Transcription
Também aqui, ó. Botar na tela aqui. Estamos ao vivo.
>> Estamos ao vivo. Estamos ao vivo. Como sempre, o Juan sempre escrevendo o microfone dele ali, né? Como é que foi o final de semana, Juan?
>> Foi dormir, né, cara? Bacana. Olha, nosso episódio Express, né? A gente sempre tem aqui, sempre um decorrer, um episódio extra na semana. Quarta-feira a gente tem episódio novamente, tá bom? Então não perde também. Quarta-feira às 19 horas a gente vai receber aqui a Talita Moreira. A gente vai falar muito da música, né? Como é ser cantor no em Granja, na verdade, porque ela é de Granja, né? Na região, né? Aquela questão de você tá toda noite no basinho, aquela coisa, você tá procurando sempre algum lugar para est cantando, então a gente vai est lá, tá bom?
Como é que foi o final de semana de vocês? Foi bacana? Foi tudo certinho? Eu tive o prazer e a honra de ir para as palmeiras lá na Timonha ali para Ubatubo ali naqueles interior ali. Conheci, eu não conheci ainda não, mas foi muito bacana.
Ó, nosso episódio de hoje, nosso episódio Express, a gente tá recebendo aqui um jovem empreendedor, tá no ramo da construção civil, né? E ele vai contar um pouquinho da história dele, ele vai contar um pouquinho da jornada dele, tá certo? E vai contar também como é empreender aqui em Camscim, como é tá dentro do r do do do nicho de da construção, né, da dos imóveis, aquela coisa toda. A gente vai estar conversando um pouquinho a respeito sobre disso também, tá certo?
Então a gente vai, eu vou fazer a primeira pergunta para ele aqui, porque fora do profissional, né? Quem é Edson Filho, cara?
>> Eita, Edson Filho, Diegão. É esse cara, né? Tranquilo,
>> Tranquilo. A voz mansa,
>> Tenta ser tranquilo, né? É. Certo ponto, né, que vai eh tímido também. Eu [risadas]
>> É tímido tu, mas é tímido, mas assim, a a timidez ela ela tem um nível de qu ali é mais tímido quando vem uma câmera ou na hora de uma conversa, de uma negociação, tu também é tímido ou não? Isso te atrapalha?
>> Não, no profissional eu considero que eu não seja tão tímido, não. Acho que a timidez é mais essa parte mesmo. Eu evito ali um uma câmera, evito aparecer um pouquinho, mas acho que é natural. Eu não tenho tanta timidez ali na no campo dos negócios, das relações de trabalho ali, a gente consegue desenrolar direitinho.
>> Ah, mas geralmente quando tu vai fechar um contrato, alguma coisa assim, tem mais gente ao redor, tu vai conversar, tu vai explicar para muita gente. É aí nesse campo eu consigo fazer bem, sabe? Ali às vezes que que de mim é cobrado ali explicar alguma coisa até mesmo das próprias obras ou até mesmo na loja de leitura de contrato. Tem um problema aqui que a voz é um pouco baixa, mas [risadas] a galera
>> Mas isso já te atrapalhou >> essa timidez? Chegam, algumas coisas acaba ficando mais difícil, né, para mim do que para outras pessoas. Por exemplo, eu lembro que em alguns cursos que eu fiz aí de de formação de de algumas áreas, eu tinha que ter lá um um speak, né, que esse speak era tinha que elaborar e proceder com uma com uma palestra sobre algum tema relacionado ao curso. Então, você tinha lá 400 pessoas na sua frente. Pô, isso para mim era horrível, né? Embora que eu dominasse o assunto, embora que eu um raciocínio até bom assim para para certas coisas, mas fica muito mais difícil do que eu via para alguns colegas que acho que não tinha tanta capacidade, mas que desenrolava melhor,
>> Desenrolava na frente dos outros. Assim, quando tu era mais novo, tu tu tinha essa timidez também ou não? Quando era mais novo era mais desenrolado. Vamos contar um pouquinho aqui como é que foi tua infância aí, tua tua adolescência.
A infância um pouco difícil, viu, Diego, vou dizer assim, porque pobreza, né, aquela coisa toda. E aí e isso, né, eu eu acredito que a pobreza ela acaba, não sei, diminuindo ali a criança ali mais naquele tempo, né, naquele tempo não era como hoje, a gente não tinha tanta acesso à informação. Então eu lembro que muitas vezes ali eh na escola, então sentia menor do que as pessoas. Isso eu acho que que ele influenciou, né, essa timidez, entendeu? Acho que isso é efeito, né?
>> Mas tu acha que, por exemplo, se sentir menor, ele ele ele te dá um gás ou ele pode cortar ali um certo um certo voo de de alguma criança que tem já um sonho de ali focado ali na frente? Porque eu eu penso eu, tá? Isso é uma opinião minha, né? Porque é de pessoas para pessoas a dificuldade. Tem gente que ama a dificuldade que ela ama, né? Ganhar ali e tem pessoas que já tem tudo na mão e também não, né? Também não.
>> Pra criança, Diego, eu acho o seguinte, realmente existe essa faca de dois gumes, mas eu acho que quando você tem mais maturidade para conseguir extrair ali do problema, né, aquela força, eu acho que pra criança resulta mais em trauma mesmo. Não que seja meu caso, eu não sou um cara traumatizado não, pelo contrário, sou sou de bem com a vida. Muito grato aí pela pelas bênçãos que eu recebo aí do Senhor todo dia, mas eu acho que enquanto criança isso prejudica um pouco assim, sabe? Ali você se sentir um pouquinho daquele jeito, tal. Claro que de tudo você tem que tirar as coisas uns pontos bons, né? Mas eu acho que você precisa ter um um certo grau de maturidade para conseguir extrair isso direito, sabe? O mais é não é tão benéfico não.
>> Não é principalmente depois de assim hoje a gente sabe que a gente vive num mundo que é muito doente, né? E até um sobre uma coisinha que você falou nestante aí sobre o excesso de informação.
>> Naquela época a gente não tinha tanta informação.
>> Aquela época a gente ia pra escola e rezava chegar em casa para almoçar e assistir um, sei lá, uma TV Goblinho na época, né?
Sim,
>> E e você na sempre teve esse esse esse viés assim mais para estudar ou ou não ou na escola ou na escola era mais danada assim? Porque
>> Rapaz, Diegão, eh, eu confesso que enquanto assim na ali no no início ali da vida de escola eu não era muito bom não, viu? Deu um trabalhozinho até bom, mas aí de um certo, não sei, uma luz assim, um estalo, né? Deu um trabalho danado para pra minha mãe, né? Os pais separaram ainda, era muito novo. Então, minha mãe ro aquele osso ali. Eh, e aí um estalo assim uma hora para outra. Eu acho que na sexta série eu saí de dos piores da sala para ser tipo liberado no final das provas finais. Não sei. Eu eu minha cabeça trabalha bom, trabalha bem para para essa parte científica assim da escola, graças a Deus. Tudo que eu passei vários concursos, vários vestibulares. Então, tudo isso eu eu via que eu tinha uma uma facilidade maior do que outros colegas que que faziam junto comigo ali, que estudavam junto comigo. Eu acho que era só mesmo falta de umas pancadas, uma chinelada, viu?
>> Mas [risadas] hoje nem pode mais, né?
>> É, hoje tá difícil. Mas deixa eu te perguntar, eh, tu falou que, ah, os teus pais se separaram, tu era jovem ainda, tu era novo.
>> Era, era, isso foi a causa de a gente ter, de a minha mãe ter nos trazido aqui para Camucim, não é? A gente era morava em Fortaleza e meus pais não deram certo. A minha mãe era muito jovem, a gente eh eram três crianças, né? Eu, eu, eu, minha irmã, Priscila Mota, que me ajuda aqui hoje, e, e o meu irmão menor, Berkson. E aí ela tomou a decisão, difícil, né? Voltar pra casa da mãe aqui, né? Complicado. E aqui a gente começou a se virar, né? Comecei a trabalhar muito cedo. 13 anos eu já tinha um trabalho.
>> 13 anos. Qual foi o primeiro emprego?
>> Ixe, bicho, eu fiz tanta coisa. [risadas] Eu trabalhei na obra de servente ajudando. Eu trabalhei na pastelaria, fazendo pastel. Trabalhei. É, vendi picolé na praia. Vi um monte de coisa aí.
>> Sério mesmo, cara? Sério? Sério? Boa.
>> Isso. É, mas isso mas isso nunca te impediu de de nada não. Sempre
>> Pelo contrário.
>> Pelo contrário, né? Isso daí ele eu acredito que que essa criança que é criada dessa forma ali que é, né, apesar de de eu não achar que é o lugar dela naquele momento, mas eu considero que é grande parte assim das minhas tomadas de decisões, das minhas atitudes, da forma que a gente enxerga o mundo, tenha visto daí, tenha vindo, né? Eh, dessa desse contexto, sabe, dessa dessa situação, eu acho que é que é salutar até certa até certo ponto, né? A criança ela ser posta para trabalhar, ter uma responsabilidade até certo ponto, não da forma que eu fui, porque ali eu fui porque precisava mesmo ajudar ali em casa, né?
>> Mas eh
>> Sempre com muita perseverança, assim, com muita fé, com muito pulso da minha mãe, né? A gente é, eu eu não vinguei, não enveredei por aquele caminho ali de de não querer estudar, de sabe, né?
>> Como assim? Naquela época ela era era mais difícil de trabalho e ainda tava em desenvolvimento ou não? Eu já era, já tinha aquele pico da do turismo aqui.
>> Não tinha não. Na época, acho que quando eu cheguei aqui, o forte era o carnaval, né? O carnaval que assim tinha que respeitar, né? Ainda é muito bom, mas aquele tempo era muito forte. Mas assim, a questão do turismo mesmo, eu achei como todo o Ceará, né? Era só aquela pessoal mais local mesmo. A gente tinha uma movimentação, é mais ali em Geraquara, que era muito diferente do que é hoje. Eu lembro, cheguei lá com criança uma vez com uma tia minha que que era tinha um negócio por lá.
Uhum.
>> Mas que si mesmo não tinha essa visão assim tanto de de receber turista, essa coisa toda, não. Mas, por exemplo,
>> Eu acho
>> falou que com 13 anos tava naquela, eh, vendia picolé, trabalhava de
>> E aí isso até tu se formar, se formou, seguiu mais assim ou
>> É aí eu, como eu te falei, né, teve um tempo que deu aquele estalo e eu comecei a ser ali um bom aluno na escola, né, um bom aluno mesmo, porque eu tinha essa preocupação, né? Eu trabalhava eh estudava de manhã e trabalhava à tarde. Depois tive que estudar à noite. Me ensinar à noite no público não era tão bom, mas precisei sacrificar aí esse essa melhor
>> Trabalhar de manhã
>> para trabalhar durante o dia, né? E aí eu, mas assim, eu sempre tive na cabeça de que aquilo ali era provisório, que eu teria que realmente foquei muito em concurso, foi muito em concurso. Acho que no antes de terminar o terceiro ano já tinha passado os dois concursos, já tava já me preparando, né? Foi.
>> Era foi o quê? Lembra?
>> Era era militar na época o militar tava assim na alta, né? Era era Esa que era sargento das armas. Aí tinha a EP, que era a escola preparatória de cadetes do ar, né, da Aeronáutico. Então eu fui aprovado nesses dois concursos, não sabia nem o que era militarismo na época. [risadas] E depois acabei indo no ano seguinte para pra Marinha, o terceiro concurso que eu achava mais legal e e fui fui entender o que era ali o militarismo, né? Foi da onde que eu
>> Mas chegou e foi
>> Foi a parte que eu fui egresso eh da cidade, né? Mas meu coração ficou de verdade, sabe? Outras pessoas foram comigo, outros primos e tudo, né? Mais um anos depois. E eles se adaptaram muito melhor, sabe, Diego? Se adaptaram muito melhor com a vida em outros locais, as capitais ali. E eu não, a minha cabeça era aqui, era dinheiro, acho que que economizava só dava para vir para cá. Era aí saudade da minha mãe, do do
>> Mas a a paixão por camo assim, era saudade da família ou ou pela energia mesmo da cidade?
