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CASO ANDREI: TIO ACUSADO DE CRIME CONTRA CRIANÇA DA SUA VERSÃO EM ENTREVITA EXCLUSIVA

THE EXPOSED BRASIL1:48:01

Transcription

Olá família, tudo bem com vocês? Vamos voltar no tempo. Dia 30 de novembro de 2016, data fatídica. Um jovem adolescente, André Goulart, estava na companhia do seu tio. Estava dormindo. Tinha se despedido da sua mãe, a Dona Kátia, que tinha chegado de uma festa por volta das 11 horas da noite.

No meio da madrugada, acontece uma tragédia. Ouve-se um barulho. Jefferson vai acordar a mãe, e a mãe descobre que seu filho havia, teoricamente, atentado contra si mesmo. O caso teria sido conduzido por uma delegada que, aparentemente, colocou o caso como um acidente.

Passa-se o tempo. Algum tempo depois, a mãe não acredita nessa versão e começa a reunir provas contra o tio, o Jefferson. Durante esses seis anos, Kátia busca, na versão dela, na verdade dela, que seu irmão, padrinho da criança, seja condenado pelo que aconteceu ao menino.

Fizemos uma entrevista com a Kátia e também com o Luciano e o seu advogado assistente de acusação, Dr. Marcos. Neste interino, nestas matérias realizadas pela Rede Rio, a parte que foi acusada, especialmente o Jefferson, que dá a sua versão do que aconteceu. Porque, na versão dele, todos os fatos que são dados contra ele são inverídicos, são falsos, são mentirosos.

Como aqui nós prezamos pela imparcialidade e damos aqui a versão e ouvidos tanto à parte que acusa contra a parte que se defende, nós dois já abrimos espaço ao Jefferson e vamos entender, na versão dele, o que aconteceu no dia 30 de novembro de 2016 com seu sobrinho e afilhado, o garoto André.

Estamos recebendo até agora Jefferson. Boa noite, Jefferson. Como vai? Tudo bem?

Tudo bem, dentro do possível. Nós com saúde, mas um sofrimento ainda. Mas estamos aqui para mostrar a nossa versão, que a defesa tem a dizer.

Jefferson, o que pesa contra você? As denúncias que pesam contra você são pesadas. Que são... Não vou entrar aqui em detalhes por conta da plataforma, mas você responde pelo artigo 121, com alegação de um crime contra criança. E sua irmã, ela é totalmente crédula de que você cometeu esse crime e busca, na versão dela, na visão dela, justiça, que você pague por esse ato. E no dia 30 de novembro, não teria acontecido acidente, e sim que você era o responsável, foi o responsável por retirar a vida do seu sobrinho. O que aconteceu no dia 30 de novembro de 2016, por favor, na sua versão?

Deixar bem claro, bem, bem claro a posição de tudo que eu vou falar, que estão nos autos. Já falei, né? Já é um processo, né? Que está em andamento, está em aberto. Tudo que eu vou dizer para você e as pessoas que seus seguidores lhe acompanham, a limpeza, estão todos nos autos. Então pode me cobrar se eu falar alguma coisa e se assinar o Jefferson inventou isso aí. Não existe tal coisa, não é assim.

Então, quando ele falar, eu não tenho aqui os detalhes assim de número de folhas, mas eu vou lhe indicar. E eu sei que posteriormente a defesa vai, defensores, né, legalmente constituídos, eles vão ter oportunidade de entrar em contato com a plataforma novamente, né? E qualquer dúvida, estão abertos também para explicar. Quando me referir a uma situação, mas aconteceu isso, tem um documento, tem uma prova pericial lá. Então, deixar bem claro assim o início da nossa conversa.

Primeiramente, assim, eu vou rezar com que a dor, a dor da perda, ela é irreparável. A perda dele, como já disse em outras oportunidades, ele é como filho para mim. E nossa, nossa criação foi assim. Nossa família sempre foi unida assim. E cinco irmãos, total, todos com filhos. E todos nunca tiveram problema de sobrinhos, de rejeição, de atrito, nada. Nem entre os irmãos também. A gente é como as famílias, os irmãos brigaram, ela nunca tivemos atrito, nós sempre tivemos unidos. E o que que acontece? Eu vou tentar resumir assim. Não é como você mesmo disse, em detalhes que eu não quero que caia a nossa, a nossa manifestação aí. E qualquer dúvida, o que eu disser está nos autos aí, você tem oportunidade de comprovar ou não, né? Então, vamos lá.

Eu cheguei do serviço, e o meu sobrinho tinha uma relação muito boa com todas as pessoas. Era uma característica dele assim, que saltava os olhos. Ele era uma criança assim, alegre, espontânea, amorosa, carinhosa, respeitadora. Respeitava assim as pessoas por aquilo que elas eram para a vida dele. E dito pelo próprio pai do menino, minha mãe, ele sempre me tinha em muita alta conta, me respeitava muito e me admirava e falava quando eu não estava presente. Então, não foi dito por mim, isso nos autos, estava com reprizar sempre. Então, ele era muito carinhoso.

Mas recebeu com chimarrão, e eu disse: "Ah, que houve? Tá sozinho? Te abandonaram?" Brinquei com ele assim. Ele: "Não, padrinho, a mãe saiu com a minha irmã." Tudo bem. Então, ele era um... Fazia o chimarrão lá, que é um hábito nosso gaúcho, e assim, tomar um chimarrão. E rotina ali normal. Eu fiz uma atividade física, depois estava olhando, assistindo TV. Isso foi exatamente um dia posterior àquela outra tragédia que a Chapecoense, que caiu o avião na noite anterior. Então, nós ficamos, estávamos muito sensibilizados, né? E cansaço que a gente foi até tarde acompanhando o que foi divulgado, né? Com aquelas perdas. E a gente, do Sul, tem muito vínculo que o pessoal de Santa Catarina. E tinha atletas que jogaram nos clubes Norte-Sul. E o André, inclusive, era gremista, assim como eu. Então, a gente estava muito sensibilizado.

Ele jantou, eu fiz um lanche. Ele fez uma janta e disse: "Não, padrinho, só comer alguma coisa." Que tá bom. E passou de um tempo, ele olhou, teve comigo ali. Depois: "Vai deitar, que eu tô muito cansado e amanhã tem que levantar muito cedo." Aí ele ficou mal. Terminou até na sala, né? Ele dormia na parte de cima ou embaixo. E aí eu disse: "Eu ainda disse para ele: 'Acho que olhar TV aqui, o problema se incomoda, porque eu tô cansado, vou dormir. Pode olhar.'" E ele ouviu assim, tranquilo. Aí eu achei perfeito.

Nesse tempo, que já era lá de perto de 11:30, eu acredito que foi, que a minha irmã chegou. E ele estava olhando, sério, que ele tinha uma série que ele olhava ali no extremo, ali. E a minha irmã chegou e ficava lá na frente dele, assim. Ele desviava. Eu vi que ela conversou com ele, realmente, ele não deu muita atenção para ela. E eu acho que também estava cansado também, né? E ele não entendeu. Beijo, boa noite. Eu, assim que ela saiu, já muito cansado mesmo. Aí de madrugada, me acordo com aquele barulho.

E naquela época, se alguém pesquisar na internet, aí tinha acontecido problemas que carregador de celular estourar pessoas. Hoje, brincadeiras públicas. Meio dormindo ainda, de sono, não entendia aquele quadro, aquele barulho. Tentei aí buscar uma procura, assim. Eu olhei pelo chão, não vi nada. Aí quando eu olho para ele, que aí eu tive que ouvir, daí a cabeça dele, né? Assim, naquela, naquela, naquele ferimento. Mas eu só vi a cabeça. Não entendi o que que aconteceu até esse momento. Não tinha, estava entendendo. Eu toquei nele para ver, porque cuspe. Daí, se fosse caso, encaminhar imediatamente socorro. Eu vi que já não tinha mais, não tinha pulsação. Se está acabando. Aí eu corri. Onde eu vou chamar? Mas não sei o que fazer. Corri, chamei. Aí quando eu chamei, eu só te corre aqui uma tragédia, não sei o que aconteceu, não tô não conseguindo entender. E ainda chocado, todo aquele estresse. Ela gritasse: "Meu filho, meu filho!" E assim, teve os detalhes aqui depois, tá nos autos lá. Eu descrevi como foi que eu vi. Eu tenho uma divergência que ela disse a questão, quem viu a arma, com quem viu primeiro. Eu afirmo que ela viu. Mas enfim, pode um de nós estar equivocado, pode. Mas assim, ó, foi ela viu e ela mexeu no corpo, que ela, ela quis abraçar, no desespero. E eu entendia que ele é um ato de mãe, né? Minha mãe tá com uma situação que ela ali. E eu, considerado também, né? Eu disse para ela assim: "Não toca nele, porque a gente não sabe o que aconteceu. A gente tem que tentar descobrir." Eu falei. Nesses tempos, eu sei que depois eu falei, após isso aí, ela diz: "O que que vão fazer agora?" Eu disse: "Vamos ligar para a brigada." Que brigada é a polícia militar lá no Rio Grande do Sul. Vamos ver agora. Não sei nem o que fazer. Não estava sem ação, né? Porque a gente não está preparado mesmo. Quem trabalha na área, tu não jamais espera que o texto da tua casa, um filho, no caso, um sobrinho, que eu vou repetir isso aí várias vezes, era um sobrinho, ocupavam o espaço de filho no meu coração e ocupa até hoje. A perda ainda permanece aí. Eu tentando, naquele estado nervoso também, nós dois. Meu celular era novo, eu tinha pegado um celular, trabalho novo. Eu não conseguia lembrar da senha, desbloquear. Ela também não. Assim, a gente tá. Eu sei que acabei ligando depois. A gente tinha uma pessoa comentou comigo, não 190, que a gente chama. Ele desbloqueado. Então, acho que deve ter sido. Eu não sei que aparelho gay. Fui eu que liguei. Deu um breve relato que aconteceu uma tragédia, meu sobrinho tá assim, eu não sei o que aconteceu. Pô, procedeu. Enfim, aí aguardamos a chegada da, das equipes, né? E nos autos ali, tá tudo certinho. A hora de chegada, o policial militar do primeiro que esteve no local. Eu me identifiquei. Isso é verdade. Me identifiquei, porque eu não estava na situação de policial, mas eu, eu sou até hoje da reserva, mas sou. E disse: "Olha, assim, e não disse nem nada assim para eles, ó, faz isso, faz aquilo, porque eu trabalho desde, eu fui, eu trabalhei, já tive nessa posição. Eu sei o que eles têm que fazer, isolar local, chama a perícia, enfim." E assim foi feito. Os policiais, inclusive, o depoimento desse policial que foi tomado a termo lá no Ministério Público, isso está nos autos. Eu vou sempre frisar isso. Ele disse o que que ele fez. Tanto que ele não foi ralado como testemunho de acusação, porque ele disse que fez o trabalho dele, pronto.

Aí, na sequência, teve os desdobramentos, chegada da Polícia Civil, chegada da perícia, dos peritos locais, que fizeram a perícia local. Nesse meio tempo, quando ele já isolaram o local, já tinha saído ali, porque eu vou repetir, era muito do preciso ver aquela cena. Eu tenho até hoje na memória, que o momento que eu olhei, que eu ergui os olhos, que eu vi aquela cena, e é como se fosse uma filha minha, que eu tenho quatro filhos. O sentimento era igual. Não tinha como ficar. Não vai ser igual da minha irmã, uma dor intensa. E estado, só que eu me afastei, saí do apartamento, fui lá para o lado de fora. Então, lá no lado de fora, chega a perícia, trabalhou todo mundo. Trabalhou. Até porque ali eu ia só atrapalhar. Não tinha o que fazer. Não era minha função ali. Não tinha função nenhuma de fazer. Eu sabia que os esclarecimentos eu teria que dar depois. Eles fizeram a versão, a versão, o trabalho da perícia fez tudo. E lá, quando eu já estava na rua, que alguém, eu não me lembro quem, eu me parece que foi o próprio delegado que esteve lá e disse que preliminarmente, a posição inicial, a posição, não há um entendimento inicial da perícia local, é que configurava como se suicídio fosse. Essa foram as palavras. E é isso aí. Quando chegou para mim, eu ainda tinha adulto que alguém, alguns já tive tu teve crise normalismo e outras épocas da vida por terá até eu dizer: "Pode ser? Não sei. Não, eu acho difícil." Quando eu acordei um estouro, eu estava deitado na cama embaixo, e eu me lembro do movimento, movimentar. Então, é quando me disseram isso, digo: "A tragédia, a dor continua. Vai ser outra dor ter feito, eu ter sido o autor daquele ato."

