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Olha só, chicolas, temos um vídeo aqui do YouTube para ver onde, no início do vídeo aqui, eu vou desligar a minha mesa, só para aparecer ali uma legenda que é o vídeo do Peleja, um vídeo interessante, tá? O vício secreto dos jogadores de futebol. E o Francisco tinha me perguntado antes se eram loiras, não é loiras, outra coisa, outro vício, um vício mais pesado. E esse vídeo aqui foi feito pelo canal Peleja, tá, rapaziada? Faz vários mini docs aqui sobre esporte, futebol, né? Mais precisamente, se vocês quiserem conhecer aí, você já conhecem, né? Tem 1 milhão de inscritos aqui. Bombar aqui o canal. Bora ver aqui este vídeo aqui então, Chicolas.
>> Bora.
>> Partiu aqui ver o vício dos jogadores de futebol no início aqui, né? Como não vou explicar de novo. Ah,
>> eu fico na frente igual. Ai, que desgraça, velho. Tá perguntando se você é forte o suficiente ou não. Tá. É isso aí.
Em 2023, o Delali falou publicamente sobre traumas de abusos sofridos por ele na infância e de como ele se tornou viciado em remédios para dormir, para tentar lidar com esses problemas e escapar da realidade. O vício obviamente impactou a carreira dele. Vários outros jogadores se identificaram com o relato que revela um problema muitas vezes ignorado no futebol profissional. No esporte que vira uma máquina de dinheiro, você não tem elite, o corpo e a mente precisam estar no auge o tempo todo. E é quase impossível fazer isso sem abusar de remédios.
>> De fato, né, cara? De fato.
>> A partir do momento que tu sabe que existe uma solução ali rápida e fácil, pô, a galera não vai querer outra, cara. Vai tomar um remedinho e já era.
>> E é aquela coisa, né, cara? Ah, isso aqui não pode. Ah, então vou tomar um parecido e vai no parecido. Parecido, parecido.
>> 23. Todos os jogadores do futebol inglês receberam um e-mail da Football Association com alertas sobre os perigos de uma droga que estava em alta, o tramadol. Esse remédio é um analgésico, ou seja, um tipo potente de substância usada para controlar dores, mas que também causa efeitos relaxantes e eufóricos que também podem viciar. Um ano antes, o ex-goleiro do Liverpool e da seleção inglesa, Chris Kirkland, tinha revelado que o vício no remédio quase foi a causa da sua morte. De acordo com ele, durante a reabilitação, ele descobriu que a quantidade que tomava era equivalente a seis doses de heroína por dia, algo que virou muito mais pela ansiedade do que
>> [ __ ] mas é muita, é, pô, mas aí que aí o cara aí o cara quer viajar mesmo, né? O cara já tá viajando.
>> Pelador no e-mail de 2023, associação.
>> Pior que ele deve começar com pouco, tá ligado? Aí o pouquinho já não vai fazendo mais efeito, ele vai aumentando, aumentando quando v
>> é, pega tolerância, né? Intolerância.
>> sobre o banimento do remédio que a partir do ano seguinte entraria na lista da agência mundial antidoping, a WADA, e basicamente avisando pros jogadores ficarem limpos antes dos testes começarem. Isso porque o depoimento do Chris incentivou outros jogadores a falarem sobre o assunto e ficou claro que o abuso era bem mais comum do que parecia, mas o banimento não foi suficiente. Centramadol, os vestiários apostam em outras soluções, como a codeína, aquele remédio usado no famoso livro que você escuta por aí, e vários outros anti-inflamatórios. A cada nova investigação, uma ideia ficava clara. O futebol moderno é feito de pílulas.
>> e muita pílula no dia seguintes também, né? Porque ficar engravidando as do
>> Se liga nessa imagem aqui. O Maradona sendo escoltado por uma enfermeira na Copa de 94 foi um dos momentos mais icônicos daquela edição. Dias antes, a comemoração raivosa no gol contra a Grécia também chamou atenção. Parecia um desabafo depois do banimento de 15 meses dos gramados por uso de cocaína. Esses foram os últimos momentos dele em copas, já que a escolta do enfermeiro resultou na detecção de dois que virou a marca dele, né? A marca do Maradona.
