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As 3 Camadas do Padrão Que Estão Travando Sua Vida (e Como Romper Agora)

Ramon Galimberti17:26

Transcription

Lembram daquelas quatro etapas? Desejo, dúvida, decisão e desistência?

Quando você tá passando por essas etapas, você vai viver pré-quedas ou de opção ou de confirmação. Vocês já estão conseguindo entender toda a demora nos resultados? Esconde uma espera nas relações.

Aliança Divergente criou uma estrutura lógica. Você tem padrões de acontecimento, de comportamento e de relacionamento. Você começa a entender que os acontecimentos eles têm uma utilidade. O comportamento é o lugar onde você vai quebrar o padrão. E os relacionamentos são as relações que você precisa corrigir para eliminar a utilidade que faz aqueles acontecimentos se repetirem.

A Natália disse: "Perdi o emprego ontem. A minha pergunta sempre vai ser uma. Foi bom ou foi ruim?" Não, Ramon, mas você não tá entendendo. Ela perdeu emprego. Eu entendi muito bem. A pergunta foi, foi bom ou foi ruim?

Lembram daquelas quatro etapas: desejo, dúvida, decisão e desistência? Quando você tá passando por essas etapas, você vai viver pré-quedas ou de opção ou de confirmação. Se essa mulher não queria ficar no emprego e também não conseguia sair, ser mandado embora é uma pré-queda de opção ou de confirmação? De confirmação. Eu quero sair, eu quero sair. Eu quero sair. Vamos facilitar seu caminho. Você foi mandado embora. Ficou mais fácil. Não, mas agora eu tô desesperada. Beleza, só não vamos confundir as coisas porque foi seu desejo e a sua dúvida que gerou essa pré-queda de confirmação. Agora você precisa encarar um outro lugar, um outro caminho.

Vou pegar o caso da Crícia, tá? A Crícia visitou um apartamento para sair da casa dos pais dela. Ela marcou com a proprietária hoje às 15 horas para fechar o negócio. Às 3:30 o proprietário mandou uma mensagem dizendo que já tinha alugado o apartamento. Esse acontecimento é bom ou ruim? Vamos lá. Bom ou ruim?

Aqui eu quero trazer um ponto a mais, tá? Pra gente começar a interpretar as coisas do do jeito que com os óculos da aliança Divergente nós enxergamos a vida. Que que vocês acham, gente? Não, real, se você fosse responder isso daqui é tipo a outra que perdeu emprego, tá? É bom ou ruim? Fulana perdeu emprego. Você ouviu isso? Foi mandado embora. Na hora não vem aquele negocinho. É real, sejam sinceros. Não vem aquele negocinho. Pô, velho, perdeu o emprego. Tadinha, tadinha. Aí do outro lado a mulher tava assim: "Finalmente tô liberta".

Então nós precisamos entender que o acontecimento ele não tem sensação. O acontecimento por si só, ele é só um fato. É assim que eu quero que você comece a observar sua vida. Fulano perderu emprego, calma, respira. A outra marcou uma visita, fez a visita, ia fechar o negócio. Às 15, às 13:30 ela descobriu que foi alugado. Isso é bom ou é ruim? Perceba que a interpretação depende de quem tá fazendo a pergunta.

Se eu perguntar pra Crissia, talvez a Crissia diga: "Poxa, Ramon, olha só, hein? Olha essas pessoas aqui. A Crissia mora onde?" Crícia, ela mora onde? Com o pai e com a mãe. A Cris ia alugar um apartamento às 15 horas, ela ia fechar. Só que isso deu errado porque ela descobriu que às 13:30 já tinha sido alugado e talvez fosse o apartamento que ela mais queria ir. Aquele que ela falou assim: "Para esse aqui eu vou. Se fosse um apartamento ruim tinha dado errado. Era o apartamento que ela queria". Aí beleza. Se você perguntar pra Crícia, foi bom ou foi ruim? Talvez ela diga: "Poxa, foi ruim. Por que, Ramon? Não aguento mais ficar na casa dos meus pais. Se você perguntar pra Crícia foi bom ou foi ruim? Ela talvez diga: "Foi ruim porque ia sair da casa dos meus pais". Hum. Então aqui, ó, já tem do anos. Beleza? Prestem atenção. Casa dos pais. Tem dois anos que ela está aqui e tá tentando vir para outro lugar. Não, Ramon, eu não queria mais ficar aqui. Aí ela vai dizer: "Foi ruim para mim alguém ter alugado?"

