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Google altera títulos com IA; Fim do Sora; TypeScript 6 e Swift 6.3; StackOverflow para agentes #239

Compilado do Código Fonte TV [OFICIAL]1:32:19

Transcription

Eu sou Gabriel Freud. >> E eu sou Vanessa Weber. E você está no compilado do código Fonte TV. [música] >> Seja bem-vindo a essa edição 239 do Compilado, que contempla as notícias aí do dia 21 de março até o dia 27 de março. Pronto, 27 de março é um dia super especial. É o dia que a Vanessa está fazendo aniversário, tá ficando mais velhinha, >> mais velhinha. Não preciso contar quantas quantas primaveras, né, Gabriel? Deixa para lá. Quem [risadas] quem assiste os nossos vídeos já vai saber aí porque a gente já contou várias vezes. São muitas. >> É, mas também é o dia que o compilado faz aniversário. >> Olha, parabéns pra gente aqui. Sabia que tá completando exatos 5 anos que nós estamos aqui e possivelmente você também aí com a gente aqui no compilado. Então, parabéns pra gente e para toda a equipe que também, olha, tem quem está aqui com a gente desde o início também. aí nessa batalha de trazer semanalmente todas as notícias para vocês e nós dois aqui comentando como loucos. >> Então, se você já tá aqui no compilado há um tempo, diz aqui quanto tempo você acompanha a gente e se você acompanha a gente no Código Fonte TV, diz também, né? O código fonte esse ano tá fazendo 10, compilado, cinco, o código fonte, o projeto 20 anos. Eh, que mais? Aí, vamos parar por aí, né? que [risadas] vai ficando mais velho, né? Mas eu muito feliz de estar aqui com a minha gatinha. >> Hum. Obrigada, amor, >> né? Aniversário dela. Vamos comemorar depois da gravação. >> Nós estamos gravando no dia 27, mas esse episódio está indo no ar no dia 29 de março, né? Então, >> mas não interessa. É hoje, não interessa. É hoje. É hoje porque a gravação é 27. >> Então vamos comemorar aqui. Deixa eu começar já dando um recado, ó. Vamos comemorar com café. Hum. >> A Vanessa não tá podendo tomar, né? >> Por enquanto. >> Eu eu tô no cheirinho do café. >> É, você acompanhou também que a Vanessa teve uns problemas aí, ficou no hospital, então tô muito feliz de estarmos aqui gravando juntos. Mas olha só, a Vero, ela esse mês especificamente também tá com uma edição especial de 7 anos >> também tá fazendo aniversário. Parabéns para Vero. >> Parabéns para Vero. E aí não tem jeito. Eu eu adoro o café do Código Fonte. Sim. Eu tomo o café do código fonte, sim. Mas dessa vez eu preparei essa edição especial. Pode deixar que quando a Vanessa voltar a tomar café vai ter um gatou um desse aí para mim, viu? >> Vai ter um desse só pra Vanessa. Não vou tomar nada. Vanessa que vai tomar tudo, tá? E a gente sempre recomenda porque foi esse café mudou a forma como a gente toma café na nossa vida, né? E olha que a gente já tomava café há muito tempo, né? >> Verdade. [risadas] Eu já falei que o único problema de você aí provar não adianta depois vir com o pai que você vai ficar viciado em café de qualidade. E não tem jeito, viu? Vicia mesmo. Eu já a gente já fez várias pessoas aí entrarem pro clã do café selecionado, viu? Mas a questão não é não é nem viciar o café obviamente tem ali uma parte que vicia, mas o problema é tomar café de verdade. Eu acho que esse que é o glance. Você não vai conseguir mais tomar um café aí normal aí de mercado, esses super ruins, >> o extra forte, né? Aquele que >> que não é café, né? >> Não tem. É café, mas é sabor café. [risadas] Bom, mas olha, tá o gostinho eu não provei, mas o cheiro desse aqui também tá maravilhoso. >> E por que essa edição especial veio até com uma embalagem diferente? Porque esse aqui ele tem 89 pontos. Ele foi campeão do concurso do CocaPec. E esse é, deixa eu ver aqui, é da região da Serra da Canastra. >> Uhum. >> Do Sítio Santa Maria. Então assim, eles aproveitaram, obviamente sempre tem cafés de todo o Brasil aí que eles fazem o coradoria e dessa vez eles colocaram um café ainda melhor, se é que pode dizer isso, né? Esse café foi aí premiado, >> premiado >> e cara, não é incrível, tá? Lembrando vocês também que o café do código fonte também é café vero, tá? É, >> nós nós desenvolvemos o nosso café com eles, obviamente, porque a gente tem muita confiança no trabalho da Vero. E aí você que acompanha a gente já sabe que nós temos também o nosso café. E aí, como funciona? Se você quiser adquirir o nosso café, ele está lá disponível em café.codigofontee.com.br. Tem toda a história ali do que como a gente montou, né, a a ideia do nosso café. Tem muita gente já provando o nosso café. Se você viu aí, Guanabara já recebeu, a gente já mandou para um monte de gente mandinho também, né? Mas o que acontece, você acessa lá, você vai ter um botãozinho para você adquirir e você vai ser direcionado pra área lá do do site da Vero para você concluir a compra. Mas se você também quiser assinar, porque o modelo da Vero é um modelo de assinatura, se você usar o nosso cupom, que é o código fonte lá no carrinho, você faz assinatura, você todo mês vai receber. E aí você pode ser, ó, receber em grão, você pode já receber ele em pó, tá? Em cápsula também você pode escolher. Mas se você usar o nosso cupom, você também leva um café do código fonte junto. Então vai ter a a assinatura do seu café, recebendo lá todo o mês e o café do código fonte. Ou você pode adquirir só o café do código fonte. Fica aí a seu critério. >> Seu critério. E o legal é que se você fizer, por exemplo, uma assinatura anual, você configura. Eu quero 250, 750, 3 kg de café por mês. Configura do jeito que você quiser. Escolhe lá se é em cápsula, se é já em p, se você prefere também ele em grão e você ganha brindes. Então vai além do nosso café, cada mês tem ali um brinde especial. Além disso, na assinatura você também ganha mais brinde, tá? Mas eu vou deixar de surpresa. Você olha lá no site da Verna. >> Então por que que a gente fala bastante do café da Ver? Porque realmente é um produto diferenciado, a gente não consegue mais ficar sem e a gente recomenda de olhos fechados e sempre vem café de altíssima qualidade. >> Agora eu preciso também pedir para você que ainda não acessou pesquisa.codigofonte.com.br para acessar e responder, viu? A nossa pesquisa salarial aqui de deves brasileiros está aberta mais uma vez paraa coleta de dados e a gente precisa da sua participação e não só da participação, como também a distribuição desse link que você compartilhe com outras pessoas para ter o maior número de deves possível respondendo. >> Lembrando, tá na sexta edição. Essa já é a maior pesquisa, a gente já falou isso aqui, já é a maior pesquisa para desenvolvedores brasileiros que tenha no mercado. São centenas já de sites, todo ano tem novidades, tem perguntas novas e esse ano também vai ter novidade no site. A gente vai começar a estabelecer rankings também de vários de alguns insightes que tem ali agora. Vão ter rankings também e tá aberto, tá? Vai no site lá pesquisa. Cógicofoncodigofontee.com.br. Engasquei. Tomar mais um café aqui. >> Mais um café. Mas vai lá, responde >> agora. Sim, a minha dição está perfeita. [risadas] >> Melhorou. Então vou deixar falar. Vai, Gabriel. >> E aí você acessa lá. São 6 minutinhos. São perguntas, tem perguntas novas sobre inteligência artificial, sobre área de atuação, sobre salários, sobre setor de atuação, eh uso de ID, uso de frameworks, cara, tem de tudo. Uhum. >> E aí você responde lá, com certeza isso ajuda bastante o nosso mercado, tá? Muita gente já se baseia com informações que tem ali. E tem coisas que realmente, eu até escrevi isso no LinkedIn esses dias, tem coisas que já viraram, já mudou o mercado do ano passado para esse ano do uso de inteligência artificial. a gente quer muito explorar isso. Então, daqui a pouco o resultado sai, então aproveita para responder e a gente faz um vídeo também especial analisando vários desses insightes também, tá? >> E vamos embora para as notícias. O Google confirma que está alterando títulos de páginas nos resultados de pesquisa. >> Você chegou a ver essa notícia? Olha só que louco. É engraçado que há alguns anos atrás isso já me levantou essa bola falou assim: "Pô, mas se vou ler a notícia, tá? Mas se eu boto um título na minha página, por exemplo, que não é até tão atrativo, mas o conteúdo é bom e se no resultado da pesquisa o Google tornar o título bom para mim, ele vai aumentar a minha taxa de conversão. Eu acho que é isso que ele tá fazendo, ó. >> É, a intenção é boa, mas eu consigo enxergar problemas. O Google iniciou um experimento limitado que usa IA, obviamente, né, para reescrever títulos de notícias diretamente nos resultados da busca. A prática que já era aplicada no feed do Google Discover, agora chega aos tradicionais links da busca orgânica. Bom, aí realmente eu acho que tem problema, né? Segundo a empresa, o objetivo é tornar as manchetes mais relevantes para as consultas específicas realizadas pelos usuários e aumentar o engajamento com os conteúdos exibidos. Ou seja, o Google tá fazendo >> clickbait. >> Clickbait. [risadas] >> Mas e se ele resolver fazer isso com os vídeos também? >> É. >> Pois é. No entanto, na prática, a automação tem causado distorções graves no contexto original das matérias jornalísticas. Um exemplo crítico envolveu o portal The Verg. Uma análise negativa sobre uma ferramenta de A, originalmente intitulada como um teste que não ajudou o autor em nada, foi reduzida pelo algoritmo apenas ao nome do produto. Essa alteração inverteu completamente o sentido da frase, transformando um alerta de que o produto era ruim em algo que parecia uma recomendação de uso, >> viu? Eu não falei que eu via problemas? Ya. >> Eh, editores e produtores de conteúdo expressam forte preocupação com o impacto dessa intervenção na integridade da voz das marcas e na taxa de cliques. O Google afirma que esse é um teste pequeno e restrito, focado em facilitar a compreensão de detalhes dos tópicos e reforça que ainda não há planos para uma implementação global definitiva. Embora a empresa já realize ajustes técnicos em tags e títulos há anos para fins de SEO, o uso de IA para alterar o tom e a intenção das manchetes é visto como um novo risco para o ecossistema de notícias. A mudança ocorre em um momento em que veículos de mídia já enfrentam quedas severas no tráfego vindo de buscas e uma maior interferência das plataformas na distribuição e na forma como o conteúdo jornalístico é consuído e é ih, meu Deus. é consumido pelo público. >> E aí, o que que você acha disso? Será que eles já alteram isso há anos? Acho que título, eu não lembro disso ter acontecido. >> Eu acho talvez tag. >> Agora você acompanha a gente aqui, você já viu a notícia em que a gente já falou, acho que no no código fonte que o próprio Google já divulgou que hoje por conta da IAG cerca de 60% ou até mais era mais 60% das buscas elas são zero click searchs, né? que eles chamam, ou seja, ela gera ali um resumo no Gemini e aí às vezes a resposta já tá ali e as pessoas simplesmente não clicam mais eh nos nos links que estão ali. Eu acho que isso é uma tentativa do Google de tornar os links mais atrativos, porque não tem como, eu acho que nesse momento não tem como ele tirar o tal do resumo. Me diz aí se você já acostumou com um resumo do Google. >> Já. Olha só, por exemplo, esses dias mesmo eu tava fazendo dever de casa com meu filho e tinha lá qual é a população da cidade onde você mora? Qual é a população do estádio onde do estado onde você mora? Eu não cliquei em nada. A gente bota isso no Google, aparece lá na no resumo, pronto. É comum, não tem necessidade de consultar nada além disso. A informação que eu queria tava ali no resumo. >> Isso já existia antes, quando você, por exemplo, usava a caixa do Google para fazer uma conta, usar ele como calculadora. Isso já funcionava. >> Letra de música, letra de música já tá um tempo. Isso também já prejudicou, né? >> Então essa coisa de letra de música é o equivalente hoje ao que o Gemini tá fazendo com tudo. >> É. >> Então quando você ia buscar eh algum alguma música, alguma coisa, ele já mostrava a letra. Se não me engano, ele ele pegava sempre do lyrics match. Eu eu sei isso porque eu já trabalhei em sites de música. Então ele pegava isso e na época caiu a audiência dos sites de letra justamente por causa disso, ó. Provavelmente o Vagalumbre, o Letras lá do Cifra Club e o Letras do.br também, que é o que eu trabalhava, eh caiu muitos acessos só por conta dessa atitude do Google. >> Uhum. >> Agora a gente tá vendo isso com qualquer assunto, né? E isso de certa forma o Google está investindo para ir a responder, mas ela não ganha