Seja ou não. Você escutou um barulho. Inicialmente, você achou que seria uma bateria de celular explodindo, algo parecido, né? Algum equipamento, algum estouro de algum equipamento que poderia ser?

Eu não tinha, tem, mas como você disse, você é policial. Você está acostumado com barulho de disparos. Inicialmente, mesmo eu sou um policial. Trabalhei muitos anos na investigação. Eu não dormia em tiroteios. Não, nunca dormi assim. Ia ser acordado por tiros. Nunca. Às vezes, que dá que eu fazia esse treinamento de tiro, disparos bem acordado, justo, consciente, né? A razão total da razão. Eu acordei de um disparo que nunca tinha acontecido. Mas esse é o tanto acostumado. Não, nunca dormi acordado. Onde eu morava, não acontecia isso. Eu sei. Mas esse é o ponto. Quando você está dormindo e você escuta um barulho que você vê acordado, você tenta identificar o barulho. Uma coisa que você já presenciou, já vivenciou. Eu dificilmente, eu acredito que você já tenha visto uma bateria de celular explodir. Eu mesmo não vi. Não é uma coisa comum. Não seria mais fácil você identificar um barulho de um tiro do que qualquer outra coisa?

Não. Eu dei um exemplo que poderia ser esse ruído. Foi a primeira, vou dizer assim, ó. Pode ser até meu desfavor que eu tô dizendo, mas foi o que, no momento, eu tive essa sensação. Não depois, posteriormente, assim, analisando, a gente chega essa conclusão. Não era um equipamento. É porque não tinha equipamento. E a pistola, realmente, teve um acidente da pistola, entendeu? Mas o que que ia mudar se eu dissesse assim, ó, ó, eu acordei com disparo e fui lá ontem? É só para deixar claro que eu tinha. Eu não vou mentir. Você tem coisas que eu vou dizer aqui que você podia ficar quieto, não. Mas é verdade. É isso. Esse é o sentimento. Pode me criticar porque tu tinha tantos anos de experiência, tive que ver. Eu nunca, repito, nunca fui acordado do tiro. Graças a Deus. Meus trabalhos, a gente foi trabalhar muito. Tem uma investigação, a gente fazia as ações para evitar o tiro de disparo, tanto contra nós, o a favor, em favor de algum criminoso. Não entender muito essa, essa parte que essa parte toda tá descrita nos lá. O que é? Porque como, como a gente tá ao vivo aqui, e apesar de você estar vivenciando isso todos os dias, quem tá acompanhando aqui não conhece os detalhes, então eu vou ter que te interromper algumas vezes para deixar claro, até para a gente conseguir uma linha de raciocínio. Porque como nós já tivemos entrevistas aqui da outra parte, é bom confrontar. Acho que a gente tentar chegar o máximo possível na verdade real, não?

Sem problemas. Assim, só. Então, só seguindo. Fica à vontade. Quando sentir alguma dúvida, eu agradeço. Até toda dúvida que você tiver para mim, vai ser importante eu esclarecer, dizer o que que eu sinto. E depois as pessoas tiram suas conclusões. Mas ela, assim, ó, frisando o que eu disse, está em dois depoimentos que eu dei lá no inquérito policial, no âmbito policial. E eu disse essa história da questão do primeiro sentimento que eu tive foi esse. Se foi errado, pode me julgar, mas foi esse que tive. E depois, aí então, na sequência, de que eu já estava seguindo lá de onde eu parei, que o entendimento preliminar da perícia chegou para mim. Não foi eu. Fui procurar alguém. Me disse assim: "Eu tenho a impressão, não tenho convicção 100% de certeza, que foi o doutor, o advogado, o delegado que estava lá." Mas eu tenho até sido inicialmente, configura, né? Uma posição. E pela posição, vai ser comprovado posteriormente, né? Porque daí deveria a perícia depois que esteve, que teve, foi feita, né? Então, assim, ó, eu sei que foi distorcido o que eu disse. Que pela internet, já saiu o resultado. Em verdade, no momento, eu ouvi de alguns policiais. Eu não tenho como dizer assim, até porque o estado que eu estava, assim, eu não tenho essa riqueza de tarde. Na época foi, uau, B. Alguém disse para mim, porque eu estava lá fora. Quando chegou para mim, e aí quando me disseram, eu me aproximei ali da entrada do apartamento e disse: "Só me segue, parece que a configuração é essa, né?" E até as pessoas, não é que sentisse aliviado, mas que nem a minha irmã diz assim, ó: "Perdeu um filho e nessa situação, ia perder um irmão, porque eu ia ser o autor, né?" Ela disse assim: "Isso aí." Então, assim, ó, eu tô te dizendo a minha versão. É isso. Se outras pessoas querem te encontrar diferente, eu disse nos autos. Vou repetir. Eu, quando for chamado, x, que ainda não foi, então essa é a minha versão, entendeu? Sobre isso aí.

Não sei se tem mais alguma dúvida. Não. Vamos, vamos, vamos fechar aqui nesse ponto. Já 30. Mesmo após, quando eu soube da, da, dessa questão do entendimento preliminar da perícia, alguém que comentou sobre a questão de exames hidrograficos. E aí eu falei para o delegado. Falei isso. "Doutor, eu sou voluntário a fazer o exame hidrografico, né? Para eliminar, tentar terminar o máximo. A gente não tá entendendo o que tá acontecendo. Eu estou à disposição." E assim foi feito, né? Então, tinha pessoas do Ministério Público. Que eu fazia parte de uma equipe, que é uma equipe assim, é uma assessoria, segurança institucional. Então, nós somos um grupo. E nós fazíamos, grande festa, bala. Então, algumas pessoas, quando ficaram sabendo isso aí, que ocorreu assim, fácil a tragédia, deslocar o local, até para ver se precisava de algum apoio, às vezes, alguma, alguma outra providência de ordem oficial, né? E tanto que daí eu não tinha gostado de dirigir. Eu fui até, foi uma equipe me apoiou para eu ir até o DML, departamento legal, para fazer o exame de perícia.

Vamos, vamos aqui continuar. No dia 30, primeiro ponto, você disse sobre a bateria. Já foi um objeto que foi utilizado pelo André? Pertencia ao senhor?

Perfeito. Era sim. Era um, era um armamento automático e semi-automático. A pistola era uma pistola 24/7. Só fazer um esclarecimento sobre essa questão da pistola. Quando eu fui convidada a trabalhar no Ministério Público, eu, a partir de um momento, nós iríamos, eu tiraria a necessidade de usar o armamento, né? Em função da atividade. E como eu estava na casa da minha irmã, a ideia inicial era ficar alguns dias, porque depois era novembro e dezembro, já tinha o recesso, né? As férias, as paradas de trabalho. E em janeiro, ia procurar outro ambiente. Então, a minha irmã me acolheu lá. Ela me ofereceu, porque era muito natural. É quando ela vinha no Rio aqui de Janeiro, ela, eu recebia ela na minha casa, ou no meu outro irmão, recebeu. Nós tínhamos um ambiente assim, uma visitação contínua. Nunca teve problema. Então, ela me falar. E aí, quando eu tive essa, em primeiro momento, do que eu recebi a arma, eu expliquei para ela. Porque, um exemplo, meu pai, meu pai é militar, ele fazia, fez isso. Senhor, pai, vai trabalhar com a arma. E até para não instigar a curiosidade pessoal. O padrinho vai trabalhar com a arma. E eu não quero que vocês mexam. Qualquer curiosidade, qualquer pergunta, eu tô me pergunte. Só que essa aqui é uma coisa perigosa. E inclusive, a gente citou nessa reunião que há pouco tempo ali, passar anterior a essa reunião que a gente estava tendo, tinha acontecido um de uma pessoa, uma criança menor, ter efetuado um disparo por acidente, exatamente por manusear uma arma, né? De forma não autorizada. E aí, a gente acha, a reunião ficou acordada, né? Então, assim, para mim, já estava claro. Ela não tinha cofre, não tinha como guardar. Eu procurava sempre, ela estava comigo quando eu deslocava trabalho. Quando estava em casa, que eu ia dormir, eu botava no lugar. Essa mochila que está dito, não dos autos também, né? Botava ali próximo, na cabeça da minha cama, para ter o controle, até se precisasse assim, em algum momento, eu fosse acionado para trabalho, meu material estava pronto ali, só me vestir.

Esse ponto, Jefferson, a pistola ficava acondicionada próxima a você? Você dormia na parte de baixo e o seu sobrinho, o André, na parte de cima?

Como isso? Eu disse, uma meta 24/7. Mas para ele ser utilizado, existe uma série de sequências para que ele possa efetuar um disparo. Deve ser manusear, destravar. Não é, não é qualquer pessoa que consegue fazer um disparo. A primeiro momento, e o garoto de 12 anos, caso, ao meu conhecimento, ele nunca havia anunciado um armamento, porque o armamento desse, ele fica travado. Você tem que saber destravar, você tem que saber como manuseá-lo, correto? Ele teria que descer da cama, pegar a pistola na sua mochila, sem fazer qualquer barulho, subir novamente, então saber utilizar e fazer o disparo. Isso é esse ponto. Eu vou te dizer o que foi dito, assim, a palavra de uma policial que eu nunca vi na vida, não é minha amiga, que ao contrário, se soubesse assim, eu quero deixar bem claro, é, tem uma teoria que por eu ser da atividade, teria uma teoria da conspiração, que favorecimento de pessoas. É o contrário. Nem um ser humano a prova esse tipo de crime. Os próprios criminosos, eles rejeitam as pessoas que cometem esse tipo de crime. Então, assim, essa teoria que os peritos, eu consegui enganar e os policiais, eu consegui enganar. Tem um depoimento, eu tenho, está nos autos, uma policial dizendo assim, ó: "Por que que é possível sim, uma criança ter bronzeada?" E a posição ali, aí inclusive foi perguntar para ela, por que que tá nessa posição? A potia sim, poderia. Ela disse isso. É uma parte técnica de outra pessoa dizendo. Então, assim, ó, entre os depoimentos lá também de um outro coleguinha dele, disse que em algum momento, ele já pesquisou. Alguém disse que ele pesquisou é sobre armamento, entendeu? E assim, ó, não sei se você conhece essa segurança, trava de segurança, é só um clique que você dá para cima ou para baixo, entendeu? Então, não é assim uma coisa assim de outro mundo que uma pessoa, ah, porque tem 12 anos, para ter quatro anos, não existe força nem nada. Claro, tem que ter a intenção. Vou saber. Pode ter sido um acidente? Pode, né? Então, assim, ó, essas questões técnicas não acorde, né? Eu vou te sugerir assim, ó, procurar ter acesso aos autos. Tá tudo escrito lá. E não são, não os gêmeos, você tá dizendo, por que que isso é possível? Lenga as pessoas, lenga, fazem uma teoria humanizada e diz: "Ah, porque não poderia fazer isso." Aparece expertise de tudo. Que você é filho de um policial, não é expertise, não dá conhecimento. Então, acho que os peritos estão dizendo aquilo ali, e não é o Jefferson que está dizendo. Quem disse nos laudos, entendeu? Se você procurar o laudo do Instituto Geral de Experiência, Instituto mais reconhecido, está sendo dito ali, ó. Você pode me dar, porque isso, porque aquilo? Perfeito. Você não entende, mas pessoas explorarem isso, negarem ou minimizarem um laudo técnico, um estudo forense, uma ciência que é aceita no mundo todo. E o Rio Grande do Sul, e o próprio Instituto Geral de Perícia é referência nacional, já dizendo outros mistérios, pelo tecnologia, pela capacidade de seus profissionais. Pessoas que nunca me viu na vida e o fazer, dá uma versão para proteger o Jefferson. Porque que o Jefferson tem que então maravilhoso que precisa ser protegido? Não existe. E muito pelo contrário, todas as pessoas que trabalham no meio policial, quando descobrem esse tipo de crime, vocês querem se provar que houve, para que essa pessoa seja responsável e efetivamente. Agora, se você pegar o laudo lá e sair em cima do laudo, sem minimizar e dizer: "Não, mas isso eu não aceito, eu não entendi." Isso é diferente. Aí nós vamos discutir culturas. Então, me permite dizer assim, ó, você pode acessar o laudo. Processo não está exigindo de justiça. E lá está dito claramente isso. Porque assim, se eu ficar explicando aqui, vai estar dizendo assim, ó, já tá dizendo isso para você. Nesse ponto, a gente busca sempre a verdade. As pessoas que não têm, não tiveram acesso até o momento, nem esse conhecimento que acontece isso. Que lá nos autos está descrito.

