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Mulheres cristãs podem usar biquíni? Essa é uma pergunta que incomoda muita gente, mas que precisa ser feita. O que realmente está por trás dessa peça de roupa que se tornou tão comum na praia e nas férias? Qual é a história por trás do biquíni e por ele foi criado? E o mais importante, o que a Bíblia nos ensina sobre modéstia cristã para ser aplicado ao biquíni? Hoje nós vamos investigar a origem do biquíni, como que ele se popularizou através da sensualidade e vamos explorar o que as escrituras nos falam e nos ensinam sobre como nós, como cristãs, devemos nos vestir. E fica até o final porque nós vamos responder essa pergunta de uma forma bíblica e histórica. Então, vamos lá. E vamos começar pelo começo. Essa história é muito interessante.
Mas você sabia que o nome Bikini é uma homenagem a uma bomba atômica? E isso não é exagero, é na verdade uma história documentada. E vamos investigar. O ano era 1946. A Europa Ocidental estava celebrando seu primeiro verão livre da guerra depois da Segunda Guerra Mundial. E era um momento de muitas mudanças. E no meio disso tudo, dois estilistas franceses estavam como se fosse competindo para ver quem criava a roupa de banho mais ousada já vista.
O primeiro foi Jaques An. Em maio de 1946, ele criou um maô com duas peças e ele chamou de atome, que é omo, anunciando ser o menor maior do mundo. Mas aqui tá um detalhe importante: o Atome de Aim ainda cobria o umbigo, mas veio Louis Reard. E Reard não era um designer de moda, mas ele era um engenheiro automotivo, mas que havia assumido o negócio de Langerry da mãe dele em 1940. Então, em 5 de julho de 1946, 4 dias depois dos Estados Unidos fazer testes nucleares no Atol de Biquini, no Oceano Pacífico, Louis Reard apresentou a sua invenção ao mundo. E de propósito, ele chamou de biquíni. E isso porque ele queria que a sua roupa causasse uma reação cultural tão explosiva quanto a bomba atômica. E o que ele fez era diferente de tudo antes: pela primeira vez na história moderna, estava com umbigo completamente exposto. E ele até declarou publicamente que um biquíni genuíno só era um biquíni se conseguisse passar através de uma aliança de casamento. Então, pensa nisso porque por definição foi feito para ser uma peça de roupa extremamente pequena. Então, a intenção era muito clara desde o início: era minimizar ao extremo a cobertura do corpo.
E no meio disso chega a parte mais assustadora da história. Quando ele foi anunciar o que ele estava fazendo, uma demonstração, ele não encontrou nenhuma modelo profissional que aceitasse tirar fotos de bikini. Isso porque, mesmo em 1946 em Paris, as modelos profissionais reconheciam que aquilo dali violava todos os parâmetros de decência e modéstia. Era escandaloso e próximo demais de uma nudez completa. Então, o que ele fez? Ele contratou Micheline Bernardini, uma dançarina de 18 anos do cassino de Paris, porque ela era a única que estava disposta, porque ela não tinha vergonha de aparecer quase nua em público, como ela mesma disse. E é triste pensar que tudo isso revela uma coisa muito profunda sobre o por o biquíni foi criado. Isso é muito triste, porque só a luz dessa história, sem a gente fazer uma análise ainda, só com base nisso, já deveria nos mostrar a natureza por trás do biquíni e o que ele representa.
E logo que lançou, saiu em todos os jornais e até teve um jornal francês que disse que a palavra "biquíni" era tão devastadora quanto uma explosão. E ainda chamou de "minimização extrema da vergonha". Ouça bem esse termo: "minimização extrema da vergonha". E pensa comigo: era tirar a vergonha que foi colocada no ser humano quando? Em que momento os seres humanos passaram a ter vergonha da sua nudez? Segura essa linha de pensamento que logo mais a gente vai voltar para ela. Mas na época houve uma condenação generalizada ao biquíni, até que alguma coisa mudou.
