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E se eu te disser que você pode melhorar suas habilidades de storytelling, contar histórias em mais de 170% em apenas 9 minutos? Contar histórias é uma das ferramentas mais poderosas para prender a atenção das pessoas e fazer elas ficarem grudadas [música] em cada palavra que você fala. Presta atenção nisso aqui que é fundamental.
A maioria dos conselhos por aí faz storytelling parecer super complicado, mas a verdade é que contar história é bem simples. Se você souber o que realmente importa. Nós nascemos ouvindo histórias. Todas as culturas antigas trazem a importância de contar história para que você possa aprender. Inclusive os estudos e os aprendizados são de forma oral.
Como psicólogo, comunicador há mais de 14 anos, eu descobri que 87% das pessoas que dominam storytelling usam exatamente as mesmas cinco técnicas para contar histórias insanamente, incrivelmente melhores do que você vem contando hoje.
Antes disso, deixa eu te mostrar um exemplo rápido do John Krasinski. Ele é do seriado The Office. Uma história de 20 segundos super curta, mas tão poderosa que no final de hoje você vai saber contar histórias exatamente assim. Dá uma olhadinha nesse vídeo aqui.
"And then he says, 'Who you visiting here?' I said, 'My wife.' And he says, 'She an actress.' I said, 'Yeah.' Said, 'Would I know her?' I don't know, man. Emily Blunt.' You and I? Yeah.' And he goes, 'You married Emily Blunt?'"
Deu para reparar o que ele fez? Ele não resumiu os eventos. Ele não falou: "Ah, eu estava na alfândega. Aí o agente me perguntou o que eu fazia. Eu respondi que era ator e ele ficou muito surpreso." Ele não fez isso. Em vez disso, ele resumiu os eventos. Ele mergulhou direto no momento da história.
Não, agora não. A gente tem a mania de ficar querendo ilustrar, mas na verdade, na verdade, o que você precisa fazer é olhar para aquele momento de forma física. Ou seja, a boa notícia é que não é difícil fazer isso. E eu quero, através desse vídeo, te mostrar essas cinco técnicas para você usar em qualquer lugar, com qualquer história, com qualquer pessoa, desde que você entenda que você está pronto para se tornar um comunicador faixa preta. Ou roda a vinheta aí, casquinha de bala. Vamos com tudo.
Treina, treina, reina. Quem treina, treina, reina. [música] Treina. Aí. Lembrando que para esse canal crescer e eu continuar te entregando conteúdo de comunicação, autoconhecimento, desenvolvimento, autoestima, treina, treina, eu preciso que você faça sua parte, né? Não é isso? Vamos fazer isso. Você vai curtir, você vai comentar aqui embaixo algum insight que você pegou e vai se inscrever no canal para poder esse canal continuar crescendo. Eu quero isso daqui, você cresce daí. E eu deixo, deixar muito claro, eu sempre falo pra minha audiência, cara, por que você não tem o seu próprio canal? Vai lá, comunica o seu canal. Acabou o ano dos experts, agora é dos comunicadores, pelo amor de Deus, vai construir seu canal. E aí, na hora que você tiver construindo o seu canal, você vai entender o que eu tô dizendo. Então, curte, comenta, compartilha e é nós. Melhores comentários a gente vai trazer para cá no próximo vídeo. Fechou? Já curtiu? Já comentou? Vai lá, vai, vai. Já foi.
Então, técnica um. Essa técnica vai transformar suas histórias e vai fazer com que ela se torne mais palpável. Diga onde você está. Anota aí. Presta atenção, tá? As melhores histórias começam estabelecendo a localização. Aonde você está fisicamente? Vou dar um exemplo prático. Há duas semanas atrás, eu tô sentado no meu sofá respirando fundo. Em setembro de 2019, eu tô parado no bastidor, do lado [música] do palco, olhando as coisas acontecerem, pronto para entrar.
