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Meu amigo, ninguém merece sair na rua parecendo uma árvore de Natal, né, meu camarada? Todo colorido, cheio de lantejolo, parecendo uma colombina no carnaval que tem gosto pra tudo. Se você gosta, o problema é seu, mas eu menos é mais. E é por isso que eu uso o Minimal. Preto, cinza, branco, tem gente que vai falar que é muito comum, é muito básico. Básico, é bem feita a elegância. Você prefere colocar um blazer bem festa junina. Então, o gosto é gosto. Lázaro não. Minimal, tecido egípcio, camisa não amarrota, não estraga, não dá bolinha, qualidade fenomenal. Você tá pronto pra tudo. Quer ficar elegante? Bota um blazer que também não seja de lantejola. Minimal é pra isso. Pra quem tá bem vestido, elegante todo dia e não tá afim de sair pra desfilar na avenida igual carnaval.
Fala galera do Padrinho Podcast. Meu amigo, hoje o episódio é pra falar pra você como entender minimamente o arcabouço fiscal que é o Brasil. Como entender minimamente de você fazer a coisa certa pra se proteger, porque a maior blindagem patrimonial é fazer o certo. Se você vive no Brasil, você tem que pagar os impostos e a carga tributária do Brasil. Se você quer sobreviver e alavancar o seu negócio, você tem que ter capacidade de pagar o custo Brasil, que é a taxa de juros existentes no país, e eu falo isso para todo mundo. Quer brincar de empresário, meu irmão? Acabou a brincadeira, não vai dar. Você quer ser empresário de verdade? Vai ter que jogar o jogo. Outro jogo-jogo ou cada vez mais você está enrolado. Se você tem um advogado, tem um contador que fala alguma coisa diferente disso, responsabilidade não é responsabilidade do padrinho. O padrinho está aqui para falar o que é certo. Dá para ganhar dinheiro como empresário? Dá para ganhar dinheiro como empresário. Dá para ganhar dinheiro como executivo? Dá para ganhar dinheiro como executivo. Mas não dá mais para ganhar dinheiro brincando de ser empresário, brincando de ser executivo, porque o mundo mudou. Brasil anos 80, anos 90, começo dos 2000 não existem mais. É só Brasil, o mundo tudo mudou e a gente está aqui para falar da importância de saber jogar o jogo de gente grande e para isso, meu irmão, eu trouxe 3 especialistas que eu convivo há muito tempo, que eu assino embaixo e que eu tenho certeza que vocês que é empresário vai gostar dessa brincadeira aqui, que aqui na mesa eu falo de brincadeira, mas o papo é sério. Tá afiliados, vou deixar eles apresentarem. Só vou dizer o seguinte, cada palavra que está sendo dita nessa mesa, o padrinho assina embaixo, porque o jogo agora é para jogar de verdade. Amigos, obrigado, obrigado por terem vindo aqui, obrigado por estar aqui para ajudar essa galera a entender o quão importante é fazer o que tem de ser feito todos os dias. Eu vou deixar essa galera aqui se apresentar. Cada um aqui vai falar um pouquinho quem é, um pouquinho do currículo e a especialidade. Porque tem 3 peças aqui para ajudar vocês. Não perca esse episódio. Pega esse aviãozinho aí, encaminha para todo mundo. Se todo mundo tem um CNPJ, da empresa pequenininha, grande, precisa ouvir isso. Dr. Wilmar, começa aí. Conta quem são vocês.
Bom dia, pessoal. Meu nome é Wilmar Correia, sou advogado. 30 anos já de experiência, de mercado, trabalhando sempre com as empresas. Tenho formação pós-graduado em direito das empresas pela Fundação Getúlio Vargas e estou com o Lázaro já há bastante tempo na estrada tentando ajudar e agora tentando participar e ajudar também os clientes da Optimize.
Legal. Dr. Felipe. Salve. Obrigado pelo convite. É uma honra estar do teu lado e aqui sentado nessa mesa. Vamos lá. Sou Felipe Granito, sou advogado. Sou sócio do Granito Boneri, do IGBA. A gente é escritório de advocacia empresarial com core business voltado para a reestruturação de passivo e reestruturação de empresas. São 4 bi de passivos sob gestão hoje, mais ou menos uns 3% do market share de dívida Brasil, em 1600 CNPJs em média. Então, nosso core business é gestão de dívida em todos os cenários empresariais. É uma honra estar contigo. Obrigado.
Lázaro, sou Eduardo Galvão, sou sócio do Felipe no Granito Mulher Advogados, sócio responsável pela área tributária. Área tributária que é o grande desafio do momento, seja pela reforma tributária, pelos assuntos colaterais que a gente vai colocar na mesa. É um prazer estar aqui, sou fã do programa também, vamos lá, vamos poder contribuir.
E é isso aí, a nossa audiência é composta por 95% de empresários. Todo mundo está assistindo a gente, tem CNPJ, ou quem está assistindo também que não tem CNPJ, mas só em. Então a ideia que é essa e vamos falar, vamos começar essa brincadeira aqui falando sobre reforma tributária, mas a própria reforma tributária ela tem vários viés, né? Ela tem várias áreas de atuação e a gente vai começar o seguinte, reforma tributária, passivo tributário, novos cenários na empresa e como é que ficou a reforma sobre consumo? A gente CMS, ISS, PIS e COFINS, mas tem muita coisa acontecendo, Lázaro. A gente tem o balão de ensaio da reforma tributária sobre a renda, que diz respeito à tributação dos lucros de dividendos, a gente tem o impacto que vai acontecer já agora, em 2026, do lucro presumido, a questão do devedor contumaz, então tem muita coisa acontecendo nesse caldeirão que é o tributário. E tributário, como você bem disse, não existe mais hoje a figura do empresário que pedala a tributação. Você tem que minimamente pagar o tributo. Se você não conseguir pagar o tributo, alguma coisa está muito errada e aí você tem que procurar a gente pra tentar te ajudar.
A reforma tributária sobre consumo começou já em 2026. É um projeto e eu gosto de falar isso em todas as palestras que eu faço. A gente associa, obviamente, por questões lógicas ao governo atual, mas não é uma reforma do governo atual. Essa reforma seria aprovada em 2020 se nós não tivéssemos tido a pandemia. E essa reforma, ela impacta diretamente como as empresas operam. Ela vai acabar com PIS e COFINS. PIS e COFINS, todo mundo que atua no meio empresarial sabe que é o câncer do sistema. São tantas regras, é um emaranhado de normas que mais confunde do que ajuda. O PIS e COFINS acaba em 2027. Então, já em janeiro, começou ali uma obrigação acessória, que é a nota que o contador tem que gerar, com um novo layout do sistema. Então, por hora, a reforma tributária sobre o consumo impacta unicamente na parte burocrática. Mas, se eu, empresário, não souber isso, eu vou sendo guiado pelo que meu contador disser sem poder contra-argumentar, né? Mas o impacto no caixa mesmo começa em 2027 com a extinção do PIS e COFINS e o CBS, que é o IVA, imposto sobre valor agregado, muito comum fora do país. A gente trouxe, tem um ar topiniquim, porque a gente tem o IVA dual, não existe paralelo no mundo, a gente vai ter o IBS e o CBS, mas acho que é por aí, acho que é o bom início a gente falar.
Bom começo, né? Vocês fazem o seguinte, eu costumo falar que às vezes as pessoas quando falam assim, cara, eu sou a favor da reforma tributária porque se ela simplificar já ajuda. No dia a dia eu vejo muito empresário se ferrando, não pela maldade, não porque ele é sonegador, mas é porque ele não entende. E ele pega um escritório de contabilidade que entende menos ainda. E aí ele vai crescendo, vai crescendo, vai crescendo e de repente ele toma um susto, porque alguém deixou de cumprir uma obrigação. E aí quando deixa de cumprir obrigação passa assim, 3, 4, quando está completando 5 anos o Estado te pega, aí já está um bolo grande e o cara que era pequeno empreendedor, ele começa a se ferrar todo. Então a gente tem que entender que um bom contador, um bom advogado virou obrigação mercadológica. Estou contigo, Lázaro. Empresário. E eu cresci um pouquinho, irmão. Eu saí do Simples ali, eu mergo no Simples, irmão. Tem que ter alguém pra te ajudar a fazer essa coisa, porque se não, uma hora se ferra.
A ignorância é uma dádiva, cara. A ignorância é uma dádiva. Muita gente, a gente percebe isso aí em todo momento, fazendo reestruturação de dívida. Muita gente cresce muito porque não tem ideia do que está fazendo de errado. E, na hora que vem o problema, já está muito grande. Só que o problema é muito maior do que o crescimento. E aí, tem crise financeira, tem turnarounds. Você tem noção que nós estamos em 8.9 milhões de CNPJ negativados? É o maior dado histórico de todos os tempos. De todos os tempos. O Brasil tem 26 milhões de CNPJ ativos. 8.9 estão negativados. Serasa parou de medir. Tem alguma coisa errada? Tem alguma coisa errada? Tem coisa errada. É empresariado? É empresariado. É capacidade de gestão? É capacidade de gestão? É conhecimento? Sem dúvida nenhuma. Eu acho que não começa na ignorância, não? Mas tudo começa na ignorância. Porque, por exemplo, eu não acredito que seja maldade. Montei uma empresa e vou sonegar. Não acredito, velho. O cara não cria uma empresa assim. Ele cria, gente, montei uma empresa e quero prosperar. Aí vou pro progresso pra depois da ordem. Só que, às vezes, acontece isso aí, né? Porra, 8.100.000? 8.100.000 CNPJ negativados aí. Oito milhão e 100. 8.100.000. Oito milhão e nove milhão e CNPJ. Oito milhão e 100. Um terço está negativado. Não é possível ter R.U. de R.U. com uma fé. Não, é algum problema financeiro. É ignorância. Eu sou empresário, estou com a conta lá, apertou. Tive algum evento que impactou o meu caixa. Eu tenho que escolher entre pagar a fornecedora, a folha de pagamento e o imposto. Qual que eu deixo por último? O cara faz isso. O problema é não olhar pra isso em algum momento, porque isso, como você falou, juros, multa, quando a gente vê já virou uma bola de neve que você tem que ter um ótimo advogado pra poder negociar.
