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#281 - IA que resolve e não complica

Sebrae RS50:32

Transcription

Drops do varejo no plano de voo. Olá, olá, sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio do Plano de Voo, o podcast do Sebrai RS. Eu sou a jornalista empreendedora Alexandra Zanela e conduzo esse papo aqui tão gostoso.

Estamos num especial sobre a NRF. Já vou apresentar minha super convidada, Débora Crivorica, ela que é gerente de marketing do Sebrai RS e por mais um ano esteve na NRF, a maior feira de varejo do mundo.

>> Seja bem-vinda.

>> Obrigada, Lei. Uma NF muito pé no chão e muita consolidação de muitos conceitos e de muita coisa sobre tecnologia já bem implementada pra gente aprender para agora.

>> Agora o NAL,

>> o NAL. Vou pegar esse gancho, a gente falou um pouquinho no outro episódio, né? O tema do evento nesse ano era Next Now e a minha leitura de The Next Now é o próximo agora numa leitura, numa num viés de que vão existir outros agora, logo depois,

>> um em cima do outro,

>> um em cima do outro. e a velocidade que o varejo e que as pessoas, né, nós humanos, precisamos ter de adaptação para esse próximo agora que o agora do ano passado que a IA tava começando era um o agora de agora

>> de janeiro,

>> o agora de janeiro de 2026, ele é um agora que a gente não podia imaginar um ano atrás. E qual será o daqui um ano, né? Qual será?

Este, como vocês já viram, o tema é inteligência artificial, tudo que rolou na NRF, mas uma inteligência artificial que a gente pode aplicar nos nossos negócios, no pequeno e médio negócio. Uma na prática e complemento meu time de especialistas aqui, Fabianos Ortez, esse cara que sabe tudo do varejo, que já foi na sua 13ª NRF, essa feira que rola desde 1911. Até fui olhar aqui para ver se eu não erro essa informação. Edição de número 115, Fabiano Zorteia, especialista em varejo também do Sebrai RS. Que bom te receber aqui nesse nesse mais nesse mais um episódio sobre a NRF.

>> Ah, bem bom, Al. É, foi uma edição onde, especialmente o tema que a gente vai tratar nesse episódio, né, ele foi surpreendentemente bom para quem é pequeno negócio, para quem quer entender de beleza, a inteligência artificial já veio como hype, mas o que que eu faço com essa joossa, né?

>> E agora, rapaz?

>> É, então a gente pode eh pegar mais, né, de aplicabilidade, dados que suportam o quanto ela deixa de ser hype e passa a ser infraestrutura de varejo, né? Algo que é necessário. Se eu quero ter ganho competitivo, não é o centro das coisas, mas apoia a essência de ser varista de uma forma maravilhosa, se bem usado.

Muito bem. Eles trarão, gente, esse aqui vai ser um episódio bem beabá e como a gente pode aplicar, porque vamos aproveitar todo esse conhecimento que eles trouxeram lá de Nova York, nos Estados Unidos. Lembrando então que esse aqui é um episódio que faz parte de uma pequena e especial série sobre a NRF aqui no plano de voo. Tem outros episódios onde falamos sobre o Human Premium. Gente, isso é muito legal. Deem uma olhada. E também o que está rolando no mundo todo sobre a loja física. E uma boa notícia, Fabiano garante que a gente aqui no Brasil já faz muito dessas coisas que estavam como tendência um next ou até um now lá em lá em Nova York. Então, uma uma notícia muito positiva pra gente. Procura esses episódios tanto no YouTube do Sebrai RS como no Spotify buscando por plano de voo.

Eu já vou fazer a minha primeira pergunta de 1 bilhão de dólares, né? O que o nosso micro, pequeno e médio eh empreendedor e empreendedora não está fazendo ou onde ele está errando com a IA aqui no Brasil? Começa,

>> por favor.

>> Tá errando em não usar. Opa! Mas esse é um erro que dá para corrigir rapidamente.

>> Dá para corrigir, tá a tempo. E eu acho que o Fabiano tava falando, né, sobre como a NRF nos mostrou que a IA ela tá a favor do varejo. Ela não é uma substituição, ela não é uma substituição de loja física, ela não é substituição de qualidade de atendimento, de cuidado cliente, de cuidar do colaborador. Ela é ferramenta e ajuda no processo. O que que eu acho que a gente não pode negligenciar? A Iá tá mudando e vai mudar a forma que a sociedade se relaciona com tecnologia, assim como a internet mudou lá atrás. A gente que já tem mais idade, né, a gente lembra de fazer o trabalho da quinta série

>> com a enciclopédia e a gente naturalizou que isso é um passado, né? Mas se a gente for pensar como a gente se comportava como pessoa, eh, para estudar, para aprender, para trabalhar, para se relacionar, para encontrar informação, tem um dado, né, do Google, que a missão do Google lá há 20 anos atrás era organizar os dados da internet do mundo.

>> E eu acho que eles fizeram isso, né? A gente hoje não diz vou pesquisar na biblioteca, a gente diz vou dar um Google. Então, tá na nossa forma de agir. Quando eu vejo a vó falando: "Fulana, pesquisa no Google para mim", é porque isso passou a ser um comportamento social, não é mais sobre a tecnologia, é sobre um comportamento nosso, humano. E o que a IA tá trazendo é uma nova forma de organizar os dados do mundo, de acessar os dados, de se relacionar e não para nos substituir. Acho que isso da NRF passada para essa a gente sai com talvez uma certeza, mas um indício muito forte, né, de que as grandes empresas de tecnologia, os grandes varegistas não estão olhando para IA como substituição humana, mas como potencialização humana e como ferramenta de ganho de competitividade,

>> porque tecnologia é meio.

>> Tecnologia,

>> vai ficar repetindo isso, porque

>> examente tecnologia é meio. E se a gente olha para trás e pensa que as pessoas precisaram mudar o seu comportamento para se adaptar a usar o Google, a gente brinca, né? Tem o meme que Millenium, coisa séria faz no computador,

>> né? Por mais que a gente já seja muito digital, a gente coisa séria faz no computador.

>> Nossa, adoro um mouse e um teclado,

>> muito tecladinho, uma tela maior, né? A próxima geração já não faz isso, já faz tudo no celular. Então são questões de de que a tecnologia ela vai entrando no nosso dia a dia e passa a fazer parte do como a gente age, né? Então, se a gente olhar para Iá com uma negação, como o metaverso foi, né, que foi um grande fail e uma aposta completamente falhada, acho que a gente perde muita oportunidade de olhar com um viés de oportunidade para essa tecnologia, assim como os smartphones quando vieram trouxeram um viés de descentralizar a produção. Então, antes assim, né, tinha que ter uma grande empresa para fazer um software. Hoje é um moleque faz um aplicativo numa aula de robótica quando ele tá na terceira, quarta série, né? Então já é muito mais eh descentralizada a produção de soluções. Tem aplicativo para tudo, até para lembrar de tomar água, né?

