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Olá, olá, mensageiras, muito bem-vindas, bem-vindas ao nosso encontro de tira dúvidas da aula um, na jornada da terapeuta de mulheres. Estamos no maior evento de mulheres que têm o chamado de ajudar outras mulheres, que desejam ajudar outras mulheres através da profissão terapeuta especialista em mulheres. O primeiro passo para você conquistar a autocura emocional e promover na vida de outras mulheres, se tornando uma terapeuta especialista em mulheres TPM, mesmo que esteja começando do absurdo, absoluto zero. Bem-vindas, bem-vindas.
Quem já se encontra aí comigo? É, hoje tem, tem encontro de tira dúvidas e nós tivemos também um atendimento ao vivo agora a pouco. Deu para fazer um lanchinho aí? Quem conseguiu fazer um lanchinho? A família não tá entendendo nada, né? "Mulher, mulher, que tanto você tá aí nesse celular, mulher? Que tanto você tá aí nesse computador, mulher?" [risadas] Aí vai falar assim: "Calma, homem, calma que vai valer a pena."
Ó, essa semana é uma semana intensa, profunda mesmo, sabe? Eu falei para vocês, vocês que estavam no curso preparatório, eu comentei que a semana da jornada seria ainda mais intensa. Então, nós teremos aula. Tivemos ontem a aula, aula um, ainda se encontra disponível. Se você não assistiu, precisa assistir, porque é ouro puro, um conhecimento para toda a sua vida. Aproveita enquanto se encontra disponível.
Hoje nós já tivemos atendimento ao vivo às 17 horas. Quem estava no atendimento? Deixa eu ver aí. Bem-vindas, Nadia, Jaque, Luzinete, Dor, Fabiana, Maria. Muito bem-vindas. Quem estava lá? Muito bom, muito lindo, né? Emocionante, maravilhoso. Que bom.
E amanhã nós teremos a aula dois da jornada da Terapeuta de Mulheres, onde eu trago as referências do método. Toda a estrutura vocês vão aprofundar ainda mais o método, tá? Eu apresento todas as referências e como é possível tratar a causa de qualquer doença emocional. Só que para ir para a aula dois, é óbvio, tem que se assistir, assistir a aula um. E esse encontro é para aprofundar ainda mais na aula um. Eu vou depois também, eh, ler algumas perguntas de vocês aqui, tá? No chat. Fiquem tranquilas. Eu já tenho algumas perguntas que vocês colocaram na caixinha hoje que eu abri. Eu vou aprofundar, mas eu preciso reforçar alguns pontos dessa aula. Porque que aula é essa, Ju? Que aula linda, linda, linda.
Deixa eu falar uma coisa. Eh, isso até me emociona, sabe? Porque quando a gente fala de autocura emocional na vida das mulheres, as pessoas que não têm o entendimento, que não têm conhecimento, que vocês recebem aqui, pensam assim: "Ai, mas por que as mulheres? Por que só as mulheres?" Nós precisamos entender isso e é muito importante, tá bom? A mulher, ela não se beneficia sozinha, não. Porque de fato, quando a mulher se cura, gerações se curam com ela. E eu vou aprofundar mais sobre isso aqui, o porquê disso. Vou trazer ainda mais informações aqui para vocês, para enriquecer o processo de vocês, para a transformação de vocês e através de vocês para a vida de outras mulheres.
Quem tá me conhecendo aqui pela primeira vez, eh, tá chegando agora, Ju, primeira vez. Se você tá me conhecendo agora, primeira vez, talvez não assistiu a aula um, ainda precisa assistir, tem que ir lá no grupo, clicar no link lá que nós enviamos para vocês o replay. Eu sou a Juliana Souza, eu sou terapeuta especialista em mulheres há mais de 12 anos. Eu estudo há mais de 18 anos. É um processo muito profundo que começou através da minha autocura emocional. Quando eu fui buscar a minha autocura para a síndrome do pânico. Eu conto essa história para vocês na aula um.
Após conquistar minha autocura emocional, senti o desejo, eh, na verdade, Deus ativou esse desejo em meu coração para ir buscar conhecimentos sobre tudo aquilo que eu tinha vivido, sobre a mente, sobre as emoções, sobre o corpo, sobre os comportamentos. Eu escutei uma frase de uma médica e que me marcou profundamente, que foi a virada de chave mais poderosa da minha vida. Quando ela entrou no quarto do hospital, ela disse assim para mim: "Juliana, nos seus exames não tem nada. Você não tem nada. Tudo isso é a sua mente que tá criando." Quando ela falou aquilo para mim, meu Deus, falei: "Como assim? Eu tô criando o problema. Eu tô criando a doença. Eu quero é me livrar disso, doutora. Como eu tô criando, doutora? Eu quero é, pelo amor de Deus, tirar isso." E ela me disse mais uma vez: "Sim, é você que está criando todos esses sintomas." Aquilo para mim, assim, não fez sentido, lógico, naquele momento nenhum.
Mas quando eu entendi, e foi uma experiência muito forte para mim, quando eu entendi que eu precisava buscar ajuda, após buscar ajuda, sair daquele lugar de dor e sofrimento através das terapias integrativas, eu entendi que eu precisava buscar conhecimento do porquê e como é possível alguém criar os sintomas, como é possível você criar a doença. E assim eu fui buscando conhecimentos, buscando conhecimentos e foram anos de busca. Está sendo, né? Porque eu continuo estudando, eu continuo me aprofundando, eu sou uma pesquisadora nata. E depois de anos de atuação, eu senti o chamado de compartilhar o meu método com mulheres que comungam do mesmo propósito. Na verdade, foi um chamado tão profundo que quando eu senti profundamente meu coração, eu questionei a Deus: "Senhor, mas como eu vou chegar nessas mulheres que têm o chamado que é o meu? Como eu vou acessar essas mulheres?" Naquela época não tinha rede social assim, da forma que tem. Mas foi muito claro o que Deus falou em meu coração: "Elas chegarão."
E assim eu comecei a compartilhar as minhas experiências, o método TPM com mulheres que comungam do mesmo propósito após anos de atuação. Já são mais de 12 anos de atuação como terapeuta especialista em mulheres. E toda essa construção do TPM veio totalmente na prática, vivencial, em consultório e foi uma experiência cada vez mais, ainda mais profunda e vem sendo cada vez mais. E hoje eu formo terapeutas. Hoje eu tenho alunas em mais de 30 países, já são mais de 5.000 alunas na escola TPM. E o primeiro passo do processo de vocês é na jornada da terapeuta de mulheres. É onde vocês vivem esse despertar. É onde vocês conhecem o TPM. É onde que vocês se transformam também, porque tô com toda certeza da forma que você chegou aqui, você não estará lá na última aula da jornada da terapeuta de mulheres. Pode ter certeza, óbvio, se você viveu o processo, se você realmente beber dessa fonte e se você levar para a execução, não adianta nada entrar aqui e sair aqui. Concorda comigo? Não adianta nada.
Então, essa é a minha missão. A minha parte aqui é segurar na sua mão. É te trazer para um lugar de frutificar, de transbordar, um lugar de prosperidade, um lugar de propósito maior. E por que que eu chamo vocês de mensageiras? Porque é uma mensagem que nós entregamos. É uma mensagem capaz de libertar mulheres das prisões emocionais, como muitas alunas me falam. Na verdade, não é nem só libertar, Ju, é salvar mulheres da dor e do sofrimento emocional que elas mesmas se colocam lá por proteção, na busca de se proteger. Padrões vão sendo formados, padrões limitantes, mas por proteção, seja para recuar ou seja para atacar. E hoje nós estamos aqui, já são mais de 4 anos formando terapeutas e assim, glória a Deus por isso, né? Porque um exército de mulheres se levantando para levantar outras mulheres. Então, essa é a minha missão. É uma honra servir vocês aqui para que vocês possam servir outras mulheres. E você que tá chegando agora, eu espero que você se entregue, eu espero que você viva um processo. Todas vocês continuam o processo e vejam o que acontece se não desistir. Não existe propósito sem processo. OK?
