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Oi gente, vamos falar de acidente vascular encefálico. O acidente vascular encefálico, ele tem duas manifestações: o isquêmico, que perfaz 80 a 85% dos casos; e o AVC hemorrágico, que perfaz cerca de 20% dos casos.
O isquêmico, independente da etiologia, um acidente vascular cerebral isquêmico ocorre quando o suprimento de sangue para uma determinada região é cortado. Então, ela, a determinada região, vai sofrer porquê? Está bom. Então, em decorrência de uma estenose crítica, uma oclusão de uma artéria cerebral. Ele geralmente dura mais de 24 horas.
As características do acidente vascular isquêmico: nós temos uma zona de lesão, que é afetada; e uma zona de penumbra, que são aquelas áreas que ainda estão vivas e estão em volta da zona de lesão. Até uma hora, a gente tem que fazer reperfusão da área, porque se a gente demorar, com o tempo, concorda que essas células que estão na zona de penumbra, elas vão ter a pressão de oxigênio, vão cada vez mais entrar em hipóxia. Quando elas têm cada vez menos pressão de oxigênio, não tem como manter a permeabilidade da membrana delas, um coma, morrendo por isso. E também, quando chega a reperfusão, quando chega o aporte de oxigênio, elas não contêm enzimas suficientes para metabolizar todos esses nutrientes e oxigênio que chega, então vão acabar também morrendo por causas até de radicais livres. Então, essa reperfusão naquela zona de penumbra tem que ser o mais rápido possível.
A fisiopatologia do isquêmico: cá estão embolia, fibrilação atrial, trombo intracardíacos, ateroma arterial, ateroma da veia, de pequenos vasos, inclusão de pequenas até áreas perfurantes, infarto lacunar. O acidente vascular encefálico isquêmico, por exemplo, global, que acomete o cérebro, é falado como um todo, é um choque. Então, por exemplo, hipotensão do sistema integrado. Normalmente, quando a expressão sistólica fica abaixo de 5 milímetros de mercúrio, como uma parada cardíaca, no choque, na hipotensão grave, os neurônios são mais suscetíveis à lesão por hipóxia do que as células gliais. Está? As principais células afetadas são as células piramidais do hipocampo e as células do neocórtex, células de Purkinje do cérebro. Está bom? O cerebelo.
Consequências da isquemia: bom, a gente tem a isquemia, que vai causar necrose, lavável, uma depressão de oxigênio. A célula não vai conseguir manter suas bombas, não vai conseguir manter os seus canais iônicos, não vai conseguir manter até a pena, não vai conseguir manter o metabolismo, vai perder a permeabilidade da membrana, e essas células vão morrer. Que não vai conseguir manter a feminilidade da diferença entre o meio interno e externo. Vai haver uma resposta inflamatória, o que pode gerar um edema. E o edema é muito perigoso, porque ali é um equilíbrio tênue. Se você tem um edema, pode causar uma herniação cerebral. Então, vasoespasmo também. Enquanto a resposta inflamatória causa uma vasodilatação e uma quebra da barreira hematoencefálica. Toda informação, aliás, só para em 40c, que causa uma quebra da barreira hematoencefálica. Aqui a gente tem, os neurônios afetados, para você ver como muda. Aqui a gente tem algumas coisas que aparecem quando tem um acidente vascular encefálico isquêmico: ou grandes núcleos, cromatina frouxa, citoplasma claro e espumoso, célula granulosa adiposa, neurônio neurótico, que é bem diferente de si, neurônio aqui, ó. Há uma diferença enorme entre aquele mal formado, cromatina frouxa. Aqui a gente pode ver neurônio, neurótico, picnose nuclear, e sofre citoplasmática.
Acidente vascular encefálico hemorrágico: a gente tem dois tipos: os subaracnóides, que são muito em função da ruptura daquele aneurisma. Aqueles aneurismas saculares, que dali, na junção do polígono de Willis. A gente vai olhar malformação vascular e tumores vasculares; e hemorragia intraparenquimatosa, que, em decorrência da pressão arterial elevada. Aqui a gente tem uma imagem, moagem hipertensiva, ó. Aí uma coisa: quando os macrófagos limpam essa área toda, quando a limpeza é possível, sobreviver dessa área toda. Um coffee, as células que vão substituir não é tecido conjuntivo, os astrócitos, está, que vão substituir esses lugares onde não há mais essa célula funcional de neurônio, né, essas da glia, né? Aqui a gente tem moagem, e a hipertensiva, exame de imagem. Quando você olha o exame de imagem de si, você já tem que associar: ou é subaracnóide ou é intraparenquimatoso. Subaracnóide ainda, para que matoso, será ali nas proximidades do polígono de Willis. Ela é de um determinado jeito. Subaracnóide, e, e, e relacionado à malformação vascular. Se não é, é mó gp, defensiva. O aneurisma sacular, aneurisma circular, ali, o polígono de Willis, é nas áreas de bifurcação que pode dar esse tipo de aneurisma. Atenção em fatos hemorrágicos: embolia, tromboembolia, como símbolos tumorais, gordurosos, gasóleo. Está bom? Em fatos, não é um rasgo, causa trombose, é algo que impede a chegada da circulação, e que vai causar uma isquemia. Tudo bem? Aqui a gente tem, ó: é coágulo ou placa de gordura que obstrui a artéria, artéria se rompe e formam hematoma aqui, e tá bom. Aneurisma se rompe causando uma, hoje há a diferença, áreas hemorragia com de uma, uma área de hemorragia maior, quando aquele aneurisma, e aí a área de infarto. Gente, acidente vascular encefálico é basicamente isso, mas é bom dar uma olhada no Robbins para aprofundar só mais um pouco e treinar principalmente os casos clínicos. Boa tarde.