>> Sim, era as duas coisas, né? Ali adolescente ainda, eu considero fui embora, não tinha n 18 anos ainda. Então, eh, uma parte foi tolhida, né, da, eu, eu considero, né, hoje fazer assim numa análise mais cautelosa, eu fico vendo assim, será que foi isso? Mas não sou da área, não entendo bem de dessa performance aí. Mas eu considero que eh uma parte da minha saudade daqui foi porque eh uma parte da minha adolescência foi tolle trabalhando, estudando, trabalhando, estudando. Então quando eu comecei a me divertir um pouquinho mais, eu já tava estudando muito forte para ir para ir embora. Então quando eu fui embora,
>> Nós tava
>> deu aquela saudade porque tinha uma namoradinha também aqui, que é a paixão, né, do adolescente. Aí
>> Aí pronto, aí minha vontade era de vir embora mesmo.
>> Mas aí tu chegou, mas tu chegou, foi e depois voltou,
>> Fui, né? Passei, fiquei egresso na cidade, eu acho que 4 anos. Aí foi quatro, depois eu fui para outro concurso em outro estado, porque eh esse concurso que eu tava na que era na Marinha, ele tava me jogando para mais longe ainda e não tinha nem assim a a possibilidade de voltar. Então eu comecei a tentar fazer outras coisas.
>> E aí foi quando eu fui para para o outro concurso, estado da Paraíba. Fiquei por lá mais três 3 anos e alguma coisa. Então é isso, 4 mais 3, 7, pouco mais de 7 anos eu fiquei fora, né? Anos
>> Lá eu comecei a estudar, fiz também, comecei o curso de odontologia na polícia na na Universidade Federal de lá.
>> Sério? Começou odontologia?
>> Foi Maria, nada a ver com a minha, né?
>> Pois é.
>> Mas tu se identificava com isso ou não? Tu fez porque não, eu tô procurando o melhor, eu quero o melhor. Então,
>> Não, era eu na verdade eu saía fazendo vestibular, né? Já tinha feito um, já já tava eh esse concurso que eu fiz lá era pelo vestíbulo lá, então já tava e aí fui fazendo porque eu era eu eu imaginava que tinha aquele status, né, dentista na época era, né, ainda é, né, dentista uma profissão maravilhosa.
>> E achava legal. Só que no curso mesmo foi complicado porque apesar de ser uma federal não é barato o curso de odontologia e ele era integral, né, maior parte do tempo,
>> Então não tinha como, tava difícil de conciliar. Acabei abandonando ali.
>> A gente tem uma um exemplo muito grande aqui lá em Santa Quité, na minha cidade,
>> Tem um um o Zé da o o Zé da Merenda até passou agora no no Luciano Hul agora, domingo. É, ele ele desde pequeno eu conheço ele vendendo merenda.
>> E aí o filho dele passou para odontologia. Só que, por exemplo, ele conseguiu fiéis 100%, mas o custo maior são os materiais, né? Os equipamentos, as coisas que você tem que ficar comprando. E aí ele começou a vender adesivo para poder começar a comprar o material, trabalhar com salgada durante o dia e a noite ia vender adesivo dentro da cidade. E aí ele começou a ir para outra cidade, aí começou a ir para outra, aí começou a ir para outra, aí começou a ir para outra, aí começou a ir para outro estado, começou, aí começou a ficar muito famoso, aí agora foi pro Ah, tá formando, tá formando o terceiro filho. Legal. Só nessa para você ver o o sacrifício, né, que é feito quando você quando você realmente quer. Mas esse lado da construção civil, tu se identificou depois da volta ou tu viu isso lá fora? Tu
>> Então é como eu te falei, eu me formei lá fora ainda, eh, em segurança pública, me formei em RH e tava nesse curso de odontologia, tinha nada a ver com a área, né?
Exato.
>> Aí o que acontece, né? Eu, como eu te falei, lutando, batalhando ali para voltar. E aí quando surgiu a oportunidade, quando eu vislumbrei essa oportunidade de de do regresso, eu comecei a estudar, comecei a me preparar, porque eu sou muito disso, sabe, Diegão? Eu sou cara, o que eu faço e me preparo bastante mesmo. E eu comecei a estudar. E aí, cara, eu vou te falar que vendo projeto, vendo técnicas ali de boa construção, vendo até situações de patologia, área que eu fiz bastante curso nessa porque gosto, eh vendo isso, cara, foi assim uma paixão, para te ser sincero. Posso dizer isso assim, sem foi uma paixão de uma forma que eh e eu tava vendo isso, né, para não perder aqui o raciocinho, tava vendo isso porque eu comecei a estudar para fazer uma casa para mim, porque eu tava vindo embora e o cenário tinha mudado, porque aqui eu morava com a minha mãe e aí nesse íer, né, desse tempo que eu passei fora, ela precisou ir morar em no no Centro-Oeste, lá em Brasília e aí tava voltando, né, eu ficaria com apoio, um apoio da com a minha irmã um tempo, mas eu precisava fazer fazer uma casa para mim. E aí eu comecei a pensar sobre isso, né? Comecei a pensar, foi muito legal essa base, sabe? Essa base de eu de eu começar na construção civil dessa forma, imaginando em uma coisa para mim, isso ela ela é enraizada hoje na nossa cultura, n sabe, da da empresa hoje, ela fez uma base muito forte eh nisso, né? A gente de a gente eh saber que cada casa, viu Diego, até digo isso direto, cada casa, cada projeto, cada construção, ela ela funciona ali pro para o proprietário, né, como um museu próprio. Eu penso disso, né? Cada ambiente, cada cada local da casa, tudo tem que contar um pouquinho da história dele, né? Se não da história, mas do pensamento, do sentimento. Reflete, sabe? Eu eu quero que desde aquele tempo eu queria que alguém fosse me visitar na minha casa e e visse um pouco de mim alguma forma, uma leveza, uma tranquilidade, é uma área para isso e aquilo, né? Então isso nos ajudou muito, né? Mas aí voltando, eu foi daí tanto que quando eu cheguei eu já comecei a procurar logo faculdade de engenharia, comecei prestar vestíbulá de tudo quanto era jeito.
>> Isso tudo só porque tu queria montar uma casa para ti, fazer construir uma casinha para ti e aí já
>> É o estudo disso daí, a preparação disso, né? Veio essa concepção de que eu queria ficar nessa área e aí veio, né, a ideia de montar a F. Foi daí. Mas isso mais ou menos que ano?
>> Isso foi 2011.
>> 2011.
>> Aí em 2012 eu já tava operando. Já
>> Já tava operando. Mas tu chegou a construir tua casa?
>> Cheguei. [risadas] Não, comecei. Comecei e vendi antes de ficar pronto. E aí peguei mais gosto, né? Porque somado, somado aí essa paixão que eu desenvolvi, né, com o espírito empreendedor que eu sempre tive, eu sempre eh sempre tive esse um espírito de liderança bom, sabe? E aí eu pensava nisso, empreender, ter um negócio, uma liberdade maior.
>> Esse esse espírito eh de liderança, tu acha que tu aprendeu mais ou menos assim quando tu tava na nessa parte do militarismo ou ou não? Ou já é de ti mesmo, já é natural de ti?
>> Eu acho que tem são as duas coisas, viu, Diego? Eu acho que tem uma parte boa que ela é inata. Que eu acho que a minha família ela tem um um uma parte da minha família, né? Minha irmã ali. Mas outra parte também o militarismo me ajudou muito, me ajudou muito a ter disciplina, me ajudou muito a a eh eu tive eu tive que ter muita disciplina, né, e e muita liderança comigo mesmo, autocontrole para entrar, que não era fácil na época, e tive mais ainda que ter para sair, né, para abrir mão de uma carreira, para vir embora. Eh, então eu tenho as duas coisas, né? O militarismo me ensinou muito, sim. Eu agradeço muito a disciplina que eu eu adquiri lá.
>> E só entrando nessa nessa parte de como começou a construtora, mas você veio para cá, para Camucim, foi construir, já foi construindo ou ou não? Ou como como é que foi esse esse lance de chegar aqui e ver a ter uma Porque em 2000, né, tu falou?
>> Pois é, porque 2011 eu acho que o mercado ainda não era aquecido. O mercado imobiliário aqui ele ele ainda da construção, ele ainda tava
>> Eh, tava tendo, na verdade, Diego, um boom na questão do Minha Casa e Minha Vida, né, do Brasil.
>> Hum.
>> E eu e eu já tinha visto isso lá onde eu tava, que era João Pessoa na Paraíba. Eu vi lá isso, né? E comecei a olhar aquilo e comecei a imaginar, por que que eu não faço, já que eu vou fazer para mim, por que que eu não faço isso para vender, né? E aí comecei a pensar jamais por essa ótica, né, de empreender, mas a princípio era realmente fazer a casa para mim e mas não cheguei a terminar não. [risadas]
>> E o mercado na época?
>> Pois é. E aí a gente ingressou nesse mercado que tava forte na época, né? Tinha a ali o governo ele era tendencioso a a essa parte da moradia. Então eu comecei eh construir, meu recurso era pouco, então consegui construir uma casa, vendi, depois construí duas, né? Desfiz até de algumas.
>> Essa essa primeira casa, tu lembra para quem foi que tu vendeu? Lembra? Teu primeiro cliente assim?
>> Lembro sim. Meu colega Ivan, gente boníssimo. A gente ainda, graças a Deus, a gente tem uma boa relação aí com todo mundo. É muito bom. Lembro dele, da esposa dele, lembro dele.
>> E a primeira casa assim, porque, por exemplo, tu nunca tinha construído, né?
>> É, nunca tinha. Então, como é que foi assim o processo? Tu desde desde manusear assim, desde de de liderar outras pessoas, desde como andar, como é que é feito? Lembra que eu te falei aqui, né, que eu odeio obra, odeio reforma, porque eu sei que todo assim, para mim todo mundo vai me enrolar, sabe? Então, tipo assim, como era naquela época, porque tu não tinha equipe formada, tu tava conhecendo ainda.
>> É, tudo parte da preparação, né? Tudo que a gente vai fazer, a gente precisa ter esse esse foco, essa preparação. E foi daí que nas pesquisas que a gente eh que eu fiz, né, na época, foi que me deu o norte ali do que é que eu precisar. Vamos lá. O que é que eu preciso? Quem vai construir? Eu preciso de um mestre de obras. Ah, tá. E a legalização da obra, como é? Tá. Agora vamos aqui para uma planta decente, uma planta que fale sobre mim, uma planta que vai me atender, né? Né? E aí vem acabamentos, vem detalhes, vem a estrutura, fundação, vem os projetos complementares que é elétrica, hidráulica. Então, bem ali, a complexidade disso para para ser um assunto novo para para uma pessoa introduzir isso na sua vida, ela realmente é complexo, não é não é tão não é tão simples, né? E foi bem bem ali que que eu me envolvi, entendeu? E aí quando eu comecei, eu não tive tanta dificuldade. Tive, claro que fui, tive que pesquisar pessoas da área, pessoas do do ramo, tive que pesquisar quem, por exemplo, fazia algum serviço de despacho a respeito de alvará, né? Mas aí comecei a visitar a os locais públicos, né? Eh, prefeitura eh eh na época era era sem infra quem cuidava dessa parte. Eh, as licenças de do CREA, tudo. Então, eh, é isso, preparação. A gente começou lá e
>> Mas tu tu não viu nenhuma dificuldade nessa primeira construção, não.
>> Assim, se apaixonou mais ainda.
>> Pois é, as dificuldades nesse caso aí, volta para aquele assunto lá, nesse caso aí, sim, as dificuldades foram fazendo eu me aperfeiçoar, né? Eu ficava dentro da obra quase toda hora, né? Quase toda hora e trocando experiência ali. Quando eu ia quando eu ia executar uma coisa, eu já tinha visto literatura de tudo quanto era jeito. Então ficou fácil, sabe? Assim, ficou mais fácil na verdade, né? Como hoje você tem medo porque você não estudou sobre [risadas]
>> É.
>> Aí vendeu a primeira casa, construiu a segunda e aí foi
>> Vendi a primeira, construí construí mais duas, né? Aí eu tive que me desfazer de de algum de um bem que eu tinha adquirido lá onde eu morava para capitalizar. Eh, fiz e aí uniu, né, esse espírito empreendedor, a vontade que eu tinha de empreender com a paixão pela pela engenharia. Daí eu já ingressei na faculdade, né? Já fui
>> Já foi indo, já foi realmente já foi investindo, já viu que o realmente o o negócio era a construção para ti
>> E a faculdade, né? Aquele início, aquela empolgação, depois vem as dores, né? Quando tu abriu a, tu falou que abriu mão, né, de um bem para poder se capitalizar.