>> Tem, eu uso.

>> Então,

>> porque senão eu não tomo água.

>> É método pomodoro, levanta cada 20 minutos, tem aplicativo para tudo e os aplicativos fazem parte da nossa vida, né? Então, por que a gente olhar para Iá achando que isso eu vou negar e não vai fazer parte da minha vida? Se bem usado, obviamente tem todas as discussões éticas, né, que precisam acontecer, mas se bem usado pode ser uma ferramenta para facilitar o nosso dia a dia,

>> inclusive pro pequeno.

>> Inclusive pro pequeno. E aí a gente volta pro negócio, né? Para mim, o que essa INRF falou foi que a IA é pro varejo, ela é para facilitar a jornada de compra do cliente, por um lado, do cliente, e é para reduzir atrito operacional, eficiência operacional do do varegista. Então, por que que a gente não vai olhar se o grande tá olhando, né? E aí falando de competitividade, que é onde mora a nossa natureza do Sebrai, né, que é melhorar a competitividade dos pequenos negócios, é se o grande tá usando IA para melhorar a eficiência operacional e ele já tem tantas vantagens de margem de preço, de logística, de volume, de velocidade de entrega, se o grande for usar e o pequeno não, o gap de competitividade vai ser maior,

>> ainda maior. Então, se por um lado nos outros episódios dessa minisérie, a gente falou sobre quanto pequeno negócio tem vantagens por ser mais próximo, por olhar no olho, por conhecer o cliente, por ser acolhedor, por ter um senso de comunidade, como é que a gente usa essas forças do pequeno negócio atrelado ao que a IA pode fazer pelo varegista para fazer com que ele se desonere? A gente sempre fala que o empreendedor é um grande ferrado, né? Um grande sobrecarregado, tá sempre trabalhando, não consegue tirar férias. Então, como é que ele vai cuidar mais da equipe, que a gente fazou falou no outro episódio, como é que ele vai entender mais do consumidor dele, se ele tem que fazer tudo na mão, né, tudo de forma mais analógica. Então acho que eh não usar IA é onde o pequeno tá errando. Tem que ter coragem, dá para testar pequeno, dá para testar com pouco investimento e começar a fazer com que o uso da IA pode até começar usando para tarefa doméstica, se não tem coragem de botar no seu negócio ainda, mas com que o teu modelo mental faça parte usar a IA. Como é que a IA pode começar a te ajudar? Tu estava falando aqui em off, né, antes a ler que tá usando para pesquisar passagem aérea, né? passagem com milhas. Exato. Ó,

>> tem que aproveitar o cartão.

>> É o pensar. É, é porque tu já tá usando no teu dia a dia e tu pensa, vou solucionar esse meu problema que eu não tenho tempo de ficar pesquisando que eu vou estar cansada de noite, que tu é empreendedora, né? Táí batalhando. Então, cara, bota aá para fazer. Enquanto tu tá aqui com a gente, a tua Ia tá ali trabalhando para ti, né?

>> O que dá para automatizar, apertar botão, né? Que não precisa. E eu posso ficar com mais tempo, exatamente, pra gente conversar, para eu olhar, para pensar num produto novo pra minha empresa,

>> para entender o mercado. Concorda com a Débora Zortea? Assina embaixo com a relatora.

>> Não, claro que sim. Eu acho legal esse esse aquece assim que ela fez, porque tem muito a ver com desmistificar as coisas, né?

>> Uhum.

>> Eh, a gente não usar e e acho também é muita gente não usando e tem gente usando por usar. Isso eu acho perigoso também.

>> Também. né? Então eu eu acho que o a IA eu estudo IA faz uns 3 anos assim mais afu, né? Com mais energia e e cada vez eu eu entendo que tem mais coisas que eu não sabia que eu não sabia e não é sobre saber tudo ou dominar. E agora, como é que tu transforma essa angústia de não conseguir dominar uma tecnologia em algo útil? É definindo claramente o para que que tu quer usar. Então, quando eu escrevo para que que eu quero usar e vamos ter uma vou vou digamos que um pequeno negócio na Suécia, viva um dilema que é eh tô vendendo no WhatsApp, tá chegando a hora dele comprar, ele pediu o preço, eu dei o preço e ele sumiu. Digamos que isso aconteça com alguém

>> na Sué.

>> Vai que acontece. Acho que aqui não acontece não no Brasil não. E eu tô falando isso para te pegar mesmo assim, pegar tua atenção, porque agora eu quero dar uma aplicabilidade para isso, tá? Eh, cara, tem um um dado da Sales Force que diz que quando o assunto é atendimento digital, a IA te ajuda a reduzir em até 40% tempo de resposta pro cliente.

>> Isso é muita coisa, ninguém quer ficar esperando na internet, muito menos, né? Então, e é o suficiente para, né, o tempo ali é é ter o principal desafio para ele não ir pro concorrente, fazer os mesmos pedidos, responder mais rápido, comprar do outro, né? Então, digamos que o o teu time de vendas ele não tenha essa condição tão ágil de respostas interessantes quando a relação é digital, né? um chatbot no WhatsApp, num direct do Instagram, enfim, aí, ah, vai te dar repertório, inclusive para responder melhor quando ele achar que tá caro ou para antes de tu dar o preço, tu ter mais perguntas abertas que são interessantes de serem feitas para esse cliente tá percebendo mais valor, para que quando chegue o preço ele esteja mais preparado para fazer a comparação justa daquele preço com o outro preço que ele tem por aí,

>> que essa comparação é importante, né? Importação justa. é muito importante e só que é uma relação muito objetiva, relativamente nova no varejo o atendimento digital. É,

>> né? Estamos falando de 5 anos, de uma coisa mais intensa, né? Onde tá a massa tá usando, né? O Pix veio para finalizar o que a gente precisava para digitalizar o varejo brasileiro e e o WhatsApp ele ainda não é tão qualificado quanto o atendimento em loja que a gente faz desde sempre, né? Então aquele daqui a pouco teu melhor vendedor de loja não é tão bom em performance de digital porque ele ainda não sabe fazer um bom script, ele ainda não sabe fazer a melhor narrativa e ajuda muito ele

>> se ele ficar íntimo de uma inteligência artificial. Vamos lá da Gemini, né? O o chatpt que é é talvez seja o mais eh popular aqui pra gente, né?

