Transcription
Ela já se vê mulher, pô. Ela pode se ver como quiser, como tem gente que se vê como avestruz. Um, não, senor, tá comprando de novo com o bicho, pô.
Não, se você tá dizendo que ele é agora o corpo é alguma coisa porque não é o que nós acabamos de pou a mente. É, se o corpo não é nada, mas uma coisa é o mas coisa é o estado, é a condição, outra coisa é o que a pessoa é de fato, não pode ser aquele.
Você diz, este é o ponto, você quer dizer o quê? Porque eu tô dizendo para você que um homem que se ele é uma mulher, ele não pode estar naquele corpo. E aí e e a insatisfação dele. A gente viveu, nós vivemos como igreja esses dois 2000 últimos anos, mudanças várias, sociais e etc. Então a mudança, ela é natural. A minha questão sobre a mudança sobre o que é religião. E aí eu tô trazendo a mente humana aqui, a religião na mente como inconsciente coletivo dos arquétipos ou a religião como fruto de uma construção social e e coletiva e da graça. E eu eu digo assim, essa mudança natural, por quê? Porque hoje nós temos muito mais acesso à informação. Isso é uma mudança de paradigma. Nós estamos vivendo, pastor, o que o que as pessoas na reforma processante viveram muito mais do que foi vivido antes.
É por quê?
Por nós mesmos que foi que houve na reforma com você.
Tivemos acesso às escrituras.
Hum.
Se popularizou esse acesso. Isso é maravilhoso porque as pessoas puderam e a gente viu isso. A reforma começa aí o conhecimento. O que que tá acontecendo hoje? Muito mais do que as pessoas começarem a ler a Bíblia. As pessoas estão entendendo as diferentes religiões. O que é isso de fato, por? Vou dar um exemplo para ti, prático, você vai entender aqui comigo. Quando eu me converti há 20 anos atrás, o evangélico diz é que o católico quer pro inferno, porque ele era adorador de imagem. Hoje a maioria não diz isso. Isso é uma mudança de paradigma. Entendeu meu ponto?
É, eu acho.
Por isso que eu falei, a compreensão da religião e da graça.
É, eu acho que a gente tem que identificar quais são as forças ideológicas que estão por trás promovendo essa mudança. É muito importante.
Quais são os movimentos ideológicos?
Sim. É por isso que eu tô conversando com o senhor. Queria, eu queria entender a sua visão disso. Entende?
Não, a minha visão disso é que existe um ataque feroz à verdade.
Uhum.
Muito mais do que o pós-modernismo. O que nós temos hoje é a celebração da mentira.
Então, a verdade quando é abalada, o cristianismo é abalado, porque Cristo é a verdade.
João 14:6.
É a verdade. Mas dependendo de [música] quem chama aquele que diz que Cristo é a verdade de radical, isso é até um elogio.
Uhum.
Dependendo, nós somos radicais por excelência, nós estamos conectados à raiz.
Com certeza.
Então, o cristianismo ele não pressupõe uma ser uma função da contingência da sociedade. Não é a sociedade mudar, o cristianismo muda. O quem deve determinar o que é cristianismo o que não é, são as escrituras.
Mas aí a gente tá, aí a gente tá dando a volta como se tivesseando. Você não acha isso? Então vamos, então. Pronto.
Não tá dando volta. Você acha que o cristianismo é baseado nas escrituras?
Claro.
Então, pronto. Agora, pronto, agora o povo pode entender as escrituras ou incorretas, não é?
Mas é, mas é o que acabei de falar, toda geração posterior acha que é anterior em muitas coisas interpretor quando nesse processo de transição, olha o que vai, o que vai chegar, vai dizer: "Eles estão errados". Usos e costumes é uma prova.
Mas há 50 anos atrás, [música] o evangélico não podia botar shorts. Ah, mas essas escrituras não diziam nada.
Sim, só que aqueles radicais daquele tempo, eles iam, el olhando o que estava acontecendo, eles diziam: "Bando de depravado libertino." Os libertinos depravados que eles apontavam, olhavam para trás, bando de radical que não depila a perna e só usa calça. Você entendeu meu ponto?
Mas estava nas escrituras.
Mas é disso que a gente tá conversando.
Não. Mas tava sim ou não isso nas escrituras?
Não, só que ele pode usar isso, mas a pessoa pode usar o que quiser. A gente, nosso critério não é o que a pessoa pode ou não pode usar.
Sim.
Mas nosso critério é o seguinte, que nós temos que nos manter fiéis ao que está nas escrituras.
Sim.
Você tá dando um exemplo de algo que não está nas escrituras. Então, o que está nas escrituras é o quê? O combate à escravidão, o enaltecimento da mulher, o casamento com uma instituição santa. Isso tá nas escrituras.
Isso.
A sociedade pode mudar como for, a gente não vai mudar.
Uhum.
Agora, não tô falando de coisas que não estão nas escrituras. As coisas que estão nas escrituras não tem o menor interesse em mantê-las.
Você deve manter o que funciona e mudar o que não funciona. Mas o que está nas escrituras é garantir de que funciona. E também as sociedades ou as gerações geralmente mantinham o que as gerações anteriores diziam. Isso era um princípio do conservadorismo.
Uhum.
Você mantém o que passa de uma geração para outra e só altera se você aplicar alteração a virtude concreta da prudência. Hoje em dia, pelo comunismo ideológico, que se propõe exatamente isso, você abandonar tudo que você aprendeu com seus antepassados e vem um grupo de ditos sábios e diz: "Aqui está a maneira certa de agir".
Isso é outra história.
Mas o que eu acho que o cerne desse nosso bate-papo aqui no começo é o seguinte: as escrituras são inalteráveis e com isso nós concordamos, me parece.
Sim, sim, sim.
Então, pronto, as escrituras são inalteráveis. O que o povo faz com isso é outra questão.
Mas é é isso que eu tô lhe perguntando. As escrituras são inalteráveis, mas nós mudamos. E nós mudamos para bom e para ruim. Agora, quando mudamos para bom, a nos parece que a escritura mudou naquele momento, mas foi a nossa compreensão que mudou.
Amigo. Mas isso meu ponto não é.
E a gente tá nessa transição.
Não, não creio que seja. Eu não creio que a gente fique de uma geração para outra entendendo totalmente diferente as escrituras.
Não, não, não totalmente diferente, até porque isso é impossível.
Eu tô, mas em alguns aspectos.
Então deu um exemplo prático, porque os que você deu, eu simplesmente demonstrei que era situações da sociedade que o Cristianis fez com que enalteci, houve um enaltecimento da sociedade. Você citou o quê? Você citou a escravidão, citou o machismo e citou condição da mulher. E todas as três nós vimos que era uma sociedade que era ruim e se tornou boa graças à influência do cristianismo. Isso é com as universidades, isso é com os hospitais, isso é com o combate ao infanticídio e todas as áreas que a gente quiser falar.
Então existe um padrão linear de melhoramento da sociedade graças à influência do cristianismo.
Por mas não só. O cristianismo só influencia para o melhoramento.
Não, não, não, não do cristianismo. Veja só.
Agora.