>> estimulante efedrina. Ele foi expulso da competição, sendo um dos casos de doping mais famosos do futebol. Naquela época, ainda não existia um sistema organizado de testes antidoping pela FIFA. Na verdade, esse esforço é bem mais recente do que você imagina. E por muito tempo o doping foi um tema quase ignorado no futebol, nos anos 90 com esporte
>> car. Pô, então antigamente eles metiam um um testosterona no gás assim mesmo. [ __ ]
>> Cada vez mais intenso e comercial, as drogas ganharam novos sentidos. Era preciso manter o ritmo e a falta de fiscalização ajudava. Os testes da FIFA já rolavam desde 70, mas não de forma esquematizada. Isso só foi mudado depois de alguns escândalos. Em 1998, explodiu o caso Festina, um esquema de doping generalizado no ciclismo que foi revelado nas vésperas da sua competição mais famosa, o Tour de France. A polícia
>> tem até, né, um outro, né, que ficou bem famoso, né, que tinha ganhado o maior medalhista.
>> Depois uma rede de drogas de rendimento administrada pela melhor equipe do mundo. E o caso acelerou a fundação da WADA, que surgia como uma organização internacional financiada por vários países que serviria para criar um código antidoping e unificar protocolos ao redor do mundo. Ainda em 98, o futebol também ficou nos holofotes depois de uma entrevista do técnico da Roma, Zdenek Zeman, que disse que o campeonato italiano era como uma farmácia. O principal alvo da denúncia do era a Juventus, que vinha de um período mágico com três títulos nacionais, uma Liga dos Campeões e um Mundial.
>> a entrevista
>> e é fora que eles têm acesso fácil ali ao médico, né, cara? Então já consegue a receita ali, pô, já no zap ali no outro dia.
>> Foi a origem de uma investigação que concluiu que entre 94 e 98, justamente na era de ouro, o médico da Juve, Ricardo Agrícola, dopava seus jogadores, principalmente com EPO, um hormônio que faz o sangue carregar mais oxigênio pros músculos e aumenta a capacidade física. Um escândalo com um dos
>> Aí, aí é fácil, né? Aí é fácil, hein? Aí realmente tá desigual já o negócio.
>> maiores clubes do mundo ajudou a direção da FIFA, que já estava de olho em caso de doping na liga francesa, justamente no país que sediaria a Copa de 98. Mas foi só na Copa de 2002 que eles apresentaram um sistema bem definido de testes. Até aquele momento, além da falta de protocolo, o próprio responsável pelo departamento médico da FIFA admitiu que também não existia um esforço de documentação. A maioria dos testes só eram destruídos. Isso impedia investigações futuras. Quando a Operação Puerto explodiu na Espanha em 2006, o médico Eufemiano Fuentes, dono da maior rede de doping da história, insinuou que a lista de clientes contava com grandes clubes de futebol e que se ele abrisse a boca, a Espanha seria expulsa da Copa do Mundo. Isso nunca se confirmou, mas deixou uma pulga atrás da orelha de quem duvidava do uso de drogas no futebol. Depois de criar um sistema, a FIFA manteve a posição e que, diferente de esportes individuais, no futebol, o doping quase não existe. De fato, os casos são raros, mas o foco nos estimulantes proibidos esconde um verdadeiro problema generalizado, o abuso das substâncias que estão fora do radar.
>> Aí, ó, pdores.
>> 2002, no mesmo ano que os protocolos antidoping foram organizados, a FIFA também começou a monitorar o uso de remédios pelas seleções da Copa do Mundo. O departamento médico de cada delegação precisava informar com 72 horas de antecedência das partidas quais medicamentos estavam prescritos para os jogadores. O resultado foi que 69% dos jogadores da Copa estavam se medicando de alguma forma e basicamente metade deles tomavam os comprimidos antes de todas as partidas. Em sua maioria, eles usavam analgésicos e os AINEs, anti-inflamatórios não esteroides, para conter dores e inflamações a curto prazo e não perderem nenhum jogo. Esses números continuaram subindo.