Agora falando um pouquinho sobre a aula um, ah, deixa eu trazer um recado bem importante sobre os grupos oficiais. Isso é bem importante, tá? Se manter nos grupos oficiais. Outro ponto bem importante, precisa aí ter os números oficiais que nós estamos colocando para vocês lá nos grupos. Salvar. É muito importante salvar, salvar os números oficiais, tirar print dos números oficiais, conferir os números oficiais, OK? Tenha cuidado com abordagens, abordagens de pessoas, de números que não estão nos números oficiais. Infelizmente existe golpe cada vez mais, sabe? Essa questão de tecnologia, o inimigo ele tá se atualizando. O inimigo se atualiza o tempo todo. Nós precisamos estar despertas. Só assim que vencemos o inimigo. E nós estando desperta, despertas, não há, ele não encontra brecha. E qual que é a nossa ação? Números oficiais. Estar atenta aos grupos que você já tá acompanhando, já faz tempo que tá lá várias mensagens já lá que você já tá acompanhando, se mantenha lá, você tá segura com os números oficiais e pronto, não vai ter nenhum problema.
Outro ponto, a jornada da terapeuta de mulheres, que é o que vocês estão vivendo, nós estamos vivendo, é totalmente gratuita esse passo, esse processo inicial de vocês, tá? Que é onde vocês conhecem o método TPM, onde vocês conhecem tudo sobre a nossa profissão e aquelas que desejam continuar, que se identificam com o método, que querem se profissionalizar e aprofundar com o método TPM, lá na jornada da Terapeuta de Mulheres, eu abro essa oportunidade e trago todas as informações lá. Não adianta você ficar, né, nesse anseio, Ju, mas eu sei que eu já quero, mas lá eu vou explicar com profundidade o que vocês precisam saber, tá bom? Pode ficar em paz. Tudo é explicado. E essa decisão, ela é totalmente consciente e muito conectada com o chamado. Por isso que vivemos um processo intenso aqui, OK? E se você receber qualquer mensagem falando de algo, falando de valor aí para vocês da jornada, desconsiderem. Cuidado com o golpe. OK.
Muito bom. Aí cada vez mais, né? Tava conversando com meu pai ontem, ontem. Ele veio aqui ligando para ele, se passando como alguém do banco. Quando ele foi ver, era golpe. Glória a Deus. Graças a Deus que nada aconteceu, porque eu falo que Deus ele é maravilhoso, né? Ele não conseguiu, tava sem internet no celular, depois ele ligou lá no banco e ali ele descobriu que era um golpe. E assim, quantas pessoas, né? Felizmente, eu também já passei por isso. Agora se atualiza, gente, ó. Ó, vou falar para vocês, é sério, o inimigo ele ele se esforça. Não, mas ele não cansa. Inimigo não cansa não. O inimigo não desiste. Não desiste. É, é tão é tão interessante, né? Às vezes a gente desiste por coisa tão pequena, né? Tão pequena. Ele não desiste. Não pode ter certeza disso, não existe essa palavra. E por isso que precisamos estar cada vez mais fortalecidas, conscientes, despertas. Aê, muito bem.
Ah, nós estamos tendo a comunidade as mensageiras. Quem tá na comunidade as mensageiras vai ter surpresa lá, vai ter presente lá. Lá vocês estão interagindo uma com as outras lá no Facebook, lá eu estou juntamente com a equipe. Maravilhoso essa interação de vocês, essa troca de vocês. Aproveitem tudo que está sendo entregue para vocês, OK?
Voltando pra aula um. Aula um, primeiro eu trouxe para vocês algumas informações sobre o porque a autocura emocional de uma mulher beneficia além da própria vida. Beneficia a humanidade. Como eu estava falando no início, as pessoas que não têm o conhecimento acham que a mulher ela se beneficia sozinha. Não. Até porque a mulher é o pilar emocional da humanidade, é o pilar emocional da família, é o pilar emocional. A harmonia do lar, presta atenção no que eu vou falar. A harmonia do lar depende da harmonia da mulher. A nutrição emocional do lar é da mulher. A beleza do lar é a mulher. A mulher é a primeira morada. A mulher é o primeiro alimento. Vocês não fazem ideia da tamanha grandeza dessa informação, tá bom?
Os primeiros caminhos neurais que são formados lá na fase da gestação, presta atenção nisso, são caminhos neurais muito fortalecidos. Essas informações desses caminhos neurais que vem através das experiências que a mamãe está vivendo, tudo que a mamãe sente, o bebê sente. Esses caminhos neurais, que são as memórias, nós levamos para a vida inteirinha. Essas memórias são capazes de influenciar em nossa vida, a vida inteira. Presta atenção. Tudo que a mamãe sente, o bebê sente. Em 9 meses em média de uma gestação, muitas coisas podem ser evitadas. Até mesmo a ativação de um gene que tem um código de informação ali nele de uma doença específica. Isso se chama epigenética. Pensa só quantas coisas nós podemos evitar com uma mulher saudável, com a mulher nutrida, como uma mulher protegida.
A Juliana, mas ai toda a responsabilidade da mulher não. A responsabilidade do pai é proteger mamãe. A responsabilidade das pessoas que convive com a mulher na gestação é cuidar da mulher, é proteger essa mulher. Porque uma mulher que está vivendo essa fase, ela precisa se sentir segura para que ela possa ter eh recursos emocionais, fisiológicos também para nutrir esse bebê. Uma mulher em estado de alerta, uma mulher carregada de medo ali vivendo um ambiente tóxico na fase de gestação, todas essas sensações da mamãe, todos esses sentimentos modificam a fisiologia dela. E é óbvio que influencia na gestação. É óbvio. Então aqui entra uma causa. Presta atenção no que eu vou falar. Eu tô falando de causa, da nossa causa. A causa, a nossa causa é poder proporcionar todos esses conhecimentos para outras mulheres, para outras pessoas dentro de escola, na prefeitura, em empresas, palestrar em tudo quanto é lugar. A sociedade precisa entender e compreender a importância da autocura emocional na vida de uma mulher. Porque quando essa mulher ela está bem nutrida, o bebê, presta atenção, que esse bebê ele vai crescer, ele vai se tornar um adulto e esse adulto carrega toda a carga emocional lá de onde? Da vida intrauterina.
Então, imagine só, gente, coisa mais linda. Eu sei que hoje nós só cortamos galhos na sociedade. Hoje nós só cortamos galhos. A gente só fica balançando fumaça. Mas nós podemos evitar o problema. Evitar o problema na conscientização da parte mais ativa na educação. Eu vou falar uma coisa que eu já estive nesse lugar, tá? Ah, mas tudo é a mulher. Eu já eu já falei isso. Não é. O homem tem sua responsabilidade. Eu sei que, infelizmente, na prática isso não acontece na maioria das vezes. Por exemplo, sabe a imagem mais perfeita que possa representar a a responsabilidade de cada parte aqui? A mamãe com o bebê no colo aqui e o papai aqui atrás, protegendo a mamãe e a mamãe nutrindo e protegendo o bebê. Mas o sistema ele sabe disso, o inimigo sabe disso. O inimigo hoje, como ele age na mente das mulheres? Como que o inimigo age? Na confusão. Com confusão, com distanciamento da identidade, da verdadeira essência. E assim, ó, eu sei que muitas de nós, e eu me coloco nesse lugar, tivemos que colocar armaduras de proteção para se proteger, eh, armaduras de sobrevivência e tudo isso pesa para nós mulheres. Tanto é que o corpo da mulher, a estrutura fisiológica da mulher não suporta uma carga de estresse muito alta por muito tempo, vai ficar doente. Por isso que as mulheres são as que mais sofrem de doença emocional, são as que mais carregam peso, porque são muitos papéis, são muitas responsabilidades e são as mais vulneráveis. O homem, ele suporta muito mais cargo, carga de estresse fisiológico. Tô falando fisiológico, tá? Tô falando dessas coisas aí que é ensinado aí, tentando trazer a natureza na igualdade. Natureza não é igual. Nós não somos iguais aos homens, entende? Não estou falando dos nossos direitos, estou falando de fisiologia. E fisiologia. Na biologia, o homem não tem ciclicidade, o homem não menstrua, só isso aqui, pronto, a gente já tem uma grande diferença que é muito diferente. E o que que acontece? A maioria das mulheres sobrecarregadas, é óbvio que vai sofrer de uma doença emocional. E o pior que quem sofre junto com a mulher, gente, quem sofre junto com a mulher, fala para mim, é o filho, é a criança.