Por que que isso aqui importa? Estabelecer a localização. Porque no momento que você fala "sala de reunião", "sala de casa", sua audiência começa a visualizar. Elas pensam: "Ah, sim, eu conheço uma sala de reunião? Ah, sim, eu conheço uma sala de aula. Talvez se você tiver falando para alguém que já teve num palco, ah, eu já tive naquele lugar, eu imagino como seja." E essa visualização é muito importante, porque elas vão visualizar a versão delas daquela sala, deles [música] daquele palco, deles daquele bastidor.
E aqui que mora o segredo do storytelling para iniciantes. Os iniciantes cometem esse erro. [música] Eles dão detalhes demais. Eles ficam naquela sala de reunião tinha uma mesa grande, uma televisão, um piso de madeira. Atrás do palco tinha isso, uma mulher de camisa vermelha e tinha um time de som. Que dá muito detalhe. Não importa todos os detalhes, só estabeleça a localização. Contanto que eles consigam visualizar, não importa. Eles têm a própria versão daquele lugar. E a versão do lugar deles, pode ter certeza, é mais interessante que a sua. O cérebro já tá lá com auditivos anestésicos. Você entendeu? Quando você fala: "Eu estava na academia", todo mundo que já foi numa academia visualiza a academia. Mas aqui, eles conhecem. Você não precisa descrever cada aparelho, cada espelho, cada detalhe. Só precisa dizer: "Eu estava na academia." Isso cria um cenário na mente das pessoas instantaneamente. É como se você ligasse um projetor na cabeça delas e elas começassem a ver o filme da sua história. Então, lembra sempre disso.
Então, você pode jogar a localização pro passado ou pro futuro. Se tu entendeu a técnica, vamos pra técnica dois: ações. O que você tá fazendo naquele momento específico da história? Então, em vez de dar contexto demais sobre um monte de coisa aleatória que não importa, simplesmente diga o que você tá fazendo naquele momento específico. Então, pode ser caminhando, pedalando, gritando, lendo, esperando, seja o que for, só fale as ações, fale os verbos. Vamos de exemplo prático. Strider. Vamos nessa. Então, eu tô no meu escritório, abro o laptop e começo a ler uma mensagem do meu chefe. Duas semanas atrás, eu tô no aeroporto esperando na fila da segurança.
Por que importa falar as ações? Presta atenção, porque traz impulso para a frente, leva o ouvinte direto para dentro do momento. Quando você faz isso, sua audiência imediatamente sabe que você não vai desperdiçar [música] o tempo dela. Você tá levando ela direto para a action, direto para a parte mais importante da história, que é uma ação. Então, compara, olha a diferença, brutal. Versão: "Vou mandar uma versão chata, tá? Então, eu tinha que resolver uma situação no trabalho, tinha várias coisas acontecendo e aí teve uma reunião." Ficou vago. Olha a versão faixa preta, versão comunicador faixa preta: "Ó, eu entro na sala, sento na cadeira, olho pro meu time e vejo a cara deles desanimados." Aqui tem vida. Dá para perceber a diferença? A segunda versão te joga direto na ação. Você consegue visualizar a pessoa entrando, sentando, olhando para as pessoas. A primeira versão é só informação jogada no ar. A segunda versão é você comigo dentro da trincheira.
Quando você fala ações específicas: "Eu entro, eu caminho, eu paro, eu cruzo os braços, eu corri." Você força o cérebro da pessoa a acompanhar seus movimentos. É como se ela tivesse uma câmera filmando você. Isso prende a atenção. E se prende a atenção, tem engajamento. Se tem engajamento, você tá fazendo a coisa certa. Então, esse é o jogo, tá? Eu quero que você comente aqui embaixo, tá fazendo sentido? Se tiver fazendo sentido, comenta, curte, compartilha.
Terceira técnica: pensamentos. O que que você tava pensando naquele momento da história? Preste atenção nisso aqui. Nós, como seres humanos, temos milhares e milhares de pensamentos todo [música] santo dia. Muitos desses pensamentos são esperanças, sonhos, planos, medos, preocupações, pensamentos aleatórios. Então, que que você vai fazer? Compartilha alguns desses pensamentos daquele momento crucial da [música] história. Então, tenho localização, ação e pensamento. Lembre-se que pensamento gera sentimento, gera comportamento. Eu não escolho os pensamentos [música] que eu tenho, mas eu posso ignorar os pensamentos. Aqui a diferença da consciência. Eu penso, mas não preciso fazer. É a consciência que me diz qual pensamento eu vou seguir. Sim ou não?