>> Uhum.
>> Ficou com medo nenhum momento, não.
>> É claro, porque
>> Tu é seguro assim, tu é
>> Sempre foi seguro desde pequeno. Seguro
>> ter segurança.
>> Segurança. É a segurança financeira, né? [risadas] Educação financeira, na verdade. A gente v
>> Ah, você fala sobre economia, né?
>> É. Eh, não, eu não sou uma pessoa tão tão econômica não, mas eu tenho lá meus eh meus cuidados, né? Tenho lá as minhas considerações a respeito de de dinheiro, né? A gente sabe que não aceita desaforo, né? [risadas] Isso. Mas eh eu sempre também fui muito seguro, né? Na outra na outra ideia da palavra a respeito de tomar decisão. Então eu sabia que era um risco, né? Eu não sabia tanto sobre empreendedorismo, apesar de da época eu já ser formado em em recursos humanos, né? A gente vê uma uma alguma coisa ali na faculdade sobre isso, não é tão não é tão aprofundado e até digo que na prática é pouco diferente, mas ali pela literatura mesmo e pela prática, a gente sabia que a gente sabia, né, que eh era um risco, né, tinha um risco. Eu tava eu tava me arriscando desde quando eu abri mão do meu concurso lá, que era uma carreira boa, eh para vir embora, né, para empreender. E como sabia também que aquele programa podia eh dar errado em algum momento parar e e
>> E ou eu não vender aquele medo, né?
>> E todo mundo apostava muito que ia acontecer a bolha, né, imobiliária, a mesma que a mesma que aconteceu em 2010 ou foi 2009 nos Estados Unidos. Eh, eles todo mundo tinha, eu lembro que nessa época também foi onde começou vários construtores
>> E e muitos empresários que não construíam, que não não tinham esse ramo, começaram a entrar nesse ramo que era um investimento bom.
Sim, sim.
>> Né?
>> Acho que do dos construtores que tinha na época, Diego, talvez eu acho que operando aqui na cidade que começaram junto comigo, acho só eu mesmo.
>> Certo? É para você ver como como o mercado como esse mercado, principalmente esse essa área, ela ela é volátil, né? E ela é ela é perigosa, né? É muito fácil de se atrapalhar, eh, não é fácil, né? E aí e ficaram muitos pelo pelo caminho, né? Outros apareceram, outros persistiram, né? E tem uma galera aí antiga também, um pessoal bom também.
>> Mas no tanto na tua jornada, não, eu não estou contando até hoje, né? Mas, por exemplo, naquela naquela época, até 2015, vamos dar um exemplo, até 2016, eh, teve alguma baixa ou não? Ou você sempre foi ali controlado, sempre foi ali sempre com pé no chão, sem dar um passo maior do que a perna, sempre trabalhando ali direitinho.
>> Baixa que você fala é
>> Uma baixa financeira de vendas.
>> Ah, sim. É, não dá nem para contar a quantidade de perrengue assim que é preocupação com a folha. É, queira ou não queira, Diego, é muitas famílias ali esperando para pagar ali a bodeguinha no fim de semana, entendeu, cara? Isso aí pesa, meu amigo. A responsabilidade é muito grande, né? Principalmente com o cliente, né? Principalmente a pessoa que depositou ali a confiança de você construir o lar, construir eh empreendimentos, o que for, né? Eh, pesa muito isso, mas pesa também a responsabilidade que você tem. Hoje a gente tem 300 pessoas trabalhando conosco. Quase. São 300 famílias. Se eu não, se de repente der uma coisa errada, como é que eu vou fazer, né? É uma folha pesadíssima toda sexta-feira. Então, a galera tá lá dependendo de ti. Então, assim, nesse tempo, claro que era bem mais tímido essa e esse esse volume, mas eh já tinha essa responsabilidade, claro, né?
>> Era, cara. Eh, até até voltando um pouquinho no passado, lembra aí da quantos quantos colaboradores tinha na tua primeira casa?
>> Era era era o mestre. E aí a gente a gente botou isso no papel, né? Porque eu disse: "Vamos lá, quanto é que ganha um?" Ganha tanto, o seu é tanto, o e dos dois pedreiros fica tanto e mais dois, três serventes, né? Ajudantes eram mais tantos. Então, por semana eu vou ter que desembolsar tanto. Então, a gente, eu fiz aquele cronogramazinho financeiro, né, durante a obra, estipulei mais ou menos o prazo e vi se eu tinha recurso para terminar [risadas] ou não. Catei ali as moedas, né, e fui pra frente. Mas eh eu já eu já eu já vinha fazendo esse cronograma, já teve essa preparação direitinha desde o início, então a gente se controla muito bem. Mas a pergunta que você fez a respeito da dificuldade teve, não tem jeito, né, Diego? A gente morde a faca ali, tem que perseverar, tem que ir para cima, mas há os momentos que acaba. Passei por momentos complicados, passei.
>> Nunca pensou em desistir?
>> Teve momentos que eu te confesso que eu até queria, mas não podia. [risadas] É, por exemplo, posso contar assim a respeito de dificuldades? Eh, na pandemia, Diego, na pandemia. Conta isso aqui, como tá, estamos ao vivo aí, mas eu eu não não converso isso com todo mundo, mas eu eu a gente entregou, vou te falar, 21 casas com prejuízo. 21. Você imagina, você dá um orçamento hoje, né, você dar um orçamento hoje, você vai conseguir começar a construir, fazer aquela obra daqui a um ano, um ano e meio. Naturalmente já tá defasado aquele valor, no nosso contrato não reza esse reajuste, só em alguns casos. Eh, e além desse problema que gera natural, entrou a pandemia, onde a gente teve materiais que pagou com 400% de aumento. Eh, teve materiais que a gente, sendo bem claro, um milheiro de tijolo era R$ 300, na pandemia foi para R300, ou seja, entre muitos eh componentes elétricos. Então foi aquele aquela coisa que que você viveu, você sabe que foi ruim para todo mundo, mas nosso setor foi muito prejudicado, né? E e aí teve uma situação que que eu lembro que a gente que eu uma conversa que eu tive com a Gerlandia, que é tá à frente hoje lá, Gerlândia é uma pessoa do meu coração que tá à frente lá da eh da do administrativo da empresa. Eu tava com ela e aquele perrengue grande lá e a gente falando sobre aguentar o pessoal, sustentar o pessoal ali do escritório, tava pesado. Mas que aí a gente disse: "Não, vamosificar uma bandeira bem aqui, a gente não vai chamar nenhum, a gente não vai chamar nenhum cliente para reajustar nada e nem vai decretar falência". Isso, essa essas decratação de falência, isso aí acho que eu não posso nem falar em números, mas foi uma coisa assim espantosa a quantidade tanto da nossa região aqui da nossa cidade mesmo, quanto do Brasil inteiro, né? Construtoras e de pequeno, médio, até grande poste lá, decleto falência e tem gente na justiça até hoje porque não recebeu o que comprou e a gente manteve, sabe? Eu falo isso com uma certa com certo orgulho, não orgulho de de orgulho ruim, não, orgulho assim de que eh o orgulho é porque Deus não dorme, né? Então
>> A gente ficou aquilo ali não vamos chamar ninguém não.
>> Você tem uma ideia, Diego, falar aqui mais um pouco de números. A gente eh naquele momento, primeira, segunda, terceira casa, entregando e prejuízo gigantesco.
>> Isso.
>> E aí a gente transcedeu o caixa da empresa e o prejuízo chegou ainda a ser quase que a totalidade do faturamento do ano todo, do faturamento que eu falo, faturamento completo, não só só lucro, custos, né? Exatamente na construção civil os custos são muito altos, né? É o lucro é uma porcentagem pequena. Então, eh, foi uma decisão difícil, muito difícil, tá? Mas que a gente resolveu naquele momento ali a honrar as pessoas que tinham acreditado na gente. Por mais que não fosse eh de mau tom chamar o cliente para conversar. Olha, hoje a realidade é outra. Quem fez isso não tava errado, mas a gente escolheu, não sabe?
>> Isso, isso até curioso do do escolher o não, né? De não não fazer essa questão reajuste. Eh, vocês foram a cabeça pensante de você, de você mais as pessoas que estavam ali próximas a ti ou não tomou uma decisão eu mesmo?
>> Não, é o seguinte, ninguém vai aqui.
>> É, eu já eu já não queria, né? Então, mas aí quando eu, por exemplo, eu cheguei para conversar com com ela, com a Gerland ou até mesmo com a com a minha irmã também, ela a Priscila, que sempre teve do meu lado ali, eh, sobre isso, né? Olha, a empresa não vai resistir. São, pelo que eu tô vendo, são 21 obras que a gente vai ter e foi somar o prejuízo e a gente é fácil de fazer essas contas, né? A gente sempre teve, sempre caminhou muito bem com a com as pernas da gente. A gente sempre foi, teve um controle muito bom de fluxo de caixa, sabe? Eu acho que isso é primordial ali pro pra sobrevivência do negócio. Então, a gente sempre levou isso muito a sério. Mas aí fazendo aquelas contas direitinho ali, viu que Mas aí eu lembro que que a J disse: "É, dá para segurar o pessoal, vamos, pô, mandar o cara para casa, vamos segurar, vamos dar um jeitinho". E E foi isso. A gente fincou lá e entregou.
>> Entregou 21 casas.
>> 21 casas. A gente entregou umas 30, né? Dessas 30, vamos, vamos supor que nesse período, né, de 2020, tinha gente entregado 30 obras, né,
>> Casas que eu falo no geral, nesse tempo a gente eh já operava também com com algumas algumas outras modalidades, né, mas 30 obras, essas 30 vou vou tirar, tira, a gente tira, né, isso é certo. Nove casas que empatou ou ficou alguma coisinha de lucro, mas as 21 foram prejuízos tremendos, um prejuízo que se não fosse a pandemia já era prejuízo pelo tempo que que
>> Pelo tempo que tinha sido feito o contrato e
>> É e aí mas a gente fincou, né?
>> Se colocou muito na na pele do cliente.
>> Exatamente, né? Eu disse: "Poxa, pessoal, essa pessoa aqui, um monte de contrato assim na mesa." Eu disse: "Ó, Jef tal, tu tem coragem de olhar na cara dessa pessoa e falar que não vai terminar a casa?" A pessoa, ela não tem dinheiro. Tudo que ela tinha, ela deu de entrada, ela não tem. E aí, né? Você vai fazer o quê com a pessoa? A gente vai fazer. Eu desolhou. E aí eu comecei a vender o que eu tinha de de patrimônio e e aí e
>> O caráter ele manda muito nesse momento, não manda?
>> Eu acho que isso é o que foge mais a nossa a nossa cultura, sabe? A gente tem lá nossos valores e a cultura bem grandona lá na parede e tudo que foi tirado lá, todos aqueles pontos aí a a premissa foi isso aí, sabe? A ética, o caráter e a é é o cliente, né? A pessoa que tá ali confiando em você para realizar aquilo.
>> É, mas aí é a gente volta a dizer é o caráter, porque tem muita gente que não é melhor ele chorar do que eu, então sabe? Então existiu muito isso na pandemia. A gente a gente sabe muito bem que toda crise que vem, ela vem para fazer uma peneira, ela derruba uns e levanta outros.
>> É,
>> A gente vi vê, por exemplo, eu fui um dos poucos que dentro do ramo da gastronomia eu caí, mas muitos amigos meus que eu conhecia, colegas, né, de de profissão, eles
>> Acenderam, né?