F, pode falar. Agora, a sociedade pode não melhorar porque existe movimentos ideológicos que tentam descristianizar o Ocidente. Aí nós podemos falar sobre isso. Quando os movimentos ideológicos tentam descristianizar o Ocidente e tem conquistas pontuais em alguns lugares, aí a sociedade fica pior. É o que tá acontecendo na Europa. Na Europa tem dois desses movimentos ideológicos contra a cristianização do Ocidente que se chamam comunismo e islamismo.
Uhum.
E também tem o globalismo, o rentismo globalista. São movimentos ideológicos. nós podemos falar sobre ele que sobre eles [música] que tentam atacar o cristianismo do ocidente. E de fato quando essas instituições do cristianismo são atacadas, a sociedade fica pior. E a Suécia, por exemplo, eu ia muitas vezes à Suécia, que eu morei na Noruega, a Suécia era o melhor lugar do mundo para se morar. Hoje em dia você tem graus de estupro, violência altíssimos na Suécia. Foi o cristianismo, não foi o combate ao cristianismo, graças ao Islã. O Islã está fazendo isso na Suécia e ninguém diz. O sul da Europa e o Brasil também está coptado pelo comunismo. Essa ideia de que um homem pode ser uma mulher é uma ideia que só se faz possível se você afastar a realidade. Um homem não pode ser uma mulher. E eu sempre digo, não é porque eu não queira, porque você não queira. O homem não pode ser uma mulher porque existe um impeditivo chamado realidade. Você propor que um homem pode ser uma mulher e o estado obrigar a pessoa a dizer isso, ensinando para uma criança criança que o impossível pode se acontecer, é uma crueldade e vai tornar a sociedade pior, inclusive para aqueles homens que querem ser mulheres, porque é dado a eles uma expectativa de algo que não vai se realizar. Isso não é cristianismo. Então, o homem vai e faz uma cirurgia de amputação peniena, que se chama de ressignificação de gênero.
Uhum.
Passa a vida toda sofrendo porque não será uma mulher. Não é porque eu não queira, não é porque tem a realidade que não permite e a gente afasta a realidade. Isso é cristianismo, não.
Tá?
Vou lhe fazer uma pergunta então concreta, um caso concreto. Vou lhe trazer um caso concreto. Essa é uma situação que mexeu muito comigo quando eu conversei com essa pessoa. É bem interessante. Eu conversei uma vez com uma mulher trans, então no passado era um garoto. Ela falando bem interessante, desde os 12 anos de idade ela teve essa ela, bom, ela já sempre sentia desde a infância, tá? Mas dos 12 ela teve essa essa percepção sobre si mesma de maneira muito forte. E ela sempre sofreu, sempre sofreu muito até ela conseguir assumir isso de maneira aberta. E aí então a vida dela começou a mudar. Só que toda a história e trajetória dela de e de sofrimento por ela viver marginal, porque a família não aceitava, o pai não aceitava, a mãe não aceitava, os amigos, foi inevitável abuso, foi inevitável prostituição, foi inevitável muitos acontecimentos que ela olha muita tristeza até ela conseguir dar uma volta e e mudar. E ela, óbvio, se vê como mulher, não fez a cirurgia, não sabe se fará por todos o toda a dificuldade, todo o processo, mas ela olha para para si mesmo, fala assim: "Não, não, eu não sou homem, eu nasci num corpo de homem, eu sou mulher". Como é que a igreja vendo se comporta com essa nova realidade? Esse cara, ele quer salvação porque ele é tão carente, necessitado de salvação quanto eu. Mas ele que agora se vê como mulher e é uma mulher, ele tá diante dessa verdade, diante da vida dele. O que que ele faz? Ele é alguém que deve ser aceito dentro da igreja? Não é. Ele tem que deixar de ser aquilo que ele vê, que é como a igreja lida com esses novos paradigmas, que não era ponto de de corte de conversa há 200, 500 anos atrás. Não era. Entendeu meu ponto?
Não entendi. Mas primeiro há uma confusão muito grande. Uma coisa é o homossexualismo, outra coisa é o transgenerismo. O homossexualismo é um comportamento possível dentro do mundo da realidade. Um homem é possível que um homem tenha relações sexuais com outro homem. Isso é algo que a realidade comporta.
O transgenerismo é algo que a realidade não comporta. Um homem não pode se tornar uma mulher.
Mas e se é na mente dele, ele é uma mulher?
Ele pode achar que é uma mulher, ele pode achar que é um canguru, que é uma vez tru existe o três.
Não, não tem um limite, pastor. Não é só uma questão dele achar.
[ __ ]
Ele vê, ele é.
Não é ele.
A mente dele é mulher.
Sim, mas ele não é. Assim que você ouviu falar em transesp?
Sim.
Então você acha que a pessoa é um canguru mesmo?
Então qual é a diferença de transespécia pro transgênero?
A diferença é esquizofrenia óbvia.
E não, não é esquizofrenia. Não chegaremos a esse ponto. É disforia de gênero.
Não, não. Quando quando deixa eu responder. Você perguntou ou você quer ainda fazer?
Não, é porque meuon meu apontamento, senor, quando o senhor fala homossexualismo.
Tá confundindo homossexualismo com transgenerismo.
O comportamento.
Como não?
O comportamento de um relação sexual entre pessoas do mesmo sexo é algo que dentro da do mundo da realidade é possível. Mas o transgenerismo é algo que a realidade não permite. Um homem não se torna uma mulher. E você dizer a ele que isso é possível é crueldade.
O senhor é um corpo ou o senhor tem um corpo?
A gente tem um corpo.
Tem um corpo. Então o senhor não é o o seu corpo.
Isso.
Quem é o senhor? Quem é aquela pessoa? É esse é o ponto.
Não é o que ela se identifica.
Veja bem.
Não é o que se ela autoidentifica.
Nós nascemos cegos, mas podemos nascer cegos. Sim.
Cegos podemos.
É. Agora nós somos cegos. Então, por exemplo, um cara nasceu cego, o corpo dele não tem olho.
Hum.
Beleza, ele é cego, ele não vê, mas o eu dele, ele de fato ele não é cego, ele não é o que o define.
Perfeito.
Porque, mas a expressão do seu espírito, da sua alma, do seu eu se dá neste corpo.
Mas você dizer a ele.
Entendeu ponto?
Não, eu entendo. Eu não tô dizendo para você que ele genuinamente não possa achar que é uma mulher esse rapaz. Ele pode achar que é uma mulher, pode. Isso é algo que a psiquiatria estudava, chamava disforia de gênero.
Hum.
[música]
Uhum.
Certo? Eu não tô dizendo isso. O que eu estou dizendo é que uma crueldade é uma crueldade dizer para ele que ele vai se transformar em uma mulher, porque ele não vai, ele não vai se transformar.
Mas não é que isso for contrário, isso não é que ele vai se transformar numa mulher, ele é uma mulher.
Se ele é, por que que ele quer cortar o pênis? Por que ele quer mudar? Por que ele quer deixar fazer implante?
Porque porque é o que eu estou lhe trazendo.
Não, presta atenção que ele tá dizendo. Se ele já é, tá resolvido.
Vamos lá. É, esse é o ponto. Mas se ele é uma mulher, o corpo dele não pode ser aquele. Você diz, este é o ponto. Você quer dizer o quê? Porque eu tô dizendo para você que um homem.
Que se ele é uma mulher, ele não pode estar naquele corpo.
Não, o que eu estou dizendo é o seguinte, que eu estou dizendo é que.
