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[Música]
Em 1998, uma nova empresa foi fundada. Sua missão seria organizar a informação mundial e fazer com que fosse universalmente acessível e útil. Ela estima que precisará de 300 anos para atingir seu objetivo.
[Aplausos]
[Música]
O jeito Google de trabalhar. Cessar sua campanha. Empresas bem-sucedidas começam com metas audaciosas. E não há dúvida de que o objetivo do Google de querer organizar toda a informação mundial e fazer com que ela fosse útil era uma meta audaciosa. Começamos com a internet, mas vemos nossa missão como algo além da rede. Para nós, é a forma que comunicamos aquilo que pensamos. Porque há muita informação.
São mais de 1 bilhão de buscas por dia. O Google pode ter começando como um simples sistema de busca, mas hoje, com aplicativos como o Android, Chrome, Picasa, Google Apps, YouTube, Google Ocean e agora até seu próprio smartphone, se tornou uma potência na internet. Este tsunami tecnológico ataca quase diariamente com suas equipes de desenvolvimento localizadas em todo o mundo. No processo, o Google se tornou um aspirador global de dados digitais. Lida com estimados 20 a 30 petabytes de dados todos os dias, o equivalente a 130 bilhões de fotografias ou 5 bilhões de músicas em iPod. Também lida com mais de 1 bilhão de buscas por dia. E essas buscas deixam uma pegada digital de cada pessoa que visita o site.
Qual uma das coisas interessantes a respeito das buscas do Google? É que é um banco de dados de intenções. É uma coletânea incrível do que se está pensando num determinado momento, com base no que se está procurando, no que se está escrevendo em e-mails. E qualquer instituição que tem acesso a isso pode ter poder sobre você ou pode vir a afetar de forma negativa. Em que isto denota se alguém sabe o que é isso aqui?
Os fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page, são as pessoas que estão acessando o Google pelo mundo. Qualquer cerrado não percebi o que era quando vi pela primeira vez. Lança, João. Mas foi isso que me ajudou a ter noção. E isto é o que processamos no escritório, que fica ligado em tempo real. E cada um destes pontos elevados representa cerca de 20 a 30 buscas.
Obrigado. Objetivo que o Google se transforme numa entidade que todos as sombras. Esta palestra deve ser sobre o futuro, por isso pensei em tocar um pouco nesse assunto. E para fazer uma busca perfeita, é necessário ser esperto. Na verdade, o sistema de busca perfeito seria inteligência artificial, e estamos trabalhando nisso. É um tanto irônico que eles usem uma imagem de HAL, o computador do mal do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, ao promoverem uma mensagem tão benevolente. Em parte, queremos fazer do mundo um lugar melhor.
Em pouco mais de dez anos, o Google se tornou um dos maiores participantes e dos mais incomuns no Vale do Silício. Nesse período, a empresa cultivou a imagem de uma presença ampla e benigna, mas essa percepção pública está mudando. Quando o Google começou a digitalizar milhões de livros, autores e editoras não responderam com vivas, mas com processos alegando violação de direito autoral. Logo depois do lançamento do Google News, a empresa passou a ser demonizada pela mídia impressa, que acusou de destruir seu negócio publicitário e ser responsável pela queda das receitas advindas de circulação. O site do YouTube do Google, para os segmentos de música e televisão, é visto como concorrente ameaçador, atacando seus métodos tradicionais de gerar receitas. E quando o Google começou a fotografar as ruas, escandalizou os protetores da privacidade. Independente do segmento para o qual o Google resolveu desfazer, parece estar sempre acompanhado por confusão e revolta. E sempre há controvérsia.
O Google volta ao lema corporativo que nasceu da versão de um dos seus primeiros funcionários. A postura corporativa da Intel. Lá no fundo, eu tinha aquela ideia de "não quero trabalhar em uma grande empresa". Eu estava interessado em algo que pudesse ser um pouco mais provocante, um pouco mais interessante, e que talvez deixasse as pessoas um pouco desconfortáveis. Então, só de estar ali na reunião, eu estava tentando pensar em algo interessante e apareceu na minha cabeça: "Não faça o mal".
A gestão e rival. Quando entrei, pensei que era uma piada, que era apenas uma forma de fazer marketing dentro da empresa. E um dia, eu estava sentado na sala, nunca vou esquecer. Estávamos conversando sobre publicidade. O olho, um engenheiro chamado Long, bateu na mesa e disse: "Isso é fazer o mal". Referente a conversa parou. Foi como se todo mundo tivesse pulado da cadeira e se escondido embaixo da mesa. E aí a conversa se concentrou em si. Aquela mudança em particular era positiva ou negativa para os usuários? Acabamos não fazendo alteração por esse motivo. Da demora. Não é um lema ruim, mas está mal colocado. Porque está ficando cada vez mais difícil dizer que alguém não faz o mal, se pensarmos no escopo das diferentes atividades em que os provedores de serviço estão envolvidos. Não é mais sua busca em Palo Alto, Califórnia.
