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CASO MARINA SÁ BERTOLI: A DESCOBERTA DOS MOVIMENTOS DO CELULAR MUDAM A INVESTIGAÇÃO! ENTENDA!

MARCONDI MARQUES - CANAL OFICIAL56:39

Transcription

[Música] [Música] Eita, não tirei o vídeo. Que mole, mas tudo bem. Sempre começa assim ao vivo, dá sempre esses problemas.

Boa tarde, família. Boa tarde a todos os presentes. V mais uma atualização sobre o caso Marina Sabertório. Boa tarde, Fernanda.

>> Boa tarde, gente. Tudo bem com vocês? Eu fiquei sabendo agora em logo logo 5 minutos atrás que eu ia participar dessa live. Então, eh, desculpa aí, gente, qualquer coisa.

>> Mas se não podem para ver isso não tem graça, né? Essa esse é o ponto aqui que estamos aqui somente voltados paraa nossa corrente do bem, pro encontro de Marina Sabertoli e agora com mais uma atualização importantíssima sobre esse caso, Fernanda, um caso que eu tô trazendo desde os seus primórdios. Por quê? Porque fomos procurados pela família da Marina para tentar de alguma forma ajudar na investigação, ajudar na busca por essa jovem mulher de 41 anos que está desaparecida, tá? Ela desapareceu dia 16 de outubro de 2025. Já estamos aí para um mês do seu desaparecimento, 30 dias, né? Considerando que outubro tem 31 dias, então temos um mês. Eh, amanhã mais será mais um dia em que a família anseia pela busca e pelo encontro dessa moça para que ela retorne para casa. E as informações, Fernando, aqui atualizações com base na polícia, na investigação, colocam mais mistério nesse caso. Por quê?

Vamos lembrar um pouquinho. A Marina Sá Perto, ela desapareceu dia 16 de outubro de 2025, quando saía para o trabalho, tá? As informações iniciais conta que seu irmão a viu em casa por volta de 9:30 da manhã antes de ir pra academia. De lá, ele vai paraa academia, no retorno não vê mais a irmã, acha que ela foi para o trabalho, uma atividade normal como qualquer outra. E no dia seguinte, no dia seguinte a família, precisamente o pai, ele se dá conta de uma mensagem que chega no seu celular. A mensagem ela denota ali uma tentativa de sequestro falando que estariam com a Marina, que teriam pego ela no Bentô, mas a mensagem ela traz muitas informações mais para descredibilizar um sequestro do que para acreditarmos que aconteceu isso com a jovem mulher. De lá para cá, a polícia vem investigando, vem trabalhando em cima e a família não recebe muitas informações, que é o normal, porque numa investigação você trabalha eh com a premissa, né, estatísticas de que pessoas próximas podem estar envolvidas. Então eles não passam informações inicialmente até que as investigações cheguem a um suspeito ou uma situação.

>> E ela existe mesmo, né? A gente tem certeza que ela existe, tá gente?

>> Sim. Com toda certeza. E aí, Fernanda, as informações aqui com base, os nossos contatos, elas avançaram significativamente, mas colocaram mais mistério sobre esse desaparecimento, tá? Conversando com as forças policiais e com a família, nós descobrimos que o celular, celular da Marina, ele saiu de casa, tá? No dia do desaparecimento dela, o celular saiu de casa no horário compatível ao horário que ela sai de casa para trabalhar. Então, o celular sai dia 16, ele pega o mesmo caminho, a mesma trajetória que a Marina faria caso fosse ao trabalho. E isso chamou atenção demais da polícia nossa e da família. Por quê? Ela mora em Sapopa, região leste de São Paulo. Ela trabalha na região oeste, então ela atravessa toda a cidade. E o celular fez esse mesmo percurso. O celular saiu da zona leste, atravessou a cidade até a zona oeste e retornou para a área central de São Paulo. Isso num espaço curto de tempo. Isso demonstra que o celular ou a Marina com o celular se deslocou nessa trajetória de trabalho, mas ah, não se sabe o que ocorreu.

E aí tem um ponto, vamos voltar à ela mensagem que a Marina recebeu, né, que o pai da Marina recebeu, que disse ali que ela havia sido sequestrada e que eles haviam pegado ela no metrô. Isso chamou atenção.

>> Quem falou isso? A mensagem, a mensagem que o pai recebeu.

>> Que ela foi sequestrada e que eles pegaram ela no metrô, aquela mensagem que eles que eles falam do celular dela, né?

>> Exato.

>> Do WhatsApp dela.

>> E parece que é alguém tentando parecer um mano assim, né?

>> Um linguajar de mano.

>> Que não é um linguajar de mano real, sabe, galera? É um linguajar eh de quem não fala assim e tá tentando falar assim. É bem esquisito.

>> Então. E aí piora, né? Piora a situação. Por quê? Ã, o celular ele viaja no mesmo destino dela. Vamos lá. Ela trabalha na região oeste, sai da região leste.

>> Ela foi trabalhar no dia.

>> Ninguém viu.

>> Como assim ninguém viu?

>> Ninguém viu ela.

>> Na empresa?

>> Não.

>> Então ela não foi.

>> Não. Não vi.

>> Vasculharam câmera de segurança.

>> Também.

>> Nada.

>> Não acharam ela na câmera?

>> Nada. Ela não bateu ponto.

>> Não.

>> Ah, então ela não foi.

>> Ela não chegou no trabalho, mas ela sai, o celular pelo menos fez o mesmo trajeto dela de trabalho.

>> Chegar até o trabalho e voltar, entrou na empresa, o celular.

>> Não tem mais de próximo da do trabalho, só tem a herb. A herb, como a gente sabe, né, dá uma dá um raio muito grande, então não dá para falar. Mas aí o que acontece? A mensagem dela, a mensagem do celular fala que ela foi sequestrada, raptada no metrô. E aí, conversando com uma amiga de trabalho, a amiga de trabalho lembrou da situação de um comentário da Marina que ela disse que sempre preferia ir de metrô porque ela gostava de andar um pouquinho antes de chegar do trabalho.

A Marina, ela, olha só, olha agora a situação vai piorando um pouquinho mais. A Marina ela trabalha numa incorporadora, tá? Uma empresa de construtora que vende imóveis e ela faz análise de crédito, ela uma analista de crédito, mas uma uma responsabilidade bem grande dentro de uma empresa desse tipo.

>> Uhum.

>> E ela tava trabalhando há quase um ano nessa empresa e há pouco tempo atrás, segundo informações extraoficiais que a polícia está averiguando, ela teria contratado um seguro de vida, tá? Ainda falta confirmar com com o banco que ainda não mandou essa informação pra polícia, para o DHPP, mas ela havia comentado sobre isso, que estava pensando em contratar no seguro de vida. Agora, qual o valor do seguro de vida? O que é? Qual?

>> E ela tinha companheiro, ela morava com alguém?

>> Não, ela estava 2 anos e meio separada.

>> E a quem tava designado? Será esse seguro de vidro? Esse esse é o X da questão. Quem a polícia quer saber quem eram os beneficiários deste seguro de vida?

>> Você lembra do caso Jaqueline de Barberi?

>> Lembro.