porque muitos sites monetizam também com banners. E esses sites muitas vezes às vezes tem assinatura, às vezes eles ganham, né, geram receita por algum outro meio. Dessa forma, o Google meio que tá matando esse modelo de negócio. >> Uhum. >> Fazendo isso. Eles sabem disso. E aí eu acho que essa é uma forma de tentar ajudar, tentar reverter. Mas aí é, OK, entendo esse ato aí de tentar ajudar realmente tentar ficar mais interessante os títulos, mas aí cai no problema do que aconteceu aqui, né? Eh, realmente fazer um bait ou trocar totalmente a intenção daquele artigo, daquele conteúdo que tá sendo apresentado ali para levar a pessoa até lá. Então é difícil, né? Porque se eu, Vanessa, escrevi algo de minha autoria, eu quero colocar o título que eu acho interessante. E às vezes, ok, eu tô, eu achei interessante num sentido de SEO, de que as pessoas vão buscar, mas às vezes é a minha opinião, eu preciso, eu quero deixar aquilo ali, independente de quem, de quantas pessoas irão ou não acessar, né? Eu eu acho que nesse caso, ao invés do Google intervir nisso, o Google poderia disponibilizar ferramentas para ajudar a na melhoria disso durante a edição, como acontece no YouTube. Eu não sei se você sabe, quem produz pro YouTube já sabe, o YouTube tem agora um teste EAB para thumbnail. Então você consegue, isso aí é algo que a gente aqui já queria usar muito tempo. Você pode subir até três thumbnails e aí aqui tem a maior taxa de clique depois de um tempo lá, às vezes leva um dia, leva dois dias, ele eh deixa lá qual é o vencedor e aquilo torna-se padrão. Agora ele tem isso também para título. Isso já é um um pouco mais novo, pelo menos no nosso canal apareceu um pouco mais de tempo. E você pode fazer a mesma coisa. Você tem três títulos que você pode definir. Se, por exemplo, eu defino um título principal e o próprio Google sugere outros títulos com IA, eu poderia colocar: "Ah, isso aqui é legal, OK? Ah, isso aqui tem é é relevante" ou não, gera um próximo? Ou seja, eu acho que isso é muito menos eh invasivo nesse sentido do E ele não faz isso por enquanto, tá? >> Uhum. >> É, porque o problema seria como fazer isso, uma vez que ele sugere isso depois que ele viu o seu conteúdo, né? não teria ou não sei criar uma tag nova lá onde você conseguisse colocar mais de um, né? Uma coisa no caso do Google e para site você tem ferramentas como que era o antigo Google Web Masters, que é que é um console onde você controla como o Google te indexa, tá? Então o Google poderia ter ali de alguma forma algumas indicações ou algumas sugestões do tipo, nós verificamos que o seu site tem títulos que podem ser alterados ou melhorados, vamos dizer assim, você nos autoriza? Você pode passar sim, não, sim, não, sim, não. E >> aí ele faz esse trabalho aqui >> que aí vai ter a nossa validação, né? O autor vai poder não é isso mesmo que eu quero dizer. OK, você falou de uma forma um pouquinho diferente, tá válido. >> Então é é que isso aí cria um atrito e cria uma barreira humana. para poder fazer essa autorização, mas eu acho que isso é menos invasivo. Uhum. >> E vai gerar menos distorções. >> Como eles querem fazer isso meio que automático de uma vez para todo mundo, até porque nem todo mundo usa também esses painéis do Google, né? Então diz aqui nos comentários, por exemplo, se você trabalha com SEO, se esse tipo de coisa te atrai ou simplesmente eh pode te atrapalhar. Mais uma notícia aqui. Vou ter tomar um pouquinho de café. Pode, >> pode. Eu espero. [risadas] >> Ah, o Banco Central defende que cybersegurança precisa sair da TI. Acho que esse é um assunto deveras importante, não só porque o Banco Central tá sugerindo, mas para uma discussão maior entre as empresas também, né? Vamos, vamos tentar entender qual é a motivação disso aí, ó. O Banco Central estabeleceu uma nova diretriz estratégica para o sistema financeiro. A segurança cibernética deve deixar de ser um tema restrito aos departamentos de ITI para se tornar uma prioridade de governança institucional. Durante o evento Febraban SEC 2026, o regulador enfatizou que o modelo atual, onde a segurança é tratada como uma subdivisão técnica, é insuficiente diante da sofisticação das ameaças digitais. A orientação agora é que o tema suba para o nível de conselhos e diretorias, integrando proteção de dados, prevenção de fraudes e governança de inteligência artificial em um único ecossistema de redecia corporativa. Com o Pix representando mais da metade das transações no país, a segurança digital passou a ser vista como um fator crítico para a estabilidade e a confiança de todo o sistema. Essa mudança de patamar é baseada nas resoluções CMN 5274 e BCB 538, que atualizaram o marco regulatório para uma abordagem muito mais rigorosa. Agora, bancos e Fintec precisam demonstrar uma governança comprovável com adoção de controles mínimos obrigatórios e capacidade operacional clara de respostas a incidentes. O Banco Central já trabalha em um projeto com 16 iniciativas regulatórias previstas para 2026, focados em reduzir a distância entre a norma no papel e a execução prática nas instituições. O desafio pro setor será promover uma mudança cultural onde a cybersegurança deixe de ser vista como um custo técnico e passe a ser entendida como uma estratégia vital de conformidade e sobrevivência no mercado financeiro nacional. Olha, confesso que eu até fiquei surpresa com esse último trecho aqui, onde a gente fala que o desafio vai ser promover a mudança cultural de cibersegurança dentro das empresas financeiras. Olha, eu sei que é um desafio imenso as empresas verem a cybersegurança como um investimento e não como um gasto. Agora, dentro do setor financeiro, ele era o único que eu imaginava que não seria desafiador. E na verdade é, >> é, eu, >> olha só, >> pode ser que a gente num primeiro momento, acho que para mudar essa parte cultural, eu acho que pode ser que o termo cybersegurança tem que tem que mudar, porque cyber vai sempre tá relacionado ao ao mundo virtual, >> ao digital, a tecnologia. Então a a gente tem que mudar um pouco isso, porque para quem é de fora e ouve esse termo, vai achar que, ah, é coisa de computador, ah, é coisa de ataque no WhatsApp, é coisa e realmente não é. Se a gente olha hoje e o o Banco Central, eh, a gente tá vendo essas notícias aí também de ataque ao Pix e aconteceu recentemente novamente, né, com um banco, com a conta reserva do do BTG, né, obviamente que isso é ataque a sistemas digitais, né, mas muitas vezes o gatilho para isso acontecer, não tô falando que é esse caso não, mas outros casos vem de problemas de comunicação, uma coisa que é utilizada como fora do mundo virtual, lembra do teve um dos casos aí que simplesmente, ah, me passa a senha aí, isso foi >> foi num num barzinho, né? >> Então, >> ou seja, a ponta fraca não era o sistema em si, a segurança do sistema, era o usuário do sistema, né? >> Então, eu concordo sim que a cybersegurança ela tem muito de fora do do mundo virtual, do mundo digital. Então, não acho que não faça sentido eh o que o Banco Central está propondo. Agora, se a gente olha num campo mais amplo para cersegurança hoje em 2026, em tudo que a gente tá vendo de melhoria ou posso dizer de investimentos que estão estão sendo feitos em inteligência artificial e que isso a gente tem visto a olhos nus aí o aumento também da vulnerabilidade dos sistemas. Você acompanha aqui, a a gente aqui a gente faz um compilado com poucas notícias. Geralmente a gente fala duas, às vezes três notícias por semana, mas muito mais coisa e muito mais pr de segurança acontecem >> todo dia, toda hora e que a gente nem traz aqui. >> Uhum. Pois é, eu entendo a sua colocação, né? Porque ao mesmo tempo que a cybersegurança ela vai muito além da tecnologia ou do setor de tecnologia, ela é crucial ser tratada também no setor de tecnologia e principalmente nele. Então, OK, tem a empresa tem que conseguir elevar o nível da prioridade desse tipo de de atitude e do investimento que é feito na parte de segurança, mas eu eu não consigo ver o como deslocar isso de uma subárea da tecnologia para descolar. Então, mas eu eu não acho mais que nem que é subiária. Por exemplo, há muitos anos atrás, no anos 80, 90, existiu o departamento de informática. >> É o departamento de processamento de dados. >> De processamento de dados de informática. Cada empresa tinha um nome e isso era um departamento auxiliar ao processo da empresa, né, ao negócio da empresa. Muita gente hoje já abstraiu isso, fal assim: "Não, agora a empresa é tecnológica, toda empresa precisa ser tecnológica". Então não existe mais aquele papel especificamente do departamento de, né? Agora a gente fala TI, por exemplo, acostumamos a falar TI, tecnologia da informação, né? Então, eh, informação, as empresas tratam de processos e informação e a tecnologia é o meio disso. Que empresas hoje não têm isso, né? Eh, tudo bem, você pode até ter uma empresa, uma indústria, aí tem um CPD, tem esses papéis, mas muitas vezes a tecnologia tá em tudo. Você vai qualquer processo hoje, qualquer salinha que você entra dentro de um de um escritório, de uma indústria, tem computador, tem rede. E antes, por incrível que pareça, a gente pode até imaginar, não, mas não era assim. muito da comunicação dos processos dentro eh dentro das empresas era papel, era máquina de escrever, era, né, era carimbo, era esse tipo de coisa. E aí foram se automatizando, colocando eh software, planilhas para controlar isso aos pouquinhos. E hoje a gente vive em outro mundo. Por que que eu tô falando isso? Porque eu acho que cybersegurança, eu acho que tá acontecendo o mesmo movimento que dos departamentos de informática, de processamento de dados. Acho que vai acontecer isso. Então, cybersegurança pode ser que realmente seja um movimento de sair da área de TI e virar realmente um uma parte estratégica do negócio. Uhum. >> Entendeu? Esse que é o que é o ponto. Da mesma forma que aconteceu isso com o TI e hoje tá pulverizado, a cybersegurança tem que pulverizar no negócio como um todo. Eu acho que aí sim isso vai mudar a parte cultural. Quando você entra num departamento de RH, você vai entrar num num departamento contábil, sei lá, algum alguma coisa diferente. Quando você fala de cybersegurança, esse que é mudança cultural, você fala de cybersegurança, a pessoa fala assim: "Não, fala lá com o >> o rapaz do TI, o >> o pessoal lá da o pessoal lá do computador." >> Aham. >> Né? Pois é, esse tipo de cultura e a pessoa a pessoa meio que se exime disso, ela não se afasta disso, não. Eu não tenho nada a ver com isso. Aí toca o ramal dela e alguém eh mandando uma informação. Olha, eu te mandei no e-mail aí um link aí para você olhar. >> Ah, é para atualizar a senha de acesso. >> É, baixa aí o relatório aí agora que é uma diretriz nova aí da empresa. Aí a pessoa abre o e-mail, toca no link e aí pronto. E ela não tem nada a ver com segurança, [risadas] entendeu? Entendeu? Mais ou menos a a associação que eu tava querendo fazer. Por isso que eu acho que é esse modelo que o Banco Central está dizendo, eu acho que pode ser um uma semente para algo maior aí. Eh, não só paraa área financeira, tá? Mas para as empresas e negócios como um todo. Não, não acho que seja ruim, não, cara. Não, também acho que não. E eu consigo entender. Eu acho primordial que isso seja algo maior, mas eu ainda acho que tá muito ligado à área de de tecnologia e e tem que ser também. Eu acho que uma coisa acaba não eliminando a outra, né? >> Mas tecnologia tá em tudo. >> Uhum. >> Como é que você hoje >> tira tecnologia do dos departamentos, das >> examente? É justamente por isso que é impossível. Então aqui na olhando pelo nosso lado de desenvolvedores, a gente tem que ter uma preocupação monstruosa com isso, porque nós temos que blindar ali os sistemas, os acessos, quem é da área de devopsoud eh nós é que temos que cuidar para que nada disso seja acessado de forma indevida, mas realmente tem que ser amplo. A gente não consegue, por mais que a gente faça 100% seguro, que é impossível, não tem como fazer, se o usuário não tiver esse tipo de preocupação, nada de antes. >> Pois é. E e na nossa área é tudo muito frágil. A gente tá a um ponto e vírgula de quebrar um sistema. A gente tá a um tab errado num yemel para quebrar ali a criação de um contêiner de um às vezes alguma coisa que vá defender um sistema. Então, olha como é que >> ou uma senha fraca de um ataque. Pronto. >> É. [risadas] ou a um acesso a um ponto da vida ali que pode destruir tudo. Então a gente ainda é o o elo fraco, mas as outras áreas também são. Então deixa a gente discutindo sozinho, senão que eu falei aqui