O sistema de busca Google nasceu no berço de inovação tecnológica que era o departamento de ciência da computação da Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin se conheceram como estudantes de doutorado em 1995. Eles tinham muito em comum. Os pais dos dois anos professores universitários e as mães dos dois anos cientistas. Nasceu em 1960 e 13 anos cresceram com computadores e adoravam tudo que se relacionar com eles. Aqui se próximo programa de doutorado é muito seletivo. Mas não pensem conduzir pela primeira vez maiores e a pessoa mais inteligente que já conheci. Hector Garcia-Molina foi um dos orientadores de Sergey Brin, trabalhando com ele em alguns problemas de mineração de dados. O que chama a atenção no Sergey foi a sua idade. Ele entrou aqui como doutor anos 19 anos. Essa é a primeira coisa que chamava a atenção. O velo era um rapaz muito jovem que sabia muito e era muito inteligente. Sergey Brin nasceu na Rússia, foi um prodígio da matemática que amava na tarde fazer ginástica. Larry Page foi o inventor buscando mudar o mundo. Em algum momento, não sei exatamente quando, eles se conectaram e começaram a trabalhar juntos no sistema de busca.
Eles criaram seu sistema de busca inicial usando computadores prontos e tiveram que implorar para que a universidade emprestasse alguns computadores. Depois de estourar o limite do cartão de crédito, conseguiram algumas soluções engenhosas para suas finanças limitadas. Levou então descobriu que ficaria mais barato se comprassem os discos individuais sem os cases e montaram suas próprias máquinas, conseguindo mais capacidade de armazenamento pela mesma quantia. Como a estrutura feita de blocos de construção de brinquedo e um molho secreto de algoritmos que chamavam de background, eles montaram um novo sistema de busca revolucionário. O primeiro é imediatamente perceptível que a ordenação das páginas era significativamente melhor do que aquela fornecida pelo AltaVista. Em meados de 1990, AltaVista, assim como a maioria dos outros sistemas de busca, olhava apenas o texto, classifica nos resultados com base em quantas vezes uma palavra-chave aparecia. O sistema de busca de Leo e Sergey era muito mais sofisticado, com um algoritmo matemático que olhava o número de links de e para os sites na internet. Quanto mais links, maior a classificação.
A primeira busca que digitei no Google foi a taxa de câmbio canadense e ele me deu exatamente a informação correta que eu poderia querer sobre aquela taxa de câmbio. E eu fiquei o de usar o termo maravilhado, mas fiquei maravilhado por ter conseguido encontrar exatamente o que eu queria com tanta rapidez. Acho que perceberam que um projeto de pesquisa de universidade não lhes dá iô esculpe a escala necessários para que o sistema funcionasse. Então disseram: "Vamos tirar uma licença, vamos sair, montar uma empresa, deixava funcionando e aí voltamos para terminar a pesquisa."
Larry e Sergey preparavam-se para deixar o Stanford para dar início à sua empresa de sistema de busca, registrada como Google, grafia errada de um termo matemático para 1 seguido de 100 zeros. Enquanto isso, continuarão participando do programa de ciência da computação e apresentar um trabalho que já tinham feito no sistema de busca. E devido aos meus interesses, e eu queria fazer parte daquilo. O Google ganhou seu primeiro funcionário, Craig Silverstein, um colega do doutorado. Éramos os três no começo e parece que durante uma eternidade. Vamos o nosso. Nós nos importamos muito com a adequação à cultura. Nelson Pipoca Ruim e recusamos a contratação de algumas pessoas que, embora fossem tecnicamente muito qualificadas, não tinha uma personalidade certa para trabalhar.
Como os três doutorandos de Stanford, abriram a sede da empresa naquele clichê do Vale do Silício, numa garagem. A empresa começou a se expandir.
[Música]
Entrei em janeiro de 1999, alguns meses depois de terem começado. Havia na época mais quatro pessoas na empresa, incluindo Larry e Sergey. E eles alugavam metade de uma casa de alguém que ainda morava lá, e que hoje é um dos vice-presidentes do Google. E todos os computadores estavam trabalhando em escritórios ou quartos. A garagem estava incluída. Acredito que tínhamos uma impressora lá e tínhamos uma mesa de pingue-pongue. Mas a empresa não era toda na garagem. Campinas, Nanini, trabalhamos a garagem e fazia questão disso. Talvez fosse um dia por mês, um dia a cada dois meses, mas fazia questão de que de vez em quando nós entrássemos naquela garagem e trabalhássemos um pouco ali. Eu queria poder dizer aos outros, num momento como este, que começamos numa garagem. Para fins de registro, começamos numa garagem. Só que foi numa garagem que tinha aposentos em uma casa.
Quando o Google ficou grande demais, mudou sua sede corporativa para um escritório normal num centro de Palo Alto. Estávamos em Palo Alto na queda. É a época que era a cidade dos restaurantes e minha meta era irmos a um restaurante diferente todas as noites. Jantávamos e almoçávamos fora o tempo todo. A empresa estava se expandindo rapidamente. Logo eles se mudaram de novo, mas com menos restaurantes perto do novo endereço. Larry e Sergey decidiram que seria mais eficiente e barato se tivesse uma cozinha própria e com seu próprio chef. Foi escolhido. Tinha no currículo período cozinhando para a banda Refuta. Eles me ofereceram ações do começo e eu lutei bastante. Conversei com meu pai, perguntando: "Pra esses caras querem que eu dê dinheiro a eles por essas ações numa empresa que ainda não é pública?" E ele respondeu: "É um golpe, não acredite neles, não entregue nenhum."