Se você perguntar pra mãe dela, o que que a mãe vai responder? Foi bom ou foi ruim ter dado errado? Foi bom ou ruim não ter funcionado? Foi bom ou ruim outra pessoa ter alugado? Talvez a mãe dela vai dizer: "Ai, minha filha, foi bom, foi bom que você ficou aqui em casa, porque nossa, eu tô precisando tanto de você, seu pai tá dodói, não aguento mais esse homem e você aqui, você me ajuda tanto?" Se perguntar talvez pro pai, o pai vai dizer: "Não, minha filha, não precisa ir embora. Fica aí, fica aí. O mundo tá tão perigoso hoje. Você é tão novinha". Vocês estão entendendo, gente?

Olha a velocidade que a gente consegue entender as coisas. O que faz sentido pra Crissia e pra mãe dela dar certo apartamento e a Crissia ir embora e só viver a vida dela ou dá errado pra Crissia se manter nessa relação, nessa bagunça relacional que ela tá? Vocês já estão conseguindo entender toda a demora nos resultados. Eu queria alugar um apartamento e de errado. É um resultado que tá demorando, sim ou não? Resultado demorou.

Toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Por trás de todo resultado que demora, um aluguel que não fecha, uma casa que não vende, um carro que quebra. Existe uma espera nas relações. A Cris já descobriu a dela.

Aliança Divergente criou uma estrutura lógica. Você tem padrões de acontecimento, de comportamento e de relacionamento. Você começa a entender que os acontecimentos eles têm uma utilidade. O comportamento é o lugar onde você vai quebrar o padrão. E os relacionamentos são as relações que você precisa corrigir para eliminar a utilidade que fazem aqueles acontecimentos se repetirem. E aí você vai resolvendo aqui, resolvendo aqui, resolvendo aqui, corrigindo as relações, mudando a sua postura e os acontecimentos deixando de fazer sentido. É a lógica.

Esses resultados que vocês veem e das pessoas saltando de 15.000 para 150.000, foi isso aqui que elas fizeram. Por que que a pessoa ganhava 15 e saltou para 150? Porque fazia sentido 15. Aqueles 15.000 era o que tinha utilidade nas relações. Agora ela corrigiu a necessidade inconsciente que aqueles 15.000 tinham nas relações dela. E os acontecimentos que impediam ela de subir para 30 ou 150 deixaram de fazer sentido. Por que que ela ganhava 15? Porque fazia sentido nas relações. Por que que ela saltou para 150? Porque ela não precisa mais ficar nos 15. Com o mesmo conhecimento, agora ela fecha contratos de 10.000. Antes ela fechava contratos de 1000. Com o mesmo conhecimento. Agora essa psicóloga fecha contratos de R$ 50.000 em empresas. Antes ela vendia uma sessão por R$ 35. Era a capacidade que faltava nela? Não, ela não aprendeu nada novo, mas ela deixou de vender uma sessão de R$ 35 para fechar um processo numa empresa de 50.000 com o mesmo conhecimento.

Porque para ter sucesso na vida, você precisa de três coisas. Os três pilares do sucesso estão aqui, ó, capacidade, disposição e permissão. Capacidade é o que você sabe. Caso da psicóloga, ela sabe fazer atendimentos, ela sabe fazer análises. Ela estudou 4 ou 5 anos numa faculdade e fez três especializações. Disposição é a vontade, é o tanto que você quer alguma coisa. Quanto você quer? Poxa, eu quero muito. Isso é disposição. Tá disposto, ter energia para fazer. Só que tem muita gente que sabe muito, quer muito, mas não tem. Autorização. É aqui que está o seu bloqueio de permissão. Permissão é a autorização inconsciente que uma pessoa tem para ser diferente, para fazer diferente, para estar em algum lugar diferente ou para ir para algum lugar diferente. Tem gente que não tem permissão para ir para uma casa melhor. Tem gente que não tem permissão para ter um carro melhor.