Vamos, vamos entender agora. A gente, acho que você e eu aqui, todo mundo. E nós queremos a verdade real. A verdade. Então, vamos, vamos falar um pouco, exatamente. Vamos falar um pouco aqui do que aconteceu e a sua versão. Vamos esquecer os autos. Vamos falar que as perguntas, esquecendo mesmo. Jefferson respondendo aqui com a maior verdade possível. Nesse ponto, nesse ponto que o senhor disse em relação a o que aconteceu ali, o disparo. Nós temos um, foi fornecido, foi falado um exame complementar ali, que discorda do laudo em relação ao tipo da, do disparo. Que o disparo não teria sido, teria sido feito de frente, mas sim de costas, por conta do tipo de, do tipo da de material usado, o projétil. Isso aí causaria um dano diferente do que do que foi falado. Caso os tiros tivesse da cidade de frente, porque o tipo de armamento, ele entra perfurante e faz um estrago na saída. O que foi ir lá foi o, parece ter sido ao contrário. Parece que tem uma, um puro na parte de trás e um estrago maior na saída. Vamos colocar sempre você precisar chocar as pessoas e também. Aí tem essas informações. Se as divergências suas e da sua irmã, de quem viu, de quem achou a posição que estava, posição que não estava, isso daí deixa muito, deixa muito. Deixa eu só concluir. Deixa muito a pensar e conjecturar de todas as pessoas, tanto para o bem em acusá-lo, tanto para sua inocência. Você, como operador, como profissional da segurança, você conhece esse tipo de munição que foi utilizada? Então, concorda que esse disparo, ferimento ficou bem estranho ao tipo de armamento, o tipo de munição?

Olá. Tu me pediu para não esquecer os autos, mas ao mesmo tempo, tu me pediu para esquecer os autos. Você cita uma perícia contratada que está fora, assim, que não é oficial, entendeu? Então, você me desculpe, mas eu fico com a opinião oficial. E na perícia oficial, se você tiver o acesso lá, você vai ver, é categórico. Eu vou dizer assim: "Marcondes, você olhe e pode voltar a me perguntar." Eu vou. No momento, Jefferson, tu me diz: "Não tá fechando lá." Então, eu não tenho como fugir dos autos, porque aquilo ali é que me deu a certeza do que aconteceu. Eu, se a pessoa não aceita, não entende, é o direito dela procurar contratar perícias. Eu fico com a perícia oficial. Porque, porque a vida toda eu trabalhei nisso aí. E essas perícias não é assim, ó. Nesse caso específico, eu vou te dizer mais, não há, sem dúvida, não há sombra de dúvida de onde entrou o padre, onde saiu. Então, assim, ó, seria muito irresponsabilidade de uma pessoa afirmar contra esse laudo, porque se você tivesse acesso ao laudo e disse ali, não tá nem duvidoso, não é assim. Agora, entrada, assim como você disse, ao teu cuidado para as pessoas que estão ouvindo, não, não ficaram chocadas, que a dor já é horrível, escrever pior. Mas assim, ó, eu vou dizer assim, ó, nesse laudo, se a pessoa não quer entender, tá com dificuldade de aceitar, respeito, entendo. Pode buscar n. Vou repetir de novo, n perícias. Agora, se ela me convencer que aquela perícia está errada e que aquele órgão, que é um órgão reconhecido, errou para me beneficiar, ou então assim, ó, deixou em aberto. Não, não deixou em aberto. As pessoas torcem as palavras quando interessa. Ai, eu entendo isso. Eu entendi isso. Eu não sou técnico, mas não precisa ser técnico. Ele tá dizendo é claro. Senhor, vou dizer uma coisa assim, ó, é claro a posição. Entrada assim, e sair assim. Vou te dar mais um elemento assim, para você. Eu não, porque eu não estou aqui nem te conhecer, nem a conversar os teus seguidores. Eu tô dizendo o que eu sei e o que estão nos autos. Uma policial que já foi ouvida e inclusive era testemunha para essa apresentação, testemunha de acusação. O que que é uma testemunha de aprovação, para quem não sabe muito bem? Ela está lá para corrosão, elementos de convicção da culpa da pessoa em tese, né? Essa policial que eu nunca conheci, nunca falei com ela, assim, de ligar para ela, saber como é que tá. Ela disse assim, ó: "A gente concluiu o trabalho em cima das perícias." E ela descreve assim, categoricamente, assim, assim. "Se a pessoa não aceita, Marcondes, eu não vou poder ficar discutindo aqui, ó. Eu contratei uma perícia para isso, para aquilo." Se é assim, eu quero saber. Tá escrito lá que não descarta a participação de terceiros? Na própria, nos laudos, na própria perícia, está escrito lá que não descarta a participação de terceiros. Mas ela é bem categórica, onde foi encontrada, onde foi a saída. Isso aí, ó, eu vou te dizer assim, mais assim, a pessoa pegar, inverter um ângulo de totalmente o contrário. Concordo plenamente. Pô, não tem sentido. Como é que vai fazer um suicídio por? Não sei se podia realizar essa palavra, tentar contar a própria pessoa por trás? Não tem isso aí. Eu concordo. Isso aí choca as pessoas. Isso não. Isso aí dá uma convicção. Não, então não tem como ele ter feito isso. Só que a perícia não diz isso. Eu vou te dizer assim, isso que você falou é verdade, mas ela descarta egoicamente foi pela frente. Então, assim, quando ela cabe outra interpretação, assim, a pessoa pode interpretar o que quiser. O que tá nos autos é isso. E tu me dizer assim: "Não, não considero." Mas esse ponto, esse ponto é que fala que não existe a participação de terceiros. Deixa aberta a dúvida. Sim. Pode deixar. Não. Tudo bem. Exatamente. Posso. Concordo. Concordo com o que você tá falando. Mas eh, na própria perícia, tá escrito, não descarta a participação de terceiros. Então, quando não descarta, eu não dou 100% de certeza que foi um acidente. Porque eu falo, não descarta. Ele não descarga. A gente tá falando aqui é que da posição. E vamos deixar bem claro assim, ó. Quanto o laudo diz que é uma posição, e a pessoa busca outra perícia, eu não vou buscar discutir outra perícia, porque o lá tá dizendo isso. A não ser que consiga me provar que o IGP, os trabalhos totalmente errado. Entendeu? Vamos considerar hoje é pé como fonte. A gente não quer ficar, principalmente nesse terno, porque eu tô dizendo assim, ó, é isso. Se tu quer discutir assim, ah, não aceita, não entendo, vou contratar de novo. Eu só o seguinte, nem mesmo o GP deu como 100% de certeza que foi ele. Ele deixa de aberto. Ele deixa em aberto. Pode ter sido. Aí é bem aceito para as pessoas. Agora, quando ele diz que a entrada é aqui, as pessoas não, aí não, não decide. O GPS serve para afinar as palavras e os trabalhos científico dele. Sério? É um trabalho científico sério? Ou é um tratamento? Vamos considerar esse aí. Já está classificado que toda vez que tu pega inveja, atua na pessoa, inverte o sentido. Então, outro entendimento com você, menos de nada. E não foi desfeito com relação a isso. Perfeito. Agora, vamos, vamos saindo da cena do crime. Vamos aqui dizendo a cena do acontecimento. Eu tenho aqui que o senhor acusado. Vamos aqui falar alguns pontos chaves aqui para esclarecer. A mãe, antes de falar sobre testemunhas, tá? Vamos falar sobre uma situação aqui que me deixou, me causou na época, me causou estranheza. Eu gostaria de que o senhor me explicasse. A mãe, ela trouxe a informação aqui que poucos dias após a partida do André, o senhor pediu como objetos do André, as peças íntimas. Isso me causou estranheza. Senhor homem formado, pedir peças íntimas de uma criança. Eu não entendi. Eu gostaria que você explicasse isso.

Excelente pergunta. E eu agradeço a oportunidade de poder trazer a minha versão. Eu fui quatro, cinco anos, há seis anos atrás, é todos os dias, diariamente, massacrado com essas informações. Não é só essa. Nós estamos desmistificando várias informações que estão ditas ali e que não se sustentaram até o momento. Eu acho que você sabe que para você chocar, chegou agora recentemente, menos de 30 dias, nesse caso, vem se arrastando na mídia lá quanto tempo. E nesse meio tempo, quatro pedidos de prisões já foram feitos contra minha pessoa. Dois juízes de primeira instância e o terceiro, a segunda instância, três desembargadores decidiram o que não, porque não havia elementos, que não, não era o que ele estava dizendo, não se comprovar. Bom, então vamos lá. Assim, vamos esclarecer essa. Não é que vai crescer. Eu vou dizer a minha. Essa tem muitas questões, como você disse, assim, ó, são levantadas, né? Aquilo que eu tenho assim, nos autos, me baseei, confrontar aquilo que eu disse, que me disse um, disse uma coisa, eu tenho e acredito em quem quiser ver. Se eu quiser, vou dizer a minha versão, assim, ó. Meu pai e a minha mãe, quando faleceram, primeiro meu pai, dois anos depois minha mãe. E eu descobri que isso aí, parece que é uma rotina das pessoas fazer. A gente fez uma reunião. E os bens, sempre dá para estranhos. A gente, nós distribuíamos entre nós. Os irmãos somos cinco irmãos. Vai pedir, né? Então, eu, como tinha o biotipo do meu pai, era praticamente a mesma altura, né? A maioria das roupas do meu pai vieram para mim. Já na minha mãe, por ser a mulher, não, sua roupa, assim, pertence, assim, acessórios, enfim, foram passados para minha, minha irmã. Até porque era um consenso. A gente chegava assim, pai e mãe, quando chegou a vez dessa questão das roupas, eu vou dizer assim, e eu vou dizer assim, muita clareza. A iniciativa, vou falar bem claro para não ficar confuso. A iniciativa de fazer a distribuição dos pertences do menor, da criança, não fui eu. Então, assim, até foi citado, como a gente fez com o pai, com a mãe, os nossos pertences. Eu, os pertences dele, a gente vai distribuir. Então, assim, foi doado a mim, através da minha irmã. Ação dela partiu dela. Eu não pedi. Meu irmão também não pediu. Ninguém pediu nada. Para conversar, um pedir. Da minha versão, esquece, cancela. Foi ofertado por ela. Ó, essa roupa aqui combina mais, sério, em mim, né? Ela me chamava lá pela apelido, né? Para mim. E aí foi distribuindo as roupas. Então, vou dizer assim, ó, só essa questão da cueca foi uma questão muito bem elaborada para distorcer e criar uma inverdade. Vou dizer assim, aquilo que pode até desfavor, mas eu vou afirmar aquilo que é verdade. Que a minha, que eu presenciei. Tinha roupas íntimas de cueca, tinha, tinha um short, tinha sopa. Não era só açúcar. E eu não pedi. Uma coisa que você chegar, eu quero ficar com isso aqui. Outra coisa, ela foi distribuída e ela passou para mim. Por que que ela escolheu? Cabe a ela dizer. Mas assim, ó, vamos lá. Eu sei que eu vi uma entrevista sua. E até eu sei que há pessoas doentes e os criminosos que usam como troféu. Não seria muito mais prático eu ter acesso a todas as roupas dele, porque eu estava, eu habitava a casa, o armário. Não seria mais ficar esperar sem exposto lá na frente, todo mundo pediu uma roupa nesse sentido doentio de pegar uma roupa da criança? Então, eu pegava, ficava com ela, ia fazer o quê? Levava? Não sei o que as pessoas fariam. Então, assim, ó, não foi pedido por mim. Recebi de fato. Eu não nego. Recebi de fato. E posteriormente, eu acabei doando. Não só essa roupa, essas roupas íntimas e um calção azul que ele usava. E eu acho que se buscar fotos aí nas redes sociais, ele tinha um calção azul, perdão, juntos, calça azul e mais algumas roupas dele, uma camiseta também, assim, de uma regata. Então, sobre bem claro, não foram suas cuecas com essa intenção de me atingir, distorcer. Faz, tá? Eu pedi, nego. Não vou negar. Sempre não pedi. Eu nunca pedi. Bem claro.

Everton, seu irmão, não é porque ele também confirma com a Kátia que você pediu essas peças íntimas?