>> Inclusive o free.

>> Isso aí. Inclusive o Free. É. É, mas eu recomendo pagar o de

>> porque esse vai te dar resposta melhor resposta mais rápido.

>> Isso.

>> Então isso eu acho que é um investimento importante assim que que que eu que eu acho que a gente deve considerar fazer porque também tem gente que começa a usar e deixa de usar porque as respostas não são boas, mas tudo tirando aquele guru de internet que diz que tu vai trabalhar p e andar de jatinho particular.

>> Esse eu queria conhe

>> se tu gosta dele, confia aí é teu rolê. Mas se tu quiser ficar com a gente aqui num assunto mais prático e pé no chão, o pequeno negócio não tem resultado grande sem esforço grande.

>> Uhum.

>> Então o esforço grande é usar recorrentemente. E eu tô falando usar por meses para te ter resultado grande, resultado bom. Por exemplo,

>> e definiu o que tu quer medir, né?

>> e defini o que tu quer me dizer. Deixa eu trazer uma coisa só um pouquinho antes te interrompendo aqui.

>> A pessoa,

>> ela não tem nenhum contato,

>> ela não consegue nem saber o que que ela quer medir, o que que ela quer da Iar.

>> Uhum.

>> Brincar primeiro.

>> Sim. Usar. É usar

>> com certeza. conversa com ela. Eu vou te contar o meu primeiro uso. Eu comecei, assinei o chat apt e comecei a dizer para ele quem eu era.

>> Coloquei alguns links da internet que tinha meu currículo, meu LinkedIn, sei lá o quê, e comecei a falar com ele. E aí eu comecei a dizer assim: "Se tu fosse fazer uma marca

>> como

>> para essa pessoa que tu tá vendo foto aqui, que tu tá vendo texto, que tu já viu uma coisa que tinha minha voz num podcast, como é que seria essa marca?" Aí ele me fez uma proposta de layout de logo e aí eu disse: "Tá, mas eu não, eu primeiro eu pedi para ele qual era o nome dele, como é que vai ser o nome da minha IA?" E aí ele criou lá, não vou contar. Aí ele criou o nome da minha IA. Eu disse: "Tá, gostei desse, gostei menos desse, menos daquele, esse aqui eu não gostei por tal coisa". E ele foi melhorando as sugestões dele. Eu disse: "Cria minha marca agora". Claro que não é para substituir nenhum designer aqui, é pra gente brincar e aprender a usar tecnologia, né?

>> E aí ele disse: "A tua marca é essa aqui". dele disse: "Mas tu já notou que na no nos meus gostos eu tenho mais essas e essas características? Será que não é outra cor dele?" Ah, é mesmo? Ou seja, ele não ia me trazer uma resposta pronta porque ele não me conhece. A gente tá num processo de se conhecer.

>> Quanto mais eu fui usando ele, ele foi dizendo: "Ah, eu me lembrei que tu não gosta de tal coisa, então eu vou evitar usar isso daqui". E daqui a pouco eu disse para ele, tá, agora eu quero criar um agente que me ajude a fazer, a tratar com alguns dilemas eh de gestão de pessoas, que eu queria que tu pegasse aqui o código de ética, o código de cultura e que tu me ajudasse a trazer algumas reflexões sobre esses assuntos. Agora que tu já me conhece, agora que tu já sabe quais são os meus valores. É óbvio que não é perfeito, mas ele traz insightes bem legais. Mas tu tem que ter um pouco de familiaridade com ele antes,

>> colocar informação para dentro, né? Eu tô falando de mim porque eu tava brincando pessoa física, né? Obviamente eu não tomei nenhuma decisão baseada no que a falou sobre gestão de pessoas. Era um exercício. Era um exercício, né? Mas a escolhe, né? Tu já pensou que daqui a pouco tu pode começar colocando foto das tuas clientes, coisas que as tuas clientes falaram da tua loja ou da da marca que tu vende e nas redes? Ã, pegando algumas influenciadoras da tua região e dizendo: "Quero que tu comece a conhecer meu público".

>> Em casa com isso que o Fabiano tava fazendo um raciocínio que eu acabei com o teu raciocínio também. Tá

>> achando, tá achando bom? Eu vou concluir ele, mas tá sendo bom porque tem mais exemplos práticos do que tr, mas eu achei importante a gente trazer isso para quem ainda não tem. Eu não sei o que eu quero com aá. Eu não sei o que que eu posso fazer com aá, onde que ela me ajuda no meu negócio. Então, brincar com ela até para fazer essas brincadeirinhas para tua, né? Como que vai ser teus filhos quando tiverem 25 anos? Se as brincadeirinhas,

>> se o meu cachorro fosse uma pessoa que ele ia ter essa tr. Mas é pra gente aprender um pouco da lógica. Eu acho que daí vai ajuda na hora em que a gente vai trazer ela pro negócio, né?

>> É. E e assim, eh, eu tava falando da coisa de de treinar a inteligência artificial para te atender melhor, né? E que isso é uma coisa que demora a fazer. É, então, mas é é também pedir ajuda, porque o resultado pode ser ruim naquele exemplo que eu dei de quando ele disse que tá caro, ele vai me dar um um exemplo. Então, eu preciso falar mais. Que que informações tu quer saber mais a respeito do meu negócio? ele vai dizer: "Eu quero saber mais das pessoas que tu vende do teu mercado, me dá mais detalhes dos produtos, quem são teus concorrentes. Quer que eu pegue referências? Me bota aqui o site dos teus concorrentes para eu entender melhor. Essa dança que cria mais empatia digital, ela é muito importante e isso é sobre eh intimidade, né? Porque empatia é quando eu convivo bastante, né? Então tem que conviver com a inteligência artificial, tem que fazer parte do dia

>> o Fabiano fala quando ele por voz.

>> É, a gente já se fala, né?

>> É maravilhoso, né? E sabe que isso acho que é um baito exemplo, porque tu fala, né? Às vezes escrever, tu escreve de uma forma mais formal, que não é necessariamente a forma que tu falaria, ele fala com a voz.

>> Se vocês me virem andando na rua sozinha e falando, eu não estou louca, não precisa me levar a internar nada. Eu tô falando com a

>> Exato. Porque aí tu fala de uma forma absolutamente absolutamente nativa. Tu tá usando exatamente os termos que tu usaria numa conversa, porque acho que essa é o ponto, né? é uma conversa com o IA, com a tecnologia e não mais.

>> E aí falando de varejo, né? Na busca a gente tem um dado super relevante que é 58% das buscas do Google já são com IA.