Então vamos lá, qual o principal problema com o sistema tributário sobre o consumo no Brasil, exatamente com essa criação nova que é que muda? Tá, boa. Você bateu um ponto muito bem, que foi a simplicidade. É claro, a nova cerne do tributo no Brasil tem 600 artigos, aproximadamente. Pra eu simplificar, se eu coloquei uma lei com mais de 500 artigos, eu concordo que eu relativizo essa simplificação. Não dá pra ler, porra. Porém, Lázaro, nós vivemos num país em que, com 26 estados, mais o Distrito Federal, existiam 27 regulamentos do ICMS. Eu tinha que lidar, às vezes, com default, com ST, entender a legislação local. Então, quando eu acabo com isso, eu, de fato, não posso. É louvável. Se você jogar meu nome no Google e reforma, muito provavelmente aparecem alguns artigos super críticos. Porque eu, técnico, tinha que analisar criticamente. Porém, agora o sistema mudou. Então você não vai me ver mais batendo nas balizas que geraram a reforma. Eu estou dentro da reforma para ajudar o empresário a entender esse novo sistema. Porque ele massacra. Se eu não me preparar, não mudar meu RP, rever preço, eu estou fora. E eu vou perder para o meu concorrente que se preparou. Do ponto de vista financeiro, eu já fiz análise de muita empresa de e-commerce. E eu vou dizer o seguinte, o default mata a metade delas. Metade dos e-commerce brasileiros hoje só estão de pé porque não pagam o default e estão gerando um passivo gigantesco. Não pagam, estão gerando o passivo. O cara não botou na margem, o cara quando precificou o produto dele, porque a conta é fácil, eu tenho que comprar por X e vender por Y, e esse range entre o X e o Y tem que pagar despesas fixas, variáveis, imposto e despesa financeira. Ponto. Compor X, vender por Y. E esse espaço tem que pagar tudo. O cara não calculou o valor do default. Então quando ele pega esse espaço, se ele botar o default sobra nada. O que ele faz? Não paga. Tem empresa que está assim desde o nascimento do imposto, vai quebrar. E você, na minha opinião, é óbvio que eu não analisei todas as empresas do Brasil, mas todas que bateram na minha mão para fazer uma análise, a metade não pagava, ou seja, 50%. E se colocar, fecha. Ele usa o tributo, deixa de recolher, para poder fazer caixa. Você alavanca com o tributo. Exatamente. Só que o problema, Vilmar, é problema, Lázaro, igual você falou, o fisco tem uma sanha arrecadatória imensurável, ele não para. Em algum momento o débito vai ser cobrado, vai ser executado e o sócio pode ser responsabilizado. Pode não, vai ser, né? Eu deixo aquilo na banguella, eu não olho para aquilo quando eu vejo que meu CPF está envolvido na dívida. Por incrível que pareça, nesse quesito o fisco hoje se preparou e ele está à frente dos empresários. Ele hoje tem uma condição de fiscalização muito maior, então quer dizer, vai ficar cada dia mais difícil, não dá para ser amador, mas todo mundo precisa se profissionalizar para poder fazer a coisa do jeito certo.
Sistema financeiro e sistema tributário estão cada vez mais interligados. Muitos mecanismos novos que surgiram, surgiram com uma razão muito clara, para interligar cada vez mais o sistema financeiro e o sistema tributário. Significa o que é isso? Que o cerco para sonegação, para não pagamento de imposto, fechou. Fechou e está cada vez fechando mais. Essa é uma realidade que a gente já está experimentando no Brasil. E as consequências disso para o empresário que ainda continua agindo dessa forma, seja sonegando, não declarando o recebimento, ou então não pagando pelo tributo gerado, a consequência vai ser muito maior. Principalmente agora com essa regra nova do Devedor Contumaz. Vamos entrar nesse jogo daqui a pouquinho, só que eu quero falar com você o seguinte, vem cá, o que mudou exatamente com a criação? Você começou a pensar lá, a criação do IBS e do CBS, o que muda? Outra coisa ou outra dúvida, mas essa é a dúvida minha. Eu já tive aqui um advogado que falou comigo assim, nós temos mais ou menos 80 tipos de tributos diferentes. Aí eu tive aqui com um outro advogado, um tempo atrás, ele falou, imagina, passa de 300, porque se eu levar em consideração as NCMs, que é por produto, cada produto é um produto cosmético, o parfan é um, o toilette é outro, o demaquilante é outro, cada um tem um. Se eu pegar a categorização de produto, que variando com a embalagem, com a forma que está descrita, muda os impostos, passa de 300. Aí, o outro fala, não, não passa, é só 80. O outro, não, passa. Porque se você pegar 27 estados, se você pegar um portfólio mais ou menos de cinquenta mil itens de produto diferente que tem no Brasil, 50.000. E eu categorizar todos eles, passa de 300 alíquotas distintas que o cara tem que ficar de olho. Passa mesmo?
Aí você bateu no ponto técnico, né? Alíquota, base de cálculo, são termos que é muito comum para o tributarista e talvez não seja para o empresário. Vamos lá. Tributo, que é o gênero, existe 5. Imposto, contribuição social, contribuição de melhoria, empréstimo compulsório, e o terceiro, que é também as contribuições sociais, que são acidentes sobre os trabalhadores, certo? FGTS e tal, essas coisas, não? FGTS não tem natureza tributária. Não, o ISS, por exemplo. O ISS é o INSS. Isso, isso é contribuição previdenciária. Nós temos 5 espécies de tributo. As 5 espécies de tributo, elas se diluem. Eu tenho cinco mil municípios. Se cada município tiver um código de ISS, eu tenho cinco mil. Pensa que eu Ou seja, passa muito de presença. É uma nova tributária nova por hora, não é? Se a gente entrar nisso, por exemplo, nós temos hoje no sistema tributário talvez 4 ou 5 declarações que o empresário presta a mesma informação. Então o contador perde ali, 1.500 horas. Isso é um dado público, se não me engano, do Banco Mundial, divulgado entre 2015-17. O Brasil era o país em que você mais perdia tempo, não é pagando o tributo, imputando informações no sistema do governo. Olha aqui. E aí, sabe qual é o segundo lado? Eu tenho emprego de contabilidade. É impossível a contabilidade em algum momento não errar. Não, pô. É impossível. É humanamente impossível ele não errar em algum momento. Mas sabe qual é o dado mais alarmante desse estudo? Para mim, o dado mais alarmante é o segundo país. O Brasil, com todo esse potencial que a gente sabe que a gente tem, 1.500 horas. O segundo é a Bolívia, com 600 horas. Pô. 3 vezes mais quase. Que é a Bolívia. Que é a Bolívia. Daí agora a gente se surpreende porque tem empresário migrando para o Paraguai. É uma questão lógica, eu olho pra Mas eu fiz um vídeo que me xingaram pra caramba ali, eu falei o seguinte, mudar pro Paraguai por uma questão econômica é uma cagada. Porque o seguinte, o PIB do Paraguai é um terço do PIB de São Paulo. Então, um quarto do PIB de São Paulo. E o PIB de São Paulo é 9% do PIB brasileiro. Então economicamente não é viável. Agora, se você entrar a alíquota de imposto e facilidade tributária, aí muda. Mas pensa o seguinte, porque o cara fala, por que tem tanto brasileiro mudando pra lá? Pra minha cagada, mudar pra arrumar emprego. Você tem que mudar pra lá por algum outro motivo que não seja esse. Então você tá me dizendo o seguinte. O primeiro país é a gente, de tempos e horas, pra informação de prestação de informação tributária pro governo. O segundo país é a Colômbia e ele tem 600 Bolívia. Bolívia. Tem 600 horas. Então, ou seja, nós somos quase 3 vezes mais. Não funcionava, concorda que esse sistema não funcionava? Então eu, técnico, preciso ser Claro, o sistema tinha que mudar. Você me perguntou o que muda na prática. Bom, vamos lá. Alguns tributos são extintos, como por exemplo o PIS e COFINS. O ICMS e o ISS gradativamente serão extintos. Muda a alíquota, muda a maneira de pagar tributo. Lázaro, isso para mim, isso impacta sobretudo na área que o Felipe Capitania é no escritório, que é o fluxo de caixa das empresas. Existe lá no Brasil também uma inovação. Isso já foi tentado em alguns países europeus e deu muito errado, que é o split payment. O que é o split payment? Haverá em 2027 um ano teste, mas a tendência é que 2028, 2029 seja aplicado para alguns segmentos, que é o split, o pagamento vai ser splitado. Então o Lázaro vendeu para o Eduardo, certo? Automaticamente uma parte vai para o governo, outra parte para o cara. Você não trabalha com o dinheiro do governo. Você falou um negócio, isso. É bom para você fazer a coisa certa, mas como você não tem esse negócio que o recebo vai depois pagar, vai ter um impacto no capital de giro. Nós vamos ter que ter mudança de cultura do empresário que utiliza esse dinheiro hoje para fazer capital de giro, para fazer negócio. Ele vai ter que se atualizar. Sabe o que eu tinha pensado do ponto de vista do empresário? Da facilidade de ser explodido, de não ser pego de surpresa. Porque quando você explodido na cabeça, é bom que eu não sou pego de surpresa mais. Minimismo é o erro. Mas em compensação, o meu caixa sai de imediato. Cara, esse ciclo financeiro e custo financeiro vai mudar. Vai mudar, vai diminuir a importância de um monte de negócio. E eu vou ter que ter mais margem. Vou ter que repassar preço ou melhorar compras para sobreviver. É isso. Isso eu digo mais, Lázaro. Para todas as empresas, o e-commerce que já está fodido com o default, Eu também não quero colocar um alarmismo