Ao contrário de outros sistemas de busca, a página inicial do Google era limpa e eficiente, sem aqueles banners e pop-ups e tanques. Larry Page e Sergey Brin viram seu sistema de busca Google ficar cada vez mais popular, mas o sistema ainda não estava se traduzindo em dinheiro de verdade. Eles não tinham um plano de negócios para fazer a empresa dar lucro. As fontes de sair. Nossos fundadores decidiram que não aceitaríamos publicidade pelo tempo que fosse possível. Porém, acho que a ideia brilhante veio quando dissemos: "E olha, porque não mostramos anúncios que são baseados em texto e que não tem aquelas imagens em movimento ou distrações ou destaque?" Estava com base na busca. O Google forneceria anúncio simples para que as pessoas ficassem neles. Então, em outubro de 2000, o Google embarcou em um novo negócio: publicidade online.
Quase imediatamente, o dinheiro de publicidade começou a entrar e os investidores de capital pressionaram Larry e Sergey. Eles queriam um presidente experiente para administrar a empresa. Larry e Sergey escolheram um experiente e veterano do mundo tecnológico, Eric Schmidt. Era que administrou com sucesso a desenvolvedora de software Novell e também havia trabalhado na Sun Microsystems. Mas talvez o que fosse mais importante para os fundadores era que era que compartilhava com eles uma base como engenheiro de ciência da computação, unido um forte impulso empresarial.
Google Maps. O Google adotou a posição de que a criatividade vem de empresários individuais envolvidos na empresa, que geralmente têm uma ideia, mas não têm tempo de trabalhar nela. Então, inventamos um conceito chamado de "20%". E todos os técnicos da empresa devem ser estimulados por nós a dedicar 20% do seu horário de trabalho em coisas que eles acham interessantes e não em coisas que nós achamos interessantes. O funcionário número 23, Bob Kaid, foi o criador do lema "Não faça o mal". Também foi um engenheiro que, em apenas um dia, criou o Gmail, o programa de e-mail usado internamente pelos Googlers. Houve muita objeção se quer dar andamento ao Gmail para comer de conversa. Mas um dos pontos principais foi que não era possível ganhar dinheiro com o e-mail. Então, essa ideia ficou flutuando. E pensamos em fazer publicidade dirigida. Por exemplo, você recebe uma mensagem sobre uma viagem de esqui, receberá um anúncio de equipamento de esqui, luvas ou algo assim. Ele decidiu tentar escrever um código para ver se era possível para os computadores do Google varrer as mensagens do Gmail e apresentar um anúncio adequado. Quando cheguei no dia seguinte, o pessoal estava muito inquieto e não de uma forma totalmente positiva. Teve gente que achou que era uma péssima ideia. Pelo que me lembro das reuniões que ocorreram durante um ano, foi um debate constante sobre quais os tipos de recursos, se a publicidade funcionaria e assim por diante. E acabamos decidindo tentar. De fato, lançamos o Gmail em 1º de abril. Ele foi visto em grande parte como uma piada. A inclusão de anúncios direcionados no Gmail em 2004 provou não ser piada, ao aumentar os crescentes resultados no Google. Ele havia se transformado numa máquina de ganhar dinheiro com publicidade.
[Música]
Por falar em publicidade, a oferta inicial das ações do Google recebeu mais publicidade do que qualquer outra oferta na história. Quando o Google estava se preparando para abrir o capital, precisou revelar um segredo muito bem guardado: suas receitas e lucros incrivelmente altos. Isso pegou os observadores de investimentos de surpresa, fazendo com que a ação do Google se tornasse muito atraente. E então, em 19 de agosto de 2004, primeiro dia de negociação das ações do Google na serão centenas milhares. Aqueles investidores iniciais e os primeiros funcionários do Google tiraram a sorte grande. Tem pessoas que entram em uma empresa, a abertura de capital é um ótimo negócio. Qualquer estratégia de sair das suas ações são compradas por outra pessoa e seu capital foi aberto. Um ótimo negócio faz com que repense sua vida. Estou bem? Estou confortável? A maioria me considera rico. Eu me considero rico. Larry e Sergey agora estavam mais do que ricos. Precisaram de apenas seis anos para virarem bilionários. Sua empresa, Google, virou um dos principais sistemas de busca do mundo. Até entrou em dicionários como verbo: "googlear".
