do que o preço que você tá colocando. Parece a gente falando, parece muito óbvio, né? Mas não é óbvio na prática para os empresários.
E tem um fator importante aí que eu quero trazer, que é o seguinte: por que que o modelo tributário de um negócio é importante? Porque tem negócios que o tributo você consegue dar uma flexibilidade maior, porque é um negócio que você consegue colocar mais margem, você consegue repassar, porque o valor intangível agregado que você coloca naquela atividade, ela não depende diretamente do que a tua concorrência tá fazendo. Ela depende do quanto você consegue de agregar valor e o quanto você consegue se diferenciar em relação à concorrência. Aí tudo bem, o peso do tributo, ele tem que ser calculado, mas ele não vai impactar diretamente. Ele impacta diretamente sua margem de lucro, mas ele não deixa que o negócio sucumba, a não ser que esteja fazendo algo muito errado, muito errado.
Exatamente. Agora, existem outros modelos de negócio que o peso tributário é gigantesco. Então, tem negócio que você vai ter IPI, você vai ter imposto de importação, IPI da entrada, se importa. Então, vamos pensar uma, uma empresa que ela depende de importação, ela tem IPI na entrada, ela tem PIS/COFINS na entrada, ela tem ICMS na entrada, só para trazer. Sim. Só para trazer a mercadoria. Só para trazer a mercadoria. E a venda, né? E depois tem todos os tributos da venda. Então, se ela não precifica, e vamos pensar que é uma empresa que vende commodity, que importa e revende commodity, é pior ainda, que valor agregado que ela tem? Nenhum, né? Valor agregado que tem? Não. Eu tô vendendo, pegar, vamos, vamos pegar lá, tô vendendo o insumo do aço, né? Que eu tenho. Isso acontece muito, né, com commodity. É assim, não, porque esse insumo ele, ele é mais bonito. Não tem isso. É o insumo do aço, igual tudo. Então, se você não considera o tributo e não considera formas de que você, aquele tributo, que você consiga minimizar ou incluir ele na, na tua composição de preço, se não, já era. E a gente vê muito isso, né? Às vezes, quando a gente coloca na mesa isso, a pessoa se sente assim, falando: "Nossa, como que eu não presto atenção nisso?" Mas empresas que, por exemplo, tem um setor de compras, né? A pessoa tá preocupada em comprar mais barato, certo? Então, faz os orçamentos, vai procurar o fornecedor. Qual é o fornecedor que vai me dar o valor mais barato para que eu economize? Tá. Isso é importante de se olhar do ponto de vista financeiro. Mas tem muitas pessoas que pecam nesse ponto também. Vou comprar do fornecedor mais barato. E eu sempre dou esse exemplo, mas às vezes o fornecedor mais barato, por exemplo, tá em outro estado. Uhum. E aí você não olhou o tributário. O que que acontece com isso? Se eu tô em outro estado, eu vou ter duas despesas que eu poderia não ter, que é o o DIFAL do ICMS, a diferença de alíquota, porque eu estou fazendo uma operação entre estados, que a gente chama de interestadual. E às vezes o frete para trazer de outro estado, eu vou gastar muito mais do que se eu, na verdade, contratar com o meu fornecedor aqui do lado, que cobra um pouco mais caro, mas tem um frete mais barato e eu não vou pagar DIFAL. Então, se você faz uma conta assim, de papel de pão, literalmente, você vê a diferença do que você tá indo embora na sua compra, né? Então, já começa errada a operação, já começa comprando com valor a maior, sendo que a gente tá falando da parte tributária, que geralmente ninguém leva em consideração. Então, tem que ser levado na compra e na venda.
Sim. Eu tenho um, um caso prático de um cliente justamente nesse ponto que você tocou. Eh, é uma, uma clínica. Uhum. E eles resolveram fazer revenda de alguns produtos ali para os clientes deles. Então, o financeiro da clínica foi fazer as cotações e fez a cotação de um fornecedor de fora do estado. É uma clínica no Estado de São Paulo. Foi fazer cotação de um fornecedor de Santa Catarina. Nossa, mas o fornecedor de Santa Catarina tá muito mais barato, tá muito mais barato. Super! Vou comprar do fornecedor de Santa Catarina. Comprou. Daqui a pouco, a contabilidade dele veio e trouxe a guiazinha para ele pagar o DIFAL. Ele falou: "Mas que que é isso? Que que isso? O que que é isso?" "Não, você fez uma compra de fora do estado, uma compra inter estadual, você tem que pagar o diferencial de alíquota do ICMS de lá para o ICMS daqui." Exato. A pessoa fala: "Meu Deus!" Então, acabou que a compra dele, que era muito mais barata, ficou mais cara.
Mais cara. Exatamente. E fora, sem considerar questão de frete que ele teve que pagar do deslocamento. Isso acontece muito com produto importado também. Tem gente que realmente, pela atividade, só pode trabalhar com com produto importado. Mas tem gente que não. Você consegue ver o similar nacional e de repente não cai tanto a qualidade. Então, você tá gastando horrores para importar, sendo que você poderia pegar algo daqui de um fornecedor do território nacional e gastar menos, né? Então, tudo isso é conta, né? E lógico que quando você compra mais caro, você tem que embutir isso na sua venda. Então, a venda também vai ser mais cara. Então, para o mercado, você não tá competitivo, porque você tá já precificando da maneira incorreta, porque você tem que colocar um valor a maior ali de preço, que é diferente, né? Eu sempre falo dessa questão do preço e valor. É diferente, né? Quando você vai comprar, por exemplo, a gente, eu sou a louca do, do da Apple, né? Do iPhone. Eu amo Apple, né, gente? E aí, quando você vai comprar um, um relógio, você vai comprar um celular, eu precisaria comprar um iPhone, um Apple Watch. Não necessariamente. Mas eu gosto. Sim, porque daí, aí tem o valor agregado. Aí tem o valor agregado. Exatamente. Eu vou pensar na marca, na qualidade e no que que aquele produto me traz e o porque que eu quero ele.
No estilo. Exato.
Exato. Aí faz sentido eu pagar mais caro, porque aí é uma escolha do consumidor por conta do valor agregado que aquele produto tem. Agora, se eu não tenho essa questão e eu tô só precificando errado, então, realmente, o meu lucro tá indo embora. E o lucro, ele tá totalmente ligado com as questões tributárias e com a precificação, sem sombra de dúvidas.
E agora, Tu, então, assim, acho que já ficou muito claro para quem tá nos acompanhando que tributário, tributo, peso do tributo e a precificação de bens e serviços estão intimamente ligados, intimamente relacionados. E se hoje o empresário, ou hoje o nosso colega que não está atento a isso, tá, o colega tá deixando dinheiro na mesa, porque ele poderia estar agregando mais valor na sua prestação de serviço e o empresário tá perdendo dinheiro, basicamente. Isso. Então, isso, acho que já ficou bem claro. Agora, a gente entra num novo contexto, na reforma, que é o contexto da reforma tributária. Então, ok, então vamos pensar assim, no que a gente tem hoje. Hoje nós temos, quais são os principais tributos que incidem sobre compras e vendas? Né? Vamos pensar assim, sobre compras e vendas, e compras e vendas não só de produtos, eh, pode ser bens e serviços, tá? Então, a gente tem basicamente, na seara, eh, federal, você tem PIS/COFINS, tem IPI. São os três principais. Na seara estadual, você tem o ICMS. E na municipal, ISS. Então, são os cinco que a gente comentou, que são praticamente compõem a grande parte da, né, da arrecadação dos entes federados, tanto em em nível federal, como municipal e estadual.