necessário para quem está nos acompanhando. O split será um ano teste em 2027, só que o sistema foi pensado para essa ferramenta ser utilizada, certo? Tem outros 3 aspectos que eu gostaria de destacar na reforma tributária que eu acho que de maneira bem didática é um ponto para o empresário se informar, certo? A ideia é essa, que é informativo. Vamos lá. Primeiro ponto. Esse podcast é que durar 3 horas. Pela que só vai ser uma hora e meia porque eu tenho comprado isso. Primeiro ponto, crédito. Hoje a gente vive esse caos que eu tô citando, do como é difícil você declarar, esse caos ele é evidenciado, sobretudo quando analisa o sistema de crédito e débito. Toma crédito e o produto, o débito é outro, na cabeça é uns, depois A gente viveu uma situação na pandemia de um cliente que a Receita Federal entendeu que o que ele gastava com máscara e luva para a área administrativa gerava crédito, mas para o chão de fábrica não. Que raios de interpretação é essa que você destina? E se eu tivesse um funcionário que estava lá e estava aqui? Percebe como essas minúcias? Isso tem de acabar, porque agora tudo vai gerar crédito. Primeiro ponto, não cumulatividade plena. Se tudo vai gerar crédito, o meu setor de compras, o meu setor de vendas precisam ter intercâmbio, porque o meu fornecedor, eu vou colocar uma lupa nele. Por exemplo, Simples Nacional, que é a maioria massacrante do empresariado, não vai gerar crédito, a princípio. Se ele optar pelo regime híbrido de apuração, como assim Galvão? O Simples paga uma guia lá com 8 impostos lá, 8 tributos. É uma guia no fim do mês, DAS, a gente chama popularmente. Se ele continuar fazendo isso, ele não vai gerar crédito para quem compra dele. Mas e se esse cara do Simples Nacional pressionado pelo mercado, e para mim o pano de fundo é o mercado pressionado pelo mercado? Claro, senão eu não compro dele. Mas eu estou vendo a 15 anos pro cara, você vai perder, porque ele vai olhar o concorrente. A empresa do Simples, se ela optar pelo regime híbrido, ela vai gerar crédito pra mim. Logo, eu tenho um crédito. Tem mais serviço. Segundo ponto importante, tributo agora está por fora. Eu te vendo, partindo de uma alíquota de 26%, se eu te vendo a 1260 reais, vai ser outro. E eu sei disso, o que você falou. Eu vou saber, pô. Agora tá tudo. Tá tudo claro. E o Wilmar vai saber quanto pagou no produto que ele comprou de mim. Certo? Então esse é o segundo ponto que eu traria. Clareza. Crédito e a clareza na precificação. Onde vista do empresário, cara? Eu acho isso bom. É, pois é. Isso é bom. Isso é bom? Minimiza o meu erro, joga mais transparência. Mas vai, continue. Eu queria te cortar, não, tá bom? O terceiro ponto é qual é? Igual a gente estava conversando aqui antes de começar, assim como todos os outros aspectos da área tributária, a reforma também não é uma coisa de prateleira. Se você vê o cara aí no rede social falando, não é isso, não é, vai depender do seu segmento. Nós somos advogados, nós somos advogados, logo prestadores de serviço, e aí a minha alíquota, que hoje lá em Campinas é mínima do ISS, vai subir significativamente. Você tocou num assunto que é uma coisa que me preocupa às vezes quando eu penso no mercado de serviço no Brasil. Porque existem serviços que são fins e serviços são meios. Por exemplo, a alíquota do serviço vai subir. É isso, né? Vai. Vai subir. Pronto. Então vamos lá. Eu tenho uma empresa de consultoria que se eu subir a alíquota, eu vou repassar pro preço pro cara, vai subir o preço pro cara, mas eu tô pagando ela ali. Mas vamos supor. Que o Gilmar aqui seja dono de uma transportadora, o serviço dele é meio, não é fim. Se ele está fazendo o transporte, se a alíquota dele sobe em 10%, ele vai ter que subir o preço do frete. Se ele subir o preço do frete, vai subir o preço do arroz, do feijão, da batata, vai subir o preço da cesta básica. Não pode ser o mesmo valor essa alíquota. Uma coisa é, deixa eu me foder, eu sou dono da consultoria, você subiu meu preço? Cara vai me pagar mais caro, mas eu não afeto a cadeia de base da produção brasileira. Alimento, eu não afeto a cesta básica. O meu produto é serviço igual da transportadora, só que o meu produto é um serviço fim. Você, eu pago mais imposto, morreu. O máximo que eu posso fazer, eu vou cobrar mais caro por isso, não interessa. Agora, a transportadora, se ela cobrar mais caro, hoje, quase 85%, cada hora muda um pouquinho, mas 85% do transporte brasileiro modal rodoviário. Caminhões, se eu aumento a alíquota do serviço da transportadora, igual aumenta a minha. Vale, arroz, feijão, café, carne, tudo sobe, brother. E aí? Benchmark de mercado. Fala pra mim, transportadora aguenta ou aumenta a 10% de imposto? Se ela não repassar, não. Fecha, fecha. Fecha, não fecha? É, a transportadora boa dá 12% de bitida. Se você pegar uma foda, ela vai dar 20. Não tem ninguém com mais de 20, de 18. A média 12, se você subir na cabeça 12% de imposto, acabou. Fecha, não fecha? Fecha. Como é que vai fazer? Tem que arrumar uma forma. Passar. Isso é mercado. Isso vai pro mercado. Aí o que vai acontecer com a inflação, brother? Vai ter consequência do outro lado. E o custo do Brasil? Porque vai diminuir a tributação da indústria. Você não acha que deve também ter uma alíquota diferenciada por transporte? Eu não tenho transportadora, tá gente? Mas eu tô defendendo, porque eu como, né? Eu como arroz, feijão, carne. Eu sei que se você subir o imposto da transportadora, o preço da minha cesta básica sobe. Tão pensando na população. Tem que ter uma liga que tá diferente, não tem?
Eu acompanho o teu raciocínio totalmente, eu tenho algumas questões que eu colocaria que é, de fato, a gente vê o mercado, o empresariado de uma maneira geral, vê com os olhos de atenção. O que vai acontecer? A inflação vai subir, enfim. Eu, por outro lado, a gente não pode subestimar isso que eu disse da não cumulatividade plena. Então essa transportadora vai tomar crédito de tudo que hoje ela não toma. E hoje ela toma do diesel, do mecânico, mas ela não toma de tudo. Ela vai tomar de tudo e ela vai ter que olhar para o preço dela para revisitar. Vamos pegar do que ela pode tomar. Hoje ela toma do diesel, hoje ela toma do mecânico, do mecânico, do mecânico, do mecânico para reparar. Ela toma do caminhão. Galpão que ela aluga? Galpão que ela aluga? Não. Toma. Iberia. Se for de pessoa jurídica, ela tem. Galpão, ela toma. Não sei se tem tanta coisa, acreditar mais. Só se for insumos, facilities. Eu vou tomar crédito dos facilities todos, que hoje é um grande problema também, gente. É que a maioria das pessoas, apesar de estar no lucro real, ela não pega todas as notas de como deveria. Ou se pega não joga no sistema. Eu tenho um cara que pega, ele compra caneta, papel, tudo com nota bonitinha, e no final ele não joga lá dentro do sistema. Ele vai deixar tomar crédito, né? Mas uma das ideias da reforma é exatamente isso, né? É todo o circuito exigindo outra emissão da nota. Isso, Vilmar, bom ponto. Foi o que eu falei a respeito do mercado, o personal mercado. A minha leitura qual é? Você, obviamente, igual vocês disseram aqui antes de começar, tem um controle absoluto do Estado. Gente, hoje o papão pediu as maiores transferências. Uma grande maioria por Pix, Pix é totalmente rastreável, tudo é rastreado, só que o mercado pressionou o mercado, pressionou o mercado, essa ideia de pressão interna no mercado vem desse fornecedor que tem que me gerar crédito e vem também, Lázaro, que esse é um ponto importante, não vai te gerar crédito quem não pagar o imposto. Então, sabe o que a gente falou no começo, na abertura, eu tenho que pagar imposto. Agora, meu amigo, agora se você não pagar, o seu cliente não vai tomar crédito. Vocês criaram um novo fiscal, seu cliente. É óbvio, se você não pagar seu imposto, se não me emitir a nota e eu não tomar crédito, eu não compro de você. É uma pressão do mercado. Neste modelo, eu acho a reforma até inteligente, sabia? Só que vai ter que ter uma adaptação empresarial gigantesca. Já tá aí, por isso que se o empresário ainda não tá olhando pra isso, ele tá atrasado, pô. Ele precisa olhar pra isso porque isso já mudou, já tá mudando, já vai Já está em operação. Exatamente, Vilmar, exatamente. Eu acho que é isso, acho que é um ponto de atenção máxima pros negócios. Antes da gente passar para o próximo passo aqui, a gente está falando da reforma tributária do consumo. Tem mais alguma coisa com esse vínculo de consumo que as pessoas estão assistindo a gente, elas têm que prestar atenção, que vocês queiram recordar, desse ponto de vista da mudança, qual que é o ponto-chave, qual a orientação que vocês dão, porque depois daqui a pouco eu vou falar sobre renda, reforma tributária sobre renda, nós vamos entrar nela. E depois do final, que nem está aqui na pauta, mas o Eduardo fez um sopro para mim. A gente tem que falar de coisas que estão acontecendo e que não estão na mídia, mas que estão acontecendo e são mudanças importantes para o empresário, principalmente de dezembro a janeiro desse ano. O que está acontecendo? Você vai passar por isso depois, só não deixa eu esquecer. Mas alguma coisa mais sobre a reforma tributária do ponto de vista do consumo, IBS, CBS, que precisa ser alertado aqui? Mais alguma coisa ou passamos para renda?
