Transcription
Olá, tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos, mais uma vez, às disciplinas da pós-graduação em psicomotricidade. Hoje, nossa disciplina é sobre psicomotricidade. Tô, gente, a fazer um geralzão do que essa paciência, do que a disputa daquela. Verifica o que ela nos ensinam e, para quem ainda não me conhece, meu nome é Gabriela. Assim, não sou professora desses aqui, já há algum tempo atuo na rede Municipal de São Paulo, na sala de recursos, especificamente. Trabalho no Instituto Olga Kos, hoje no departamento de arte, na como pedagoga, mas também já fez parte do departamento de pote. Nas artes marciais e no departamento de pesquisa. Eu sou especialista em psicomotricidade, tanto institucional quanto clínica, analisando a despesa da minha casa de mercado. Exatamente, é sobre os princípios da avaliação de crianças com deficiência no processo de ensino e aprendizagem, é porque a gente conhece respaldo teórico e prático aí para inferir a possibilidade de intervenção em atividades improdutivas, movimentos dos indivíduos em a dona de base e promotora.
Olá. Seguindo nossa disciplina, nossa bem está nos traz né algumas questões sobre o desenvolvimento do motor, a questão da atenção, aprendizagem motora e da maturação do sistema nervoso central, a influência desse desenvolvimento motor no processo de aprendizagem, alguns procedimentos e técnicas e as bases propriamente ditas, assim como a necessidade da avaliação, que a gente tem as informações mais adequadas possíveis sobre o indivíduo com qual nós iremos trabalhar. E quando iniciei minha formação em psicomotricidade, é sempre escutava física, o quê, se vira um make meme, uma piada interna com a galera da pós-graduação, porque não era só José Joaquim de alunos criaram para turma os cães escutavam específico o que a ser psicóloga, não, não estudando psicomotricidade e qual cidade era uma coisa um tanto parte largas mesmo. Então, para que fique claro que estamos estudando, né, a psicomotricidade, e a ciência que se baseia na concepção unificada do indivíduo humano, que vai incluir as interações cognitivas e sensório-motoras e psíquicas do processo de compreensão das suas próprias capacidades e da sua condição de expressar a partir do movimento harmônico, o riso objetivo dentro de um contexto social, de um ambiente coletivo.
E a psicomotricidade, ela também se constitui sendo um conjunto de conhecimentos da psicologia e da fisiologia, antropológico de relação humana, de estruturação e elaboração de informação, para conhecimento que permitem o uso do corpo como ferramenta mediadora no processo de a receber, produzir, impor, map Hornet, conteúdo e conhecimento humano. A psicomotricidade, ela bordo a motor no tento amplo de favorecer todos os sistemas do sujeito e a partir daí conseguir que esse sujeito e individualismo tem a sua personalidade em a sua autonomia seja um devido e consiga interagir com os objetos, com espaço, o meio ambiente, com os outros indivíduos de forma coletivo. A Associação Brasileira de psicomotricidade daqui essa ciência pode também ser definida como o campo transdisciplinar que estuda e investiga as relações de influências recíprocas e sistêmicas entre o psiquismo e a motricidade, é baseada numa visão holística do ser humano. Esta ciência, psicomotricidade, que encara de forma integrada funções cognitivas, socioemocionais, simbólicas, psicolinguísticas e motoras, promovendo a capacidade de ser e de agir no contexto psicossocial.
A psicomotricidade, ela possui algumas linhas de atuação: educativa, reeducativa, terapêutica, relacional, aquática, raman em crise, outras redes, pesquisa, estudo e e pega a gente iniciar. E aí o e contemplar na a nossa meta aí de observação do desenvolvimento motor na processo de atenção durante aprendizagem e o desenvolvimento motor também nesse processo, processo de avaliação, as relações que se dão através da base devidamente estruturadas para que a gente as utiliza nosso arroz as demandas do dia-a-dia. A nós devemos considerar e essa compreensão do movimento uma perspectiva psicomotora, diversos a gente acaba entendendo o movimento como um ato corriqueiro, não é o movimento pelo movimento, o movimento é compreendido como um ataque básico da vida, o movimento o PEP sair do lugar por ter que mexer e a psicomotricidade e ela vem trazendo a luz exatamente a esse ponto de que o movimento ele não pode ser só mobília, ele não pode assistir dar e ele próprio e para que haja um movimento coeso e harmônico e [Música] colabore de desenvolvimento o processo individual mesmo de cada um se faz necessário a integração e do processo racional de processo efetivo de processo social, processo cultural.
Um dos valores a clínicas e da ética da política da compreensão do indivíduo enquanto indivíduo, aqui para que isso ocorra, né, nós precisamos nos ater principalmente às características dos estágios de desenvolvimento aquele que é traçado pela ciência como o marco, né. A briga é esperado que a criança e para um se posso primeiras frases por volta de dois anos e são Marcos do Desenvolvimento Infantil, as partes de um dos estágios do Desenvolvimento Infantil, nós precisamos ter claro quais são os movimentos de suas finalidades, cada um deles tem por objetivo final do produto final da que a gente consiga observar quais as dimensões estão sendo solicitadas em cada um deles, aí ó eu sempre associar a idade da criança ao tipo de movimento está sendo solicitado. Porque a partir dessa compreensão e uma arco do estágio da base psicomotora já desenvolvida e a gente vai ter minimamente, né, coerência para solicitar da criança o movimento ela já seja capaz de realizar, as contrário contribuo muito mais para sua frustração do que puxa desenvolvimento do que é para a sua a amplitude cognitiva e motora é utilizar sempre das bases para construir objetivo.
Então, a partir da base de alcançada já maturada já desenvolvida, mas eu busco desenvolver a próxima, qualificar a próxima, né, acompanhará no processo de maturação da próximo sábado a fazer sempre no repertório de atividades e onde a busca motora, né, exercício motor beja a articulação Central, mas não se calem se não sei fingir nele próprio não se esgotos a sua possibilidade de execução e e a conhecer as categorias de conteúdos na mão pensando numa questão estrutural de educação, quais são os conteúdos traçados, né, estipulados ali estabelecidos para que o trabalho com aquela faixa etária naquele ano letivo contendo propostas harmônicas cores das coelhas, tô pensando em tudo isso é que a gente começa a Ribeira alguns princípios a própria psicomotricidade como estimulação esse movimento e as suas metas. Então, a meta de motivar a capacidade sensitiva através de sensações de relações do corpo do indivíduo com o superior a o motivo, né, em situações da passe tem ali a criança a utilizar sua percepção e interpretação das sensações pela cerb através do próprio conhecimento do movimento corporal que ela já apresenta, já tem e das respostas vão se desenvolvendo ao longo do tempo, organizar a capacidade dos movimentos representados e expressos através de sinais, símbolos da própria utilização de objetos reais e imaginárias, fazer com que crianças possam descobrir expressar suas capacidades através de maçã mais criativa, mais repressiva [Música] intrinsecamente ligada às emoções desse indivíduo, ampliar e valorizar a identidade própria dessa autoestima, criar de segurança e expressar-se através de diversas e valorizando sempre aqui que é exclusivo daquele de vidro, né, as características ali única que diferem dos demais, a operação nesse caminho sempre em busca de conseguir e criar uma consciência clara a respeito desse produto, a respeito da relação e o organismo já é capaz de estabelecer com o meio, com o outro, com os objetos, dando conta, né, das atividades de vida diária, por exemplo, das adequações de comportamento, as respostas esperadas ao longo do processo de desenvolvimento.
E aí as coisas importantes para gente se questionar na e até fazer uma pesquisa posterior aí, o que que é essa motricidade humana? O que é como é que existe esse conceito de corporeidade? O que que vem a ser essa cultura corporal de movimento tem grande impacto na crescer com outras cidades? Como é que esses três conceitos são estudados lá da Educação Física, por exemplo, se aplicam a psicomotricidade? O que que dessa motricidade esse movimento intencional do humano a mensagem de consegue aproveitar ali dentro do estudo da psicomotricidade e o que que essa relação de corpo com espaço, objeto e o outro, essa percepção de distância, tamanho, dimensão, massa um e esse experimento a longitude da amplitude do meu corpo, o bebê desenvolver da ação do gesto da técnica, distância da técnica de basquete, da técnica de orientação e mobilidade tem a ver nesse processo de corporeidade e contribui para o distúrbio psicomotor e e o que que essa cultura corporal de movimento na movimento objetivo de movimento saudável de movimento estruturados e não estruturados contribui para esse olhar da psicomotricidade no fazer diárias da vida de cada indivíduo.