Teve uma época na minha vida que eu fiz um trabalho eh em uma instituição para crianças de um bairro muito carente aqui São José do Rio Preto. E eram crianças muito, muito sofridas e criadas praticamente pela mãe, porque o pai estava preso ou o pai tinha abandonado. É absurdo o número de mães que cuidam dos seus filhos sozinha, sabe? É absurdo, é assustador. E cuidando dessas crianças, eu percebi tamanha necessidade de cuidar das mães, porque não adiantava nada amparar, acolher, direcionar aquelas crianças e chegava na casa uma mãe sofrida. E eu não tô aqui para julgar jamais. Eu estou aqui para conscientizar. A mamãe sofrida na dor vai descontar em quem? É claro, sem perceber, ela vai ser ríspida, ela vai ser grossa, ela vai violentar, ela vai bater, entende? E aí o que que acontece? Essa criança começa a sofrer os traumas. Olha como a base tá aí. Olha como a base da sociedade tá aqui. Esse menino, eu já atendi caso em consultório, exatamente por essa questão. Olha só, ela me procurou porque ela já estava com diagnóstico de depressão, mas ela vinha de um relacionamento abusivo. Quando ela trouxe essa história, nós fomos olhar para a história dela. Nós fomos olhar para a história do marido dela. Sabe o que nós descobrimos? O marido dela foi muito violentado pela mamãe dele, muito violentado. E ele guardou muita, muita raiva, muita raiva. E depois isso, isso validou no processo dele. Muita raiva. A raiva que ele guardou da mãe ficou guardado, gente. Emoção residual permanece. Uma hora tem que sair, ou sai em uma doença física ou sai em comportamento disfuncional. Emoção foi feita para expressar aquilo que ele guardou. Guardou. O que que ele fez? Ele começou a expressar na esposa, associando mulher. Primeira mulher que ele conheceu na vida foi a mamãe. E o que que a mamãe fez? Inconscientemente toda aquela raiva da mãe ele projetava na esposa.
Então, olha a responsabilidade nossa diante do nosso papel e a responsabilidade do papai de cuidar da mamãe, de proteger mamãe, de trazer segurança para mamãe, de não deixar faltar nada para mamãe, de manter a mamãe segura, porque esse menino, esse futuro adulto, essa menininha que está, quem Quem mais fica do lado dos filhos? Quem mais? Aí vai ter aquela fase assim, mas não deveria. Os dois precisam cuidar. Mas eu preciso te falar uma coisa. A criança precisa da mamãe até os seus 2 anos de idade, porque é a mamãe que amamenta, é o cheiro da mamãe. Ficou 9 meses da mamãe, esse vínculo ele já foi criado. Por isso que a mamãe é essencial na educação do filho. E por isso que a mamãe precisa ter tudo que tem lá, né, que precisa para cuidar da criança. Faz sentido isso para vocês? Então aqui é só para sensibilizar vocês da nossa causa principal. Eu creio muito fielmente no nosso propósito maior. E propósito maior, ele é algo que beneficia não somente a nossa vida, a vida da nossa família, é uma profissão. É uma profissão próspera. Você vive um método, você conquista transformação e autocura com método na sua vida, sua família. Você tem um bom salário, mas assim é um propósito maior. Vai para além da sua vida, vai para outros lares, para outras famílias. TPM é sobre famílias. É o que mais eu escuto dentro da nossa comunidade, o que eu mais escuto. Então, sensibilizada diante da nossa causa.
E aqui eu vou trazer um pouquinho eh da ciência para explicar o quanto esse ambiente da fase de vida intrauterina é tão importante. Em média 9 meses, essa mamãe saudável, ela pode evitar a ativação de um gene que tem um código de uma doença. Por exemplo, às vezes você já até ouviu isso no consultório, ah, você tem alguém na família que tem essa doença que as doenças genéticas, né? Antigamente era decreto, se alguém tem na família, você também tem. Hoje a epigenética já prova que você pode até ter no gene a chance daquela doença, né? Você pode ter até herdado, mas não significa que vai ser ativado. Não significa que essa doença vai surgir em sua vida. E o que determina se vai acionar essa doença ou não na sua vida se chama ambiente. Para vocês terem noção, todas as pessoas que têm um diagnóstico, por exemplo, de um câncer, na maioria das vezes, quando a gente olha para essa história, eh, a gente se depara com a experiência de alto impacto emocional na vida dessa mulher, algo que ela não conseguiu processar, ela não tinha recursos para processar. Essa experiência, ela acaba modificando toda a parte emocional dessa mulher, todo o estado emocional e mental dessa mulher. Uma vez modificada, se não tem recursos para sair, se não busca ajuda, essa mulher, ela vai estar em um estado de alerta o tempo todo. O corpo dela está sendo bombardeado, bombardeado de hormônios de estresse. A partir do momento que esse corpo está sendo bombardeado de hormônio do estresse, as células serão prejudicadas, porque nós não aguentamos o estresse por muito tempo, se mantendo íntegra, com uma saúde íntegra. Pode perceber, gente, pode perceber.
E aqui entra a questão do ambiente. Então sim, o ambiente mental, principalmente interno, que é um dos princípios para autocura emocional. Quem vem do curso preparatório teve esse conhecimento, princípio, é um dos princípios, o ambiente saudável. E o melhor ambiente nosso para o nosso desenvolvimento é na fase de vida intrauterina. Se ali é bem, se ali é fortalecido, isso serve até para a doença física. Agora, é óbvio, né? Isso aqui não dá lucro pro sistema. Mulheres saudáveis, mulheres despertas, mulheres conscientes, mulheres com suas características do feminino ativado, carinhosa, amorosa, nutridora, porque nós que nutrimos, conscientes, despertas, inteligentes, que conseguem compreender e entender. Não é vantajoso. Não é vantajoso. Aí o que que veio? O que que veio? O que que o mundo faz com as mulheres? Ou é de um lado ou é de outro. É rejeição, ou é "vem, vai para lá que vocês não servem para nada", ou é trazendo ela, as mulheres, para um lugar de só corpo, só aparência, só físico, ou traz ela para um lugar de guerrear, de batalhar, enfim. E essa mulher na dor, é lógico que ela vai se proteger. E é lógico que ela vai buscar sempre recursos para se proteger. É sempre para proteção. Se você vê uma mulher irritada, se você vê uma mulher no ataque, se você vê uma mulher levantando uma bandeira, se você vê uma mulher aí defendendo algo, é para se proteger. Ela carrega algo ali que diz o porquê ela ocupa esse lugar. E aí o que que acontece? Quando essa mulher, ela tá frágil, ela tá sem identidade, ela vai cair nas sugestões da mídia, ela vai cair nas sugestões do inimigo. E por isso que o sistema quer mais é que as mulheres sejam disfuncionais, quer mais que as mulheres eh comecem a se preocupar somente com a sua imagem, ter um empoderamento disfuncional. "Vai lá, você pode tudo. Sozinha você consegue ganhar o mundo e você não precisa de mais ninguém." Só que na hora que ela deita na cama, vem a dor e vem um sofrimento. E o meu papel aqui é poder trazer clareza e um despertar de de fato identidade, independente das suas escolhas hoje na fase adulta, mas reconhecer que existe um potencial tão lindo, tão incrível na sua natureza e que a sua natureza exige momentos de pausa, exige momentos de autocuidado, exige esse despertar, porque senão você vai adoecer. Não adianta falar que é empoderada, mas fazendo uso de antidepressivo e ansiolítico. O verdadeiro empoderamento ele é emocional. É emocional. Sem você, se você não tiver saúde emocional, você vai viver na disfunção. Faz sentido para vocês? E por isso que quando a mulher se cura, gerações se curam com ela, porque essas futuras gerações chegarão em um lar nutrido, em um lar preparado, é um lar com recursos e essa criança vai crescer com recursos.