O Google, como ferramenta tecnológica, se tornou parte da cultura pop. E a percepção que os jovens vêm do Google é um cruzamento entre um dormitório de faculdade e o paraíso dos Dicks. Ou seja, o Google recebe mais de 1 milhão de currículos por ano. Quando cheguei ao Google e pela primeira vez, eu realmente sinto que todo mundo sabe o que está fazendo, sabem mais do que eu. O que é preciso então para ser um dos poucos escolhidos para ser um cooler? O Google Pack, como é conhecido pelos coolers, que o habitual é montado de forma a fazer com que se sinta o melhor e o mais brilhante e que merece aquela as refeições incluídas, o serviço de massagista subsidiado, a lavanderia gratuita, assim como barbeiro sobre rodas. A este é um ano de grandes. Acho que uma das melhores coisas a respeito do Larry e do Sergey é que eles foram muito espertos e foram brilhantes. Mas acho que uma das melhores coisas que fizeram foi terem cercado das melhores pessoas, as mais brilhantes que puderam.
A chatem que faz o Google recebe mais de 1 milhão de currículos por ano. Mas para entrar para a turma dos 20.000 coolers no mundo todo, é necessário passar por uma série terrível de testes e entrevistas. Agem 7. Outro graduado em ciência da computação em Stanford, trabalham em outras empresas de alta tecnologia antes de se aproximar do Google. Acho que passei por algo entre 10 a 15 entrevistas na época. E finalmente, minha última entrevista foi com Larry. Literalmente, cheguei onde me sentei no escritório do Larry Page e fui entrevistado por ele. E foram muitas perguntas difíceis. Eu não sabia direito como tinha me saído, mas parece que ele gostou bastante de mim a ponto de decidir em fazer uma oferta. Entre os funcionários mais queridos no Google, logo depois dos engenheiros de ciência da computação estão os novos contratados chamados de APMs, ou Gerentes de Produtos Associados. Ao lounge. Uma grande parte do motivo pelo qual o Google contratou associados como no meu caso, gerentes de produtos associados recém saídos da escola, naquele momento, mas foi para poder educar esses futuros gerentes de produtos como eu, da forma que o Google queria que eles fossem. A maioria é de jovens recém formados com notas incrivelmente altas e recebem muita responsabilidade e autoridade no começo de sua carreira. Não estamos priorizando isso agora, mas não achamos que será possível substituir a página inicial desde o primeiro dia. Oi, pedra. Fora mais do centro dos APMs estão canadense Jean-Charles. J. A minha função aqui, que é de gerente de produto associado, é meio que projetada para pessoas que têm base técnica, mas não estão necessariamente codificando no dia a dia. No final das contas, meu trabalho é fazer a comunicação com os engenheiros que fazem a codificação o tempo todo e verificar se todos eles estão trabalhando juntos para o mesmo objetivo. Então, eu acabei de fazer 22 anos. Acho que a maior surpresa de se trabalhar no Google é como são abertos a respeito de tudo que estamos fazendo. Eu posso olhar no nosso site interno e ver detalhes de todos os projetos que estão sendo feitos. E isso é ótimo do ponto de vista organizacional. Embora o Google possa ser altamente transparente internamente, como muitas das outras grandes empresas de alta tecnologia do Vale do Silício, é extremamente sensível sobre o que pode ser mostrado a quem é de fora. Seja o código nas telas nos monitores ou os rabiscos nos quadros brancos que parecem estar em todos os lugares. Um bom. E gostamos de ter quadros brancos em todos os cantos. E a razão para isso é alimentar a criatividade. É possível desenhar coisas, comunicar ideias e trabalhar com outras pessoas naquela ideia. É possível publicar de forma programada a liberação ao mesmo tempo. Não sim. Ao até então, muitas vezes as pessoas pegam o celular e tira uma foto do quadro branco, enviam isso por e-mail e elas acabam fazendo parte das notas da reunião. Além dos quadros brancos e barracas de comida espalhados, outro aspecto incrível dos escritórios do Google é a ausência de papel. Operamos praticamente sem usar papel. Uma das coisas que fizemos aqui no Google é que os usuários têm laptops que levam consigo para as reuniões. Aqui comparecem às anotações são feitas de forma eletrônica para que possam ser instantaneamente compartilhadas com as pessoas.