E a psicomotricidade sendo a ciência que estuda o homem através da sua qualidade da relação de corpo com o meio, com os objetos e com outro desse movimento em relação ao mundo interno e externo, ainda possibilidade de se perceber, atuar, agir e conhecer, interagir com outro com os objetos com os espaços de consumo próprio e e traz para gente um novo olhar é do que queria esse movimento consciente nessa modalidade mãe, movimento intencional e esse movimento planejado. E aí tudo isso ganha dentro das bases o nome de praxia, seja ela global ou hino, não é, e essa motricidade humana, essa capacidade de se movimentar de forma articulada, harmônica, a briga de uma meta estabelecida se torna uma práxis ia partir do momento que eu compreendo todos os outros elementos do meu organismo e a partir dessa compreensão e eu traz um caminho plano não eu miguinho Improta resolução daquela situação apresentada e dar a melhor resposta possível com o menor gasto energético e nível dentro do menor tempo possível e com a maior qualidade possível. E essa corporeidade olhada a luz da psicomotricidade na deixa claro padrões de relação intra e interpessoal, ou seja, as relações afetivas que eu estabeleço para comigo mesmo e as relações de troca, compreensão, aprendizagem, equilíbrio e desequilíbrio, não só motor mãe psicologicamente falando também e eu estabeleço com outro e os meus afetos, os impactos, os pesos da relação social são observadas também a partir do conceito de corporeidade nesse olhar psicomotor, assim como as minhas relações estabelecidas com o meio, com um bom domingo, né, o táxi com motricidade, ela sempre vai partir dessa compreensão de organismo triúno, nos grandes contribuidores da psicomotricidade é o glória Alexander Luria e ele traz exatamente essa compreensão na da Tríplice do cérebro que são três em um e as três dimensões das três grandes unidades neurofuncionais que vão comandar a sinapse articulações entre os Lobos e as suas respostas adaptativas o mais coerente e capacitados possíveis de acordo com o estímulo mediada pelo meio o Max como a felicidade compreendendo esse organismo entre o no onde for o emoção e motricidade a Oi e a mente a parte cognitiva ali e interagem entre si o revelando ali a grandeza complexidade na não podendo ser reduzida a uma única linha, a único fato, a único raciocínio, não dá para reduzir a psicomotricidade a um aspecto de fisiologia, a uma descrição de fisiologia, a uma teoria psicológica ou a um coeficiente de inteligência presente no não se tem essa pretensão de automação de rendimento com o objetivo mecanicista da motricidade humana, da resposta, da adaptação, da qualidade de interação e integração de sistemas em a venda de uma compreensão adianta a psicomotricidade, ela sempre vai estudar aquilo que o indivíduo pode vir a ser lá, aquilo que ele já é mais também e principalmente aqui em que ele pode vir a ser, porque normalmente quem vai procurar um atendimento psicomotor é porque a arma defasagem, né, tá abaixo daquilo que era esperado para a sua faz para área do seu Marcos bonito para a sua condição enquanto indivíduo, normalmente essa quartel e o sangue está isso e a partir desse olhar daqueles indivíduo pode vir a ser se tem uma avaliação de um processo, uma das características e condições de interação sócio-cultural na cama minha relação com o meio, a a minha capacidade de interagir com os outros não necessariamente para as pessoas mais próximas, mas porque elas que o pouco tem um relação é automaticamente quando eu me afeto ou afeta o outro com e as minhas ações diárias ver com a minha personalidade com a minha capacidade de articulação de argumentação de comunicação e de escuta e não se observar as as características, né, anatomofuncionais e geológicas e biológicas aí do organismo e do organismo humano Oi e a relação PS3 as dimensões na é de uma forma mais neutra possível e para conseguir enxergar aonde é que tá acontecendo aí a rotura a fragmentação para que uma dessas bases, né, para que um desses tripés a terra em desarmonia em desacordo com os outros dois e aí apresente essa prejuízo ao direito Oi Claro e para compreender esse processo nas pernas de entender também algumas questões técnicas, na algumas questões mais fechadas como, por exemplo, anatomia. Anatomia, ela sempre vai trabalhar com pão de forma em qual é a forma, onde fica no menclatura, conceito e sua função, mar quem será que tá mentes basta para nos dar e as características necessárias e suficientes da própria questão fisiológica e biológica que utiliza a para que anatomia pressiona dá-nos da condição de compreensão física esse corpo único e exclusivamente eu vou Será que até que estuda a gente precisa integrar outras áreas é para ciências conhecimento para que nós tenhamos é um arcabouço de informações mais coerente, qualitativa e socialmente pertinentes para estudar esse grupo de indivíduos ou onde vivem se, né, e colaborar para o seu desenvolvimento aí para que ele apresente aquilo que ele pode vir a ser melhor para ele próprio e para os outros e também essa noção Oi e essa clareza de que a gente nunca vai conseguir estudar psicomotricidade de forma isolada é o primeiro patamar que a gente pisar e seguir adiante é o primeiro degrauzinho que a gente sustenta a passada para dar o fora o próximo passo porque claro a gente pega ementa algumas explicações, algumas questões, mas não tem como fazer esse estudo psicomotor de forma fragmentada, né, as questões de interação, as questões afetivas, as questões cognitivas e as questões motoras dentro de um contexto de determinada ao décadas determinável logística arde determinada crença religiosa e social tem grande impacto na vida do indivíduo e automaticamente o coletivo de interação de todo profissional que trabalha especificamente com desenvolvimento humano não precisa de estar com forma a conhecer minimamente as estruturas e o funcionamento do corpo humano, né, final de contas é sua maior ferramenta de trabalho é tão entender que esse corpo essa massa e peso O que é uma materialidade daquilo que eu sou, daquilo que eu me costumo, daquilo que eu não constou é muito importante até porque parte desse conhecimento funcional e vai ser utilizada na estruturação do esquema e imagem corporal, esquema corporal cabeça ombro joelho e pé, imagem corporal aquilo e eu vejo E quando eu penso na minha estrutura quando eu me olho no espelho quando eu tirar as outras pessoas. Então esse conhecimento aqui ó nesta tarde pelo Copa lá em 2007 ainda se faz necessário para que a gente consiga deixa o olhar mais é tão rico e querem com desenvolvimento individual do Cidadão a anatomia humana. Então ela se torna esse estudo de forma e função de sistemas, órgãos, toda a estrutura do corpo humano aplicada a psicomotricidade, ela vai se dedicando ao estudo principalmente das relações entre os sistemas orgânicos, né, pai nos dando base de pesquisa e para que o movimento acontece a sempre necessitaram interação integração de diferentes sistemas e aparelhos dentre eles, pensando em movimento por exemplo a gente tem o aparelho locomotor obviamente e o sistema nervoso principalmente a questão do sistema nervoso central e esse aparelho locomotor na ele é formado por três principais sistemas e se integram e se interagem entre si e levam na e recebem informações do sistema nervoso pra que haja movimentos voluntários e involuntários também desde permanecer vivo organismo os movimentos voluntários os movimentos pensados, planejados e estruturados são partes da nossa motricidade quando eu penso na força que eu preciso exercer sobre o corpo para levantar e na caixa Oi e aí não e claro analise a situação eu vejo na a e qual a melhor forma de projetar meu corpo para sustentar aquele objeto e eu estou ativando na lobo frontal na o processo de planificação das ideias da ideação estou trabalhando com óleo estatísticas como probabilidade qual a probabilidade de acerto em 1 como abaixar de qualquer jeito projetar meu corpo à frente sem nenhum tipo de sustentação para levantar uma caixa de quase 30 quilos, probabilidade de me machucar grande é uma nesse sentido a gente vai estruturando aí nosso pensamento para responder de forma mais harmônica possível com as ferramentas do nosso corpo já tem para que isso ocorra nós precisaremos, por exemplo, do sistema esquelético, os ossos e as cartilagens, o Sistema articular das articulações, junturas e o sistema muscular é o músculo estriado esquelético