>> Acenderam, né? Os que estavam lá embaixo acenderam. Então,
>> Sempre vem para fazer essa maneira, né? É curioso, é muita gente acendeu. Eh, mas enfim, Diego, como eu falei, eh, o resultado é esse, Deus não dorme, né? A gente e é impressionante como como isso serve para muita coisa, né? Esses perrengues a gente eh abriu aí conversando sobre isso, assim, sobre infância, mas esses perrengues eles eles nos ajudam muito, né? E e assim, o que nos ajudou a a passar por isso e tomar essa decisão foi justamente a forma de concepção da nossa empresa, sabe? Eu considero que aquela forma que a gente fez ali de eu construir uma casa é com um propósito, certo, para unir, para conseguir unir ali o projeto, a técnica, o estilo e o propósito, né? Me fez enxergar, né? Faz a hoje todos que trabalham com a gente enxerga dessa forma, né? Que o propósito, né, que aquilo ali é do cliente, é a cara do cliente, é o lá, é é o empreendimento, é, né, ali, a aposta do cliente. Então, eh, isso daí foi que pesou e isso é pressuposto pra gente sempre, sabe? Eh, e o mais e o mais, Diegão, eh, sobre isso, né, sobre essa fase difícil, como entre outras, né, a gente tira as coisas boas, né, a gente tira, aí sim dá pra gente mesurar e tirar que coisas boas, porque eh aquela a pressão faz diamante, né, [risadas] e aí uma mente que se abre a um pensamento não retorna mais ao volume inicial, né? Então ali foi só a gente entender sobre outras áreas. Eu lembro que eu disse, ó, a gente sabe onde onde as andurinhas dormem. Para pr pra G, se a gente ficar sem nada, a gente sabe onde é que as andurinhas dormem. A gente começou assim e a gente sabe começar do começo. Então a gente vai. E aí eu lembro que eu saí fazendo, participando aí de de pregão, de de licitação para para pegar até outros outras modalidades, né?
>> Uhum.
>> Era estrada, ponte. Saí
>> Saiu atrás de de garimpar o que desce para garimpar para poder
>> Essas modalidades e e massa isso porque eu estudei naquele momento sobre aquilo, quer dizer, me deu uma experiência boa. Depois até tivemos oportunidade de pegar algumas dessas que a gente agarou na época, mas Deus já tinha nos nos honrado aí com outros voos e a gente acabou declinando da vontade. Mas é, você ter uma ideia, hoje, né, naquele tempo a gente tinha construções bem, vamos dizer assim, eh, bem constru era focado nessas construções de, eh, como é que eu falo? Mais convencionais,
>> Concreto, muito famoso a casa da caixa,
>> É, né? [risadas] A gente já fazia ali uns uns um padrão melhor. A gente sempre eh procurou fazer uma coisa melhor. Então assim, as casas de médio padrão já nos procurava, a gente já
Fazia, né, naquele tempo. Já fazia e fazia muito. A gente construía muito, né? Era muito, acho que era um volume muito bom já. Só que dali, né, para você ter uma ideia, hoje, hoje, Diego, a gente já constrói em todas as modalidades, né? Nessa parte sustentável, né, de construção sustentável, nós somos umas das poucas construtoras, eh, pelo menos que eu conheço. Eu acho que no Ceará eu só vi lá o Iguatemi, aquela parte nova lá que tem ali umas vigas e uns pilares ali que são ondulares assim, que elas são construídas de madeira engenheirada, e a gente já tem participação nesse tipo de obra aqui.
Isso você já trabalha com ela aqui?
Aqui no Ceará, ou seja, são construções sustentáveis, né? Construções que são limpas, rápidas. Construções que a gente, eh, 80%, 90% dela ali é feita de forma pré-moldada. Ou seja, já vem da fábrica aquela madeira de reflorestamento ali tratada, que é CLT e MLC, umas siglaszinhas mais técnicas. E ela já vem ali, a gente tem a estrutura, vai lá e monta, encaixa. Então é rápido, é muito limpa, é muito sustentável, né? Então assim, a gente se orgulha disso por representar aí uma pequena fração, eh, dos nossos colegas, né? Já temos construção feita com, eh, bloco ecológico, eh, temos muita construção com com maior parte de madeira.
E essa evolução, ela foi depois da pandemia, né?
Sim. Na pandemia a gente já estudava isso já, porque a gente já tinha, já ficava de olho aí nesse nesse mercado promissor.
Tu acha que esse, esse, essa sobrevivência, essa adversidade que tu passou na pandemia, não foi isso que fez vocês serem reconhecido nacionalmente pela Vog, que vocês entraram pra revista Vog, não foi?
Sim. Eh, então a gente vem, eh, eh, Diego, a gente já construiu, como eu lhe falei, a gente já construiu mesmo que da forma mais convencional, mas de alto padrão a gente já estava inserido bem ali já. Pós-pandemia a gente já pegou nossa primeira obra de alto padrão, né, em 2000, final de 2021, obra de alto padrão de verdade.
Então, a tua primeira obra de alto padrão?
A nossa primeira obra de alto padrão foi em Sobral. A gente pegou lá e fez muito bem. Poxa, muito bom mesmo. Eh, depois eu também fiz uma obra que essa já foi minha casa e essa eu concluí para mim mesmo, [risadas] né? Essa foi um padrão também bem, bem bom.
Mas tu falou Sobral?
Sim.
Mas tu fez para algum amigo teu? Alguém ouviu falar de você e veio até ti atrás?
Na verdade, foi um pessoal que estava aqui, viu uma placa minha, me ligou e a gente se encontrou e foi muito rápido. [risadas]
Foi, foi rápido.
É, a pessoa já tinha um projeto, eu fui lá, sei, ela visitou umas obras, a gente já construía com padrão melhor, mais elevado aqui na cidade, né? Acho que na época poucas pessoas faziam, muito, muito poucas mesmo, né? Nesse padrão, acho que eu nem, nem lembro se tinha alguém que trabalhava dessa forma, né? A maioria das casas melhores era aquela velha empreita com, com, com esse pessoal que eu respeito muito, que é os mestres de obras mais antigos. Mas enfim, a gente começou ali, né? E aí a gente, eh, depois disso tem muitas obras de alto padrão no modelo convencional, de aquele modelo, eh, que a gente chama de modelo contemporâneo, né? Modelo, eh, essas obras bem, bem clean, bem, né? E a gente também nichou muito, Diego, para para essa parte de obra sustentável.
A gente já vinha vendo isso, né? Nessa parte de obra sustentável, a gente constrói com Adobe, né? Taipa de pilão. Taipa para quem gosta, taipa de pilão. Hoje isso é muito procurado. A gente constrói com maestria. Essas obras de praia que a gente chama, né? Nas nossas equipes lá das obras de praia são obras que a gente chama de obra rústica. É, hoje é muito nichado, então a gente está muito bem nisso, né?
Vocês, vocês, como assim, toda caminhada que você vai dar, sempre estuda bastante, né?
Mas essas obras de praia, né? Porque existe inúmeras situações que é licença, é isso, é não sei o quê, é tem terrenos de marinha, aquela coisa toda. Tu chegou a estudar tudo isso antes de começar? Ou tu foi aprendendo também no meio assim, tu foi aprendendo no decorrer que tinha algumas coisinhas que tinha que ser ajustadas?
É, o aprendizado é constante, né, Diego? Todo dia a gente aprende uma coisa, né? Essa questão da licença, eh, a gente exige que o cliente se responsabilize, né? Porque se ele comprou o terreno ali, a gente imagina que ele tenha tomado essas precauções, né? E tem muitos locais que é complicado.
Já aconteceu de não ter e vocês estarem construindo e?
Sim. Não, a gente nunca, nunca foi embargado, nunca mais, eh, eh, já tomou sustos já, porque a gente achava que estava tudo OK. E queira ou não queira, né, a construtora, ela responde solidariamente ali, né? Então, a gente tem muito cuidado nessa questão da preservação, da questão da boa construção como um todo, eh, vendo isso, não é? Eh, mas hoje a gente até auxilia, auxilia bem, né, os nossos clientes. Essa área, por exemplo, de Tatajuba é bem complicada. Então a gente está ali fazendo, a gente exige que tenha um estudo, o estudo ambiental, até porque hoje a nossa AMA aqui em Camocim, excelente trabalho ali na pessoa do, na pessoa do, do Caracas, né? O cara,
É Roberto, Roberto Caracas?
É Roberto, ele exige. Então que é muito responsável. Então, a gente, a gente, a gente toma essa, essa, essa liberdade, a precaução também, né, de de ajudar o cliente e e
É instruir a saber qual é a documentação correta, quando é que já pode construir. Até que, se eu não me engano, vai ter uma audiência pública agora, quarta-feira, eh, se não me fala, é na Tatajuba.
Se, é, já houve, na verdade, já foi semana passada. O, foi pública, [risadas]
Eh, que o, que o estado ele quer pegar para si essa responsabilidade e aí existe ali uma, uma certa resistência da comunidade e de todos nós que operamos ali, né? A gente já tem uma AMA aqui que é que a gente acha ela bem atuante, bem competente, então acho que não tem necessidade da gente estar transferindo isso aí lá pra Fortaleza, tendo mais dificuldade, né?
Sim. Mas enfim, eh, e como foi, eh, eh, como é que foi ter sido assim? É, é, tu se vê assim, na, vem uma obra da construtora numa revista, cara, assim,
É, porque assim, a gente sabe muito bem que dentro de cada nicho tem a, tem o seu, sei lá, suas páginas de notícia, tem revista, tem cart, tem, né? E e vê o cara e imaginar que tu vendeu aquela casinha lá pro seu, como é o nome do, a primeira casa?
Seu Ivan.
E aí tu olhar,
É,
Tá a empresa de vocês dentro de uma revista renomada no Brasil.
Digam isso, é muito legal, cara. Assim, e eu tenho isso, não é com vaidade, nem com pompa, não. Sabe o que é legal mesmo, cara? É tu saber que, por exemplo, você falou sobre a Vog, né? A Vog foi uma delas. A gente teve, a gente teve ali na, eh, teve também obras que saíram no GC Globo, eh, teve obras que saíram na, eh, Bazar, Bazar, Bazar Hypers, né, da muito conceito, um portal também muito conceituado. E o que é mais legal que, por exemplo, a Vog, né, você conhece, deve conhecer a Vog, ela é uma revista centenária, não é? E o forte dela, né, a base dela não é a construção civil, né, é o bem-estar, é a cultura, é o propósito, né? E o que é legal é isso, a gente conseguiu, eh, tirar do papel ali aquele projeto, né, e fazer e executar com maestria, de forma que a gente tivesse unido ali a técnica com o projeto, com o bem-estar, com o museu da pessoa, que eu te falei. Então é muito legal ver isso porque a revista ela tocou nisso, né? Então você vê hoje a nossa construtora, né? Olhar para trás da gente saiu, né, aquele perrengue todo e vê que a gente está aqui, conta-se nos dedos, né, as construtoras ou os imóveis que saíram nessa revista. É uma revista secular, né? Hoje é considerada aí a Bíblia da moda de bem-estar, né? Uma revista internacional muito, muito conceituada e a gente ter ali e aquele, e aquela nossa obra ali dá uma felicidade muito grande, né? Como eu lhe falei, não é com vaidade, é de saber que a gente conseguiu, né, eh, e usar a técnica certa para tirar aquilo do papel e executar com a maestria que a gente tem. E hoje eu digo isso sem medo de ser.
Mas tem, mas, por exemplo, existe algum requisito ou não? Ou foi uma obra específica que eles vieram e como é que funciona assim? Porque quando se trabalha dentro de um nicho desse de alto padrão, né, a gente sabe que é outro mundo, são outras pessoas, tá vendo? Mas existe algum requisito? Ou eles vieram e viram que a obra estava perfeita?
E, para de ser sincero, para de ser bem sincero,
Como chegou até vocês?
É, para de ser sincero, Diego, eu não sei bem como chegou até eles, não, na verdade, né? Eh, o que eles escreveram lá a respeito de bem-estar, né? E viu aquela obra que dizia tanto, que entregava tanto sobre esse aspecto, né? Eh, eu não sei bem como, como chegou até eles, não. Acontece que é o quê? Esse é um projeto que eu considero que foi muito bem concebido, né, pelo, pela AO São Paulo, Artic Office, é um escritório também muito, muito bem, eh, avaliado e pelo pessoal da Black, Arquiteto de São Paulo também, na pessoa da Ana Campos lá, parceiraça da gente, muito boa. Então esse projeto ele foi muito bem concebido e eles têm uma visibilidade boa. Eu acredito que tenha sido por ali, não sei bem por onde foi não, [risadas] né? Chegou para mim, apareceu lá, me marcaram, a arquiteta mesmo, botou lá, tá famosinho aí, tá negócio que ele deu aquele susto lá, que foi uma coisa muito boa. Olhar para trás e poxa. Aí eu já fui olhar assim, fui pesquisar melhor e vi a quantidade de construtores, de obras que apareceram ali, você contando nos dedos de uma mão, ou seja, nós aqui no interior do Ceará, né, representando.