E aqui começa uma parte muito triste. Como que uma peça que antes era considerada obsena, indecente, se tornou tão aceitável e até mesmo celebrada na cultura de hoje? Tudo isso tá ligado com a degradação moral progressiva da cultura, porque a ascensão do biquíni ao mainstream não foi simplesmente por acaso, foi uma estratégia usando estrelas do cinema que estavam dispostas a normatizar isso através de um apelo sensual. E aqui tem alguns principais.
Por exemplo, Brigitte Bardau, em 1953, apareceu no festival de cinema de Canes usando um biquíni na praia. E ao longo dos anos 50, ela passou a usar biquínis em vários filmes. Em 1962, Úrsula Andrês apareceu no filme de James Bond usando um biquíni, o que foi um grande marco da sexualização nos filmes. E em 1966, Rachel Welsh apareceu de biquíni em um outro filme, o que também foi um outro marco. Então, de novo, a gente vê aqui essa conexão entre o biquíni e o apelo sexual explícito e intencional. Isso não tava acontecendo só nos filmes, também tava acontecendo na música. Ali, a partir de 1960, começou a se introduzir letras que estavam colocando o biquíni como uma parte normal da vida cotidiana e parte da cultura. Mas foi na década de 60 ali, especialmente depois de 62, que o biquíni passou a ser considerado normal na parte ocidental do mundo. Então, teve uma linha divisória entre uma geração que considerava obsceno e indecente e a outra já estava começando a usar livremente nas praias.
E isso no Brasil seguiu um padrão parecido. Nos anos 1940, 50, era figuras como a modelo Miriam S, que começou a usar em público, mas foi ali, especialmente com a Elô Pinheiro, a famosa garota de Panema, que veio essa cultura muito forte, especialmente no Rio de Janeiro, tentando promover como se fosse uma parte da cultura brasileira. E à luz disso tudo que a gente viu aqui, tem uma pergunta que a gente precisa fazer.
Como que tudo isso aconteceu? Como que uma peça de roupa que nenhuma modelo tinha coragem de usar em 1940, porque todas consideravam indecente e obscena, se tornou tão normatizada em poucos anos? Esse foi um processo nítido de degradação moral, porque aquilo que começa na filosofia de se rebelar contra os padrões bíblicos culmina na arte e na moda. E é claro que nós precisamos entender que cristãos não são imunes a isso. Hoje, infelizmente, está se tornando comum encontrar mulheres cristãs usando biquínes nas praias, nas piscinas, nas férias, sem nem questionar. E pior ainda, quando várias delas ainda postam nas redes sociais.
Então, vamos recapitular uma coisa chocante aqui. Em 1946, Loui Her criou o biquíni e deu esse nome em homenagem a uma bomba atômica, porque ele metaforicamente queria causar uma explosão cultural. E naquela época nenhuma modelo profissional aceitou usar aquela peça, porque todas consideravam obseno. Então, ele teve que contratar uma dançarina de cassino para fazer o trabalho. E a reação da sociedade naquela época é de que nenhuma menina de decência usaria aquilo. Mas então, Hollywood entrou em ação com várias atrizes famosas como Brigitte Bardau, Úrsula Andrz, Rachel Welsh, vendendo sexualidade através do biquíni. E funcionou porque em poucas gerações está completamente normatizado. E aqui tá a pergunta que nós, como cristãs, precisamos fazer.
Como que essa moda está entrando na igreja? Porque pastores e líderes não estão exortando e, às vezes, até disciplinando jovens que estão tentando se assimilar ao mundo dessa forma. A cultura fez uma campanha contra a modéstia, contra a vergonha da nudez, e muitos cristãos simplesmente assimilaram essa mentalidade. E agora que a gente entendeu a história do biquíni, nós precisamos examinar o que a Bíblia ensina sobre modéstia e sobre roupas.