Um apetite insaciável para o que é novo e inovador, cobrindo um amplo espectro de tecnologia, significa que o Google está constantemente começando. É claro que nem tudo é inventado no Google. Também temos equipes procurando novas tecnologias em pequenas empresas que podemos escolher, que podemos comprar e que se beneficiaram da estrutura do Google. Com bastante dinheiro e ações à sua disposição, o Google pode comprar empresas pelas quais se interessa. Se foi assim que o YouTube se tornou um produto Google, assim como Google Earth, o Picasa, assim como programas de processamento de texto baseado na web chamado Writely. E era um processador de texto navegador. O seu acesso como um site normal e trabalha. O Google nos percebeu porque recebemos muita divulgação. O Google comprou o Writely e contra todos os seus fundadores para ajudar a desenvolvê-lo. Mas minha experiência foi como uma criança que está fazendo pequenos barcos de papel em um riachinho. Qualquer estava ótimo e divertido. A um ricaço passa por ali, diz: "Rapaz, está ótimo para esse monte de placas grossas e um exército de soldadores e quero que construam a esquadra de navios de batalha." O Writely foi modificado para o Google Docs, um processador que tira os dados do computador pessoal para os servidores do Google. Ele é meio estranho, esquisito. Sou definitivamente um cara de barba. Cristália. Tenho 42 anos. Aqui que seja tão velho. Nós aqui estou na parte superior da faixa etária. Há muitos engenheiros jovens aqui. Não me incomoda. Acho que é interessante. Acho que todo mundo chega a este ponto na carreira em que as coisas começam e ser óbvias. Uma vez eu não me incomodo com a cultura técnica aqui. Isso não me intimida. Sou codificador muito produtivo, feroz, bem dedicado. Mesmo quando escrevo códigos que eles morrem de medo de mim, então eles não me incomodam ninguém. Eu não estava aqui quando fundaram tudo, mas entendo que a concepção básica da cultura é que queriam fazer enxergar tudo do ponto de vista de um engenheiro. Desse ponto de vista, a eficiência pode muito bem ser um objetivo principal do engenheiro. E precisamos de mais triagem. Você abre um documento de texto no Gmail e dá erro. A maioria das equipes faz isso toda a manhã em uma reunião em pé, é muito curta, durante os 10 minutos, cada um fala no máximo um minuto. O lápis é a concha do Senhor das Moscas. Lembra? Quem está com lápis está com a palavra. É por isso que foi uma reunião muito eficaz e levou apenas cinco minutos para contarmos à equipe tudo que está acontecendo. Outra reunião em que os membros da equipe do Google Docs precisam discutir problemas ocorre durante a caminhada. Hitler semanal. E acho que é interessante tentar fazer coisas importantes para mudar o mundo. Acho que é por isso que gosta de estar no Google. Queremos mudar o mundo, queremos fazer coisas grandiosas. Qual o problema com um algoritmo? Quitamos o cara ficou agitado por oito horas, só esse o final foram cortados. Não tudo bem. Que temos que lidar com dezenas de milhões de usuários, grandes centros de dados, de grandes máquinas e grande engenharia. E é muito legal para dicas de computador.
A diversão começou mesmo em 1976, em uma garagem no Vale do Silício, quando dois desistentes da faculdade começaram uma empresa chamada Apple e lançaram uma revolução: a revolução dos computadores pessoais. O poder do computador pessoal cobriu 1 milhão de lares e escritórios em todo o mundo e mudou tudo. Mas agora, após mais de um quarto de século, sim, no ano de nossas vidas, o computador perdeu quase todo o seu brilho mágico. O Google está de olho na criação de outra revolução, ao eliminar a necessidade de computadores pessoais. Ele quer colocar o máximo de dados que for possível em seus próprios servidores.
Ronan. Uma das coisas que acho subestimada é que desde o começo, já em Stanford, eles eram ótimos em minimizar o custo de montar sistemas computacionais. Continuarão com essa capacidade de gerar e nem se o poder computacional de custos relativamente baixos. Ou desde seu começo, o Google definiu como prioridade produzir o mais barato possível todos os seus servidores em instalações de armazenamento para lidar com sua vasta busca e registro da internet. E conforme a internet cresceu, o mesmo ocorreu com a necessidade de capacidade computacional. Google. O Google constrói grandes centros de dados. Usamos componentes de computadores pessoais e construímos muitos sistemas especializados. Agora, para lidar com o tipo de escala que é necessária. A escala está no coração do Google. Não apenas o Google tenha acesso ao poder computacional quase infinito, mas o que talvez valha mais é o fato de ter acumulado uma coleção incrível de dados. Dados que podem ser usados para testes numa escala nunca antes vista pela maioria dos novos engenheiros computacionais.
Maior. Terminar meu colega e eu estávamos jogando algumas ideias e falávamos de algo que depois acabou sendo algo próximo ao Google Bookmarks. E fizemos alguns cálculos e falamos que seria será 4 petabytes de dados. Não é tanto assim. E aquela sentença: "4 petabytes de dados não é tanto assim" é algo que, antes de ter ido para o Google, teria sido um choque ouvir essas palavras saindo da minha boca. Aquele choque. 4 petabytes são equivalentes a 4 milhões de gigabytes. Números tão gigantes que é quase impossível para a compreensão de simples mortais.
Conforme a memória e aumento de capacidade e reduz no preço, o Google está passando para algo chamado de computação em nuvem. A ideia toda por trás da computação em nuvem é ir adiante e colocar tudo em um servidor administrado por profissionais. O problema hoje é que todas as suas coisas estão em seu computador. Se ele cair, quebrar, se apagar, é um desastre. Por que não colocar então tudo o que é importante em outro lugar, manter em segurança sob seu controle, que esteja disponível sempre que precisarem, todos os dispositivos e onde quer que você esteja? Rio. A mudança para a nuvem está fazendo uma revolução na forma como nos comunicamos, como trabalhamos, como nos divertimos, na verdade, como vivemos. Que bom ver as pessoas. Imagina o que aconteceria. Informações que são minhas, exclusivas, meus registros bancários, meu histórico de saúde, seja lá o que for, mas que eu não controlo estão sentados lá. O lugar é preciso confiar que quem esteja cuidando delas não ajude para algo indesejável. O dragão. Embora, será que a mudança para a nuvem abrirá a porta para que os governos e as empresas acessem secretamente dados a nosso respeito?