Isso. Então, são os cinco principais. São cinco tributos que incidem sobre consumo. Vamos falar de uma forma geral sobre consumo. E são justamente os cinco que serão afetados com a reforma e que deixarão de existir.
Exato. Então, a gente vai pegar, vamos pegar os três do federal. Então, PIS e COFINS, eles deixam de existir já em 2027. Então, a gente vai ter um ano só de transição. A gente só vai ter 2026 para fazer a transição, em que vai continuar existindo PIS/COFINS e, ao mesmo tempo, vai existir a CBS. Então, um aninho de transição. PIS/COFINS, 2027, não tem mais PIS/COFINS. E nasce, né, ou dá margem, assim, nasce a, a CBS, que é Contribuição sobre Bens e Serviços.
Primeiro ponto. O IPI, ele vai continuar existindo, bem menor, vamos dizer assim, basicamente na Zona Franca de Manaus ali. Mas vamos pensar que ele vai ser eliminado da grande maioria das operações.
Grandes empresas. Sim. Vai dar, vai nascer um novo imposto que é Imposto Seletivo, que ele também não vai ser tão abrangente assim quanto o IPI é hoje. Vai, vai, vai incidir em operações mais em bens e serviços mais específicos, vamos falar assim. E aí, a gente tem, do ponto de vista estadual e municipal, nós temos o ICMS e ISS, que vão ser substituídos pelo IBS, pelo Imposto sobre Bem e Serviço.
Então, hoje, o que compõe, basicamente, compras e vendas, vai deixar de existir.
Vai deixar de existir. Vai ter algo totalmente diferente. Ah, mas não é só mudança de nome? Ah, não, não. Porque tinha cinco, eles fizeram lá alguma coisinha e mudou. Unificou. Agora é. Agora mudou para dois e meio, três, né? Então, não é isso. Não é só isso. Então, acho que esse é um ponto bem importante, né? Então, vamos falar um pouquinho da questão da não cumulatividade, como que vai, quais são as premissas gerais de cálculo, porque acho que isso que é bem importante também pra gente alertar.
Sim. A gente tinha hoje, né, eh, no sistema tributário atual, alguns tributos que, querendo ou não, você recolhe, que é o que a gente chama de calcular o preço com os tributos por dentro, né? Um exemplo disso, ICMS. O PIS/COFINS também eram considerados tributos por dentro. Que que é isso, né? E por isso que a gente tem as recuperações de crédito também, que quando você acaba embutindo o preço desses valores já no, no seu preço final, né? E aí acaba tendo, às vezes, uma tributação maior. E o próprio tributo, ele incide sobre a sua própria base, sobre a sua própria base de cálculo. Por isso que a gente tem, né, tantas teses de recuperação de crédito aí, né? Que também é uma coisa importante que a gente fala daqui a pouco. Eh, então, esse cálculo por dentro, ele vai deixar de existir. Quando eu tiver um IBS ou uma CBS, por, na verdade, eu vou estar falando do valor da minha operação, mas os tributos que vão incidir. Então, eu passo a fazer um cálculo totalmente por fora. E o que acontece com isso? Se eu não ajustar o meu preço, né? Se eu continuar com o preço que eu tô hoje, vendendo um copo, por exemplo, eu vou ter o copo mais todos os tributos que vão vir por fora, IBS, CBS, enfim. Então, o meu preço vai ficar muito mais caro. E aí é por isso que eu falo da perda da competitividade, da perda da lucratividade, e como a gente tem que começar a pensar nessa questão da precificação agora, não é deixar para 2026, né?
E esses tributos que vão ser todos extintos, né, que são os principais e que vão dar lugar ao IBS, CBS, eh, ainda hoje já é difícil você precificar, né? E tem muita gente que faz a precificação errada. Às vezes não consideram por dentro ou por fora. A gente tem um cenário tributário hoje que muitas coisas a gente tem, a gente não pode tomar crédito, né? Então, quando a gente fala aí da da não cumulatividade plena, né? Eles falam que você vai conseguir tomar crédito não no final da cadeia, né? Então, eu tenho várias revendas aqui até chegar no consumidor final, mas eu consigo começar a tomar crédito já na minha operação subsequente, né? E não é de tudo, claro, também tem algumas vedações. Mas é muito mais crédito do que a gente tinha. Então, por um lado, eu tô sendo, de repente, mais onerado por uma alíquota maior, mas por outro, eu vou ter que olhar para essa minha cadeia de revendas e pensar nos créditos que eu posso tomar aqui nessa cumulatividade plena, né? Então, a forma de cálculo dos tributos, realmente, vai mudar e vai mudar muito. Porque se a gente pegar a legislação que a gente tem hoje, que já saiu da reforma, IBS e CBS, a gente tem praticamente a mesma base de cálculo, porque nós estamos falando de recolhimento em cima de consumo. E a gente nunca recolheu tributo em cima de consumo. A gente recolhia em cima de receita bruta aferida, praticamente uma renda, né? Então, a gente tá acostumado. O conceito disso muda totalmente. Quando eu olho pro consumo e quando eu olho pra renda, pra receita bruta que eu alferi. Então, já começa daí. Se eu não precificar de uma maneira diferente, todo o cálculo desse tributo, eu vou suportar uma carga tributária muito maior. Porque as pessoas pensavam que a reforma viria para trazer uma economia. E não é isso. Muito longe disso. Não. O propósito da reforma é trazer simplificação. Simplificação que eu também acho que vai ser um pouco difícil. Mas enfim. Eh, até simplificar, vai complicar bastante. Vai complicar muito.
Exatamente. Principalmente para quem operacionaliza isso, né? Que esbarra muito na questão dos contadores, que enviam as declarações, as obrigações acessórias e tudo mais. At. Um parênteses, eu acho que quem trabalha com escrituração fiscal, com ERP, né, assim, com, com parametrização de sistema e com input de dados dentro de sistema, que eu não tô falando da contabilidade, tô falando não de empresas específicas, da empresa, tô falando de quem trabalha dentro de empresa, né? Que é o setor financeiro, setor de, de faturamento, enfim. Esses precisam estar muito bem treinados. Vai dar uma sofrida, gente. Não, porque precisa de treinamento, porque normalmente não são pessoas técnicas, são pessoas que estão acostumadas. Ex. Sim. A imputar informações, informação. Então, não são pessoas técnicas da área. Eles não sabem. Eles só foram treinados daquela forma. Então, eles vão precisar ser retreinados.
Exatamente. Porque senão. E aí que vem o, o pulo do, do gato das empresas que vão estar preparadas para aquelas que não estarão. Porque as que não estarão, ainda vão sofrer muito com a falta de desconformidade.
Exato. Sim. Outras. Por você concorda comigo que é muito fácil colocar uma informação no sistema ou digitar lá, só que tá certo que eu tô digitando, né? Então, a gente sempre levantou muito a bandeira do NCM, né? Eu sempre falei muito sobre isso, classificação fiscal de mercadorias, porque em cima do NCM você tem as tributações específicas. E se hoje a pessoa que tá colocando lá no seu cadastro a informação do NCM, o produto, e ela não sabe, não faz nem ideia de qual é a tributação que você tem, você vai estar pagando tributo a maior, independente da, da não cumulatividade, você pegar crédito, mas você vai estar pagando tributo a maior da mesma maneira. Então, as pessoas que trabalham com isso, realmente, tem que ser treinadas.