Agora, Ju, eh, falando sobre o que vocês tiveram, né, lá da parte do universo emocional feminino, desse diferencial que o método TPM tem, além de entender causa, por isso que é propósito maior. Eh, quando nós vivemos somente, por exemplo, ah, eu vou trabalhar só pelo dinheiro, nós não nos sustentamos no processo, você entende? Eh, quando com certeza tem alguém que só trabalha aqui por dinheiro, porque precisa, mas não faz o que ama. E quando você não faz o que ama, você vai ficar vivendo de propósito. E viver de propósito, você se perde com certeza. Você vai ficar buscando quem paga mais, você vai ficar buscando às vezes nem sabe o quê. E quando eu falo de um propósito maior, é ter convicção do porque você veio, é ter convicção daquilo que está no seu plano original, é ter convicção de fala, é ter convicção no seu lugar onde que você fortalece suas raízes para frutificar. Ah, não tem como não me emocionar, porque quando nós temos convicção, mesmo diante das dificuldades que nós teremos, que faz parte de qualquer processo, teremos aflições, mas com bom ânimo, com entendimento, com clareza, com uma mente saudável, nós conseguimos superar. Porque existe uma chama tão poderosa que nos movimenta a fazer o que precisa para trabalhar com o que amamos. E ser TPM é isso, eh, entender uma causa maior, sentir o chamado e se beneficiar na entrega. O seu salário, ele é apenas a recompensa de uma entrega de valor. Quando a mulher fecha um processo terapêutico com você, é porque ela viu que você é capaz de ajudá-la e você vai ajudá-la, ou seja, você vai beneficiar muito a vida dela e a sua recompensa por isso, seja no trabalho em grupo, seja no individual, entende? Mas para você chegar nesse momento, a chama tem que estar muito acesa e essa convicção tem que estar muito acesa, sabe?
E aí falando do universo emocional feminino, que é o nosso maior diferencial, é o maior diferencial. Tem várias formas de atuar como terapeuta. Isso é importante vocês saberem, viu? Ai, não é porque todo terapeuta é igual, não, hein? Pelo amor de Deus. Ai, não, porque falou que é para ser terapeuta, não. Aqui é terapeuta especialista em mulheres através do único método terapêutico específico. Eu já recebi mulheres aqui, Juliana. Eu fiz uma formação, um curso para ser terapeuta, mas eu não sei o que fazer. Ui, mas que como você vai ser terapeuta sem método? Sem metodologia não tem como. E no nosso caso, ajudar mulheres, precisamos ter conhecimentos específicos para o universo emocional feminino, que é diferente. Existe um movimento hormonal. A partir do movimento do movimento hormonal, surge o movimento emocional, que surge o movimento de comportamento de um movimento de percepção. Agora mesmo tem quantas mulheres sendo diagnosticada com uma patologia, com uma doença específica que na verdade é apenas uma fase do ciclo menstrual, mas ela não informa isso, o médico não pergunta isso. Todos os profissionais deveriam saber disso. Até mesmo você que atua em um área da beleza, por exemplo, você cabeleireira, por exemplo, tá lá, faz um corte, essa mulher tá no pré-menstrual, a famosa TPM, a autoimagem dela já tá distorcida, natural, porque é queda hormonal ali do estrogênio, do progesterona, caindo isso, cai serotonina, aí vem um desânimo, ela se acha feia, tudo distorcido, inchada. Aí ela vai olhar para ela, ela não tá bem com ela, então você pode fazer o que for. Isso é um conhecimento necessário para nós no processo terapêutico de extrema importância até para a evolução na ressignificação dela. Ajúia menopausada, com certeza a menopausada também e principalmente na fase de transição, que é um é um movimento assim muito vem a bagunça para depois vem a calmaria, né? E essa fase de transição da mulher menopausada, ela passa por várias questões. Se ela está fora da identidade dela, mais ela sente no corpo. Se ela não tem um conhecimento específico das suas emoções, mais ela sente sintomas. Nós temos uma sessão no TPM que é reconectando com a natureza feminina. E nessa sessão é justamente um olhar para essa parte específica nossa, que é da nossa natureza. E se essa mulher ela não se conhece, ela sempre vai achar ou que ela tá com problema no físico, ou ela pode até ter clareza, mas não sabe o que fazer. Olha lá, ó. Fui no salão para cortar o cabelo e depois me arrependi. Percebi que eu estava no TPM. Quantas separações acontecem. Ohô, meu Deus do céu. Gente, vou contar para vocês. Pode contar um segredo para vocês da minha vida. Já tô aqui com terapeutas e futuras terapeutas TPMs, né? Eu vou falar sobre filhos, família, vou falar sobre isso. Eu eu já tive esses momentos no namoro com meu esposo de terminar, não quero mais, não quero mais. Eu arrumava confusão. Eu que arrumava confusão. Tava muito tranquilo. Eu tinha que arrumar a confusão. Aí eu encontrava alguma coisa ali fora do lugar. E eu tinha que discutir, tinha que acontecer a briga lá. Ah, tinha aí depois não quero mais. Ó, não, não volta mais aqui. Já deu. Quantas vezes aí a hora que eu fui aprendendo tudo isso aqui, né, eu fui entendendo, olha lá a TPM lá, ó, porque realmente vem todo um sentimento de irritabilidade. Aí quando passa, a gente começa a chorar. Ai, meu Deus, porque eu fiz isso? Nós ensinamos as mulheres para o dia a dia mesmo. Vocês aprendem com com TPM. É o primeiro é nós, depois através de nós. Para vocês ensinarem outras mulheres, isso salva muito casamento, viu? Sério, eu já eu já recebi testemunho de marido, salva muito casamento.
Agora, a mulher na fase de transição menopausada, a dor vem dos sintomas pela queda brusca dos hormônios, né? Tem que procurar médico integrativo, tem que olhar pros hormônios, cuidado, não generaliza todas as coisas, tem que cuidar dessa parte. Só que essa mulher, ela tá muito mais desperta para propósito. É aquela mulher que viveu a vida inteira para os filhos, que viveu, viveu para os outros. E sabe quando a ficha cai, ouviu uma chave, fala assim: "Não, agora vou viver minha vida". Uma vez eu recebi uma senhora no meu espaço terapêutico e foi o filho dela que levou ela lá. Eu não esqueço da frase dele. Ele falou assim: "Jô, agora minha mãe quer fazer tudo, Juliana. Minha mãe agora tudo ela quer fazer". Eu falei: "Ah, agora ela precisa viver a vida dela, né? Agora ela entendeu que ela tem vida, que ela tem sonhos, que ela tem desejos". Aí ele olhou pra minha cara assim: "Verdade, né, Ju? Às vezes nós somos egoístas com a mamãe." Falou desse jeito. E ela ali só deu uma risadinha. Ela viveu a vida inteira para cuidar dos filhos. Só que ela entrou para um processo de transformação e autocura, muito lindo o processo dela. E ela despertou. Agora ela queria voltar para a faculdade, agora ela queria voltar a estudar e ela queria realmente eh fazer o transbordo dela. Isso acontece muito aqui. Algumas chegam aqui nesse lugar ou do incômodo. Incômodo, inconformada. Não é possível que minha vida é isso. Quantas vezes eu já recebi mensagens lá no meu Instagram e as minhas alunas falam depois: "Ju, eu cheguei aqui". Eu falei: "Não, mas não é possível. Eu tenho que ter, tem que ter alguma coisa que eu agora acabou minha vida." E o sistema usa isso, né? A mulher menopaus menopaus, eh, a mulher na boa idade, infelizmente, olha como que é disfuncional, olha como que manipula as mulheres, nos colocam em um lugar de inutilidade, mas é a idade, é a fase mais incrível que a mulher possa ter. Eu sei que todas nós viveremos isso. E quem já está vivendo sabe do que eu tô falando. É muito mais clareza, é muito mais discernimento, é sabedoria, né? É sabedoria.