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Seus dados digitais de todos forem passados para as nuvens computacionais, onde é que essas nuvens ficaram? Uma delas tocou sopé das montanhas Blue Ridge, na Carolina do Norte. Este já foi o centro da produção moveleira americana aí na década de 1980. O trabalho barato do exterior acabou com os empregos, deixando para trás uma economia devastada e uma quantidade incrível de eletricidade ociosa. Acontece que os centros de dados computacionais são consumidores vorazes de eletricidade para alimentar os servidores e resfriar vastas quantidades de água usada para refrigeração. A cidade de Lenoir, na Carolina do Norte, tinha bastante de ambos. E aí, no final de 2005, Google chegou, mas veio coberto por sigilo.
Do ponto de vista do Google, pelo menos como eu entendo, foi com aquela corrida para construir esse centro de dados. É tão intensa e a informação, e pelo menos da forma como eles veem, é tão exclusiva que eles não queriam que nenhum de seus concorrentes soubesse o que estavam fazendo. TJ Hora é advogado e vereador do município de Lenoir e esteve envolvido nas negociações a portas fechadas com o Google. Segundo eles, "nos dar informações que não podemos revelar para mais ninguém". O Google definitivamente tinha uma atitude do tipo: "Olha, ou é do nosso jeito, tchau. O que oferecemos é isso aqui, é pegar ou largar." O governo local e estadual, desesperados, estavam mais do que prontos para chegar ao acordo que trouxe o Google para esta área devastada. Ofereceram a ele o benefício fiscal de 30 anos sobre propriedade e equipamentos, se o benefício em 160 milhões de dólares por um período de 30 anos. Destes armazéns digitais, cujo custo se estima em 600 milhões de dólares cada. Sem um fluxo contínuo de dados, a gestão de meios, as fotografias das músicas, os vídeos, os mapas e as buscas que fizeram do Google uma potência de coleta de dados. O Google não divulga quantos centros de dados consome em todo o mundo, mas os rumores são de que há três dúzias deles no mundo todo, todos conectados digitalmente e todos firmemente plantados no solo. Mas isso pode mudar. O Google registrou uma patente para construir os centros de dados no mar aberto, alimentados pelas tecnologias mais recentes de aproveitamento da energia das ondas. Os servidores do Google ficariam em balsas. A expectativa é que esses servidores marítimos seriam muito mais baratos e certamente não haveria impostos sobre imóveis e propriedades a pagar. Ainda precisam construir um modelo que funcione, mas o Google é uma empresa que gosta de se mover rapidamente quando se trata de tecnologia de ponta.
Porém, o Google não teve pressa quando se tratou de abrir um escritório na China. O crescimento no uso da internet na China é incrível. Até 2009, seus usuários de internet ultrapassaram toda a população dos Estados Unidos.
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É um mercado em explosão, mas é complexo devido à censura governamental. Os morangos a entrar na China. O motivo era a nossa preocupação com algumas leis sobre conteúdos. Para o Google abrir um escritório na China, ele teve que concordar em bloquear certos sites de seus resultados de buscas. O governo chinês decide quem passa pelo firewall chinês. Para administrar o Google na China, eles chamaram Kai-Fu Lee, executivo sênior da Microsoft, que havia sido responsável por suas operações naquele país. Em 2005, Kai-Fu Lee se viu no papel de um "negro", é como os novos Googlers são chamados. Funai. Quando entrei no Google, use a palavra "choque" para descrever o que eu senti. Acho que foi uma combinação de coisas, uma combinação dos valores. A empresa era jovem e feliz, a união e rapidez. Campo. Mas meu objetivo era fazer a cultura do escritório do Google China o mais próximo possível do escritório do Google em Mountain View, do Mato. Mas é impossível fazer exatamente igual. Também porque a cultura chinesa e a cultura americana são diferentes. Nada separa essas duas culturas mais do que vem está realmente usando a internet. O usuário médio da internet tem 25 anos na China, contra cerca de 42 anos nos Estados Unidos. Então, a diferença é significativa e os padrões de uso também são bem diferentes. Os usuários chineses, por serem mais jovens, tendem a gostar de entretenimento, jogos, música, vídeo. Tendem a usar menos a busca e comércio virtual. Da mesma forma, quando usam a rede, eles tendem a querer algo que seja muito agitado e estimulante, ao contrário das interfaces simples de usuários. Um bom desenho. E fez os internet cafés são cheios de jovens e muitos estão aqui porque em casa eles seriam proibidos de jogar esses jogos e filmes. O que parece que não é proibido nem aqui nem em casa é baixar música pirateada. E não está a perceber mos que a maioria dos usuários chineses na internet mais um música pirateada ou sem licença por meio de outros sistemas de busca e que isso se tornou um hábito. Acho que a maioria dos usuários acredita que tem direito de fazer isso e nem são nossos esforços então para tentar implementar talvez o serviço pago ou pago por download ou até mesmo um serviço de assinatura acabaram com uma conclusão muito clara: nunca daria certo. O engenheiro do Google e um gerente de produto usaram seus 20% para gerar o Google Music, um programa gratuito para baixar músicas que tem o apoio das principais gravadoras. São e responderemos encontrar a fórmula que seja não somente bem-sucedida, popular, mas também lucrativa para as gravadoras, nossos sócios e para nós.