aquele que eu tenho controle eu penso a água levantar aqui vou contrair a musculatura para fazer uma conexão uma agressão ao lado são destaques na prática e é através desse aparelho locomotor que eu consigo executar movimentos responder Está na mente as demandas que foram apresentadas é por meio desse estudo deste olhar nessa compreensão mãe que a gente vai tô conseguindo Alencar e o que a criança já atingiu é aquilo que está além do esperado, mas também e principalmente aquilo que está muito aquém do que era previsto para aquela faixa etária para quem ela condição a aquela estrutura de corpo não e é através desse olhar eu movimento para essa motricidade humana a gente consegue inferir algumas questões presentes ali nas diversas nas diferentes fases da vida é as formigas observação da motricidade a gente enxerga o corpo como origem todo e qualquer aquisição seja ela cognitiva afetiva ou orgânica na biológica e fisiológica O que é no corpo que a gente consegue ver a resposta efetivamente E aí e o movimento movimento movimento para pessoas Valentes nada mais é do que quando um corpo muda a divulgar muda de uma posição para outra quando ele se desloca, né, um determinado espaço e tempo é de corpo inteiro ou seja parte dele, né, quando eu movimento no braço para pegar algo houver grande movimento e a ação I ela está muito mais ligada à motricidade porque ação ela tem intencionalidade eu vou pegar água porque no corpo está sentindo É sério porque faz muito tempo que eu tô te falando e meu corpo já percebeu a ausência admitido EA necessidade da hidratação então eu vou morrer eu vou alterar a unidade o ponto a ao. B Vou ligar a água abrir a garrafa PET mora aonde deixar a garrafa garra o hotel o próximo momento de sete né Essa ação vende tem ligação direta com a motricidade porque é isso não é o movimento pelo movimento grau e ainda André que ela é a estruturação de resposta de parada em frente ao estímulo interno ou externo que o corpo recebeu e pensando nessa motricidade nós temos algumas categorias do movimento, né, movimentos estabilizadores e quando e tem o objetivo de manter equilíbrio Nem tente ação da gravidade é sobre nosso corpo e nós temos a categoria de locomoção Então os movimentos locomotores é o que nos permite mudar a localização do nosso corpo não é mais permitido. Ao ponto b nos permite Honrar com o princípio da Constituição de ele viu a nos permite ficar parados a partir eu decidi caminhar na Fernando. E e agora eu vou ficar parado é me decidir para onde eu me movimento novamente Oi e a categoria de manipulação Onde eu consigo ter determinado controle e a sobre o objeto e o esporo manipulo mãe sinto o seu formato até descobrir sua função e posteriormente essa descoberta utilizo de acordo com sua função de base ou recril uma possibilidade aí Oi aqui é uma tabela que você já virou na aula anterior, né, é um só para gente lembrar esse processo da motricidade perpassa sempre esses movimentos de base, equilíbrio e locomoção, manipulação i a combinação desses elementos este movimento Tá combinado o papel caminho para o desenvolvimento psicomotor porque através da sim movimento combinado para conseguir observa a presencio qualidade de tônus o equilíbrio processo de lateralização indivíduo já tem esquema e imagem corporal ele já reconhece ensino outro na os elementos anatômicos as partes do corpo e suas funções e características em grande parte desses gestos motores complexos envolvem a combinação dos movimentos dos promotores manipulativos ou estabilizadores normalmente podem ser observados nas diferentes bases psicomotoras que é isso que eu acabei de citar E essas bases por sua vez oferece um referencial importante para que a gente fundamente As nossas ações referentes às práticas motoras associadas as características próprias de cada fase do desenvolvimento humano em suas múltiplas dimensões as bases psicomotoras colaboram com a coabitação motora e automaticamente quando criação de autonomia de cada um dos indivíduos usar as bases psicomotoras elas oferecem ampliação das autonomia no que se refere à fundamentação e compreensão do como cada uma das atividades propostas ao longo da vida no decorrer do dia a dia vão interferir positiva ou negativamente no desenvolvimento humano né visando as dimensões o relógio executivas intelectuais sociais e culturais motoras de cada sujeito a esse conjunto de base psicomotora se refere e é referenciado de forma interativa entre os seus próprios componentes tem que espaço a o anos equilíbrio o esquema e a própria imagem grau toda esse referencial interativo os componentes um bom espaço com tempo e se torna a viva no sentido mais dinâmico possível né onde a gente consegue tanto contextualizar quanto descontextualizar situações e realidades desejos aperto sonhos possibilidades de cada indivíduo espaço G1 a partir de uma forma mais sintética essas bases psicomotoras que vão ser apresentadas a seguir agora podem ser concebidas compreendidas e aplicadas e de acordo com a intencionalidade com o planejamento com a proposta a meta atingível que eu trás né E aí onde também eu vou propor atividades desenvolver propostas pensando sempre nessa corporeidade nessa relação do corpo com o ambiente com outro comigo próprio e no geral as bases psicomotoras apresentam algumas cidades maturacionais Então os Marcos e um a tonicidade tem seu Marco por volta de um ano a equilibração por volta de dois.
O esquema e imagem corporal por volta de 5 a 6 anos; lateralização até sete anos; orientação espaço-temporal por volta dos nove; e a praxia global. Iniciou-se, tem estrada, o processo de aquisição do tônus, né, quando a criança começa a se importar, se organizar, fixar tronco, sustentar pescoço, direcionar-se, movimentar-se, trazer a mexer. E são elas vão passando desde essa fase e até o dia que a gente morre. Não porque a gente perde algumas capacidades – abre a mente na terceira idade, mas a gente também aprende outras plantas – não, que a gente continuar dando estímulo para o nosso recrutamento muscular, para que a gente utilize maiores ou menores do que os músculos das propostas motoras. Aí, ó, tô pensando na questão da praxia global e fina.
E o Vitor da Fonseca, pensando nas bases no próprio desenvolvimento do Diano e outras tantas questões, ele traça alguns paralelos entre a Teoria da Evolução e o estudo da evolução humana, né, enquanto a raça animal. E ele pega alguns princípios lá da filogênese, do estudo da evolução das espécies, vincula ontogênese, o estudo da evolução da espécie humano, e analisa a comparativa dos estágios de desenvolvimento. Ele disse que lá no processo de progênie, observando peixes e répteis, né, é possível perceber algumas reações reflexas, por exemplo, no recém-nascido. Alguns padrões posturais, algumas respostas são iguais, idênticas às dos répteis. É nesse estágio de desenvolvimento que ele chama de neuromotricidade, prato-motricidade, né? Ele relata um pouco sobre a hipotonia axial, a hipertonia de extremidades, porque deve tá sempre, parece que ele tá sempre em espasmo. Mas ele tem essa hipotonia axial de sustentação primária, médio, não consegue sustentar-se. Oi, e a replicação ventral, onde toda força está sendo concentrada aqui no eixo, a direção bíceps, aqui até que eu desenvolva a, e onde são tônicas suficientes para dar as respostas mais adequadas possíveis. Pois ele faz um paralelo com os mamíferos, não o quanto e nós vamos evoluindo quando a gente perde, né? É, e esse padrão de tartaruga, de barriguinha para cima, o e passa a ter maior controle, então consegue entrar na quadrúpede, começa a fazer essa assimetria funcional, a bimanualidade, e neste aí as primeiras trocas, né? A, e o cruzamento de esquerda, aí, ao dar essa passada, mesmo engatinhar, direita e esquerda, fazendo essa troca. E aí ele retrata, né, esse período de paliomotricidade. E depois disso, ele vai estudar um pouquinho da nossa relação, a atenção a gente, das nossas respostas adaptativas, as mesmas respostas dadas pelas primas. E aí ele entende que a gente entra no sensório-motor. A partir daqui, nós temos, graças ao controle postural, a essa resistência da gravidade, a possibilidade de utilizar a nossa lateralidade, eu não quis ir, tô mais funcional, né, seja para monitorar o brinquedo, seja para se alimentar, seja para chamar alguém que tá do lado do outro. Em, e a gente começa a desenvolver a independência do polegar, o que vai nos diferenciar das outras histórias.