Deixa eu ler aqui. "Eu negava que estava na TPM. Até tinha preconceito com isso, até chegar aqui e perceber que eu tinha muitos sintomas de que eu passava por isso também, como todas as mulheres." [risadas] Ó, Ked, Ked, acho que é seu nome assim, né? Eh, eu já vivi isso em palestra. Eu fui fazer um processo eh através de uma palestra e depois uma experiência com essas mulheres de alta escalão de uma empresa que eu fui contratada. Uma mulher levantou: "Juliana, eu não sinto nada disso." Eu falei: "Uau, eu preciso estudar você aí, ué, nós precisamos aprofundar mais, mas a negação é tanta, por que nós negamos? Eu também neguei. Um dia eu eu neguei minha natureza da minha juventude. Eu falava para Deus: "Mas por que, senhor, eu ouvi mulher? Não, mulher sofre demais. Mulher não tem, não tem seu lugar não." E é uma forma de nos proteger. A negação é para proteção. Quantas mulheres estão nesse lugar? Mas quanto mais nós negamos, mais aquilo que negamos, ele acaba influenciando em nós. É muito importante o autoconhecimento no nosso processo. Não adianta fugir daquilo que é natural. Não adianta fugir da nossa natureza, né? Ah, isso é bobagem, isso é frescura. Quantos posts aí que as mulheres comentam? Ai, que frescura. É frescura demais. Que TPM. Vive na TPM da prova de mulheres, gente. Mas eu entendo elas. É falta de conhecimento, é falta de compreensão.
Então, todo esse movimento influencia até nas decisões dessa mulher, influencia nos comportamentos e nós utilizamos isso a nosso favor dentro de um processo terapêutico, porque vai ter caso que essa mulher, ela não quer de jeito nenhum olhar para aquela experiência que surgiu na de uma memória que surgiu. Ela não quer, ela tá rígida e nós precisamos aproveitar uma fase dela que ela está mais vulnerável, hormonalmente falando, fisiologicamente falando, que ela tá mais aberta, que ela tá mais disponível, porque se ela tá lá na fase ovulatória, não, ela tá bem mais racional, ela tem tá bem mais lógica. Eu vivo isso também. E nós ensinamos tanto essa mulher que ainda tá na fase cíclica, quanto essa mulher que tá na menopausa, a compreensão do seu universo emocional e também para a gente entender melhor como ela chega na sessão, como ela está no processo e como nós utilizamos isso. E vocês tiveram algumas informações sobre essas informações. Por isso que eu vejo que o TPM eh tá na palavra, né, TPM. Vocês perguntam, vou explicar na próxima aula sobre o significado, tá bom? Amanhã vocês conhecem o significado, mas algumas falam assim comigo: "Juliana, Deus me livre de TPM." Mas foi justamente por isso, quando Deus trouxe essa palavra para o meu coração, eu também questionei: "Senhor, mas com TPM? DPM na hora quebra de paradigma é sua função. A nossa função é ajudar essas mulheres a se amarem, a ativar o amor próprio, a se reconhecerem, reconhecer a identidade e a partir daí conseguir restaurar a sua saúde. Porque doença emocional significa conflito. Conflito onde dentro da sua própria história. Não existe sintomas sem conflito dentro de nós. Eu falo isso tanto físico pode ter um conflito fisiológico, a falta de um nutriente, algo em desequilíbrio no seu organismo e isso mental e emocional, um conflito existente com a emoção residual de um trauma vivido lá atrás. E olha como que as coisas eh são associadas na vida adulta. Ó, hoje eu falei no nosso atendimento ao vivo, né, do caso. Eh, hoje o que nós expressamos é apenas aquilo que foi vivido um dia. Você só sabe que abacate é verde porque um dia alguém te ensinou. Você só sabe o que é ansiedade porque um dia você sentiu essas sensações. Você só sabe o que é angústia porque um dia você sentiu essas sensações. E foi potencializando, potencializando, potencializando. Aí aqui é onde nós olhamos para essa história para eliminar toda essa sujeira emocional.
Ah, tá aí. Euziane, Ju, como eu sei que vocês que eu estou entrando na menopausa? Isso é muito singular, viu? Dentro da comunidade TPM, da estrutura completa, vocês têm aulas com uma médica que é TPM, tá? E ela traz bastante informação também fisiológica, eh, porque é muito importante para nós. Depende muito da idade essa mulher. Tem mulher que entra ali com 50 anos, com 48 anos, é sentido mesmo na pele, no corpo, e tem uma queda hormonal. Quando você vai procurar um médico, um ginecologista, eh, essa TPM, ginecologista obstetra, temos também médicas que vêm buscar método terapêutico dentro da nossa comunidade, fisioterapeutas, nutricionistas, tem várias nutricionistas dentro da comunidade de TPM e muitas mulheres começando do absoluto zero. E vocês têm acesso, tá? Isso. Só fazendo os exames. Eh, vítima de violência. Olha, deixa eu falar sobre isso. Olha que legal aqui, ó. Presta atenção. Eh, esse método auxilia a criar grupos de mulheres vítimas de violência em órgãos públicos ou nos bairros. Que incrível. Eu nunca ouvi isso, Duda. Eu nunca vi uma mensageira com essa missão. Isso aqui é a sua parte nessa missão, tá? Eu sempre falo isso com as minhas alunas, é muito incrível. A mulher que precisa de você se encontra no mesmo lugar que um dia você esteve. Na verdade, falando de marketing aqui, da linguagem do marketing, isso é nicho. Você pode ser uma terapeuta especialista TPM e ser especialista em uma dor específica. Eu tenho alunas que ajudam mulheres que sofreram violência doméstica ou que estão ainda em um relacionamento tóxico. Eu tenho alunas que ajudam mulheres pós divórcio. Eu tenho alunas que ajudam mulher mães atípicas. Tem várias alunas. Por a Ju, mas e como é isso? O método ele ele vai tratar a causa de qualquer dor, de qualquer sofrimento emocional, de qualquer limitação para qualquer mulher. A questão é que para me conectar com essas mulheres que eu quero alcançar, que eu sei que eu preciso alcançar, eu vou me comunicar com ela de acordo à realidade dela. Então, a mulher que vive violência doméstica ou que já viveu sabe o que é isso? Quais são os medos dessa mulher? Quais são os medos, sabe? Quais são os desejos dessa mulher? E quando nós utilizamos isso para conectar com outras mulheres, quem lembra do nosso encontro lá, como fazer da sua história uma mensagem capaz de salvar vidas através da nossa história. Eu tenho uma aluna que hoje ela está na equipe TPM também, auxilia. Eh, ela vem agora com a comunicação muito voltada para a mulher que sofre violência doméstica e a comunicação dela é toda voltada para as dores, os desejos dessas mulheres. Quando essas mulheres se conectam com a mensagem, ela vai abrir o coração e vai chegar lá e vai falar assim: "Marleide, eu preciso de você. Você falou sobre isso, eu tô vivendo isso aí. Aqui entra o método. Vem aqui que eu vou te ajudar. Vou te ajudar a se fortalecer emocionalmente. Vou vamos eliminar todos esses medos e vamos entender o porquê que você não tem recursos para sair desse lugar. O que que nós ajudamos essas essas mulheres a terem recursos emocionais para tomar qualquer que seja a decisão, para que ela possa ocupar também o seu lugar para viver o propósito dela, entendeu? E eu acho lindo quando você já tem essa consciência de quem que vocês querem ajudar, porque presta atenção, não, não, Deus faz muito bem, perfeito tudo, né? Presta atenção quantas mulheres estão precisando de nós e nós precisamos falar diretamente para elas. E por isso que cada uma tem o seu lugar de servir aqui. Por isso que não tem competição na nossa comunidade. Porque aquela que precisa da Arlete precisa da Arlete. Aquela que precisa da Ju precisa da Ju. Aquela que precisa da Antônia precisa da Antônia. É assim.