Pois, [risadas] é. E o que isso te representa, a ter aparecido nessas três, ter sido mencionado nessas três?
Que, na verdade, eu não sei se, se na, a Reps, a Reps Bazar, ela é uma revista também.
Ah, é o portal, né? Revista?
É uma revista, revista.
Uma revista americana.
É, é estrangeira. Eh,
Ela, ela trata muito sobre, sobre, eh, empreendimentos, sobre assuntos diversos, né? Mas ela é muito renomada, então é legal que saiu lá aquela obra da gente também. Disse: "Poxa, aí a galera manda lá e dá aquele susto, né?" Aí [risadas] tá, tá. Só que a gente, a gente não tem orgulho para isso, né? Eu acho que outros aí que aproveita melhor o marketing tinha feito uma farofa maior aí desse negócio.
Ex. Tem que mandar imprimir e deixar bem grande assim perto. Acho que o passo era esse aí mesmo.
Cara. E deixa eu te falar, a gente até particularmente a gente conversa muito sobre marketing aqui, né? Toda vez que a gente se encontra, né, nós três aqui. E,
Assim, o marketing não é tão ativo da forma que tu queria, né? E mesmo assim vocês têm uma visibilidade boa.
Boa.
Isso faz com que assim, realmente o nome Edson Filho, construtora, já está lá nos altos aqui do.
Não, tá nos altos não. Eu quero ver dessa forma, sabe? Eu olho para trás e vejo a evolução, agradeço a Deus e a nossa equipe, né, que é maravilhosa. Eh, mas assim, Diegão, hoje, para ser bem sincero, a gente tem um marketing quase nulo. A gente pode, para ser bem sincero, isso contradizendo tudo que diz ali a boa gestão, né? [risadas] Eu não tenho uma equipe de marketing na nossa empresa. A gente não tem, mas temos fila de espera para construir. Então a pessoa chega lá, temos uma demanda, ó, a gente constrói, mas você vai aguardar um pouquinho e tem essa fila de espera. Eu acredito, né? Eu acredito que, vou falar assim, esse sucesso, assim, na verdade, né? Eh, primeiro porque a gente está operando em um nicho que nem toda a gente, nem toda a gente, nem toda construtora consegue, eh, operar tão bem, né? Exige muito esforço, demanda ali um, uma preparação muito maior, uma logística muito pesada. Segundo que, eh, a gente sabe que vem fazendo um bom trabalho, né? Esse reconhecimento, ele vem em nosso marketing hoje é o boca a boca.
Justamente é o que eu ia te falar. Às vezes, às vezes a gente está procurando algo que a gente já tem. Eu sei que a gente tem que ter uma visibilidade, que você sabe muito bem que hoje tudo, tudo é isso aqui.
Tudo vem daqui.
Então, desde tem muita gente que também, eu conheci algumas pessoas que tem um comércio que bomba, mas não tem nenhuma rede social, não posta nada, entendeu? Mas por quê? Porque o boca a boca em si já é muito grande.
É muito bom. A gente sabe que não é o suficiente para quem pretende um crescimento, aumenta, almeja um crescimento exponencial, vamos dizer assim. Mas
Por isso.
A gente não tem a ganância.
É, [risadas] é, mas mesmo assim, mas, mas isso faz com que vocês vêm expandindo pro pré, vocês estão expandindo para Gerir, Gerquara, né, Sobral, Barroquinha.
Agora a gente vai pra Taíba, tem,
Piauí,
Né? Então aí no caso de vocês, o, a página, né? Vamos dar um exemplo, a página ou o site, uma vitrine.
É, a gente tem.
Não seria uma página de venda?
A gente tem nosso site lá justamente para isso. É, é, é a nossa preocupação é dar uma satisfação melhor para o cliente que está nos contratando, né? Para ele que ele consiga dizer lá pro colega que contratou uma empresa,
É boa.
Mas assim,
É porque dá uma autoridade nisso aí, entendeu? A vitrine ela serve para isso.
Eu reconheço, eu reconheço essa carência, sabe, Diego? Mas outra coisa que eu também não posso deixar de falar aqui, digo, que também não é só isso, não é só esse boca a boca. A gente tem parcerias muito boas, não é? Parcerias muito fortes. A gente, por exemplo, hoje, eh, temos a arquitetura da Grace Dantas, né, que tem um escritório renomadíssimo com sede em São Luís. Ela é uma das proprietárias junto com o Léo, Leonardo Gunes, aqui do Vila Cangalha, um projeto que a gente ama de paixão. A gente botou ali a pedra fundamental e vai fazer até a última coisa lá. Construção vultuosa e nos confiou isso aí. A gente tem uma sintonia muito boa, sabe? Eh, a Ana Campos, que eu já mencionei aqui da Black Arquiteto São Paulo, temos, temos o Daniel Fromer, né, um arquiteto que é também premiado. Temos o Henrique Fante, o colega também que domina muito, atuante ali na área de da Taíba ali, Carazinho, Montada. Temos o, o, Ricardo Ricardo Rosental, né, muito atuante também, arquiteto famoso aí por obras aqui na região do, do Preá e Jericoacoara. Ou seja, esse pessoal aí também nos ajudam muito, né? Porque acreditam na gente, são pessoas que estão alinhadas com o nosso propósito. Isso é muito importante.
A energia que a gente,
A energia bate, bate legal mesmo. A gente, eh, é porque não é fácil você indicar. Não sei você, mas eu tenho um medo de indicar alguém,
Não é? É, então,
É, eu, a gente está conversando aqui no off, né? E até então não bati nenhum martelo dizendo, eu tô te perguntando o que que tu quer, qual a tua proposta, aquele negócio? Porque para você indicar alguém,
É,
Você tem que ter uma certa responsabilidade.
Responsabilidade.
Entendeu?
Aí, então assim, se esse pessoal ele já indica com a gente, né? Poxa, os caras começam a ver com aquele cuidado, mas depois vê que quem quem somos nós realmente, sabe? A gente não tem braço curto, gente.
Esse network todo que tu fez no decorrer da tua, né, do da tua jornada, eh, e foi tudo também aquela mesma história, um disse para outro, outro disse para outro, fez um negócio com um, aí deu certo, aí o outro já indicou para outro e aí o boca a boca também.
É, exatamente esse boca a boca aí, né? E e hoje, eh, é muita indicação esse, esse nicho que a gente está, né? Todo mundo conhece todo mundo, né? Hoje se eu construo para pessoa, eh, entre aqui no que é em Camocim, uma pessoa que é aí da área do kitesurf, né? Muitos dos nossos clientes são desse nicho.
Faz cai.
Rapaz, tô começando já.
Pois é, porque isso aí já vai já dá um, já ajuda pro network. Já conhece mais gente que
Acho que 80% dos meus clientes aí da, da sala de praia, galera do CAT aí, pessoal de uma energia magnífica, então se conhece, então vai indicando e quando chega na gente e descobre que aquela pessoa fez, ele vai lá pedir informação e geralmente é muito boa, né? Graças a Deus. E e é isso aí vai tornando, né? Também não posso desmerecer o nosso time comercial, pelo contrário, a gente tem a Priscila Mota ali, tem o Ricardo Mota, que os caras, pessoal é fenômeno, são fenômeno impressionante. Vende gelo a esquimó assim, [risadas] então eles buscam, né? Buscam e vende fácil. O Ricardo, por exemplo, tem muito contato, Ricardo Mota, muito contato aqui nessa essa área de praia, Tatajuba. Então, os caras conseguem também trazer para trazer negócios, bons negócios, bom network, pessoas.
Trazer mais isso. Isso, eh, eh, quando você falou o time de vendas, né, o comercial, eh, existe estratégias específicas assim para, tá, para vocês conseguirem fechar algum tipo de negócio? Porque quando você tem um time, você tem que ter treinamento, você tem que ter estratégia, você tem que ter uma série de de coisas para poder trazer,
Né, vendas.
Eu vou te confessar que a Priscila Mota é dela mesmo. Ela só vende porque ela é boa mesmo e passa o ano tem estratégia muito pouca. O Ricardo não, ele já é um cara bem antenado, né? Ele tem técnicas ali boas, né? Que a gente alinha muita coisa. Então vai surgindo aqueles negócios, vai trazendo, né? Eh, uma boa parte se conclui, outras não, mas faz parte. E são pessoas que estão antenadas, né? Isso, isso eu posso dizer sem medo que elas estão acompanhando ali essa evolução, esse processo, né? Que está tudo andando muito rápido, principalmente nesse, nesse nicho que a gente está mais inserido, né?
Sim. Então, então, eh, é isso.
Existe um limite de, vou dar um exemplo aqui, tu falou que tem lista de espera,
Sim.
Né? E como é que funciona mais ou menos o prazo de uma casa dessa de alto padrão? Vocês fecham o contrato, a entrega com um tempo X, é, e depois pega outra ou como é que funciona essa logística?
É porque assim, elas operam simultâneas, né? A gente hoje a gente tem acho que perto de 40 obras rodando, né?
Ativas, né?
Isso entre, eh, o Minha Casa e Minha Vida, porque a gente tem um setor para Minha Casa e Minha Vida, né? A gente,
Nunca, nunca sabe o que começou e
A gente não, não dá para se desfazer dessa parte que é tão importante, principalmente pela parte social da habitação do pessoal que a gente não opera com aquela faixa mais, mais, eh, de entrada do programa, não. A gente opera com, com fase um pouco mais acima, mas a gente consegue trazer muito do alto padrão para lá, apesar de lá a gente começou, mas é inverso isso. Então a gente, a gente, a gente procura fazer muito bem, eh, diferenciado, né? Então assim, a gente tem isso. Então entre essas duas a gente tem cerca de 40 obras rodando simultâneo, né? Só que pode não pode se dar o passo maior que a perna. Então você entrou uma obra hoje, principalmente essas obras que já vem com projeto, né, desses esses colegas arquitetos ou outras pessoas e a gente não tem hoje equipe, a gente sabe que corre o risco de não conseguir entregar uma coisa decente no prazo correto, né, justamente com aquela energia, com aquela identidade da gente e do cliente, a gente diz: "Olha, a gente faz, mas aí a gente já sabe quando vai entregar certas obras." Se a gente tem um prazo, eh, tem obras rodando que eu vou entregar daqui a 5 meses. Então, 5 meses eu tenho uma equipe disponível para sua obra. Um ano, 7 meses.
A pessoa espera?
A maioria. Sim, graças a Deus, né? Porque quando o cara quer fazer com você, ele ele espera, ele bate o pé e reconhece. E é aqui mesmo, não pode ser outro não.
E por exemplo, dentro de uma obra dessa, essas obras, a gente falar mais um pouco dessas obras da praia mesmo, né, em si. Eh, falou que usa muito da tua identidade, né? Usa muito da identidade do cliente, na verdade, né?
É.
E já teve alguma dessas obras que não saiu da forma correta ou vocês sempre, assim, eu sei que nem sempre a gente atira certo toda a vida, né?
É,
Mas pode ser que a gente erre alguma coisa, aquela, né? Ou não, todas as obras realmente tiveram aquele OK mesmo, maravilhoso mesmo dos clientes.
Não, se algum construtor disser isso para você, é o mais mentiroso que existe. [risadas] A obra, a obra, Diegão, é um campo fértil para conflito, cara. Eh, você tem que ter, eh, muita tranquilidade, tem que ter, eh, muito alinhamento, né, para poder chegar lá no final com resultado bacana e ter o que é melhor, né? Ver o cliente feliz, né? Ver o cliente realmente dizer: "Ah, foi isso que isso foi isso que eu comprei, é isso que eu queria", né? E ter ele como amigo, porque como eu lhe falei, nosso marketing é boca a boca, temos essa responsabilidade em nosso dever, além de tudo. Então, eh, o cara que diz que que não tem perrengue, tem toda hora, tem projeto que, que no projeto, no papel aceita tudo, quando chega para fazer, não encaixa, não dá certo, tem perrengue, não bate, tem ajustes toda hora. Então, eh, o cliente, né, por desejo do cliente, eh, ou por necessidade, eh, eh, que aparece na obra. Então, existe muito perrengue, existe muito, muito encontro de contas ali, que é um assunto delicado. Eh, existe estresse.
