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Olá pessoal, tudo bem? Estamos aqui para mais uma aula. Agora vamos falar de um tema muito legal, um tema muito interessante e que gera bastante dúvidas e muitas perguntas lá no meu e-mail, no Instagram, muitas aulas e palestras. [Música] O metabolismo, o tema nutrição esportiva, de jejum, que envolve muitos mitos e muitas extrapolações, dá principalmente quando a gente traz o raciocínio, é diferente. A ideia dessa aula é discutir o que acontece com o nosso, do ponto de vista do metabolismo dos nutrientes no organismo: dos carboidratos, proteínas e lipídios, quando ocorre um jejum. Nosso organismo é sempre que ocorre um jejum de nutrientes, ou mais o período pós-fornecimento. O que acontece com o nosso organismo é que mudou do ponto de vista do metabolismo dos carboidratos, proteínas e lipídios. Como é que os processos fisiológicos, independente de energia, são mantidas durante esse período? Vamos lá, pra gente começar.
É, vamos entender primeiro o jejum. Na verdade, o jejum é um momento do nosso metabolismo onde não há fornecimento de alimento. É esse momento, ele se inicia logo após o período pós-absortiva. Então você come, você absorve, utiliza. Depois que você absorveu, utilizou esse alimento, você já entra em, que você já está no período pós-absortiva. Após a absorção, você não tem fornecimento de nutrientes. O que acontece quando você não tem fornecimento do oriente? O fornecimento de substrato para as suas células depende dos seus stocks. A gente pode dizer que o jejum é um período onde as nossas funções corporais são mantidas pelos substratos que nós estocamos. Quais os substratos são estes? Glicogênio e gordura. Em algumas situações específicas, proteínas corporais também podem funcionar como fornecedores de substratos para produção de energia.
Então o que acontece basicamente no nosso metabolismo durante o jejum? O jejum, gentilmente, promove uma intensa troca de substrato sempre: fígado, tecido adiposo, músculo e encéfalo. Então esses órgãos, nessas, são os principais órgãos que são alterados durante o processo de jejum. Basicamente, o metabolismo desses órgãos são alterados por duas prioridades. Durante o dia, o nosso corpo tem basicamente duas prioridades: a primeira é a necessidade de manter adequados níveis plasmáticos de glicose para suprir as necessidades de tecidos como encéfalo, eritrócitos e outros tecidos que dependem de glicose. Eritrócito, por exemplo, é um tipo de célula que não apresenta mitocôndria, depende do metabolismo anaeróbico para geração de energia. O encéfalo também é um tecido, é um anjo, o nosso céfalo, ele depende primariamente de glicose. Em algumas situações a gente vai ver, ele pode utilizar corpos cetônicos mais ácidos graxos, nenhum atravessa a barreira hematoencefálica. Logo, nosso cérebro não consegue extrair a energia a partir de gorduras, então depende exclusivamente de glicose. Mas em situações de baixa oferta, ele pode dar prioridade à oxidação de corpos cetônicos com o intuito de reduzir a demanda de glicose. A adaptação, então o primeiro passo, a prioridade é manter o fornecimento adequado de glicose. O segundo passo é a mobilização dos graxos do tecido adiposo, que é o nosso principal estoque de energia, bem como sintetizar corpos cetônicos, que acaba sendo também uma fonte de energia muito importante de jejum para suprir energia. Antigamente todos os outros têm sido tão, duas prioridades: primeiro, manter o fornecimento de glicose constante; e segundo, manter o fornecimento de energia constante. Você pode pensar: professor, mas a segunda prioridade não daria conta da primeira? Fornecer energia não é, daria também, fornece glicose. Sim, é o fornecimento de glicose tem o intuito de fornecer energia, mas como a gente falou, tem órgãos que dependem primariamente de glicose e esses órgãos não podem extrair energia de outros substratos, como as gorduras, por exemplo. Então é como se o corpo desse prioridade para manter o fornecimento de glicose aos tecidos que não