>> 58%. A gente foi lá no Google pegar esse dado, no escritório.

>> A gente foi lá, a gente foi no escritório do Google lá que do Google,

>> porque lá quando tu pesquisa no Google e os outros buscadores também tem, tu tem um botãozinho que é usar i, né? E aí, pensa lá, tô tô no varejo, tô fazendo o meu site para quem tem site ou fazendo a descrição do produto no Instagram, eu tô colocando que isso aqui é uma blusa preta, que ela tem tamanho PMG, que o tecido dela é tal, a a modelo que usa tem o tamanho tal, que isso já é um sonho, né? Quando a gente encontra essa informação completa, nem todo varejo vai ter, é o a marca é tal, tarã tarã, para um e-commerce, para uma busca de Google Shopping aparece, quero uma blusa preta, vai aparecer. Aliás, eu não boto nem quero, né? Eu digo blusa preta de tule. Ela vai aparecer lá no Google Shopping. As imagens quando eu tô pesquisando via inteligência artificial, a forma de pesquisa diferente do usuário, assim como o Zortaia fala com o a inteligência artificial dele,

>> nome deu um nome pra tua inteligência artificial? Jorteinha.

>> Mentira.

>> Jorteinha.

>> A minha anelinha

>> aí. O meu é Tá, então vou ter que falar. O meu é Deia. Deia.

>> Deia. Deia. Deia. Ai, que gênio. E encaixa alto. Ai, olha aí,

>> viu?

>> É.

>> E mas então quando tu tá falando com a tua eh, seja falando por voz, seja escrevendo, tu não vai dizer quero uma blusa de tule, tu vai dizer e isso não sou eu que tô dizendo, são as bigtechs da que estão nos contando que as pessoas pesquisam de uma forma que é conversacional. É, oi, tudo bem contigo? Eu tenho uma festa essa semana e tá me faltando para compor o look uma blusa. Eu tava pensando numa blusa preta. Que que tu acha? Tu acha que poderia ser mais assim, mais assado? Tu encontra para mim? É uma conversa. Então a o agente de A não vai encontrar o teu produto no teu e-commerce ou no teu TikTok Shop ou no teu Instagram.

>> Com uma descrição tradicional

>> que foi pensada para o sistema de busca do Google, que é um repositório.

>> Ex. Exatamente.

>> E aí há é outra coisa regenerativa é outra.

>> Eu te cortei de novo para dar esse exemplo. Vou te devolver aia hoje, hein?

>> Tá, eu acho que tá o caso engrossando. Só tá engrossando. Eu sou marqueteira. Então esse assunto

>> é ele é bem bom assim.

>> E eu acho que a gente tá trazendo vários exemplos de uso. Isso acho que é o mais importante aqui, né? né, que a gente abre o episódio prometendo. Então, é sobre isso, é sobre

>> eh entender eh que quando eu sei bem claro para que queonde tá meu ganho, né? Eh, agora eu dei o exemplo de atendimento, né? Mas poderia ser produção de conteúdo, poderia ser gestão de estoques. Eu semana passada eu tomei um café com o CEO de uma grande rede de concessionários de carro e ele tava, a gente tava batendo esse papo sobre a e ele tava me falando que ele já tá usando, porque é muita planilha para gerenciar estoque, né? Nossa,

>> muita planilha para gerenciar estoque. E ele já treinou o agente dele de IA no GPT a ponto dele, sabe, o trabalho de uma semana, ele ter liberdade para poder fazer visitar clientes estratégicos, para poder tá representando a marca nos lugares aonde ele vai criar muito valor e processar a planilha ficou para e aí claro que ele precisa ter momentos de checagem. Eu tô contando o caso dele para te ter o teu, né? Eh, eh, tu não, não delarga, né? Tu vai até treinar,

>> se fosse um assistente, um colaborador novo, tu ia acompanhar também, né?

>> Ia acompanhar também. É, a diferença é que ali tu tem essa automatização e aí tu já cria dashboard, já tem relatório, rapidamente tu sabe responder pros investidores, né? Perguntas complexas que antes tu tinha que pedir licença, esperar pra reunião da próxima semana,

>> tenho que analisar a planilha. E decisões de estoque é são razões pelas quais um pequeno varejo cresce ou morre.

>> Uhum.

>> Então usar Iá para tu ter mais previsibilidade, não só baseado no que vendeu, mas no que vai vender frente,

>> onde o algoritmo consegue ser treinado para ler sinais sociais, eventos, sazonalidade, né?

>> O preditivo,

>> modismo, pode fazer leituras importantes, depende do que tu vende, vai ser important o clima, né? Enfim, depende do que tu vende. Se é moda, material de condução, pet shop, eh, vai ser muito importante, né? E isso também é é treino, né? Precisa treinar. Agora, vários estudos falando sobre eh redução de ruptura com base, né? Ruptura é aquilo que faz com que tu não perca a venda, né? Tu tem o estoque certo, né? No momento certo pro teu público. E também economize grana, né? não tem esse capital de giro para dar conta de um estoque mal comprado, porque tu só olhou para trás, daí a teu farol tava um pouco desregulado porque tá mudando rápido. Então a gente tá vivendo um 206 de 10 feriados em dias úteis, copa e eleição. Olha quanta sazonalidade a gente vai viver.

>> 250 dias, 251 dias úteis apenas em 2026.

>> Então pro varejo isso é extremamente desafiador. Mas cara, a gente já sabe disso. Então o que que a gente faz com isso? e a vai te ajudar a ter melhores estratégias para trabalhar sua zonalidade na Copa do Mundo, por exemplo.

>> Sim, porque os jogos, boa parte dos jogos serão fim do dia e início da noite. Como é que se impacta?

>> Então, que tal se chamar essa turma aí para assistir o jogo aqui?

>> É isso aí.

>> E que estoque tu tem que ter do quê? Do que para atender essa demanda?

>> É. E então isso vai ajudar muito assim a a a só que claro, é de novo, é um esforço contínuo. O problema não é eh eh tu errar no início do uso de ah não dá continuidade e não te aproximar de gente que sabe mais que tu, né?

>> Ficar ligado em em prompts, né? Prompts é aquilo que tu pede, né?

>> É muito menos afirmação e muito mais pergunta. Então é muito mais assumir que tu não sabe. E tem uma galera que tá boicotando a IA no sentido de que vai substituir o humano. Eu vi um estudo na NRF da PWC. que disse que o consumidor, mesmo atendido por uma inteligência artificial, em 77% dos casos fica muito frustrado se não consegue chegar no atendimento humano.

>> Uhum.