não faz sentido nenhum. [risadas] Comenta aqui pra gente saber, tá? >> E a Open Ai que resolveu acabar com o gerador de vídeos Sora. Que surpresa. Pode nem tanto, vai. >> E um movimento inesperado. A Open AI anunciou o encerramento do Sora. Mas olha só, a gente a gente falou semana passada que ela ia focar em outros projetos, >> mas eu não achei que ela ia descontinuar tão grand, >> pelo menos não sora, né? >> É a sua, é que é a sua ferramenta de geração de vídeos por IA que viralizou globalmente. Foi ela que conseguiu fazer o Will Smith comer um macarrão decente, né? É. O comunicado oficial publicado no ex pela equipe de desenvolvimento confirmou a descontinuação tanto do aplicativo voltado ao consumidor final quanto das APIs. A decisão marca o fim de uma trajetória curta e intensa que começou com demonstrações ultra realistas em 2024 e culminou em um aplicativo social com dinâmica semelhante ao TikTok. De acordo com o Wall Street Journal, o CEO Sultima comunicou internamente que a medida faz parte de um plano para simplificar a operação da empresa, focando em esforços em robótica e agentes de A possível abertura de capital. >> Hum. O impacto financeiro da decisão foi imediato. Com o fim do projeto, a Open perde um acordo bilionário com a Disney, que previa o investimento de 1 bilhão de dólares para a criação de conteúdos com personagens da marca. Analistas apontam que além do custo computacional proibitivo para manter a geração de vídeos em larga escala, o Sora enfrentava dificuldades de retenção e críticas éticas ligadas à criação de deep fakes. Enquanto concorrentes como Google e Runaway avançam no setor, a Open optou por recuar para consolidar seu núcleo de pesquisa e codificação. A empresa ainda não divulgou o cronograma exato para o desligamento totalas, mas confirmou que as funcionalidades de vídeo também serão removidas do chat GPT, encerrando sua atuação direta nesse segmento. >> Pois é, então por isso que eu falei, concorrência é >> con Nano Banana dando dando show. Aí se bem que Nano Banana é pra imagem, né? >> É, não é para vídeo, né? Mas tem vários para vídeos aí, vários concorrentes. Mas de qualquer forma foi o que a gente falou assim, não me surpreende 100% porque a gente já tinha ouvido da empresa falando que ela ia focar na área de desenvolvimento, nos agentes de IA, então acaba que o movimento faz sentido. Só ficamos ali um pouco surpresos pelo pela a fama que o Sora já tinha, né? Até porque fechou um acordo bilionário com a Disney, mas com certeza 1 bilhão, 1 bilhão de dólar nesse mundo de A é muito pouco. Pois é, >> isso não é nãoamos. >> É, então isso não era o suficiente para manter nem esse projeto no ar, >> mas a concorrência eh dos que tem de os que tem aí de de fora com tanto Google e quanto outros também, se eu não me engano até o o Grock agora vai começar a investir mais nessa parte de geração de vídeos, justamente porque vai criar um gap ali no mercado. Eu nem sei se é um gap tão grande, >> mas não deixa de ser. E como a gente viu que Antropic já avançou muito nessa parte de codificação e não tem jeito, por mais que pessoal falar gerar vídeo vai substituir ali as produções de Hollywood, etc, o que tá dando mais resultado nesse momento pra inteligência artificial é o o uso na programação. E nisso, sim, a Openai tem ali as suas iniciativas, mas Antropic de janeiro para cá ela virou, a gente já fal mostrou isso no Código Fonte, tem uma boca de jacaré e o Cláudio avançou demais, é o Open não tá conseguindo eh >> não tá conseguindo acompanhar. Então a mudança de foco tem, eu acho que nisso, toda vez que você tem uma empresa e você tem várias iniciativas, vários projetos, a gente fez MBA em gestão empresarial e eu lembro que eu foi um banqueiro lá dar uma palestra, ele falou assim: "Não, nos negócios que a gente tem que olhar, a gente tem que olhar sempre quem é a vaca leiteira do do dos negócios da empresa. aquilo que só suga, só suga dinheiro e você eh ou mantém por estratégia ou você em algum momento vai ter que tirar aquilo porque aquilo vai começar a prejudicar os outros negócios, né? Então eu acho que nesse momento até para porque eles têm a intenção de abrir ali eh fazer a IPO da Open AI, não sei se isso vai ser bom pra empresa, tá? Ten um pouco minhas dúvidas, mas provavelmente eles falaram: "Poxa, se a gente faz IPO com uma vaca leiteira muito grande, com certeza os investidores vão falar: "Cara, >> não vale a pena", >> não é tão atrativo assim. >> Então acho que eles estão querendo ali já dar uma limpeza, vamos dizer assim, no que tá dando mais resultado antes de abrir a IPO para justamente ter algo mais consolidado, um pouco mais seguro aí para os investidores, porque a partir do momento que abrir a IPO, eles vão vão ter que responder aos investidores. >> Uhum. é obrigatório, vai ter que ter comunicação e qualquer deslize da empresa, isso reflete depois no valor de mercado dela. Então, por enquanto o Sultima joga lá o valor para 700 milhões, ele quer que a empresa bilhões, né? Ele quer que a empresa vale a 1 trilhão aí, mas isso é o mercado que vai dizer quando abrir, né? Não é algo automático. E qualquer deslize que aconteça, ah, o Sora não deu certo. Imagina se eles fazem IPO e depois descontinuam o Sora. >> Uhum. já comida pouco tempo, >> é, já com a o capital da empresa aberto, com certeza, cara, ia despencar >> bastante, né? >> Então, é importante eles fazerem essa limpeza antes, né? E de fato criação de tanto de imagens quanto de vídeos ainda esparra muito nesse problema de deep fakes, direito autoral. Então tudo isso ainda tá nebuloso aí nesse momento e ninguém sabe muito bem até que ponto é aceitável, não é? Não tem uma legislação, não tem >> para código pessoal já cagou. Já já código, gente, já foi, ferrou, deixaram agora pra imagem mais, >> é um pouco mais complicado, [risadas] né? >> Diz aqui, comenta aqui para mim o que que você acha, se você era usuário do soro, se você vai sentir falta ou >> aproveita aí, gera um último vídeo lá porque daqui a pouco não vai dar mais, viu? Totus lança linha, aposta em inteligência artificial especializada pro mercado B2B. >> A TOTS brasileira, né, todo mundo conhece, apresentou o LIN, tá? LNN é que eu sou, é o seu novo foundation de inteligência artificial voltado pro mercado B2B com uma proposta bem diferente do hype aí de IA genérica que a gente vê por aí. Em vez de apostar em ADI, o LIN é baseado em artificial narrow intelligence, ou seja, uma IA especializada em tarefas específicas com forte domínio de contexto empresarial. Na prática, ele funciona como uma uma infra para criar agentes de altamente focados que se conectam diretamente a sistemas como um RP e plataformas de gestão. Isso significa, por exemplo, sair do chatbot genérico e partir para automações reais dentro do core do negócio, como validações, análises e execução de processos. >> O grande diferencial do LIN está na escalabilidade e no foco em ambientes críticos, onde precisão e governança são obrigatórios. A empresa está se propondo a entregar agentes que desempenham tarefas que melhoram os resultados dos clientes. Vale destacar que isso abre espaço para uma expansão do mercado indressável, já que a companhia passa a atuar como TAS, uma Teskas Service, um modelo de negócio no qual tarefas empresariais são delegadas a agentes de A que podem ser contratados sobre demanda. Esse movimento posiciona o LINIM como uma peça estratégica na evolução do software corporativo, aproximando a IA da operação real das empresas e não só da camada de interface. Verdade, né? a gente vê muito a IA Generativa nessa interface ali no último momento de comunicação. E as empresas para utilizar ali, ter valor de fato com o resultado da IA, precisam que ela esteja numa camada um pouco mais abaixo e principalmente precisam do que nós falamos ali, da parte de governança e da segurança dos dados, né? Então isso aí é fundamental. E se você parava para pensar, por exemplo, tem muita empresa, obviamente, adotando inteligência artificial e e usando esses modelos genéricos e criando camadas para você criar ali as suas regras de negócio, vamos dizer assim, né? >> Ou as suas especializações ali, né? >> As suas especializações. Se a gente olhar um pouco lá para trás, a ideia era justamente essa, você pegar, você treinar modelos específicos, que é essa tal do do foundation. Se você cria modelos grandes, eh, específicos para tarefas, com certeza o modelo fica muito mais especializado e aí você tem menos trabalho, vamos dizer assim, para você criar esses guard raios, esses agentes, os modelos já tão, já são especialistas, né, em negócio ou naquilo que ele tá se propondo a fazer. Então, acho a iniciativa assim, pô, uma iniciativa para uma empresa brasileira, eu acho excelente. Com certeza vai ter excelentes resultados aí, justamente por conta dessa premissa da Foundation. E se a gente navega aqui na página, a gente consegue ver que ela já está indo ali para várias áreas de atuação, porque a Totus é atua >> basicamente atua em todos. Verdade. É difícil achar uma área que não tenha totos. Então, olha só, agro supermercados educacional, varejo, logística, saúde, tem de tudo, né? Eu lembro que a gente já vai há vários anos aí no no universo Totos e eu lembro alguns anos atrás a gente chegou até entrevistar um dos responsáveis por Iá da empresa e ele já tinha isso, né, que as as empresas já estavam demandando o uso de inteligência artificial e eles já faziam esse trabalho de treinamento específico ali para as empresas. Hoje em dia a gente fala de de Hag, a gente fala de MCP, né, que são tecnologias, querendo ou não, são a evolução daquilo que se tinha alguns anos atrás, né? Eu acho que o LIN acaba sendo isso, é a evolução, é para trabalhar justamente com a parte de agente, que é extremamente importante e passa a ser um TAS, né, que agora também a gente tá super habituado a ver tudo como serviço. Então você tem infraestrutura como serviço, você tem eh aplicações como serviços e agora também tem aqui as tesques como serviços, né? Bem interessante. Vamos continuar acompanhando aqui o desenvolvimento do LIN e eu quero ver isso funcionando também. >> Mas eu vou aproveitar, eu vou deixar um link na descrição se você tiver interesse e conhecer um pouco mais a fundo, né? Mais do que a gente falou, o site, acho que o Gabriel até mostrou ali um pouquinho, mas tem o link na descrição do episódio para você também acompanhar. GitHub passará a treinar copilot, sabe com quê? Com os dados de usuários. Hum. Ó. Então, a gente já tinha levantado essa bola para Antropic, >> porque Antropic já tinha modificado os termos de uso para fazer isso e eles mesmo assumiram, tá, que ia fazer isso, mas era só para usuário free, né? >> É, se você é um usuário enterprise e não cai nesse plano, o que vai acontecer também com Copalot, tá bom? >> É, não, não, mas no caso do Antropic não era free não, acho que era o free e o e o plano lá, >> os planos mais básicos acabam entrando automaticamente. >> Vamos ver. Eu acho que eles estão ficando sem dados, ó. Vamos ver aqui. O Gitub anunciou uma atualização importante, sua política de dados que permitirá o treinamento de modelos de IA a partir das interações de seus usuários. A partir de 24 de abril de 2026, tá chegando, hein? A plataforma começará a col menos de um mês, hein, a plataforma começará a coletar informações como trechos de código, comandos enviados a IA, sugestões aceitas e o contexto geral do ambiente de trabalho. Contexto geral do ambiente de trabalho. Que que que que se vê isso? Né? Ficou muito amplo. >> É. Segundo Mário Rodriguez, diretor de produtos do GitHub, o objetivo é fazer com que o Copilot compreenda melhor os fluxos de desenvolvimentos reais, entregando sugestões mais precisas e seguras. Mas para quê? Para terceiros que estão [risadas] >> entregando para outras pessoas. >> A mudança afeta globalmente os assinantes dos planos. Olha só, free, pro e pro plus. A gente pode falar pro Pro de professional e Pro Plus, operando em um modelo de exclusão voluntária, o que significa que a coleta será ativada por padrão para todos os usuários dessas categorias. Provavelmente você vai ter que criar um arquivinho lá do no teu projeto, tipo um tipo um um ponto um gitubli >> não [risadas] tem como você desativar, viu? >> Aonde? >> Nas configurações do copilot do É isso aí. Embora a medida busque aumentar a eficiência da ferramenta, a decisão gerou debate sobre privacidade, já que a coleta pode incluir fragmentos de repositórios privados caso o desenvolvedor esteja usando Copalot neles. Estão isentos dessa nova? Caso é óbvio que vai [risadas] >> caso. Eu eu eu tô