tem escolha e manter o fornecimento de energia para os outros tecidos, né, que não dependem exclusivamente de glicose. Então, nos dois, a prioridade é garantir fornecimento de energia adequado para o funcionamento de todos os tecidos. Essa é a prioridade durante o jejum. E o que acontece? Primeiro, existe energia suficiente no nosso tecido adiposo. De um indivíduo de 70 quilos, acontece em torno de gordura média de mais de 100 mil quilocalorias. Se você pega lá, vamos supor que um indivíduo com 70 quilos que tem lá, passou lá 15 a 20 por cento de gordura, vamos colocar 15 por cento de gordura. Esse indivíduo com 15% de gordura, que é um indivíduo magro, né, magro para os padrões atuais, de 70 quilos, ele vai ter entre 10 quilos e meio, dez quilos e meio, são dez mil e quinhentos gramas de gordura. Cada grama fornece nove mil calorias. Um indivíduo magro, a gente teria o suficiente para fornecer mais de 90 mil quilocalorias. É considerado um indivíduo com 15%, de 15 a 26 por cento, aumenta esse conhecimento e essa quantidade de energia tende a ser maior. Então o que acontece? Existe energia suficiente para garantir o funcionamento do nosso corpo meses. Se você avaliar a quantidade de energia que a gente estoca no tecido adiposo, então existe uma quantidade de energia adequada para manter as nossas funções corporais durante o jejum. Só que a vida depende de um fornecimento adequado. Se você fornece mais do que você, na verdade, se você gasta mais do que você precisa, né, é como se fosse assim, já que o nosso corpo não, não vai, não vai receber fontes de nutrientes externas, vai depender dessa fonte interna. A gente vai entender a diminuir o nosso gasto, vai pra fazer com que essa quantidade de energia seja utilizada por mais tempo possível e que a gente consiga viver por mais tempo possível.
E qual o papel do fígado nesse estado? Nesse estado de jejum, o fígado, o papel principal dele é manutenção da glicose no sangue. O fígado, ele é responsável por fazer glicogenólise e liberar a glicose na corrente sanguínea e fazer gliconeogênese, na produção de glicose a partir de compostos não glicídicos, como principalmente aminoácidos, porque isso acontece? Porque o fígado produz glicose, quebra glicogênio para manter a glicemia normal, para manter o fornecimento de glicose para todos os tecidos. O fígado tem uma enzima chamada de glicose 6 fosfatase que retira o fosfato do carbono 6 da glicose e permite que essa glicose saia da célula e vá para a corrente sanguínea. O fígado também converte aminoácido, glicerol e lactato em glicose. Então a gente pode dizer da gliconeogênese, como essa imagem mostra, onde aminoácidos, glicogênio, glicerol, lactato podem ser convertidos em glicose, sabe? Coisa pode ser liberada na convenção. O papel do fígado também é, por exemplo, transformar ácidos graxos em corpos cetônicos, liberar esses corpos cetônicos na nossa corrente sanguínea para que diversos tecidos possam utilizar esses corpos cetônicos para gerar energia. Então, basicamente, o fígado é como se fosse um provedor, né, de nutrientes para os diversos órgãos, e onde a glicose é produzida para manter a glicemia normal, fornecimento de glicose no fígado, e que os corpos cetônicos são produzidos a partir de ácidos graxos, também para manter o fornecimento de energia, coração, músculo cardíaco, o encéfalo, o músculo esquelético podem utilizar corpos cetônicos em situações específicas para reduzir o uso de glicose. Ao reduzir o uso de glicose, a demanda de glicose reduzida, logo eu consigo postergar o tempo até a exaustão, mas o tempo até a fadiga, tempo até o cansaço, tempo até a morte, dizendo quando o corpo dá prioridade a utilizar corpos cetônicos é com o objetivo de poupar glicose. Olha que interessante! A adaptação é tão importante que o corpo se adapta para metabolizar corpos cetônicos e reduzir a glicose como fonte de energia. É para isso que a gliconeogênese existe e é para isso que os nossos tecidos tendem a utilizar mais corpos cetônicos para gerar energia. Tudo bem? Vamos lá.