Então, ó, cara, isso vai ser massa. Finalmente vou ver ela depois de todo esse tempo. Ou em vez de dizer: "Eu fiquei muito decepcionado com aquela apresentação." Diga: "Eu pensei, [ __ ] isso tá ruim. Todo mundo vai achar que eu sou burro. Nunca mais posso voltar aqui." Olha a diferença. Tem emoção, tem localização e tem pensamento. Dá para ficar clara a diferença? É um ajuste pequeno, mas faz qualquer história ficar mais interessante. Eu gosto de usar muito essa técnica três de pensamentos, tá?
Onde é que mora o perigo? Um erro comum é que as pessoas elas compartilham pensamentos que são profissionais demais, intelectuais demais. Elas falam algo com assim, sei lá: "E aí eu pensei, isso representa uma oportunidade incrível na minha vida. E eu estava lá no lugar e eu olhei aquela mulher linda, sabe? Maravilhosa." Cara, presta atenção. Seus pensamentos realmente são desse jeito? Verbalize pensamentos reais. A audiência precisa olhar para você e dizer: "Ele pensou isso." Então, o que você quer fazer é quando compartilhar seus pensamentos, dê os pensamentos crus, sem filtros. Dá pra tua audiência aquele pensamento meio sujo ou meio suculento, meio neurótico. Isso vai fazer sua história muito mais identificável. Porque, via de regra, adivinha como é que é o pensamento da maioria das pessoas? "[ __ ] eu sou um merda, meu irmão." Em vez de tom de voz formal: "Eu pensei que seria uma boa oportunidade de crescimento profissional." Que que pensa uma [ __ ] dessa? Fala: "Tô empolgado. Cara, eu tava lá e eu pensei: 'É, agora é a oportunidade que eu queria. Se eu conseguir isso, todo mundo vai me achar muito [ __ ]'" Pegou a visão? Pensamentos reais são bagunçados, são emocionais, são humanos. Quando você compartilha esses pensamentos crus, as pessoas se conectam porque as pessoas pensam de forma inconsciente: "Nossa, eu também penso assim." Pegou a visão? Eu quero que você gere identificação.
Quarta técnica: emoções. O que você tá sentindo? As melhores histórias são emocionais. Elas levam os ouvintes numa jornada emocional com os pensamentos. A técnica anterior, se liga, você já tem uma forma de tornar mais emocional e [música] mais rapport, mais conexão. Só que tem outra, a forma mais simples é só falar uma emoção. Você fala algo como: "Eu estava decepcionado, eu estava aliviado, eu estava feliz." Isso é um padrão. É o que a maioria das pessoas faz. Não é ideal porque não é visual. Então, quando você escuta alguém falando: "Eu estava decepcionado", você não consegue visualizar isso. Pegou a visão? Pegou a visão?
Então, a forma melhor é mostrar a emoção. Mostre como ela aparece no corpo ou no rosto. Ou seja, cara, eu tava lá, eu tava muito decepcionado. Ó, tom de voz e rosto. Eu tava muito decepcionado. Quando você experimenta aquela emoção, você vai usar sua linguagem não verbal, que é responsável por mais de 70% do impacto da sua comunicação. Deixa eu te dar um exemplo para ficar mais claro, que alguém pode ter se perdido no caminho. [música] Lá vai. Em vez de dizer: "Eu estava aliviado." Diga: "Naquele momento eu me joguei para trás da cadeira e soltei um suspiro gigante. Galera, eu tava muito aliviado." Em vez de dizer: "Ele estava ansioso." Você pode dizer: "Ele ficava batendo o pé e a mão no rosto e esfregando e olhando pro relógio o tempo inteiro, né? Enquanto de segundos em segundos ele demonstrava que estava ansioso." Olha a diferença. Mostrar a emoção torna muito mais visual, te leva para dentro de um momento específico da história e se tu tá lá, a tua audiência tá onde? Tá lá dentro contigo.