Se um homem acha que é uma mulher, isso é diferente do homossexualismo. Eu acho que você tá confundindo então o homossexualismo é um comportamento.
Outra coisa, a gente vai falar daqui a pouco.
Outra coisa.
Tá bom? Então, transgenerismo, eu não estou dizendo que não possa haver uma pessoa, um homem que acha que é uma mulher. Eu não estou dizendo isso. Pode haver, certo? Isso é registrado pela história da psiquiatria, certo? Isso pode haver. O que eu estou dizendo é que propor a esta pessoa que ele se transformará numa mulher e ele quer fazer isso porque ele quer mudar o corpo dele é uma crueldade contra ele.
Mas o mas hoje a medicina permite essa mudança?
Não permite, não permite. Existe cirurgia de ressignificação.
Mas isso não torna uma pessoa uma mulher. Se aquela pessoa morrer, se se você pegar qualquer legista, qualquer antropólogo, vai dizer que era um corpo de um homem.
Aí é que tá o grande. Aí vou tô lhe fazendo uma pergunta que é aqui que é um ponto importantíssimo da nossa conversa. Qualquer ateu vai lhe aplaudir porque ele vai, é lógico, porque ele vai dizer exatamente que você é o seu corpo, mas eu não sou o meu corpo. O senhor acabou de dizer que o que o define é o corpo dele. É o é o é o XX ou XY. Se o corpo não define porque você tá chamando cirurgia de ressignificação de gênero amputar o pênis.
O senhor mesmo disse que o corpo não define?
Não. Se o corpo não define, que tá dizendo aí.
Isso?
O corpo é o que a pessoa é.
Ah.
É isso. Agora o senhor se contradiz. Eu lhe perguntei: "O senhor é o seu corpo?" Não.
O senhor falou: "Não, eu tenho um corpo."
O corpo, em termos de sexo, se você é um homem ou uma mulher, é quem você é. Se Se o corpo não é quem você é, então não precisa mexer no corpo.
O que é mais importante?
Ó, se o homem que acha que é uma mulher, isso não tem nada a ver com o corpo dele, porque ele é ou é, independentemente do corpo, o que que ele quer mudar o corpo? Por que que você quer fazer?
Porque o corpo, porque o corpo e o seu corpo ele tem menos importância do que a sua mente.
Corpo. Sim. O que é que isso tem a ver para corpo? É o que a gente acabou de dizer tudo. Porque se a mente dele,
Que é quem o define como como ser, diz para ele uma coisa e o corpo dele o mostra outra, eu fico com aquilo que, por exemplo, Jesus diz: "Olha, se teu olho te faz pecar ou se a tua mão te faz, arranca fora." Por quê? Porque é exatamente isso. O teu eu é muito mais importante. A tua salvação, a tua verdade, a verdade. Esquece a tua, eu não quero usar esse tempo porque tá errado. A verdade e o e o mundo que transpassa sobre aquele olhar, a verdade na mente daquela pessoa é que ela é uma mulher. Eu, pastor, me tenha com todo o carinho do mundo. Eu não tô querendo lhe.
Não. Isso aí.
Isso é uma coisa pra gente pra gente fomentar mesmo. Conversa, tá?
Isso. Eu concordo que aquele homem acha que é uma mulher. Então o que eu tô dizendo para você que você pode fazer o que quiser com o corpo dele, mas não vai satisfazer o desejo dele. E para mim você dá essa falsa expectativa para ele é uma crueldade. É isso que eu tô lhe dizendo.
Entendi. Senor, tem a sua opinião. Entendo, eu entendo. É porque, é porque o muitos trans que eu tive oportunidade de conversar me relatam contrário.
Contrário o quê?
Eles têm que tomar hormônio a vida toda. Ele pode ser, ele pode se transformar em um homem com aspecto de mulher. Eu não sou contra essa pessoa, não. É como chegar uma pessoa com anorexia.
Isso.
A pessoa com anoroxia, ela se vê como gorda, mas ela é magríssima. Concorda comigo?
Então, chega uma pessoa que se vê como obesa, o que você tá dizendo que importa é como ela se vê. Então, ela normalmente se vê como gorda, como obesa, você vai receitar uma lipoaspiração para ela.
É diferente.
Por quê?
Porque não é o que ela é. Não é como ela se vê, é o que ela é.
A sua masculinidade é o que o senhor é. O senhor é o senhor é. Mas anorexia, a o fato de gordo ou magro é uma condição. Ele se vê na condição de gordo. Então ele tá equivocado diante da vida. Agora ele é macho fêmea.
Mas o corpo é alguma coisa para dizer o que ele é. Agora o corpo é alguma coisa para dizer,
Não é o que nós acabamos de pouco isso é a mente.
Corpo é se o corpo não é nada.
Mas uma coisa é o mas coisa é o estado, é a condição, outra coisa é o que a pessoa é de fato.
Mas o que vai dizer? Não é gordo, ele está gordo. Mas o que vai dizer o que a pessoa é de fato, de acordo com a sua visão de mundo, é como a pessoa se autoidentifica.
Não é estar ou ser. Ela está gorda, ela não é gorda. Ela está gorda, ela é homem, ela não está homem. É diferente. É por isso que eu tô lhe falar. Eu sou exemplo da que se ele tá errado.
Por isso, ela então se ela é homem, ela não pode se transformar mulher. Então não posso. Se ela é, ela não pode se transformar.
É o que acabamos de dizer. Mas o que definiu ela é mente.
Foi o contrário.
Não, o que definiu a mente.
Se ela é homem, a mente é algo que você não vai identificar o sexo da mente. Você que tá falando com mente, você quer dizer autodeterminação. A mente você não vaiar a mente de laboratório dizer, a mente de homem, mente de mulher, você não sabe. O que você pode ver se a pessoa é um homem, a mulher é pelo cromossomo ou não, a presença ou não do cromossomo Y. Então, então vou voltar porque o que o senhor tá dizendo é que o corpo é mais importante, é o que define.
O que eu tô dizendo para você é que, presta atenção, tô dizendo um negócio bem simples.
Se um homem acha que é uma mulher.
Uhum.
Eu sei que há pessoas, homens, que acham que são mulheres.
O que eu tô dizendo simplesmente para você é que não há nada que você consiga fazer com aquela pessoa para que ela se torne uma mulher. Você pode fazer com que ela pareça uma mulher, mas não há nada que faça com que ela se torne verdadeiramente uma mulher.
Mas ela já é para ela.
Então não mude o corpo dela, tá tudo resolido.
Mas ela quer mudar.
E por que quer mudar?
Porque podemos mudar. A gente, a gente coloca mudar.
A gente arruma a orelha de abano, a gente arruma o nosso nariz.
Ela é livre para fazer o que ela quiser, mas não vai se tornar mulher.
Não, mas ela na cabeça dela, ela já é mulher.
Mas na cabeça dela pode achar que uma avestruz, um javali, uma girafa. Existe o transesp.
Mas é o que o senhor tá trazendo quando você faz.
Você sabia? Eu não tô brincando não. Você sabia que existe o transespécie?
Eu sei disso.
São pessoas, inclusive que tem alguns países que estão tratando essas pessoas como se animais fossem.
Então o que Mas aí, desculpa pastor, mas é um argumento retórico de exagero, do absurdo. Isso aí obviamente.