Qual o papel do tecido adiposo no jejum? Essa imagem mostra bem o papel do tecido adiposo no jejum. O tecido adiposo, no jejum, tem como função fornecer ácidos graxos para que os outros tecidos possam utilizar esses ácidos graxos e para que o fígado possa converter esses ácidos graxos em corpos cetônicos e liberar, disponibiliza esses corpos cetônicos para diversos outros tecidos podem rentabilizar esses corpos cetônicos para geração de energia. Além disso, o tecido adiposo sai também o glicerol, observa molécula com três carbonos. A gente viu que o glicerol no fígado pode ser convertida em glicose e pode favorecer a manutenção da glicemia. É claro que isso acontece em menor proporção quando comparado ao fornecimento de energia, porque se você parar pra pensar, quando lá a gente entra a semi, será o que é um triacilglicerol? Iniciaram ontem a selecionar os triglicerídeos e inserida a forma como a gente imagina: ácido graxo na pista de pouso. A gente armazena os ácidos graxos em forma de triacilgliceróis. Iniciaram o treino inserido e ao quebrar, ao fazer a lipólise, né, eu libero esses ácidos graxos. O triacilglicerol tem três ácidos graxos. Geralmente a lipólise libera seus ácidos graxos, ácidos graxos caem na corrente sanguínea, podem captar a utilização de energia. Só que o que acontece é: se a gente parar pra pensar, se a gente colocar o ácido palmítico, que é o ácido graxo com 16 carbonos, vamos supor que o ácido graxo teria contribuído em três ácidos palmíticos, então eu tenho 16 + 16 + 16 carbonos, só tenho três carbonos também serão, enquanto eu preciso de 2006 né, moléculas de glicerol para a produção de uma glicose, começaram ontem três carbonos né, e glicose tem seis carbonos. Eu libero 16 ou 3 moléculas de ácido palmítico, cada uma com 16 carbonos, e cada molécula de ácido palmítico na atualização fornece oito moléculas, já certificou, a ter uma quantidade de carbono que é liberada em quem ácido graxo é que posteriormente vai gerar corpos cetônicos é muito maior do que a quantidade de glicerol que posteriormente para gerar glicose. Então por isso que o corpo dá prioridade ao que está gordo, porque a quantidade de gordura que tem disponível é maior do que a quantidade de substratos que podem vir a ser convertidos em glicose para manter a glicemia, já que a disponibilidade de glicose é baixo e a capacidade de produção de glicose é reduzida, né, principalmente quando avaliado o glicerol como fonte. Como vai dar prioridade sim à utilização dos ácidos graxos, mas com o intuito de reduzir o uso de glicose como fonte de energia. Depois de contribuir com o fornecimento desses compostos, o que acontece no tecido muscular durante o jejum? Basicamente, é o tecido muscular durante o jejum, o que ele faz? Ele funciona como um fornecedor também de substrato. O tecido muscular pode vir a sofrer por até 11, observa catalisado. As suas proteínas podem ser categorizadas, fornecer esses aminoácidos e esses aminoácidos podem ser convertidos em glicose no fígado, são precursores gliconeogênicos. Aliado a isso, aliado à liberação de aminoácidos, produção de glicose. O músculo passa a utilizar mais gordura? Procedência? Ora, não faz sentido, né, o corpo do tecido muscular perder proteína para gerar a glicose e usar a glicose para geração de energia, sendo que durante o metabolismo sejam o foco do nosso, bem, da verdade, uma prioridade 1 é manter constante a produção de glicose. Ou seja, olha, olha a importância que a glicose tem pra vida, já que toda a rota metabólica durante de jejum tem como função ou aumentar a produção de glicose ou para a utilização de glicose, utilizando gordura, utilizando corpos cetônicos como fonte alternativa de energia. Então, o músculo não passa a utilizar mais gordura porque, porque ele libera aminoácidos das suas proteínas para gerarem glicose com o intuito de manter a glicemia, para fornecimento de glicose para tecidos que dependem exclusivamente de glicose, já que o músculo pode utilizar tranquilamente a gordura e usar os ácidos graxos e os corpos cetônicos para a produção de energia. Lá, o metabolismo oxidativo é um sedã dessas moléculas gerando CO2 e água. Músculo pode fazer isso. Então, verdade, músculos liberam aminoácidos para manter a glicemia constante e utilizar gorduras e corpos cetônicos para gerar energia. E vamos lá.