>> O Guastelli falou hoje no Instagram dele que eles vão voltar com o caso do Jaqueline. Parece que tem novidade.

>> Tem.

>> Que é.

>> Um caso que ficou assim também sem resolução bizarro ou é cheio de elementos de de mistério, né?

>> Sim, com toda certeza. Parece muito nesse nesse ponto. E aí, olha só, olha só a situação. A família, tá? A família ela abriu o boletim de ocorrência normal, vai pro DHPP. O DAS foi envolvido, divisão antquestro de São Paulo.

>> Então o celular dela foi e voltou.

>> Foi da região leste,

>> Foi até a região oeste, onde eu fico o trabalho, e retornou pra região central.

>> Voltou. Ah, não voltou pra pra região oeste, leste que ela morava.

>> Não. Ficou na região central. De lá,

>> Hum.

>> Acabou o sinal, sumiu do dia 16 para cá. Pronto. Eh, a vizinha, a vizinha disse que havia havia visto, estava estava se lembrando que tinha que ela estava lavando o quintal ali no dia ou no dia anterior, tinha essa recordação que estava normal lavando o quintal, lavando. O irmão disse que viu a irmã lavando a louça, o horário para próximo, que ninguém viu nada suspeito, tá? Ninguém viu absolutamente nada suspeito. Mas tem uma coisa, Fernanda. No dia que ela desapareceu, os pais dela não estavam em casa, estavam em viagem pro Nordeste, só estava ela e o irmão em casa.

>> O irmão é mais velho ou.

>> É mais velho. É mais velho. Os irmãos, o irmão dela é muito colado com ela. Muito, muito mesmo. Tá? Tá todo, a família dela sofre demais. Mas eu não vejo esse mesmo sofrimento. Quer dizer, eu não vejo porque não fui procurado. Não é que não sofro do ex-marido e do filho, tá? Que se mantém mais reclusos.

>> Ah, ela tem um filho.

>> Tem um filho de 19 anos.

>> Esse filho com certeza é o beneficiário desse seguro, se existir, né? Esse seguro mesmo.

>> Provavelmente deve possam ser os pais e o filho, tá?

>> É.

>> É sempre assim, dessa forma. ascendentes e descendentes. E para piorar a situação, para piorar mais a situação, ela teve depois que separou do marido um relacionamento, um relacionamento, um breve relacionamento, um ex-namorado, tá? Nesse. E agora tava solteiro, terminou, mas viraram amigos e foi pouco tempo atrás foi encontrado o corpo de uma mulher, certo? A mulher não identificada até até presente momento. E esse ex-namorado foi foi lá ajudar a família para fazer o reconhecimento para saber se era.

>> O ex-namorado atual.

>> É o ex-namorado, exatamente, agora atual amigo.

>> Uhum.

>> E ele foi lá e fez o reconhecimento inicial e achou que era ela e falou da roupa. Falou: "Essa roupa aí a Marina tem". E aí ele ficou com esse negócio de roupa, mas mas a polícia fez outros exames, tá? E confirmou que não era Marino, mas a família ficou com esse negócio da roupa.

>> Mas tava irreconhecível.

>> Tá.

>> Por que que aconteceu com esse cadáver?

>> Já estava em avançado estado de preservação.

>> Ele foi trazido de onde?

>> Ã, numa região bem complicada ali próximo à região leste, tá? Região do leste não dava para reconhecer por o o visualmente, mas.

>> É, mas ela foi até o trabalho da partir dali alguma coisa aconteceu, né?

>> É, ela foi, o celular pelo menos foi em direção ao trabalho, né? Não faz sentido o celular em direção ao trabalho e depois voltar pro centro, sendo que eh ela pelo alguém não ia até em direção ao trabalho dela.

>> Esse é o ponto.

>> A pessoa ia pensar em despistar desta maneira com a mediante a herb do celular? Acho que não. Acho que a pessoa não ia ter essa preocupação. Acho que ela foi até o trabalho, a partir dali, nessa caminhada que ela fez antes de chegar, alguma coisa aconteceu. Aí levaram o telefone junto e esse telefone, essa herb foi vista na zona central de São Paulo.

>> Então é.

>> Alguma coisa aconteceu com ela entre a ali o trabalho, perto do trabalho e a zona central da cidade, né? Então, é o que eu acredito. É o que eu acredito também. Mas tem uma, tem um pequeno ponto que a gente tem que pensar. Região oeste onde ela trabalha é um Big Brother.

>> É cheio de câmeras.

>> É uma câmera em cada loja.

>> E pegaram câmeras.

>> Pegaram todas as câmeras ali próximas ao trabalho dela, próximas à ali. Nem um sinal dela.

>> Nem saindo do metrô. Pior não tem não tem imagens dela no metô não. Imagens até agora encontradas, tá? Que forem são inúmeras imagens do metrô ainda estão em análise, mas até agora nenhuma imagem dela no metrô.

>> Então olharam as imagens do metrô. Tem as imagens do metrô, mas não viram ela entrando.

>> Então ela não foi ex.

>> De metrô.

>> E aí então como é que seu celular foi para lá?

>> Ela foi de carona. Exato. Minha possibilidade também.

>> Alguém que ela tava conhecendo e não quis contar para ninguém.

>> Ou alguém muito próximo que deu carona.

>> Ou alguém muito próximo.

>> Essas são as nossas possibilidades, tá? A polícia tá.

>> A foto do Kim Falso tá aparecendo lá atrás. Tá.

>> Ela, a Gabriele tá falando. Ah.

>> Deixa ver aqui se tem alguma imagem aqui. Pronto, agora sou.

>> Obrigada. Eh.

>> O que que você acha, Fern, que aconteceu?

>> Eu acho tem esse esse negocinho tá na frente ou é só a gente que vê?

>> É só a gente. É só essa imagem de cá. Eh, eu acho que alguém deu carona para ela, ela pegou carona com alguém, ela não foi de metrô. Baseado no que a gente tem agora, ela não foi de metrô. Ponto, né? Bom.

>> Então, baseado nisso, não foi eh ela foi de carona com alguém, alguém que depois voltou pra zona central e alguma coisa aconteceu com ela próximo ali, bem próximo ali, alguma coisa ela não quis fazer de repente ali próximo.

>> Ou alguém que ela quis não quis continuar no na trajetória, no caminho, né?

>> Exatamente. Alguma coisa deu algum bo ali próximo ao trabalho dela nesse carro que ela tava. Entendeu? A possibilidade maior. Ela ali, ó.

>> A possibilidade maior aqui. Tava tentando achar a mensagem, mas acho que não vou conseguir achar agora não. Se tivesse baixado para botar aqui, pessoal. Mas depois a gente colocou.

>> A mensagem você me mandou.

>> Mandei, mandei, mandei.

>> Deixa eu ver.

>> Eu acho que eu mandei. Tenho quase certeza. Rapaz, a gente inventa as coisas na hora assim, aí depois fica procurando as coisas para botar no ao vivo, né? Mas eu acho que eu tenho mensagem aqui. Vai dar para baixar, botar em tela.

>> Você que eu não sei se você me mandou não.

>> Será que eu não mandei.

>> Não.

>> Mas eu achei aqui. Pode ler se quiser. Pode ler, por favor. Achei.