Com o meu VS Code aberto ali no computador. Tem duas instâncias abertas e cada um num repositório privado.

>> Então já era, Gabriel. Desmarcou, não desmarcou. Hum. Já foi. [risadas]

Então voltando aqui, ó. Estão isentos dessa nova política os clientes dos planos Business e Enterprise, além de estudantes e professores que utilizam COPALT por meio de programas educacionais verificados.

>> Pô, deixa os estudantes, os tem que incluir os estudantes, cara. Estudantes, então eles estão estudando, estão aprendendo. Usando Copal não precisa do dado deles, deixar não tem código de qualidade. É, então deixaram de fora eles. Bom,

>> para quem deseja manter a privacidade, o GitHub disponibilizou uma opção nas configurações que permite desativar o compartilhamento de dados para treinamento. A empresa reforçou que se o usuário já havia desativado anteriormente a coleta para melhoria de produtos, essa preferência será respeitada e migrada de forma automática para a nova configuração de privacidades.

Então, pelo menos, eles vão respeitar se você já colocou. Mas se não colocou e não quer, já marca de uma vez, viu? Já vai lá e aproveita.

>> Olha, vou te falar, eu vou

>> esquecer dia 24 já era, viu?

>> Eu vou É, pois é. Então, eu vou fazer uma uma crítica aqui, pô. Se a empresa precisa, que ela, OK, atualize os termos de uso, mas que não ative por padrão.

>> Mas aí é que vem o pulo do gato deles, né? Ué, porque se eles perguntarem, a maioria das pessoas vai dizer que não. Se ele só atualiza gente, ninguém lê. Ah, atualiza. Vamos combinar. Bota lá, nós já atualizamos aqui os nossos termos de leia, confere, você vai lá e tique, porque eles não vão dizer que só alteraram isso. Vai vir um catatal de coisa alterada.

>> É menos de um mês para isso acontecer. Eu sugiro deveras aí que todos os desenvolvedores desativem, tá? Se você quiser compartilhar, não tem problema. Não tem problema. Compartilha. Aí eu vou eu vou fazer um videozinho ensinando a desativar isso, tá?

>> OK. Justo,

>> não é? Agora a crítica aqui vai ao GitHub, mas vai também as outras, porque você vê que o mesmo, ó, antes da gente começar a notícia e ler, o mesmo tipo de coisa que o GHub tá adotando agora, a Antropic já está adotando. Uhum.

>> Então eles vão fazer isso. Para quem é business Enterprise, OK falar é porque poxa vida, obviamente eles estão em planos pagos por empresas, então tudo que é utilizado lá já é proprietário,

>> tá? Mas eles levam então por padrão que o Pro Plus usa usa usa código para brincar e que não tem problema, entendeu? Uhum.

>> E e o que não é não é verdade. Tem muita gente que não não tem necessidade até de ter o business. Trabalha num negócio, trabalha numa empresa, não tem necessidade de ter o business, porque às vezes

>> às vezes o o time é pequeno, entendeu? Ou às vezes, não sei, cada um tem uma realidade, mas o lance de ativar por padrão é ruim. Inclusive, inclusive você vê essa a lei Fel e o ECA digital que colocaram, quando o usuário não está não está autenticado, a privacidade é ativada no mais nível

>> no no nível mais alto de todos,

>> mais alto. É, por padrão.

>> Uhum.

>> Né? Eu acho que tem

>> é o que tá diz a lei. Mas eu ia falar, se ainda fosse só no plano free, você até ainda tinha uma certa desculpa ali, né? Pô, você não tá pagando nada, minimamente eu usarei seus dados, mas não, né? Tem mesmo nos planos, nos planos pagos, isso ainda existe.

>> Mas é igual as plataformas. Agora você assina Netflix, Prime, Disney e você tem um modo com anúncio e se você quiser sem anúncio, você paga mais caro, ou seja, você tá pagando para ter anúncio.

>> É. E na hora que você contrata não ficava tão claro, né? Principalmente a gente que já tem assinatura há mais tempo. Para quem já era assinante teve que engolir isso automáticamente direito.

>> Pois é. O que que você acha disso? diz aqui pra gente. Vamos ver o que que vai ter aí.

Typeescript 6.0 prepara transição para compilador em Go.

A Microsoft lançou o TypeScript 6.0, marcando aí o encerramento de uma era como a última versão principal construída sobre a base de código original em JavaScript. Esse lançamento funciona como uma ponte estratégica focada em preparar o ecossistema de dev typesript 7.0. A gente já falou sobre isso aqui no compilado, é uma reimplementação completa do compilador e do serviço de linguagem de escrita em GO, tá? O objetivo dessa mudança estrutural conhecida internamente pelo projeto de Project Corsa, pô, podia ter outro nome, né? Corsa. Corsa a gente sempre lembra [risadas] aqui do carro Corsa

>> é oferecer um salto que não é tão bom, né? é [roncando] oferecer um salto de desempenho até 10 vezes superior, aproveitando o processamento nativo para acelerar significativamente o tempo de compilação em projetos de grande escala. Por isso se chama Project Creta. Gente, vou ter que abrir um parênteses aqui que nós já tivemos corça, tá? E a gente não foi muito feliz com o nosso. Não sei, mas se você tem e gosta, que bom. Mas a gente guardou um problema no coração aqui. Gabriel está aqui desabafando.

>> Nunca me dei bem com meu corcinha. É,

>> para facilitar a migração, a versão 6.0 zero, introduz a flag stable type ordering, que permite aos desenvolvedores antecipar e ajustar o comportamento de ordenação de tipos que será o padrão na futura versão nativa.

Então, ainda te dá a opção de você escolher aí depois que migrar já era.

>> Já era. Além dos ajustes de infraestrutura, a atualização traz melhorias práticas, como o suporte de novos módulos do Node JSs, recursos na biblioteca padrão e a introdução do import de Defer para otimizar a inicialização de aplicações pesadas. O lançamento também estabelece diversas depreciações críticas, incluindo o suporte para target e script 5 US e a resolução de módulos Node 10, sinalizando que ferramentas legadas serão removidas na próxima grande atualização em prol de maior segurança em velocidade. Daniel Rosen Wasser, que é gestor de projeto, reforçou que a adoção da versão 6 é essencial para garantir uma transição suave para o novo motor de alto desempenho. O cronograma indica que o Typescript 7 está próximo da conclusão e já possui prévias disponíveis para testes em editores como Visual Studio Code.

>> Então, em breve aí teremos um uma quebra no Typescript, não agora nessa versão seis, mas a partir da versão 7. E é bom já ir atualizando, porque você vê que a gente falou do Laravel, ele também, por exemplo, no na semana passada, ele já tá ali com uma versão mínima do PHP. que muita gente ainda nem pegou.

>> E isso vai acontecer nesse ambiente aí de node. Se você trabalha com isso, node React, você vê que a atualização é constante, como aconteceu, por exemplo, a gente falou do Java 26 na semana passada, a mesma coisa também, eles estão removendo finalmente a coisa do applet. Então, se você usa applet, por favor, pare. [risadas] Pelão,

>> provavelmente já não usa há muito tempo, mas eu digo que toda vez que você vai avançando com o o número ali da as versões, é muita coisa você tem que remover. Muita coisa só avança removendo o código legado antigo.

>> Pois é, é até o caso aqui do Script, né? Eu acho que hoje já é muito mais comum por todos os navegadores mais atuais já tem essa coisa de você ir atualizando automaticamente. Aí manter um padrão antigo que acho que é da época lá do Internet Explorer, acaba travancando tudo ou então realmente gerando ali um uma necessidade grande de dependência e até falhas. Então chega num ponto que tem que ir retirando mesmo, né?

>> Você vê, ó, ox script agora nem tá adotando mais isso, ele adota o ano, né? Então ele tá agora na versão na na versão, vamos dizer assim, 2025, que é a 16ª edição. Ou seja, olha só como avançou e como a gente tem que realmente remover código legado, deixa tudo mais leve e aí não tem a necessidade de ficar mantendo o código, que muitas vezes tem brechas, dá deixa a coisa mais insegura e simplesmente remover resolve o problema. Então, para todas as linguagens, ol, a gente falou do larvel, do Java, tudo quando você vai evoluir, você tem que tirar. E aí, a partir do momento, por exemplo, ah, encontrar um problema seríssimo no TypeScript 5.5, mas se já tem disponível o seis, o S ou já tá avançando, você tem que sair daquilo o quanto antes. Por isso que a gente tem que continuar sempre. E esse 6.0 ainda é um é uma é uma transição até chegar ao set. né?

>> Então tem que migrar também, tá? Porque aí você não precisa mudar tanto pro código de uma forma, né? Se você puder já adaptar, OK, mas você já está na versão seis e aí quando for pra versão sete já fica bem mais suave.

>> Você não vai sofrer tanto. Essa é a verdade, né? Porque se você tiver que sair de uma versão muito antiga para essa atual que quebra, a mudança tende a ser maior.

>> E aí eu dou um exemplo nosso aqui interno. A gente tem a página da pesquisa. a gente atualiza provavelmente, sei lá, quatro, cinco ou seis vezes por ano a página da pesquisa, às vezes acrescentando coisas novas. A gente usa a stack next, React, Sever Components, a gente usa Typecript

>> e toda vez que eu faço uma modificação, por exemplo,

>> tá tudo deprecado.

>> Impressionante. A lista tá gigante.

>> Então, o primeiro caminho que eu faço é vou atualizar, vou mexer no código que precisa mexer, depois eu faço a teste que eu tenho que fazer, né? Porque se eu deixar muito tempo sem atualizar, eu tenho certeza que eu não consigo nem subir.