Não é absurdo, é real. Não é não é argumento de absurdo, não. O senhor tá errado nisso aí. É um.
Não, senhor, é um argumento que está acontecendo. Olhe, presta atenção.
O fato de tá acontecendo não significa que não seja absurdo.
Então, mas não é do exagero. Não é do exagero. Olhe, na no Canadá existem lugares em que se uma criança na escola disser que é um gato, a professora é orientada a providenciar uma caixa de areia. Meu querido, isso está acontecendo real, não é argumento de exagero, não.
Exagero, se é exagero, o transgenerismo também é. Jamais quando você vai olhar, não, jamais quando você vai olhar a proporção social disso, o número disso. Eu entendo quando a gente usa uma resposta até do exagero, tá tudo, tá tudo dentro do argumento.
Eu não estou usando essa resposta do exagero, não.
Tô dizendo que uma coisa e outra são situações que a pessoa se autoidentifica.
Uma coisa, pastor, uma coisa é você, não, uma coisa é você se dizer de uma outra espécie, outra coisa é você como ser humano, veja bem, ser humano nós temos macho e fêmea. Homem mulher bem. Muito bem. Tô aí com você.
Não tô contigo, não estamos junto. É até aí. Até aí.
O que define isso? Quando a tua mente diz uma coisa e o teu corpo é similar ao que a tua mente diz, tá tudo em harmonia. Mas pode acontecer da sua mente te dizer uma coisa em desharmonia com que o teu corpo mostra.
Pode pode acontecer.
E nós ficamos com corpo ou com a mente?
Para quê?
Para qualquer coisa. Ficamos com o corpo ou com a mente.
Dizer ficar com corpo com a mente quer dizer o quê? Se você quer dizer que o corpo pode mudar e se adequar a mente, infelizmente não, meu querido, não tem como.
[música]
Então, então tem comoud, tá bom? Então vamos, então vamos ao contrário. O corpo não tem como mudar.
Então vamos a o corpo, o corpo tem como mudar. O se eu puder mudar alguma coisa, muito facilmente é o corpo.
Mas o homem não se torna uma mulher. você o sempre será o cromossomo Y, sempre será, nunca será alterado. Agora isso não tenho absolutamente nada contra a pessoa. Absolutamente nada contra a pessoa. O que eu estou lhe dizendo é que é uma crueldade você propor a alguém que algo vai se realizar sendo impeditivo de realizar a realidade. A realidade é um impeditivo.
Mas ela já se vê mulher, pô. Ela pode se ver como quiser, como tem gente que se vê com uma avestruz.
Um >> não, sen tá comprando de novo com bicho.
Não, se você tá dizendo que a base da pessoa é porque você tá colocando por conta das suas próprias vontades um limitador. Mas se eu é o que você tá dizendo que como a pessoa se vê, a pessoa tem gente que se vê como uma avestruz, isso não faz da pessoa um avestruz. Vamos dizer, mas me permita terminar. Você dizer uma pessoa que ela pode se transformar em uma vestruz é você tratá-la como crueldade. Com crueldade, porque ela não conseguirá assim como é. E você dizer para um homem que acha que é uma mulher que ela pode se transformar numa mulher é tratá-la com crueldade. Eu não sou contra a pessoa. Eu tô dizendo para você que existe um impeditivo disso acontecer chamado realidade. Eu vou vou vou lendo. Eu vou pra gente ir para um outro tópico. Eu vou fazer falar com um pouco diferente, dando só uma atenção aqui. Presta atenção. Vamos lá. Existe o humano. O humano ele pode ser macho ou fêmea. O humano é o que é. Existe a tua mente, existe o seu corpo. Quando a sua mente está em harmonia com o seu corpo, de novo, equilíbrio, tá tudo em ordem.
Me permita um parênteses, agora você tá pegando um exemplo, já que você acha que é tudo que a mente diz, você já tá pegando um exemplo que a mente diz que é humano. Porque tem exemplos que a mente diz que é um gato, que é um cachorro, que é uma vesta, que é uma vaca, que é uma girafa. Isso tá acontecendo. Eu já lhe falei do exemplo do Canadá.
Não tem, pastor.
Tem sim.
Ninguém nasce assim.
Não nasce. Por quê? Se vocês, eu sei que não que que não nasce como achando que é.
Não, isso acontece.
Ninguém nasce achando que é um gato. Ahã. Isso ninguém nasce.
Então tá bom. Você tá sabendo.
Ah, não. Isso, isso é tranquilo. Isso ninguém nasce. Agora existem crianças de 2 3, 4, 5, 6 e por diante de idade que você já percebe desde a mais temra idade.
Bom, é uma experiência pessoal sua, né? Não é experiência pessoal isso. Eu eu estudei, eu fiz psiquiatria, eu fiz residência em psiquiatria. Eu vi isso.
A.
Então vamos falar da psiquiatria. Se todas as gerações, todas as sociedades do mundo, todas as sociedades, sejam elas ateístas, islâmicas, cristãs, sejam elas o que forem, elas concordavam em um ponto, que seja lá o que você achasse que fosse, isso tinha que se adequar ao seu sexo. Nós somos a primeira geração na história da humanidade a dizer que é o sexo que tem que se adequar a seja lá o que você acha que é. Isso era tratado na área que você mencionou da psiquiatria como uma disforia de gênero. Isso é um problema da psiquiatria.
Mas é, mas é o que eu li, falei no começo.
Quando você vai trazer a psiquiatria? A psiquiatria tá dizendo exatamente o que eu tô dizendo.
Eu sei disso. Eu sei disso. Eu eu tô fazendo um.
Então não é na psiquiatria que você tem esse exemplo, porque na psiquiatria é outra coisa que traz. Estou lhe trazendo, estou girando toda a nossa conversa pro senhor ver que eu estou falando daquela transição do tempo que nós estamos vivendo. A sociedade ela mudou, ela muda, ela vai mudando, ela vai aprendendo. E esse novo paradigma que a gente vive é por se antigamente a sociedade dizia daquela forma, é porque ela havia sido construída culturalmente de uma forma tal que via a realidade desse jeito. E era imposto medo, opressão. Agora, a partir do momento que a sociedade ela muda um pouco e ela abre a possibilidade de se viver nesse contraditório que antes era perseguido, então vem casos à tona, as coisas começam a aparecer e vai aparecer tudo, desde aberração, da loucura, porque isso vai aparecer, é normal, aquilo que é uma chaga real da vida, do mundo. Então, meu ponto é que assim, o que eu percebo é que quando convém, eu digo que o corpo é mais importante. Quando convém? Não, eu digo que a mente é mais importante. Então eu não eu não vejo essa essa dicotomia. O que eu enxergo é quem sou eu? O meu corpo não me define, senão seria apenas materialista. E aí não tem como. Ou eu abraço, vou até o fim, então. Ou eu creio na minha mente, no meu eu. E se eu me vejo desde a minha mais terridade, [ __ ] como uma mulher, eu tô falando, gente, pelo amor de Deus, você que é cristão, que você tá vendo aqui, é dor e sofrimento na alma dessa pessoa.
Eu não tô negando isso não, né? Isso. Imagina, ela tá, ela vive.