A partir dos seis anos, o Fonseca diz que essa perceptivo-motricidade, e é a da evolução na, nos da condição de perseverança, desenvolvimento em fralda, locomoção, da deambulação. Assim como a gente passa a ter a destreza, né, deve estar lateralidade, assim como a gente passa a especializar os nossos hemisférios, né, tanto direito quanto esquerdo, para responder da melhor forma possível, seja ela criativa ou racional. E a partir do período de adolescência, nós temos questões muito pontuais aí do desenvolvimento, mais prático das questões mais melódicas, da necessidade de planificação motora, ou sexta essa organização para cada uma das ações. E a própria maturidade social e a orgânica, né, pensando no sistema nervoso central, aí. E pensando em tudo isso, então fica claro, né, de acordo com o Rubio e Borges, e essa estrutura da educação psicomotora, essa base fundamental do processo intelectivo e do próprio processo de aprendizagem de cada criança, que esse desenvolvimento, ele vai evoluir do geral para o específico. E quando essa criança apresenta dificuldades de aprendizagem, e e o fundo do problema na, passa a ser perceptível dentro desse campo de dificuldade de aprendizagem. E quando isso acontece, quando isso ocorre, nós podemos, né, na realidade classificar essa dificuldade, esse processo mais lento, mais penoso, como uma alteração de um dos níveis ou das bases do desenvolvimento psicomotor, né, porque tem grande influência um no outro. E para que a gente consiga ter esse olhar aqui, ó, né, entender que essa evolução do geral para o específico, que essas dificuldades de aprendizado tem esse fundo, né, esse grande problema em pata no desenvolvimento das bases, a gente precisa entender quais são elas. Mas e aí a gente começa a pensar, por exemplo, na tonicidade, no tônus, a base tônica, e a esse alicerce fundamental das aquisições neuromusculares que garantem as emoções, atitudes, posturas, mímicas, qualquer forma, qualquer maneira que se expressar, pensamentos diversos e as expressões corporais e fisionômicas biológicas, bom, e tudo mais. Na, a é através dessa base tônica de controle tônico o que a gente consegue e responder aos estímulos da, bom, e ao mesmo tempo tem um funcionamento o adequado do sistema do organismo como um todo. Porque, por exemplo, o nosso coração, os nossos pulmões, o nosso filho, nossos fígados, eles sempre estão no estado de tensão ativa, e não o, e eles estão nessa e pensam basal o daquilo que é necessário, fundamental para que a gente esteja vivo. Na, então essa tonicidade para garantir e o bombeamento, por exemplo, e a troca gasosa e a vascularização das extremidades do corpo e tudo mais se dá por esse controle tônico basal, nessa tensão ativa do sistema nervoso central. Tu tá indo disso que é involuntário, que a gente não tem muita controle, muita consciência. É através do controle dessa consciência tônica que a gente consegue manter os reflexos posturais, e não, a consegue perceber o meio de fato, através da própria decepção, ativando aí cerebelo, a campo vestibulares, talâmico, integrando o cerebelo e a produzindo sinapses na até meu córtex motor, a e a própria ativação muscular, né, para manutenção postural se dá dentro dessa base tônica. E o tônus residual, também estudado dentro da psicomotricidade, né, é esse componente que persiste mesmo após a sensação de influências nervosas, essas acomodações adaptativas de condutas de informações recebidas e se dá e interrelacionadamente e com os aspectos afetivos e também com as questões de atenção, daquilo que eu direciono, né, do meu organismo, do meu quarto. E essa relação, a fertilidade, não é. Essa é a própria base de estudo, por exemplo, do Ballon, o diálogo tônico com Valongo. Escreve, dá para explicar um pouquinho aí, né, desse desenvolvimento psicomotor. Por exemplo, essa ciência psicomotora se dá e a observar a resposta tônica que o bebê dá quando alguém se dirige a ele com raiva, o ou quando alguém acolhe, né, o país pertencente ao seio, amigo, ao meio, a condição que está sendo vivenciada em, e essa relação de afetividade dentro da psicomotricidade. Afetividade, tônus, a função cognitiva, acabamento detector, anos, e o Valongo vai estudar por anos e anos para contribuir para o nascimento da linda ciência, né, que a gente chama de psicomotricidade. É só botar tendo um bom controle tônico, é uma boa compreensão do que é o tônus, essa base primário, primordial e da nossa ciência. Nós voltamos o nosso olhar para o processo de equilibração, o porquê que liberação, não acredito, não, o processo de equilibração, o que ele tem há uma complexidade a ser estudada aí, não. E a é porque não é só aquilo de motor, o produto final da ação, né, mas é o próprio equilíbrio. E aí entra pessoal, e para que haja uma manutenção é daquele diálogo tônico de tá pouco a idade, quais são as minhas respostas, por exemplo, a [Música] psicomotricidade, ela vai olhar até mesmo para a questão da homeostase, esse equilíbrio interno necessário para que o organismo dê a melhor resposta possível, com o maior nível de qualidade possível naquele momento de execução. É claro, né, pensando nesse motor externo, naquilo que a gente consegue ver, registrar, é a base de equilibração, ela vai sempre observar as questões estáticas e dinâmicas do movimento, sejam eles movimentos associados, locomotores, manipulativos, olá, sejam eles observados dentro de uma técnica ou de uma expressão criativa. Em todo esse processo de equilibração, vai ser observado através dos ajustes neuromusculares necessários que são traduzidos inicialmente lá pelo tônus, né, e que aqui vão ganhando suas próprias características, suas próprias funções descritivas. E o equilíbrio, ele vai ser estudado dentro da psicomotricidade como esse controle da estabilidade postural, na, então o posicionamento do meu corpo frente e a situação, à temperatura, a pressão, a o impacto da gravidade, né, para que eu realize a tarefa que está sendo solicitado naquele momento. E é esse controle estável de uma postura que vai garantir ao meu sistema vestibular a integração de informações, é é que eu tenho essa própria decepção, né? Então e essa sinestesia efetiva do meu corpo sendo recebida pelo meu sistema nervoso central, e que por sua vez vai regular a energia, a ativação de determinado circuito ou não, a a coerência, né, de grupo muscular a ser e ali solicitado em resposta da demanda da vivência da proposta. É essa integração há entre tônus e equilíbrio, né, condição é de uso. Oi, sumiu, organismo, o que o Louis e a, por exemplo, vai chamar é de primeira unidade neurofuncional. E o Lula vai escrever essa primeira unidade neurofuncional como sendo aquela que recruta cerebelo, bulbo, ponte e mesencéfalo, o inprol dessa regulação, o daquilo que é fundamental para sobrevivência e a direção, o meu filtro e as informações que eu recebo, é porque direção estrutura, né? Porque quando a gente recebe muitas informações, por exemplo, dentro de contexto educacional, e as nossas sinapses, na, as nossas ativações ocorrem de acordo com o grau de importância que o nosso encéfalo dá, área. Esse é o nosso cerebelo inicialmente que vai mandar e os primeiros ah ah ah, que fostes as primeiras mensagens, é os primeiros cutucões, né, para o restante do sistema para dizer: Ei, presta atenção, isso é importante, entra em alerta e vai cair na prova. E quem é essa estrutura, né? É o cerebelo ali que é responsável por esse controle eletrônico do nível basal com a reestruturação para que haja de fato e se desprende de atenção, o importa aquilo que está sendo vivenciado ali. Bom, então o Lula vai determinar que essas estruturas mais primitivas encontradas no cérebro reptiliano, na, cérebro dos répteis, aí e presentes em todo e qualquer ser vivo, é sempre assim, né, das espécies mais complexas também está presente na nossa condição humana, ó, e vai fazer exatamente esse papel instintivo, bom, né? Esse papel é mais reativo à informação que recebe, e é através dessa percepção o iniciar o que o indivíduo tem do mundo, a interação, mais informações primárias e a própria compreensão da sua posição, do seu status de corpo em relação, e o organismo vai passar a conseguir uma regulação e a interação é de atividades de proposta, né? Essa evolução de percepção no corpo, pelo corpo, para o corpo, que a criança vai desenvolvendo o seu sentido cinestésico, e por meio dele o que a gente passa, né, a requisitar sistemas mais complexos da criança, para estruturais da beleza ali, as suas respostas de dentro do meio, seja ele o meio escolar, seja o seu familiar, seja nas brincadeiras de