Quando eu comprei a minha primeira Mercedes, eu já contei essa história para vocês. Quando eu comprei a minha primeira Mercedes, eu tinha um Siena, um grande Siena, como eu respeito a minha história. Eu tinha um grande Siena por mais de 10 anos. Nunca teve um arranhão, nunca, nunca encostei nada. E aí eu resolvi é trocar de carro, pegar um carro importado. Eu fui lá e comprei uma, eu queria muito a BMW, que era um sonho de infância. Quando eu tinha 15 anos, eu fui trabalhar numa empresa e o filho do dono tinha aquela BMW 320i. Eu fiquei maluco, tinha 15 anos de idade, já tem alguns anos, viu? E agora não tem muito tempo, tipo assim, tem uns dois anos, eu resolvi trocar o carro que eu tinha, que era um Siena, Grand Siena. E aí eu fui andar na na BMW, eu não curti tanto. E aí quando eu entrei na Mercedes, tipo assim, eu curtia a BMW, tá? Eu não curti tanto quanto quanto eu esperava que eu ia eh curtir. Quando eu entrei na Mercedes, parece que ela me abraçou assim, ó. Falei: "Rapaz, é esse". Nunca tinha andado de Mercedes na vida, nem de carona, nunca. De BMW já tinha. Eu falei: "É esse". Não sabia nem quanto custava, dava alguns Sienas meu, viu? Aí beleza. Eh, botei o Siena para vender. A história que é longa, viu? Deu problema na venda, no cartório deu problema. Deu problema no financiamento do, deu problema para todo lado. Aí na, nessa época eu já sabia da pré-queda, né? Já tava aqui. Aí eu falei assim: "Isso é pré-queda, será que já acabou ou será que tem mais?" Aí passou, resolvi, achei que eu já tinha quebrado o padrão, mas faltava uma camada do padrão para eu quebrar. Uma camada. Comprei o carro, deu três meses, eu tava fazendo uma curva e o carro saiu de lado e bateu no meio fio. Eu falei assim: "Ah, beleza. Eh, bateu no meio fio, tá resolvido. Vou chamar o guincho e tá resolvido. Vai consertar aí já tem seguro." Aí o guincho veio e o cara olhou pro carro e falou assim: "Ih, irmão, em Mercedes bater de lado assim é PT". Eu falei assim: "Tá maluco, irmão, só encostei." Ele falou assim: "Não é PT". Falei: "Eu rido do cara na hora". Falei: "Que PT, irmão? Isso aqui vai mexer um pouco aqui, tá pronto". Aí veio o auditor do seguro, assinou perda total. Eu fiquei de cara e na hora eu já tava me perguntando por que que isso aconteceu, por que que isso aconteceu? Tentando entender a utilidade. Aí eu descobri a última camada do padrão que eu tinha para quebrar. E um dia eu posso falar de com vocês sobre isso. Enfim, vendi aquela, vendi não, né? Deu PT, o seguro pagou e aí depois eu comprei outra. Hoje eu já tô com outra Mercedes, gosto tanto da Mercedes que eu comprei outra, mas essa aqui tá resolvida, viu? Mas esse é o lugar da permissão. Você pode até ter o dinheiro para fazer, mas se você fizer e não tiver permissão para ter, ah, eu comprei um carro novo. Se você não tiver permissão para ter esse carro, para manter esse carro, esquece, vai dar problema. Vocês entenderam? Se você não tiver permissão para ter, você pode até comprar. Alguém vai bater no seu carro, você vai bater. E, ó, você bater tem um tipo de padrão. Você bater em alguém é outro tipo de pré-queda. Alguém bater em você outro tipo de pré-queda. Você envolver outra pessoa no acidente é outro tipo de pré-queda. O jeito que acontece importa, entende? Não é só o que acontece, é como acontece, é o jeito que aquilo acontece. Ah, minha empresa deu errado. Não, deu errado. Só deu errado num tanto. Você perdeu um tanto de dinheiro. Não foi mais do que isso, não foi menos. Deu errado do tanto para você ir trabalhar de CLT. Ou deu errado do tanto para você ir parar dentro da casa dos seus pais? Ou deu errado do tanto para você se endividar? O tamanho do rombo importa.