>> Aí. Seguinte. Se liga na fita. Vó. Não. Aí seguinte, se liga na fita. Vou mandar o papo reto sem caô. Eh, hum, esse e esse ponto mensagem é pro pai dela, gente. É uma pessoa que sabe escrever, sabe fazer pontuação, não é um mano que escreveu isso aqui.

>> Não, cara de quebrada.

>> Não é? Aí, seguinte, se liga na fita. Vou mandar o papo reto sem caô. Caô com K a o acento. Essa mensagem é pro pai dela. Ela tá aqui com nós. Nem escreve com a pessoa. O malandro escreve C. Só se vocês quiserem ver, tenta escrever errado algumas coisas que não faz sentido.

>> Uhum.

>> Eh, vê ela de novo. O valor do resgate é 150k. Morou. Ninguém mais fala morou hoje, Marconde. Morou não é uma linguagem da da pessoa de hoje, da quebrada. Morou é de 1950, 60, 70, 80, 90 máximo.

>> Você tá me chamando de velho. Eu falava morou. Ninguém fala morou hoje, gente. Ninguém fala morou.

>> Vamos ser razoáveis hoje.

>> A galera da quebrada não fala isso.

>> Não fala. Amorou, gente.

>> É nós.

>> Aqui o barato é louco, parça. Parça aí. Aí complica, né? Aí ele mostrou que o cara que tem 40 anos aí de 30 a 40, no mínimo 30 anos. No mínimo 40 anos eu colocaria, tá?

>> É, pode ser.

>> Se envolve os PM, nós apaga ela no mesmo dia. Tem que ficar ligeiro, senão ela morre na nossa mão. Nem adianta procurar ela que vocês não vai achar. Ela tá aqui com a gente H no cativeiro do chefe MC Braca.

>> Que que é isso?

>> Nossa, quem que vai falar o nome do chefe do cativeiro, gente? Quem que vai se autoincriminar? Gente do céu, que coisa mais fake.

>> Isso aqui. Alguém fez alguma coisa com essa moça e tá querendo jogar pro crime organizado.

>> Eh, nós abordamos ela no metrô e pusemos uma no carro com placa do terado também. Ela não teve no metrô, vocês não tem como, né? Isso aqui não existe, querido. Então, muito mal feito isso aqui.

>> Mas como é que ela como é que saberia? Aí que tá como é que essa pessoa que escreveu saberia que ela pega meu teu? Ué, porque pegou ela, né? Conhecia ela ou porque.

>> Tava conhecendo ela.

>> Porque conhecia. Exatamente.

>> Exato. É. Então é alguém que conhecia. Eu tava conhecendo. Eh, olha só, a pessoa ia falar quem é o responsável pelo crime, onde que eles pegaram ela para, sabe, para ver nas câmeras de segurança. Então, não, não tem a menor condição isso aqui ser real. no cativeiro do chefe MC Braca. Nós abordamos ela no metrô e pusem pusemo eh no carro com placa adulterado. Pusemos é uma coisa muito do antigamente também, Marcando. Pusemos.

>> A gente coloca, colocamos, sabe? Eh, no carro com placa adulterado também. Tô também consegue rastrear. Já tavam na mira dela já meses, mas só hoje conseguimos pegar. Vou dar mais instruções, depois amanhã retorno para acertar os detalhes do resgate e a conta fantasma com a.

>> Centro.

>> Não com tracinho, esqueci o nome agora, gente.

>> É conta fantasma. Conta fantasma ou com ifen.

>> Com ifen, gente.

>> Eh, sem ter.

>> Quem que vai. Meu Deus do céu. Aqui, ó, a polícia já sabe que que não é ninguém da quebrada, né? Vou dar mais instruções depois de amanhã, tá? Eh, para tu depositar. Aqui é zona oeste, pai. O barato é louco. Quem que fala barato é louco, gente? Barato é louco. Isso é muito anos 90, comecinho dos anos 90. Gente.

>> Eu nunca falei isso.

>> Não.

>> Isso aí é nossa, só faltou escrever uma uma brasa mora.

>> Que que é isso?

>> Coisa da Jovem Guarda. É nós do Braca. E você não fazem ideia com que tipo de seres estão lidando. Nós está acostumado matar PM, se envolver em polícia, ela já era. Gente do céu.

>> Tipo de seres.

>> É tipo de seres com com s, né? Com plural.

>> Obrigado, Mariana. Obrigado.

>> A Marilena é desse tempo. Eu sou desse tempo. Morou 67 anos. É, você tem propriedade, Marilena, para escrever assim. Mas essa pessoa aqui, nossa, é, pelo amor de Deus, viu? O negócio do canequim foi melhor.

>> É.

>> Foi mais bem feito que essa mensagem de resgate aí. Eh, se chamar nossa, ladrando o tempo inteiro. O cão que ladra não morde não.

>> Não, nem um pouco.

>> A gente quer e resgate, a pessoa fala o tanto que quer, não fala nada quem é, jamais vai identificar qualquer tipo de coisa. O crime organizado não identifica nada, jamais nessa vida. Pelo contrário, se alguém, Que caso que eu tava falando lá? O caso da Laí, né, que eu tô que eu trouxe no meu canal, a mulher que tá desaparecida, a Gabriele, a madrasta que se fazia chamar de mãe, ela, a população já estava querendo pegar ela, então provavelmente ela nem tá lá, porque se ela, ah, a polícia foi procurar ela na rocinha porque houve uma denúncia na rocinha que ela não vai, porque o comando vermelho não vai querer ela lá, não. O comando, a, a, o crime organizado não quer chamar atenção para ele. Se tiver alguém enrascado, a pessoa tem que se entregar ou vazar de lá. Eles não querem ninguém que identifique nenhum tipo de crime ligado a eles lá, não. Então assim, eh, vacilão. Capaz que isso aqui, nossa, gente, totalmente totalmente nada a ver com a prática de uma de um crime organizado. Não faz menor sentido, tá, gente?

E aí quando a gente para para pensar conversando com conversando com a família, ela não tem nenhum inimigo, não tem dívida, pelo contrário, tá? Vai refazendo a sua sua parte financeira, patrimonial, eh não tava em relacionamento agora, nesse momento, nesse último mês, não estava em nenhum relacionamento, nem a presença. Ele o que acontece, ela quando separou do ex-marido, perderam contato e o filho ficou morando com o ex-marido, tá? Ficou lá com as maridos não ficou com ela. Quando ela desapareceu, ela morava, mora no caso, não foi encontrada ainda. Ela, os pais, dois senhores, 70 e 3 e 76 anos e o irmão de 36 anos, as quatro só.

>> Nenhuma criança, um adolescente, nada.

>> Ela sai normal para um dia de trabalho. Ao que parece, ao que parece. Então acontece alguma coisa ali no na saída da casa dela. Sabe por que eu acho que na saí da casa dela, Fernando? Pelo seguinte. Eita. É. Tá bom. Agora é para dizer assim, só que eu fiz isso ontem.

>> Me vingando, né, galera? Me vingando.

>> Aí.

>> Sabe por que que eu acho que o que aconteceu foi na foi ali próximo à casa dela? Porque é o único local que não tem câmera. É o único local que não tem câmera ali em Sapolândia. Todo local tem câmera.