rua, né, no padrão coletivo social. É, e aí, e como Jadir, a gente precisa entender minimamente quais são as estruturas do cérebro, aumente as máculas, dura, até mesmo para compreender, por exemplo, a teoria do muro. É como eu disse, o Lula vai fazer essa divisão aqui, e aqui há entre tronco encefálico, cerebelo e as áreas primárias e do encéfalo, do cérebro. O Lula vai determinar como primeira unidade neurofuncional, e essa unidade que é responsável por filtrar a informação, oi oi, e solicitar do corpo uma resposta reativa, na, seja ela incentivo e pedir proteção vital, ou seja essa resposta mais rudimentar e sobrevivência, no sentido de se proteger, por exemplo, ao perceber, na, ao receber a informação externa, tão. Por meio dessa própria decepção é de uma possível ameaça, o meu cerebelo bomba informação e e atualiza toda minha energia, né, meu fluxo sanguíneo, meu gasto energético, por exemplo, para minha panturrilha aumentar a pressão ali e da condição de correr, oi, e me salvar, sobreviver. Então é nessa primeira unidade neurofuncional que vai se dar esse filtro de informações. A partir daqui é direcionada, na, para as áreas secundárias e terciárias do encéfalo para que haja processamento, armazenamento [Música], modificação, decodificação e o próprio planejamento, né, a própria estruturação de uma resposta mais complexa, seja ela de expressão verbal ou não. E esse sistema nervoso central, tão falado até aqui, é o responsável geral de receber, processar e interpretar, classificar, gerenciar as informações recebidas do corpo e do meio ambiente, assim como selecionar possibilidades de elaborar as melhores estratégias de resposta. Nesse sistema nervoso central, a gente encontra áreas determinadas por suas funções, como área da memória, o hipocampo, hipotálamo, né, controle motor, no córtex motor, pré-motor ali, a própria cerebelo realizando o controle tônico e o hipocam, né, sistema límbico, aí responsável pelas nossas emoções e sistemas. Essas áreas específicas, na, que vão estruturar essas funções também são observadas, estudadas dentro do campo da ciência psicomotricidade para entender como é que esse ato motor, sua resposta motora, interage com as questões emocionais e com a própria ignição, né, a capacidade de pensar sobre. E aí, e não geralzão, oi gente, tem, tô pensando necessária para o reptiliano nessa primeira unidade neurofuncional, o cerebelo aí controlando equilíbrio, coordenação e tons, e o tronco encefálico controlando funções básicas de respiração, batimento cardíaco, pressão arterial, temperatura do couro, essa manutenção nesse tônus basal aí, hein, esse ciclo de vigília é um de alerta e de descanso do nosso organismo. Depois, na segunda unidade neurofuncional, nós temos é a visão, próprio equilíbrio, na, já em uma dimensão mais complexa, a nossa localização espacial, recepção, processamento sensorial, a capacidade da leitura e da escrita, compreensão de relações, a linguagem, a compreensão de e a expressão de comportamento, a e as bases da memória, a recepção, interpretação da audição, as habilidades matemáticas, é e a própria sistematização e na dos lobos dos sentidos, dos órgãos devem ser acionados em para aqui aí. Na nossa terceira unidade neurofuncional, nossa, ganhamos já a executar motor a mente com qualidade G1, o melhor tempo de resposta possível, estruturando a em pensamento, planejando essa ação motora 1 e comparando, né, tempo de resposta, padrão de resposta, enfim, toda a consequência, mas e planificada. E esse aqui de evolução humana, G1, tá tendo visto a primeira unidade neurofuncional, é o ar, as reações essenciais em nosso corpo de equilíbrio e manutenção tônica. Nós passamos para a segunda unidade, a onde e se dará o processamento dessa informação que, ao ser percebida como importante aqui, né, nesse processo de atenção em vigília, será direcionada para o segundo estágio, para segunda unidade neurofuncional. Aqui nessa segunda unidade vai se dá ao processamento simultâneo e também sucessivo para iniciar a memória e depois cristalizar ela aqui. E após ela chegar na terceira unidade funcional, onde ela vai ser planificada, planejada, na, e redirecionar o fluxo energético aqui para as áreas de execução, ou seja, para dar a resposta esperada. Então, através dessa percepção inicial, ou melhor, através da sensação inicial recebida lá no cerebelo, após ser direcionada para a segunda unidade neurofuncional, nós passamos a ter essa percepção da atividade, da demanda, e essa posição é esse status de corpo de regulação e percepção que vão auxiliando a nossa interação e para concretizar atividade de demanda. Na atividade motora solicitadas em cada etapa da nossa vida, cada fase nos proporcionam o conhecimento suficiente para responder algumas coisas. Eu não posso pedir ao bebê de 3 meses, ele sai engatinhando, menos ainda o bebê de 2 que ele fique de pé e caminho. E por quê? Porque eu tenho esses marcos, e onde entende-se que após o estímulo adequado, a interação com o meio, ao atingir determinada faixa etária, o indivíduo já tem maturação neurológica suficiente para realizar algumas pequenas tarefas. Então tô entendendo o que se organismo a tua, né, de forma processual, mas também fragmentada, direcionando suas informações para aí sim conseguir agrupar sistemas, órgão, né, caminho, mapas neurais ali para me dar a resposta possível. É que tanta psicomotricidade quanto a própria neuropsicologia, né, bem estudando e retomando o conhecimento e os conteúdos do próprio Luria, aí a gente ter esse olhar diferenciado sobre o desenvolvimento. A partir dessa maturação do sistema nervoso e caracterizando e na verdade evidenciando, né, cada vez mais a importância de olhar para esse desenvolvimento que é você falou cefalocaudal e próximo distal, que sempre vai ocorrer primeiro que algumas é de tapas, né, de alguns marcos neurológicos, tão cefalocaudal, do ovo, maturar o meu sistema neurológico, alguns caminhos, algumas integrações de sistemas aqui é de ovos aqui para então conseguir responder aqui. A mesma coisa vai acontecer no que tange o meu corpo internamente, tô sempre vou manipular e estruturar isso aqui o centro para ir conseguir aproveitar as extremidades, o padrão após a maturação neurológica e começa a ter condição crônica muscular de movimento. A partir da exploração e sustentação do meu eixo, eu consigo também dar funcionalidade ao movimento das extremidades, né, um movimento mais distante do meu corpo, não é? Esse olhar que o Luria vem trazer para gente quando ele apresenta aí as unidades neurofuncionais e que a psicomotricidade re-significa com a estruturação das bases psicomotoras. Um fator importantíssimo nesse processo é a educação dos estímulos sensoriais, né, o quanto melhor é o nosso canal receptivo, o melhor também a interpretação, o direcionamento e automaticamente a condição de resposta, né? Então, quanto mais bem treinado é a minha visão, melhor será a captação das imagens, da informação visual. Quanto melhor for um treinamento auditivo que eu recebi por estímulos, brincadeiras, conversas, cantorias, cantigas, melhor será decodificação sonora dos estímulos recebidos posteriormente, e assim sucessivamente. Quanto melhor a capacidade de receber, melhor a capacidade de interpretar, oito, melhor a capacidade de interpretar, melhor a capacidade do nosso cérebro e planificar informação e acionar os os devidos net resposta. E nessa grande segunda unidade neurofuncional, que essa unidade de percepção e processamento, nós temos as áreas primárias e secundárias atingindo aí o woofer de conexões, né, do lobo parietal, do lobo temporal e do lobo occipital. E nessa integração, né, a degustação de pirâmides, né, padrão II x de resposta dos nossos hemisférios pela interconexão direita e esquerda, e também e a integração, né, através da mielinização dos nossos neurônios. Então esse fortalecimento da rede neural e nos dá condição, bom dia, estrutural, por exemplo, conceitualmente falando, né, o esquema corporal e nos dá condição de distinguir o que é direita e esquerda, é automaticamente. Com todas essas vivências e experiências, aquilo que era pré-disposição, porque se nós nascemos com pré-disposição, se especializa no encéfalo, na, com a predominância e do hemisfério ah, e não se passamos a ter uma dominância lateral, passamos a ser canhotos, oldest, e raras as vezes teremos a ambidestria. E é nesta 2ª unidade neurofuncional e nós também vamos interpretar as informações, a relação do nosso corpo, um espaço com os objetos, com o tempo necessário para realizar ações em termos, todo o escopo da estruturação espaço-temporal