É, é, mas é [risadas] é onde eu ia te perguntar, porque vamos dar um exemplo aqui, o arquiteto, o construtor e o engenheiro, vocês têm que estar andando juntos, um tripé.
É, ixe, aí dá, né, entendeu? E se um der errado, os outros caem também, né? E como é a relação tanto do arquiteto, construtor com com o engenheiro?
Digamos, a gente procura ser o mais profissional possível, como ele falei, esses alinhamentos ele tem que correr, né? A gente está aqui, por exemplo, com o Renan ali, um dos nossos engenheiros, é nosso orçamentista, já hoje teve reunião com cliente, né? Não, hoje já teve, né? Já teve reunião com clientes para alinhar justamente coisas extras, pontos extras, né? Porque fica naquela divergência entre dúvidas justamente entre o arquiteto que está acompanhando a obra. Geralmente tem, né, ali o arquiteto do cliente, tem o nosso acompanhante, tem o do cliente que está acompanhando. E a gente adora, a gente adora isso, né? Responsabilidade,
Responsabilidade dividida, compartilhada ali. E existe esses ruídos todos, então tem que estar toda hora alinhado. Hoje, Renan, teve uma reunião que eu considero uma das mais chatas, que é alinhar cliente, fazer encontro de contas. Ó, você tem esse desconto porque isso tinha no projeto e não tem mais, mas aí aumentou isso, isso, isso porque não tinha no projeto e agora tem. Aí você fica naquele encontro de contas, puxa lá, vem de cá e tal. Então aquilo tem que ser muito acertado para ser introduzido no cronograma físico financeiro da aula.
Ele tem que ter uma certa seriedade para falar assim pro cliente entender, explicando, né, bem direitinho. Tem que ser muito claro, muito claro, muito objetivo, né? E, mas existe, existe sim isso aí. E é, e aí assim, conflitos vêm, né? É aí com os arquitetos aí que aparecem e desses que eu falei, né? Nem vou citar aqui. Se ela vê isso aqui, ela vai saber. E tem [risadas] tem ali uns arranca-rabos legal ali, vez em quando, mas aí no final fica tudo bem, a gente fica tudo, a gente sabe que todo mundo, o quem é profissional de verdade não leva certas coisas pro coração. Claro que a gente luta muito para manter a tranquilidade, sabe? Até porque um das nossas, um dos nossos preceitos, eu vou colocar dessa forma, digo, é construir com leveza. Isso aí a gente sempre fala, isso tem na nossa blusa, construir com leveza. Tem lá no nosso site, se você abrir, tem lá construindo com leveza, porque é isso, tem que ser leve. A gente tem que entregar menos problemas pro cliente, né? Hoje você tem uma ideia de que, ah, a construção é problema. Você,
É, eu sou,
Você diz isso, né?
Esse assim que chegou, a construção é problema. Não precisa ser. Na reforma da loja ali, eu chorei, cara, lá fora, né?
É,
Chorei. Eu eu juro para ti, eu chorei, cara.
É, acontece.
Eu tenho, eu tenho é medo. E vocês também abriram material de construção, não foi?
Tem. A gente tem uma loja, né, que dá apoio muito, a, apoia muito a construtora, a loja também.
Porque já é casa, né? E até ajuda para vocês também a questão de de já ter o lugar certo que você sabe que onde vai ter os materiais ali que vocês usam ou não. Boa parte também é de é espalhado assim que vocês compram.
É, não, assim, a gente nossos da construtora em si, né, a gente tem grandes parcerias, né, assim, eh, isso é muito importante nos momentos de dificuldades, né, a gente ter as parcerias certas. Então tem muitas parcerias boas e a gente compra muita coisa direto de fábrica, né? Por isso que a gente consegue ser, a gente consegue ser bem competitivo enquanto a preço. Mas não tem jeito dos incêndios não acontecerem, que é, ó, precisou de tal material, precisou agora. É, poxa, a gente não estava esperando que fosse precisar disso. E olha que a gente tem um depósito, né? A gente poucas construtoras opera como a gente opera. A gente tem como se fosse estoque. A gente tem um depósito, uma frota de carros com pessoas lá, né? A pessoa do Edson Pai que está lá tomando de conta lá junto com o Éder, junto com o César, grande César, pessoa que detém da nossa confiança e respeito. Eh, então esse pessoal lá, eh, cuida dessa parte do estoque da compra. Então a gente já tem isso mesmo assim. Não, a gente não se livra de estar comprando no comércio local ali, uma coisinha outra,
Outra tem sempre tem que ter uma coisinha outra, mas no final do mês, na hora de pagar a conta, a gente vê que não é tanta coisinha assim, acaba sendo alto.
E a gente tem numa loja, a gente prefere comprar nosso, vamos supor.
Não se misturam as coisas, né? São coisas diferentes.
Né? Ali a questão do faturamento.
Mas a ideia, a ideia de de de, eh, de abrir a empresa de material de construção foi justamente isso, agregar uma coisa a outra.
Foi apoiar, foi a gente já tinha expertise com isso, a gente lidar com isso, né? A gente viu essa oportunidade aí, lançou, né? E isso foi sucesso, graças a Deus, a gente, eh, consegue ser muito competitivo em preço.
Mas lógico, eu sei que eu sei que tem uma coisa assim, eu sei que tem uma coisa tem a ver com a outra, mas a experiência de ter um comércio assim é totalmente diferente da construção, porque já tinha um macete. Então assim, como é que foi de iniciar assim? Eu não sei se se é você que fica lá também administrando ou se tem outra pessoa que administra.
Não, não me meto lá não. Não dá não, [risadas] não dá não. Muita coisa, né? Já eu também tenho, tenho fazenda de viveiro de camarão. É, acaba sendo muita coisa, a gente não pode misturar não. Quem toca mesmo a loja é a Raquel, que ela é, é a responsável, é a chefe do setor de compras da gente, certo? E
Ela, setor de compra geral, né?
É de compras. Então ela compra, ela toca a loja, administra a loja, ela que faz tudo, contratações, compras, faz tudo, né? O treinamento pessoal, tudo. E na construtora em si, ela é encarregada pelas compras, né? Ela tem equipe lá juntamente com a Eduarda e com o César também, eh, com apoio do pessoal do depósito, Éder, eles ficam dia e noite lá procurando preço, fazendo cadastro e comprando. A gente precisa disso porque essas obras, principalmente diferentes, elas demandam muito disso, muito tempo, porque toda obra tem um material diferente ali que a gente tem que procurar o fabricante. Muitas vezes o fabricante ele detém aquele material, só ele que faz. Pô, isso aí precisa de de energia.
De energia.
Raquel faz isso muito bem.
O que que tu acha assim, o diferencial da construtora aí, Edson Filho Construtora, pros demais? Eu, eu não gosto muito de falar nome concorrente, né? Mas,
É, não, eu,
Qual o diferencial que tu vê assim, qual o maior diferencial de vocês pros demais?
É um assunto delicado. [risadas] Pode parecer que a gente está sendo até subindo. Não,
Parece não, cara. Mas eu acho que eu acho que é essa identidade da gente mesmo, sabe? Nosso jeitão. Você vê, né? A gente não tem marketing. É. É. Tanto que às vezes puxam até minha orelha, né? Diz assim, ó, você tem que olhar pro lado, pros seus concorrentes para você crescer. Mas sinceramente eu não olho. Eu não olho. Respeito todo mundo. Tem pessoas muito boas aqui em Camocim também. Pessoas são companheiros assim, né, de de lutas e sofredores como a gente aí, mas a gente está no nosso jeito, sabe? A gente tem nosso jeito, a gente cativa pelo nosso jeito e a gente sabe da nossa capacidade, da nossa competência. Eh, e a gente só olha pra frente, só olha pra frente e e a questão da ética, né, e da leveza e entregar pro cliente menos problema. Eu acho que é isso aí que,
Que o pessoal consegue ver.
As casas elas sempre têm a identidade, você sempre preza por isso e tal, mas eu até me esqueci de te perguntar, eh, elas são, tipo assim, e dar um exemplo assim, eu quero construir contigo, eu personalizo da forma que eu quero?
Sim.
Ou ou a gente sempre entra em consenso, porque você pode também dizer assim: "Não, ó, dessa forma tu vai ter uma perca aqui, é melhor você fazer assim".
Não, tudo personalizado. Tudo personalizado. Para ser sincero, hoje a gente constrói muito pouco assim para vender. Pronto. É tudo sob demanda, a gente até tenta.
Então por isso que demora mais.
É assim, o nosso processo, né? E ele acaba sendo um pouco mais demorado, porque a gente senta com o cliente várias vezes. A gente tem lá no escritório a nossa Nívia, que ela é o cliente lá senta, a gente vai virar isso quando o projeto já não vem feito, né? A gente até prefere. A gente tem o nosso, o nosso time de arquitetura lá que faz muito bem feito, mas como não é o nosso, o nosso foco maior ganhar dinheiro com projetos, a gente não tem isso. A gente nosso projeto acaba sendo barato, não que seja ruim, é pelo contrário, é muito bem feito, mas não é o nosso foco. Então, a gente tem esse time de arquitetura, então tanto da casa mais básica quanto para casa, eh, mais elaborada, eh, a gente tem esse pessoal que é personalizado, ele vai desenvolver ali de acordo com o seu, embora que seja uma casa mais básica, a pessoa chega e diz: "Olha, a planta é mais ou menos assim". Mas vamos ver aqui, vamos ver as técnicas, vamos ver, eh, ventilação, vamos ver luminotécnico, vamos ver, eh, eh, tudo, né? Arquitetura, como eu disse, e é a base, tem que tem que falar, tem que conversar sobre o proprietário.
É por isso que até por isso que eu te perguntei sobre a personalização, porque tem tudo isso aí, desde a ventilação, a iluminação, o lado que ela fica, que ela,
Né? E geralmente às vezes a gente tem uma ideia na cabeça da gente que a gente pensa que vai conseguir passar, né? Vai tirar do papel e vai conseguir. Mas e não é desse jeito.
Não. É por aí. Então, por isso que vocês têm uma equipe que já faz esse,
Já,
Esse, essa acompanhamento, esse ajuste. E cara, manda. O bom é vender, né?
É, tem que vender.
Vender é bom, né? Mas o pós-venda, cara, como é que funciona o pós-venda de vocês? Porque empresa sem pós, eu, eu posso até às vezes ser negligente nisso também lá dentro da Sanha de Prata, mas para mim o pós-venda, a assistência do cliente depois da compra, eu acho essencial, cara. Como é que funciona para vocês?
É tão importante quanto você fazer a negociação, né? Para isso, o que que a gente faz? A gente luta para ter um pós, para não ter pós-venda, na verdade, na questão de de ajuste, essas coisas.
Sim.
A obra, Diego, a obra ela leva um tempo para se ajustar. no terreno, ela ela demanda ali um tempo para ela realmente se se moldar direitinho ao terreno. Por isso que existe um prazo mínimo aí para que a gente dê essa garantia, por exemplo, de estrutura, né? Mas para você ter uma ideia, hoje a gente tem uma equipe, tem uma equipe, né? Eh, hoje quem está à frente é o James, pessoal altamente competente junto com junto com a equipe, uma equipe separada, só para dar assistência a cliente.
A gente tem muita obra entregue. Então, ah, surgiu lá, Edson, eh, apareceu lá no WhatsApp da costura Edson, se passou chover, surgiu uma manchinha aqui. É possível? É, não, não precisa ser você ser mascarar isso. É possível aparecer, né? Quer dizer que a obra está mal feita? Não, não quer dizer não, né? Então, opa, pode ter esse ajuste, pode. Então, a equipe vai lá e resolve isso aí. A gente preza demais, sabe? Preza demais. A gente vem melhorando isso aí toda hora para ser com mais presteza, com mais rapidez, né? A gente tem lá nossa ordem de serviço que o cliente vai lá, assina, a gente faz o laudo primeiro, a primeira visita, agenda, faz a primeira visita, faz o laudo, vê o que é que realmente a garantia cobre, porque até até certo ponto, né, tem coisas que não é de estrutura, né, que não são vícios construtivos, né,
Que é de realmente é realmente de manutenção, né? Então o cliente às vezes por não entender bem,
Acaba achando manutenção, tal. Então existe, é feito aquele laudo, né, pelo, pelo, pelo engenheiro, pelo técnico e a gente quer dar nossa responsabilidade, a gente já marca, encaminha para resolver o mais rápido possível. Isso a assistência, ela é prestada com, com firmeza, sabe? A gente tem muita atenção, eh, nesse, nesse campo aí, a gente acha.