>> Aí a pessoa realmente fez esse trajeto para levar o celular dela e voltar para mostrar que ela foi para dar uma despistada do que pode ter acontecido ali, as pessoas não irem direto ali para ele ter mais tempo de fazer alguma coisa. Mas assim, vai mudar muita coisa isso.

>> Ou ou pura e simplesmente a pessoa marcou com ela ou encontrou com ela ali, pegou a carona, foi em direção ao trabalho dela, como se como se ela fosse realmente era o trabalho. Nesta viagem aconteceu algum pode ter acontecido algum desentendimento, alguma coisa do sentido, nesse sentido que culminou em uma atitude ali, talvez impensada, fora do contexto. Sim.

>> Que termina com alguma coisa de grave com ela. E aí a pessoa desesperada tenta ganhar um tempo, passa essa mensagem com o celular dela, talvez, pros pais e depois comete um crime. Eu, particularmente, com contando com as estatísticas, não acho que ela esteja mais viva, tá? Então, eu vejo que essa mensagem foi só para ganhar um pouco de tempo pra família não entrar em contato direto com a polícia. Não sei se você concorda comigo.

>> É isso, com certeza. A Sara tá perguntando, ela morava com quem nesse momento? Com o irmão dela.

>> Ela morava, ela, o irmão mais novo, com a sua tem 16 anos e os pais. Só que.

>> Mas ela tem um irmão mais velho. Falou.

>> É uma irmã, uma irmã do meio. Ela é a mais velha. A irmã do meio. Ah.

>> Entendi que ela tinha um irmão mais velho.

>> Não, ela é a mais velha. A Marisa é a do meio. E o irmão mais e tem um irmão mais novo.

>> E um filho de 19 anos, um ex-marido e um ex-namorado.

>> Que foi lá reconhecer, falou que ela que era ela, mas não era ela.

>> Exatamente.

>> Esquisito, hein? Esquisito. E aí tem outro ponto no sábado, acho que no sábado que ela estava, que a Tia havia saído com as amigas, ela tava conversando com as amigas, normal, uma mulher solteira, bonita, com várias amizades, normal, ela sai com as amigas, concorda?

>> Claro.

>> Então, normal. Ela vai tá conversando com a amiga, aí de repente ela sai um pouquinho do canto, aí a amiga chega próxima e fala o seguinte: "Oi, tá falando com quem?" Aí ela mostra uma imagem, tá? Uma imagem de uma pessoa aí. Falei assim: "Ah, tô conhecendo, tô conhecendo esse essa pessoa aqui de um, de um aplicativo que eu não vou lembrar o nome, tá?

>> Quem falou isso?

>> A amiga dela.

>> Falou que tava que ela tava conhecendo alguém de um aplicativo.

>> Ah, e falei que tava conhecendo alguém no.

>> No sábado, no sábado. E aí eles, ela mostrou rapidamente essa pessoa pra amiga, é uma pessoa branca, loira, de mais ou menos 50 anos, tá? De mais ou menos 50 anos. 50, 50, 55 anos e que mais informações ela não tem, mas que ela tá falou: "Ah, tô conversando com ele, tô conhecendo e de repente depois disse o sábado anterior desaparecimento, na quinta-feira desaparece." E aí.

>> Tem esse.

>> Mistério. Já pedimos, já pedimos para essa pessoa se aposentar a polícia, mas até agora não se aposentou, tá? Então não sabemos realmente o que aconteceu.

>> Tem elementos de mistério, né? Como no caso do Adalberto, que daí o amigo lá parecia, poxa, foi muit.

>> Obrigado, Gil.

>> Foi muita loucura o que que aconteceu com ele, né? Tipo, foi ser roubado também e tá junto quando o cara sumiu, mas assim não tinha nada a ver.

>> Então, esse elemento do namorado que vai lá e fala que a roupa era dela, o homem também não entende muito bem de roupa, mas ele alegou que era. Eh, é esquisito, mas pode acontecer. Pode.

>> Agora tem uma outra pessoa que ela tava conhecendo.

>> Exato.

>> E tem que ver se realmente ela tinha feito um seguro de vida. Mas não quer dizer que isso também tem a conexão com o que aconteceu. Eu acho que tem mais a ver com a pessoa que ela tava conhecendo, sabe? É o meu fim, pelo menos. Você é ou pode já ter gerado um ciúme em alguma outra pessoa.

>> É, pode ter gerado uma um ciúme em alguém, mas como Arlete tava falando aí, hoje em dia não tá fácil não, viu? Paraa mulherada aí eh conhecer alguém normal, viu? Hoje em dia não tá normal. A situação não tá normal. Eh, não sei o que tá acontecendo, uma esquizofrenia coletiva e as pessoas estão inflamadas, sabe? As pessoas estão inflamadas mesmo.

>> É, agora vamos vamos vamos tentar esmiuçar mais um pouquinho para ajudar. Eh, eu conversei com o pessoal do DHPP, tá? Tem tem uma equipe voltada para isso. Eles estão já pediram uma quebra do sigilo telefônico e telemático. Já conseguiram as herbes. Herbes eram a primeira coisa, algumas azimut que é que é asmú é em relação à estação rádiobase da herbolocalização, georreferenciamento.

>> Isso ficou bem conhecido, ficou bem explicado no caso vitória, né?

>> Sim, sim, exatamente. Você tem a herb. Que que é herb? É aquela antena. É a antena que você vê, aquela antena de telefonia que você vê ali e ela tem um raio, né? Aí o celular quando passa ali, se conecta aquela antena e fala assim: "Olha, a antena tal recebeu o sinal daquele celular". Beleza, mas aí tem um asimut que é o quê? É o local exato que aquela que aquele celular se conectou à antena, que é um outro processo.

>> E não tem ainda essa essa perícia não tem ainda.

>> Só tem de algumas, não tem de todas, tá? E o que o outro ponto é a quebra do sigilo telemático em relação aos aplicativos, às contas, ligações.

>> Que não foi feito ainda.

>> E que não não já foi feito, mas não chegou. Por quê? Porque a empresa de telefonia tem até 30 dias para enviar.

>> É, demora mesmo. O ex-marido e o filho não tem nenhum envolvimento com substâncias ilícitas. Tive uma aluna adolescente que foi raptada pelo próprio pai para pagar dívidas com traficantes", disse a Luc Portela. E marconde anteontem, acho que essa semana houve o caso de uma cabeleireira que ela foi saiu com o melhor amigo dela de infância, que era namorado da mulher que morava com ela, da amiga que morava com ela.

>> E por causa de uma dívida de R$ 800, sei lá quantos.

>> Pouco, ele matou ela.

>> Sério?

>> Matou ela. Ele fez uma transferência de R$ 850, salvo engano, eu não fiz esse caso, não, tá? É de R$ 850 é do celular dela pro celular da namorada dele e depois do celular da namorada dele pro celular dele, eu acho, uma coisa assim. Então, por nada, por coisa nenhuma, matou uma mulher que são sempre elas, né? Maravilhosa, todo mundo fala, cheia de vida, amiga de todo mundo, acolhedora. São, é sempre esse perfil essas mulheres que morrem assim, infelizmente.