para agir no ambiente, com o ambiente em prol desse ambiente e no geralzão, tanto lobo occipital, temporal, parietal e se integram e para colaborar na interpretação, na análise, na codificação e decodificação das informações recebidas por meio das áreas primárias, visual, auditiva, tátil, cinestésica, gustativa, olfativa. Ah, e assim consegui distribuir, né, obviamente para área secundária de cada um desses elementos do nosso organismo e armazenar quando necessário essas informações, cristalizando aí memórias para que a gente resgate posteriormente e as aproveite no nosso processo de desenvolvimento e automaticamente, né, na nossa aprendizagem. E é através das codificação dessa ativação da zonas secundárias na da cristalização de memória e depois a gente consegue combiná-las e para planificar, a pensar, agir, argumentar, orientais, estruturar, né, as nossas condutas através do lobo frontal. E a lateralização, então, que faz parte dessa segunda unidade neurofuncional, é o conhecimento do eixo, o centro de corpo e dessa noção de direita e esquerda. Direita e esquerda é aprendido. Óbvio, o nosso cérebro tem esse mapeamento, mas o consigo nome direito, esquerdo, ele é apreendido, porque no português ele é direita e esquerda, né? No inglês tem outro nome, no espanhol tem outro nome, no japonês tem outro nome, tão conceito ele é aprendido. A estrutura, a divisão hemisférica e do encéfalo, essa é pré-existente no organismo já, mas o conceito em si ele é aprendido, tanto conceito vivenciado no corpo quanto a percepção desse conceito no corpo do outro, né? O que é esquerda no meu corpo, o que é esquerda no corpo do outro, tendo em vista que normalmente a gente tá espelhado com o outro, então nem sempre essa relação é tão simples assim. E essa lateralidade, ela também se constitui a partir da associação de movimentos. Então, quando o bebezinho tá aprendendo a subir escada, por exemplo, que ele vai joga direita e impulsiona com a esquerda, joga direita, impulsiona com a esquerda, ele está dissociando movimentos, ele está estruturando hemisférios, ele está dando a informação, condição do cérebro dele perceber, interpretar nessa relação de direita, esquerda, e a partir disso o organismo traça seu caminho. Lembrando que há uma predisposição já, né? E aí confirma essa especialização hemisférica, dando diferenciação e prioridade a um dos hemisférios, o direito ou esquerdo no nosso organismo. Essa é a nossa definição sensório-motora no corpo no que tange a lateralização é comprovadamente a essa tendência de dominação do hemisfério esquerdo do cérebro nas atividades motoras. Acredita-se que esse lado dominante é inato ao sujeito e ele só vai ser alterado quando a danos externos, por exemplo, durante muito tempo, pessoas e nasceram canhotas eram forçadas a treinar, né, a e a sua destreza manual e com a mão direita. Algumas religiões consideram a parte esquerda do corpo impura, então uma pessoa que nasce canhota, por exemplo, vai ter algum prejuízo aí social, então automaticamente ela vai treinar também o lado direito, e o lado esquerdo vai ficar por.
Exemplo para limpeza higiênica, né? Como acontece? Então, essa a proporção inata de predisposição acaba sendo alterada, ela não. E aí eu faço a ser inexistente nela. Tá ali ainda registrada na piada, no organismo, mas ela deixa de ter essa prioridade porque eu, o organismo, também entendi esse reforço ao extremo da outra dimensão, né? Observa-se que as existência de lateralidade homogênea da criança, destra, sinistra de olho, mão e pé, é uma lateralidade, mas é tô gênia no que tange às questões da destreza, né, de mão em olho. E aí [Música] é o mesmo, a forma cruzada. 1 [Música] E dificilmente a gente vai ter essa homogeneidade da lateralidade. A gente fizer o teste, por exemplo, teste de avaliação psicomotora para verificar, né, dominância lateral, e você sempre partes do eixo do corpo e aí coloca um objeto, normalmente uma bolinha, na frente do indivíduo e pede para ele lançar três vezes. A cada vez que ele volta, você mesmo coloca no eixo do corpo dele para não induzir direita nem esquerda. Então são três vezes. A partir dos seis, sete anos, normalmente a criança vai usar o único lado para fazer esse jogo. Só a criança menor que tem essa coisa da exploração dos dois lados. Criança com seis, sete anos que ainda tá nesse processo de usar direita e esquerda para fazer isso é bom ficar em alerta, mas porque normalmente automático do corpo responder com o lado dominante. É a mesma coisa para as questões visuais. Você pode contar, por exemplo, a história de um pirata para uma criança e a deixar um binóculo ou o rolinho de papel ali onde ela vai fingir que é um monóculo, e não falar determinada palavra em nós, por alguma situação, ela pega e leva o, ou então se observa, né?
Número um: com que mão ela pega? Número dois: que olho ela leva? Também é feito três vezes, e a criança ela sempre vai direcionar para o olho dominante dela. Um outro jeito é você tentar direcionar, marcar um ponto, né, específico numa sala, em um espaço, e aí pedir para a criança levar o dedão na frente para tentar tampar. E aí ela vai fechar o olho direito e tentar ajustar. Depois a mesma coisa com o olho esquerdo. Quando ela abre, se ela visse tá bem posicionadinho e volta, fecho direito, olho esquerdo, tem que mexer agora, fecha o esquerdo e olha que o direito, o que tiver mais próximo daquela marcação, por exemplo, aqui, se o meu narizão que tivesse mais próximo do meu nariz aqui, que seria o centro, é meu olho dominante, é porque com um deles eu direciono, com outros sustentação, já tenho campo periférico. O celular, reparem com o celular, as, normalmente, por exemplo, eu, eu sou destra, né, de mão, bom, então meu celular tá sempre no bolso direito, porque na hora de sacar, automaticamente o saco a mão direita, eu até a tendo do lado direito às vezes, porque enfim, mas prático, né? Mas se eu preciso continuar ouvindo um áudio, conversar com alguém por mais de cinco segundos, eu preciso voltar para a orelha esquerda, porque é melhor, ele é dominante, um desconto melhor, eu não consigo prestar atenção na orelha direita. É por vezes eu tô conversando com as pessoas, eu falo para: "Eu preciso direcionar a cabeça para conseguir focalizar melhor o áudio, a situação, prestar atenção e responder da forma mais adequada". Ah, é. Então assim, apesar de ser destra de manipulação de mão aqui, a minha dominância tanto visual quanto auditiva são esquerdas, são canhotas, né? E não é à toa que meu grau do olho esquerdo é o dobro do meu olho direito; eu uso muito mais ele. Bom, então entender que não é um parâmetro, né? Existe aí uma situação parcialmente inata, existe o impacto do estímulo, mas não é homogêneo para todos, né? Existem pessoas que são destras de olho, ouvido, mão e pé; existem pessoas que são canhotas do lado esquerdo total, pé, mão, olho e ouvido. Então, fazer essa observação até para que a gente estruture o estímulo dado, né? Porque a gente tem que dar no campo de melhor resposta do indivíduo, e a partir daí, dessa estruturação da lateralização, a compreensão também, obviamente, né? Porque lateralização e não lateralidade; lateralidade eu tô falando dos lados, lateralização eu tô falando dos lados, das dimensões e da especialização de hemisférios e dominância lateral, por isso o nome da base, tá bom? Ao trabalhar com conceitos, né, em cima, embaixo, à frente, atrás, acima de, abaixo de, à esquerda, direita de, na, à esquerda da cadeira, acima do porta-retrato, eu vou trabalhar com esses contextos da lateralização, eu vou dando condição de que o indivíduo também estruture seu esquema corporal. Afinal de contas, esse esquema corporal é específico além de ser humano, e vai especificar ao indivíduo é o lugar, o nome conceitual na, é ó, e vai dando condição, precisar estruturação de mapa mental. Ah, então tá que eu, o cérebro, entenda quais são os segmentos que eu tenho do meu corpo e a dimensão atingida após processo de crescimento, a maturação e a massa, o peso, enfim, as características morfológicas em, é um esquema, né? Entender que eu tenho uma cabeça, os olhos, um nariz, duas orelhas e uma boca, tronco [Música], o motel, vi coxas, ossos, músculos e…