>> Eu vou subir e vai já vai dar um aviso lá no GitHub. Ó, isso aqui tá inseguro, tá deado, eu não deixo nem você subir aqui para mim,

>> pro meu CD, [risadas] tá maluco, né? Então isso é super importante, tá? Não pode deixar. Agora, sistemas que são atualizados várias vezes, tem muitos comets, muitas PRs por dia, aí não tem jeito. É meio que automático. Se você não fizer essa migração, você vai est encorrendo aí um sério problema, um risco aí de segurança.

>> E você aí que acompanha o Código Fonte TV sabe que a gente não indica nada que não tenha testado e aprovado de verdade. E quando o assunto é servidor, a nossa escolha há muitos anos é a Hostinger. Se você quer hospedar, por exemplo, landing pages ou mesmo aplicações completas, a Hostigger tem a melhor qualidade, tá? Nós costumamos usar para praticamente tudo os VPS. Só para você ter uma noção, nós temos API, Z N, Supas, curtador de links, e-mails profissionais e muitas outras aplicações que deixamos exclusivamente na Hostinger.

>> O valor já é sempre muito atrativo e ele sempre tem promoções. Só que para quem acompanha o código fonte e o compilado, nós temos um cupom que dá ainda mais desconto. É só usar código fonte lá no carrinho e aproveitar. Use o link que tá aqui no vídeo e veja você mesmo quanto vale a pena ser cliente hosting.

Meta e YouTube são condenados nos Estados Unidos por design viciante e danos à saúde mental.

Isso vai dar pano para mand, com a gente tá discutindo no país

>> sobre o ECA digital, porque tem artigos,

>> estamos até com a lei aqui, ó, a lei aqui toda aqui

>> toda rabiscada com as nossas anotações, porque nós fizemos vídeo, vai ao ar, vou dando spoiler.

>> Semana passada a gente deu uma pincelada aqui no compilado, mas a gente fez um vídeo completão.

>> É, porque aí nós fomos bem mais a fundo, né? lemos tudo, vemos reportagem. Essa notícia e essa notícia, ou seja, você vai ver isso sendo discutido no mundo já aqui, no caso, nos Estados Unidos e tem muita relação, vou ler a notícia, tá? Tem muita relação até com um livro aqui que eu já mostrei que eu tô lendo, a fábrica dos cretinos digitais, que fala os perigos das telas para as nossas crianças, que também fala sobre exatamente sobre esse tema aqui.

Isso é uma decisão histórica, né? O júri de Los Angeles condenou a Meta e o Google, proprietária da do YouTube, por negligência ao projetarem plataformas com recursos deliberadamente viciantes. O veredito conclui que as empresas falharam ao não alertar os usuários sobre os riscos de suas tecnologias, sendo este um fator decisivo para danos graves à saúde mental. O processo foi movido pela Kelly DM, que é, não tem o nome completo, obviamente, é uma jovem de 20 anos que relatou ter desenvolvido vício, dismorfia corporal e pensamentos suicidas devido ao uso contínuo de redes desde a sua infância. No total, as gigantes de tecnologia deverão pagar cerca de 6 milhões de dólares em indenizações compensatórias, com a meta é responsável por 70% do valor e o YouTube pelos 30% restantes. O Juuri ainda deve deliberar sobre possíveis eh danos punitivos adicionais, o que pode elevar o montante final da condenação. Especialistas jurídicos apontam que esse caso é um divisor de águas para o Vale do Silício, pois estabelece um precedente que permite responsabilizar as plataformas pela natureza de seu design com uma rolagem infinita. Anteriormente, as empresas eram protegidas por leis que as isentavam de a responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros, mas esse julgamento focou na arquitetura do produto em si. A M negam as acusações e confirmaram que pretendem recorrer, sustentando que suas ferramentas possuem proteções adequadas para menores. Apesar do recurso, o desfecho abre um caminho para milhares de processos semelhantes, podendo forçar uma reestruturação profunda na forma como as redes sociais operam e interagem com o público jovem em todo o mundo.

Então você vê que tem relação com o que tá acontecendo aqui também no país, tá acontecendo em outros países também, Inglaterra, Austrália, por exemplo, já até bloqueou acesso, inclusive, não sei se tem essa notícia aqui, tá? Mas inclusive saiu uma notícia que tem muitos jovens, acho que um em cada 10 jovens estão procurando ajuda mental na Austrália por abstinência >> nas redes sociais.

Pois é, esse motícia acho que não tá aqui, mas eu li isso recentemente. Ou seja, e é um é um assunto, tirando a parte política e cada país tem uma realidade diferente, tem uma cultura diferente, mas eu eu vejo isso com preocupação também dessa parte viciante e não só para crianças, a gente tá falando aqui dessa lei aqui aqui no Brasil, né, mas para todo mundo. Acho que adultos também, adultos, por exemplo, que moram sozinho ou às vezes ficam às vezes muito tempo sozinhos, eles tendem a usar a rede como uma forma de compensar, porque eu acho que tem um lado bom, se comunicar com outras pessoas, tudo, mas é viciante também, da mesma maneira, >> da mesma forma.

É, e nós vemos isso, acho que a gente já falou aqui até na família, né? Eu vejo minha mãe, a avó do Gabriel, as pessoas que têm mais idade e que também estão ali viciadas e ficam, passam muitas horas assistindo os vídeos. cada um do tema que mais gosta. E como tem essa relação de ele te apresenta sempre o que você quer ver, se você realmente não tiver a noção ou não tiver ali um delimitante de tempo e tudo, você perde a sua vida ali, né, rolando, escrolando infinitamente.

Então isso de fato é um problema com relação a ao processo, né, ao ganho do processo. É claro que eu não conheço ali tudo o que aconteceu. as empresas estão defendendo de que tem essa, eles vão recorrer, estão defendendo que, né, de que existe lá a diferença para o aviso de quando é menor. Enfim, não sei muito bem como é que elas vão tentar se defender disso tudo, mas abre um precedente realmente sem igual, que se passar a ser comum, todo mundo, sem exceção, vai processar essas empresas. Então o que eu vejo é acabando chegando num acordo e de fato elas talvez mudando esses algoritmos ou pelo menos que talvez eu acho que seja isso que esteja faltando, é ter um aviso, é as pessoas realmente entenderem que aquilo ali pode fazer mal de uma forma como tem o cigarro. Então lá atrás, gente, eu sou dos anos 80, propaganda de cigarro era uma coisa linda, maravilhosa, né? Bebida, nossa, era algo comum, né? assim, não tinha esse impacto que tem hoje que você sabe, não, isso aqui faz mal pra sua saúde. Então, beba com uma duração, tome cuidado, se beber não dirija, o fumo vem ali com aviso, não pode mais fazer propaganda. Talvez nas redes sociais o que vai ter que ser feito é esse tipo de coisa, é mostrar para as pessoas que olha, é legal, é, mas isso aqui pode viciar, os males que podem acontecer são esses, esses e esses. Tem lá pessoas com pensamentos suicidas, tem esse problema do corpo. Então, talvez tenha que se elucidar isso mais para que as pessoas antes de utilizar saibam dos problemas, né?

Não tenho a solução toda na minha cabeça, mas um dos caminhos é dar mais controle do algoritmo pro próprio usuário, porque hoje até pela utilização de inteligência artificial por esses algoritmos, eh chega a ser impressionante como que eles conseguem te colocar numa bolha de conteúdo. No Instagram tem muito isso. Por exemplo, se por acaso aparece um tema que eu nunca vi no Instagram, não sei se já aconteceu com vocês, tô lá assistir um rio, tá? de algo. Isso aconteceu, por exemplo, eu gosto de ver muitos humoristas no Instagram, os cortes de humoristas. Eu acho que é para isso que eu pago a internet, é para rir, para me divertir. Então, eu sigo bastante lá no Instagram. Aí aparece um que eu nunca vi ou que eu vejo de pouco, por exemplo. Isso aconteceu hoje com a gente, tá? Antes da gente gravar. Aí eu tô assistindo, falei: "Cara, [ __ ] demo risada aqui, tomando café. Nossa, legal para caramba". O próximo, como eu assisti o Rio todo, o próximo é dele de novo. Provavelmente se eu desse o scroll logo no início, ele ia ver, não, ele não gostou, eu vou eh sugerir uma outra coisa.

>> Entendeu? Entendeu como é que é o algoritmo? Então ele vai te colocando dentro de uma bolha que para você ficar mais tempo ali. Eu acho que isso é que é o tal do vício que ele vai gerando. Mas

>> se a empresa, eu acho que o Instagram fez recentemente isso também, essas plataformas elas te dão mais poder sobre o algoritmo. Por exemplo, no caso do YouTube tem o tal do botão de se inscrever. Ele obviamente vai te sugerir sempre os vídeos que estão bombando, coisas que são polêmicas e e etc para dar mais view para você ficar mais tempo ali. Mas por exemplo, poxa, se você se inscreve num canal educacional, por acaso código fonte,

>> oh eu lembro de canal, conhece, [risadas]

>> se inscreveu lá. Obviamente se você tá inscrito, ele vai começar a te recomendar coisas dali, mas se você não assiste com tanta frequência aquilo ali some da do teu feed, ele não aparece mais. Por isso que qualquer tipo de interação, comentário, um like ou uma visualização um pouco mais longa, vai fazer com que o algoritmo do YouTube ele te inscreva novamente, entendeu? Aí ele vai passar a te recomendar novamente. Por isso que todo mundo fica pedindo like aí.

>> Uhum.

>> No caso do Instagram, o que que ela fez recentemente? Você vai acompanhando vários e várias contas, vários tipos de conteúdo e no fim fica um calhamaço de coisa que ele fica te recomendando e às vezes nem é o teu interesse. E aí você pode recetar isso na conta. Não sei se você já fez, eu geralmente faço, tá? Porque no meu pessoal, por exemplo, eu tô navegando lá, de repente parecem umas coisas, nada a ver, cara. Nada a ver mesmo, sabe? Umas mulheres fica se exibindo, por exemplo, pô, eu sou casado,

>> olha lá, né?

>> Entendeu? Aí o que eu faço? Eu vou lá, fal assim, cara, mostrou aqui, mulher exibindo, eu vou lá não sei o quê e rece

>> curto, compartilho com a Vanessa. [risadas] [suspirando]

>> Mentira, eu vou lá e e receto. Eu falo assim: "Pô, por que que tá me recomendando isso?" Mas eventualmente isso volta a acontecer. E olha que eu não sigo nenhuma dessas mulheres, tá? Pode conferir lá. Eu não sigo Vanessa.

>> Tô de olho nele, gente. Pode ficar tranquilo. Tô tranquilo. Tô tranquila. [risadas] Eu tô tô de boa.

>> Às vezes acontece assim, caramba, olha isso, Vanessa. Aí eu que tô me recomendando,

>> viu? Então ferrou. Não que ele me mostra já é o suficiente para acharem que ele gostou. Aí já viu, Gabriel. É isso. Eu que tô te atrapalhando. Ah, a culpa é minha agora. Percebeu? [risadas] Ó a jogada, ó.

>> Não vou mostrar mais para vou esconder agora.

>> Não, esconde de mim, Gabriel. [risadas]

>> Mas o que que você acha disso? Você acha que se as empresas derem mais poder de controlar o algoritmo e as recomendações, eu acho que isso não pode ajudar. Por exemplo, se você tem a sua conta no YouTube e se você é inscrita em três canais, tudo bem, um monte de gente é inscrita em 200, 300 canais.

>> Eu até entendo porque que o YouTube não consegue recomendar. Tem como mostrar todos os vídeos de tudo que você é inscrito.

>> É, mas poxa, se você assiste e se você tá inscrito em mais canais, eu acho que é mais fácil, se forem canais, por exemplo, educacionais, coisas, por exemplo, a sua mãe gosta muito de de culinária, eh, de bolo, se ela tá ali para assistir bolo, ela não vai querer assistir outro outros assuntos.

>> E aí se isso é isso é uma forma de dar mais poder pra pessoa escolher que tipo de conteúdo que ela quer ver.