>> Sim. Eh, caramba, eu fiquei chocado, hein? Pois é, é um caso bem ficou bem repercutiu bastante no Brasil esse essa semana. Cabeleireira. Pera aí.

>> E o só responder aqui. Tem imagens dela na rua? Ela saiu de casa mesmo? Pois é. Não tem imagem nenhuma ali na residência. Nenhuma. Nenhuma. Nenhuma. Isso. Essas informações que nós temos são testemunhais, mas técnicas mesmo, imagens assim não tem. Só tem que sair de casa por conta do, quer dizer, o celular saiu de casa, né? O celular saiu. Se ela saiu junto aí eu não sei. Mas acredito assim que sim, porque não tem nenhum tipo de entendimento com a família. Zero. Estão todos unidos ali, bem unidos.

>> É complicado isso. A gente só sabe o que eles contam também, né?

>> Exato.

>> Essa daqui que eu falei é a Rafaela Faquete. O cara era amigo de infância da escola dela. Foi amigo dela a vida inteira. Aí ele matou ela por conta disso. A.

>> Vivi tá escrevendo aqui, ó. É estranho que nenhuma câmera ali da região tem a imagem dela no dia. Ela mora perto de da Sapopemba. O local é bem movimentado também. É, hoje em dia todo local tem câmera. É, só que próximo à casa dela não tem câmera, tá? Pelo que eu entendi, não pode ter câmera lá. Pelo que eu entendi, não pode ter câmera lá.

>> Perto da casa dela.

>> É, a gente sabe, né, que locais que não podem ter câmera por que nós, por que que não pode ter câmera?

>> Ela morava na zona na zona leste.

>> Zona leste.

>> E mas tem lugares bons na zona leste?

>> Muitos. Mas o Sapupemba ali, aquele pedaço, pedaço que ela morava, pelo que eu entendi, conversando com a família, não é um local.

>> É uma família de classe mais modesta. Eu colocaria classe média baixa, assim, se eu fosse classificar, tá? Tem.

>> Então, ela foi bem à frente, né?

>> Sim, sim, sim.

>> Eh, o trabalho dela, ela conseguiu ser bem.

>> Sim.

>> Posicionada, né?

>> Sim. A a a irmã também é formado, o irmão formado, os pais fizeram um bom trabalho de educação, tá? Apesar da dificuldade, conseguiram formar os três filhos e deram uma esperança de melhor vida para eles, tá? É, às vezes a a carência, cara, é uma um uma confiança errada que você põe num numa pessoa que se conheceu no aplicativo um dia, sei lá, você já seu com a pessoa uma vez, duas vezes, você fala assim: "Poxa, ele vai me dar carona hoje, o que que tem de Às vezes aquela pessoa tava dissimulando o tempo inteiro, não tem a aquela situação do love bombing também?" Então, meu, isso aí é muito comum de ser dissimulado em começo de relacionamento. Quando você tá conhecendo alguém, você não sabe, espera um mês, dois você falar que conhece a pessoa que ela é isso, ou que ela aquilo, que ela é assim, que ela é assada, que ela é carinhosa ou não. Pega os dois primeiros meses para você não, só mesmo para você produzir tempo para começar a conhecer aquela pessoa. Não leve em consideração o romantismo dos 20 primeiros dias, dos 30 primeiros dias. Não leve, não acredite em nada, em flor, em bombom, em restaurante, em viagem, nada nos 30 primeiros dias. Cuidado com técnica de quente e frio, que eles estão ensinando a rolê nas redes sociais aí.

>> Redpill.

>> Páginas de redill e não só, várias páginas ensinando os caras inseguros a como tratar a mulher. Muito bem, como uma rainha num dia, aí sumir por dois dias. Aí a mulher vai ficar achando que fez alguma coisa aí vai ficar tentando recuperar aquilo. Aí você volta num quarto dia e trata ela que nem uma rainha de novo. Isso some mais uns dois dias. Fica na técnica de quente frio. Gente, isso é tortura psicológica. Isso é isso é de uma insegurança. Por que que a pessoa precisa fazer uma coisa dessa para conquistar alguém na vida? Ela não tá conquistando alguém, ela tá trabalhando a dopamina do outro. Isso aí não é real não. Daqui a pouco a pessoa cai na real e fala: "Poxa, quem que é esse cara? Quem que é essa bosta que tá aqui do meu lado?" Então assim, se não fosse essa dopamina criada, eu não estaria nem aqui com esse cara. Tem que tomar muito cuidado, sabe? E as pessoas fazem muito isso hoje, infelizmente é mais homem que faz com mulher, eles ficam ensinando isso. Aí já é meio que estrutural também, né?

E aí a pessoa acha que o cara tá apaixonado por ela, tal, tal, tal, e vai. Não, cara, um mês, dois meses, você não considere nada. Nada que ele fizer. Cuidado com o joguinho. Não ca em joguinho. Cague para tudo que ele fizer nos primeiros 30, 40 dias de relacionamento, porque isso aí é só para inglês ver. Veja como ele vai ser depois. E aí a gente confia, vai confiando, marca o primeiro encontro. Eh, a gente se conheceu, né, amor, no Tinder. Então, assim, eh, por isso que eu falo, gente, me coloco no lugar de vocês. Então, assim, eh, tem que tomar cuidado, muito com muito muito muito cuidado. Tá cada vez mais perigoso. Tem muita raiva eh hoje em dia, eu não sei porquê, mas eh a mulherada tá independente. Mas será que o Eu não sei se eu não acho que isso seja de relacionamento não, Fernando.

>> Você acha que não pode ser alguém que ela conhe que ela tava conhecendo, que só amiga tava sabendo?

>> Eu acho que não, sabe? Eu acho que eu acho que não. Acho que isso aí tá tá um pouco mais sombreio. Eu acho que tem alguma coisa mais sombria, tá? Eu acho que tem uma coisa aí que tá meio perdida, alguma coisa aqui.

>> Ah, sim, entendi. Agora porque não tem câmeras, moro na zona leste também. Achei estranho não ter imagem. Desculpa se eu te cortei. É que eu vi ali zona leste, eu quis falar logo, né? Sério? É local congar com mais complicado. Então não eu não acho. Pô, olha só, vamos lá, vamos pensar aqui.

>> A pessoa, a pessoa que fez esse esse desaparecimento, leva esse crime, sabia que os pais dela não estavam em casa.

>> Uhum.

>> Ponto. Sabia que os pais dela não estavam em casa. Sabia a rotina dela de saída pro trabalho.

>> Uhum. Sabia mais ou menos o horário que ela saía do trabalho.

>> Amiga.

>> Alguma pessoa, alguma pessoa que fez isso aí com ela, que sofreu, que que deu sumisso a ela e também sabia do local que ela trabalhava, a R, o deslocamento. Então tem muitos pontos ali que uma pessoa que tá conhecendo acho que não não tem essas informações, não vai falar assim: "Ah, não, meus pais estão viajando e eu vou trabalhar às 11:15 e eu vou sair aqui". Não tem câmera? Não sei.

>> Antes de se encontrar, eu acho pela primeira vez as pessoas conversam muito, né? Eu acho. Pelo menos que que você faz, onde você trabalha? Não fala, não rola isso.