E o Everton também confirma que eu apaguei alguns arquivos depois? Acho que nós adiante, não lá. Me parece que ele confirma também que eu apaguei alguns arquivos do celular. Eu vou dizer assim, ó, tá na perícia, tá nos autos. Se você não teve acesso às datas de que foram apagados aqui, porque eu fui, eu sei que o senhor talvez tenha acesso a pouco tempo. Se eu não jogar no Google, ali vai ver as matérias de outras, de imprensa, da grande imprensa, vai ver lá que disseram que teria sido apagados alguns arquivos do celular, quando eu teria apagado. Aí nós já comprovamos isso aí. Está assim, indiscutível. Teste está nos autos. O laudo pericial das datas de sete, cabeça, não sei o nome da folha, mas eu vou lhe dizer de cabeça, dia 7 de dezembro de dezembro de 2016. O Everton, tá no depoimento dele, que dia que ele, pelo que eu vi, no dia sete de dezembro, eu vi. Não sei que ele tá o celular tava com ele. Foram apagados cinco arquivos. Tá ok? No dia 2 de janeiro de 2017, foram apagados nove arquivos. E a minha irmã diz que estava com telefone desde o dia 16 de dezembro até a data que ela foi entregou o aparelho na Polícia Civil. Então, o senhor veio assim, o mesmo irmão que diz que, e aí fica o dia que me disse que, né? Ele me diz isso e disse em depoimento que eu teria apagado os arquivos. Pelo menos em redes sociais, empresa, ele disse que eu teria pago. Jogou essa dúvida entre. São várias histórias. Claro que o senhor disse é a perícia. As informações foram apagadas dia 2 de janeiro. Dia 2 de janeiro, a Kátia se encontrava na sua residência no Rio de Janeiro?

Não. Não. Vamos lá. A Kátia foi, veio para o Rio de Janeiro dia 18. Você não me fala a menor. 18 de dezembro. Ela passou o Natal. Todos passamos o Natal juntos na, aqui na casa do meu outro irmão, do Everton. Isso aí estava tudo bem até ali. Rezamos e nos abraçamos, nos solinizamos ali, enfim, já 24. Tá? E aí, no dia 25, eu me despedi dela. Me deu um abraço apertado, aquele sentimento de conforto, tá? E nós tínhamos combinado que o ano novo ela seria passar na minha casa, que o meu irmão morava mais afastado da praia. E como aqui Copacabana, eu moro em Copacabana, o combinado era eles vir para cá. A partir dali, foi dizer assim, ó, o senhor também, cara, isso aí nunca foi dito. Ninguém. A partir daquele dia ali, a minha irmã se afastou totalmente. Foi o último contato que eu tive lá no dia 25 de dezembro de 2016. E dito por ela, e tá nos autos aí, que a pessoa que o senhor já já entrevistou, inclusive, que é um advogado fake, ele não é formado. Ele desafia. Só dá um Google aí, coloca no site da informação que já é periférica, se eu quiser conferir depois, não precisa ser agora. Essa pessoa recebeu uma informação que não era aquilo que ele diz, que começou a interagir com a minha irmã. Ela, um sofrimento com a dor, aceitou que aí ouviu aquela pessoa. Entendeu? Só que essa pessoa, ainda dentro, vai pesquisar, se tu quiser depois, não precisa esse momento. Teus seguidores para fazer e fazer agora, inclusive. Olá, eu não vou dizer o nome.

Dele porque eu não sei. Antiético, mas tem nos outros nomes dessa pessoa. Se colocar e fizer procurar OAB RS e dá o nome dessa pessoa, essa pessoa não é isso. Periférico Jefferson, você não tem a ver com a nossa discussão. Essa pessoa, a partir dali, começou a influenciar minha irmã e ela se afastou de mim. Então, ela, por esse motivo, agora você vai entender porque que eu vou chegar lá. Por esse motivo de interferência dessa pessoa, a minha irmã mudou totalmente os planos dela. Parou de falar comigo, voltou, viajou para o Rio de Janeiro. Ela disse que para mim que ia voltar do dia primeiro de janeiro, inclusive para Porto Alegre. Não sei eu, como eu não sei, eu não acompanhei porque ela não me mandou cópia da passagem. Foi entre dia primeiro e dois, ela voltou para o para Porto Alegre. Só que é o último dia que eu vi com ela, eu vi, falei com ela, foi o dia, presta atenção nesse detalhe, 25 de dezembro de 2016. Nenhum arquivo foi apagado. Ela tava com o telefone, já tava com ela desde de dia 16. Mas dizer que eu tivesse junto, que eu iria, só que eu não tinha como apagar, que ela tava com o telefone e viajou para Porto Alegre. Entendeu? O último dia que ela, como que eu ia apagar se eu vi ela no dia 25 de dezembro e os arquivos foram apagados dia 2 de janeiro? E ela diz disso que foi apagar aqui que estava com ela o telefone desde 16. Então, assim, era para deixar bem claro. Se alguém tem alguma dúvida, é só pegar a linha do tempo. 25 de dezembro, contato físico meu e dela, abraçamos, acabou ali. Eu não tinha como ter acesso a esse aparelho telefônico que estava com ela já desde o dia 16. Porque, seja assim, por má intenção, má fé, ludibriar, sei lá, escondido, não tinha porque. Nós não nos vimos mais. Eu fui para minha casa, ela ficou no meu irmão, afastar de mim, e ela viaja, e eu sem contato nenhum. Então, esse aqui, esses arquivos, nove arquivos foram apagados sem a minha presença. Eu não tinha como apagar, que ela já estava em Porto Alegre. Inclusive, quando estava aqui, foram apagados. E se eu não me engano, como confirmar, meu irmão parece estaria vivido, viajado junto com ela nessa data, certo?