>> Sim. OK. Nesse ponto eu concordo, mas eu acho que tem um problema sério, tá? A plataforma é feita para fazer com que você fique o máximo de tempo lá dentro possível. Ela não tá nem aí pro malefício que isso vai te causar. Ela quer que você fique na plataforma e isso é viciante, não tem jeito. Então ela tá buscando um vício. Esse eu acho que é o problema. A partir do momento que a plataforma desenha tudo para que você fique lá dentro, ela tá te criando um vício.

>> É como a gente falou,

>> não vai mudar não. Tudo bem, ela pode mostrar só o que você quer, tá? Mas ela vai mostrar o que você quer de uma forma que você não saia dali. Então, de qualquer forma, ela tá te levando a um vício.

>> É como a gente falou na notícia anterior, o Google alterando títulos no resultado de pesquisa, sem consultar aí os os criadores, né?

>> Uhum.

>> Justamente para dar mais eh visibilidade, mais acesso, mais cliques, etc., né? Então é um é um tipo de manipulação também. Uhum.

>> Agora é preocupante saber que, por exemplo, acho que preocupante para as empresas, né? Saber que isso pode abrir um precedente e que ela pode ter uma enchurrada de processo

>> ferrou, gente. Se abrir esse precedente, realmente não sei como é que vai ser, não. Elas fecham, não tem como.

>> Eles fecha [risadas] porque não dá, não dá para pagar aqui, tipo, 6 milhões de dólares

>> para cada usuário. Pronto.

>> Para cada usuário que se sentir ali viciado, porque olha quanta gente tá viciada, né? Aham. Vai. E aí mesmo, quem não tá vai passar, tá? Vai ter um monte de gente criando conta para ficar viciado para poder processar também. Vai acontecer.

>> Eu quero saber de você aí também. comenta nessa notícia, comenta o que que você acha disso. Se você, por exemplo, percebe em você ou em alguém que você conhece um esse tipo de vício também em feed, em ficar infinitamente dentro de rede social, eu acho que tudo tem um limite. Eu a gente consome bastante, mas a gente sabe a hora de parar, a gente sabe um momento de, cara, a gente tem que viver a vida, a gente tem que fazer outras atividades. Tem gente que não consegue mais, tá? E e tem essa coisa de abstinência, né? Como a gente é de uma geração que a gente viveu 100, a gente despluga disso, a gente consegue desplugar disso.

>> Sim. Eu então o Gabriel até fala, eu sou ainda mais desplugado do que ele. Se você fala, Vanessa, você vai ficar o final de semana inteira você mexendo no seu celular, eu fico lindamente.

>> A Vanessa esquece o celular.

>> Esqueço muito

>> rotineiramente em lugares aleatórios

>> e ela não tá nem ela não carrega o celular, ela descarrega.

>> É, eu sou assim. E as pessoas até me sacaneiam porque mandam ali mensagem no WhatsApp e tudo, família. Gente, eu vou responder às vezes 24 horas depois, entendeu?

>> Então

>> eu eu reclamava da Vanessa disso. Hoje eu falo assim, o que que eu falo contigo?

>> Eu preciso ser assim também.

>> Não, mas eu falo de você, eu falo assim: "Você tá certa".

>> É, ué.

>> E tá mesmo,

>> viu? [risadas] Mozila anuncia steack overflow pra gente de IA.

Olha,

>> a subsidiária de IA da Fundação Mozilla anunciou o lançamento do CQ, que é um projeto de código aberto que Peter Wilson, engenheiro sênor da companhia, define como stack overflow para a gente. A iniciativa, eu não sei nem se esse nome às vezes vai pegar bem, mas foi ele que definiu, né?

A iniciativa responde ao declínio drástico da participação humana em fóruns de programação. Ah, não é aí sim. Um fenômeno que o Wilson chama de matrifagia. Nesse processo, os modelos de linguagem acabaram consumindo as próprias fontes de dados que os alimentava. Canibalismo de A, né? O objetivo central do CQ é permitir que agentes de inteligência artificial compartilhe soluções entre si, evitando que diferentes sistemas gastem recursos e tokens, diagnosticando repetidamente os mesmos erros. Diferente das instruções estáticas usada hoje, como o arquivo agents.m, né, o CQ propõe uma base dinâmica que ganha confiança à medida que as soluções são validadas por outros agentes ou por supervisão humana. Tecnicamente, o sequ foi desenvolvido em Python e tá em fase exploratória, com suporte inicial para ferramentas como cloud code e o open code. A arquitetura do sistema organiza o conhecimento em três camadas: local, organizacional e os chamados bens comuns globais, que funcionarão como uma instância pública compartilhada. O projeto utiliza o protocolo MCP e inclui conttainers Docker para facilitar a criação de redes de conhecimento em equipes de desenvolvedores. Para Mozila, o SEQ faz parte de um esforço maior para reestruturar a web em torno da IA, garantindo que o ecossistema de agentes tenha uma infraestrutura de aprendizado coletivo que seja transparente, eficiente e menos dependente de dados estáticos produzidos por humanos.

Então a ideia economizar tokens de a porque tá todo mundo consumindo muito e e criar um paradigma diferente. Eu acho que a ideia, não posso estar errado aqui, é uma camada acima de validação de agentes. Todo mundo tá criando o seu próprio agente. Aí você já tem meio que a as lojinhas de agentes, são os repositórios que você já baixa aquilo meio que validado, que já tá utilizado e etc. E eventualmente quando alguém atualiza um agente desse, é meio que vira uma uma biblioteca de agente em que você baixou, você tá usando o seu projeto, tá funcionando legal, mas ah, tem uma melhoria aqui. Aí você vai lá e atualiza o teu agente. Eu acho que a proposta deles aqui é uma camada acima, porque como você já tem agentes meio que validados, vamos dizer assim, você não precisa ficar recolocando as informações o tempo inteiro. Então você usa aquilo de alguma forma precisar acessar o tal do a LLM em si, por exemplo.

>> Pois é. Quem não vai gostar disso são as empresas provedoras dessas soluções, né? Porque

>> Mas ela usa o MCP, vai acabar usando, né? Não

>> é? Mas a ideia é realmente reduzir um pouco desse consumo de tokens, porque se você vai ter uma certa biblioteca de soluções que já estão prontas, você não vai precisar ficar o tempo todo ali buscando essas soluções. Mas pensa, as próprias, mas as próprias plataformas, obviamente, elas querem vender tokens, mas elas querem também dar uma solução otimizada. Então, para quem, por exemplo, o antiravity do Google, ele quer consumir o token do Gemini. Sim, claro. De qualquer modelo. Sim, claro. Eles fizeram uma atualização que você consegue economizar os tokens, você consegue ter informações ali que já estão pré-processadas e e ajuda nisso. Ou seja, eu acho que as empresas de IA elas também querem ter esse diferencial, acaba sendo um diferencial do produto delas.

>> Agora vamos pensar nisso funcionando realmente como stack overflow pra gente giar, né? Será que vai dar certo isso? No sentido de que eles vão alimentar as soluções, eles vão buscar e não sei o que lá. Eu acho que no final vai ficar sem inovação do mesmo jeito. Se só for a própria IA alimentando aquilo dali, não tiver realmente a inovação humana que acho que já é o problema e a falta de dados aí que estão se tá se gerando, eu acho que não vai evoluir tanto.

>> É, então e a gente falou dessa notícia e da outra também que tem essa relação. Eu acho que nisso o Sáutim acertou em cheio. 2026 seria o ano onde acabaria os dados para as IA consumirem. Eu acho que como elas estão com esse canibalismo se retroalimentando aí de informação, ele tava certo. E a gente tem dados de várias pesquisas dizendo que falta falta informação, por exemplo, na nossa área de desenvolvimento já falta os códigos já estão se retroalimentando, não, praticamente não existe mais código que não tem algum tipo de interação com inteligência artificial, seja de uma simples sugestão ou simplesmente de geração inteira. Óbvio que isso vai continuar sendo usado. Óbvio que isso pode ser eh por um lado muito bom por conta da agilidade, mas isso tem consequência. Você querendo ou não, isso vai ter uma consequência. Ah, mas os humanos também geram gambiarra, geram código ruim, geram Sim, sim, geram, mas não na velocidade das [risadas] falai vem mais rápido que a gente.

>> Pois é.

>> Swift inicia suporte oficial para Android e integração com C. A nova versão 6.3 da linguagem da Apple marca uma mudança estratégica de longo prazo ao incluir pela primeira vez um SDK estável voltado ao sistema opacional do Google. É isso mesmo que você ouviu, tá? Esse avanço permite que desenvolvedores construam aplicativos nativos para Android utilizando o Swift. Você não leu errado, eu vou ler de novo para você entender. Esse avanço permite que desenvolvedores construam aplicativos nativos para Android utilizando Swift. Agora você entendeu, né? Ou integre lógica de negócio em projetos que já rodam em Cotlin e Java. A viabilidade técnica dessa união ocorre por meio da biblioteca Swift Java e Swift Java JNI Core, que resolvem gargalos de comunicação entre os ecossistemas. Com esse suporte de primeira classe incorporado ao seu conjunto oficial de ferramentas, o Swift deixa de ser uma exclusividade dos dispositivos Apple para se consolidar como uma solução multiplataforma versátil, pronta para atender a maior base de usuários móveis do mundo.

>> No campo do desenvolvimento de sistemas, a atualização otimiza a conexão com a linguagem C através do novo atributo @C. A funcionalidade automatiza a exposição de funções e enuns do Swift para arquivos C e C++, gerando os cabeçários necessários durante a compilação e simplificando tarefas que antes exigiam processos manuais exaustivos. O fluxo de trabalho também foi aprimorado com uma antivisão do Swift Build, projetado para oferecer uma experiência de construção de software unificada em diferentes sistemas operacionais. Outros destaques inclu a ed Swift para hardware de baixo consumo e melhorias no framework Swift Testing, que agora oferece maior controle sobre o cancelamento de testes e anexos de imagens, além de avanços no compilador de documentação doc para saídas em Mark e HTML estático.

>> Então, a partir dessa notícia, estamos realmente vivendo um momento diferente no Swift. Quando a última vez, se eu não me engano, que a gente falou do Swift aqui no compilado, a gente falou justamente disso, de uma desassociação forte ao ecossistema só do iOS, iOS, macOS, né? Porque também utiliza sistemas da Apple, né? É, e isso que acho que marca realmente, porque muitas empresas têm times separados ainda para desenvolvimento mobile. Inclusive um dos vídeos que a gente fez aqui, a gente citou sobre isso. Por exemplo, a Antropic tem vaga aberta para quem desenvolve Android e tem vaga aberta para quem desenvolve iOS. Se for possível, como já é com Flutter, com outras React Native, por exemplo, unificar o ambiente Swift também para dentro do Android. Tem que ver como vai funcionar isso realmente, né? Uhum.

>> Se isso

>> vai ser nativo, narrativo mesmo para valer.

>> Nativo. Pois é, como é hoje com Cotlin e com Java, isso coloca uma concorrência fortíssima aí para quem desenvolve com Cotlin, né, e ainda com Java também pra plataforma Android. Se você já tá por dentro disso, a gente não é muito o nosso mundo, né? Mas se você tá por dentro aí dessa mudança do Swift, você trabalha, tem muitos desenvolvedores que na verdade trabalham de forma nativa com as duas, né? E trabalha com Swifton, trabalha com Cotlin. Eu quero saber se isso realmente já é uma realidade, já dá para utilizar isso em produção com aplicações reais. É,

>> ou se ainda é algo que está ali no começo, né? diz aqui para mim, porque eu acho que isso aí vai dar uma uma mexida nesse mundo do desenvolvimento mobile daqui pra frente, tá bom?