>> É, fala. Mas tem um tem tem um ponto, tem um ponto nesse nesse caso aí que tá faltando. Tem aquela pecinha do quebra-cabeça que a gente não tá enxergando, tá? Alguém que tá colocando uma informação ali que tá atravessada, tá? Eu acho alguém muito, muito próximo a ela. Não uma pessoa que tá iniciando o relacionamento, mas é uma pessoa que sabe da rotina, sabe do modo, porque vamos lá, ela vai, ela, ela, pelo que as amigas falaram, ela era esperta com relação aos outros, entendeu? Ela não sairia encontrando com alguém sem nem teria um carro, nem aceitaria uma carona de uma pessoa que ela não conhece muito. Então falou: "Olha, não ia sair se ela marcasse com alguém, ela marcar uma, duas, três, quatro vezes no local muito público."

>> Mas aí ó, eu tenho base do que você tá falando aqui agora, tá? Eu não conhecia o caso, não sei as os pormenores, é só a mensagem que você me mandou, essa mensagem que você me mostrou, na verdade não me mandou. E mas assim, tem que investigar todo mundo, levantar a ficha de todas a galera que ela namorou, ex marido, filho, irmãos, todo mundo. A primeira pessoas a investigar ser investigadas são as próximas.

>> Todo mundo sabe aqui, né, gente? Então não é porque por nada não.

>> E aí.

>> Não é escorpião de ninguém na família, é porque é o normal.

>> É agora que você falou aí que ela era muito precavida, que ela não sei o quê, isso todo familiar fala, né? A gente tem o caso da Lara Maria, que a mãe da Lara falou, a Luana falava, a Lara era muito esperta, ela não ia, a Lara isso, a Lara aquilo. A mãe da Sofia falava que a Sofia ela era muito esperta, mas o que que é aí já o que que é esperto uma criança de 6 anos, né? Mas todo mundo não faz e todo mundo é precavida até o dia que um dia que fura, um dia que não é.

>> Então é complicado, sabe? É, eu também tô achando. Mas agora, mas só em saber que o celular saiu e fez o caminho dela de trabalho, o deslocamento no horário que ela sai de casa. Isso, isso me deixou bem pensativo, porque é o horário que ela vai pro trabalho.

>> Sim.

>> É o horário. Pegou as antenas, pegaram no horário que ela faz o trabalho. Depois o celular liga de novo à noite no mesmo horário, na região central de São Paulo. Não tô falando que é o centro, na região central, que é bem maior, né?

>> Sim. Então, e liga de noite e desligado. Então, primeiro ele se desloca até o trabalho, depois volta pra região centel, porque não, a gente não vai abrir qual é o local da região cent, lógico.

>> Mas o depois é desligado o celular, não sei se é destruído, o que acontece. Mas me parece, eu juro, a minha a minha a minha sensação é essa, que ela está com alguém muito próximo, tá? Ela vai em direção ao trabalho, essa pessoa vai nesse.

>> O irmão dela tava em casa quando ela sumiu.

>> O irmão dela tinha saído pra academia. O irmão dela ficou de se despede, veio a bolsa dela na cama, não sei o quê, vai pra academia e quando volta não tá mais em casa porque ela trabalhava.

>> Isso foi confirmado que ele tava na academia.

>> Sim, sim, confirmado.

>> Então exclu excluímos o irmão dela.

>> Sim, com toda certeza. Então.

>> A irmã dela também não tava em casa.

>> Não. A irmã dela não mora com ela. A irmã dela tem mora com a família.

>> E os pais viajando.

>> O ex-namorado a gente sabe onde estava.

>> Hum. Não sei, não tenho essa informação.

>> É, então a gente precisa saber onde estava o ex-namorado, o ex-marido, filho e esse rapaz que ela tava conhecendo.

>> Exatamente.

>> Primeiro a gente tem que excluir essas pessoas, né? Porque eu acho que pode ser, não vou fazer ilação também que é muito complicado.

>> Mas eu acho que esse eu eu for nesse cara que ela tava conhecendo.

>> Eu eu coloco eu pegando algumas fichas, eu coloco essas algumas fichas aí também, entendeu? Não boto muitas, mas boto algumas fichas aí. Ah, tô com calor, mas de licença, gente.

>> É, então eu coloco neste. Mas não, mas.

>> Não, mas.

>> Eh, tem que excluir, né? Excluir excludente de licitude, né? Que fala.

>> É.

>> Tem que ver todas essas pessoas onde elas estavam, todos os ex, o filho onde eles estavam e conversar mais com essa amiga, que a polícia já deve ter conversado, já deve ter recolhido o depoimento e saber a herb do telefone desse cara que ela tava conhecendo, desse ex-namorado, do ex-marido e do filho. Aí eu acho que a gente já vai ter um bom panorama da situação que talvez a polícia já até tenha, né?

>> Tem, a polícia tem recompensa, tá? Eu vou falar, a polícia tem três caminhos. Eu não posso falar quais são.

>> Ah, você já sabe, então.

>> Sim, sim. Eu sei dos três caminhos, não quer dizer que sejam confirmados. Ah, o pessoal, ó, todo mundo rindo, ó.

>> Rindo do quê?

>> Ah.

de fazer.

A Arlet tá falando que a que a moça não tá mais viva, infelizmente.

Não, acho que não.

Eu tenho certeza que não também. Infelizmente.

Também acho que não. Mas, hum, essas três linhas de investigação da polícia, elas são muito similares, tá? São muito similares. E eu digo para você, uma coisa que eu posso dizer aqui em live, a quebra do sigilo telefônico, telemático, financeiro e fiscal.

Ah, vão entregar tudo.

Vão entregar tudo.

Claro. Isso aí é questão de tempo.

Sim.

Quem tá quem fez alguma coisa com ela, questão de tempo.

Sim. Concordo. Concordo completamente com isso.

Se começar a achar difícil de encontrar alguém aí dessas pessoas, já pode saber que carapu perdeu.

É. Marina Vera Marcone. Feliz é tudo de bom. Nós estamos felizes. Essa é a verdade. Nós estamos felizes aqui. Deus abençoe a todos. Chegando agora. Dupla casal mais lindo. Obrigado, Giane. Obrigado. Prção de óculos.

Deus transforma a gente viu, gente? Deus transforma. Acredita em quem acredita, né? Deus transforma tudo. É tudo conforme ele quer, não é conforme ninguém quer.

É exatamente.

Boa tarde, Marc Fernanda. Parabéns ao casal lindo. Obrigado. Tenho filho Zíadica Marcos. É, tem um filho que tira a vida da mãe. Tem vários pontos.

E crime familiar tem demais. Na Itsa, na Itália tinha sim muito. Aí eu cheguei no Brasil mesma coisa. E só aumenta agora com o negócio de internet, de joguinho, de

De tigrinho, todo mundo enlouquecendo, né? Tá diferente. A gente quer, a gente quer da geração de transição, a gente viu tudo.

Última geração de transição. Será que eu falo isso, mas será que é certo falar isso? Porque tem pessoas,

A última.

Baby boomers, né, que são também de geração.