Exato. E aí, puxando outro gancho, né? Quando você trouxe da as diferenças, né, em relação a como que é o nosso sistema hoje e o novo sistema, né, com a reforma. Então, só pra gente pegar um pouquinho de contexto, né, pro pessoal entender por que que tá sendo mudado toda essa, eh, por que que tá sendo feita uma reforma sobre consumo, né, uma reforma tributária sobre consumo? Porque a ideia do Brasil é que ele se aproxime mais dos outros países. Sim, né? Se aproxime mais, principalmente dos países que compõem hoje a OCDE. E como que esses países fazem a tributação sobre o consumo? A tributação sobre o consumo, ela, na grande maioria desses países, ela é composta por um IVA, né? O IVA, o que que é? Imposto sobre Valor Agregado. Então, você calcula o imposto sobre o que você agrega de valor naquela etapa da cadeia produtiva, né, ou da cadeia comercial, enfim. E que é totalmente diferente do que a gente tem hoje, que você calcula o tributo sobre receita, faturamento, receita, faturamento.
Exato. Né? Então, então esse já é um ponto bem importante para entender. São, são duas sistemáticas que partem de premissas totalmente distintas. Mas aí, ah, Letícia, então vai ser ruim? O IVA vai ser ruim em todas as hipóteses? Não. Vai ser ruim em todas as hipóteses? Não. Por isso que é muito importante fazer análise e cálculo. Exato. E fazer ajustes. Porque vão ter, eh, vão ter nichos econômicos que vão se beneficiar com a reforma muito. E vão ter uma diminuição considerável, uma redução de carga tributária. Por mais que a nossa carga, a, a ideia que seja o, tá se falando, né? E a gente acredita que vai ser isso mesmo, maior IVA do mundo. Sim. 28% vai, vai chegar, vai beirar 30% de alíquota. É. Então, vai ser uma alíquota muito alta em relação ao que a gente tem hoje. Se a gente for pegar as alíquotas finais hoje, a gente tem um, vai, o ICMS na base do 18%, que não cumula com ISS, né? Depois vai cumular, porque vai ser o IBS. Hoje tem o ICMS, 18%, que varia lá, 18, 20%, enfim. Você tem o ICMS que é, que o máximo teto é de 5%. E PIS e COFINS, que no regime não cumulativo, você vai para uma alíquota de 9.25. Sim. É. Mas hoje não cumula ICMS e ISS. Pois é, gente. Agora, na reforma, IBS mais IBS. Então, você vai acumular alíquotas. Então, vai chegar uma alíquota de 30%. Então, ok, partindo desse pressuposto, a gente sabe que muitos nichos vão sofrer, né? Muitos nichos econômicos vão sofrer com aumento de carga. Contudo, o que que vai pesar, que hoje não pesa tanto, né? Não pesa tanto, é em relação às compras. Sim. Tudo que se compra hoje, hoje em dia, não é tudo que se compra, não é tudo que a, a empresa compra que gera abatimento, crédito pro imposto. Eu vou até te dar, vou pegar o teu gancho. Eh, esse exemplo é bem legal. Eu escrevi um artigo para um livro que deve ser publicado esse ano, em que a gente fez um estudo sobre as bebidas açucaradas. Legal. No México, no México existe uma legislação própria específica tributando, né, a bebida açucarada como uma forma de desestimular o consumo. Tá? Por quê? Porque aí vem todo um apelo de saúde pública mesmo, de ver que o pessoal estava tendo obesidade, problemas de obesidade. Então, vamos aqui tributar. Aquela história é o que hoje a gente usa o IPI, né? Extrafiscalidade, que vai ser um imposto seletivo. Exatamente. Então, todas as vezes que eu quero estimular um comportamento, eu diminuo o tributo, eu dou um benefício fiscal. Todas as vezes que eu quero desestimular, eu elevo o tributo. Foi o que aconteceu lá. Então, eles tinham um tributo específico para bebida açucarada. Trazendo para a gente agora, né, para esse cenário novo, a gente tem o imposto seletivo, que também é conhecido como imposto do pecado, que você tributa só aquilo que é nocivo à saúde, né? Que em tese, vai te fazer mal. Exato. Então, a gente já tem nesse meio as bebidas alcoólicas, o tabaco, que são coisas que são óbvias pra gente, que realmente vai te trazer algum, algum problema ali. Exato. As bebidas açucaradas foram muito discutidas. Não sei se vocês acompanharam. Entra ou não entra? Tinha muita gente que queria entrar. Eh, congresso, Senado e Senado e entre os senadores pro para aprovação final. Esse foi um dos pontos. Vai. Foi. E aí, eu vou levantar uma questão que veio com o estudo que eu fiz para escrever o, o artigo, né? O artigo. A gente, por que que é importante essa questão da não cumulatividade plena do que eu vou usar de crédito ou não na ponta da cadeia? No começo de uma bebida açucarada, o que que eu tenho? Eu vou comprar os meus produtos, né? Então, por exemplo, vamos falar do açúcar, né? Eu tenho lá a plantação da cana de açúcar. Então, enquanto eu estiver dentro de uma questão agro, de uma questão commodity, eu tenho algum benefício fiscal ali, né? Porque isso sempre teve, né? O agro é hoje um dos principais setores que regulamentam e que fazem a economia girar. Então, sempre temos muitos benefícios em cima disso. E eu acho que não são todos, mas eu acho que isso também não muda muito com a reforma. Então, no começo da minha produção, eu vou comprar a minha matéria-prima, por exemplo, com algum tipo de benefício. Vou ter lá minha plantação, lindo, maravilhoso. A hora que eu começar a industrializar, materializar isso e transformar isso numa bebida açucarada, eu tenho a questão do imposto seletivo. Então, é importante eu olhar o todo e eu olhar essa cadeia para eu pensar onde é que eu consigo o benefício fiscal para, pelo menos, dar uma segurada e um abatimento nessa tributo que vai vir, que é muito pesado. Então, é muito legal usar esse exemplo, né? Porque nossa, isso ainda tá lá, vai, não vai, tributa, não tributa. Mas, eh, eu olho para um todo, né? Que antes não era tão importante assim, né? No sistema, a gente usa, claro, créditos, mas o pessoal não olhava tanto para isso. Não olhava tanto para esse ponto da extrafiscalidade.
Exato. E hoje, isso vai fazer diferença. É uma coisa que vai fazer diferença. Assim como os NCMs. Eu atendo uma, ele é uma, uma fábrica, uma indústria de refrigerante. Então, o que que ele começou a pensar já junto comigo? Quais são os insumos que eu posso trocar na minha produção para eu ter menos impacto na reforma tributária? Então, ao invés de eu usar um açúcar para fazer o refrigerante, e tem muita gente que já faz isso, eu vou adoçar com xarope de maçã. Uhum. Entendeu? Entendi. Vou trocar o produto. Então, a gente vai ver isso também, provavelmente, aí, quando você tem uma indústria que vai fazer algum produto novo e vai classificar no NCM, provavelmente eles vão começar a fazer esse estudo. Entendeu? De você tá. Isso que você tá trazendo é bem interessante, porque dentro e tanto dentro do que você ensina lá na MPT, como dentro do que eu ensino no FTF, como um dos serviços da nossa esteira estratégica de serviço tributário, que tá consultoria de mercado com base em dados tributários, que a gente traz a precificação como um, um subserviente, um exemplo bem claro dessa junção da consultoria de mercado com o planejamento tributário, porque no final das contas, o que a empresa quer é olhar formas em que ela vai ter uma otimização de carga tributária para que para ganhar mercado.
Exatamente. E fazendo como a parte da precificação sendo fundamental ali.
Com certeza. Porque aí eu tô tentando o quê, gente? Eu não, eu não sei fazer refrigerante, né? Então, cada um no seu quadrado. Mas que que a gente olha, né? A parte da, da tributação. Então, o que que eu consigo trocar? Eu acho que muita gente vai se fazer essa pergunta, né? E aí.