Eu vivo isso, eu tenho um tesão do caramba em reforma, eu estou estudando isso faz muitos anos, então eu teria vários assuntos aqui, mas acho que a gente pensou no principal, a gente passou pelo principal. Não cumulatividade plena, o setor de compras tem que conversar com o comercial, a estratégia tem que olhar para preço. Então acho, Lázaro, que a gente Split payment passamos. Passamos pela questão de que o tributo, o crédito só vai ser gerado se houver o pagamento. O split payment já está acontecendo agora, não? Não. Vai começar em 2027, uma fase teste para alguns segmentos específicos. Neste momento. Não, a gente vai chegar daqui a pouco no da renda, que é esse que eu quero ter uma dúvida com vocês também. Tem dúvida também. Passamos por tudo. Passamos, né? Então vamos lá, reforma tributária sobre a renda. Depois, vamos fazer as perguntas. Primeiro é o seguinte, como é que é a reforma tributária? O que mudou? O que está mudando? Qual o risco que esse cara que está assistindo a gente aqui, ele está correndo e qual a cautela que ele tem que tomar? Deixa para o meu sócio que ele também está sendo impactado lá no escritório como eu, então ele também consegue falar bem.
A mudança principal que a gente está percebendo é a mudança da tributação sobre a alta renda. Então, receita Eu espero que todos vocês tenham esse problema. Eu espero que todo mundo pague esse imposto, que é sinal que você está ficando rico. Isso aí. Então, até toda essa mudança que aconteceu no ano passado, distribuição de dividendo não tinha tributo. Mas não tinha tributo por uma regra que não fazia parte. Aí o Eduardo explica com muito mais propriedade do que eu. Mas não tinha tributo porque foi uma regra que foi colocada no Brasil. Era uma isenção. Era uma isenção, correto? Se a empresa na PJ pagou, quando eu mando pra PF e esse cara é dono da PJ, o imposto já tá lá dentro, distribuição de lucro que seria depois do imposto de renda e da contribuição social do extraoperacional, que pra mim faz todo sentido, irmão. Se foi uma exceção criada ou não, se foi colocado nas coxas ou não, porra, se eu tenho um PJ, eu pago o imposto de primeira linha, que são os ICMS, Paraná, Paraná. Aí eu pago todas as minhas despesas, eu tomo crédito, eu pago e lá. No final, ainda pago contribuição social, ainda pago imposto de renda. E não é pouco. A alíquota tá altíssima. Aí sobra esse restinho. Porra, vou ter que pagar mais? Caralho. Então, assim, pra mim já tava justo. Exatamente. Bom, aí com a regra nova, a partir de E por quê isso surgiu? Qual que é a justificativa pública pra isso? A tributação sobre a renda aumentou o piso. Então, antes o piso, 2000, 1800 reais, agora foi para 5. Quem vai pagar essa conta? Você paga ela, tem que ser paga. Então, foi uma estratégia de distribuição de renda. Foi. É questionável. É inquestionável. Foi uma estratégia de distribuição de renda. Ela é justa. Aí, cara, a gente abre uma cerveja aqui e bate papo sobre isso. Mas é Mas é uma realidade. Foi uma estratégia para distribuição de renda. O ponto é, agora, a partir de 50 mil por mês, é uma alíquota progressiva de até 10% sobre a distribuição. Vai tributar a tua renda. Vai tributar o teu lucro 2 vezes. Essa é uma realidade. Na empresa e na distribuição para o sócio. Qual que é a consequência disso? Vai pagar e vai na cabeça. Vai ter que ser explodido. Essa é a minha pergunta. Neste caso, agora, quem está agora, nós estamos no mês de fevereiro, quem emitiu o DARF lá para pagar, quem emitiu tudo, do janeiro e fevereiro, já está explodido? Na cabeça? Na hora que faz o dividendo? Ou deveria? Deve ser. Como é que é?
Ótima pergunta, porque a gente tem recebido muito disso lá no escritório. Até eu tô na dúvida se a conta bela tá fazendo direito, caralho, porque na minha opinião é assim, eu largo na mão do cara. Eu só falo o seguinte, eu mesmo falo, manda tanto pra conta, manda tanto pra conta, mas mandando tanto pra minha conta a pessoa vise, cara. Se não tem lucro acumulado, eu não quero saber se eu tô. Eu já estorei a alíquota dos 50 pau no mês, já estorei faz tempo. Eu tenho que pagar, não tenho? Não paga essa porra e manda para a minha conta. Agora, se está pagando ou não, eu já fico na dúvida. Dona Dúlia, minha contadora, espero que você esteja tudo certo. Vai na cabeça. E melhor que seja o quanto antes, para você deixar acumular para o final do ano, na hora que você for fazer a distribuição. Não, tem que ser no mês. Aí a regra fala, no mês a regra é acumulada ou você escolhe? Ótima pergunta. Mas antes eu queria só voltar um pouquinho nessa questão da primeiro, o Felipe tem total razão, você trouxe uma contrapartida financeira na tributação das altas rendas, você aumentou o piso para a incidência do IR. Mas tem uma questão técnica que é fácil de entender, mas que às vezes fica no obscuro e a gente acaba entrando num espiral pouco técnico. A alíquota sobre a empresa é de 34%. A alíquota nominal, 34%. Mas a regra nominal não chega nisso. Então, qual foi a escusa do governo? Você não está pagando 34% na PJ. O complemento do que você não paga, do que você tem que pagar, eu vou cobrar na sua PF. Percebe a lógica deles? Isso cabe crítica pra caramba, Lócio. Por exemplo, você Mas usou raciocínio. A premissa é É. Se a alíquota base é 34 e você não tá fazendo, eu vou fazer com que você chegue nela. Exatamente. Mas qual é o meu ponto crítico? Mais uma vez, você não olha pro governo, o governo não olha para redução de gasto. Você tem uma, na minha concepção, totalmente acertado você aumentar o piso. O cara ganhava três mil reais, pagava mais imposto que eu, que sou advogado e tudo distribuição de lucro. Não é justo. E até um outro ponto, abrindo um parênteses, é um bate-papo, eu posso voltar lá. Até um ponto favorável à reforma tributária, no Brasil a gente tributava preponderantemente o consumo, preponderantemente o consumo. Nos Estados Unidos não é assim. E quando você tributa preponderantemente o consumo, tem um caso que eu gosto de citar, eu encontrei a moça que me ajuda lá em casa na limpeza, no supermercado. E nós estávamos, coincidentemente, com o mesmo saco de arroz dentro do carrinho. Aquilo na cabeça do tributário, eu pago o mesmo preço que ela no arroz e o mesmo tributo que ela. Era injusto pra caramba. Mas voltando aqui pro raciocínio da renda, respondendo a tua pergunta. Então beleza, a lógica do governo é, 34 na PJ, a nominal. Se você não chegou nela, eu vou tributar na PF. A partir de janeiro agora, se você não fez o dever de casa de ter um bom contador ou um bom advogado, de registrar o estoque do lucros em dezembro Ou se já gastou ele. Ou se já gastou, que é o teu caso, por exemplo. Mas você não tem. Você já, a partir de janeiro, quando você recebeu lá, sessenta mil reais, vai ter a retenção na fonte. Tinha uma pergunta que eu ouvi e tinha, cara, esses mestres das redes sociais que falavam, não, se você receber 30, 30, 30, você não paga. É uma loucura. Muita gente vendendo isso. De fato você tem um diferimento, porque não vai incidir na renda, não vai haver a retenção logo na cabeça. Só que no ano seguinte você vai declarar que você recebeu. Isso, 30, 30, 30, 90, vai ter a mesma tributação anterior. Mas não pode vir com nada, então? Ela vem toda ano que vem, vai ficar mais difícil para o cara pagar? Exatamente. Melhor pagar agora, porra. Melhor pagar agora. Ou O que eu acho também Mas ele via meu caixa, mas o cara gastou. E se não pagar no mês, vai ter depois alguma multa? Claro. Se você não fizer a retenção, você está descumprindo um regramento. Tem um ponto que o Felipe gosta muito de falar, que é um termo técnico, mas fácil de compreender. Tem evasão fiscal e elisão fiscal. Elisão fiscal é planejamento. Eu sou pago, eu trabalho dia e noite para pensar em estratégia para fugir desse tributo. Não tem tese de prateleira, cada um é cada um, o Felipe vai falar sobre fundo na sequência, cada um é cada um, mas o empresário tem o direito de olhar para dentro e falar, não quero pagar, não quero pagar, já pago tanto na PJ, pago tanto imposto, tributo sobre tudo, eu não quero pagar. Então é liso você sentar com advogado, sentar e estudar maneiras de diminuir essa tributação. Cara, então só para deixar bem claro para eles aqui. Meu amigo, passou do limite ali, gradativamente vai ser aumentado. A melhor recomendação é que o cara pague no mês. Não deixa essa porra acumular não, porque isso pode te ferrar a vida. Paga na fonte e vamos supor que você entrou na tese do guru jurídico da internet. É, em vez de você receber R$ 30.000, você bota R$ 30.000. Eu passei do radar, você estava dizendo que na hora que você fazer o fechamento do balanço no ano, que for fazer a pessoa física e a pessoa jurídica, pode fazer seu empurro de renda, tudo aquilo que passar eu vou pagar. Eu vou passar régua novamente, vai fazer a double check no final do ano. E aí você que já gastou dinheiro pode ser pego de surpresa. É isso. Exatamente. É isso, Lázaro. Juro, com multa, com atuação. E aí um ponto é, tem um desdobramento. E se eu paguei, paguei, paguei imposto ao longo do ano? E o fechamento do meu IR, porque a tributação é da pessoa física, o meu IR lá em 2027, paguei demais. Aí eles vão, a regra de restituição já vai ser criada para também ser o mesmo sistema do Isso, então, porque hoje, por exemplo, se eu sou um empresário e distribuo dividendos, eu não tenho restituição de imposto de renda. Você está falando o seguinte, vai ter que criar uma regra de restituição se eu pagar mais. Então, neste ponto ela fala, Mas o motivo é
Você pagar por mês, tá, gente? Se eu paguei por mês e paguei a mais, eu me restituo. Eu prefiro receber crédito do governo do que dever a ele. É opinião pessoal minha. Sem dúvida. Por pequeno. O cara que é pequeno empresário, é melhor você errar um pouquinho. Pagou no mês a mais, apertou e tal, mas no final do mês você toma um crédito, do que deixar essa porra errada, pagar menos agora e depois você fica esfolado. Aí você vai ter que procurar multa depois. Aí você vai ter que procurar eles depois aqui para fazer o turnaround da empresa, porque você não tem caixa. E a multa na receita começa em 70%, meu amigo. Então tá 70%, 225%, é claro, caso pontuado. Exatamente, exatamente.