Embora o governo chinês pareça tolerar a pirataria de música, parece ter menos paciência com o Google e recentemente o acusou de divulgar pornografia. O Google é registrado na China, por isso precisamos seguir as leis chinesas. Por qualquer lei, nossos funcionários são cidadãos chineses, eles precisam seguir as leis chinesas onde quer que trabalhe. Seguir as leis. Diferença significa que as buscas do Google digitadas na China para assuntos como Falun Gong, independência do Tibete, o protesto na Praça Tiananmen, produziram resultados bem diferentes daqueles que aparecem nas telas fora da China. E foi assim que operou por quatro anos. Quando em janeiro de 2010, o Google anunciou que parou de censurar os resultados da busca, devido a um grande ataque cibernético originado na China, cujo alvo foi a propriedade intelectual do Google e as contas do Gmail de ativistas chineses de direitos humanos. Embora a China insista que suas leis devem ser obedecidas, o Google avisou que se as conversas fracassarem com o governo chinês para operar um sistema de busca sem filtros, ela terá fechar as operações naquele país.
Porém, não houve conversa com o governo dos Estados Unidos quando, logo após o 11 de setembro de 2001, foi aprovada legislação que lhe deu autoridade ampla de vigilância, permitindo o acesso inédito às pegadas digitais das pessoas. Diz. E esses poderes são muito amplos agora. Vão desde o acesso a relatórios de crédito de indivíduos até acesso a seus dados de comunicações, até chegar a ser capaz de enviar uma carta para qualquer detentor de dados e dizer: "Por favor, revele todas as informações que possuir sobre esta pessoa, sem dizer nada para elas. E não pode contar a ninguém." Essa é a ideia de uma carta de segurança nacional. No centro de privacidade eletrônica em Washington D.C., o diretor Marc Rotenberg está preocupado com as novas informações digitais que estão migrando para as nuvens, nos centros dos servidores computacionais. Não estou dizendo que o governo não devia ter acesso às informações em circunstâncias adequadas. Na verdade, em algumas instâncias, é vital perseguir atos errados, investigações criminais. Mas precisamos de supervisão, precisamos de responsabilidade, precisamos de transparência. E o problema com a computação em nuvem é que será muito mais fácil para o governo entrar neste tipo de vigilância de forma secreta. Sei que as pessoas saibam que suas informações pessoais, seus registros comerciais estão sendo acessados. Também pedia pessoas no Google que me informassem quantos mandados e liminares recebiam todos os meses. Não era preciso dizer mais nada. Não precisavam dizer do que tratam todos os mandados ou liminares, só um número. Quantos recebem? Mas eles não gostaram dessa sugestão e rejeitaram logo de cara.
Conforme a jamanta do Google continua digitalizando tudo o que encontra pelo caminho, ela acumula novos partidários. A cidade de Washington D.C. optou por se libertar do Microsoft Office e mudou para um conjunto de aplicativos Google. A oferta do Google de uma vida mais barata, mais segura e mais colaborativa em sua nuvem se mostrou atraente demais para rejeitar. As faixas. A questão da confiança central em toda a nossa marca nesse jogo. Se você violar a confiança de alguém, a empresa acabaria conosco. E as pessoas não divulgaram suas informações, deixariam de fazer buscas, nossa receita cairia. Seria tão terrível para a nossa empresa, para as pessoas. Essa questão é levada muito a sério aqui. Não confie neste altruísmo ingênuo de que estamos realmente tentando fazer produtos para melhorar os usuários. Há quem veja as segundas intenções, que estamos tentando controlar o mundo ou sei lá o que pensa assim. Mas o que eu posso dizer? Ainda pensamos como universitários, não pensamos dessa forma. Então, tem infectado. Mas o Google também precisa se preocupar com um grupo de jovens empresas prontas a mudar o mundo da busca. Resgatar no modelo original do Google vi um sistema de busca concentrar em dados. Elas estão abordando a busca de outro ângulo. Elas querem reunir o poder do que se conhece como sabedoria dos amigos. Acho que é isso que vai definir os próximos vários anos do que será a internet e o mundo. Porque alguns dos principais proponentes da busca social são os Googlers, prontos e dispostos a desafiar seus ex-patrões.