Cima daquilo que eu consigo trocar com certeza eu tenho uma carga tributária menor, então eu vou economizando tributo já na minha linha de produção. E aí, óbvio, que ele tem um químico lá dentro, um engenheiro químico, para ajudar nessa composição, porque isso não faz parte do nosso know-how, né? A gente só aconselha tributariamente falando, né?
Então, é por isso que é importante eu conhecer a legislação, né, a fundo. O que que eu tenho de benefício hoje? O que que, quais são os setores que a reforma vai me trazer benefício? Redução de alíquota? Vai mudar alguma coisa de NCM, de classificação fiscal, para que eu possa pegar essa base, né? Que é os exemplos que a gente tem na vida, né? A questão da cesta básica. Por que que a cesta básica zerou lá todos os, os tributos, né? Então, tem uma isenção ali em tudo. Muita gente vai pegar os produtos da cesta básica que tem isenção e vai usar na produção, na sua cadeia produtiva, porque eu já tenho isenção de cesta básica.
Então, se eu tenho PR cesta básica, exato. Então, isso tudo são estratégias tributárias que a gente só consegue levar para um cliente através de um planejamento. Eh, você conhecer de fato a operação do cliente e ver aonde é que você vai, vai otimizar essa operação. Também o ponto fundamental aí que você trouxe, conhecer a operação do cliente. E não é conhecer só uma etapa, né? Se a gente tiver analisando a última etapa só da da operação, exato, não vai olhar a cadeia. Então, você precisa olhar, conhecer a a operação do seu cliente de ponta a ponta. Exatamente. Se você quer de fato trazer um crescimento de mercado para ele, olhando a parte da precificação para trazer também redução tributária, tem que olhar ponta a ponta. É isso mesmo, tem que olhar todos os pontos da cadeia. Falo isso, gente, não tenha preguiça de ir lá no seu cliente, entender a operação dele do começo. Às vezes, quantas vezes eu fui lá no chão de fábrica mesmo. Deixa eu entender aqui o que você faz. Entendeu? Eu vou num, num cliente agora daqui a pouco, inclusive, que ele ele produz, eh, a parte hidráulica. Então, também vou lá olhar tudo, as máquinas dele, o que que ele faz. Ele para ele tem os NCM certinhos, né, na cabeça dele, mas pode ser que não. Então, a gente precisa entender a operação do cliente do começo ao fim para a gente poder trazer a melhor solução tributária e a melhor precificação. Esse caso que eu trouxe, tem muito a ver com precificação, porque se eu começo no início com algum benefício e comprando uma matéria-prima com com preço menor, eu vou conseguir otimizar toda a minha operação até o final. Mesmo num cenário de reforma tributária, então, às vezes, eu não tenho um setor que está sendo beneficiado com uma redução de alíquota, mas eu posso melhorar minha produção. Sim. Exato.
E aí, interessante que a gente vai falando com uma grande massa de indústrias, sim, né? Indústrias no Brasil, porque é onde é onde o insumo, ou cada etapa da cadeia produtiva, interessa. Sim. Diferença, vai fazer diferença, então, substancialmente para quem industrializa no Brasil. Vai ser muito a reforma tributária. Você vai aumentar ou vai dar carga? Depende. Exato. Depende de quão estratégico você vai ser em realmente analisar e realmente modificar a sua, quando necessário, modificar sua forma de produção para se beneficiar ao máximo do que a reforma está trazendo. E você vê muito as bebidas alcoólicas com isso também agora, né? Que é a questão de, ah, agora eu tenho zero álcool. Agora eu tenho álcool com menos teor alcoólico, que, né, tem o apelo da saúde também. Ah, vamos ser fit e vamos beber a cerveja com com o o teor alcoólico menor, porque tem menos caloria. Tem isso também, ok? Mas toda essa trança, se você for ver, todas as marcas de bebida têm alguma bebida, eh, que você consegue consumir com zero, com zero álcool, né? Ou com redução de de açúcar. E tudo isso não é só por uma questão de "vou vender para o mercado de pessoas mais saudáveis", mas já é teu mix de produção. Exato. Consegue equalizar o faturamento e a lucratividade, principalmente. Exato. Já é pensando nisso. Eu tenho trabalhado bastante nessa nessa parte, assim, de empresários com alimentos e bebidas, né? Então, eu tenho um, eu consumo, né? Eu tenho um, uma nutri, né, gente, que maravilhosa. E ela me indicou lá uma bebida para para tomar, que é um Gin que vem num, numa long neck mesmo. E aí você olha, eh, os o que ele usa de insumo ali são só produtos naturais e não tem açúcar. Hum, que legal. E ele diminuiu também o teor alcoólico. Mas por quê? Porque ele também está, ah, só porque ele é bonzinho? Não, porque ele está pensando, né, em na produção dele. Então, por exemplo, ele usa hibisco, ele usa gengibre, maracujá. Eh, são produtos naturais. Por quê? Porque fica mais barato a produção dele também. E legal você trazer isso, porque um dos princípios, né, pensando até na modificação que houve com a, que a reforma tributária modificou a Constituição Federal, então você vai ter mesmo esse apelo, né? A a questão da preservação do meio ambiente, né? Vai ter esse apelo de você preservar saúde. Então, por isso as que as empresas também têm que se antenar. O que que eu posso fazer para que, já que a a tributação vai levar em conta, eh, benefícios da saúde, benefícios ao meio ambiente, como que eu posso diversificar o meu mix de soluções para que eu também traga mais soluções que são mais benéficas do ponto de vista do meio ambiente e da saúde? Porque também teria um incentivo. Ben, um benefício. E esse benefício, ele, ele está sendo intensificado com a reforma tributária. Então, não é o tipo de benefício fiscal que vai sumir. Sim, é porque daí a gente pega as diferenciações de regimes que a reforma tributária trouxe, né, em relação à à cobrança do IBS, da CBS. Então, você vai ter o regime de apuração normal ali, só na casa dos 30%, sem nenhuma redução, e as outras, os outros, e você vai ter, você vai ter outros nichos que vão ter redução e isenção. Sim, ou modificação, né, formas diferenciadas de de cálculo de cobrança do do IBS, da CBS. Então, é importante também que o empresário conheça, procure o tributarista para que eles, ah, não, vamos olhar, então, deixa entender o que que, o que que vai ser beneficiado, porque às vezes é uma mudança estratégica. Exato.