Então, galera, não deixa de fazer isso. Vocês estão aqui agora, até eu estava saindo daqui, vou dar uma ligadinha pro contador lá, falou, mas mano, tá tudo certinho, né? Ah, porque é óbvio que eu tenho um belíssimo contador, eu faço o pressuposto que tá tudo certo. Entendeu? Espero que esteja, entendeu?
Se você está pensando numa plataforma, você que é infoprodutor e está precisando de ajuda para fazer um trabalho, lembra da Payt. Payt é a plataforma que eu recomendo para você que é infoprodutor, para você que precisa de um gateway de pagamento, para você que precisa fazer transação pela internet. Você tem que lembrar da Payt. A Payt, além de ser mais ágil, de ter o maior índice de aprovação, ela ajuda você a vender seu negócio. Ela ajuda você a dar o próximo passo e faturar mais. Quer fazer dinheiro de verdade? Você tem que procurar a Payt. Payt, Lázaro recomenda.
Você falou o seguinte, a partir de cinquenta mil vai ter um. Como é que está isso hoje? Tem uma fórmula para calcular. Você começa em RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. RP. 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Atrás, a gente tinha até pouco tempo atrás, o regulamento. Um código de dress code era vetado a camisa preta e roxa. A camisa de dress code era permitida, não. Aí veio uma galera falando que era old school demais. É, agora pode. Ninguém tá, né?
Mas o trabalhista, ele é de fato um mundo à parte. No tributário, o que acontece muito, e eu vejo com muita frequência, e só um ponto, né, que eu acho que é uma Pra eu ser fiel comigo mesmo, eu devo dizer que, cara, eu dou a mão pro empresário que tá devendo o tributo. Não é que eu tô Ah, um alarmismo, ou você Não, então eu não Não, você trabalhece. Você tem que falar a verdade. E a verdade qual é? A gente tem que ter um plano de ação. Se você não tiver um plano de ação, você vai se ferrar. Ponto.
Agora voltando para a estratégia de ter uma empresa no Simples com os funcionários e a empresa operacional concentrando no faturamento. Isso a gente vê muito, muito. Eu concentro os funcionários aqui porque eu não tenho tributo sobre a folha ou parte dele. Economia tributária, Lazo. E minha operação está no Lucro Real, no Lucro Presumido. O ponto. A gente recebe. Pode dar merda. E deu, num caso de um cliente nosso, que ele tava tudo no mesmo endereço. O cara chegou lá com um planejamento maravilhoso feito pelo contador, e o contador é importante pra caramba, mas o contador não tem conhecimento jurídico, assim como eu também não tenho contábil que ele tem. As pessoas precisam conversar. Era um planejamento tributário feito porcamente.
Sabe o que a procuradoria juntou no processo? O CAGED, que é uma obrigação acessória vinculada ao trabalhador, que mostrava que os caras saíram em agosto, excelência, e entraram em setembro na outra empresa. Além disso, excelência, saia dinheiro daqui para pagar a conta daqui e eles até tinham o cuidado, era assim que o procurador coloca, eles até tinham o cuidado de nomear como empréstimo. Mas não tinha cobrança de juros nesse evento. O procurador, ele é irônico. E o juiz fala, pô, de fato, transferência de dinheiro, empréstimo, sem juros. Mas era grande ou pequena? Não, era Ah, tu falava de seus dez milhões de anos. Pequena, meu amor. Me enxergaram nesse nível. A dívida era quinhentos mil nesse processo. Só que o cara tinha 3 outros processos de 200, 300. Então, o que eu imagino que aconteceu? Eu estagiei lá na procuradoria, porque eu imagino que era um estagiário voluptuoso, cheio de testosterona, de tesal, eu falei, deixa que eu toco procurador, achei, peguei e mandou. Só que daí, qual que é o meu ponto? O que eu falei pro cliente, ó, agora Teve defesa ou se fodeu? A minha defesa é, vamos negociar. É 500.000, eu divido isso aqui em 2, 3 anos, você paga, eu tiro da reta esse processo. E vamos corrigir a rota. Vai continuar no Simples, tira ele daqui, cara. Põe, vamos criar um contrato entre as empresas, você vai ter uma nota fiscal emitida, você vai pagar tributo. O que eu quero dizer, tem que ser regular a operação. Regular, Miri, efetivamente regular.
Eu não posso temer esse pedido da procuradoria. Se ele já fosse cliente meu e eu tivesse feito o planejamento, boa. Os nossos advogados e estagiários monitoram todos os dias o processo, eu saberia antes mesmo do juiz me intimar, trilharia uma defesa e ia lá falar com o cara, porque os juízes ainda têm, eles precisam receber advogado. Eu peço para falar com o juiz, o juiz fala, pode ser online? Não, pô. Online você não vai nem me ouvir. Eu vou lá falar com o cara e explico, não, é a empresa do Simples que paga o tributo, com emissão de nota, com contrato, os funcionários estão lá, tem 500 famílias. Não, se fosse uma empresa grande, né? Eu trago um argumento posto no papel, falando ali com ele e espero Concordo filmar? A gente tem que se defender, né? Finta-se uma mácula muito grande isso em cima do empresário no Brasil, que o empresário vive para lucro e que Cara, não é uma realidade. O empresário está todos os dias tentando fechar a conta. O cara dorme hoje para ver como é que ele vai pagar o custo fixo dele de amanhã. Então, essa lógica de empresário tá errado, empresário é bandido, isso é uma loucura, isso é uma loucura, é o que sustenta o nosso país. Então, é uma coisa que precisa mudar, precisa mudar.
A gente faz gestão de reestruturação de empresa com um objetivo muito claro, cara. É preservar a exercizatividade empresária. Preservar a exercizatividade empresária significa preservar emprego, preservar pagamento de imposto, para garantir a sustentabilidade do Estado. É isso. Tem uma frase do Radoana Capital, que as vezes que fui lá ele falou que o empresário pula de paraquedas sem saber se vai abrir. Quando você decide abrir o CNPJ, é isso. Um cenário econômico e político como o Brasil, instável o tempo inteiro. Se o cara tem deficiência de conhecimento, muito provavelmente ele vai ter mais problema. Eduardo, me conta uma coisa. Você tinha falado, Lázaro, a reforma está aí, mas estão acontecendo coisas que não estavam 100 por 100 descritas na reforma. A gente não passou por elas ainda, né? Ou já passamos por elas? Acho que não, né? O que aconteceu aí de dezembro para cá que o empresário tem que tomar cuidado, que não está tão explícito, mas são pontos de atenção para não trazer liability, dívida, problema para ele?
Ótimo. O 5º assunto, isso tudo foi um mix ali do fim do ano. O 5º assunto que eu gostaria de trazer, Lázaro, o governo atacou os benefícios fiscais exacerbados. Tem um monte de benefício fiscal, eu vou reduzir em 10 por 100 esses benefícios fiscais. Até aí, compreensível. Compreensão, porque é uma coxa de retalhos. Mas individualmente, porque eu até como eu entendo, eu conheço uma mesma região, a mesma coisa, com benefícios diferentes para empresas diferentes. Não foi amplo. Ele pegou específicos na lei, mas qual é o meu ponto e qual é a problemática? Ele interpretou Isso para mim, tecnicamente, é de uma tecnia gritante, para quem entende. Ele interpretou o Lucro Presumido como sendo um benefício fiscal, quando na verdade é um regime de apuração. É para todo mundo igual o que ele criou. E aí, Lazo, ele fez isso, a gente está aqui debatendo ferverosamente todos os outros assuntos e eu não estou olhando para a cozinha da minha casa e vendo que nós, que somos do Lucro Presumido, tivemos um aumento de 10 por 100 sobre o coeficiente de presunção. Só para recapitular, nós todos sabemos, mas para quem está vendo, né? Lucro Presumido, qual é a regra da tributação? Faturamento, aplica-se um coeficiente de presunção, vai depender da minha atividade, o resultado disso é a base de cálculo do IRPJ e CSLL. Sobre o coeficiente de presunção, eles botaram 10 por 100. Isso tem um efeito na minha empresa. Se eu não fui avisado pelo contador, se eu estou desavisado ou pouco informado, chega no recolhimento aqui trimestral, aumentou e eu não sei dizer o porquê.