Não, mas você tá dizendo um argumento emocional. Opa, perí, deixa eu concluir, deixa concluir então. Tô dizendo que não tem sofriu dizendo que a solução de você algo impossível é cruelddade para ela. Jamais, jamais usaria argumento emocional para justificar qualquer coisa. Muito pelo contrário. O que eu digo é que hoje há um radicalismo extremado de hater e o caramba, que é muito fácil chegar e dizer: "Tá errado, olha aí, é loucura". Não, pera aí. Meu ponto é o seguinte, aquela alma tá em sofrimento, eu tô preocupado com aquela alma. Meu ponto é esse. E aí eu entro no seguinte ponto. Se eu não sou meu corpo, ele não me define, é, mas é o meu eu, é minha mente, e aqui eu jogo pro imaterial, pro eterno, pro transcendente, que é onde eu vou falar para qualquer ateu que eu não sou o meu corpo. Ah, então tem que ser fiel até o meu último ponto. Aquela criança nasceu com esse olhar e ela tá presa nesse corpo. A medicina avança e fala: "Eu posso te ajudar a viver um pouco melhor com essa tua condição de um eu básico essencial. E eu vou negar isso para ela. Por quê? Porque não há como a medicina, a medicina transformar o corpo do homem num corpo de uma mulher.
É isso. Entendi o seu ponto. Há, porque existe um impeditivo chamado realidade. A USP, a Universidade de São Paulo, aqui teve um congresso de ginecologia prostática, porque os homens que se acham mulheres querem ser atendidos por ginecologistas. E a ginecologista chega lá e não sabe o que é próstata, não sabe tratar de próstata. E agora, em vez de dizer, olha, infelizmente você tem que procurar um urologista, não, tem-se que ensinar o ginecologista a tratar de próstata, porque o homem que se acha mulher quer entrar na fantasia de que é uma mulher.
Mas essa, mas esse homem que é mulher, ele fez uma cirurgia de ressignificação, agora ele tem uma vagina e tem uma próstata. Mas se ressignificação for uma palavra que tem algum sentido, então o a identidade tá no corpo. Você acabou de dizer que tá no corpo. Então como é que uma cirurgia pode ressignificar alguém se a identidade não tá no corpo, tá na mente? Você tá se contradiza?
Não, senhor.
Então se tá se ressignificando tem sentido.
Não, o senhor tá mudando. Não, o senhor tá mudando as minhas palavras. Não é isso. Quando eu falo ressignificação é porque o nome é esse. E segundo no corpo.
No corpo.
No corpo. Pera só pro pesso. No corpo. Ele mudou.
Sim. Mas não tem como. Ele é cromossomo Y. Meu querido, é cromossomo Y, não tem como. E eu tô dizendo isso porque é uma crueldade com a pessoa.
Por mim, quem quiser fazer a cirurgia, faça. Eu não sou contra a pessoa.
Eu entendo o sofrimento psíquico da pessoa. O que eu estou dizendo é que hoje a sociedade está com a visão de mundo descolada da realidade. Não só vivemos no pós-modernismo em que relativizamos a verdade, mas vivemos hoje na celebração da mentira, na premiação da mentira. E eu estou dizendo que isso é uma crueldade com a pessoa que sofre. Não é o tratamento adequado para ela dizer que é que o homem pode ser uma mulher, porque ela não vai conseguir, vai sofrer mais ainda por isso. Não é por acaso.
Sen não acha que ela sofreria de outra forma?
Olhe, mais de 50% dos adolescentes que sofrem essa cirurgia de ressignificação, como você tá falando, entram em depressão profunda e muitos dos quais tem tentativa de suicídio.
Por que que o senhor acha?
Porque é prometido a eles algo que não se concretiza na prática. Quando se faz essa cirurgia, não se torna uma mulher, se torna um homem amputado. Isso daí a pessoa pode querer ser um homem amputado, pode. Agora não será uma mulher. E não é porque eu não queira, não. Eu tenho que vemizar, sublinhar isso o tempo todo. Não é porque eu não queira, não. Eu não sou contra a pessoa fazer o que quiser, não. Eu sou a favor da liberdade. Cada um faça o que quiser. Agora existe um impeditivo chamado realidade.
O senhor não acha que.
Hoje em dia a realidade tá desconsiderável. O senhor trata, ah, vamos supor, essas pessoas que promovem, fazem, caem no suicídio ou numa depressão profunda. O senhor, o senhor trata como apenas o fato da pessoa ter se ressignificado. O senhor não acha que é muito mais profundo do que isso? Do que uma mãe que olha como, de um pai que olha e vira as costas, ou que bate e agride? Ou porque sofreu bullying, porque sofreu eh todo tipo de de perseguição.
Pastor.
É eleve a enésima potência, o sofrimento dessa pessoa hipotética que você tá dizendo aí. O que eu estou lhe dizendo que a solução para ela.
Não é dizer.
E o que seria a solução para ela?
Tratá-la, amá-la.
Isso.
Demonstrar que aquilo ali.
E dizer para ela que o que o eu dela, a mente dela diz para ela é uma grande mentira. É isso do que o corpo dela diz outro. O corpo dela não pode mudar não. Um corpo de um homem não se transforma no corpo de uma mulher. Será que eu tenho que dizer o óbvio? O corpo de um homem não se transforma no corpo de uma mulher.
Não. O cromossomo dele não muda. O corpo muda.
Nem tem que tomar hormônio da vida todinha.
A a angulação da bacia de um homem é 120º. Do homem de de um homem é 90º. Mulher é 120. Mas a angulação da bacia da mulher é 120º, do homem é 90°. São corpos diferentes.
Sim. Mas mas dá para mudar esteticamente, pô.
Não pode.
Pode maquiar, mas não vive. Esse aí que tá a falsidade.
Opa, dá filmação.
Desculpa.
Vive melhor, senão não faria. O trânsito coloca silicone porque vive melhor.
Amigo, existe um sofrimento profundo que tá sendo negligenciado. Isso tá sendo feito em crianças.
Não.
Olhe, isso tá sendo.
Isso é óbvio. Pera aí, pera aí, não, deixa eu falar. É, olha, slippery slope, o argumento da ladeira escorregadia.
Uhum.
Nós começamos com absurdidade aqui, isso vai gerar outras absurdidades que nós não queremos. Isso tá sendo feito em criança. A medicina, eu tive agora, eu fiz o congresso de abertura da do congresso de cirurgia de Minas Gerais, as coisas estão chegando no nível insuportável. Os médicos dizendo lá que não pode chegar, os cirurgião lá dizendo que não pode chegar.
Sabe por que isso?
[música]
Por o.
Porque as pessoas não têm hoje, na minha opinião, tá? Não tem hoje mínimo de bom senso simplesmente para sentar e conversar para ouvir contraditório. Então é simplesmente a gente chega e fala: "Não pode, é errado". O outro vai dizer: "Pode, tudo pode."
Ó.
Ao invés de sentar e falar esa um pouquinho só, vamos trazer pautas concretas aqui. Vamos entender como funciona toda essa coisa. Eu é isso que eu tô tentando fazer com o senhor.