>> É, tá porque tem que imaginar os caras estão no no [ __ ] máximo do corpo, né, velho? Hum. Às vezes não tanca tudo.
>> nas edições seguintes, inclusive categorias de base. E a própria FIFA revelou que o abuso desses remédios era algo normalizado nas principais ligas ao redor do mundo. Calendários apertados, pressão de patrocinadores e uma rede de lucros globais exigem que os jogadores que estão no topo extraiam os seus limites físicos. Na falta de tempo para uma recuperação saudável, mascarar as lesões com pílulas é a opção mais viável. Não é por acaso que os jogadores da Europa se aproximaram de sindicatos para protestar contra o super mundial de 2025, denunciando os potenciais riscos da saúde física e mental do calendário congestionado. É claro que é mais difícil sentir empatia por quem tá ganhando milhões para jogar bola, mas o abuso de substâncias é ainda pior para quem tá embaixo e não chega nesse nível de sucesso. Sem segurança, com salários baixos, onde uma lesão que pedra de rendimento pode acabar com a carreira, criar uma rotina de medicação parece o menor dos problemas. Além do em alguns casos químicos e em outros psicológicos, esses remédios podem causar falhas nos rins, no fígado, problemas gastrointestinais e aumentar o risco de ataques cardíacos. Em 2020, a Rede TV alemã ARD, conduziu um estudo em parceria com alguns centros de pesquisa que chocou a Federação Alemã. Jogadores apagando em campo, cuspindo sangue depois dos jogos, descobrindo consequências irreversíveis de saúde por causa da quantidade de remédios. Segundo o ex-jogador do Borussia Dortmund, Neven Subotić, Ibuprofeno era distribuído igual chiclete nos vestiários da Bundesliga. Também é muito comum escutar jogadores falando sobre o sacrifício de jogar fazendo infiltrações, aqueles procedimentos onde uma substância é injetada dentro do lugar do machucado, geralmente no joelho ou tornozelo. Por muito tempo, infiltrações eram alternativas para fugir do doping, já que até 2022 a WADA considerava que a injeção na articulação não era proibida, com tanto que não entrasse na corrente sanguínea. Ou seja, você não pode tomar uma pílula ou injetar substâncias proibidas na veia, mas se fosse na articulação, estava tudo certo. Se os remédios foram banalizados para levar o corpo ao limite, os jogadores também precisavam de mais pílulas para lidar com outro dilema, como desligar a mente.
Verdade, né? Tem que dormir, né? Aí mete opine para dentro.
>> Amarelo. Jaíson. Portanto, tá aqui o nosso jogador Jailson. Qualidade de sono cinco, tá amarelo. Isto é para, eu preciso de falar com ele, perguntar-lhe porque é que ele não dormiu. Porque se vamos fazer um treino de alta intensidade e este jogador não dormiu, há um risco muito grande de lesão.
>> Esse vídeo do
>> [ __ ] aí é muito difícil viver a vida, né? Porque [ __ ]
>> É, querendo ou não, ele é um atleta de alto nível. O atleta de alto nível, ele vai ter que sempre regular o sono, vai ter que regular cada detalhe, porque foi como aqui o Abel falou, né? Se ele não dormiu direito, o risco de lesão é maior. Mas, pois, mas a sua vida é isso, cara. Sua vida é isso. Se você não dormir direito, vai o seu técnico do seu, vai o cara do seu trabalho te cobrar se você não dormiu direito.