Cara, ele me conta o seguinte, isso aí se soma ao imposto de dividendos. O cara que está achando que de janeiro pra cá ele teve um aumento de 10 por 100, a grana que ele botou. Só que antes desse 10 por 100, ele já foi tributado em cima de novo? É isso que você está dizendo? Exatamente, aumentou. Chacalhou. Por quanto que foi esse aumento e como é que foi? Para nós, por exemplo, aumentou 3 ponto 2, a alíquota. Só que sobre faturamento. 3 ponto 2 que bate do EBIT. 3 ponto 2 aumentou a base do tributável. Se eu não estou de olho nisso, cara. Por que eu tô falando isso, Lázaro? Por que eu tô falando isso, Lázaro? Porque enxurrada de ações judiciais, decisões liminares afastando a tributação. Então, eu tô aqui no bem bom operacionalmente, como deve ser. Eu, empresário, tô focado E não tô vendo que aumentou minha carga tributária e eu poderia estar judicialmente discutindo e afastando. Porque a gente tem notícias de dezenas, temos no escritório, e temos notícias que todos os tribunais estão definindo favoravelmente. Porque, igual eu te falei, é um regime de apuração. Eu escolho ser do Preto, não o benefício fiscal que o governo me dá. Hoje no Brasil você faz escolha Simples, Presumido ou Real. São escolhas de acordo com o seu modelo de negócio. E se você não fizer nada. E eu ainda falo que muitas vezes, por má influência de um contador preguiçoso, ele prefere encaminhar o cara por Simples ou Presumido do que por Real. E, às vezes, o cara no Presumido paga mais imposto do que não é. Entendeu? Então tem que entender esse jogo. É uma questão, literalmente, de falta de lucidez do empresário. E aquilo que você falou, não é um benefício. Eu tenho regimes. Vamos acabar com a nova lei, né? É, não consuma, torna tudo uma coisa só. Sobre o consumo. Ainda continua o IRPJ, CSLL. O que eu falo, Lázaro, a respeito disso é, porque todo ano a mesma conversa, vou pra qual, vou pra qual. Não tem subjetividade. É objetividade. Me mostra os números, a projeção Aí eu te falo onde vai, né? A única subjetividade que tem é o seu KNAI, que é diferente do meu. E aí o contador não faz. E é um serviço que a gente teve que absorver. 90 por 100 dos contadores, ele faz o seguinte, ele olha pela receita. Se você está faturando o que cabe no Simples, vai nele. Se cabe no Presumido, vai nele. E o Real é a última coisa que ele indica, porque dá muito trabalho para ele, dá muito trabalho para o cara. E se o cara não tiver uma boa governança Controle. Controle, vai dar merda. Ou se tem as notas, você coloca no sistema igual você faturou. Tem as notas, o cara pega tudo, mas não bota no sistema. Então, eu acho que o cara tem que ser muito bem orientado, tanto da parte tributária quanto da parte contábil. E os 2 tem que andar juntos. O ideal é que toda a contabilidade tivesse um bom tributarista lá dentro. E ele falou, bom, porque é diferente. Bom, é um cara proativo, estudioso. Até porque eu costumo falar, gente, que eu sou fã da cabeça branca. A experiência conta muito, mas num país com tanta regra tributária, Não adianta você ser experiente no passado. Tem que ser estudioso novo. É isso aí. Você tem que ser estudioso novo. Essa profissão, a mesma coisa na contabilidade. Eu falo pro cara, a cabeça branca ajuda, porque você viu muito, mas o que você viu não é o que você vê. É isso aí. Mudou. E se você ficar miúpe no passado, tu tá fudido hoje. Eu acho que essas 2 profissões, o cara tem que ser muito mais estudioso do que experiente.
Eu concordo totalmente com você e digo mais, olha, não tem como eu não falar de uma particularidade minha, que a minha esposa acha que é maluquice, mas eu mantenho, é religioso para mim acordar às 5 da manhã, fazer meu exercício físico e ler o Valor Econômico. O Valor Econômico tem um caderno chamado Legislação. Legislação tem tudo de mais importante no direito tributário e contábil. Sabe o que eu faço lá? Chego lá, a equipe tributária está crescendo. Nós somos um escritório hoje de 70 advogados. Chega lá e eu falo, você viu que o STJ decidiu? Eles nunca sabem. Lindo, nunca sabia. Daí eu comecei a perguntar, vi. O que eu percebi? Que o advogado que mora em Valinhos começou a ler o Valor antes de chegar no escritório. Você cria cultura. Cultura a gente cria perguntando. E se o cara não soube te responder, eu falo mais, se ele não te respondeu na terceira vez, manda embora. Se é a função dele e ele não soube responder a função dele de bate pronto, demita, não só no tributário em qualquer coisa, se é atividade fim pela qual você contratou ele e se ele não soube de cabeça e falar vou consultar uma, Você fala assim, ok, vou consultar a segunda, ok, na terceira é rua, irmão. Se a atividade fim dele é Qual a atividade fim de um tributarista pra mim lá dentro? Tem que esclarecer tudo que você souber de mim. Tudo que eu souber de tributário e da novidade que saiu ontem. Porque se eu não falar, se eu não falar Se ele não souber hoje, pra mim já tá atrasado. E eu tô perdendo porque o cara, o advogado predatório, só que isso é o Felipe, a atração dele, sabe, o modo como a gente, a cultura que a gente colocou lá dentro, essa atração, ou eu absorvo, meu irmão, ou eu também sou pobre com o desejo de ficar rico, que é igual você fala, que é o poor, smart and deep desire to get rich, ou eu tô fora. Então aí qual que é o ponto? Mas a minha mulher fala, mas você não pode cobrar que eles leiam o Valor Econômico. Sabe o que tem? A gente paga a assinatura. O cara tem lá o aplicativo. Coloca a notificação igual eu coloco. Você não precisa acordar às 5 horas da manhã. Acorda às 7. Amigo, eu falo o seguinte. Você não pode obrigar, mas cada um tem a vida que merece e ganha o dinheiro que merece. Eu não abrigo. Cada um tem a vida que merece e ganha o dinheiro que merece. Por que uns ganham muito, outros ganham pouco? que é alguém que ganha muito e faz coisa que você não faz. É como eu falo, cara eu estou em dificuldade, não bota a culpa no mundo não, todo mundo na sua profissão está em dificuldade? Não, então você fez algo errado. Todo mundo, eu sou dono de uma rede farmácia, minha rede tem dificuldade, todas as redes farmácias do Brasil estão em dificuldade? Não, então você fez alguma coisa errada. Eu sou um advogado e estou em dificuldade. Todos os advogados estão em dificuldade? Não. Ao você, tomou alguma decisão errada. E o seu futuro e o seu presente são feitos de suas escolhas. Todo mundo tem o direito de errar, mas todo mundo vai ter que pagar pelo erro. Aqui. Não é lá no Além não, porra. O Além eu nem sei se existe, porra. O Além é uma questão de fé, aqui é uma questão de realidade, entendeu? Cara, e todo mundo? Porra, eu sou prefeito colateral, cara, que eu juro pra você que eu não merecia. Eu tô sofrendo foda com a sua, cara. Eu não merecia, mas alguém falou, ah, vai pagar pra essa porra. Não tem outro jeito. Por isso que chama risco da atividade empresária. Eu assumo a hora que eu abro o CNPJ. Acabou. É isso. Concordo com você. Sua esposa tá assim, mas ninguém é obrigado a ler o Auro Econômico. Concordo com ela, mas ninguém é obrigado a ganhar o dinheiro que tu ganha. Ninguém é obrigado a fazer isso mais. A trabalhar comigo. É, a trabalhar contigo e ganhar o dinheiro que tu ganha. Irmão, a regra tá clara. Veste o melhor. É isso. E o predador da do topo da cadeia alimentar é o que sempre come uma carne melhor. E fim de papo, mano.
Eu tenho um documentário do Senna, que é muito interessante isso, que foi um que a TV Brasil, o Globo Lopei, não sei, é um documentário nacional sobre o Senna, e aí diz, é um jornalista, me foge o nome dele agora, que ele era muito próximo do Senna quando o Senna ganha 88 em Suzuka, certo? Então, não o Reginaldo Lema, o que fala no documentário é outro, o Reginaldo participa. E o Senna ganhou em 88, Suzuca, aquela loucura que foi ganhar aquele grande prêmio. Daí ele está comemorando o título, eles estão num restaurante jantando e tem um lago com várias carpas. Daí o cara chega no centro e fala, cara, o que você está vendo? que aquela carpa gorda ali já não consegue chegar na comidinha que eu jogo, o pequeno tá tomando. Então, ou eu continuo com a minha Olha a cabeça do cara, velho. Ou ele continuava com o gás do primeiro título, ou ele tava fora, cara.