Como é que a igreja se comporta num caso desse, por exemplo. Então vai. Antigamente não tinha tanto trans, né? Agora a gente vê muito. Como é que a igreja vê esse aí? Entra lá. 10 trans na igreja querem Jesus. Como é que e beleza, homens que se vê mulheres, então são mulheres ali, corpo corpo de homem, só que é mulher e quer se relacionar com homem porque quer casar. Ela não, ela não consegue beijar um, tá num corpo de homem, tá? Mas não consegue beijar uma mulher porque ela se vê mulher, senão seria lésbica na cabeça dela. Olha que loucura. Como é que eu falo para ela? Você vai ficar solteira a vida inteira? Você vai poder se relacionar com o homem? Como é que a igreja vê esse novo paradigma biblicamente?
Esqueça o trans. Se entrar um homossexual na igreja, a igreja deve promover o casamento homossexual.
Essa é uma boa pergunta.
Sim. Não diga, porque qual é a diferença de ser trans ou não? A igreja deve promover um casamento homossexual na sua opinião, porque ela não, ele realmente não se vê beijando outra pessoa.
Então se a pessoa chegar na sua igreja assim, eu não me vejo beijando outra pessoa, o homem chega e diz o homem diz: "Eu só me vejo beijando outro homem". A vai dizer: "Não, então tá certo. Posso dizer o que eu acho?" Vou lhe dizer, vou lhe responder abertamente. Existe uma diferença entre casamento e matrimônio. Igreja não celebra casamento. Igreja celebra matrimônio. Matrimônio só pode ser possível a um homem e uma mulher. Ponto. Isso é matrimônio. Dois se fazem uma só carne. Homem e mulher. Ponto. Humano pode ser só homem e mulher. Casamento é outra coisa. Casamento é um contrato. Casamento pode ser desfeito a qualquer hora. Casamento hoje é algo até vulgarizado, triste. Mas é agora matrimônio é eterno. Matrimônio é milagre. Onde dois se fazem, um, isso é milagre. Então não, eu não promoveria porque vai contra o que é.
O matrimônio, da onde vem o casamento. Agora, socialmente eu não vejo um problema. Sabe qual é a diferença? Eu vou usar a sua mesma nomenclatura, que ninguém usa, né? Mas eu vou usar a sua mesma nomenclatura.
Sabe por que matrimônio é diferente de casamento? Usando a sua nomenclatura, que eu não uso. Eu acho que casamento é o homem e a mulher. Sabe por quê? Porque os dois se tornam um. Porque é dali que se faz a possibilidade de perpetuação da humanidade.
Sim. Então, por isso que um homem, uma mulher, um não só isso, mas um homem e uma mulher se tornam dois, se tornam um, porque dali a humanidade se perpetua, dali que se dá a possibilidade de pregação da palavra de Deus para a próxima geração. Então, exatamente. Então, se houver a possibilidade das duas pessoas de potencialmente se unirem e ter perpetuação da humanidade em potência, porque pode ser que a pessoa tenha algum problema de reprodução, mas isso não muda a questão da potência. em potência. Então você faz, você tá dizendo exatamente o que é. Então casamento entre homem e mulher.
Mas socialmente falando poderia vir um casamento. Agora você distinguindo a matrimônio e casamento da sua nomenclatura. Vamos distinguindo, mantendo a minha a minha lógica aqui.
Eu poderia socialmente casamento, o governo autorizar casamento homossexual, isso não é problema nenhum. Ah, eu eu digo de outra forma, casamento entre homem e mulher, mas eu sou totalmente a favor da do disciplinamento dos efeitos civis, previdenciários, sucessórios da união, de seja lá quem for, com quem for, porque é um elemento meramente contratual. Exatamente. Tô com você.
Isso aí. Eu vou lhe fazer uma pergunta interessante. Essa pergunta eu fiz uma vez para um bispo da igreja anglicana. Foi bem bem interessante o papo que eu tive com ele. Por exemplo, aí chega esse homossexual, um casal homossexual, você pode falar casal, enfim, dois homens ou duas mulheres na igreja e falam exatamente assim: "Pastor, nós conhecemos a Jesus, estamos juntas ou estamos juntos? Nós somos fiéis um ao outro, nós podemos congregar aqui, podemos atuar na igreja, podemos ser atuantes, eh, ou na sua visão, estamos em pecado e vamos pro inferno." Como que o senhor responde uma questão dessa que é de novo?
[música]
É novo. Homossexualismo sempre existiu, mas como possibilidade social, do jeito que é, apesar que na Grécia lá tinha rodo, mas como possibilidade de construção social é novo. É novo. Tem é uma, é pouca de pouco tempo para cá. Sai da queda do muro para cá que a coisa começa a a vir com força de novo, porque acabaram-se as punições severas, diminuíram muito a punição severa. Como é que o senhor vê um caso desse?
Biblicamente? Uhum.
Tudo eu vejo biblicamente na igreja. Não, não é o que eu acho.
Uhum.
O que eu acho tem nenhuma importância. Biblicamente, o que é que diz? Que qualquer pessoa com impureza, um problema sexual, vai ser tratado pelo Espírito Santo de dentro para fora. É um homem adúltero. É a mesma coisa. É a mesma coisa. Relação sexual antes do casamento, a mesma coisa.
Uhum.
Não tem dificuldade.
Nesse caso do homossexual que eu lidei, o senhor não vê que essa pessoa ela pode estar totalmente sincera e honesta naquela situação? Ele é fiel, tem um olhar de amor de fato para com o seu parceiro ou com a sua parceira? Não importa.
Você acha que a Bíblia não condena o comportamento homossexual? É isso que você tá dizendo?
Eu acho que a Bíblia condena sobreudo.
Se você acha que a Bíblia condena, você tá priorizando o que a pessoa sente. Eu acho que a Bíblia condena sobretudo a promiscuidade.
Não, mas com base em quê? Você acha que a Bíblia não condena o homossexualismo? É isso.
Não.
Ah, você acha que não condena homossexualismo? Ah, então tá bom.
Não, veja bem, ela não normiza. É diferente.
Hum.
Não, veja bem, normatizar é uma coisa.
Quando a Bíblia normizar uma coisa.
Quando a Bíblia condena homossexualism.
Quando a Bíblia condena o homossexualismo, o que ela tá dizendo é que aquela situação não é a melhor para aquelas pessoas.
Uhum.
O que ela tá dizendo é isso.
Isso.
Quando a Bíblia condena o adultério, ela tá dizendo isso. O casamento.
Uhum.
Entre homem e mulher como instituição permanente é uma conquista do cristianismo. Antes do cristianismo genuíno só havia promiscuidade. Então o cristianismo é sempre contracultural, é sempre contra a cultura. Agora, é nos países de matriz cristã que as pessoas são livres para fazer o que quiserem. Tolerância.
Não tem que ser dito isso. Só existe passeata gay.
Em país de matriz cristã. Você morou na Rússia, que tem um cristianismo boca ortodoxo, mas na realidade a base ateísta você tem combate seríssimo ao comportamento homossexual. Na China a mesma coisa no Islã não preciso nem falar, certo? Somente em países matriz cristã. No Oriente Médio, o único lugar que tem passeatagay é aquele país que tem como base metade da Bíblia, que é Israel, que tem como base aar, que é o nosso antigo testamento. Então, somente em países de matriz judá e cristã, é que a liberdade, eu sou a favor da liberdade, eu não sou contra a pessoa faça fazer o que ela faça o que ela quiser.
Sou a favor da liberdade. Mas o que eu tenho que lhe dizer é que esta tolerância só existe em países matriz cristão.