>> Então, a IA ela te dá um uma primeira relação, ela te dá uma relação lateral, complementar a um atendimento humano que é indispensável pro consumidor. E às vezes a gente tem dúvidas que eu não quero perguntar diretamente para um humano por qualquer coisa, por constrangimento, por vergonha, por não querer dar minha informação.

>> Mas eu posso fazer essa troca com a Isso. Se preparar melhor para conta,

>> me preparar para conta e afunilar somente na hora de fechar com o humano, né?

>> Olha a eficiência operacional aí, né?

>> É. E eu acho que se tu tem medo de fazer isso, tem tem como começar antes de ser como voz pro cliente? Acho que talvez o mais para dentro, acho que tem, é, talvez o mais fácil de a gente imaginar é no chatbote, coisas assim, porque bote já é uma coisa que a gente tá mais acostumado, né?

>> Mas talvez seja o que mais assusta o empreendedor, né? O varegista, como é que eu vou botar uma máquina falar com o meu cliente? Mas tem muita coisa de eficiência operacional que dá para fazer. Então, eh, por exemplo, rota de entrega. Se tu tem um negócio de relacionado à alimentação, que tu tem lá o motoboy que vai fazer X entregas, rota de entrega dá para ser otimizada vinculando o agente com o A ou Google Maps.

>> Isso já é vi, né? Isso não é uma coisa nem peg impacto alto, né? C oente fica mais feliz que chegou mais rápido. Ã, energia, tempo de

>> até o até o planeta que a gente vai estar consumindo menos recursos naturais quando a gente

>> gasta menos gasolina, né? Exatamente.

>> A hora do teu gerente da loja que faz tudo manual e que daqui a pouco ele pode ter agentes que fazem uma, sei lá, uma checagem do fechamento do caixa, fazem uma atualização de estoque. Então, de que maneira que tu pode fazer com que aquele trabalho braçal, operacional teu ou da tua equipe possam ser automatizadas, né?

>> Descrição de produtos. Descrição de produto é para dá para começar hoje essa. Vamos combinar vamos começar hoje. Descrição de produtos começar inteirinho com descrição de produtos mais aderentes e insta

>> porque o Google já tá indexando pesquisa com resultado de redes sociais, Insta e TikTok.

>> Recentemente uma pessoa me contou que a mãe faz uma uma determinada tipo de comida específico e entrega pelo iFood. Só só a teleentrega, né? delivery, não tem um restaurante.

>> E o iFood liberou lá, assim que o iFood liberou uma IA interna para isso para eles, ela resolveu testar. É uma senhora com mais de 60 anos, foi digitalizada, né? Então pra frente precisa ser muito simples para ela, mas era apertar um botãozinho lá. Em 15 dias aumentou em 37% as vendas.

>> É isso.

>> Do produto dela.

>> É lasanha. Porque aá trouxe emoção pra descrição, ai o queijo derretido, aquela coisa, não sei o quê. E aumentou vendas.

>> É sobre isso, né? É sobre isso. Tem uma cliente nossa que foi no NRF do ano passado, a Karine, que fez um baita trabalho, que é o seguinte: ela criou um agente, loja de móveis e decoração. Sabe aquela coisa, eu tô escolhendo um sofá, uma poltrona que eu vou, pô, vou botar um dinheiro, né, em cima, uma compra super emocional, super pesquisada e aí tu tem que olhar pra poltrona e imaginar ela da outra cor que tá no catálogo.

>> Nossa, isso é

>> não só cor, né? do tecido. Como é que ela fez um agente que simula, ela colocou foto de todos os tecidos

>> e criou um promp. Pediu inclusive assim, ah, que como é que eu crio um prompt, não sei criar? Não precisa saber. Tu pode pedir pra própria IAT fazer um prompt. me ensine a fazer um prompt que vá fazer com que eu consiga deixar essa poltrona dessa cor na outra cor e fidelidade à textura do tecido dessa foto que eu tô te colocando. Ele vai te fazer um prompt e hoje o cliente dela recebe seja na loja fisicamente mostrando no tablet, na tela do computador, seja por WhatsApp, a entrega que tá aqui, ó, o teu sofá vai ficar assim.

>> Esse é o exemplo mais legal. E ela tá vendendo mais e ela tá tendo menos troca, ela tá tendo o cliente mais satisfeito. Sabe aquela coisa assim, ó, bah no catálogo era lindo o tecido, mas daí em grande proporção ficou super pesado, ficou estranho, não fechou com meus tapetes, sei lá, né?

>> Que massa que tu que tu lembrou desse exemplo agora, porque isso para esse exemplo é o que mais define o quanto é do global pro local, porque ela se inspirou, a gente apresentou para ela uma marca chamada Lows, que é uma uma gigante de material de construção, né? E e aí a Louis fazia essa coisa de faz, né, essa coisa de me manda a foto da tua sala que eu te mando como ela pode ficar para não vender só o sofá, te vendo o sofá, o tapete, a mesa, a luminária e tudo mais. É, Cenberg também

>> pegou em referências de empresas grandes

>> e fez a algo igual até melhor. Então, porque ela botou uma coisa mais afetuosa ali, né? Uma coisa mais personagem, uma bonequinha que tem a carinha dela,

>> fez um avatar dela, enquanto líder. E e olha só o que que isso representa em ticket médio, em agilidade de atendimento, né? Resolver dúvida de como poderia ficar na sala. Então, em vez de eu te vender um item, eu te vendo seis itens porque eu te mostrei como repaginar tua sala e não só trocar a poltrona.

>> E talvez ele não compre agora todos os itens,

>> mas talvez daqui se meses, daqui 10 meses, quando ela terminar de pagar a última parcela do sofá, sofá, ela vai comprar o tapete,

>> ela vai dizer: "Ah, mas agora é vez do tapete da poltrona. Isso é aplicabilidade direta, real.

>> Vamos pensar em roupa.

>> Como é que fica essa roupa no corpo da tua cliente? Dá para pedir,

>> gente. A Zara acaba de lançar.

>> A Zara acabou de lançar

>> o provador virtual, né?

>> Tu coloca a tua foto e ele fala: "Eu fiquei maluca tá fazendo isso com o que a gente viu no NRF, isso vai ser possível pro pequeno negócio muito em breve.

>> Hoje, claro, a Zara tá desenvolvendo a sua tecnologia. Sim, estamos falando de uma gigante, mas daqui a pouco vai tá disponível daqui a pouco

>> na velocidade da IA.