Cara, que bom. E principalmente quando é casa de alto padrão, principalmente essas, pronto, essas casas que são, né, na região litorânea, né, essas que são feitas de com material sustentável que tu falou, né, que tem tudo, elas, elas necessitam de de manutenção.
O, você acredita que a manutenção nessas obras, ela, ela é muito menor, muito menor mesmo, porque às vezes as casas mais, não, não é porque existe um cuidado a mais. Não, não é isso. Eh, a gente também já, a gente já vai sabendo, né? Já vai ajustando ali. Tanto que se a gente pega um projeto e vê que tem possibilidade lá na frente, eh, ocorrer essa demanda, a gente já ajusta ali, já já conversa com o arquiteto, já conversa com o proprietário, né? Pra gente ir dando, dando sugestões ali para uma boa construção. A gente teve obras aqui que a gente pegou de arquiteto super famoso, mas que era super famoso para fazer obra de outro padrão, de outro nicho. Aí o cara fez aqui um projeto vultuoso na praia. A gente foi construir, deu problema de quê? Deu problema de vício, vício construtivo, de projeto, né? Só um projeto mal concebido. Eh, eu falo isso sem, sem muita reserva, porque foi isso que aconteceu, não foi a construção, não é? Você tem aqui, a gente tem, eh, tem as nossas peculiaridades. Você constrói de frente para um vento de 30 nós, chovendo e, eh, jogando água lá. É diferente de você construir muitas capitais e muitas. Então tem as peculiaridades que tem que ser visto, né? A gente já tem essa expertise, então a gente vai orientando ali para que realmente não exista esse ruído lá na frente,
Né?
Cé. E a, assim, a clientela de vocês, vocês têm muitos clientes em Camocim? A maioria é de fora pelo fato desse network que vocês têm, né? Um conhecimento com vários escritórios fora, né? Essas pessoas elas confiam em vocês e tudo, mas a, a clientela maior, ela ainda é de fora ou ou é de Camocim? Sim, ou meio a meio?
É bem diversificado, Diego, nossa, a nossa, nosso setor, né? Das casas, eh, Minha Casa, Minha Vida, é todo mundo é daqui, né? Se não for alguém que, que quer, que quer [risadas] que quer voltar. Mas hoje, eh, a maioria dos nossos clientes de de alto padrão, eles são de fora, né? Principalmente estrangeiros. Eu acho que obras para estrangeiros hoje a gente, a gente é, acho que o maior, maior volume da gente é hoje, vamos falar assim, maior cubagem é para estrangeiro, mas tem muito paulista, né? Tem, tem um pessoal, os paulistanos estão tomando aí a praia e a gente.
Mas isso tu acha que é por conta do CAT também?
Também, também, né? E muita coisa. O Ceará está é uma expansão assim exponencial, né? Em relação a muitos cantos. A gente teve a
Gente, recebeu, eh, eh, um pessoal aqui, eh, semana passada, foi atrasada, eu não me recordo, e a gente falou muito a respeito, realmente, que o Kite, ele traz uma quantidade de investidores dentro do, né, do ramo imobiliário, muito grande na região. Grande, né? Você trazendo ali, você vindo de Cubucú, descendo para cá, quase todo mundo nessa época aí vem, acaba comprando um terreno, acaba construindo uma casa e acaba, quando você vê, já tá aqui. E acaba que essa região, né, por exemplo, pelo menos Camim, né, ainda a gente tem ali um boom muito grande no pré, não é, que é realmente é maravilhoso lá. Mas a gente tem aqui uma praia tão competitiva, eh, quanto o prear, nesse, nesse, até melhor aqui nessa região, pra, pra questão do C de surf, né? Que se você for comparar aí, ainda de preços, eu, eu sempre falar que ainda é água limpa para quem chega, porque ainda o preço é, é, mas vai chegar lá. É acessível aqui, né? E aí o pessoal vê isso e, e, e tá, e tá investindo, tá chegando.
Eu, eu, eu ouvi de um, de um colega corretor que ele, ele citou esse exemplo: "Ó, Jericoacoara inchou, pré, tá, né? Já tá começando a inchar um pouco. Barra, eh, Barra Grande, já também já inchou." Que aí ele falou assim: "E quem é que tá no meio deles aí?" Como assim? Não é questão de tempo aqui. É questão de tempo, já tá, já tá acontecendo. Na verdade, o cenário já, já se modificou bastante, né? De um tempo, certo tempo para cá, para iniciativa privada.
Cara, e Edson, hoje a empresa de vocês conta com quantos colaboradores? Vamos lá. Atividade meio, né? Atividade meio, vou colocar dessa forma, que é o escritório. A gente tem, vou falar entre escritório e depósito, eh, cerca de 20 pessoas, né? 20. E aí tem depois disso, né, tem aí o pessoal de campo, né, que são, tem ali os encarregados de obra, né, com o pessoal da obra em si, né, que é oficial, pedreiro, carpinteiro, eletricista, né? E aí somando aí esse pessoal deve dar mais uns 250, umas, umas 270 pessoas, 60, mais ou menos. É o que tá, que a gente tá conseguindo aí rodar. É.
É esse pessoal. E como tomar de conta desse pessoal todo, cara? É, [risadas] esse aí é o problema. Esse é o problema da expansão, né? Esse é o problema do crescimento. É essa dor aí que é a parte mais difícil, né? Porque assim, o que que eu falo que é difícil? É porque o pessoal é problemático, não é? Porque, eh, a corporação como um todo, né? A empresa, ela é feita de, de gente, né, Diego? Feita de pessoas. A gente tem que ter esse cuidado com, com cada um, como eu citei aqui no momento, sobre a responsabilidade que a gente tem, né, ali de, eh, com essas famílias, com essas pessoas, né? Hoje a gente, eh, hoje a gente opera muito bem, operacionaliza muito bem isso, né? A gente tem muita ajuda, né? Lá no nosso escritório, eh, temos lá nossos engenheiros, né? Tem ali, tem o Renan, que tá aqui, nosso orçamentista, tem o Caio, excelente, temos o Maurício, temos o o Lucas, temos o o Raul, né? Todos os outros os supervisores, James, Ed. Eh, esse pessoal, ele nos ajuda muito, sabe, nessa, nessa lança, nessa, e, eh, nesse intermédio entre ali atividade fim e a atividade meio, não é? Né? Para que a atividade meio tem que fazer um bom trabalho para que a, a atividade fim, né, alcance ali o objetivo. Então, juntando aí todo mundo, essa engrenagem toda, eh, andar direitinho, com passada para, com vistas a uma finalidade, né? Esse propósito que a gente tem.
É, cara, é, e é muita gente para você assim, ter realmente. Por isso que a supervisão ela, eh, é preciso. Vocês se, por exemplo, existe vários métodos de qualificações hoje, existe cursos, existe workshops, daí para, para congressos. Tu participa muito disso? Investe muito nisso, tanto para ti como pros colaboradores ali, a parte da supervisão? Eh, a, umas, uma, eh, das dificuldades hoje enfrentadas no setor, Diego, é justamente a modernização rápida demais, né? Eh, essa, essa evolução que ela precisa ser constante. Então, a gente busca muito isso. Eu participo sempre que posso, sabe, de, de, eh, de qualificações, de, de, eh, congressos, de cursos, né? Eu sempre que tô, agora mesmo, acho que daqui a duas semanas já tenho em São Paulo de novo para ir. Eu gosto muito, eu trago, quando eu venho desses cursos, eu sempre venho com coisa nova para implementar, né? E a gente sempre fomenta muito isso lá dentro, né? A gente sempre, por exemplo, a gente tem reuniões rotineiras com o pessoal de campo. Então, um dos nossos engenheiros já vai falar ali sobre um assunto pertinente, sobre uma patologia, ele vai estudar tudo que tem de melhor, vai se atualizar naquele momento sobre sistema, sobre tudo, né? Eh, sobre isso, a gente, a gente tem hoje, por exemplo, acompanhamento de todo o processo, né, em um programa de forma remota, de forma que qualquer engenheiro, qualquer supervisor, ele chega lá na obra, então ele vai montar o checklist dele, vai jogar no programa, eu vou conseguir ver, eh, a Gerlândia, os, qualquer supervisor, quem tiver ali acima, eh, o pessoal das compras também. Então é tudo muito organizado quanto a isso, pessoal, depósito, tudo, tudo isso tem que ser, não tem como não ser, não.
Por quê? Que é muito difícil, tá? Você já pensou a comunicação até certo ponto, até a quantidade, uma quantidade limitada de pessoas, você consegue ter uma comunicação boa, mas e, e esse, esse aumento de pessoas na comunicação, você tem quatro, passou para seis, né? Eh, eh, a quantidade de pontos para você ligar ali, para que essas seis pessoas, eh, tenham uma comunicação boa, sem ruído, vai ser muito difícil, porque é exponencial, ela não é só somada, né? Então isso a gente, a gente, e, eh, bate muito firme, né, quanto a isso. Então a gente precisa que tudo esteja lá, que aí eu chego, quero ver, por exemplo, a obra é do engenheiro Raul. Então ele hoje, o Raul tá responsável por duas obras. Então eu vou lá na obra que eu quero ver e vejo como é que tá, vejo o registro fotográfico, vejo, eh, o checklist, vejo o que é que precisa, vejo, eh, cronograma, vejo, e então é tudo, né? Vejo, vou lá no grupo de compras, vejo se aquela pessoa lá providenciou a compra que aquele que aquele supervisor fez, aquele responsável fez. Então tem que ter isso, tem que ter. Hoje a gente usa inteligência artificial para fazer muitos trabalhos dentro do nosso escritório, né? Eh, essa busca por, no nosso setor, principalmente, todos os setores, né, hoje, mas o nosso setor.
E, e como, e assim, essa questão do sistema? Eh, isso tu conheceu lá fora? Isso foi uma indicação? Porque eu não sabia nem que tinha sistema para isso, assim, para tu conseguir controlar ali tudo ali. Tem um sistema. Hoje, por exemplo, a gente opera, tá inserindo inclusive até outro, né, o Mais Controle. Que esse a gente já vai ter, por exemplo, eh, acesso até o próprio estoque do, vai nos ajudar muito na questão da compra lá do nosso depósito, né? O depósito, o depósito não se confunde com a loja, tá? Acho que é uma coisa, depósito da construtora. Então a gente, do nosso depósito, a gente vai conseguir saber o, o, a quantidade que saiu para cada, para onde foi, tudo direitinho. E já vai ficar ali o, o, eh, já vai ficar ali o lançamento do que precisa ser comprado para as obras que estão rodando, tá? Ele já consegue fazer um cálculo do que vai precisar à frente. E a gente assim, dentro de qualquer sistema, ele tem o, o, o, a, aquelas ordens de compra, né? Mas lógico, você que alimenta, né?