Tem até também, fui procurado por um, um empresário. Eh, ele tem uma cachaçaria. E aí ele veio exatamente com uma pergunta que, na verdade, eu nem tinha pensado, mas é que aí desencadeou tudo isso que eu tô dando de exemplo aqui agora para você, porque sempre o que a gente traz para vocês, eh, são coisas que a gente vive, né? São perguntas que a gente recebe. Então, ele veio perguntar assim: "Ah, mas aonde que é justo eu ser tributado pelo imposto seletivo, porque eu sou bebida alcoólica, mas porque eu tenha um teor de de álcool maior do que a cerveja, por exemplo?" Porque eles estavam usando um critério assim. E aí, então, eu tenho que pagar mais tributo na minha cachaça do que a cerveja vai pagar? Mas não é tudo bebida alcoólica, entendeu? Então, começou a levantar essa questão. E aí, vai dos níveis de prejudicialidade à saúde, né? Exato. Tipo, como assim, né? Então, olha só, a galera da cachaça está preocupada porque o nível realmente do álcool é muito maior, né? Muito mais forte do que você falar de uma bebida com a cerveja, por exemplo. Então, então, já começou essa discussão. Então, onde é que eu posso melhorar na minha produção para, de repente, né, não vai chegar, lógico, igual, né, mas o que que eu posso fazer para, de repente, ter um teor alcoólico menor? Porque aí eu vou ser tributado também de uma maneira diferente, né? Então, você vê que dentro do próprio nicho de bebidas, olha quantas coisas eu falei de bebidas que que estão sendo levantadas com base no que eles estão vendo no Jornal Nacional, entendeu? E aí, eles vêm e tiram as dúvidas. Mas isso é um nicho só. Imagina todos os outros, né? Então, quantas dúvidas a gente vai ter? E eles estão preocupados exatamente por conta do preço, porque hoje eu formo meu preço de uma determinada forma, né? E e agora, com toda essa mudança, como é que eu vou fazer, né? Porque eu não estava contando com imposto seletivo. A gente ainda tem muito consumo de bebida alcoólica, porque é uma coisa cultural. Sim, sim. Cultural do país. É, não é que ninguém vai deixar de de consumir, mas provavelmente fique mais caro. Então, vai ter que pagar o preço, né? Exato. A preocupação deles é essa. Entende como aconteceu com o cigarro, né? Um tempo atrás, também teve que pagar o preço. Ah, vai, vai deixar o que levou à redução do do consumo também, porque ele se tornou algo maléfico à saúde, se tornou caro para a grande parte da população que não conseguiu mais manter o alto custo do seu vício. Reduziu. Teve lá um efeito nefasto da perda do cigarro. Teve. Mas se a gente for pegar no contexto geral, houve uma redução. Exato. Então, a ideia é essa. Vai reduzir consumo? Não, mas talvez o consumo seja mais moderado. Sim, provavelmente. E aí vem com apelo da saúde, da saúde. Então, talvez as pessoas não queiram mais encher a cara tanto. Como que vai ficar caro? Porque vai ficar caro. E aí é ruim para quem? Pro pro empresário, empreendedor que está nessa área? É ruim se ele não for estratégico, porque ele pode empreender, como a gente comentou antes. Ele pode empreender também para trazer linhas de produtos que sejam. Ele vai ter que inovar. Exato. Ele tem que trazer inovação. Exatamente. Então, é ruim se ele continuar com a mesma mentalidade. Mesma mentalidade. Exatamente. Por isso que é legal esses podcasts que a gente fala, porque a gente vai dando insight para as pessoas. Às vezes, tem um empresário que está assistindo, que vai assistir, né? E que tem essa questão da, né, ah, eu trabalho com bebidas, né, ou distribuidora de bebidas, ou a pessoa que realmente faz a produção da bebida e não sabe o que fazer agora com isso. Esse Gin que eu te falei, ele é explodiu no mercado, e era uma coisa natural. E assim, a gente está falando da de quem produz. Mas você tocou num ponto, né? Distribuidora. Só que a distribuidora compra. Sim. E ela pode escolher o seu portfólio de compra também. Ela pode escolher também. Ela pode diversificar no seu portfólio de trazer menos aqueles que são mais caros, porque eles têm uma carga tributária maior, porque são produtos que prejudicam mais a saúde, e colocar mais portfólio de coisas que têm saída, obviamente, que o mercado consumidor ele consome, mas que tem uma carga tributária. Eu acho que com a reforma, a gente vai ver também essa mudança de comportamento, né, das pessoas do consumidor do que comprar no mercado. Quem faz questão, aí vai começando a entender. Por isso que é importante a consultoria de mercado, porque você começa a entender o público também. Porque isso é importante também, gente. Você abrir um negócio, você precisa entender se você tem público ali para abrir, né? Eu também uso sempre um exemplo, também tem, teve um empresário que abriu, né, um, eu não sei se era um restaurante ou que, uma lanchonete numa esquina que ninguém frequentava. As pessoas passavam de carro direto. Então, poxa, era um lugar maravilhoso, só que não era frequentado. Então, não adiantava. E por que que ele errou? Porque ele não fez a pesquisa de mercado, entendeu? Como que é o seu público também? Quem consome o seu produto, né? Ah, qual é a faixa etária? Qual é o poder aquisitivo? Se eu aumentar muito o meu preço, essa pessoa, o pessoal vai conseguir continuar comprando? Isso aconteceu também naquele mercado que eu sempre dou exemplo, mercadinho de bairro que eu atendi. Ele saiu de um lugar que era baixa renda, né? Então, ele conseguia manter um preço baixo. Ele tinha um público consumidor que consumia um portfólio de produto que abastece aquele público consumidor por conta da região, pela região que ele estava, que isso também é importante. Região geográfica para onde eu vou estar estabelecido. E ele mudou de lugar, né? Foi para um outro bairro, um bairro mais nobre, mais favorecido. Então, mudou o público dele. Só que a cabeça dele não mudou. Sim. Não vai adiantar você manter o mesmo portfólio de produto com a mesma precificação. Mesmo. Ele foi quebrando por conta disso. Ele estava quase quebrando. E ele estava com gente, ele tinha o triplo de faturamento do que ele tinha lá no outro bairro, entendeu? E provavelmente ele era competitivo em relação. Só que o público consumidor de alta renda, ele não, ele quer um padrão diferenciado. Exatamente. Para ele, não é o preço que vai ser o fator primordial. Produto. Qualidade. É o produto, é o estabelecimento. Então, não adianta ele manter o mesmo padrão de estabelecimento do bairro com padrão de estabelecimento do do outro bairro. De al. O que ele reclamava era isso. Poxa, se eu soubesse, eu nunca teria expandido o meu negócio, mudado de lugar. Não, não é isso que você tem que pensar. Aonde está errado a sua estratégia tributária e a sua estratégia de formação de preço? Era o que estava quebrando ele. Exato. E às vezes, trazer essa consciência, né, pro pro empresário, é que muito que o ruim é que o empresário, ele vai tomar consciência na na dor, né? Vai na dor. Vai na dor. A hora que começa a sofrer, começa a quebrar, não consegue pagar mais nada, aí que vem a dor. Ele vai querer entender o que aconteceu. Mas seria muito bom se o empresário já colocasse lá, como eu falei, ponto número um, negócio, modelo tributário. Sim. E as coisas seriam muito mais fáceis para ele. Que vai abrir uma empresa, gente, pensa no tributário. Ah, antes, você tem uma ideia de um negócio. Olha o tributário antes de validar. Exato. Exato. Você vai ter que olhar depois. E o depois, às vezes, fica muito mais caro. Exato. Olha o tributário. Vai olhar as outras coisas. Vai, vai, vai fazer pesquisa de mercado. Vai olhar público consumidor. Vai olhar, vai olhar as outras coisas. Mas olha o tributário. Mas olha o tributário, gente. Não adianta você, né? O pessoal tem, tem um, fica em negação, né? Não adianta. Quem tiver empresa, tem que passar pelo tributário. Não adianta falar: "Ah, não, não entendo nada, não quero saber e não quero ouvir". Não. É quanto mais você entender, melhor fica o seu negócio. É, você não precisa ser um tributarista, mas conte com tributaristas. Basicamente. Né? Podem contratar gente, mas conte com tributaristas, porque esse profissional vai poder mudar o teu game, mudar o teu jogo e aumentar o teu lucro, que é o seu lucratividade. Mesmo às vezes, a gente pergunta pro cliente: "Qual, qual sua margem de lucro? O que que você gostaria de ter de margem de lucro?" Não sabe responder. "Não sei. Não sei o que que é um lucro bom para você." Você, cara, você que tem que saber. Entendeu? E aí, a gente vai dando essas ideias. Mas você vê que o dinheiro escoa muito na precificação, que é muito errado. Pois é. Pois é.