Vou te contar um negócio pra você. Um dia eu tava conversando, até o Wilmar tava junto na conversa, tava eu, mais o Emerson, +1 time conversando lá, a gente tava falando um negócio de contratação, e eu falei o seguinte, dependendo do cargo, Se o cara não for bem sucedido, não traga pra sócio nem contrato, por um único motivo. Se ele não fez pra ele, não vai fazer pra gente. É duro, é duro, a não ser que ele tenha explicações. Quais são as explicações? Uma doença, um divórcio, um efeito colateral de uma empresa que ele teve, algum motivo tem que ter. que ter. Se não tem motivo nenhum, E ele tá num problema difícil e ele não fez dinheiro pra ele é porque ele tomou decisões ruins durante a vida inteira e não aprendeu com isso. Pode não ser meu sócio. Aí ele vai ter uma decisão boa só porque veio ficar perto de mim. O que mais tem é consultor quebrado, porra. É o que mais tem. Aí eu vou falar assim, cara, é duro essas palavras? É, Lázaro, porque todo mundo tem direito de errar. Concordo, mas você tem que saber o motivo desse erro. Todos nós aqui já erramos. Uma vez, eu tinha contratado um cara para o grupo Silvio Santos. O cara era muito bom para eu tocar uma empresa. E aí resolvemos levar ele para o Silvio apresentar. E o Silvio foi entrevistar o cara. E o cara contou uma história que ele tinha quebrado quando ele tinha os 8 anos. Aí ele recuperou, ele entrou numa empresa e saiu dessa empresa de de vendedor a presidente, virou presidente lá, tal. No final, o cívio não quis contratar ele. 40 minutos de entrevista que eu achei ótimo, no final eu contata, não. Eu falei pro chefe, por que você não vai contratar esse cara? Tá doido, ele já quebrou, não quer a gente azarada. Quebrou a gente azarada, se pega, contamina. Eu sei que não foi isso. Alguma coisa ele viu que ele não quis, mas ele usou argumento do tipo. A sarada pede-me não, já quebrou uma vez, entendeu? Eu sei que os próprios Silvio teve várias empresas que não deu certo e as que deram certo pagaram as que não deu. Mas ele viu alguma coisa que eu não vi. E aí a gente começou a entender isso. Você tem que dar chance para o ser humano, mas para pra ele pensar, o cara tem 30 anos de profissão. Se nesses 30 anos ele teve alguns insucessos, virou experiência. que não pode é ter só o insucesso. Ele tem que fazer uma reflexão. O sucesso tem que ser maior do que o insucesso. tem que fazer uma reflexão. Você que é empresário tem que fazer uma reflexão. Os meus erros são consistentemente frequentes? Por isso que eu estou assim? Ou foi só um fato isolado? Se foi um fato isolado, você dá uma chance pro cara. Agora, não foi um fato isolado. Depois de x tempo, o cara não consegue sair. Ou ele está procrastinando, ou ele está tomando a decisão errada, ou ele está trocando o planejamento de vida dele para o prazer de curto prazo. Alguma decisão ele está tomando que, no final, está atrapalhando ele. Será que é porque esse cara vem trabalhar comigo e vai parar de fazer tudo errado? Tudo indica que não, né? Não existe empresário bem sucedido, Lázaro, sem resiliência. Não existe, não existe. O cara já passou por tropeço, tem que passar, mas tem que ser maior, o sucesso tem que ser maior. Especialmente no Brasil. Tantas dificuldades. Cara, é tanto problema que aparece que não é possível que você não esbarrou em nenhum deles ainda na vida. Isso aí. O que você não pode é só esbarrar nele, entendeu? Em algum não vamos esbarrar, não pode ser só o tempo inteiro. Aí também é foda, entendeu? Mas errou a mesma coisa 2 vezes já. E às vezes por motivos diferentes, por situações diferentes.
Mas voltando à nossa vagafria, porque é o seguinte, eu falo, não economize no médico, não economize no advogado. Se você economizar no médico, você pode morrer. Se tu economizar no advogado, você pode se foder ou ser preso. Então não economize, entendeu? O empresário tem que entender que cada um tem seu preço e seu valor. E seu preço é relativo ao valor Esse é o jogo. Então vamos evoluir aqui que nós estamos quase chegando no final. Você já passou então nessas 2 coisas que aconteceram no final do ano. Tem mais alguma coisa que esse cara fica de alerta não, Bilardo? Acho que a reforma tributária começou. Isso é o alerta piscante. A reforma tributária sobre o consumo recomeçou. Isso é o que eu falaria para o empresário.
O cara que é empresário pequeno, menos de 10.000.000. O que esse cara tem mais de tomar cuidado hoje, além da reforma tributária? Qual que é o erro mais comum que você vê antes de eu fazer o bate-volta de cerramento nosso aqui? Porque nós já vamos passar 2 horas de podcast. Acho que cada um tem uma resposta. Começando por mim, eu iria no, o cara pequeno, menos de 10.000.000, é o Paul Marcid, que você citou. O cara ouviu por alguém, alguém que ele confiava que se ele tivesse 2, 3 empresas, faturando até 400, seria bom. E às vezes ele tá no mesmo galpão, como o Felipe falou, mesmo endereço. Isso pra mim é o erro crasso. Esse cara e o cara que tem um débito tributário na banguela, como a gente diz, são esses caras. Fique atento, procure um profissional da sua confiança. É verdade que o físico só olha empresa grande quando você é pequenininho e olha pra você? Imagina, não esquece. Acho que eu falaria isso, você viu, Marcos? Na minha opinião, o maior risco aliado a isso, que tem a ver com planejamento, estrutura e organização, é a alavancagem. Hoje é alavancagem, cara. O nível de alavancagem do empresariado brasileiro está num patamar que há muito tempo ele não está. E a alavancagem é em endividamento, em endividamento principalmente com financeira. Normalmente banco, a grande maioria das vezes banco. Esse cara de 10.000.000, ele não tem acesso a fundo. Ele não tem acesso a outras operadores, ele não tem acesso a estrutura de crédito robusta. Ele tem acesso a banco, capital de giro, conta garantida, fluxo de caixa. Meu amigo, ele não sabe o que é. É que eu falo muito pra você, que o pior disso, vou falar uma coisa a palavra certa aqui pro empresário. Galera, sei que tá ouvindo a gente. A palavra acesso, ele é tudo na vida, mas acesso não é esse evento da teoria que não. Se você é pequeno, você não tem acesso a um profissional competente, porque o profissional competente é caro. Então, você tem que ficar mais esperto. Eu acho que o risco está menor no empresário pequeno do que no grande, por causa do acesso ao capital intelectual. Porque um bom tributarista, um bom jurídico, um bom CEO, um bom financeiro, uma boa área de governança, ela custa caro. E o pequeno não tem. Então, eu acho que o risco dele é maior. A gente fala, não, eu sou pequeno, eu não tenho risco. Muito pelo contrário. O risco dele é maior porque ele não tem acesso. a pagar a sofisticação de um bom colaborador que vai ajudar ele realmente. Porque este cara não vai ser barato, porque se ele for barato ele não é bom. A dor do empresário, a principal dor, o que tira normalmente sono, você sempre pergunta isso lá na imersão e é impressionante como isso se repete rotineiramente. Capital de giro. É o fluxo de caixa, meu ciclo financeiro descasado com meu custo financeiro e minha geração de receita, geração de lucro operacional. Essa dor, ela é geral, ela é geral. Então, eu acho que é possível tratar esse problema, até para o pequeno. É possível tratar esse problema. O pequeno, ele tem acesso a Cara, a gente assume gestão empresarial, a partir de meio milhão de dívidas bancárias. Meio milhão de dívidas bancárias qualquer um tem. Qualquer um tem. Então, eu acho que essa é, pro pequeno, esse é o principal ponto de atenção. É óbvio, galera, padrinho, daqui a pouco meus afiliados, né, eu vou deixar aqui o contato aonde vocês acessam esses caras aqui. E lembrando que o time aqui também trabalha pro pequeno empresário. É que às vezes as pessoas olham pro Lázaro e falam, ah, só trabalha pro grande e tal, esse time aqui também. dá pra ajudar vocês no dia a dia, né? Felipe, Eduardo, Vilmar, tá pra ajudar vocês com tudo isso que vocês viram aqui. Eu queria fazer um convite pra vocês. Aqui a gente tem uma área de membros e que eu queria que, se possível, se possível os 3, né? Cada um vai falar de um tema diferente, vai dar uma aulinha de uma hora pra esses caras com simples foco. Como eu ajudo o empresário a ter mais dinheiro e afastar os fantasmas da vida dele. costumo falar, se você é empresário, quem te exorciza não é o pastor na sua igreja, não, tá? É um bom advogado e é um bom contador e é um bom gestor. Esse cara que faz seu exorcismo das coisas males da sua vida. Não adianta ir lá pedir pro padre, pro pastor te benzer, não, velho filho. Um negócio é fazer conta, é fazer as coisas darem certo. Se vocês toparem depois, nós vamos dividir aqui cada 11 tema. Eu até falei com a Fê que em cada um dessas aulas eu vou gravar uma abertura, explicar para ele o que vocês vão fazer e vocês falarem de um tema para ajudar. 40 minutinhos, só para o clube de membros. Para dar uma ajuda para esses caras. Aí, na disponibilidade de vocês, do jeito que vocês quiserem, vocês combinam entre vocês, divide 3 temas para poder esses caras. O clube de membros, nós temos 600 empresários lá dentro no clube de membros. e todos são empresários no clube de membros de vários tamanhos e eles estão lá no meu youtube que de vez em quando reclama tá faltando conteúdo específico pra gente tá faltando conteúdo específico pra gente então aqui vão ter 3 aulas e se você não faz parte do clube de membro acaba de assistir isso aqui vai lá e faz a inscrição é a consultoria mais barata que você pode ter lá dentro e é óbvio vocês quiserem uma coisa muito mais personalizada vocês vão ter acesso a esses caras aqui porque porque o link vai estar aqui na página Tá, vai estar aqui, né Davi? Vai ter o link que a recode aqui, você vai ter acesso, você vai ter um diagnóstico da empresa de vocês para ver se vocês estão aptos a receber ajuda desses caras ou não.