Então, agora vamos deixar isso daí. Existe, fica bem claro que existe uma diferença de versões sua e da sua irmã nas histórias. Cada um sua verdade, cada um da sua forma, da sua narrativa. A sua narrativa me parece com Vicente, assim como a narrativa da sua irmã também me parece com Vicente. Eu não tô aqui para jogar, não sou jogador. Só tô aqui apenas para dar notícia. Mas que até quem vai resolver isso agora, pronúncia, é o juiz. Se o senhor vai ser pronunciado ou não, não sendo pronunciado, sendo pronunciado, só vai a júri. É uma coisa da justiça, não cabe aqui a mim fazer esse julgamento. Mas eu gostaria de entender, entender você. Não existem provas de toda defesa aí é sua, é bem vista. Tem que plataforma a sua, da sua narrativa, o Ministério Público mesmo assim abriu uma notícia crime contra o senhor. Eu donciou tanto que o senhor responde. E existem dentro dessa narrativa aberta, pelo menos pelo Ministério Público, pessoas, vou chamar de testemunhas, informantes, é porque eu não sei usar se são informantes ou se são testemunhas que afirmam. É uma delas, inclusive, afirma que foi também na adolescência abusada pelo senhor. Essa transformação, inclusive, trazendo, trazendo informações ali bem, bem concisas em relação a essa denúncia. Você afirma, acabou de dizer para mim, trazendo informações bem concisas. Isso você ouve alguém lhe disse isso ou você viu lá no processo? Não, tô trazendo informações que te fontes aqui que me passaram. Então, eu vou dizer, vou dizer assim, ó, a primeira coisa, tem que fazer um experimento muito importante que até assim, ó, com a minha responsabilidade. Eu não sei se o senhor sabe que o juiz determinou algumas medidas cautelares. Então, e isso aí já para mim não mudou nada, sinceramente. Assim, ó, muito bom que o juiz tenha feito isso. Que para mim altera a minha rotina, que eu moro num outro estado, não quero me aproximar, não me aproximei. O próprio juiz já confirmou com as pessoas que eu nunca me aceitei, choraram, ameaçado. Aí a gente não, nunca me aceite nos autos. Isso aí. Então, assim, eu não posso falar das testemunhas. Assim, eu não posso falar porque não pode parecer tipo ameaça. Enfim, eu vou te dizer o que assim, não é o que eu tô dizendo. Se o Jefferson acha nos autos essas mesmas informações levadas, não foram aceitas. Eu vou repetir, um juiz, uma juíza, três desembargadores entenderam que não tinha os textos como está sendo espalhado na mídia, em redes sociais. Uma coisa é a pessoa entender que não. Isso é bastante importante acontecer isso. Ele é como é que se recorrente nessas coisas? Então, é primeiramente, os fatorial supostamente acontecido 30 anos atrás, né? A correla ao Jefferson é assim, pessoas lidamente, pessoas que têm esse tipo de comportamento não ficam tempos e tempos sem sem cometer esses delitos. E outra coisa, vou trazer mais informação assim, ó, não é agora que é meu nome tá na mídia. Eu sou muito mais conhecido assim em termos de fato. E eu vou te dizer mais, indevidamente algumas das pessoas assim, colocando que eu como já como se tivesse julgado e condenado pelas redes sociais, pelas mídias, por essas pessoas que trouxessem de informação que não são aceito no poder judiciário, não foram aceito até o momento. Então, vou dizer assim, eu não posso me aprofundar muito, né? A questão das testemunhas, mas para você, se você tiver dúvida, volta e repetir, olhe lá, porque e os seus seguidores, se é isso tão grave como você tá dizendo inicialmente, para você corrigir que alguém disse para você, né? Mas muita gente tem essa percepção. Não tô te condenando, te julgando, entendeu? Mas assim, ó, a sociedade tem essa informação que o Jefferson é ocupado e foi isso um clima horroroso. E vou dizer mais, e eu continuo achando, eu hoje acusado, concordo que esse time horroroso. As pessoas têm que responder, tem que ser responsabilidade, responsabilizados gravemente no rigor da lei. Entendeu? E quando alguém diz assim, ó, procuro justiça, estou junto mesmo com a pessoa que tá me acusando. A justiça é para isso. Só que uma coisa é tu dizer assim, a justiça serve a encontrar, atendendo aquilo que eu que eu quero, tô buscando, alimentando a minha narrativa. No momento que dá contra você, vai ver nas redes sociais, até o poder judiciário começar a ser julgado. Não para aí, o juiz tem, não tá, não tá como que o juiz não vê isso? As provas estão aí. Quais provas? Essas que estão sendo dito na imprensa. Coisa que são assim, ó, provas estão sendo desconstituídas ponto a ponto. Entendeu? Eu vou, é uma coisa agora quando tem os lados e tem as perícias. Você só fala isso. Então, eu vou te dizer uma, e no teu canal aí foi divulgado que o bilhete, a perícia parece que não concluiu. É inverdade. Está lá nos autos a letra do bilhete que fala sobre essa questão da vítima ter direcionado, né, porque que queria que fizesse, né, na verdade, né? Mas essa é atentado contra ele mesmo. A letra não, assim, não tem dúvida, é condizente do menor. Então, quatro, cinco anos, me corrige assim, ó, se você não pegar Jefferson, eu olhei lá, me liga, entra em contato com a minha defesa. Tu disse, não é verdade. Então, olha lá, se tu não, perdão, não, não entende, não aceita, não quer entender e diz assim, ah, não sou técnico, eu interpretei diferente. Aí eu não posso discutir. Você não respondeu minha pergunta. O bilhete foi encontrado e é sim, bem claro. Se você não respondeu minha pergunta, testemunhas, todas as os argumentos que foram. Vou te dizer mais, vou te dar um esclarecimento para tu, para você e seus seguidores. As testemunhas de acusação, essas que foram conduzidas para trazer argumentos contra mim. Vou lhe dizer mais, trouxeram elementos vários, não é um, vários elementos a meu favor. Entendeu? Chegamos ao ponto, diz assim, que eu te que era tido como um exigido uma referência, não por uma, duas. Então, como que dá pouco assim essa pessoa, assim do nada, referência ao mesmo tempo? Eu era até a palavra suas que eu gostaria de sua revista que o senhor usou a um predador. Até entendo que pelas pelo contexto que só chegou, não acabou de dizer assim, ó, chegou para mim, sério isso? Essa narrativa realmente, caso tenha sido que eu sempre falo, caso tenha sido, se referia a um tipo de predador. Caso tenha sido, ainda não há se confirmação. As informações que tinha para você. E não, eu vou te dizer, mas não é só você. Se você não Google aí, botar meu nome, você vai ver muitas informações. A sobrinha teria feito isso, o tio teria feito isso. Você vai ver que por que que essas informações todas que estão jogadas quatro, cinco, seis anos na mídia nunca se sustentaram? Você tem exemplo de casos aí que eu acho que você deve ter acompanhado de outras, outras pessoas, né, que outros e comprovadamente até condenado criminosos que foi julgadamente apareceram ele vítimas. Então, essa pessoa que começa a escrever ele não comete assim um comete vários, é um desvio, né, alguns questões que é doença. Significa só que eles e essas pessoas não consegue trazer sustentabilidade soletrez naquilo. Entendeu? Eu vou discutir ela não conta bem simples. Essas testemunhas estão mentindo. Estão mentindo. Ótimo. Estão mentindo porque elas ganhariam com a mentira que estão dizendo. Eu não posso responder por outras pessoas. Qual é a motivação? Uma motivação que eu sei de todos. Essa pessoa que tá na frente disso, essas distorções, essa narrativa desconectada da realidade, é essa pessoa que se diz advogado, que está nos autos e não é. Que a delegada de polícia identificou que ele não é. E ele concorreu inclusive a cargo público e não é advogado. É essa pessoa, uma pessoa, um monte de pessoas. Pensei que não, em vários órgãos aí, o que que me acompanhe a suposta testemunha com toda a verdade que ele diz que fala que são robustas, não foram aceitas. Eu só gostaria de entender. Como você respondeu? Eu perguntei, testemunha está mentindo. Então, perfeito. Que levaria essas pessoas mentira? Mentira? Aí tu tem que perguntar para ela. Existe alguma animosidade dessas testemunhas com o motivo? Assim, ó, é uma, eu não posso dar detalhes das questões, mas uma das pessoas, se você vai ver, vai ver a vida pregressa da pessoa. Então, não é porque sou eu. Eu não sou melhor que ninguém, mas você consultar meu histórico ali, eu só tenho uma vida librar, ilibada. Eu trabalhei em órgãos que são checados de otnicamente, assim, a questão da como é que essa pessoa se comporta. Eu trabalhei e não vou aqui dizer assim, ah, jogar confete em mim, isso aí é história que tá provar, tem você fica fácil de verificar. Trabalhei em Copa do Mundo também, uma hora de inteligência, todo mundo trabalhei por trás, federado, rodoviárias federais. Então, assim, ó, de um lado, eu com todo essa história, 30 anos, elogios, tem vários trabalhos, assim, e não foi, não foi assim, nada aconteceu, me esforcei muito para chegar lá. De um lado, até eu, de outro lado, tem uma pessoa que você sempre brincava, a vida da Graça dela. Tem N motivos. Já não a pessoa. Não, eu vou ter que discordar do senhor, porque eu acompanho o caso Henrique. O acusado do crime tinha uma vida ilibada até o acontecimento do crime. Isso aí não quer, não quer dizer nada. Ou quer dizer aqui, não tem, não. Você tem conhecimento apenas pessoal. Para deixar claro, não estamos fazendo juízes de valores aqui de pessoas ou de ou de ou de pontos. É a gente tá tentando aqui trazer a luz da verdade. Porque caso, caso esse seja um crime, o senhor deve ser responsabilizado. Caso não seja um crime, o senhor deve ser inocentado e um pedido de desculpas dada ao senhor aqui. Não estamos aqui fazendo, como eu disse ao senhor, nós estamos aqui fazendo juízo. Eu entendi seu papel, mas se você vai, você vai concordar comigo que até o momento, se eu tivesse fazendo um exercício, tivesse no seu lugar, todas as informações chegaram até você agora e a sociedade está assim, tem muitas pessoas. Marcondes, nós tomamos atitude. Não sei se a minha defesa já te deixou claro. A gente criou, eh, a gente não, a minha defesa fez uma criação de páginas sociais para poder ter um alcance e mostrar para a sociedade de coisas que são ditas e que às vezes você às vezes pode até refutar, não aceitar. A pessoa não aceitar, mas estão lá nos. A dúvida tá na dúvida. Será que o Jefferson está dizendo é verdade? Falamos, confere. Então, assim, ó, muitas coisas foram dito na imprensa, várias coisas e estão sendo desmistificada nessa, nessa página. O que eu falo assim, ó, a pessoa tem o direito de tirar a conclusão que tiver. Só que com até hoje, até essa semana, as informações sempre distorcida e verídica de uma de uma narrativa construída. Entendeu? E a minha ideia é contribuir nesse sentido. Não quero que te dar o Jefferson inocente, porque não é. Você disse que vai dizer isso aí, vai ser uma autoridade judiciária. Eu tô só trazendo informações que é desconhecimento da grande mídia, de desconhecimento seu e da sociedade. Entendeu? O que aconteceu? A gente entendeu o que aconteceu com seu sobrinho. Sim, pela conclusão e pelas informações ali, é o próprio, o próprio laudo. Não sei se você acompanhou, é que as informações. Eu chego para você. Existe uma informação que chegou aqui que eu li. Deixa eu divergir entre a posição do corpo, você quer a arma estava embaixo do corpo. O que que eu entendo o que aconteceu? Porque o inquérito policial feito por pessoas que talvez tenha desagradado a outra parte, que disseram que reclamar da do trabalho deles. Nunca me aproximei, não conheço essas pessoas. Fizeram trabalho dizendo lá. Então, na própria, você teve acesso à conclusão de inquérito? Não sei se você teve. Autoridade policial diz assim, que ela, ela conclui com base nos autos, com base nos lados especiais. Não é assim. Eu acho, eu tô pensando, sentimento, esse meu entendimento. As autoridades policiais entenderam que assim, ou foi suicídio ou acidente, né? Que ele acabou tirando a prova por acidente. Essa é a conclusão da autoridade policial. E se você perguntar para mim, eu acompanho autoridade policial. Agora, porque a autoridade policial, ela não baseia não machismo, uma expertise, porque eu sou filho de policiais, eu sei mais que todo mundo. Não existe isso. E aí, eu vou dizer assim, eu sei que você não quer tocar nessa parte, mas quando quiser, alguém quiser ver quem é que movimentou toda essa máquina, assim, trouxe esse sofrimento, eu vou dizer uma coisa que eu vou, eu falei hoje, ainda estava dizendo assim, ó, tem uma dor, a perda, a minha dor, pode alguém questionar, esse cara não mostra nada, mas tem a mesma dor. Então, esquece o chefe. Tem a dor da minha irmã, o coração dela, tem uma perda e reparado nunca vai ser compensado. Mesmo que eu tiver, se provasse como ela disse, não vai trazer de volta dela. Só que essa pessoa, presta bem atenção, falar, essa pessoa trouxe uma dor inexistente, que não existia e não era para existir. Se me ser assim, chefes, que que tu mais quer agora? Não só absorção. Eu quero minha irmã. Enxergue isso. Se serve de pessoas honestas, corretas e tenta assim, quando ela deitar na cabeça dela no travesseiro assim, pô, já tá dentro dos lados, eu tô entendendo errado. Não quero que ela se entenda que essa dor, ela tá com sangue no sofrimento que não era bater. Esse sofrimento foi criado. Não existe aflição é factoide. Alimentou outros interesses de pessoas que usaram como plataformas aí. Então, assim, ó, essa pessoa que o senhor tá falando, não é do Ministério Público. Quem abriu a denúncia contra você foi o Ministério Público. Sim, mas aí é o seguinte, quando a pessoa, Ministério Público aceita e ouvir a pessoa na condição de advogado, e a pessoa não é, não sou eu que vou dizer que o Ministério Público não devia ter dinheiro. O senhor tá dizendo que é isso, só não é essa profissão. Então, deu isso, eu não posso entrar no método, tá fazendo trabalho dele. Se teve alguma outra questão, não cabe a mim. Eu da Defesa não está dizendo isso para desfazer o Ministério Público. Não, isso aí não cabe a mim. Quem vai dizer o juízo ou outra distância, sei lá, alguém e lá nos alça, ele vai discutir porque que a pessoa se apresentou num órgão público. Não vou dizer mais, não foi só no Ministério Público, direto pela pessoa, isso tá nos autos lá. A delegada e a polícia acompanhando, acompanhando o que você está dizendo. Mas eu tô dizendo o seguinte, ele não tem poder no Ministério Público. Qualquer pessoa que venha, não tem poder. O Ministério Público é fiscalizador, ele quebrou a denúncia. Então, vou te dizer assim, ó, eu trabalhei como assessora no Ministério Público. Nesses autos, o Ministério Público, ele vai para aquilo que está apontando. Chega que nem você, chega um monte de informações. Todo o trabalho do Ministério Público para mim, vai ser é importante. No mesmo torcendo desse papel, tô nesse lado de cá, tá esclarecer essas coisas que estão sendo apontada a mim e já estão no centro de desconstruída. Foi feito um trabalho. Pior, se alguém do Ministério Público criar uma aquela teoria da conspiração para o gesto, trabalhou aqui, vamos favorecer ele, não trate com rigor, não facilite, faça um trabalho e eu que tá sendo feito. Entendeu? Agora, sim, o processo não quer condenar, vamos verificar até onde tem as razões. É o que está seguindo, está sendo feito. E aí, a minha defesa chega o direito, a minha defesa disse assim, ó, não, isso não foi. Entendeu? Que é isso aqui? Perfeito, é direito, tá na lei. Todas as questões estão sendo desconstruídas, desconstituída da nossa defesa. Só uma coisa que o senhor interrompeu. Eu quero falar uma coisa muito importante também. Essa criança, ele tinha um pai, tinha, não tem um pai. O pai deles existe. E para você, eu acho que você nem sabe que talvez quem seja o pai, porque a as pessoas que engravidam em volta minha irmã, ele essa pessoa meio que brinda minha irmã. E esse essa pessoa, isso pai, pode até questionar que hoje, ele é um cara raivoso. Quando lá, ela traz a gente se contaminado pela narrativa, ele me disse assim, meu filho, te amava, tu era um exemplo. Meu filho, e essa pessoa, ele tem um coração sofrido e tá afastado de todas as ações. Parece que só a mãe que existe na vida é André e Ronaldo Gonçalves Goulart. Eu quero bem claro, todos três. Ronaldo não estava lá. E ele tem um pai, e o pai dele é uma pessoa sofrida, que sofreu e continua sofrendo. Entendeu? E assim, ó, eu não tenho, eu não tenho como até agora, não posso aproximar dele, mas eu quero também um pedido para ele, que ele busque a verdade. Não porque me disseram, ouvir, me falar disso aqui, pode questionar todas as coisas, porque ele tá com uma dor que não existe. Essa dor aí foi criada. Entendeu? E eu tenho certeza absoluta que lá no final dos aulas, eu você declarar inocente, porque assim, ó, é muito dificultoso, é eu conseguir desfazer essas mentiras. Algumas eu não entendia, eu levei dois anos trabalhando no escuro, porque eu não sabia o que estava sendo acusado. Hoje, as pessoas foram obrigadas a trazer para os autos aquelas informações que eu disse que me contaram. Sabe? E aí eu consigo desfazer isso aí. Finalizar que amanhã nós vamos fazer na segunda-feira a parte técnica com seus advogados, a gente finalizar. Agora, eu gostaria só de entender um ponto. Existe uma narrativa da sua irmã, existe na sua narrativa, tá? Existe. Vamos colocar melhor. Existe a verdade da sua irmã, existe a sua verdade, existe a verdade real que vai ser mais aproximada ali com o juiz vai dar. Perfeito. Você trouxe muita informação. Deixa eu só concluir, só por favor. Teve muita, não são várias verdades, mas na verdade real, ninguém nunca vai saber a verdade. Se você disse muito que a sua irmã foi influenciada por terceiros, por uma pessoa ali que entrou, assim, verdade, que trouxe tudo, perfeito. A sua irmã perdeu o filho, perdeu o filho, chora até hoje. Você perdeu o sobrinho. Bato aí, sendo sendo culpado, o inocente, ou se você perdeu seu sobrinho e a sua irmã, você sabe que a dor dela é imensurável, certo? Ela é a dor dela é numa culpa. Você, você é pai, então você sabe disso, né? Então, a dor dela não, não tem tamanho. Por ela, você mesmo dizer que ela foi influenciada por terceiros e por ela ter trazido essa versão, essa narrativa, eu queria entender mesmo, você sabendo da dor dela e também da ela possa ter sido influenciada por terceiros ou não, qual o motivo que te levou a processar a sua irmã?