E então, vamos recapitular o que a gente viu até aqui. Vimos que tributo é fundamental para a precificação de bens e de serviços. Vimos que a forma que precificam, a que os empresários precificam hoje, vai mudar drasticamente com a forma que passarão a precificar a partir de 2026. Sim, né? Vimos que por conta disso, existe uma urgência, ou pelo menos o o empresário tem que se conscientizar de que há uma urgência para que ele comece a se planejar e se estruturar em 2025. Com certeza. Não espera 2026, gente, por favor. Vimos também que vai aumentar a demanda de oportunidades para os tributaristas que estejam preparados para atender essa demanda. Mundo, né? Eu recebi esses dias no meu Direct do Instagram uma pergunta assim: era uma pessoa que estava se formando, falou assim: "Você acha que o direito tributário vai acabar com a reforma?" Falei: "Não, gente, você não está entendendo. É agora que a gente vai trabalhar." Porque ele queria saber se achava que valia a pena ir para a área tributária. Com certeza, gente. A gente vai ter muito trabalho, né? É, assim, via de regra, a gente sempre teve muito trabalho a vida toda. A gente só vai ter mais agora. A importância da gente conhecer as estratégias, porque o tributário dá muitas oportunidades. Quem está preparado aproveita para monetizar essas oportunidades, porque, exato, eh, como eu falei, o tributarista, ele é essencial. E o tributarista de negócio, que entenda de inteligência de negócio, que consiga ter essa conversa que a gente está tendo, consiga aplicar isso para o seu cliente, ele é mais fundamental. Isso não é à toa que a gente chama esses profissionais de diamante, né? Que que é um diamante? E a gente gosta disso, né, gente? A gente acha lindo deixar uma empresa redondinha. Só que às vezes é difícil, né? É porque a gente passa por esse trabalho difícil de educação tributária para o empresário, não para o profissional que vai trabalhar com isso, mas para o próprio empresário, que, como eu disse, o empresário não precisa ser um técnico da área tributária. Com certeza não. Mas pelo menos um mínimo de entendimento. Mas ele precisa ter noção da importância de quanto o tributário impacta o seu negócio. Exato. E em quão é importante ele se manter atualizado ou ter uma equipe que se mantenha atualizada em relação à às mudanças, que esteja, eh, eh, levando os dados, as informações já mastigadas para que ele tome decisão. Exato. Então, é isso. Eu acho que o empresário, ele tem que entender que o tributarista ou contador vai levar, tem que levar para ele números, mas que ele também tem que ter os controles dele financeiros para que ele possa olhar para aquilo e falar: "Ah, com base nisso aqui, eu consigo tomar uma decisão. Eu vou economizar aqui, eu vou investir ali. Eh, o resultado que eu estou tendo é esse. Como que eu posso fazer para ter mais resultado?" Que eu sinto essa carência muito grande nos empresários. Às vezes, eles não têm nem aquele demonstrativo. Eu falo muito da DFC, demonstrativo de fluxo de caixa. Cai. A maioria não tem. Mesmo não tem. Eles não sabem nem quanto eles gastam. Aí a gente pergunta isso, eles falam assim: "Pergunta pro meu contador". Não, tudo bem. O contador vai ter isso tudo lá no balanço, na DRE, mas você precisa saber qual é o seu custo mensal para manter o seu negócio. Porque se você, exato, se você não, não consegue entender qual é o seu custo mensal para manter o seu negócio, como é que você vai saber quanto você tem que usar na precificação? Não. E, e assim, e como que você vai definir as estratégias? Estratégia. Quanto que você tem que intensificar no comercial? O que do comercial você tem que identificar para, exato, o que que você vai melhorar? Básico planejamento estratégico. Sim. Qual que vai ser a sua meta de crescimento? Quanto que você quer crescer? Onde você quer chegar? A gente às vezes pergunta isso, eles não sabem responder. Onde chegar? Não sei. Tem gente que limita o crescimento. Isso, isso eu acho muito surreal. Assim, a pessoa está crescendo, mas ela limita o crescimento porque ela não quer sair do Simples. Acontece muito com muita frequência. Nossa, muito. Aí o que que acontece? Abre 500 empresas e deixa nome de um monte de gente, para continuar no Simples. E aproveitando o Simples. Na levando a bandeira do Simples Nacional. Vamos falar que o Simples Nacional, em termos de precificação de bens e serviços, é algo crucial. Sim. Tanto se a empresa do Simples Nacional, como se a empresa compra de empresas do Simples Nacional, como se ela vende. Sim. Para empresa do Simples Nacional, diferente, mas de de formas diferentes, porque vamos pegar o contexto da reforma tributária. Dif. Vai mudar o Simples? Vai mudar. Ele vai deixar de existir? Não. Ele não vai deixar, mas a gente vai ter o empresário vai ter que tomar a decisão se ele vai manter a empresa dele recolhendo Simples Nacional da forma que vem recolhendo até hoje, ou se vai passar a recolher de uma forma híbrida, né? Vai recolher parte dos tributos no Simples Nacional e o IBS, CBS por fora. E por que que é importante saber isso? Porque se a empresa do Simples Nacional e ela vende para outras empresas que não sejam do Simples Nacional, essas outras empresas, no pegando contexto da não cumulatividade, o que que é interessante para elas? O máximo de crédito que elas puderem ter, elas vão poder se beneficiar lá na ponta para pagar o tributo. Se elas compram de uma empresa do Simples Nacional que não recolhe IBS, CBS apartado, elas vão ter um crédito menor. Sim. E vai se tornar desinteressante na composição de preço, na precificação delas. Sim. Então, talvez essas empresas que estão no Simples Nacional, se não se adequarem a essa nova realidade, não fizerem cálculo para que elas também vejam: "Ah, então vai ser interessante eu, porque a grande maioria dos meus clientes são outras empresas que estão fora do Simples Nacional." Então, via de regra, ou eu vou sair também na questão de cálculo, ou ou eu vou ficar no regime misto, recolhendo IBS, CBS apartado para eu também me tornar ainda continuar sendo um bom fornecedor para os meus clientes. É importante isso, porque hoje já é assim, né? Muitas empresas que são de presumido ou lucro presumido ou lucro real não compram com empresas de Simples Nacional, porque o crédito é muito baixinho, né? Então, para eles não é interessante. Como eles se aproveitam do crédito? Eu tenho um crédito pequeno. Então, eu prefiro comprar, né, com uma empresa de lucro presumido e lucro real. Então, você já perde a competitividade do mercado. Então, precisa analisar isso. Tem gente que, nossa, agarro Simples. Ah, eu quero ser Simples para sempre. Às vezes, não é bom. Exato. Então, tem que fazer. E principalmente agora na reforma, tem que fazer conta. Agora, vai ter uma opção, né? Porque hoje a gente não tem esse regime misto. Você tem PR, não para psicofísico. Isso vai impactar, porque vamos pensar: "Ah, sou Simples Nacional. Tanto faz hoje de quem eu compro, porque eu não apuro crédito nenhum." Né? Mas percebi que vai ser interessante ou eu sair do Simples Nacional, ou eu manter um recolhimento híbrido. Ali tá no híbrido. Tá. Mas se eu tô comprando do Simples Nacional hoje também, será que não vai ser interessante olhar para esse meu fornecedor hoje? Dar uma conversada com ele: "Ô, eu fiz essa estratégia que você vai fazer também, porque senão vou ter que mudar o..." É, senão vou ter que mudar meu fornecedor. Impacta em precificação. Veja como tudo isso impacta na precificação, né, gente?