Entendi. O que não quer dizer que a liberdade ou a tolerância não quer dizer que eu tenha que achar que tudo é certo, não é verdade?
A tolerância é que eu tenha que achar que o direito que você tem de expor sua opinião, eu tenho dispor a minha, mesmo que nós discordemos, não é verdade? Mas nós temos o mesmo direito. O que vai tornar uma opinião ou outra verdadeira é o contato com a realidade, dito em outras palavras, as evidências. Porque o a questão do homossexualismo, ela também tão compa que a do trans.
O homossexualismo é possível no mundo das realidades. Trans é impossível no mundo das realidades. A diferença é essa.
É que pro senhor o trans é impossível no mundo da realidade em relação à transformação do corpo.
Isso.
Mas o mas a mente tá lá desde o início.
Não, isso aí a psiquiatria já identificou. Mas vamos pular para outro. Vamos falar pro homossexual em si. Porque o homossexual que o senhor me perguntou, eu tô lhe respondendo já completando, porque eu entendo o seguinte, existem três três níveis aqui. E eu convivi com missionários que eram homossexuais.
Interessante.
Missionários. Missionários.
Interessante isso. Porque o que que acontece? Você sabe, isso é interessantíssimo, rapaz. Eu fico aquela passagem do, enfim, dos que nascem nucus, dos que se fazem eunucos ou dos que são feitos eucux. É interessante, talvez seja o cara já de mais próximo sobre isso, sobre o homem efeminado, porque tem homossexual que vai relatar exatamente assim, desde a a minha mais tenta.
Mas você sabe que o núc não é homossexual, né? Só deixar claro isso aqui.
Sei não, eu sei, mas é o é o que por isso que eu falei que o que mais pode se aproximar, porque.
O tem um sexual que vai dizer isso, cara. Desde que comecei a olhar com deixei minha infância e comecei a a ver com olhar erotizado. Eu sempre tive apenas atração pelo sexo oposto. Nunca houve nada de errado na vida daquela pessoa, mas ela se via assim já mais temidade. Tem outros que é o contrário. Tem outros que são, isso aqui é muito forte, são abusados sexualmente e aí são traumatizados. E esses traumatizados, de fato,
[música]
eles desenvolvem uma aversão ao sexo oposto, seja o que for, e uma atração pelo mesmo sexo. É muito, eu conheci muitos também.
Isso, isso é verdade. São afetados da construção de sua sexualidade.
E ninguém fala isso. Ah, proibido, tá errado. Tem que dizer, é fato da realidade.
São vítimas, pessoas que sofrem profundamente.
Isso. Isso. E aí, óbvio, criaram a vida. Enfim, dentro desse paradigma, desse dessa e existe aqueles que o que eu sempre digo que são os hedonistas, que é aquilo que é o cara que pela a libertinagem, o libertino.
É.
Eu só discordo do que nasce.
Tá? Eu entendo, senhor. Eu entendo.
Eu discordo. Por que que eu discordo do que nasce? Porque não existe nenhum gem.
Uhum.
No estudo do genoma da homossexualidade. E se existisse esse eventual gene homossexualidade ou homossexualismo seria o gem mais propício à extinção, porque ele provocaria um comportamento de não reprodução e, portanto, o gem acabaria naquela geração.
De novo. Mas é por isso, é uma exceção, não é regra e não é um gene, é a mente.
Mas a mente você tá, você sabe o que é mente? Vou dizer, a dificuldade de treinar com mente.
Ah, mais difícil você define um troço desse é complicado.
Não, exatamente. Porque quando você diz é a mente, você entra no subjetivismo do seu entendimento.
Não, não, não é sobre isso. É porque mente é.
É porque o senhor quer ol achar no físico toda a expressão.
Daqueilo que é espiritual.
Se você diz que a pessoa é espiritual, então aí é outra coisa, não é da mente, é espiritual. Aí você tá levando para outro campo.
É que eu tô tratando a mente como espiritual.
É, mas aí a gente tem que saber como é que se trata as coisas, professor, porque a gente tem que tratar como as pessoas, como a ciência trata.
Porque senão eu tenho que eu tenho primeiro que entender a sua nomenclatura, depois entender como você trata as coisas.
O seu eu, o seu eu é eterno, onde ele tá, ele se expressa onde? Entende meu ponto? O seu eu é eterno.
Meu querido, o que eu estou l dizendo é o seguinte. Se você, olha, veja bem, é mais uma vez, é muito simples.
Para você defender.
Que o homossexualismo é genético, que a pessoa.
Ah, então se você acha que é espiritual, é a mente, beleza. Eu não tenho.
É como transgênero. Eu não tô dizendo que aquilo é genético, porque você não vai encontrar um gene transgênero, entendeu? Meu ponto a mente dele diz isso para ele, nem do homossexualismo.
Isso tô contigo.
Não. Então tudo bem. A sua, então, sua construção pessoal de que é a mente, existe a mente gay, né?
Não é a mente gay, é a mente humana. A mente humana ela ela tem essa possibilidade, porque eu vejo isso na realidade.
Tá beleza. Experiência pessoal sua.
O senhor vê como gên.
Não existe.
Então, por que que o cara é gay?
Ou ele se vê gay desde a mais terra?
Pelas suas duas situações que eu vi aí. Qual?
E eu ainda trago.
Ainda que não tenha sofrido abuso.
Não, ainda trago a questão espiritual.
Ah, tá.
Ainda trago a questão espiritual. Que aí seria o uma.
E hoje em dia tá pior, né?
Hoje em dia você tem na manipulação da linguagem um incentivo às pessoas a terem comportamentos homossexuais na infância.
[música]
Sim.
Aí existe uma história que eu nem me lembro mais o nome que diz que o homem tem relação contra o homem não é gay. Já ouviu falar nisso aí?
Não.
Tem um H não sei o quê. Tem um nomezinho que eles usam aí já para incentivar a pessoa a fazer isso sem ter o nome. Então, toda essa construção existe para que a pessoa vá para esse caminho. E mais uma vez, quem quiser ser gay, vá ser à vontade. Eu não tenho nada contra essa pessoa, nada, certo? Absolutamente nada. O que a gente tá analisando aqui é que.
A gente tá olhando e levantando o assunto, a gente tá tá refletindo sobre a vida, a realidade.
Então, então pronto, vamos dizer, a pessoa nasce gay geneticamente, não. Agora aí você vai dizer, não é a mente. Aí eu não tenho o que dizer. Tudo bem. É a mente, porque a gente pode estudar a história da construção da mente. A história, ó, o nome psicologia vem exatamente de psiquê.
Psiquê alma, né? Alma logia o discurso sobre a alma.
Depois, com a dificuldade de tratar da alma, na época de Freud, você tem uma mudança paraa concepção de mente.
Então fica discurso sobre a mente. Abandona-se a alma e passa a ser a mente. Depois com skinner.
Uhum.
No behaviorismo passa-se a ser o comportamento, cada vez mais as pessoas buscando as coisas que são tratáveis. Agora, a pessoa tem o direito de entender o mundo assim subjetivamente, não tem problema. O problema é lidar com as evidências.
É porque nessa nossa conversa, o que que acontece, principalmente acontece no meio religioso, é que o meio religioso sempre vai usar a evidência quando convém e vai abrir mão dela quando não convém.