Eu diria, Lázaro, que hoje o empresário brasileiro está acostumado a produzir, a se virar, a encontrar meios de ganhar mais dinheiro, de produzir riqueza, mas se ele não profissionalizar o negócio dele, Ele está cada vez mais padado ao fracasso. É preciso profissionalizar, é preciso você ter realmente uma boa assessoria e pensar nisso como parte do seu negócio, porque senão não vai dar certo. O Estado está cada vez mais aparelhado, cada vez mais bem equipado, cada vez mais vigilante e não tem outra saída, é se profissionalizar para poder crescer. Eu falo cada vez mais, né? Você tem que estar pronto para responder que você fez a coisa certa a todo momento. Tem que estar. Você tem que falar agora. Qual a minha opinião, tá? Eu escuto falar todo mundo, pessoa física, pessoa jurídica. Lázaro, como é que eu blindo o meu patrimônio fazer a coisa certa? Não existe blindagem. Não existe blindagem, gente. A única blindagem é fazer o certo. E se acontecer alguma coisa errada e que você é inocente, tu prova que você é inocente. Se você não é inocente, tu paga o preço. Se teve dívida, a gente vai resolver a dívida. Vai resolver a dívida, é isso aí. Porque vai acontecer, né? Quem está no mercado está sujeito a risco. Isso é inerente do negócio. Eu costumo brincar que se o empresário pegar as nossas leis, pegar o Código de Defesa do Consumidor, o Código Tributário, enfim, pegar a legislação como um todo, ele fala, eu não vou abrir um negócio, eu vou passar um concurso, vou fazer um CLT. Então, se ele vem, ele já tem que saber, ele tem que estar consciente de que risco ele vai correr. A grande questão é como eu vou mitigar esses riscos e fazer a coisa certa. Eventualmente vou ter uma uma autuação, vou responder a algum processo, mas eu vou ter defesa para isso se eu estiver bem assessorado. É isso aí. Jeth, vou fazer 4 perguntinhas aqui para um bate-volta para a gente finalizar o Padrinho Podcast, foi riquíssimo. Aí galera, ó, prometeram, vai vir aqui, vai dar aula aí para os 600 membros do grupo nosso que está lá. Então, primeiro, o que os empresários deveriam começar a fazer agora? para preparar para o novo sistema tributário, independente do tamanho. primeira pergunta. Informação fidedigna. Não adianta. Se eu tivesse falado só no juridiqueis, eu bebo do mestrado e trago de maneira clara. Se eu não fui claro, o erro está em mim. O empresário tem que se informar de maneira séria. Não o conteúdo de rede social, a informação, eu diria.
Qual será o maior desafio das empresas nos próximos anos, do ponto de vista jurídico tributário com o desafio estrutura financeira estrutura financeira estrutura de capital ele falou uma coisa aqui que eu tinha pensado né é impacto na última linha por causa do dividendos impacto na primeira linha por causa de alguns casos como ele disse da presunção do imposto que tá no presumido isso tudo vai direto aonde no caixa o split Pagamento na hora, você não vai tomar crédito pra depois tu pagar. 3 meses lá. Então isso impacta onde? No tal do caixa aqui, literalmente. É a maior dor. O capital de giro e caixa é a maior dor. Independente do tamanho da empresa, Principalmente para as empresas jovens. Isso aí que estão rampando. Então, puta velha, então a resposta é isso. O maior desafio da empresa nos próximos anos, mesmo do ponto de vista jurídico. Estrutura financeira, meu amigo. Estrutura financeira, planeje. Boa.
Quem se prepara melhor para a reforma? Vai ter vantagem competitiva? Sim ou não? Sem dúvida. Absolutamente, porque ele vai ter que revisitar o preço. Os exemplos que a gente está tendo no escritório, se ele não está olhando para o preço dele intencionalmente, ele está fora. Até porque a conta tem que fechar, né? Tem que fechar. As mudanças vão impactar diretamente no preço dele. É isso aí. Sabe que isso é uma coisa que me dá um pouco de medo. Porque se todo mundo revisitar preço, isso vai bater no bolso do consumidor, vai. Independente da classe social. Por mais que eu tente proteger a cesta básica, por mais que eu tente proteger os insumos básicos para a sobrevivência do cidadão, ele vai ser afetado. Eu dei o exemplo da transportadora, mas não é só a transportadora. Tem uma série de outras coisas, né? Tem. Toda cadeia produtiva. Toda cadeia produtiva, ou seja, vamos trabalhar mais. Se eu advogado tive um aumento de 10 por 100 na minha alíquota e eu vou repassar esse custo para o meu cliente, ficou mais caro já. Já ficou mais caro, a margem dele já diminuiu.
Amigo, recado final dos 3 para quem está ouvindo a gente aqui, para os afiliados do Padrinho Podcast, com recado final para esses empresários. +1 vez eu repito, estejam bem assessorados, não há motivo para pânico, mas há um sinal amarelo que está ligado e que a gente precisa adequar ao momento que o país está passando, a nova legislação E só assim a gente vai conseguir ser competitivo. Então estejam sempre bem assessorados. Cuida da sua estrutura operacional e financeira, fica atento e vai buscar informação real de como estruturar uma dívida, do que eu preciso, como eu precifico o meu produto, o que eu tenho que olhar para precificar o meu produto, quanto custa o meu, qual que é o meu custo financeiro e quanto tempo eu preciso dele. Isso tem que estar na ponta do lápis, senão eu não consigo precificar produto, serviço e a consequência é colapso financeiro, ponto. Imagina pro seu afiliado que tá lá de cabelo branco, olhando um jovem como eu falar o que ele tem que fazer, mas aquilo que eu estudo pra caramba, que é o tributário, eu diria que não há nenhum bicho de 7 cabeças, só se informe bem, tenha do seu lado pessoas que você realmente confia tecnicamente. Eduardo, você sabe que eu sou fã da cabeça branca, mas eu concordo puramente que na sua área de atuação, que muda todo dia, toda hora, a informação chega a ter o mesmo peso ou mais importante do que a experiência. Porque a experiência, no seu setor, ela vira museu, rapidamente, no Brasil. Vira fato histórico. E fato histórico te torna mais culto, mas não torna mais eficiente. Não sou formado de história. Fato histórico me torna Estou fazendo filosofia. Ele me torna mais culto. Lázaro, por que você fez história, história antiga, e agora faz filosofia para não ser mais culto? Não mais eficiente. Mais inteligente, talvez. Mas, no seu caso, no seu caso específico, Porque você sabe, todo mundo que sabe, que eu sou a favor da experiência porque, primeiro, o meu conhecimento é um recorte da minha visão, a minha sabedoria é um recorte do meu conhecimento, e o que vale é minha sabedoria experimentada. Só que se o fato novo muda tanto todo dia, não dá tempo, velho, de ter, transformar a visão em conhecimento, conhecimento em sabedoria, sabedoria em sabedoria experimentada. Tudo que você aprendeu sobre tributário 10 anos atrás, a maioria já não vale hoje. Mudou com a reforma. Mudou com a reforma agora. E mesmo antes da reforma. Você muda taxa, você muda critério, você muda uma porrada de coisa. Então, neste caso, você está perdoado por ser jovem. A gente já teve novidade no final do ano. Exatamente. Antes de entrar em vigor, já tinha novidade. Ela estava no churrasco com a minha sogra, ela teve que entender porque eu estava trabalhando. Ela ficou puta, a minha sogra falou, tome aí, cara, eu não trabalho. Dentro da reforma no final do ano, de dezembro, de janeiro, houve mudança. Ou seja, o que você sabia do passado não valeu porra nenhuma. Valeu.
Amigos, e a recomendação que o Lázaro vai dar para todos vocês que acompanharam esse episódio, obrigado pela audiência. Cada vez mais a gente aumenta a nossa audiência aqui, não só no Padrinho, mas nas redes do Lázaro. É o seguinte, quer ter acesso a esses caras? Você vai clicar no link. para todo tamanho. Além disso, eles vão dar uma aula pra você que é membro do canal. Se você não é membro do canal, além da aula deles aqui, você tem como ter acesso a eles. Clicando no link, vendo o QR Code que tá aqui, eu quero entregar um presente pra vocês. Minimon é nosso patrocinador oficial aqui. Básico, bem feito pra todo mundo. Não é gravata roxa, entendeu? Mas é camisa preta. É, não é gravata roxa. Obrigado. Básico, bem feito. Obrigado, gente. Espero ter contribuído bastante aí. Eu tenho certeza que essa galera que tá assistindo a gente, cada vez mais eu falo, o dono tem que saber. O dono tem que entender de finanças. Tem que ter visão de futuro. E pra ter visão de futuro tem que entender de legislação tributária, sim. Mesmo que você não seja especialista, você tem que entender. Então, galera do Padrinho, obrigado pela audiência. Você que assistiu, pega o aviãozinho aí, encaminha para todo mundo, qualquer empresário precisa ver esse conteúdo. E detalhe, convida o cara para se inscrever no canal, porque você vai ter aula dos 3 lá dentro, falando como melhorar seu negócio do ponto de vista jurídico e gerar recurso financeiro para o seu negócio, atendendo toda a regulação do país em que se opera. Até a próxima, filhados!