É nesse sentido o esquema é isso, porém, todavia, entretanto, a imagem já é algo um pouco mais complicado. É a referência do nosso corpo; ela só existe a partir do momento que a gente passa a ter referência de nós mesmos. E aí também do outro. Enquanto o outro, afinal de contas, a criança pequena, bebê, é ver no outro a extensão desse, né? E obviamente o esquema corporal e ele auxilia essa percepção da imagem. É, mas ele não é o dado que vai determinar uma imagem, e o esquema ele vai evoluindo conforme a exploração que eu tenho das relações que estabelece para comigo mesmo, para com o outro e a com a imagem corporal, essa figuração que a gente traça, é a imagem mesmo, né, construída na nossa mente, é o modo, modelo como a gente se enxerga, é o que a gente passa a representar. E a imagem tem um grande impacto social. O mãe não é à toa, e as distorções dessa representação de imagem que alguns jovens têm, disse: "Bom," e que muitos adultos têm, descer, né, as [Música] questões da anorexia e da bulimia, elas têm uma ligação direta com essa imagem corporal, a forma como eu me vejo no espelho, é a forma como eu fui o construindo e o meu semblante, a dimensão do meu corpo, as características, né? E porque que só tem um grande peso social? Porque eu me vejo através do olhar do outro, e tem uma autora agora, eu não consigo lembrar o nome dela, não lembro se a Saboya, o Sesi, a Gisele, sobre hum, o seu próprio Estevão, que traz que se você é a Françoa doido, acho que a françoar que traz que e a imagem do nosso corpo nada mais é do que uma grande ilusão. E aí a ilusão que a gente alimenta e administra ao longo da vida, é porque essa imagem ela se dá através da percepção do outro. G1 é muito da imagem corporal que eu alimento o que eu levo a vida inteira, e tem relação direta com a imagem de outro para sou de mim, ah ah, beleza, a ausência da beleza e a e o elogio, ofensa, a comparação positiva ou negativa com o corpo de outra pessoa, né, partindo do meu, enfim, o esquema, imagem estão interligados, mas não se fecham em si próprias, na, eles não são opositores. É, mas não se justificam de uma única forma. O esquema é esse dado prático que quanto mais eu vivencio o meu corpo, mais condição de entender eu tenho, né? Quanto mais rico é a vivência da criança, mais fácil que ela entender que ela tem um calcanhar, e aonde esse calcanhar fica, o que ela tem uma panturrilha, que ela tem um joelho, é porque ela tem uma coluna torácica, a uma outra parte chamada o cox, e quando ela cair e se machucar, dói muito, e ela tem o whats minúsculas do corpo chamado partos e, né, Tapajos, e ela tem falanges, e ela sai dessa compreensão de cabeça, ombro, joelho e pé da Xuxa, né? Tem uma criança de dois anos, ela vai saber que ela tem cabeça, ombro, joelho e pé, e a criança com dez anos, eu espero que ela entenda que ela tem ombro, mas também tem cotovelo, mas também tem punho, e aí também tem pulso, ah, e também tem abdômen e esse habitualmente em suas divisões, e ela tem um joelho, e ela tem uma parte interna da coxa, mas voltada para o centro do corpo dela, e a parte externa da coxa, mas voltado ao contato com a Paty, o que é externo do corpo, na, mais para a extremidade, por esse externo e que fica mais próxima de outro corpo, de algum objeto, de algum elemento natural, na, enfim. E conforme as relações vão se estabelecendo, esse esquema também se fortalece. A imagem já não, ela vai se estruturando ou se fragmentando, é independente da vivência que eu tenho desse meu corpo, e a partir da lateralização e da dominância lateral me dá a organização do esquema corporal, eu passo a compreender essa estruturação que a gente denomina de espaço-temporal, na, que nada mais é do que o uso da lateralização e dessa minha noção de corpo agindo no ambiente por meio da motricidade, por meio do ato motor racionalizado, planejado e estruturado. Então, essa estruturação espaço-temporal, ela emerge por meio da motricidade, da relação do corpo com os objetos localizados no espaço. É, depende muito do grau de experiência, de organização das bases anteriores, então do meu tônus, do meu equilíbrio, da minha lateralização, do meu esquema corporal, principalmente a imagem, se vai impactar mais o sentido. Por exemplo, a, e se eu estou com a minha auto-estima muito abalada, e tenho a imagem engraçada de um corpo muito grande, mas o mapa mental da estrutura do esquema do meu corpo, né, tem noção de ti, aquele continuar tão grande daquele jeito, eu vou ter dificuldade, por exemplo, de me locomover em espaços mais fechados, como corredores, por quê? E afetivamente falando, psicologicamente falando, eu acho que eu preciso virar de lado para passar, para o meu corpo é muito largo, eu tô muito gorda, mas meu corpo, meu mapa mental, né, meu esquema, entende que não, que a minha estrutura, largura dos meus ombros, o meu quadril, passa perfeitamente para o corredor de frente. Bom, então esse processo, ele não corre com agilidade e a potência que poderia vir a ter por conta desse conflito da base anterior, né? Então, com a estruturação espaço-temporal, essa identificação do meu corpo no ambiente, na relação com as estruturas ao redor, sejam elas naturais, sejam elas orgânicas, né, humanas, ali naturais, o sentido de ambiente mesmo, né, árvores, mapas, animais, enfim, e nos objetos criados pelo homem, independente de qual dessas triangulações com essa relação, se eu não, se eu não tiver as bases anteriores muito bem estabelecidas, trabalhadas, eu não consigo aproveitar esse momento. Então, preciso de uma intervenção mais efetiva, nas qualitativa, para que a estruturação espaço-temporal, cinema, e na organização e na estruturação espacial, apresenta-se à criança exercícios de nível de experiência de vida, assim como a manipulação de alguns conceitos espaciais, né? Principalmente para processo de alfabetização depois, e esses conceitos espaciais ao lado de, atrás de, na frente de, entre alguma coisa, perto, longe, maior ou menor, em cima, embaixo, e são vivenciados primeiramente no corpo através dos movimentos específicos, para que aí então a gente passe isso para conceitos mais fechados, né, como uma palavra escrita no papel, naquela linha pequena. O que é só com essa vivência de corpo que a criança consegue internalizar e reproduzir no papel, por exemplo, né, no espaço milimetricamente a lei de marcado para o registro dela. E os exercícios da organização, estruturação temporal trabalham com essa noção importante do aprendizado da escrita, da leitura, e se desenvolvem nas bases anteriores, as, e se reproduzem, se fortalecem por meio dessa estruturação espaço-temporal. Em seguida, a gente consegue dedicar uma atenção aos exercícios, principalmente de ritmo, sequência, cadência, porque a nossa escrita tem ritmo, sequência, cadência, a conta matemática, o registro, partitura musical, enfim, várias demandas da vida tem essa cadência, né, esse ritmo sequencial. Aí então, depois de vivenciar no corpo, transcender para essa experiência mais cognitiva é muito importante até para a gente ter certeza de que a criança está passando da melhor forma possível por cada uma dessas fases. E a consciência espacial e essa busca de equilíbrio no espaço é fundamental para o desenvolvimento humano. Essa consciência da estruturação espaço-temporal tão necessária e dependente, né, dos esquemas do nosso corpo, é a partir dessa noção sobre o próprio corpo que a criança progressivamente consegue localizar os objetos em relação a si próprio e em relação ao outro, e depois a relação entre objeto e um objeto, na, que não necessariamente eu tenho um movimento ali que me facilite a precisão, a intenção, peso, medida, enfim, né? Para que eu consiga estruturar a relação com esses objetos, eu entendo sim, é garantido com a estruturação da primeira unidade na área funcional. Então, as minhas sensações, a minha atenção e esse filtro de informações é através do cerebelo e do tronco encefálico que dando a condição de estrutura tônica e equilibração, passando para o lobo occipital, parietal e temporal, assim como suco central, córtex motor e pré-motor, indo aí todo esse processamento de percepções e armazenamento através das bases de lateralização, noção de corpo, estruturação espaço-temporal, eu atingir o ápice do desenvolvimento humano, eu atingir o lobo frontal, a minha terceira unidade neurofuncional, a minha unidade de representação e planificação e planejamento, é de acordo com Piaget, as minhas funções abstratas, eu não preciso mais das questões concretas para compreender conceitos, eu consigo abstrair e transcender a informação para dar a melhor resposta adaptativa possível. É nesse planejamento, dessa planificação, nessa representação daquilo que já foi sentido e vivenciado que eu, eu dou larga condição do meu domínio global e fino da motricidade. E aí passa a chamada de praxia global e praxia fina, onde eu não só penso, não só intencionalizo o movimento, mas direciono a energia, a estrutura, o grupo muscular com o