Então, agora vou dizer, tá perfeito. Vou fazer assim, ó, é uma coisa muito assim, eu resisti muito porque na sua irmã dela. Agora, eu vou te pedir isso, por favor, pode me julgar. Eu vou te dizer assim, eu fui existir até onde pude para tomar essa atitude, porque assim, também sou um pai de família, também sou uma pessoa que ele é amigo. E assim, não é só a questão da minha moral, isso aí é perto da minha dor. Concordo, parece uma pessoa sem sentimento, vai processar. Eu concordo. Agora, veja bem, pensa bem, atenção agora. Diariamente meu nome está lá, eu como pedófilo, o assassino, desculpa dizer as palavras, mas eu quero derrota lá, não sei o quê. Então, imagina como é para isso para minha filha. Vem isso aí. E as pessoas seguindo dizendo, porque assim, elas provarem daqui é um x- começar, é uma coisa, é uma coisa que depois narrativa, distorções, mentiras em verdade, e me acusar uma e trouxeram para a sociedade e botaram na mídia. Depois que nós terminamos, você olha aí nas redes sociais, na na nas redes sociais, nas mídias, as próprias pessoas que me acusam, esse grupo aí, tá lá o Jeferson, assim, inclusive imprensa, encosta já reconhecida, botando Jefferson, tio fez isso, fez aquilo. Não diz assim, ó, foi acusado. Que nem você tem um cuidados, uma coisa. Então, assim, como é que eu poderia parar? Eu não posso me aproximar dela. Como é que eu poderia parar o processo? Que é isso aí que eu disse, eu não me sinto vítima, mas tem que ter um limite. Uma pessoa todo dia botar lá, ah, porque fez isso, pega e adiciona aquelas aquelas em verdade e coloca meu nome completo, a minha foto. E assim, é bom você olha nas redes sociais, que que eu fiz? Eu consultei legalmente, o que que a gente podia fazer? Isso aí, eu vou te trazer então um histórico que tu não tem muita parcialidade de informações. Ou quando uma parte se uma parcial, tu tem uma desinformação. Então, vamos lá nos autos, a gente trouxe essa preocupação. Ah, tá acontecendo isso. E sabe, você conhece bem o seu trabalho. Internet, os odiosos, os raivosos, internet, tem gente querendo cadeira elétrica. É só combinar que a gente faz o serviço. Você tem, ele tem provas disso aí. Isso aí não que ela tenha dito, mas ela alimentou que fosse feito contra mim. Não só ela e outras pessoas. Não foi a forma legal de considerar isso. Ainda levamos até o processo, o local juizado, onde está? Qual foi a resposta? Aqui nós temos esse trabalho. Eu até entendo o tribunal do júri. Você talvez as pessoas que não tem questão entendimento legal bem assim, para nós assim, a resposta tá lá nos autos. E essas provas tão nos autos. Dos ataques diários ali e ameaças de vida contra mim, a pessoa, minha filha, não tava favorável, não podia nem dar aula na escola. Imagina, porque tá, tu imagina assim, ó, se uma pessoa ocupada, é uma coisa. E agora faz um exercício e se não é ele, isso lá foi comprovado adiante. Quantas pessoas são linchadas publicamente hoje? Só chegaram no Rio de Janeiro, eu já posso Salgado Filho, eu corri, ser reconhecido e ser lixado. Ninguém vai querer saber se a perícia disse ao p, o que tá dito que for entre aspas provado na mídia que eu fui ontem. E aí, seguinte, como é que nós aí voltando da questão judicial, foi dito, procure outro caminho, né? E a gente fez isso. Nós somos em outras instâncias, fiz um encaminhamento aqui pelo Poder Judiciário aqui do Rio de Janeiro, não avançou, não evoluiu. Aí tomou uma mentira, vamos fazer em Porto Alegre, que como tem a questão da territorialidade, territorialidade, então, adoro a zona, né, o local lá. Então, vamos fazer por lá. Aí vou dizer, mas que o meu irmão, ela foi notificada, tem outras pessoas que estão fugindo das notificações, sabe? Assim, na linguagem popular, inclusive assim, Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro não é Rio Grande do Sul. Meus defensores, eles são os mesmos que estão me acompanhando nessas ações. Porque assim, ó, qual é o objetivo? Que é insensível uma mãe que tá sofrendo, mas o seguinte, esse sofrimento dela não dá o direito de trazer risco para minha vida. Entendeu? Quando o carro aí você vai ver assim, ó, ela foi notificada, foi e mais pessoas foram, e outras vão ser, porque elas têm que ser assim, assumir aquilo que fazem, que divulga na internet. Entendeu? Com a minha dizendo que eu sou o autor, não tem direito de dizer isso. Mesmo com todos os pensamentos, eu vou te pedir, ou você ou assessor seu, olha nas redes sociais, como está meu nome. E não é assim, um dia, até porque existe apenas um som da inocência. Pegar um avião agora, amanhã e descer no aeroporto, me reconhecerem, vão dizer assim, inclusive, estava com gente. Como é que ele tá agora? Quero foto. Perguntou para minha irmã, como é que nas redes sociais, inclusive aqui no Rio de Janeiro, começaram a procurar. Hoje eu sou o ermitão de redes sociais, que eu gostava, compartilhava com a minha família, eu compartilhava aniversário, como a gente mora longe, mas a rede social para compartilhar com os familiares, a própria irmã, a gente fazia isso. Hoje eu fui privado de tudo isso. Porque a minha integridade física, sem contar a integridade mental, mas a física, eu estava correndo risco. Vou te dizer mais uma coisa. Qual é o meu desejo hoje? Agora, eu quero te dar uma posição que nunca foi falado assim, ó, eu não me afastei dela, ela que se afastou de mim. Eu entendo, eu entendi que era até então, eu pensava que era pelo luto. Hoje eu sei que é uma coisa totalmente conturbada, distorcida. E assim, qual é o meu maior desejo? Além de provar a inocência, que isso aí eu tô provando, eu não tenho, não tenho dúvida disso aí, na questão, mas sem dificultoso, é época que são pessoas dizem que eu sou inteligente, mas quem tá construindo tudo isso aí, e a gente tá conseguindo destruir, foi pessoas inteligentes que até tem algum conhecimento da área jurídica, mas não, não tem naquilo tudo que diz. Então, assim, qual é o meu desejo? Além de ser inocente, porque isso aí, você é que a minha irmã tirasse essa dor. Extra, não sei se eu consigo fazer, deixar claro. Se ela tem uma dor, a perda, dentro dessa dor, agregada mais dores, a perda de um irmão que ela acabou, vamos dizer assim, já passou de mim, porque aquela construção ali foi um monstro. Eu sofro todos os momentos da vida dela. Mas quando eu encontrei essa minha irmã, uma vez dormindo, como ela tinha bipolaridade, ela ia morrer dormindo, e eu tomei providência. Eu encaminhei ela para o hospital, internamos ela para ser tratada. Ela me promove a vida dela. Eu e a minha esposa, com as minhas crianças, assumimos as crianças dela e demos suporte até que ela foi sim, foi tratar. Isso aí pode perguntar para ela, foi tratado e tal. Então, a pessoa que ama, que cuida, que tira do leite, que acaba, ela ia morrer, ela ia acabar morrendo. Então, o que eu queria mais na vida, te dizer sinceramente, é hoje, está abraçando ele, cuidando dela, e que ele estivesse outra pessoa ocupado, era a primeira, tá do lado dela, confortando, porque eu vivi assim, eu sei, eu nasci assim, fui criado assim, cuidando dela, e ela me cuidando. Hoje, a gente não tinha se afastamento. Então, assim, o meu tinha que ela não sofra essas questões por dores desnecessário. A perda é reparava, mas agora esses outros que eu, eu todas as crianças ou não crenças, mas assim, o meu desejo de coração, eu oro o resto todos e peço para que ela veja essas questões que estão nebulosas para ela, que ela consiga tirar do coração essa dor. Eu sei que eu posso, eu tô me esforçando para tirar essa dor dela. Entendeu? Não é só porque a inocência, isso é questão de inocência. É como você disse, lá vai no final, vai ter um caminho só. Que eu quero que ela não sofra mais. E ela sofre, eu sofro, porque eu sei que ela só uma coisa que desnecessário. O pai da criança sofre. Entendeu? Então, por uma questão que não é havia necessidade. Desculpe, estendi, mas é assim, ó, essa semana que a gente começou a tomar essa providência, trazer conhecimento da sociedade, foi até uma questão de estratégia. Seja, não podia falar antes, que não era o momento, não tinha, né? O processo ainda estava lá atrás, né? E eu não sabia do que que eu tinha que me defender, né? Então, uma última pergunta. Sua família, você disse, me deu curiosidade agora. Você disse que vocês são cinco irmãos, né? Você e a Kátia, três irmãos seus. Três irmãos estão ao seu favor ou a favor da Kátia?