>> Exatamente. E eu fico pensando assim, os varejos maiores online tem já aquela tecnologia que tu coloca as tuas medidas e coloca mais busto, menos busto, ajusta a medida do quadril e tal para ele te recomendar o tamanho, né? Ã, hoje isso é uma tecnologia que tu contrata e coloca dentro do teu e-commerce com a EA e com e ah, eu não tenho e-commerce, tá? Tu vende no WhatsApp. Cara, bota as medidas da tua cliente no chat EPT, bota a imagem da roupa e pede para ele fazer a simulação com base na tabela de medidas do teu fornecedor.

>> Isso que vocês estão dizendo, então, e o que vocês também viram na NRF, né? te falou que no ano passado era tu tu sentia que era o que a Iá prometia fazer e esse ano que ela já tá fazendo é o NAL,

>> é o que está fazendo.

>> Eh, vocês se enxergam que ela tá bem mais barata e que a gente consegue implantar, fazer essas integrações, não falo só na busca, né, mas fazer essas integrações também com valores que cabe caibam no bolso do pequeno,

>> sabe? Sim. Porque a gente via com tecnologia o metaverso, que tinha que ter milhões e milhões e milhões. Sim, sim.

>> Só pro gigante desenvolvedores, né?

>> É, agora muito mais democrático. Com pagando $ tu tem acesso a uma tecnologia, a uma IA mais confiável, mais eh proativa, né? Mais robusta. E para mim o ponto é olhar isso como apoio de gente, né? A Iá deixa os colaboradores com super poderes, né? eles ficam com um repertório maior. Então é bem menos sobre pensar em substituição lá. A gente não via esse debate, a gente via eh eh a Nilsen também é uma consultoria super, né, confiável que apresenta dados lá, a Nilsen apontou

>> eh eh 82% dos consumidores confiam mais, né, em recomendações de gente do que de algo automatizado.

>> Uhum.

>> Né? Então,

>> mas ao mesmo tempo, 71% dizem que querem a generativa ajudando no processo, não é fazendo p, ajudando. Ó, tá vendo esse pingpong aqui? E é por isso que a tá muito mais no primeiro contatou

>> nessa. Poxa, fiquei esse look faz sentido, mas eu quero falar com alguém sobre ele. Eu quero ir lá provar. Eu quero, sabe? Eu preciso de alguma coisa mais tangível, mas para abrir, para esquentar o funil, para te ser uma opção.

>> E a tá muito presente agora,

>> até pela agilidade nesse primeiro contato, porque a gente ainda, né, o WhatsApp veio trazer uma coisa pro mundo que é se eu te mandei uma mensagem, eu não quero saber se é meia-noite, eu quero que tu me responda na hora e se não me responde, tá bravo comigo.

>> Isso é, né? Então eu acho que para ser uma ferramenta pro vendedor, né? Me lembrei de um caso que agora no final do ano eu tive com uma marca de design autoral, um pequeno negócio que eu fui atendida. Tem site, tem Instagram. Eu no meu processo de compra eu passei por todos os canais menos a loja física,

>> mas eu fui no Instagram total. Eu fui no Instagram, daí eu olhei no site, daí eu chamei a vendedora no WhatsApp porque eu não fiquei muito segura com as medidas. A menina me atendeu maravilhosamente bem e perguntou minhas medidas. E por sorte ela tinha medidas parecidas com as minhas e ela disse: "Eu vou provar e eu vou te tirar uma foto". Ela provou a roupa, me mandou uma foto e eu disse: "Cara, eu imaginei o caimento em mim. Pode fechar a compra, me manda o link, parcela nanã, cartão, link no WhatsApp, fechei a compra."

>> 5 minutos só comprar minutos. É.

>> E uma parte de sorte que ela tinha minhas medidas. Esse teu case aqui também faz parte. pode ser encaixado perfeitamente num outro episódio que gravamos sobre o Yuman Premium, porque isso esse foi um atendimento

>> Human Premium, né?

>> E só que ela eu dei sorte que ela tinha as minhas medidas,

>> né? Inclusive ela era bem mais jovem que eu. Eu tive que ficar pensando: "Hum, que estamos iguais".

>> Não, mas eu pensei ali vai ter umas coisas mais caídas, né, e tal, mas e se ela não tivesse a mesma medida, tá na mão do vendedor, ele pode fazer esse teste, né? Então, acho que não é só pro primeiro contato, eu acho que é como ferramenta pro uso dele durante um atendimento e que pode ser numa venda de WhatsApp, mas também pode ser dentro de um outro contexto. Daqui a pouco a cliente vai chegar na loja e vai dizer: "Eu queria ver como é que ficava com esse sapato que eu tenho,

>> mas eu não trouxe, cara, com esse tênis, tá? Vamos jogar na internet aqui, vamos pegar a imagem, vamos pedir para ele fazer essa simulação.

>> Olha, vocês estão trazendo exemplos que dá para ser desde quem não tem nenhum conhecimento que pode começar e que deve começar porque já já estamos atrasados, se não tá usando, né?

>> Uhum.

>> Para descobrir, no mínimo brincando, para fazer essa primeira tomada no atendimento, agilizar o atendimento, ã, saber que alguém já vai te responder. Já tô vendo aqui te segurar ali até que alguém, um humano, possa vir.

>> Uhum. automatizar coisas de gestão, né, do business, do negócio.

>> Contratação de gente.

>> Contratação de gente,

>> um trabalhão danado.

>> Sto uma coisa

>> sem candidatos para uma vaga. Como é tu faz a triagem sem viés, porque tu cansa de ler currículo, fazão da vaga, né?

>> A descrição da vaga, descrição de produtos.

>> Pede pr pede pra Iá fazer uma pesquisa nos maiores varegistas do teu segmento, olhando que tipo de skills eles estão pedindo nas vagas deles

>> e pede para ele montar a tua vaga para que tu não esqueç.

>> Existe um livro que eu adoro que chama, eu já citei aqui no plano de voo, vocês devem estar cansados já que é roube como

Um artista. Eu adoro. Adoro. Eu acho que faz um sentido danado em leitura. Não é feio nesse livro, isto que a gente tanto copia, até que tem o seu próprio traço. Foi assim com da 20. Não pode ser com vareistas. Cara, é perfeito. E a Gineto falando: "Ah, mas que loucura isso, roube como um artista. Não sei". Mas eu acho que cabe extremamente no varejo.