Quando você fala: "Eu me joguei para trás e suspirei." Todo mundo consegue ver isso na mente. Quando você fala: "Ela batia a caneta na mesa." Todo mundo já viu alguém ansioso fazendo exatamente isso ou já fez isso? Isso faz quem tá ouvindo, sua audiência, sentir a emoção junto com você, em vez de só escutar sobre ela. E essa é a diferença entre assistir um filme e alguém te contar sobre um filme. Lembre-se, não fale sobre a emoção. Mostre a emoção através do que acontece no corpo. Então, eu vou o tempo inteiro trazer isso para mim.
Quinta e última técnica que eu prometi que era 9 minutos, mas já passou um pouquinho mais: diálogo. O que que você tá ouvindo? Muitas das histórias vão te dar mais de um personagem, talvez um chefe, seu amigo, colega de trabalho, sua mãe, seja quem for. O que esse personagem falou naquele momento crucial da história? Quais foram as palavras exatas? Vamos um exemplo prático. Em vez de dizer: "Meu amigo ficou muito decepcionado." Você pode dizer: "Naquele momento, meu amigo olhou para mim e falou: 'Sidder, [música] que [ __ ] foi essa?'" Eu vejo de dizer: "Meu chefe ficou muito feliz com o meu trabalho. Meu cliente ficou muito feliz." Vou dizer: "Naquele momento, meu cliente olhou para mim e falou: 'Cara, [música] essa foi realmente a melhor mentoria que eu já fiz na minha vida. Essa foi a apresentação mais irada. Obrigado.'" Dá para sentir a diferença?
Diálogo é uma ferramenta tão simples para tornar qualquer história muito mais interessante. Na verdade, é uma ferramenta que eu mais uso. Então, eu gosto muito de ação, pensamento, diálogo. Tem uma coisa para manter que você precisa manter em mente, tá? Que é similar aos pensamentos. Então, você pode fazer o quê? Compartilha o diálogo que é um pouco mais interessante, um pouco mais nutritivo. Se você falar algo assim, por exemplo: "Ah, naquele momento o meu chefe disse: 'Bem, eu estou muito insatisfeito com a execução inadequada desse projeto.'" Ou a minha namorada falou que: "Ah, não tô feliz nesse rolê que a gente deu?" Vai ficar chato. Em vez disso, eu prefiro escolher diálogos muito mais vivos, nutritivos e vitaminados. Anota isso aí: muito mais concisos e marcantes. Por exemplo: "Cara, meu sócio olhou para mim e falou assim: 'Striid, que doideira, mano. Não vou fazer esse evento. Não vou fazer esse evento. Eu não acredito nessa ideia. Deve tá de brincadeira comigo.'" Quando ele falou isso, eu entendi que a gente tava em sintonia diferente. Aquilo ali tinha que acabar.
Quando você usa o diálogo real, você faz as pessoas escutarem as vozes na cabeça delas. É como se elas estivessem lá na conversa com você e, muitas das vezes, no teu lugar. Eu acabei de dar nesse exemplo anterior todas as técnicas. Diálogo traz as pessoas para dentro da história, porque todo mundo já teve conversa, tá tendo conversa, provavelmente teve antes desse vídeo, vai ter depois. Todo mundo sabe como é escutar alguém falar algo marcante. Então, sempre que possível, use as palavras exatas que a pessoa falou. Não resuma o que ela disse, reproduza o que ela disse.