Durante os primeiros dias de jejum, no início do jejum, dias de jejum absoluto, em dias, semanas, meses, o sistema nervoso central continua a usar exclusivamente glicose como fonte de energia. A glicose, eu costumo dizer que a glicose é uma fonte de energia limpa, porque quando você metabolizar a glicose você forma CO2 e água. A professora, mas quando o metabolismo de ácidos graxos também informa o CO2 e água, mas depende da quantidade de ácidos graxos que você mobiliza, você gera mais corpos cetônicos do que a demanda de energia. Então a utilização exacerbada de ácidos graxos da energia pode levar ao acúmulo de corpos cetônicos. Não que isso seja prejudicial, isso é um ponto benéfico, porque força alguns tecidos a usar corpos cetônicos e a diminuir o uso de glicose para manter a sua glicemia. Mas a glicose é uma fonte de energia limpa. A gente utiliza glicose que adoeceu, o cérebro utiliza sobre cogeração de energia. A principal fonte é só que durante o jejum, no jejum prolongado, mas, por exemplo, mais de duas ou três semanas, os corpos cetônicos atingem níveis plasmáticos significativamente elevados e, juntamente com glicose, se torna o combustível no céu. Então durante o jejum prolongado com excesso, não padre, simiro, cozzi, ele continua usando glicose em menor proporção é porque ele vai dar prioridade à produção de copos e também buscar poupar glicose. Então o cérebro passa a usar corpos cetônicos com o intuito de poupar glicose, porque glicose é importante. Obra, e quando a gente fala, quando eu ouvi falar glicose é importante porque o nosso corpo produz, graças a Deus que nosso corpo produz e a nossa sobrevivência depende dessa produção adequada. Então se você conseguir fornecer de forma satisfatória, mas a quantidade adequada de glicose, não diminui o esforço que o seu corpo faz, nada de errado com que o nosso corpo de fato, ele está bem adaptado, diversas situações, nós nos adaptamos às adversidades, a alteração do fornecimento, diminuição do fornecimento de nutrientes ou mesmo o fornecimento de outro, se adapta muito bem a isso, mas fornecer glicose e diminuir o esforço da morte, já que quando você não fornece, o corpo é a lançar mão de diversas vias para manter o fornecimento adequado de glicose para os tecidos. Mais um jejum prolongado, no encéfalo pode vir a utilizar corpos cetônicos, ele faz isso, mas o objetivo disso é reduzir o uso de glicose para manter o fornecimento de glicose adequado para os outros tecidos. Aqui a gente tenha uma imagem bem legal, essa imagem mostrando como é que funciona a interação entre o fígado, adipócito, encéfalo e músculo durante o processo de geração de energia. A gente falou das prioridades: a prioridade 1, alimentar os tecidos dependente de glicose, glicemia mantida inicialmente, então agradeço glicose, pátio, seguindo da gliconeogênese. Essa gliconeogênese, o utiliza precursores, glicogênio, kusnet, dos aminoácidos, never levados da musculatura. O músculo fornece glicose para os tecidos, para o fígado, na verdade, o músculo fornece aminoácidos para a produção de glicose no fígado. O tecido adiposo fornece ácidos graxos para utilização tanto no músculo e como a conversão de ácidos graxos em corpos cetônicos no fígado, e esses corpos cetônicos servem como fonte de energia para o encéfalo e para o tecido muscular. Note que durante o jejum aprova a utilização de glicose, então no músculo ela está bem reduzida. Olha que interessante! Baseado nisso, é baseado na ideia de que durante o jejum o músculo tende a diminuir o uso de glicose para geração de energia, não é interessante você realizar exercícios de alta intensidade em jejum por quê? Porque o metabolismo corporal diminuindo é a audiência, glicose, consecutiva de utilização muscular de glicose para dar prioridade para fornecimento de glicose para outros tecidos. Então isso aqui pode até ser, ela pode até ser plausível, né, exercício de longa duração e moderada intensidade, já que o metabolismo energético pode ser mantido com a utilização principalmente de ácidos graxos, mas esses exercícios intensos que dependem de glicose muscular, processo de trabalho podem ser comprometidos em momentos de jejum. O jejum pode ser interessante para fazer um exercício de baixa intensidade, ocorre debaixo do estádio, mas não é interessante para exercícios intensos, já que há um desvio de glicose para outros órgãos, como encéfalo, eritrócitos, por exemplo. Uma diminuição muscular, já que o músculo fornece glicose ou fornece aminoácidos para produção de glicose. Então percebi que o que acontece é nos norminhas, billy, correto do lado da gente, tem aumento de cortisol e adrenalina e glucagon e redução da secreção de insulina. Então insulina diminuída, então a gente tem aumento de hormônios catabólicos. De fato, professor, o jejum, então aumenta o risco do catabolismo. Sim, de jejum, 12 vias catabólicas porque, como a gente fala no começo da aula, o objetivo da verdade, um jejum de, ele é, acontece quando nosso corpo passa a utilizar os substratos endógenos e utilizar substância endógena é catabolizar. Mais que você tenha glicose, não transformaria glicose, você catabolizaria, imagine, ao transformar proteínas e aminoácidos e catabolismo, as proteínas ao transformador e assim conhecer a une, ácidos graxos e catabolismo, os lipídios. Então jejum é católico. Então quer dizer que eu posso perder massa muscular fazendo jejum? A gente vai falar um pouco disso nas perguntas que a gente vai discutir sobre esse tema. Vamos lá.