E outro ponto também que eu achei fundamental, que eu, eu acho que foi até no livro que você e a Jo escreveram. Sim. A gente falou de simplificação de obrigações. E eu não sei se foi nesse mesmo livro, mas eu vi algum artigo falando do MEI. Tem. É nesse livro. Tem um artigo de MEI mesmo. Do MEI, porque o que que é interessante hoje, né? É é muito normal muitos fornecedores serem do MEI. Para muitos, tanto faz, né? Não, não, não gera crédito assim. Só que no contexto da reforma, vai, vai influenciar. A não cumulatividade. Plá. As pessoas vão querer crédito de todas as maneiras possíveis. Crédito. Exato. Então, até o MEI vai se tornar desinteressante. Vai. Para muitas empresas, vai. Então, até o MEI, que hoje é MEI e vende e presta serviço, ou vende, seja serviço, seja bem, para empresas que não estão no Simples Nacional, ou mesmo independentemente, como a gente já viu até o MEI, tem que já começar a pensar: "Opa, é porque é importante você falar disso, porque as pessoas estavam super apegadas ao Simples Nacional e ao MEI. Ai, mas e agora, gente? Não vai acabar? Não vai." Mas talvez não seja tão lucrativo. Vai ser interessante. Desinteressante. Exatamente. Então, é questão de conta. Aí a questão de cálculo. Conta. Conta. Falou assim. Exato. É questão de calcular. Precisa analisar. E não é só o, você tem que saber o que que você vai calcular. Então, por isso que a estratégia é importante. Por isso que olhar toda a cadeia. Por isso que você olhar o que que você tem como modelo de negócio hoje, como é hoje, como vai se tornar na reforma. Se você vai manter esse mesmo modelo de negócio. Então, a análise, ela é, ela é mais ampla e estratégica para daí você saber exatamente o que que você vai ter que calcular. Exato. Então, de novo, tributaristas, abram os olhos para isso. Sim. Empresários, abram os olhos para isso. Duas vezes. Ah, duas vezes, porque vocês vão precisar de tributaristas capacitados que estejam com os olhos abertos para isso, né? Não é todos. Não são todos. E eu ouso dizer, a gente que está no mercado da educação também, a gente ousa dizer que é a minoria. A minoria, porque eu não estou falando só porque sou eu que falo de precificação, né, junto com você, mas eu praticamente não escuto ninguém falar disso no no meio educacional. E também quando vai fazer algum trabalho, e basicamente quem começou a falar foi porque viu a gente falando sobre isso, né? Hoje em dia. Hoje dia me sentindo pioneira. Mas assim, querendo ou não, a gente vai desbravando, porque eu comecei a ouvir colegas e assim, falando veementemente depois que ouvi a gente falar. E aí, exatamente. Eu vejo mesmo. É verdade. Comecei a ver. Porque a precificação, eu estava, estava muito, tinha pensando nisso. Mas isso é legal, porque é o nosso trabalho também, né? A nossa função como educadora também é estar propagando o conhecimento. Conhecimento não é só nosso. E é bom que as pessoas estejam falando sobre isso, né? Exato. Exato.
E aí, para a gente poder concluir aqui o nosso podcast, sem exaurir o tema, porque o tema ainda não, sim, que a gente poderia ficar aqui, né, o resto da vida falando. E um tema que não é totalmente exaurível ainda, né? A gente tem muita regulamentação, muita coisa que está vindo. A gente ainda depende, né, de que a gente depende e tal. Então, não é um tema exaurível. Que é muito bom, né? Porque a gente continua aí sempre nos ajustes. E quer dizer que a gente vai poder continuar falando desse tema em outros episódios, né? Exatamente. Mas o que eu queria dizer é que, gente, daqui a um mês, eu vou voltar aqui com, porque do jeito que as coisas estão, né? Exato. Então, mas qual que é o ponto? O ponto é, pessoal, a gente está falando de uma janela de oportunidade muito grande, inclusive, muito grande. Então, colem quem está falando dessa janela de oportunidade. Fica. Cola, porque você, eu sempre falo para os meus alunos, meus mentorados, assim, pessoal que está aqui, né, os alunos da BPT como um todo, não só os dos meus cursos, mas dos teus cursos. Então, eh, colem, porque assim, vocês vão ser beneficiados com isso, porque são poucos os profissionais da área tributária que têm uma visão mais estratégica em relação a, sem tirar, sem denegrir, sem tirar mérito de ninguém, porque eu acho que a área tributária é tão grande e a gente precisa de capacitação e precisamos, né, estudar o tempo todo, mas ter uma visão mais, estrat, mais ampla, até para você levar ferramentas para o seu cliente. O empresário está cansado de ouvir as mesmas coisas. Entendeu? Então, vocês têm que ser estrat, um profissional estratégico para que ele te enxergue não como um custo, mas como um bom investimento. Olha como diamante. Exatamente. Eu investi nesse diamante aqui, estou pagando, sei lá, consultoria dele, o trabalho dele, mas ele está me trazendo um resultado estratégico diferente daquilo que eu escuto, porque, porque todo mundo vende tributário o tempo inteiro, todos os dias, para o empresário, né? Então, ele já está cansado. Eu ouvi isso ontem também. Fui fazer uma reunião, o empresário falou para mim: "Ai, olha, você não tem noção de quantos e-mails eu recebo, de quantas pessoas me ligam, de quantas empresas batem aqui na porta para me vender as mesmas coisas, e eu estou cansado de ouvir isso." Exato. Aí, quando ele ouve alguém falando algo diferente, sim, que foi o que aconteceu comigo com ele, tá acontecendo com a gente direto. Por que que a gente, por que que a gente entra em competição com outros, outras consultorias e outros escritórios e a gente ganha? Porque a gente não, pelo diferencial, gente. A gente precisa ter um diferencial. Não é porque eu ofereço para todos os meus clientes consultoria de inteligência de mercado, inteligência de negócio. Todos os meus clientes têm acesso a isso. Sim. Né? Não é só um cliente que vai contratar. Não, todos. Todos, porque a gente sabe da importância. Exatamente. Todos os clientes. Eu vou falar, não, a nossa cereja do bolo, nosso diferencial é que a gente oferece uma consultoria. E hoje, querendo ou não, a gente está num mundo de muita informação, uma automática na internet, e chegam muitas coisas para os clientes. Então, assim, eu falo isso porque isso é o que me impulsionou na vida, ter didática, falar a linguagem do empresário. Não adianta você querer chegar lá e falar difícil para ele. Ele vai olhar para você e falar: "Não entendi nada. Traduz para mim agora." É diferente como a gente se comunica na, nós entre nós, né? A gente se comunica com o empresário. Exato. Você tem que falar a linguagem dele. Você tem que aplicar o tributário para ele. Então, isso é uma bandeira minha. Eu sempre falei que na minha didática, nas minhas aulas também. Lógico que onde cabe, eu tenho que ser técnica. Eu vou ser técnica, né? Quando eu dou aula numa pós-graduação, não vou falar igual falo com o empresário, né? Mas quando você vai levar isso para um cliente, não dificulta a vida. Já está difícil a vida dele. Então, traduza para ele o que que ele, por que que ele tem que te contratar, o que que você vai levar para ele de diferente. E assim, eu parto do princípio que a comunicação tem que ser entendível. Então, as pessoas que estão nos acompanhando nesse podcast, por exemplo, eu estou falando com pessoas técnicas e estou falando com empresários. Só que todo mundo tem que entender o que a gente está falando aqui. Exatamente. E, e eu, e assim, também tem essa vantagem de eu falar com pessoas que estão entrando no tributário. Então, não adianta eu ser extremamente técnica com uma pessoa, ela não vai, ela não vai conseguir. Isso aqui não é, não estou ainda nesse nível, né? Eu preciso ainda adquirir uma determinada bagagem para chegar nesse nível de compreensão. Sim. Então, isso é bom, duplamente bom, porque eu sei que é uma linguagem que eu tenho que usar, que ela vai ser diferente de eu sentar para com você para discutir um caso técnico. Entendeu? Aqui a gente vai usar a técnica, mas é muito diferente. Esse caso aqui aconteceu isso, aqui é outra, outra situação. Exatamente. Exato. Então, isso também é algo que a gente pode passar para quem está na área tributária, quem está começando, ou mesmo quem não está começando, mas quer melhorar. Atente-se à tua linguagem. Exato. Quer usar uma linguagem técnica? Você vai usar com o teu colega, você vai usar com teu professor, você vai lá defender uma dissertação de mestrado, meu querido, você vai ser o mais técnico possível. Exatamente. Mas com o teu cliente, não. Não é o lugar, né? E eu sempre, sempre falo isso, que a gente vê que às vezes a pessoa perde por ser, eu não vou usar essa palavra, prolixo, mas eh, porque muitas vezes você tão, você quer mostrar tanto conhecimento e ser tão técnico na reunião que o cliente, ele, ele assusta. Você assusta o cliente, você espanta o cliente. Você tem que passar para ele que você é uma pessoa que está ali do lado dele, você está pegando na mão dele e falar assim: "Vamos juntos." Entendeu? Então, eu vou te agregar naquilo que você não sabe, né, que você não tem. Agora, não mostrar para ele: "Ah, olha, eu sei tudo, vou falar difícil aqui só para impressionar." Gente, isso não impressiona mais, é afasta, né? Entendeu? Afasta. E hoje em dia as pessoas têm muit, todo mundo, eh, com pouco tempo, que as coisas muito rápidas. Então, esquece isso. Isso já foi, né? Então, a gente tem que ser realmente profissional estratégico e que consiga falar essa linguagem. A gente vê que o maior problema das empresas é comunicação. Exato. Dentro das próprias empresas é comunicação. Então, não vai você usar a comunicação errada. Ó, gente, eu acredito que a gente trouxe aqui assim, muito, muito diamante aí para lapidar o seu diamante interior, tá? Então, aproveita. Já dá o seu like aqui nesse episódio. Já vai, curta. Se você ainda não está inscrito no canal, inscreva-se no nosso canal, por gentileza. E compartilha esse episódio. Olha, você tem uma gama enorme de pessoas com quem você pode compartilhar. Pode ser empresário, pode ser colega, enfim, você compartilha, porque eu tenho certeza que assim, você vai estar ajudando a você e a outros, tá? Com certeza.