É, mas esse sistema, ele é bem complexo, sabe? Ele não é, ele não é soft de estoque, não. Ele é todo, ele, ele operacionaliza desde, por exemplo, um time sheet, que é o que cada pessoa tá fazendo e que hora tá fazendo, para a gente poder, para a gente conseguir avaliar a produtividade e até onde aquele colaborador nosso tá performando, né? Ele avalia desde isso daí a gestão como um todo, ao canteiro de obras, ao canteiro de obras, relatório fotográfico com tudo, a o depósito. Então ele é bem completo, a gente tá migrando para isso. Mas hoje a gente opera outro programa, foi trazido até pelo, pelo Renan aqui, o, o crédito aqui é dele, que a gente, você fica pedindo, né? A gente falou: "Vamos lá, a gente faz a reunião lá, pessoal, quero, vamos lá, vamos, vamos procurar aqui, trazendo." Então, a gente viu esse do que o Renan trouxe, Renan fez ali uma explanação pra gente, a gente introduziu e tá rodando super bem, sacou? Até aparece outro melhor ainda. [risadas]
Cara. E os próximos desafios aí, tanto tanto do Edson, né, como também da construtora, né? É, o desafio pessoal, né, Diego? É se tornar um pouquinho melhor todo dia, né, cara? Todo dia, tanto no profissional quanto no pessoal. Ter mais, ter mais tempo e valorizar cada vez mais o que é importante de verdade, né? São as pessoas que estão ali te ajudando, são a tua família. Eh, como eu te falei, a gente lutou muito, sou muito apegado aqui, sou muito família. Então, eh, valorizar muito isso, né? Continuar com fé em Deus. E sobre a construtora, cara, eu quero que eu imagino é o seguinte: a gente vem fortalecendo muito, né, nossa, a nossa, a nossa construtora, a nossa marca, a marca F. A gente vem fortalecendo muito, mesmo de forma discreta, aos olhos aí da, por conta do marketing, né? Que [risadas] Mas isso acontecendo na prática. E a gente quer chegar lá na frente, Diego, daqui um tempo, olhar para trás e ver que a gente conseguiu mudar o ambiente ali de forma responsável, de forma sustentável, que a gente conseguiu, eh, o que a gente ofereceu, que a gente proporcionou através da construção, sabe? Da felicidade, desde da, da, eh, objetivo principal, social, né? Ali a habitação, quanto da quantidade de emprego que a gente conseguiu gerar, de quantidade de dos empreendimentos que a gente construiu para outras pessoas que também geram emprego, todo esse impacto assim responsável, eh, ético, né? Não ficar devendo nada, principalmente para Deus. Eu acho que é isso aí que eu acho que a gente lá na frente vai olhar para trás e vai ver e vai ficar mais feliz, né?
Caraca, bacana, cara. Tu tem, até me esqueci de perguntar no decorrer, tu tem algum mural assim de todas as obras que tu já entregou assim? Cara, tem que ser o mural grande. [risadas] Já são quantas obras entregas? Desde quando começou até hoje? Grande. No geral. Tem que dar uma olhadinha lá. Mas eu é umas 500 e poucas obras. É mesmo, cara. É. Isso entre Minha Casa e Minha Vida, que a escala é maior, né? Mas sim, mano. É por aí, 500 e pouco. Eu acho que tem bairro aqui que era para ter o nosso nome lá, né? [risadas] É, a gente modificou o cenário de forma bacana, viu? Responsabilidade, né, cara?
Cara, assim, se tu pudesse, se tu pudesse construir hoje algo que te representasse, o que que tu construiria? Uma estátua ali. [risadas] Brincando, cara. Eu, cara, eu construiria, e eu acho que eu construiria alguma coisa para para ensinar, sabe, cara? Para passar conhecimento. Eh, nada é autoral, né? Se diz, né? Tudo é, é, mas eu, eu construiria, sabe? Eu, eu penso muito nisso. Como é que a gente conseguiria somar, né, com a, com o social, com o pessoal aí, eh, de repente oferecer oportunidades que se eu tivesse tido lá atrás, talvez, eh, tivesse sido menos difícil. Eh, eu penso nisso. Vamos conseguir chegar. [risadas] Lá.
Eh, cara, a gente tá chegando aqui nos finalmentes. A gente, geralmente, quando a gente vai encerrar aqui o nosso episódio, a gente sempre pede que um empresário, o empreendedor, a pessoa que tá sempre aí do outro lado, que tá desse teu ladinho aí, deixa uma mensagem, uma alguém, porque tem como você lá atrás que tava começando, começou com uma casinha, depois disso fez de um bem, aí construiu outro e vai, tem vários aí começando, cara. E a gente sempre pega esse trechinho do final aí, sempre para dar força à galera que tá começando agora. Pode ser no teu ramo, pode ser no outro, mas sempre pega como exemplo. Esse pod, esse podcast aqui, ele foi criado, numa brincadeira, mas ele, o intuito tanto meu como da Daniele como do Juan, sempre foi o quê? Trazer histórias daqui de perto da gente. A gente não precisa consumir história lá de fora, tu tá entendendo? A gente, a gente tem muita referência aqui.
Todo dia, né, cara? Diariamente você vê, todo dia, todo dia você esbarra com alguém que tem uma história bacana. Ente. Eu gosto de escutar, às vezes eu fico pensando sobre a história das pessoas. Já, cara, eu falaria o seguinte, que como eu mencionei algumas vezes aqui, tudo que você vai fazer, você tem que ter planejamento, né? Planejamento. Então, cara, se você tem vontade, bicho, tem vontade, seja lá de que for, seja quer construir uma casa para você morar, ou quer, e construir para vender, ou quer fazer, seja lá o que for, se prepare, né? Se prepare, se planeje, tenha fé em Deus e persevere. E o mais, cara, é botar a faca nos dentes e para cima, porque perrengue vai ter. Mas você chegar na frente e olhar para trás e ver que valeu a pena, é, não tem preço, cara. Então, e chega.
Show, cara. Show, cara. Obrigado. Tô vendo aqui. Tem agora que eu vou, eu vou, se eu prestar atenção nos comentários, eu acabo me atrapalhando, sabe? É, eu fico, mas tem muita gente aqui comentando: "Patrão, melhor patrão, orgulho do nosso patrão, Artur Pontes." [risadas] Artur é uma figura, né? Vítor Ponte, doutor, mega empresário. [risadas] Aqui é o Marclécio Ferreira, cara bom demais, parceiro de obra. Gosto demais. Ele nos ajuda. Muito comentário aqui. Muito. Minha mãe também. Minha mãe não perde um episódio, pode dar ninguém, mas minha mãe tá assistindo. [risadas] É isso, cara. Obrigado, obrigado mesmo. Futuramente a gente vai fazer um podcast. É, é, eh, uma das das casas ali na, na, como é o nome ali? Meu Deus, onde vocês estão construindo? Podcast aqui? Como se mesmo. Não, não. A casa que vocês estão construindo ali. A casa não, né? Aquele condomínio ali para quem vai para Maceió, como é o nome? É, ah, Vila Cangalha. Vila Cangalha, né? Vocês estão construindo lá, né? Pois é. A qualquer dia a gente vai fazer um podcast ali no. Vamos lá. Bacana lá. Junar no nosso coração lá. É uma obra que a gente. Tem como se fosse nossa, né? A gente só, só somos os construtores, mas, eh, uma atenção gigante ali pelo. Fica, fica aberta a parceria, caso venha, né, alguma pessoa que você quer que esteja, né? Assim, é, ou proprietário ou grupo, esteja lá, você pode estar chamando lá a gente, a gente faz o podcast lá, cara. Legal. Massa. Na beira da praia. Entrevistar lá o pessoal. Bacana. Gostei demais. Tava me cobrando ali o presente que eu trouxe para ti. Eu tinha esquecido mesmo, viu? Diego não merece não. É presente, né? É não. Que isso, cara? Que a, eh, mimo aí que a gente dá aí pra. São mais chegados, né? Rapaz? Esse bicho aqui, até esse bicho aceso aqui, nós vamos usar aqui já no. [risadas] Não tem que devolver esse negócio luminoso aqui, não, né? Olha aí. Olha aqui, ó. Aqui já. Tem que procurar aqui já o lugarzinho dela aqui, que é o lugarzinho que aparece aí teu instante, viu? É. [risadas] Caneta. Eu, eu sou fã de caneta, cara. Eu tenho, acho que umas 500 canetas. Vai gostar dessa aí. Eu gosto para ti, sou fã. Fã, fã de caneta. Então, no dia que eu tiver com vocês, a caneta sumir, já sabe. [risadas] Acontece, viu? Aqui, rapaz. E aqui já, isso aqui quando, quando tu vai dar uma casa pro. Geralmente vai. Já vai já vai com isso aqui, né? Chaveirinhos. Aí. Vocês têm, e até a gente, eu sei que a gente tá chegando finalmente, mas eu sempre procuro alguma coisa para perguntar, cara. Vocês têm padrão assim de, de, por exemplo, de sei lá como, ah, eu terminei minha casa, aí vocês vão, aí vocês fazem alguma coisa, vocês, algum algum presente, algum mimo, alguma coisa ali pro cliente, por exemplo, parecido com isso, entendeu? Sim, sim. É parecido com isso, assim, pelo menos isso, né? A gente até tá vendo aí uma coisa para fazer assim, assim, um evento mais memorável, né? Mas depende, sabe, de clientes e clientes. Tem clientes que recebe a casa lá de onde ele tá. [risadas] É, vai dar uma olhadinha lá. Ele tá lá longe, aí recebe lá. A gente gosta de fazer aquela, aquela festinha, aquela é bom ali. É, para a gente é a 550, mas porque a gente é a obra dele, né? É obra. É porque para vocês assim é muito, é muito. Eu sei que ele já tá adquirindo o sonho que ele tem. Sim. Porque vocês trabalham, não é vendendo casa, não é construindo, vocês vendem sonhos, né? Então, tipo assim, como desde o começo, desde o início, que você sempre diz que tem que ter a essência da pessoa, tem que ter a cara da pessoa ali dentro da casa, entendeu? É. E quando ele recebe mais ainda um mimozinho assim, é aí que ele. Nessa parede, né, cara? É justamente isso. É, uma coisa que pessoal deixar lá, pelo menos para lembrar da gente, né? [risadas] Tá bom. Mas lembra, cara. E assim, eh, falei que para a gente, aqui em cada casa, mas é como se fosse a primeira, justamente isso, né? Eh, eh, foi o que eu falei bastante aqui, né? Sobre essa essência, né, de a gente conseguir unir ali a técnica da boa construção com a, com a finalidade, com o propósito, né, e a cara da, daquele cliente. Então, então cada um é cada um. A gente tem o mesmo cuidado, o mesmo zelo, como se fosse nossa.
Bacana, cara. Bicho, obrigadão, cara. Fiquei fã, viu, cara. Eu, a gente tinha conversado e por isso que muitas vezes a gente, a gente vai abrir agora essa, essa parte de, de programas extras, porque realmente a gente já monta uma agenda e acaba que não consegue encaixar. E conhecendo a tua história, conhecendo um pouquinho e conversando contigo aqui agora, tu é doido. Às vezes as ideias da gente leva, sabe? E a gente acaba vendo assim: "Pô, cara, esse cara que era para era para estar aqui, ó, há muito tempo." Entendeu? Bacana tua história, cara. Fiquei muito fã. E não é porque eu tô na sua frente, não, até porque quando você sair das portinhas ali atrás, quando a gente vai ver os custos, quando a gente vai ver tudo ali, a gente, a gente fica encantado com cada história de cada pessoa. Por isso que eu digo, eu só trago gente daqui de perto da gente, porque tem muita referência boa.
Muitíssimo obrigado, meu amigo. V um prazer que eu, eu olhava teu, teus podcast assim, os cortes, as coisas e assim, foi legal. [ __ ] Eu nunca, né, assim, veio, veio o convite aí na [risadas] e eu fiquei pensando assim: "Ah, vamos lá." Como eu te falei, né, para mim é mais ruim aparecer assim, mas não é tão fácil, mas pô, gostei demais, fiquei muito à vontade, viu? Pois é, aqui a gente deixa aqui. Quem recebeu o convite aí, pessoal, venha, viu? Venha, porque você não vai ficar com vergonha não. O cara te deixa aqui de um jeito. Todo mundo pensa, tem muita [risadas] gente, mas tem muita gente que não vem justamente por isso aí. Depois que vem, depois de muita peleja, já vê que não, não é nada, é só olhar. Já deixei isso aqui preto para não ficar vendo as câmeras, cara. [risadas] Cara, obrigado, obrigado, Edson. Sucesso aí, viu? A gente fica, já fica anotado aí, viu? A gente pode fazer assim um podcast lá na. E Juanzito, quanto tempo de live? 1:40. 1:40, viu? Rápido, nem nem. Doeu. Parece aquela, [risadas] parece aquela palestra que eu fiz de 5 minutos que pareceu 2 horas lá. Lá no curso, né? Pessoal, ó, a gente tá encerrando aqui o nosso Mesa Cast Express. Então, para você que assistiu, tá? Você pode assistir depois aí, segue a gente no Instagram, segue também, se inscreve aqui no canal, ativa o sininho das notificações para você tá sempre assistindo a gente. Juanzito, estamos indo. Renan tá aqui também nos bastidores. Ele sabe o quanto eu gosto de atender telefone e responder no WhatsApp. É. Mais uma vez, obrigado, cara, e sucesso. E encerrou. Quarta-feira tem Talita Moreira. Valeu.