Até falando de ajudar a família. Ju, eu posso ajudar a família com TPM? Pode. Não é sobre poder e não poder, não. A questão é essa pessoa que vai passar pelo processo com você, ela está aberta e disponível? Gente, mensageiras, presta atenção. Não existe pó mágico aqui, tá? Não existe pó de pirlimpimpim. Vocês vão se deparar com lindos testemunhos assim incríveis de olha, de transformação, de cura, assim, de uma profundidade incrível, sabe? Extraordinário, mas foi um método, foi um processo. Ela se permitiu viver, ela se entregou 100%. Então, se essa pessoa está disponível a viver o processo, o problema de quem nos conhece é a vergonha de falar da história, a dificuldade de expressar a vulnerabilidade, entendeu? Mas se essa mulher, se essa pessoa da sua família, ela pode aí, ela está disponível a expressar sua
Vulnerabilidade, com certeza vai ser lindo. Questão de filho, qual é o problema do filho? O filho vai ter, ele ou ela vai ter que falar aí de como é experiência com a mamãe. E você, a terapeuta e a mamãe, como que vai ser isso para para ela, né? Eu não indico isso porque não é confortável, mas fique tranquila que você vai entender, né?
Eh, quantas possibilidades tem dentro de um de uma comunidade estruturada com mulheres que comungam do mesmo propósito, que estão lá no mesmo caminho? O que mais tem entre as TPMs é troca? Hoje vocês conheceram no Instagram a visita da Susana e ela me falou isso, Ju, eh, o meu marido foi atendido por uma ter amiga e eu atendi a irmã dela. Troca entre elas. Então, ó, esse não não consegue para lá, mas você vai passar pelo processo. A maioria das vezes, quem realmente vive, quem realmente se entrega a família, todo mundo vive. Ai, todo mundo vive.
A, o homem ele pode passar, pode passar na parte de ressignificação, cicatrização de feridas emocionais, limpeza emocional, toda essa parte, né, de restauração é a mesma coisa. O que muda é a parte da ciclicidade do universo emocional feminino, das fases de transição, que o homem não tem isso. Então essa parte nós retiramos, que é muito assim simples compreender isso quando você entende o método, tá? E por sinal é bonito demais de ver, porque o TPM ele é lúdico, ele é totalmente através da história. Então é é uma é uma, imagina contando uma história e ressignificando a história da pessoa. E é muito natural, ele é fluído. E o homem que fala assim: "Ai, que eu vou falar e vou falar nada". Se você deixar livre, ele não vai falar mesmo, mas com o método, um passo a passo, ele vai falar tudo que precisa ser falado.
No atendimento de hoje mesmo, foi muito lindo isso, né? Ela chegou falando da questão da procrastinação, mas ali conversando com ela, ela já foi trazendo sobre algumas outras dores e veio a dor mais latente quando nós fomos olhar uma criança que sofreu muito na infância e que apanhou por muitas vezes. Toda aquela dor somatizou no corpo dela a fibromialgia de hoje na fase adulta. E quando a gente olha para essa história, a gente entende. Entendeu história? Quando você entende história, a gente abre para ressignificação, a gente perdoa.
A natureza, ela já tem toda a tecnologia necessária. Algumas pessoas me falam: "Ju, quem cura é Deus". Claro que é, gente. [risadas] É ele que dá todos os recursos. Mas esses recursos já se encontra em nós. Você corta ali a sua pele, ela vai se restaurar. Agora, se você tiver um ambiente que tá sujo, ou, por exemplo, a diabetes prejudica a cicatrização, o ambiente não está propício, aí a natureza não expõe o potencial, porque tem algo disfuncional impedindo com que ela se restaure. O nosso papel é limpar esse ambiente emocional, eliminar esses pensamentos negativos, toda essa sujeira da mágoa, desaguar mesmo, limpar, expressar. Cura é sobre expressar. Se você consegue expressar aquilo que você não falou um dia, você já consegue restaurar muita coisa dentro de você. E aqui é isso. A gente só deixa com que a nossa natureza possa se restaurar, porque a tecnologia Deus já nos deu. Agora não dá para ficar, né, ruminando.
Aí aqui a mulher quando ela passa pelo TPM, ela aprende tanto. Vocês estão aprendendo tanto? Eu sei que tem aquelas que até falam: "Meu Deus, olha o que eu fiz com o meu filho. Não é para se julgar, pelo amor de Deus. Não é para se julgar, é para se acolher. Eh, parte de lado se remete parte da emoção. O TPM ele não é dessa forma. Eu sei que existem algumas teorias, algumas abordagens que, tipo, é generalizado. Nós temos algumas possibilidades de acordo um repertório do que pode ser, mas é muito individual. Então, se eu falo que o lado direito é isso, isso, isso, aquilo, eu estou generalizando algo que não tem como ser generalizado. Sabe por quê? Porque a nossa natureza para se proteger, o meu corpo para se proteger, ele vai encontrar mecanismos. Então, tem aquela mulher que emagrece para se proteger, tem a mulher que engorda para se proteger. Então, tem várias formas. A questão é entender melhor essa história para que possamos de fato compreender o que é. Sem olhar para a história, a gente fica no achismo. E TPM não é achismo. TM não é essa ideia assim, é isso, é isso.
Ai, a ferida emocional do abandono. Eu sei que quando eu comecei a atuar eu vim para esse lado, sabe? E eu passei já muita vergonha. Às vezes a gente só fala do que é bom, né? Mas eu também passei muita vergonha no início de atender como terapeuta, sabia? Porque eu fui aprendendo ferramentas nessa busca. Aí eu fui pegando formatos ali e formatos de afirmação. É isso. Eu lembro uma vez que a minha cliente ela trouxe uma história onde uma memória onde ela foi abandonada pelo pai na escola. Na verdade, ela falou assim: "Jus, meus pais me esqueceram na escola. Eu fiquei na escola sozinha. A professora precisou esperar lá. meus coleguinhas foram embora, todo mundo e demorou muito para irem me buscar. E ali eu falei assim para ela: "Ah, então você se sentiu abandonada, achando que era a ferida emocional do abandono, né?" Ela falou assim: "Não, nossa, foi bem no início da minha carreira, meu coração chegou gelado." "Não, não, eu não senti abandonada não." Eu falei: "Não, não, não, não sentiu abandonada". Ela falou assim: "Não, eu me senti humilhada. Foi humilhação. Eles me deixarem lá. E aí o que que aconteceu? A humilhação gerou raiva nela. Ela foi crescendo uma jovem ríspida, totalmente no ataque. E várias vezes essa humilhação foi se repetindo, tá? Eh, então o que que modela a ferida emocional é a experiência vivida mesmo no momento que aconteceu. Gente, isso se chama para nós eh a matriz informacional. Entende uma coisa que uma Entende uma coisa que uma coisa é aquilo que você adulta acha que é. Outra coisa é o que de fato sua criança, quando você foi criança, viveu. Ah, não, mas já passou. É, mas se você realmente sente que já passou ou a sua as suas informações no cérebro tá impregnada de raiva, de medo, de tristeza e você tá prisioneira lá do passado. É isso que conta para nós. Então, não adianta você falar pela boca, o seu corpo ele sabe a verdade. Sabiam disso? O corpo sabe a verdade. Os nossos hormônios, eles não mentem. Você pode falar algo, eu perdoei, mas seu coração disparado, sua pupila dilatada, hormônios do estress acionado no seu corpo.