E nisso daqui eu vou me inspirar profundamente nos ensinamentos de Scott Brown, especialmente uma pregação que ele fez sobre modéstia que é muito boa e eu acho que a gente vai conseguir entender bastante os princípios bíblicos a partir disso. Então, vamos lá. O Scott Brown nos lembra que tudo na nossa vida cristã deve ser santidade ao Senhor. E esse é um princípio que a gente encontra em Zacarias 14, versículo 20, onde nos mostra que até os objetos mais comuns, como os sinos dos cavalos, deveriam ser gravados com as palavras "santidade ao Senhor". E pensa comigo: se até mesmo os sinos dos cavalos devem demonstrar santidade, quanto mais as nossas roupas! E aqui tá uma coisa que a maioria das pessoas não entende, às vezes. A teologia bíblica das roupas vai muito além da modéstia feminina. Na verdade, a modéstia feminina é uma parte do ensino bíblico sobre roupas. Então, antes de falar sobre biquíni, nós precisamos entender o quadro maior, porque a partir disso daqui, a gente vai conseguir ter princípios claros para aplicar no nosso dia a dia. E a gente vai aprender que não é só o biquíni, existem várias outras roupas que a gente precisa repensar à luz disso daqui. E dentro disso a gente vai responder: por que Deus se importa com as roupas que nós vestimos? Scott Brown nos traz cinco princípios fundamentais sobre roupas nas escrituras e a gente vai examinar cada um deles.
O primeiro é cobertura da nudez e da vergonha. Tudo sobre isso começa em Gênesis 3. Adão e Eva haviam acabado de pecar e eles perceberam, no momento que pecaram, que eles estavam nus. Gênesis 3:7 diz assim: "Abriram-se então os olhos de ambos e, percebendo que estavam nus, cozeram folhas de figueira e fizeram cintas para si". Eles tentaram cobrir a sua vergonha com folhas de figueira, mas quando Deus viu, percebeu que aquilo dali era inadequado, porque era uma tentativa de autojustiça, de cobrir o próprio pecado com os próprios esforços. Então, Deus faz algo diferente. Gênesis 3:21 diz que fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu. Então, percebe: o próprio Deus criou roupas adequadas para cobrir a vergonha de Adão e Eva. Então, no fim das contas, foi o próprio Deus que criou as roupas adequadas. E outro lado interessante é o que o Scott Brown nos lembra de que a palavra hebraica para vestimenta é usada consistentemente ao longo das escrituras para descrever a roupa que cobria do pescoço até os joelhos e a coxa. Então, esse é um padrão que Deus estabeleceu desde o início. Não foi Adão e Eva que decidiram o quanto do corpo deveria ficar coberto. Foi o próprio Deus. E aqui tá uma conexão. A roupa é, de uma certa forma, uma metáfora que Deus criou para nos revelar algo espiritual. Isaías 61:10 diz: "Regosidiar-me ei muito no Senhor. A minha alma se alegra no meu Deus, porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto da justiça". As roupas na Bíblia simbolizam a justiça de Deus cobrindo a nossa vergonha espiritual. Então, cada vez que a gente se veste de manhã cedo, nós estamos participando de uma metáfora viva do evangelho. Deus cobriu a nossa nudez espiritual com vestes de justiça de Cristo. Por isso, as nossas roupas, elas devem demonstrar essa realidade. É uma cobertura, não uma exposição.
O segundo princípio é beleza e glória. Êxodo 28:2 fala sobre as roupas dos sacerdotes e diz assim: "Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento". Deus não apenas quer uma cobertura utilitária; ele quer beleza. Então, as roupas elas também são criadas para isso: para refletir glória e beleza. E a conexão que o Scott Brown traz é que, no Novo Testamento, em Primeira Pedro, nós lemos que nós, como crentes, somos sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, o que nos traz a doutrina do sacerdócio universal dos cristãos. Então, se de certa forma todo cristão é um sacerdote diante de Deus, então o princípio das vestes sacerdotais se aplica aqui aos cristãos. Logo, as nossas roupas devem manifestar beleza e glória do reino de Deus. Isso significa que não existe virtude nenhuma em se vestir de forma feia, desleixada, descuidada, porque Deus criou a beleza. Ele aprecia a beleza e é uma beleza que glorifica a ele, não chama atenção sexual para nós mesmos.