Não é o meu caso. Eu sempre uso a evidência. Não sei qual é o meu religião que você tá vivendo. Não tô tá me acusando de usar evidência.
Não, não tô lhe acusando. Eu lhe fiz uma pergunta, fiz uma acusando meio religioso de se apegar demais à evidências.
Não é a mesma coisa. É, vou lhe dizer diferente. A ausência de evidência nega a existência. Volando falar sobre Deus. Não é porque não tenho evidência de Deus que ele não exista.
Há evidência de Deus. Você quer falar sobre isso? Calma.
Isso. Isso é uma máxima. Calma.
Não.
Dentro da apologia, isso é uma máxima que é utilizada para qualquer ateu.
A ausência da evidência.
Não é evidência de ausência, certo? Pronto, acabou. É uma máxima que a gente usa, tá legal? O homossexual, ele poderia usar esse mesmo argumento para dizer: "Bom, a ausência de evidência do gene não significa que não haja o gene, só não foi encontrado ainda." Por quê? Porque eu, na minha experiência aqui, ninguém me abusou, mas eu desde mais minha mais terridade me vejo assim. Pô, mas se houvesse esse gene que ainda não foi encontrado.
Até 100 anos atrás nem sabia nós não sabíamos do genoma. Entende meu ponto?
Não, mas tudo bem. Vamos supor, pressupor que existe o queimo, vamos pressupor que existe.
Vamos pressupor que existe. Esse gente já teria se distinto há muito tempo porque ele se extingue.
Mas.
Mas se extingue.
Ele.
Na geração dele porque ele não vai reproduzir.
Mas meu querido se extingue. Então não haveria mais não haveria mais homossexual nessa sua hipótese.
Não, porque não é assim que funciona o gên humano.
Mas o genoma humano não funciona dessa forma, senão não teria câncer mais, senão não teria nem doenças mais.
Por quê?
Por quê? Porque na evolução elas elas morrem, elas caem. as pessoas que tm predisposição.
Mas as pessoas que tm predisposição ao câncer reproduzem as pessoas todo homosexual é filho de dois heterossexuais.
Exatamente. Mas não de dois homossexuais. Todo homossexual é filho de dois heterossexuais, não filho de dois homossexuais. Não.
Então, por isso que o homossexual você tá dando argumento a meu favor.
Porque se fosse filho de dois homossexuais, você estaria certo, como tem que ser filho de dois heterossexuais, isso tá dizendo que o homossexual não traz uma situação de proteção de perpetuação do gên acabei de lhe provar o contrário. Acabei de provar que se fosse genético, se for genético um dia encontrado, eu lhe provei que esse gene ele vem justamente da união de dois heterossexuais. Macho e fêmea. E desse desse encontro de macho e fêmea, surge uma mudança genética homossexual que não vai se perpetuar porque não vai reproduzir, tá tudo bem, mas o gene ele vem, o gene vem.
Mudança genética. Mudança genética, pelo amor de Deus. 99.9% das alterações genéticas são deletérias.
Perfeito.
Então, como é que o argumento é esse?
Não, não é o argumento esse. O.
Argumento é olha 99.9% % das mudanças genéticas que não permitem a vida, mas não são todas que não permitem a vida.
Quantas milhares de pessoas na.
Então você tá pressupondo que o gêno homossexualismo só sobre.
Sendo existindo que eu não disse que existe.
Sendo existindo, já passamos deu dificuldade.
Bem.
Pressupondo que ele existe, ele só passa à frente em 0,1% das alterações genéticas que não são deletas.
Não, não, não, não é, mas até aí tem milhares de nós temos muitas mudanças. Não. U, no quantas Pera aí, o senhor tá Não, o senhor tá usando argumento errado. Desculpa, porque o senhor tá tratando como se a se Olha quanta diversidade há na humanidade.
Não, o homossexualismo, o comportamento homossexualismo si genético é fruto de uma.
15% da humanidade, pastor.
Mais de 15% da humanidade homossexual.
Não é o que o IBGE diz.
Pois é.
Não. Então é com base em quê? No seu, na sua mente, porque o IBGE diz que menos de 2% da humanidade é de homossexuais e bissexuais.
É que o IBGE diz. Agora eu não sei qual é o outro. Grupos, mais de 15%.
Mas com base em quê?
Mas em que.
Com base em quê?
Isso aí quando eu estudei psiquiatria, a gente viu 15%. Deixa eu tô eu tô sendo muito ligado às evidências porque o IBGE diz que menos de 2% da população tem esse comportamento. Eu não tenho nem tanto interesse nesse tema porque tá grupo. Então dos três grupos que eu falei que seja do cara que nasce, esse é o menor número, tá? Esse é o menor número de todos. O abusado sexualmente que aí sofreu um trauma.
Esse vai ser um grupo maior, talvez. Agora tá crescendo o terceiro grupo.
Qual é mesmo terceiro que você.
Que é o da liberdade, da libertinagem, que é aquele do incentivo, que é o do hedonismo. Verdade. Então, nos dois grupos, eu acho, concordo com você, mas assim, interessante, viu?
O IBGE diz que menos de 2% da população é de homossexuais e bissexuais.
Aliás, o LGBTismo é o movimento político mais poderoso do Brasil.
Sim. Porque representa a princípio, né, que não representa isso, representa a princípio menos de 12% da população e consegue projetar sua bandeira no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal.
Ol, ó, eu faço uma.
É patrocinado por heterossexuais.
Não, isso aí eu isso aí, eu eu tô contigo, eu entendo. Eu acho que a propaganda é errada. Por quê? De novo, o ser humano vive por regra, não por exceção. Eu acho que a promoção e a divulgação como sendo algo correto, digamos assim, socialmente falando, no sentido da da normalidade da família, da reprodução humana e etc, eu acho que isso, essa glamorização, essa propaganda, isso é excesso, isso tá errado. Eu acho que as pessoas tinham que entender a vida e fatos da realidade como são. É uma dor, já repito, é uma dor, não é legal. Agora.
O pai quer que o filho case, tenha filhos, quer quer carregar um neto no colo. O cara que é homossexual, que ele nasceu dessa forma, na minha opinião, ele tem ou deveria ter. E eu acho que, pelo menos, eu conheci muitos homossexuais, sou amigo de alguns que têm esse tipo de visão, eles entendem a dor. Entendo, porque eu entendo, eles entendem.
Também tem.
Agora o cara que é libertino, não. E o libertino ele quer fogo no parquinho. É esse que é o grupo que para mim é um grande problema, porque ele quer usar da depravação sexual dele, que é outro desvio, outro desvio padrão.
Os próprios homossexuais não concordam com isso, né? Grande parte dele. Agora, deixa eu só acrescentar uma coisa. Dito tudo isso, toda pessoa é feita a imagem semelhança de Deus. No capítulo primeiro de Gênesis, há três situações em que há o uso do verbo existe em Gênesis 11, 1 21 e 1 27. 1 é a criação do universo. 1 21 criação dos animais aumáticos e 127 é a criação do homem. Todo homem e mulher é criada a imagem semelhança de Deus. Portanto, merece dignidade, respeito, independentemente de como se comporte, do que tenha. A dignidade do homem é inerente a ele, não é uma função do seu comportamento. Qualquer pessoa é igualmente merecedora de dignidade, de respeito, merecedora de todo tratamento adequado.