A primeira pergunta: o que é como funciona o protocolo de intermitentes? Primeira coisa, a gente tem que entender que jejum intermitente é diferente de jejum absoluto. Então essas, essas questões que a gente discutiu que agora não cabem necessariamente ao jejum intermitente, que antes não tem 80 intendente, é controlar o período onde o alimento vai ser fornecido durante a dieta normal. Geralmente a gente come num intervalo de 12 horas, vamos ser um pouco, a gente come de oito da manhã às oito da noite, né, em média a gente come durante um período de 12 horas, como 12 horas e passar 12 horas em jejum. Neste momento não está dormindo, não separar do vídeo. Durante o jejum intermitente, essa janela de gestão tende a ser menor. Durante a entrevista, janela de gestão tende a ser de oito horas. Então durante um dia de 24 horas, a gente come durante oito horas e passa 16 horas. A gente, isso é completamente diferente do jejum absoluto, e esse é um erro grande, é um erro grave porque muita gente está a bola as vias de jejum para o jejum intermitente. Muitas vezes essa janela de oito horas de sessão tranquilamente adequada para fornecer energia, caloria, e isso não gera nenhum tipo de impacto negativo, negativo no organismo do indivíduo. A professora, mas tem protocolos de jejum, é protocolo de alternativa a gente passa 24 horas sem ingerir nutrientes. Em 24 horas é óbvio que a utilização de substratos endógenos é diferente, a utilização de substâncias endógenas em oito horas de jejum. O protocolo, seja intermitente, não é jejum absoluto. De uma pessoa ter um ambiente onde o indivíduo passar vários dias sem se alimentar de jejum absoluto pode levar o indivíduo à morte, à letargia, alcançar sua fadiga e morte. O jejum intermitente não, intermitente períodos específicos, né, alguns dias a gente que faz por um dia inteiro sem se alimentar. Então não tem riscos, não tem muitos riscos, e a gente já vai perguntar.
2. Fazer jejum causa algum dano metabólico endócrino? Jejum absoluto, sim, jejum absoluto aumenta a quantidade de hormônios catabólicos, cortisol é forte, golpe sol forte, pode aumentar e aumenta a adrenalina e diminui, diminui a concentração dos hormônios da tireóide. Acontece um desejo absoluto, diminui a secreção de T3 e T4. T3 e T4 associado ao aumento do metabolismo. Aumentar o metabolismo significa gastar mais energia, e jejum está num período de escassez de energia. Então o intuito é reduzir o gasto energético, por isso que o indivíduo fica fatigado. O jejum absoluto sim causa distúrbios metabólicos, mas o jejum intermitente não, principalmente o protocolo de 16 por 8, que o vôo tranquilo de se realizar, não causa nenhum tipo de risco metabólico. É o jejum intermitente absoluto em causa porque a gente fala da importância de diferenciar os nomes, o jejum absoluto, jejum intermitente. O grande risco, na verdade, o jejum intermitente, né, atualmente que eu vejo é o risco do desenvolvimento de compulsão. Pessoas que podem estar adaptadas a longos períodos de ausência de alimento, por exemplo, você tem um paciente que costuma fazer refeições a cada três horas, ele sente vontade de fazer isso, você optar por fazer a refeição, por exemplo, ele vai ficar a manhã inteira sem encomendas, foi começou de meio dia, é de 12 às 22, meio dia às 8 horas, e vai abrir mão da manhã inteira, isso pode aumentar a fome dele, pode dar ao paciente uma compulsão alimentar. É um jejum intermitente em pessoas que não estão adaptadas podem sim levar à compulsão alimentar. A professora, mas a pessoa pode adaptar? Pode, mas durante esse período ela pode desenvolver uma compulsão, à vontade louca de comer, normalmente de fome que a gente que não se adapta anual, por exemplo, não se adapta a período longo de jejum intermitente, não se adapta a dr adequada pra lua, mas pode ser adequado para muitas pessoas. O diabo com isso, mas não causa dano. Jejum provoca tecnologia adaptativa, assim, e não porque sem, não jejum prolongado, neves um absurdo, sim, é óbvio, jejum absoluto, ficar muito tempo sem comer, 12 uma redução do gasto energético porque o corpo está tentando proteger o máximo, né, as suas reservas energéticas, que tem redução da secreção do hormônio da tireóide, a gente tem redução do metabolismo, sim, mas no jejum intermitente não. Jejum intermitente, como a gente fala, um protocolo onde a gente passa a certos períodos e convergente. Existem muitos mitos em relação ao intermitente, não é um, é um protocolo perigoso, não é porque é a humanidade, assim dizer, foi na sede, certa forma adaptada, passar longos períodos de jejum na história, a gente passou a fazer refeições a cada três horas com a revolução industrial, com a evolução tecnológica, onde o fornecimento de nutrientes é aumentado, o conhecimento de comida foi aumentada. Nada de errado com ele em três horas, é normal, habitual da sociedade atual, mas o nosso organismo está adaptado à sobreviver né, meses em jejum. Então jejum intermitente não é arriscado. A questão é: ele é adequado, ele é necessário, ele é indicado para pacientes, mas se o paciente se adapta tranquilamente, tem muitos pacientes que fazem jejum intermitente por hábito, não tem gente que não gosta de se alimentar pela manhã, enquanto nada de errado nesse caso, não gera otimismo adaptativa, mas o jejum prolongado sim, é por isso que eu falei no começo, perguntas que muitas vinhas que a gente discutiu no metabolismo de jejum prolongado, num caminhão intermitente. E intermitente é um vídeo curto, chega gerais.