E o terceiro princípio: a distinção de gênero. Deuteronômio 22, versículo 5, é muito claro sobre isso, que diz assim: "A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar a mulher, porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor teu Deus". E o Scott Brown aqui ele explica que a indústria da moda moderna está deliberadamente tentando apagar as distinções de gênero, seja com roupas unissex, com os estilos andrógenos, homens usando roupas femininas, mulheres usando roupas masculinas. Nada dessas coisas agrada a Deus. Um cristão precisa se vestir de uma forma distinta ao seu gênero. Então, quando você olha para um homem cristão, você deve ver muito claramente que ele é um homem. Quando você olha para uma mulher cristã, deve ser muito claro que ela é uma mulher. As roupas devem celebrar e afirmar a ordem criacional de Deus. Não tentar apagar e nem confundir.
O quarto princípio: a demonstração da paixão de Deus pela pureza. E acompanha isso daqui porque a gente vai falar da responsabilidade da mulher e do homem. Primeiramente, a responsabilidade da mulher. Em Provérbio 7 fala sobre a mulher adúltera que busca homens tolos para derrubá-los. E sobre a roupa dela fala algo muito específico que diz que ela anda com o "trage de prostituta". Isso daqui é uma categoria de roupa. É uma roupa para atrair uma atenção sexual e para funcionar como se fosse um íã pros olhos. E, por outro lado, existe a responsabilidade do homem. E o Senhor Jesus falou muito claramente sobre isso em Mateus 5:28, quando ele diz: "Eu, porém, vos digo, qualquer que olhar para uma mulher com uma intenção impura no coração, já adulterou com ela". À luz disso, nós conseguimos entender que existe essa dupla responsabilidade: escolheu a roupa em uma categoria de sedução e o homem que olhou com uma intenção impura. Isso significa dizer que os homens são responsáveis pelos seus próprios pensamentos. Homens precisam fazer uma aliança com seus olhos, como Jó fez, e eles precisam se afastar da tentação. Mas as mulheres também, elas têm uma responsabilidade. Se uma mulher se veste de uma forma deliberadamente para atrair olhares lacivos, ela está participando do pecado. O pastor de Macarto falando sobre Primeira Timóteo 2 e Mateus 18, ele fala sobre as mulheres piedosas assim: "Uma mulher caracterizada por essa atitude modesta vai se vestir de tal forma para não ser nenhuma tentação". Uma mulher piedosa odeia o pecado tanto que evitaria qualquer coisa que pudesse gerar pecado em qualquer pessoa. Melhor estar morta do que levar outro crente ao pecado.
E o quinto princípio é de ser distinto do mundanismo. Em Sofonias 18 fala sobre as vestiduras estranhas ou vestiduras estrangeiras quando diz assim: "No dia do sacrifício do Senhor, hei de castigar os oficiais e aos filhos do rei e todos os que trajaram vestiduras estrangeiras". O comentarista bíblico Albert Borns explica que "vestiduras estrangeiras" é uma referência para roupas que refletem modas e filosofias de nações idólatras. A escolha de roupas estrangeiras implica a escolha de se parecer com as nações do mundo. E quando a gente pensa específico de hoje, a indústria da moda está sempre tentando pressionar limites, sempre tentando chocar, sempre tentando encontrar um outro nível de exposição do corpo. Isso é resultado de uma autoidolatria, mas as roupas do cristão precisam de ser diferentes disso. Scott Brown resume assim: "Quando você está diante do espelho escolhendo o que você vai vestir, você precisa se perguntar: demonstra que Deus cobriu a minha vergonha? Isso reflete a beleza e a glória para Deus? Isso afirma claramente o meu gênero? Estou demonstrando paixão pela pureza? Isso me distingue do mundanismo idólatra?"