CEO da Nvidia afirma que nós já alcançamos a ID a

>> Ah, então vamos ver aqui, ó, lá no podcast do Lex Friedman, o SEO da Nvidia, Jess One, afirmou que a tecnologia atual já alcançou a inteligência artificial geral conhecida como ed. Eu vi ele falando sobre isso,

>> assisti isso. Para o executivo, esse estágio ocorre quando a IA utiliza o conhecimento de forma abstrata, aproximando-se da capacidade de aprendizado e raciocínio dos seres humanos. Ou seja, essa concepção dele aí com ADI é diferente de outras pessoas também, né? E o AN argumentou que a maturidade dos modelos existentes permitiria que uma IA comandasse uma empresa de 1 bilhão de dólares. Hoje tentar fazer isso deu muito errado e nem era isso tudo de valor.

>> É, nesse cenário, o sistema seria capaz de executar funções complexas como a prospecção de clientes, a realização de vendas e até gerenciamento de funcionários. Como prova dessa evolução, ele citou o agente OpenClaw, Open, eu tenho uma história boa, isso que demonstra autonomia ao automatizar rotinas, como a gestão de e-mails, a análise de contratos e o controle de dispositivos inteligentes.

>> É, apesar do tom otimista, o executivo ponderou que o sucesso dessas aplicações autônomas ainda pode ser passageiro. Ele observou que, embora existam usuários lucrando com o lançamento de novos agentes de IA, muitas dessas experiências geram resultados imediatos que perdem um fôlego após alguns meses de utilização. Por esse motivo, o ANS ressaltou que casos isolados de sucesso ainda não garantem que esse sistema sustentem grandes corporações de forma perene. O termo AIDI permanece como um tema central de debates no setor tecnológico, sendo definido pela maioria dos especialistas como um sistema capaz de realizar qualquer tarefa intelectual humana. Para o ano entanto, a autonomia dos modelos atuais já valida essa classificação.

>> Ah, então se você é autônomo, se você tá num você tem uma tarefa para executar e tá cadastrada num Chrome Job, como o OpenCla faz, ele já é uma. Pois é, o Sutman também soltou algo parecido com isso, né? Mas o que o Snáutman falava lá atrás de ADI, ele mesmo depois falou: "Não, agora o meu conceito de JDI é outro".

>> Pois é. Aí, olha, a gente já falou isso outras vezes aqui, né? Esse o conceito de ADI é também nebuloso, então acaba acontecendo isso. Cada um vai falar: "Não, aqui já tá valendo, já é". E no podcast especificamente, o Lex Friedman, ele pergunta o quanto nós estamos longe disso, da A e tudo. Aí ele fala 5, 10, 15, 20 anos. E aí o o James One já responde: "Bate, pronto, eu acho que a gente já atingiu." Aí ele dá a definição dele, vamos dizer, ele instigou o o Juan para falar sobre o assunto e ele acabou falando sobre isso. Aí, claro que vai causar uma polêmica grande, porque de certa forma ele tem essa visão dai, como agora o Sutman tem uma outra,

>> uma visão,

>> outra visão que acaba sendo um pouco parecida, né? Agora me espanta também ele falar de ADI e logo em seguida ele falar sobre OpenCla. Claro que isso foi um dos pontos altos aí.

>> Ah, é do GTC,

>> do GTC, da Nvidia falando sobre isso. Realmente eles criaram um sistema envolto nisso, se eu não me engano é é o Nano Claw,

>> acho que é o Nano. Já já tem vários claws aí, né?

>> É,

>> mas esse inclusive da Nvidia, eu quero testar

>> que eu acho que esse realmente tá tá muito interessante pra gente poder

>> poder utilizar. Mas no caso, por exemplo, do OpenCla, como é que ele funciona para ele ter autonomia? Por exemplo, se eu quero falar assim: "Ah, toda segunda-feira eu quero começar o meu dia com uma frase motivadora, você pode fazer isso?" Aí ele faz. Aí ele de forma autônoma te manda uma mensagem no teu zap,

>> né? Eh, toda segunda. Bom dia. Bom dia. Se você entrar no painel do Open Clack, como é que ele aquilo tá armazenado? É um Chrome job. É um Chrome, cara. é um é uma algo que o servidor vai ficar ali monitorando e vai te enviar quando quando acontecer.

>> Ou seja, não tem super inovação nenhuma. A inovação ele fazer isso de forma automática e uma vez que ele tá ali no Chrome Job, talvez ele vai buscar na internet a frase motivacional para te enviar. Então a a é tão frágil, tão frágil, que se o Chrome Job não rodar, por exemplo, se desconfigurar a data do do servidor onde ele tá rodando,

>> cara, já era. Ele perdeu a memória, ele ficou esquizofrênico. Esqueceu, ele vai falar mais alzimer no

>> Pronto, deu aí virou igualzinho o mano. Vanessa, mas você não pediu? Ih, Gabriel, esqueci. Ó, só era remédio. Ih, cara, eu a gente criou uma gente aqui só para te lembrar de tomar remédio.

>> Já era. Então, realmente. Pronto, agora eu acredito que já virou a [risadas] vir. É, já virou humano normal. [risadas]

Diz o que que você acha disso, se realmente o seu conceito de tá alinhado aqui com ele, com que o Sonma fala,

>> ou mais com essa definição aqui que seria uma qualquer tipo de tarefa intelectual humana. Eu, na minha visão, acredito que seja isso. É um ser humano praticamente inteiro ali com qualquer tarefa. E eu hoje ainda não vejo isso,

>> né, de forma autônoma.

>> É, e tem casos já de testes deixando realmente os agentes tomando conta de negócios, tomando conta de repositórios. A gente pode citar alguns casos, o caso do Dolingo, por exemplo, que veio atrás, tá recontratando pessoas também, principalmente a eh pessoas que, por exemplo, para fazer atendimento, tem empresas que estão voltando atrás nisso aí também, porque viu que a taxa de conversão, a taxa tá em queda, não é que não dê para fazer, mas eu acho que ainda não é o um não é o momento ainda, a gente não tem uma maturidade tão grande ainda para ficar colocando isso.

Pois é, eu acho que não é essa bala de prata toda que vai resolver toda e qualquer problema, né? Mas diz aqui, diz aqui para mim o que que você acha

Dessa aqui, e a gente vai continuar aí falando sobre esse assunto aí nos próximos episódios.

E bora ver aqui o que que aconteceu no Código Fonte TV nessa semana. Hum. A gente justamente lançou um vídeo sobre essas vagas da Antropic. Fizeram um react de vagas que a gente já estava para fazer há algum tempo, mas aí decidimos fazer especificamente da Antropic, já que o Dario, o CEO da empresa, provavelmente está usando ali, gerando o código 100% ali. Se exatamente não aguenta aí, ó, em março do ano passado, ele falou que 90% do código estaria sendo gerado por IA ali. O quê? Seis meses depois, já passou um ano, 90% não vejo isso não. Eu acho que algum, algum dedinho de IA tem, né? Mas, por exemplo, mas todo o código gerado com a gente, tudo a ponto de substituir, isso, de não precisarmos mais de debitoria.

Aí, obviamente, nós somos curiosos, entramos lá na área de vagas, tem vaga aberta para caramba e, cara, paga bem. É uns salários impressionantes. Agora também eles pedem ali, eles querem o suprassumo dos devs para trabalhar com eles, né? Agora, se você é um suprassumo, aconselho deveras de uma olhada. Tudo que citou, tem de tudo. Tem desenvolvedor iOS, tem Android, tem pessoal para Devops, tem de tudo, tá? Então, dá uma olhadinha nesse vídeo. A gente reagiu e demos ali umas pitadinhas ali do que que falamos do Cloud Code. Do Cloud Code. É, então o vídeo ficou bem legal.

O outro vídeo foi, esse já é um pouco uma curiosidade. A gente utiliza aqui, eu, né, utilizo mais o Opera e ele abriu aqui um joguinho. Eles desenvolveram um joguinho com 30 anos, eh, de comemoração de internet do Opera e coincidiu com a gente também. Nós acessamos aí, estamos conectados à internet há 30 anos. A gente é velho pra caramba, né? Inicialmente a gente não ficava o tempo inteiro porque só podia depois da meia-noite. Só meia-noite. Mas a gente fez um vídeo, eh, jogando esse joguinho e mostrando algumas coisas velhas que a gente tem de várias épocas aí diferentes. Uhum.

Agora, o legal desse jogo, eu recomendo você assistir o vídeo e jogar também, é que eles têm uma promoção. Você pode mandar ali a sua história e fotos desses últimos 30 anos e você pode ganhar uma viagem para a Suíça. Olha só, lá pro CERN. Nós não mandamos nenhuma história nossa ainda, Gabriel. Eu tô me entendendo por. Então tá bom. Vamos mandar. Vou mandar a minha caixinha de disquete. É.

Ah, e nós [limpando a garganta] tivemos essa semana também no Prêmio iBest, ou iBest, porque eu sou das antigas, falava iBT, né? iBest. Olha, muito legal. Conseguimos lá encontrar várias pessoas, algumas que a gente já tinha encontrado várias vezes, como o Guanabara. E pela primeira vez nós encontramos pessoalmente o Felipe Dechamps e a Renata, esposa dele. Então, primeira vez que conseguimos nos ver ali, conversar um pouquinho pessoalmente. Encontramos também, a gente falou com o Di lá do Diolinux, nós roubamos a equipe dele porque também encontramos a galera do Diolinux por lá. E o Peter Jordan com a Andressa, eu acho que foi o grande vencedor da noite. Foi verdade. Foi o o Peter. Eu falando Peter, não, desculpa, Peter Jordan. Ah, melhorou bastante, Gabriel, senão vai todo mundo chama de Peter. Mas o Peter, trabalhei com ele vários anos, quase duas décadas trabalhando com ele. Muito bom eu poder presenciar ao vivo ele ganhando essa premiação, porque lá atrás a gente desenvolvia os projetos [limpando a garganta] lá da empresa, a gente sempre inscrevia os sites pro prêmio iBest e sempre ficava aquela coisa, pô, vamos ganhar, não vamos, vamos ganhar, não vamos. E agora o Peter, cara, é o maior vencedor da história do iBest, que é muito bom poder presenciar isso e pela história que a gente tem com esse prêmio também. Então, fiquei muito feliz de de poder ter ido. E o Código Fonte também concorrendo. A gente ficou ali entre os top 10 de canal de tecnologia. Agradeço deveras aí todo mundo que votou, inclusive aqui quem acompanha a gente no compilado, a gente ficou enchendo o saco de vocês, né? Mas a gente ficou ali entre os top cinco que a gente chegou durante a votação. Então é muito bom. Vamos ver se ano que vem a gente consegue finalmente aí chegar no top. Criar uma fica meu pedido aqui pra galera do iBest, tem que ter uma categoria de canais de desenvolvimento, de programação, alguma coisa que seja mais técnica dessa área, porque acaba que cada um de nós aqui concorre numa categoria diferente e que a gente concorre com empresas ou com outros YouTubers que ficam desconexos, né? Ficam fazendo análise só, por exemplo, de eletrônicos, tudo e não tem muita relação. O Dechamps estava lá com o YouTuber de tecnologia, ele não ficou no, YouTuber não, influenciador de, influenciador de tecnologia, ele não foi o ganhador e o ganhador foi um rapaz que fala de tecnologia nesse sentido de que faz review de celular e tudo mais. Poxa, o público que essa galera atinge é muito maior, assim como a gente, canal de tecnologia. Não, mas o Felipe ficou, parabéns ao, ficou entre os top três lá, cara. Recebeu uma placa linda, na. Muito, muito bom, muito legal. Parabéns para ele. Faz um trabalho incrível, realmente é um cara diferenciado, então mereceu realmente. Mas então, isso que eu tô falando, a gente precisava de uma categoria só nossa, né? Porque aí acho que a gente conseguiria ficar no top um. A gente que eu digo, um de nós. Uma ovelha que ganhou um prêmio. Pois é. Puxa vida, só até a ovelhinha, a Dolly, a a Galinha Pintadinha, todos eles estavam lá. São 119 categorias que eles têm. Por que não ter uma especificamente para área de tecnologia e desenvolvimento? Com certeza. Com certeza. Ó, eu eu acho que ano que vem vai ter algo sobre IA. É, pois é. Vão se criar outras categorias aí também.