>> Ferreira, detalhando os métodos da comissão técnica do Palmeiras, chamou atenção pelo nível de controle até do sono dos jogadores. E não tem nada de loucura nessa história. Ainda nos anos 90, o Alex Ferguson contratou um especialista em sono que ajudou a mudar os hábitos do Manchester United. A partir dali, o departamento de ciência do clube estudou cada detalhe da noite dos atletas. Essa estratégia rola até hoje com muitos coaches de sono aparecendo nas maiores ligas do mundo. E o motivo é simples: não tem nada mais importante para a recuperação do jogador do que o sono regulado. Dormir mal significa performar mal, ter menos motivação, menos força e mais dificuldade para pensar rápido e se concentrar. Com nível alto de pressão e estresse, viagens constantes e os picos de adrenalina dos jogos, o cérebro não desliga e o corpo fica sempre em alerta. Por mais que existam várias tecnologias para relaxar o corpo, como banhos de gelo e a própria dieta pensada pelos clubes, às vezes é difícil desacelerar e os remédios viram opção de novo. Aquele relato do Delali adiciona ainda mais camadas. Os traumas pesados em pessoas que passaram a vida toda sendo tratadas como produto, junto com o ambiente que ainda acha que saúde mental é frescura, é a fórmula para o vício. Em uma entrevista do The Athletic, um especialista que trabalhou na Premier League disse que a maioria dos clubes tem pelo menos quatro jogadores que tomam remédio para dormir diariamente. Em alguns clubes, os boatos são de que quase todo mundo toma. Quando vira rotina, os jogadores desenvolvem uma tolerância à substância. Então o jeito é continuar aumentando as doses. Com o vício no auge, a quantidade chega em níveis assustadores. Como no caso do Omar Bog, que chegou a tomar 19 pílulas por noite. Segundo ele, repetidamente deixa de ser sobre sono com dor. É sobre o relaxamento e euforia. Uma forma de deixar de pensar e sentir as coisas. É uma batalha diária contra os próprios demônios que as drogas amplificam. Mas contraditório é que esses remédios são sedativos, ou seja, os jogadores não têm o sono de recuperação necessário. Eles só apagam. Quando acordam, é como se não tivessem descansado ou nada. E a ressaca não permite que eles continuem com a mesma intensidade. As tentativas de relaxar e aliviar a tensão também explicam a popularidade do Snus entre os jogadores europeus, aqueles sachês de nicotina que são colocados entre o lábio e a gengiva. O tema chamou a atenção quando Vardy foi flagrado com um pacote durante um treino com a seleção inglesa e afirmou que as pessoas ficariam surpresas o quão comum esse produto é dentro do futebol. Com décadas de campanha antibabagismo, os atletas sabem que não podem ser associados ao cigarro. Então acharam uma forma mais discreta de consumir o que querem e, como sempre, fugindo do doping. É assim que se cria um padrão. O importante é fazer a máquina girar e o limite é o que está escrito na regra. Os jogadores sempre vão encontrar caminhos legais para abusar de substâncias. Um remédio que você toma no dia a dia pode ser um vilão no vestiário ou do clube do seu coração, mas ninguém vai falar sobre isso. Debate sobre mudanças no calendário, aumento de lesões e as consequências psicológicas da competição estão sempre pipocando por aí. Mas enquanto o futebol for viciado em dinheiro e poder, as estrelas do show também vão encontrar seus vícios.
>> [ __ ] vídeo [ __ ] para [ __ ] aqui do canal Pelejo, hein? Já dei like aqui. Oxicodona e Codeína acabaram comigo. Não sei como largar isso. Não sou jogador nem nada, mas os traumas me viciaram. Peço ajuda a Deus, pois as dores da abstinência são dilacerantes. Roguem a Deus por mim. Amém. Espero que fique melhor. Amém.
Nos Estados Unidos há uma epidemia de viciados e mortos pelo vício em opioides, principalmente o fentanil. Lá o fentanil mata mais que acidente de carro ou doenças crônicas. É, fentanil lá tá [ __ ] mano. Assistir o vídeo foi difícil. É muita sujeira nesse mercado. É, meu amigo, é dessa maneira que funciona. Você já teve algum problema com remédio? Que que você acha de toda essa situação aqui que os nossos queridos jogadores de futebol aqui sofrem? Quero saber sua opinião. embaixo. Tikt é cancelada por tretar com qualquer outro famosinho, fala merda e vai na história muito louco. Três vídeos por dia num café depois do almoço e depois tem um react que sai do ru de noite. Eu vi no Mc News uma notícia nova que envolve um famoso, mas eu não conheço. Eu não ligo pra notícia, mas clicou no vídeo. Não ligo para essa [ __ ] mas assiste inteiro.