3. Como jejum prolongado geraria?
4. Quarta pergunta, em pergunta muito interessante, é complicado hipertrofiar fazendo jejum? Jejum absoluto, assim, obviamente não é, porque a gente acredita que o santos tem desvio de aminoácidos das proteínas musculares à geração de glicose, mas o jejum intermitente não, desde que o paciente time e as necessidades de carboidratos, proteínas, lipídios, fazer jejum intermitente não significa fazer dieta hipocalórica. Se você consegue ofertar todo o aporte calórico da janela que o paciente tem que se alimentar durante o dia, pode ser tranquilamente oferecido. Essa estratégia pode ser realizada tranquilamente por pacientes que querem perto do fim, desde que você atinge as necessidades de calorias, proteínas e carboidratos, implemente lipídios e micronutrientes durante o dia. Então jejum intermitente não está perto do fim do jejum absoluto, obviamente atrapalhei perto do filho, vai ficar forte, passando dias, semanas sem comer, que vai faltar substrato da produção de músculo, e que da pergunta? Essa é uma pergunta que recebeu com certa frequência, né? Faz macros quebrar o jejum? Provavelmente essa pergunta deve ser decorrente do jejum no tudo, né? Quando a gente acorda ou quase marca nutrientes, a gente poderia quebrar o jejum, depende do que você está querendo. Por exemplo, se você quiser reduzir o cortisol, está montado durante o período de jejum, a melhor forma é a mãe da engenharia, alimentos ricos em carboidratos. Esse aumento não bate com a atual baixa do local, vão ser indigitado catabólico e a fornece glicose e gera um estado ou entrevistado anabólico. Então, se você quer quebrar o jejum, reduzir o estado catabólico, você entra com alimentos fontes de carboidratos é que vão aumentar a liberação de insulina. Mas se você quiser continuar no estado catabólicos ou reduzir, por exemplo, a oferta, a quebra de proteínas, o garante o fornecimento de calorias, gorduras podem ser uma fonte de proteínas, não tanto porque perguntei, me estimula a secreção de insulina. Quando você aumenta em sua vida, você reduz deslocavam, pelo menos você reduz os estados catabólicos. Então iniciar com gordura, se você não quiser aumentar, né, a o catabolismo dos romanos, em prestações anteriores. Por isso, quando você quer emagrecer, não que isso vai gerar um crescimento considerável, porque é significativo, porque o crescimento significativo vai depender do banco que você a oferta ao longo do dia. Mas eu diria que para reinventar o estado catabólico é a melhor estratégia seria o fornecimento de alimentos fonte de carboidratos, estimulam a secreção de insulina. Outra estratégia é fornecer fonte, alimentos fontes de gordura. A gente pode manter o status catabólico, estado catabólico do indivíduo. Além de gradação de nutrientes, gente, é isso, a gente fica por aqui nessa aula. Um grande abraço e até o nosso próximo encontro. Se tiver alguma dúvida, deixa aqui em baixo, mas quer deixar o seu like, compartilhar esse vídeo com seus amigos, com os seus colegas, com quem você seja interessante compartilhar essa informação é da sua rede de amigos. Então é isso, um grande abraço e até o nosso próximo encontro.