Por exemplo, no exemplo do como que eu sei que eu tava na terceira camada do padrão? Isso aqui é legal. Essa aqui é boa. Ramon, como você estava na terceira camada do padrão? A primeira vez que o problema aparece é para você ver, a segunda vez é para te desenvolver, a terceira vez é para te validar. Quando o problema aparece pela primeira vez na sua vida, é para você ver. Você vê, mas você ainda não é capaz de fazer nada. Você vê, mas você não faz. Não faz nada. Você não reage. Nossa, olha lá, deu um problema no meu carro. Você não sabe o que que tá acontecendo. Você não sabe porque aquilo ali tá. Você não identificou. Então você vê. Fui mandado embora. Se você não souber em que camada que você tá do padrão, é essa aqui, tá? Ramon, eu não sei que tipo de padrão que é esse aqui, então fica em paz. Você tá na primeira camada dele. Fui demitida, mas eu não sei por isso. Fica em paz. Você tá aqui ainda. Você só tá vendo o acontecimento. Bateram no meu carro. Você sabe que padrão que você tá tentando quebrar? Não. Então você tá aqui. Você só viu o problema. OK? Tá comigo?

Da segunda vez, quando você identificou o padrão, ah, é um padrão, por exemplo, a Crícia, ela já identificou um padrão com a mãe dela e com o pai dela. Então, ela já sabe, ela já está aqui, ó, na segunda camada. E nesse momento você encara o padrão, o acontecimento aparece e você faz alguma coisa, mas você faz com dificuldade. É aquela hora que você passa por um acontecimento, você consegue encarar, mas sabe quando é difícil? É perrengue atrás de perrengue. Eu fiz aqui, Ramon a venda, mas ó, você tá maluco. Era para sair uma venda de 100.000, sair uma venda de 10.000. Eu fiz, mas não foi do jeito que eu queria. Você faz, mas faz com dificuldade, OK?

E da terceira vez você faz, você passa por aquilo, mas você faz com facilidade. Quando eu dei PT, gente, foi uma sensação surreal, porque eu cheguei em casa, a minha noiva estava me esperando, a gente não era casado ainda. E aqui tem outra história que eu posso contar para vocês. Eu morava junto com ela. Morar junto é errado, viu? Morar junto sem data é problema. Mas isso aqui é uma outra história. A gente pode falar sobre isso um outro dia sobre padrões desse lugar aqui. Mas vamos lá. A terceira vez que o problema aparece, você faz com facilidade. Por que que eu sabia que o fato de eu ter dado PT no carro não era a primeira camada? Bota na tela aqui a essa aqui. Por que que eu sabia que não era a primeira camada? Porque eu já estava quebrando o padrão. Por que que eu sabia que não não foi a segunda camada? Porque foi fácil, não foi difícil. Eu dei PT do carro, ninguém se machucou, eu não me machuquei em nada, ninguém nem viu, fui só eu que vi. E além do carro ter dado PT, eu tive lucro no carro. Eu recebia, eu tinha, eu tinha pago no carro uma ótima oferta e eu lucrei com o PT do carro porque eu recebi a tabela FIP. Então isso é uma pré-queda, uma pré-queda para eu me validar. Estava fazendo com facilidade. E é assim que você sabe em que camada do padrão que você está. E ali eu eu me validei. Eu acabei com aquele padrão. Acabar com padrão é acabar com aquilo que tá acabando com você. Não é mudar o outro. É assim que você sabe em qual camada do padrão que você tá.