E aí, entenderam a questão da família? Se essa pessoa permitir, se essa pessoa se entregar, tá? Eu já escutei. A Ju, eu tô na menopausa. O TPM serve para mim, é para você também do mesmo jeito e principalmente, por favor, porque agora é a hora de se conectar com a sua verdadeira identidade.
Falando até mesmo dessa questão do das mulheres, né, que escolhem um método para ajudar mulheres específicas aí com a dor específica. E pode ter certeza, as mulheres que precisam de você se encontram no mesmo lugar que um dia você esteve ou que ainda está, mas vai sair daí e você vai voltar e buscar elas. Eh, quem já tem, quem já é terapeuta aqui? Deixa eu ver assim, as TPMs, não. Quem quem é de outra abordagem? Psicólogo, psicanalista ou de outra abordagem? Aham. Muito importante. Eu tenho várias alunas da psicologia, várias alunas. Eu fico muito honrada, sabe, de acolher as psicólogas. Muito mesmo, porque eu sei que não é fácil, são uns 5 anos, né? 5 anos, gente. Gente, 5 anos e muito investimento. Olha que legal. Aí depois eu quero saber quem tem ministério. Deixa eu ver as as terapeutas. Muito bom. Eh, o que é ensinado com TPM? não é ensinado nem na psicologia, nem na psicanálise, nem em outra abordagem. Não existe. Tanto é que às vezes eu recebo, ai Ju, eu já pensei em fazer psicologia, que bom, isso não te não te impede de ser uma TPM, pelo contrário, começa com TPM. O TPM já é um método completo, já você já se profissionaliza, já vai começar a gerar muitos recursos, já vai começar a transformar muitas vidas, já vai monetizar, ter um bom salário e depois você continua o que você deseja, né? Então, o TPM ele é um método completo, ele é estruturado para ser específico para o universo emocional feminino. E eu sei que isso aí fora, porque eu já venho de muitas buscas, né, assim, os eu estudo desde os meus 19 anos, comecei muito novinha. Eu hoje eu entendo porquê eu não entendia assim, porque para você ocupar um lugar de mentores, de professora, de terapeutas, é óbvio que tem que ter uma bagagem grande para fazer isso, né? É óbvio que tem que ter bastante experiência para ocupar esse lugar, né? E hoje eu entendo isso. Eu tenho alunas que vem de anos de psicologia, já com especialização. Eu tenho alunas que vem de doutorado, tenho várias, eu tenho alunas médicas, tem várias alunas e tem as alunas começando absoluto zero. Isso é muito bonito. No mesmo lugar nós temos um elo que nos une aqui. Propósito maior. Como o método TPM ele é completo, ele é totalmente estruturado, todas ali do absoluto zero no método, entendeu? Porque vai aprender tudo do método das bases e assim é um conhecimento para a vida nossa. Eh, eu falo que o TPM ele além de transformar vidas na autocura, ele é um conhecimento sobre mente, sobre emoções, sobre comportamento, nos traz para um lugar de domínio próprio, né? Claro, não é pó mágico, é processo e só se beneficia do processo quem vive processo, senão não.
Quem já tem um trabalho com mulheres? Quem já tem trabalho com mulheres? Hoje eu entendo porque Caju sempre gostou de estudar, né? Eu amo estudar, mas o meu estudo ele foi muito prático, vivencial, né? Isso traz um grande diferencial na hora de trazer o conhecimento para vocês. Às vezes a gente tira dúvidas, a gente fica lá umas 3 horas assim e eu me deparo com uma pergunta de uma profissional que já vem da área, que já vem do conhecimento. Isso vem na minha mente. Falei: "É Ju, que bom que você é uma estudiosa". Ai, que bom. Tem várias, tem aquelas que já atuam, né, de forma profissional na área da eh da beleza. Olha, deixa eu falar vocês da área da beleza. Vocês que já ajudam mulheres, não tem como. Tem que ter esses conhecimentos, viu? Não adianta fugir, não. Não adianta. Tem que ter o TPM nas mãos. Tô falando já logo. Éí, quem já tem os projetos já no coração tá prestes. Fez sentido para vocês?
Amanhã é a aula dois da jornada da Terapeuta de Mulheres, aula onde eu trago as referências do método DPM. Presta atenção, isso é muito importante. Nenhum método surge do nada. Não existe isso. Existe uma base. E eu trago todas as referências para vocês na aula dois, tá? Eh, eu não tenho essa de ficar ai que tem que falar, eu falo tudo, gente. Eu não tenho não, ó. Não tem, não tem nada de reter para mim não. Eu vou entregar mesmo, eu vou transbordar mesmo. Nós vamos ter vários momentos aqui juntas. Nós teremos o atendimento ao vivo que eu aproximo, a aprofundo muito de forma prática e vocês entendem ainda mais, até mesmo para sair de um lugar de mistificação, sabe? Eu sou cristã evangélica e eu sei que é um meio, meu Deus do céu, de falta de compreensão, de entendimento. Gente, precisamos estudar, mulheres, precisamos ser inteligentes, tá bom? Estudar foi uma das coisas que mais meu pai e minha mãe me ensinou. Minha mãe é professora. precisa estudar, se desenvolver e outra, aprofundar, compreender as coisas, né? Ficar no achismo, não. O TPM, eu trago referências para vocês, para vocês entenderem que isso aqui não é achismo da Ju, não. OK? Independente da sua fé também, TPM é para você que é uma mulher e que precisa se conhecer e que precisa se compreender, que precisa ajudar outras mulheres.
Muito bem. Eu falo que nós temos ser inteligentes. Sabe aquela frase eh do Luther King? Eu não eu não me preocupo com o barulho dos maus, mas o mas sim o silêncio dos bons. Eu gosto muito dessa frase, até me emociono, porque quem me conhece sabe o quanto eu sou muito dedicada a esse propósito, né? Eu amo fazer isso aqui. Eu amo viver isso com vocês. Vocês não fazem ideia. Nós já estamos na terceira semana. quem estava no curso preparatório. Então são dias juntas, né, vivendo todo esse processo e é maravilhoso, maravilhoso. Mas essa frase eu preciso trazer pro coraçãozinho de vocês. Enquanto os bons estão em silêncio, os maus estão se levantando. Enquanto os os bons estão retendo o conhecimento, os maus estão totalmente entregando algo para manipular, disfuncional. Gente, na rede social hoje em dia é o que mais tem. Aí eu fico, que covardia é essa que impede quantas pessoas do bem do exército de Jesus? Quantas pessoas que conseguem eh sentir a mensagem que carrega no coração e não entrega? Deixa eu falar uma coisa. Você sabe o que tem que fazer e que você não faz? Isso é um erro. Não existe. Como que chama aquela questão? Tô tentando eh lembrar a fique isento. Não, não existe você tá isenta aí, não. Sabe assim, ah, eu não escolhi em um lado. A decisão de ficar calada é uma escolha. Você tá escolhendo. Você tá escolhendo. Quando você sabe o que precisa fazer e você não faz para um bem maior, você escolhe. Porque menos um prejudica a nossa performance, prejudica a nossa força. E eu creio que somos membros de um só corpo. Um membro doente prejudica o corpo. Então para de ficar ficar nesse lugar de ego. O que as pessoas vão pensar de você não é sobre a mensageira, não é sobre o mensageiro, é sobre a mensagem, é sobre o que o seu conhecimento é capaz de proporcionar para outras vidas. E uma vez eu escutei isso, Juliana, você tem noção que o que você carrega pode salvar vidas e você vai guardar para você? Então não é lugar de reter aqui. Aqui, presta atenção, não é lugar para parar em você. Isso aqui não é. Eu tô falando porque a minha parte aqui, né? Falar isso. Agora assim, você vai levar isso pra sua vida é outra coisa. Aí é sua responsabilidade, né? Aí é sua parte na nossa relação aqui. Senão só não vai falar que ninguém te avisou. Só não vai depois chegar lá diante do trono e falar: "Ah, eu não sabia". Não vai falar, não tem como. [risadas] Eu acho, eu falo isso, mas assim, ó, isso é certo. É certo. Você é importante. Você é uma árvore frutífera. Você só não sabia disso. Agora você tá ativando esse potencial. Bora transbordar. Bora prosperar. Sair desse lugar de sobrevivência é para prosperidade.