Se você é um, pô, tem um pequeno negócio de roupas no Petrópolis, você tem que olhar o teu e-commerce, você tem que olhar o que a Renner, que é uma gigantesca, tá fazendo, porque ela bota um dinheirão em pesquisa, ela tem capacidade. Se a Renner tá fazendo, eu posso aprender com ela. A gente pode aprender. Então isso acho que isso é uma coisa muito legal, né? E a Iá nos ajuda, nos deixa isso mais claro, mais transparente, nos ajuda. Jogo para Iá, me ajude a fazer um promp. Esse exemplo que vocês trouxeram para recrutamento, veja o que que as pessoas, que que o que que o consumidor quer de um atendente e você cruzar, pô, como é que você faz você olha 100 currículos para uma vaga? Não tem gente.

Olaí tem mais uma coisa que eu fico pensando assim, talvez o dono de negócio eu fique angustiado pensando, tá, já não dou conta de tudo que eu tenho que fazer, ainda vou ter que estudar esse negócio, né? E e acho que uma dica é não faz sozinho, chama o teu time para fazer junto, ainda mais se o teu time for jovem, mas não precisa ser. É, no meu time, que são 20 e poucas pessoas, eh, a gente não sabia nem por onde começar há uns tr anos atrás, mais ou menos também, e um colega começou a estudar mais fundo e era meio que uma coisa assim, tá, o fulano tá olhando isso aqui, o Caio tá olhando isso daí, né, Caio? Eh, daqui a pouco eu vou pedir alguma coisa pro Caio, mas não vejo muito, não sei nem o que pedir para ele, né? Você tava falando, não sei nem o que pedir, não sei nem o que pesquisar. Aí o Caio criou o primeiro robô que a gente fez no marketing do Sebrai foi o varejinho, que é o robô que nos ajuda com conteúdo de varejo. A gente acabou de fazer, né, 423 conteúdos na NRF, se não fosse junto com Varejinho, o que seria de mim sozinha. Impossível.

E a minha galera em Porto Alegre, né? Mas lá era eu e este senhor. Então não dava, né, para fazer 423. Tinha que ter uma ajuda ã operacional que fizesse com que a gente tivesse mais velocidade. A qualidade estava por nossa conta, mas a velocidade na IA foi o primeiro robô que a gente fez. Então Caio fez o robô. Eu usei na NRF de 2024, ano não, de 2025, ano passado, um ano. Só um ano. É só um ano. Quando a gente voltou de lá, o time inteiro começou a dizer: "Caio, me ajuda a fazer um robô para tal coisa." E eu tenho tem um processo no nosso dia a dia que é super braçal e doloroso e que precisa ser muito sério, que é a gestão do orçamento.

Sim. E tem muitas regras. Isso aqui vai para esse centro de custos, isso sai dessa linha, isso sai daquela linha. Fico pensando no pequeno negócio, né, que tem um monte de limitador de não posso gastar mais disso nisso aqui, eu preciso reduzir ali. A gente tem um robô que nos ajuda a tirar as dúvidas sobre o orçamento, que antes demandava de uma colaboradora do time que pensa ter o financeiro aí, que precisava ficar respondendo o tempo inteiro dúvidas de pessoas que estão operando e que hoje pergunta pra IA, a IA responde e faz com que a gente tenha muito mais facilidade. Mas os exemplos é claro que os nossos, né, é uma equipe gigante de marketing. Claro, são são diferentes, mas o ponto que eu quero deixar é quando as pessoas vem a primeira geração de valor, vem o primeiro impacto, elas começam a olhar pro colega e dizer: "Eu também quero um disso aí, isso aí também podia me ajudar aqui".

Porque é para nos ajudar, é isso, não é para atrapalhar, é para ajudar e bota a galera a usar ajudar. A gente ouviu muito isso de líderes do varejo na NRF, né? E eu gosto de dizer que a NRF não é o varejo de Nova York, ela é o varejo do mundo que se concentra em Nova York. Isso durante uma semana muito intensa, né? Então, os líderes do varejo do mundo estão dizendo: "Deixa a criatividade humana, ela sempre vai ser muito maior do que a da Iá".

Sim, eu acredito nisso. Pode ter gente que acredita diferente, mas a criatividade humana ela vai ser maior e a IA ela vai ser o que a minha criatividade humana achou como recurso fácil para resolver um problema, né? Então, até se a gente for falar da do outro ponto que a gente tava falando, já não sei mais em qual desses episódios, que era deixar a tua equipe ter autonomia para identificar problemas lá no dia a dia dela que ela possa solucionar. Se tu começa a construir uma mentalidade de uso de teste de IA, daqui a pouco o teu funcionário vai estar resolvendo um problema que tu precisaria de uma pessoa a mais, que tu precisaria de hora extra que deixaria o cliente desatendido e com muito mais eficiência naquele momento ali. Então é isso e há é ferramenta para deixar o humano liberado para fazer as coisas que ele gera mais valor quando o resto pode ser automatizado, né?

E tem só uma coisa que eu preciso dizer. T tã. Falar de IA e de otimização de processo requer formalização e documentação, dado organizado. Então tu não vai conseguir usar a IA para melhorar o teu processo de estoque. Se teu processo de estoque tiver uma bagunça, se se não tiver organizado, nenhum, vai sistematizar o caos, como eu tinha um chefe que dizia, se entrou errado, tá errado. Inteligência artificial requer informação de base segura. Segura. Então, como é que tu tá organizando teu estoque? Como é que tu tá organizando tuas finanças? Como é que tu tá organizando a documentação da cultura da tua empresa, do DNA da tua marca? Ah, mas não tenho tempo de fazer isso. Fala com aá ali no microfone e vai pedindo para ela criar essa documentação para ti. Vai só melhorando essa documentação, porque aí tu tem base para ela trabalhar por ti. Trabalhar por ti.

Por essa razão, a maior parte tá dando errado. É, tá dando resultado ruim, tá saindo resultado por colocou dado equivocado. É muito difícil ter dado qualificado no varejo. Muito difícil. Então, reverbera também no uso de a, reverbera no uso de CRM, que a gente já, né, fala, tá mais acessível, aderente há anos. Então esse foi bem um ponto bem importante assim.

Legal. Tem que ter esse cuidado, né? Eh, senão vai dar vai dar problema também. E escolher, né? Escolhe por onde começar. Não precisa começar, escolhe alguma coisa, né? Escolhe por um. E também dá para chamar o Sebrai, né, Fabiano, pra dúvida, né? Vocês têm muito suporte quanto a isso também, né? De a porque às vezes a gente fala: "Ah, tá, mas eles estão aí falando, mas eles já usam". Mas eu acho que vocês têm conteúdo e e especialistas para ajudar. desde quem não entende nada, quem já tá preparado para ter algum outro produto maior. Então, aciona também o Sebrai, né? Não fica nessa dúvida. Além de chamar o coleguinha que já tá um pouco mais avançado, que a Débora trouxe antes também, né?