Ramon, tem coisa acontecendo. Eu não sei porque tá acontecendo. Camada um, você não sabe. Você ainda não rodou um protocolo. Você não sabe ainda qual padrão você tá tentando quebrar. Camada um. Tá claro, Ramon? Eu já identifiquei um padrão. Eu tenho dificuldade de dizer: "Não, mas tá difícil". Camada dois. Eu tenho padrão com o meu pai, ele sempre precisa de mim. Camada dois. Eu tenho padrão com o meu ex, ele aparece do nada. Camada dois. Você tá vendo, agora você precisa encarar para se desenvolver. É por isso que todo problema aparece na sua vida. Pelo menos três vezes, porque se eu não tivesse me desenvolvido, o problema tava aparecendo de novo. Eu tinha dado PT nessa segunda Mercedes também, viu? Tem gente que é mestre da PT de carro. Tem gente que já deu PT em carro três vezes, cinco vezes, porque não é comprar um outro carro que quebra o padrão, é eliminar a utilidade. Ficou claro para vocês?

Então, por exemplo, você vai entrar na aliança, quem já entrou, vai rodar os protocolos. O que que você pode esperar? Isso aqui, ó, o problema aparecendo para te desenvolver e depois para te validar. O problema precisa reaparecer. O problema precisa reaparecer e ele vai reaparecer. Sabe aquela dor na coluna que você sente quando você vai tomar uma decisão? Ela vai reaparecer. Sabe aquele ex que aparece quando você tá pensando em namorar e se casar? Ele vai reaparecer. Sabe aquela mãe que vive tendo um problema quando você tá tentando viajar, fazer alguma coisa? Esse problema vai reaparecer. Por que que vai reaparecer? Para eliminar a utilidade. Exato. Mas por que que não dá para eliminar a utilidade com o problema que você já passou? Ele já não apareceu. A pergunta é por que que ele tem que aparecer de novo? Se ele já apareceu, não dá para eliminar a utilidade de um problema que eu já passei? Dá. Eu bati o carro já, Ramon, já tive três PTs. Então, já foi as três vezes? Não, tá na primeira. Você nem sabia que padrão que era que você tava tentando quebrar.

Por que que o problema reaparece? Porque tem uma utilidade. Mas por que que você não pode resolver o problema que já aconteceu? Porque não dá para quebrar um padrão vivido, só dá para quebrar um padrão vivendo. É por isso que o problema que apareceu no passado é a garantia que ele vai reaparecer no presente e se você não eliminar a utilidade, ele vai voltar no futuro. É por isso que eu sei que uma mulher que passou por algum tipo de abuso, mesmo que não seja o sexual, outros tipos de abuso, até o verbal, ela vai sofrer abusos nos relacionamentos dela, nos trabalhos dela, com o chefe dela, por esse é um padrão não resolvido. Ele vai se repetir para mostrar para ela o que ela tem que quebrar, porque não dá para quebrar um padrão vivido, só dá para quebrar um padrão vivendo. E se eu preciso quebrar o padrão, o problema vai reaparecer. E é nessa hora que você roda o protocolo. É nessa hora que você olha pro seu plano perfeito. Porque as pré-quedas, o que define os acontecimentos é o seu plano. Por que que o plano é tão importante, Ramon? Se eu tenho tanto problema. É porque esses problemas estão aparecendo porque você não tem plano. O plano define os acontecimentos. A Crissia determinou que ela quer sair da casa dos pais. Esse movimento e essa decisão está definindo os acontecimentos da vida dela. Se ela disser: "Eu não quero mais sair", eu garanto. Ninguém bate nesse carro dela. Ninguém. Ninguém. Porque ela não tem mais uma necessidade de ter um carro batido. Porque ela não tem mais uma utilidade de ter um carro batido para atender a necessidade que ela já tá atendida. Ela não tá tentando sair. Vocês entenderam isso aqui? Se ela disser: "Eu não quero mais sair". A utilidade, a necessidade com os pais de ser vista tá atendida dentro de casa. Ninguém bate no carro dela. Se ela disser: "Eu quero sair", faz sentido os acontecimentos para tentar preservar a necessidade que ela ainda não eliminou na relação. Por isso que ela precisa do protocolo de dependência emocional para corrigir essa necessidade e não ter utilidade nos acontecimentos. É para isso que serve os protocolos, é para isso que você corrige as relações. Vá fazer seu plano perfeito. Vá rodar os seus protocolos. M.