É, mas já não são de geração de transição. Nós somos a última geração de transição que nascemos no analógico.

E passamos pro digital. É, então assim, a gente tá vendo, né, a gente tá testemunhando a realidade, as duas realidades, a diferença das duas realidades. A geração depois da gente, que é a geração X, já não consegue fazer essa análise, não tem esse poder de análise. Então, a gente fica vendo e fica se chocando toda hora. E os a geração Z já tá mais no tecnológico.

Que para eles já é mais difícil entender porque eles estão assim, porque eles são ansiosos, porque eles são

É mais difícil talvez de entender. A gente já consegue visualizar melhor. É, não sei, é muito difícil qualquer coisa. Parece as pessoas estão perdendo. Eu nasci em Torino. Você morou onde? Na Itália. J Bert. Você nasceu em Torino. Que legal. Eu morei em Milano. Milano. É. Você mora aí ainda? Que legal. Nem a Modova chegou a tanto. Estela de Vri Rosselini. Ai, que linda sobrenome dela. Eh, Almodova. ADova não tinha nem muito crime, né? Eram umas coisas familiares complexas. Fernando e Marconde, só falta chegar o bebê. Não, gente, não tem bebê não. Já tem 13 anos.

Já tem 13 anos. Eh, então, Marconde, você já tá meio que por dentro, mas a gente não tem essas ferramentas da polícia para poder. A polícia já tá bem avançada.

Tá?

E eu tenho certeza que a gente logo vai saber o que aconteceu com a Marina. Eh, tenho certeza. Infelizmente eu não acredito que ela esteja viva. A gente nunca viu casos assim que a pessoa estivesse viva. Eh, não acredito que tem a ver com tráfico humano, esse tipo de coisa. É, e até pelo perfil assim, né? E é isso. A gente não tem muito que o que conjecturar agora porque precisamos excluir todas as possibilidades primeiro para ver o que sobra, né? Penear para ver o que sobra. A gente não tem esse potencial aqui porque não temos os elementos necessários.

Ou você escuta a história e não pode falar.

É. Ou Marconte que escuta a história e não pode falar. que eu falo para que que você, enfim, eu falo, não quero saber, não quero ficar amiga do delegado nenhum, não quero ficar amiga não quero ficar amiga do promotor, eu não quero, eu quero só saber, eu tenho as minhas fontes, se eu consigo, ah, como você consegue os inquéritos, então nada, dou meus pulos, gente, dou meus pulos, mas eu não quero, eu quero falar, eu quero. Aí, e eu fico e eu fico, eu fico como.

Porque se não é ruim mesmo. O próprio delegado passa a ser uma fonte, querendo ou não, se ele pedir para ser ouvido como fonte por você, o promotor é uma fonte, então aí você não vai poder falar, né?

A não ser que ele fale. Eu tô falando como fonte.

Tô falando como fonte. Você pode falar, mas a maioria fala assim, ó, não fala isso ainda porque isso, porque aquilo, porque aquilo outro e nem tô falando no caso de atrapalhar ou não investigação. É qualquer coisa, qualquer coisa que eles falam pra gente, você não pode falar. Então assim, ah, sabe? E no meu caso, a maioria falam tudo.

Eu tô, é, eu tô em grupo com, com delegado, mas grupo do delegados, dos delegados com a imprensa.

É.

Aí é para onde eles vão falar pra gente o pouco que eles falam já. Então, eu tô aí eh trabalhando na nas beiradas para conseguir as minhas informações, né? Eh, Juliana, eu no caso do no caso do do coreano, eu não vou mais não vou quero mais falar sobre a menina, não, porque eu eu fico lembrando do caso lá do Werson, da menina que perdeu a vida, então não quero, nunca vou mais falar sobre ela, não. Acho acho legal, né? A polícia resolva agora, a polícia passa o trabalho dela, mas.

Na internet eu não quero ser a pessoa o algoiss.

E ela teve os minutos de fama dela também.

É. Essa galera aí da do Discord, né?

Ah, França presente no canal. Quem é da França aqui?

França presente no canal. Vamos ver quem é da França aqui. Vamos ver se a gente consegue encontrar.

France falando francê. France. Ah.

Assistindo da França. Silvana Hoffman.

Nossa, que é bonito.

Que bonito, né? Hoffman é alemão.

Holandês, né?

O suíço, holandês ou escandinavo, sei lá o quê. A pessoa, a Sara perguntou um monte de assunto. Você viu o que aconteceu no Leandro Ló? Consegue falar um pouquinho, Fernando?

Ai, gente.

Foi justo, não foi?

Então, eu não conheço muito o caso do Leandro Ló, mas eu tô em contato com a Dra. Karina, tô esperando aqui umas coisas que ela tá de para me mandar. Doutora Karina, por livre espontânea pressão, tá bom? E o cara foi inocentado, mérito da defesa do Daledone. Todo mundo conhece o Daledone, Cláudio Daledoni Júnior. A gente já falou muito dele, já teve entrevista no alemão. Alemão, viu? E então, e aí é que no Paraná tem muito, entendeu?

Uhum.

E aí, eh, o que que acontece? Conseguiram provar a legítima defesa. O, o ju. Pera aí que eu deixa eu ver aqui que eu vou falar melhor para vocês. Acho que eram quatro mulheres Marcone.

Cinco mulheres e dois homens.

Isso. Cinco mulheres e dois homens.

Isso você que me falou, viu? Gravei.

É, eu esqueço depois. Então, eh, a gente só vendo, né, só vendo para entender, mas foi alegado legítima defesa, um tiro na cabeça do cara. Eu acho que um policial tem um monte de lugar para atirar antes de atirar na cabeça. Até mesmo o PSI do Dr. Aldroville Grise, no caso Sofia, uma ocasião lá de de oitivas lá na delegacia, um cara se exaltou, foi para cima de alguém, o Aldroville deu um tiro no joelho. Assim que tem que ser.

Eu falei: "Não, ele tá dentro da legalidade. O cara foi atacar, ele atirou no joelho para assustar. Agora você atirar na cabeça sendo um policial e depois você ir para um motel e tal, tal, tal, tal, é um pouco complicado, né? E é bem complicado. A gente viu um caso, mas mérito da defesa, sem dúvida é um mérito da defesa. Sinto muito para quem família.

Família, o júri é isso. Eu eu deixo a minha revolta aqui pelo júri não ser transmitido. Eu acho um absurdo. Eu acho ridículo o júri popular, que é júri é julgado.

Pelo povo, júri julgado pelo povo, povo não poder ter acesso. Então isso é uma incoerência absurda. Isso não deveria existir ou mudem o rito jurídico. Muita gente tá questionando o rito jurídico dizendo se Júlio Júlio é válido, porque se você pega um juiz togado, ele vai pelas provas técnicas. Agora o júri juri popular é emoção. É.

É emoção. Você pode tentar conseguir provas técnicas, mas se você quiser colocar jornalista para ficar falando em nos canais deles, defendendo a sua a sua tese, enfim, investiu quanto você quiser. Mas eh o que vai pegar ali na hora vai ser a emoção com o juri popular.