É, nesse tema eu gosto de deixar um alerta assim, né? Cuidado, cuidado com informações de mais e ações de menos. Ah, importante. Porque é muito cedo tor querer sair fazendo. A gente já deixou os caras tontos aqui com um monte de exemplo que a gente deu, né? A gente é responsável por tentar estimulá-los, mas ao mesmo tempo, poxa, né? A gente deu muitos exemplos, né? O que foi bom. Eh, mas agora, bom, se um dos nossos exemplos bateu para ti, pega esse. Uhum. E e vai até o fim. Aprofunda. É. E vai até o fim. Não. E não te distrai no caminho. Também dá para fazer isso, também dá para fazer aquilo. Calma.

Porque aí tu vai perder consistência, né? e e consistência geração de valor no final das contas, né? Então essa energia precisa gerar valor, né? Esse uso tecnológico precisa gerar número bom, né? Para isso que se usa a tecnologia, né? Então esses cuidados são importantes. É um bom cuidado, né? Dar um dado só que esqueci de falar no início que a gente tem muito varegista no Rio Grande do Sul que usa plataformas como Shopify ou e outras plataformas semelhantes, né? E naf a gente viu um dado que em um ano de janeiro de 25 para janeiro de 26, então um dado super atualizado, as buscas de que geraram compras no Shopify por inteligência artificial aumentaram 14 vezes.

Uau! Em um ano. Em um ano é um crescimento exponencial e vai crescendo a mais, né? Então, acho que a minha dica final ficaria, se for começar por algum lugar, começa pesquisando o que que é gel, GE Oo, que é a nova lógica de busca na internet para esses mecanismos de inteligência artificial acharem o teu produto.

Isso. Então, fundamental essas dicas, né, ser encontrado é muito importante, né, que tu venda na tua comunidade, na tua localidade, mas que tu não deixe de aparecer nas buscas, que tu não vire invisível no digital. Então, cuidado importante e é uma coisa mais fácil de fazer, né? Melhorar uma descrição de um produto. É algo pra gente ficar de olho. Acho que esse dado ele só nos mostra que não dá para negligenciar.

Não. Acho que o o o problema está no usar como vocês abriram esse episódio. Mas olha primeiro pra pendência, depois pra tendência, né? Primeiro, adoro essa expressão. Primeiro pendência. Adoro. Primeiro pendência, depois tendência. É, então não precisa ter medo de a tem que brincar, tem que testar. Bota teu para trabalhar, testa uma coisa. Essa dica aqui do Fabiano que ele abriu, escolhe uma coisa e vai até o fim, treina, brinca. Débora trouxe muitos alertas também e a tecnologia tá aí para nos ajudar. É meio, não é fim. E grita pro Sebrai. Qualquer dúvida que tu tiver, grita pro Sebrai. Tem um monte de conteúdo explicando, ajudando, inclusive toda tudo que eles falaram aqui.

E por onde é que o Fabiano começaria? Eu daria a dica de começar pelo incontrabilidade. Então, eh, eu começaria por aquilo que com menos esforço eu atingisse de uma forma mais relevante o meu cliente. Eu usaria alguma coisa também nessa linha do de mercado assim. Porque mercado dá o gostinho, né? Eu vendo mais, vem mais gente, depois tu vai cuidar de outras áreas, né? Talvez mais gerenciais, dá uma animada, né? Daí e talvez seja mais simples também começar por ali, né? Então eu elencaria um objetivo nessa linha assim de de converter melhor as vendas, né? Eh, ou ser encontrado, ser uma opção, iria por aí também.

Também iria por essa. Com esses dois professores aqui, né, gente? Eu encerro mais um episódio desse especial sobre NRF. Débora, obrigada. Volta sempre. Bom te ouvir, bom ver a tua perspectiva disso tudo. Obrigada, Lê. Eu gosto muito de vir e trocar com Fabiano, que é especialista em varejo. Eu não sou em varejo, eu sou em marketing, mas olho sempre de uma perspectiva de comportamento de consumo e mercado. Então, gosto muito desse bate bola. Valeu.

Muito bem, Fabiano Zorteia, nosso camisa 10, meu substituto. Quando eu não puder gravar, eu vou te chamar. Não, de forma alguma. Cada um na sua. O meu lugar é aqui, nessa ponta direita aqui. Cada um na sua. O time joga melhor. Fabiano, obrigada. Que bom sempre te ouvir, assim, ainda mais sobre esse tema do varejo que tu tanto ama. É, mas é bom assim a gente ouvir alguém tão especializado que consegue traduzir todas essas coisas também pro nosso pequeno e médio empreendedor. Ah, bem bom tá aqui com você. Essa troca é muito complementar, né? E e acho que o vargista também deve buscar trocas como essa, né? De pessoas que têm outras especialidades, mas que a soma disso é essencial para fazer o varejo ficar forte. Quem não usar IA vai perder para quem usa. Eu tô convencido disso.

Então a competição é meio que consigo mesmo para meter ter a melhor versão de si mesmo com o uso, né, de de uma tecnologia que chegou para ser algo permeável, estrutural de um negócio, né? Então para mim é como tu precisa ter o alvará de operação, tu também precisa usar a inteligência artificial. Bora usar então, minha gente. Bora usar. Lembrando que este episódio sobre inteligência artificial aplicada nos pequenos negócios é parte de um especial sobre a NRF, que essa dupla esteve aí por duas semanas em Nova York, nos Estados Unidos, a maior feira de varejo do mundo, gente, desde 1911, edição de número 115. E que bom saber que nossa turma daqui com o nosso DNA gaúcho tá lá buscando tudo que tem de mais moderno e o que a gente tá discutindo no mundo para melhorar os nossos negócios, nossa aumentar nossa margem de lucro, emitir muita nota fiscal boa.

Lembre-se de assistir esses episódios. Nós estamos no Spotify, Busque por Plano de Voo, ou ainda no YouTube do CEBRAI RF, onde tem um montão, um montão de conteúdo. Os conteúdos da NRF também estão distribuídos no blog, no site e todas as redes sociais, todas as visitas técnicas, que não foram poucas. Nossa, foram 15. 15 visitas. 15, gente. Uma média mais do que uma por dia. Fora todas que a gente estudou chegar. Mais de 100 que eles pré-selecionaram. Está tudo com conteúdos. no Instagram, no Instagram do Sebrai, no vídeo do Instagram do Sebrai @SBRAirs, que você vai poder curtir um pouquinho tudo isso que eles viveram em duas semanas em Nova York. Um abraço carinhoso e até o próximo plano de voo. Oh.