Agora que você conhece os cinco elementos mais importantes do storytelling, eu quero te mostrar como fica na prática. Deixa eu te contar uma história rápida, aplicando exatamente essas cinco técnicas. Pode ser? Estamos juntos. Estão prontos? Um, dois. Três. Semana passada eu tô no meu escritório, escritório novo, mais de 800 m², [música] abrindo o WhatsApp para ver as mensagens do dia. Naquele momento que eu abro a mensagem, eu penso assim: "Caralho, velho, pensamento inclusive automático da hora. Irmão, espero que não tenha nenhuma treta hoje, porque hoje eu só tô a fim de inaugurar essa sala. Tranquilo, em paz." Aí, bom, como nem tudo é perfeito, eu vejo a mensagem do meu sócio com letra maiúsculas: "URGENTE. Me liga agora." Na hora eu pensei: "Meu, não dá, mano. Não tem jeito, velho. Não tem jeito. Que que eu faço?" Ligo para ele na hora e quando ele atende, ele já começa assim: "Estra, tá sentado? Senta aí que você não vai acreditar no que eu vou, no que eu vou te contar e no que aconteceu." Aí, "Ai, tô sentado para te falar." Eu costumo meio que desdenhar quando o cara puxa muita regra para cima da emoção, eu dou uma quebrada. Ele continuou. "Então, lembra daquele projeto que a gente achou que tinha dado errado de um patrocinador?" Eu falei: "Aham." E ele: "Deu certo. Cota master R$ 300.000 no evento que a gente vai fazer agora em Florianópolis." Eu larguei o telefone, bati na [música] mesa, ri, gritei, comemorei. Igual um maluco. Eu gosto de fazer isso.
Bom, eu usei cinco técnicas para contar as histórias. História real. Localização: escritório. Ação: abrindo o WhatsApp. Pensamento cru e real: compartilhei vários. Diálogo cru e real: compartilhei as palavras exatas. Emoção: gostei ao vivo. Isso faz você mergulhar na história em vez de só escutar um resumo dos fatos. É a diferença entre assistir um filme e alguém te contar sobre um bom filme.
Essas cinco estratégias de storytelling você pode usar 24 horas em qualquer lugar, não só contando histórias, mas vivendo histórias. Quando você domina essas cinco técnicas, suas histórias ficam magnéticas. As pessoas param para escutar porque você as transporta para dentro do momento. Dá para acreditar? Eu uso isso o tempo inteiro. Em qualquer lugar.
Se você quer realmente dominar storytelling e transformar suas histórias em ferramentas de peso, de ação magnética, eu tenho algo [música] especial para você. Eu quero te chamar para a minha formação do Legacy, que agora vai abrir a turma cinco. Três módulos, 4 meses, um evento presencial, três encontros individuais para você treinar individualmente com o meu time de professores e ainda poder se tornar professor de comunicação aleatória, porque, na boa, para mim é um absurdo você melhorar sua comunicação. Eu sei que muitos de vocês que me assistem aqui têm canal do YouTube, são grandes players de mercado, tem uma comunicação irada, você não tá monetizando isso. Você é sem gênero, mais friend, não faz isso não. Melhora a tua comunicação, fica mais carismático, desenvolve personalidade magnética e entra de braçada nesse mercado que é um oceano azul para você treinar a comunicação de empresários, profissionais autônomos, influenciadores, entusiastas. Todo mundo precisa botar cara na internet hoje. Quem não tá botando a cara na internet tá ficando fora do jogo. Tem um link na bio aqui embaixo. Preenche o formulário inteiro e atende quando meu time entrar em contato com você para você participar junto com a gente. A próxima turma vai começar agora em fevereiro. Dá tempo de você cair para dentro. Eu quero que você desenvolva realmente a sua comunicação.
Essas [música] cinco técnicas de storytelling são cinco de 12. Eu te compartilhei cinco. São 12. Tamamos junto. Quem treina, reina. [música] É nós. Te encontro no próximo vídeo. Espero do fundo do meu coração que 2026 você bote a cara. A cara que você não bota é vida que você não vive. E é óbvio, faz a diferença aí no teu visual para aproveitar e treinar a tua autoestima. Fechou? Autoestima positiva é o que define quem faz e quem não faz. Se você chegou até aqui nesse vídeo, no finalzinho dele, comenta: "Cheguei até o final." E tá com dificuldade de botar a cara na internet, deixa comigo, confia em mim. Tem uma chance muito grande de você tá com bloqueio paterno. Eu falei no último vídeo. E uma parte grande da formação do Legacy é bloqueio paterno, bloqueio materno e quanto isso interfere no potencial da tua voz. Impacto, meu amigo. É tudo. Fui. Depois não diz que eu não falei.