Com quase 20.000 funcionários em todo o mundo, o Google está começando a ver alguns de seus primeiros funcionários saindo para dar o que pensam ser o próximo grande passo. Em um bairro simples de São Francisco, uma jovem empresa da área de internet tem bastante DNA corporativo do Google. Vários dos seus fundadores são os Googlers, mas sua empresa adverte, deseja ir além do Google e transformar a busca em si. E emelec, corsa. Estamos de chamar de busca social. O conceito é o de que está procurando pela pessoa certa no momento e você não quer saber da vida dessa pessoa, você só quer interagir com ela porque ela sabe de algo que vai ajudá-la naquele momento. Não estão tendo o rap. Às vezes, não está escrito em um site, mas alguém pelo mundo sabe a resposta e todos nós temos redes sociais. Aardvark é basicamente um utilitário que lhe dá acesso a isso. Mais adiante, em um centro industrial insípido no Vale do Silício, outra empresa de rede social com sua própria lista impressionante de diz lubbers, inclusive Povo Kai, diz que é conhecido e talvez odiado por ter cunhado o lema do Google "Não faça o mal". Sua minúscula empresa chamada Frente à sede está desenvolvendo um novo serviço de rede social que compartilhem e acompanha os que os amigos estão ouvindo, lendo e postando na rede. Não sabe o que vai acontecer em seguida, mas acho que este é exatamente o lado bom de uma nova empresa. Em uma grande empresa, posso prever facilmente o que vai acontecer no ano seguinte. Uma empresa nova, ninguém faz ideia do que vai acontecer em seguida no próximo ano. Você pode ser um sucesso incrível, um fracasso. O Google estava acompanhando Frente à sede para uma possível aquisição, mas antes de chegar ao seu segundo ano de vida, o FriendFeed foi engolido pelo fenômeno da rede social Facebook por 50 milhões de dólares, segundo dizem. O Facebook, fundado por um resistente de Harvard em 2004, passou por um crescimento explosivo e representa um verdadeiro desafio ao Google, ao mesmo tempo em que atraem um surpreendente número de ex-Googlers. Me mandou. Eu acho que sair do Google e optar por vir para o Facebook só demonstra como estou lidado e convencido da importância da missão do Facebook. O Facebook, o Twitter são atualmente as redes sociais mais usadas. Eles perceberam que essas recomendações baseadas em amigos é uma forma de busca muito distante dos algoritmos e cálculos frios no Google. Formou para a maioria das pessoas fora da engenharia, o mundo trata de relacionamentos, trata de se conectar com outras pessoas. E isso realmente o Facebook é o próximo passo da evolução do que realmente importa. Do ponto de vista tecnológico, o Google na verdade entrou no mercado de rede social com algo chamado Orkut. Embora seja muito popular na Índia e na América do Sul, não conseguiu atrair números expressivos de seguidores entre os europeus e os norte-americanos. No domingo, realmente não entrou nos negócios de rede social. E acho que isso se deve em parte à personalidade dos fundadores. Começou engenheiros. Acho que papo furado com os amigos não é a prioridade. A prioridade é reunir informação do mundo científico. Acho que pensaram que aquilo não era interessante, importante, porque alguém perderia tempo com aquilo. Ficou claro quando o mundo mudou para o Facebook, Twitter. Eles disseram: "Ah, também podemos fazer isso tecnicamente. E claro, podemos colocar coisas do Twitter no Gmail, coisas do Facebook no que temos, e temos o Orkut. Mas acho que o coração da empresa não está ali. A empresa não trata disso, trata de informação. Toda a informação do mundo. Não foi mexido ou grosso information. Google. E o Google realmente acredita que os dados criaram um incrível benefício para a sociedade. A empresa acredita firmemente que vai encontrar formas de usar dados para melhorar a nossa vida, facilitar a nossa vida, para que nossas decisões fiquem mais eficientes. Eles acreditam piamente nisso. Por exemplo, com as tendências de gripe, acreditam que monitorar as buscas individuais ao procurarem por coisas como tosse ou outros problemas médicos, vão detectar a gripe e serão capazes de intervir de forma mais eficiente e menos pessoas morrerão.
15. O time. Quando o Google fez sua oferta inicial de ações, Larry e Sergey escreveram uma carta pessoal explicando que aspiravam para o futuro da empresa. "O Google não é uma empresa convencional", escreveram, "e nem pretendemos ser." A missão do Google de coletar toda a informação mundial e deixá-la acessível e útil, e fazer isso dentro de 300 anos, já fez com que a empresa fosse muito além das buscas em sites na internet, seja fotografando as ruas ou digitalizando os livros do mundo, transformando nossos dispositivos móveis em portais da internet ou criando o maior repositório de vídeos do mundo em sua própria nuvem. O Google continua sendo um fenômeno tecnológico. Passa o futuro depende de algum tanto não científico. Confiança. A confiança de que está mantendo nossos dados alvo de hackers e governos curiosos. A confiança de que a empresa não está fazendo uso inadequado de nossas informações. E, por fim, a confiança de que o Google está se mantendo fiel ao seu lema: "Não faça o mal".
Em fevereiro de 2010, a empresa de busca social Aardvark foi comprada pelo Google por 50 milhões de dólares. Versão Marshmallow. São Paulo. Hebe Raminelli. Próxima quarta em Taboão. América Latina. Drogas ancestrais. Indonésio.