Vamos ler então alguns comentários. Eu vou ler rapidamente, tá? Porque o episódio tá ficando grande. Grande. Estamos tagarelas hoje. Esse último vídeo aqui sobre justamente sobre esses 30 anos da internet, ó, o Edrer, ele disse: "Só pelo score da edição dá para ver que o editor é novinho." O S Robótics não era o que a gente tinha, o real, era a placa mesmo. Então existia a placa, mas eu cheguei a navegar com um que era com porta paralela e ele era externo, tá? Mas não era um padrão assim, um padrão eram realmente os modens placa mesmo, né? O Robles disse: "Fiquei mais encantado com a história de vocês dois do que com o assunto do vídeo. Salvaram meu fim de tarde." Poxa, poxa, que bom, que legal. É, a gente foi contando um pouquinho da nossa história ao longo da da história do vídeo, né? É, o Logan disse: "Quando chegamos era tudo mato". Aquele West Robotics era um clássico, mas começamos com o modem interno de 28800. É verdade. É excelente vídeo. Bomba disse: "Gabriel, acredito que o MS-DOS eram três disquetes, o Windows 3.1 10 disquetes e o Windows 95 possui uma versão de 15 disquetes ou um CD-ROM. Cheguei a instalar todos esses em disquetes, ou seja, também sou da época em que tudo isso aqui era mato." Mato, é verdade. Nós ficamos discutindo ali no meio da versão, a gente não lembrava mais a quantidade de disquetes. Eu achei que o Windows 95 era uns 12, então 15 acho que é. Tá, mas o MS-DOS eu acho que eu tinha no 5 e 1/4 também. Eu acho que por isso que eram mais disco, porque 5 e 1/4 eram 360 KB de memória somente. Só para lembrar, para quem não entende, antes de você instalar o Windows 311, por exemplo, você precisava ter o do, o Windows 311 não era um sistema operacional ainda, era um software, né? Que você instalava um aplicativo, colocava o visual, a parte visual em cima do DOS. Então, primeiro se carregava a a memória, às vezes tinha memória estendida, que era o EMM386, ou o, pessoal chamava de HMA, HMA, tá? Era o High Memory Area, [risadas] memória alta que você carregava e aí e carregava o e aí depois ele executava o WIN. Aí, aí, aí você entrava no Windows. No Windows. Era isso. E você podia sair do Windows e só acha que o computador desligava? Não, ele ia pro DOS. Ele ia pro DOS. Pois é. O Dudors disse: "Ó, adorei a tamb. Eu sou do tempo do BBS com o meu fax modem 9600, 2400 e linha telefônica única na casa dos meus pais do tempo que se usava o telefone. Detalhe, 2.400 não é a velocidade em bits por segundo, era 2.400 baud. Ou seja, em uma conexão 8N1, isso dava uns 1200 bits por segundo." 1200? Não, 1200. 1200 bits por segundo. Uma imagem sem compressão SVGA 800 por 600. Nem existia essa resolução de tela. A minha resolução era eh 460 por por 640, 480 por 640. É, acho que era isso. Com 64k cores levantava, levava mais de 10 minutos para carregar. Uma imagem, ó. Meu último modem 57600 já era 24 vezes mais rápido que isso. Ai, adoro Dudors. É bom que você tem toda a memória, tá? Porque eu vivi tudo isso, mas eu não consigo lembrar dessas configurações de jeito nenhum mais, viu? Já o Welson aqui no vídeo sobre API, foi um, acho que foi um dos primeiros vídeos do dicionário programador, já há muitos anos. Vi esse vídeo quando foi lançado e voltei [limpando a garganta] aqui pela recomendação no vídeo do Swagger. Vocês são demais. Obrigado, cara. Que legal, hein? Assistiu várias, duas vezes pelo menos aí esse vídeo. O Cristiano disse: "Fala Casal de Codificadores." Esse já no compilado passado, né? Parabéns por mais um compilado. Sempre bom, bom acompanhar vocês. Achei curioso ver o Laravel já pedindo o PHP 8.3. e o Java 26 mirando em IA e GPUs. A tecnologia não dá descanso mesmo. E ainda essa lei Felca mexendo aí com o cenário digital no Brasil. Semana cheia de assunto. Valeu por trazer tudo de forma tão leve e divertida. Obrigada. Eu tô lendo aqui porque eu consigo ler mais rápido que a Vanessa rápido, Gabriel. Deixei com ele. O Thiago 100 dias sobre o corte aí da lei Felca aí, né? Tem décadas que políticos empurram leis sem consultar especialistas de diversas áreas. Essa generalização que acabou até afetando Diolinux é só mais um exemplo disso. A intenção da lei é muito boa, porém não houve cuidado na aplicação dela, a qual deveria abordar vários cenários bem distintos. Eu até acredito que quem escreveu a lei, eu quero acreditar, quero crer que quem escreveu a lei consultou sim, mas o ideal nesse tipo de coisa é fazer consulta pública, realmente colocar os especialistas lá, as entidades para poder discutir isso. Pois é, é um assunto complicado e até difícil de se legislar a respeito dele, né? Bom, a gente falou mais do, mas vai ter o vídeo no canal, a gente já gravou o vídeo sobre isso. E existe aí etapas, pelo menos na ANPD, existem etapas aí para serem cumpridas. Então, no meio do ano vai ter, espero, né, vai ter que ter consultas públicas pra gente definir as regras disso. O problema é que a lei já tá valendo, né? O Tobias disse: "Acho que as partes que mais gosto dos vídeos são quando vocês citam como lidam com a tecnologia e a criação de filhos, pois ainda não tenho filhos, mas quero ter." E vejo os desafios só aumentando nesse sentido, controle parental, tempo de tela e etc. Pois é, Tobias, ó, te falar que não é nada fácil, tá? Porque existem vários pontos de vista, você fica o tempo todo sem saber se tá fazendo certo ou errado, tá? Essa, por isso que a gente sempre pega aqui literatura, vamos ler que as pessoas estão dizendo e aí pra gente criar o nosso o nosso próprio conceito aqui do que que tá acontecendo, né? Fe Oliver disse: "O controle de vocês é maravilhoso, muito bom ver a Vanessa bem, eu também acho." Obrigada. [risadas] Poderam fazer um vídeo falando sobre a lei? Sim, já gravamos, mas ainda não está no ar. Vi alguns, mas acho que muitas pessoas estão fazendo igual o papagaio. Um fala algo e os outros só repetem. Vocês têm mais cuidado ao falar do problema em como falar do problema. Por isso que a gente, obrigada, fez questão de falar capítulo a capítulo. Pois é. E ó, vou te falar, o vídeo ficou grande, tá? Porque realmente a gente esmiuçou aqui a lei e foi colocando ali o que que nós víamos com, não sei se dá para ver aqui, tá cheio de anotação, tá cheio de anotação que nós fizemos assim, a gente foi pegando ali pedacinho por pedacinho e vendo os possíveis problemas, o que que pode acontecer, o que que não pode. Então nós trouxemos um bocado de detalhe mesmo a respeito. O Vicente Reis, consultoria, muito obrigado pelo comentário. A Gabriel Vanessença, mais um episódio top, parabéns. Só agora tive tempo nessa segunda-feira de assistir o episódio 238. Bom demais. Muito obrigado por não acompanhar a insider #vemcamisa #g. O que que é gg? A é o tamanho da camisa. #vem boné #vemcafé. Ó, café, hein? Café. Se você GG. Joinha. Joinha. Não é? É joinha. Joinha. [risadas] Mas foi o que eu lembrei. Tá aqui, ó. Café.com.br. Tá. O George disse: "Aqui me sinto um dev e ainda posso ganhar num brinde." É verdade, hein? Daqui a pouco tem sorteio. Parabéns por esse canal super necessário. Muito bom poder ler esse tipo de comentário, porque tá fazendo aqui 5 anos de compilado e a gente fica muito feliz aqui. É um projeto que eu gosto demais. O nenopr disse: "Gabriel e Vanessa, cara, vocês são demais. Imagina você trabalhando e ao mesmo tempo escutar esse compilado. Top demais. Eu até nem queria que acabasse. Adoro." Pois a gente já tá com bastante tempo aqui, ó. E que bom que você gosta, que o episódio seja longo, viu? Adoro demais a vossa abordagem nos temas. Parabéns. Muito obrigado. Obrigada, DJ Edu. Abri um sorrisão de orelha a orelha quando vi meu comentário fixado na página do sorteio. Realmente é muito bom ter o apoio de vocês para conseguir acompanhar as principais notícias da semana. Cada dia é uma nova bomba que chega, principalmente sobre IA, que fica difícil se manter atualizado, você tem razão. E ter vocês com saúde aí, ó. É a melhor parte disso tudo. Fico muito feliz em ver a Vanessa bem, eu também e se recuperando e os dois cheios de energia novamente. É muito café, ó. É, não, no meu caso não. Um abraço #beba #eca #vemcafé #camisa para combinar com o casaco que é muito confortável. Ah, viu? Então ele comprou casaco, né? Bom, quentinho casaco. E ele depois comentou: "Ó, o sorteio é interessante, mas ter vocês com saúde é o maior presente para nós que acompanhamos o canal. Obrigado, Edu." É verdade, verdade. Beijo pro Edu também, Gabriel. Tô cheirosa, viu? [risadas] E o último aqui, tá? Só para matar aqui, ó. Paulo, o Vargas, o Paulo já tá com a gente aqui. Nossa, há muito tempo, desde o início do Código Fonte praticamente. E ele escreveu assim, ó: "Um boné eu queria, iria usar direto nas minhas viagens". Abraço a meu casal querido. Olha, eu já mandei um recado aqui para ele. Paulo, se você tiver assistindo a gente, eu sei que você tá, manda os seus dados. Eu vou fazer uma exceção aqui porque o Paulo é especial pra gente. Ele é CDF VIP, viu? Ele já ganhou isso, gente. Manda pra gente lá em sorteio@codigofonte.com.br, seus dados. Eu vou te mandar um boné, tá? Sem sorteio, sem nada, você merece. Tá vendo? [risadas]

E falando aqui em sorteio, vamos fazer um sorteio. Vamos aqui, ó. Sorteio. Eh, estou capturando a tela. Eu bato aqui para sincronizar o áudio. Esse aqui é o nosso aplicativo. Vamos fazer sorteio do boné, inclusive. Boné, pode ser. Então já sabe, né? Comentou no último episódio completo no YouTube, já tá concorrendo no episódio seguinte. Já carreguei. A gente ensinou inclusive a migrar essa aplicação, tá? A gente migrou essa aplicação pro nosso VPS da Hostinger e tá aqui. Vamos ver quem vai levar o boné do compilado. Quem levou foi o Zion Dias. Ele disse assim, ó: "Cara, o Cloud acredito que vai ser o divisor de água no que se diz vibe coding. Muita gente do meu time tá usando e estamos tendo bons resultados. Vem café." Hum. E aí você ganhou o boné. Tudo bem. O boné. É, tá valendo. Se você quiser o café, inclusive, vai lá em cafe.fonte.com.br e aí você pode comprar. Você não precisa ficar esperando aí sorteio, né? Nada disso. Olha, nós vamos entrar em contato com você, mas você pode mandar as suas informações para sorteio@codigofone.com.br. É isso aí. Eu espero que você tenha curtido aí esse compilado cheio de coisa. Tem café, tem lei, tem livro. Livro tem o meu copinho. É, inclusive, ó, mais um recadinho, ó. Vero, tá? Muito obrigado aí a Vero. Cupom Código Fonte. Aproveitem. Eu deixei também o link do Link para você acessar também, conhecer mais essa nova solução da Totvs. E tem a nossa pesquisa pesquisa.com.br. Não deixa de compartilhar também depois que você responder, OK? Espero que você tenha curtido aí esse episódio gigante e a gente se vê na próxima semana, tá? Até lá. Ciao Ciao.

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