E o juri técnico não. Agora a gente precisa poder tutelar isso, né, Marconde? Como se fosse a gente tiver ter essa garantia da gente poder ter acesso a a um ju popular. Senão passa para um juiz togado, passa para um juiz eh apto para julgar tecnicamente e aí não fica essa incoerência eh de ser um ju popular fechado, onde o público não pode ter acesso ao que que tá acontecendo.

Exato. Verdade.

Então é isso aí. Fica também aquele caso do esquizofrênico que a polícia foi lá para a mãe, a mãe a família ligou para que o menino tava com crise, ligou pra polícia. A polícia foi, o menino tava tentando atacar a polícia, tentando atacar todo mundo, falou: "Vai, tal". A polícia tava com aquelas armas de choque.

Uhum.

Várias vezes.

É, várias vezes o menino e nada, ele continuava lá com crise falando: "Pode continuar, pode continuar". E vindo para cima, vindo para cima, vindo para cima. A mãe e a irmã, sei lá quem, mãe e tia, imobilizaram o menino no chão. A polícia mandou eles saírem, uma coisa assim, pegou e atirou no menino. Atirou várias vezes no menino. A mãe gritou: "Eu mandei vocês virem aqui para ajudar meu filho, não para matar ele". Então assim, eh, eu tento ser imparcial, como no caso que aconteceu aqui na Penha.

10, polícia 10. Desculpa, tá, gente? Minha opinião. 10. Não matou ninguém, nenhum inocente não matou nenhum inocente. Eu sinto muito pelos policiais que morreram. Eu acho que poderia ter tido ali um apoio do governo federal. Acho que o exército poderia estar ali ter eh aqueles carros, como chama? Que.

Blindados.

Blindados que ultrapassam as barricadas que eles fazem ali, porque é o único que que ultrapassa parece que é o da marinha, tá? Os blindados da marinha e eles não tinham. Se tivesse ali esse respaldo, esses quatro policiais não teriam morrido. Deslocamento besteira. Tristíssimo a forma que eles morreram, né? Tem imagens, tem imagens aí que vocês conseguem ver. E então achei que foi perfeita essa.

Opa, opa.

Essa operação. Agora, no caso desse rapaz, Marconde, desse Leandro LW, eu tenho que o do Leandro Ló tenho que entender. E o caso desse rapaz, eu achei absurdo que a polícia fez. José Sá do Nascimento, boa tarde. Sou o tio da Marina e eu penso que o ex-marido dela tem culpa de tudo. Meu Deus, Marc, você já tá sabendo das coisas, então, né? Porque ele e o filho dela estão muito tranquilos com tudo isso que está acontecendo com a família. Ah, meu Deus do céu. Olha.

Ai, gente, eu nunca quero acreditar.

Não era peleira, só tava te mostrando.

Eu nunca. Bom, tá público aqui, todo mundo tá vendo, né? Quem quem assistir a live com o chat ativado, mesmo que assist gravado, vai ver, então não tem problema nenhum. Agora, gente, eu nunca quero acreditar nessa eu nunca quero acreditar em perversidade dentro da própria família, sabe?

Mas é 90% dos crimes é essa.

Ah, complicado.

90% dos crimes é por isso. Tá 90 estatística. Gente.

Eu não sabia disso que eles estavam tranquilos, que eles a gente não, eu não tenho elementos aqui, né? Tenho que você vai me dando aqui. Então, eh, só eles lá para saber. A polícia já deve saber de tudo isso. Deve ter recolhido o depoimento, provavelmente dessa, esqueci o nome da do tio que falou aí.

José.

José. Então não tem como. A pessoa que fica indiferente a um crime.

É às vezes.

Igual no caso Sofia, indiferente umas coisas assim, mas enfim.

José Sá do Nascimento.

José Sá do Nascimento.

Bem, eu acho que.

Obrigada pela contribuição, viu, José, pela coragem aí de contribuir e de se revoltar também, porque é revolta, né?

Uhum.

Fica entalado no familiar uma coisa dessa.

Aí, tá vendo, ó? É, eu não tenho mesmo. A minha mãe falava, eu te falei, né?

É.

Fala, fala pro pessoal.

Cuidado com que você pergunta para ela, porque ela responde. E para mim ela fala: "Filha, conta até 10". Se lamento, mas é assim mesmo. Por isso citei o o almo.

Entendi.

Fos piores crimes são feitos por familiares.

Exatamente.

Mas é isso, né?

É isso, né, meu amor? Estamos cumprindo nosso papel de hoje. Acho que conseguimos passar toda a informação, né?

Yes.

Agora vamos pra segunda parte do dia.

É, trabalho doméstico.

Mais trabalho doméstico, gente.

Obrigada, viu? Olha aí, olha essa bomba no final, tá? Olha essa bomba no final. Ah, é? Eu, né? Olha eu aqui, gente, ontem e hoje. Aham. Tá bom. Tá bom. Eh, agora ele vai ter que trabalhar em casa, gente. É isso. Obrigada, viu, pelo carinho de vocês aí com a gente, com a nossa, eh, pelo carinho e suporte com a gente também como casal, né?

Sim.

Novamente.

Por não julgar e agradeço imensamente. E vamos pro quintal, sim, lavar o quintal. Anice. É isso aí. E vamos lá tirar, limpar os negócios dos cachorrinhos, todo mundo, tirar grama, né, gente?

Tchau, gente.

Beijo, gente. Um bom sábado para vocês. Um bom domingo. Fiquem com Deus. Deus os abençoe aí. Uma semana maravilhosa e abençoada. Qualquer novidade a gente abre correndo aqui a live e traz aqui as notícias lá no caso Laíça no meu canal que eu tô atualizando e outros casos aqui no canal do Marco.

Outro ponto. Tem qualquer informação? Passa aqui pro e-mail. Garantia sigilo total.

Passa pro e-mail. Marconde.com.marques@gmail.com. Marconde.com.marmarques@gmail.com. Tá.

Exatamente.

A Sara quer que eu traga mais crimes internacionais. É, eu trouxe uns crimes internacionais legais, né?

Uhum.

Eu vou até fazer uma playlist só com os crimes internacionais que eu trouxe. Cara, realmente fiz uma, eu entrevistei o Rafael Soletito. Marcondes.

Quem?

Rafaele Soletito.

Quem?

Caso Amanda Nox. Ah, sim, sei.

Falei com a Amanda também, mas não entrevistei que ela quer se desassociar dessa situação.

É, com certeza, né?

Mas é bem legal, viu? A entrevista. Muito bom mesmo.

Tá. É isso, gente.

Quem é da Itália? Entrevistei a Vana Marque e a Estefana Nobel. Nossa, gente, só Jesus. Essas duas. Vocês não tem noção que elas são na história da Itália, assim, as maiores golpistas da televisão italiana de todos os tempos. Eu entrevistei as duas. Ainda bate no peito flaxão.

Duas psicopatas, mãe e filha, assim, mas totalmente psicopatas, mas assim bem bem queridas e simpáticas comigo, tá bom? São são psicopata. Então é isso, gente. Eh, beijo, fiquem com Deus e.

Até amanhã, se Deus assim permitir, quiser. Amanhã tem live.

Amanhã tem live, Marcos. Tô acreditando nisso.

Sério? Sério? Tchau, gente.

Beijo. Beijo.

[Música]