Eu vou te responder assim, ao final da minha. Eu tenho para isso. Eu sou obrigado. Lembra que eu disse que está nos autos? Isso voltam a questão dos autos que essa pessoa perignações em vários órgãos, tá lembrado? Não sei se você lembra que eu falei isso. E eu acho que essa prova, a pessoa fez, não fui em tal lugar, eu fui lá. Essa do meu conhecimento que eles foram em várias pessoas, inclusive nas casas dos meus irmãos. Imagina, é isso, né? Só um. Esse meu irmão que é o que teve efetiva participação na questão do telefone e outras pessoas que lá nos autos aprovado. Os outros assim, tão, pelo menos a gente não tem contato direto, até porque até para preservá-los, né? E de evitar um constrangimento, até porque senão daqui a pouco envolve eles. Não têm porque meus irmãos receber toda essa carga de informações distorcidas. Então, assim, ó, eu não julgo, eu não posso jogar meu irmão. Se a favor de a OB, agora quando eles pegaram essas informações que a gente tá trazendo aí, sim, eu digo, não, agora eu analisa o genro, tá dizendo, mas não é um cheiro, tá dizendo, tá mostrando que aqui tem essas informações são científicas. Então, leigo, já alguma pessoa quer dizer, não, mas isso aí não é assim, não é assim, é a ciência. Eu acho que você esclarecido aí seus seguidores. Eu acredito que muitas pessoas também vão entender. Nossa, tá lá no laudo. Não é para favorecer o Jefferson, é para favorecer a verdade. Aquilo que você disse, e a verdade doa quem doer, a mim, a quem se eu aceitar, alguém não aceitar, é outro problema, mas a verdade é uma só. Pode ter versões diferentes. Daí nós vamos chegar a conclusão. Dia, mas o senhor te agradeço profundamente a oportunidade de responder essas questões. Os meus irmãos, eu continuo amando eles incondicionalmente. Inclusive a Kátia, não tenho raiva, ódio dela, tem muita tristeza. Porque se eu pudesse tirar com a mão essa dor dela, essa desses fatores agregada nesse momento. Seus irmãos estão contra você? É isso? Eu não tenho conhecimento. Como eu não tenho contato com eles, não sabe a opinião de cada um. A gente não se falou mais sobre isso, né? Eventualmente, eu falo com o irmão que tem uma chance, uma questão que eu não vou entender muito, que não tá no zap. Eu gosto de usar, mas é, eu, eu fiz a nós temos jazigo lá, que eu fui o administrador, vamos dizer assim, do chazinho da família, e a gente dividiu, combinamos lá. Quando meu pai faleceu, nós não tínhamos isso, né? Então, era novidade de perder um ente aqui próximo, né? A gente fez uma crise, eu fiz no meu nome uma questão e cotisamos em cinco partes. Então, na época, a gente pagou parcelado, e agora a gente só paga a mensalidade de manutenção, que são duas vezes por mês. Me diga, como é que eu vou cobrar das pessoas? Eu não tenho contato deles. Eu vou cobrar sobre taxa, dinheiro. Não é o valor, mas é questão assim, ó, moral. Fazer assim, que nós estamos inclusive, onde tá o próprio meu sobrinho está lá. Eu tô pagando só um dos meus irmãos que pagaram parte dele. E eu repito, que não é a questão do valor. Valor é agora irrisório, mas assim, ó, uma coisa, um acordo que nós vemos lá atrás. Eu não tenho nem condições de dizer sobre dinheiro. Como é que eu vou falar em dinheiro? Não é interesse o meu dinheiro. Eu queria que meus irmãos tivessem unidos, inclusive eu, todos nesse sentido. Eu não sei para dizer assim, ah, ele é a favor ou contra. Todos os meus irmãos, e eu não me preocupo com isso aí. Que se ele tem a contra, com todas essas informações, eu faço uma ideia. Se eu tivesse lá do outro lado, possivelmente eu ia ficar contra o outro. Essa versão do Jefferson, monstro foi criado. Entendeu? Toda pessoa de bem ia ficar. Agora, quando eu espero por isso, que é importante nós trazer essa informação para você e trazer a pessoa pode até discutir, eu não aceito, eu não entendo, eu não quero aceitar. Não é assim, tudo bem, é um direito, mas o que tá ali está ali. Daqui a 100 anos, eu não vou estar aqui e nem você tá aqui mais. Aqui a senha não tá acreditando, mas essa, essa narrativa de que uma pessoa conseguiu influenciar Deus no mundo, conseguiu conhecer seus Ministério Público, mídia, uma única pessoa, ela teria que ter um alto poder de convencimento de persuasão, né? Concorda? Você já não ouviu essa pessoa? Tu não ouviu uma pessoa aí? Tu não tem um monte de problema nas vidas dessa pessoa? E agora me diga, se sinceramente, até uma das pessoas que eu não posso olhar o olho no olho, mas aqui por não entender a mente, você não estava inclinado a acreditar sem justiça? Não precisa ser, fique à vontade, não responder, mas com todas essa carga de informações que chegou para você agora, mas que as pessoas estão recebendo diariamente, você não ficaria inclinada a acreditar que se trata que a pessoa realmente não? Eu acho que a pessoa tem uma culpa por isso, por aquilo, por esse motivo, porque todas as gamas de informações que chegaram a você. Eu vou te responder. Eu vou te respondendo. Eu não tenho medo. Devido a todas as informações que foram trazidas, tá? E foram trazidas ali pelas pessoas, pelas narrativas. Em primeiro momento, não vou colocar o Jefferson, o Jefferson tá, mas qualquer outra pessoa que me traga essas informações e que me mostra, eu adaptar o acusado ali pelo com lógico, com o devido respeito, mas como acusado por um crime bárbaro, por um crime assim, que não deveria, não deveria existir precedente. Mas por isso, por conta disso, é que nós aqui temos a finalidade, escutar o outro lado, porque como eu disse, foi uma moeda, existir, ela tem a cara e a coroa, e ela se torna a moeda. É como eu disse, existe a sua versão, existe a versão da sua irmã, existe a verdade. Quem decide isso não sou eu. Então, eu rolo para que a verdade apareça, seja ela qual for, seja da sua inocência ou da sua culpabilidade. Eu não sou eu que eu não sou juiz, não sou jogador. Falava assim, ah, você é culpada, ah, pelas provas que a sua irmã, você, você é culpado. Ah, pelo que você me trouxe agora de informações de você, inocente. Não, não me cabe. Cabe hoje o Poder Judiciário, através dos seus legisladores, operadores de direito, e através das provas produzidas na audiência de instrução, ter o melhor valor de juízo em relação ao caso, que será pela desclassificação, pronúncia ou absorção. E que se faça a justiça rapidamente. Você não quer acender muito tempo do seu canal. É você concorda comigo que a pessoa ser acusada num crime mais bárbaro, mais hediondo, que digo assim, eu vou dizer, se eu acho que eu disse no início, eu repudia esse tipo de crime. E não sou eu criminosos de outros crimes também, sabe? A comunidade criminosa e não aceita ninguém. O ser humano assiste, tu ser acusado, não quer dizer que tu cometeu. Ou seja, toda pessoa foi acusada, foi condenada. Preocupado? Não. A gente tem ele prazos aí de pessoas que muita dificuldade, eles conseguem comprar. Às vezes, a pessoa tem oportunidade, outros não têm. Enxadas mortas, e às vezes nem era aquela pessoa, confundindo fisicamente, parecia aquela ali. Tudo indicava as provas aí, e ela não teve autoridade e foi lixada morta. A gente tem e não tá fazendo vídeo. Sabe? Tem pessoas injustiçamento aí, completamente errado. Professores, olha, isso se o gel está dizendo é bobagem. Se eu não fui linchado pela internet, os os odiosos ali, as raivosos, então assim, eu nem fui julgado, não há julgamento ainda. E como você disse, lá diante, a autoridade magistrado vai decidir. Não foi decidido. Mas para as pessoas leigas, tá decidido, tá aprovado. Ah, ele pediu isso, ele fez aquilo, ele apagou aquilo. O bilhete não era. Todos esses informações para a sociedade, ela vem recebendo isso é quase seis anos. Entendeu? Então, quando você pega esses dados todos, seis anos, mas tá lá, martela, martelando, e a justiça não autoriza o meu recolhimento. Opa, que tá acontecendo? Tá protegendo a pessoa que está participou. Eu tô na reserva, mas aqui no Rio de Janeiro, ninguém tem vínculo comigo. E eu te digo, se os criminosos detesto essas pessoas que fazem esse tipo de crime hediondo, policiais, pessoas da segurança pública, muito mais. Porque eu te digo, por mim, nós trabalhamos. Se a pessoa tinha culpa, vai responder e dentro dos rigores da lei. Agora, tu se é acusado, embora aparentemente, como você diz, assim, foi aceito pedido, não quer dizer que a pessoa é condenada. E lá diante, você vai cobrar. Então, não vai ver reconhecer o tempo, vai direto dizer quem tá certo. Só que eu te agradeço enormemente a oportunidade de trazer informações que teria muito mais. Os professores vão te procurar, tá sendo alievada aí para uma outra live, né? Eu convido a todas a assistirem e não só na live, dentro das redes sociais que minha defesa criou ali, nós estamos contribuindo assim, distribuindo informações que não é achismo, não é eu acho, eu penso, sabe? É a pessoa, dados sólidos que estão nos laudos ali, no processo. Nesse sentido aí, pode ser repetitivo, chato, mas eu não posso fugir disso, porque eu sou julgado é lá nas redes sociais. Eu estou condenado. Desafio, olha lá e bota o meu nome no Google, lá você vai ver. Tô condenado, eu sou culpado e pronto. Já era para ter não fazer a maior parte desse mundo. Entendeu? E aí você entende, então, por que que eu tive que tomar medidas drásticas?

É tipo, o remédio amargo dói, dói. Imagina, eu quero proteger essa, essa pessoa. Aí um dia, foi uma criança assim, que eu amei desde pequena, a nossa irmã única. Meu pai me dizia: "Você tem que cuidar da tua irmã." Nós íamos na festa, eu ficava paparicando, cuidando para ver se ninguém vinha abusar dela, assim. E ela pode confirmar isso. O nosso procedimento era esse, é proteger ela, trazer carinho.

Hoje eu não posso proteger, porque eu sou o monstro do outro lado. Agora entendeu? Então é uma outra perda que ela teve. Eu sei que mesmo ela com raiva, ela perdeu a mim. Ela tinha um irmão que amava e ela. E mesmo essa pessoa, né, que movimentou tudo, diz que era Deus no céu e eu na terra para ela, porque eu era exemplo, era dado. Nada da parte que ela conhecia uma pessoa começou a mudar toda essa, toda a história. Entendeu?

Aí, aí eu não vou julgar também. Diz assim: "Se a pessoa tem esse poder, o tempo dirá." Agora, a gente sabe que pessoas têm capacidade de arquitetar coisas e trazer vantagens para si mesmo. Essas vantagens, como eu te disse, ocorrem. Tinha cargo público, ganhar visibilidade, né? Que não era tua casa, você trabalha nisso, é o teu trabalho. Faz parte. Eu agradeço tanto de coração e espero que com minhas palavras tenha sido agressivo, mas assim, eu quero que entenda também.

Eu gostaria de fazer um acordo contigo. Gostaria de realizar uma outra entrevista contigo assim que sair a decisão da AIJ. Sim, podemos afirmar esse acordo. É o final da decisão da. Tá, não estamos já. Eu vou gostar na defesa, mas a princípio da minha parte, eu concordo. Lá no final, não na decisão, quando o juiz decidir a J, né, entre pronúncia, de classificação e absorção, nós realizarmos uma outra entrevista aqui. Vai falarmos de pontos que a gente, devido ao tempo, não podemos falar. Aí a gente pode, eu tenho que sempre tá acompanhado com a defesa, que esse processo não é, não se encerra. Isso considerado inocente, vai ter recurso e, enfim.

Mas eu espero assim, com essas contundências, assim, essas vão dizer assim, essas enfrentamentos de teses, de teorias, que a gente consiga convencer as pessoas, pelo menos refletir. A gente tá nesse caminho aqui, ó. A gente acusou o Jefferson de ter apagado arquivo, que o telefone não tava com ele. Tá aqui para a prova, tá? Que mais que foi dito? Que quanto gêmeos que a gente tá dizendo errado? Entendeu? Que as pessoas vivem isso também. Quem não, não precisa ser, não é um expert. A pessoa vai ver assim: "Eu tô dizendo que ele fez isso, mas tá 30 dias." Não aceito, não entendo nada disso. Tá aqui, tá provado. Um lado pericial científico tá dizendo que foi apagado no dia X e o Jefferson não tava com esse aparelho. Por exemplo, assim.

Lá tem construções. Ali foram dito assim: "Me disse, me falaram, ouvi falar, não sei o quê." Isso aí não tem como. Já disse, "me disse" é complicado, né? Mas eu, em princípio, eu posso confirmar. Eles vão contar em contato com você, né? Daí a na sequência. Mas em princípio, eu não, para mim não teria problema. Até porque para mim, essa importância de eu dizer assim, hoje, nessa data, num ponto futuro, dizer assim, que eu vou confirmar tudo que eu tô dizendo assim, apesar do sofrimento, da dor.

Não pensa, não. Pensa assim, ó: por eu acionar ela na justiça para parar de me atacar e me expor dessa forma, de uma forma que eu nem fui condenado, não me dói. Eu sinto. Você vai falar com você pessoal e pergunta se eu não fui relutante assim até outro momento. Corre o risco de descobrir o teu interesse. Eu tive que mudar de endereço, apartamento, inclusive uma das questões questionada pela transação. Não é encontrado desde o início do processo. Da situação, vou colocando até que não advogado, por ser de outro estado, Paraná. Não, ele tá fugindo, meu amigo. OAB nacional é que a pessoa que fala as bobagens não sabe que a OAB. Isso é formado lá em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e pode trabalhar no Amazonas. É a mesma. Não tem, existe isso aí. Então é tantas bobagens assim que as pessoas se perdem dentro daquele, não se sustenta. Entendeu?

Então assim, ó, pode, a gente vai conversar sobre isso. Mas eu digo assim, adorei enorme aquela tua pergunta. Falou assim, ó: "Enorme". Mas não é porque eu quero, assim, porque é porque eu preciso disso aí. E não é só para restaurar a minha, a minha moral. Como eu disse assim, ó: "Olha, procura nos autos, tem cópias lá das pessoas dizendo barbaridade quando a minha pessoa." Você sempre pensa assim: "Quantas pessoas estão com raiva dessa pessoa?" Assim, "esse monstro foi criado." Eu não queria. Pode fazer uma ação contra uma pessoa assim, várias, né? A gente sabe, infelizmente. Mas esse ponto, Jefferson, eu nem entrei nesse ponto. Agora, e finalizar. Mas você tocou no assunto, eu não posso deixar passar.

Quando você disse ali do do processo que você move quanto a sua irmã, você move um processo não para acessar as declarações, mas existe um processo por dano moral. Ao contrário, a minha preocupação é que esquece toda a publicação. Entendeu? O primeiro momento é a minha saúde física e mental, a integridade. Que assim, ó, está claro ali as provas. Então não sabem. Tudo bem, tudo bem. Mas o ponto é esse. Vou dizer mais, outras pessoas vão ser alcançadas por isso. Irresponsabilidade ou não, vai que depois da autoridade judicial. Entendeu? Não cabia, fazia, não, não aceita. Mas a gente sabe que quando constitui uma prova que a pessoa faz um print daquela publicação e ali tá dizendo: "Morte, esse monstro, vamos matar." É só dizer, falar, combinar que a gente vai lá e faz o serviço. E a pessoa tá comendo. Faz esse comentário nas publicações que eu entendo. Até que a dor, a revolta, ela usar essa força como mola, como atriz dela, para tentar resolver esse caso. Até entendo. Mas é isso que eu quero que tu entenda. Ela deixa a posição de mãe enlutada, que isso aí vai me doer o coração o resto da vida. Pela atenção, mas ela deixa dessa posição e parte para uma outra situação de alimentar um possível ataque real por conta disso. É isso que eu não entendi. Ao invés de cessar somente as declarações.