E tu, para a gente finalizar aqui o nosso episódio de hoje, aquela, aquela, eu nem gosto de dica, né? Aquele conselho, aquele conselho de quem já está décadas na área tributária. Pô, maioridade, maioridade na área tributária. Aquele conselho. E eu quero que você divida o seu conselho. Conselho, frase de efeito para o colega e a frase de efeito para o empresário. Gente, olha, o conselho que eu vou dar para o meu colega, né? Não sei se vai ser uma frase de efeito, mas eu vou, vou dar uma frase de efeito para você dividir para somar. Então, eu sou muito da bandeira de você fazer parcerias estratégicas, mesmo na nossa área. Quantas vezes a gente, né, a gente que tem uma parceria, né, muito estratégica, inclusive, eh, no educacional. Então, façam parcerias e não tenham medo de dividir os valores, os honorários de vocês para somar com o cliente de vocês, né? Então, você está somando cliente, você está somando conhecimento. Claro que você tem que saber fazer a parceria também. Às vezes, tem parcerias que não dão certo, mas quando você acerta a mão na parceria, nossa, você consegue crescer o seu negócio, agregar valor para o seu cliente e ainda está trabalhando com um parceiro que você confia, né? Eu acho que as parcerias são muito boas. Eu tenho várias chamadas alianças estratégicas, né? Eu tenho várias alianças estratégicas com tributaristas e também com contadores que me trazem muitos clientes hoje, né? Então, eu acho que é o dividir. Não tenha medo de dividir para somar, né? Show. Em relação ao empresário, eu acho que é pensar fora da caixa. Quebra essa ideia de que o tributário é ruim, porque a gente tem sempre o que eu escuto 100%, 200 vezes por quando eu vou num, num lugar, numa empresa, é: "Nossa, eu odeio pagar imposto." Não, realmente é horrível pagar imposto, mas todo mundo que tem um negócio precisa pagar. E quanto mais você paga, significa que o seu, o seu negócio está, está bom, está melhor, está crescendo, está lucrando. Ou deve significar, se você estiver fazendo certo. Deve significar, exatamente. Se você não estiver fazendo certo, você vai precisar de um tributarista em algum momento da sua vida, da mesma forma. Então, pensar fora da caixa, que o tributário, ele também vem para ajudar, ele também vem para somar os seus resultados, o seu lucro, se você souber usar o tributário como ferramenta ao seu favor. Então, eu acho que é isso que tem que ficar na cabeça do empresário daqui para frente. Não é odiar o tributário, não é ser tributarista, mas eu falo, não adianta tributar é roubo, né? O tributo é roubo. Imposto bobo que fala, gente, você tem que conviver com essa realidade. Aita que dói menos. Não aceita, mas seja estratégico. Planeja para pagar o mínimo possível, porque a gente também não quer ficar dando pro governo coisa, lógico. Então, use o tributário como ferramenta para aumentar os ganhos do seu negócio. Show. Disse tudo.
Mas eu também vou dar, vou deixar aqui a meu conselho final para os meus colegas. Na verdade, meu conselho é um presente. Olha que coisa boa, né? Presente. Presente para você. Você que ficou até aqui, para você que já bebeu direto da fonte, que seu diamantinho está cada vez mais lapidado. Aqui na descrição desse episódio, vai ter um link com acesso a um e-book de oportunidades para você, tributarista, aí ganhar mais dinheiro com a reforma tributária. Então, clica aqui, baixe seu e-book, que você já vai, já vai ser mais estratégico do que 80% do mercado, tá? Então, coloca, não perca tempo. Gente, até eu vou baixar o e-book. É, se você quer ser, quer acelerar a sua jornada, obviamente, eh, você está começando agora no tributário, entra na lista da formação de tributarista do futuro. Tá aqui o link também. A gente abre turmas de tempos em tempos, então, se você já estiver na lista, vai ser maior a sua chance de ter acesso aos benefícios, menor preço e mais bônus. Então, coloca aqui. Se você já está na jornada do tributário, quer se tornar aí um tributarista ainda mais estratégico, MPT é para você. A gente vai, esse ainda por conta da reforma, vai fazer toda uma remodelagem. Vamos deixar aqui o link também da do MPT para você entrar na lista de espera. A hora que ele já tiver redondinho, todo atualizado com tudo que a gente falou aqui em relação à reforma, você vai ser um dos primeiros a saber. Aqui, aproveitar isso, tá? Agora, meu querido empresário, se você está aqui, parabéns. Parabéns, porque eu tenho certeza que o seu negócio vai deslanchar aí nos próximos, nos próximos anos. Eu estou torcendo para você. Mas eu quero te ajudar também. Então, estou disponibilizando aqui na, na descrição do vídeo, um link para que você possa fazer uma sessão, é, de diagnóstico do seu negócio com um dos nossos especialistas aqui da IBP. Então, também não vou deixar você fora do seu presente. Então, clica aqui, aplica para uma sessão de diagnóstico, e a minha equipe vai ter aí o maior prazer e vai te dar toda a atenção, tá bom?
Tchau, minha querida. Muito obrigada. Foi muito bom, né? Muito obrigada. Você foi muito. Sempre é muito bom. Momento. Sempre é muito bom. Aqui a gente está uma hora. Que bom. Estamos juntas aí na jornada. Conta comigo sempre, tá bom? Também, pessoal. Parabéns de novo e obrigada. Nos vemos no próximo episódio. Tchau, tchau, pessoal.