tempo, a cadência, o ritmo, enfim, todos os elementos para executar da melhor forma possível aquela demanda. E a terceira unidade neurofuncional, então, ela vai implicar nessa formação de intenção, de associação e de utilização das informações conservadas nas memórias cristalizadas para planificar comportamentos e respostas adaptativas. O conjunto de reações motoras coordenadas em função de um objeto ou objetivo é a função de vigilância e a relação recíproca do córtex cerebral e da formação reticulada. A organização da atividade consciente, sua programação, regulação, verificação e ação se dão dentro da condição da praxia global, onde eu demando grandes grupos musculares para executar. Se eu consigo, bom, né, atingir o ápice de reações motoras coordenadas em função de um objetivo, de uma meta, de um caminho para assado, eu consigo representar essa organização para alcançar um fim, uma meta, um objetivo. E após a exploração dessa amplitude do meu corpo, eu passo a integrar a minha condição de reflexão, de planejamento, de organização, é um redistribuir a energia, a força do meu corpo para realizar movimentos mais finos, gestos mais minuciosos, mais delicados, né, ações mais contidas de força, de energia, de dispêndio motor. Alismo oi, e aí eu chego no whats do registro da escrita, do desenho, do grafismo, né? Eu dou essa importância ao trabalho manual que é convenientemente aplicado ao exercício, né, do registro gráfico da produção, e, e, e além da explanação das informações em prol da minha condição enquanto indivíduo, do processo de aprendizado, o outro, da relação coletiva. Afinal de contas, hoje conseguimos estudar tudo isso devido ao registro teórico, né, de pesquisadores anteriores que observarão cada uma dessas situações, conseguiram planificar, planejar, organizar, sistematizar daquilo que eles verificavam, daquilo que eles analisaram, e aí registrar graficamente para que hoje a gente pudesse ler, né, pudesse fazer essa combinação óculo-manual e essa explanação, essa exploração, esse domínio do campo visual juntamente à praxia fina para leitura, para o registro, na, projetos associados que vão aí a ser influenciados e interferirem diretamente no equilíbrio geral, da independência muscular, na repetição de gestos, na automação de movimentos, na independência de hemisférios, de dominância do meu corpo. E a psicomotricidade, ela entende que o indivíduo, ele chega no seu ápice de maturação quando há uma integração dessas bases, então da postura, da somatognosia, ia das praxias, onde eu tenho funcionamento íntegro do tronco cerebral, do cerebelo e bulbo, da formação reticular, do corpo caloso, do sistema límbico, do lobo frontal, parietal, hospital do lobo temporal, da área suplementar, gerando a atividade tônica, as atividades ciclo funcionais e as relações são importantes para nossa condição humana. E o desenvolvimento da criança, ele é sempre sinônimo de conhecimento cada vez mais profundos do próprio corpo, é a partir da relação do eu para comigo e do eu para com o outro, do eu para com o objeto, do eu para com as propostas, as atividades, o que eu me desenvolvo, né, que eu apresento, eu estrutura da melhor forma possível o meu organismo dentro das condições que lhes são ofertadas. Já diria o a rua EA guerra. E aqui só para a gente retomar, então existem esses marcos, porém não necessariamente eles são taxativos, né, ao ponto de que há um ano e um mês e a criança que não tem um controle tônico numa escala de 0 a 100 em 100%, ela tem distúrbio. Não necessariamente, às vezes foi falta de estímulo mesmo. Obviamente, a partir dos oito meses a criança não tem essa sustentação de tronco, de pescocinho, sempre bom dar uma olhada até para ver as questões neurológicas de reação desse indivíduo, mas não perder de vista que pode ser sua falta de estímulo mesmo. Para que a gente olhe, compreenda melhor esses marcos, a gente precisa entender que avaliação psicomotora ela é muito importante, ela sempre vai compreender três grandes esferas: motora-funcional, socioafetiva e cognitivo-linguística, compreendendo as questões psicossomáticas, na, então aquilo que se soma à ação mais corpo, né, tanto daquilo que acontece no corpo e os aspectos sensoriais dos canais sensoriais: audição, visão, olfato, paladar, sinestésica, e a sua relação com a resposta motora, os sentimentos, emoções, as relações intra e interpessoais e a condição cognitiva de compreensão intelectual e processo criativo de ideação, imaginário. E para que a gente consiga ter claro a necessidade da criança dentro de um ambiente psicomotor, uh, eu preciso traçar o perfil da criança, ter referência da família, da escola, dos demais profissionais e do campo teórico no corre baseio para falar daqui, e eu preciso traçar uma observação para chegar num diagnóstico. Diagnóstico dentro da psicomotricidade tá para falar, por exemplo, de instabilidade motora, diadococinesia, a instabilidade de propostas específicas dentro de uma prática motora, enfim, nesse sentido, diagnóstico no sentido de dar deficiência, não, tá bom? É um padrão dentro da psicomotricidade, e com tudo isso, possibilitar um tratamento terapêutico, né, estabelecer esse projeto terapêutico para executar com o indivíduo. E eu preciso ter uma ideia do que eu vou investigar. Então, para isso, é preciso saber porque que aquela criança está chegando até mim. Eu preciso escolher uma técnica à parte da demanda de observação. Então eu vou trabalhar com essa crença na água, eu vou trabalhar com base na ramant, esses explorando elementos, cores e comandos, eu vou trabalhar com base no Lapierre, né, numa perspectiva mais relacionar o que que eu vou fazer. Se eu preciso escolher uma técnica, aquele da psicomotricidade, eu preciso registrar as atividades por meio de fotos, vídeos, áudios, registros gráficos dessa criança, fazer o máximo de anotações possíveis e não esquecer nunca de observar a qualidade linguística, principalmente expressiva da criança. A avaliação psicomotora ela precisa partir de um ponto espontâneo, compartilhado e dirigido, onde o terapeuta observa outra cena e propõe específicas atividades para serem observadas e anotadas e registradas para pensar naquele diagnóstico que automaticamente no planejamento de intervenção. E eu preciso, por exemplo, entender que existem provas específicas da psicomotricidade a serem observadas na praxia global, por exemplo. Eu preciso observar o salto com impulso, sem impulso, com o pé direito, com para esquerdo, a coordenação óculo-manual, a coordenação óculo-pedal, dissociação dos movimentos. Na praxia fina, é preciso entender se a criança compreende comandos, se ela sabe o que é uma torre, se ela consegue construir essa torre, se ela consegue dar um nó, confeccionar pulseiras, se ela tem um processo de abstração da diadococinesia, fazer um movimento que ele com a mão aqui, aqui não sei se vocês não conseguiram ver, mas a troca de dedinhos, e aí, aí fica meio estranho aqui, e a própria velocidade e precisão que a gente vai observar um pouco do ritmo desse indivíduo. Tudo isso vai nos dar base dentro da ciência psicomotora para dar a melhor condição de vida possível dentro das características observadas desse indivíduo, traçar ações, planos, planejamentos, propostas, atividades que sejam coerentes com a necessidade de cada uma daquelas crianças que são apresentadas na escola ou na clínica para atuação psicomotora, certo? Bom, e é isso aqui com algumas referências. Esse livro eu deixei em destaque aqui porque ele traz muito da ciência psicomotricidade para a gente dar informações de base, perpassa toda a teoria de todos esses maravilhosos aqui, e a Aline Kabarite e a Vera Matos tração um padrão de avaliação com base nas maiores provas psicomotoras e também no método desenvolvido por elas que chama hip hop, é um método de intervenção psicomotora para se trabalhar em grupos principalmente, e esse processo de avaliação psicomotora traz essa coisa do olhar para além do desempenho técnico. Então é um livro que eu super recomendo, o livro de cabeceira, né, caso possam adquirir, que adquirir, tem a página da própria Vera no Instagram, chama Mobile Infantil; ela é uma carioca maravilhosa, hein? Ela da formação nesse processo de avaliação também muito bacana, enfim, muito…
Obrigada mais uma vez pela atenção, pela paciência. Espero ter auxiliado nessa compreensão da grande ciência psicomotricidade. Se algo não ficou claro, mais uma vez estou à disposição. O e-mail está aí nos slides; mandem e-mail, mandem as dúvidas que a gente vai conversando. Tá bom? Um grande abraço. Cuidem, fiquem bem, e até a próxima.