Outra coisa, não dá para viver em lugar de escassez, de falta, de falta mesmo, de falta de amor, de falta de dinheiro, de falta de alimento, de falta de coisa que você precisa. Vê seus filhos precisando de algo. Ei, vamos pôr esse potencial para fora. Expor o seu dom, o seu talento é para frutificar aqui. E eu espero que você esteja fiel ao seu processo. Eu não canso para cumprir essa missão. Assim, ó, até a última que tem que se levantar. E a maioria são improváveis. Até a última improvável se levanta. Agora vai caminhar. Ai, Ju, mas eu não tenho condição. Tem sim, tem sim. Olha para dentro, olha pra verdade. Quantas coisas você tá aí deixando com medo que as pessoas vão pensar. Até mesmo tem medo de pedir ajuda. Pode pedir ajuda. É melhor pedir ajuda para essa vez para nunca mais ficar eh humilhando, se humilhando, mendigando por atenção, por amor, até mesmo por por questão financeira. Agora imagina um lugar, um lugar onde você se cura, se transforma, gera recursos, entra para esse lugar assim como eu estou de transbordo e ainda prosperidade financeira. Eu ficaria aqui o dia inteiro falando com vocês sobre isso. Somos uma árvore frutífera.
Muito bem. Ó, deixa eu trazer uma informação aqui. A aula de amanhã é linda, viu? É linda, viu? É linda. Tá bom. linda. Sobre a ao próximo passo, que é a formação completa, vocês têm acesso a todas as informações da jornada, como é o valor, eh as possibilidades de atuação, tudo, tudo, o tempo, tudo. Eu já aviso, toda a estrutura é reconhecida pelo MEC, porque vocês perguntam, a escola TPM, ela é reconhecida, tá? Então isso é importante também, mas fiquem tranquila que na jornada da terapeuta de mulheres você vai ter todas as informações, mas primeiro beba dessa fonte, aproveita. É tão bom viver isso com vocês. É tão bom ver vocês se despertando. É tão bom ver vocês vindo para um lugar de utilidade. É tão bom ver vocês entendendo que dignidade é o mínimo que nós temos que ter. É tão bom eh ver vocês entendendo que vocês têm muito para oferecer, para entregar, que vocês também são capazes. Eu era a Maria das dores, eu era coitadinha, muitos subestimavam minha capacidade. Olha eu aí transbordando a vez de milhares de mulheres em vários países. Nossa, eu coloquei para vocês no Instagram a nossa experiência em Portugal com as alunas de Portugal. Lindo. Quem diria, né? Eu sei que alguns Quem diria, né? Juliana, olha, deixa eu falar uma coisa. Os escolhidos, né? Os escolhidos, na maioria das vezes são improváveis. Então, não fica nesse lugar de ai, olha a minha vida, olha como tá. Pois bem, é por isso que você vai se movimentar, é por isso que você vai agir, é por isso que você vai decidir, porque esse lugar não te pertence. Quanto mais inconformada você tiver, melhor. Quanto mais inconformada, melhor. Para tomar a decisão na hora que precisa tomar.
Vai ter, ó, nós temos, quem aí pegou a apostila? Nós teremos a apostila lá no meu Instagram. É fácil, não é não. Eu nunca vou falar para vocês que é fácil, não é mesmo? É mesmo esse é é firmeza. Tô falando que é fácil, não. Não vou falar nunca isso para vocês, mas se você realmente está inconformada, você vai nem que for rastejando, mas você vai continuar caminhando até você realmente ter recurso para se levantar. É assim que funciona. Vocês acham que não foi assim comigo? Ô meu Deus do céu, tava na máquina do hospital, na escassez financeira. Eu vi tudo isso que nós vivemos aqui. Se eu não tivesse fé com obra mesmo, eu não estaria aqui. E fé com obra é ação, é atitude, é execução, é prática, né? Pegaram? Ó, quem não pegou vai lá ou quem quer pegar novamente lá no meu Instagram, vou colocar aqui o Instagram para vocês comentarem lá e a, opa, pera aí. E aí você vai comentar a palavra lá no meu Instagram, agenda. Ah, vamos lá também ver a visita que eu fiz de surpresa para a Susana. Eu visito de tempos em tempos uma aluna de surpresa. Vão lá no meu Instagram, comenta a palavra agenda. Em qualquer postagem lá você pode comentar e você recebe lá no direct. Quem tá assistindo o Instagram pode comentar a palavra aí. que vai receber no direct. Olha, números oficiais, não é brincadeira o que eu tô falando. Presta atenção, anota os números oficiais e se mantenha fiel no grupo, acompanhando todo o grupo que você já tem todas as informações aí, tá bom? Acompanha todas as aulas da jornada da terapeuta de mulheres. Amanhã é aula muito esperada por vocês sobre o método TPM, tudo sobre o único méoterapeuta específico para o universo emocional feminino e suas referências. Como é possível tratar a causa de qualquer doença emocional? Não dá para perder nada aqui, porque é ouro purinho. Um novo tempo Deus tem para sua vida. Esse vai ser um ano tão extraordinário. Só que para isso você tem que suportar o processo. Veja o que acontece se você não desistir.
Lá na comunidade do Facebook, se você não é aqui, não, é lá no Instagram. Tá aqui, ó, lá no Instagram. Meus amores, lá no Instagram. Vai lá no Instagram, comenta aí. Essa para lá no Instagram, tem que ir lá eh na comunidade do Facebook, pode pedir lá no Instagram, pode pedir a equipe aí também. Vocês têm um número oficial aí para vocês pedirem. E continuamos juntas. Continuamos juntas. Amanhã uma aula linda, poderosa, transformadora. vocês vão entender muitas coisas da vida de vocês. E na qu na amanhã quarta, na quinta-feira, nós temos atendimento ao vivo e tira dúvidas novamente. Sexta-feira temos aula, uma aula muito muito muito especial e seguimos juntas. Gratidão pela oportunidade de servir a sua vida para que possa servir a vida de outras mulheres. É uma honra do fundo do meu coração. Que bom que você chegou aqui. Que bom que você chegou. abra o seu coração e se permita ser beneficiada dessa mensagem. Nem é sobre a Ju, nunca foi. É sobre uma mensagem. Eu sou uma mensageira, eu sou instrumento. Então, sinta o que eu trago para você. E se às vezes o jeitinho da Ju, que algumas falam: "Ju é motiva". Se às vezes, ai é motiva demais, escuta a mensagem, deixa com que essa mensagem possa processar dentro do seu coraçãozinho e veja o que acontece se você se manter fiel. Jesus abençoe a sua vida e a vida da sua família lá no Instagram comentar a palavra. Vai lá, coloquei aí. Tchau, tchau. Até amanhã. Coloca no despertador às 20 horas. Esteja lá. Beijão.