Vamos aplicar isso específico ao biquíni. Princípio um: cobertura de nudez e vergonha. O biquíni ele foi projetado para cobrir o mínimo possível. Então, ele falha em cobrir a nudez da maneira como Deus estabeleceu em Gênesis. O biquíni ele celebra a exposição onde Deus ordenou cobertura. Princípio dois: beleza e glória. A verdadeira beleza e a verdadeira glória, elas precisam, em primeiro ponto, serem objetivamente belas, como a gente já conversou em outro vídeo, mas elas também precisam refletir, em princípio, a beleza de Deus. Aquilo que é objetivamente belo está objetivamente refletindo parte do caráter de Deus. Então, o biquíni, uma vez que ele está expondo aquilo que Deus ordenou que estivesse coberto, ele não está refletindo a Deus. Portanto, ele está violando o princípio de beleza e glória ao pegar o que Deus criou e transformar em um objeto para atenção sexual. No fim das contas, objetifica o corpo ao invés de refletir a santidade de Deus. Princípio três: a demonstração da paixão pela pureza. Como a gente conversou, precisamos ter cuidado com roupas que são sedutoras. O biquíni, ele é exatamente nessa categoria de roupas que nós conversamos. É feito para chamar a atenção, para ser esse íã de olhos e, no fim das contas, é uma langerry usada em público. Quarto princípio: não ser tropeço e nem acessório pro pecado. À luz do que nós conversamos, o biquíni ele é um óbvio tropeço para homens que lutam contra a tentação. E tanto o usar na praia quanto postar nas redes sociais faz com que se torne um acessório ao adultério no coração dos irmãos. O quinto princípio é a distinção do mundanismo. O bikini, no fim das contas, ele é um reflexo de uma cultura idólatra, uma cultura que odeia aquilo que Deus chama de bom. Ele foi criado para chocar. Ele se popularizou pela sensualidade e é uma expressão da revolução sexual. E ao tentar normatizar isso dentro da igreja, eles se identificam com filosofias de expor aquilo que Deus cobre.
E concluindo, a gente pode entender que, de certa forma, aquilo que a gente veste é uma pública profissão da nossa fé. E, como cristãos, nós precisamos sempre voltar paraa doutrina da Bíblia. Nós não devemos ser culturalistas no sentido de seguir aquilo que a cultura onde nós estamos inseridos tenta determinar para nós. Então, nós precisamos seguir a revelação fixa e inerrante da palavra de Deus para nos guiar em todas essas decisões. E isso inclui rejeitar o que é vulgar e escolher aquilo que demonstra santidade e modéstia. Então, para resumir, observa as roupas da moda de hoje. Algo tá muito errado quando isso entra na igreja: tróped, bikini, roupas curtas, roupas sensuais. Muitos cristãos estão simplesmente abraçando essas coisas que o mundo oferece sem nem questionar. E aqui tá uma verdade que a gente não pode negar. As roupas não são neutras. As nossas roupas, elas são uma profissão pública da nossa fé. Elas comunicam a quem nós servimos. E Deus estabeleceu cinco princípios que nós falamos: cobrir a vergonha, demonstrar beleza e glória, afirmar a distinção de gênero, mostrar a paixão pela pureza e nos separar do mundanismo idólatra. O biquíni, por exemplo, viola todos eles. E isso deve nos fazer pensar que tipo de roupa nós estamos usando e o que nós estamos chamando de belo? Estamos apreciando aquilo que Deus aprecia ou nós estamos apreciando aquilo que expõe o que Deus disse para estar coberto? E não, modéstia não é legalismo, é amor. É cuidado pelo bem espiritual nosso e dos outros. É uma demonstração prática de que nós estamos cobertas pelas vestes da justiça de Cristo. Então, ao invés da gente pensar quão perto eu posso chegar desse penhasco, nós devemos perguntar: Como que eu posso honrar a Deus e amar ao meu próximo de forma que isso seja visto através das roupas que eu uso?
E se você quiser se aprofundar e entender mais a questão da androginia na moda de hoje, clica nesse vídeo aqui. E eu espero que esse vídeo tenha sido uma bção na sua vida. Não esquece de dar o seu like, o seu comentário, de se inscrever e ativar o sininho. Com a graça de Deus, nos vemos na semana que vem.