Eu não ia entrar nesse ponto, mas como você trouxe a questão financeira, você pode verificar depois com os advogados, que aí é o que a lei prevê algumas questões, né? Que o dano não se torna só o risco, né? Então tem outras, outras questões aí. Eu não, essas questões técnicas, eu vou me permitir, se você me permitir, eu vou repetir. Eu fui relatante até onde deu. As pessoas vai te trazer risco de vida, né? O risco de morte, né? E aí essa questão de da financeira é uma coisa que não sou eu que não fui eu legislador. Por que que ele colocou lá, né? Qual é os danos além daquela do dano moral? Por que que esse relacionamento financeiro? Eu não tenho informação direito, tem algum conhecimento para formações que eu tenho, mas não essa questão. Pode discutir com nós defensores, tá bom?

E digo mais, né? Não é só ela. Outras pessoas que estão atuando livremente porque não foram alcançadas, eles estão fugindo de receber as notificações dos processos. Eu gostaria de agradecer por ter confiado aqui na gente, por ter dado a sua versão. O espaço fica aberto. Já fez o convite para quando finalizar a J, nas quando voltarmos a conversar sobre o que foi discutindo na J, sobre tudo. E eu te peço, eu te desejo que a justiça seja feita. Meu desejo para você que a justiça seja feita, seja ela qual for, tá? Eu não, como disse, seu jogador, que a justiça seja feita para ti. Compartilhamos da mesma vontade. A minha vontade é a mesma. Quando uma pessoa regula uma bandeira, disse: "A justiça já." Eu concordo. Eu acompanho. Justiça, que a justiça está trabalhando, é um poder. A gente sabe que todas as áreas têm problema, mas a gente sabe que a justiça está trabalhando nesse caso. E assim, ó, não é para favorecer o Jefferson, que foi quando tá sendo dito assim: "Ah, ele trabalhou lá, imagina." Vai poder judiciário também, vai tomar decisões que estão até agora. Quatro decisões graves, né? Foram pedir contra mim. Ela tomou a decisão que me recebendo a nossa tese. Aí alguma coisa não tá bem nisso aí, né? Então não é o Jeff, tem tanto poder agora. Vou inverter. Tanto poder assim de fazer essa inversão, não tem. E ao contrário, as pessoas, todas as pessoas de bem querem punir pessoas assim que promete esse tipo de crime. Inclusive eu. Se a pessoa começa, mesmo que faça, é responsabilidade. E digo mais, nos rigores da lei.

Eu agradeço também a participação aí. E eu sei que pode chocar algumas pessoas e assim, ah, mas é insensível. Que, mas eu quero também analise. Eu estou bem, sou pai, eu não deixei de ser pai, eu não desisti de ser ser humano. E eu faço assim, ó, esse exercício muito de empatia, de me colocar na minha irmã. Eu queria estar do lado dela, abraçando ela todos os dias, fazendo que a gente sempre fez a vida toda. Infelizmente, eu estou numa situação oposta, né? Contraditória a tudo que está sendo dito. Meu desejo que ela consiga enxergar a verdade. Você disse que seja verdade. Só que eu discordo de você que a verdade é só uma. Não é dela, não é minha, não é uma só. E que essas versões, essa verdade, a gente nunca vai saber. Essa verdade tá enterrada com o André. As provas não. Eu esqueço o Jefferson. Se uma pessoa condenada, a verdade chegou naquela condenação. Se a pessoa absorvida, a verdade chegou que não é. Então, eu acredito na verdade, acredito no poder judiciário. Se hoje, se lá adiante, hoje tu dizia que acreditava, eu confio mais ainda. Confio no Ministério Público, todo esse trabalho árduo, assim, de enfrentamento. Se isso parar, pensar é bom para mim. Que estão fazendo todo, esgotando todos, todas as questões, possibilidades. E a gente tá com calma, com muita pensamento assim de trabalhoso, é desfazer algumas coisas. E eu vou te dizer assim, ó, não me surpreenderia que lá adiante eu tinha essas pessoas começam a mudar de ideia na parede. Já tá dizendo: "Tem sentido, não é o que ele tá ali, aliás, não é o que tá dizendo, é o que tá aqui." Enxergar que me parece que as pessoas querem chegar aquilo que favorece. Meu entendimento é esse, a minha interpretação é essa. É diferente que tá lá é fria. Aqui há 100 anos, nem eu, nem você vai estar aqui. Alguém vai dizer: "Não tá aqui, tá digitando nesse caso aí." Tá, você teve uma repercussão grande, que eu sei, através dos meus defensores. Pessoas estão debatendo em escolas. Que é uma questão muito grave, né? Eu acho que depois poucos casos ganham tanta repercussão. É que eu entendi, você não tem essa, essa ciência que houve e que está sendo há seis anos, eu tô sendo executado, condenado. Então, imagina seis anos, todas as provas passou. Não entende? E realmente, como é que vai entender uma coisa dessa? Por que que não tá preso? Por que que não foi condenado ainda, se tem tanta prova assim? Entendeu?

Agradeço mesmo, mais uma vez. Um só é um caso, é um caso que a gente fala, é peixe. No caso que envolve dois irmãos, um caso que envolve uma criança que perdeu sua vida. Narrativas. E a gente vê aí o nome do André, do seu sobrinho, sendo ventilado por supostos, supostos crimes acontecidos contra ele, pode ser realizados pelo senhor. E a gente pensa, né? Como é que uma guerra de narrativas pode levar a esse pensamento? O que se realmente, se você pudesse, só por curiosidade, hoje, se eu pudesse falar alguma coisa, se eu pudesse falar alguma coisa para o André, dessa guerra de narrativas entre o senhor e a mãe, eu falaria para ele. Eu, ao falar, eu saberia que assim, isso é uma questão muito de criança. Pessoal, que teria um sofrimento. Eu tenho certeza que ele ia querer a nossa união. Porque assim, o titio, com a experiência que eu vivia, até o último dia, era uma criança iluminada, uma criança assim de amorosa. Tanto que onde ele ia, trazia alianças. Eu nunca vi ele dizer assim: "Causou uma discórdia." Então eu diria assim, ó: "Se ele tivesse a capacidade, aí a criança, de cada um, ajuda a tua mãe, o padrinho se vira. Eu tenho, vou sofrer, tô sofrendo, mas eu quero ajudar tua mãe. Ela enxergar isso, a verdade. Ajuda ela, ama ela, derrama amor sobre ela, protege ela. Quantas maldades, quantas verdades que ela enxerga aí usando suas palavras na verdade, mas na verdade não é aquela que que serve a determinado momento, em determinado situação. Na verdade real, para mim, a verdade é só uma. Você pode contar mil vezes uma mentira, ela toda vai ser verdade, vai se aproximar um milhão parecido com a verdade, mas não é a verdade. Algum momento, algum tempo, ela vai ser desfeita."

Então assim, ó, eu pediria assim para ele, não só ele. Eu vou te dizer assim, eu peço a Deus. Eu vou aqui, uma, uma confidência minha. Eu, ó, todos os dias e peço pelos todos os meus irmãos, todas as pessoas envolvidas, que tem clareza, entendimento e sem deixar contaminar por sentimentos, para que chegue esse processo, que se encerra o quanto antes. Lá atrás, eu já tinha dito isso aí. Eu quero acabar com esse sofrimento da minha irmã, assim, de esse sofrimento que ela tem, uma coisa que ela não precisava estar vivendo. Não sei se eu consigo. Eu tenho muito sentimentos assim que acaba de repente, não consigo expressar claramente isso. Meu desejo que ela não estava pedindo esse sofrimento, que não existia, o que ele sabe, ele saberia, não aconteceu e ia tirar esse dormência, o outro tormento que a perda. Eu queria estar até hoje confortando, não posso. Eu queria estar abraçando essa pessoa, minha irmã. Ela tem os defeitos, como nós todos temos defeito, mas é uma pessoa assim, ó, maravilhosa. E teve uma perda grande. Eu queria estar a vida toda, eu me inspirei em ajudá-la e protegê-la. E hoje em dia, a minha presença é o mal para ela. Então assim, por tudo que foi colocado, eu pediria assim: "Protege a tua mãezinha, consiga faz com que ela consiga ver a verdade." E eu rezo a Deus, né? Você colocou ele, mas eu peço a Deus, para mim é onipotente. E que as pessoas podem enganar outras pessoas, mas a Deus e quem fala qualquer pessoa, somente a Deus, que não é culpado, tá bem? Desculpa, não entendi. Eu digo assim, o nome falso, o nome em vão de Deus, ele também vai sofrer as consequências, né? Então, quando eu digo, eu não peço nem por mim. Eu peço, então, deixar bem claro para ti, eu peço pela minha irmã, que ela pare assim, que ela consiga estancar esse sofrimento, assim, que na minha visão, não era para ela ter vivido.

Eu fiquei muito surpresa. Você marcou, você não tem ideia quando conseguiu entender. Não acredito as pessoas estão dizendo de mim. E depois, aí quando começou a aparecer essas coisas aí, deu muito trabalho fazer esse exercício assim, pô, começar a pensar. Telefone que está o telefone, vai começar. Não, olha aqui, ó. Aí depois, olha. Por isso, eu vou te dizer uma coisa, porque é importante o Ministério Público. O Ministério Público correu atrás dos lados. E esses lados hoje favorece isso a minha defesa. As coisas, as testemunhas de acusação estão dando solidez a minha defesa. Então, assim, eu peço assim a Deus, tira essa dor da do coração da minha irmã. Sendo repetida, eu quero que a senhora para ontem, que ela consiga se passar de ver o luto dela, o sofrimento. Não disse realmente, me procura, que me perdoa, que não sei o quê. Porque assim, eu não tenho sentimento de culpa disso. Porque uma coisa que eu não fiz. Por eu não ter sentimentos, como eu seria um psicopata? Ou eu, porque eu não fiz, no meu caso, eu não fiz esse ato. Isso é contra quem faz a sua, né? Já disse várias vezes aqui. Então, eu queria que ela muito tivesse assim, ó, um acolhimento de pessoas que são verdadeiras com ela, assim, que têm o sangue dela, assim, que são, são irmãs ou parente, assim. E para para pensar depois dessas informações, porque essas pessoas não têm essa informação. Está chegando para você agora, e a gente tá trazendo sociedade. As próprias pessoas que gravitam em volta dela não têm essa informação. Tem há cinco anos, seis anos, um ataque diário para mim, imprensa e rede social e rede social. Então, agora vai começar a chegar diferente. A pessoa olha, não diga sua peça, tá dizendo que é bom assim. Os fatos e conta fácil, não há argumentos. Isso é um, é um, parece que ele chama essa, é uma verdade absoluta.

Obrigado por ter seu tempo. Obrigado por ter confiado na gente aqui. E fica com Deus e que o melhor seja feito. Amém. Aqui, bom trabalho aí, parabéns aí você e a sua equipe que bastidores. Eu sei que é cansativo. Eu já tive outra atividade longa hoje. Então, assim, mas não reclama, porque nós estamos agora no momento decisivo para nós. É muito importante. Eu agradeço então seu trabalho, demonstra realmente a imparcialidade, né? E aí depois que os seus seguidores vão acompanhar e buscar aquilo que está, aqueles que tiver interessado, faça, lhe dar um Google e ver aquela coisa que está sendo feito. Isso ainda tanto tempo é verdade, diz que essa pessoa não é isso, dá um Google lá e faz a pesquisa. Ou então, quem quiser ter acesso aos outros, não são sigilosos. Antártica, até a preservação da memória dele é um interesse. A primeira coisa que a gente está sendo exposto, sim, e foi ao contrário, foi exposto uma coisa que ele não sofreu, que ele não é, não teve isso, não existiu. Desde lá, a minha concepção que ele devia ser protegida, a memória dele, e que sempre curtia, sei lá, nos tribunais essa questão. Ok, mas não do jeito que foi jogar na rede social. Aí até então, pessoas que assim, suas solidárias, né? Olha, sofreu, imaginando isso aí. Não sofreu, não existiu isso. Então, sentimentos enorme para muitas pessoas, sofrimento, né? Tá bom. Obrigado então, repetindo. Boa noite. Com Deus aí, bom trabalho. Família Rede Record TV, uma entrevista forte, uma entrevista necessária. Aqui, vocês conhecem, escutamos sempre os dois lados, sempre o acusador, o acusado. Quem faz o juízo, as operadoras de direito, quem dá sua opinião, são vocês. Muito obrigado a todos. Fiquem com Deus e até amanhã. Aí, outra coisa, ver todos os comentários aqui que vocês estão escrevendo.